terça-feira, junho 19, 2007

Ah Senhora Amada, em Vós Habita a Ternura e a Força, Tendes Senhora, Uma Forma de Poisar Os Olhos e O Olhar e A Face, que Desvela Vossa Doçura, Um Olhar que Se Ausenta do Tempo Profano e Mundano Onde Nos Momentos Estais e Se Vê, Senhora, Então, a Arvore Doce da Eterna Ternura.

Sois Forte e Serena Na Força, Assim Já Também Vos Vi Com Meus Olhos No Lago do Coração, Frente à Adversidade e ao Adversário

Ah Senhora da Folha e do Fio de Prata em Seu Colo, Deixai-Me Estender Minha Mão e Beijar A Sua e Agradecer o Agradecer, Que a Boda Foi Abençoada, Choveu Doce do Ceu

Recorda-me vossa doçura, de jovens meninos e meninas de mãos dadas pelos campos em trabalho comum, como irmãos, como irmãos num mesmo fazer e estar e querer e poder ser que me lembra terras mais ao norte, em outros regimes, assim lhe chamam os homens quando se esquecem das palavras, em mim, uma imagem muito próxima e semelhante, uma mesma alegria, um mesmo prazer, e razão tendes senhora ao relembrar o que não se pode nunca esquecer, que não é normal viver, viver vida inteira em guerra e que todos os irmãos devem sempre à paz ajudar e que não bastam por vezes as palavras e o apoio nelas, que às vezes é preciso dar a mão e a espada, e nenhuma mãe ou pai, quanto dois, em qualquer lugar do uno lugar, assim anseia a seus filhos, que são sempre filhos da Paz em Paz e em Paz devem Ser Criados e Poderem Viver.

E o destino sempre assim é, trago eu palavras escritas em texto para si, e de repente me apercebo que aqui na cidade onde estou, também estais e se as palavras ainda aqui não estão e vós porventura já partiste, assim me sussurou o vento da noite de voo nocturno, sendo de Amor sempre O São na distância perto ou na distância na aparência mais longe, que o Lugar É Uno e o Coração Infinito.

Escrevo eu para vós estas palavras e me olho, troquei o preto que veste por fora meu peito da mesma cor de suas vestes, a cor dos seres do Fado, e reparei que vesti um outro igual em forma mas da côr do doce mel, olho-o e vejo ao perto, uma linha vermelha mesmo debaixo das costelas da minha caixa toráxica e me recordo de uma ferida de uma lança de outrora numa mesma cruz num outro mesmo lugar, porque Tudo É Eterno.

Ah Amado Rumi, Quanto Amor Sempre Te Trago, Baraka, Santa Baraka, Santa É a Luz do Amor e do Universo
"Yet when I approach Her loveliness, so absolute she seems, And in herself complete, so well to know Her own, that what she wills to do or say Seems wisest, virtuousest, discreetest, best.

Neither her outside, form’d so fair,

So much delights me, as those graceful acts,
Those thousand decencies that daily flow
From all her words and actions, mix’d with love
And sweet compliance, which declare unfeign’dUnion of mind, or in us both one soul.

And, to consummate all, Greatness of mind, and nobleness, their featBuild in her loveliest, and create an awe About her, as a guard angelic plac’d."

MILTON.


no preciso momento em que fazia past do poema no template, quase a chegar à meia noite, um choque ocorreu na rua , o carro que vejo ainda do sitio onde escrevo, tem matricula fp 95, um choque a mim de um outro preto, agora quando sair verei os pormenores


t gg eu h r
o gato financeiro ceo n do principe do vaso, ou o gato que foi ao forte
Ah menina, só recordo mesmo seu olho, grande e azul como o mar, uma mensagem que se tona clara quando sua mão inverte o Y e de repente vejo a arvore da casa de turismo de benfica, um dos locais dos crimes do coração, se não mesmo o do jogo de cartas.

E me sentei a seu lado e de repente a menina de olho azul guloso, rápida como vento, como poderia ser de outra forma desaparecera, esfumara-se num instante de eu voltar a cabeça, que meu coração se perguntou, ao lado da criança ao lado, se não teria sido um sonho de brisa

Ah menina que era bela e rápida e a rapidez é face como muitas outras da beleza, e vi zanga rápida em sua alma, e bela menina, também eu assim estava, com razões distintas e iguais

Bela a logística do encontro? Poderei eu a tal chamar, que não, sobretudo nos dias em que me nascem fúrias no coração, em que estou com fome e cansado e pouco dormido de véspera, viro meio gato, sabe, ou assanhado ou com vontade de desaparecer por um buraco, fazer de conta que não existo nem estou.

Um sinal de paz, assim tão breve, sem grande confirmação directa, a não se o que depois, depois, senhora, sempre o depois ou o antes, nunca o durante, irra, senhora, que meu coração vai cansado, o seu também, o sabe o meu que no seu habita e lhe digo amada, cuidado, diz-me o espirito com insistência nestes últimos tempos, cuidado aos dois, que querem que assim a nós aconteça, que nos cansemos, que percamos a força do nosso amor, que assim agem nesse sentido com esse objectivo, e a senhora, sempre em raspão, a frustração monta dentro de mim, pois habito em seu coração e só assim pode ser se também habitar em meu, e se assim é o que eu sinto é o que sente e verso no viço, sem o viço de seus lábios ao perto para beijar.

Dai-me agua, Amada, Teus Lábios o Beber, que És Bela como Sol e a Lua mesmo quando não acendes luzes em encontros cegos, ou serei eu o cego, que não te sei ver? Como Amada, se vives em mim, estranha esta estranheza, esta sina, Meu Amor, e Olho o Mar, e pergunto-lhe novas de Ti e ele me canta as marés.

Depois ouvi ainda no espirito, sim era ela a princesa, a tua princesa, aquela que habita em teu coração e ouvi de seu, já tens outra, Oh Meu Deus, Senhora Minha Princesa, como é possível tal seu dizer, eu que vos respiro, eu que respiro em vós por vós a vós

E em franqueza vos digo Amada Minha, como sempre, poderia ser distinto, poderia um coração pedaço de um outro, ao outro, mentir? Não o saberia súbito em si?
Cansado e com ganas às vezes de me entregar à primeira mulher com que me cruze, na impossibilidade de saber que assim não pode ser, porque não chegas então?

E ouvi-vos ainda dizer, quero ouvir-te gritar por mim, Oh Senhora Minha Amada, Minha Princesa, não me ouves em teu peito, meus gritos, estarás porventura surda dentro de teu Coração?

Só fixei de si o olho e a sua cor, o azul do mar e do céu, só fixei de si que se move rápida e leve e silenciosa como a brisa do mar, só fixei de si que é maga, como diferente poderia não ser, só fixei de si que gostava de a ter olhado com vagar em vagar, como a onda do mar faz na praia à areia, a praia, só fixei de si, que é fogo e agua e brisa rápida e leve, só fixei isto num só instante de um breve seu olho olhar, Ah Princesa de Meu Coração, porque assim me trazeis dentro e fora de si, que mal vos vai no peito para assim me desprezar, o que lhe dói se lhe dói, e esperando que não, terrível tortura a que me submeteis, ninguém é de ninguém, canta a bela canção do amor que sabe seu nome, liberdade, mas seus braços e seus abraços em sua lentidão, não são prisão, tanto eu vos quero e desejo e desejo e quero vossa companhia, vosso estar, ter a felicidade de caminhar a seu lado e Amada , não sei mesmo sair disto, se não rachando meu coração ao meio e deitar uma metade ao mar e ouvi-te ainda dizer, não me mates já nas próximas vinte e quatro horas, e me arrepiei pelos termos que usou, mas agora ao escrever, sou eu que os uso, como poderia, assim não ser, se o coração é um mesmo em dois? E se assim é amada, deitar um pedaço de dois pedaços de um mesmo pedaço, é uma espécie de morte do uno em dois, será o acontecer, se assim eu ou vós, o rasgar.

Façamo-lo então em forma simbólica, operação no símbolo e no devir, que não a posso eu de alguma forma rasgar

Depois me rolou uma moeda ao chão em cima de tapete egípcio, ficou a lira para cima desenhada, a meus olhos, o ver e dei conta ao perto, de dois agrafos que lá estavam sobre linhas de frisos e os tirei, assim o fez meu coração, que os corações não são de se agrafar, e ao vê-los ao pé da harpa, me disse de os tirar.

E a guerra entre irmãos, hoje de novo recomeçou, não se entendem e sem se entender não se entenderão com os vizinhos, e relembrava senhora amada em dia recente, que parecia que o mundo se tinha habituado a quem assim sempre era nesse local, Ah Meu Deus, que não é só nesse local, mas em muitos outros do mesmo Uno Local do Mesmo Uno Mundo e existem armas em demasia, em muitos lugares e viajam de mãos em mãos e as balas sempre prontas pelos canos a saltar. Como se pode ajudar às Gentes Irmãos que se matam, hoje na TV, um homem corria outro irmão seu, com os braços como a enxotá-lo, o outro de metralhadora na mão, fazendo o gesto de ir disparar, mas foram as mãos do outro a enxotar mais fortes do que a vontade do gatilho, que o exemplo seja de muitos, os bastantes para todas as enxotar e parar o sangue de correr nos rios que não deve, e ontem um menina que veio de um país diferente do seu, uma menina do mesmo Uno Mundo com o Mesmo Uno Coração, ao chegara para ajudar, foi morta e nos perguntamos todos, como se pode assim ajudar?

É preciso firme vontade de paz, é preciso paz para que ajuda chegue e se faça, não são suicidas os que trazem a ajuda no coração, porque sabem que ele é todo um mesmo, e as genocídios continuam a acorrer, Darfur, Triste Demonstração e Demonstrar e a Impunidade a reinar.

Amados Africanos, como se pode assim ajudar? Que querei fazer para que a ajuda se possa fazer? Se não conseguíeis a paz pelas vossas próprias mãos e vontade, o que como sabemos, por vezes e infeliz demonstração, tantas vezes está, ela ser mais difícil entre os vizinhos, o que então pensais que devemos todos fazer?

Abandono total, até que os irmão fratricidas se destruam mutuamente até à ultima das almas? Permitireis forças de interposição com condições para que quem procure ajudar na paz, não seja sacrificado?

Permitireis e estais dispostos a forças conjuntas de intervenção quando e enquanto necessárias?

Não Pode Pedir o Amado À Amada Sua Mão, Seu Ajudar, Se Sabe Que Mal Lhe Poderá a Ela Acontecer, Assim É Sempre No Eterno A Lei do Amor e dos Amantes Que Se Amam.

Amados de Todas as Cores, Que Todas as Cores São Amadas e Cada Um Trás a Sua Única e Cada Olha a Vê em Modo Único, Quereremos Todos Expandir o Alcance dos Tribunais Internacionais, Independentes dos Outros Poderes do Mundo, dos Políticos e dos Económicos e Fazer Com que Eles Velam Por Uma Justiça Universal, Sem Limitação de Território de Intervenção e Sem Que Tal Fazer Ponha Alguma Vez Em Causa Os Locais?

Tribunais que Possam e Devam Intervir em Defesa dos Valores da Humanidade e do Humano e que Actuem pela Transparência, pelo Rigor e pela Prossecução da Justiça das Ajudas e do Ajudar?

Nome próximo de um outro, de um outro país onde um relógio na aparência desaparecera, não o relógio em si, que não desapareceu mesmo, mas uma imagem dele no pulso que remetia para uma outra, para um olho de isis a chorar que remetia para um olho de uma menina, cuja pupila é semelhante e tropeçara a menina a subir as escadas do avião, e um outro com um motor amarelo e uma fuselagem em que a pintura parecia sugerir que fora atravessado por muitas balas digitais, e que as letras falaram de ter feito coisa impossível, de ter feito viagem pelo ar com a aporta aberta.

No mar da lembrança das aguas profundas do encantar, a harpa eólica ao cimo da minha terra, em meu mar na falésia elevada, ao instante aportou, a face, se desvelou na memória de a ver inteira, Ah Amada que trago em mim palavras antigas de músicos e mar e de instrumentos feitos em corais em concerto com os corpos no meio da agua e o vento e a rebentação a cantar e hoje o belo museu das crianças de todas as idades tem mesmo hoje um protótipo de uma harpa em que só as mãos em feixes invisíveis de luz fazem o som, que belo e mágico, o é, assim ser, e a cada vez que lá entro se me perdem e se me encontram as mãos

E o tronco da arvore, a mão com dois dedos estendidos cruzara por cima de três riscos, um para cada dia da semana, seria então o terceiro dia, o de ontem, e a mão agarra o pulso e a outra crava quatro dedos na cabeça do pássaro, e o ouro que mora na altura do ventre, a ela um cobra da cintura se desenrola e aponta, a posição do corpo, a riste conhecida antiga saudação.

E da memória veio o estranho símbolo que aparecera no dia terceiro, letra circulada por um circulo, e dela, um P, vazava para o tudo lugar, assim o poeta se dera em seu sacrifício, em sua oferta a seus irmãos, iluminado por Deus para a Salvação, um circulo que circula a letra e o separa do resto, e a letra que é dupla, feita por dois traços que separados e juntos a desenham, vasa no Vaso, numa herdade estava, e recorda o homem de passarem seus passos para as bandas de uma transversal da rua áurea, quase a chegar ao terreiro do paço e de ficar a olhar muito tempo, para uma porta de agricultura e sentir um peso e uma desconfiança, cresceu dentro de si, nesse olhar parado e recorda-se uma tarde antes, muito antes no jardim da estrela e de estar com a menina vermelha francesa que lhe copiara a sua agenda do telefone e de ela lhe falar de uma visita que ela acompanhara, com muitos outros, de um secretário daa agricultura e de ter com ela conversado, de como era baixa a qualidade de alguns dos governantes e como eram baixos em estatura humana e do que de sórdido desvelavam em seu ser e estar, de como agiam como se tivessem reis em suas barrigas e que o poder profano que traziam sem em verdade trazer, lhes dispusesse as mulheres todas aos pés.

Encontrara-se outra vez com a senhora na estrela a repetir o mesmo gesto, o de dar pão aos patos e as pombas, esperara-a e olhava para ela em sua frente a vinte metros e não a reconhecera no imediato, estavam seus cabelos todos grisalhos, assim lhe viu ele pela primeira vez, outra sua idade, depois se convenceu, era ela mesma, zangara-se ela com um menino, que tinha pulado a cerca, cabelo rapado, mal cortado, com sua mãe estava, trazia cicatrizes em seu cabeça, assim desvelada, e ele ficara intrigado com aquela sua reacção, que lhe parecera se com razão demasiado intensa, uma violência estava ali em potência e se manifestara em seu acto, e viu-a pela primeira vez com outro olhar.

Na herdade, as arvores que bóiam no mar, tinham sido indevidamente cortadas, como são sempre pelos homens cegos, quando as partem e as arrancam para em seu lugar fazer betão e aquilo metera grande confusão, noticia interior, falava de provas recentes que demostravam, abuso de poder a três homens que desempenharam função de governo, a nível ministerial, e na de agora, sobre o senhor responsável da área dos campos, com mesma função, aparecera um camião a passar, com um desenho que era asa grande estendida e vermelha de vaso, um vaso no meio das asas, a asa do vaso vermelho, e em minha memória, subira no instante, a imagem da carruagem do comboio em atocha, depois na herdade, dois postes de alta tensão e suas linhas, só o terceiro e o quarto, disse um a criança, dos jogos de verão cama de casal, 20 E panuelos dos avós, que morreram na onda de calor do verão? M513 J laias e o sentido a fazer-se, dois dos postes das linhas de alta tensão da grande confusão e da grande desgraça, assim narrava a peças em suas imagens.

Que estranha manhã de verão, o espirito logo me o contou, e eu vi um homem no jardim da estrela que parecia o tom waits e me disse ainda, amado, mesmo ele, da fotografia da nikon de hollywood, primeiro team San diego basebol team, o todo assim visto, depois passa por mim um policia com luva negras enfiadas à frente em seu cinturão, a luva negra do cirurgião, outra vez na D. Pedro V, do vaso da vingança do José manuel seguro, apareceu-me na TV num filme agora ao escrever seu nome, o santo, e uma história de camelos em Londres e de um polo gt de seis oto a seis us, e coisas tristes e negras e afins, a red sprint esta definitivamente fechada para obras, a da fnac de Londres e houve n X nos homens das mentiras e desgraças antigas, Luís marques, é nome que me aparece muitas vezes, telefone do Rogério das lentes grossas, M369, grandes planos para a noite de Lisboa, lisbon village festival, que bom!, estrelas inclinadas em quadrados como estrelas no céu da noite, a da fnac de Londres tem serra nos sapatos da Internet, dos perfumes dos arabescos de linhas branca sobre cinza, entrei no camarão, dizia a senhora a sair.

Uma menina loira muito bela no café a comer um doce, tinha uma girafa cor de rosa em sua camisa, que só se destapava quando se mexia, à sua frente um menino, atirou-me ela qualquer coisa que me fez rodar a visão e li no cartaz luminoso, casamentos e baptizados num país da América latina e depois, trazido até si pela natureza, que bom!

Um senhor crescido no metro via mapas e letras, parecia um cerco, vectores da foice do vaso C, de homem serpente do ovo, do circulo do pássaro do Y, rosa de prada, e uma menina na carteira da senhora pendurada por fora, outro senhor com o mapa do metro na mão, ouvi agora na escrita, um pum, de um caixote que pelo vento tombou, ouro, apareceu-me a palavra, eram eslavos ou russos, a lua estava decrescente, a ponte oculta era vermelha.

Na chaminé negra, o código de cores é em cima, laranja, azul-bebé, e em baixo, verde-claro, cinza, rosa e cinza
Da pele zara verdadeira, com flor doirada em carteira roxa com círculo de pata e palma doirada, conchas azuis e vermelhas, seus colar, formula quinze tmn, telequimze, tele cinco? Brasil 9, dos 4 pontos do quadrado oliva, quatro pontos S do pelicano do boneco tim burton, a noiva cadáver, Lu bra x, india, senhora a passar.

Desta vez, no cais da pupila rápida e azul, sussurraste-me Amada, enganaste-te na mulher, como assim, perguntei-te? Eram veteranos de dois seres a quem trago amor, e que habitam do outro lado do atlântico, sim eu sei, amada, se não eras tu o azul, serias a mulher que subia as escadas, quando aquilo tudo parara por tempo indeterminado, e eras profusão de corpo e seios eu em cima no patamar, como que mergulhado no vale, que até baixei os olhos para mais não me perturbar, nem eventualmente a ti te perturbar, é que trago grande a fome, amada dentro de mim, quero leite, quero e anseio muito beijá-los e beijá-los com lábios e mãos, e vinhas em profusão de doirados que me feriu o olhar ao momento e depois ouvi, não és o herói que pensavas mas as boas noticias é que trabalharemos juntos, continuaremos a fazê-lo.

Como Senhora Amada, pensais porventura que eu pretendo ser herói de alguma coisa outra que não de seus beijos e beijar, ou diferente de herói de heroísmo de te amar? Não me movem, presunções mundanas nem ouro nem falsas mirras, tudo o resto que não o é, com Deus, Amada e pouco a falar, não sempre assim me disseste, a mim, que dizes de mais, falar?

Como poderia ser, se as palavras são filhas de Deus e a Luz e de Todos e a Todos Deve Alumiar, não entrou o mundo num buraco negro, também pelas meias palavras, não deve o Deus do Amor, proclamar a Verdade? Não é sempre assim, quando a Luz se vai da lembrança presente nos dias dos homens em seu caminhar, não é assim que chegam as carregadas nuvens e o céu se põem denso como chumbo pesado e as desgraças acontecem?

Ah Senhora Amada, que percebo eu seus véus, disso me falam as vocações de todos os frutos, que saem de seus ramos em seu próprio tempo, e não deve a fruta ser por mão alheia, em perigosa distracção colhida antes de seu tempo, pois sempre se perde seu sabor, mas se eu sou burro e sou, não ando eu mais depressa por ter uma cenoura à frente, enganais-vos a meu respeito se assim me vedes, ou se assim sobre mim pensais, mas não posso eu senhora, obrigar-vos em qualquer modo e jeito a tirar um véu que seja seu, sem ser por sua vossa própria vontade.

Dilema, porventura, a questão, poderemos mão na mão assim estar, vós velada, eu mais desvelado, pois parte sempre está em Deus, no Amor de Deus? Sereis vós a responder-me ou fadar-me o silêncio da ausência da resposta e de seu lábios, mais não irei fazer, porque não trago mais razões do que o Amor e sabeis vós Senhora, como eu, que vosso séquito é grande e que trazeis muitas princesas vossas embaixadoras, e eu contente fico pela Senhora, de assim ser, que é sempre bom, andar bem acompanhado, mas sabeis da confusão amorosa que assim nas vezes me crieis e eu sei que o sabe, Senhora.

Para que me Testais, Senhora?

Entrecortado, como sempre que os seres trazem fome em seus estômagos, a luz do espirito, o espirito da luz, o sentir tolda-se com as barrigas vazias ou a falta de sono ou na falta da felicidade, que se todas elas vem da falta e das faltas, muitas são as razões da escuridão, por isso a cenoura, Amada, frente ao olhar é método que acentua sempre os dois lados da questão, da falta e do querer, e assim sendo, aos dois lado de um mesmo que não é O Mesmo, perpetua, e Sabeis Senhora que se Beija sempre melhor de barriga cheia do que com a promessa de a encher.

Se me permites, Amada, que os Amantes Tudo se devem permitir porque O São, devereis rever vosso pensar, sobre esta questão.

E ouvi em dia recente, se te abrir a minha casa, ser-te-á suficiente?

Que sim amada, não esquecendo que se temos pés, eles nos foram dados para caminhar e que as casas não são prisões, mas lugares aprazíveis de estar com nossos amados, não estará aí nesse dizer, a projecção de teu receio, amada? E os receios são normais de se ter, amada, são mesmo úteis a todos, mesmo aos heróis, que não sejam tolos.

Estranho cais parado, senhora, séquito grande, um belo homem mesmo rezava no depois num outro cais de uma diferente linha, fiquei a olhá-lo por um instante, logística grande e carta branca, Amada, tudo estava explicito na forma da própria paragem, estive quase para descer no momento inicial, mas fiquei a ver se te via, a curiosidade, do menino é sempre grande, e de burro menino ainda mais, mas que fazer quando se assim se ama.

Se o véu fosse o meu, seria de forma e corte distinto, tu te recordas amada que eu antes de nascer, uma Senhora para mim, um bordara e ainda hoje me acompanha e não se deve nunca subestimar a inteligência da Senhora.

No cais nessa tarde, o cam, que antes declinara do campo, era já, grana, grana do local ali próximo, de um dos homens do local próximo, o que diz acreditar porque sabe por que acredita?

E com a fome pouco restou, vi varetas abandonadas ou recolhidas numa entrada de metro e dentes na escada a descer, dos abusos da bela vista, quatro estrelas d´oiro do puma dos camarões, quatro vasos em lua crescente, sida, cores verde, vermelha, branca, azul e laranja, kipsta 89 avó olaias, prédio da pirâmide, rectângulo cruzado do quarto da serpente que atravessa o forte do bico da serpente do vaso do infinito, de velcro, cameroon, da rainha de coroa de oiro, surf da serpente invertida à um do pó.

O olho azul, vi-o quando me sentei no parapeito, meu olhar se prendera no outro lado, num rapaz e sua mãe, quando me vou a sentar, reparo o olho que me olha e que na mão está o Ypsilon e quando me sento, vira o jornal, a ideia foi, inversão do Ypsilon.

E Ypsilon em seu anverso, diz-me na forma em que o leio, o No do U is PH, o nó da chaveta é choro, donde é dor, ou tristeza, ou o que a provoca e leio depois de outra forma ainda, o deus do PS ligado ao sistema de informação, a ser, será de António Costa que em dia recente me aparecera numa foto ao lado de socrates com a Maria Ps, qu enão me recordo seu nome, atrás, como se ele tivesse finalmente somado algumas coisas sobre a Maria Ps e curiosamente, também eu as tinhas somado, e ao ver aquela foto, foi uma espécie de confirmação que tivera, mais adiante os detalhes


Ah Amada, antes de ontem, tinha pouco dormido, cheguei pouco antes do jantar e me deu de repente um sono, um sono de alma que pede de repente para dormir, para que o espaço do sonho e do sonhar venha, um cansaço súbito, como um apagar e me deitei e quando acordei, pensei que dormira muito tempo, mas terá sido talvez uma hora ou menos, deitara-me com o dia lindo e acordei com um estranhíssimo por de sol, o céu de cor chumbo, densas nuvens e três riscos imensos vermelhos que atravessavam o horizonte onde o sol se deitava, em baixo cinza e mais abaixo ainda, como uma língua que era um buraco na imensidão da cinza, branca, esbranquiçada, olhei tudo aquilo e se me entranhou no corpo da alma e uma inquietação nascera no momento em mim e me acompanhou durante a travessia da noite até ser de manhã.

Desaparecera o meu tapete de entrado do estúdio, desaparecera já a alguns dias e achara estranho, a sequência, o da porta do prédio que aparecera cortado como se um dinossauro ou bicho grande de dentes redondinhos o tivesse abocanhado, e aquilo fazia o sentido da lua decrescente, e um presságio se instalara sobre este ciclo em seu decrescer.

E hoje quando entrei no prédio, logo senti um cheiro a morte, desço e encontro o cão António morto, já me tinha preparado para isso, estava fraco, inchado com o mal que na rua lhe fizeram, depois nos últimos dias tinha recuperado a vivacidade de seu espirito, seu corpo não, entrei em casa e sentei-me sem saber o que fazer, depois embrulhei-o num cobertor, tentei trazê-lo mas não consegui, pedi ajuda a um vizinho que ma deu em parte, não para lhe pegar, mas telefonou para a câmara e depois deram o telefone do canil e lá foi telefonar, já a pensar com meus botões, da forma que a relação com ela anda, se calhar só para o mês que vem, mas não, apareceram pouco tempo depois.

Pediram-me sete euros e quarenta cêntimos para o levar, é quanto custa a morte de um cão, queria perguntar-lhes o que faziam com ele, que destino teria, mas não o consegui fazer, estava confuso, meio fora meio dentro a falar com os senhores, quando dei o dinheiro para a mão, ouvimos um estrondo ao fundo, deveria ser por alturas de Alcântara, ou Av. de Ceuta, um carro, que não vi, tinha no preciso momento se estampado e depois li no espirito o seguinte dizer, da pá de 96, ISE, barreiro, pekf, um vaso, símbolo gráfico da fortaleza, TT, az de 76, o jo da música de 58, 68, também smart azul e prata, gato maior do 69 do trigésimo primeiro db, gritos, do dia do raio em 83, cá 99, o sexto do primeiro, do x no vaso em 97, na estrela de prata. da arcada do fogo do triângulo indiano do égio remar, do world criket do euro 2004, pá do rato motel ise metálica qmr, nf p, back wood ao angulo do quadrado vermelho das garras na perna, quarto cegueira legon, 25, serpente Z fui pearl jam luso brasileiro, e me recordei pela memória do padre emaus francês que falecera ainda há não muito tempo, associei-o sem saber porque razão à remar, ou melhor por serem duas instituições que actuam numa semelhante área de intervenção, se bem que em modo distinto e existe uma remar por detrás de meu estúdio.

Ra serpente asas do bico sine wy, T alvalade s ch EE, 8 da siri leu do mar, roma-usa, os senhores do macaco dos pés com cordão doirados

Depois olhei o redor do prédio no canto em U estava um para brisas de um carro, pareceu-me ser do citroem vermelho que vira em dia recente, com o número no interior de seu capô de 6667. dizia o pára-brisas, o escudo do loiro , auto do sueco de 72, de carnaxide estava rachado contra o muro, ouvi agora na escrita ao escrever, grande estrondo metálico na rua ao fundo. Colado no para vidros, duas pequenas etiquetas, palhaços, 2,40 euros, disney, 2,00 euros Ao pé da arvore, prateleiras de vidro, muito sujas a ela encostada.

No alfa vermelho, quatro caracóis estavam presos na sua frente, na parte do pará-choques debaixo do vaso do símbolo. Em frente ao carro nas escadas de um outro prédio, um avião de papel, quase todo desdobrado. Uma etiqueta calzedonia na rua de calçada larga

Enquanto fora telefonar ao café, na TV ligada, um concurso da tarde onde as pessoas advinham palavras e ganham dinheiro em tal arte, eram as palavras, falido, finado, físico, física e depois boneco, buraco, burlar, buscar.

Quando entrara no prédio a primeira vez reparara que estava no átrio interior duas solas impressas, fui de novo olhá-las, pois o desenho me fizera outro recordar, estavam impressas a preto, como se tivesse sido usado um carimbo, ou como se fossem solas, tivessem pisado tinta escura, o que seria pouco provável, visto só existirem duas marcas e o desenho era semelhante ao da herdade de portucale, a diferença, é que no circulo à volta do P eram visíveis pequenos pontos negros e por baixo dele, ondas como um mar, dos pontinhos negros do circulo à volta do P, vazaram para, ou por cima do mar, foi o sentido que se me afigurou.

Hoje no metro, um novo cartaz da tmn, são telemóveis sony erickson, ao parar a carruagem onde ia no ponto em que parou, desvelou na metade da direita um K cuja parte superior é um bico de pássaro, o kapa dos telefones metálicos Y koga scotland, do bilabong austrália Roma, 2 x no coração azul e branco LA, obstáculos kanai dos elos das quatro escravas, da cornucópia na orelha do touro negro da serpente em campos no eixo norte sul, Jamaica alemão tmn, si do quadrado azul e verde do fantasma ... de s sebastião, Cid universitária, socker background


Ah Amada Senhora de Meu Coração, canta em meu ouvidos às vezes triste bela canção, pois todas Elas são belas, mas nas vezes são facas apontadas a rasgar por dentro o peito e eu que vivi no Jamaica tantas noites de minha vida, ouço nos dias de hoje, no woman no cry, e fogem meus ouvidos, porque a uma mulher se deve gritar, se assim o desejas, o Amor, e não é a mulher Amada, razão de gritos e chorar, gritos só mesmo de outros, quando para aí estiveres virada ao desejar, que mesmo os gritos são actos de liberdade e muito eu Amo a bob marley.

Ah Amada Senhora de Meu Coração, porque não chegas, creio eu que se chegasses ao pertinho, não mais se ouviria no espirito estes perturbantes dizeres, que estranha a vida por vezes é.

Em cimo da cidade no cimo de algo, entre o céu e terra suspenso, era na noite e no céu um castelo de três torres visível, parecia ao primeiro olhar o castelo da branca de neve, tudo ele parecia escorrer natas e chantily como um cantil onde bebesse agua de amor e assim o era em meu peito cansado de tanto te procurar a andar, sabendo que muito do que ouço, é como uma espécie de isco, para meus pés fazer nadar, Ah Amada percebo eu que queiras da vida e do amante encontro entre os Amantes, a maravilha, o único, o encantamento que como príncipes de contos de fadas e de encantar nos braços um do outro nos faz aportar, mas sabes como eu que muitos são os anzóis de dor por loucos ao mar lançados, que uns não desditem o outro, nem a ti nem a mim, nem ao Amor e eu te prometo fazer de todos os dias a teu lado, um doce encantado a cantar e te darei sempre agua em vasilhas abertas em teu estar

E gritava o espirito, nesse dia e nessa noite, faz-me rainha, faz-me rainha, como Amor?, se já a És em mim?

Ah Amada que pode fazer o Amante Pescador, quando ao Mar Vai, ou quando Ele Chega, se não Abrir a malha da rede, de forma e jeito tão grande, que nenhum peixe, mesmo, que em descuido, se lá enrede?

Chega, aqueles que se sacrificam ainda para nosso alimentar, agradeçamos a Eles, Irmãos.

Este mundo está doente, e muitos pensam que a insatisfação é o grande motor, que as luas e as marés e os marinheiros e as sereias e os peixes e o mar, se movem pela insatisfação e pela busca que dela nasce, e só em ínfima parte assim o é, pois um cata-vento gira como vento e o vento gira com suas pás e a insatisfação mora sempre em dois no uno lugar, e parecem esquecer as arvores, que se agitam também ao vento no vento, mas firmes em seu lugar, lado a lado, fazem suas flores e suas copas caricias nas que lhes estão mais próximas e estendem-se todas elas, sempre no infinito do seu olhar, e dão frutas iguais e distintas, é diferente esta laranja daquela outra, se todas vem do mesmo pomar?

Atira-se à cúpula doirada, outra vez, tentando o sangue frio dos homens, que só deve ser quente em seu amor com suas amadas e tudo de novo pronto a estalar, basta um para armar a confusão, na vezes que assim é e muitos são os motivos para que tal aconteça.

O Amor Quer-Se Sempre Feliz, Os Amantes Querem-se Felizes, e seu Leito Se Chama Feliz

É doença da insatisfação insatisfeita que faz nascer insatisfações que se tornam permanências em lugar ausente na impermanência e se esqueceram do Eterno que se expressa e vive em todos os momentos do Uno Lugar, como poderia ser diferente, uma insatisfação com outra casada, de braço ou perna dada, que filho outro, poderia criar?

Rainha És e Sempre Serás em meu Peito, que é o Reino mais importante do mundo e que se vê e não vê, não tem muros nem fronteiras nem portas que fechem, a não ser para te proteger dos ventos e das chuvas

Rainha Serás quando Teu Peito, souber que o És, e decidires Sê-la, pois Sê-la, que Já És, é sempre também um acto de Tua Vontade, não sou só eu que Te faço Rainha, És Tu Também, pois um pedaço do Mesmo, é Teu, és Tu.

Chega-me e diz eu sou Tua rainha, tu assim o sabes em nosso peito, e Amada, te estenderei flores a teu caminho e os pássaros todos cantam em celebração de plena satisfação, pois Tu já a És em Meu Peito, como poderia mais dizer-Te, se bem que sempre To diga

E vem no vento, as trovas, eu sempre fui assim, volúvel, inconstante, e Te digo, como poderias ser de outro jeito ou modo, não és Tu, a Lua e as Marés, que Bela Assim És Sendo, porque minha Amada, confundes a Brisa que Dança com um parada prisão, porque achas que a Casa da Amor, Tem portas Fechadas?

Porque achas minha amada, que serás menos do que és, por estar com quem te ama

Crés porventura que o amante impressiona sua amada, crês que o Amor, ralha ou prende a Lua, os Ventos e as Marés?

Seria Ele cego para não conhecer a Beleza?

Ah Amada, Sê Tudo o Que Quiseres, Como Quiseres, Quando Quiseres, se te for possível, a meu lado, nas vezes que te aprouver e o amante anseia a amada, e não anseia a amada o amante?

Doce e terno o leito do amor, levanta-se o sol no jardim dos dias perfumados de amor e as crianças sorriem e o sorrisos desenham amor e vem a brisa do sentir, do saber e do pensar como pássaro a alumiar e depois chega a noite e se deitam amada e amado em seu braços embalados pelas estrelas do céu, e nele fazem seu ninho e sonham embalados na rebentação do mar e piam gaivotas em seus sonhos de encantar.


Ah amada chegam meus pais de terras vizinhas e trazem um olá e a vejo e são belas as gentes que lá estão e são muitos os bebezinhos, e os casamentos e os sorrisos e me dizes que então no próximo encontro as escuras acendes a luz e eu que sim, e depois me recordo de ontem ver um poste iluminado e fiquei para ele a olhar e as luzes em baixo, faziam uma proporção, semelhante a uma outra, e depois me recordei ainda de outro gesto e uma outra semelhante proporção e depois me lembrei de vê-la em prédio com as mesmas cores e me disse, se calhar eras mesmo tu que lá estavas e depois na ultima página a bela senhora de meu coração, com um câmara na mão, uma foto e duas indicações numéricas.

Ah amada, não quero eu brincar aos espiões no amor, ou melhor, se depois de nos encontrar-mos à luz, o quiseres por brincadeira fazer, como a jogar, conta sempre comigo para todos os jogos, mas eu te amo demasiado, para pensar que poderei não te encontrar e tenho a alma cheia de ti e muitas notas ainda para passar, trabalhos de Ulisses, uma espécie, e tu minha Itaca ao longe, brinco, brinco sempre a tudo o quiseres brincar, que brincar é bom, dá saúde e faz crescer e dá vontade de mais beijar, mas chega primeiro com a luz acesa, depois podemos apagá-la ou deixa-la acesa para eu poder apreciar devidamente tua beleza, mas como sempre tu quiseres amada, que teu corpo é carta desconhecida para mim, mapa, mapa certo, é trazer-te assim gravada a ferro e fogo e agua no leito de amor de meu peito e ansiar-te como quem anseia um vaso de agua muito grande de uma fonte sem fim.

Ah Amada, nesse dia inquieto tudo chamava por Ti, Tudo me falava de Ti e me chamava e as horas iam passando sem passar e ouvi o nome de Teu Pai e ouvi, a hora do encontro, que chegasse, e perguntasse por ele, e depois já a tarde se punha no céu e apareceu um rapaz com uma guitarra às costas e esperava e esperava e telefonava a sua Amada e esperava e eu a vê-lo, ouvi no espirito, é a minha boleia e o fiquei a ver do alto, Ah Amada, não tem que ser assim o encontro, cansado estou de não te encontrar, cansado estou dos chamarizes, não dos pássaros nem de seu cantar e depois de começar a Função, era já a sua hora e eu contigo ao longe perto, parti, e tomei o metro e de repente estava de novo em telheiras e tudo era confuso em mim, pois eras tu sem o ser, e eu sabia-o sem o saber e era como me esquecesse embalado num sonho de amor e comecei a olhar pela segunda vez os painéis da estação, que são muitos e muitos, como uma bela prenda de Amor, um Amor grande feito às peçinhas como um puzzle infinito do amor em que te trago, são diversos os painéis, muitos os desenhos distintos, o artista assim cuidou sua obra, não fez do lema, a repetição, como o amor deve ser, aberto e liberto, só as caricias se repetem sem fim, pois não enjoam, dão prazer e iluminam teus olhos e os fazem brilhar e eu fico contente no contentamento de te contentar.

E duas linhas narrativas afloravam, uma relacionada com latina Europa, o universo criativo e de certa forma uma história dos feitos e um outro fio condutor que remetera para as festas de Lisboa e especificamente, sem o ser em forma directa, por associação com o recente visto, da casa com terraço no final do primeiro lance das escadas ao descer da igreja, a casa com o jardim de terraço, a casa para a qual foi em tempo de novo remetido por um quadro no gabinete do Sintra.

Um encontro, ou melhor a memória de um encontro, com uma rapariga, um encontro marcado, uma vaga sensação de alguém lá me levar, a uma festa e de uma rapariga com que fiquei a conversar e um véu, um véu enorme que não me permite recordar, mas uma sensação de um grande amor, de um encontro com um pedaço de minha alma, e uma impossibilidade, sem saber agora ao isto escrever o seu porquê, nem a razão do véu, qual véu fora criado, e por quem? só uma linha escutada no vento do espirito em dia recente, se não mesmo desta vez em telheiras, onde ouvi, ambos traziam seus corações com outros comprometidos, e o amor entre eles se manifestara, como sempre ele é, à primeira vista, ao primeiro olhar, ao primeiro brilho dos olhos, a uma imensa certeza de colo e leito e casa comum, mesmo antes de o ser, se existe um antes e depois no amor, que é eterno, fora isto, que ouvi, seria que se aplicava ao que vivera? E quem era ela que nada me faz recordar, uma outra sensação aflora em mim, de que a conversa não fora em português, mas nem isso sei ao certo em mim.

E seria esta sensação real, a de amor ou uma sombra de uma outra coisa, de uma outra história?

No véu que trago em mim, que agora me surgiu relacionado com a emi, recordo de ir a essa festa acompanhado por um rapaz, que deveria ser um dos que comigo trabalhou e uma outra sobre a qual não trago certeza, de sair de lá com ele e não ter mergulhado nas festas, como se a conversa que tivera, o encontro, me tivesse deixado cheio.

Como não me lembro ao certo, coisa estranha na minha memória, é já o segundo buraco negro que encontro ao escrever e se assim o é razão forte para isso terá que haver, algo que foi apagado, como uma lavagem de memória, o que ressoou em mim na linha dos azulejos, da cruz do hospital, do telefonema e da cruz cravada em minha mão, algo que terá sido feito em estranhas circunstâncias e que se deve prender com o que li na SPA, da condenação e da execução de uma sentença.

Em noite recente no café onde agora nestes dias escrevo e leio na Internet, um carta de cinema, um cartaz em seu tamanho real colocado numa bancada em v, daquelas que dá para passá-los, como para posters ou reprodução de quadros, que vira em Londres muito tempo atrás e que hoje são comuns aqui neste país do quinto mundo.

Está a bela Amada Uma sentada num sofá com um pistola na mão e uma peruca falsa e um homem com olhar de mafioso na ombreira da porta ao fundo e me pergunto, terá aquilo tudo, aquele encontro sido uma peruca, uma falsidade, uma armadilha, ou não, dúvida em mim, numa memória cujos pormenores teimam em estar no escuro mergulhados.


E uma outra linha de som que me escuta o ouvido da alma, nestes últimos tempos que aflorou, ligada às lisbon sisters do filme da amada Sofia copolla, de pressentir uma ligação, e uma ideia em mim, de que ela terá um fio que me preencherá o que ainda se encontra aberto nesta história, fui agora ao frigorifico e quando da prateleira tento tirar o pacote de leite da vaquinha mimosa, ele me escorrega e fez tombar na prateleira duas garrafas de agua tónica mistic dos fiordes, lá bem acima no norte do mundo.
E também esta consciência que se entranhou em mim, a estranho, não sei seu porquê, só o pressinto por detrás de uma escuridão, um vaso, uma acção de um vaso mafioso.

Abro agora uma nota em lugar distinto das outras sobre as telheiras e meu olhar fica preso na informação

Salto do serpente do vaso do Y de LA, para trás e para a frente mais pó, diz o serviço de informação da ponte de S. Francisco, ré do laço do carneiro, do bico da Maria do vaso príncipe da rosa da terceira w da inversão do forte, o ponto da serpente por cima do W, a primeira serpente do vaso invertido do metro, por cima, a leitura das cinco fotos americanos e das quatro europeias, onde estão os nomes de alguns dos meus colaboradores.

Ao serviço, e serviço de que ordem de homens, quais forma os enganados pelos ilusionistas daqui, quem lhes pediu a intervenção sobre mim, que apoios foram comprados, quem os traficou, a que preço, Meu Deus, a que preço, pois estes rituais trazem em si, nas vezes, um preço de sangue, de vitimas inocentes.

Olho a noite na rua, passa um gato preto e branco ao momento, e leio raio do príncipe da rosa, o astro lima, da AG de 78, não faz sentido, a memória remete-me para o final de oitenta, talvez mesmo noventa

Repego as notas que escrevi na estação, magic day do studio da moda, passam dois sacos, dois dizeres, será então da latina ou à latina ligado, e estou pela segunda vez a olhar os azulejos que comecei a narrar em dia recente, o primeiro que me prendeu o olhar, parece ser uma coroa, feita de oito colheres ou agulhas que se dispõem em vaso, sendo que se juntam duas a duas em triângulo de fogo e que descem por dois troncos até à base que parece ser uma cerca de campo, fazendo Ys, temos assim quatro y de azulejos dentro de um cercado.

O de baixo, são linhas paralelas curvas, é visível o símbolo do carneiro como vaso, um ponto de interrogação a seu lado, da parte superior da bengala do ponto de interrogação saem linhas quebradas que fazem nascer uma espécie de presilha no vaso, que depois continuam do outro lado para baixo, é uma serpente.

O terceiro azulejo, acima da coroa, são riscos que forma W cruzados, duplos vasos e outros parecem botas deitadas

Por cima, uma ventoinha de duas pás, misto de ventoinha de ar e trituradora, com um cabo eléctrico que pende para o chão, a ventoinha está assente em três pés.

Mais acima, um sapato da direita para a esquerda caminhando calca outro que vai da esquerda para a direita

Na fiada ao lado, carne no espeto em cimo ao lado dos sapatos, ossos em cruz com cinco pílulas, uma serpente interruptor do fio, duas mais pequenas, um batedor eléctrico furador, um abajur de luz , e começou a nascer em mim estranha inquietação.

Um pôr do sol, uma lâmpada com abajur de papel dos santos populares
Um top laço de menina, um piston de dois movimentos
Um escadote com três cruzes
Um cesto de picnic do ..., um vaso que parece uma retrete
Uma cabeleira postiça com impressão digital
Três pêras montanhas e três furacões serpentes

Ao lado, dois copos que parecem furos numa saia
Uma picada de seringa, uma espécie de ... centopeia de 5 1 P2 de .. e n xz no... um prego na parede que parte o estuque

Dois cones invertidos, um barco de picos, quatro preservativos e pomada LUN

E depois uma estranha linha de leitura cumulativa entre imagens, um telefonema de emergência para o hospital, apareceu-me o Santa Maria, ambulância, uma dupla cruz cravada numa mão, e um nome associado, Anie.


Francisco o gentil, o 11 do cais de sodré, é o numero do metro agora na estação

Fabricado por receita caseira Filipina, MA, ME, Kit, delicias, sinkers, Ice, kellog, mm, twix, vaso da RA S aqua carvalho
JA Ra s, príncipe A do Ra da serpente
Vi vaso to kA
Vi vaso Borges Sousa
Loja das meias
Smiek AD, Reis, serpente minha e K, AD, ponto de exclamação com dois pontos na sua vertical , Reis com dois traços por debaixo da sua grafia
Fluxostatos
Crey P, serpente da exclamação e espermatozoide que inverte a gaivota 1675, o do prego que partiu o estuque.

Lal bay fo W, serpente bifida do bico do vaso duplo, orca sistema de informações
Ma dores, mokers, do mo que é rato serpente, fumers 98 / 17 setembro
Mudar de rumo

Cinco picos nas escadas do metro
Smith e son, elevadores anie
Vítor KaTos , Vítor, o kA da serpente tó, ou o fato do kA da serpente tó
Ra K três traços
Mool serpente za, diabo- michy
Virgílio, rei do vaso do bastão de prata

Cinco fotos americanas de passa na sé ao Paulo, quatro euros, quatro fotos, Henrique , Ana ícaro, tó, sé Ur do sistema operativo do olho de Osiris, siris
O tó forte é o ró das fotos americanas

No chão um pequeno livro feito à mão, era uma vez uma menina sara que gostava muito de chocolate, mas ela era alérgica.. portanto não podia como, mas...como ela era teimosa e estúpida!! Foi comer, comeu !! vinte e sete apanhou fungos, vinte e oito, no rabo!! Isto foi em 2000.ela hoje não faz cocó, tá toda cheia de ...
A Maria da u invertido sexta do B, rato da vareta do dia da cruz no A.

Subi da estação é dei conta de uma cruz feita por sete pirâmides de base estreita que se assemelham a picos e o espirito acrescentou, cinco pirâmides de picos cortou a estrela tang, the hidden skills
CDS, rei F9 A SS do bcp, serpente do duplo X

A W W au C U N A, SBK, tendo um ponto grafado no U de cuna
Vaso da serpente do sistema de informações do P 3, sendo o três invertido, o jo XX da serpente da exclamação

A menina de laço vermelho, loiro e vermelho, duas borboletas, quatro ovos, cruz na alfa, venda a dinheiro, crédito furacão.
H A 6 S, homem A do triângulo sexto da serpente.

Recordo-me de meus amigos dos olivais há muitos anos me falarem do projecto cooperativo das telheiras, de para lá irem morar, de como podiam escolher as suas topologia e por aí fora, conversas entusiasmadas e de repente ali estava naquele espaço e uma sensação dupla se apoderava de mim, por um lado uma familiaridade, um perfume de simpatia que emanava daquele espaço e por outro, o seu contrário, como se fosse o paraíso sujo, onde houvesse manchas negras, olho o céu e estão desenhadas garras, cinco círculos, três aros e meio, dois suspeitos, palmeira ao pé da nora, candeeiro em espiral, LM.

O espaço dos prédios organiza-se a partir da antiga igreja, a Igreja da Nossa Senhora da Porta do Céu, em seu eixo e no seguimento da cruz feita pelas sete pirâmides como picos cravados no chão, no corpo, a igreja é a vesica da agua da fonte, um circulo feito por quatro semi círculos como pétalas, à sua frente um casa antiga grande que deverá ser uma escola e duas belas cottage a seu lado, o espirito me diz, este é o local onde gostarias de viver, e meu sentir continua dual, vejo que existe ali uma boa onda, mas todo meu corpo sente também presença de grande mal.

Na escola, um moinho de vento, tendo nas pás as minhas cores, o amarelo e azul. O varão da escada é uma vesica, olho e losango com a roda da vida em seu interior e vejo duas serpentes, a dupla Maria serpente, no estuque descascado, o desenho revela uma grande semelhante a que está nos azulejos da estação de metro dos olivais, é portanto uma Maria que vem dos olivais, que em tempos lá viveu ou estudou, do tempo do d. Dinis, e que tem a ver com os dois semi círculos de onze das desgraças dos metros em Londres e do comboio, ou do metro em Espanha.

Leio também nos símbolos da epul, o seguinte dizer, a espiral de Neptuno, a que desenrola o mar e faz as ondas, é a serpente sobre o mim que faz o angulo que desenrola e enrola as aguas. Jfl com serpente em cima do F, porta 115 da vila, rua filipa, a irmã da Maria sobral Mendonça, que trabalha no ministério dos negócios estrangeiros, mais um tentáculo, também já aqui no livro mencionada numa história de sósias

Nas vivendas mais antigas ao lado da igreja, no 117, lá li, serpente C do vaso do homem bico forte, von e todo o terreno, do homem do general eléctrico, 63, 65 NZ, nissam bravo, três pássaros no chão, dois partidos do leste, os pássaros caídos, super biking race jogos para PC, gato financeiro, dos quatros cantos da pressão no quadrado do centro, que é descrição do logo da empresa da igreja da nossa senhora das portas do céu, 59, AS 13, JÁ CL 6, o 3º do primeiro, de 8/83 mais Teresa gato , Berna, o santo galo sexto ZR mercauto , o smart pan e pão, o 6 do 13 a TI do xp em 74, auto LPM , alenquer, vila franca de xira, golf gt, hi lamy, pinto e Mário do XX ZZ no centro do quadrado epul.

A nona serpente do BA, a má do poço da roda em telheiras, pasta de dentes, produtos de cabelo e de beleza como veículos e os jornais deram conta de um conjunto de substâncias duvidosas em diversos produtos que por assim escrever abrilhantam os cabelos e as luzes.

Outra fiada de moradias existe continua ao complexo ao lado da igreja, são moradias que deverão ter sido construídas em tempo anterior, reparei em algumas delas, nomeadamente em duas, uma que tem o mesmo número de porta do prédio da minha infância ao campo grande, o 115 e outra ao lado depois de passar uma pequenina estrada que as separa, e ali senti o perfume de uma Maria, e poucos dias depois nos jornais, aparecia o homem que foi responsável pela construção da cooperativa e depois uma outra foto em que a Maria, aparecia meia escondida com face de culpa por detrás do António costa e do socrates, e ao vê-la, apareceu em mim o sentido, como se o António costa tivesse finalmente percebido quem era o núcleo e a cabeça da conspiração que me fazem desde sempre, do grupo transversal que o faz para aproveitar-se da minha criatividade fazendo-a como sua ao mesmo tempo que me crava pregos na cruz. Maria a do ps o vaso da ira, apareceu-me agora no espirito este dizer.

E recordei que a Maria era dos Olivais, ou frequentava o D. Dinis, que não a vira durante anos a fio, até à noite em que jantou a meu lado na mesa quadrada dos produtores de audiovisual, que convidaram socrates, no tempo em que ele ainda não era primeiro ministro e onde eu lhe dei uma aula, que por acaso, quanto o acaso existe, aqui neste livro foi narrado, ficara ela a meu lado, agora somando o Maria tem perfil e desempenho para o ser, Maria sempre ligada ao partido socialista, tipo quadro sombra que sempre rodeia os seus elementos mais destacados, com salvo erro parte de carreira na Europa, é caso para dizer que a Maria é uma das personagens do aparelho do partido socialista que é constante, tipo, os outros passam e ela sempre fica. Razões para me odiar, as que apareceram no tempo do liceu, no prec, o meu natural destaque, e um conjunto de mentiras, falsidades e acusações e pregos e queimas na cruz que paulatinamente um grupo me terá feito, e uma pessoa com poder suficiente para mexer os cordelinhos em diversas áreas, para mandar por pauzinhos em diversas áreas do estado através do aparelho, mas Maria servirá a outros o AB king pro do partido socialista e uma figura se encaixa neste perfil, dos que vem desde sempre, o gama, o homem de ligação à cia americana.

Da igreja e correndo ao lado da escola, estão oito jardins com lagos que descem em escada, representação simbólica dos sete mares do mundo, das sete partidas, dos oceanos, onde os tsunami aconteceram, sete mais um, que perfaz o número da representação simbólica do infinito, do cruzamento dos dois círculos, o desenho que aparecera na foro da praia da linha de Sintra onde um carro caira na falésia, há já alguns meses atrás.

Gli amici tuareg, Francisco crato, bom de boca, traços de controlo, pele loja dos animais

Em cada um, uma estrutura de jorrar, electrica mistura assim estes dois elementos, a agua e a electricidade, o vento, o ar do espirito no cata-vento que cata as minhas cores, ou seja o meu ouro, o ouro que passa pelo meu espirito e pelo meu ser, as estruturas metálicas nos lagos serpenteiam e fazem espirais, escuto ao perto a agua e ouço nitidamente som de dos instrumentos de sopro australianos, o lago quinto, corre por debaixo de uma ponte cuja estrutura tem seis nervuras cruzadas sobre a viga central, todas pintadas de vermelho e curiosamente o desenho do bordo deste lago, desenha um U invertido, ao lado dele um posto de transformação eléctrica que será de média potência, sussurra vibrando como todos eles.

A estrutura vermelha inferior à ponte, faz o bordo em U invertido, o ponto de energia, mecha da tensão no percurso, o perfis das espinhas repetem ondas na vertical , ao lado do candeeiro suporte da serpente das pétalas da luz, da serpente que se enrola nas pétalas da luz , print file X PC DOC.

Por debaixo dos lagos está a garagem dos automóveis, desci e ao descer no terceiro andar do subsolo, sem luz, bati num vidro que está no lanço das escadas, exactamente no sitio da cabeça, onde uma vez há alguns anos bati, depois de filmar o meu ultimo documentário sobre o 25 de abril para a R.T.P., em Alcântara, frente a um dos restaurantes num vidro sem qualquer sinalização na paragem de autocarro e de repente percebo que essa faca viera daí.

Imo hifen, cujo logo é semelhante ao da epul e remeteu-me para uma memória de um dos últimos textos da jornalista Quevedo na revista do dn, que se organizava como uma mira, e de repente ao vê-lo ali, me pareceu ser então ali na empresa, provavelmente do grupo a que pertenceu aquela onde a inês Mendes trabalhou, e em telheiras, o ponto de algum ou diversos, dos que desde muito tempo atrás me fazem guerra. Terá sido a inês o submarino infiltrado na latina para nela criar a confusão financeira, o desvio e me por o garrote das dividas?!

O ponto da mira que me apareceu também num prédio em campo de ourique ao lado do cabeleireiro studio line, um prédio com duas colunas em seu átrio.

Um telefone, 91 78 66 732, os esgotos dos sonhos, por fora das casas, outra vez como os que referenciei na lapa, ouvi um som de comboio a passar em linha ao momento, duas vezes.

Headshot BLM, o puto gonçalo, e um le et, El, dos quadros eléctricos do restaurante italiano cida milano, Le, ET da serpente C, puto, o pari kourd bunta, ria mais Martin, juve leo, NW, estúdio infan cor, kodak ba her y , tipo passe, yellow peace, um circulo dentro de um quadrado, rasgado, fazendo dois triângulos.

Serpente lusa verde, predial bial, jogos sem fronteira, city chase 0, 59, geração fast food por agua abaixo, a coragem do guerreiro, gato Mac telheiras, o décimo do sexto do sistema de informação, o quatro dos quatros, quadrado de luz dos piratas das Caraíbas, lidl, dica, carrefour, optimus home, o 69 papa letras, a saúde do Diogo, eva, beleza interior, ópticas da palma, o verde, tito anes, cheira mal, ao pé das ópticas da palma, o BA 99, tarado sexual, OV, o A do príncipe da rosa serpente do príncipe, vaso do homem de 93 a mim, cristina pinto 90, do vaso dos furacões de 99 e 2000, o homem que viaja in background para o homem das pedras de telheiras, João belchior cabelos, serpente rato, pi, serpente do vaso A express de Espanha, K bas, salvador muleta da gata marina, L U B seis em 71, Zacarias do pó, do vaso do homem L n em 92, zagalo do vaso Z da C de 74, 87 ZM, dolce linea flor de agua, beijo 98 cinero ginha, Y i kA tu Xingu, bela india, indor design bei, Left right que é ox EU, menor que 01 AZ ZF Li jani Rita, so xx seta gay, gato T, Ra 78, x 9, ZM transportes da pj , stroker E o 95, do setimo do terceiro do primeiro, também Rá, reel time focus do smart brasileiro ao 71 Manuel melo ro do vo 88/89 do ai, JF, MI, raio jota 95/97, vaso dos T sexto T 91/94, 69 megabyte, vaso da serpente CE 92, ML, , raio homem ao che do vizir do gás de ZB autojuta, 69 xano auto, SB, NC, zenão, JU 101, XJ, 89/90, RB SI JN ST JF defender CG OP OM , seta ao primeiro, x no julgado de paz Mos, imiogem Medeiros interceptor, skaCt infinito HM, dois pontos em dois círculos HM infinito HM, 3000000 H NN CO , das pupilas dos olhos , terceira serpente lua do terceiro ao vaso da deita do infinito, guano sansão, a pedra estrela à saída da porta e ao lado do posto eléctrico está partida, o X no Z da tersa, bpi, pé que pisa e deita o infinito. Homem guano é AD.


Em noite recente, aqui aos olivais, dou conta que a rampa que desce para o cemitério tem também sete plataformas com comprimentos distintos, olhando-a em seu todo, parece um harmónio, um harmónio que quando se contraiu, levou alguém ao cemitério, pelas negras acções deste grupo que desde a minha puberdade aqui contra mim se organizou e em dias recentes mais elementos se tem desvelo, lá iremos em seu próprio tempo, mas coisa é certa, o dínamo que associado a determinados rituais de vontade consegue provocar explosões à distância pela realização, por assim dizer da dupla unidade, alimenta-se de sangue, é preciso mortes e consequentemente é preciso também matar.

E não é só com sangue que isto se fez e se pode fazer, o dínamo é alimentado pela criação de antíteses de toda a natureza e género, da mesma forma que o que é interpretado por um, se outro dele indevidamente se apropriar, e tornar como seu, o seu modo visível e ocultar, ou seja tornar o autor invisível, altera dessa forma as polaridades tal como acontece quando se trocam fases eléctricas, o roubo é sempre uma carga negra no plano da vida que é sempre espirito e simultaneamente matéria, quando as duas parte do mesmo andam ligadas, ou seja, quando se encontram juntas e separadas no mesmo uno lugar que a vida é.

Mais terra a terra, um roubo de ideia, um que enriquece indevidamente à custa de outro que assim empobrece, carrega uma inversão das polaridades e da carga na balança invisível do vaso grande da vida que tudo contem e quando o desequilibro atinge determinada perversão, e ultrapassa o nível de equilíbrio resultante das compensações dos vasos, os estouros acontecem.

Mais terra a terra, quando os dirigentes pelo poder e carga simbólica com consequência pratica nos planos da vida, apregoam os princípios morais e praticam seu contrário, a carga muda no braço da balança do vaso e carrega o seu negativo e já foi feita ampla demonstração factual de que comportamentos desta natureza tiveram seu pico durante a terceira guerra mundial, e que eles forma em parte assim preparados, para obter o negro fim e que se deram em diversos países que se envolveram nela em forma mais directa.

Depois existem os rituais e um conjunto de técnicas baseado no conhecimento das frequências das harmonias e desarmonias que foram utilizados e que são por assim escrever o tapete que cria e substancia a dupla unidade que depois foi por assim escrever, transportada pelos sistemas de comunicação de ponta, nomeadamente os que recorrem às altas frequências, pois é uma frequência alta que provoca por semelhança o que se poderia chamar de fissão nuclear, por semelhança de materiais que são comuns a toda a matéria.

Caminhando nos jardins em telheiras, obtem-se uma perspectiva de um dos pilares do estádio do sporting e dos cabos que dele partem em leque e que contribuem para a sustentação dos seus elementos arquitectónicos constituintes, imagem semelhante a que observar na prédio do oriente ao chegar a ponte vasco da gama, a casa do grupo masoque como aqui nas vezes mencionei, e cujo pilar e cabos são imagem semelhante a esta de telheiras, do XX, a ligação ao pilar da serpente na vesica que contem a roda da vida, da Maria da dupla serpente, é então o sentido da leitura a se acrescentar no visto, a ligação que a faz girar, a vesica que penetrada faz girar a roda, a serpente do monte, a serpente da epul.

Uma só vesica penetrada, não, não o creio pelo visto no visto, embora o espirito de alguns assim o veja, pois assim me tem chegado o ver de alguns, mas a coisa foi mas complexa, são vinte e dois, em dois semi círculos de onze, a vesica, primeira, com o homem seth, será o gatilho, mas um gatilho com uma cama maior, onde outros dínamos se alinham e se deitaram e uma serie de mortes ao longo de muitos anos.

E as simetrias e analogias, continuam a estabelecer-se entre telheiras e os olivais e a zona oriental, desvelando as linhas cruzadas que os ligam.

Ontem a noite, o espirito me deu conta, que um parafuso foi já metido entre a junção de duas pedras do lancil do passeio no interior do vaso branco, o do oz suzuki de DC.

De tarde um acidente entre dois carros se deu no cruzamento entre a avenida que vem de moscavide até ao antigo entreposto e a perpendicular onde se encontra a epal, que é onde está uma das outras grandes serpentes e o espirito a tem desvelado em sequência de pedaços de uma mesma imagem, a rua é a mesma, cá em cima a galp, depois o cemitério, depois o cruzamento, depois o viaduto do comboio, e depois a expo e se virar-mos à esquerda fazendo assim um L e um angulo, passaremos pelo pavilhão de Portugal e continuando chegaremos à ponte do oriente, todo o mundo ali está, pode-se assim dizer, inclusive o metro.

Olivais sul, centro A1 norte, Sul A12, Expo 98, a dupla estrela vermelha do sindicato dos jornalistas, o oitava kangoo, ao lado do prédio com torre de navio e três vigias redondas, onde se ocupam as crianças, está a cim pó, motor, da serpente vermelha suzuki ao serviço Ki A, scania 114, SP, Espanha 1486 CR F TT, todo o terreno, o duplo T, o do furacão, o que faz a dupla unidade que origina os furacões, os anómalos eventos metereologicos., TT tir, o grande camião, ou o carro grande em frente ao metro city, condomínio privado, do outro lado da rua, na epal, condutas grandes pretas e brancas.

Passa agora o primeiro avião esta manhã, neste momento da escrita, um rugido no ar.

Saíra de casa e à porta do prédio se encontrava uma capa negra de guarda chuva com um nó em seu meio, no chão dois quadrados negros, partidos de um conjunto de outros, das duas varetas grandes verde e amarelas, no café, a mão do senhor ao receber as moedas, fez cair uma de vinte cêntimos portuguesa mesmo no meio do circulo da chávena de café, uma colher fazia a ligação entre o triângulo verde debruado a amarelo , do delta café e o circulo exterior branco da chávena, como ponte era acolher e a moedinha caiu direitinha em seu centro e Portugal marcou no momento o seu terceiro golo a Israel, num carro, CDs financeiros, saiu um casal com compras para o conforto do bebé, total média, distribuição à sua porta, príncipe do vaso de 83, gás do angulo ao P do dia de 84, e a renault branca bateu no audi azul e ambos ficaram sem poder andar, o renault é do CM Pedro

Em frente a metro city, na lado da epal, de um poste de comunicações está descido um cabo onde pende uma grande pedra, a pedra das comunicações da epal e o seguinte dizer, dia da serpente do Y que inverteu e tapou o A do K, E das lentes de contacto de 98, a dupla serpente SJ , o 8 kangoo.

Em dia anterior no mesmo sítio, um gato preto morto no passeio, estava.

A metro city, tem dois curiosos e significativos pormenores,

A ponte do comboio, por debaixo, é também pintada de vermelho como a ponte de telheiras, a que está sobre o quinto lago, sua estrutura lembra um pente com os dentes para cima, com que arranhar o tabuleiro onde passa o comboio, são seis os dentes, e recordei no instante o reflexo dessa estrutura desvelada pelas crianças no lobo do pente como lhe chamei na exposição na da biblioteca aos olivais, como e dizer é uma inversão do lobo que aí, nessa escultura está caracterizado, vermelho a tinta como telheiras, mais uma assinatura de local.

Por debaixo da ponte, pretos fora, o racista do cartaz do Saldanha, entrada emaus, o vinte e nove do quadrado da estrela de prata, ir, tó, rato Garcia, o vaso do U da RG, o T, do Ra, ou o RA do T do vale do Tejo, o 11 c do filme da amada de peruca falsa, negra e pistola na mão no sofá, o parafuso 110, vinha com o António costa no pensar

A metro city, tem um escritório de venda no local, uma caixa preta, uma black box, como a que está ou esteve em frente ao porto de Lisboa, feita e patrocinada por uma empresa, onde se realizaram espectáculos e na janela do escritório, é visível a estrutura em vigas metálicas que fazem dois enormes Xs e depois o logo, um M que num lado está em sua posição de verticalidade correcta e num pano, ao vento no muro da rua , apresenta-se ele inclinado, é um M cheio, sendo que na base do primeiro pé, da primeira coluna da letra de Maria, a da esquerda, tem lá dentro um quadrado violeta, a cor de Cristo, a cor da dor e da tristeza e o M , como que indicando que é pela dôr, tomba sua posição rodando sobre esse ponto para a esquerda, dizendo a dor, faz peso na coluna e põem Maria obliqua.

Hoje ao passar no cruzamento onde ontem se dera o acidente aqui descrito entre dois automóveis, vidros partidos no cruzamento do lado da boca de metro estavam, mais um acidente ali se dera, provavelmente hoje na Av. infante dom henriques, a linha deste choque com o de ontem, desenhava a cruz, uma cruz no local e eu que estava na placa central olhei o mupi que subia e descia por detrás de três traços horizontais das tabuletas com indicações que estão ao lado dos semáforos onde os dois carros terão hoje batido.

Os traços tapam os cartazes e nos seus interstícios foi visível a seguinte leitura e ler, o vaso A da Rainha do X men da TV cabo, ré y Ban, trina, do vaso de Ban

Nesse preciso momento aparece uma mulher na varanda que se desenhou no contra luz da varanda ao lado do número de telefone que está no cartaz, janela de esquina, pareceu-me ser muito bela, aloirada ou ruiva, depois de me ver ao longe, entrou de novo e fechou o blind.

As placas dizem, centro olivais sul hospital, no poste de iluminação de duas lâmpadas, uma fundida está, um cartaz faixa estava em estranha posição, faz um cabide pendurado no poste sobre o balde de lixo verde que a ele está apenso, o cabide do lixo verde, a rainha de miami vice, o confronto final, a entrada de metro tem duas estruturas laterais com uma dupla cruz de cada lado, como o sinal de oncologia, ou do ccb, o triângulo de agua do elevador do metro, o cabide, 9167663, fé real algês, o filme do dia onética, na y do jó, r ab´s, serpente do bico do pássaro A do vara de zorro, que traça o vaso deitado do príncipe da rosa da dupla dor e fecha o y deitando-o, pink s Ra s, w1 do vaso, lo key fn k s, do ponto debaixo de W do Y, do segunda W, dor dupla, homem kapa do ponto debaixo da Um, Maria do vaso da seta ao príncipe da rosa, caca to zo ni, rato da foice da estrela invertida da serpente B.

O cavalo doirado da arvore, da gravidez, da borboleta vermelha sobre lençol amarelo
Serpente do príncipe da rosa AD, do vaso C do angulo ao O de 80, a 333, da tripla tríade, ro do cheques do banco espirito santo, ronaldo, Honalda, Holanda, adeus, dos videojogos X box 360º, motor do sport Ra 5 de 89, N.N. de 78 a 91, aqui, oz . fi super ligeira, 40 do toiro da lâmina de nove passos na janta das montanhas rochosas, dos presidentes, K A, rato, cá, er, brasil 530, da banda desenhada 45/40 C, traços vermelhos profissionais de furar e furos, neo part s, a argola no eixo do pneu da SATI, neopart, o neuparth das vivendas dos olivais, foi o que o nome me recordou, daquelas onde em tempos ido não podia entrar. Parlamente europeu, vaso do general eléctrico, lisboa oriente, 707, o pastor alemão, grande como um urso a ladrar mas com medo, K A com dois traços como aspas, uma de cada lado do A.

O muro está rachado, estruturas metálicas no chão torcidas e quebradas, um L muito comprido no chão quebrado, como um candeeiro de iluminação publica, o B.

Na epal em frente, o motor de escape livre da aceleração, ao momento ma avenida a passar, quatro depósitos cilíndricos de prata cinza e a casa castelo do oriente com quatro quadrados, dois rectângulos e quatro quadrados em fiada.

A fachada é a fortaleza, em cima do U invertido da porta a cunha, ou triângulo de fogo, que penetras as aguas do mar, a porta da cunha entre as duas colunas dentro da casa da fortaleza, métrica peugeot, Z serpente SS, de lisboa oriente, a serpente dos três traços horizontais amarelos sobre azul, da direcção do oriente, dois pilares entre quatro torcidos do lado direito, um de cinco da esquerda, também torcido, danças 79, 90 de 53 S portes, portes da serpente.

Em frente À fortaleza, as caixas de água parecem lápides, contei 13, no banco do espirito santo.

L quadrado, quadrado, o angulo azul de dois quadrados, triângulo de fogo de 64, o sexto, o sexto de 64 LM, do Bu da serpente, ocasião do leão Ka, viaturas de ensaio, vareta do B do vaso da serpente 1007 , general eléctrico, FH, silvo de veiculo longo, ouvi ao momento.

O muro do kA AR Ch Er e feito de WIWI, repetidos, os cornos metálicos sem tabela da CE Ccato, o acto do C da CE, grande jibóia do Telmo, SS, iced tea do saxo 91, SJ , o 6 do 1 do nono AD, vaso do gato da povoa car, leão azul do golf ao castelinho K OL ,11, da clinica da infertilidade, ouço um grilo ao momento, da equipa IVI lisbon m, do AIDS do azeite da Av. de pádua, o sete do vaso do IS , ivo, cabo ruivo sem borbulhas, gato francês serpente B , do vaso do todo, da BB sexta do segundo de 97 latina Europa, J Z do EE de 79/98, aguirre, Zacarias do cross auto 77/97 C3, da transit vermelho com veludos vermelhos na janela, frágil, FP, U A oo, bx, do vaso vermelho do X man, confronto final, maxi cofre do dia d da CC, do JM, daqui de 73 a 95, o ol B 1 76, o segundo do primeiro, josé pinheiro 98, 750, estação do oriente, torneira do moto continuo da epul, vaso da serpente, 3, a dupla estrela do metro n T, HH, aceleração do Dj 64, CDU, lsb 91, da travessia do comboio, x , 6 gato do brasil,, 22 ao 65 das duas gaivotas, o sétimo de 72 RF, o do terceiro pequeno avião, agora aqui um passou, JZ, ZH 97 Lx, LA, cameirinha, MC , AE, da BD do gato preto E DI FER, Np, SP 95, do cx, cobra do infinito deitado, vaso da vareta do buu do Rá, no dia X das cães, HH FM Alemão, gato financeiro, LP de 99 do bug do sincronismo da porta que bate no oriental size, do A, X, no prestibel segurança da Geninha das terras de mel a sorrir, MS.
E tudo isto eu hoje li, quando os vidros me chamaram a atenção, mas mais informação existe em outras leituras no mesmo local.

Ao caminhar nos olivais numa caixa de agua, uma viseira de moto, a viseira da emel, é o rapaz dos olivais das moradias, Miguel Fonseca, sapatos de mulher e flores mortas em arranjo de serpente como hélice adn com duas bolas vermelhas, o adn do começo da lista, da junção do grupo que pela vida fora me persegui, o vaso tem de estar aqui aos olivais, parte dele, que ele foi grande e muito se estendeu, pois não sou propriamente a descrição em meu viver. Cheira a caril durante três dias sempre que aqui passo, e o cheiro me remete para os acontecimentos do oriente e da india. Na noite mais recente de vento, grandes ramos da arvore alta, se partiram e caíram ao lado do prédio da nora que faz a mascara do diabo, assim um dia nestas letras a chamei, a mascar do sombra 666.

Ontem dois pneus carecas e abandonados na rua p 600, depois hoje uma carrinha da Internet, da rede nbp, um por ciam de outro estavam. Reparo há dias na foto de António casta no final da rua a descer, olhar confiante, braços cruzados com eu os costumo trazer e olhar de frente, claro a dizer rigor, decomponho, o r igor, o rato igor, e depois vejo um numero de um andar numa parede, 8 E, de onde me pergunto até dar de novo com o prédio da nora da mascara, vou olhar as campainhas, está um X marcado no nono, mas seria o direito, sendo que o prédio no nono só tem o frente. Leio no espirito o dizer, o primeiro circulo de prata, vasco mello, o sexto europeu, o 600 da carta fechada da norte do coveiro, re at W, ex. CEE, the size of PR, more danger, metropolis, Madrid, T Tated, T at ed by teh burghers, burg H er S, serpente ro ricardo, de praga, T, SS, PT on eve day, brisa da ludmila de carcavelos. Seu rato premium, o meu rato primeiro.

Ao pé da arvore as placas de cimento estão levantadas, tal é a força da sua raiz que um dias as levantou, apareceu lá a giz, dois dizeres, natal e uma corruptela de andar, que parecia dizer andar direito, e lá esteve o giz durante um par de dias, no dia de fim de semana que lá passei, olhando de novo ao perto, vi uma pequena borboleta branca que ao lado pousou, e um rapaz que dentro de um carro observava meu observar de repente arrancou.

O da epal é o segundo do circulo vermelho do metro, do vampiro de nova Yorque, no sitio do gato preto metropolis, Madrid, o terceiro do circulo negro das plumas de gás, a relações publicas do terceiro do sétimo, que esteve cá em 85?

Cruz elevada por Anselmo luago 1753, do santo guy, de Mateus, assim falou Pedro de praga, a espada, au cerf d´or da serpente do kA Tomás, do arquitecto maior, Fernando, o B do Ro da visão de santo Humberto do museu nacional em 85/90, sobre projecto do josé alemão e do músico António Wagner do circulo de leitores de o tempo e a alma, juro dizer toda a verdade.

Quantos dias para a rádio, perguntam os autores a autores, caíram os três papeis ao chão, este para mim ficou virado em pé em sua normal posição de leitura encostado à cómoda, sobre ela pinga o cabo eléctrico da alimentação do telefone, que tem um triângulo amarelo de fogo em sua ficha, serão três dos nomes, dos nomes que o convite fala do triângulo, saio para a rua perguntando quem, quem é o cabo?

Voa-me do bolso sobre o mármore, uma nota de cinco euros do bolso, será então quinto, digo-me. Depois dois pardalitos elevam-se verticalmente para a copa da Ra arvore, parecem helicópteros, e me subiu em mim a imagem do helicóptero que bombardeia a árvore dos dois pés na casa de turismo de benfica.

E recordo a ultima visão que tive em frente ao condomínio onde ele mora, ia a passar, escorregou-me o pé na cunha do passeio, depois vi uma cassete de áudio com a fita de fora, e li no espirito, Luís, a cunha no tribunal constitucional das minhas cassetes, o que as terá levado, não necessariamente ele por sua mão, mas algum dos muitos que entraram em minha casa na mesma rua, um pouco mais abaixo.

Luís montez é o quinto nome na lista do convite da spa, Luís Osório também lá estão. O josé nuno Martins, meu vizinho aqui aos olivais, homem com ligação ao brasil, a TV e ao sindicato dos jornalistas, que eu conheço, Luís Filipe costa, que fez uma locução do documentário do vinte e cinco de abril, o ultimo que fiz para a RTP, o António sala e o António cartaxo, moderação a cargo de Paulo Sérgio santos, três fazem um triângulo, os dois luises e o Sérgio, igual ao do cabo de alimentação, serão, o triângulo está na posição de agua e é amarelo, seria então um triângulo do sol, se o fosse, serão bons rapazes, ou serão de um outro triângulo de um outro sol?

Outros nomes que reconheço com alguma proximidade, o Luís Osório, que comigo trabalhou durante muitos anos e que um dia me armou um problema sem aparente razão na altura do zero de audiência, olhando atrás agora, terá sido algo encomendado. Um favor feito em troca de uma protecção de um clube, de qual, foi ele trabalhar na altura para os jornais, ligado ao PS como sempre esteve, mais um que terá vendido e comprado, ou recebido em troca.

Mais abaixo no largo da nona nora da mascara do bico de pássaro, da qual não mais sai agua, está uma moto , T Max 500, um andar anda em minha cabeça, o rato igor confiante para ele olhava, 8E, vou ver a porta , sobre o nono que só tem a frente, à direita está um X riscado, seria então essa a direcção?

No local próximo a viseira, after heigth, o gato morto a caminho da expo, um nome, arlindo Lopes de Bo totas, ligação ao Rogério e ao chef michel, o vaso sexto, as palavras cruzadas do metro LM, 96 3225337, num muro o dizer seta ao P na lua crescente do mouro da OTO, ao quadrado do P, o móvel, com as molduras da almofado do mne, after Egipto, Miguel Fonseca, isco da Maria sobral Mendonça, um pano preto sacudido à janela, recordo que a Maria tem uma irmã que lá trabalha, no mne.

Num jornal recente, o senhor da escolas das comunidades do mne, no jardim das necessidades, trás face e expressão estranha, será ele o homem dos nx s que a gravata do amado, hoje na televisão mostrava, espelhado entre o céu e a terra, com ligação à irmã da Maria sobral Mendonça? A cobra de nova Yorque, apareceu-me agora o dito, a que está figurada no metro dos olivais, será ele daqui?

De madrugada o anzol se desenrolou a agua no chão ao lado da jibóia, depois um papel da CDU voou e ficou mesmo na boca dele. O homem rato da CDU, CDU é quase sempre PC, quem será, o nuno ramos de Almeida? Este homem do mne, ou o Rubem que aparecia a rir-se muito com sua foto num panfleto, invertida, ou dir-me-ia ele que o homem estava invertido, assim me parece mais ser.

O homem da quadratura do circulo, o desenho do quadrado do circulo, foi afastado e recordo-me de quando passei pela redacção do dn, a deixar um bilhete ao bettencourt, de ele ter aparecida cá em baixo a confirmar se era eu que lá estava e de uma senhora brasileira que esperava também e que em forma atrevida, pegara numa revista atlântico que eu trazia e começara a lê-la e a ler as minhas notas manuscritas que lá tomara, apareceu-me agora o Y, o homem jornalista da quadratura do circulo, o homem que vai ao vaso da primeira letras de Deus?

O meu sapato é o veloso, caiu o minarete da cama aos pés do lado direito, olhei a rua perguntando-me de quem a sapataria? Me apareceu OZ da vesica francesa de prata, recebi um dizer de ontem no espirito que me falava de velhos conhecimentos em Paris, do tempo da serie de cooprodução mundial do Lusitânia expresso, disse-me o espirito, da rapariga do l´arret sur image, que era um magazine de quem passámos segmentos integrados no Lusitânia, e recordei anos depois de ver um outro que se chamava avance sur l´image.

Veloso, António veloso, um dos colaboradores da latina Europa que o António saraiva um dia trouxe, um dos rapazes mais apagados, menos brilhante e que me surpreendeu quando enviei as setenta e tal cartas aos colaboradores para verificação das contas, muitos nem responderam, ele sim, com uma carta onde parecia ser a virgem ofendida, muito me surpreendeu, agora mesmo li que ele era uma cinta, se era uma cinta servia para atar, assim se explica o seu ar aparentemente sonso, que todos ou muitos lhe atribuíam e agora de manhã ao amanhecer foi à bomba tomar um café, e comprei o correio da manhã, estou a ver o peter da endemol, e a pensar na estranheza das reflexões que pela memória me apareceram nestes últimos dias quando nele e na endemol e nos holandeses penso, na história recente em casa de um outro peter holandês que me pareceu mais uma vez ter sido um anzol, uma foto montada que ainda ontem, disso recebi um eco e hoje pela manhã ao olhar sua foto, me disse o espirito a confirmação do que já vinha vendo em pensamento, de ser ele o da endemol, o OZ invertido, e recordo que quando a endemol aqui chegou, foi também mais ou menos o momento em que a latina começou a atravessar o deserto e lembrei-me de dia mais recente, depois de ter tido as visões no jardim do marisco AB e do veleiro do Tejo e de Alfama, ia a passar ao pé do museu do fado quando fiquei sem gasolina, peguei na garrafa de um litro e lá foi a bomba ao lado da estação dos barcos para o barreiro, e me recordo de o ver a passar em sua carrinha azul, com sua nova família lá dentro, sua mulher dormia e curiosa a imagem, como a dizer-me agora, o homem que me fez ficar sem gasolina na altura. O bico azul.

O bico do terceiro rectângulo, o do exterior que faz a sombra serrilhada, envolvido por ele, existem mais dois no tapete de minha cama.

A capa preta do guarda chuva que estava primeiro lá fora na rua com um nó, apareceu depois presa na vesica da porta do prédio em seu lado interior, é um apoio da porta em alumínio, depois ainda tornou a se mexer, alguém assim o fez, pô-la a sair da caixa de correio da porteira, como uma cobra, e me recordo de que quando cá comecei a vir com maior regularidade a encontrei uma vez de manha cedo lá fora, como seu costume a limpar os caixotes e a varrer o chão e falámos e falámos em profundidade sobre e minha situação e lhe abri meu coração e lhe disse da situação em que me traziam o filho e estranhei a sua reacção, o que lhe vi na alma, fora uma espécie de contentamento, depois mais tarde pensei, em sua casa estão um duplicado das chaves da casa de meus pais nas vezes das férias para cá vir regar.

No caminho para o rio, uma bela senhora está, dá pelo nome de Estrella Morente, que bonita sois, vem cá um destes dias, Ah como me agradam as mulheres do flamengo, os homens também, a linguagem dos corpos, dos braços, das mãos, a musica, o sapateado, tudo, mas tudo sem nada de fora, como é costume do Amor que Ama o Belo e o Verdadeiro e o Genuíno.

Chego de novo a ponte dos comboios, reparo que a estrutura é um U invertido de asas abertas, como a que encontrei nos lagos de telheiras, num, o quinto, leio nas paredes o seguintes dizeres , emaus, T Ana! Kali, nike, um enorme X preto na caixa preta metálica electrica, doninha, cocó, do quadrado sai um l em angulo para baixo que entra num U invertido do qual sai uma serpente que faz um três invertido ao O e desce, por debaixo, OTO, Dy a bolico, M y H grafado com um homem E, pássaro das penas do B do E , chaveta entre serpente D seta, da serpente do dia de Espanha, ovo Luís pretos fora, passa o comboio, chia o X na tampa da caixa

O motivo do u com asas abertas repete-se no passeio ao chegar à expo.

Outro bico azul, é de Abrantes, a foice máximo é o socrates.

No meu e-mail, um estranho mail, parece ser um pedido de desculpas do terceiro relações públicas dos xutos e das pedras da netcabo, o geirinhas? Na jornal dois ecos reverbam em mim a esta noticia, a senhora amada da rosa vermelha, dá conta de que afinal eram muitos que lá molhavam, no contexto dos que se aproveitam do que é dos outros, seja em plano for, uma outra ressoa, que estão todos nus, e ainda o arrependido

Durante o dia a dormir, acordo com a música do xutos num carro lá fora, amo-Te muito, é a bela canção, todo o amor muito é sempre belo e nunca é demais, é o que eu Te digo a Ti Minha Amada.

O ponto uhu, o ponto da cola, vi uma embalagem dela numa caixa de portas de metal no chão ao lado da viseira da agua e onde li Miguel Fonseca, ao pé do prédio da mascara. Agora encontrei um no chão, está na segunda viga horizontal do quadrado da direita e no primeiro caíram do olho do pavão duas cinzas, ao momento

Este quadrado alinha no eixo da casa do móvel com porta de bambu e oito vasos que encaixam em seu centro com direcções contrárias, como um H deitado em outros oito, fazendo uma linha horizontal, ou seja oito vasos numa direcção, oito em outro, no eixo maçons da pedra de ferro mo bob, em Inglaterra, serpente 30

Do lado esquerdo da casa, está uma espada portuguesa, tendo ao meio a sony

Ambas as colunas verticais do quadrado onde está o ponto da cola de contacto, tem cinza na quarta tábua verticalmente disposta.

No quinto quadrado da fieira superior à anterior e sempre para a direita de onde estou, um ponto liga à quinta vertical com a primeira do sexto quadrado, entre a segunda e terceira horizontal, no eixo perpendicular à, a asa esquerda do avião do duplo infinito

No mesmo horizonte, o sétimo quadrado tem ponto na primeira horizontal, cruzada com a terceira vertical do rectângulo por baixo e aponta o eixo ao leão triumph da casa das teclas, herculouum et plontis, pompeia, edição francesa.

A serpente de pele preta e branca enrola à volta da grade onde outrora caiu a linha dos furos de sangue e o ferro está no eixo do pano branco com riscas vermelhas que descem para o chão.

O bacalhau está de molho no alguidar amarelo, em da platinorte e o helicóptero está a seu lado com o motor ligado sobre o banco da madeira, o bico do pássaro e a sua extensão electrica, duas badaladas, bate o vento e a força abana e a marca da testa se fez de raspão, a mesma de telheiras.

No pote de cobre com triângulos entrançados as plantas verdes e rosa fazem contacto com os caules entre si, e o suporte quadrado de cortiça está queimado sobre o napron amarelo e branco do losango branco ao centro e os óculos de prata virados para o branco da mesa.

No Japão, o quadrado de quatro semi círculos tem por detrás em vertical, o rectângulo deitado entrançado e dentro dele, um outro vermelho di lop carnes, o lobo das carnes da di.

À direita do circulo da rosa gállica, está a pimenta peugeot e a torre de sal das cebolas, AS, 002, pintada a mão, à sua frente o suporte de latão com as flores s pal 38 e ainda mais à frente, a vesica amarela, que está no eixo da asa do rectângulo entrançado por detrás da casa do Japão.

A rosa gállica está no eixo da outra asa. Cruzando os eixos, temos a asa esquerda do tabuleiro na vertical que tem ao lato em seu inteiro as carnes di, no eixo do sal e da pimenta.

A asa direita, no eixo do caldinho de prata do kA Ny charf, com uma colher de pão que se encontra à frente do circulo da rosa gállica.

Outra cruz ao olhar se desenha

O alemão do lado da rosa gállica, cruza com o caldeirão de cobre, tipo caldeirão com três pés

Liga a linha atravessando o ar entre as bancadas à mesma altitude, ao chuveiro da teka, ou do kA da Te que aponta a tina de alumínio da direita, onde uma faca de prata está a sair debaixo de um circulo com desenhos de quadrados e rectângulos azuis e brancos, com quadratura nos círculos, ao lado de um copo alto com doze bicos como uma coroa e o ralo inclinada, parece um jack que faz oo contacto entre 3+3 rasgos verticais no vaso de prata com quadrado disposto em losango

O outro eixo paralelo, entre as bancadas opostas, estabelece-se entre a torradeira TEFAL com um laço no cabo por debaixo dela na bancada da rosa gállica e o vaso da direita na outra bancada, onde está um copo com 13 facetas, uma faca preta e prata de serrilha fina, aponta para a direita, a lâmina e o ralo, como roda está fora de seu eixo vertical a deixar escorrer a agua.

Na fruteira estão três maças e um pêssego, uma laranja, outra vermelha e outra verde. Ao lado o rolo de massa assente em base de prata com cinco semi círculos em flor, à volta do rolo da massa, o papel branco enrolado.

Diz um outro papel do banco popular de lisboa com total segurança do capital investido
Co 180, conta de reformado PS 53 no forte de são Francisco hotel, o bico da caneta de prata do Lo Lo zo, aponta ao tinteiro com a espiral quadrada, igual a das pedras da calçada do parque Eduardo sétimo, onde nesta ultima feira do livro, se deram alguma rupturas de condutas e a agua por elas em cima jorrou e desceu para o marquês de pombal, tinha eu tomado em dia de véspera uma nota no metro sob a feira, que ainda aqui não está transcrita, correu a agua na feira do livro nas imagens de prata digital em secilia e zamora, da caixa de clipes de prata truly digital 801-10 do hotel forte de S. Francisco, stable boss do bico do banco popular do Saldanha continente do balcão da serpente do OS mici 75573 da carrinha de transporte da grafite do pneu michelin 066 kenex, poncho de emergência 990 Espanha da cabeça da filomena, ordem para 002 e 2007 da Mendonça, SA.

Narana coissoro, no jornal, o da casa de Goa do dia com referencia aos últimos apontamentos, três escadotes e três latas de tinta, logo após a publicação deles.

Ah Amada, aparecia no jornal o stephan king que apresentava o seu novo livro com uma história muito curiosa.

O marido da Amanda escrevia num andar alto e ganhou o pullitzer e o national book award e morreu cedo.

Amanda era a mais estranha das irmãs das quedas de lisboa da costa do castelo da cantata do ar do LA e gostavam de carne assada em lume brando e dos mesmo prazeres de seu pai que era atirar o gato para o meio dos pombos, para remexer as coisas, dizia ele.

Quando morreu, Amanda que era a mais estranha das irmãs de bus da serpente do homem do rato, foi fazer o inventário das belas divisões cheias de luz do celeiro no andar alto onde o marido escrevia e tomou notas enquanto embalava e recebia estranhos telefonemas de homens que queriam ficar com manuscritos do escritor e que ela não começara para perceber.

Na parede sul do labirinto, as edições estrangeiras eram mais de que muitas e uma das irmãs era a li se y do no, a outra chamava-se d ar La e a outra can tatá

E recordou-se ela que o marido fora para o sul em 1985, como vês amada, passa-se a história no quase hoje. O rum ford disse deles que viviam como furões dentro de um algeroz ou seria na Argélia?

Tinham uma filha que fugira para o Canada em 89, que se chamava met z ie a quem eles tratavam por intermezzo

A serpente do Co TT, era um dandy DDD de bushen do cabo do medo

Memórias e segredos eram o que procuravam os bajuladores impacientes

E no dicionário a propósito de uma palavra que ela usara, que não era esta mas memorabilia, outras encontrei

Memento, está aramado no corpo da igreja pela alma dos mortos, o pai do costa na igreja da Estrela

Memorando um, nota diplomática
Memorando dois, preciosas como pinturas de costumes ao amores de Ovídio, aos olhos do moralista são um escândalo e o governo recebeu uma memória de um embaixador francês, Alcântara, vida e morte de um bandeirante, machado
Memória de anjo, memória das dores da humanidade.
Van gog, a virgem italiana da sex shop do anão do soho no jardim do convento, retracto grotesco de uma mulher de quinten ma ss y s
O quarteto de cordas aérea da pena negra do eco francês, quando o inverno chegou na montanha mágica

Incuncabila, chamara a mulher a memorabilia, era o que os homens procuravam do espólio do morto escritor seu marido a quem ela chamava de incubus

Depois no jornal david ferreira, ouvi ao momento o rufar de antigos tambores, relações pesadas com a sede, argumento que me lembro desde a década de noventa, já tinham saído índios de mais, tinham que começar a sair os chefes e o catalogo de nomes importantes também saíra.

David filho de David Mourão Ferreira, o pai, que aparecera na história que o Salão dos Nobres Na SPA me narrara, com a foto da casa da pluma que narrara, que escrevera aquele fatídico capitulo sobre mim, o pai que tinha como enteado, o Gonçalo, o da faca sul africana, o que quase levara a zeza e o seu filho à morte e tivera como saldo a morte de seu próprio, do grupo de casais com outras mortes em comum, faz sentido, um fio aflora de ligação de uma linha de vingança, que se estabelece nestas personagens todas.

David ferreira, o filho, que eu conheci quando a valentim de carvalho era valentim de carvalho, antes de 51% de seu capital ter sido vendido à EMI, e já nessa altura, na década de oitenta o conhecer, a eles e aos outros, que ele também diz, agora nesta sua ultima entrevista, que o mal também está em outras editoras, a sony e a bmg, fora eu falar-lhe de fazer videoclips e de como eles que não se faziam na altura em Portugal, eram para além de tudo bons instrumentos de promoção e a reacção fora a mesma em quase todos, olharam para mim como um extraterrestre que para além de tudo queria ou parecia querer tornar menos nobre a música, ao entender a sua promoção em modo tão vil, e se estou a exagerar no assunto neste ponto, não o estou em seu pano inteiro, reacção semelhante, quando à industria disse, que o futuro passaria provavelmente pela venda de canções a retalho, lembro-me que ficaram de olhos em bico, como se ofensa se tratasse, ele próprio o recordava em outra entrevista recente, se dando conta que afinal, o que eu dissera, fora só um ver para a frente que hoje já é passado.

E já na altura em que a EMI entrara na valentim, a razão oficial e oficiosa era a mesma de agora, curioso, parecem suas palavras dizer que o tempo não passou, que parte do catalogo que dava rendimento, tinha já saído das mãos da empresa e recordo como nem sempre foram fáceis as relações com a industria musical neste país de estreitas vistas de alguns, incapazes de antecipar o futuro e construi-lo antes de acordarem e se darem conta que estão no passado, ao fundo do pelotão, que estão tão atrasados que nem conseguem mais caminhar e sempre lhes disse o que tinha a dizer, que apostavam muito pouco na musica nacional, que preferiam encostar-se a sombra da bananeira dos êxitos que vinham de outros países, que garantiam à cabeça os lucros e os bons resultados para apresentar ao escritórios centrais e fazer boa figura , com pouco esforça e pouco risco ou mesmo nenhum e sempre agi no sentido de criar espaços para a musica nacional, o que fiz, fala por isso.

É verdade porventura suas palavras que o mal estará também na sony e na bmg, sendo que o mal aqui é no sentido daqueles que me tem perseguido e feito mal, pois muitos que lá trabalharam são da minhas geração, outras mesmo da mais nova, como o Tiago faden, aqui dos olivais também, dos tempos do radar kadafi, que fizeram belíssimas canções.

Terá sido mão amada que em dia recente me trouxe pelos fios da rádio uma velha canção dos radar kadafi, uma que fala de uma tarde de verão, de uma esplanada, de um encontro entre um menino e uma menina e de um calor que se terá reflectido no céu, num por de sol todo encarnado de paixão e olhando atrás, me parece ser este o guião que terão feito de uma qualquer ilusão, para me culpabilizar, verão, esplanada, calor paixão, costa da caparica, morte de uma menina, terá sim sido, e será o gonçalo, o do homem que a terá matado e eu o que foi julgado em tribunal invisível aos olhos de muitos, por determinadas organizações que assim o fazem e depois crucificam os condenados, terá sido por ele que eu paguei, pelo enteado do David Mourão ferreira?

A história poderá ter sido em parte assim, mas tem outras componentes e entronca em outras desgraças e remete pelo que em tempo recente o espirito me desvelou para o bolama e será esse também o grupo por detrás da morte de Sá Carneiro, ma ainda não passei essas notas para aqui.

Ah Minha Amada, que são muitos os vampiros, e os vampiros fazem sempre um mesmo, crucificam e depois vivem em redor das vitimas que escolhem e lhes vão chupando o sangue, todo o tipo de sangue, o do espirito, o das ideias que hoje em versão moderna, serve para ganhar dinheiro, em dia recente vinha um anuncio da brisa, a agradecer pela via verde, e eu me sorri por dentro, pois é sempre melhor agradecer e ser agradecido do que o não ser, se bem que o anuncio era para todos os olhos, não especificamente para os meus, e a verdade é amada, que a ideia da via verde, de por um sistema de radar que identificasse os carros em seu passar e permitisse o pagamento automático da portagem fora minha, são como todas as ideias de inovação, está-se em bichas intermináveis e de repente, como o que se sabe do mundo e do fazer dos homens, se soma um mais um e se chega a um melhor, coisa simples de fazer a que usa os olhos para ver e falei disso a quem na altura ia a meu lado no carro, para isso Deus nos fez com bocas e lábios para beijar a Amar e nunca recebi eu, nem agradecimento directo, nem um centavo que seja e imagino, por quantos terá a ideia passado, quantos a terão traficado entre si, quantos terão recebido comissões por ela, é assim amada, os negros seres, os que vão na vida carregados de angustias de posses e de bens materiais que tudo justificam, e quanto mais se desacredita um homem, quanto mais dele ser diz ser terrível, mas facilmente se encapota o roubo, como um homem assim, poderia tal ter feito ou pensado, ele é um egoísta, um oportunista, ou um casa nova ou o que for que dê jeito de acrescentar à legenda, assim fazem os vampiros contemporâneos.

Em dia recente mais anterior, dei-me conta de outra, de um homem que tinha abandonado uma empresa pública, a galp com uma choruda indemnização, e dizia a noticia que fora ele que tinha inventado a distribuição porta a porta. Erro, que ele já existia, nas aldeias muito antes, foi no gerês que eu vira a dificuldade das gentes mais crescidas carregaram com as bilhas para suas casas, e que na cidade vivendo em altura era ainda pior e em dia recente ao descer para a expo, que era o sitio onde existia o antigo deposito e e distribuição das bilhas em sua forma industrial, aqui noa olivais, me lembrei, menino de liceu, uma tarde de sol, ali em frente a olhar para aquilo e a dizer a outros, deviam ter um serviço de as levar casa, e agora era o senhor indemnizado pela invenção, fiquei aborrecido ao momento, tanta gente no país a precisar de dinheiro para viver, com reformas de miséria e os ladrões, esses sempre ou quase sempre a ganhar.

Em noite recente ao subir a rua ao lado, encontrei uma vareta de alumínio com pega verde em frente a terceira bandeira da galp, da estação de serviço ao lado do cemitério, era o terceiro da galp, o da vareta mágica negra, na rua da epal e da metrocity, um circulo vermelho com um ponto vermelho em seu interior, o terceiro do metro em frente a epal e no eixo da construção da metrocity, onde no angulo o muro está rachado, retiram as pedras de baixo que o suportavam na fachada e ele cedeu e como a rua é inclinada, ficou desvelado, uma perfeita cunha, mais uma cunha, a cunha do metro, uma delas. E hoje no caminho li, do vaso da vingança da AD em 93, o rato serpente do IT, o terceiro do slb.

No jornal a foto de José Eduardo dos santos e de socrates, a mão do primeiro atras de suas costas como a figurar o pavão que o segundo é se dá em muitas vezes ares de o ser, Meu Deus a retórica com o presidente da polónia, a arrogância de quem quer decidir por maioria e se crê por Deus mandatado e com força para tal.

A sombras do pavão de Macau, e ouvi ao momento, musica de cabo verde, do primeiro rectângulo debaixo de três outros.

Carrapatoso, o mentiroso, sofisma de Eubúlides de Mileto, abanaram as chaves que encontrei no escritório da expo, eu bull lides, o que me lida como a um touro e a foto da vodafone um T deitado cravado na estrutura de lego, mais uma cunha, uma assinatura de cunha, o que deita a Teresa do esteticista LA, lan e dor, o circulo vermelho em T deitado nas peças da construção do lego.

A imagem do seis da vodafone em noite recente à volta da rua, a imagem complexa aqui já narrada em parte e noutro texto agora publicado, completada na extensão do visto e do entendido no visto

Mencheviquismo, homens de cavaco

Socrates, a mão em cobra na coluna ao lado dos rectângulos africanos, rosa e cinza, branco e preto,

Menage, mendeliev, elementos do grupo atómico, trasnurânio, urânio, Urais, símbolo, MV, Lu o cientista Inglês, o primeiro.

Mais uma relação numérica através da musica do spequeninos, 5/7, 5= 6666 ad infinitum, doze adultos e uma criança

Costa da caparica, galo francês, dois tubos de alumínio, condutas do aquecedor, do esquentador que fez esquentar, do galo francês, 16 da vaso duplo como ampulheta, p600, dois pneus, cuecas nbp, o escritor careca com ar e face de No, ao lado da arvore da mandragora, que cresce se alimentando do semem, termo simbólico de vampiros e de vampiragem, pois semem dá vida e quem o rouba, rouba vida.

Michel houlebeq e me recordo de sua bela irmã, que um dia cruzei no palácio dos medicis em Roma e que depois um outro dia passado uns anos aqui em Lisboa, apareceu e fomos os dois jantar, que queria ouvir fado, ela nessa noite, que ficamos a conversar amor dentro do carro, ainda cedo a noite ao pé do bocage, depois ouvi em dia recente, de que tínhamos sido apanhados a namorar dentro do carro ou em outro lado qualquer, por alguém, mais um falso juiz, mais uma encenação, sei-o agora e tanto amor a ela lhe trago, sempre a achei muito bela, trabalhou depois numa organização social, um dia enviou-me um cartão e via-se ela mais grande numa casa de campo a escrever, também eu, assim lhe disse nessa noite, nunca mais o vi e tenho pena, gostava dela saber.

Mais uma leitura a descer para a expo.

UK 73, cartões e cifrões AZ, no ZZ do príncipe ao vaso PS, SS, ovo serpente do 2ª DI serpente, UC, ML, policia no cemitério dos olivais At PN azul, UC de 79, do comboio republica do comboio da carreira Tony ao 89 AD , CC 94, rato do angulo santogal, do goe eléctrico da eu, aqui em 78, grupo ser mege, mensageiros do bo e hinger, sexto cabo negro da Akademia, João Martins, ma rt im s, da ex. de 98, BA, M93, JJ, da Maria azul, há X na BT , CM, 92 OT Im cronopost 13 Al 11, Chelas, 101 acidentes, 11 mortes em Lisboa, odianetica, aki, anta da serra, DB 98, 3 ao terceiro do primeiro do camelo das balas anacom, gato grande que é ET, speding 3 mais ages, PE, SI, new SL 9 do parque infantil, segundo lo do financial times. 6 SP, che da foice do terceiro cão da águia, china jardim compra carro de luxo, estrela da cunha , rafa é rei em frança, José nuno Martins e quinteto, note do BN do entreposto, ZS, do barão stauu de BC, cj, caixa agrícola, auto carisma 84 do hi ace, che grilo CDS, smile duplo serpente interior do circulo da serpente do P da vareta que entra no forte da Teresa e sai serpente sobre meu filho, bo KDK, emaus caneças.

Estou lendo na net sobre iluminatti, bilderberg, rosa cruz e copio um poema de Milton, retirado de um texto on line sobre a que se diz ser a conspiração dos iluminatti, que fora responsável pelos excessos da revolução francesa e me recordo da imagem da serpente dupla das cortinas da cena da revolução, invertida em negativo, nos painel do metro aqui na estação dos olivais, no momento exacto que faço past, para o template do blog, ouço um grande estrondo, como um tipo, pois a pancada fora seca, mas mais cheia de que um normal tiro, olho e vejo pelos vidros um acidente entre dois carros, e leio a matricula do que está em meu eixo do olhar, tem meu nome, as letras do que levou com o outro, que entrou mesmo pela porta do condutor, estou a fechar o blog e para sair que o café está a fechar, serão portanto, cerca da meia noite, alguns minutos antes.

Saio para a rua e verifico que ninguém na aparência se feriu, o carro que foi batido é conduzido por um jovem, já estão cá fora, pergunto-lhe se está bem, vejo sua mulher ou a jovem que a acompanhava, a telefonar, é loira, pergunta-me ele, está ali um sinal de perca de prioridade mas já estava na curva, era verdade, percebi que ainda não havia entendimento e lhe disse , será melhor chamar a policia, me disse que já o tinha feito.

O outro, o que bateu, vinha cheio de gente lá dentro, parecem policias, tem bigodes, gente com ar popular, de quem tinha vindo ou iria para as festas ou ao casino, andam por ali à volta do carro.

Vinham no polo tdi negro da rua do polo sul de ocidente para oriente, e chocaram com um outro polo branco fox que vinha na rua polo sul de oriente para ocidente e que já estava meio virado para norte na rua do mediterrâneo.

Observo o interior do polo negro que tem como matriculo, LX, abreviatura de Lisboa, o choque e o que chocou é de Lisboa, aqui está a confirmação, na porte de trás está o que primeiro me parece um coração que tem escrito a palavra stop e a forma é um hexágono, um insuflavel, um hexágono foi insuflado, enchido para provocar o embate, ainda atrás uma bandeira da selecção nacional, donde um hexágono português e uma luvas de boxe vermelhas, ou seja do jogo de polo vermelho, de sangue.

Pendurado no seu retrovisor, um casal de bonequinhos, um leão com a camisola do sporting e uma rapariga vestida em tons de prata doirado, é portanto um par do passado, e o homem seroa jogador do sporting, 004 do 05, o do polo negro, do vaso duplo, w, saiu um serpente que fez um angulo à Maria do Carneiro.

No polo branco cá atrás, um c almofado, tipo suporte de pescoço negro, o homem T de 98, HT 98 é parte de sua matriculo, o homem do furacão em 98, no ano da expo, a mim.

Passa no momento o comboio em cima da ponte dos pilares como pente invertido de seis dentes pintado de vermelho, vai com as janelas iluminadas como quadrados em duas fiadas, pois tem dois andares, parece um movimento de cargas digitais, um homem das It, das comunicações em rede, pom potes da serra da estrela, x no p, x no r, Ab 78-80, B X J 6, XJ 32

X no ponto do x no rato da reacção Ab entre 78/80, do B, x ao príncipe sexto, x no príncipe terceiro do segundo

Continuo a subir a rua, e tornam meus olhos a poisar no circulo vermelho com ponto em seu interior em seu centro com um dois, o segundo do circulo vermelho, E DI Fer, olho com atenção o logo da edifer, e leio a garra que entra no circulo aberto de Saturno, virtual reality dos furacões do príncipe da rosa no dia maior de 97.

Her majesty, DC Az , 86-95 HM

AB 18-41, duas pisadelas no carro das aguas livres, ouço chiares, é homem crono post, KI A motor S, OO BB, vi o jo do Financial times de boliqueime, o FT 5 do primeiro, XX, serpente rato premium, Maria ua, uma barata vermelha no lamçil das pedras da Maria C do quadrado de MC, esgotos, Ipo, hipopótamo ipomec, tudo o terreno TT, do beijo de 74. Vaso da vingança da AD 93, o rato serpente IT, o terceiro do SLB.

Homens mações, li agora, IP pack, com o vento desta noite, em frente à maça do centro, que parece um circulo com uma cobra a saltar, dos olivais, o poste que tem dois sinais, dobrou o de cima sobre o de baixo, o debaixo, é de lugar de deficiente, o de cima, de passagem de peões, um homem que terá provocado também um acidente de um outro ao atravessar a rua que ficou em cadeira de rodas, sobe à minha memória, dia recente em que descia a avenida que da estrela vai dar ao rato, e vi um senhor de idade numa cadeira de rodas, depois ao atravessar a rua de S. Bento, onde morava Amália e onde ao fundo é a AR, no inicio o resguardo dos peões está partido há muito tempo, já nele tinha reparado, pois está com arestas e é perigoso, e nesse dia soube em mim, que o atropelamento ali se tinha outrora dado, na minha notas da navegação de ontem À noite na net, tenho as seguintes entradas, encontro há trinta anos, 1997, iluminatti, os holandeses, pieter baker da endemol, BB é Aníbal, trilateral, tom foley, fine gael, yotaro kobayashi, Xerox company, fuji, Jorge braga de Macedo, Francisco pinto balsemão, Marcelo rebelo Sousa, Miguel Sousa soares, maldonado gonelha, como membros portugueses, maldotado me aprece como maldonado, gonelha como goela, é serpente.

Illuminati scare, a cicatriz que eu tenho na testa, feita em Alcântara, no local onde em telheiras ao descer para o parque subterrâneo as escuras, num vidro que não deveria lá estar com a cabeça bati, e se me fez luz, que seria de telheiras o homem que ma fizera acontecer em Alcântara, ouvi um grande barulho lá fora com trepidação e tudo, ao momento, como se viesse de um camião.

Ah Amada, só Te posso sempre Agradecer o Amor