terça-feira, junho 15, 2004

Que
Bela
Borboleta
Hoje
Eu
Vi

Diversas
Coloridas
Almas
Numa

Alma
Eu Vi

Entre
Elas e
A Pele
Fios
De Rosa
Paixão
A Surgir

Belo
Algo
Opaco
E
Triste
Seu
Olhar
Tinha

Contudo
Tão
Belo


Alma
Gazela
Ferida
Seria

De Costas
Se Sentou

Borboletas
Almas
Numa
Só Alma
A Olhar
Não Ficou


Oh Alma
De Costas
Volta-Te
Vem Cá
De Novo
À Minha
Mão

Mão
Na
Mão
Almas Em
Borboletas
A Esvoaçar
Ficaremos
Nos Braços
Do Amor
Pois
Mesmo
Não
Sabendo
O que É
Sempre
Assim
É

Oh, as narrações alheias, dadas pelo outros como num jogo de cartas por quem vê as cartas alheias, aproximações diagonais que nem são uma aproximação, ficam um simples esperar, eu estou aqui, para quê as cartas, para quê o jogar, se se pode ter o que se quiser e o que se alcançar, ou será porque não se sabe o que se quer. Ah se tal fosse o caso, então seria meu Amigo Amor…

doces narrações próprias e reservadas de Amor, cálidas promessas, fundos desejos, quando
o Amor é uma Paixão que me Consome em Abraços

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