quarta-feira, setembro 29, 2004

alterações e crescimentos no texto anterior.
Meu Amigos que me vem visitar e me deixam pérolas para o meu coração. Eu Vos Agradeço, Celebro Vossa Existência e Vosso Existir e assim Vos Trago em Meu Pensar do Meu Coração. Oh Corte Celestial Sem Corpos, Amores Distantes Mas Sempre próximos, afagos etéreos, fogos só de suaves Amores

Pois eu tenho problemas com o Agradecer, não com o Agradecer em si mesmo e o que o Origina, pois isso é sempre claro ao coração, mas mais de como o faço.

São tantos que eu trago no coração, que se aqui tivesse que escrever Vossos Nomes não haveria folhas que chegassem.

Outras vezes ainda, não fixei vossos Nomes, pois para mim os Nomes parecem andar colados aos Corpos, e fixo bem um nome com corpo, quando se estabelece o encontro e o encontrar, diria mais à luz da minha experiência que, então quando há trocas de corpo, como contactos físicos, com as mãos, palmadinhas nas costas, Abraços, achego entre os corpos, actos maiores em seu tempo de sentir, dar e receber, do que um rápido aperto de mãos.

E então assim parece, quando os corpos se dão que é activada uma espécie de memória que habita neles, como gelatina suave e doce, que associa o Nome ao Corpo de forma mais profunda, mais resistente ao tempo, tipo uma impressão corporal de reconhecimento, uma osmose, uma certa fusão, um pedaço que tenho teu, um pedaço que tens meu, sem ninguém nada perder, mais do campo do ganhar.

Mas isto é variável, pois cada um é como cada qual, e suas formas dominantes de análise, registo e reconhecimento dependem da forma diferenciada com que cada um utiliza os órgãos do ver, os sentidos, o Espírito, e a Alma.

Mas pior é quando não o faço, por pensar que o fazer a alguns melindrará outros, que posso fazê-los sentir menos desejados.

Por outro lado, creio, que quando os trago no pensar do meu coração Aqueles que Celebro, de alguma forma o sentirão, talvez um curto e repentino sopro de vento, um calor, um súbito esvoaçar da percepção da Alma, um dialogo telepático, são tudo imagens de aproximação ao Inefável que a afirmação contém no verbo da Fé.

…..


Meus olhos do coração choraram às cinco da tarde, acompanharam a notícia da Alegria Como a Senhora que a apresentava, a Vivia Ser, expressava pelas ondas do éter, a verdadeira reconhecível emoção, a certa, aquele que corresponde ao dito. Uma Alegria fundada e nascente de piedade e compaixão.

Meus olhos aguaram de Felicidade, ao saber que os quatro tinham acabado de ser libertados, duas Italianas e dois Iraquianos, pois quando uma vida é salva, mesmo que seja uma única, o conto do Amor Aumenta, diminui o do seu Inimigo, a Tirania.

Meus pêlos de meu corpo se põem em pé em êxtase de Amor, bela e quente emoção, que percorre todo meu corpo, e assim a catarse, se faz.

Vamos lá salvar mais vidas, acabar com as guerras para que todos possam viver em paz.

Cada vez que se salva uma vida, vivifica-se a inteira vida e isto é Forte Razão de Celebração e da Alegria, Aquela que por vezes Trás a Bênção das Águas que levam e lavam as mágoas, cujo Irmão Muito Amado Tejo, nos faz o Amor de as transformar em nadas.

Às vezes a Alegria vem nas vestes da lágrima, do choro e do chorar
Chorar de Alegria, Eu Choro de Alegria Nas Vezes

Quase uma suma de dois pólos que se definem por correlação entre si, A Alegria e Tristeza que também Faz o Chorar. Opostos que se tocam numa mesma expressão, circulo fechado da gama da emoção.



…..


In a kind of tribune I see a man, been interrupted, by another in the same circle, if so.

The man in the circle, is than surrounded by others and putted out from the circle

The man in the tribune, them say

Lucky, We all live on a Democracy, All Have The Right To have His own
Point Of View

But I just Heard One.

Missing the Right to Equivalent Expression?
…..


No segundo tempo do pão, do bordão, ou do pau na mão, o homem para guerrear tinha antes de se encontrar com um outro, pelo menos ao alcance da mão, mais o tamanho do bordão.

Assim tinham antes, que se encontrar num espaço físico de proximidade, pelo menos o do alcance do bordão, antes de começaram a bater um no outro. Uma proximidade e implicação na acção directa e no resultado.


Certamente terão nas vezes, aproveitado essa proximidade física e real, para encontrar soluções alternativas ao guerrear, daqueles que abrem as portas da Paz, São Feitas Pelos Que transportam o Coração em Paz, Na Paz do Coração, Criam a Paz em Seu Redor.


Por assim dizer, o homem participava na acção e em seu resultado, que revertia directamente em seu corpo, ou corpo alheio, ou em ambos, tanto num como em outro sentido.

A coisa era a doer e podia mesmo doer, dilema ali todo estendido no espírito dos dois, dilema, daqueles que pede sempre uma resposta quando deixamos as coisas chegar a esse ponto, Opção, opção no momento, como geralmente são as opções, de fazer a paz ou guerrear, duas vias de sentido único numa auto estrada que nesses momentos parece só ter, ou melhor, nos momentos que lhes antecedem, só duas faixas, pois o homem antes de fazer a paz ou guerrear, fez um acordo prévio consigo, antes de combater por um lado ou pelo outro

Dois homens, dois pensares, dois eventuais desejos distintos de acção.

E contudo mais ou menos isto poderia decorrer na cabeça de só um

Eu não quero violência
Eu não acredito nesta via
Pois sei que esta via
Alimenta a besta
É a besta
Eu não quero o combate
Eu só o aceito
se for inevitável
Pois prefiro tentar a Paz
Construir a Paz

o que é inevitável
Evitável
É Ofender A Vida
Seja A Minha
Ou
A
Dele

Posso
Sempre
Ir-me
Embora



Ao
Fundo

Cobarde
Me
Chamam
Mas
Não
Sou
Eu
Não

Outras
Vezes
O
Inevitável
é
Mesmo
Inevitável
Como
Quando
Salvas
Alguém

Porque
Apareceu
Alguem
Cruzado
Para
Ser
Salvado




Isto está feio
O que se passa aqui
O que é que não se está a entender
Como se faz a visão comum
Qual é o problema que está de baixo
Como se pode resolver
Como o explico
Como transformo e
Lavo toda esta negra emoção
Que faz perder
O tino
A
Meu
Irmão
Pois
Podia
Ser
Eu
A
Perdê-lo

Como
Acalmo
Como
Adoço


Basta um pensar assim e consequentemente assim agir para criar a possibilidade de quebrar os elos da violência, da dor, da vingança, de todos os ódios, elos que se criam a eles mesmos, cada vez que acontecem, num desejo, vontade e propensão própria para esse negro encadear, encadeado que se torna cadeado dos homens.

Imagem do ferreiro da besta, ferrador sobre bigorna, em sua mão o poder da mão da bomba nuclear, sua mão de carne fria, insensivel aos maiores calores, bate em precisos instantes o ferro invisivel, que então a cada murro se forma e liga ao anterior, uma corrente de elos batida com sua própria mão.

Quebrai, cavaleiros das sombras perante a Luz, que jorra e que ilumina as coisas, faz o escuro, claro, as coisas nítidas em sua nitidez, os corações compassados no Amor em Amor, Pelo Amor.

Quebrai cavaleiros dos ódios porque os homens são inteligentes em seus corações, sabem-se seres iguais, antes de todas as diferenças

Quebrai cavaleiros da vingança, porque os homens trazem claro em seus corações e pensar, que quebrar, é não ter entendido, é não ter feito o entendimento, e que quando uma coisa se quebra em meu horizonte do olhar, quebra-se uma parte do próprio olhar

E que quando se quebra cola-se, nas vezes em que assim se pode fazer, pois o Amor
É O Que Cola, A Cola e o Colar, e porque nem sempre se pode colar o quebrado, o melhor, é mesmo tentar não partir nada, ou o menor partir.

Basta um em seu acordo interno, para quebrar a corrente da cadeia da besta que se constrói a si mesma, pois ninguém pode combater com um outro, sozinho.

Depois em tempo menos antigo do pão, inventaram as espingardas, mais destruidoras do que a média das bordoadas, que permite ao homem combater mais ao longe, mais afastado entre si, e que pela precisão e letalidade adquirida, lhe dava um maior poder para fazer aquilo que as espingardas fazem quando os gatilhos se apertam e se for boa a visão, e as sortes, fere, mata, morre, ou vive e faz viver o vivo.

Mas a noção de mais poder é de certa maneira falsa, pois uma bordoada bem certeira mata da mesma forma que a bala, ambas tiram a vida, destroem a vida e se a bordoada pode ser tão letal, quanto um tiro, a possibilidade de atirar à distância, dá-nos um bocadinho, uma certa ideia de possível vantagem, um errada ideia de maior distância, igual a maior protecção.

Pois a espingarda, pela possibilidade de quem a usa, a poder usar ao longe, poderá dar a sensação de uma maior segurança, que se estabelece nessa noção de longe, de distância comprida, em intima articulação com a forma como o homem, percepciona, gere e actua a noção da sua segurança em correlação com o espaçotempo.

Mas a noção de mais segurança e de certa maneira falsa, pois dois emboscados ao longe um do outro, por detrás de uma moita, de uma arvore, de umas pedras, quem se vê primeiro, quem aponta e quem primeiro atira, quem acerta, são por vezes, pontinhos ao olhar.

Sensação próxima, salvo o seja, do jogador de futebol, antes de marcar o penalty, naquele momento em que a baliza nas vezes começa a crescer, assim ambos se devem sentir quando ao longe se olhando, se sentem mutuamente olhados, tempo antes do tempo do disparar.

Dois pontinhos de vida ao longe de mais, para primeiro ter a oportunidade de falar, com um instrumento que os homens criaram e que permite de imediato a solução pela via do ferir ou do matar e que afasta em meio a possibilidade do falar, pois meio são as palavras, outro, o dedo no gatilho, outra a Vontade de cada um, a resultante dos dois e das sortes.

Havia contudo um momento, em que a proximidade, que acontece quando estamos ao pé de um outro e podemos ver seu rosto, sua emoção, seu falar, que nas vezes, terá feito com que os paus com os corpos não se encontrassem.

Pois só se pode falar, entender e compreender um homem ao perto e sabendo que os gritos atravessam longas distâncias.

No terceiro tempo do pão, da pistola, e da espingarda o homem inventou uma forma de matar mais à distância, a assim a possibilidade de reconciliação antes possível pela proximidade, mais distante, também ficou.

Depois, mais recentemente o homem ainda se afastou mais do acto e do o concretizar por mão própria, de ter que lá estar em corpo próximo do outro para o combate ou para a Paz.

Um só botão de cada lado de dois lados do mesmo mundo uma só mão, ou duas mãos, ou combinações de quatro mãos, chaves e códigos, um telefone vermelho, dois telefones, uma linha entupida, um que enlouqueceu de repente, e o mundo poderia acabar nas próximas horas, assim sobre este espectro do medo viveram nossos pais grandes partes da vida que todos os filhos, desejam longa, depois de nascerem a seguir à segunda guerra mundial.

Do Tempo de Todas as Esperanças de Todos os Sonhos, no final da 2ª Grande Guerra, para a guerra-fria, foi um passo curto seu espaçar. O tempo da promessa das novas revoluções industriais, novos produtos, emprego e desenvolvimento para todos, o tempo da promessa da abundância, da Felicidade, das regalias e benefícios sociais dos que trabalham, férias e férias pagas.

Os pulos de gigante no campo do conhecimento, da medicina, o sonho da medicina acessível e universal, os programas mundiais de vacinação, a liberalização dos costumes no Amor, a emancipação da Mulher, as grandes lutas pelos direitos das minorias, as grandes lutas pela igualdade e direitos humanos

E as guerras sempre de permeio, a acontecerem.

Hoje o urânio enriquecido, anda de formas descontroladas, traficadas, por aí no mundo, por vezes até se ouve dizer que parece existir em sítios onde depois afinal não existe e fazem-se assim algumas guerras.

O desarmamento nuclear antes combinado, não chegou ainda a seu completo fim, e lembrando que existirão sempre resíduos, activos durante tempos imensos que abarcam gerações.

Desde Menino, que trago em mim a imagem do imenso cogumelo branco que sobe tanto e é tão grande, que atravessa até as nuvens mais altas. Nagasaki e Hiroshima, cidades inteiras pulverizadas, como se construções de fósforo fossem. Uma imagem estranha porque vinha sem som, não se recorda de ouvir algum som.

Um tremendo murro, tremenda energia que num instante se espalha, onda de grande e forte crista que preenche e faz o círculo, uma imensa luz, a paisagem muda, e de repente, num só rapidíssimo sopro.

O homem criara e usara uma tremenda força, uma tremenda mão de escala incomensurável que dava um murro num qualquer local da terra e tudo quanto lá vivia e existia era reduzido instantaneamente a pó.

Depois foi mais longe, inventou a forma de com poder equivalente ou maior, no tremendo murro, só desaparecer em instante toda a vida, as infraestruturas, inteirinhas ao dispôr de quem não vem depois, ou virá?

Depois a imagem da deformação, das deformações, das mutilações, das terríveis mutações, pessoas de todas as idades em lentos processos de agonia, uma imensa dor, e eu, menino, a ver aquilo, a sentir aquilo e a perguntar-me, se aquelas mutações iriam alguma vez parar.

Menino estupefacto com tal poder do que o homem tinha e o que com ele tinha feito e assustado com o que via. Aquilo ressoava estranhamente nas descrições que houvera escutar sobre a Lepra, só que desta vez pelo homem fabricada.

O menino via a terra como um Ser, um ser vivo como ele e então imaginava que em seu centro devia Habitar um coração, pois eram muitos, os Seres vivos que Observava, que traziam um e pensava então como aquele Ser devia Sentir Aquele Tremendo e Negro Murro, pois se os Seres e seus corações se assustavam e ficam em stress por sustos, algo parecido se passaria com a Terra.

Talvez o aumento da vibração da terra se devesse a uma espécie de aumento do stress global, que os que nela são criados, nela habitam e dela dependem, lhe vão impondo.
E então, sendo a Terra um Ser vivo, Igual a si Menino, ou Homem, seriam de certa forma semelhantes, as reacções ao stress, como as calotes polares que teimam em se derreter mais rápido do que os cálculos e expectativas dos homens, dos ventos ciclónicos que aparecem.

Assim neste trevo e breve trecho, se contou a evolução do afastamento entre os homens, de como as armas, intermedeiam, cada vez mais ao longe, cada vez com mais poder, cada vez com maiores consequências, as situações de contenda entre os Homens, quando elas existem.

Agora

Estás com um pau na mão com dois metros de distância de Permeio com um outro que também está de pau na sua mão.


Ou estás

Emboscado num qualquer muito ao longe e tens uma espingarda na mão, uma vontade de atirar. E do outro lado está um outro nas mesmas condições


Ou estás sentado numa secretária, carregas num botão e lá vai míssil arrebentar com uma ogiva nuclear aquele pedaço do mundo ali ao lado, porque nunca gostaste deles, ou não faziam comércio contigo, ou porque não o faziam dentro das tuas regras, ou porque suas mulheres andam tapadas, ou porque para nós, a excisão é crime, ou porque não decides não gostar de determinada cor da pele, um som de uma língua, um pensar, ou mesmo um pensamento

Onde te parece que é necessário ter mais coragem para guerrear.

Face ao homem que está ao perto com os paus nas mãos
À distância equivalente para ambos os lados de um tiro de espingarda
Na secretária ao longe da queda e do respectivo bum

E agora pensa se o homem mais longe, está mais ao perto para fazer a paz em vez da guerra

Se o homem que está na distância média tem oportunidade de fazer a Paz

Se o homem ao pé do outro e na iminência do triste acontecer, acorda consigo a paz e assim Pode e Consegue Fazer

Quem é então o mais Corajoso, onde está a Coragem, e o Acto Em Coragem

Um dia no Convento da Arrábida, dois Belos Homens me entreteram com fabulosa conversa, uma tarde de Sol. Dois Amigos muito íntimos daqueles que se vê a cumplicidade em acção, quando se tornam, falam, em montada, ping pong de um para o outro e com os outros.

Descascaram toda a tarde cebolas, peles sobre peles, a ilusão, e iam depositando um pouco em catadupa e por volta do universo quase inteiro, pérolas em semente de ânsias de conhecer, em minhas mãos.

Contaram-me que eram amigos há muitos anos e que estavam juntos muitas vezes. Um era alemão, outro francês e encontraram-se a primeira vez numa guerra num mesmo bosque com uniformes opostos e que um terá deixado o outro ir em paz, em vez de lhe dar um tiro. Assim se foram até de novo a vida os fazer por Acaso encontrar e desde esse dia andavam muitas vezes juntos pelo mundo

Belos homens sabedores e que bela amizade era visível.


Eu Ouço Com Muita Atenção o Que Diz Frei Bento Domingues e Agradeço ao Nilson pela referência que lhe fez a propósito de recente entrevista no Público e ao Público.

Não me recordo neste momento se nossos passos alguma vez se cruzaram e explico esta estranha sensação de familiaridade com muitos com quem me cruzo, como um reconhecer de uma certa forma de estar, de ser, de pensar, de falar e de agir, nalgumas formas semelhante à minha. Assim me fazem ficar certas Mulheres e Homens, vibrando num reconhecimento ainda não conhecido, mas que está sempre lá, no local onde moram os seres do Amor, o Coração.

De Frei Bento Domingues transporto a imagem de um Homem, que pensa com acerto, que se explica bem, conciso e contundente quando é preciso o ser, sem nunca o ter visto zangado, ou emoção mais ténue mas parecida, e Corajoso, e com pontos de vista sobre os tempos e o terror que estes tempos exprimem, bastante próximos, na sua perspectiva a partir do Homem, uma visão Humanista, que se Estende Por Via de Sua Ordem Desde Tempos Remotos, e que quero crer, actuou nas mais das vezes, em defesa dos mais desprotegidos e dos mais necessitados, e Pelo Amor, em profunda comunhão com os homens, como seres Humanos, numa vivência de Amor, Inspirada Pelo Seu Santo, S. Francisco de Assis, Homem que Amava as Crianças e Seus Irmãos Animais.

Muitas vezes já me passaram escritos sobre a Vida do Santo, mas recordo com especial carinho um pequenino livro de Agostinho da Silva, numa colecção que ele decidiu fazer por si mesmo, escrevendo-a e editando-a, sobre grandes personagens da história das Mulheres e dos Homens.

Em seu jeito humano, o livrinho levou-me à vida de um homem que nasce rico e em meio favorecido e que depois pelo Mestre, abdica de suas riquezas materiais para se dedicar ao Amor.

Figurado com o Menino ao Colo, lá vai ele conversando, entretecido e entretedor. Seus Amigos pardais, com eles falam de cimo dos ramos, S. Francisco a Conversar com o Menino sobre o Visto e o Ver, à e na Medida, do Seu Perguntar. O Menino Brincando e Sorrindo Muito Aquecia o Coração de S. Francisco.
Muitas vezes eu me senti e sinto próximo dele, meu Filho tem seu Nome, seguido de Maria.

Seus votos, são três, Castidade, Humildade e Pobreza, Três Ricos Votos, que eu sem sempre os praticar, cada vez melhor e em profundidade os creio entender.

Honro
Respeito
A
Ordem
Franciscana
A
Frei Bento Domingues,
Meu
Apoio
E
Protecção

Pelo
Anjo
Custódio
Que
Protege
Portugal
Em
Amor
Amado
Amante



…..


Abracadabra era uma palavra da infância que associada a outras, tinham o condão de abrir os tesouros secretos da infância, assim brincavam as Crianças em seus enleios.

Eu para aqui a tentar lembrar-me da sequência, pois sumiram-se no éter, sete textos incompletos e textos incompletos são como qualquer pensamento que se estrutura numa linguagem, âncoras de ser, pedras do caminho para saber quem somos, e quando desaparecem incompletos, porque assim o sabemos, é um pouco incompletos que nos sentimos também, mas nada de grave, só breve ferida pseudo narcisista e para além de tudo estava com ideias ainda não buriladas.

E as vezes como se sabe burila-se tanto as ideias que delas só fica mesmo pó, quer isto dizer, entre outras coisas, que se abandonam mesmo e se pensar que pó de ideia, não será uma ideia, pois se o fosse, existira uma só palavra para nomear essas duas coisas.

É curiosa a escrita, como um pincel que desenha numa superfície, um movimento, mais movimentos, até definir uma qualquer figura, só no fim é que se sabe se o desenho faz sentido para quem o fez, algumas vezes ao chegar a esse sentido, percebe-se o erro, que está errado, começa-se de novo noutra folha em branco, se for essa, sua cor, ou se encontrar, sem rabiscos prévios.

Já não é a primeira vez e se calhar não será a última, pois de certa forma volta-se sempre ao ponto de onde se partiu. Digo Abracadabra, zing, toing, pim, plim, dobra a dobra, fecha o verso, troca, troca, enrola a cola ao pc, a ver se eles, de novo aparecem.

Alguém sabe para onde vão os bits, quando eles aparentemente desaparecem?
Para o inconsciente colectivo dos bits?
Para os Deuses?


Um pensamento não tem forma visível, pois as pessoas dizem geralmente, que não os conseguem ver, depois, quando se forma o pensamento e o pensar, pode ser traduzido
por aquele que pensa, ou aquele, onde se processa também o pensar, num texto, num quadro, numa forma visível.

Assim uma coisa invisível se faz visível, o inefável adquire forma, corpo, para si e para outros, visível. Dois em Um, Transmutação e Substanciação a partir de um Terceiro que é Primeiro, e sendo os números inteiros e múltiplos, o primeiro terá pelo menos um bocadinho do segundo, do terceiro até ao número infinito, até onde vou ou irei.

E a formaconteudo que nasce, não é contudo o pensamento, pois entre ele e a criação da forma, muitas outras coisas participam e dão achegas ao processo.

São muitas as coisas que concorrem para o pensamento e para o pensar.
O ver interno e o ver externo, e mesma função desmultiplicada pelos outros sentidos que habitam no corpo e que vêem de outras maneiras.

Há até vezes, que são os narizes a ver, as bocas a cheirar, os olhos a ouvir, as orelhas a degustar, ou vezes, em que os narizes vêem, os olhos cheiram, as orelhas degustam, a boca ouve, o sentir pensa e o pensar sente, e a boca beija a boca.

E se todos os sentidos participam e concorrem para o pensamento e acto de pensar, então o pensamento se estruturará pedaço com pedaço de cada um e assim um pensamento será também olhar, será cheiro, será, frio, morno, quente e o que mais se for capaz de sentir.

E se pensar que olhar é feito pelo olhado e pelo que se olha, pois se o que lá está, quando não está, não se vê, se outros que estão, por vezes, não são vistos, onde está então o pensamento, quando olhamos o fora.

E se pensar que o olhar para dentro é feito pelo que olha, também no fora, pois não há um, sem o dois e o três e todos os números infinitos criados e a criar, onde estão as imagens de dentro, se não, tambem no fora.

e aplicando equivalente racicinio aos outros pedaçinhos obtidos pelos sentidos.

onde fica o local do fora e o local do dentro
e eu em que local estou
qual é o local do Pensar e do Pensamento
revisão de fronteiras, se calhar precisa-se
…..

Aparentemente os homens tinham olhos nas caras e viam, pois todos diziam ver, dizem mais, que eram donos de seu ver, que um carro era um elefante, e que assim sendo, um elefante não podia ser um carro, mas não concordavam na forma de descrever as jantes ou sobre a cor do elefante.

Numa parede da cidade, grafada, dizia-se a quem lá viajasse com seu olhar.

Tu
Não
Vês
Por
Ti
Tu

Te
Esqueceste
O
Que
É
Ver
Como
Vês
O
Que
Vês

Depois foram ao futebol, os dois amigos juntos. Quando o Golo Aconteceu, Disse Ele, estranhamente parado, onde está o Replay, como quem o aguarda na Vida Real.

Condicionalismos no modo de ver, nãaa, Estás a imaginar coisas
Já vejo, como a televisão, nãaa, lá estás tu outra vez

…..


Velocidade e tempo são noções que se definem pelo saber dos homens e pela forma como os homens vivem esta relação. É o tempo lento num dia de verão no campo e apressado num dia de trabalho numa cidade, um apressado, de cansaço, daquele que cansa, que nele se torna, uma pressa cansada, um cansaço que vem apressado.

Todos concordaremos que as Imagens Dominantes em termos de Propostas, São Mais Aceleradas que as de Tempos Anteriores. Vão acelerando nossos modos de viver

Os Corpos Jovens Possuem mais energia física e emocional, são propensos por natureza ao uso dessa energia em diversos modelos de vivência de velocidade, que a chamada sociedade propõem e veicula.

Os Jovens em seu crescimento tem, sempre tiveram e terão necessidade de explorar os seus limites, sejam de natureza física e do potencial do uso do corpo, da sua usabilidade e das suas habilidades e seus dons, medindo suas vontades e coragem e por isso correm nas vezes mais riscos do que os adultos.


Pelo menos até há pouco tempo atrás a Alemanha não tinha limite de velocidade nas auto-estradas, um povo que foi dos primeiros a fazê-las. A possibilidade de cada um circular na velocidade que entendesse, era visto e sentido por adultos como o expoente e afirmação máxima de liberdade individual, curiosa relação entre velocidade, aparente liberdade, risco, adrenalina e Identidade.

E contudo os homens não se definem pela velocidade a que vão, ou talvez não.

As escolas de condução não dão cursos médios para a média dos condutores de fórmula um, ou mais em propósito com a condução citadina, de rally. Provavelmente seria de incluir algumas destas disciplinas e técnicas num futuro breve, pois não me recorde de me terem ensinado na escola a controlar uma derrapagem, se bem que me aconteceram algumas ao conduzir.

Todos creio, estão de acordo que a velocidade a que andamos é alta de mais e causadora de muita mortalidade, sobretudo com a rede viária que temos, vulgos buracos, más sinalizações, coisas construídas com releves ao contrário nas curvas, traçados de baixa visibilidade e outras muitas coisas que tais.

Se os carros de hoje, tem um chip que lhes permite controlar a velocidade máxima, porque é que eles não são todos limitados a uma velocidade mais baixa que se acordar. Talvez 150km, pois também se sabe que às vezes a velocidade e sua mãe potência são amigas, ao ultrapassar.

E sobre os jovens, como alguém sabiamente relembrava, são muitos os locais onde as corridas se podem dar, sua forma de organização e anúncio entre participantes é muito rápida e a resultante é que haverá sempre uma a escapar à vigilância mesmo que seja encarada de modo preventivo.

Talvez fosse mais lógico, abrir e pôr à disposição deles os autódromos, com condições médicas, seguros de cobertura de risco à altura, aulas de condução rápida. Nessa alturas desligava-se o chip limitador, como se faz nas outras corridas.

Existe uma expressão popular que diz, parece que tiraste a carta de condução na Farinha Amparo. Porque será, pois Amparar a coisa seria talvez o melhor a se fazer.

Depois talvez fosse útil e profícuo, reflectir em profundidade sobre os conceitos e apelos de velocidade em que vivemos

Quando vou depressa e depressa também já andei, pensava que chagava mais rápido aos lugares, que me deslocava mais rápido entre o ponto de partida e o ponto onde chegava, parece que me esquecia que ia existindo entretanto no entretanto. Concentração, Excitação, Adrenalina, Controlo, Limites, às vezes nas vezes, quando o teste se torna maior que o testado.

Vejo anúncios de carros com nome de colt, que disparam rápidos mesmo debaixo de agua, mulher que passa pelo marido, corredor de formula 1 e coisas assim para o estranho, mas que me parecem acentuar às vezes o desejo de velocidade, e se assim é, então talvez sejamos levados a concluir, que o desejo nem é de quem o executa, mas de quem o forma.

Não creio que nenhum jovem pense que se vai estampar ou que dai resulte um acidente com consequências para si ou para um outro, há uma ideia de controlo, uma ideia que isso só acontece com o outro, que é mais azelha, porque eu sou o maior condutor, pois quando assim o sente,que pode haver perigo para outros, o comportamento subsequente a essa consciência é não levar ninguém consigo, no momento em que começa a corrida, ou não fazê-la em local que ponha outros em risco.

Mas uma concentração deste género, pela forma como é feita, porque é feita num jogo de rato e gato aumenta sobremaneira os perigos que trás potencialmente associados.

Mas tal não obsta a necessidade de consciencializar quão perigosos se podem tornar estes jogos, pois não são jogos de vídeo, onde o carro depois de cada vez bater, arranca de novo na mesma corrida. No real lá fora das estradas, às vezes acaba para quem conduz, para quem está a ver, ou ao lado a passar.

Na década de 90 levei à DGT uma ideia que tinha, que era deixar nos locais dos acidentes, tipo emoldurados os carros estampados com breves descrições do resultado ou fotografias deles, mas devo-me ter explicado mal, pois se achou aquilo demasiado brutal, e que dava má imagem turística a quem de fora chegasse.

Brutal é o estampar, o que se estampou, quando não é também, ele, o próprio bruto.

Brutal é quem vai tranquilamente a passar ao lado em seu deslocar e leva com um carro em cima

Brutal É o Sentimento de Perder Assim Os Entes Queridos, num repente, um tão grande e estúpido e injusto desperdício

Brutal é Perderem-se Vidas Assim.

…..


A ideia surgiu depois de saber que um jovem tinha morrido num acidente de carro. Erámos jovens os dois, e o facto de ambos fazermos fotografia, nos tinha feito cruzar os passos. Que belo Jovem, Tão exepcionalmente Cheio de Energia, Quão brilhante, Que Coração Grande e Amável, daqueles jovens que quando entram num local, tudo se ilumina, os corações em redor são como que aquecidos. Abriu-me sua casa, ao lado da Igreja ao lado da Qual hoje moro. Era inventivo o moço, estava calculando um chão de calçada com, salvo erro, uma arvore, e eu deslumbrado, a olhar todo aquele imaginar. Não me pareceu ser nas poucas vezes que com ele estive, um rapaz destravado, pois mostrava e agia em bom senso. Um dia disse-me um conhecido que ele tinha morrido, à noite, numa curva que dá para um ponte, que a tinha falhado e eu nem queria acreditar, Tão bela Estrela, Tão Bela Promessa, Assim para Aqui Se Perdera. Que Imensa sensação de desperdício.

Com Ele Foram Tambem Outros Jovens.

Assim Aqui Honro Suas Memórias e a Saudade dos Seus

.....


Razão tem o Presidente a lembrar que é preciso também equacionar a questão sobre o lado das receitas.

Gostei muito da entrevista do Ministro das Finanças.

Gostei de o ouvir dizer o que pensa sobre evasão, sobre off shores, sobre regalias e isenções fiscais que de provisórias tendem nesta terra a se tornarem definitivas, de que teremos de pensar em tornar transparentes os nossos rendimentos.

Gostei de o ouvir dizer que era quase pornográfico a reforma do gestor. Espero caso o Senhor não necessite de tal verba por motivos vários da sua vida, que tal pornografia possa ser encerrada, talvez revendo as tabelas todas destes géneros de salários, reformas doiradas, por vezes demasiado grandes para o serviço prestado, assim sentem as Gentes.

Como se sente quem ganha o salário mínimo, se calhar nada por nem do episódio tem conhecimento

Como se sente quem ganha um salário de 1000 euros, e anda informado
Pois o fosso continua a aumentar, todos os dias
Harmonia Social, com sol nascente ao fundo?

Damos o mais ao que já tem muito, ou damos mais a quem tem pouco.
E se um Senhor, que pelo seu saber, gera por exemplo mil vezes o que se lhe paga, não deverá ter direito a um salário doirado e depois lá vem um outro chamá-lo de Imoral.
E se esse Senhor Trabalhar no Estado que é pago por todos nós
E depois o Estado paga mal aos Ministros
E assim os gestores que ganham muito dinheiro, porque geram muito dinheiro não vão para lá trabalhar.
Mas porque será que há esta relação dominante entre dinheiro e o servir público
É o dinheiro a motivação Coração do Servir

Eu não sou o meu livro de cheques nem o seu saldo, nem me meço assim como Homem e não creio que os Homens Altos se preocupem muito com tais questões.

E porque é preciso começar por um lado, eu aqui declaro que com meu scanner posso por a minha declaração de rendimentos on line.

Haverá por aí uma alma gentil que consiga fazer e faça um blog com senha pública em que cada um possa publicar o que quiser e como entender nestas matérias do rendimento. Eu por mim ponho, dêem-me um endereço onde possa fazer up-load de uma imagem, cinco minutos, já está e não me importo de ser o primeiro.

Sugestões de titulo


Eu não sou dinheiro. blogspot.com
Dinheiro Transparente. blogspot.com
Render o Rendimento. blogspot.com
Torná-lo Transparente. blogspot.com
Strip tease do Rendimento. Blogsopt.com
Os Homens não se medem às moedas.blogsopt.com
As Mulhers não se medem às notas.blogspot.com
Eu não sou o meu livro de cheques.blogspot.com

Je je je que em castelhano é hehehe.

Pensando técnica: os posts que são os jpeg ou tiff tem como nome o nome do declarante, publicante, do claro trato, tratante

Embora lá pintar o quatro.

Sarava Saldanha Sanches pela Imagem, Eu não sou o meu livro de cheques
Um Homem de Bem Pensar
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Discutia-se no outro dia educação. No final do programa, alguém dizia que era agora que estava a começar, que era naquele momento que se chegava ao coração do problema, sussurrando começava-se a perguntar o que é educar, para que serve, que projecto temos.

Para a semana que deve já ser esta, vamos conversar sobre saúde. Porquê se ainda não acabamos de tirar o presunto até ao osso no assunto anterior. Excesso de velocidade bem Português, antes de se esgotar o assunto, a poeira assentar, fazer-se a luz e concluir dos necessários tijolos a assentar já nos metemos no carro para uma outra.

Assuntos muitas vezes, nas mais das vezes, inconclusivos. Depois chega um novo e deita fora tudo aquele meio fazer, faz mais um quarto, ou um terço, do fazer, e assim temos uma manta de retalhos sobre as coisas que não tapa totalmente os pés e deixa passar o frio, pois os pontos das costuras são sempre feitos por distintos dedos e dedais, nas vezes por aprendizes desengonçados de alfaiate, mas é assim a vida, Terá que Ser?

A ideia de educação tem a ver com as crianças e se assim é uma forma de percebermos a pouca importância que lhes damos pode ser medida proporcionalmente à atenção, relevo, papel e acção que lhes conferimos na vida e que se reflecte no que é comunicado e suas hierarquias de valor.

Paradoxalmente Portugal é Portador da Ideia do Quinto Império, do Menino Imperador de Espírito que É Coroado pelas suas Qualidades do Imaginar

Nesse mesmo dia, imediatamente antes ou imediatamente depois, uma das talvez mais importantes notícias do mundo nos últimos tempos era destacada como rodapé.

Dava conta em três frases mal medidas, que meninos do outro lado do oceano tinham criado com os adultos um novo modelo de linguagem gestual que abria fascinantes janelas para a compreensão do aparecimento da linguagem, o ponto mágico do aparecimento dos vocábulos a partir das imagens.

Quem mais próximo do Original do que a Criança
Quem são e o que é ser um Cientista
Quem encontrará as palavras perdidas

A importância que lhes damos é a do Rodapé.

Porque não se discute com as crianças em prime time, previamente gravado como é óbvio, tais temáticas, pensamos todos que sairiam baboseiras. Eu de vez em quando vou a minha escolinha antiga falar com as crianças sobre assuntos aparentemente de adultos, ou mesmo de ponta, tipo questões da metafísica da linguagem e venho sempre de lá mais rico do que cheguei, venho também muito bem disposto, como se tivesse limpado porcaria a conceitos.

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Não é que apareceram mesmo, metade dos textos

Abracadabra

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