domingo, abril 22, 2007

ah amada , que os jaguares estão por todo o lado, ao que parece mesmo nos parques, aqueles aprendidos por falta de pagamento de impostos e coisa do genéro, talvez lá passe amanhã a ver se a laia de estorno pela estupidez humana, me emprestam um, desde que funcione a amor ou pilhas solar ou beijos meus e teus, pois aquilo é belo mas consome demais para meu bolso e eu que ando de caridade, a meter três e cinco euros de cada vez, de vez em quanto, lá vou a pé buscar um litro para continuar viagem, já tenho uma garrafinha e tudo para o efeito, deve ser por ser filho de engenheiro, previdente por genes em planeamento, especialidade, pobreza, a minha, que no mundo há muito mais e pior, e se Deus me deus os pés será antes de mais para te encontrar e depois beijar, e sempre vou comendo e ainda tenho um tecto para dormir, eu e o cão antónio, mas tudo isto para te dizer, que do outro lado da rua da avenidade da liberdade das trevas entravadas, em frente à abreu , lá estava outro, descapotavel, muito mal estacionado, diga-se em passagem, no meio da curva. ali estava, depois descobri este café onde as musicas veem quase todas do brasil e escorrem mel e mel e escorrem e escorrem mel e se me faz bem, tambem o não, pois mel bom seria ter-te a ti abelhinha por perto, e disseram delas os jornais, que os doces seres estão a imigrar de planeta, certamente porque os homens não beijam o necessário suas mulheres, o que se continuar assim a acontecer será grande problema, pois aqueles pequeninos seres, a quem tu nas vezes pedes para neles me visitar e vens e eu então te deixo andar ali à volta de mim e te canto canções baixinhas com refrões em buzzz e bozz e bazz, e depois partes, são elas pequeninas mas muito importantes no trono de todos os seres e senão nos beijarmos o suficiente, que é sempre mais e mais, até fazer correr mel doce e espesso, será uma grande desgraça, para as arvores onde nas sombras no sentamos a ver o céu a namorar com as nuvens e onde os pássaros se sentam então em nosso colo e regaço, e depois fui ler jornais ao adamastor e tu não vieste e o sol se deitou de tristeza, assim me disse Ele, e depois contei as moedas e decidi fazer uma extravagância, que foi ir comer meio frango na brasa na casa da india, que ontem andava tudo de cabeça perdida e demorou para aí uma hora a chegar e depois sentou-se uma senhora columbiana que pediu um caldo verde e uma bifana, quando a vejo a meu lado no balcão, a cozinha ao fundo, pegou fogo por um instante e depois se apagou e me disse ela então, que tinha vindo de uma conferência espiritista, e eu lhe disse, pois, o espirito está sempre por todo o lado e é uma boa forma de ver que a vida não é só os corpos e sorria-me por dentro a olhar o fogo, vê-se, imensas labaredas que se deram lá na cozinha e depois foi a pé até casa dormir e tive muitas insónias e andei a passear pelas ruas.


trás Amado gabriel, um pequeno poema que fala de um ramo de sua familia que ao que parece por Portugal , ficou a cuidar, não sabe ele ou o poema bem de quê, mas porque cá estão.

há largos meses a menina com esse nome de familia, olhando minhas sandálias rotas, oferecu-me um dia uns sapatos de ténis, que vou usando em meus dias, tem um simbolo em s, com nove pontinhos e visto de cima, em sua sola de borracha, saem uma especie de pitões discretos,como pequenas borbulhas.

na rua do borja, fizeram em tempo recente dois novos prédios e um deles que tem uma fachada lateral pintada de cinzento, mal ficou pronto, começou a se modificar e eu espantado ia vendo a criação da sombra nessa mesma fachada quando pelas tardes me sentava no alpendre do meu prédio, rapidamente, aquela imensa fachada cinzenta, acabadinha de pintar , ia tomando gradualmente o aspecto de uma pele de cobra gigante, veios de cor mais clara alastraram por toda ela até que a pintaram de novo.

uma tarde estou sentado e vejo projectada nela uma sombra impossvel, era como se as borbulhas do meu sapato que fazem uma especie de dentilhado, por estranho fenomeno doptico da luz que refracta e desvela a sombra lá se tivesse projectado e esfreguei e esfreguei os olhos e pensei optica e optica e cheguei aà conclusão que a Luz me dizia algo, que só agora se desvelou em sua inteireza, pois agora parece ser o tempo de encontrar as ciobras em seus lugares.

dizia-me o espirito amado em dia recente, na tua rua mora uma grande, e eu fiquei a pensar, bem lá ao fundo, não na mesma , mas próxima, a cas do presidente, já na minha frente à air luxor, mora o seu genro, o luis montez e depois os vizinhos que vou conhecendo ao longo destes anos que por aqui andei.

ontem dei de caras com ela, bem de cras não, pois da garagem desse prédio, saiu um carro de desporto topo de gama, que me pareceu um masarati, prata e me disse o coração ao instante, pois lá vai ela e depois o espirito contou a história, rezando assim


o primeiro adão da porcaria ao pé do rio, da folha no escape do triunfo dos porcos na GB, o ip à porta da senhora dos chupa, chupa, s da cobra da Parede, o homem do li, o oz invertido do raio x de noventa e quatro, da video colecção da Cp/ Li- FP, o homem muito homem, o primeiro da estrela, o ovo do X P 13, cal da doninha da zé do SI da BT da CM dedra, bombeiro voluntário em 93 ao BA, viu a casa digital Es do Az , é o do golfe 11, matematico todo o terreno Ad da Ru e tambem da Tv tele pizza, luz dos dois caezinhos da Tv, X no rato de depois de Cristo em DC, tampão do rinoceronte CB do jogo da onda vermelha do acento da musica do miles na CE, do X no Paulo na casa alemã

PH no DC 3 no stand europeu do BA, gato primeiro da TSF da outra margem , reacção Ab ao PM do estrangulamento dos morangos no ribeiro, das acções da bolsa do dia 25, java, da onda de java, prata e vermelho do minho e de lisboa, rodizio, cayatte vermelho, vidro centro da cozinha chineza da rosa doce, café da música, be my love, o gato de roma, veigas, perfume e peperoni da BB de 90, da volta dos livros a portugal, pelicano do montepio, riff Ka de luanda de sari, rei max do rodizio do stº antonio do mac donalds, ou do M da maria, do desenho do filho, do ban no alentejo millenium bcp da imaginação dos telefones, perfumaria do touro neto, vista alegra da igreja do libano, o santo do bes, da exportação da borboleta da cafetaria joaninha da caixa multibanco da garagem rio de janeiro PP em noventa, da oficina de 64 em sta comba dão nas ruinas do carmo, carro azul e d´oiro, hotel praia mar porto caminha, correia de transmissão do acento agudo na vesica, lista de casamentos do homem strauss da balistica do fogo do dragão de seis patas.

brasilia made in italy.

é a frances 66 BX , 00
o 11 da cp sa. mp da linha do laser, o ponto todo o terreno do dia 13 long play

o falso principe da rosa do dezoito grau, é o segundo de DC.

Recebi a semana passada a sentença do falso julgamento do tribunal de menores, o processo destes iniquios, falsos e corruptos, é do piorio, pior do que no fascismo, pior mesmo do que na idade média quando se queimavam os homens nas fogueiras.

dizem que eu sou perturbado mental, mas que amo muito meu filho, mas que só o deverei ver aos sabados na presença dos avós.

morram todos, vão todos para o inferno!

e que venha uma onda grande do mar para a todos os iniquios e falsos levar, que eu desta vez não salvarei nenhum.

acabou de nascer no mundo no outro exacto lado dele, um dos mais pequeninos meus filhos , tão pequenino, que os olhos dos homens não o veem.

É Fruto do Amor como Tudo o Que Nase na Exacta Medida do Desamor que Reina Ainda No Mundo, perfeito à imagem da forma como os filhos de Deus tratam seus irmãos, um pequeno ser que ataca o figado, que é donde os pelicanos tiram o alimento para dar a seus filhos, que é aquilo que nuitos se esqueceranm de fazer, pois aqui está o envelope, o primeiro da nova serie.

Amada, em breve vou partir deste país, mal termine uma Reza, um Texto, e a Maldição, que aqui deixarei a todos os iniquios antes de vir o vento quente que os abrasará sem remédio nem remorso

Queres vir comigo?

na camara a saga continua, falei com o director, mais um com o nome Remédios, a juntar ao nome de Galo, disse-me o senhor que a camara tem seis mil processos em cima, estava tranquilo, o senhor, por conta disso, certamente que seu mandato terá terminado antes mesmo de um vigésimo estar resolvido.

telefonei à presidência da camara ao principio da tarde, disse-me a senhora que me telefonaria passado querenta e cinco minutos, já telefonei outra e outra vez e ainda estou à espera que o relógio de lá marque três quartos da hora, excelência de serviço, neste país que não existe mesmo e se não existe o melhor será mesmo que ele acabe em breve.

dizia o senhor amado, que o humor era um optimo equilibrio da balança e valvula de pressão, desde que os homens acreditassem em seus dirigentes, coisa que não se passsa mais, nem em verdade nunca se passou, pois os homens, que o são, dirigem-se a si mesmo, por aqui, só invertebrados, e jornalistas independentes , livres e libertados, tambem parece não mais haver, ou serei eu que me engano a pensar que estas palavras tem interesse publico.