segunda-feira, agosto 21, 2006

Ah Senhores que assim não pode ser, vocês emanam das Gentes e Por Isso Lhes Devem Todo o Respeito, Todo a Gentil Atenção, Toda a Atenção na Escuta, Toda a Vontade na Acção e não é geralmente o que Emana Maior donde Emana.

Ah Senhores que em dia recente sai da secretaria do tribunal de menores com um nó tão grande na alma que me apeteceu entrar pela AR e abrir de uma vez Ela Inteira, mas não permite o sistema na forma como os homens o fazem e o levam, que um cidadão se possa assim endereçar aos representantes da nação, pior que no tempo das cortes, dirão alguns, onde os homens podiam falar cara a cara.

Reuniões, reuniões, memos, adendas, relatórios, onde se diz que se vai dar seguimento e depois se assiste ao seu esfumar, já me chegam as bastantes para vos dizer, que reuniões assim, a não mais obrigado, existem algumas mesmo que parecem possuir estranhos poderes de congelamento espacio temporal cujos desenvolvimentos se estendem e aguardam por mais de dois anos, misteriosos etéreos assuntos, dirão outros. E nas vezes nem agua vai nem vem, nem um acompanhamento de situação, um ainda não, mas não está esquecido, tão grande é o respeito que nessas vezes mostram por quem os mandata, tão grande e desveladora imagem de como o servir em vossas cabeças e pensar, em vossos feitos e agir, se encontra de pernas para o ar, de como a ideia e o valor e a missão do que é servir, se encontra tão pervertida, e ao assim ser, também os resultados estarão.

Ah Senhores, quis a segunda Republica e ainda bem o quis, da separação entre os distintos poderes profanos dos homens em seu logo político e assim o poder judicial se encontra aparentemente separado do poder legislativo e do poder governativo.

E em todos eles estão homens humanos nas falhas e perfeições humanas e quando pelo visto e pelo ver se dá conta que as regras por pouco claras e promíscuas ainda ajudam à má festa, se pode deduzir, da má qualidade do caminho, do caminhar e do resultado.

Vós deveis velar pela governação, Vós deveis elaborar as leis e seus regulamentos e por estas duas funções tendes muita responsabilidade sobre vossos ombros, parece é nas vezes, que vos falta músculo para Sustê-lo.

E pela forma como as leis estão feitas e regulamentadas, pelas normas processuais e pelo que deriva delas em sua aplicação, pela forma como a governação é feita, como a justiça e igualdade no tratamento é na prática garantida a todos de forma igual. De como aqueles que são alvos de complexas perseguições se podem efectivamente defender e esperar em justo, que a democracia os defenda, pois não é difícil a um Homem ganhar inimigos no parlamento, ou nos governos, ou nos partidos, ou onde Deus queira que seja.

E pelo vosso papel e desempenho nisto tudo e muito mais, eu Pai, Vos Acuso de favorecimento directo feito em forma indirecta, de rapto infantil e conivência com situações de sequestro de menores e Vos Acuso do Crime de Hipocrisia que levou uma Senhora à prisão.

Não tem nenhum de Vós, Senhores, o poder de fazer o tempo andar para trás e trazer-me a mim e a meu filho, os dias em que nos trazem separados.

Estão salvo erro sete mil processos nos tribunais de menores em lista de espera. Sete mil crianças, pelo menos vinte e um mil seres onde o desentender e desentendimento grassa e faz dano, que se agrava sempre com o passar do tempo se entretanto não corrigido.

E durante o tempo que irá mediar até que estes processos sejam passíveis de ser resolvidos na hora, ou perto disso, quantos se irão dentre nós embora pela violência que as não soluções desta natureza causam? Doze, entre pais e filhos e na Esperança que Nenhum, mas a Esperança em Nenhum, fundava-se, funda-se e sustinha-se e sustém-se melhor se em verdadeira e certa fundação do diferente fazer, onde os danos por acumulado aquecem a fogueira das desgraças.

E quando se for o primeiro, a quem me aconselham os Senhores a ir pedir responsabilidades? Quantas mais mortes terão que acontecer para que se mude este estado das coisas da justiça e da relação do estado e das suas instituições para com os cidadãos e para o bem mais precioso, seus filhos, suas crianças? Que regime político é este, que credibilidade pode ter, que razão é a sua, se nem às suas crianças e aos pais consegue cuidar? Não serão estas questões correcta charneira e charrua, não serão eles infelizmente o exacto retrato da falência nos modos de ver e do agir e do fazer?

A hipocrisia em grau e medida certa é fatal. Depois da morte de Rafaela, no dia seguinte lá foram pintar mais umas faixas na estrada que não servem para nada, e aparecerem Gentes da Câmara a anunciar o feito, que nada faz, e se desvela ser um acto hipócrita. De pois do mal feiro, aqui estamos fazendo o compor sem compor, tremenda bofetada que dão na face dos que ali vivem e de todos os que andam de olhos abertos para o mal feito e dão como consequência combate às hipocrisias.

A hipocrisia da acção, da omissão, nas mais das vezes, do deixar andar, até à próxima morte e as mãos lavadas como Pilatos?

Ah Senhores que não possuo eu dos homens, nem tribunais, nem poderes e estruturas judiciárias, nem vos passo julgamento e sentença em vossos termos, pois é pelo Olhar do Espírito e do Coração que vou avaliando e da Carne em que Muitos, Por Obra Alheia, Sofrem.

Hipocrisia, Senhores é quando a lei que foi aplicada na forma como ela é, dissolvendo a habitual névoa que sobre a condução dos assuntos que propositadamente muitas vezes crieis, de forma a proporcionar o jeito manhoso de qualquer jeito à medida do bolso onde a benesse pode ir desaguar, e uma Mulher foi parar à prisão e sabeis e sabemos Todos Nós que aqui ao lado, existem clínicas para os mesmos fins, onde praticamente só se encontram Mulheres de Portugal.

Por outro dizer, trazeis as leis erradas e não adequadas à realidade e condenais assim à prisão os mais fracos, os que não tem as posses que outros tem, ferindo assim as traves elementares de qualquer justiça, o não diferenciar estatutos ou poder económico, o da necessidade de a lei e a pratica ser orientada para aqueles que menos se podem defender, pois só assim, se constrói a igualdade prática de tratamento.

A hipocrisia deixa em acumulo constante um negro fardo que se agarra e enleia os pés de todos os seres que andam, com a excepção dos irmãos animais, das árvores, das flores, dos frutos e das nuvens em seu passar.

Mais de que uma, é a semelhança com Israel, pois trago em mim acordado antigo dizer de uma Mãe de Israel, tivemos que tomar a terra a força, porque ninguém a dava a nosso povo.

Tomar à força é de certa forma quebrar a lei do coração, pois criará sempre maior dano ao filho e é também quebrar a lei dos homens, ao recorrer a prepotência e à imposição do acto consumado, porque se tem e decidiu libertar a força para tal acontecer. Não se paga o mal com o mal, pois assim se agrava o mal e o mal feito, esta é a via das armas, de ir aos tiros de caçadeira para cima de elementos da família ou outros da família mais alargada e que nestes assuntos às vezes se cruzam.

Como Israel não tenho interlocutor que actue como interlocutor. Não tenho do outro lado uma Mãe que se comporta como uma Mãe. Não tenho possibilidade de acordo com quem sistematicamente mente, dissimula, dá o dito pelo não dito no seu caminho que não está disposto a mudar, a todo o custo e qualquer preço.

Como Israel estou encostado entre e espada e a parede, e não me defende ou garante a protecção de meu filho, nem dos direitos dos dois, e os trás afastados em seu modo de conduzir os assuntos, a Republica e os homens que a dirigem.

Ah Minha Mãe Meu Pai, Teus Olhos são Testemunhas, se o mal existe por mão humana que assim deixam andar seus assuntos, se da existência do mal vem sempre um dano, não será mais justo fazeres provar o sofrimento naqueles que mais são responsáveis e menos àqueles que vão incautos, quanto incautos são e vão, pois deste viver e da vida só escapam os inocentes e as crianças.

E sabes Meu Pai, que deduzo eu por muitas razões que o combate que me tem feito ao longo da vida, tem sido protagonizado por diversos políticos com assento em diversas câmaras, que alguns se tem conluiados e suspeito que neste ultimo ataque que me fizeram que foi o afastar do meu filho, alguns em específicos e pelo menos um em particular terá dado apoio à Mãe, assim o creio por um conjunto de episódios que substanciam um forte grau de probabilidade em tal acontecer e vejo que todos em aparência os cobrem.

Ah Minha Mãe, Meu Pai, que à saída da AR está um premonitório cartaz, metade a preto e branco ardido, metade nas cores da vida, dizendo a escolha é sua. Pois que seja, que as escolhas que fizerem na manhã ao acordar, ditem como sempre o fado e o destino. Faz-lhes sofrer em carne a consciência de seus mal agires a cada vez que um fogo arda este Verão em Portugal, Faz-lhes apertar pela invisível mão da incúria o coração por um bocadinho, faz-lhes sentir o ligado e a ligação, entre o não remediado e o remediado pelo fogo está e inspira-os a pensar qual é o melhor remédio, que se um é aconselhável, o outro não.

Justiça Meu Pai, Justiça para este Teu Filho e Para o Filho de Teu Filho, é o que te Peço e sabes que eu cumpro O que Te Prometo, pois Peço-Te na ausência de resposta e solução por parte dos homens, que cumpras Tu a tua parte como sempre o fazes e honras a Aliança.

Ainda agora foi Meu Pai, Portugal condenado por não ter permitido a um seu Cidadão que se defendesse contrariamente ao que o direito universal lhe garante, a sua defesa por sua própria voz e um mesmo está acontecendo com este Teu Filho.

Pois das alegações que ainda agora apresentei no tribunal de menores, só veio pelo que percebo, a aceitação da minha resposta face ao que pediam e sobre o resto, o miolo do problema e do caso, nada, nem uma linha mais, uma só notícia, que se aguarda o relatório do instituto que trabalha para o tribunal e produz para ele avaliações. Do resto que aleguei, nenhuma resposta e o tempo a passar e o problema a se agravar e a revolta a crescer, uma vontade de resolver o assunto pela força se insinua e se mantêm como modinha latente a moer.

Vós Senhores que deixais ir assim os afazeres dos homens em seus dias, Vós que são responsáveis pela elaboração e regulamentação das leis, Vós que deveis velar pela sua boa aplicabilidade, Vós que velais o governo e o acto de governar, Vós deixais o mal feito e o que não funciona se perpetuar e de novo mais mal acontecer, Vós apelais desta forma a que cada um faça justiça por suas próprias mãos face a falência que a da Republica lhe proporciona, Vós que assim não fazendo aumentam as tensões, se comportam como sois incendiários que proporcionam à mais breve e pequena faísca o maior dos incêndios.

Vós deixais que as formas de intermediação não funcionem e assim dão cobertura e tornam-se dessa forma cúmplices de actos de terror contra os filhos e os pais.

E neste verão já foram se foram seis vidas, que vieram de país estrangeiro e distante para nos ensinar a melhor combater os fogos, reduzidos a uma parca declaração, por um lado o vento que sopra sempre como quer e que dá nas vezes reviravoltas e jeito de justificação, no outro lado, o que era evidente desde o principio, pois se um helicóptero os colocou no pico, porque não os recolheu quando eles foram ameaçados? Descoordenação, a palavra, ou má coordenação ou ausência de coordenação ou bravata ou tudo isto junto com muito mais, variantes da inépcia até à náusea e o sangue dessa vidas nas mãos de todos, de alguns, um bocado mais, nas dos inocentes e nas crianças, não.

Como Israel me sinto contra a espada e a parede e com ganas de puxar por ela. Por mim, podem arder todos vocês neste verão porque vos vejo como pó, simples pó que já são antes de o serem, imagem interior das tensões e dos negros desejos que Vós na forma como andais criais nos que vão injustiçados clamando justiça.

Não, não vos desejarei tal fim, vou crer em meu intimo, que em vosso intimo quando acordarem, olharão estes trintas anos como a infância da Amorcracia e que neste mesmo dia entrarão de pé direito na nova era, que corrigirão de imediato o que há a corrigir, que não é pouco para que no próximo verão, seja já o Paraíso aqui em Portugal, que Ele Sempre Aqui Está.

Mas Te Peço Meu PAI, Livrai-me dos meus inimigos, Livrai-me dos Inimigos do Amor e da Justiça do Amor.

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Talvez no dia de hoje apareça finalmente um para regular o que há a esclarecer e regular, mas isto já o viste eu a anunciar e em vão a esperar. Não me deixam porta aberta para diferente fazer, serei eu dentro da Tua Vontade e dispor os autos e as acusações, da sentença Saberás Tu e o Tempo Se Pronunciará.

A Vós homens do meu País Vos digo, refazei a justiça, dai-me o acesso justo a meu filho e dele a mim e não deixais para amanhã este fazer e vereis como no médio oriente as coisas tenderão a se passar melhor, pois assim é no plano do espírito onde as coisas verdadeiramente se passam, onde tudo é simetria e analogia e assim se interligam e se estendem pelo Infinito.

Tendes por minha Fé uma semente de boa vontade que vos deixo assim em vossas mãos para Ajudar à Paz no Médio e no Extremo Oriente, uma semente dupla, ajudai-me, fazei-me justiça e ao fazê-la, ali também a fareis. Tendes em vossas mãos a oportunidade de mostrar ao mundo um caminho distinto do terror e da prepotência do facto consumado, ao afirmar a vitória da sua negação, pois todo o acto de bondade, é múltiplo e multiplicador.

Pão e vinho e circo e futebol e televisão e mais o que for nas ilusões colectivas, muitas delas tão pouco ou nada mesmo ilusórias. Dai sangue às Gentes e elas ficarão contentes, saciadas de sangue fresco, sacrifício exigido perante todos os males acumulados, escape e válvula, abram as portas do circo, deixem de novo sair os leões, sempre se ouviu e viu fazer aos tortos pelos tortos.

Por isso seria avisado um certo recato no tratamento de assuntos, não por ocultação ou vontade de ocultar, mas porque não desejo eu sangue nenhum a correr de forma e em local indevido, nem fazer favor menor que seja a quem assim o pretenda. Mas como Israel, não foi o pedido de interlocutor preenchido. Só me deixaram uma via aberta, atentai bem nisto, é vossa acção por omissão que assim conduziu os assuntos.

Ao presidente da AR, ao presidente da comissão das liberdades e direitos, a todos os deputados e contínuos, ao procurador-geral da república, a todas as câmaras, altas e baixas ou médias com bolinhas azuis e sem bolinhas e a todos que portem o Poder, vos apresentei e apresento, aqui, neste Livro Aberto da Minha Vida, muito mal fazer que me tem feito e que fazem a muito mais e esse mal é passível de ser feito e decorre nas malhas do sistema político do qual são os senhores, interpretes e agentes.

Nunca pensei eu ver-me confrontado em vida com uma tentativa de roubo de um filho e este negro episódio que alguns nos fazem passar é o corolário de uma guerra que me vem movendo ao longo dos anos, que igualmente se funda e estrutura em sua certa parte nos poderes políticos, naqueles que o exercem e exercem de forma indevida.

Essa guerra obstou ao que seria o meu normal desenvolvimento como ser, nomeadamente nas áreas produtivas e contributivas e teve por razão e consequência decorrente, prejudicar também assim a renda de Portugal ao longo de anos.

As portas sempre se foram fechando misteriosamente, valeu-me o amor de muitos que sempre na mais das vezes invisível a meus olhos e olhar, em secreto do coração acertado em acerto de amor me ajudaram, por saberem quem sou, por me conhecerem meu verdadeiro valor, e só devido a esta caridade invisível, me foi possível sobreviver e pensar durante uns largos anos, que era possível assim viver e que as coisas sempre melhorariam.

Não tenho esse optimismo, hoje, em relação à minha relação com Portugal; Sem que primeiro se mude uma cultura e um modo de fazer político que tem sido dominante neste primeiros trinta anos de democracia, Sem que se combata decididamente o Compadrio e a Corrupção, e o Estado em todos os níveis passe de servido a servidor, não há possibilidade de sustentação para quem vá em Amor e na Justiça do Amor entre Seus Irmãos.

Os meus actuais quarenta e seis anos de vida em tempo contado e medido no tempo dos homens, são a viva prova disto.

Um homem que sempre tenta e tentou ser independente, conhecer-se e cumprir-se, amar e consequentemente falar e agir em verdade, vai ganhando inimigos ao longo da vida e num momento da sua vida a teia é tão apertada que parece que quase não pode respirar. Tentam em constância e nas mais da vezes conseguem por pauzinhos nas suas rodas e conseguem mesmo nas vezes, levá-lo ao suicido ou deixá-lo sem fontes de rendimento, para que esse estrangulamento em vida acto de tortura, pois estrangular alguém é sempre acto de tortura, que faz de quem o faz torcionários, lhe limite os passos, impiedosa acção de quem vai, matando em vida o vivo. Malditos sejam vossos actos malditos, que eles retornem a vós antes mesmo de partirem. Potenciais assassinos, nas vezes, mesmo em acto, que destroem o que Vivifica, o que por Ser Amor, Dá e Dar e Receber, Um Mesmo, Sempre Anda Portugal e o Mundo Dele Necessitado.

Sabeis Vós que eu não creio em Terroristas, creio em actos de Terror e Creio Também que Qualquer um, os pode sempre praticar, e outros os incitam e outros ainda lhe dão cobertura e todos assim se ligam, e o terror e os actos que os exprimem, os trazem ligados, tanto nos danos como na responsabilidade que se estende a todos, ninguém de fora, salvo os inocentes e as crianças.

E alguns de Vós vão praticando o Terror sobre outros, outros de Vós, ainda o Inciteis, e outros dão-lhe Cobertura e assim fazeis Vós mesmos a Vós próprios, Criminosos.

E vos relembro aqui o caso Subtil que apresenta algumas simetrias com o meu.

Também Subtil fora desacreditado e dessa forma perdera o que tinha e assim lhe impossibilitaram de ganhar a vida.

Também Subtil fora enredado nos processos da justiça humana por mais de uma década e assim lhe sonegaram durante todo esse tempo o direito à justiça humana que a todos é devida.

Até ao dia em que Subtil, um bocado menos subtil, se enfiou numa casa de banho de uma televisão com seu filho e sua mulher e uma aparente bomba.

E depois, logo a seguir, chamada a atenção pública do facto com todo o circo de Terror montado, em curto tempo logo os tribunais resolveram e foi-lhe atribuída uma indemnização de um milhão de contos. Depois parece que como avaro que é o estado avaro que avaramente se comporta quando persegue os seus, lá recorreu outro vez da sentença, e mais não acompanhei, nem necessito, porque nestas linhas está o bastante para vos dizer que esta imagem demonstra e prova que vós, se não praticantes directos de actos de terror, são deles cúmplice pois por omissão, os incitam e lhes criam condições para seu negro florescer, e lhes dão ainda por cima, cobertura.

Pois clara é a conclusão que se extrai deste caso, o terror feito pela ameaça do terror, compensa, resolveu o problema que ao senhor, tinha sido criado por terceiros e assim sendo são vós de forma directa e automática responsáveis, por o incitar e cobrir, pois é o modo em que levamos a vida e o fazer, que assim o faz, e são os senhores o que mais responsabilidade têm porque são os senhores que eventualmente deveriam velar e cuidar para que os terrenos assim não se plantassem e não nascessem flores de morte.

Vocês em vossas omissões incitam ao Terror, criam condições e põem de forma indirecta em marcha eventos que o substanciam.

Eu sou e me constituo perante vós como prova provada, de como a democracia faliu por completo e é o tempo de fundar a Amorcracia.

Não possibilitou a democracia mecanismos que permitam a um cidadão que vai sendo perseguido, que lhe seja feita justiça e que essa justiça para que seja justiça visa e tem um tempo justo de exercício, de atribuição de compensações face aos danos.

Não possibilitou o sistema democrático e todos os seus agentes, a efectiva garantia constitucional da liberdade individual a quem não verga nem faz vénias indevidas, e ao não garantir a liberdade individual de um homem, é como traze-lo amordaçado, preso em prisão perpetua, com a agravante de nem lhe pronunciarem nunca em sua face a suspeita da acusação e o seu conteúdo.

E é esta constatação, muito grave e gravosa, pois diz claramente que o sistema se funda e se exerce na hipocrisia e na mentira, que poderes ocultados são mais activos e determinantes do que aqueles que o sistema prevê em sua concepção e modo de funcionamento.

E uma coisa, um sistema também, ou é ou não é e se se funda e se exerce na mentira, torna-se ele próprio uma mentira e as mentiras convém sempre aos homens que vão avisados e sabem dos seu custo, terminá-las o quanto antes.

E foi aqui exposto em larga extensão, descrições de factos e episódios que configuram e indiciam as perseguições e injustiças várias e nada nem ninguém no sistema na aparência deu alguma resposta que seja demonstrando de forma inequívoca que um cidadão que se encontre perseguido por outros que vão na cobertura das sombras e nos corredores dos poderes, não é socorrido e se prova que a garantia de liberdade que o estado deve conferir a seus filhos e pais é em larga medida fictícia e ao não funcionar, se consigna a perversão do estado de direito e dos princípios e modos onde o trazemos assente.

E foram aqui expostos em largo extensão descrições de factos que num normal estado de direito teriam por si levado a iniciativas de quem compete e investigação e o provimento da justiça, mas mais uma vez a resposta foi o absoluto silêncio, de quem de direito neste caso tortíssimo.

E vos sugeri eu aqui um dia, que calculassem um valor ponderado dos que trabalham na área onde trabalhei e assim acordassem uma indemnização por danos sofridos e mais uma vez o silêncio de quem faz de conta que nem mesmo ouve, foi a resposta, que o silêncio geralmente não é.

E creio que vós me conheceis já o suficiente e necessário e o bastante para saberem quem sou e muito dos meus actos são desde sempre conhecidos. Por esta razão não irei elaborar neste texto uma lista dos serviços que tenho prestado a Portugal, e sem desprimor para o senhor Subtil, por impossível comparar, e portanto baseado em minha própria bitola e medição, creio ser o meu servir superior ao do senhor e assim sendo e entendido, deverá uma indemnização que por sua natureza e essência, é uma mesma em sua prima natureza, danos ao homem e a limitação do seu normal trabalhar com que contribui para a sociedade, serei eu credor de um valor superior.

Não é o tribunal onde estou igual aos vossos, embora eu e tu que me lês, na essência o sejamos e por extensão de razão, não poderão ser assim tão distintos entre si, poderei mesmo recordar-vos que o espírito tem primazia sobre a matéria, que o primeiro faz na segunda o trono e como consequência entre o que está sempre ligado, seus poderes e sua força, serão um mesmo, expresso em planos e moldes complementares e distintos.

Alguns de Vós e Todos os restantes deixaram passar desta vez o limite do aceitável.

Vós deixais que uma Criança, um Filho ande assustado, preocupado em sua pequena idade com o que não deveria andar, deixas-te que se lhe quebrasse a sua inocência e a sua confiança no Pai, fazeis dano a seu Amor, fazeis dano ao Amor e nenhum de vos tem o poder profano de poder reverter o que já foi mal feito, fazeis um dano para o qual não tendes o poder de dar justa e real retribuição, e esta é uma das linhas que divide as aguas do aceitável e do não aceitável, pois o que aqui se trata, por outro dizer, é que vós fazeis maior o dano do que vossa capacidade de compor e entes de mais de prevenir. Este é uma das faces do limite que não se deve ultrapassar.

Não creio que as leis em Portugal prevejam nestas situações, que uma vez identificados, acusados e condenados os que se unem na perseguição a outros, seus bens possam ser confiscados, vendidos e o dinheiro alcançado reverta a título de indemnização, e quem tinha e era poderoso e usou esse poder na destruição de outros, começasse assim em certo escrever do zero.

Nem um Fiel de Amor é a favor de prisões e de penas de cadeia, pelo contrário, é contra elas, pois sabe um Fiel do Amor que o Amor É Liberdade e Tenderão Sempre Os Seres Para Seu Usufruto Nas Condições de Respeito de que Ele Necessita e se Baseia e não vê nenhuma pedagogia no acto e na forma como substancialmente são praticados os actos de prender e da forma em como os prisioneiros vivem, e de pior forma, com que muitos fecham o olhar, como se não existissem.

Deverão esses homens continuar a viver nas cidades destituídos dos poderes que lhes permitiram fazer no passado o mal e os deverão vir de novo a ter caso se mudem e seus actos comecem a demonstrá-lo, para que os outros nele possam de novo adquirir confiança.

Como a Mãe de Israel dizia, tivemos que a tomar a força, porque ninguém nos a dava, também eu o faço estabelecendo outra simetria com a espada do Santo Condestável, de quem me recordava no outro dia ao passar, ter tido em certa época e em certas condições do seu viver, reclamado com feição de imposição.

E imponho-vos eu alguma coisa? Não, clamo Justiça aos Homens do Meu País Perante Deus, Perante Tudo o Que Ele Me Dá a Viver.

E cega-me esta consciência da medida, do valor das coisas e da justiça?

Não.

Deverá o estado português indemnizar-me no montante de dois milhões de escudos a título de perseguição e danos ocorridos durante a democracia contra a minha pessoa, nas seguintes condições.

O montante será dividido da seguinte forma, pelas seguintes entidades e com as seguintes obrigações:

Trezentos mil contos à Unicef para aplicar na erradicação das misérias e da fome das Crianças do Mundo

Trezentos mil contos à AMI no Seu Provimento de Apoio Médico No Mundo, na Condição de Não Ficar em Depósito por mais de seis meses.

Trezentos mil contos à Santa Casa da Misericórdia, para alimentar quem tem fome em Portugal, não aplicáveis em custos de estrutura, mas sim em provimento da Ajuda e do Ajudar.

Trezentos mil contos em forma conjunta as Três entidades acima mencionadas caso as três aceitem o desafio de conjuntamente, reunindo experiência e saber de cada uma das partes, desenvolvam e implementem se possível com esta verba, um conceito novo de maternidade auto-sustentáveis em Portugal.

Cem mil contos para o grupo de cidadãos que elabore e ponha de pé e conclua um plano das obras necessárias por cada ponto negro das estradas para que com exigência baseado em rigor e soluções, se possa fazer.

Cem mil contos para a averiguação fina, testes e produção da invenção de um Senhor Português que impede a contramão nas auto estradas e sua comercialização mundial.

Cem mil contos para que uma universidade de música se junte com uma de engenharia e com o saber de cada um, testem e inventem um tipo de lombas que seja mais funcional no seu objectivo principal, fazer claramente perceber ao condutor, que se aproxima de uma zona de perigo e que o faça levantar sem hesitação o pé do acelerador. Que se juntem aos construtores de automóveis e que se invente e implemente novos sistemas de aviso, que podem funcionar pelo principio do radar e ou assistido por navegação por satélite, que alerta da aproximação de situações de perigo.

O restante ser-me-á entregue.

Do estado ainda o suporte das despesas de um executor destas disposições que deverá tornar público o resultado no final da sua concessão.

E pensais porventura que eu preciso deste dinheiro para alguma coisa, ou que se o recebesse me tornaria indigente? Pois pensais melhor, vide quem sou e como vou sobre estas matérias e deverão encontrar fundamento mais que suficiente para ancorar vosso julgar, porque não me subtraio eu, como nenhum ao julgamento e ao julgar. Não preciso deste dinheiro, porque há muito tempo que sei cuidar de mim e não me falta nenhum órgão vital para viver e trabalhar e trabalhar é o que eu faço, mesmo quando não tenho rendimento, nem tão pouco esqueci o que sei, as linguagens em que até agora me exprimi e continuo a saber usar as ferramentas. E se não me faz falta a mim, faz as ideias e entidades que estão mencionadas e se quiserem, dêem só o dinheiro a ela, que a minha parte não vos sirva de pretexto para o não assumir, que moralmente sou devedor de uma indemnização e proceder a minoração dos danos na medida do que vos é possível.

Mas cuidado, se pensais levar este assunto levianamente, pois razão teve no outro dia Saldanha Sanches ao dizer que seria como dar uma bofetada de luva branca na face dos contribuintes se se isentasse os prémios dos jogadores, pois é de luvas brancas e estaladas consecutivas no Espírito que todo este assunto trata e maior e mais ousada senhores não houve que a do senhor subtil, a todos os que são perseguidos por diversos e a quem o regime parece deixar impune em seus actos e agires.

Para mim, muitos de vós estão já mortos, são mero pó que perdeu por completo a memória de quem sois e quem fostes e que não mais sabem quem são, razão suficiente para fazer a demonstração da vossa já morte.

Chega dos vossos abusos, chega de tratar os cidadãos de cima de um imaginário oscilante e insustentável estrado em que em bicos de pés de arrogâncias e papos cheios se põem. Vós são os que servem, não, os que se servem, respeito, muito respeito pela básica realidade real em verdade, verdadinha, verdadeira de como a vida é.

Nenhum de vós se pode por mais alto do que é perante um cidadão, nenhum de vós pode usar uma linguagem, um ver, um estar e um agir de arrogância e eu o Nú que Vai Nú, vos vejo a todos Nus, não há nenhum titulo dos homens, nenhum cargo, nenhum poder, que resista a igualdade que em todos vejo e reconheço ao ver-vos nus, como sempre vos vejo, pois todos vamos nus nesta breve passagem aqui na terra.

Nenhum de vós vai um milímetro que seja mais coberto sentado num belo carro de doze cilindros, bancos em pele branca e mais nú vai e fica ao olhar de todos, em seus ossos descarnados quanto ao mais rápido for e menos ver da miséria ao lado, pois assim a cada quilómetro que andais mais vos descarneis.

Não Ousais Olhar para mim com cara de quem me vai comer, Não Ousais falar-me de cima em tom ou postura, não Ousais a indelicadeza no trato e no tratar, desarmai vossos fingimentos e jogos de salão, as máscaras e as mascarilhas, não Ousais a mínima arrogância, que não tem tamanho para isso, são sacos de ossos adiados, pó mero pequeno pó que ao pó voltarão, mas este assunto é mais do Pai do que meu, a Ele, a Sua Sapiência e Seu Infinito Amor.

Não Ousais pôr-vos maiores do que são pois não tendes força nem jeito para tal, vos digo eu, que sou o que chora como Madalena nas calçadas e ruas públicas quando é de chorar e que por pequeno que seja sou maior que muitos pelo que a Vida me Fez.

Deram por acaso, alguns do senhores da sinistra informação que veio a lume de que um embaixador de Portugal teria dado informação do que lhe parecera correctamente ser, uma anomalia na venda de mais armas dos que as necessárias por razão de número de efectivos, a Timor-leste?

Será licito perguntar-vos senhores, qual a quantidade deste ultimo sangue que corre em parte em vossas mãos?

É a vida e o seu valor displicentes para os Senhores? Tudo se faz e nada se passa, a fronteira da elasticidade parece sempre alargar para tanto mal feito e desatenção lá caber?

A Pai perdoa-lhes que eles não sabem o que fazem e vamos abrir-lhes os olhos para que vejam a luz.

Tu viste desde sempre, desde pequenino que me tentam colar o rótulo de arrogante a este teu filho. Começou em pequenino, quando aprendi a ver nas reacções alheias a acusação confundida entre o contentamento e o orgulho e arrogância a dedo apontadas, que nos tenta fazer mais pequeninos do que sempre somos.

Ah meu Pai, o contentamento contentado do saber fazer bem, do fazer bem, de ter bem feito e dizê-lo ao mundo, pois não é pecado o bom, nem se estraga quando propagado da mesma forma que existem muitas ajudas a que não se vê a mão. Não contradita o contente contentado que vai cantando o contento e o canto, a humildade.

Ah, que não, que mania de ser bom, baixa lá a fasquia, baixa-te lá à fasquia, que assim não pode ser, despertam em nós virulentas, negras e fatais invejas, a nós que temos tanto trabalho em fazer o que tu fazes com um estalar de dedos.

Ah meu Pai, que vi muitos assim a entristecer, a amarem-se menos, a definhar, a porem seus próprios horizontes baixinhos como cercas de pequeninos torrões onde vivos se enterram mortos a viver devorados por todos os medos e bichos papão da infância e das noites escuras como o breu.

Depois em pequeninos alguns os vi, já de janelas e portadas que lhes colocaram em seu ver, não, não podes ter feito isso, o descrédito no menos comum, no bom resultado, a impossibilidade congénita tão cedo formada de ver pequeno e de assim ficar na medida pequena da pequenez do ver, tão pequeninos logo os puseram.

Ah meu Pai que tu assististe ao que eu vivi, aprendendo, sobre o escalas de valores dos homens, de como o mérito e o bem-fazer, se ideais, tantas vezes eram contraditados pelas escolhas, selecções e prémios e o viste comigo acontecer em todos os quadrantes políticos, em todas as organizações, em todos os terrenos e sabes como eu sei por Ti, que o que diferencia verdadeiramente os homens uns dos outros é sua forma de ir ao andar, até que ponto o fazem em Amor pelo Amor ou nem por isso.

E cedo me ouviste a dizer dos prémios que recebia e dos diplomas, que pouco valor achava eu que eles tinham e os outros espantados a meu dizer, que um bom local onde eles ficariam era emoldurados nas paredes das casas de banho, como imagem do pouco valor que lhes ia atribuindo pelo pouco valor em que os via e nem sei Pai onde é que eles hoje andam se ainda comigo andam. E se era a linguagem de certa forma crua em sua juventude, não deixava ela de corresponder à leitura já feita na puberdade de que os valores, a escala, a avaliação que o suportava e consignava, parecia já cheia de falhas, de certa forma ao lado do verdadeiro saber, que o saber que se institucionalizava era um saber de pouco valor, com muito menos valor que o saber do conhecer directo e sabes Tu meu Pai, que nunca vi o ensino e o ensinar em forma de rejeição radical, que ele depende sempre de quem ensina, da qualidade dos afectos que estão por detrás do que se partilha.

E recordas-Te meu Pai, de quão rápido foi a aprendizagem da hipocrisia, de como muitos se agarrarem aos títulos académicos e outros para se susterem na vida e na cadeia de comando e do obedecer, como neste país se sempre se chamou doutores, e entre eles se tratam, a quem na realidade é somente possuidor de uma licenciatura.

E lembras-Te Pai, naquele dia em que a Latina Europa ganhou salvo erro na mesma edição três ou quatro setes de ouro, e quando estavas para recebê-los te viraste para alguns do júri e então e lhes dissestes, e os quatro que faltam e um deles não havia mesmo razão para não ser a Latina Europa a tê-lo, pois era indiscutivelmente algo que todos tínhamos feito e muito e de forma inovadora na altura fizemos, que eram os efeitos especiais, muitos feitos de forma artesanal como Mélies e mais tarde pelas imagens de síntese.

E lhes disseste isso, e viste na cara deles como eu vi, o espanto, como quem diz, a lata que o rapaz tem, recebe quatro e ainda reclama mais e mais uma vez te ficou o rótulo de arrogante, convencido e pobre e ainda por cima mal agradecido, quando eu falava do que seria justo. Ah velha estúpida culpa, que não nos permite ser e usufruir do saber o bom que somos, como se fosse pecado mostrá-lo, dizê-lo e portanto fazê-lo assim bem feito, como os bons naquilo que fazem são rapidamente encarados como suspeitos, como quem diz sem dizer, não, não, é impossível ser assim tão bom e o monstro verde da inveja sempre, sempre a insinuar-se na dobra da toalha das almofadas da mesa da vida onde fazemos em comum a partilha do mesmo pão.

Não me ponho perante vós nem mais pequeno nem maior do que sou, pois sei o que sou e sei pesar, medir, contar e comparar, nem o facto de afirmar e reclamar o que em meu ver se afigura de justo, me retira o que seja de humildade, porque uma coisa é sabê-lo, outro é pesarmo-nos maiores do que o universo inteiro, não confundais valor e conhecimento do valor com humildade, pois a pôr-se mais pequeno do que se é, se chama de falsa modéstia e falsa modéstia espelha a face da arrogância e de um falso valor que por se diminuir se torna outro lado do orgulho.

E Tu meu Pai que habitas no coração de todos os seres, assim os conheces e sabes o verdadeiro valor de cada um, não preciso eu de palavras para me dar a Ti a conheces e sabes ser infeliz verdade que assim os homens se põem grilhetas a si mesmos e se tornam pequenos e tornam o país pequeno.

E que nós somos a geração do Amor e Amando Amantes Vamos e desabrochamos cada um em seu verdadeiro e único tamanho dentro do Uno Tamanho do Amor Humano e que todos os hipócritas e todas as hipocrisias estão de antemão sempre condenadas à exposição e consequentemente a ruírem mais tarde ou mais cedo e se tornarem mero pó de fracasso, exactamente na exacta medida dos que assim preferem e optam por ir.

E pergunto-me eu nas vezes, porque é que em situações como estas onde por incúria morrem crianças, porque não levas tu, as de quem assim vai e vai deixando ir assim os assuntos dos homens nos dias, prenhes de mal.

E sei eu de Ti que És Pai Amante Que a Todos Ama Igual e que um Filho de um Pai que Vai Torto, não faz do Filho Torto, nem o Filho sendo o Pai e o Pai sendo o Filho, são um mesmo, e que cada um é em sua própria parte livre e responsável da forma como vai.

E sei que nem és Tu que os Levas, pois bastam-se para isso a si mesmo, vão-se às próprias mãos de seus pais, de seus filhos, dos seus irmãos.

Tenho eu o coração em perturbação e Tu que Nele Habitas o Sabes como eu, passam os dias, o verão se adentra e a saudade e a revolta de não ter neste tempo de privilégio Meu Filho a meu lado, aquece-me o sangue como lava quente pronta a eclodir e assim aprendo contigo também a paciência e o sofrer e sei que a vida não é nem foi por Ti Talhada para a dor e para o sofrimento e tanto sofrer fazem os adultos as crianças seus filhos sofrer.

Como Israel, tenho meu filho pela força afastado de mim, diferente de Israel quanto diferente é e vai Portugal, não comecei ainda aos tiros, nem tremeu a terra forte, nem o vulcão se incendiou à pressão, para o recuperar, e assim me deixo ir sentido encurralado como num beco sem saída, pois nem a democracia nos defende, nem fornece ao homem os meios próprios para se defender e esta guerra é desproporcionada, que nem o diálogo é possível, que assisto à execução de uma política de terra queimada, de actos consumados de terror e vejo-me como Pai impossibilitado de defender em proximidade e nos dias, Meu Filho, uma guerra onde a prepotência parece por vezes ganhar.

Meu Deus, Faz cair meus inimigos diante de Ti, Retira-lhes as Forças para fazer o mal, esvazia a negritude de seus corações, lembra-lhes que eles próprios são pais, que ninguém gostaria de ser ver em semelhante situação, que nenhum Pai gosta e fica tranquilo quando seu Filho é mantido longe de Si.

Eu Sei Que Tu Honras Teu Lado Na Aliança Como eu Honro o meu.

Aos Homens de Portugal, Entreguem-me o Meu Filho, Já!!!

Neste Tribunal do Espírito Eu Vos Acuso de desleixo e má condução da res publica

Com prejuízo claro dos mais fracos e inocentes, as crianças, de como a má condução da coisa publica, quando os interesses particulares se sobrepõem com regularidade ao interesse publico que devem servir, que a má condução se torna nas vezes fatal, que acabou o tempo da desresponsabilização dos actos de quem leva assuntos públicos, pois acabou o tempo dos segredos e tudo caminhará para a luz clara e transparente, pois ninguém quererá suportar mais seu imenso custo, que rouba a força anímica das Gentes, que trás a muitos sem esperança e faz de Portugal, o encalhado, que navega sempre com lastro da agua que entra em risco continuo do afundar, tivesse Portugal nascido ontem, e assim já teria sido.

A alguns outros acuso de maldade séria, intencionada e pensada em sua fria execução.

Malditos sejam vossos actos malditos, malditos sejam vossos actos malditos que ferem e criam danos ao Filho, que o sintam em vossa própria carne depois de se apresentarem a Deus por meio desta convocatória e de com ele conversar, pois o Pai em sua sapiência saberá com cada um, o trato e o melhor tratar.

E com esta sentença em forma pública são já duas as indemnizações que por justiça peço. A primeira relativa aos danos que provocaram a Meu Filho e a mim mesmo, e esta agora por danos provocados a minha liberdade de ser o que sou e vou sendo, de poder trabalhar e viver do rendimento de acordo com o que consigo criar.

E a brincadeira continua. Ainda agora a resposta do tribunal face ao que de novo pedi; a relembrar, fazer a mãe cumprir as prerrogativas que o tribunal lhe endossou, para que o pai possa ter acesso ao filho e o filho ao pai, a marcação de datas para poder levar meu filho a consulta e tudo o resto antes pedido não teve resposta. A resposta é simples e curta, aceita a posição que exprimi de recusa dos exames na forma em que foram pedidos e diz ficar a aguardar o relatório do Instituto de inserção social.

E brincadeira é palavra muito desadequada aqui, pois parece mais uma vez que o tribunal só decide sobre o que lhe é apresentado pela parte que me move a mim a acção, sobre o que vou requerendo, reina o silêncio como inadmissível resposta e começo-me a perguntar, com fundamento em soma de sinais que irei mais à frente detalhar, se não existirá aqui uma confluência de interesses entre a parte proponente da acção e quem a avalia.

E para que não exista confusão em relação a datas explico que vos atribuo quinze dias úteis a contar do dia da publicação aberta e pública destas palavras, o tempo para que me respondam positivamente, pois nem outro jeito ou saída deixaram a jeito, pela forma como se tem comportado, é aqui, em verdade, verdadinha, verdadeira, uma situação de quem cala em repetida omissão do ouvido e sem dar em volta mínimo sinal de resposta, em alma, consente. Quinze dias para perguntarem de cara a cara o que eventualmente tem a perguntar e resolverem de vossa parte como se vão comportar.

E que pela mão de uma figura do estado me tragam meu filho pela mão.

Não gostaria de imaginar, mas a atender à rota por alguns traçada sob o beneplácito e cobertura de muitos outros, parece-me que tenho mesmo agora que imaginar, que os senhores ousarão mais uma vez fazer orelhas de mouco, olhar de cego, e fala de mudo ao que aqui venho pedir.

Não vos porei eu na cadeia amanhã, nem se calhar haverão motivos para isso nem esta julgar se passa num plano único da múltipla expressão da vida, nem passarei toda a minha vida a desfiar os mesmos argumentos, pressupondo que já esgotaram os vossos todos, mesmo sem ter tido a coragem uma única vez de o fazer com frontalidade, e de que eu aqui responderei aos que ainda não tiveram resposta e que considere de responder.

E assim posto e assim sendo, eu por mim, depois desse tempo se esgotar porei por minha arte na Vontade do Pai uma espada invisível sobre a vossa cabeça, cada erro que vir custar sangue a terceiro, sangue vos fará ou fará aos que amam. Que um por um com Ele vá ter de imediato, pois trazem vocês o inferno na terra que é o local do paraíso.

Ou ainda como alternativa,

Vão de férias, vão de férias e amem muito, amem muito vossas senhoras, vossos filhos, tomem muitos banhos de mar, sol e iodo que vos lave a alma inteira e quando volteis, venham andando como homens, com brio e alegria ponham mãos à obra e comecem numa ponta e acabam na outra necessária.

Depois descansarão e as histórias contarão a partir desse dia, era uma vez, onde os homens de Portugal, um dia acordaram depois de andarem a dormir durante muito tempo, esquecidos de quem eram, alguns mesmo sonhando serem porcos, outros baratas, contavam as cobras.

Como sempre em vossas mãos, sendo que cada um tem duas, a escolha e o escolher.

E não ousem senhores, de qualquer forma e em qualquer jeito e em qualquer feitio, parar a louvável iniciativa que vem trazendo alguns homens das leis e da justiça na necessidade de aperfeiçoar o sistema, nomeadamente nas matérias da responsabilidade de quem detêm cargos públicos. Louvados sejam como sejam todos os que assim neste sentido, agirem.

Ah Senhora Teresa Figueiredo de Carvalho, trago na memória a senhora a atender seu telefone em nossa casa ao Pedro.

Hábito que desde muito tempo lhe conheci e que se foi enraizando através do tempo, o telefone a tocar e a senhora saindo do sítio onde os dois estávamos, enfiando-se em seu quarto de vestir, porta quase fechada, como se o conteúdo das conversas na meia parte que o era, não pudesse por mim ser escutado ou não se sentisse à vontade a meu lado. Fazia espécie a meu coração.

E se Pedro é também nome de seu irmão, na memória ficaram imagens de um tom diferenciado e distinto do trato entre irmãos, algo que resvalava para outras águas dos tons da sedução e do charme, uma oitava diferente da mesma Irmandande.

Seria tão simples se o Pedro com que nessas alturas falava, não fosse seu irmão mas um outro, que dá pelo nome de Santana Lopes.

Ouro sobre azul que explicaria em claros tons as águas das simetrias que ocorriam, mas à ausência do saber directo por si, dos laços seus, só mesmo o poderei intuir na reserva em que às vezes ficam certas intuições.

E é o pensar livre de pensar e se pensado de acordo com a verdade do que se vive, à verdade não faz nunca dano, e sempre contribuirá para a iluminar e depois chega sempre um outro que junta a vela que falta ao candeeiro para iluminar as últimas sombras.

E tendo sido ou não assim, de outras formas, ou com outras Gentes de permeio poderiam levar ao mesmo fim, e não sabendo em verdade certeira se como o escrevi assim terá sido, só resta dar em seu tempo certo, o conhecimento directo de factos que sustentam elevada hipótese de assim ser.

Pois sabe Senhora, na ausência da luz que cada um trás em si e que juntas iluminam os quadros, obriga-me a Senhora a todas estas deduções e até seria interessante como desafio meramente intelectual, caso não fosse a sua funesta natureza, o puzzle imenso que em se cruzou neste momento da minha vida, em que a parte que cabe à Senhora nesta complexa trama de cruzamentos vários, alguns cegos a outros e trazendo muitos em confluência num mesmo delta, a tentativa de meu aniquilamento.

A verdade a que tenho acesso, como sempre é a verdade, desvela sempre seu sentido naquilo que se nos desvela, e muitas vezes errámos, ou não ousamos extrair o sentido do visto, ao pensar, mais precisar para além do que se apresenta, como que uma falha de Fé naquilo que a Vida e o Viver em que Vivemos nos vai desvelando ao olhar e ao saber do coração.

Pois uma coisa trago eu certa, o ataque que me fez e faz e fez e faz a Meu Filho, a extrema arrogância que sempre desvelou em seu agir desvelou uma espécie de poder que se crê absoluto e impune em sua total extensão, que tem que estar montado em alguém que se crê e no qual a Senhora crê, muito poderoso no plano terreno dos homens e seus afazeres e por soma e dedução, tal terá que corresponder a um homem, que será um dos três laços que mencionou, de aparente grande poder e protecção várias e dilatadas na politica, e esta dedução é clara em Meu Ver.

Esteve o Senhor em Frankfurt na mesma ocasião?

E curioso é pensar que três laços existem e mais forte existiam nessa altura do tempo dos

Homens que a três trazia unidos, Paulo Portas, Durão Barroso e Pedro Santana Lopes. Uma simetria numérica. Um outro plano de um mesmo sempre, mesmo plano?

Estes três homens cuja história Futura de Portugal nem mencionará e que deram as mãos na formação e manutenção do governo de Portugal, as estenderam a outros homens que criaram uma guerra à revelia do direito internacional e que abriu num determinado momento do espaço-tempo a Caixa de Pandora, e essa guerra ainda aberta, se estendeu e continua a estender por todo o lado e o sangue correu aqui bem pertinho e uma dor e um clamor imenso se elevou.

Estes três homens se apoiaram em muitos e por muitos foram suportados e Todos deixámos seu fazer, acontecer.

Ah Senhora, que ainda ontem ao aqui escrever, me veio à memória uma gargalhada profunda e alta que cortou a conversa entre o Pai e o Filho e que me ficou marcada para sempre tão gritante e claro retrato foi.

Precisamente hà um ano. Nessa altura falava quase todas as noites com Meu Filho ao telefone por volta da hora de jantar.

Sete de Julho de 2005, seu dia de Aniversário. O seu jantar de aniversário, pelo ruído percebia-se que a festa ia grande e bem disposta e começávamos nós a conversar, quando uma gargalhada masculina tão elevada se deu, que tanto o Meu Filho de um lado, como eu do outro, nos perdemos pela acção dela.

Pensava eu em meus botões enquanto esperara que ele pudesse atender, bem sei que são seus anos, mas como é possível trazer tanta alegria, como que alheada da tremenda dor do dia de hoje.

Ah Senhora, eu nesse dia, nem creio ter sorrido, nem muito menos gargalhado, recordo-me é de chorar como Madalena, nesse dia uma parte de mim na cidade onde nasci explodira também.

E não deduzo eu Senhora, por piedade e por ser Mãe de Meu Filho, que tenha tido prazer em tal sinistro assunto, ficou-me só marcado a ferro, a diferença de mundos e de sensibilidade fruto do rumo que a Senhora tomou a partir de certo momento na nossa vida comum.

Sempre senti Senhora a partir de um momento de hesitação sua pouco antes das eleições, provavelmente quando da mudança de eleito e de cor partidária de suporte, que a Senhora se tinha muito bem ancorada, mas atentai Senhora e quem por detrás e a seu lado se deita, é uma força falsa esvaziada e vazia por Ferir o Amor e está Sempre Condenada à Derrota.

E vi o pior outra vez, Senhora, vi outra vez o pior na face do Francisco quando o cumprimentei no final da festa da escola. Sua face desde que me viu e durante aquele breve instante, foi de tristeza, misto de tristeza com receio desagrado, ou desagrado que era em parte receio, preocupação, tudo isto seu coração expressou em sua forma de me olhar.

E tinha eu e ele falado ao telefone, e ele estava contente por eu ir, e eu lhe dissera, o Pai vai um bocadinho para te ver, pois não lhe apetece estar muito tempo no colégio e lá fui ver os meninos apresentarem à vez de suas turmas e seus anos as suas habilidades em colectivo e mais uma vez me veio à memória quão diferentes as festas de fim de anos noutros modelos de ensino, onde as festas se fazem com a participação dos Pais com Seus Filhos, como um dia dedicado à brincadeira e onde se joga, onde ambos brincam, onde todos participam brincando, e aqui, o tão pobre, o tão lá à escola ao fundo, nós os Pais aqui a ver, que é este retrato da escola e da forma de levar a escola e o aprender das elites de Portugal. Pais distantes sentados em bancadas a ver os Filhos a brincar ao fundo e tanta a falta de afectos e do tempo para eles nas famílias, tão curto o comum tempo de seu caminhar.

E então deduzo, deduzo a partir da acção da Senhora com Minha Mãe e imagino o que o Francisco não deverá ter ouvido de alguns sobre o comportamento do Pai, mais uma vez, aquele a quem chamam louco e perigoso, por defender a seu Filho, pelo direito e dever de com ele caminhar nos dias.

Ah Senhora Teresa Figueiredo de Carvalho, porventura não tem olhos na Face do Coração para ver o mal que lhe inflige, no seu sonho desvairado de posse do Filho e do seu afastamento do Pai?

Porventura Não Vê a Senhora o Dano que desta forma Cria aos Dois?

O que a motiva assim, seu agir, uma vingança a qualquer custo, até à morte se necessário, contra mim?

Não lhe fiz eu mal Senhora, nem para ser suposto de merecer tal trato, trago esta certeza muita clara, para além e aquém do negro quadro que a senhora e muitos consigo aliados tem feito no sentido de me apresentar com um homem bruto, louco, violento, que foi para si um abusador e um violento enquanto em si Senhora lhe pintam a aureola da virgem santa, falsa, Senhora, tão falsa como a Senhora acreditar em Deus e tantas vezes nas alturas certas eu a ouvi em vão e em mentira O Invocar.

Curioso, como a distância nos faz por vezes o sentido. Foi certeira sua frase quando voltou de Frankfurt, uma das suas poucas verdades nesses largos últimos tempos do nosso comum viver...vamos criar um espelho mágico e pô-lo à sua volta para lhe mostrar como ele é mau... , pois creio Senhora pela natureza dos diversos ataques, sua dimensão e intensidade, que a Senhora terá conseguido reunir o apoio de um grupo constituído por Senhoras e Senhores que a apoiaram e apoiam nesse fazer, que depositaram seus lenços em seu aríete negro, alguns vendo como branco e rubro, outros nem tanto, porque trazem já em si seus corações enegrecidos, outros mesmo não, certamente como é o certo.

Um concilio e um conclave, um entretimento e um negro desígnio. Senhor padre, o que devo fazer, que ele não me faz mal, não se preocupe Senhora, invente, invente muito e fale muito, tanto que todos a vão crer, e não importa quem ele é em verdade, pois não... diga que ele é mau, que lhe bate, que é um bruto, que assusta o filho e por aí fora, não deverá ter problemas de maior, não aprendeu a Senhora com ele também a ser directora de comunicação, é isso aí, comunique, comunique muito, publicite, está a ver, as pessoas compram, que importa ser ou não ao engano, que importância tem em relação a seus objectivos...

Conhece-me a Senhora como palma de sua mão, assim me dei por amor a si em amando-a, desvelando meu ser, quem sou e quem não sou à medida do crescer que consigo caminhei ao longo de oito anos. Sempre lhe contei meu viver, o que me aconteceu, mesmo muito antes de a conhecer e sabe a Senhora desde sempre como pode utilizar esse conhecimento na forma de melhor me atacar.

E há uma imagem que tem sido em constância desde muito cedo dita sobre a minha pessoa na minha relação com as mulheres que ama e esse dizer tem assumido ao longo do tempo múltiplas matizes e cores e vi desta vez serem desenterrados através de impensáveis cruzamentos e alianças, o desenterrar de episódios antigos. O que me apercebi, nas sombras e na cobardia com que o fazem, leva-me a ter que recuar aos idos de princípios de oitenta. A seu tempo certo, neste texto será. Sempre percebi que foi preso por ter cão e não ter e que nestas matérias o recato que na mais das vezes reservei, acabou por me ser prejudicial na forma com que alguns me vêem e me pensam em julgamento dentro das suas cabecinhas visionárias da pobre e escura visão, e assim foram acumulando as falsas cores com que me pintam e que agora aos quarenta e seis anos a coisa chegou a ponto nunca visto, tem servido de pretexto para me afastar o filho, para lhe criar dano, retirando-lhe a possibilidade do convívio com seu Pai.

Acabou, o que está em jogo é demasiado elevado, para que me cale mais sobre estas matérias no que achar por bem esclarecer, na extensão e na antiguidade em que bem o entender e não creio que a Senhora pague como justa pelo pecador, pois para isso teria que ser justa e assim infelizmente não vai.

Deve a Senhora ter enlouquecido de um germe que corre em sua família. Contou-me minha mãe que a sua lhe terá dito em jeito de suma, depois da nossa separação, que a Teresa, tinha feito algumas asneira em seu crescer, mas que agora, tinha acertado, nem sei eu em quê, nem minha mãe o deve também saber.

Germe que diz na voz de sua mãe, que provavelmente o nascimento do nosso filho, seu neto, terá sido fruto de uma das suas asneiras ou erros. Mais palavras para quê?

Tremendo espanto, tão tremendo quando a Senhora me anunciou depois de acabar a relação, sem disposição de explicar o que fosse, vive e deixa viver.

Ao Senhor Pedro Santana Lopes, que calhou ser o primeiro neste Livro e nesta interpelação, já depois de se ter começado a escrita destas palavras, apareceu o Senhor declarando numa entrevista, que fora Durão que de certa forma criara a situação que atravessou durante o tempo em que foi primeiro-ministro, que fora ele, seu amigo de longa data, da faculdade, colegas de anterior governo dirigido pelo Senhor Cavaco Silva, que não quisera que o povo referendasse o seu governo porventura convencido que se candidatasse seria vencedor. Não o seria, as Gentes deram maioria ao PSD através da face de Durão Barroso, pois as eleições que temos na forma como as levamos, são por assim escrever em forma simplificada muito unipessoais, quando se trata de imaginar e avaliar quem poderá vir a ser o futuro primeiro-ministro. E aparece o Senhor na entrevista de olho tapado pela sua própria mão como um poeta ou um pirata cego, e talvez tenha razão em dizer que foi em parte traído pelo Senhor Durão, mas isentará em que medida, peso e parte suas mãos do que aconteceu, ou melhor do que não conseguiu fazer acontecer e certo é que muitos se juntaram contra si, para o derrubar da incubadora, muitos mesmo dentro do seu próprio partido, que deverão ter fortes razões de conhecimento directo da sua pessoa, para tal empenho em tal bem sucedido fazer.

E se na essência, e a questão e a sua avaliação antes de mais dos dois Senhores, não foram estas aventuras feitas em vosso quarto de brincar, foram em Portugal e por Vós foram cruzadas com o destino comum e por sua natureza, estão sujeitas ao escrutínio público e de cada um.

A minha inquirição neste ponto do contar é muito simples.

Qual é o seu papel na guerra que me tem feito? Está ou esteve nela envolvida? De que forma? Conhecia já antes do seu governo os escritos publicados no blog Ouro Sobre Azul?

Inspirou-se, ou copiou a partir de lá? E se não o fez directamente, foi tal feito pelos seus assessores? Foi a Senhora Teresa Figueiredo Carvalho nesse tempo ou em tempo próximo, um deles? Teve conhecimento de simetrias entre os escritos e ideias que apareceram na sua governação?

Que razão oculta teria Durão Barroso para lhe tirar o tapete depois de conseguir o que ele próprio e outros pretendiam? Foi um velho acerto de contas? A machadada que se quis definitiva na sua carreira politica?

Teve ou tem o Senhor alguma relação ou contacto directo com meu filho?

E fui Senhora entregar as alegações e recebi por fim as dos seus advogados neste processo que me coloca a Meu Filho e a Seu Pai.

E informou-me a Gentil Senhora da Secretaria a Quem Eu Publicamente Agradeço Seu Correcto Estar, e que me vem explicando o que consegue explicar à medida do seu saber, e a mais, não é exigido nem se pode exigir e que o Faz com Atenção e Respeito, que como as recebi fora de prazo, nem lhes poderei responder, que a resposta não subirá ao juízo, mas isto é diferente de não lhe poder responder, a si e aos que a suportam.

Tem sido mesmo em meu ver a único ser, uma Senhora, que tem carregado às costas todo o bem-fazer deste cruzamento com o sistema judicial, pois é a única que vejo cumprir seu papel, o de ajudar, o de responder, o de esclarecer, uma Senhora que trabalha na secretaria do tribunal, quem dera que a preparassem para Juíza.

E mais uma vez demonstrou a Senhora e os com quem vai, que não olham a processos para tentar levar a agua a seu moinho e demonstraram neste caso, pela natureza do vosso agir, de como resvala para a ilegalidade e o fora da lei secundado a vossos objectivos e decorrerá uma pergunta avisada.

Se para anular uma possibilidade de resposta, assim o fazem, quebrando a lei, o que farão e como a quebrarão quando vosso motivo for mais forte ou elevado na grandeza dos vossos egoísmos e mau fazer?

Dei aqui conta em texto anterior, como poderia ter sido o processo da operação, qual o laço que poderia ligar elementos que por proximidade pudessem perpetuar o mal feito e ficou-me uma outra linha do vivido a retinir em meu olhar.

Quando fui aos correios apresentar queixa. Uma simples simetria, de movimento, mas que com o tempo me parece mais plausível do que a que na altura escrevi, que foi quando eu cheguei, e depois de ter pedido ao balcão para falar com o senhor responsável, quando finalmente vou para entrar no portão de serviço, vem um carro a sair com a identificação de empresa pública matricula 06-44-Pi, pergunto ao carteiro que veio a meu encontro quem é, o senhor chefe de distribuição que me deveria ter atendido, peço o nome, responde-me João Pereira, João Pereira mais o quê, que não sabia, eu, deve ter um organigrama onde houvesse identificação mais completa, que não tinha.

Já passaram 8 dias da reclamação (na data em que isto aqui escrevia) e nada como resposta. Recordo que poucos dias antes, tinha falado alto no Posto das Necessidades, depois logo que saí da secretaria do tribunal onde me dera conta que deveria ter recebido as alegações da parte da acção contra, fui de novo lá para saber, porquê o aviso não me tinha chegado, não é lá, dizem-me para ir a Junqueira, eu a chegar, o responsável a partir.

Mera coincidência, ou um telefonema de permeio, plausível modo de fazer os favores dos que entre si se fazem favores para prejudicar um outro e outro, porque um outro, nunca vai só e o mal que a um se faz passa assim para outros, e tudo isto em nome de uma submissão, uma pertença, um medo de dizer não, ao que não se pode nem deve fazer, um sentido de impotência, que não vale a pena porque por todo o lado é assim, porque não se diz não ao assim ser, porque não são os homens, homens, e não se lhes proporcionou uma educação para o serem, por afinidade clubista e vamos lá tramar aquele só mesmo pelo prazer de tramar, por reverência sindical, por reverência partidária, que juventude politica partidária, da universidade xz, da loja xpto dos prazeres da maçonaria, da delegação do bairro da opus dei, ou uma outra qualquer ao infinito em que se protegem e se outorgam colectivamente e em grupo esses fazeres, pela calada, cobardes, sem mesmo dar a cara, eu sei lá quem é o senhor João Pereira, conheço-lhe lá eu a face.

E não ousai Senhores em afirmar que eu ao mencionar estas ou outras organizações, secretas, semi secretas ou abertas as dou como culpadas do que quer que seja, pois não confundo eu a Arvore com a floresta das pequeninas arvores e arbustos que as fazem e a Todas Elas Respeito Eu, Sua Existência.

São só exemplos de como as estruturas que ligam os homens nas vezes são mau usadas e as que tendem a secretismos, num mundo onde não existem mais segredos, tendem a proporcionar este andar e este estado de coisas, de como qualquer um numa posição de poder mesmo que em nível baixo e que tenha sob si qualquer espécie de subordinado, poderá comandar uma vil acção sem mesmo ser do conhecimento dos seus superiores.

E não posso eu dar voz de prisão nem ando armado para dar um tiro para o ar, nem tenho algemas nem distintivo para dar voz de prisão a nenhum e é o que não fiz a alguns que vou apanhando com a boca na botija e assim inquiro aqui.

Quem duplicou chaves, mais do que uma, da minha casa, com quem foram elas traficadas? Qual a relação da firma que entretanto se mudou, de nome pares, segundo informação, de peritagens de seguros e investigação no controlo que me foi feito em minha própria casa, com invasão repetida e sistemática de domicilio? Quem encenou um julgamento com requintes de tortura por meio de pistas plantadas? Quem tem os meios para criar um cache duplicado do real, via uma terceira aplicação, ou sua fiel cópia, e em rede acompanhar uma declaração ao vivo e em tempo real desse mesmo julgamento? Que poderes deram cobertura a nível de ips a estes eventos? Que poderes tem capacidade de indução de voice over em rede de televisão por cabo? Que poderes tiveram de ser consultados e com a anuência de quem, para que tal se possa ter feito? Quem proferiu ameaça de morte a mim e a alguns dos meus amigos? Quem de minha casa levou e trouxe, cassetes vídeo e de áudio e papeis? Quem encomendou “ o problema” na mercearia da minha rua despoletado no dia de S. Vicente? Porque aparece agora uma mercearia que é também uma taberna nas alegações da Mãe nos termos ,… tratava-se de uma taberna, com péssimo aspecto e muito mal frequentada, tendo o dono do balcão, assim que viu o Francisco, dirigindo-se a este apertando-lhe a mão, com a familiaridade de quem o conhece bem…

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