quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Quanto mais me atacam mais as bombas rebentam, mais a mortandade aumenta lá ao fundo no mesmo lugar do Uno mundo e eu vejo vossas mãos cheias de sangue e vos acuso de participares no mesmo crime.

Já por diversas vezes vos dei conta, parem, parem, não agravem vosso caso perante Deus! e vós continuais a esticar o fio e a desenrolar o sangue, quanto mais me aproximo de aqui desvelar o que sei, mais as consciências inquietas com suas culpas se agitam, sempre foi assim nas cabeças que vão enegrecidas e cujos corações já nem mesmo batem, parecem, mas vão mortos.

Quanto mais sangue irá correr, por vosso espernear e mais uma vez vos digo, arrepiem caminho e façam a vossa confissão em termos públicos sem rodriguinhos, oh filhos da babilónia.

Ao Procurador da republica portuguesa, que se abra de novo a investigação sobre o tráfico de armamento que foi feito tambem aqui em portugal na altura da primeira guerra entre o irão e o iraque! assim se chegará a quem matou e mandou matar a Adelino Amaro da Costa e os que com eles iam no fatídico võo. Os milhões que sempre se falaram que com o tráfico foi feito, não se esfumaram no ar por muito boa que seja a lavandaria de alguns.

é preciso e urgente repor a verdade e fazer a justiça aqui, para que ao fundo no mesmo vaso único que a vida é se faça, cada qual tem que ajudar com sua parte e compor o que foi mal feito.




Ah senhor que nem me recordo seu nome a primeira, ah lá me vem ele, vasco graça moura, segunda vez que entra aqui na Palavra deste Livro da Vida, eu que lhe trago amor como anteriormente já aqui lhe tinha declarado. compro eu as vezes um jornal, onde o senhor ocupa com suas laudas uma página inteira, as vezes compro o seu, outro dias outros jornais, pois o dinheiro que tenho não dá para comprar a todos, e assim os compro um bocado às cegas por meio instinto do que me parece ser o que trás os assuntos que em cada dia mais me dirão e nesta ultima vez, vejo mais uma pagina inteira dedicada a uma coisa que se lhe quer que lhe diga, ainda nem bem percebi do que é que estão a falar, mas não se preocupe que deve ser burrice minha, certamente, que meu pensar, não passou pelos mesmos corredores anos a fim, nem trago eu pertença a clubes, e nem sei mesmo se escrevo em versos alexandrinos, mas quando o ultimo texto que li, se dirigiria a quem o lia e estando eu a lê-lo, como se eu fosse como muitos outros professores, para além das da sincroniciade com o que em vespera escrevera sobre as aulas a borla, a capacidade de aprendizagem, e coisa e tal, nao pude deixar de lhe escrever pela segunda vez.

as reservas ao tlbs ou lá o que é ou seja, é problema seu, que pelos vistos muito labor lhe tem dedicado, e será porventura por sua mão em parte, de muitos outros.

sabe debaixo de mim, salvo o seja, e seria se calhar bom, mas nunca o vento assim soprou, está, ou estava um grupo de teatro de uma senhora que muito o admira, pois me falou sempre de si com grande admiração e respeito, e que é uma senhora que eu gosto há muitos anos que a conheço e de quatro ou em cinco anos, lá nos vamos encontrando e pondo a escrita em dia.

e um dia quando a vi com uma amiga dela, e me pus com ela a falar no atrio e levava no pensamento, de que andar viriam algumas toupeiras humanas que entravam em minha casa e que continuam a entrar, lhe cairam de sua mão, a dela, duas chaves no chão, duas chaves me aparecerem outra noite muito mais recente, na expo, em frente ao escritorio central.

depois um dia vi uma bela cadeira, seria luis quinze, com belos floridos berrantes que estava a ser levada, ou trazida de lá de baixo, e me pareceu ver alguem nos braços dos homens que a transportavam, um bela cadeira para um senhor se sentar a fumar umas cigarrilhas ou mesmo quem sabe uns charutos, e levar pedaçinho daqui e de acolá, retirando aqueles que lhe poderiam interessar, para construir provas de teorias que cerebros brilhantes conseguem sempre magicar, para convencer desavisados ou mesmo outros que assim por esses olhos e filtros vejam o real em suas balanças.

deverei senhor, por veneno na porta? deveria pensar em fazê-lo?

não, que uma noite um ratinho que figurava um ser, se ser se pudesse em propriedade chamar me apareceu quietinho entre duas colunas e eu lhe disse para lá ficar sem se mexer e ele assim fez, pois mesmo um rato, que era um simbolo e um veiculo é meu irmão, talvez vá buscar minha flauta e chamá-los não para os deitar a baixo pelo penhasco ao mar, que sempre em pequenino me pareceu brutal este fim, mais para os levar para um lado onde eles possam viver, em paz, partilhando a mesa casa, o mesmo templo.

veja lá o trinta e um que arma pois se algum marinheiro no mar tombar, desta vez a si irei falar.

A minha lingua, quem lhe disse a si que era português e já agora defina a sua gramática do correcto portugues que entende por portugues, faça uma gramatica util, escreva sobre isso em seus artigos, que certamente a patria muito mais terá para lhe agradecer, bem sei que fica contente no corredor do d maria, de preferencia com belas companhias lado a lado em seus braços e talvez depois e nos entretantos das redondilhas dos versos, sugiro-lhe que prepare uma pequena introducão sobre as questões de linguistica, de representação de som, e do desenho das letras, e sua correlação com códigos binários quanto um código pode ser só binário, mas concerteza que é por ai que o senhor, ou quem quer que seja , por detras vai, e já em parte foi, portanto, explique, se for essa sua vontade, o fundamento da suas analise que tanto medo consegue pelo mundo soprar, não fosse o senhor, uma iminência do intelecto nacional.

E se não for muito o incómodo, já agora explique ao professor como explicitamente me considera, ao escrever assim seu portugues, se não me entende, pois se não me entender, não será grande minha preocupação.

Ou será ainda que sendo o senhor correlegionário de Durão e de outros senhores do mesmo partido da linha partida da redonda inteira esfera, se toda esta batalha não é feita por outras razões e a sincronicidade se prenderá, com as inquirições que aqui em modo público venho fazendo, deverei eu tomá-lo como mais um dos suspeito, desta vez , não do costume?

sabe ou não saberá mas eu lhe digo, em outro dia ao meu caminhar me veio pelo amor a informação de que umas gravações audio estavam na mão de um zé , não sei que se fêmea ou macho, nem me importa pois nem assim o creio, mas o que creio e é importante para lhe dizer, frisando-o, é o facto de que algumas coisas aí gravadas se prenderem com investigações em curso e tambem é um facto que como ninguém me responde, não me tem restado outra via senão, a de aqui dar em forma publica o que vou sabendo do que vou encontrando.

só isto é pertinente, na medida que as ajudas e o ajudar, são sempre de utilidade, mas entrar em casa alheia sem permissão e daí levar ou tirar ou mexer em coisas, não deverá ser limite a ultrapassar, e não deduza caro senhor, que aqui neste periodo se faz afirmação que lá entrou ou entraram pessoas de seu mando, ou de suas amizades, mas é evidente que esta matéria, a estou a investigar e não é segredo para ninguém que eu a investigo e a questão consequente, é que tenho trazido aqui em forma destas letras, perguntas e hipoteses que já levantaram outras possibilidades, não vão portanto por criancice ou por negritude fazer pagar os justos pelos pecadores, pois isso é verdadeiramente coisa que me chateia, talvez por conhecer muito bem a injustiça, e ao julgar, quanto eu julgo, não farei eu o que me fizeram, mas tambem não aceitarei responsabilidades que são de terceiros que tentam assim tirar o cavalhinho da chuva e enfiar a responsabilidade em ombros alheios.

em amor e respeito

Ao Senhor Procurador, breve e curta história e linha para sua investigação sobre corrupção e compadrios e coisa que tais.

Trás alguém um machado, um machado pendular, alguém que eventualmente até poderá não ser da axa portuguesa, um machado que mais parece uma lâmina de pêndulo pendular em suas mãos tem, como as marés , vem, mando-a em justeja e justo embora, lá volta ela de novo e por aí fora na frequência que me levanta esta suspeita, sobre a qual lhe peço aqui investigação.

A lâmina deverá estar no Porto ou arredores, mais especificamente, lavrará na secretaria da dita injunção, pois o caso é simples e nem necessitará de um hercule poirot, bastará averiguar junto daquele que foi o mediador de seguros da latina europa, senhor josé sousa, o que se passa com os processos das apolices, a que eu foi renunciando ao longo dos ultimos tempos da empresa, em modo correcto sobre o ponto de vista processual, avisando sempre o senhor da vontade da sua não renovação à medida em que iam terminado os contractos das apolices.

o busilis da questão é este. exemplo. uma apolice está para terminar, telefono eu ao senhor josé sousa para a anular, não renovar, e assim fica feito. Passado uns meses, recebo uma carta da secretaria da injunção do porto, que me diz que falta pagamento da nova apolice. lá telefono eu de novo ao senhor josé sousa que me diz, isto é assim cá dentro, os papeis andam de um lado para o outro entre serviços e coisa e tal e depois eu digo-lhe se faz então o favor de o resolver e ele lá resolve e depois quando se anula outra, o mesmo processo, e agora conseguiram deixar um anzol montado em relação à ultima apolice, ou seja desta vez não pararam a pretensa acção na injunção e na aparência mais uma vez pretendem de mim fazer devedor do que não devo, e isto é um atentado ao meu nome e ao nome da minha empresa, dà-me trabalho e ocupa meu tempo para o resolver e deverá ser investigado e responsibilizado quem me anda a por um pauzinho na roda e deverá em igual modo ser averiguado em sua extensão conexa, seu porquê, porque anda alguém a me perseguir tambem aqui, ou ali, melhor dizendo no porto e deverá ser-me dada uma indeminização por todo este incomodo, que agora já vai numa outra firma qualquer , aparentemente de cobranças que dá pelo nome de gesphone e da qual nunca ouvira falar. Mais uma vez declaro que todos os seguros com a axa foram abulidos em seu devido tempo e em seu correcto modo e deixem-me da mão se faz favor, oh filhos da grandessísima babilónia, ainda desconhecidos, neste assunto, que pretendem de mim e pintar a cor de um irresponsavel, devedor, o que não será o caso do senhor josé sousa, que sempre me tratou com correcção ao longo de talvez uma década em que juntos tratamos estes assuntos de seguros e apolices.

e depois me apareceu ao olhar o olhado, uma história com duas mulheres no porto e seus arredores, uma senhora a quem eu muito amei e a quem eu por amor foi uma vez ter com a outra, para lhe pagar uma divida da primeira e me disse o espirito , ora aí estão os dois x no império, um na curia, a lembrar um papel de quarto de hotel, onde se diz pode fazer as malas, como quando partimos, e dois negros enredos a ser por mentes perversas e maldosas inventadas, e me lembrei, que ingenuo foi, dei-lhe um cheque meu, e só fiquei com seus dados, não me recordo mesmo de lhe ter pedido nem um recibo, que dissese, que lhe tinha pago e o que lhe tinha paga, belo, paulo, santa a tua ingenuidade, deste dinheiro para a mão de uma senhora, para mais tarde dizerem que lhe tinhas pago, outros favores, ou que assim resolveras por um acordo privado uma coisa que nunca aconteceu e digo ao paulo, que sou eu, Sim Santa é a ingenuidade e felizes os pobres de espirito, aqueles que são vazios de pensamentos, pois é deles o reino do céu, que mora aqui na terra, o único problema é maldade com que alguns vão. Entronca este fio com ou outro, que me leva a um triunvirato ou quarteto femenino, que se encontram muitas vezes as três conhecidas pelas letras e uma que ainda não, para imaginar e me arrepio ao imaginar as suas negras imaginações e me fala o outro pedaço do mesmo fio, sendo o diabo, filho de quem é, como poderia ser diferente de sua mãe