terça-feira, julho 31, 2007

rosto de email hoje enviado ao presidente, ao primeiro ministro, ao parlamento

Exmos Senhores, se ainda o sois

há dois anos que me roubaram o filho e o sujeitam a tortura com cumplicades várias no sistema judicial e do estado que indiciam forte provavel cumplicidade e corrupção

queixas apresentadas na justiça, foram misteriosamente arquivadas sem qualquer explicação

exigo de vós se ainda vós sois, o respeito pela minha dignidade humana como cidadão de portugal, o respeito pelas leis, e a reposição imediata da justiça, para mais informações, caso não saibam do que se trata,se tal fosse possivel e tudo isto e cada um ilustres desconhecidos cidadãos, façam favor de consultar

www.ourosobreazul.blogspot.com e lá procurar os negros actos da negra vilanagem, tem muito para ler

assim formalmente comunicado, não haverá mais faz de conta possivel

aguardo com urgência vossa resposta


paulo forte
oh cobrinhas manhosas cheias de negro e pesado sangue frio da lagide da pedra tumular que sobre vós irá bem cedo aportar, não existe para aí um tal de plano das tecnologias que não remendam a ausência do sangue em vossos secos corações, assim vão eles sem mais bater, nem homens mais sois, não existe rede que oculte o vosso negro sangue de todas as cobardias e de todas as hipocrisias, vós que não tendes nem coluna, que vós caia uma espinha ou então que ela se atravesse am vossas gargantilhas dos falsos diamantes de todas as mortes e iniquidades que fazeis na terra florir,

porventura sabeis o que são onze dias, asssim tão bem trabalheis ou serei eu tão ingénuo para assim pensar,que vossa ausência, se deve a curta vista e masoquista forma de não bem trabalhar, produzi vilanagem, produzi, levantai-vos cedo e cedo vos ergueis, na tomba horizontal onde bem cedo ficareis, que o trabalho liberta e coisa e tal, como bem sabeis, na podridão das vossas vilezas

senhor primeiro ministro clonado de outro que escrevendo vos dita o que bem roubais em vossa mascara afivelada, tão grande é lata que numa lata todos ireis ficar, como sardinhas em conserva com espinhas, inteiras, sois ainda homens senhores, se é que alguma vez o fostes?

existirá porventura liberdade quando a justiça não funciona, Oh retórica da banha da cobra, que nem isto pareceis mais saber, contra justos argumentos não há factos que perdurem, só acidentes e maldades a florir, como poderia ser em distinto modo, se trazeis as fundações tortas de acordo com as vossas corrupções?

senhor presidente, senhor trovador dos gritos aflitos e ciclicos da alma torta, senhores deputados a banhos em locais exoticos, que os peixes espadas vos engulam no alto mar, a todos sem excepção

porque razão ainda não me respondeu o diap passado onze dias de lhes ter enviado um mail?

existeis? estais certos que sim?, tambem eu que não

qual de vós cobre quem neste jogo da profunda iniquidade de raptores e torcionários dos filhos?

aló, está aí algum de vós, cobras manhosas e perversas, que o ceu vos tombe nas cabecinhas e esperai que eu acabe estas letras, e que vos ponha nelas umas perguntinhas sobre facas em searas de crianças e de mortes de foice grande matadas


sabeis vós o que é dignidade de um homem?

se o fossem e ou se a soubessem, demitiriam-se hoje mesmo de todos de vossos cargos publicos e acrescentariam à laia de contrição, nunca mais tomaremos nenhum

ah amada, em dia recente abri caixotes antigos, e encontrei cartas do passado para o presente, tão certo é a ciência do não tempo e do cá se faz cá se paga, como poderia ser distinto se tudo é um mesmo, o cá e o lá, qualquer que eles sejam

e encontrei duas facas antigas africanas e peguei numa pedra de amolar em forma de vesica e as começei a afiar, todos os dias as afiarei mais um bocadinho, é uma forma de me entreter na paragens da escrita que meus dedos estão como que enjoados de tanto escrever

vos não existis, sois indignos e o vosso país é de brincar e depois se vão queixar coitadinhos, que outros não cumprem as leis e que tal e blá e blé e blá não pode ser?

que moralidade vos assiste?

porque insistis em não fazer cumprir a lei, respeitando os direitos que por elas me assistem?

para a ter, é necessário ter primeiro coração, depois cabeça, e uma coluna vertebral que liga os dois e vós abandonais os escuteiros e depois tem eles nas vezes acidentes, não é? ou mesmo não sabeis somar o que o espelho vos devolve?

olho a volta e só vejo aldrabice e aldrabões, aldrabões rima com outra palavra, que não é pões nem pois

o gato maior do mp kapa do us, o rato dos libers o do nono grau do circulo do quadrado que faz as cruzes, a gaat kapa do principe do gato da serpente homem serpenet dos grandes angulos, onde se estampam fazendo outros estampar