terça-feira, novembro 06, 2007

Ah Minha Amada, que o Outono está luminoso e Quente como o Amor em que Te Trago e meu coração em dois pedaços rasgados, pois ainda não chegas-te ao Perto Pertinho de Mim e Meu Filho Que Continua Afastado de Mim e Ninguém me responde no mínimo que seja e não pode ser mais assim

Continuo escrevendo todos os dias este enorme capitulo, que se estende e estende e ainda está longe de ser terminado, o que eu gostaria mesmo era de te Ter ao pertinho de mim, assim beijava-Te Muito Muito e este Outono Mais Bonito Ficaria

Não sei mesmo ainda quando vou terminar, só vim, aqui para assim Muito Te beijar

Talvez publique uma primeira parte em dia próximo, mas não tenho disso ainda a certeza, pois em verdade gostaria de o publicar inteiro

E para deixar um texto sobre esta sequência de pseudo acidentes, que prenunciam coisa bem pior e na esperança que assim não venha mais a ser, embora tudo indique seu contrário



Sexta pela manhã, a televisão ligada que nas vezes me acompanha nas travessias da noite, dera a notícia de mais um acidente do qual resultaram duas morte e eventualmente um terceira que se encontra em luta pela sua vida, despedaçados, os corpos pela violência do embate, pedaços de corpo voaram pela rua, um tronco entrou pelo vidro da frente da rapariga que conduzia a viatura

No it e o do rato ra maior do sis da cruz ema mação, re serpente do vaso primeira ram vaso inglês cruz na ua primeiro homem inglês da te da te re c eira inglesa cruz na ru, rata do vaso fe do rato muito teresa, ou vaso ferro

Estava eu escrevendo sobre visões do passado que emergiram nas fotos antigas que fui descobrir nos antigos armários, que um dia comprara no ferro velho de sacavem, por meia dúzia de tostões e que foram usadas como arquivadores das primeiras secretárias na latina europa, a minha e a do antónio, comprei dois arquivadores, de metal, que um dia pintei à pistola de cor cinzenta, arquivadores doa anos cinquenta, onde a gaveta de cima de duas, é feita por vasos de cartão cor de carne que se encontram entre si ligados, como um harmónio, e que servem para arquivar acartas por assuntos.

Est av a eu es c e r v en dia circulo s o br e visões do passado que e mer gi ram nas f oto s ant antigas do ar do mário soares, que um dia com pr ar a no do ferro v ce l ho de sacavem, por me ia d uz ia de tostões e que fo ram usa ada s como ar q u iva dores das primeiras secretárias na l a tina eu ro pa, a min h a e a do antónio, co mp rei dois ar q u iva dores, de met al, q ue um dia pin tei À pi s t ola de cor cin zen t a, ar q u iva dores do a a no s cin q eu n t a, onda a g av eta de c ima de duas, é fe ita por vasos de carro do tão da cor de ca r ne q ue se en c on t ram en t re si li gado s, co mo um ar mo ni o, e q ue servem pa ra ar q u iv ar ac a rta s por as s un t os.


Quando voltei a casa depois de ter visto o meu filho pela ultima vez até à data, comecei a limpá-la e arrumá-la em profundidade e ainda não a acabei, pois me tenho dedicada À escrita que me ocupa os dias e as noites e quando abri o armário que pertencera ao antónio, nele encontrei por debaixo dos fólios harmónio, um conjunto de envelopes com fotografias, papeis e outros objectos, o maior uma caixa de maquilhagem, uma caixa de maquilhagem numa daquelas caixas de plástico duro que servem para arrumar ferramentas,

Q ua n d o vo l tei a c asa d ep o is de teresa vi s t oo me u fil ho pe l a u l tim a v e z até à d at a, co me ç ei a li m pá inglesa primeira e a rr u má inglesa primeira em pr o fun di dad ee primeiro em dan cão a ac ab ei, po is me ten ho de di ca ada À es c rita q ue me o c up a os dias e as no it es e q ua n d o ab r i o ar mário q ue pe r t en ce ra ao ant ó ni o , ne l e en c on t rei por de ba ix o dos fo li os harmon io, um c on j un t o de en v e lopes com f oto g ra fia s, pa pe is e o u t ro s ob ject os, o maior uma ca ix a de ma quilha ge m, uma ca ix a de maqui l h a g em n uma da q eu l as ca ix as de p l as t ivo d ur o q ue s r eve m pa ra ar rumar ferra m en t as,

Estou nestes últimos dias a rever e cortar à faca da leitura, o primeiro escrito na luz encontrando e trazendo a luz à luz que se encontra nas sombras do que é inicialmente escrito, assim é meu método, da luz, as palavras e frases originais, fazer emergir a outra história, o outro lado da mesma história que se encontra escondida nas primeiras palavras, trazendo-a da sombra para luz
Es t o u ne s t es u l tim os dias ar eve re c o rta r À f ac a da lei t ur a, o pr i me i ro es c rito, na l uz en c on t ra n d o e t ra zen d o À l us a lu z q ue se en c on t ra nas s o m bra s do q ue é i ni cia l m en t e es c rito, as s em é me um é t dia do circulo duplo, maior da luz, as pal av ra s e fr ase s ori gina is , f az e r mer gi r a o u t ra hi s tó ria, oo u t ro l a do da me sm a h is tó ria q ue se en co n t ra es c on di da na s pr i me ira s pal av ra s, t ra zen d o homem inglês a da s o m bra pa ra l uz

As fotos sobre as quais estava a fazer a operação, eram exactamente as fotos praça do comércio, da estátua a que se dá o nome de s josé e do cais das colunas, o local onde na madrugada, o acidente se dera

As f oto s s o b re as q ua is est av aa f a ze r a pera ção, e ram ex cat am en t e as f oto s pr aç a do co mer cio, da es t at ua a q ue se dá o no me de s jo sé e do cais das co l una s, o l ao cal onda na m ad rua g ad a, o ac i d en te se de ra,
Muito ema dia do orçamento de estado inglês as as em pe diu de madruga ar

O carro depois do embater nos três corpos, pelo relatado, descreveu uma trajectória com uma cobra, fazendo uma serie de peões, até se imobilizar, quase cem metros depois do local do atropelamento

O ca r ro d ep o is do em bate r no s t r ês corp os, d es c r eve u uma t ra ject o ria com uma cobra, pe l o ra l at ad a f az en d o uma serie de pe o es, até se imo bil za r, q u a se ce m metro s d ep o is do l o cal do at ro do talho do l am en t o

E ao ver o diagrama publicado no dn, uma foto tirada do ceu, provavelmente do google, uma outra memória mais recente emergiu, pois aquele local, quase à entrada do terreiro do paço, no final da fachada do ministério das finanças, onde existe tambem, um refugio, no meio das duas faixas de rodagem, fora o local onde eu filmara em noventa e cinco para o zero de audiência, planos com uma grande angular do movimento das pessoas a atravessar a rua para o cais dos barcos e do movimento dos carros, nas duas direcções, depois acelerara esses planos que foram usados num dos episódios

E ao v e r o dia g rama pub li ca do no dn, uma f oto t ira da do ceu, pr ova v el mente do gog ll e, uma o u t ra me mó ria maior si re c en t ee mer gi u, po is aqui eu l e lo cal, q u ase à en t r ada do te r rei ro do paço, no final da fac h ada do mini s té rio das f ina s ça, onda ex ite tam b em, um re f u gi o, no me io das duas fa ix as de ro f a g em, f o ra o l o cal onda eu fil mara em no v en t a e c in co pa ra o ze ro de au di ên cia, p l asno s com uma g ran d e angular do mo vi men t o das pe ss o as a at rave s sar a rua pa ra o cais dos bar co s e do mo vi men t o dos ca r ro s, nas duas di rec ç õ es, d ep o is ac ace l ar a ra es s es p l ano s q ue f o ram usa d os n um dos ep e sódio s

E me subiu neste ver no visto, a memória da tempestade que o luís osório criou na altura do zero de audiência, que não teve substancia justificativa, e que olhando o tempo atrás me parece ter sido uma encenação para justificar sua partida, que terá arrastado o pedro castro para essa encenação, e que para assim ter sido, uma venda, uma compra e um traição terá pela calada nessa altura sido feita, qual, não sei, mas não deverá ser difícil de somar, somando para quem na altura o luís foi trabalhar, para a visão, portanto terá sido uma cruz ordenada por alguém do grupo da visão ou a ele ligado e me recordei pelo numera da hora que aparecera em dois órgãos de informação e num terceiro em forma distinta, o 515, que me remeteu para o mestre lima de freitas, para uma conversa que ocorrera numa tarde na fabrica constância, estava ele fazendo os painéis de azulejos para a estação do rossio, eram tempos de grande agitação, o buzinão na ponte, e lhe perguntei, Mestre, o que se faz, e ele me respondera em forma enigmática, curioso, és o segundo que me chega com a mesma pergunta, depois me levou ao balcão do jardim da fabrica, e me apontou o outro lado do rio, olha ali, é setubal, ali palmela,

E me s u bi u ne s t e v e r no vi s t o, a me mó ria da te mp est ad e q ue o l u ís os ó rio c rio u na al t ura do z e ro de au di ê c ni a, q ue n cão teve s ub s tan cia j us ti fi cat iva, q ue o l h na d oo t mp o at rá s me par e ce ter sid o uma en ce na ção pa ra j us ti fi car a s ua par t ida, q ue t e rá ar rasta d oo pe dr o castro pa ra es s sa en ce na ção, e q ue pa ra as s em ter sid o, uma v en d a, uma co mp ra e uma t rai ção te rá pe l a ca l ada ne s sa al t ura sid o fe it a, q ua l, n cão sei, maior s n cão d eve rá ser di fi ca i l de s omar, s o man d o pa ra q eu m na a l t ura o l u ís f o i t ra ba l h ar, pa ra a vi são, porta n t o te rá sid o uma c r uz o rede n aa por al g eu m d o g rup o da visão ou a e l e li gado e me r eco dei pe l o nume ra da hora q ue ap ar e ce ra em d o is o r g ã os de in for mação e num te r ce i ro em fo rma di s tinta, o 515, q ue me reme te u p at a o mês t re lima de fr e it as, par uma c on v e r sa q ue o co r re ra n uma t arde na fabrica c on s tan cia, est ava e l e f az en d o os pai ni es de az u l e jo s pa ra a e t sa ção do ro s sio , e ram te mp os de g rande a gi tação, o bu zi na ão na p on te, e l e h ep pr e gun t ar, Mestre, o q ue se f az, e e l e me r es pod ne ra em f o r ma eni g mat ica, c ur i oso, és o se gun d o q ue me chega com a me sm a pe r gun t a, d e po is me l evo u ao bal cão do j ar di m da fabrica, e me pa on t o u oo u t ro l ad o do rio, o l ha ali, é set u bal, ali pal am e l a,

Quinhentos e quinze, é tambem o nome de uma das obras do mestre onde com base na interpretação dos painéis de s vicente chega a demonstração de que o 515, é o numero de Deus.

Q u in h en t os e q u in ze, é tam b em o no me de uma das o bra s do mestre onda com base na in te rp re tação dos pai ne is de s vice n teresa chega a demo sn tação de q ue o 515, é o m un ero de D eu s.

Agora me vinha à memória , a imagem recente, na igreja de s pedro de tarouca, a visão dos dois anjinhos com duas guitarras, no altar do cristo, que no episódio relativo ao falecimento da minha tia avó se encontram descritos em pormenor, mas que vieram associados aos sentir, que os dois anjinhos, eram falsos anjinhos, não os do altar, mas de outros dois, e depois tal apareceu num sonho que tive, e agora me parecia ser o luis, um dos falsos anjinhos, o que terá contado ou melhor tocado uma falsa guitarradas, na altura do zero de audiência, provavelmente sobre a minha pessoa.

Agora me vinha à memória , a ima g em re c en t e, na i g re j a de s pe dr o de tarouca, a v si ão dos d o is anjinhos com duas gui t arras, no al t ar do cristo, q ue no ep i sódio re l at ivo ao fa l e cie mn t o da min h a t ia a vó se en c on t ram d es c rito s em por m en or, ma s q ue vi e ram as soci ad os aos en tir, q ue os dois na zi n ho s, e ram fa l sos anjinhos, n cão os do al t ar, mas de o u t ro s dois, e d ep o is ta l a pa r e ceu num s on ho q ue t ive, e agora me par e cia ser o lu is, o um dos fa l sos na zi n ho s, o q ue te rá c on t ado ou me l hor toca da uma fa l sa gui t ar r a da, na a l t ur a do z ero de au di en cia, pr ova v e l m en te s o br e a min h a pe s s o a.


Mais tarde, a esse material voltei, recuperando parte dele para um dos segmentos que fiz no video para a exposição instalação da maria sobral mendonça, o lápis exilis, feita no palácio da ajuda, onde agora recentemente voltara na noite da abertura ao publico da exposição trazida pela comitiva de putin,

Maior si t arde, a es se mat e ria l vo l tei, re cup e ra n d o pa rte de l e para um dos e g m en t os q ue f i z no vi de o pa ra a ex po si ção in s tala ção da maria sobral m en don ça, o lá pi s ex i l is, fe it a no pal cio da ajuda, onda agora re c en te e mn t e vo l t a ra na no ite da ab e r t ur a ao publico da ex po si ção t r az ida pe l a co mit iva de pi u t in,

Andava eu a volta pela palavra escrita das leituras nas sombras do este, na parte que se refere aos rituais que terão sido feitos por terceiros no local onde esteve a exposição, durante o seu tempo, à porta fechada com entrada reservada e sem publicidade, e onde creio que poderá ter sido de alguma forma perversa usado o video, entre outros elementos, por assim escrever

dia ava eu a vo l t a pe l a pa ç l av ra es c rita das lei t ur as nas s o m br as do este, na pa rte q ue se r efe re aos rituais q ue te rão sid o fe it os por ter ce i ro s no l o cal onda est v e a ex po si ção, d ur ante o s eu te mp o, à porta fe cha ada com en t ra da re serva da e se m pub li cidade, e onda c rei o q ue po de rá ter sid o de al g uma fo rma pe r v e r sa usa d oo vi de o, en t re o u t ro s e l e m en t os, por as s em es c r eve r

no segmento que montei no video sobre o lápis exilis, O Cristo na cruz , O Cristo, uma belíssima imagem que filmei na antiga igreja na rua paralela a avenida do infante dom Henrique onde o aparente acidente se dera

Mo se g m en t o q ue mo n te i no vi de o s o br e o l ap is ex e l is, O C r is t o na c r uz , O Cris t o, uma be l is sima em a g em que fi l me e na ant i g a i g re j a na rua par a l e l aa ave ni d a d o in fan te do m h en riq u es onda o ap ar en te ac i den t e se de ra

A sequência que montei para o video do lápis exilis tem O Cristo alternado com planos acelerados da multidão a atravessar no local onde o carro se imobilizara, cruzadas com movimento dos carros e transmite a ideia de que as Gentes como O Cristo se encontram crucificadas nas forma do viver dos dias de hoje, sempre a correr de um lado para o outro, sem nunca terem tempo para saberem de si, se conhecerem a si mesmas, tempo para suas famílias, tempo para a vida.

A ca no m se q eu n cia q ue mo n te e pa ra o video do l a pi s ex i l is te maior O Cris t o a l terna d o com p l a no s ace l a ra d os da mu l ti dão a at rave s s ar no l o cal onda o car ro se imo bil i zara, c r uz d as com mo vi e mn t o dos car ro s e t ra nm ite a id e ia de q ue as G en t es co mo O Cris t o se en c on t ram c r ux i f ica da s na s fo rma do viver dos dias de h oje, se mp re a co r re r de um l ad o pa ra oo u t ro, se maior n un ca te re maior rte mp o pa ra sabe re maior de si, se c on he ce re maior a si me s ma s, te mp o pa ra s ua s f ami l ia s, te mp o pa ra a v ida.

Crucificadas foram três mulheres, de uma mesma família, cabo-verdiana,

C ru cif ica d as f o ram t r ês um l he r es, de uma me sm a f ami l ia, c ab circulo vaso e rata diana,

A filipa borges que se levantar com febre para ir trabalhar no escritório dos advogados na antonio augusto aguiar, ou seja no escritório de dois membros, AA AA, borges, lembro-me de diversos, filipa se decompõem fil ip primeira da borges, ou do borges

A fil ip a bo r g es q ue se l e bva n t ar com fe br e pa ra ir t ra ba l h ar no es c ritó rio das ad vo gado s na ana to n u o a h us t o, au g us t o a gui ar, o u seja no es c ritó rio de do is m en b r os da as t ro ar g en t um, AA AA, quadruplo vaso da quadrupla dor bo r g es, l em br o inglês me de di v e r sos, fil ip a se d ec o mp oe m fil ip pr e em ria da bo r g es, o u do borges

Saiu de casa no lavradio, barreiro no circulo do quatros do ponta da divisão da circulo da tríade, saiu do circulo da asa do no do primeiro audiovisual do rá di do circulo do ro do bar do rei

sa e u de c asa no l av ra radio, bar rei ro no cir c u l o do q ua t ro s do talho on t a da di vi são do cir c u l o da t riade, sa i u do cir c u l o da asa do no do pr i me i ro au di vi o vi s ua l do rá di do cir c u l o do ro do bar do rei

A aldina rocha acordou à mesma hora no vale da amoreira na moita e despertou na sala a sua filha neuza soares de dezoito anos que dormia no sofá , pois tinham que estar às seis da manhã no edifico da edp no marques de pombal onde trabalhavam em limpezas

A a l dina rocha ac o r d o u à me sam h o ra no vale da ma rei ra amo rei ra na mo it a e d es pe r t o u na sala a s ua fil h a n eu za soares de de zo it o anos q ue d o r mia no s o fá , po is tin ham q ue es t ar às se is da m anhã no edi f i co da e dp no mar q u es de po m bal onda t ra ba l h av am em li mp e za s

No barreiro encontraram-se as três e saíram na estação fluvial do terreiro do paço as cinco e quinze, assim precisamente o jornal o indica

No bar rei ro en c on t ra ram da inglesa se as t r ês e as ira m na es taçao f l uvi a l do te r rei ro do paço as c in co e q u in ze, as s em pr e c isa m en te o jo rna l o indica

Diz tambem o jornal que o acidente se deu na passadeira, que distará menos de cinquenta metros da estação dos barcos, precisamente às cinco e trinta e oito, o que é estranho se atender-mos, que as senhoras teriam então demorado desde que saíram do barco, ou desde o momento em que ele atracou, sendo que o texto expressamente indica que saíram da estação do barcos às cinco e quinze, vinte e oito minutos para fazer um trajecto com menos de cinquenta metros e atravessar a primeira faixa da avenida, e é tambem estranho pensar, pelo perfil trabalhador das mesmas, que tivessem na estação parado por exemplo, para tomarem seus pequenos almoços

Di z tam b em o jo rna l q ue o ac i den te se d eu na pa s sade ira q ue di s ta rá me no s de c in q eu n t a metros da est a ç ão dos bar co s, pr e c isa men te às c in co e t r in t a e o it o, o q ue é es t ra n ho se at en d e r inglês mo s, q ue as s en horas ter iam en tão demo ra d o d es de q ue as ira maior do bar co, ou d es de o mo men t o em q ue e l e at ra co u, s en d o q ue o te x t o ex pr e s ss mente indica q ue as i ram da esta ção do bar co s às c in co e qu in ze, vi n te e oito min ut os pa ra f az e r um t ar jacto com me no s de c in q u en t a metros e at rave s s ar a pr i e mira f a i xa da ave ni d a, e tam b em é es t ra n ho pen sar pe l o pe r fil t ra ba l h ad or das me s m a s, q ue t ive s s em na es t a ç ão pa r a do por ex e mp l o pa ra tomar em se us pe q eu no s a l moço s

Há aqui qualquer coisa que não bate certo em termos de tempos, e assim já eu o sentira na madrugada, em que a noticia fora dada na sic noticias, um pequeno cartas manuscrito preso num posto onde se encontravam flores, tambem despertou a minha intuição pelo seu conteúdo

H á aqui q ua l q e ur co isa q ue n cão bate ce r to em te r mo s de te mp os, e as s im j á eu o s en t ira na ma dr u g ad a, em q ue a no tic a fo ra dad a na sic no ti cia s, um pe q eu no c a rta s manu s c rito pr e s o n um po s t o onda se en c on t ra v am f l o r es, tam b em d es pe r t o u a min h a in t u i ção pe l o s eu c on teo d o da onda

Dizia mais ou menos assim, de um marinheiro que ia aqui a passar e depois indicava uma hora, com precisão ao minuto, e que curiosamente na foto da capa do correio da manha no dia seguinte era distinta da que se via no plano da sic noticias, segundo pormenor que não bate certo, sendo que o texto, aquele preciso texto, na altura em que o vi, me insinuou uma outra leitura, um marinheiro, um homem do tridente, um homem que navega numa outra camada do mesmo mar da vida e da luz, e que teria visto qualquer coisa relacionada com um antiga crucificação de um cristo, provavelmente num outro tempo, e que vira neste acontecer, um eco e uma assinatura,

Di z ia maior si o u me no sas s em, primeiro marin h e i ro q ue ia aqui a pa ss ar e d ep o is indica v a primeira hora, com pr e c is cão ao min ut o, e q ue c ur i o as m en te na f oto da ca pa do co r rei o da manha no dia da se gui n te e ra di s tinta da q ue se vi a no do talho primeiro do ano da si c no ti c i a s, se gun d o po r m en or q ue n cão bate c e r t o, s en d o q ue o te x t o, aqui eu l e pr e circulo is o texto, na a l t ur a em q ue o vi, me in sin u o u primeira o ut ra lei t ur a, um marin he i ro, primeira home do t ri d en te, um homem q ue na vega n uma o u t ra cam ada do me sm o mar da v ida e da l uz, e q ue te ria vi s t o q ua l q eu r co isa re l ac i onda com um ant i g a circulo r ux i fi cação de um circulo r ist o, pr ova v e l e m en te nu m j o u t ro te mp o, e q ue v ira ne s t e ac on te ce r , um e co e u ma a si sin a t ur a,

Sexta-feira à tarde, um estranho breve encontro se deu quando voltava a casa depois do passeio no final da tarde, no jardim das necessidades, tornara a encontrar a menina com um gato sentado na lua rodeada de treze estrelas acompanhada dos seus dois cães, o lassie que não se chama de lassie e o simão, o grande bouvier, corriam os dois em direcção ao pratinho, se assim se pode chamar, que algumas almas caridosas tem posto para a gata que acabou de ter dois filhinhos, o bouvier todo lampeiro ao cheirar o manjar, a ele se dirigia, eu a passar, a menina da lua a dizer, parece que passam fome, eu a lhes dizer, a comida das gatinhas não a podes comer, que a gata teve dois filhos pequeninos, a menina para o simão, ainda te asso no forno, eu por ele a passar, esfregando-lhe os lombos e dizendo-lhe a brincar, assado com batatinhas, ah que bom, mas o simão levou aquilo a peito e ladrou-me fui a primeira vez que assim o fez, e eu ouvi naquele ladrar outro alguém que por ele ladrava, como muito acontece com os animais, sejam eles de quatro ou duas patas.

S ex t a fe ira à t ar de, um es t ra n ho br eve en c on t ro se dia eu q ua dn o vo l t ava a cas dia ep circulo is deo pa s seio no f ina l da t ar de, mo jardim das ne ce s sida d es, tor na ra a en c on t ra r a me nina com um gato s en t ado na l ua ro de ada de t re ze es t re l as ac circulo mp anha d a d os se us do is cães, circulo l as sie q ue n cão se cha maior de l as sie e circulo si mão, circulo g ra n de bo u v i e r, co rr iam os do is em di rec ção ao talho ratinho, se as s em se po de ch ama r, q ue a l gum as l am as c ari d circulo sos t em po s t o pa ra a gata q ue ac ab circulo u de ter do is fi l h in ho s, circulo bo u vi e r t dia do circulo duplo l am pr e i ro ao che i ra r o man j ar, a e l e se di r i gi a, eu a pa ss ar, a me nina da l ua a di ze r, par e ce q ue pa s sam f o me, eu a l h es di ze r, a co mida d os g at in h as n cão, a po d es co mer, q ue a gata teve do is fil h os pe q eu nino s, a me nina pa ra o si mão, a in da te as s o no fo r no, eu por e l e a pa ss ra, es fer na g do inglês l he os l o m bo s e di zen d o inglês l he as sado com ba tati n h as, a h q ue bo m, com e l e a br inca r, maior s o si mão l evo u aqui l o a pe it o e l ad ro u inglesa me f u i a pr i me ria v e z q ue as s em o fez, e eu o u vi na q eu l e l a fra r o u y t ro a l gume q ue por e l e l a dr a v a, co mo m uu i t i o acontece com os anim a is, seja m e l es de q ua t ro ou d ua s pa t as.

Chegava a casa, já no largo, um jovem e grande rapaz vestido com uma camisa de camuflado em pé ao pé dos degraus rodava seu corpo pelas ancas como que fazendo ginástica, no parapeito das escadas, uma rapariga sentada, jovem como ele, loira e por detrás dela uma outra morena e uma senhora que parecia estar a entrar no prédio com sacos de compras em suas mãos de tal forma que avancei e lhe abri a porta, olhei a rapariga loira em meu passar, que me devolveu um olhar cheio de força, era bonita, e a sua beleza me animou ao instante

Che gato ava ac asa, príncipe ac a no primeiro argo, primeiro jo vaso em e gata ra muito de rap az vaso espanhol cruz id circulo com primeira cam isa do cam vaso forte do circulo uk e11 rato primeiro a primeira ad circulo em pé ao pé do os de gato rato us ro da vaso as eu corp circulo pe primeira as anca serpente co do mo do forte a z en d o gi muito ás tic a, no para pei cruz circulo das espanholas ca dia as, primeira rapa riga serpente en cruz ad a, jo vaso em co mo e primeiro e primeira circulo ira e port de cruz rá serpente de primeira vaso mao, vaso cruz ra mo rena eu maior serpente inglesa hora quadrado ue par e cia espanhola cruz ar a inglesa cruz ra rato no pr é di circulo com serpente ac os de co mp ra serpente em serpente ua, ser pen e teresa mãos, de cruz al forte do circulo rma quadrado ue van do circulo da faca e ee primeiro he do ab rato ia po rta, o primeiro he do ia ra pa riga primeiro circulo ira em me vaso pa ss rato, quadrado ue me dia evo primeiro v eu do primeiro circulo homem ar che io de forte circulo r ç a, e ra bo muito it a, e as ua beleza me anim circulo vaso ao in serpente cruz ante

Mais tarde andando na rua à noite, li, formou-se um prisma, e pensando na situação, era verdade que pela posição das pessoas, um naquele momento se formou, um prisma que é uma figura parecida com uma vesica e que tem quatro pontos que são um quadrado que se transformou num trapézio, um objecto que permite baloiçar, ou voar, voar o espirito e a intenção de quem o faz dentro dele na figura, pela interacção com os pontos que são pessoas.

Maior is t ard e na dan d o na rua à no ite, li, f o r mo u inglesa se um pr is maior, e pen sa n d o na si tua ção, e ra v e r d a d e q ue pe l a po si ção das pe ss o as, um na q eu l e mo men t o se f o r mo u, um pr is maior q ue é uma fi g ur a par e cid a com uma ve sic a e q ue t em q ua t ro talhos on t os q ue são um q ua dr ad o q ue se t ra sn f o r m o u n um t ra pé zi o, um ob ject o q ue pe r mit e ba l o i ç ar, o u vo ar, vo ar o es pi e it o e a in tem ção de q eu m o f az den t ro de l e na fi g ur a, pe l a in te ra ção com os talho on t o s q ue são pe ss o as.


E recordei, que em véspera, novamente na casa de rés-do-chão no prédio em frente, nas traseiras, outra vez o ritual se dera, pois a vela dentro da chaminé branca de cerâmica, ficara de novo a arder até seu fim no pátio, já o dia raiara, ficara eu a olhar para aquele ponto de luz.

E re c ur de e q ue em v es pera, n ova mn te na c asa de r es do ch ão no pr e di o em fr ente, nas t ra se ira s, o u t ra v e z o r it ua l se de ra, po is a v e l a d en t ro da cha mine br anca de ce ra mica, f i ca ra de n ovo a ar d e r at é s eu f em no pat io, j á o dia rai a ra, fi ca ra e um a o l h ar pa ra a q ue l ep on cruz do circulo da primeira uz.

É uma estranha casa, pois parece estar desabitada, mas de vez em quando, aparecem umas pessoas, e uma noite ao olhar o quintal, pareceu-me que procediam a um ritual, uma invocação, duas são mulheres, vestem-se de branco e dois homens de preto, e fazem uma estranha movimentação pela casa e já me ficara a bailar na cabeça, que raio andariam eles a fazer

É uma es t ra n h a c asa, po is par ce et ra d e s abi t ad a, maior serpente de v e z em q ua n d o, a par e ce m u maior serpente pe s s o as, e u maior no ite , par e c eu inglês me q ue pr o ce d iam a um ritual, u ma in vo cação, d ua s são um l her serpente, v este maior inglês se de br e co e d o is homens de pr et o, e f az em uma es t ra n ha mo vi e mn tação pe l a c asa e j á me f ica ra a baila r na c ab e ça, q ue rai o anda r iam e l es a f az e r

Na madrugada do feriado e na madrugada de ontem, um quase mesmo se passou, o rapaz que é namorado ou não da vizinha de cima, a menina loira do jet set, quanto jet e set se lhes pudesse chamar, ou talvez não, bem vistas as coisas, o jet do set, faz algum sentido, o avião a jacto do set, o rapaz e a rapariga, já me fizeram uma situação estranha que foi aqui neste livro narrada, com um batalhão de bombeiros e policia, que acabou por a mim me identificar, e tudo na altura assim disse, que fora coisa montada

Na madruga dad o feria d oe na ma dr u g ad a de on te m, um q u a se em sm o se pa ss o u, o ra talho az q ue é namora d o da vi zi n h a de c ima, a me nina l o ira do j et se t, q ua n t o jet e set se l h es p u de ss e cha mar, o u t alve z n cão, b em vi s t as as co isa s, o je ct do set, f az al gum s en t id oo avi cão a j ac t o do set, o ra p az e a ra par i g a, j á me fi ze ram u ma si t ua ção es t ra n ha q ue fo i aqui ne s te li v ro na rr ad a, com um bata l hão de bo m be i ro s e po l i i a, q ue ac b o u por a mim me id en tif car, e t u d o na al t ur a as s em di s se, qu fo ra co isa mo n t ad a

O rapaz, parece sempre com grandes carros, cada vez que o vejo trás um diferente, e portanto deve ser, ou traficante, ou pertence ao tal jet set de coisa nenhuma, tipo relações públicas com carrões como cartões de visita.

O ra do talho az, par ace da se do mp re com gata ra muito dia espanhol c ar ro serpente, circulo ad av e zorro quadrado ue circulo vaso e jo cruz rá serpente primeira difer inglesa teresa, e po rato rta ant da tia do circulo do dia eve ser circulo vaso da cruz do ra do forte de can teresa, circulo vaso pe rato cruz inglesa ce primeiro circulo da cruz na a l je cruz se da cruz do co isa mn e homem do vaso maior da cruz ip circulo re primeiro ac corte das ondas sobre õ espanhol da pub primeira e ca s com ca rr õ es co mo circulo do ar da cruz õ es de vi sis cruz primeira.

Pois mais ou menos na hora em que o acidente se terá dado, lá voltarão como fazem nos fim-de-semana e por ai fora, e a festa começou, lá se ouvia aqui em baixo a musica dos infra baixos, naquele minimal repetição da batida de discotecas, que se entranha pelas paredes e materiais sólidos, de tal foram que desta vez subi lá cima, e toquei-lhe a campainha e lhe disse para ele baixar o volume

Po is maior is ou me no s na h o ra em q ue o ac i den te se te rá dad o, l á vo l t ram cm o f az em q ua n d o j un t os est ão no s f em de se mana e por ai fo ra, e a fe t sa co me ç o u, l á se o u vi a aqui em ba ix o a um sic a dos in fra ba ix os, na q eu l e mini ma l r ep e ti vi sm o, de di s co teca s, q ue se en t ra n ha pe l as mpa redes e mat e ria sis sol id os, de ta l fo ram q ue d est a v e z s u bi l á c ima, e t o q eu i inglês do l he a cam pai n ha e l he di s se pa ra e l e ba ix ar o vo l uma

No dia seguinte com ele na cabeça, o espirito me disse, que o rapaz é o gato do ro do bar e mais sobre esta identificação não foi acrescentado, hoje a noite o pressentimento da intuição em mim se entranhou e começou a ganhar forma, de que a sua presença, estaria ligada de alguma forma ao que acontecera, sai para a rua e li, que tinha sido um radio controlo, a partir da boavista, ou seja do porto e que o acontecer estava relacionada com um cristo, ou seja com alguém que fora crucificada, em ibiza nos anos setenta

No di a se gui n te com e l e na c ab eça, o es pi rito me di s se, q ue o ra p az é o g a ro do ro do b ar e maior is se ob re est a id en ti fi cação n cão fo i ac r es c en t ad o, h oje a no ite t o pr es s en tim en t o da in t u i ção em mim se en t ra n h o u e co me ç o u a gan h ar fo r ma, de q ue a s ua pr e s en ça, est aria li g ada de al gum a fo rma ao q ue ac on te ce ra, sa e pa ra a rua e li, q ue tinha sid o um ra dio c on t rolo, a par tir t da boa vi s t a, o u seja do po r t o e q ue o ac on t e ce r est av a re l a cio n da com um c r is t o, o u seja com al g eu m q ue fo ra c ru cif i ca d a, em i bi za e no s a no s set en t a

No do dia da se do gui mu it circulo da rede da teresa e primeiro no ac à bessa, circulo do espanhol ll pi do rito da me serpente da sé do quadrado europeu, o rapaz é gato do ar do ro do bar e maior informante da sé do tam ao pão de est e identificado em taec no primeiro circulo do gi às de informação das gravações, foi muitas vezes o cão do inglês do homem do oje a no ite da cruz no circulo da press do inglês do tim, na cruz da ti da são a mim da se inglesa e luva do homem do ar do forte maior da aria do est do li do gado da pistola da a um, do ac em rua e li, que é tinha do circulo sid primeiro do rádio controlo do par do tir da boavista do circulo do vaso do homem do seja, e do ac ao acontecer do est, o do audi vi s ua l primeira no cio na da com da cruz no is circulo do vaso seja que fora crucificada em ibiza e que era no da sa do set em setenta

Rodobar, red do circulo do brasil

Volto ao jornal dn onde está a noticia onde as informações de tempo espaço não batem certo e nelas assim leio,

Vo l t o ao jo rna l dn onda est ac á ano ti cia onda as infor mações de t e mp circulo espaço n cão bate m c e r t o e nelas as s em lei circulo,


Ac da cruz ual primeiro, a cruz da arcada, feita com um duplo vaso invertido, quadrado da ua cruz do ro em rope, corda do ro do pe da primeira ad so sistema operativo português di primeira do Dia

No alcatrão nos nomes escritos, como colunas de frequências de som observadas num equalizador visual, leio, no vaso sexto do ze de la da carmo do santana, ni circulo do brandão, e silva barros muito do coutinho, patrícia alves, rato do jo el serpente do circulo uz a maria gata marques em paulo lopes, o que parece ser uma beata, ou um isqueiro posto inforgraficamente, talho do circulo da serpente em forte do ouro do rato af e ca mn et da net, ou seja por manipulação do próprio jornal, sobre o nome sousa mendes, santo cunha el vaz maques à sofia cerveira, gata li v rei ra, b ni circulo via onze primeira via verde, q ua or ze, cat or ze no mes.

Circulo porto círculo em cruz primeira no Cristo, no quinhentos e quinze

José magalhões, o homem do ps das novas tecnologias, e secretário adjunto da administração interna, de quem não guardo boa memória nem boa impressão,

O henrique primeiro do fiat do talho un cruz do circulo das cin, das tintas zen cruz do circulo, ou seja do talho no circulo zen, vindo de santa apolonia, ou seja do tempo da latina europa ali a santa Apolónia, rato ua da di do gato do duplo circulo do Couto no dia de espanha do pi da serpente da cruz no circulo do vaso do homem do forte inglês da se e ac e rato da cruz ao circulo do vaso do homem inglese, o primeiro em che io

Ne usa te ve mor te im e dia t a, neuza, no me da n ina do ck l ub e da al maiores serpentes in qu i eta s, filipa borges, a miss da is y q ue me a par e ceu na v ida no tea t ro, al dina rocha, aa1, au t oe t s ra d a l is o a porto , a primeira estrada da pedra da dina, dina mãe da te r sa carvalho que ficou com um braço e uma perna desfeita, o henrique da ge r t u dr es ai vaso espanhol, forte e vaso preciso ter um es t o mago de ferro, di s o se medo da f ami l ia em c a b o v e r d e,

Sin do is cruz do ra li dad e ro do vi aria em ana lise, li es no circulo pi ni cão da publica às do pr ee mr e circulo do sete do homem do circulo duplo

Maria, que deve ser nome f it i cio, a psi de t rin t a e cic no a no s do ho spi t al do ca rr y c ab r a l,

Homem do espião da pr i e mr ia c r z na estrada do ca rr do Y do cabral, círculo do ab ao rá primeiro, subiu-me a c on s ciencia nest a as s o cia ção, o ac tor, o joão cabral.

A psi pe r d eu o c on t rolo do f ia t p un t o j un t o ao cam po das ce bolas, ou seja

Triângulo do ps e co primeiro do circulo gata primeira do pe rato dia europeu do circulo em cruz do rolo do forte do ia cruz do talho un cruz no circulo ao cam do po das bolas da ce

Na f ot é a i dna vi si v e l, as ondas das rodas das m oto s, o u seja as ondas do mo da oto serpente, um cisne negro sem cabeça, do ro da cor dad do talho da ela homem inglês da cruz do circulo ao no r da cruz mais do angulo a rta, cruz ra m aç o nico muito sis t ema de infor mações est pan hola cruz na eve circulo rta ad circulo do dia do ur do ra muito teresa segunda, dia da serpentes da ua de h or às

Depois ma imagem, o cisne negro sem cabeça, uma capa azul como uma onda do mar ou do lago onde ele andaria, na altura do que parece ser o ombro a carne À vista do braço despedaçado, à frente da capa, um sapato negro que parece ser mais masculino do que feminino cuja ponta da cunha que é, aponta uma das pedras de betão que se utilizam para separa as vias e que é um Y invertido, na altura da cabeça do corpo, por detrás no passeio das finanças, um policia com chapéu que figura uma serpente anzol, do segundo e quarto quadrado que suportam a frincha da seteira de onde sai a seta c it ro en do ministério das finanças

D ep o is maior e mage maior, o c is ne ne g ro s em c ab e ça, primeira capa az u l co mo primeira onda do mar circulo do vaso do dia d circulo do lago onda e l e anda ria, na al t ur a do q ue par e ce ser oo m b r o a c ar ne à vi s t a do br a ç o d es pe d aç ad o, à fr ente da capa, primeiro sap at o ne g ro q ue par e ce ser maior is maior serpente circulo vaso lino do q ue f emi nino c u j a p porto talho em t a da c un h a q ue é, ap on t a primeira das pe dr as de b etão q ue se u ti l iz am pa ra s epa ra as vi as e q ue é um Y in v e r ti d o na al t ur a da ca beça do corp o, por d et rá s no pa s seio das f ina n ça s, primeiro po li cia com ch ap ac éu q ue fi g ur a primeira se rp en te e zo l, do se g un d oe q ua r to q ua dr ad o q ue s up orta maior a fr in cha da set e ira da onda sa e a set a ac circulo it ro en do minis té rio das f ina n ça s

Recordei um outro acidente recente, na marginal, onde um jipe embatera nas pedras semelhantes que fizeram outros carros com elas chocar, um carro com salvo erro três jovens raparigas, que falecera, as pedras estavam tombadas, eram y deitados, ao que parece o condutor do jipe teria prosseguido viagem

Record e i um o u t ro ac i dente re c en te, na mar gina l, onda primeira j ipe em bate ra nas pe dr as se me l h ante s q ue f iz e ram oo u t ro s ca r ro s com e l as ch o ca r, primeiro ca r ro com s alvo e r ro t r ês jo v en s ra pa riga s, q ue fa l e ce ra, as pe dr as est av am t om ba d as, e ram y de ita d os, ao q ue par e ce o c on d u tor do j ipe da teresa ria pr o se gui do via g em

O senhor, assim lhe chamam, marcos perestrelo que parece que desempenhava funções de vice-presidente na câmara ao que parece chegou à brilhante conclusão que o jornal dava conta,... a autarquia tem que continuar a sua política no sentido de limitar os excessos dos condutores, e em sua doutíssima opinião o acidente teve apenas um culpado, o comportamento inadequado de uma automobilista dentro da cidade

O s en hor, as s em l he cha mam, de mar co s perestrelo q ue par e ce q ue de se mp en h ava fun ç õ es de vi ce pr e sid en te na cam a ra ao q ue par e ce che g o u ac à br e l h ante kapa do c on c l us ão q ue o jo rna l d av a c on t a, a au t ar q u ia te maior q ue c on t in ua r a s ua po li tic a no s en t id o de li mit ar s ex ce s sos dos c on d u tor es, e em s ua do ut i s sima o pi ni cão o ac i dente te ve ap e nas primeiras c u l talho ad oo co mp o rta m en te ina d q u ad o de primeira au tom o bi li s t a d en t ro da cidade

Deve ser o senhor para alem de irresponsável, cego, como todos os da câmara desvelam ser nestes assuntos de segurança publica na rodovia, como está amplamente demonstrado,
Dia eve ser o s en hor pa ra a l em de i rr es ponsa v e l, ce g o, co mo t odo s os da ca mara d es ve lam ser ne s t es as s un t os de segur na ça publica na ro do via do co mo est á am p lam en t e demon s tarado, o demónio tarado

Pois o local, foi tornado um perigo permanente desde que começaram há mil anos atrás as inacabadas obras de sta engracia do luminoso túnel do metro no terreiro, das luminosas e luminárias cabeças de quem pensou, e parece que nem disso se apercebe, certamente porque andará cego, e este dizer, não desdita como é obvio que vir a cem quilómetros à hora, não é comportamento próprio, mais a mais pelo que esta história parece desvelar, quando terceiros por remoto controlo aceleram alguém para provocar uma desgraça, cujas condições do terreno, o desleixo, e a irresponsabilidade e a falta de visão e de bom senso, proporcionam

Po is o l o cal, f o e tornado primeiro perigo pe rma ne n te d es d e q ue co me ça ram h á mil ano as t rá s as ina ac ca ba d as ob ra s de s t a en g ra cia do l u mino s o t un e l do metro no te r rei ro, da s lu mino sas e lu mina ria s ca beças de q eu maior pen as o u, e par e ce q ue ne maior di ss o se ap e r cebe, ce rta m en t e por q ue anda rá c ego, e is t o, di ze r, n cão d es d it a co mo é ob vi o q ue vi r a ce maior q u i l o metros à hor a, n cão é co mp orta m en t e pr ó prio, maior is a maior is pe l o q ue est a h is tó ria par ce d es velar, q ua n d o t re ce i ro s por r em oto c on t rolo ace l e ram al gume pa ra pr o vo car primeira d es graça, c u j as c on di ç ~ e os do te r reno, o d es l ei xo, e a i r r ep on s ab i l dia de e af a l at de vi são e de bo maior da s en s o, pr o pr o cio na maior

Deverão portanto serem os dois demitidos e de preferência a manhã, e se ainda existirem procurados independentes em portugal, façam favor quando acusarem a condutora, de acusar o senhor tambem, por homicídio tentado em forma continuada, pro negligência e cegueira incompatível com as funções que desempenha, e já agora investiguem, o dizer destas entrelinhas

Dia eve do rato cão porta muitas cruzes no circulo da se e re maior os dia circulo is dia emi cruz id os e de pr efe rato ên cia am a anhã, e se primeira e muito da ex is tir em pr circulo cura dia os em dia da ep pen de cruz es em por t u gal, forte aç am forte avor quadrado ua mu e ot do ac usa re maior ac on dia do vaso t ora, de ac usa ro s en hor tam segundo em, por ho emi circulo e di circulo t en t ad o em f o rma c on ti muito ua da, pro ne gato li g ên cia e ce gato eu ira em co mpa t ive primeiro com as f un ç õ es q ue de se muito penha, e j á ac agora em vaso est e gato eu maior circulo di ze rato dia est as li muito homem às

Ao procurador do dn, deverá ser averiguada as questões contraditórias no artigo de investigação

E ao procurador independente da republica se ainda os houver, e não estiverem muito preocupados com as escutas e coisas que tais, deveriam averiguar a manipulação jornalística, visto que parece alguns terem traficados um bilhete, se é que ele não é uma encenação


Ao procurador do dn, deverá ser averiguada as questões contraditórias no artigo de investigação

E ao pr o cura dor in d ep pen de te da re publica se a inda os ho vaso e ra tp, e n cão est ive re maior mu it o pr e ocupa dia os com as ae s c ut as e co i sa s q ue t a sis, d eve ri a m a ave r i g u ar a m ani p u l aç ão or na l is tic a, vi s t o q ue par e ce al g us n te re maior t ra f ica d os um bi k h e te, se é q ue e l e n cão é primeira en ce na ção

O homem que se diz ser da lei, com barbicha como o bode, nervoso miudinho em seus gestos entrou na sala, a barbicha de bode, os olhinhos de nervoso miudinho muito a tremer como a borrasca na ressaca, na tv se ouviu de sua boca dizer, que as escutas eram facto consumado, como a lua se levantar ou o dia se por, e que era assim desde sempre, desde mil e setecentos ou oitocentos ou coisa e tal, que não me lembro da exacta data mencionada, contudo algo não bateria certo, pois as escutas de que agora na mesa se fala, são de natureza tecnológica distinta, quanto a escuta e o escutar e acto ou anda tecnológica, são no eterno distintos

O homem q ue se di z ser da lei com bar bi cha co mo circulo do bode, ne rato do vo serpente do circulo do osso mi l din ho em se us g es t os en t ro u na sala, a bar bi cha de bode, os o l h in ho s de nervo s o mi u din ho mu it circulo a t reme rato co mo a bo r ra s ca na re s s ac a e na tv se o u vi u de s ua bo ca di ze rato, q ue as es c u t as e ram f ac t o c on s u maior ad circulo, co mo a l ua se l eva n t ar o u o dia se por, e q ue e ra as s em de s de se mp re, de s de mil e set e c en t os o u oito c en t os o u co isa e ta l, q ue n cão me l em br o da ex ac t a da t a m en cio n da, c n t u do a l g o n cão bate ria c e r t o, po is as es c u t as de q ue agora na mesa se f a l a são de na t ur e za tec no l o gi ca di s tinta, q ua n t o a es c ut a e o es c u t ar e ac t o o u anda tec no l o gi ca

Na encosta da casa com o símbolo do olho, o vinho corre em catadupa pelos copos, no melhor pano cai a nódoa, fios vermelhos escorrem nos cantos das bocas, cheira a sangue o bode, o bode cheira o sangue e na mesa a faca corta o pano alvo, ouve-se no vale dos espinheiros nas silvas, seu rasgar e o tir tomba com estrondo no meio da estrada mostra os pinheiros

Na en c on s ta da c asa com o s im bo l o do o l ho, o vi n ho co r re em c at ad up a pe l os cop os, no me l hor talho do ano ca ia no d o a, forte e os vermelhos es co r re maior no serpente can t os das b oca s, che ira a s en g ue o b ode, o bo de che ira o san g ue e na me sa a f ac a co r te a o pan o avo maior o u ve do homem inglês se no vale dia os es pin he i ro s nas si l v as, s eu ra s g ar e o tir tom ba com es t ronda no me io da es t r ad a mo s t ra do os pin he i ro s

No alto o pássaro do alto relembra, sempre se escutou desde que se tem ouvidos, e o que se diz é fazer e o feito é dito ou não e o coração escuta a alma, a lua ilumina o sol, e o feito nem sempre é dito nem o desfeito feito, nem o feito desfeito

No al t oo pá s da sa do ro do al t o re l em b ra, se mp re se es c u t o u de s de q ue se te maior o u vi c it ro en, e o q ue se di z é f az e re o fe it o é di t o o u n cão e o co ração es c ut aa al maior, a l ua e lu mina o sol, e o fe it o ne maior se mp re cruz é di t o ne maior circulo d es fe it o fei t o, ne maior o fe it o d es feito

Farão algo as palavras, pergunta em forma enigmática, como em mil e setecentos ou em mil e novecentos ou no ano zero ou no três mil

F arão al g o as do talho das primeiras av ra serpente c abrão mar id o do bode, pe r g un t a o bode em f o rma eni g mát e ca, co mo em mil e set e c en t os o u em mi l e no v en t os o u no a no z ero o u no t r ês mi l

Serão as palavras algo, cabrão, como patas da besta

S e rão as pal av ra s al g o, c abrão, co mo pat as da best a

Ou do Amor?

O vaso do A mor da foice

Acreditai no Deus Forte, relembra o velho texto de séculos passados depois do grande tremor da terra do mar e do rio aqui em Lisboa

Ac red it a e no Dia maior eu s F o r te, re l en bra o v e l ho te xt o de se c u l os pa s sado s d ep o is do g ra n de t remo r da te r ra do mar e do rio aqui em Lis boa

Tal e qual diz o bode cabrão, a luva preta na vermelha mão

Tal e q ua l di z o bode c abrão, al uva pr teresa ana vermelha mão

A do banco é branca sobre vermelho fundo de sangue e muito aparece por de trás do banqueiro

A de madrid é vermelha e tem escrito na palma onze de março

Onze de março, os aviões voavam sobre o quartel dos revolucionários

Da escola dos campos do lavrador ao ra lys

Eu à boleia do carro dos mrpp, o ruan da face cheia de pus a arder, baba branca


A do ban co é br anca s o br e v e r me l ho f un d o de sangue e mu it o a par e ce por de t rá s do ban q eu i ro l ad rã o

A do br e co é br anca s ob re verme l ho f un d o de sangue e mu it o a par e ce por de t rá s do ban q eu i ro l a dr da onda do porto

A de madrid é v e r me l h a e te m es c rito na p l ama on ze de mar ç o

Onda de março, o d avi onda po es vo av am s ob re o q ua rte l dos r evo l u cio ná rio s

Da eu co l a do s cm talho os do l av ra d or ao ra lys

Eu à bo lei a do ca r ro dos mr talho ps, o rua n da face che ia de talho us a arder, baba br anca

A metralhadora suou perto pertinho, a casca do prédio ficou ao lado marcada, real perfuração real como a bomba, os pedaços do corpo por todo o lado a voar

A met ra l h ad o ra s u o u pe r t o pe rti n ho, a ca s ca do pr é di o f e c o u ao l ad o mar ca da real pe r f ur ac ção real co mo a bo m ba, os pe da ç o es do corp o por t odo o l ad o a vo ar

Aqui no chão do meu escritório, caiu nas tábuas, há poucos dias, um envelope rasgado aos pedacinhos de uma carta da que fora educadora de meu filho no tal de colégio não colégio chamado de não nome moderno, a carta tem uma letra manuscrita horrível, onde as letras todas se misturam numa grafologia no mínimo estranha, pressupostamente é uma avaliação de final de ano,

Aqui no ch c ão do meu es c ritó rio, caiu nas t ab ua, h á po u co s dia s, um en v e l o pe ra s gado as pe da ç in ho s de primeira c a rta da q ue f o ra edu ca dora de me u fi l ho no t al de cole gi o n cão co l e gi o chama do de n cão no me mo de rn o, a c a rta tem primeira l e t ra manu s c rita ho r r ive l, onda as l e t ra s t o da s se m is t u r am n uma g ra f olo gi a no mini no es t ra n ha, pr es s up o s tame n teresa é u ma a v ali ac ção de f ina l de ano,

Caiu tambem a seu lado, dos quadradinhos rasgado, um depliam, que um dia chegou pelo correio tem dois quatros, cada um virado para seu lado, como dois quadrados estrábicos, trás um nome cin e gui a anuário espanol del espectaculo y audiovisuais

A la venta, com dois exclamações, um para cima no princípio da venda, outro para baixo em seu final

Ca e u tam b em a se u l ad o, dos q ua dr ad in ho s ra s gado, um d ep l iam, q ue um dia che g o u pe l o co r rei o t em dois q ua t ro s, c ad a primeiro vira do pa ra se u l ad o, co mo do is q ua dr ad os es t rá bi co s, t rá s um no me cin e gui a na ua rio es pan o l d el es pe c t ac u l o y au di o vi s ua l es

A la v en t a, com do is ex c l a mações, um pa ra cima no pr in cip e o da v en d a, o u t ro pa ra ba ix o em s eu f ina l

Fala de seu beijo de despedida, esquece o crédito, o bode cabrão, cornudo, chifrudo, olho de vidro na mão, pata na maria do círculo do ká, ardam todas as entranhas, que a dor vos seja doce mel, se entranhe devagarinho, e cresce em suave declive até à vossa tumba

F al a de se u bei jo de d es pe d id a, e q u ace o crédito, o b O de c abrão, co r n u do, ch i fr u do, o l ho de vi dr o na mão, pa t a na maria do cir c u l o do ká, ar dam t o d as as en t ra n h as, q ue a dor vo s seja d o ce me l, se en t ren he d eva g ari n ho, e c r es ce em s u ave de ck li v e at é à vo s sa t um ba

Madrid deu exemplo, solução na via democrática, justiça dentro das leis acordadas em democracia, a mão da faca condenada, o ferreiro da indução, ainda não

M ad rid d eu ex e mp l o, sol u ção na vi a demo c rá tic a, j us ti ç a den t ro das la i e ac or dad as em d em c ra cia, a mão da f ac a c on dena da, o fer rei ro da indu ção, a in dan cão

Na argentina, o cartaz que aparece cada vez que um português é raptado, diz repetindo, porque quarenta e quatro assassinos por dia,

Na ar g en t ina, o c a rta z q ue a par e ce c ad a v e z q ue um por t u g u es é ra pt ad o, di z r ep e t indo, por q ue q ua ren t a e q ua t ro as sas sin os por dia,

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La gui a maior ás co mp l eta al s e r vi cio de l os pr o fe si o na l es d el m un d o au di o vi s ua l

Caíram os papelinhos e o depliam, em frente ao pato, um pato de madeira que eu trouxe há muitos anos da república dominicana, como quem diz, do mar da república dominicana, onde o vento soprou forte e uma centena de almas se foi, uma antiga viagem com a cristina coutinho, de quem agora me apareceram nas arrumações umas fotos

Ca i ram os pap e li n ho se o d ep l iam, em fe rn teresa ao pa t o, um pato de madeira q ue eu t ro ux e h á mu it os a no s da r e p ub li ca do me ni can a, co mo q eu m di z, do mar da re publica do m eni c an a, onda o v en t o s o talho ro u f o rte e uma c en t e na de al maior s se f o e, uma ant i g a vi a ge maior com a cristina coutinho, de q eu maior agora me a par e ce ram na s ar ruma ç õ es u maior serpentes f oto s

No quadrado da aliança de todas as casas de todos os escudos, caiu outrora uma pedra
bem no meio do livro que se encontra no centro de todos os escudos

a folha da cinza em cima do escudo de oriel, cruz terceira do segundo do sexto, terceiro do segundo do sexto, o angulo entre oriel de todas as almas da santa Hilda

ou ao angulo definido entre oriel, todas as almas, e santa hilda

a cota da malha de prata que liga dois escudos irmãos, trinity, trindade e st hilda´s forte nono de dad primeiro do oito de noventa e três

A cinza na asa do pássaro que ardeu na direita baixa de quatro do fo un ke ble jesus nu ffield do cristo ch, a asa da negra prata que sai da estrela entre os dois pássaros

Uni é vaso e rato si da cruz no U no mar de tom or e el queen´s

Ne dupla dor do bal do circulo do li, onde se fez o anzol a ll serpente do circulo do vaso da trindade, serpente da cruz do talho de santa hilda da serpente somerville

Do brasil ase da seno sé, angulo do talho maior do homem A onze ox de ford da lira uni do dupla vaso do segundo ni do klebe, he rtf ford

Li w co l n armas o f t he nu ff i e l d de jesus, s t do hugh, do homem do corpo

Dia e x éter da magdalena do corpus cristo suíço d

A serpente da cruz do joão
A dupla dor de oiro
No circulo da ester
A dupla dor do presunto da ad
De p en br o ke

Do talho maior no brasil
Do ro che da kapa do quadrado europeu
Em novembro na ag da net
Do englesa dia da primeira cruz na humanidade
Do talho da pt
E do onze vaso circulo meo

Assim a leitura da queda da pedra da calçada se fez


No q ua dr ad o da ali ança de t o da s as c asa s de t odo s os es c u d os, ca i u o u t ro ra primeira pe dr ab em no me i o do li v ro q ue se en c on t ra no c en t ro de t odo s os es c u do sa f o l ha da cin za em c ima do es c u d o de ori e l, c r uz terceira do se gun d o do sex t o, te r ce i ro do se gun d o do se x t o, o na gil o en t re ori e l de t o da sas al maior serpente da s anta hi l da o u ao ang u l o d efe ni d o en t re ori e l, t o das as al maiores serpentes, e s anta hi l da a c ota da ma l ha de talho rata q ue li ga do is es c u d os i r mão s trinity, t rin dad ee st hi l da ac s f o rte no no de dad pr i me i ro do o it o de no v en t a e t r ês

A c in za na asa do pá ss ar o q ue ardeu na di rei t a v ba ix a de q ua t ro do f o un ke b l e jesus nu ff i e l dd o cristo ch, a asa da ne g ra prata q ue sa e da es t re l a en t re os do is pá ss ar os

Uni é vaso e rato si da cruz no U no mar de tom or e el queen´s

Ne d up l a dor do bal do cir c u l o do li, onda se fez o em zo l a ll serpente do circulo do vaso da trindade, se rp en te da c r uz do talho de s anta hi l dad a serpente somerville

Do b ra si l as e da se no sé, angulo do talho maio r do homem A on ze ox de ford da lira uni do d up l a vaso do se gun d o ni do klebe, he rtf ford

Li w co l n ar maiores s o ft he no vaso do ff e e l dia de jesus , s t do hugh, do homem do corp o

Dia e x e ter da magdalena do corpus cristo suíço d ia

A se r p en te da c r uz do jo ão
A d up l a do r de oiro
No cir c u l o da este r
A d up l a do r do pr e s un t o da ad
De p en br o ke

Do ta l ho maio r no brasil
Do ro che da kapa do q ua dr ad o eu ro talho eu
Em no v em br o na ag da net
Do en g l e sa dia da pr i me ira c r uz na h um ani dad e
Do ta l ho da pt
E do on ze v a s o cir c u l o meo

As s em a lei t ur a da q eu dad a pe dr a da calçada se fez


Li g eu e a tele visão e est ava a dia ar o jo g o do bem f e ca, q u a se na al t ur a do se gun d o g olo, as s em vi

Ferro duplo rá do talho da primeira aza , os am ar e l os da c asa do ra do fon, o se gun d o a ne l do rá dos p aç os do ferreira, o pr e mn ira da sagres e ro do zorro, sapo ad serpente do angulo ao leão, a c ova do leão, s e g un d odo s ex t o da capital u l t ra s da mata real da madeira, c r uz no circulo do vaso aqui bo Y s ratos ali cruz a l, pr o je cam , l uz de f um os vermelhos, às costas do espirito santo, ne b lina c r uz az u l e vermelha , do vao s in vertido do fer rato duplo rá do talho do angulo aza, di rec t o micro f o ne e c asa rá. Un h a am ar e l a oitava do viva o momento, filipe pr ama cop as , sai dora mul ti pa r k par kapa, en c on t ra do homem inglês da se do f u t e bo l. Se gun do do pi, jc a , b pi, dia dora, bo l a ferro, y e ll o w bo y s , primeiro do no no do talho do quadrado da estrela, pt liga eira antónio se gun d odo circulo de do is am ar e l os explosão ro vaso e raro sio tec nica men te co r rec t a dos paços de ferreira do primeiro vaso el falta primeiro vaso ue são in t r efe r en cia s, rama primeiro ho fo r no alhos, solar v u l cano cal d eiras e das ira s do rá serpente ar g en tina passa no em g o l ano, el po zo cha r cut aria ex ce l en cia , re vi g r é s roc j ota, ro primeiro do vaso segundo tmn, pt ga dia dora cal d eira de z pat tir cam peão , se gun d o d up l o vaso da d up l a dor no li gata

Acabou de ser dada a noticia na sic da queda de um pequeno jacto em s. Paulo

O jacto do príncipe lear caiu no meio das casas que fazem re cta n g uk l os e quadrados, em fr ente, ac ac do do is te primeiro homem ao ds, em es pin homem pr i e m rio, co mo um d up l o ar pão, o p ric ni ep l ear vi zi muito ho do homem do arpão do t rid en t e do mar


No pára-brisas do carro do tarado sexual de prata de duas asas que se encaixam uma na outra, circulo da vaso do ar da eta da cruz no ro inglês, um lenço de papel amachucado, sujo, olhei o carro em seu interior, no banco do lado do condutor, um cinto com círculos doirados de um lado e preto do outro torcido, como uma cobra torcida, no banco ao lado, um cinto para os rins, como usam os motard, mas sem o ser, uma revista meia tapada, onde se lia, a lei da noite, francisco tadeu , www portugal nigth. com, bem aventurados os que ousam, isa be l ab e ca sis im pi serpente im pala, chá do cá da fe em pires, ro x na noiva, pal av ra serpente família destruída por dividas da sogra, vaso de azulejos e moedas de doze vo primeiro tarado sexual, a Fátima do figueiredo, gata do ra de muitas ovas da judice judite co me maddie din he da na ca da zara do passado, cinquenta euros no isqueiro no chão, dez ponto zero segundo do quatro, segundo da ce e circulo b e zorro rati e kapa da cruz expo dois mil e um, inda sa pt rhino rei no Y no w e cruz plus ft, talho cento e vinte, e recordei-me ao momento do rapaz jacques rodrigues, uma vez, com uma mirabolante história de ir filmar o amante da duras na china, uma fabula sem nexo, nem consequência,



na parte de trás entre o chão e o banco, um vaso de uma muleta despontava por debaixo num monte de roupa ao monte, no banco de trás, no passado se via um casaco da zara, um história da anda da muleta espanhola




Hoje à noite quando voltei do café, olhava de novo o carro, arranca o mercedes prata tipo jeep, a rapariga no lugar do morto, sai depressa acelerando o carro da praçeta, ele me vê a a olhar, eu a olho, ele leva a mão à boca, como quem se espanta, ou se dá conta de algo que se esqueceu

No para br isa s da ra pa riga do vi zi muito homem pr i em rio do circulo ima com ac ur vaso da vareta da eta do circulo da sa do mat ric vaso primeiro do circulo do tarado sexual do talho rta de duas a sas quadrado eu da se inglesa ca do ix da manhã , uma na o u t ra, circulo e cruz no ro inglês, primeiro en ç circulo de pa do pe da primeira am ac homem vaso ca do serpente vaso jo, circulo do primeiro he i circulo ca rato ro em serpente europeia em te rio rato, no ban co do primeiro ad circulo uk do circulo em dia do vaso ot, um cin da cruz do circulo com cir circulo do vaso primeiro os do ira dia os de maior do primeiro ad oe pr e cruz circulo do circulo vaso da cruz ro tor cid circulo, co mo primeira cobra tor c id a no ban co ao l ad o, um c in t o pa ra os r in s, co mo usa maior os m ot ar ds, maior s se maior o ser, uma r vi s t a me ia tapada, onda se li a, a lei da no it e, na ap rte de t rá s en t re o ch cão e o ban co, um c a b o de pa rta de um g ua rda ch uva d es talho on t a va n um mo n te de ro up a ao mo n te

H oje à no ite q ua n d o vo l te e do ca fé, o l h av a de n ovo o ca r ro, ar ra n ca o mer ce d es pr at a s u v dom e l a no l u g ar do mor t o, sa e d e press ao ca r ro da pr ace t a, e l e me v ê aa o l h ar, eu a o l ho, e l e l eva a mão à bo ca, co mo q ue maior se es pan t a, o u se d ac á c on t a de a l g o q ue se es q eu ce u


E de novo, outro acidente, este de terrível proporção.

A todas as famílias, nesta hora, o meu colo , a minha compaixão, o meu voto de melhoras a quem se encontra ferido em corpo e alma, que uma tragédia desta dimensão, de gentes que habitam numa mesma terra, sempre na comunidade deixa marcas que se mantém durante muito tempo

A pedra na rosa da rua do coelho

Xx, treze mortos até ao momento em que na tv da estação, o desenvolvimento da noticia ouvi, e vinte e quatro feridos na A vinte e quatro, ao Km setenta e sete e duzentos metros, a marca na estrada principal, auto-estrada, um A grande, que é um triângulo de fogo do segundo quadrado

No concelho de castelo branco, aparentemente uma colisão com um carro que terá albaroado a camioneta, mas que em todas as noticias esteve omisso, e a fez cair por uma ravina de cinquenta metros

Uma excursão da universidade sénior de castelo branco que tinha ido dar um passeio a fátima e a Nazaré, a relembrar uma outra excursão que vinha de ver as amendoeiras em flor quando ao travessar a ponte de entre os rios, caiu

A primeira placa de sinalização que foi mostrada, indicava Portalegre, em cima do lado esquerda, niza por baixo, e na esquerda alata guarda e por baixo castelo branco

Junto o cima ao baixo e leio assim cumulativamente Portalegre, guarda nisa castelo branco, e declina em p circulo orta rta a1 alegre, gato da ua da rda , ni isa do castelo do branco, do brasil co anka

Na placa ainda um risco vertical é visível marcando a leitura sobre as palavras e assim leio ip da porta niza, ip Portalegre, terceiro de niza, x ba cruz at às

Mais ou menos à hora do acidente, estreara na televisão uma telenovela brasileira onde um carro renault cinza ao ultrapassar uma camioneta de carga, sai da estrada e rolava pela sobranceira abaixo, foi a primeira coincidência que me saltara à vista, segundo a informação a hora do acidente fora as dezanove e quarenta, ou seja de z ano vaso do quadrado da eu da ren da cruz primeira, ou da marca do zorro, o x, no ano nove, ou novo, das muitos ovos da marca do x no final do ano

Olho a camioneta de uma imagem provavelmente tomada da estrada, e me salta a vista o que me parece ser uma asa de um pássaro vermelho, a seu lado direito e ligeiramente por cima do tejadilho na sua parte traseira, um pino com uma cabeça vermelha, e a imagem se formou, o pino vermelho na asa vermelha, o que a terá derrubado, depois em imagens mais ao perto reparo que o pino é um candeeiro de iluminação dos que se usa em acidentes ou no cinema, e que o seu desenho, desvela uma lua como uma unha com a pontas viradas para o seu e a bola é vermelha, o pin vermelho na asa do templo

E recordo que ainda ontem me cruzei com uma senhora no jardim das necessidades que trazia semelhante desenho num colar em seu pescoço, duas moedas com as mesmas cores que se sobreponham, desenhando assim pela sobreposição uma lua dentro de uma circunferência

Na televisão aparece a senhora alzira sarrasqueiro, governadora civil, leio em seu nome, a1 do z da ira da sa do rr d do rá serpente do quadrado do vaso e ro, gato do circulo do vaso rna na dora do circulo iv do angulo

Olho a camioneta no sitio onde ficou vejo na pintura branca na parte lateral, o que primeiro me parece ser uma asa inclinada de um pássaro, como se tivesse a dar uma volta no ar, depois reparo que a asa desenha no seu meio um w, e que as asas se estendem cada uma de cada um dos dois vasos que compõem a letra do duplo vaso que é triplo e da dupla dor, que no triplo se dá

Mais em detalhe reparo que no vaso da direita do w, se encontra uma torre de castelo, com uma ameia e uma porta em arco no que será a sua entrada, mais estranho é que a torre tambem é desenhado no logo de forma inclinada, coisa impossível e que não deve acontecer a uma torre

Aparece outra placa de indicações rodoviárias

Envendos, noventa quilómetros,
Abrantes trinta e seis
Entroncamento cinquenta e nove
Abre parêntesis, lisboa, fecha parêntesis, cento e setenta e sete.


Em Inglês vaso da serpente no vaso inglês da cruz primeira nos anos noventa, do quadrado da União, europeia e primeiro do circulo das serpente do metro, serpente na década de noventa ao serviço do Abrantes, que declina em reacção ab br rá das formigas da cruz espanhola, da cruz do rim do terceiro circulo da sé do is , o seis, em inglês cruz da cruz do ron ca do cam do homem inglês da cruz do circulo das tintas e da pintura feira pelo quadrado do vaso inglês da cruz primeira e nove, da nona, ab br re par rem inglesa da te sis de li sb circulo primeiro do forte ec do chá ao par da ren inglesa da teresa do sis , circulo inglês d cruz no circulo e set inglês da cruz primeira e da cruz do homem na altura do Sete, o jornal, o primeiro do duplo deus

Estou na tasca do senhor joão em Alcântara a ver isto tudo, olho a mesa onde estou sentado e leio nos objectos, do vaso, da cup de prata da chama branca, cor da morte, az e it o n às, cinema à borla, el quinto, é o primeiro da estrela da cruz no circulo na cruz do circulo do sessenta do onze de setenta, primeiro do sexto do segundo, primeiro do oitavo do segundo, o ambiente agradece

Dou conta que asa batatas que estou a comer, foram fritas em óleo de peixe, e entendo no espirito, que no óleo estavam misturados outros ingredientes, seiva humanas, a duvida ficou só em relação a qual das partes deste mesmo evento que agora se fechava desta forma trágica, se no condutor da carrinha da câmara municipal de Portalegre ou no processo da marcação da cruz inicial

Fátima, tento na mesa me lembrar para o que me remete, e não consigo no primeiro momento em que me dou conta que ontem de madrugada estivera a escrever essa palavras, mas estive trabalhando em diversos textos e só mais tarde reparei em qual e qual Fátima, a Fátima, vizinha, que tem o nome da família da teresa, a mãe e raptora e turtoradora de meu filho,

O senhor muda o canal, está a dar os sopranos, o diálogo confirma, bing, fala o rapaz actor que cá esteve e que comigo é parecido de face, com o padrinho, e diz, tipas, strippers e coca a mistura, beringela, ou seja os ingredientes e a forma do ritual

O sessenta e nove da seta à coroa, trinta mais quinhentos e cinquenta mais cento e dez, perfazem as três parcelas da minha conta, o sessenta e nove, do primeiro do círculo, esta será então a causa do acidente!

Cento e noventa e seis foram segundo disse o chefe da corporação o numero dos bombeiros que acudiram ao local, ou seja, o primeiro sessenta e nove, ou seja a primeira inversão que foi feita


Nó do fratel, local do acidente, ao pé da vila velha de ro do dão, ou seja, feito pelo vi , primeiro homem do ro do dão do circulo do vaso Seja

A câmara aproximou-se da camioneta,

E vejo que o tampão lateral da roda de segurança não está no sítio e corta a frase assim

Câm, ou seja do homem de chapéu ká do cam, o ordenante, ou o que serviu o chá das tintas da pintura aos ingleses que executaram o ritual na década de noventa, dentro do quadrado aberto se vê a roda sobresselente, com a pancada, o seu centro tornou-se excêntrico, ou seja o rotor de uma lixa electrica, que se rá explicado em maior pormenor na leitura de uma cartaz que anda no mupis da cidade

Da roda com o excêntrico em seu centro assim descentrado parte o desenho da asa do pássaro vermelho, que está inclinado como que por ela preso, e que fez por sua vez na dupla dor que originou inclinar a torre do castelo do branco

Existe uma referência à América sobre eixos excêntricos, em texto recente publicado, quando da interpelação sobre segurança nacional e empresas privadas

Visto lateralmente a camioneta abateu o tejadilho e desenha uma sobrancelha ou uma unha, ou uma lâmina da faca, a faca que foi usada no ritual

Aparece o senhor Rodrigo pratas, declino seu nome e obtenho, o ro dr e gato do circulo do pratas, são francisco da x do xá do av e rato do homem espião alto da primeira cruz na A1, do grupo da onze, da dupla unidade, provavelmente o homem que me chamara a atenção na exposição hermitage, num outro capitulo deste Capitulo das contas e do fecho e da consequência dos malvados e pérfidos actos e da demonstração que cá se fazem, cá se pagam, sendo que se isto não quiserem ver, na aparência quem para já pagou, foram os que lá iam, o iam, que deve ser o seu nome

Lan cia onze segundo

Frates, f ra tes, forte francês ra da cruz espanhola, fr rá telefone, fra da tele, fratello, f ra telo, o homem da televisão que é telefone do telo

E depois stelo branco, ou seja, serpente do telo ou da tela do branco, ou do telo do branco, que são nomes!

Quando tudo isto estou lendo passa em rodapé, ode to my dead friends peça de teatro no politécnico, cá está uma relação, com o evento do politécnico, na América, a ultima desgraça, talvez o processo da operação tenha sido aí o mesmo, batatas fritas com ingredientes suplementares associados a ritual, que fritam o peixe que depois frita outros peixes, talvez um mesmo processo de operação com a rapariga do acidente primeiro

Na camioneta em cima, era visível o quadrado aberto da porta de escapatória, o quadrado do tejadilho, ou seja o quadrado elevado sobre a torre inclinada, ou seja mal concebida, ou mal utilizada, no castelo, veio-me à memória a cena em obidos

Um pano preto estava pendurado na janela superior do lado do condutor, figurava a cobra, donde o condutor foi efectivamente mordido, ou seja preparado, ou seja alterado, pois a cobra, sua cabeça a ele apontava

Ontem um livro está no chão de minha sala, chama-se a ilha do tesouro e é uma exposição inglesa que foi feita nos anos noventa no cam, que entras nesta historia em outro capitulo, onde estava o francis bacon, que morrera em Madrid e que agora recentemente aparecera no jornal, a minha bola saltitona caíra , e alojara-se em cia da sua contra capa, e ai ficar muito quietinha dentro de riscos que desenham no angulo um triângulo, a bola é cor de sangue e carne e veias, o que eu li, foi que a bola das tintas e do rituais viera então daí, o homem que organizara aquilo era, com quem eu contactara para fazer o seu trabalho que surgiu por intermédio da maria de Assis, foi o de oculinhos de armação negra e grossa, de massa, não me recordo o nome, o tamem, tambem aparece neste história, seria o outro o homem de mão do tamen

Por cima do livro, ou outro da Nazaré

Depois outro acidente na en cento e vinte e cinco ao pé de albufeira, um dos pontos negros das estradas mais antigos, dizia o polícia, que as pessoas confundem os semáforos, com um avisador para abrandar a velocidade, tudo está dito e contido nesta frase, um sitio que proporciona a desgraça

Assim li, da pat rato e cia do cae da cruz do ano, a onda, si circulo, da onda do Algarve, acido dente, o volante tinha duas cores, dois semicírculos azuis e um mei o círculo preto
A jante tinha seis traços como uma caveira radioactiva, ss serpente dupla as muito che serpente do silva da brigada de transito, o segundo da cruz

O carro vermelho, todo torcido ficou a parecer um osso, um biscoito para cão

E me lembrei da outra menina dos dois cães, que entra tambem neste capítulo, treze são as estrelas que tem a gata sentada na lua, treze o que morreram, não sei seu nome, mas se calhar será Fátima

Caso polvo, o jo da ana latina, la cruz e no do super do mer dc ca dia do circulo, tires, tir espanhol, onde uma avo e duas crianças foram atropeladas, man e quadrado europeu, serpente domingo serpente rato da ana de lisboa o cid en t al do jorge da costa


Independentemente de isto ser assim, não desdita que a oportunidade contribui para ao acidente, e razão teve o ramos hoje ao dizer, que a responsabilidade no acidente do terreiro do paço, é tripartida

Existe algum advogado que avance com um processo, desde já?

Aos senhores que se candidatam agora a ordem, quererão dar uma prova aos seus concidadãos da rectidão que trarão em vossos corações e espinhas, ou irão fazer demonstração que independentemente de quem ganhar, a musica se manterá a mesma, até ao dia em que numa grande desgraça, as gentes fartas, entrem pelos ministérios e pelas câmaras e talvez linchem alguns.

A avivando a luz no meio do das sombras das letras ou das entrelinhas se preferirem, aprendendo o que elas da sombra e do mais oculto me desvelam

E de no v o, o u t ro acid en te, este de te r r íve l pr o porção

A t o da sas f am i li as, ne t es hora, o me u co l o , a min h a com paixão, o me u v oto de me l hor as a q eu maior se en c on t ra f eri d o em corp o e al maior, q ue primeira t ra gé dia d es t a di men são, de g en t es q ue h abi tam n uma me s ma terra, se mp re na co m uni dad e de ix a mar ca s q ue se m ant em d ur ante mu it o e y te mp o

A talho d era na ro sa da r ua do co e l ho

Xx, t re ze mor t os at é ao mo m en t o em q ue na tv da est ação, o de s en vol vi m en t o da no tic ia o u vi, e vi n te e q ua t ro f eri d os na A vi n te e q ua t ro, ao K m set en t a e set ee d u zen t os metro s , a m arca na es t ra d a pr in cip al, au t oest ra d a, um A g ra n d e, q ue é um t rian g u l o de f ogo do se gun d o q ua dr ad o

No co n ce l ho de cast e l o br anco, a par en te m en t e uma co l isão com um ca r ro q ue t e rá al bar o ad o a cam i on t e, maior serpente q ue em t u d as as nm ot i cia s este v o mis s o, e a fez cairo por uma rav ina de cin q eu n t a met ro s

U ma ex c ur são da uni v e r ds i dad e s en i or de ca s telo br anco q ue tinha id o d ar um pa s seio a fá t ima e a na za ré, a re l em br ar uma o ut ra ex curs ão q ue vinha de v e r as amen d o e ira s em flor q ua n d o ao t rave s sar a talho on te de en t re os rio s, ca e u

A pr i me ira p l ac a de sin a liza ção q ue f o i mo s t ra d a, indica sa por t alegre, em c ima do l ad o es q eu r dao, niza pro ba ix o, e na es q eu rda a l at a g ua rda e por ba ix o castelo branco


J un t oo c ima ao ba e xo e l e io as s em c u m u l at iva m en t e porta alegre, g ua rda ni sa castelo branco, e dec l ina em p cir c u l oo rta rta a1 alegre, g at o da ua da rda , ni isa do castelo do branco, do brasil co anka

Na p l ac a a inda um r isco v e r ti ca l é vi sis v e l mar can d o a l e i t ur a s o br e as pal av ra s e as s em lei o ip da porta niza, ip porta legre, ter ce i ro de ni za, x ba c r uz at às

Maior si o u m en os À hor a d o ac i d en te, co me ça rana es t rea ra na tele e visão uma tele no c v e l a bra si l e ira onda um car ro re na u l t c in za ao u l t ra pa s sar uma cam i o n eta de ca r g a, sa i da est r ad a e rola v a pe l a s ob ra n ce ira ab a ix o, f o ia pr i me ira c on cid ên cia q ue me sa l at a à v ista, se gun d o a in for mação a hor a d o ac i den te f o ra as de za no v ee q ua ren t a, o u seja de za no va s o do q ua dr ad o da eu da ren da c ru z pr i me ira, o u da mar ca do zo r ro, o x, no ano no v e, o u n ovo, d as mu it os ovo s da m arca do x no f ina l do ano

O l ho a cam i o n tea de uma i mage m pr iva l v el m en te tom ad aa da es t ra d a , e me s al t aa v ista o q ue me par e ce ser uma asa de um pá s sa ro v e r me l ho, a s eu l ad o di rei ro e li ge ira men te por c ima do te j ad i l ho na s ua pa rte t rase ira, um pin o com uma ca beça v e r me l ha, e a i mage m se f o rma o u, o pin o v e r me l ho na asa v e r me l ha, o q ue a te rá de r r ub ad o, d ep o is em ina g ns maior si pe r t os r epa ra q ue i pin o é um can di e i ro de i lu mina ção d os q ue se usa em ac i den t es o u no c in e ma, e q ue o s eu de s en ho, d es vela uma l ua co mo uma un h a com a talho on t as v ira da s para o s eu e a Bola é v e r me l ha, o pin vermelho na asa do te mp l o

E r ep co r do q ue a inda on te m me c ru ze i com uma s en hora no ja r dim d as ne ce s sid ad es q ue t razia se me l h ante de s en ho n um co l ar em s eu talho es coço, d ua s moe d as com as me sm a s co r es q ue se s ob r ep on ham, de s en dao as i em pe l a s o br ep o si ção uma l ua d en t ro de uma c irc u f e r en cia

Na tele visão a par e ce a s en hora al z ira sar ra s q eu i ro, g o v e rna dora c iv i l, le i o em s eu no me, a1 do z da ira da sa do rr d do rá serpente do quadrado do vaso e ro, g a t o do cir c u l o do vaso rna na dora do circulo iv do angulo

Olho a cam i on tea no siti o onda f i co ue v e jo na pin t ur a br anca na pa rte l at e ra l, o q ue pr i me i ro me par e ce ser uma asa in c lin ad a de um pá s sa ro, co mo se t ive s se a d ar uma vol t a no ar, d ep o is r ep a ro q ue a asa de s en h a no s eu me i o um w, e q ue as a sas se es ten d em ca da uma de c ad a um dos do is v a sos q ue co mp oe m a l e t ra do d up l o v a s o q ue é t rei talho l o e da d up l a dor, q ue no t rip l o se dá

Maior is em d eta l he r ep a ro q ue no v a s o da di rei t a do w, se en c on t ra uma t o r re de ca s telo, com uma am e ia e u ma po rta em arco no q ue se rá a s ua en t ra da, maior si es t ra n ho é q ue a t o r re tam segund em é de s en h ad o no l ogo de f o rma in c lina da, co isa im po s s ive l e q ue n cão d eve ac on te ce ra uma t o r re

Ap ar e ce o ut ra talho l ac a de indica ç õ es ro do vi arias

En v en d os, no v en ta q eu i l o metro s,
Ab ra n t es t rin t a e se is
En t ron ca m en t o cin q eu n ta e no v e
Ab re par en te sis, l is bo a, fe cha par en te sis, c en t o e set en t a e set e


Em Inglês v a s o da se r p en te no v a s o inglês onda a ês da c ru z pr i me ria no s ana os no v en t a, do q ua dr ad o da ui ni ão eu ro pei a e pr i me i ro do cir c u l o d as se r p en te do metro, ser pen te na decada de no v en t a ao se r viço do ab ar n t es, q ue dec lina em rea c ção ab br rá das f o r miga s da c r uz es pan hola, da c r uz do rim do te r ce i or c irc u l o da sé do is , o se is, em in g l ês c ru z da c r uz do ron ca do cam do homem in g l ês da c r uz do cir c u l o das t in t as e da pin t ur a f e ira pe l o q ua dr ad o do v a s o in g l ês da c r uz pr i emi ra e no v e, da no na, ab br re par rem in g l esa da te sis de li sb circulo pr i me i ro do f o rte ec do chá ao par da ren inglesa da te r esa do sis , c ir c u l o in g l es d c r uz no cir c u l o e set in g l ês da c ur z pr i me ira e da c r uz do ho mem na l at ur a do Set e, o jo rna l

Es t o u na t as ca do s en hor jo ão em al can t a ra a v e r is t o t u d o, o l ho a me sa onda est o u s en t ad o e lei o no s ob ject os, do v a s o, da c up de pr at a da ch ama br anca, cor da mo rte, az e it on às, c in ema à bo r l a, el q u in t o, é o pr i e me i ro da es t re l a da c r uz no c irc u l k o na c r uz do cir c u l o do se s s en t a do on ze de set en t a , pr i me i ro do se x t o do se g un d o, pr i me i ro do o it av o do se g un d o, o am bi en te a g ra de ce

D o u c on t a q ue asa bat at as q ue es t o u a co mer, f o ram fr it as em o leo de pei xe, e ene t n d o no es pi rito, q ue no o leo est av am m is t ur a d os o ut ro s in g red i en t es, se iva s humana s, a d u v ida f i c o u s ó em re l aç ã po a q ua l das pa rte s d este me sm o eve n t o q ue a g o ra se f e cha v a d est a f o rma t rá gi ca, se no c on d u ot da car rin h a da ca m ara m uni cip a l de po rta l e g re o u no po r ce s so da mar cação da c r uz in i cia l

F a tim a, t en t o na me sa me l em br ar para o q ue me re met e, e n cão c on si g o no pr i me i ro mo m en t o em q ue me do u c on t a q ue on te m de ma dr g ad a est i vera a es c r eve r es sa pal av ra s, maior s est ive t ra ba l h an d o em di v e r sos te x t os e s ó maior si t a r d e r ep a rei em q ua l e q ua l f at i ma, a fa tim a, vi zi n h a, q ue te m o no me da f ami li a da te r esa, a mãe e r ap tora e tor u t ra dora de me u fi l ho,

O s en hor mu d ao c ana l, es t á a d ar os s o pr ano s, o dia l ogo c on f i ram, bi n g, f al a o ra paz ac tor q ue cá est eve e q ue co mi g o é par e cid o de face, com o pa dr in ho, e di z, ti pa s, s t rip pe r s e co ca a m is t ur a, be rin g e l a, o u se j a os in g red i en t es e a f o rma do r it ua l

O se ss en t a e no v e da s eta à co ro a, t r in t a maior is q u in h en t os e c in q eu n t a maior si c en t o e d e z, pe r f az em as t r ês par ce l as da min h a c on t a o ss s en t a e no v e, do pr i me i ro do cir c u l o, est a se rá en tão ac a u sa do ac i dente!

C en t o e no v en t a e se is f o ram se h un d o di s se o ch efe da corp o ração o n um ero dos bo m bei ro s q ue ac u di ram ao l o cal, o u se j a, o pr i me i ro se ss en t a e no v e, o u se já a pr i me ria in v e r são q ue f o i f e it a


Nó do fr at e l, l o ca l do acid en te, ao pé da vi l a v e l ha de ro do dão, o u seja, f e it o pe l o vi , pr i me i ro homem do ro do dão do cir c u l o do v a s o Seja

A ca mara ap ro xi mo u ingles se da cam i on tea,

E v e jo q ue o tam pão l at e ra l da ro da de segur ança n cão est á no si tio e c orta a fr ase as s em

Câm, o u se j a do homem de cha pe u ká do cam, o o r dena n te, o u o q ue se r vi u o chá das t in t as d pin t ur aa os in g l e s es q ue ex e c ut a ram o r it ua l na d eca d a de no v en t an t ro do q ua dr ad o ab e r t o se v ê a ro da s o br e s se l ente, com a talho ana ca da, o s eu c en t 4 ro tor no u inglês se ex c en t ric o, o u se j a o ro tor de uma li xa e l ec t ric a, q ue se rá ex talho li ca d o em mai ot si o r pe o r m en o r na l e it ra de uma c ar t az q ue anda no s mu pi s da cid ad e

Da ro da com o es c en t ric o em s eu c en t ro as s em d es c en t ra d o pa rte o de s en ho da a sa do pa s as ro v e r me l ho, q ue est á in c lina do co mo q ue por ela pr e s o, e q ue fez por s ua v es na d up l a dor q ue ori r gin o u in c lin ar a t o r re do ca s telo do br an co d

V ist o l at e ra l e mn te a ca mi on tea ab at eu o tea di l ho e de s en ha uma s o br na ce l ha o u uma un h a, o u uma l ami na da f ac a, a faca q ue f o i usa d a no r it u a l

A par e ce o s en hor ro dr i g o pr t as, dec lino s eu no me e ob ten ho , o ro dr e gato do c ir c u l o do pr at as, s cão fr na c is co da x do xá do av e rato do homem es pi ão a l t o da pr i me ira c r uz na A1, do g ru talho o da onze, da d up l a uni dad e, pr iva v e l m en te o home q ue me cha mara a at en ção na ex po si ção her mit a ge, n um o u t ro ca pi t u l o d este Ca pi t u l o das c on t as e do f e ch o e da c on seque n cia dos ma l v ad os e pe r f id os ac t os e da demo sn t ração q ue cá se f az em, cá se pa g am, s en d o q ue se is t o n cão q ui se re m v e r, na ap ar en cia q eu m para j +a pa g o u, f o ram os q ue l á iam, o iam, q ue d eve ser o s eu no me

Lan cia on ze se g un d o

Fr at es, f ra te s, f o rte fr an ce s ra da cruz es pan hola, fr rá te l e f one, fra da tele, fr a te ll o, f ra te l o, o ho e me da te l e visão q ue é t e l e f one do te l o

E d ep o is s te l o br an co, o u seja, se r p en te do te lo o u da te l a do br anco, o u d o te l o do br anco, q ue s cão no mes!

Q ua n d o t u do is t o es t o u l en d o pa s sa em ro da pé, ode to my de ad fr i end s pe ça de tea t ro no poli t ec nico, cá est á uma re l ação, com o eve n to do poli té c nico, na am erica, a u l tim a d es graça, t a l v e zo pr o ce s so da opera ção ten h a sid o a í o me sm o, bat at as fr it as com in g r di en t es s up l en t ar es as soci ad os a r it ua l, q ue fri tam o pei xe q ue d ep o is fr it a o ut ro s pei x es, t a l v e z um me sm o pr o ce s so de opera ção com a ra pa riga do acid en t e pr i e m rio

F i g o par ti u o pe´ r oni o, o ut ra no ti c ia de ro da pé,

Na cam i on tea em c ima, é ra vi s i ve l o q ua dr ad o ab e r t o da porta de es ca pa tó ria, o q ua dr ad o do te j ad i l ho, o u seja o q ua dr ad o e l eva d o s o br e a t o r re in c lina da, o u seja m al c on cebi da, o u ma l u ti l iza da, no cat e l o, ve i o inglês me à me mó ria a c e na em o bid os

U m pa no pr e t o est av a pen d ur ad o na j ane l a s up e rior do l ad o do c on d u tor, f i g ur av aa cobra, d onda o c on d u t or f o i efe c t iva m en te mor di d o , o u seja pr epa ra d o, o u seja a l te ra do, po is a co bra, s ua ca beça a e l e a talho porto on t av a

O n te m um li v ro est á no ch ão de min h a sala, ch ama inglesa se a i l ha do te s o ur o e é uma ex po si ção in g l e sa q ue f o i f e it a no s ano s no v en t a no cam, q ue en t ra s ne s t a h is to ria em o ut ro ca pi t u l o, onda est av a o fr n c is ba c on, q ue mor r e ra em m ad ria e q ue agora r c en te e mn t e a par e ce ra no jo r ma l, a min h a bola sal t it o na ca ira , e a l o j a ra inglesa se em cia da s ua c on t ra capa, e a i f i ca r mu it o q u it in h a den t ro de r is co s q ue de s en ham no a n g u l o um t rian g u l o, ab o l ka é co r de san g ue e car ne e v e ia s, o q ue eu li, f o i q ue a bo la das tin t as e do r it ua is v i e ra en tão da í, o home q ue o r gani zara a q u i l o e ra, com q eu m eu c on t ac t a ra para f az e ro s eu t ra ba l ho q ue s ur gi u por in te r me di o da mar ia de as sis, f o i o de o c u li n h os de arma ção ne g ra e g rossa, de massa, n cão me record oo no me, o tam em, tam b em aa pr e ce n este h si to ria, se ria oo u t ro o homem de mão do t am en

D ep o is o u t ro acid en te na en c en t o e vi n te e c in co ao pé de al b u f e ira, um d os talho on t os ne g ro s d as es t ra da s maiores si ant i g os, di z ia o po l i ca, q ue as pe ss o as c on f u d em os s ema foros , com um av isa dor para ab ra n d ar a v e l o cidade, t u d o est á d it o e c on ti d o n est a fr ase, um si it o q ue pr o por cio na a d es graça

As s em li da pat ra t o e cia do ca e da c r uz do ano, o onda, si cir c u l o, da onda do al a g ar v e, acido den t e, o vo l ante tinha d ua s co r es, do is s emi cir c u l os az u is e um me i o cir c u l o pr e t o

A j á n te ti na h se is t ra s ç os co mo uma c ave ira radio ac t iva, ss ser pente d up l a as mu it o che ser p en te do si l v a da br i g ad a de t ra n si t o, o se g un d o da c ru z

O ca r ro v e r me l ho, t odo tor c id o fio c u a par e ce r um os so, um bi s coito para cão

E me l em b rei da o u tr a me nina d os do is ca onda a es, q ue en t ra tam b em n este ca pi t u l o, t re ze são as es t re l as q ue te m a g a t a s en t ad a na l ua, t re ze o q ue mor e ram, n cão se i s eu no me, maior s se ca l h ar se rá f a tim a

Ca s o talho o l vo, o jo da ana l at ina, l a c r uz e no do s up e r do mer dc ca di a do cir c u l o, ti r es, ti r esa pan hol, onda uma avo e d ua s c ria s n ç as f o ram at ro talho l ad as, man e q ua dr ad o eu ro peu, ser pente do min go ser o en te ra t o da ana de l is bo a o cid en t al do jo r ge da co s t a

In d e p e n d en te m en te de is t o ser as s em, n º ão d es di t a q ue a oport uni dad e c on t rib u i para ao cid en te, e ra z ão t eve o ramos h oje ao di ze r, q ue a r es ponsa bi li dad e no ac id en te do te r rei ro do paço, é t r ip ar t id a

Ex iste al g um ad vo g ad o q ue av na ç es com um pr o ce s so, d es de j á foice A os s en ho r es q ue se can di d tam agora a o r de m, q eu re rão d ar uma pr ova aos se us c on cid a d õ es da re cti d dão q i ue t ra rão em v o sos cora ç õ es e es pai n h as, o u irão f az e r demo s n t ração q u in den pen den temente de q eu nm gana h r, a mu sic a se man te rá a me s m a, at é ao dia em q ue n uma g ra n de d es graça, as g en t es f ar t as, en t re m pe l os min si té rios e pe l as cama s ra s e t al v e l lin che m al gun s.


Ouçam todos, com muita atenção, na semana que passou, foram muitos os que falaram de estar aberta a caça, antes falaram alguns, mesmo, que era a caça as bruxas, o que não é verdade nem poderá nunca mais ser, pois bruxas, são como todos, umas vão bem caminhando, outras assim-assim, outras mal, como os restantes, portanto livrem-se de começar a perseguir bruxas, pretos, cães, brancos, crianças, mais crescidos, amarelos ou o que for da forma como é e se apresenta



Os únicos que se caçam, são os perversos, os que fazem maldades e actuam fora da lei

Depois temos aqui forte agravante, a lei acordada não é cumprida, vide o meu caso e o caso de meu filho, que continua a força de mim afastado, e nenhum de vós me responde, e isto é um caso em mil, sendo mil por defeito, bom seria se assim não o fosse

Quero a confissão imediata dos implicados e que abandonem os seus cargos públicos e políticos desde já, sem prejuízo de outros pedidos de responsabilidade por seus actos criminosos, e livrai-vos de apanhar as sardinhas miúdas e deixar de fora os tubarões, ainda ontem de madrugada estavam quatro no meio da tua, uma com a cabeça esmagada, assim meus olhos as viram

Agora reparem que se continuarem na injustiça e prepotência e silêncio, e desculpas de merda e de mau pagador a fugir com o rabo a justa seringa, provável é que venhamos a ter uma guerra civil, por isso pensem bem, cada um por si, como sempre e decidam-se e actuem, não fiquem a ver a desgraça acontecer

Só as bestas e os tolos é que não vem a sopa da pedra bem cheio de ingredientes, como ela é boa

Ainda ontem a noite, dos senhores bodes, filhos da besta no coito com a grande meretriz da babilónia foi dada a noticia que recusaram a uma mãe com uma criança de colo todo e qualquer apoio, e por um triz não ficaram com mais dois cadáveres na consciência

Como ousais, terem-no feito e terem recusado o apoio a uma mãe com um filho, que moralidade é esta!?

E pensais em verdade verdadeira verdadinha, que assim o abismo não se abre por vossos actos e inaceitáveis omissões!?

Sabe-vos bem esta carne toda, é tenrinha a vossos dentes
Vão querer mais
Dormem bem

O senhor da câmara que proferiu as declarações, o senhor da segurança social das ilhas estão desde este momento suspensos de funções para averiguações

O senhor empreiteiro e o senhor do pelouro das rodovias da câmara, serão levado para o tribunal, para declarações, no sentido de averiguar como deixam durante anos a situação na rodovia assim estar, é o mínimo que podem fazer

Eu próprio desde que me dirigi em treze de Setembro ao ministério da solidariedade, para pedir ajuda que tinha fome e nada de comer, ainda não tive nenhuma resposta, nem do gabinete, nem de outro qualquer, e se não fosse a caridade e o amor de meu pais na terra, provavelmente já estaria morto à fome

O ministro e o gabinete devem ser hoje mesmo demitidos, assim o espero do primeiro-ministro e do presidente da república, há limites que não podem ser ultrapassados, é muito simpático o senhor e tudo, mas como é mais do que claro não dá conta do recado, nem percebe nenhum desse gabinete a palavra que nele trazem, solidariedade


homem do Y do forte do circulo do vaso quadrado do Y forte