sexta-feira, maio 18, 2007

façam favor de pôr o post que agora fizeram desparecer, mais a mais quando o template diz ter um auto saver que salva o texto minuto a minuto e não venham com história da " explosividade dos assuntos aqui narrados"
na tarde das cartas
da Senhora e do Menino
depois da leitura
de mansinho choveu

e dois arco iris em semi circulo
um dentro do outro nasceram

o exterior mais pequeno
no olhar pelas casas tapado
descia sobre a escola do povo pequenino

o fogo nas pedras ao lado da rosa dos ventos
tinha sido no metro apagado com areia

no ramo da arvore em frente, poisou o pardal na junção do vaso
depois saltitou para outro ramo e coçou suas penas


no metro, no sitio onde vira a mala abandonada da Senhora, a porta falava da fechadura e dizia, de canhão amestrado e dentro de meu saco ia, comida para o cão antónio, comida para cães adultos, os canhões dos cães amestrados adultos

no jornal as senhoras de branco ofereciam maças em seus braços estendidos, davam maças cis ao csi, ss.

aerosois high tech do homem gato marika do homem lobo dos pixeis, o do gato da protese no braço, 101 A 208, das bolhas, call me irresponsable, a menina da capa vermelha e balão verde fixo na mão, as escadas subia com sua mãe, as escadas do metro e algore tinha uma unha pintada de preto, uma traição un, passou uma espora de Cristo vestida de branco e eu ouvi duas meninas floridas que falavam filandês, que bela lingua em piquinhos como teus montes e vales a subir e a descer, uma outra menina florida calçava em seu pé um sabrina branca, a mala grande deitada sózinha na carrugam vermelha e negra, à minha frente uma outra , preta com um zip amarelo, estou a chegar a roma.

ontem amada, no chão da calçada, os baixos da música tremiam na distância os varões metálicos do corrimão da rua e tuas letras me diziam que estavas como sempre a meu lado, no choro e na alegria, levantou-se senhora com casaco com uma vista aerea de nova yorque impressa em suas costas, cai mala vermelha com rodas no chão, fez pum, foto chapim do X no da pt, sp é a la woman, polos que falam por ti, bilhete caducado, õuço dizer, a questão é quem é que o matou, se existe corpo, se está ou não enterrado, o mistério da estrada de sintra, rip curl, quatro salti, da gravidez da senhora de negro, ouço ais de desânimo femenino, da waesel, what i ve i done, mão a agir sobre o mecanismo do tempo e o estado do mundo, pony do rato sexto , o L do D da tora ivers, do risco branco no preto sobre a lua decrescente, o da cidade universitária, três apitos soaram, bate a porta quarenta fechos, os pés do puma negra e branco, re c dos pós da s linhas de sintra, os fios negros sobre as costas azuis, a etiqueta, o cordão d´oiro da fotografia da cominicação dos elementos, o pavillion da dupla rapides, da queda do saco vermelho da credial do campo pequeno, dos losangos pretos e brancos que poem a mala ao tiracolo e bate o compasso com o pé da lâmina negra que desliza e amachuca os taipais metálicos da fortaleza, o terceiro da abertura de emergência da porta, o que não se apoia nas portas, com fralda amarela a aparecer por debaixo do casaco, go adidas, da dg do esquerdo de aluminio, do marques de pombal, o desperdicio deste saco, onde via a agua no chão e a comida dos cães.

hoje nas imagens sobre os confrontos na palestina, as folhas das arvores vegetais, são as mesmas do cimento armado partido pela explosão, vinte e duas almas na escada inclinada para o chão, a casa por detrás é uma face, um chavena e um livro, a Senhora loira em mortalha branca, ferida vai em braços, os perfis dos atiradores de face tapada nos taipais do metro aqui, são os mesmos, a criança de calções aponta as linhas nos etsores metálicos, as setas em seus calções, lutam os irmãos, no mesmo chão os losangos, pretos e brancos.

o antónio parece moribundo, mas mesmo assim me conta histórias com os olhos e seu olhar, pequenos movimentos dos seus que conduzem os meus, sport cool, o 13, o homem do banjo que reflecte quando sobe no acesso dos serviços numero um , svker, dos tecidos impressos da visão spark invertida do X na maria de 94, levanto o olhar e vejo a rua do sol ao rato, a luz que alumia o rato, vai a procissão com Nossa Senhora no andor Iluminada subindo, fecho a minha caneta vermelha, é um gesto automático que faço, uma mão em concha segura a tampa, e a outra empurra a caneta até fazer o click, desta vez, espeto-a na minha mão, como um prego na cruz, olha-a e vejo em seu M desenhado, um furo entre a segunda asa, escrevi agora sas, e me recordei da imagem de hoje na visita de blair a bush, ambos à frenyte de uma janela, que faz o desenho de um M, o buraco, está no sitio do blair, o gato do sorriso do livro de alice.

leio então, que o homem que colocou o X na Maria em 94, o svker, o homem do banjo que reflecte a subida no ascensor do número um, que imprimiu os desenhos no tecido da vfaisca da visão invertida, é o que me pregou a mão direita na cruz e me recordo do Cristo da outra margem, em noite recente, ter só essa mão iluminada, como a apontar a direcção, alcanço a procissão que via no momento da distãncia que dela me separa em siêncio e dentro de meu peito, baila um canto de oração à Senhora, mergulhado vou na luz de seu Amor, que me desvela a Luz das coisas e do acontecer e do acontecido, hesito um instante, em deixar as palavras sair para a rua, por meus lábios se tornarem corpo tambem exterior, e nesse instante, o oficiante, usa a palavra, estamos no segundo mistério, da Senhora que trás seu filho envolvido em seu colo no Amor compassivo.

acompanho por alguns passos a procissão, os senhores do restaurante chinês estão cá fora com suas mãos em posição de oração, ao passar por eles, nos reconhecemos, sorrimos e fazemos ligeira vénia com as cabeças, aos outros parece que vou desconhecido, ultrapasso a procissão, olho uma vez a Senhora, caiem uns pequenos pingos miudinhos, abro os braços ao céu, e leio no chão,

do fio da pedra da trote geres, um frango de plástico no chão, depenado, sem uma perna e sem cabeça, um gato preto pula de cima de um armário dentro de uma casa, com seu rabo em posição de gancho anzol, do jurista das viagens ao fim do mundo, carro autorizado alemão, do vaso dos prazeres do gp de 94, o que arranhou e o pardal de novo aqui, ao momento me parece e faz com seu bico muitos xs no vaso dos raminhos da arvore, voa para mim uma pomba, depois uma andorinha e caiem do céu , aquelas pequenas bolinhas brancas de polem, como algodões, um outro bando mais numeroso, me desvela a trajectória das arvores, donde são as pombas que chocaram contras as arvores, outros pássaros me indicam e confirmam uma direcção de queda.

viagens ao fim do mundo, uma produtora que nasceu na asa da sic, um dos rapazes, conheci-o eu uma noite, num jantar de anos da margarida rebelo pinto, um proto tiozinho em potência com tendencias clepotmaniacas de roubo de quadros, quanto tal se pode dizer, pois as pessoas são livres em seu trabalho de chegar e de partir, assim deveriam ser todas as flexiseguranças, ou nomes exdruxulos e curvos para coisas simples, que todos necessitam, o equilibrio entre a liberdade e a segurança, que é questão transversal a toda a vida humana, não só ao tabalho e suas relações, mas havia ali agua no bico, como aconteceu com diversos relativamente a gentes que trabalharam comigo na latina europa e logo nessa noite o senti, e certo é que alguns partiram, com vendas e compras acessórios, que a vida é dura e por vezes a espinha do dorso, torta ou fraca, ou ambas e o jeito se faz a jeito próprio e a expensa alheia, que se não é em mim não doí e é sempre melhor que doua no outro, dizem as cobras e cobrinhas paramécias, que se esquecem que somos todos um mesmo ou vão cheias de medos e medinhos mil.

o principe gato do duplo vaso da dor da dupla rosa C , o al ao B

maria do dia da ficção cientifica, cc do rato x z, o nono do triunfo dos porcos, Ká

Ah Amada até ao fim do mundo, é antigo mote e lema da tradição, Mestre Lima de Freitas tenm dois belíssimos estudos que o enunciam em dois caminhos possiveis, que ele desvea em seu traço, e que me atravessaram no mistério do Amor e do Amor em que Te Trago, é como uma bifurcação que se coloca ao caminhante em detreminada estação dos seus passos e que leva a uma opção, se quem optar está dela consciente, mas isto amada é história longa, quem sabe para te a contar ao ouvido pertinho, e com meus lábios fazer-Te sorrir covinhas na face.

o homem duplo dos patos Z .