sexta-feira, junho 30, 2006

Maldito sejam vossos actos malditos, que eles voltem a vós mesmo antes de partirem, que quem levante a mão receba a estalada em si, mesmo antes de a dar, que quemvá picar se pique antes, que quem vai rastejar, caia antes

Corrupção, corrupção, corrupção de todos os tamanhos e feitios grassa por todos os lados, estende-se entre todos os locais desembrulha seu negro fio nas intermitências do Belo Viver.

É entrar, Senhorias, venham conhecê-la, só mais uma volta, vai um tirinho freguês, bata, bata forte na maçaneta, a porta se abrirá, a campainha tocará. Quem sou, ninguém, com quem vais, como todos e nenhum,

Oooiiiii, ooooiiii, arrrrr, que as bestas se infiltram por todas as frinchas, sempre um conhecido, sempre um mandado a fazer um pequeno favor ao mandante, oléos sujo da vida a tudo estragar e sujar, pensam bestas já mortas em vida quandto bestasa mortas podem pensar.

Eu vos renego, três vezes vos renego e caiam no chão, de joelhos já, levantem no derradeiro instante vosso olhar cego ao sol e desaparecem como uma nuvem que se vai.

Oouuuuu, uuuuuuu, sem pudor, assim é dizem-se uns aos outos, hoje eu ajudo-te, amanhã tu, pequena cadeia dos favores que desfavorecem outro, setas e setinhas nas seteiras dos castelos putrefactos e fantasmais.

Não existem, não existem, só sombras mortas que se crêem vivas. Estão por todo o lado, sempre um laço de divida do favor que se faz, falsas casas de porquinhos de palha, o vento a soprar, tudo a voar, nada resta de vós no fim aqui.

Impressionante. Ainda hoje dei conta mais uma vez como agem no vale tudo até tirar os olhos, pensam erroneamente, ah pois, pensai se tal vos fosse possivel.

Hoje cheguei a secretaria do tribunal da familia de Portugal , Lisboa e arredores Todo inteiro e o que dei conta, que mais uma vez um prazo processual fora queimado, desta vez na pérfida actuação de quem tem como função deixar em caixa de correio próprio, um aviso de correspondência e por acto transcendente não o fez, ou desviou o aviso ou colocou em caixa errada. Bravo, genial, ainda por cima quase impossivel de prova e lá fui eu aos correios para o averiguar e lá deixei eu um pedido de esclarecimento e de investigação no departamento da qualidade, qualidade da inqualificavel pequena manha, que obstou a minha possibilidade de defesa face ao rapto com cobertura legal de Meu Filho.

Porventura, alguma besta que vai com besta, ousaria pensar que eu deixaria de ir levantar um avaiso do tribunal referente ao meu Filho? É que nem o insinuem, pois se o fizeram hão de morrer pela boca da insinuação.

Como isto se fez? Giro 55, maior parte dos carteiros são da outra margem, almada, alfeite, barcos militares, serventias de marinheiros a comandantes? Uma ordem de serviço fora do tempo do serviço, pois uma vez servido sempre servido, viva a lei, viva a grei das máfias pequeninas como ratos que vos irão roer os sonhos quando dormem envoltos no suor gelado e gélido dos mal feitos, um comandante é sempre para obedecer e fica bem na folha de serviços da eternidade da vida finita dos corpos, abre portas, dá sorrisos, dá apoio em troca quando for necessário.

Quanto mais asneira e maldade fizerem mais se irão perder! Aceitam-se apostas.

Tambem sem mail, dizem as únicas mensagens que chegam de um postmaster da netcabo, a sua caixa excedeu o limite e está fechada, nem posso receber nem enviar, vou à página, apago algumas e nada se passa. Tento aceder à página que fala de novos gigas de espaço , uma, duas, três, quatro vezes e não consigo aceder. Espantoso, o trabalho a que se dão, o tempo, a dedicação que fazem nesta guerra que me fazem. Que as vossas caixas de correio dos que assim vão, ardam todas no inferno.

Aqui publico mais um requerimento, antes do requerimento final que por via deste foi protelado na sua conclusão, espertos, os chicos chocos, tudo sabem antecipar, pensam convencidos de múmias que são em seus sarcofagos de mortos já mortos.

Corrupção, putrefação, olha o dedo dele a fixar roxo e depois preto, grangena, grangena a grangrenar-vos a todos, observem ao deitar debaixo das vossas unhas dos pés, vejam bem a doença terminal a alastrar.

Agora volto à escrita do requerimento final, preparem-se para o ler!

Só malandrices, hoje foi dia de descobrir mais umas tantas.

…..


V. referência 1759400 com data no ofício de 22 de Junho de 2006


À Senhora Juiza da Primeira Secção do Segundo Juizo Do Tribunal de Familia e Menores de Lisboa.


Fui notificado ontem dia 26 de Junho, data da recepção do despacho enviado pelo Tribunal relativo ao processo nº 351/06.OTMLSB, do pedido que me endereça, se autorizo ou não, a realização de exames psicológicos sobre a minha pessoa, conforme o requerido pela requerente a folhas 110/111 dos autos nos termos do artº 178 nº3 da OTM, com a advertência de que nada dizendo, no indicado prazo, o meu silêncio equivalerá a aceitação, e anexa cópia do requerimento apresentado pelo advogado Pedro Dias Ferreira mandatário da requerente.


Para fundamentar a minha resposta, analisarei os seis artigos que tentam a fundamentação para requerer à minha pessoa, a realização de exames psicológicos.

Afirma-se no considerando primeiro que a requerente, aquando da conferência de Pais, pugnou pela consagração de um regime provisório de regulação do poder parental do menor, nos termos do artg. 175, n 1, da OTM, próximo daquele que veio a ser fixado, fundamentalmante por recear pela integridade psicológica, emocional e até física do seu filho, atendendo ao evidentíssimo estado de degradação psicológica e emocional do requerido.

Ora, o regime que veio a ser fixado, não é próximo do que foi requerido, a exatidão manda corrigir, pois de todos os pontos que a requerente requereu, só não dirimiu a favor dela o tribunal, a regulamentação das férias, e assim sendo, em rigor, não se deverá nem falar nem escrever próximo, porque é bastante mais do que isso.


No considerando segundo é dito.

Alertou, na altura, o Tribunal para o facto do requerido sofrer de bipolaridade, desenvolvendo, depois nas suas alegações, episódios que suportavam essa circunstância, bem como os factos que, indiscutivelmente, atestam a incapacidade do requerido estar sózinho a tomar conta do eu filho.

No terceiro, escrito está.

Ora, as alegações apresentadas nos autos da autoria do requerido e por este assinadas demonstram, à saciedade, que as perturbações psicológicas daquele são, porventura, maiores e mais graves do que a própria requerida poderia imaginar.

Meu comentário:

Ora, na palavra, imaginar, no final da última frase do segundo considerando, está a cabal demonstração da verdadeira natureza desta acção que se sustenta num total imaginar da requerida, pois,

Não possui a requerida nem seu advogado formação, nem carteira profissional para o exercicio de psiquiatria, que os permita por saber e prática em forma formalmente habilitada e regulamentada, a avaliação de um perfil ou de um comportamento psicológico.

Não possuem carteira profissional no domínio da psicologia, que nem médicos são ainda considerados em Portugal e não possuem uma Ordem, onde nomeadamente exista um conselho deontológico, onde se avaliar e julgar uma queixa apresentada por um Cidadão.

Foi um facto que na conferência foi feita uma rápida e breve alusão pela voz do advogado Pedro Dias Ferreira, como um bucha metida na conversa, como quem não quer dizer mas diz, que eu o requerido sofria de um bipolaridade, e de acordo com o que escrevi na memória da conferência, duas coisas sobre esta matéria estranhei, de tal forma e jeito, que a inclui e comentei nas minhas primeiras alegações.

A primeira, foi o facto de o advogado só ter isso e assim como acima citado afirmado, sem apresentar nenhum facto, episódio, ou feito alguma prova do que afirmara

A segunda, com o facto de a Senhora Juiza não ter proferido nenhum comentário ou advertência sobre o modo, como este argumento esvaziado de qualquer substância que lhe desse suporte, foi apresentado, e ao não ter ele, nenhuma outra substância que a palavra então proferida pelo advogado, resvala para a insinuação e as insinuações não são saudavel base do julgar.

A falta de apresentação de factos e provas que sustentem esta afirmação, conjugada com o facto de nem a requerente nem seu advogado estarem habilitados a proferir julgamento técnico sobre estas matérias penso ser motivo maior e suficiente para que a minha resposta ao que o tribunal me pede que autorize, ser negativa, mas não o farei ainda antes de continuar a análise e resposta aos restantes considerandos, pois eles são profundamente elucidativos das verdadeiras intenções e dos processos iníquios onde assentam.

Pois é afirmado que as minhas alegações atestam a incapacidade de eu estar sózinho com meu filho e que elas provam a minha degradação psicológica e emocional.

Esta intenção, é em meu ver muito grave, e creio ser dever do Tribunal ser travada no menor espaço de tempo possivel, pois, o que pretende agora a requerente, é a aceitação pelo Tribunal de que eu não posso estar com o meu Filho sózinho por natureza de perturbação psicologica, o que se trata antes de mais, de uma inadmissivel tentativa de quebrar o direito de privacidade que existe por natureza e pelas leis garantido entre um Pai e um Filho, entre um Filho e um Pai.

É tambem um passo em frente na estratégia que vem sido paulatinamente implementada de separar o Filho de seu Pai e o Pai de seu Filho, sendo que os Filhos são inteiros e assim devem ir, e portanto não devem ser separados nem da Mãe nem do Pai, mesmo quando os dois se seperam em seu quotidiano viver.

É agora este pseudo argumento eleito como travamento do que a acção inicial não ousara ainda dizer em seus argumentos, de que é intenção, por via do que até ao momento é mera insinuação, que o estado do pai, coloca em perigo o filho, justificando assim que não podem estar sózinhos.

E toda esta análise é retórica e infelizmente sem consequência correctora dos dias, pois estão o Pai e o Filho já separados pela Mãe e pela via da força da imposição unilateral, desde fins de Dezembro de 2005 e por força de decisão de Tribunal desde finais de Janeiro.

E só ontem dia 25 de Junho de 2006, recebeu o Pai um telefonema da Mãe a avisar, palavra dela, que o Filho ia ter uma festa na escola, sem que durante o periodo de tempo que mediou entre o dia da conferencia e da consequente sentença passada, ter dado algum passo que fosse, no sentido de dar provimento ao cumprimento que nestas matérias o Tribunal tinha disposto, que recordando, foi, que caberia à Mãe a decisão e a autorização do regime de visitas do Pai ao Filho, sem nunca o Filho poder pernoitar em casa do pai.

Ou Seja, o Filho que já fora afastado do Pai desde Dezembro, continou a ser afastado desde a decisão do Tribunal aquando da conferência que se realizou em 22 de Março.

E líquido é, que a sentença do Tribunal face ao conferenciado, formalizou e possibilitou a manutenção do afastamento entre dois e é igualmente claro que que a decisão do Juizo não foi pela Mãe acatada na forma que o Tribunal a definiu.

Tambem não se entende e portanto não tem sentido a redação dada ao considerando segundo a a partir da palavra desenvolvendo que de novo transcrevo.

…,desenvolvendo, depois, nas suas alegações, episódios que suportam essa circunstância, bem como os factos que, indiscutivelmente, atestam a incapacidade do requerido para estar sózinho a tomar conta do filho.

Pois episódios não se desenvolvem em alegações, que neste caso são pensamentos escritos que assentam no modo de ver de quem o vê e o escreve na forma em que o escreve e o pensa, pois, as alegações, quanto muito e em parte, narram e descrevem episódios.

E sendo um episódio, distinto do seu contar, a alegação, não é um episódio, e não o sendo, não pode por falta de radical substância, sustentar em minima forma que seja uma demostração de bipolariedade e é evidente que estamos mais uma vez perante um imaginar da parte requerente, ainda por cima com falha na lógica.

Nem está sugerido ou demonstrado que um quadro de imaginária bipolariedade, obstasse pela natureza da desordem ou perturbação bipolar, assim lhe chamam os médicos, a que por essa razão ou pela razão da natureza da perturbação, que o Pai fosse incapaz de estar sózinho com o Filho e dele tomar conta.

E semelhante raciocínio, com a devida adaptação, esvazia tambem o considerando terceiro, que ousa avançar em maior profundidade com a pedido de diagnóstico, com que os que requerem se outorgam por moto próprio, autoavaliando-se preparados e capazes, sustentando que as minhas alegações atestam uma gravidade das perturbações psicologicas maiores e mais graves, do que a própria requerida e lá rematam, poderia imaginar.

E está escrito e diz o considerando quatro:

Com efeito, e só para que se perceba o alcance da desfocagem do requerido em relação àquilo que verdadeiramente se discute nos Autos, atente-se na primeira página das suas alegações em que se dirige a :

A Todos Os Seres do Mundo
Aos Anjos
Ao Arcanjo Miguel
A Deus, Minha Mãe, Meu Pai
Em Espírito Santo, Assim me Guie Tua Mão neste meu julgar

E acrescenta no quinto:

Os exemplos são constantes ao longo da sua exposição, abstendo-se a requerente de citar mais, até porque a verificação do estado de degradação psicológica e emocional a que o requerido chegou a constrange e entristece.

Senhor Juiza, Senhora Requerente, Senhor Advogado, nunca eu me senti mais lúcido do que neste momento da minha vida, pois é da defesa do meu filho e da Fé de acreditar que poderei compôr o dano que lhe fizeram e fazem, que se trata, e este é assunto para mim capital, pois não abandona um Pai um Filho nem deve deixar que lhe façam mal e esta tem sido uma das minhas piores provações, porque o dano está feito, continua a ser feito e eu estou ainda impedido do seu cuidar e curar, tudo porque não jogo na mesma moeda, não recorri a prepotência do facto consumado, nem peguei numa espingarda para dar um tiro na requerente, nem tal me passou ou passa pela cabeça, mesmo quando a revolta de ver que quem age dentro da lei do Coração e dos homens sai prejudicado e neste caso, uma criança tambem.

E o curioso é que a escrita, as formas de escrever, as palavras que se escolhem, tudo junto desvela o pensar e se bem visto, a intenção do pensar, que por detrás disto tudo junto mais outras tantas variaveis, como aquelas que estão no campo do receptor, neste caso leitor, fazem o comunicar e o perceber e o entender.

E a intenção por detrás do pensado desvela por sua vez a vontade e os caminhos que cada um escolhe para concretizar a sua legítima vontade, sendo que numas vezes o fazemos em formas legítimas e outras não tanto e cada um escolhe e é responsável de como vai, age e faz.

Pois é forte a expressão usada … estado de degradação psicologica e emocional…

É uma, como já demonstrada, indevida avaliação, que abre a porta a um pedido de indeminização por danos morais e de imagem, pois me afirma como um homem degradado, sem mesmo explicitar o que entende por degradação.

Mas chamar a um homem degradado e sustê-lo no que cita e noutros muito exemplos que diz existir, sem os citar, é um Atentado à Liberdade de Expressão e seu Usofruto, à Liberdade de Pensamento e a Liberdade de Crença Religiosa, que são princípios consagrados na Constituição Portuguesa.

Pois é Livre Todo O Homem de Se Exprimir e na Forma Que o Entender e Sábio É Aquele que o Consegue Fazer Em Sua Máxima Extensão Sem a Um Outro Ofender.

E a Sua Liberdade de Expressão e de Se Exprimir Permite ao Homem Escrever os seus pensamentos na extensão e de acordo com a indidualidade que cada um é, em seu Crer, seu Ver e seu Viver e Conhecer e deverá Sempre Um Outro e Entre Si Se Respeitarem.

E É Todo O Homem Livre de Pensar na Forma em Que Lhe Aprouver Pensar e de Expressar o Pensado na Forma que O Pensou e Todo O Homem Não só Pensa Como é Pensado, mas não creio Senhor advogado que me possa acompanhar nem a este patamar do vivido que se sabe pensado e que nas vezes se Expressa quando o Expressamos ou ainda quando Ele nos Expressa a Nós. Por palavras prosaicas, demasiada areia para a sua camioneta e se o Senhor tivesse a necessária inteligência já se deveria ter posto no tamanho do seu lugar que é também o tamanho do seu ser.

E Se Um Homem, por exemplo, pensa escrever algumas palavras com Maiúsculas como agora acabei de fazer à própria Palavra e assim a grafa incorre em quê? Ou não terá e tem a liberdade de o fazer?

São passiveis de penas, justificam uma situação que se pretende fazer crer de impossibilidade de o Pai poder estar sózinho com o Filho?

Em que articulados, artigos ou códigos, em que leis, justificam um Filho ser afastado de um Pai, um Pai ser afastado de um Filho, pelo eventual não cumprimento das regras do escrever?

Ora esta, Senhor advogado de tão pequeno ver, repare que uma letra, é antes de mais uma representação de um som e é feita por traços, uns aparentes rectos, quanto é impossivel fazer um traço recto, outros visivelmente curvos e que todos são linhas e linhas são meios que trazemos para andar, reconhecer, relacionar o espaço que somos e onde nos movemos, mesmo quando na aparência estamos muito quietinhos e que as linhas que desenhamos são como os passos que deixamos aqui na vida na terra e acrescente ainda que linhas servem e fazem rotas, que é diferente navegar ao vento ou bolinar, da mesma forma que a relação da nossa posição com o vento nos faz desenhar por consenso uma rota, que se já lá estava o mar quando nascemos, numa qualquer linha por ele navegamos e sendo o vento vento e nós nós e sendo o vento nós e nós o vento e tudo o mais, cada linha, sua pseudo recta ou visivel curva, conta em si uma história única, mesmo que quem a leia não a perceba ou se dê conta consciente de que a percebeu e depois junte ainda o dobro de tudo isto porque é o que aqui se passa, um mesmo acto duplo, entre o que escreve e o que lê.

E depois pense ainda que a escrita tem tambem um lado gráfico que a exprime e nela exprime e que desde longa data que se sabe dos homens brincarem em sua liberdade com carvões e rochas onde desenhavam o que viam da forma em que o conseguiam, pois a escrita é sempre uma mediação, um acto que medeia, participado pelo menos por dois, quando outra a lê, e que o Senhor, pela feliz graça da Vida é diferente de mim e por isto eu Louvo. Por palavras prosaicas, se tudo isto é verdadeiro de se afirmar, o entendimento pelas palavras tende sempre a ser o minimo, convêm que pelo menos o bastante para que entendimento se faça e a Verdade emerga frondosa como ela sempre é.

Porque Todo O Homem É Livre de Escolher Livremente a Sua Crença Religiosa da Mesma Forma que Pode Dizer Que Não a Tem e Lhe Garante a Constituição Portuguesa Tal Direito e Protecção.

É Minha Crença Religiosa

Que Todos Os Seres do Mundo São Irmãos e vezes tem em que escrevo em Todos os Seres Irmãos pensando

É Minha Crença Religiosa Crer nos Anjos e nos Arcanjos

É Minha Crença Religiosa Crer Que Deus é Femenino e Masculino, Que Tudo Por Ele Foi e é Criado e que Tudo e Todos São Assim Seus Filhos e por esta razão da Sua Natureza Assim Lhe Podemos Chamar, Meu Pai, Minha Mãe e sei de que os Homens O Chamam de muitas maneiras e todas as Palavras que O Nomeia, trazem em si uma raiz comum e apresentam-se multiplas como Ele É e a mim Nenhuma me faz especie ou qualquer desagrado, pois este É o Tamanho Exacto do Coração

É Minha Crença Religiosa Respeitar Todas as Crenças Religiosas e em Todas as Imagens que o Homem Tem do Divino.

É Minha Crença Religiosa Crer no Espirito Santo que Nos Ajuda e Conduz e Ilumina E Lhe Peço a Mão Quando Assim o Sinto de Pedir.

E julgar todos julgamos sendo advogados ou não advogados, que foi profissão que minha Mãe sempre me aconselhou em seu ver desde pequenino e que julgar nem sempre implica sentença e nem sempre sentença implica condenação e nem sempre condenação implica pena e se cumprir.

É e em meu julgar muito grave que o senhor tendo afirmado existirem tantos outros exemplos, tenha escolhido este em particular, que eu na Alegação, que o senhor grafa com maiúscula a seguir a uma vírgula, quebrando a regra gramatical e o mesmo faz a Autos, ao assim escrever a palavra

“… prova a saciedade, que as perturbações psicologicas são graves,,,” ( extraido do considerando terceiro); “… abstendo-se a requerente de citar mais, até porque a verificação do estado de degradação psicológica e emocional a que o requerido chegou a costrange e entristece.” ( extraído do considerando quinto), para depois como um equilibistra bêbado que se pensa no ar mas está no chão e escorrega na casca de banana da banana que acabou de comer, extrair a sua conclusão, que enuncia a vontade da requerente “…atestam a incapacidade do requerido para estar sózinho a tomar conta do seu filho.” (extraído do considerando segundo).

Pretenderá o senhor quebrar um direito e garantia constitucional que a Constituição Consagra e Garante aos Cidadãos?

Pretende o senhor levar o Tribunal a uma impossivel semelhante atitude, baseando seu pedido numa forma de Crer religioso e da sua Expressão, no modo em que a exprime, dentro da liberdade de expressão?

Não só não cumpriu a requerente o disposto pelo Tribunal no sentido de garantir o acesso do Pai ao Filho durante este tempo todo e assim o impossibilitou, para vir agora tentar com uma demonstração completamente esvaziada, não sustentável, nem em pensamento jurídico nem nos processos, nem minimanente demostrando a veracidade do que afirma, tentar que o Tribunal regule a impossibilidade do Pai estar a só com o Filho levantando ainda a infame insinuação que o Pai no entender da Mãe poderá pôr em risco o próprio Filho.

Escreve o senhor na qualidade de um dos advogados da requerente no considerando segundo…” o evidentíssimo estado de degradação psicológica e emocional do requerido.”







E não tendo sido evidente tal demonstração em seu argumentar, diria mesmo, nada evidente nem nada de evidência, não posso deixar de lembrar que uma degradação psicologica e emocional ocorre quando parte do ser e das suas relações, que tambem o fazem e o constituem, são afectadas, e a acção e os processos da requerente para isso contribuem pois é obvio que quando uma família, alguns dos seus elementos são uns dos outros afastados a força por outros, uma degradação psicologica e emocional ocorre, que afecta todas as partes que a constituem.

E se este agir provoca este resultado, será o mesmo dizer, que este agir visa exctamente a degradação psicologico e emocional de algumas das partes que sempre constituem familia, mesmo quando separada.

Em meu julgar é clara a intenção de dano e dano sério na forma como a requerente e seu advogado vem gerindo este processo, pois é claro que não foi bom para o Filho desde a conferência não ter tido acesso ao Pai nem o Pai a ele, que foi o que aconteceu nestes quase três meses e demonstra esta situação vivida, que o que em parte dispôs o Tribunal, não resultou e se assim tambem o considerar, deverá o Tribunal prover a uma outra solução, pois a justiça tem tambem que ser eficaz na correcção dos danos a quem os sofre.

E se a Mãe já lhe conheço esta via, começo a perguntar-me porque é que o senhor advogado tambem assim vai, pois as suas duas alegações até ao momento tem em si um estranho tom que sobressai de expressões de escrita sua de romanesco jeito quando, por exemplo, remata a frase da degradação ao que o requerido chegou, com a descrição da rica paisagem psicológica interior da requerente nos seguintes termos; constrange e entristece a requerente.

Depois em jeito de primeira suma concluo que o raciocinio da argumentação que redigiu não tem a minima sustentação nem poderá por essa razão ter algum crédito e não me recordo de si como pouco inteligente, aliás tenho andado a puxar pela memória a ver de onde o conheço e creio ser tambem do icep, que é onde trabalha a requerente.

Depois penso, se o senhor é normalmente inteligente e dando-se conta da fragilidade do seu argumentar, o que poderá então levá-lo a assim agir.

Disse a Mãe já depois da separação na presença da psicologa senhora Teresa Maia e do Pai que já vinha tendo três laços e me pergunto se não será o senhor um deles.

Existe uma enorme diferença entre o senhor e mim. O senhor insinua e insinua como sempre são as insinuações, balões cheios de nada. Eu não, não insinuo, inquiro, inquiro frontalmente se o senhor não é um deles, um cavaleiro que se pôs a defender a grande dama do mau e negro dragão que aterroriza senhoras e criancinhas, assim é o tom infeliz e deslocado desse imaginar, palavra, que é o próprio senhor a colocar na boca da requerida. Só que esta imaginação e imaginar e é fruto de uma imaginação doente e perversa, que desta forma e neste agir cria danos a meu Filho.

E me cria danos a mim, pois é verdade que tem tentado degradar-me psicologicamente e emocionalmente e quem geralmente o faz a um outro, dependendo da medida e do modo, se chama nas vezes torcionário ou torturador, como se chama nas vezes tortura, a actos que visam esse fim e provocam esse resultado.

As alegações assinadas pelo senhor, portanto presumivelmente por si escritas, são alimentadas como não podiam deixar de ser, pelo que a requerente lhe vai contando, e de facto tudo o que lhe conta é um continuo negro imaginar. Se existem dragões nesta história eles serão brancos e bons, já a dama assim não vai.

Diz o último considerando, o seis:


Pelo sumariamente exposto e atento o teor das suas próprias Alegações, julga-se ser da maior importância e, por iso, absolutamente pertinente que seja determinado a realização ao requerido dos seguintes exames:

a) realização de exames psicológicos ao requerido, tendo por objecto a avaliação da peronalidade e do carácter do requerido, a dinâmica da relação recíproca com o filho( cfr. Artigos 178º, n3º, segunda parte da OTM, 578º, nº 2, do Cód. Proc. Civil, ex vi, artigo 161º , da OTM);

b) Requere-se, em conformidade, seja requesitado ao INML a designação de dia, local e hora para a realização do exame(cfr.artigo 586º, nº 2, do Cód. Proc. Civil, ex vi, artigo 161º,da OTM)

Termos em que, junto este aos Autos, se requer a V.Exa. de digne admitir e ordenar quanto ora requerido sob o nº 6º

O advogado
Assinatura ilegível

Pedro Dias Ferreira

Meu comentário final a esta imaginação:

Ora, olho, que aparece a palavra, ora, colada a requerido. Ora, não é, agora requerido, ora, é um acto de oração, o que não deixa de ser um erro curioso para quem diz que um Homem expressar a sua crença religiosa é prova da sua degradação psicologica e emocional.

E ora o advogado o pedido, em seu considerando número seis, que entenda cada um do significado e da prova, no alcance em que conheçe os números.

Senhor Pedro Dias Ferreira, autor dos considerando com que pretende que o Tribunal me inquira se dou ou não dou a minha autorização para me sujeitar a exames psicológicos.

Desde longa data tentam em mim colar a imagem de um Homem que vai desiquilibrado, e desse dizer, fazer e tentar já eu dei conta por extenso nas alegações e em mais extensão sempre o poderei fazer, e eu próprio dei conta de uma vez, logo após a separação, de admitir que quem veria a pedir uma avaliação psicológica seria eu, para demonstrar a minha sanidade mental, se continuassem a insistir no contrário.

É-me claro que isto faz parte da estratégia com vista a me afastarem o filho e eu dele e é exactamente isso que nunca vos Permitirei.

Analisei em detalhe, com atenção e respeito a sua argumentação e duas hipóteses me nasceram no coração, ou o senhor está de alguma forma e de acordo com alguma tipificação, insano, ou para lá rapidamente caminhando, facto amplamente comprovado nesta sua alegação, ou então, uma profunda motivação de outra natureza o move, talvez o amor a uma dama e contudo nem assim tão simples se me afigura o caso, pois por detrás de si está a senhora advogada Vera Adão e Silva que foi da comissão de honra da candidatura de Mário Soares e o fio logo aqui se enrola e se estende por vastos mares.

O que encontro na analise não merece que eu aceda favarovalmente ao pedido que o tribunal me endereça no seguimento da sua exposição. A exposição e seus tíbios motivos e ossos não o merece, não faz merecer tal acto da minha parte.

Precisava de ser mais homem, comportar-se melhor e saber mais e nada disto desdita que quando eu entender, no momento em que eu assim o entenda, de pedir eu próprio a uma junta que me avalie.

E em meu ver e julgar, é o senhor actualmente co responsável com a requerente no afastamento que foi provocado e que dura desde Dezembro de 2005, por extensão é responsável do dano que lhe cria e me cria a mim, é responsável pelo dano que cria ao Amor.

É cumplice de rapto e de ajuda na manutenção do sequestro.

Orou o senhor em fraquinho, fraco, fraquissímo, e nem sei eu a quem ora. A Deus certamente não será. Deverá ser mais ao diabo que querem fazer crer a terceiros ser eu, pois desenganem-se, porque é velha história conhecida de Todos como ele e seus adoradores se disfarçam de Santos para enganar as hostes, pois um dos seus outros nomes, é o enganador, o engano, o que prepositadamente engana, e para melhor fazer e armar as confusões dividindo os corações dos homens, se disfarça do que não é.

E tenho tambem eu Orado muito sobre estas matérias e sei que O Divino Deus Trás em Si Ideias Muito Claras sobre estes assuntos, que quando um dos pais age no sentido de afastar um filho de o outro, provoca sempre dano ao filho e que assim ir, é mau agir, que provoca, dores e danos e nas vezes revoltas e violências e que quem ajuda a que assim aconteça na mesma vai e faz.

Em meu Ver a Fala de Deus e Sua Jurisprudência é muito Clara, pois sempre O ouço lembrar os homens, vejam quem afasta o que não se pode afastar, investiguem as razões que levam a agir quem assim age.

E me Recorda Ele em Sua Suma, uma Familia É Sempre Inteira Mesmo Quando Partes São Afastadas ou se Afastam, Todas as Partes de Certo Modo e Em Modo Certo, se Participam, E Todas São, Estão e Vão Sempre Ligadas Pelo Eterno Amor e o Que Se Participa é de modo e jeito certo Um Mesmo que se Irmana Numa Mesma Semelhança Ou Igualdade e É Sempre Distinto e As Partes Estão de certa forma e na medida certa No Todo e o Todo nas Partes.

E não se atreva mão humana ou não a separar o que o Amor Criou e Cria.

Senhor advogado Pedro Dias Ferreira, não sei se é o senhor um dos laços da requerente nem me interessa saber até ao ponto em que isso possa afectar meu Filho, pelo caracter e comportamento que poderá ter em seu acompanhar.

E perguntou muitas vezes o Pai à Mãe quando por ela foi informado, quem eram os laços e de mesmo modo pretendeu saber se a Mãe tinha ou pretendia refazer familia onde meu Filho em parte vivesse, e sempre se remeteu a Mãe para uma atitude de silêncio face a estas matérias,comportando-se como se uma adoloscente fosse, com um breve, não te digo, para que queres saber? Ao que eu sempre respondi, porque a tua vontade determina tambem em parte o viver de meu filho e parece-me normal que qualquer um dos pais goste de saber com quem seu filho anda, quem está a seu lado, que dele por vezes toma conta, quando assim se refazem partes de famílias, e, qual a razão e a necessidade de o esconder?

Qual a intenção escura que está por detrás do querer esconder?

Não sabe mas lhe vou dizer a si senhor advogado Pedro Dias Ferreira e a quem ler estas Palavras, o que Meu Filho Falou e Disse poucos dias depois da separação no colo da Mãe, seus braçinhos em volta do pescoço dela, dando-lhe assim sua protecção e Meu Coração Disparou aos Pulos Quando seus lábios disseram perguntando-me, Pai, Tu não vais mandar prender a Mãe, Pois Não?

E eu contente e orgulhoso a ver Meu Filho Pequenino a Mostrar Sua Coragem e Seu Valor, mesmo em forma tão errada, me abismei no abismo de tal dizer e perguntar.

O que é que Meu Filho quereria dizer com o que disse, o que é que ele viveu, participou ou viu com sua Mãe para que em seu saber, tal possa ser alvo de pena de prisão?

E que ideias lhe teriam metido em seu pensar que o Pai iria ou poderia ir fazer mal à Mãe?

E tudo isto me levou a grande e extenso inquirir, algum novo saber e muito aprender e o que vi, foi um escuro tapete trançado em fios de dores e de sangue com o que suspeito, incluirem alguns crimes de sangue, que pela Lei dos homens deverão ser investigados e responsabilizados quem os praticou. E algumas mortes passarão a ter outros sentidos e deles darei conta a meus Irmãos em seu saber, pois é Palavra que se está ainda e vai ainda se escrevendo.

E tudo isto se passa também no Universo dos Pais, dos Filhos e das Crianças, como não poderia deixar de ser, pois Somos Todos e Tudo Substância da Vida e de um mesmo Viver.

E em dia recente pela minha escrita, disto dei em parte conta dizendo que os crimes não ficariam impunes no Olhar de Deus e parece que se levantou uma alucinação colectiva e no meio dela alguns levantaram a voz e desvelaram dessa forma sua verdadeira face e eu lhes agradeço, agradeço, e digo-vos que gastaram dessa forma vossas últimas balas, que vossos carregadores estão completamente vazios e que não existe para vós qualquer tipo de recargas, que por mim irão ser interpelados, e que ao contrário do que alguns tanto fazem para outros crerem, não rezei eu pelo vosso mal, alguns nem conhecia seu rosto a mim ligado e ao que parece pelo que entretanto vou escutandoi a quem chega e os conheçe, que os Leva Deus a muitos, doentes, com cancros.

Sabem porque tem cancros? porque metem para dentro o que tem de pôr para fora e porque vos falta a coragem para isso, para dizer olhos nos olhos, cara na cara de preferência em serenidade e com cordialidade sem ser manchado pelo vosso fel e pûs.

Quantas vezes eu vos avisei? Mais de que uma, duas, ou mesmo três? Puxem bem da memória, quantas vezes eu vos disse que sou um Homem de Paz e Pela Paz e que parassem a guerra que me vem fazendo desde quase que nasci?

Não sabem ainda porventura algum de vós que eu sempre lutei, luto e lutarei contra os compradios que visam dano a um ou a muitos. Não me tem visto vós ao longo da vida a defender quem era atacado?

Pensarão porventura que cada um de nós esqueceu ou alguma vez esquecerá a Memória dos vossos danos a quem O fizeram e que não Esquece Nem Nunca Esquecerá o Coração Sua Face do Justo e da Justiça e Que A Justiça do Justo Amor Justo, Sempre Vencerá?

Não vos pedi eu, aqui neste Altar do Mundo, que viessem ter comigo e me contassem a verade dos vossos agires? Não vos interpelei em diversos planos para tal vosso fazer?

Não aqui escrevi que queria que viesse ter comigo um representante do estado e ou do governo?

Ousais pensar que eu não tenho autoriedade e tamanho para pedir o que pedi em forma sempre humilde? Ou ousais pensar o não responder ao pedido, e o descrédito e o escamotear, em vez da merecida e avisada importância?

Porventura pensareis que eu sou cego e que não vi as inviesadas tentativas de aproximação, que vós fazem sem mesmo fazer, pois, nunca descem de vossos tronos dos poderzinhos em que se crêem, e vêem como que diz, aqui estou ao fundo o lhar distraído o infnito, se quiseres vem cá ter comigo e prepara-te para primeiro beijar a mão e prestar vassalagem.

Nunca chegam frontais e decididos e humildes desvelando a vontade, aqui estou, vamos lá resolver isto, não, não poderia ser assim pois vão vazios e sustentam-se na arrogância e a arrogância comanda o acto e o agir sempre isuflado, parecem baloezinhos a subir a subir, até ao dia em que caiem redondos vazios e reais no chão que eles próprios cavam na ausência da coragem de serem o que querem ser e de saberem lidar com as consequências e assumirem suas responsabilidades.

Oh Meu Deus, como estão errados, como erreis!!! E ainda por cima tentam sobre mim dizer, de que sou arrogante ou um hitler? Malditos sejam vossos actos malditos!!!!!

Porventura tereis ainda a menor linha de dúvida que é exactamente tambem isso, o que eu Pelo Amor dou Combate? Às zonas de sombra, à não clareza nos assuntos, aos negócios semi escuros e velados ao olhar de muitos, onde se fazem trocas e acertos fechados ao olhar do mundo.

Não aceito tais negócios nem forma de negociar, não aceito que me enleiem em vossos negros laços com que se laçam entre vós. Eu não tenho nada a temer, porque não tenho nada dever!

Quero o Claro, Exigo o Claro, o que houver a concluir será sempre passível de ser escutado e visto por Todos, não há acertos escondidos, nem gatos semi escondidos com rabos meio de fora.

Portugal está afundado pela Hipocrisia, pela Mentira, pelo Compadrio, pelos abusos de Poder e É a Hora da Luz, da Luz Que Ilumina as Sombras.

Senhor advogado Pedro Dias Ferreira, mandatário da requerente, não sei eu neste momento avaliar toda a extensão do seu envolvimento neste processo de afastamento do Meu Filho, nem tenho ainda certeza certezinha da sua motivação neste processo, mas dia haverá em que o saberei claro de acordo com o que tenha sido ou seja sua natureza.

E se não sabe nem vê, nem ouviu falar, eu lhe digo que neste processo existem desde os pequeninos peixes aranha até aos maiores e mais malvados tubarões, sem desprimor nenhum para os verdadeiros.

Não deve o senhor ser Pai, porque se o fosse não agiria certamente assim, reusaria ser mandatário de uma requerente que tem feito dano ao Filho na senda de um sonho desvairado de ambição de poder talvez misturado com Amor, que nem disso tenho mais certeza, e muito recente ver, me mostra o contrário.

E recusaria um caminho de imaginação negra e doentia que visa provocar como escreve na intenção que se desvela em suas palavras, o dano psicologico e emocional, que são assuntos, que como deveria saber, se explanam numa palavra que os acolhe, que é tortura, assunto muito em voga nos dias de hoje de infelizes consequências e de negras responsabilidades.

E recusaria as vias da mentira e das ilusões, dos falsos testemunhos, das manhas processuais e outras coisas que tais, e cumpriria o mandamento da Lei do coração da defesa pela Verdade e assim aconselharia e trataria um clientes, se posso usar em propósito neste caso a referida palavra.

Em dia recente estive um breve momento com meu Filho em casa dos Meus Pais, porque soube pela minha Mãe que ele estava cheio de saudades minhas.

E com ele estava um menino a quem eu tambem trago em Amor, de Sua Graça Guilherme Santos e que são amiguinhos. Estavam sentados a jogar no computador do Avô o jogo do macaco e da banana e seus olhos brilharam a meu chegar e os meus também.

Depois perguntei-lhe se queria ir dar uma volta com o Pai ao quarteirão para pormos a escrita em dia , dando-lhe conta da intenção que trazia e que queria falar com ele a sós, e vi de novo no Meu Filho, aquilo que já venho vendo à muito.

Seu rosto se baixou, e me respondeu baixinho que não e depois lá tive eu que lhe dizer, olha os olhos do Pai quando falas com ele, o Pai sempre te disse que quando se fala olha-se os olhos de quem se está a falar e de mesmo modo devemos dar o nosso olhar a olhar e a quarta ou quinta linha lá levantou a face, lá superou o simples não que não se dispunha a ultrapassar e sairam de sua boca as palavras quase sumidas.

A mãe disse que eu só posso estar contigo na presença do avô.

E como sempre pela boca da Verdade do Menino Vem A Verdade, que demonstra mais uma vez o pérfido actuar da requerente e por extensão, quem a acompanha em suas lides.

Imagem suficientemente clara para julgar os processos e as condutas e não esquecendo que os dois juntos desvelam nas vezes os propósito e assim se pode conhecê-los e avaliá-los?





Em Dezembro a Mãe afastou à força o Filho do Pai, depois formalizou a sua atitude com a cobertura da sentença do Tribunal na sessão da conferência. Agora de novo a mesma táctica, os factos consumados a consumarem-se primeiro e depois a vontade da desejada égide do Tribunal, que ainda nem tomou decisão sobre esta matéria, e na prática a requerente já assim actua como demonstra o dizer do Filho.

Clara imagem da arrogância, da prepotência com que a Mãe actua, porque assim vai como Ser. Clara imagem neurótica, castradora que por ela continua de seu ramo familiar e eu me preocupo ao imaginar o que poderia ser de Meu Filho quando chegasse à adoloscência tendo só como referencial uma relação desta natureza, pautada por tão sempre funestas qualidade de acção, que elevada poderia ser a revolta acumulada, quão grande o dano, se o dique se rompesse, pois este é o mecanismo e a consequência de um viver em castração, com uma figura que assim se pôem.

E já dei conta em maior extensão das atitudes de dano da Mãe para com o Filho e do ensino da mentira que faz ao Filho.

E tem outra face, outro lado, esta tenebrosa imagem da manipulação, do quero, posso e mando, das teias no fazer, do que primeiro consumado, ganha depois a cobertura da forma de sentença passada.

A face do dano feito a Meu Filho, dos olhares contritos que se sustentam no sofrer da ausência do Pai, em lhe ser pedido que não o ame, a contínua indução e formatação por parte da Mãe e de muitos outros que lhe vão dizendo em constãncia, que o Pai é mau, que está doente, que é ou está louco, e agora que lhe poderá até fazer mal se estiver a sós com ele, a emprenar-lhe o medo, o ter medo ao Pai.

Malditos sejam vossos actos Malditos, o Dano que Resulta do Vosso Fazer É Negro e Muito Grande e Não Ficarão Impunes e Serão Impossibilitados de o Continuar a Fazer a Quem Quer que Seja!!!

O Pai que eu Sou, na forma como o Sou, leva-me preocupado quando Meu Filho está distante de mim por tanto tempo e o que vivo é como uma Cruz que ainda carrego e que pior, fazem ao Meu Filho Carregar, e esta Cruz tem-me feito atravessar as àguas escuras e maldosas das maldades que aqui em Portugal se fazem às crianças, aos abusos, aos abusos sexuais, aos seus raptos, às suas mortes e fazem-me trazer no coração imagens perturbantes, como festas com belas crianças escolhidas por fotografias nas escolas, nuas, a serem mostradas em desfiles e tocadas.

E dois breves episódios de comportamento do Meu Filho, me trazem a memória aberta e preocupado e estou ainda impossibilitado de as investigar e espero de Todo o Coração que não tenham envolvido o Meu Filho em tais actos, ou do género, que não lhe tenham dado substâncias quimicas, que não lhe tenham tocado, porque se alguém o ousou, aqui lhe digo um só vez.

No dia em que de certeza, certezinha, certeira, o souber, os nomes certos nos eventuais bois certos, será de cinto com a fivela que quando com um me cruzar, no seu sexo, três lhe darei. E o mesmo é válido para quem eu souber que assim fez e comigo se cruzar.Esta é dimensão da minha revolta, perante tão iníquio feito e fazer e tão grande dano de manter-nos afastados.

E não ousai declarar que este escrito é prova de caracter de violência ou insanidade mental, pensai antes, se eu decidisse fazer jus aos rotulos que tão constantemente me tentam enterrar, vestisse a camisola de louco e violento e depois passar-me dos carretos, comprar uma caçadeira e ir aos tiros para cima de vós?

Ainda não chegam os exemplos para se perceber que quando se afasta um Filho de um Pai, um Pai de um Filho, a perturbação assim feirta os leva nas vezes a actos de violência dos que por vezes resultam em morte?

E como rosa negra por cima desta ultima tenebrosa camada do imenso bolo com que me combatem, estão assuntos de sangue, atentados, actos de terror e bombas a explodir, sendo que meu lado é sempre o mesmo claro lado, o da paz e do cuidar, portanto de não deixar que assim aconteça quando me calha a mim assim contribuir.

É muito simples, nesta guerra que me fazem, onde o rapto do Meu Filho é um episódio, muitos se juntaram no ataque e são muito variados seus interesses e objectivos e assim muito facilmente a acção de uns se mistura com a de outros, muitas vezes nem sabem uns ou outros o quanto misturado ou concordante vão, e um mesmo se passa consequentemente pela respectiva responsabilização, por isso vos tenho dito, cuidado por onde andais, mas vós fazeis orelhas moucas aos repetidos avisos.

E na guerra que houve no mundo contra a nova ordem, as forças agruparam-se por paises e criaram assim em termos imagéticos livres, um tipo de portal do mal, aqui houve um que assumiu mais um caracter ibérico, poder-se-ia chamar de portal iberico das forças do mal.

E para que isto não pareça ao Tribunal, matérias transcendentes, direi que a acção desse portal iberico que congregou os agentes do mal, preparou e contribui por meio da comunicação e nalgumas situações, que eu suspeito, infelizmente, com bem mais do que isso, na criação dos receios colectivos que proporcionaram e contribuiram para o despoletar das bombas, pois a estratégica das tentativas de novas ordens mundiais é de todos bem conhecida, medo, violência, reforço de poderes, limitação das liberdades, repressão preventiva e reactiva.

E tive eu acesso à leitura, passo a expressão, a um género de sismografos, que iam anunciando o que se poderia ir passando, e um dos que eu tive, derivou da simetria temporal entre os ataques que a Mãe me veio fazendo, e os vísiveis crescendos e por vezes picos de violência no Mundo num mesmo tempo a acontecer, digamos que funcionava como sinal de alarme, e que fique claro, não afirma este escrito, que a Mãe esteja ligada a actos de terror, pois o medo colectivo que se cria para potenciar seu acontecer, a expressão do mal, faz-se de forma complexa e variada em diversos e distintos planos e se os sinais são em sua certa forma transversais, não quem os exprime necessáriamente endossa o acto ou sua concretização.


À requerente e ao advogado da requerente e a todos os que estão a volta, por detrás e que os sustentam. Vos digo. Parem com Isto e Já!!!! Acabou!!!!! Parece-vos pequeno o dano?

E ao Senhor Pedro Dias Ferreira, lhe Digo eu, corra para onde quiser, corra para debaixo da asa da senhora advogada Vera Adão Silva que o patrocina, corra por via da senhora ter sido membro da comissão de honra da candidatura de Mário Soares, para o apoio em parte do partido socialista ou corra para debaixo de um avental da maçonaria feminina, ou do ramo feminino da ordem da serpente, ou para os custódios de Maria, ou seja para onde for, que enquanto eu aqui andar, vos derrotarei no cumprimento e extensão necessária, e o Meu Filho Vai Voltar Para Mim e eu para ele, nem que seja a última coisa que faça eu aqui na terra, que não é, porque o sei, e nem que tenha que chamar as aguas do rio e do mar para vos levar de uma vez por todas.

Imaginemos que o senhor nesta trama, não passa de um mero peão, quanto muito um pequeno sargento de um grande batalhão, imaginemos que o senhor só vê em pequenissíma parte o quadro onde se meteu e onde o meteram.

Uma das tarefas que eu tenho é contribuir para a criação do entendimento e da paz entre os Seres. Imagine que cada vez que tenho de analizar uma argumentação estapafúrdia como esta e gastar meu precioso tempo com a resposta a isto, morreram entretanto alguns cuja morte poderia ter sido evitada. Acha que lhe poderei atribuir esse sangue? Em que parte e quantidade o deverei fazer.

Uma das coisas que eu vos exigo a ser feito na minha presença e na do Meu Filho e explicarem-lhe muito direitinho e de forma a que a ele seja clara, de que o Pai não é mau, nem louco, nem o está, e que lhe apresentem desculpas por assim o terem afastado do Pai.

Muitos em todos os quadrantes, partidos, em todas as organizações secretas ou menos secretas tem-se entretido a dar-me cabo da vida, a não me deixar trabalhar e um mesmo tenho visto acontecer a muitos dos mais brilhantes de Portugal.


Esta é por agora a minha Luz Que Apresento à Luz de Deus, ao Tribunal e a Todos Os Seres do Mundo.


Pelo exposto informo o Tribunal que não autorizo a realização de exames psicologicos, conforme requerido e argumentado pelo representante da requerente.

Sustento a minha decisão de que a argumentação do requerente incorre no principio e garantia constitucional da liberdade religiosa e que a ferindo serve ainda o vil proposito do denegrir e atacar os direitos ao Nome, e que o Tribunal deverá velar para que tal não continue assim a se passar, pois já é a segunda vez.

Dou conta ao Tribunal que segundo fui informado na secretaria do Tribunal, que as minhas primeiras alegações não tinham subido à Juiza, por razão de falta de pagamento da multa por alegado incumprimento do prazo, sem que fossem capazes pela segunda vez na mesma secretaria, de me esclarecer e confirmar o mecanismo de contagem e sendo omissos nesta matéria os papeis que do Tribunal possuo.

Estive na secretaria no ultimo dia para o pagamento da multa cujo aviso me chegara por correio registado. O que é mais espantoso é que quando no balcão perguntei se havia uma sentença, me disseram que sim e me tiraram um fotocópia no momento e me a entregaram, que processualmente a prática é de não a enviar.

Ou seja, o conhecimento das alegações por parte da Juiza pararam e se atrasou o seu conhecimento pelo não pagamento de uma multa, que eu próprio ainda não sei se é justa e consequentemente de pagar.

Uma multa é logo expedida, a sentença não. Percebi tambem que existem outros alegações ou algo assim da parte requerente que me foi mostrado no dossier do processo mas que não pode consultar. Porque não tinha pago ainda a multa.

Dá-se portanto o caso do que me foi agora apresentado como argumentos para requer uma minha avaliação psicologica, é parte de toda uma argumentação e estratégia, que em termos praticos ainda não conheço, situação que se traduz em meu ver no prejudicar a defesa.

E diz o despacho onde o Tribunal vem solicitar a minha autorização para tal efeito, depois de o mencionar que o faz nos termos do artº 178º nº 3 da OTM, com a advertência de que nada dizendo, no indicado prazo, o meu silêncio equivalerá a aceitação e que o prazo é de dez dias.

E aqui se coloca dúvida sobre a qual requereio esclarecimento, se dez dias sobre a data do despacho ou dez dias depois de recebida a pergunta, visto que uma pergunta não se pode perguntar se quem a deve receber não a recebeue se não a recebeu, não lhe pode responder e se não pode responder não será justo que a ausência de resposta equivale a uma anuência, e assim sendo, qual é a justeza de regular, que o silêncio equivalerá a aceitação. Pois entre a data do despacho e sua mais rápida recepção mediará no miníno dois a três dias e assim sendo o prazo de dez dias que a lei preescreve não é cumprido pelo próprio Tribunal?

Veio noticia a lume que a partir do dia um do próximo mês terão as Gentes de Portugal acesso gratuito as leis e aos decretos leis na internet, mas o meu prazo de resposta acaba antes e nem todas as Gentes terão assim hipotese de saber as leis e o conteúdo de seus articulados, pois nem todos tem internet, mas tambem não é meu caso.

E não conheço o conteúdo do artº 178 n 3, nem sei mesmo que a sigla OTM significa e se me foi dado o direito teórico de me defender por voz própria, não deveria ser ele garantido em termos práticos, nomeadamente procedendo a sua citação ou explicação?

E aqui deixo o alerta às Gentes, quando receberem nos balcões dos correios uma carta registada, para obter e ficar com prova do dia em que a receberam é necessário pedir uma fotocópia do talão dos correios que neste caso oficial tem correspondência com o número do miolo da carta e que não se esqueçam de verificar se assim é.

E se a Justiça é feita por tudo o que a compõem e para ela concorre, nomeadamente seus processos, normas e procedimentos incluidos, para o mal, menos bom, ou bom resultado, não grita claramente o ocorrido que algo de profundo vai mal?


Pois chega primeiro uma multa que uma sentença, sentença essa que nem obrigação tem de ser enviada, segunda a informação da secretaria.

É em termos práticos mais importante uma multa que uma sentença? Não e sim se atender ao que se passa na realidade e não convêm aos assuntos em geral e os da justiça irem assim com o não e sim entre o correcto ver, pensar, e julgar e o não, que se faz ou deixa fazer e que contradita o Justo.

E a falta de seu pagamento dá origem e tem como consequência o travar da análise do processo no modo que seria seu normal curso no tempo e assim se dilata o tempo das decisões?

O que é então mais importante e prioritário?, o que traduz este fazer, que o que está para resolver, é passivel de ser atrasado pelos próprios processos que os homens desenharam e que mais uma vez o poder do dinheiro, neste caso da sua falta, fala mais alto em termos reais, do que a matéria em litígio. É um caso com uma Criança, Senhores!

E não deverá nunca o dinheiro sobrepor-se à Justiça, nem fazer inclinar a balança para o bolso do que vai mais pesado.

Pergunto ao Tribunal que na sentença saída da conciliação me obrigou por força de lei ao pagamento a partir de Abril de uma pensão mensal à Mãe que me raptou e mantem afastado o Filho, como o poderia fazer, se não está em lado em nenhum documento até à data recebido sobre este processo, nem mesmo a identificação bancária da requerente para eventualemnte poder proceder ao pagamento.

Pergunto ao Tribunal se não será também este fazer uma armadilha, para mais tarde vir a parte requerente, afirmar que os pagamentos estão em falta, depois de não ter nem criado as condições para que ele pudesse ter sido feito e à luz deste exposto, que medida toma o Tribunal em relação a este aspecto?

Requeiro ao Tribunal que me entregue a Guarda de Meu Filho nos termos em que já a requeri.

Requeiro que o Tribunal proceda a marcação de datas para que o Meu Filho possa ser avaliado por pessoa da minha confiança, no domínio da psicologia, de forma a poder confirmar se não lhe foi feita nenhuma especie de abuso.

Requeiro ao Tribunal que me seja fornecida o requerimento integral da parte requerente à qual ainda não tive acesso a não ser a estas duas folhas mencionadas como sendo suas integrantes e numeradas com os números 110 e 111.

Informo o Tribunal, que será em breve entregue um requerimento completo sobre este assunto de familia entendido em sua verdadeira extensão.

Peço ao Tribunal a dedução de uma acusação de desvio de menor, com cumplicidade de terceiros desconhecidos com configuração de rapto e actos de tortura psicológica sobre o Filho e sobre o Pai, com vista a sua deterioração psicológica e emocional e peço uma indemenização em nome dos dois, de acordo com o que o Tribunal com base nas leis que regulam estas matérias, assim decida.

Aguardo Deferimento



Paulo Forte, Pai de Francisco Forte

Lisboa, 29 de Junho de 2006
Maldito sejam vossos actos malditos, que eles voltem a vós mesmo antes de partirem, que quem levante a mão receba a estalada em si, mesmo antes de a dar.

Corrupção, corrupção, corrupção de todos os tamanhos e feitios grassa por todos os lados, estende-se entre todos os locais desembrulha seu negro fio nas intermitências do Belo Viver.

É entrar, Senhorias, venham conhecê-la, só mais uma volta, vai um tirinho freguês, bata, bata forte na maçaneta, a porta se abrirá, a campainha tocará. Quem sou, ninguém, com quem vais, como todos e nenhum,

Oooiiiii, ooooiiii, arrrrr, que as bestas se infiltram por todas as frinchas, sempre um conhecido, sempre um mandado a fazer um pequeno favor ao mandante, oléos sujo da vida a tudo estragar e sujar, pensam bestas já mortas em vida quanto bestasa mortas podem pensar.

Eu vos renego, três vezes vos renego e caiam no chão, de joelhos já, levantem no derradeiro instante vosso olhar cego ao sol e desaparecem como uma nuvem que se vai.

Oouuuuu, uuuuuuu, sem pudor, assim é dizem-se uns aos outos, hoje eu ajudo-te, amanhã tu, pequena cadeia dos favores que desfavorecem outro, setas e setinhas nas seteiras dos castelos putrefactos e fantasmais.

Não existem, não existem, só sombras mortas que se crêem vivas. Estão por todo o lado, sempre um laço de divida do favor que se faz, falsas casas de porquinhos de palha, o vento a soprar, tudo a voar, nada resta de vós no fim aqui.

Impressionante. Ainda hoje dei conta mais uma vez como agem no vale tudo até tirar os olhos, pensam erroneamente, ah pois, pensai se tal vos fosse possivel.

Hoje cheguei a secretaria do tribunal da familia de Portugal , Lisboa e arredores Todo inteiro e o que dei conta, que mais uma vez um prazo processual fora queimado, desta vez na pérfida actuação de quem tem como função deixar em caixa de correio próprio, um aviso de correspondência e por acto transcendente não o fez, ou desviou o aviso ou colocou em caixa errada. Bravo, genial, ainda por cima quase impossivel de prova e lá fui eu aos correios para o averiguar e lá deixei eu um pedido de esclarecimento e de investigação no departamento da qualidade, qualidade da inqualificavel pequena manha, que obstou a minha possibilidade de defes face ao rapto com cobertura legal de Meu Filho.

Porventura, alguma besta que vai com besta, ousaria pensar que eu deixaria de ir levantar um aviso do tribunal referente ao meu Filho? É que nem o insinuem, pois se o fizeram hão de morrer pela boca da insinuação.

Como isto se fez? Giro 55, maior parte dos carteiros são da outra margem, almada, alfeite, barcos militares, serventias de marinheiros a comandantes? Uma ordem de serviço fora do tempo do serviço, pois uma vez servido sempre servido, viva a lei, viva a grei das máfias pequeninas como ratos que vos irão roer os sonhos quando dormem envoltos no suor gelado e gélido dos mal feitos, um comandante é sempre para obedecer e fica bem na folha de serviços da eternidade da vida finita dos corpos, abre portas, dá sorrisos, dá apoio em troca quando for necessário.

Quanto mais asneira e maldade fizerem mais se irão perder! Aceitam-se apostas.

Tambem sem mail, dizem as únicas mensagens que chegam de um postmaster da netcabo, a sua caixa excedeu o limite e está fechada, nem posso receber nem enviar, vou à página, apago algumas e nada se passa. Tento aceder à página que fala de novos gigas de espaço , uma, duas, três, quatro vezes e não consigo aceder. Espantoso, o trabalho a que se dão, o tempo, a dedicação que fazem nesta guerra que me fazem. Que as vossas caixas de correio dos que assim vão, ardam todas no inferno.

Aqui publico mais um requerimento, antes do requerimento final que por via deste foi protelado na sua conclusão, espertos, os chicos chocos, tudo sabem antecipar, pensam convencidos de múmias que são em seus sarcofagos de mortos já mortos.

Corrupção, putrefação, olha o dedo dele a fixar roxo e depois preto, grangena, grangena a grangrenar-vos a todos, observem ao deitar debaixo das vossas unhas dos pés, vejam bem a doença terminal a alastrar.

Agora volto à escrita do requerimento final, preparem-se para o ler!

Só malandrices, hoje foi dia de descobrir mais umas tantas.

…..


V. referência 1759400 com data no ofício de 22 de Junho de 2006


À Senhora Juiza da Primeira Secção do Segundo Juizo Do Tribunal de Familia e Menores de Lisboa.


Fui notificado ontem dia 26 de Junho, data da recepção do despacho enviado pelo Tribunal relativo ao processo nº 351/06.OTMLSB, do pedido que me endereça, se autorizo ou não, a realização de exames psicológicos sobre a minha pessoa, conforme o requerido pela requerente a folhas 110/111 dos autos nos termos do artº 178 nº3 da OTM, com a advertência de que nada dizendo, no indicado prazo, o meu silêncio equivalerá a aceitação, e anexa cópia do requerimento apresentado pelo advogado Pedro Dias Ferreira mandatário da requerente.


Para fundamentar a minha resposta, analisarei os seis artigos que tentam a fundamentação para requerer à minha pessoa, a realização de exames psicológicos.

Afirma-se no considerando primeiro que a requerente, aquando da conferência de Pais, pugnou pela consagração de um regime provisório de regulação do poder parental do menor, nos termos do artg. 175, n 1, da OTM, próximo daquele que veio a ser fixado, fundamentalmante por recear pela integridade psicológica, emocional e até física do seu filho, atendendo ao evidentíssimo estado de degradação psicológica e emocional do requerido.

Ora, o regime que veio a ser fixado, não é próximo do que foi requerido, a exatidão manda corrigir, pois de todos os pontos que a requerente requereu, só não dirimiu a favor dela o tribunal, a regulamentação das férias, e assim sendo, em rigor, não se deverá nem falar nem escrever próximo, porque é bastante mais do que isso.


No considerando segundo é dito.

Alertou, na altura, o Tribunal para o facto do requerido sofrer de bipolaridade, desenvolvendo, depois nas suas alegações, episódios que suportavam essa circunstância, bem como os factos que, indiscutivelmente, atestam a incapacidade do requerido estar sózinho a tomar conta do eu filho.

No terceiro, escrito está.

Ora, as alegações apresentadas nos autos da autoria do requerido e por este assinadas demonstram, à saciedade, que as perturbações psicológicas daquele são, porventura, maiores e mais graves do que a própria requerida poderia imaginar.

Meu comentário:

Ora, na palavra, imaginar, no final da última frase do segundo considerando, está a cabal demonstração da verdadeira natureza desta acção que se sustenta num total imaginar da requerida, pois,

Não possui a requerida nem seu advogado formação, nem carteira profissional para o exercicio de psiquiatria, que os permita por saber e prática em forma formalmente habilitada e regulamentada, a avaliação de um perfil ou de um comportamento psicológico.

Não possuem carteira profissional no domínio da psicologia, que nem médicos são ainda considerados em Portugal e não possuem uma Ordem, onde nomeadamente exista um conselho deontológico, onde se avaliar e julgar uma queixa apresentada por um Cidadão.

Foi um facto que na conferência foi feita uma rápida e breve alusão pela voz do advogado Pedro Dias Ferreira, como um bucha metida na conversa, como quem não quer dizer mas diz, que eu o requerido sofria de um bipolaridade, e de acordo com o que escrevi na memória da conferência, duas coisas sobre esta matéria estranhei, de tal forma e jeito, que a inclui e comentei nas minhas primeiras alegações.

A primeira, foi o facto de o advogado só ter isso e assim como acima citado afirmado, sem apresentar nenhum facto, episódio, ou feito alguma prova do que afirmara

A segunda, com o facto de a Senhora Juiza não ter proferido nenhum comentário ou advertência sobre o modo, como este argumento esvaziado de qualquer substância que lhe desse suporte, foi apresentado, e ao não ter ele, nenhuma outra substância que a palavra então proferida pelo advogado, resvala para a insinuação e as insinuações não são saudavel base do julgar.

A falta de apresentação de factos e provas que sustentem esta afirmação, conjugada com o facto de nem a requerente nem seu advogado estarem habilitados a proferir julgamento técnico sobre estas matérias penso ser motivo maior e suficiente para que a minha resposta ao que o tribunal me pede que autorize, ser negativa, mas não o farei ainda antes de continuar a análise e resposta aos restantes considerandos, pois eles são profundamente elucidativos das verdadeiras intenções e dos processos iníquios onde assentam.

Pois é afirmado que as minhas alegações atestam a incapacidade de eu estar sózinho com meu filho e que elas provam a minha degradação psicológica e emocional.

Esta intenção, é em meu ver muito grave, e creio ser dever do Tribunal ser travada no menor espaço de tempo possivel, pois, o que pretende agora a requerente, é a aceitação pelo Tribunal de que eu não posso estar com o meu Filho sózinho por natureza de perturbação psicologica, o que se trata antes de mais, de uma inadmissivel tentativa de quebrar o direito de privacidade que existe por natureza e pelas leis garantido entre um Pai e um Filho, entre um Filho e um Pai.

É tambem um passo em frente na estratégia que vem sido paulatinamente implementada de separar o Filho de seu Pai e o Pai de seu Filho, sendo que os Filhos são inteiros e assim devem ir, e portanto não devem ser separados nem da Mãe nem do Pai, mesmo quando os dois se seperam em seu quotidiano viver.

É agora este pseudo argumento eleito como travamento do que a acção inicial não ousara ainda dizer em seus argumentos, de que é intenção, por via do que até ao momento é mera insinuação, que o estado do pai, coloca em perigo o filho, justificando assim que não podem estar sózinhos.

E toda esta análise é retórica e infelizmente sem consequência correctora dos dias, pois estão o Pai e o Filho já separados pela Mãe e pela via da força da imposição unilateral, desde fins de Dezembro de 2005 e por força de decisão de Tribunal desde finais de Janeiro.

E só ontem dia 25 de Junho de 2006, recebeu o Pai um telefonema da Mãe a avisar, palavra dela, que o Filho ia ter uma festa na escola, sem que durante o periodo de tempo que mediou entre o dia da conferencia e da consequente sentença passada, ter dado algum passo que fosse, no sentido de dar provimento ao cumprimento que nestas matérias o Tribunal tinha disposto, que recordando, foi, que caberia à Mãe a decisão e a autorização do regime de visitas do Pai ao Filho, sem nunca o Filho poder pernoitar em casa do pai.

Ou Seja, o Filho que já fora afastado do Pai desde Dezembro, continou a ser afastado desde a decisão do Tribunal aquando da conferência que se realizou em 22 de Março.

E líquido é, que a sentença do Tribunal face ao conferenciado, formalizou e possibilitou a manutenção do afastamento entre dois e é igualmente claro que que a decisão do Juizo não foi pela Mãe acatada na forma que o Tribunal a definiu.

Tambem não se entende e portanto não tem sentido a redação dada ao considerando segundo a a partir da palavra desenvolvendo que de novo transcrevo.

…,desenvolvendo, depois, nas suas alegações, episódios que suportam essa circunstância, bem como os factos que, indiscutivelmente, atestam a incapacidade do requerido para estar sózinho a tomar conta do filho.

Pois episódios não se desenvolvem em alegações, que neste caso são pensamentos escritos que assentam no modo de ver de quem o vê e o escreve na forma em que o escreve e o pensa, pois, as alegações, quanto muito e em parte, narram e descrevem episódios.

E sendo um episódio, distinto do seu contar, a alegação, não é um episódio, e não o sendo, não pode por falta de radical substância, sustentar em minima forma que seja uma demostração de bipolariedade e é evidente que estamos mais uma vez perante um imaginar da parte requerente, ainda por cima com falha na lógica.

Nem está sugerido ou demonstrado que um quadro de imaginária bipolariedade, obstasse pela natureza da desordem ou perturbação bipolar, assim lhe chamam os médicos, a que por essa razão ou pela razão da natureza da perturbação, que o Pai fosse incapaz de estar sózinho com o Filho e dele tomar conta.

E semelhante raciocínio, com a devida adaptação, esvazia tambem o considerando terceiro, que ousa avançar em maior profundidade com a pedido de diagnóstico, com que os que requerem se outorgam por moto próprio, autoavaliando-se preparados e capazes, sustentando que as minhas alegações atestam uma gravidade das perturbações psicologicas maiores e mais graves, do que a própria requerida e lá rematam, poderia imaginar.

E está escrito e diz o considerando quatro:

Com efeito, e só para que se perceba o alcance da desfocagem do requerido em relação àquilo que verdadeiramente se discute nos Autos, atente-se na primeira página das suas alegações em que se dirige a :

A Todos Os Seres do Mundo
Aos Anjos
Ao Arcanjo Miguel
A Deus, Minha Mãe, Meu Pai
Em Espírito Santo, Assim me Guie Tua Mão neste meu julgar

E acrescenta no quinto:

Os exemplos são constantes ao longo da sua exposição, abstendo-se a requerente de citar mais, até porque a verificação do estado de degradação psicológica e emocional a que o requerido chegou a constrange e entristece.

Senhor Juiza, Senhora Requerente, Senhor Advogado, nunca eu me senti mais lúcido do que neste momento da minha vida, pois é da defesa do meu filho e da Fé de acreditar que poderei compôr o dano que lhe fizeram e fazem, que se trata, e este é assunto para mim capital, pois não abandona um Pai um Filho nem deve deixar que lhe façam mal e esta tem sido uma das minhas piores provações, porque o dano está feito, continua a ser feito e eu estou ainda impedido do seu cuidar e curar, tudo porque não jogo na mesma moeda, não recorri a prepotência do facto consumado, nem peguei numa espingarda para dar um tiro na requerente, nem tal me passou ou passa pela cabeça, mesmo quando a revolta de ver que quem age dentro da lei do Coração e dos homens sai prejudicado e neste caso, uma criança tambem.

E o curioso é que a escrita, as formas de escrever, as palavras que se escolhem, tudo junto desvela o pensar e se bem visto, a intenção do pensar, que por detrás disto tudo junto mais outras tantas variaveis, como aquelas que estão no campo do receptor, neste caso leitor, fazem o comunicar e o perceber e o entender.

E a intenção por detrás do pensado desvela por sua vez a vontade e os caminhos que cada um escolhe para concretizar a sua legítima vontade, sendo que numas vezes o fazemos em formas legítimas e outras não tanto e cada um escolhe e é responsável de como vai, age e faz.

Pois é forte a expressão usada … estado de degradação psicologica e emocional…

É uma, como já demonstrada, indevida avaliação, que abre a porta a um pedido de indeminização por danos morais e de imagem, pois me afirma como um homem degradado, sem mesmo explicitar o que entende por degradação.

Mas chamar a um homem degradado e sustê-lo no que cita e noutros muito exemplos que diz existir, sem os citar, é um Atentado à Liberdade de Expressão e seu Usofruto, à Liberdade de Pensamento e a Liberdade de Crença Religiosa, que são princípios consagrados na Constituição Portuguesa.

Pois é Livre Todo O Homem de Se Exprimir e na Forma Que o Entender e Sábio É Aquele que o Consegue Fazer Em Sua Máxima Extensão Sem a Um Outro Ofender.

E a Sua Liberdade de Expressão e de Se Exprimir Permite ao Homem Escrever os seus pensamentos na extensão e de acordo com a indidualidade que cada um é, em seu Crer, seu Ver e seu Viver e Conhecer e deverá Sempre Um Outro e Entre Si Se Respeitarem.

E É Todo O Homem Livre de Pensar na Forma em Que Lhe Aprouver Pensar e de Expressar o Pensado na Forma que O Pensou e Todo O Homem Não só Pensa Como é Pensado, mas não creio Senhor advogado que me possa acompanhar nem a este patamar do vivido que se sabe pensado e que nas vezes se Expressa quando o Expressamos ou ainda quando Ele nos Expressa a Nós. Por palavras prosaicas, demasiada areia para a sua camioneta e se o Senhor tivesse a necessária inteligência já se deveria ter posto no tamanho do seu lugar que é também o tamanho do seu ser.

E Se Um Homem, por exemplo, pensa escrever algumas palavras com Maiúsculas como agora acabei de fazer à própria Palavra e assim a grafa incorre em quê? Ou não terá e tem a liberdade de o fazer?

São passiveis de penas, justificam uma situação que se pretende fazer crer de impossibilidade de o Pai poder estar sózinho com o Filho?

Em que articulados, artigos ou códigos, em que leis, justificam um Filho ser afastado de um Pai, um Pai ser afastado de um Filho, pelo eventual não cumprimento das regras do escrever?

Ora esta, Senhor advogado de tão pequeno ver, repare que uma letra, é antes de mais uma representação de um som e é feita por traços, uns aparentes rectos, quanto é impossivel fazer um traço recto, outros visivelmente curvos e que todos são linhas e linhas são meios que trazemos para andar, reconhecer, relacionar o espaço que somos e onde nos movemos, mesmo quando na aparência estamos muito quietinhos e que as linhas que desenhamos são como os passos que deixamos aqui na vida na terra e acrescente ainda que linhas servem e fazem rotas, que é diferente navegar ao vento ou bolinar, da mesma forma que a relação da nossa posição com o vento nos faz desenhar por consenso uma rota, que se já lá estava o mar quando nascemos, numa qualquer linha por ele navegamos e sendo o vento vento e nós nós e sendo o vento nós e nós o vento e tudo o mais, cada linha, sua pseudo recta ou visivel curva, conta em si uma história única, mesmo que quem a leia não a perceba ou se dê conta consciente de que a percebeu e depois junte ainda o dobro de tudo isto porque é o que aqui se passa, um mesmo acto duplo, entre o que escreve e o que lê.

E depois pense ainda que a escrita tem tambem um lado gráfico que a exprime e nela exprime e que desde longa data que se sabe dos homens brincarem em sua liberdade com carvões e rochas onde desenhavam o que viam da forma em que o conseguiam, pois a escrita é sempre uma mediação, um acto que medeia, participado pelo menos por dois, quando outra a lê, e que o Senhor, pela feliz graça da Vida é diferente de mim e por isto eu Louvo. Por palavras prosaicas, se tudo isto é verdadeiro de se afirmar, o entendimento pelas palavras tende sempre a ser o minimo, convêm que pelo menos o bastante para que entendimento se faça e a Verdade emerga frondosa como ela sempre é.

Porque Todo O Homem É Livre de Escolher Livremente a Sua Crença Religiosa da Mesma Forma que Pode Dizer Que Não a Tem e Lhe Garante a Constituição Portuguesa Tal Direito e Protecção.

É Minha Crença Religiosa

Que Todos Os Seres do Mundo São Irmãos e vezes tem em que escrevo em Todos os Seres Irmãos pensando

É Minha Crença Religiosa Crer nos Anjos e nos Arcanjos

É Minha Crença Religiosa Crer Que Deus é Femenino e Masculino, Que Tudo Por Ele Foi e é Criado e que Tudo e Todos São Assim Seus Filhos e por esta razão da Sua Natureza Assim Lhe Podemos Chamar, Meu Pai, Minha Mãe e sei de que os Homens O Chamam de muitas maneiras e todas as Palavras que O Nomeia, trazem em si uma raiz comum e apresentam-se multiplas como Ele É e a mim Nenhuma me faz especie ou qualquer desagrado, pois este É o Tamanho Exacto do Coração

É Minha Crença Religiosa Respeitar Todas as Crenças Religiosas e em Todas as Imagens que o Homem Tem do Divino.

É Minha Crença Religiosa Crer no Espirito Santo que Nos Ajuda e Conduz e Ilumina E Lhe Peço a Mão Quando Assim o Sinto de Pedir.

E julgar todos julgamos sendo advogados ou não advogados, que foi profissão que minha Mãe sempre me aconselhou em seu ver desde pequenino e que julgar nem sempre implica sentença e nem sempre sentença implica condenação e nem sempre condenação implica pena e se cumprir.

É e em meu julgar muito grave que o senhor tendo afirmado existirem tantos outros exemplos, tenha escolhido este em particular, que eu na Alegação, que o senhor grafa com maiúscula a seguir a uma vírgula, quebrando a regra gramatical e o mesmo faz a Autos, ao assim escrever a palavra

“… prova a saciedade, que as perturbações psicologicas são graves,,,” ( extraido do considerando terceiro); “… abstendo-se a requerente de citar mais, até porque a verificação do estado de degradação psicológica e emocional a que o requerido chegou a costrange e entristece.” ( extraído do considerando quinto), para depois como um equilibistra bêbado que se pensa no ar mas está no chão e escorrega na casca de banana da banana que acabou de comer, extrair a sua conclusão, que enuncia a vontade da requerente “…atestam a incapacidade do requerido para estar sózinho a tomar conta do seu filho.” (extraído do considerando segundo).

Pretenderá o senhor quebrar um direito e garantia constitucional que a Constituição Consagra e Garante aos Cidadãos?

Pretende o senhor levar o Tribunal a uma impossivel semelhante atitude, baseando seu pedido numa forma de Crer religioso e da sua Expressão, no modo em que a exprime, dentro da liberdade de expressão?

Não só não cumpriu a requerente o disposto pelo Tribunal no sentido de garantir o acesso do Pai ao Filho durante este tempo todo e assim o impossibilitou, para vir agora tentar com uma demonstração completamente esvaziada, não sustentável, nem em pensamento jurídico nem nos processos, nem minimanente demostrando a veracidade do que afirma, tentar que o Tribunal regule a impossibilidade do Pai estar a só com o Filho levantando ainda a infame insinuação que o Pai no entender da Mãe poderá pôr em risco o próprio Filho.

Escreve o senhor na qualidade de um dos advogados da requerente no considerando segundo…” o evidentíssimo estado de degradação psicológica e emocional do requerido.”







E não tendo sido evidente tal demonstração em seu argumentar, diria mesmo, nada evidente nem nada de evidência, não posso deixar de lembrar que uma degradação psicologica e emocional ocorre quando parte do ser e das suas relações, que tambem o fazem e o constituem, são afectadas, e a acção e os processos da requerente para isso contribuem pois é obvio que quando uma família, alguns dos seus elementos são uns dos outros afastados a força por outros, uma degradação psicologica e emocional ocorre, que afecta todas as partes que a constituem.

E se este agir provoca este resultado, será o mesmo dizer, que este agir visa exctamente a degradação psicologico e emocional de algumas das partes que sempre constituem familia, mesmo quando separada.

Em meu julgar é clara a intenção de dano e dano sério na forma como a requerente e seu advogado vem gerindo este processo, pois é claro que não foi bom para o Filho desde a conferência não ter tido acesso ao Pai nem o Pai a ele, que foi o que aconteceu nestes quase três meses e demonstra esta situação vivida, que o que em parte dispôs o Tribunal, não resultou e se assim tambem o considerar, deverá o Tribunal prover a uma outra solução, pois a justiça tem tambem que ser eficaz na correcção dos danos a quem os sofre.

E se a Mãe já lhe conheço esta via, começo a perguntar-me porque é que o senhor advogado tambem assim vai, pois as suas duas alegações até ao momento tem em si um estranho tom que sobressai de expressões de escrita sua de romanesco jeito quando, por exemplo, remata a frase da degradação ao que o requerido chegou, com a descrição da rica paisagem psicológica interior da requerente nos seguintes termos; constrange e entristece a requerente.

Depois em jeito de primeira suma concluo que o raciocinio da argumentação que redigiu não tem a minima sustentação nem poderá por essa razão ter algum crédito e não me recordo de si como pouco inteligente, aliás tenho andado a puxar pela memória a ver de onde o conheço e creio ser tambem do icep, que é onde trabalha a requerente.

Depois penso, se o senhor é normalmente inteligente e dando-se conta da fragilidade do seu argumentar, o que poderá então levá-lo a assim agir.

Disse a Mãe já depois da separação na presença da psicologa senhora Teresa Maia e do Pai que já vinha tendo três laços e me pergunto se não será o senhor um deles.

Existe uma enorme diferença entre o senhor e mim. O senhor insinua e insinua como sempre são as insinuações, balões cheios de nada. Eu não, não insinuo, inquiro, inquiro frontalmente se o senhor não é um deles, um cavaleiro que se pôs a defender a grande dama do mau e negro dragão que aterroriza senhoras e criancinhas, assim é o tom infeliz e deslocado desse imaginar, palavra, que é o próprio senhor a colocar na boca da requerida. Só que esta imaginação e imaginar e é fruto de uma imaginação doente e perversa, que desta forma e neste agir cria danos a meu Filho.

E me cria danos a mim, pois é verdade que tem tentado degradar-me psicologicamente e emocionalmente e quem geralmente o faz a um outro, dependendo da medida e do modo, se chama nas vezes torcionário ou torturador, como se chama nas vezes tortura, a actos que visam esse fim e provocam esse resultado.

As alegações assinadas pelo senhor, portanto presumivelmente por si escritas, são alimentadas como não podiam deixar de ser, pelo que a requerente lhe vai contando, e de facto tudo o que lhe conta é um continuo negro imaginar. Se existem dragões nesta história eles serão brancos e bons, já a dama assim não vai.

Diz o último considerando, o seis:


Pelo sumariamente exposto e atento o teor das suas próprias Alegações, julga-se ser da maior importância e, por iso, absolutamente pertinente que seja determinado a realização ao requerido dos seguintes exames:

a) realização de exames psicológicos ao requerido, tendo por objecto a avaliação da peronalidade e do carácter do requerido, a dinâmica da relação recíproca com o filho( cfr. Artigos 178º, n3º, segunda parte da OTM, 578º, nº 2, do Cód. Proc. Civil, ex vi, artigo 161º , da OTM);

b) Requere-se, em conformidade, seja requesitado ao INML a designação de dia, local e hora para a realização do exame(cfr.artigo 586º, nº 2, do Cód. Proc. Civil, ex vi, artigo 161º,da OTM)

Termos em que, junto este aos Autos, se requer a V.Exa. de digne admitir e ordenar quanto ora requerido sob o nº 6º

O advogado
Assinatura ilegível

Pedro Dias Ferreira

Meu comentário final a esta imaginação:

Ora, olho, que aparece a palavra, ora, colada a requerido. Ora, não é, agora requerido, ora, é um acto de oração, o que não deixa de ser um erro curioso para quem diz que um Homem expressar a sua crença religiosa é prova da sua degradação psicologica e emocional.

E ora o advogado o pedido, em seu considerando número seis, que entenda cada um do significado e da prova, no alcance em que conheçe os números.

Senhor Pedro Dias Ferreira, autor dos considerando com que pretende que o Tribunal me inquira se dou ou não dou a minha autorização para me sujeitar a exames psicológicos.

Desde longa data tentam em mim colar a imagem de um Homem que vai desiquilibrado, e desse dizer, fazer e tentar já eu dei conta por extenso nas alegações e em mais extensão sempre o poderei fazer, e eu próprio dei conta de uma vez, logo após a separação, de admitir que quem veria a pedir uma avaliação psicológica seria eu, para demonstrar a minha sanidade mental, se continuassem a insistir no contrário.

É-me claro que isto faz parte da estratégia com vista a me afastarem o filho e eu dele e é exactamente isso que nunca vos Permitirei.

Analisei em detalhe, com atenção e respeito a sua argumentação e duas hipóteses me nasceram no coração, ou o senhor está de alguma forma e de acordo com alguma tipificação, insano, ou para lá rapidamente caminhando, facto amplamente comprovado nesta sua alegação, ou então, uma profunda motivação de outra natureza o move, talvez o amor a uma dama e contudo nem assim tão simples se me afigura o caso, pois por detrás de si está a senhora advogada Vera Adão e Silva que foi da comissão de honra da candidatura de Mário Soares e o fio logo aqui se enrola e se estende por vastos mares.

O que encontro na analise não merece que eu aceda favarovalmente ao pedido que o tribunal me endereça no seguimento da sua exposição. A exposição e seus tíbios motivos e ossos não o merece, não faz merecer tal acto da minha parte.

Precisava de ser mais homem, comportar-se melhor e saber mais e nada disto desdita que quando eu entender, no momento em que eu assim o entenda, de pedir eu próprio a uma junta que me avalie.

E em meu ver e julgar, é o senhor actualmente co responsável com a requerente no afastamento que foi provocado e que dura desde Dezembro de 2005, por extensão é responsável do dano que lhe cria e me cria a mim, é responsável pelo dano que cria ao Amor.

É cumplice de rapto e de ajuda na manutenção do sequestro.

Orou o senhor em fraquinho, fraco, fraquissímo, e nem sei eu a quem ora. A Deus certamente não será. Deverá ser mais ao diabo que querem fazer crer a terceiros ser eu, pois desenganem-se, porque é velha história conhecida de Todos como ele e seus adoradores se disfarçam de Santos para enganar as hostes, pois um dos seus outros nomes, é o enganador, o engano, o que prepositadamente engana, e para melhor fazer e armar as confusões dividindo os corações dos homens, se disfarça do que não é.

E tenho tambem eu Orado muito sobre estas matérias e sei que O Divino Deus Trás em Si Ideias Muito Claras sobre estes assuntos, que quando um dos pais age no sentido de afastar um filho de o outro, provoca sempre dano ao filho e que assim ir, é mau agir, que provoca, dores e danos e nas vezes revoltas e violências e que quem ajuda a que assim aconteça na mesma vai e faz.

Em meu Ver a Fala de Deus e Sua Jurisprudência é muito Clara, pois sempre O ouço lembrar os homens, vejam quem afasta o que não se pode afastar, investiguem as razões que levam a agir quem assim age.

E me Recorda Ele em Sua Suma, uma Familia É Sempre Inteira Mesmo Quando Partes São Afastadas ou se Afastam, Todas as Partes de Certo Modo e Em Modo Certo, se Participam, E Todas São, Estão e Vão Sempre Ligadas Pelo Eterno Amor e o Que Se Participa é de modo e jeito certo Um Mesmo que se Irmana Numa Mesma Semelhança Ou Igualdade e É Sempre Distinto e As Partes Estão de certa forma e na medida certa No Todo e o Todo nas Partes.

E não se atreva mão humana ou não a separar o que o Amor Criou e Cria.

Senhor advogado Pedro Dias Ferreira, não sei se é o senhor um dos laços da requerente nem me interessa saber até ao ponto em que isso possa afectar meu Filho, pelo caracter e comportamento que poderá ter em seu acompanhar.

E perguntou muitas vezes o Pai à Mãe quando por ela foi informado, quem eram os laços e de mesmo modo pretendeu saber se a Mãe tinha ou pretendia refazer familia onde meu Filho em parte vivesse, e sempre se remeteu a Mãe para uma atitude de silêncio face a estas matérias,comportando-se como se uma adoloscente fosse, com um breve, não te digo, para que queres saber? Ao que eu sempre respondi, porque a tua vontade determina tambem em parte o viver de meu filho e parece-me normal que qualquer um dos pais goste de saber com quem seu filho anda, quem está a seu lado, que dele por vezes toma conta, quando assim se refazem partes de famílias, e, qual a razão e a necessidade de o esconder?

Qual a intenção escura que está por detrás do querer esconder?

Não sabe mas lhe vou dizer a si senhor advogado Pedro Dias Ferreira e a quem ler estas Palavras, o que Meu Filho Falou e Disse poucos dias depois da separação no colo da Mãe, seus braçinhos em volta do pescoço dela, dando-lhe assim sua protecção e Meu Coração Disparou aos Pulos Quando seus lábios disseram perguntando-me, Pai, Tu não vais mandar prender a Mãe, Pois Não?

E eu contente e orgulhoso a ver Meu Filho Pequenino a Mostrar Sua Coragem e Seu Valor, mesmo em forma tão errada, me abismei no abismo de tal dizer e perguntar.

O que é que Meu Filho quereria dizer com o que disse, o que é que ele viveu, participou ou viu com sua Mãe para que em seu saber, tal possa ser alvo de pena de prisão?

E que ideias lhe teriam metido em seu pensar que o Pai iria ou poderia ir fazer mal à Mãe?

E tudo isto me levou a grande e extenso inquirir, algum novo saber e muito aprender e o que vi, foi um escuro tapete trançado em fios de dores e de sangue com o que suspeito, incluirem alguns crimes de sangue, que pela Lei dos homens deverão ser investigados e responsabilizados quem os praticou. E algumas mortes passarão a ter outros sentidos e deles darei conta a meus Irmãos em seu saber, pois é Palavra que se está ainda e vai ainda se escrevendo.

E tudo isto se passa também no Universo dos Pais, dos Filhos e das Crianças, como não poderia deixar de ser, pois Somos Todos e Tudo Substância da Vida e de um mesmo Viver.

E em dia recente pela minha escrita, disto dei em parte conta dizendo que os crimes não ficariam impunes no Olhar de Deus e parece que se levantou uma alucinação colectiva e no meio dela alguns levantaram a voz e desvelaram dessa forma sua verdadeira face e eu lhes agradeço, agradeço, e digo-vos que gastaram dessa forma vossas últimas balas, que vossos carregadores estão completamente vazios e que não existe para vós qualquer tipo de recargas, que por mim irão ser interpelados, e que ao contrário do que alguns tanto fazem para outros crerem, não rezei eu pelo vosso mal, alguns nem conhecia seu rosto a mim ligado e ao que parece pelo que entretanto vou escutandoi a quem chega e os conheçe, que os Leva Deus a muitos, doentes, com cancros.

Sabem porque tem cancros? porque metem para dentro o que tem de pôr para fora e porque vos falta a coragem para isso, para dizer olhos nos olhos, cara na cara de preferência em serenidade e com cordialidade sem ser manchado pelo vosso fel e pûs.

Quantas vezes eu vos avisei? Mais de que uma, duas, ou mesmo três? Puxem bem da memória, quantas vezes eu vos disse que sou um Homem de Paz e Pela Paz e que parassem a guerra que me vem fazendo desde quase que nasci?

Não sabem ainda porventura algum de vós que eu sempre lutei, luto e lutarei contra os compradios que visam dano a um ou a muitos. Não me tem visto vós ao longo da vida a defender quem era atacado?

Pensarão porventura que cada um de nós esqueceu ou alguma vez esquecerá a Memória dos vossos danos a quem O fizeram e que não Esquece Nem Nunca Esquecerá o Coração Sua Face do Justo e da Justiça e Que A Justiça do Justo Amor Justo, Sempre Vencerá?

Não vos pedi eu, aqui neste Altar do Mundo, que viessem ter comigo e me contassem a verade dos vossos agires? Não vos interpelei em diversos planos para tal vosso fazer?

Não aqui escrevi que queria que viesse ter comigo um representante do estado e ou do governo?

Ousais pensar que eu não tenho autoriedade e tamanho para pedir o que pedi em forma sempre humilde? Ou ousais pensar o não responder ao pedido, e o descrédito e o escamotear, em vez da merecida e avisada importância?

Porventura pensareis que eu sou cego e que não vi as inviesadas tentativas de aproximação, que vós fazem sem mesmo fazer, pois, nunca descem de vossos tronos dos poderzinhos em que se crêem, e vêem como que diz, aqui estou ao fundo o lhar distraído o infnito, se quiseres vem cá ter comigo e prepara-te para primeiro beijar a mão e prestar vassalagem.

Nunca chegam frontais e decididos e humildes desvelando a vontade, aqui estou, vamos lá resolver isto, não, não poderia ser assim pois vão vazios e sustentam-se na arrogância e a arrogância comanda o acto e o agir sempre isuflado, parecem baloezinhos a subir a subir, até ao dia em que caiem redondos vazios e reais no chão que eles próprios cavam na ausência da coragem de serem o que querem ser e de saberem lidar com as consequências e assumirem suas responsabilidades.

Oh Meu Deus, como estão errados, como erreis!!! E ainda por cima tentam sobre mim dizer, de que sou arrogante ou um hitler? Malditos sejam vossos actos malditos!!!!!

Porventura tereis ainda a menor linha de dúvida que é exactamente tambem isso, o que eu Pelo Amor dou Combate? Às zonas de sombra, à não clareza nos assuntos, aos negócios semi escuros e velados ao olhar de muitos, onde se fazem trocas e acertos fechados ao olhar do mundo.

Não aceito tais negócios nem forma de negociar, não aceito que me enleiem em vossos negros laços com que se laçam entre vós. Eu não tenho nada a temer, porque não tenho nada dever!

Quero o Claro, Exigo o Claro, o que houver a concluir será sempre passível de ser escutado e visto por Todos, não há acertos escondidos, nem gatos semi escondidos com rabos meio de fora.

Portugal está afundado pela Hipocrisia, pela Mentira, pelo Compadrio, pelos abusos de Poder e É a Hora da Luz, da Luz Que Ilumina as Sombras.

Senhor advogado Pedro Dias Ferreira, mandatário da requerente, não sei eu neste momento avaliar toda a extensão do seu envolvimento neste processo de afastamento do Meu Filho, nem tenho ainda certeza certezinha da sua motivação neste processo, mas dia haverá em que o saberei claro de acordo com o que tenha sido ou seja sua natureza.

E se não sabe nem vê, nem ouviu falar, eu lhe digo que neste processo existem desde os pequeninos peixes aranha até aos maiores e mais malvados tubarões, sem desprimor nenhum para os verdadeiros.

Não deve o senhor ser Pai, porque se o fosse não agiria certamente assim, reusaria ser mandatário de uma requerente que tem feito dano ao Filho na senda de um sonho desvairado de ambição de poder talvez misturado com Amor, que nem disso tenho mais certeza, e muito recente ver, me mostra o contrário.

E recusaria um caminho de imaginação negra e doentia que visa provocar como escreve na intenção que se desvela em suas palavras, o dano psicologico e emocional, que são assuntos, que como deveria saber, se explanam numa palavra que os acolhe, que é tortura, assunto muito em voga nos dias de hoje de infelizes consequências e de negras responsabilidades.

E recusaria as vias da mentira e das ilusões, dos falsos testemunhos, das manhas processuais e outras coisas que tais, e cumpriria o mandamento da Lei do coração da defesa pela Verdade e assim aconselharia e trataria um clientes, se posso usar em propósito neste caso a referida palavra.

Em dia recente estive um breve momento com meu Filho em casa dos Meus Pais, porque soube pela minha Mãe que ele estava cheio de saudades minhas.

E com ele estava um menino a quem eu tambem trago em Amor, de Sua Graça Guilherme Santos e que são amiguinhos. Estavam sentados a jogar no computador do Avô o jogo do macaco e da banana e seus olhos brilharam a meu chegar e os meus também.

Depois perguntei-lhe se queria ir dar uma volta com o Pai ao quarteirão para pormos a escrita em dia , dando-lhe conta da intenção que trazia e que queria falar com ele a sós, e vi de novo no Meu Filho, aquilo que já venho vendo à muito.

Seu rosto se baixou, e me respondeu baixinho que não e depois lá tive eu que lhe dizer, olha os olhos do Pai quando falas com ele, o Pai sempre te disse que quando se fala olha-se os olhos de quem se está a falar e de mesmo modo devemos dar o nosso olhar a olhar e a quarta ou quinta linha lá levantou a face, lá superou o simples não que não se dispunha a ultrapassar e sairam de sua boca as palavras quase sumidas.

A mãe disse que eu só posso estar contigo na presença do avô.

E como sempre pela boca da Verdade do Menino Vem A Verdade, que demonstra mais uma vez o pérfido actuar da requerente e por extensão, quem a acompanha em suas lides.

Imagem suficientemente clara para julgar os processos e as condutas e não esquecendo que os dois juntos desvelam nas vezes os propósito e assim se pode conhecê-los e avaliá-los?





Em Dezembro a Mãe afastou à força o Filho do Pai, depois formalizou a sua atitude com a cobertura da sentença do Tribunal na sessão da conferência. Agora de novo a mesma táctica, os factos consumados a consumarem-se primeiro e depois a vontade da desejada égide do Tribunal, que ainda nem tomou decisão sobre esta matéria, e na prática a requerente já assim actua como demonstra o dizer do Filho.

Clara imagem da arrogância, da prepotência com que a Mãe actua, porque assim vai como Ser. Clara imagem neurótica, castradora que por ela continua de seu ramo familiar e eu me preocupo ao imaginar o que poderia ser de Meu Filho quando chegasse à adoloscência tendo só como referencial uma relação desta natureza, pautada por tão sempre funestas qualidade de acção, que elevada poderia ser a revolta acumulada, quão grande o dano, se o dique se rompesse, pois este é o mecanismo e a consequência de um viver em castração, com uma figura que assim se pôem.

E já dei conta em maior extensão das atitudes de dano da Mãe para com o Filho e do ensino da mentira que faz ao Filho.

E tem outra face, outro lado, esta tenebrosa imagem da manipulação, do quero, posso e mando, das teias no fazer, do que primeiro consumado, ganha depois a cobertura da forma de sentença passada.

A face do dano feito a Meu Filho, dos olhares contritos que se sustentam no sofrer da ausência do Pai, em lhe ser pedido que não o ame, a contínua indução e formatação por parte da Mãe e de muitos outros que lhe vão dizendo em constãncia, que o Pai é mau, que está doente, que é ou está louco, e agora que lhe poderá até fazer mal se estiver a sós com ele, a emprenar-lhe o medo, o ter medo ao Pai.

Malditos sejam vossos actos Malditos, o Dano que Resulta do Vosso Fazer É Negro e Muito Grande e Não Ficarão Impunes e Serão Impossibilitados de o Continuar a Fazer a Quem Quer que Seja!!!

O Pai que eu Sou, na forma como o Sou, leva-me preocupado quando Meu Filho está distante de mim por tanto tempo e o que vivo é como uma Cruz que ainda carrego e que pior, fazem ao Meu Filho Carregar, e esta Cruz tem-me feito atravessar as àguas escuras e maldosas das maldades que aqui em Portugal se fazem às crianças, aos abusos, aos abusos sexuais, aos seus raptos, às suas mortes e fazem-me trazer no coração imagens perturbantes, como festas com belas crianças escolhidas por fotografias nas escolas, nuas, a serem mostradas em desfiles e tocadas.

E dois breves episódios de comportamento do Meu Filho, me trazem a memória aberta e preocupado e estou ainda impossibilitado de as investigar e espero de Todo o Coração que não tenham envolvido o Meu Filho em tais actos, ou do género, que não lhe tenham dado substâncias quimicas, que não lhe tenham tocado, porque se alguém o ousou, aqui lhe digo um só vez.

No dia em que de certeza, certezinha, certeira, o souber, os nomes certos nos eventuais bois certos, será de cinto com a fivela que quando com um me cruzar, no seu sexo, três lhe darei. E o mesmo é válido para quem eu souber que assim fez e comigo se cruzar.Esta é dimensão da minha revolta, perante tão iníquio feito e fazer e tão grande dano de manter-nos afastados.

E não ousai declarar que este escrito é prova de caracter de violência ou insanidade mental, pensai antes, se eu decidisse fazer jus aos rotulos que tão constantemente me tentam enterrar, vestisse a camisola de louco e violento e depois passar-me dos carretos, comprar uma caçadeira e ir aos tiros para cima de vós?

Ainda não chegam os exemplos para se perceber que quando se afasta um Filho de um Pai, um Pai de um Filho, a perturbação assim feirta os leva nas vezes a actos de violência dos que por vezes resultam em morte?

E como rosa negra por cima desta ultima tenebrosa camada do imenso bolo com que me combatem, estão assuntos de sangue, atentados, actos de terror e bombas a explodir, sendo que meu lado é sempre o mesmo claro lado, o da paz e do cuidar, portanto de não deixar que assim aconteça quando me calha a mim assim contribuir.

É muito simples, nesta guerra que me fazem, onde o rapto do Meu Filho é um episódio, muitos se juntaram no ataque e são muito variados seus interesses e objectivos e assim muito facilmente a acção de uns se mistura com a de outros, muitas vezes nem sabem uns ou outros o quanto misturado ou concordante vão, e um mesmo se passa consequentemente pela respectiva responsabilização, por isso vos tenho dito, cuidado por onde andais, mas vós fazeis orelhas moucas aos repetidos avisos.

E na guerra que houve no mundo contra a nova ordem, as forças agruparam-se por paises e criaram assim em termos imagéticos livres, um tipo de portal do mal, aqui houve um que assumiu mais um caracter ibérico, poder-se-ia chamar de portal iberico das forças do mal.

E para que isto não pareça ao Tribunal, matérias transcendentes, direi que a acção desse portal iberico que congregou os agentes do mal, preparou e contribui por meio da comunicação e nalgumas situações, que eu suspeito, infelizmente, com bem mais do que isso, na criação dos receios colectivos que proporcionaram e contribuiram para o despoletar das bombas, pois a estratégica das tentativas de novas ordens mundiais é de todos bem conhecida, medo, violência, reforço de poderes, limitação das liberdades, repressão preventiva e reactiva.

E tive eu acesso à leitura, passo a expressão, a um género de sismografos, que iam anunciando o que se poderia ir passando, e um dos que eu tive, derivou da simetria temporal entre os ataques que a Mãe me veio fazendo, e os vísiveis crescendos e por vezes picos de violência no Mundo num mesmo tempo a acontecer, digamos que funcionava como sinal de alarme, e que fique claro, não afirma este escrito, que a Mãe esteja ligada a actos de terror, pois o medo colectivo que se cria para potenciar seu acontecer, a expressão do mal, faz-se de forma complexa e variada em diversos e distintos planos e se os sinais são em sua certa forma transversais, não quem os exprime necessáriamente endossa o acto ou sua concretização.


À requerente e ao advogado da requerente e a todos os que estão a volta, por detrás e que os sustentam. Vos digo. Parem com Isto e Já!!!! Acabou!!!!! Parece-vos pequeno o dano?

E ao Senhor Pedro Dias Ferreira, lhe Digo eu, corra para onde quiser, corra para debaixo da asa da senhora advogada Vera Adão Silva que o patrocina, corra por via da senhora ter sido membro da comissão de honra da candidatura de Mário Soares, para o apoio em parte do partido socialista ou corra para debaixo de um avental da maçonaria feminina, ou do ramo feminino da ordem da serpente, ou para os custódios de Maria, ou seja para onde for, que enquanto eu aqui andar, vos derrotarei no cumprimento e extensão necessária, e o Meu Filho Vai Voltar Para Mim e eu para ele, nem que seja a última coisa que faça eu aqui na terra, que não é, porque o sei, e nem que tenha que chamar as aguas do rio e do mar para vos levar de uma vez por todas.

Imaginemos que o senhor nesta trama, não passa de um mero peão, quanto muito um pequeno sargento de um grande batalhão, imaginemos que o senhor só vê em pequenissíma parte o quadro onde se meteu e onde o meteram.

Uma das tarefas que eu tenho é contribuir para a criação do entendimento e da paz entre os Seres. Imagine que cada vez que tenho de analizar uma argumentação estapafúrdia como esta e gastar meu precioso tempo com a resposta a isto, morreram entretanto alguns cuja morte poderia ter sido evitada. Acha que lhe poderei atribuir esse sangue? Em que parte e quantidade o deverei fazer.

Uma das coisas que eu vos exigo a ser feito na minha presença e na do Meu Filho e explicarem-lhe muito direitinho e de forma a que a ele seja clara, de que o Pai não é mau, nem louco, nem o está, e que lhe apresentem desculpas por assim o terem afastado do Pai.

Muitos em todos os quadrantes, partidos, em todas as organizações secretas ou menos secretas tem-se entretido a dar-me cabo da vida, a não me deixar trabalhar e um mesmo tenho visto acontecer a muitos dos mais brilhantes de Portugal.


Esta é por agora a minha Luz Que Apresento à Luz de Deus, ao Tribunal e a Todos Os Seres do Mundo.


Pelo exposto informo o Tribunal que não autorizo a realização de exames psicologicos, conforme requerido e argumentado pelo representante da requerente.

Sustento a minha decisão de que a argumentação do requerente incorre no principio e garantia constitucional da liberdade religiosa e que a ferindo serve ainda o vil proposito do denegrir e atacar os direitos ao Nome, e que o Tribunal deverá velar para que tal não continue assim a se passar, pois já é a segunda vez.

Dou conta ao Tribunal que segundo fui informado na secretaria do Tribunal, que as minhas primeiras alegações não tinham subido à Juiza, por razão de falta de pagamento da multa por alegado incumprimento do prazo, sem que fossem capazes pela segunda vez na mesma secretaria, de me esclarecer e confirmar o mecanismo de contagem e sendo omissos nesta matéria os papeis que do Tribunal possuo.

Estive na secretaria no ultimo dia para o pagamento da multa cujo aviso me chegara por correio registado. O que é mais espantoso é que quando no balcão perguntei se havia uma sentença, me disseram que sim e me tiraram um fotocópia no momento e me a entregaram, que processualmente a prática é de não a enviar.

Ou seja, o conhecimento das alegações por parte da Juiza pararam e se atrasou o seu conhecimento pelo não pagamento de uma multa, que eu próprio ainda não sei se é justa e consequentemente de pagar.

Uma multa é logo expedida, a sentença não. Percebi tambem que existem outros alegações ou algo assim da parte requerente que me foi mostrado no dossier do processo mas que não pode consultar. Porque não tinha pago ainda a multa.

Dá-se portanto o caso do que me foi agora apresentado como argumentos para requer uma minha avaliação psicologica, é parte de toda uma argumentação e estratégia, que em termos praticos ainda não conheço, situação que se traduz em meu ver no prejudicar a defesa.

E diz o despacho onde o Tribunal vem solicitar a minha autorização para tal efeito, depois de o mencionar que o faz nos termos do artº 178º nº 3 da OTM, com a advertência de que nada dizendo, no indicado prazo, o meu silêncio equivalerá a aceitação e que o prazo é de dez dias.

E aqui se coloca dúvida sobre a qual requereio esclarecimento, se dez dias sobre a data do despacho ou dez dias depois de recebida a pergunta, visto que uma pergunta não se pode perguntar se quem a deve receber não a recebeue se não a recebeu, não lhe pode responder e se não pode responder não será justo que a ausência de resposta equivale a uma anuência, e assim sendo, qual é a justeza de regular, que o silêncio equivalerá a aceitação. Pois entre a data do despacho e sua mais rápida recepção mediará no miníno dois a três dias e assim sendo o prazo de dez dias que a lei preescreve não é cumprido pelo próprio Tribunal?

Veio noticia a lume que a partir do dia um do próximo mês terão as Gentes de Portugal acesso gratuito as leis e aos decretos leis na internet, mas o meu prazo de resposta acaba antes e nem todas as Gentes terão assim hipotese de saber as leis e o conteúdo de seus articulados, pois nem todos tem internet, mas tambem não é meu caso.

E não conheço o conteúdo do artº 178 n 3, nem sei mesmo que a sigla OTM significa e se me foi dado o direito teórico de me defender por voz própria, não deveria ser ele garantido em termos práticos, nomeadamente procedendo a sua citação ou explicação?

E aqui deixo o alerta às Gentes, quando receberem nos balcões dos correios uma carta registada, para obter e ficar com prova do dia em que a receberam é necessário pedir uma fotocópia do talão dos correios que neste caso oficial tem correspondência com o número do miolo da carta e que não se esqueçam de verificar se assim é.

E se a Justiça é feita por tudo o que a compõem e para ela concorre, nomeadamente seus processos, normas e procedimentos incluidos, para o mal, menos bom, ou bom resultado, não grita claramente o ocorrido que algo de profundo vai mal?


Pois chega primeiro uma multa que uma sentença, sentença essa que nem obrigação tem de ser enviada, segunda a informação da secretaria.

É em termos práticos mais importante uma multa que uma sentença? Não e sim se atender ao que se passa na realidade e não convêm aos assuntos em geral e os da justiça irem assim com o não e sim entre o correcto ver, pensar, e julgar e o não, que se faz ou deixa fazer e que contradita o Justo.

E a falta de seu pagamento dá origem e tem como consequência o travar da análise do processo no modo que seria seu normal curso no tempo e assim se dilata o tempo das decisões?

O que é então mais importante e prioritário?, o que traduz este fazer, que o que está para resolver, é passivel de ser atrasado pelos próprios processos que os homens desenharam e que mais uma vez o poder do dinheiro, neste caso da sua falta, fala mais alto em termos reais, do que a matéria em litígio. É um caso com uma Criança, Senhores!

E não deverá nunca o dinheiro sobrepor-se à Justiça, nem fazer inclinar a balança para o bolso do que vai mais pesado.

Pergunto ao Tribunal que na sentença saída da conciliação me obrigou por força de lei ao pagamento a partir de Abril de uma pensão mensal à Mãe que me raptou e mantem afastado o Filho, como o poderia fazer, se não está em lado em nenhum documento até à data recebido sobre este processo, nem mesmo a identificação bancária da requerente para eventualemnte poder proceder ao pagamento.

Pergunto ao Tribunal se não será também este fazer uma armadilha, para mais tarde vir a parte requerente, afirmar que os pagamentos estão em falta, depois de não ter nem criado as condições para que ele pudesse ter sido feito e à luz deste exposto, que medida toma o Tribunal em relação a este aspecto?

Requeiro ao Tribunal que me entregue a Guarda de Meu Filho nos termos em que já a requeri.

Requeiro que o Tribunal proceda a marcação de datas para que o Meu Filho possa ser avaliado por pessoa da minha confiança, no domínio da psicologia, de forma a poder confirmar se não lhe foi feita nenhuma especie de abuso.

Requeiro ao Tribunal que me seja fornecida o requerimento integral da parte requerente à qual ainda não tive acesso a não ser a estas duas folhas mencionadas como sendo suas integrantes e numeradas com os números 110 e 111.

Informo o Tribunal, que será em breve entregue um requerimento completo sobre este assunto de familia entendido em sua verdadeira extensão.

Peço ao Tribunal a dedução de uma acusação de desvio de menor, com cumplicidade de terceiros desconhecidos com configuração de rapto e actos de tortura psicológica sobre o Filho e sobre o Pai, com vista a sua deterioração psicológica e emocional e peço uma indemenização em nome dos dois, de acordo com o que o Tribunal com base nas leis que regulam estas matérias, assim decida.

Aguardo Deferimento



Paulo Forte, Pai de Francisco Forte

Lisboa, 29 de Junho de 2006