quarta-feira, janeiro 07, 2004

Abri os comentários, pois vi 4 em vez de um, que belo número o 4, de quatro patas como os cavalos alados eeiiii
4 beijos, oh, como a vida é bela, oh como eu gosto de vocês, como eu gosto de vos ler, de vos pensar, de me fazerem pensar, e sobretudo de me fazerem sentir, pois como todos o sabemos tambem por aqui nos sentimos.

Queridíssimos, deixem-me tratar-vos assim, porque quem se beija é querido dos corações, do coração de toda a Luz e ao Nela falar, então Que Ela, Tudo e Todos Alumie, no tempo novo em que as estrelas caiem do céu como que a visitar-Nos em Longo Beijo.

Não sei Maxou por onde tenho andado, ou melhor, sei-o vagamente, Os Outonos são sempre estações de múltiplos sonhos, compassos momentâneos de espera, às vezes, nas vezes, noutras gestam Secretas Esperanças, cuja Vivificação Começa com o Retorno do Sol.

São um tempo onde o tempo se torna ele cíclico, uma porta para um eterno retorno que se vivência, se nos deixarmos vivenciar pela Coisa em Si. Tempo de rotação rápida, alterna, com consequentes estados de Alma, um para cima e para baixo, como quem poderia escrever entre Confiança, Alegria, Amor e seus opostos me movo, me enceno alternado, a luz do Amor que é a Lei Universal e as flechas na carne viva da realidade, tantas vezes aparentada como externa, que também sou. Escrevo-te isto porque sei pela tua escrita o quanto o sentes, que é como quem diz, o vives.

Contudo a Porta está ai, eu sei, ao alcance de quem a procura, numa procura que não é procura e encontrando-a como quem continua buscando-a

A porta do Tau Tau Mágico, que cria a nossa própria realidade, não no sentido de pisar as alheias, mas sim, corpo cria, nossa vontade e desejo, e o que é mais curioso, então, é que quando tal acontece, todo o mundo em redor, dá habitualmente um grande e instantâneo pinote

Um tempo de Paz interior, que é sempre também exterior, actua nesse exterior, um ouvido atento ao nosso coração, aos segredos que ele nos segreda, a Vontade, o passo torna-se então leve, nascem as asas e está-se na harmonia do bem, do belo, do quente, do calor, doce beijo, do quente afecto.

Dadoda gadada

razão tem Nina ao escrever que o que importa é a partilha sem lutas, porque o Amor está em toda a parte, as suas partículas residem em todos os interstícios, tudo penetram, tudo fazem penetrar, tudo se ama se se quiser, porquê escolher então a não inteli-gência de querer um só bocadinho, como se todo o bocadinho, não fosse sempre menor que o pão Todo inteiro.

Ah, como isto seria tão simples e tão belo de se viver se não andassem alguns a brincar de cowbóis, aqueles que preferem resolver as coisas à pistolada, seja ela qual for, trús, trús pelo seu não sentido literal, contudo ainda ontem depois do futebol, aconteceram as facas e estará neste momento, um Jovem, entre a vida e a morte.

O mundo se aquieta, quando nossos corações estão aquietados, e então essa quietude actua em todo o mundo, todas as rosas que são a mesma, todas as pétalas da rosa interior de cada um, desabrocham e Fazem desabrochar, viram Pólem Mágico, Radiante e Irradiante.

É preciso sair para a rua Armado com o coração Aberto e Quente, ter o nosso Pequenino e Grande Coração a residir na casa do Grande Coração do Mundo, a Única Arma, A Melhor Arma, a da Paz.

Que a Paz acompanhe os nossos passos, os meus, os teus e os com quem caminhas

Que a Paz te traga a Ti e aos que Amas
Os doces Odores
As Mais Ternas Flores


Perguntas-me bichinho de conta, onde eu estou e a fasquia da resposta tau tau mágica imediatamente se eleva.
Em Dezembro estive na Terra como no Céu e no Céu como na Terra, basicamente isto, que basicamente é também sempre o que se passa, sei, que concordarás.
É um sitio que é este mesmo sítio, está neste sítio, e entra-se e sai-se dele.
Os mais felizes no sentido de
inte-lir gentes, vivem-no ou melhor, será mais correcto dizer, são vividos por ele na maior parte daquilo que se convenciona chamar o tempo, porque é mais como um sítio, como naqueles jogos de infância onde o tempo se perdia, tal a alegria e o entreter e tornavam-se assim sítios sem tempo.

É o Sítio
Das Cascatas
Epifânicas
Que Tudo
Orvalham
Cujas gotas
Úmidas de Vida
Deslizam
Por todas
As folhas
Se tornam
Toda a Seiva
O nosso
Corpo
O nosso
Sentir

É um Sitio Quente e Luminoso
Luminosa Iridescente

Oh querida Paula, como os teus ais me aconchegam o coração, tu que vens do sul aconchego de teus pais, da terra da tua meninice, que também foi por vezes a minha no tempo em que os verões eram ainda grandes. Porque será que às vezes os deixamos encolher? Será a precipitação produtiva de uma forma de produzir que é e será sempre endemicamente ferida de morte no seu desidério de aumentar, pois se assim é, como suspeito, será burrice suprema, pois tem como resultado a redução do tempo de verão no curto verão que são nossa vidas nestes corpos. Suspeito mesmo que quanto mais verão, mais produção…hihhi

Saia Vermelha de cetim
Rosa Carmesim
Sim
No 4
No 5
Vou Usar
A Rodipiar
Alegria
E
As Maças
Ficarão
Sempre
Sumarentas

Também eu, muitas saudades de ti e já agora a todos, Vós e muitos outros,
Que este ano todos os que amamos e nós mesmos nos corporifiquemos sem pedras na mão e de coração aberto

Beijo-vos a todos reparando naquilo que já tinha reparado, que o facto de estarmos ligados, de nos ler-mos uns aos outros, de escrevermo-nos, de pensarmo-nos só existe porque assim o queremos e é tão bom que exista. Estamos aqui porque gostamos uns dos outros, nos apreciamos mutuamente em infinitas formas e cheiros, por isso digo-vos, gosto de vocês

e euq ele es evlas