segunda-feira, maio 07, 2007

há dias que subiu dentro de mim do mar a escuta de um dizer, aparece no quinto dia, e depois outras memórias de desparecimentos e aparecimentos se deram no entretanto e alguns nos dias do mundo, agora no principio da noite no metro pelo espirito aflorara uma pergunta, um perguntar, é uma questão de percentagem, de angulo e de número, e todo parecia reforçar esta questão, que se colocara mesmo antes de nele entrar, no jornal, a criança do lys, aponta com seu dedo um ponto na moldura da janela que o senhor se esquecera de pintar, a parede da casa, são tabuinhas como ondas do mar, suas sombras marcam uma hora , como no sol a pino e depois as duas dos dois corpos, desecem fazendo um angulo pequeno na volta do cinco sete graus, pela janela do olival, um saco com percentagem na rua estava, e quando saí, li, da percentagem da maria sobre o esqueleto da bela vista dos himalaias e dos montes brancos, suiça, seriam? da percentagem da asas da maria sobre o esqueleto dos montes bramcos da suiça e dos himalaias, numa parede do metro A7 do grilo cb, 19, serpente numas calças me disse, que vira jogo no primeiro do sete, no metro a Senhora russa que se sentou à minha frente tinha em seu jornal uma cruz na página 47, seu saco de pele castanha tinha um quadrado debruado que com cinco pontos que eram pequenos cristais, como estrelas e depois se prolongavam por fora dele fazendo como uma cruz, o canto do chão da cruz era de novo arredondado, à imagem das imagens anteriores, sua maquilhagem nos olhos faziam um angulo, que era um vaso deitado simétrico ao que estava na imagem da mesa do ritz desenhado pela sua estrutura negra metálica, do saco do mo dos alces de espanha, depois uma percentagem de cacao, que li primeiro 63% e depois vi que era seu inverso36%, 47 , X roma, ou a quatro do sete da dália romana, subia do metro do rato e dei com a igreja de Nossa Senhora da Conceição aberta e lá entrei, bela singela igreja cheia de belas histórias com um chão de quadrados negros e brancos dispostos em losangos relativa a perpendicular central da despojada nave, nas paredes laterais pequenos quadros com as estações, olho meus pés que se tinham disposto em angulo e vejo as estações, entre a 4 e a segunda , mais uma vez um relação semelhante entre 40 e 20 graus.

na tarde descera ao rio, vi beiras, dizia acarrinha em seu passar, antes de um pinheiro manso caira uma especie de casca de larva vegetal, olhava o mergulhador defronte ao oceanário e lembrei-me dos salvamentos em viseu na tv à hora de almoço, caiu depois um pequeno ramo de caruma ao lado de um banco às listas azuis e amarelas, passou uma tshirt , berlim, o pardal pousou ao seu pé, levantou de novo para o pinheiro e fez de novo cair uma outra casquinha, que parece um casulo de uma lagarta, recordo em mim três sensações estranhas em mim, o da travessia no portal no dia de aveiras, apareceu-me agora ao caminnhar apara aqui, o dizer, a patanisca de aveiras veio da leziria, ribatejo, e recordo dia recente a fotografia de campinas que tinham em seu ar, a ideia de terem feito bem seu trabalho e meu coração lhes agradeceu, em meu secreto, de aveiras não me consigo recordar ao certo, pois na aparência não me lembro de ter levado o antónio, mas depois do passar do portal, ele estava lá, a outa foi hoje de manhã, ele estava fora de casa e me recordo dele lá dentro antes de ontem me deitar, e sonhei, sonhei com um carro que estava fundido com uma arvore, como se tivesse sido por ela embrulhada, e hoje de manhã vi um carro branco com motivos laranjas coujas formas eram semelhantes, passa uma abelinha negra alemã, vestida de verde branco e preto às listas e seus braços como que fazem os gestos da condução de um avião a aterrar num porta aviões, o irmão pardal, não me largou ainda, mostra-me a fracut«ra entre duas lajes arrendondadas de ciemnto, que me pareceram no instante recordar aas chamines de kent, com seu bico ao lado da fenda, desenha uma cruz, de seguida voa para um conjunto de grades de barreiras que estão ao lado ensarilhadas umas nas outras, com o logo lx cml, passa siemens, luso, o mergulhador em frente ao oceanário, dentro do lago, tem um fato, azul na cabeça, oculos e snooker, laranja e sorri, parece uma bola de blhar, peço ao mar e ao vento e a corente que me indique uma direcção e ele começa a rodar, olho a direcção que me indica e vejo, sorri , a porta está aberta, ao ladochimarrão, com um cozinheiro de facalhão e esporas em suas botas, casi português na tabuleta, e denovo roda do chimarão para o tejo e vejo em minha frente, de onde estou sentado, a onda que faz a ponte sobre o tejo, ou o mar, adidas, org culturel, liberation, já abriu liga-se a outro snetido escrito, espeto de comida, o viu, digital da lua decrescente a hus ponte branca, 3, fugitivos revoltados, , ..., cult urban 6*6, cb do lixo da cespa portugal, vespa?, 100% cotto bermudas, df 85, child where are you, rio da lua 3,85, o traço branco no céu continua a indicar uma direcão, norte . oeste, quase paralelo ao rio, pequeno o angulo, overstime o coup de fouet, california dolphin, br, cuba livre, da onda da rabo da raia, da loja do shop do café de roma a retorta das palmeiras da casa preta e branca, das pedras das ovelinhas que dormem e recolhem dos sonhos o ouro do céu do passeio de ulisses, riscos vermelhos e amarelos, azuis e brancos, spie, seis pétalas no circulo, duas de tês para cada lado, simétricas, do esgorta da beatriz, que ontem à noite vi na av 24 de julho,caiu-me a moeda com a fu«igura dela ao chão, ao lado dos armazens abandonados a chegar a alcantara mar, a manivela do walkie talkie, por detrás doas azulejos, da história do pescador que tinha partido para a guerra, em frente ao pav azul metálico, 4 palmeiras crescen torcidas e estão mesmo apoiadas, uma está rachada, himel ado51 p16-06035-04 pst 2A 16, esgotos cml fucolli 1997, expo 98, mais a frente outra palmeira torta e mais duas em direcção ao mar, 73 stock das calças, da cultura do lotto de 81, lago dos cisnes, cateri veco, produção de aconteciemntos, daa leitura do caderno de pina baush, da dança do moinho das pás de prata, maratona de dança de lisboa, expo, lc, lentes de contacto da expo, da agua do titanix de pedro e inês, reverbadora, som, agora ouvi, que rasga a dupla unidade de Deus na dupla estrela, pia e poisa uma gaivota no cais da atracagem, pescadores ao fundo na amurada, lembrei-me do poema dos pescadores desavisados, de mim e da monica,, porta abre e fecha, escutei, avião passa, hoinda accord qq, ou 99, 2hh, guruneasy.com, faral pequenino vermelho e branco, anes, ça nest da linha dos donuts, aneis?. ri!
não sei se é para rir, uma tristeza mora em mim na tarde à medida do que leio. cigarros pretos com pontas brancas, parecem tacos de vilhar, são as boias verticais no cais onde a gaivota piou, do passeio do neptuno, sirene ouve-se distante, passado?, o moinho de vento que tira a agua, o ganso famoso da onda do mar, dos pinheiros brancos, sport 205, manchas de sengue sobre uma tshirt azul de um ciclista, renault megane azul e marela, o ganso passou e abriu a porta no oceanario, entrada da telecabine de lsiboa, para o circulo na relva com montes verde, o lago do toco?, vespa gb, a mola preta que agarra as folhas com seis furos cada uma, o quarto furo, mostrou o vento, o efeito do reverso de dopller em maio, re, sin, lisboa, ...ur do famous grouse, avespa lx 379, al da ilha que surgiu no mar do japão, teleferico seis da esplanada bar cuba livre, ouvi pregos a serem pregados,feira das viagens, telefone sem limites, a serpente b do li, o touro vermelho, começo de novo a ouvir o heli,, vem do rio, outro apareceu de seguida na outra margem, paarelo a ela a subir para norte, penso higienico das viagens falcão,puro oleo camuflado no passeio das tágides na fil, borboleta brasileira do toco da pedra, a sombra voadora sobre o chão das tabuinhas, do velocista do leopardo corredor, preto e branco, boa, carmona?, da fissão nucler da prata da pedra negra, cheira a creme de prais, , na prais?, a nboiar, um frasco branco com tampa vermelha, viagens, sombras assimetricas sobre o mar, da onda que fez a gaivta aterrar, o touro à frente da un, com as bandeiras de todas as nações por detrás, e o pavilhão raia do espectaculos ainda mais atrás, passa pequeno avião de helice, ouço arranhar, o buraco do rino azul e verde de portugal, das boias de amarrar, uma verde outra amarela, à frente do pav de portugal, o ponto frances do começo da aventura das setes fontes das nossa senhora na coluna montante a vibrar do gel das vespa pokemon, lenbrei-me da modelo portuguesa com dois fios negros que desçem sobre suas nuas costas, do motor do centro nautico que lança o ferrão da vespa no pequeno leão, rodizio na adega dos tomates, o gavião da salsa, sport diesel, nauticas de recereio da andorinha ao mar, gravidez violeta e verde e negra italiana, em africa?, com o apoio do castro junior ou em dez de junho, espaço rodizio brasileiro barbecue, o origotango do tututru do pantanal da espuma do alce maestro da varinha , musica da disney, que fotografa as meninas a lavarem-se no lago , da areia do camelo lee nas férias do infinito, achas de madeira para fazer carroçarias de olhavo, republica da cerveja do passeio das tagides, nacionais e internacionais, capriciosas, az do parque expo, facility services da telcabo, a vespa thc, do tenis de spatos de crsital, karaoke dos gelados nocturnos do camelo berska, a pantera cigar, de lenço branco ao pescoço do cafe latino, o senhor peixe das criações das crianças, o touro vermelho que do outro lado vem a lisboa, qe atravessa a ponte, mais ou menos há seis anos atrás, o lee paquistanes ou indiano, turbante azul e lilás, nova cosi da invresão da borboleta do litle angel, grávida das flores, brasileira, dois pontos vermelhos na etsrutura da vela da torre, da teia da fonte fina do café da palha, do rio da pimenta argentina, hm italiana em espanha.

a cora tripla da corrida das galinhas ss do tom do sexo, da igreja de baixo, das apostas arrogantes do parque do belo monte no final da terra da quinta, uma casa branca, ou no quinta do final da terra, falésia?, da escada dos volts da nau ni em kiev, disseram os pássaros do galo da turbina do avião da cidade do méxico, katrina nova orleães, jazz da vareta dourada das promessa do oeste de cronos

a criança do liz aponta uma hora, na terceira divisão, ou treceira casa? 3 a 3, 5 milhas a contar da altura do triangulo da bas, no quinto dia ou quinta noite?

perguntou-me o senhor na igreja, vem para o nosso grupo de oração, declinei, dizendo-lhe que ia orar, mas de outro modo.
Ah Amada que eu nunca assim amei e depois chegas tu em tuas letras e perguntas sim, como uma gata e eu te respondo sim pondo em lugar da interrogação a afirmação e depois escrevo-te a convidar para ir contigo e comigo passear e tu não me respondes e depois tu que és bela, alta e preciosa e mágica e à distância fazes em mim coisas belas, como me desenhar um p em meu pulso quando eu estou sozinho em minha cama a dormir e muitas coisas assim de uma beleza que me trás encantado e eu me pergunto e te pergunto a ti e a ti te peço, porque não chegas ao pé de mim e me dizes assim ou assado ou parecido, rapaz, sou eu que te trago em meu coração, vamo-nos beijar e depois eu ando por aí e nem sei mesmo mais andar e estou perdido em tradução constante de amor e não sei como chegar a ti, e tudo e todos e todas as senhoras e meninas são muito belas a meu olhar, e dizia-te em outro dia que devagarinho, é boa a arte de amar e acrescento que tambem é bom depressa nas vezes que o fogo assim à agua pede, e ainda em outras em distintas velocidades e que todas são boas para te amar, e que quando amo ao pertinho, trago sempre em mim muita sede e muito fogo, e se meu corpo com os dias vai ficando mais pequenino, uma parte sempre fica maior e espero mesmo que nunca dela te fartes, do meu desejo que é sempre imenso, quando te tiver ao pertinho de mim, assim o poderás ver, saber e sentir, e festas fazem os dias sempre mais belos e semeiam felicidades, beijos ainda mais e as nuvens então dançam e gosto de caminhar na rua e por-te a mão no bolso de trás das calças e assim sentir teu mover e gosto de sentar em teu colo e que te sentes no meu, e eu que nem sei de de tempo nem de idade, sou assim uma especie de menino em constante amor apaixonado e sou filho das abelhas e procuro sempre mel e dele me alimento e disse-me uma andorinha hoje ao passar, que assim quer de nós , Deus, muito nosso beijocar, que ele muito gosta de assim nos ver e trazer em seu colo, ah amada , chega, chega, achega-te e diz-me que és tu que me amas para eu saber quem és e vem desejosa e desejante como relva humida ao amanhecer e depois amada, aqui para nós que ninguém nos ouve e eu não te vejo, se calhar somos ambos timidos, mesmo que não o pareçamos e se assim for se calhar é melhor pedir ajuda a um ser amante que nos faça dar as mãos, como nos bailes de adolescência, meninos de um lado, meninas de outro, e um papelinho para escrever teu nome por toda a eternidade e desenhar corações à volta do teu e depois soprar-lhe para o pôr a esvoaçar, ah amada chega depressa que eu me derreto todo, e se demorares muito podes mesmo só agua encontrar, certo que te saciaria sempre parte da sede, mas não toda ela, e a agua do amor é fonte que jorra e nunca pára seu jorrar e depois nem sei mesmo se teu nome é teu nome, sendo todos os nomes, sao nome do amor e te posso sempre chamar de flor, ou de rosa ou de asa, alma , pássara a voar e todos eles são Amor

sabes amada, a semana passada, cada vez que entrei casa, três foram os dias seguidos que me cheirou a torradas com manteiga e eu pensei para meus botões, quem me dera seres Tu com elas à minha espera, mas não sei tua direção nem andar