domingo, dezembro 25, 2005

Meu Querido Menino Jesus que os seres recordam agora o teu nascimento neste Mundo, juntam-se as famílias pequenas da grande mesma e Una Família, umas te adoram nestes dias, tua imagem em todo o lado retratada no palheiro rico onde nasceste e onde te visitaram os três Reis Magos a quem uma Estrela Indicou Tal Sagrado Acontecer. Lembrança do Eterno Renascer que TU És Nascido.

Meu Querido Menino Jesus que se tornou grande e vai em meu peito sempre Menino, é lá que habitas no tempo sem tempo, sempre te conheci, sempre te conheço, porque tu que me habitas o coração sempre te deste e dás a conhecer, a quem se lembra ou quer conhecer.

És o Menino feliz do olhar justo da inocência, do amor alegre e da alegria.
És o Menino do riso e do sorriso que sabe sabor e que conhece o sentir, és o sentir e o sentido e quando contigo vou tudo se faz mais belo e vivo colorido, por vezes riem-se connosco, outros ainda de nós e apelidam-nos de loucos, de ingénuos, outros de santos.

Meu Querido Menino Jesus que habitas o colo de meu coração, sabes como gosto de te transportar às cavalitas oferecendo-te um mais alto olhar sustentado na vontade do meu espaldar e não tenho por hábito fechar teu olhar.

Meu Querido Menino Jesus, eu que contigo vivo sei como irás em breve Renascer.

Uma carta de meu amigo trouxe-me uns números que a Unicef recolheu sobre teus Irmãos Mais Pequeninos e que diz que no Mundo de Hoje Que Mais Uma Vez Te Acolhe

Mais de 120 milhões de Meninos não frequentam a escola primária.

Mais de 640 milhões de Meninos não têm habitação adequada.

Mais de 500 milhões de Meninos não têm acesso a saneamento.

Mais de 400 milhões de Meninos não têm acesso a água potável.

Mais de 300 milhões de Meninos não têm acesso à informação.

Mais de 270 milhões de Meninos não têm acesso a cuidados de saúde.

Mais de 140 milhões de Meninos nunca frequentaram a escola.

Mais de 90 milhões de Meninos sofrem de graves privações alimentares.


Há dois anos atrás, mais de dez milhões caminhando para onze, se foram Meninos de seus corpos de crianças antes dos cinco anos, tantos quantos dedos tem a Tua mão aberta a alcançar, a dar-se para apoiar, para corrigir, para resolver o que não se pode aceitar.

Já aqui não estarão para comemorar o próximo natal, seus pais e seus familiares não ouvirão seus risos alegres que contagiam a felicidade e inundam e ligam assim as famílias que se amam e que vão leves e felizes, as correrias, os risos miudinhos, os chilreios e os volteios já não andarão pelas casas, provando os doces meio às escondidas, rapando as colheres das avós, a excitação e a alegria das prendas, os novos brinquedos, tantas vezes demais a tentar equilibrar o que assim não se equilibra, o tempo de estar, por ausência dele durante os anos em que os Meninos são Meninos.

Meu Querido Menino Jesus, noutros locais do mesmo Uno Mundo as fotografias mudam de cor
Meninos que nem tem de comer, que vem seus pais se irem minados por sida e outras doenças, que são confinados a chorar a serem adultos para sobreviver, muitas das vezes cuidando de seus próprios pais até à sua partida.

Em cada dia morrem no mundo 29.158 Meninos com menos de cinco anos.

Meu Querido Menino Jesus, Todo Eu Tremo Olhando um número assim.

Frios, clínicos, anódinos, tremendamente distantes, véus, os números que se apresentam assim, somas de rostos com faces ausentes, suprema precisão até à unidade, uma mesma, um Menino que é sempre igual a outro Menino independentemente do local onde nasceu e vive, da sua cor ou das possibilidades que tem para viver, que a vida à sua volta lhe dá e são imensos os locais do mundo onde assim se vê acontecer.

Tento vê-los todos juntos por um instante, perceber o tamanho do corpo da soma dos seus corpos que outrora sustentados sustentavam o sopro da vida e todos os filhos são também pedaço do pai, todo o pai é também pedaço do filho.

Um pequeno estádio de futebol com as bancadas cheias de Meninos, um pulsar que o faz desaparecer inteiro a cada dia que passa, de novo cheio, um novo pulsar, vazia de novo, sempre assim todos os santos dias do ano.

Santos que são Santos sem o serem pois todos os dias são santos, a vida é ele mesma santa, nós é que a fazemos assim e assim a deixamos ir, assim nas vezes nela assim nos vamos.

E Santos todos os Meninos são, todos vão para um mesmo céu,

Dez milhões de Meninos seria juntar todos os Meninos da Alemanha, da França, da Grécia e da Itália. Todos os pais de luto num ano, se a miséria toda do mundo ai morasse. Serão diferentes os Meninos e os pais em função dos locais?

Serão diferentes, o amor que sentem, as alegrias?

Dez milhões de Meninos são mais ou menos todos os que habitam em Portugal, num ano, não sobraria viva alma.

Meu Querido Menino Jesus não te fecho eu teu ouvir, nem tal o poderia fazer, vejo tua face de anjo a dormir, a vaca plácida ruminando o calor que te aquece e dou-me conta das lágrimas que por ela rolam perante este pesadelo real que te chega do Mundo Onde Vens Nascer.

Meu Querido Menino Jesus, velo por teu sono, sonho e sonhar, vejo o que já sofres em ti e dou-me conta que ao nasceres já o sofrimento se abre para ti à mão de nós, teus pais. Vejo a dor que se instala e o susto, o tremendo susto do Menino assustado, ao perceber que vem ao Mundo num Mundo onde os pais por vezes maltratam, chegam a matar os filhos, ou os deixam morrer sem os ajudar.

Perante este ver, te aperto, te ternuro, te carinho, te acarinho muito, te cubro de beijos e beijinhos, te faço sorrir, rir, alegrar e pular, te envolvo em minha protecção aberta para poderes voar livremente sabendo onde tens uma pista, te protejo em abraço aberto.

E Meu Querido Menino, enquanto dormes deixa-me falar com os pais, com todos os pais do Mundo, pois somos nós que temos as mãos para o mudar, como somos nós que por melhor estarmos, mais aptos estaremos a resolver.

Meu Querido Menino que moras em mim, que meu filho és. Perguntaste-me ontem que presente eu queria para o Mundo. Respondi-te Paz e que se acabem as misérias, que os Meninos do Mundo não tivessem mais fome. Ouvis-te compenetrado e disseste-me com teu ar sério de Menino, o Menino Jesus está a tratar do assunto e em mim ficou mais radiante a vela da fé, sorri-te, sorri-te de amor, sorri em parte de tristeza porque um menino não se devia preocupar com estas coisas, pois elas simplesmente não deviam existir em seu mundo, à sua volta, assim tem todos os meninos mais dificuldades em medrar e crescer.

Meu Querido Menino Jesus, se celebram os natais e a situação não só não se resolve como tende a se agravar no Mundo onde a saúde se exangue às mãos dos pais.

Não te vou agora contar em detalhe as razões deste acontecer, pois sabes que todas elas por mais diversas e complexas que se apresentem, não deixam nunca de residir no coração dos homens, nas suas consciências, pois tudo isto que acontece, acontece, porque o deixamos acontecer e nesse campo e nessa seara vives Tu.

Não deixam de habitar na sua vontade que como todas as coisas se estende pelo infinito, podendo em seu coração morar diversas, diversas vontades, diversos graus de vontade. E não haverá Vontade? Que Sim, a Há.

Soluções simples, transversais, integrantes e integradas no sistema financeiro já foram em longa data propostas mas os homens parece que se esqueceram de as integrar, de as fazer reais e fazer desta realidade, história, daquela que já passou e não volta mais. Calcularam que um a três por cento sobre todas as transacções financeiras criaria a necessária receita para resolver todas as carências e sabendo que elas resultam de um sistema produtivo perdido e da consequente má distribuição da renda.

Haverá mil maneiras de os resolver, pois mais vasta é a imaginação da vida como todos os que amando vão, o sabem, sabendo da sua beleza, da sua riqueza, da sua inteligência, do belo baile que com ela dançamos, dois para cá, dois para lá, canta a bela canção, mas os homens que mandam nos outros homens que assim se deixam ser mandados não se acertam, não acertam a Vontade, a clara e necessária Vontade e enquanto estas letras se organizam aqui, quantos mais Meninos se foram?

O relógio não para, o número cresce em continuo como marcado num relógio digital em que se vê os números dos segundos a andar. Que bom seria haver nas cidades relógios de contagem para trás com dizeres assim, faltam 10 dias para nenhum Menino Ter Fome No Mundo e imagina agora o tamanho do Teu sorriso de contentamento, de felicidade, da calma que dela nasce e que com a primeira se torna brilhante e inspira, imagina o imenso sorriso que o Mundo, o Nosso Mundo, Arvoraria de bem com nós, seus filhos, seus irmãos, também seu pai.

Não posso esperar, não posso virar a cara, não posso fingir que não sei e disfarçar arvorando um falso sorriso e ir falhando a felicidade, a paz, a vivência do amor em meus dias, e que tudo isto nunca me tire o dom de sorrir que sempre acompanha a Todos.

Há pouco mais de um ano escrevia aqui aquilo que à luz do que sou me parecia ser a solução que me permitiria estar de acordo comigo mesmo e andar de bem comigo mesmo.

O axioma era simples, como tem que ser os axiomas que permitem a navegação, entendendo aqui navegação como tudo aquilo que é necessário para navegar, para isso se plantarão cem anos antes as arvores.

Eu sou um e o mundo é mais de que um. Se a balança da distribuição da renda está desequilibrada, uma das formas de a reequilibrar à minha medida e por minha medida, será dar mais ao restante, sendo aqui o restante, todos os que necessitam, em suma e para abreviar, pensei dar cinquenta mais um dos meus rendimentos por administração directa.

E eu que só sou eu, não me passa pelo coração pedir que me sigam, no sítio onde só eu me sigo, da mesma forma que quatro pés serão sempre distintos de dois, mas aqui peço em Nome do Menino Jesus, um outro acto.

Calha ter acabado de depositar o primeiro cheque que recebi dos três trabalhos que até à data fiz. São 1500 euros, dos quais vou retirar para cobrir despesas efectuadas 500 e 501 serão repartidos pela Unicef e Ami em cheques que conto enviar na próxima segunda feira.

Acerca-te agora por um instante ao espelho mágico onde te vou levar, vê o sonho sonhando-se a ele mesmo, vê do céu a que te elevo a terra aos pés do teu olhar, repara como se mudou a paisagem, como o verde continua verde, como o castanho continua castanho, vê como as aguas correm mais límpidas e como o ar que respiras é puro, observa as Gentes em seu andar, vê as caras descontraídas, os sorrisos quentes, o fogo sagrado do espírito assim sempre as acompanha. Vê os Meninos Felizes em seus alegres descuidos.

Este espelho mágico revela outro lugar, um lugar que dá pelo nome de utopia e cujo nome indica tratar-se de um lugar que ainda não é visível, pois um lugar é sempre um lugar, seja visível ou não. É uma espécie de um lugar que habita no lugar e que se encontra como se um bocadinho ao fundo, tão afastado que por vezes não se vê nítidos seus contornos, sua figura, mas que se conhece e se sabe da sua presença sem ser pelo olhar. Pela mão do imaginar, lhe estendes o braço, lhe dás por fim a mão e o puxas para perto, o puxas tão para perto que se torna o perto, o lugar visível no dentro e fora do mesmo único lugar.

Imagina por um instante que se todos os que pudessem dar, numa mesma vez dessem, o que davam, dava para tudo compor.

Imagina que os que dão e querem dar porque querem ajudar e resolver os problemas dão no final deste mês, metade mais um do que lhes restou dos rendimentos desse mesmo mês.

Que dizes?

Digo que quem pode dar, entendendo por quem pode dar, quem chegar ao fim do mês com algum dinheiro de sobra, o reparta neste mês com todos os Meninos do Mundo Que Necessitam de Ajuda imediata e não podem esperar que os pais resolvam com ciência justa um conjunto muito grave de problemas que não parece mesmo, ser capaz de resolver e será mais demora tempo e os Meninos entre outras coisas, comem todos os dias.

Talvez assim se gerasse o dinheiro necessário para compor de uma vez, com uma única acção, estas questões. Alguém que faça as contas e se não der, que se faça mais um sacrifício, ou outro, de preferência os necessários que parecem ser muitos a atender ao que no horizonte se perfilha.

As letras e os números que recebi na carta que meu amigo me enviou diziam ainda

Não existem dados e, meus caros bem os procurei, sobre o número de crianças que são diariamente espancadas, abusadas, sujeitas a violência psicológica, e outros danos de toda a ordem no nosso magnífico pais...

E terminavam com uma variação à volta do tema.

…como nenhum destes números se vai modificar hoje por obra e graça do espírito santo, não te vou desejar nem um feliz natal nem um próspero ano novo!

Vou-te lembrar que neste modelo de sociedade que pareces aceitar tão bem, a tua prosperidade depende em razão directa da fome de alguém, algures no planeta!

Não mando beijos que eles não são de mandar.


Eu gosto de meu amigo e sinto-lhe a zanga que bem percebo e tenho isso em linha de conta mas não invalida que tenha em meu ver, parte razão.

É verdade verdadinha verdadeira que a nossa prosperidade depende em razão directa da fome de alguém no planeta, sendo a fome aqui entendida como rosto múltiplo de todas as fomes que devoram a vida.

É verdade verdadinha verdadeira que esta situação se vem a agravar rapidamente com custos crescendos de violência, muito sangue derramado, dor, e que estes cavaleiros fecham o círculo da sua repetição e que desta vez poderão mesmo acabar de vez com qualquer círculo, porque acabam os homens que os fazem.

Deveria então ser verdade,verdadinha,verdadeira, que se devia resolver quanto antes, de forma a minorar a borrasca que lá vem vindo a todo galopar.

E se as soluções por assim escrever, mais estritamente politicas, se tal se pudesse dizer, vão falhando e protelando as soluções por tempo fora do tempo útil, aquele que existe para se resolver, talvez então fosse de interesse tentar imaginar outras formas de o fazer, sem ser necessariamente nesse tabuleiro e não o pondo parte como a nenhum tabuleiro, pois todos os que existem são para existir enquanto existirem.


Divino Deus, Minha Mãe, Meu Pai, Tu que criaste o eterno renascer e o infinito eu por isso tanto Amor te Tenho, na Tua Grandeza de Ser e de Ver.

Divino Deus, Minha Mãe, Meu Pai, recorda Todos os Seres que São, que a casa antes de tijolos ter, nasce no espírito que comanda o fazer e o acontecer, da mesma forma que a forma como são dispostos os tijolos mais ou menos limitam o que do horizonte vê e o que se vê do horizonte é aquilo que faz o próprio horizonte.

Recorda-lhes também que os tijolos não existiam nem se punham uns em cima dos outros se não fosse os homens existirem, pois são eles que os fazem.

Se um Homem precisa de Pão para seu Corpo o que deverás fazer, dar-lhe Um ou ensinar-lhe a fazê-lo?

Ensinar a fazer e dar-lhe o pão, porque o ensinar, o saber e o começar a fazer demora nas vezes seu tempo e por isso é necessário dar-lhe também nos entretantos, também o pão.

E se um Menino necessita de Pão para o Seu Corpo, será de ensinar primeiro seus pais, pois os Meninos devem andar no Mundo descuidados enquanto são Meninos, se bem que se vê muitos obrigados de armas nas mãos carne de canhão nas guerras que fazem seus pais, outros a trabalhar como se escravos se tratassem.

Gritam muitos ao fundo vindos do fundo do tempo que a caridade não resolve os problemas, ou que a caridade não chega para os resolver, mas isto não é verdade, pois mesmo ensinar é dar, caridade é dar e o que dá ajuda, porque dar é uma forma de ajuda, e o dar é natureza do homem, por outro dizer, não se podendo separar o homem de si mesmo, o homem é também e sempre, caridade, trás em si o dar, o ajudar.

Já quem usa as palavras e a forma como o faz é toda uma outra história, mas as palavras são palavras e são sempre polissémicas como tudo o que vive e portanto não se devem confundir estas duas faces da questão tentando fazer parecer que é uma só e tentando assim justificar o impossível, que o homem não dê, pois homem que não dá, nem homem pode ser. Dar é-lhe tão natural como respirar.

E não esquecendo que a solução deste problemas passa necessariamente pela necessária urgente revisão da forma como vivemos, como, porque e para que produzimos, assente em que ideias, em que desidérios, em que travamento no coração, por ele é sustentado.

O Espírito é o Pão do Divino, de Deus, alimento do espírito e do coração das Gentes que a Ele se Abrem, porque Gostam da Sua Companhia. É um pão invisível que costuma chegar quando os homens se juntam com os corações serenos e abertos, com calma, com paz e com felicidade ou buscando-a no encontro e no encontrar.

É mais fácil descer por e entre poucos que se reúnem em seu nome, ou seja, expressando em seu ser e estar estes atributos de Seu Nome, pois é mais fácil como cada um conhece e sabe, expressá-los, às vezes em grupos mais pequenos de três ou quatro, mas nas vezes se narrou de o ver unir, a luz de muitos mais, grandes multidões.

Santo quer só dizer, relembro, reconhecido, são os atributos que se fazem reconhecidos e então os seres que reunidos os actuam, se encontram nessas vezes religados por uma inteligência que os une e os faz unidos e que faz a vida em seu acontecer ser mais viva, a pinta com mais cor e a energia que então acontece costuma iluminar os mais tristes e escuros recantos do mesmo palheiro.

O espírito é matéria, a matéria é espírito, e o pão de Deus está em tudo e em todos, dentro e fora de tudo, liga a doce e bela farinha alva, todas as espigas do trigo enquanto houverem campos dele cheio, e no espírito e no ir tudo se faz. O Espírito Santo é a mais poderosa Força do Amor Poderoso Que Tudo Pode.

Velo meu filho a dormir, noites complicadas em que a tosse teima em não se ir, vejo o menino cansado pela constipação, vejo meu filho que é uma vela cheia de energia em seus súbitos aqueceres pelas suas correrias, pelas súbitas mudanças de temperatura que lhe puxam e fazem a tosse, vejo-o cansado, meu coração em parte se preocupa e entristece e a atenção vela, eu aqui a escrever, eu a seu quarto ir, tapá-lo mais uma vês que eu me vejo nele e em seu dormir, também era, assim, mexia-me e mexia-me no sono e sonho a dormir.

Agora se foi a tosse, e seu sono é tranquilo, vou lá, faço-lhe uma festa em sua cabecinha, dou-lhe um beijinho, por vezes muitos em repenicados e fico embevecido a contemplar sua imensa beleza o milagre da sua existência e do seu existir, fadando-lhe em secreto silêncio todas as protecções e alegrias no bater de meu coração cujo manto se estende a todos os meninos do mundo.

Depois eu próprio adormeço e em meu sonho vejo o Menino Jesus que caminha a meu encontro e me diz para dizer a todos.

Vai meu pai, os pais que façam bem as contas, se calhar será preciso mais de um dar global num mesmo tempo, mas que se o fizerem se consegue assim os meios necessários, que irei contar a meus netos daquele ano de 2006 onde renasci pela ultima vez, que naquele ano, os homens derão e derão metade mais um durante os seis primeiros meses do ano e que assim hoje não tem nenhum Menino nem fome nem abandono.

Vai meu pai e diz aos homens que todos os que nos próximos meses tenham em seu final, algum a mais, o dividam em dois e dêem uma parte. Diz que por homens se entende tudo aquilo que sua mão cria, suas empresas, suas instituições, seus governos, suas nações e que para que o dar chegue, assim se deverá entender seu estender.

Vai meu pai e diz ao homens para não fazerem mais nenhum mal a seus filhos, seja em que forma for, que eu conheço a vontade do Pai em sua vontade, em seu glorioso querer e
poder e que assim o farão Todos os pais.

Vai meu pai e recorda os homens que são pais e o sendo tem dentro de si três reis magos que trazem ao Menino o dar, o cuidar, o bem fadar e que cabe a eles pais assim cuidar de seus filhos, todos, pois todos são filhos e todos são pais e que cuidar de uns é cuidar dos outros que são um mesmo.

Vai meu pai e recorda-lhes que eu o filho encarnado por amor do pai a seus filhos não terá deste vez o mesmo fim, pois os filhos dos pais não serão mais sacrificados em nenhuma cruz, porque os pais assim cuidam que tal não mais aconteça no Mundo onde vim.

E por favor dirige nesta altura um recado particular à América, pois ouvi em recente dia que iriam despender muitos milhões de dólares em promover a imagem do seu pais no mundo inteiro. Relembra-lhes que a melhor forma de o fazer, aquela que trará a todos e também a elaos maiores benefícios, será aplicar esse dinheiro na solução dos problemas, que quem resolve, melhor imagem tem, pois resolver e resolvido é como vesti, ter e transportar uma armadura radiante de amor e que o amor protege, é o único que protege, é um dos nomes da própria Protecção.

E um outro a Portugal onde se faz uma campanha para um cargo que em certa forma muito tem a ver com a figura de pai. Seria de interesse para Todos, saber qual é a posição de cada um sobre este tema, é o que se propõem fazer, como e que compromissos prévios antes de ser eleito, neste contexto assume.

Vai meu pai e diz-lhes também para acabarem de vez com as guerras e os guerreares.

Tu és um pai, um rei mago, faz!

Eu o Menino Jesus Dou a Luz Aos Anjos de Todas As Igrejas Do Mundo em Tal Fazer

Eu o Menino Jesus os Anjos Ilumino em Tal Crer, tal Querer, em Fazer

Hoje é dia de Esperança, pois cada nascimento encerra, trás em si e radia, a Esperança.

Vida, Nascimento, Criação, Alegria, Amor, são facetas do Nome e Nume Esperança



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nem de propósito como é sempre o propósito a Rosa Leonor publicou hoje no seu blog Mulheres e Deusas o seguinte extracto do poeta Fernando Pessoa sobre iniciação.

"Nas sociedades actuais a guerra é uma doença, um ataque de loucura, se assim quiserem dizer. É uma regressão repentina (digamo-lo assim) ao que era, uma época primitiva, um estado.

Cristo proíbi-nos de julgar, porque nós vemos os actos, e não os corações. A religião cristã não olha ao mundo das acçãos, do facto consumado, olha apenas ao que o homem é no que vai revelando nos actos:"Dar a Cesar o que é de César", disse Cristo, ao mundo do real o que lhe pertence.A experiência humana aprendeu que o melhor e o mais alto de nós está, como Cristo crucificado e atado à cruz do mundo real, com as suas dores e os seus males.

Elle, a Rosa da Emoção. A caridade é a bondade em Cristo - o fazer o bem, não por ter pena do homem como homem, mas do homem como irmão. A caridade é a bondade ungida, feita amor. Somos iguais em Deus, irmãos em Cristo e livres no Espírito santo."


Bem Hajas minha amiga rosa adorada



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fiquei a pensar numa frase do texto anterior, pois é uma especie de incorreção correcta, quando escrevi que um candidato a presidente deveria fazer uma mudança no hino, pois um presidente no nosso sistema não é propriamente um fazedor, assim seria mais correcto dizer, sugerir, propor, levar à pratica, tal acontecer. Contudo neste caso paradoxalmente trata-se de um poeta, por ser um poeta poderá facilmente fazer uma nova letra e assim estamos numa daquelas situações em que pode e não pode fazê-lo, mas quem o fará ou não não serei eu nem minhas letras, quanto elas o são e da mesma forma que os homens são sempre fazedores, mesmo quando não o fazem.

o tema poderia andar à volta e ser estendido na trave mestre de uma das nossas grandes poetizas

a límpida manhã, um hino à vida e à alegria do viver em respeito integral por toda a diversidade, um poema de amor de Portugal ao Mundo inteiro, uma carta canção de amor.


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Aqui na blogosfera tambem é natal. A todos onde estão tambem os particulares um abraço coração.


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parabens aos rapazes e raparigas do you tube, estão de parabens pelo serviço que disponibilizam, que tudo vos vá de feição e que se mantenha sempre à borla para o utilizador