domingo, maio 28, 2006

Meu Pai Que Estás Em Nós e Em Todo o Lugar, a besta enterrada esperneia outra vez, passou Abril e Maio e de novo o Corpo Se Agita.

E Tu Sabes Meu Pai, como eu e muitos, tem alertado para os problemas, como relembram o Tamanho Exacto do Teu Corpo Infinito Onde os Homens com seus pequeninos corpos como grãos de areia por Ti São Participados, Em Ti participam e muito grandes como se tivessem a pretensão de ser do Teu tamanho nas vezes se põem.

Nos idos de Março em seu décimo primeiro dia, ia a contagem dos pequeninos que Todos deixamos falecer nas misérias em que fizemos a vida e o viver em um milhão setecentos e noventa e oito mil e setenta e seis que deixamos ir, desde que o ano começou.

Agora conto-os outra vez, uma contagem que Tu sabes como me tem sido difícil fazer, pois só são números no papel, mas cada número é uma criança que se foi.

Já partiram desde o início do ano até ao dia de hoje, vinte e oito de Maio, três milhões novecentos e noventa e quatro mil e quatrocentos meninos com menos de cinco anos.


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Tremendo holocausto e vão alguns ainda se dando ao luxo de discutir se existiram ou não existiram holocaustos esquecendo o que sabem, que cada vida é sagrada, que cada vez que um se vai pela violência entre eles, é sempre um holocausto para o Amor e para Deus, Pai do Amor e de Todos os Filhos.

E enquanto assim e de outras formas falam e se entretêm e sempre os homens fizeram pelas suas mãos holocaustos de todas as dimensões, feitio e número dos que mataram e diferentes grupos em distintos países continuam no dia de hoje a fazê-lo e noutros os que são hoje vizinhos, um mesmo fazem.

E um irmão em acção pelo coração chegou a um desses locais e um menino veio ter com ele e disse: És tu que nos vem salvar? E eu aqui respondo ao menino, não, esse homem sozinho não tem o poder para o fazer, mas esteve aqui a ajudar-te e ajudar teus irmãos, a minorar à medida do seu saber fazer e assim o fez.

E calha ser esse homem de um dos países mais ricos do mundo, que se em vez de guerras e afins, decididamente ajudasse, muito poderia resolver no mundo e sendo que muitos mais países tem essa capacidade e se juntando mais rápido se resolve o que há resolver, as misérias e as doenças do Corpo e as misérias são também doenças do Corpo.

E em recente dia viu-se dois irmãos que são presidentes de dois países que avançaram para a guerra a vir fazer uma parca e colateral contrição.

Admitiram que tinham feito alguns erros mas não apresentaram arrependimento em nome dos seus concidadãos pelas mortes que as guerras sempre fazem, nem mais grave, não juraram em nome dos seus países que nunca mais optariam por buscar solução nas guerras, não juraram uma firme intenção de reduzir os arsenais, a começar pelos mais perigosos.

E o tempo do mundo dos homens na forma como levam seus assuntos, não sabe o que uma nova guerra poderá fazer, pois o nível de risco nunca se encontrou tão elevado, e qualquer guerra actual põem em perigo fatal, o humano, a terra e o cosmo.

E mais dois meses passaram e as tensões, as guerras, os assassinatos selectivos e as guerrilhas e as bombas que ceifam os inocentes e um homem no Iraque disse o mesmo que as duas Senhores, uma em Madrid, a outra em Londres, simples e definitiva frase, Isto assim não pode ser! E de certa forma duas faces de Deus nesse instante se irmanaram.

E os homens não encontraram vias nem ainda se sentaram à mesa, e outros dizem que só agora é que vai começar e parece que se esquecem o quanto mal e atrasados estão.

Entendamo-nos claramente, irmãos, pois não existe mesmo nenhuma outra maneira e é de ir rápido que o tempo urge. Há pouco tempo três selos por mão humana foram quebrados e pelo que vejo, reflectem-se agora no mundo inteiro. Creio que estamos no segundo.

Pois me apareceu um homem todo de negro na avenida da Liberdade e um outro homem da mesma forma vestido, apareceu no outro lado do mundo. O de aqui me disse, Senhor, trago duas boas notícias e uma má. As boas são que vai haver um vulcão e um tremor de terra, a má é um tsunami.

Deus, Minha Mãe, Meu Pai, Meu Filho e o Espírito santo, eu sei de Ti que És um Deus Vivo que Vive e vens-me falando de muitas maneiras e por vezes encarnas e conduzes as frases que ouço a meus irmãos e me estendes a sua compreensão pela lonjura, e me falas de mil e um outra maneiras e que sendo nós Teus Filhos, em cada um estás Tu, mas sabes que me reservei de julgar o que o Senhor me disse, fazendo o que sempre faço, registo em mim o ver e vou atento.

E Sabes Tu, que desde essa conversa que Te tenho eu pedido conselho e indicações sobre este assunto que me trás pesado o coração e tenho conversado contigo e Te tenho pedido para que poupes os homens, e tremores de terra acabam de acontecer e eu continuo cego a mais ver, nem vejo locais nem o tempo de seu acontecer e bem Te tenho procurado.


A questão energética é global e só com todos poderá ser resolvida.

O Corpo Grande que Somos a que chamamos Casa, está muito doente e o tratamento, como sempre é o tratamento, está nas mãos de quem lhe faz o dano, o homem e a instabilidade é grande e constante e exponencialmente crescente e continuamos de orelhas moucas e olhos tapados e bocas fechadas a deixar sempre que possível para um amanhã que assim não virá e lá vamos dando passinhos tímidos sem a força necessária para ter o impacto que inverta este caminho e sustente a esperança que este ano renasceu no mundo.



O corpo, a mesa e o pacote.


O problema energético é um problema comum a todos, pois todos estão nele implicados.

Os que produzem, os por onde ele passa em suas veias e todos que dele estamos dependentes.

É preciso mudar urgentemente as energias dominantes por acordo entre todos e esse deverá então ser o tamanho da mesa onde os homens se precisam de sentar e o tamanho exacto da carta a desenhar, a acordar e a selar.

Dois são os problemas:

O mais gravoso é a saúde do nosso corpo total. Energia é ambiente.

O segundo, porque se sabe, que as reservas são finitas, e da inevitável parede no fim da estrada em que vimos, que chegará o dia em que não haverá mais essa estrada.

Segundo alguns, as reservas mundiais não chegarão até ao final da vida dos mais novos que na terra hoje vivem.

Outros países que as tem e dela dependem em termos das suas receitas, mais curtas as tem como parece ser o caso do Irão que se esgotará nos próximos vinte e cinco anos e o tempo de seu acontecer será diferente de local para local.

Todos os países são livres de desenvolver as tecnologias que forem capazes de criarem e desenvolverem e nenhum país tem perante outro, o direito de impedir que tal aconteça enquanto o direito internacional for o que é e as fronteiras existirem.

E as tecnologias por si só não são boas ou más, como não são bons e maus os homens que as criam e usam e certo é que alguns vão nas vezes perigosamente oscilando.

E todas elas são diferentes no grau de perigosidade que possuem por sua natureza ou uso, sendo umas mais e outras menos. Entre as mais está a energia nuclear que já foi pelo homem utilizada nas guerras com efeitos tenebrosos.

Quando os homens andam de coração afinado e se cuidam bem, tendem a diminuir o que lhe causa maior risco e assim aumentam a possibilidade da vida e do melhor viver e será consequência lógica pela sua natureza, dupla utilização e propósito, abandonar a via nuclear nas duas frentes, a civil e militar.

Da mesma forma andam os homens de coração afinado que bem cuidam, quando mais sabem de que um outro ao lado, lhe dão a mão, o sentam na mesma mesa e lhe ensinam o que o outro ainda não sabe, pois mais e melhor saber sempre se traduz em menos riscos para todos.



Em cima da mesa estão também as antigas guerras dos homens numa zona da terra e que ainda se perpetuam.

E não se pode dizer que existam na questão do armamento nuclear, países que são mais perigosos que outros, pois não se pode basear a noção do risco na distância do pouco que conhecemos do que nos está distante, porque vive ao longe em outras formas de viver, com outros costumes ou outras crenças e é sempre perigoso quando alguém tem um bomba nuclear, quanto mais um país.

Pois se o homem fizer a suprema asneira de desencadear uma guerra nuclear, todos os países que as tem e mesmo os que não as tem, uns porque disparam as suas, seja por ataque ou retaliação, os outros porque vivem com o mesmo ar, com a mesma água e na mesma terra, tornarão todos igualmente perigosos para todos os seres do planeta.

Portugal é da paz e por isso tende a achar sempre perigoso um pais que tenha energia nuclear e mais potencialmente perigoso o poderá considerar se ele possuir armas nucleares, pois Portugal sabe que assim o mundo e o viver se faz em forma e molde mais perigoso e Portugal cuida da Vida e do Viver. Portugal Tem a Vontade Paz no Mundo Entre Todos os Seres.

Os Seres e o Mundo tem grande tarefa pela frente, muito que cuidar, pois são muitas as misérias e o que é necessário mudar para que todos se salvem e a vida possa continuar.
E o bem cuidar, o resolver o que urge resolver, só se faz em paz e por esta razão a questão da paz, que é construir a paz que perdura, é também questão fundamental a ter em cima da mesa, para que se encontre uma solução que integre e resolva as diversas facetas da questão e dessa forma tenha possibilidades de se perpetuar.

Em cima da mesa deverão pois estar, com risco de tudo não vir a passar de um paliativo, um adiamento, um novo arrastar, uma breve pala, para além da paz, de um compromisso que ponha em marcha um plano mundial energético assente numa visão que melhor cuide da vida e do alargar do tempo de viver que se perfilha no horizonte e onde sejam todos parceiros como já o somos em sua dependência.

E que os negócios entre os países se alarguem, pois para fazerem negócios os homens começam a melhor se conhecer, se fazem laços e tudo tende a paz, o medo do desconhecido que se torna conhecido se atenua e adormece no coração e o amor vivifica no mundo.

E que não se prendam os pés no caminho para o sentar por não saberem alguns quem se irá sentar e qual a disposição dos lugares e mesmo que não se comecem por sentar todos juntos, se sentem primeiro em pequenos grupos até chegar a mesa de todas as nações, pois enquanto aí não se chegar, não estará o acordo selado na dimensão necessária do cimento da definitiva paz entre todos os locais, todas as gentes, todas direcções, todas as cores.

Desde já terá que estar o Irão, o Iraque, Israel, a Palestina, a Índia, o Paquistão, o Japão, a China, a Rússia, a América, e a Europa nos países na forma que ela delegar sua representação e restantes países mundiais produtores ou com necessidades de energia elevadas sejam de que continentes forem.


Bem hajam os que negociem e fazem os acordos, que o vento lhes sopre sempre de feição, que o Espírito santo sempre os guie, que as bênçãos sempre os acompanhem e se faça fruto da vontade e de seu conjunto agir.

Que se faça a paz no mundo que permita acabar com as misérias, que os homens optem claramente pela via do desarmamento em primeiro lugar do nuclear, que entre eles se comprometam a isso e anunciem os passos que irão dar, que os homens acordem um plano mundial alternativo energético que cuide e trate melhor o corpo da terra que é o nosso, de todos e a todos comum, que os homens limem os desentendimentos e se concentrem a acabar com as misérias, pois está capacitado para o fazer e não tem razão nem justificação para não o fazer.

Às vezes parece que os homens andam cegos não vendo o enorme barril de pólvora vária em que fazem e trazem seu viver. As bombas não escolhem mais o campo de batalha, pois muito grande e pequeno ele se tornou, as cidades tornam-se desmesuradas e os que estão nas cadeias, na aparência conseguem mete-las a ferro e fogo, o motivo que veio a publico é prosaico, ao que parecem os líderes querem melhores condições e por razão da natureza de tão poucos se avança para a carnificina e o combate com as armas nas ruas. Na América mais um massacre num liceu esteve para acontecer, o motivo, ao que parece os que se preparavam para o fazer tinham-se zangado com alguns colegas e professores e vai daí, tiro para cima. Há um desespero e um vale tudo em permanência a se infiltrar e por vezes a acontecer, um enorme permanente invisível rastilho que qualquer faísca é capaz de incendiar.

O pacote que está na mesa de todos é muito grande pesado e de certa complexidade e para resolve-lo é necessário muita paz.

A Europa se bem que parte, deve pugnar para que as partes mais directamente envolvidas, se sentem no exacto ponto onde estão, sem condicionamento a questões prévias. Deve pugnar para que as partes se entendam de raiz, recomeçando do momento zero que nasceu neste ano no Mundo.

Ameaças e medição de forças só rouba o precioso tempo.

Deveria ser produzida o quanto antes uma declaração conjunta entre as partes sobre a aceitação da realidade e da existência dos argumentos que existem em cada parte nas formas e no momento em que se encontra.

Pois é um facto que sempre que um país adquiriu a capacidade de enriquecer urânio ou de possuir um reactor e arranjar plutónio 239 por outros meios, ainda mais perigosos, a tensão no Mundo e do Mundo aumentou.


Segundo conta um livro, em 1956 a França enviou para Israel um reactor que foi escondido em Dimona, que posteriormente um consórcio americano associado desenvolveu partes, que andou urânio enriquecido contrabandeado em malas pelos aeroportos da Europa e que posteriormente o então presidente Americano J F Kennedy ordenou um inquérito e que foram por acordo cedidas outras armas mais convencionais, pela paragem do urânio, e contudo Israel, tem hoje um arsenal nuclear.

Me recordo menino de ver JF Kennedy na televisão a preto e branco na minha compreensão de um mundo que vivia em permanente quente sobressalto de uma crise nuclear entre as duas super potências a que os adultos chamavam de guerra-fria.

Viam-se na tv imagens de telefones vermelhos em duas salas presidenciais em dois lados distantes do mesmo Uno mundo, dois homens a ele tinham o acesso e por ele podiam falar em caso de grande desgraça iminente e com certeza todos na terra sonharam um vez, o que poderia acontecer, se avariassem, se a conversa entre dois homens corresse mal e uma guerra nuclear mundial acontecesse.

Me recordo menino de ver nele um adulto luminoso, sorridente, jovial, com energia e determinação tão diferente de outros presidentes do mesmo país. Gostava dele.

E em dia recente ao aqui navegar percebi que mesmo em Israel a fome existe, uma organização tinha como meta obter oito mil refeições, diárias como todas elas devem ser para todos do Uno Mundo até todos terem o que comer.

Em dia breve os homens trarão acordados dentro de si e com os outros, que só a via da paz, pode salvá-lo.

Não ouse o homem o caminho contrário e corrija o por onde vai.

Um homem com grande responsabilidade nesta guerra declarou há tempos, que cria que seria julgado por Deus.

Eu por mim, acho que todos estamos em julgamentos, e que a nossa defesa não vem a ser a melhor.

Oro A Deus

À Sua Infinita Compaixão e Misericórdia.