sexta-feira, maio 11, 2007

ah amada e com os piratas das caraibas de nosso coração, dos belos, deep e a cavaleira keira, que todos nós trazemos em nosso corações de meninos de encantar, vou em mesmo galeão de velas defraldadas até ao outro lado do mar, a te buscar.

sabes amada, esta demo cracia, parce nas vezes ser muito idêntica ao roteiro das aventuras dos piratas, com estranhos monstros e ouço muitos de mim dizer, que sou um monstrinho, que nesta batalha que travo pelo amor e por meu filho sou como um monstro, mas nas mais das vezes meu coração os desculpa, e lhes diz, não devem saber, felizmente, o que é roubar um filho a um pai e um pai a um filho, não devem saber, infelizmente, como uma criança retirada à força dos braços de seu pai, sofre, nunca devem ter, felizmente perdido nenhuma, e assim tento-me esquecer de mais esta tremenda indignação que oiço, sabendo que muitas vezes ela é só sinal de medo e de certo pânico, certo pânico, porque se o pânico nunca é certo nem certeiro nem coisa boa, às vezes ele é sinal de medo devido, pois o que vejo escondido neste dizer, é medo, culpa e mais uma vez as bestas que vão como bestas a tentarem escamotear suas responsabilidades nas negras obras feitas, continua em fundo o rumor, o rumor, da pide, dos jugamentos sumários, dizem as bestas encurraladas em seus gritinhos histéricos, e o sol sempre se levanta todos os dias e assim faz sua lua amada e nada para seu mover, nem ratos de navio encalhado, nem homens ao mar, que é sempre maior que eles e vejo muitos marujos a oscilar, querem e não querem a luz, querem e não querem a verdade e assim se enjoam e fazem tudo enjoar, e depois carga fora, pela amurada, o mar de todos a estragar, sim amada, brandos os costumes, que bom que é fazer- Te festas e festejar os dias a teu lado, que a vida é isto mesmo, para ser assim levada, mas não confundir os costumes que sempre se querem brandos com o fechar os olhos às injustiças, é caso para dizer que as calças não vão com a perna, se os piratas do mal e da besta se pavoneiam como heróis ladrões e os justos são encerrados no porão, senão mesmo passados a fio da lâmina e depois os truques mil para manter de boa saude, o podre das ignomias, os tais segredos e segredinhos de justiça que encobrem como veus as injustiças feitas pelas costas, vide o que ao sul se está apassar, escrevi eu aqui de retratos robots e a resposta foi mais uma vez surrealista, a realçar a pintura de que tudo isto é uma ilusão, pois vieram na praça dizer, são três os retratos, um tem cabelos, outro nariz, outro orelhas e parece que não sabem que se juntam eles todos numa mesma face.

eu pirata de mim, do mar de mim, aqui vou rumo ao sul, passo por um ilha e vejo um rato pequenino, sua graça, maria sobral mendonça, de bem de saude, ao que parece no alentejo a pintar, e eu há dois anos sem ver o pagamento do trabalho feito, atraco um instante e te digo, maria, faz o favor de me pagar, que eu continuo sem dinheiro para comer, tu que és espadachim, como eu e que falas de amor e dizes ser versada nas regras da cavalaria, porque não me respondes, porque nunca mais me ligaste a saber de mim, e em tom humilde me dizer, paulo, ainda não te pude pagar, mas vou fazê-lo, nem uma palavra do piar do papagaio, teu lápis exilis, não é verde turquesa nem escreve no céu, é negro, já a terra duas ou mais voltas deu no céu e nada, só me resta aqui, te desterrar, trús trús, trús, que se te enfie este capuz!

oooiiii, aaeeeiii, aaaooooiiii, terra à vista, diz o grumete no cesto da gávea, é grande a terra e tem nativos de pele vermelha, vamos lá a aportar, ponte lançada, agua fresca, terra verde, verdejante, meus olhos se encantam no canto de encantar

Ah Amada Senhora Minha Majestade Rainha, reconheceu o presidente por um instante que a Senhora É Eterna, e assim O É, e recebeu-A Merecidamente com Trompetes e Uma Salva de Vinte e Um , Vestindo-se de Gala, White Tie Affair

Amada Senhora Majestade Rainha, fiquei a pensar, se não terei sido em tempo ido, seu amável pirata, pois a trago em mim desde pequenino e me curvo e lhe agradeço o Amor, neste longe sempre perto do coração acompanhei sua viajem nas imagens do mar que à praia do meu olhar, vieram dar

e vi que a espada, era luz
e a seu lado e da outra senhora que consigo caminhou
na distância por um momento vos acompanhei
na memória da grande guerra, na batalha do meio do caminho
brilham quatrocentas estrelas de oiro que simbolizam
o sacrificio de quatrocentos mil almas que deram suas vidas pela liberdade
vezes tem que seu preço é grande, mesmo quando nos parece garantida como o respirar
heróis o que por Ela dão a vida, se necessário
os guerreiros dos dois lados se dão as mãos na ponte partida
assim sempre se junta a luz do coração
e se faz a paz
cantam os belos baixos relevos

frente às estrelas, eram quatro os sapatos, dois os chapeus, em vosso caminhar
o enquadramento tapava e devesvela o dizer
K he the price of freedom

Seu Vestido era lindo, alvo de sabedoria, ondas de espirito tanto na terra como no ceu, o colar azul, da côr do olho e olhar de Vosso Majestoso Coração, Ouro é Seu Saber e Seu Pensar, com Lua ao Fundo em Céu Azul, É Rosa da Senhora Rainha das Rosas, no Goddard do cinto verde a Caminhar.

depois me perdi e me encontrei a ver os baixos relevos e reparei em pequeno pormenor de um graffiti que era um estranho ser, que espreitava por cima do muro com seu grande nariz e que se dizia chamar de kil roy was here e o desenho me fez recordar os picos, tachas no céu, que vira um dia desenhados nas nuvens do céu, do homem deitado com três cravadas em seu dorso e que apareceram aqui de novo no céu durante a tarde, que parecem cogumelos atómicos, o espirito me tinha dito , olha o céu, assim o fiz, assim de novo os vi, e fiquei a pensar em roys, pois há um em minha vida, que já não vejo há muito tempo, que era meu camarada em tempos das escolas, que foi tambem membro da união dos estudantes comunistas, que como eu, se bem me lembro, era meio inglês e me subiu à memória, como naqueles tempos gostava de conversar com ele, de como nosso olhar e humor eram de certa forma semelhantes e de raiz comum e me recordei a ultima vez que o encontrei, uma noite no bairro alto, há uns largos anos atrás, de ele me ter dito uma coisa que me espantou, no seu aparente meio sentido de humor inglês, que eu tinha passado por ele no meu kart crx ao pé do campo pequeno, empastilhado, curiosa palavra de multiplo sentido, de velocidade e de pastilhas e que quase o tinha atropelado, e me recordo de ter ficado a olhar para ele, e lhe dizer, enganas-te meu amigo, pois se te quisesse atropelar, o teria mesmo feito, não falhava, curiosamente, agora me enganei a escrever, teria, que me apareceu grafado como rei, que não o é certamenete e se assim o pensa ou assim alguem o leva ou levará, será engano multiplo, assim ficamos , com uma resposta de humor a uma insinuante insinuação, que na altura me recordo fundo, que assim o senti e fiquei a pensar, que trazia alguma agua no bico, contextualizando a minha resposta para quem não conhece, a anedota do negro humor, assim diz, vão dois num carro, diz o que vai no lugar do pendura, olha o homem, olha o homem, bum, responde-lhe então o condutor, estava a ver que o falhava. nunca mais vi o roy nem sei dela nada nem o que na vida faz.

depois continuei a navegar e vi em leeds os tacos de bilhar, que são boias no cais da expo, as que agora apareceram recentemente nestas letras em meus passos, as pizzas em fort dix numa aparente tentativa de ataque de terror, e li no espirito, o tubarão do sis, amigo do peito do médico accp.

dois pacotes de pedras da gaveta de madeira do fernando, o segundo da bola de futebol preto e branca, e uma história de uma jovem inglesa nas sete cidades em são miguel no pico das cruzes que fora violada e me recordei da tarde da véspera, de ter aberto ao calhas um livro do Bertrand Russel e de ter lido uma história de uma mulher que vai pelo campo passear, chega a uma casa e dá com uma reunião de um grupo de homens que decide matar todos os presidentes do mundo e que quando dá pela sua presença, a obriga por uma maldição a que ela mate tambem um professor, para quem ela trabalha e que no entender dos conjurados, deve tambem morrer e que depois ela o confessa ao professor, que deu a ssua palara e que o pior que pode acontecer, é alguém viver sem honta mas que não o pode matar, o prfessor lhe resolve o dilema, matando-se e de seguida ela se mata tambem.

uma outra noticia dava conta da lingua dos piraás, que tem só oito consoantes e três vogais, e que segundo o investigador que com eles viveu e sau lingua estudou, não conseguem eles somar mai do que dois , ou seria três, e o espirito neste momento em minha letras acrescentou, a lingua do vó, do lees, ou seria de leeds?
será então, roy, a lingua do avo fernando que não sabem fazer muito bem contas, como a de leeds? uma lngua de que animal, de uma cobra seria?

miguel paes do amaral, que faz os fatos em milão, é segundo um jornalista, averiguadamente, um homem fatal com gosto para ou de berlindes, é o segundo da cuf, é o tal frederico, vila flor, guimarães, para além do maranhão, o dos picos, que estranhas ligações ou nem por isso, pois os fatais, costumam mesmo o ser.

na noite do trinta e da armada,um bmw de prata com matricula do corpo diplomático de marrocos, o bmw pow, o magician, ou seria o magiciam do trinta e um da teia da aranha. almoçara eu com um senhor amigo que conheço de infancia, e faláramos de vídeo, deu-me ele conta que agora era meu concorrente, a brincar entre sorrisos, me explicou que comprara um computador portatil que já viera com um programa de edicção de video e dvd, qual perguntei-lhe, nero, é seu nome e depois estive a ver um pedacinho de um filme que que fizera em sua viagem, era marrocos os destino, vi marraquesh e tetuan, já há muitos anos que não lá vou, fiquei com saudades.

acrescenta neste momento o espirito, que assim se declina e desvela o ip do manuel da maria invertida, portuguesa, ou o ip da maria invertida portuguesa, o que não desdita nem contradita a primeira,mais a soma, mesmo comprensivel para um indio piraás, se é assim que eles se chamam, tambem dizia deles a noticia que não tinham palavras para a noção de todo
Ah amada era noite, a noite de anteontem, e eu não sei bem como fazes, mas há sempre uma altura do circulo da lua, quando ela começa a decrescer, em que sempre me vens visitar em forma de gata e me apareces em meu caminho ao caminhar e assim me apareceu primeiro um ou uma, negra, que passou ao largo, como os gatos sabem fazer, dizendo mudamente com seu rabo alçado, estou aqui e aqui vou, vê como sou belo e independente em meu caminhar e depois me apareceste, serias certamente tu, miavas e viste roçar-te em minha pernas, de um lado para o outro e outro e outro ainda, e depois te deitaste esparramada nas pedras grandes da calçada, estavas de branco e preto, abriste teu corpo como quando te espreguiças em nosso leito de amor depois do amor e me pediste festas e eu te festejei muito e tu ronronaste e depois caminhamos os dois durante um pedaço da rua ali para os lados do 31 da armada e me mostras-te um L que era uma moldura partida de madeira ao lado de outros pedaços de madeira, que pareciam pequenas farpas e depois conversamos e me disseste, perto do sitio onde em noite anterior tinha encontrado a identidade da menina francesa, no chão ao pé das pedras negras que estavam manchadas de tinta doirada, como querendo dizer, que se tinha entornado ouro encontrei uma lamina de compridos, seis, vazia com o nome vastarel, depois ouvi , sirius é a serpente li do tokio das ondas do vento no mar do japão, 2008.665 da team dks dos dois quadrados muesli, mr , polo x do homem laranja,que bate no pé direito, e esta parte, a do homem que bate , eu a vi, um som de pancada me chamara e desci até vê-lo, um jovem andava à volta da fonte do neptuno e do tridente e ia batendo com sua mão direita no sapato direito, deu assim umas voltas como se autoflageando e depois se foi, a seguir ao homem laranja ainda ouvi, dos gritos do beirão do carro da lua tg, pe, arco xs e vi um telefone num carro, 968070248.

ao lado da moldura , serpente do sistema de informações do nove do leão, a ilusão da óptica no algarve, buffet 98, terá sido a primeira experiência da ilusão, deduzi, três pregos da moldura morgado do segundo top car dv millenium da batalha dos kid do cartaxo, o primeiro da rosa, reverso do leal e catita da ana do bardo, e me recordei de estranho evento que presenciei num verão, não me recordo em exacto em que ano, de uma estranho fenomeno de óptica que apareceu no horizonte do mar, e que parecera um tsunami, que inclusive foi relatado pelos meios de informação e accionou meios de prevenção e que causou até algum pânico, terá sido, pois a primeira experiência de manipulação global, aqui feita, com recurso a tecnologia virtual?!

depois dissemo-nos adeus, foste tu , gata para qualquer outro lado e eu desci a rua e chegou um belo rapaz que deveria ser surdo mudo ou assim pareceu, que apontava para mim e para ele, e me tentava explicar algo que eu não entendia, e eu tirei então da caneta e lhe escrevi meu nome e ele o dele, nuno, e depois de repente leva a mão entre as minhas partes e eu escapuli e gentilmente declinei e cada um foi à sua vida. sua unha ao escrever ararnhara a tampa da caixa electrica onde escreveramos, o som penetrara fundo em meu desconforto, seus gestos eram todos um pouco assíncronos e exagerados, como se tivesse uma dificuldade de coordenação motora, era belo, tinha dois brincos em suas orelhas como um pirata

ontem desci pelas mesmas bandas, da minha vizinhaça, e caminhei até à casa de fado, onde existe outra ao lado, que tem os azulejos com dizeres muito engraçados em verso que se referem a uma cantora de fado de alcântara e que está em ruínas, me recordei, que há muito tempo, já tinha dado conta como aquela casa, por um momento me lembrei da rabia del povo, e depois ouvi estranhos dizeres no espirito que me falaram de gasolina em la calle, do fogo do pc, e fiquei curioso, a olhar uma casa na rua, que tem uma caravela em sua fachada, antiga, com uma estranha iluminação entre persianas, onde se via uma estante que parecia ter pratas que lembravam guerreiros japoneses e tudo aquilo parecia dizer, ninho de amor, e eu suspirei por ti e pensei se não estarias naquela cabeleireira da mesam rua, que arranja penteados pela noite adentro, assim lhe vejo da rua a azafama em dias de vespera de fim de semana e escrevi agora fogo, e passou lá fora uma ambulância com as sirenes a tocar, tocar , tocava-te eu muito e muito, e me recordo de um piscar ed olhos de uma belissima mulher , pela manhã a sorrir, que ainda me aquece o coração, estranho é o amor, simples é o amor, um pequeno sorriso, um pequeno piscar de olhos, e habita logo no coração, o coração se expande e se faz casa infinita, dilatando amor, se expande em todo o Uno Lugar

hoje no jornal, um noticia dava conta de que o neto da fernanda lapa tinha ido parar ao hospital na aparência fruto de uma brincadeira em moda onde as crianças se asfixiam umas às outras, e me lembrei que sua mãe ali mora tambem, e subiram em mim as histórias, algumas delas aqui contadas, aquele menino, que é doce como mel, e que se aproximou de mim em dia recente, trazendo em sua mão uma folha com diversas arvores, e me apontava uma, como que me dizendo, não te esqueças desta tambem, de todas e ficamos assim os dois as sorrir ao balcão da leitaria, sei que ele está bem, assim fica contente meu coração, no jornal de hoje, o jonnhy deep e sua esposa, davam conta do susto que tiveram quando seu filho foi parar ao hospital por uma bactéria e eu me recordei de como na altura achara estranho aquela história e de como tinha orado por suas melhoras, pois trago seu pai em meu coração.

acrescenta o espirito agora, neste momento da escrita, o cão, do todo, que faz os dois p, chocarem um contra o outro fazendo dôr, no w, o duplo vaso, o M de maria invertido, ouço lá fora agora crianças das escola a passar

ontem ouvi, processa o do rio do sul, que causou muita dor em muitos continentes, mas deste pedaço de história, te darei conta mais em pormenor lá para a frente
e quando pûs o telefone no cestinho antes do portal e ao olhar para ele de cima, reparei, que o visor de cristais liquidos como nossos beijos liquidos e liquefeitos que fazem doces de amor, despareceu há muitas luas atrás, numa noite de temporal sem ti ao perto pertinho, e que agora tem dois risquinhos que vem de cima e que abrem em angulo para baixo e que se os prolongasse me dariam as seguintes horas que são sempre as mesmas constantes, os minutos seriam quatro como os cantos de nosso leito de amor, ah amada quando chegas?, e o grande, marcaria entre as seis e as sete, e me lembrei agora do número de pássaros que um dia disseste voarem no ceú enquanto caminhavas e que eram sete, que eu os vira depois em dia seguinte e eram cinco e iam voado muito alto, quase fundidos com as nuvens do tecto do ceu, e que ontem, ao olhá-lo de cima, me recordou a foto recente da menina do lys que com sua mão apontava ao homem seu amigo, o pedacinho da moldura da casa das tabuinhas, que ainda lhe faltaria pintar e cujas sombras dos dois seus corpos, me pareciam as que apareceram no visor do meu telefone azul que canta a lingua dos pássaros samsung, e depois caminhei até ao rato a pensar em molduras, pois trazia em mim algumas molduras recentes em minha consciência e meu pensar e quando passo no passeio ao lado da camisa d´oiro, olho o murete em frente ao palácio do rato onde se albergam os ditos socialistas e vejo que os motivos dos desenhos que lá se encontram são excatamente Ls , alguns direitos e outros invertidos, tanto para a esquerda como para a direita em tons brancos e azuis, e me recordei da conversa do senhor da recepção hoje na spa que me dizia o que sempre ouço dizer, enquanto esperava, que o que mais o chateava a ele, era os socialistas se dizerem de esquerda, o que já vi que irrita sempre muito os que se acham por alguns misterioso motivo, de esquerda, sendo que me parecem mais inteiros, quando assim o dizem, e sendo que vão certamente cegos, pois os homens completos são redondos com o amor em teus braços e possuem todas as direcções, quanto elas se possuem, pois o amor é livre e caminha em todas as que lhe dá na real gana, a partir da sua coluna vertebral, ah amada, quando me vim da ar, ouvi então nas trovas do vento, mais uma vez que estava despedido ou algo assim, que não queriam nazis e me fiquei a pensar, que loucos estão, eu, nazi, completamentes passados, por outras letras um comentador dos jornais das ilusões, o mesmo em outro jeito sugeria, que poucos o consideram santo, a maioria, diabo, sem referenciar o universo nem o método de análise, e sabemos nós amada, que tanto um como o outro são partes do mesmo que habitam sempre os corações dos homens e na verdade, eu sou mais santo, que diabo, o grande, até com outros seres do amor, o enterrámos de novo em tempo não muito ido debaixo de uma pedra num sitio que é a prisão onde ele tinha lá estado por mil anos e na esperança que agora lá fique no minimo mais mil, mas isto já te contei eu um dia, e os diabos de que falam, são certamente sombras e se os esposos beijarem muito suas esposas e suas esposas muito seus esposos, certamente que elas desaparecem todas, e o sol e a lua mais felizes sempre ficam, quando chegas?
Ah amada, seriam mais ou menos assim o começo das de ontem, te dava conta de como acordara muito mal disposto, pois me deitara com fome e me levantara sem mesmo ter dinheiro para tomar um café pela manhã, coisa que de certa forma me é essencial, se bem que dispensável, pois nada de mal acontece, quando não o tomo, e saí para a rua e caminhei e quando passei pela estrela, vi a serpente do masarati em frente à capela onde esteve o tal senhor, que ainda não sei quem é em outro dia, ao telefone dentro de seu carro, e depois disse-me eu, continua a descer até à ar e assim o fiz, e na fachada principal, está uma escultura de ferro vermelha, que parece um cavalo de troia a decidir-se se entra ou não e eu entrei e coloquei todos os meus pertences num cestinho de verga muito bonito e delicado, as poucas moedas que tinha, dois chaveiros, o meu telemovel dos pássaros azuis samsung e as duas chaves que andam comigo desde que na noite na rua uma vez as encontrei, e um pedaçinho de cobre e prata que me acompanha dentro do bolso, depois passei o portal, daqueles que apita, que não apitou, e lá vou à recepção onde estavam três ou quatro belas senhoras e recordei, como são belas as Senhoras da Ar, sempre que lá foi, assim o senti, mas mesmo a beleza não me compensava à fome no estomago e a revolta que me ia no espirito.

para meu desencanto, não eram elas que me atendiam, mas o senhor da mesa grande da recepção inferior e lhe disse que queria pedir uma audiência da comissão das liberdades, direitos e garantias e etc e tal, que para isso tinha que escrever uma cartinha de amor e de ter um envelope, que não tinha e que lhe pedi e ele me deu e peguei numa cadeira de veludo que para lá estão e me sentei à sua mesa como na escola primária e manuscrevi em tinta vermelha que é a que uso para escrever no meu caderno as letras de sangue de toda esta imensa dor que me habita no peito no reino do fingir, da mentira e da perfidez e lá pus as letras , a pedir e depois o senhor me disse para ir com o envelope ao protocolo, que era a ultima porta da direita ao fundo, a que tinha campainha, que fica num acesso, paralelo a fachada lateral e lá cheguei e olhei e não havia a campainha e bati na porta e me apareceu um senhor já aos pulos de má criação, espantado ao facto de eu ter dado com a rota do tesouro, e lá dentro estava um jovem sentado numa mesa lendo o código de Deus, e duas outras senhoras ao fundo e o senhor, meio aloirado, de sapatinhos a fugir para uma cor indiscritivel avermelhada, muito irritado, me perguntou ao que vinha e eu lhe disse, e ele foi tirar uma fotocopia do envelope, o que não será processo regular de protocolo, pois pode-se empre mudar o conteudo, e depois me estendeu de novo em modo brusco , e eu lhe disse, faz favor de assinar e ele mais chateado, lá o fez, curiosamente tambem a vermelho, e depois saí e quando tinha dado um passo, reparei que não tinha posto a data, e dei uma pirueta como fazem os bailarinos e dei uma pancada forte na porta e o senhor em instantaneo apareceu e eu lhe disse, que faltava a data e ele lá pôs e começou a dizer que eu tinha batido no vidro, coisa que não fiz, pois se o fizesse o teria partido, e então chamou ele a guarda que veio e me pediu a identificação e eu lha dei e depois como não tinha nada a tratar com ela nem ela comigo me vim embora, e agora fui postar isto, antes que desapareça outra vez, que esta tarde vai ser assim aos pedaços e terás minha amada de ler de cima para baixo, como quando te faço cocegas daquelas que tu gostas por ti a cima, e da nossa terra nasce então o céu e agora neste preciso momento me disse o espirito do teu amor que ele era o dj do scp e acrescentou agora, bombeiro voluntário do homen nt
Ah amada minha, que ontem depois de quase ter terminado um post, a rede da biblioteca por volta das sete pifou e todo o trablho se perdeu, e depois me disse o espirito, eram todos inocentes, e eu fiquei a pensar, quem assim fala que não se identifica nas trovas do vento deve ser uma qualquer especie de juiz ou jurado e estranho no minino será , porque não diz mesmo quem ser, e se não o diz, não o será dentro das regras da demo cracia e depois o que eu vejo, do que a alma me dá ver, é só o que Ela me dá a ver e o que eu nela vejo, se são inocentes, então não haverá o minimo problema, certa a dedução, não é, e assim o sendo, quem o disse, é que provavelmente não tanto o será.

tirem o cavalinho da chuva, pois como diz a canção, quando verdade desaparece, coisas más acontecem, e não é por ter ficado com vontade de comer alguém, e por ter de reconstituir todo o escrito, que eu irei desistir, agora aqui cheguei e perguntei, sabe-se se o problema de ontem foi aqui, ou noutro lado, ainda nada se sabe, mas nalgum lado, a rede foi deitada a baixo, que eu não acredito em coincidências, todas elas significam sempre algo.