quinta-feira, maio 17, 2007

rectificando, em frente a casa do montez, não está escrito air flush, mas sim, serpente primeira do seis do turbo, high flow, tz ups, o ka de londres.

depois me disse o espirito, o homem do vale de santo antónio, é o guarda nacional da santa casa da misericordia, z no homem da T, o que a protege

o C é o doutor No da rodoviária nacional da rádio renascença, o número 84 ao quinto do onze do brasil, cá, zagalo josé dias, o sexto do grande prémio do vaso da vingança da churrasqueira do livramento

o homem rato C do pam, serpente homem, o homem do rádio controlo da manha de pam, a serpente homem, será então o homem que estava na igreja do bom sucesso e do triunfo ou um seu par, na mais misteriosa das manhãs.

o vaso do oz invertido da mu que faz o z, da mu espadachim

o homem folha do homem do vaso de lisboa, xl que é lx, o que escreve folhas sejam elas electronicas e digitais ou de papel.


quando acabei de escrever o texto anterior, me apareceu, casa da moeda, o da casa da moeda ou o do arco do cego, da estranha manhã, da embaixada, e arredores, de que os pormenores já se encontram escritos com bastante desenvolvimento em folhas anteriores deste livro, disse-me ainda o espirito, faz-lhe uma visita de supresa, e me perguntei a quem e exactamente onde, pois foram diversos os sitios que o vento do espirito nessa manhã me falou no arco do cego, recordo, um prédio de esqueina que dá para as escadarias das traseiras do técnico, ao lado de uma livraria onde nessa manhã comprei um livro de problemas matemáticos de soduku e subi depois a um prédio de uma casa ao lado, a um andar onde existe um escritório de advogados, pois o espirito mo indicou com diversa insistência, lá tomei um copo de agua, de um estranho suporte basculante, que fazia bascular a garrafa de agua, e que tinha tons de preto, bebi o copo e saí de novo para a rua, naquela manhã onde as gentes estavam todas alteradas, onde vi o pior e o melhor das almas, onde o fundo de cada alma e ser, era visivil como a clara manhã. não sei eu de quem é essa casa, nem no exacto se a casa ao pé da casa da moeda, que aontem me aparecia, será essa, mas certamente alguém o saberá e poderá fazer a soma. recordo os cartazes que estavam colados na escadaria do técnico, eram da peça de teatro que estava em cena, da carrinha fantasma, um negro e envolto em mistério episódio, salvo erro, na primeira republica, de contas feitas em modo e forma a muitos ocultados, um grupo de pessoas perseguia um homem e o abatia a tiro, no seguimento de uma conspiração.

curioso é agora na escrita ter escrito, que vi o pior e o melhor de duas almas, serão então dois e não um, que habitarão o lugar da moeda, da negra moeda ou as duas faces da negra moeda das aguas negras.