quinta-feira, junho 07, 2007

o email para a camara veio de volta, tornei a enviar outro, com direcção diferente, que provavelmente me enganei, curioso, hoje abro o jornal e vejo a senhora, bela e repousada com quem está num jardim


Ah Senhora Marina Ferreira, que me esqueci e assim aqui complemento.

passei cerca de uma hora por dia neste ultimo mês e qualquer coisa a tentar resolver este problema, e assim sendo, façam o favor de à indeminização que é devida por danos causados no carro da minha Mãe que ainda aguarda na oficina para ser composto, vinte contos por hora, à laia do tempo que até ao momento por incompetência vária alheia à minha vontade perdi, sendo que me deverão endossar um cheque com 49% da importância e o restante as organizações que necessitem, desta vez irá para associação do cegos de lisboa, pois desde 95 quando com eles foi falar e fazer um pequeno filme, me dei conta de como a vida era para eles dificil em lisboa, com os mil buracos e obstaculos que os senhores, que certamente serão adeptos de todo o tereno e corridas de obstaculos e descidas radicais de bicicletas em alfama e etc e tal, assim deixam por todo o lado existir e tambem, visto não ter dinheiro para telefonar, e o fiz por gentileza, do telefone de casa de meu Pai, façam o favor de lhe pagar a factura telefonica dos mil periodos que lhe consumi e lhe deem uma indeminização por não poder ter feito as suas sestas tranquilas, que as faz em seu escritório donde telefonei.

antecipadamente grato, mas não de graça, nem com graça, que os tais pareceres dos boys para os boys, feitos pelos boys e os tios e cunhados dos boys, vinha no outro dia no jornal, que se pagam à módica quantia redonda de vinte mil contos, e visto o texto anterior, parecer ser um parecer, assim resulta o ver, devem-me tambem a normal quantia que estipulam nestas condições.

n zs, marcas de zorro, no aa, a do ab, reação abc da dupla dor do vaso duplo do B

e parece-me que o senhor, que trabalhará nas companhias acoreanas, me pôs uma cruz em 70 e outra em noventa e cinco


Ah Amada, antes de mais boa tarde e bom dia e boa noite, sendo que todas as partes do Infinito são sempre melhores em teus braços e abraços e a tarde está linda e a vida seria linda se as cobras não andassem nas vezes à solta a tudo estragar, que Deus e a Luz são talhadas para ser feliz e feliz mesmo estou eu quando te beijo.

e em dia recente há para aí duas semanas atrás ao sair de casa desci a pé até Stª marta , para ir buscar o tal relatório da policia e era já a segunda vez que lá ia, e mais uma vez estava uma grande bicha e uma só senhora policia a atender e eu às páginas tantas lhe disse, gentil senhora policia, não tem mais ninguém que a ajude no atender, já reparou que está aqui uma grande bicha à espera, que não, não tinha e assim porque ainda queria ir à SPA, lhes desejei a todos bom dia e prossegui e subi as escadinhas ao lado de Santa e entrei na rua para subir até à SPA, perguntava-lhe no entretanto o chefe ao telefone, sobre uns papeis, que não os tinha, respondia, acrescentando, ontem o sistema informático, perderam-se todos os documentos e é necessário passá-los de novo, por isso não devem estar hoje prontos.


já lá tinha estado, em reunião com o senhor advogado madureira que me ficara de acordo com o então combinado, de me dar uma resposta se a sociedade iria proceder da forma que lhe pedira, até ao final da semana que então corria e já se tinham passado mais duas inteirinhas e ainda não tinha resposta, sendo que na segunda, para o seu gabinete, muitas vezes eu telefonara, nunca podia, pois estava em reunião e não sei que mais e deicxava recado para ele me retornar e nada acontecia e nessa manhã me disse, vou lá outra vez e quando subia a rua, começei a ler no espirito e o que o vi me começou e enegrecer por dentro, um resturante no extremo oriente, salvo erro bali, depois uma hotel, uma dependência da policia judiciária, e ia ouvindo que a cobra era uma das tais da linha das praias de sintra e assim à recepção cheguei.

e lá estava o senhor da segurança, com quem no outro dia tinha conversado, e que parece muito aquele actor que é o pai da familia dos gangsters americanos da serie de tv, os sopranos, e lhe disse ao que vinha, e lhe disse tamém, recorda-se da nossa conversa, sobre a responsabilidade dos outros, de que me falava, pois olhe, que antes de começar por fora, devemos começar pela nossa própria casa, e aqui estou porque me disseram que me respondiam há duas semanas e nada, nem uma desculpa, me deram e estava cheio de calor e começei a tirar a roupa e lhe perguntava, o senhor madureira, vai almoçar com quem, quem lhe costuma pagar os almoços, a quem ele serve, visto que não parece servir quem lhe paga, que somos nós, eu neste caso como autor, e o senhor, não dizia nada e depois quando estava naquilo me apareceu o maestro osório que me perguntou como eu ia, e eu mal, não vês, ainda não tenho o meu filho de volta, não posso trabalhar neste país e aqui não me defendem nem respondem como de costume, eh pá, e já seus pés estavan saindo pela porta fora, irra, Amada, muito gosta esta gente de perguntar uns aos outros como vão, por mera conviniência, depois se a resposta é verdadeira, é um ver se te avias, logo se vão, ainda lhe disse e ninguém me ajuda, interpelando-o directamente nos olhos e nada, assim são alguns, os doentes que o jornal dava hoje conta que meio milhão anda de cabeça avariada, não se por que tabela nem bitola, num país ondem exercem nesta areas alguns que nada delas sabem, e as pseudo ordens nem respondem nem nada quando se diz de diversos serem corruptos, portanto o número deve ser bem maior, para infelicidade de muitos.

e não me respondia a nada do que lhe ia dizendo, o senhor soprano português e de repente me veio à memória, um outro soprano, um verdadeiro, quer dizer, um actor de carne e osso, que me foi apresentado salvo erro no verão passado, nas escadinhas do elevador que desce para o rio, e recordo de tambem lá estar uma bela jovem actriz portuguesa que ontem vi numa revista que estava com outra, numa mala de aluminio ao pé da minha porta com uma estória grande de mais para aqui agora ta contar e depois me lembrei de uns estranhos cartazes que apareceram em lisboa com os sopranos em imagem, e estranho dizer, por debaixo, à laia de mensagem, e agora o que vais dizer a fernanda de freitas e eu fiquei a olhar para meus botões, esta gente deve andar todo louca, mas pressenti, que era mais uma brincadeira ou malandrice e recordei, de um deles , um actor da serie ter sido atropelado por um autocarro e na altura ter achado aquilo estranho e sei que existe aqui toda uma história subterranêa na linha da dos acidentes com os carros das actrizes e outros que aqui já em parte te contei.

e estava eu cheio de calor e o senhor soprano sem o ser me abriu então a porta do salão, que lá tinha uma exposição e eu entrei, ah amada, primeiro vi o amado paredes com sua guitarra levantada, como uma arma, uma arma de canto, ah amada como ele é um génio, como é belo o legado que nos deixou, era uma foto ao alto, a única na sala sobre um cavalete e eu no instante percebi que ali na sala se ia cantar o fado.

o Bico da Seta na Sala de Honra da SPA, na Imagem e Voz dos Amados Reais Igrejos

Está o Mestre sentado com a guitarra ao alto, como se o som subisse da terra ao céu e consequentemente seu inverso acontecesse, faz a prata das cordas a afinação, dessa mesma ligação, a sua outra mão repousa fechada à frente do seu centro em suas pernas, o cavalete da vesiaca do pássaro negro do circulo, que seduz a Rosa, assim fala o todo, a rima dos pormenores.


Dpois à direita, o primeiro à entrada do salão, o mestre amado lima de freitas, com o triptico Sol Justitae, o sol da justiça, ou a justiça solar, a justiça justa, como ela é e deve ser, e amada, era o único que fora fotografado com a obra ao fundo em maior visibilidade do que ele, e saiu-me ali um beijo, beijei-o na testa.

Depois vi ao fundo a amália, onde me sentei por debaixo dela depois de dar uma volta aos quadros todos, que belos homens e mulheres, se bem que mais homens que mulheres ali estavam, alguns deles tive eu ainda o prazer de com eles me cruzar e a amália me deu a pista , a Senhora Maior do Nosso Fado Maior, me dava ali depois deste tempo todo, a chave do enigma mais profundo da minha vida que entronca com a história ainda não narrada de telheiras.

Amália, Voz MAior da Voz da Alma e Seu Destino, como não poderia o Redor Expresso a Seu Lado na Imagem, estar sempre a Falar e a Cantar e a Dizer e a Desvelar, como o Fado, o Destino e o Fio da Vida, das Coisas e do Ser, do Vaso, da Rosa, dos Ventos e do Ser.

sua face me diz, olha, olha com atenção, e eu olhei e vi o chão de madeira que fazem escadas e vi seu vestido negro do vaso que se estende para a direita, una a foto, lima no 9 da justiça.

e agora foi fumar um cigarro, no intervalo da escrita e me surgiu no olhar do espirito um ponto, uma marca no pé, um angulo por um momento se desenhou, o angulo que me puseram nos passos, o prego que me cravaram no pé que me partiram no D. Dinis em forma propositada e que desde a ultima garessão me tem vindo a doer de vez em quanto na pauta do sobre ele pensar, como a dizer-me recorda, pois é daí que vem.

no chão está o acento agudo no L, deselado pelo pauzinho que ali está, o prego que foi espetado no pé, como no calcanhar de aquilea de outrora, no angulo, nove, as pontas que se desenham na coroa do saco do poker das almas, o número da humanidade.

nove o saco dos dados do poker, três traços na asa aberta em angulo, como depois em noite seguinte no ceu spareceu, depois da linha se ter quebrado. Isa sete ..., vem do vaso la co em numeração romana, o segundo

a mala preta da senhora repousa sobre U da mesa com dois furos pretos.

ao lado do saco dos dados , por detrás o vestido negra da vesica do cabide pendurado, da vesica do olho de osiris em 83


Por detrás dela estava um cabide, de onde pendia um vestido negro comprido, e desenhava o negro vestido do fado e que vestem os fadistas, um perfeito olho, na parte que se arrendondava a partir da suspensão do cabide, era horus, e o olho de osiris ou isis a chorar, lágrimas negras de fado negro, ela em primeiro plano sentada em sua cadeira, vestida tambem de negro, seu vestido desenhava uma perfeita vesica pelo chão de tabuinhas que se organizavam como Ls , daquele soalho antigo que te deves recordar, onde as tabuas assim encaixam umas nas outras, uma sucessão de angulos, que são o contrário das curvas, onde a vida deixa nas vezes de ser o redondo que sempre é, mas que pela arte dos sucessivo encaixe, assim a negra tendencia dos angulos apertados, se contradita por mão humana, no desenho da vida, e sabendo que os angulos rectos são tambem esquadro e base de fundação, quando os corações assim vão e são na vida e no viver e depois amada, depois amada, o pormenor, o pequeno pormenor, ah amada que aquela Senhora erá sábia, muito sábia, e os homens que agora organizaram a exposição tambem.

Um pequeno pedaço de madeira no chão, como uma lasca regular e paralelipipeda está apontado em angulo ao canto de um dos Ls das tabuinhas, como unha cunha que fora por alguem introduzida no angulo, e que terá quebrado assim , o rigor dele e depois em sua mão, segura ela um saquinho, um saquinho de pano, com um fio para o gargalo apertar, um saquinho pequenino que está em envolto em suas mãos e que não se vê inteiro, só se vê a parte de cima, meia apertada, meias solta, como que fazendo ou sugerindo o desenho de uma coroa.

Ah amada, que aí nesse momento minha alma inteira se soltou ao visto e à percepção do visto, pois calha em minha casa haver saquinho parecido, que pode ser um saco de moedas, um antigo porta moedas, assim eram em outro tempos do mesmo tempo, que tambem são usados para guardar dados, ou dados e piões, portanto todos eles símbolos de vida e de jogo, de azar e de sorte, de jogos de azar e de sorte e de repente era visivel, ali a mensagem do choro da tristeza de osiris, se tinha feito um poker das almas, num tempo, um tempo que não estava ali desvelado, mas que era de tempo antigo se bem que recente.

o david mourão ferreira poe a mão no bolso ao lado do cálice das duas asas, a vela acessa no reflexo da base do candelabro apagado frente ao caso na comoda de tampo de marmore

ele de novo em novo em foto, ao lado da casa com chamine ao lado, três arcos segurava, do quadrado do Arco da Arvore da Pulma e diz poema do rato ao micrifine, do dinheiro que mostra o Gedeão que com sabedoria escuta os senhores que lêem o livro e têm a bola que vê na mão

e a Senhora do Japão que está por debaixo dos livros de seus filhos

diz ele das notas de piano, o dinheiro ou lenço dobrado das notas de piano que são circuito digital, pianista digital, ouve-se ao momento desta escrita, aqui em rede, uma sirene de alarme, que agora se calou e recomeça.

josé gomes ferreira, mostra a serpente que vem do reposteiro dos triangulos das tabuinhas e que morde a esquina montante do L

e o vaso na mão direita sobe e a esquerda desce na mesa dos livros

fernando namora diz, a técnica, a sociologia do dicionário moraes, im memória de régio com pedigree, diz o vaso das borboletas aos trabalhadores

sttau monteiro, fala da seta apontada à virilha e me recordei no instante da hérnia que me surgiu em casa da rita, uma tarde, sem mais nem porquê na aparência do seu acontecer, da dôr excruciante que quase me levou ao desmaio, a faca branca no cinzeiro foi o meio de contacto depois de ter comido uma sandes.

a cruz no terceiro traço, x no cotovelo

do rand ss, diz O´nell, da câmara americana 1942, o mo do infinito primeiro dos dois carros que deita um dos infinitos abaixo, a cunha que lixa e aplaina o ânglu L, o bico do bosc 101

ilse losa mostra que foi no hotel a faca apontada ao entre vasos do infinito e o carro foi derrubado

augusto abelaira mostra que retirou o apoio de um dos pés da cruz em 1980, peter just sen, mário o português, no radiador das vesicas que inclinou o pé.

artur duarte, o grande elias ,que fotografava as estrelas de cinema, guia das festas da cornucópia, a manivela do tripé do touro do enchimento do vaso , acrescenta, villas boas, o luís

thilo krassman mostra a cinza em cruz, ou a cruz da cinza, sobre o livro ericeira da serie do circulo onde se fez o vaso da cruz f randrp, o ângulo superior esquerdo ao ra no dia do rp

jorge de sena, mostra os livros do barsil e a hora 2h -10

a seta vermelha à base do lado direito do quarto triangulo de fogo do rectangulo de sete triangulos da carteira negra de ple C, a espada portuguesa no meio de três quadrados de 12, a serrilha de 20 cents, 2000, da roda dos castelos, torre de três ameias entre o T e o U, o terceiro do triangulo de fogo amarelo ao lado do casarão vermelho sobre as falésias, da má da linha de seintra sobre o mar, o castelo das muitas ameias cinza.

o rangel é o quarto da quinta estrela que inclinou a balança, para o lado da espada da luz M 206 , anjos

marca a pedra, o espitio me diz, r. 710 M 720 4 F, W, 58 U

e depois de jorge de sena, dis o texto de josé cardoso pires que vejo no reflexo a caminahr entre os carris dos comboio da praia da costa da caparica, ou cara pica como costumo lhe chamar, uma boneca de trapos está à sua frente , entre os carris tombada, do W do bernardo santareno, do nó da cruz no peito do condenado em 78, do furo no vaso da natália e virgilio ferreira diz, a mesma hora, a mesma casa, a tinta quink dos dvds linguísticos do móbil dos corações infantis que queimam a lua e a põem no bolso, dinheiro gravido de 1919

fernado lopes graça, o cordão, a peça do puzzle da música da vela da serpente da pandeireta, que deita a pomba templária ao chão e cobre com o pano.

o cordão está na cruz de bernardo santareno, a cruz do w que fazem as folhas, os dois dentes, o sexto pássaro que fuma cigarros brancos e tem oculos de lentes grossas

josé augusto seabra, paí do zé seabra, social deny, os sapatos afastados

agostinho da silva diz, o gato apertado, o chão da rosa, o grito da rosa, o marinheiro pinguim, o tacão alto sobre os livros na mesa dos losangos, a inversão da taça por debaixo de La, o ângulo que inverte o vaso, a serpente A e primeira , a esperma primeira no vaso, o pássaro , o bico do pássaro, a tampa do vaso A na sua normal posição, a posição reversa da imagem que se espelhou em fátima no ceu quando os pais de madalena, o santuário visitaram, o ovo no vaso do acento grave, que calca o pé do tacão, o tacão social den, josé seabra

os bad boys do tour do algarve 633, invertidos, cobra do homem da acelaração da te ka do cinema, a vesica da saia em Vs ~cinza e preto da pepe jeans, o z , anzol primeiro ao vaso da maria da humanidade, e vaso A da serpenet que penetra o A e o faz agudo, gritar, lima o juiz

josé cardoso pires, a boneca de trapos na areia caida entre carris, a pomba, na costa da caparica, o da corte africana, o tarado sexual de 75.


o local era dado numa outra foto, alias todas elas em sequência , cada uma, contava um pedacinho de de uma negra história, à morte de uma bonequeinha de trapos que estava no meio de dois carris do comboio de praia da caparica onde se via a andar josé cardoso pires, que deverá ter sido o sitio onde a mataram e o lugar de uma acusação e um conjunto de homens votou com os dados e a Alma que foi cravada, na dúvida da tremenda dúvida criada pela ilusão de quem o crime em verdade perpetuou e que depois sacudiu para cima de outro, e creio amada, que o outro, o que levou com o prego e a cruz e mãos pregados, na altura fui eu. um dos sete traços, umas das setas marcas que em cima me puseram, dizia-me em dia recente a Alma, depois de os ter feito aparecer em minha amão para mo dizer, feito pelo tal TT, o homem seth.

e me recordei de um livro que indevidamente eu meu ver a cristina coutinho ficou, era um livro das visitas e dos convidados que foram ao programa euroritmias, que ela com o ricardo carriço apresentou e quando terminámos, ela o levou, levando assim os amaveis comentários de todos os convidados bem como suas assinaturas, recordo que um deles era da Amália Rodrigues, que uma das ultimas vezes que a vi, estava ela a correr em monsanto, com dois homens e esquilos em redor ao passar, por ela, assim o vi, sorrimos no breve momento em que nos cruzamos.

ré maria vaso centro trabalho da serpente . bb y i w
o raio femenino da maria que pom nx, do no

o dj da sustos ao T , dos sustos que fazem furacões

e acrescenta a leitura do espirito agora ao momento, vi o gato do Z, ko.


depois deste ver , subi finalmente a sala dos juridicos, pois o senhor madureira , no entretanto chegara, passara mesmo por mim, que estava sentado debaixo de Amália, a escrever o visto no salão e quando entrei na sal, onde estavam salvo erro mais três pessoas, disparei em palavras sonantes para que todos ouvissem, então como senhor, ficou de me dizer alguma coisa e não fez durante este tempo tudo, nem uma justificação, nem me respondeu aos meus telefonemas, e mais uma vez a habitual e conhecida manha a se desvelar, a que lhe telefonei, por diversas veses, olhe que não que o meu telefone regista as chamadas atendidas, qual é o seu número, ah que o número é privado, e porque raio o é, se isto aqui não é nenhum serviço secreto, ou o será, e se diz que me telefonou, imprima aí um registo das chamdas a partir do sistema de computadores que controla o trafego telefónico da sociedade , não existe... e eu a falar alto para todos ouvirem e saiu uma senhora do outro gabinete, que por o ter deverá tambem ser advogada e disse, se o senhor se não se acalma, vou chamar a policia, e eu lhe disse minha senhora não estou nervoso, nem queira saber como sou quando me chateio à séria, e faz favor de chamar alguem da admnistração, e intervalo técnico no jogo de basquetebol, e agora o espirito me diz ser a senhora , a C do sis, e depois lá chegou o admistrador e eu lhe dei conta que mais uma vez me estavam a tratar mal na sociedade, como sempre foi, e que desta vez não podia ser mais assim, e que trazia suspeitas, mais uma vez que me estavam a por pauzinhos na engrenagem e trazia já eu o master cópia do programa de onde deverão ter tirado os extractos para o dvd e o mai s que o madureira me disse, foi agora vamos fazer cópia do seu master, e depois acarescentou o adminstrador, que se compraria então o dvd e depois iriam comparar e eu, que para o mastre aqui ficar, visto ele valer no minimo cinco mil contos, façam faver de assinar um papel a dizerem que aqui foi depositado, aí que susto, que a mão do madureira, não o podia assinar, e não tem cofre para po guardarm que não, não existe um na spa?, sim , então fomos em fila indiana até ao cofre financeiro e lá o pusemos, de passagem pássamos no centro audiovisual da spa, onde o que lá está são vhs em prateleiras, nem sei para queê, não existe mesmo passado este tempo todo, e de todas as converasa e indicações que eu nomeadamente lhes dei, nem um sistema de gravação via pcs, muito menos um software que me dei conta a uns anos atrás já de existir que gravava automaticamente os genericos e que assim facilitaria em muito o controlo da distribuição dos direitos de autor e tudo aquilo cheirava a obsoleto, obsolitizado e assim se perpetuam os sacos azuis e as distribuições em favor dos bolsos do fieis e dos que fazem as vénias e se curvam de gatas no chão e saí de lá sem mais nada saber, tinham passado três semanas e mais uma vez a singela pergunta, continua nesta quarta semana a aguardar resposta, e falaram com os xutos no entretanto, que não, e como é, vai a spa fazer o que lhe peço ou não, um processo ao palacio foz e estado português por ilegalidades e corrupção no dominio dos registos dos direitos e proceder ao arresto da edição que se encontra à venda, não nas feiras dos ciganos, mas nos escaparates na aparência legais e legalizados, onde ninguem lá vai bater com casse tete e assim se passaram sem passar mais uma vez as não coisas e como vê amada, sina minha, que não é minha, mas de muitos que me prendem desde sempre à cruz, a pagar os pecados alheios e depois à saida, verifiquei com uma das senhoras que estav na sala, que lhe li em sua alma, que o advogado não tinha tentado telefonar-me, e tentámos actualizar afolha de dados e a senhora teve que tomar nota num papelinho para depois entregar a outro para o fazer e viva a burocracia e a estupidez, pois mesmo essa questão me recordo eu um dia de se ter posto em conversa na sociedade, que é sempre a mesma da segurança, na alateração indevidada dos bancos de dados, mas se a aplicação registar quem aela acede, mais podem aceder, sem que se perca o traço de algum mal intencionado, mas estou farto fartinho disto tudo mil vezes explicar e as arvores continuam a morrer para fazer papel.

e depois amada, me lembrei do meu poema muito antigo , do tempo da mónica, que a ela escrevi sobre os contos da lua cheia, que foi um dia riscado o riginal por outras mãos e que tem um verso que fala e assim diz, uma guitarra quebrou-se e ficou sem o lá, estridente e surdo, ou seja o que se ouve sem se ouvir, ou o que é sem se necessariamente se ver, como as negras feitiçarias e lembrei-me que muitos anos depois, ao montar os concertos do portugal ao vivo, reparei que o carlos paredes, que tocou como convidado de uma das bandas, pariu uma corda lá, que é audivel na gravaçãoe que quando dei disso conta, me perguntei se não seria o lá, a nota da harmonia, e de repente agora , na soma das partes, reparo que a harmonia terá sido outra vez quebrada nesse altuta, por uma serie de malandros e perversos e filhos da babilónia, alguns com sangue na mão mais uma vez, e que me puseram como de costume a cruz em cima de mim, que isto estará relacionado com a presença de alguns do sportugueses com quem amónica se cruzou em Ny, e que de alguma forma a doença do carlos paredes e a morte de mónica são facturas nas mãos destes filhos negros da babilónia.

depois em dia mais recente, novos ver se acrescentam e desvelam este visto, deles te darei conta à medida em que for passando as multiplas notas que ainda trago e~m meus cadernos, tendo um outro livro já mais de meio escrito

z no pc n ao vaso, ou zé pinheiro, o c das n vezes ao vaso