quarta-feira, março 26, 2008

Continuação do texto anterior, segunda parte






ainda sobre a primeira sequência do video, ao lado do micro ondas inversor, um ficha tripla é visível, nela estão ligadas duas tomadas em cada extremo, um cabo negro e um outro branco , o preto que liga o fogareiro, que como anteriormente dito declina em taxi, e taxi, nestes últimos textos declina em cab beça, porto, a outra tomada liga a varinha magica da krups

a in da s ob rea pr i me ira se q un cia do vi de o, ao l ado do mi c ro ondas in v e r s o r, um fic h a t rip la é v isi v e l, ne la est ão li gado s du as tom ad as em c ad a e x t r emo, do is c ab os ne g ros , um q ue l o g a o f o g a rei ro, q ue c omo ant e rio r mente di to dec lina em t ax i e t a xi, ne st es u l tim os te x t os dec l ina em cab be ç a, a o u t ra tom ad a li g aa v a ri n ha magica da k r u p s

quatro pinos de prata, machos enterrados em fêmeas, e duas vesicas no circulo do meio entre os outros dois casais

q ua t ro pi no s de p rata, m ac h os en te r ra do s em f ê mea s, e du as v e sica s no cir c u l o do mei o en t reo s o u t ros do is ca sa is

o termo, não é negro e vermelho com interior de prata mas azul petróleo muito escuro que em determinadas circunstancias de luz para ce mesmo negro, o que indica cores da Ordem do Templo Oriente, Astro Argentum, é um velho termo que vem dos tempos da latina europa na diogo de couto, acho que lá chegou pela mão da inês mendes, hoje olhando atrás à luz do que sei, deve ter sido um presente que assim foi por sua mão encaminhado, e me salta à consciência vários ouvidos no espirito sobre espanha nestes últimos tempos, desde a porta aberta do cofre, e de uma supressa que no outro dia tive, ter reparado numa noticia que o joaquim sabina, era apoiante do zapatero, o joaquim passou por cá um vez, veio-me visitar com um propósito de fazer-mos um video clip sobre um seu álbum da altura e andamos por aí , e falámos muito e eu comecei a gostar do rapaz que trazia uma bela namorada, modelo, e lhe dei na altura os conceitos de um pré guião para a tal musica, que estava por sua vez inspirado num outro clip que me andava a bailar na altura em meu coração, de um outro grande cantante de quem eu gosto muito, muito, o leornard cohen, e que apresentara uma musica, com um surplus, pois trouxera pela primeira ve a sua filha para cantar com ele, e a rapariga era muito bela a meus olhos, e filha daquele pai, ainda mais o era, e passava-se numa espécie de hospício, ou assim parecido, e au andava em paixão com os dois, o pai sempre desde que o ouvi, e então falava com o joaquim numa coisa que remetia para cohen, first we take manahttan, then, o joaquim se foi e disse que voltaria mas não voltou, a segunda coisa que me subira na memória, fora o facto de salvo erro ele ser da bmg na altura, que depois se ainda bem me lembro dos piratas da industria discográfica e de suas história fora comprada pela universal, os malandros que me roubam, e do rapaz aqui que os representava , o to zé brito, a quem já aqui evoquei, não sei o que se passou, se o joaquim veio buscar uma ideia à borla, ou se depois não conseguiu condições para fazer o clip, o estranho, é não me recordar de ele me ter dado alguma explicação, depois tambem em espirito na altura da porta do cofre aberta, o rajoy e a nova rapariga ministra da saúde, e mais uma vez estaremos na proximidade das peças do atentado em Madrid, mas lá iremos, sobretudo agora que a bela penelope, me apareceu ontem a chupar uma palhinha com aqueles olhos de gata bela e contente a brincar que me fazem sempre sorrir e ficar bem disposto, o que é uma chatice, pois devia estar eu muito zangado, nesta altura do campeonato, visto que a malandrice que me fazem continua, mas enfim, cada vez que vejo a rapariga assim bem disposta, logo o mesmo comigo acontece, hoje ainda o espirito acrescentava qualquer coisa à laia de conselho, coisa que sempre gosto e não gosto, depende sempre do tom, não vás atrás do rajoy, e me pareceu entender bem de onde vinha, mas não costumo eu andar atras de ninguém, gosto mais de ir lado ao lado, com a mão no bolso de trás das calças de minha amada, e a dar-lhe beijos a cada passo, brincando e sorrindo muito e usufruindo de cada passada

o te r mo, não é negro e vermelho com in teri o r de pr ta mas az u l pet o leo mui to es c ur o q ue en de t r emi n ad as cir c u ns t na cias de luz para ce me s mo ne g ro, o q ue indica co r es da Ordem do Templo Oriente, As t ro Ar g en t um, é um ve l h o te r mo q ue ve m dos te mp os da l at ian eu ro p a na di o g o de couto, ac h o q ue l á che g o u pe l a mão da in ê s m en d es, h oje ol h and o at rá s à luz do q ue sei, d eve ter sid o um pr es en te q ue as si m f oi por s ua mão en caminha do, e me sal ta à co ns cie n cia v ári os o u vi s os no s es pei rito s ob re e s p a nha ne st es u l tim os te mp os, de s de a p orta ab e rta dp c p f re, e de uma s up r ess a q ue no o u t ro dia t iv e, ter r epa ra do n uma no tic ia q ue o jo a q u im s ab ina, e ra ap o a in te do z ap a te ro, o jo a q u im pa ss o u por cá um v e z, veio inglesa me v i s i t ar com um pr o p os it o de f az r inglês mo s um vi de o c l ip s ob re u m s eu al bum da al t u ra e anda mo s por aí , e f a l á m is mui to e eu co me ce ia g os t ar do ra p az q ue t ra z ia uma be la namora da, modelo, e l he de i na al t ua os co n ce i to s de um pr é gui ão dp ar aa t al mu sic a, q ue est av a por s ua v e z ins pira do n um o u t ro c l ip q ue me anda v aa ba i l ar na al t u ra em m eu co ra çao, de um o u t ro g r ande can t an te de q eu m eu g os to mui to, um u i to, o leo r n ard co h en, e q ue ap r es neta ra uma mu sica, com um s ur p l u s, p o is t ro ux e ra pe la pr i me ira v e a s ua fil h a para can t ar com ele, e a ra pa riga e ra mui to be la a me us ol h os, e fil h a da q eu le pai, a in da mai s o e ra, e pa ss ava inglesa onze se n uma es pe cie de h os p u c u io, ou sas si m par e cid o, e au anda v a em pai x ao com o d do is, o pai se mp re de s de q ue oo u vi, e en tão f ala va com o jo a q u im numa co isa q ue r em e tia para co h e n m fi r st we t ak e m ana h tt an, t h en, o jo a q u im se foi e d i s se q ue vo l t aria mas não vo l to ua se gun da co isa q ue me s u bora na me mó ria, f o ra o f ac to de sal vo e rr o e l e ser da b m g na al t ur a, q ue d ep o is se a in da b em me l em b r o do spi ratas da un d us t ria di s co g raf i ca e de s u as h is tó ria f o ra co mp ra da pe l a uni v e r sal, os ma lan dr os q ue me ro u bam, e do ra p az a q u i q ue os r ep r es neta va , o to zé br i to, a q eu m j á a q u i en vo q eu i, n ão seio q ue se passou, se o jo a q u im veio b us car uma i d eia à bo r la, ou se d ep o is n ão co nse gui u c on di ç õ es para f az e r o c l ip, o es t ra n h o, é não me record ar de el e me ter dad o al gum a e x p l i cação, d ep o is t am b em e m es pi rito na al t u ra da p orta do co fr e ab e rta, o ra j o y e aa n ova ra pa riga mini s t ra da s au de, e ma is uma v e z es t ar e mo s ana pr o x i mi dad e das pe ç as do at en t ad o em M ad rid, mas l á i r emo s, s ob r e tudo agora q ue a be l a P ene n l o pe, me ap ar e ceu on t em a ch up ar uma pal h in h a com a q eu l es o l h os de gata be la e c on t en te a br inca r q ue me f az em se mp r es or r i r e fic ra b em di s posto, o q ue é uma ch a tic e, po ii s de vi a est ar eu muito zan gado, ne st a al t u ra do cm pei nat o, vi s to q ue a ma lan d rice q ue me f az em conti n ua, ma s en fi m, c ad a v e z q ue ve j o a ra a p ari f g a as si m b em di s posta, l o g oo me s mo co mi gi ac on te ce, h o je a in da o es pei rito ac r e c sn t av a q ua l q eu r co isa à l a i a de co nse l h o, co isa q ue se mp r e g os to e n ão g os to, d e pen de se mp re do tom, não v á s at rá s dp ra j o y, e me par e ceu en ten der b em dd e onda vinha, mas n ão co s t umo eu o ra at ra s de nin g eu m, g os to mai s de ir l ado ala do, com a mão no bo l s o de t ra s das cal ç as de min h a am a d a, e a d ar inglês l he bei j os a c ad a passi, br in can do e s or rin do mui to e us u fr u indo de c ad a pa s sa d a

escrevi eu que a imagem primeiramente me sugerira Mississipi, mas de igual modo a imagem das aguas que correm do rio para o mar, nesta imagem espelho, portanto na realidade é pressuposto terem corrido em sentido inverso, remetem tambem para os tsunami, o subir das gotas na ceu pela temperatura remete para o furacão

es c r e vi eu q ue a i mage m pr i meira mente me s u ge r ira m k s sis s ip i, m as de i g ua l modo a i mage m das aguas q ue co rr em do rio para o m ar, ne st a i mage m es pe l h o, p orta n to na r e l a id ad e é pr es s up os to te r em co r rid o em s en tid o in v e r s o , r e met em t am b em para os ts un ami s, o s u bi r das g ot as na ceu pe la te mp e ra t u ra r e met e para o f ur a cão

à frente do rectângulo do puré maggi, uma caçarola negra com óleo de fritar batatas

à fr en te do rec tan g uk o do p ur e maggi, uma ca ç a rola ne g ra com o leo de fr i t ar bat at as

o rolo de papel higiénico branco está equilibrado no rebordo do escoador verde e assente numa lata de feijão, a seu lado direito, o circulo das lanças, os palitos

o rolo de p ap el hi gi eni co br anco es tá e q u i li br ado no r e bordo do es co ad or verde e as s en te nu ma l at a de feijão, a s eu l ado di rei to, o cir c u l o das l anças, os pal i t os

a arquitectura é bastante mais rica no traçado das linhas que desvela, se, se tomar em conta outros elementos da arquitectura envolvente, o facto da parede do fundo ser azul, representando o ceu, de uma viga no cimo a ele encostar, uma aba, que faz com o tecto falso uma chaveta para baixo montada, as linhas definem ângulos, e consequentemente resultantes do encontro das massas e suas linhas de expansão, das forças que se encontram e se chocam

a ar q u i tec t u ra é ba s t ante mai s rica no t ra ç ado das li n h as q ue d es vela, se s e t om ar em o u t ros el e m en to s da ar q u i tec t u ra en vo l v en te, o f ac to da parede do f un do ser az u l, r ep r e sn t and oo c eu, de uma vi g a no cimo a ele en co s t ar, u ma ab a, q ue f az cc om o tec to f al s o uma ch av e t a para ba ix o mo n t ada, as linhas defi ne m na g uk os, e co ns e q un te mente r e sul at n t es do en c on t ro da s m as sas e su as linhas r es u l at ant es de e x p an são, as f o rça s

no meu caderno , no momento em que comecei a analisar estas imagens, as notas próximas anteriores, mencionavam,

no me u ca de r no , no mo m en to em q ue co me ç e ia ana lisa r es t as i mage ns, as n ot as pr ó xi mas ant e rio es, m en u c on a v am,

la is é dia x setenta e cinco , é o maior zacarias de boliqueime do pr
rowenta três, virgula cinco , torradeira e ferro de passar, na rua

la is é dia vaso do x set en ta e c in co , é o maio r z a c aria s de bo li q eu i me do pr
ro w en ta t r ^^ es, vi r gula cinco , tor ra de ira e ferro de pa s sar, na r ua

x no quadrado do príncipe do oriente, vaso do zo ra x do ac de noventa e oito, no tempo da exposição

x no q ua dr ado do p rin c ipe do ori en te, v as o do zo ra x do ac de no v en ta e oito, no te mp o da e x p o si ção

jorge peixinho, nuno quatorze, kid é cruz vermelha daqui da rua da casa onde em dia recente o marco entrou, z n de noventa e três

jorge pei x in h o, ny no q ua t ro r ze, k id é cruz vermelha da q y u id a rua da cas on de em dia r e c en te o mar co en t ro u, z n de no v en ta e t r ê s

sexta serpente, hospital de s. João no porto, assim dizia o enquadramento

se x t a se rp en te, h o spi t al de s. João no porto, as si m di z ia o en q ua dr am en to

varte do gato dez do angulo do circulo lombos de sal mão do atlântico

v arte do gato dez do ang u l o do cir c u l o l o m bo s de sal mão do at lan tic o

no jornal, spa, mais irregularidade, mas a direcção é que parece acusar o josé calvário, com acção na próxima semana, lata não falta aos ladrões, que ainda não me responderam sobre as falcatruas

no jo rna l, spa, mai s i r ru g l ari dad es, mas a di rec ç ão é q ue par e ce ac usa ro jo s é cal v á rio, com acção na pr ó xi ma se m ana, l at a não fala t a aos l ad r õ es, q ue a in da não me r es p on de ram s ob r e a s f ac al t r ua s

gnr + gnr

segundo pi av ali ac são dos professores, f en pr oo f , a lâmpada fundida, a câmara de video da ana candeias, a cruz por detrás

se gun do + pi av ali ac são dos pr o f ess o r es, f en pr oo f , ala m p ada f un d id a, a can a ra de vi de o da ana can de ia s, a c ru z por de t rá s

rui rio e a lavagem do dinheiro da regie dos monitores, a mola do pentagrafo, russia e x p ar mi tage, as rochas das setas laranjas sobre lápis lazuli, por detrás do antónio capucho, patetice, alberto joão jardim

rui rio e a l ava g em do din h ero da regie dos moni t o es, a mol a do p en t ag raf ro, ru s sia e x p ar mi tage, as roc h as das s eta s ala ra n j as s ob re l á pi s la zuli, por de t rá s do ant ó ni o c ap u c h o, pat e t ice, al be r to jo cão jardim

piercing na lingua, a vareta com duas bolas, a escrita enformadora, as cheias em Alcântara, o mesmo padrão, ou desenho, as pedras rolantes, ou as pedras que rolaram

pi e r c in g na lin g ua, a v ar eta com du as bo la s , a es c rita e mn forma dora, as che ia s em al can t a ra, o me s mo padrão, ou d es en h o, as pe dr as rola n t es, ou as pe dr as q ue rola ram

dezassete cães da corunha, lamonima imperial, onda gigante de vinte metros, caiu ao momento a sabrina vermelha cabo azul com anel amarelo, e um cd de lingua russa que se encontrava no móvel cinzento , caiu no caixote de lixo, vaso cinza escuro

dez a sete cães da co r unha, l am oni ma i mp eri al, onda gi gan te de vi n te met ros, ca i ua o mo m en to a s ab r ina vermelha ca bo az u l com ane l am ar e la o, e um cd de lin g ua r u usa que se en c on t r v ano mo v el cin zen to , ca i u n o ca ix ot e de li xo, v as o c in za es c u ro

morre jovem de quatorze anos na escola , trinta minutos até chegar a ambulância do inem, x marca

mor r e j ove m de q au tor ze ano s na es cola , t rin t a minu t os at é che g ar a am bu lan cia do ine m, x ma rac a

e depois entrava de novo nas anotações das imagens do video,

e d ep o is en t rava de n ovo nas nat o cações das i mage ns do vi de o,

id rectângulo de vidro fosco, id blind vidro fosco chuva la, fora outra vez, um continuo da universal, , furacão, Mississipi, templário, trovões

id rec tan gula de vi dr o f os co, id b lin d vi dr o f os co ch uva l a, f o ra o u t ra v e z, um conti n u o da uni vera l, , f ur a cão, miss iss ip i, te mn p l á rio, t ro v õ es

seguia-se a descrição dos objectos visíveis na imagem e

se gui a inglesa se a d es c r i ção dos ob ject os v isi v e is na i mage me

cálice doirado da cruz vermelha circulo ess

ca li ce do ira d da cruz vermelha cir c u l o ess

a vareta do cabo azul com anilha amarela no angulo inclinada da coluna esquerda inclinada do pescador com óculos, de duas vesicas de prata

a v ar eta do ca bo az u l com an ilha am ar e la no a n gula inc l ina da d a co l una es q eu r f da inc l ina da do p es ca dor com o culo s, de du as v e iscas de p rata

a sabrina inclinada, figura feminina inclinada, o escafandrista mergulhador, na lua deitado crescente um quarto para cima , com duas estrelas no eixo e sete traços, olha o robot, maddie, trabalhadores do comércio, o primeiro pelicano, poirot, maigret, o que me levou à prisão, esgrima o d artagnan, é o ilusionista das crianças, o nuno, o do episódio no ifp, da fortaleza negra dos anarquistas

a sa br in a inc l ina da, figura f e m eni na inc l ina da o esca fr na d ista mer g u l h ad or, na l ua deitado c r es c en te m um quarto para cima , com du as estrelas no e ix o e sete traços, o l h a o ro b ot, m ad di e, t ra b alha do r es do co mér cio, o pr i me i ro pe li can o, p o r ot, m au g r e to q ue me l evo u à pr isa o, es g r i mao d art a g n an, é o i lu si o ni s t a das c r ian ç as, o nuno, o do ep i só di o no ifp, da f o rta l e za negra dos ana r q u ista s

o punho de três traços da mão da gasolina na primeira bomp do cotovelo de lã branca

o p un h o de t r ê s t ra ç os da mão da g a sol ina na pr i me ira bo mp do c oto c v e l o de l â br anca

faca castanho e branca, marcianos conspiração, rapto e tortura da filha, falcatrua

faca ca st an h oe br anca, a mr cia no s co ns pira çao, ra pt o e tor u t ra da fil h a, f al cat r ua

a lamina da vesica de prata dos blind da cruz, de quem me pôs o véu

a l a m i n a da v e sica de p rata dos b lin d da cruz, de q eu m me p ô s o v é u

a faca negra do aspirador da segunda mulher do lado direito da cruz da tuberculose no céu, ou seja da descida do daimon, que se reflecte na casa das janelas à lapa, ultimo andar ao fundo

a faca negra do a spi ra dor da se gun da mul her do l ado di rei to da cruz da t uber culo se no c é u, ou seja da d es cida do daimon, q ue se r e f l e c te na c asa das j ane la s à lapa, u l t mo anda r a o fundo

o bode está relacionado ao bat dos três omegas, do sangue do bode, ca dos libers, (os juiz)

o b ode es t á r ela cio n ado ao bat dos t r ê s o mega s, do san g ue do bode, ca dos li be r s, (o s j u i z)

no caderno o desenho do bastão inclinado com duas bolas, c en d v e r v oe em st o cj e triângulo au b bit lie g en d + ra porto e ren vi do rompimento da membrana da vesica at transponder e + st o ck e rato horizonte m en t s v p brasil

no ca de r mo o d es ne h o do ba s tão inc l ina do com du as bo la s , c en d v e r v oe em st o cj e t rai un gula au b bit lie g en d + ra porto e r en vi do ro mp i m en to da m en br ana da v e sica at t ra sn p on de r e + st o ck e rato h ori zo n te m en t s v p brasil

pj toto escrita vermelha do b do pn , o circulo da rede de alumínio

vaso niver s am templário do rato da maça invertida do poll do inc lui te x to* seis vaso da serpente da quinta de cadeirinha, poli cia do poli desportivo da capelo( rua) i net soci a is e eon a , circulo do angulo e x p cat iva tate l iv e t r ês ano s as s u as s me ani ver sário jojo n b v oz edi tora vozes a sombra da flauta de pan sobre a acrópole

pj t oto es c rita vermelha do b do pn , o cir c u l o da red e de a lu mini o

v as o ni v e r s am te mp l á rio do rato da maça invertida do p o ll do inc lui te x to* se is v as o da se rp en te da quinta de ca de iri n h a, poli c ua do poli d es port ivo da capelo( rua) i net soci a is e eon a , cir c u l o do angulo e x p cat iva tate l iv e t r ês ano s as s u as s me ani ver sário jojo n b v oz edi tora v oz es as o m b ra da f l au t a d e pan s ob rea ac ro pole

madrid, me llamo madrid

a mulher de branco que morde a vampira , o circulo da visão lupa, liba do padre da net , seus sombra violeta dos CG yungianos que se fez na acrópole, sete colunas, roma, dvd- r d ab le di s c ro p o l é da vareta da escrita com ponta vermelha azul e prata

m ad rid, me ll am o m ad rid

a mul her de br anco q ue mor de a v am pira , o cir c u l o da v us ã i lupa, l i ba do padre da net , se us s o m b ra vi o l eta dos CG y un gi ano s q ue se fez na ac ro pole, set e co l un as, roma, dvd- r d ab le di s c ro p o l é da v ar eta da es c rita com p on ta vermelha az u l e p rata

o penso do ore gato ente da ágata do bico das cartas do bo u ti q tic eu dos horus , do tmn ace ss o da inversão no tribunal da acção penal da a mim do homem da primeira asa da teresa maior do lu gato primeiro do segundo do pn , circulo terceiro de oitenta e três da eu do disco de prata, o festival da canção, do me en vaso da gata de Bolonha, italiana do media, a irmã do francês escritor cujo feiticeiro mete o parafuso na vela da estrela que escorre cera vermelha na asa do dragão da luz do hexágono do pentagrama do frodo, a espada que pisa a corrente do dragão da bunda aérea, que senta o cavaleiro da cobra, o elfo de cujo leque saiu a cobra do carril do da dupla baqueta que marca as asas vermelhas coração da pedra com o anão do golpe na rua do paraíso, o outro francês, cujas curls, azul e branco sai a seta li mpa vo d ros + ape m carin am en gás e leva a k7 do conselho generale que atira a seta e a espetou na anca da menina do mexico, a salomé, que inclina tambem e faz dor à nicole, cujo vestido simboliza a pena em inglaterra, a ruiva inglesa cantora, a ferida da gato do rei vermelho e azul, pick up azul antigo caixa aberta

o p en s o do ore gato ente da a gata do bi co das ca rta s do bo u ti q tic eu dos horus , do tmn ace ss o da inversão no tribunal da ac ç ão pen al da a mim do homem da pr i me ira asa da teresa maior do lu gato pr i me rio do se gun do d o pn , cir c u l o te r ce i ro de o it en ta e t r ês da eu do di s co de p rata, o f es t iva l da can çao, do me en v as o da gata de b olo n h a, italiana do me dia, a irmã do fr anc ~ es e s c rito r c u jo f e it i ce i ro met e o para f us o na v e la da estrela q ue es co rr e cera vermelha na asa do dr a g ão da lu zz do he x a g one do p en t a g rama do fr o d o, a e spa da q ue p isa a co rr en te do dr a g ão da bunda a e rea, q ue s en ta o c av a lei ro da co bra, o elfo de c u jo l e q ue as i ua a cobra do ca rr i l do da d up la ba q u eta q y ue m a rca as a sas vermelhas co ra ção da pe dr a com o anão do gol pe na rua do pa rai s o, o outro fr anc ê s, c u j as c ur l s, az u l e br anco sai a s eta li mpa vo d ros + ape m ca rin am en g as e l eva a k7 do c on se l h o g ene ra le q ue at ira a s eta e a es pe t o y u na anca da m eni na do me xico , a sal o mé, que on c l ina t am b em e f az do r à nicole, c u jo v es tid o s om bo l iza a p en a em inglaterra, a rui v a inglesa can tora, a f eri da d a gato do rei vermelho e az u l , pi ck up az u l ant i g o ca ix a ab e rta

na pt , chamem a policia, lei x o es , x f c porto ni sam de cascais cais modelo pat roc ina b w in li gata a , a formiga da visão da sábado, a outra br eve mente, d es cida é im pen s ave l bee t h ovem, pi n h o d es mente

na pt , ch am ema po li cia, lei x o es , x f c porto ni sam de ca s cais ca is mode lo pat roc ina b w in li gata a , a formiga da v i sa o da s ab ado, a outra br eve mente, d es cida é im pen s ave l bee t h ovem, pi n h o d es mente

dois semi círculos de carris , um no outro, paralelos, y aio, a seis el mat en serpente se mana em queda co miss circulo espanhol es tor às

do is s emi cir c u l os de carris , um no outro, par e l os, y aio, a se is el mat en se rp en te se m ana em queda co miss circulo e s pa n hol es tor às

o A desenhado entre dois circulo concêntricos, a br eve mente, o gato fedorento, o gato russo do tó inglês fed or

o A d es en h ado en t re do is cir c u l o c on c en t ric os, a br eve mente, o gato fed o r ene o, o gato russo do tó in g l es fed or

d es per ta dor, os tijolos de Almada, asa nas colunas da Maria verde o anzol no vaso que marca o x no azul, ou no céu, ,verde contas do x dos pi n cin p , faca no pe leo

d es per ta dor, os tijolos de al m ad a, asa nas co l una s da Maria verde o an zo l no v as o q ue ma rca o x no az u l, ou no c é i, ,verde c on t as do x dos pi n cin p , faca no pe leo

b nu paus portugueses

b nu p a u s port u gueses

azul e branco, vermelho e doirado, do angulo vermelho e do sal do microondas

az u l e br anco, vermelho e do ira do, do a n gula vermelho e do sal do mic o rn d as

diap, má fila diap
en ra ba do tc cães, rabo seringa, cobra ban ana serpente, procuradoria – polvo , queda das torres, sin a is da te mp ponto, ar pau do conselho do pau dos jornalistas

di ap, m + á fil a di ap
en ra ba do tc cães, ra bo se rin g a, cobra ban ana se rp en te, pr o cura do ria do inglês p o l vo , q eu da das tor r es, sin a is da te mp ponto, ar p au do c on se l h o do p au dos jo rna l ista s

a vela do terceiro dedo da cobra de parta e negra que sobe ao céu do pássaro vermelho e branco do cá da fé da sic al doirado e vermelho, sic, triângulo segundo, tríade segunda, vesica com comprimidos com coca?, e anéis metálicos no falo, quadrícula azul e branca

a v e la do te r ce i ro d ed o da cobra de pa rta e negra que s o be ao c é u do pássaro vermelho e br anco do cá da fé da sic al do ira do e vermelho, sic, t r ian gula se gun dp, t riade se gun da, v e sica com co mp rimi d os com coca?, e ane is met al i cos no falo, q ua dr i cu la az u l k e br anca

um quarto de circulo porcelana branca, com circulo de prata junto a curva, ralo, a roca da agua do cálice que transborda a agua , nono grau de um semi arco de quatro es malte branco

um quarto de cir c u l o por ce l ana br anca, com circulo de pr t a j un to a c ur v a , ra l o, a r oca da agua do ca li ce q ue t ra sn borda a agua , nono g r au de um s e mi arco de quatro es malte br anco s eta

o pilar do video, abre a possibilidade de um mesmo, o enfraquecimento , ter sido feito aos pilares do diques de nova orleans, blinds, o segundo li muito francês, calu com o olho da cobra ( pen so) e a informação da rua ds, bairro francês de new orleans, o mar rompeu os diques, remete para o escritor holandês, donde a relação base, deverá ser a morte de teo

o pilar do vi de o, ab r i a p os si bil iade de um me s mo, o en fr a q eu cie mn to , ter sid o f e i to aos pilar es do di q eu de n ova o r e lena s, b l in ds, o se gun do li muito fr anc ~^ es, ca lu com o olho da co bra ( pen so) e a infor mação da rua ds, ba is rr o fr anc es de ne w o r lea ns, o mar ro mp eu os di q u es, r e met e para o es c rito r hola n d es, don de a relação base , d es verá ser a mor te de teo

caiu a sabrina do cálice doirado, de seguida azul com anel de oiro e depois o cd, aprender russo no balde cinza, está ao lado da plasticina dos homens ts das asas vermelhas, do domino de seis mei, ponto do circulo, de a mosca varejeira do laço preto dos candeeiros da chama amarela cónica dobrado na ponta com o interruptor cheio de símbolos em sua base, serpente dn, outra vez russo, são da colecção do Dn, russo poderá ser tambem indicação de cabelo russo, ou mulher escalarte

ca i u a s ab r ina do ca li ce do ira do, de se guida az u l com ane l de oiro e d ep o is o cd, ap ren de rr us s o no bal de c in za, est á ao l ado da p l as tic ina dos homens ts das a sas vermelhas, do d o mino de se is mei, p on to do circulo, de a mo s ca v ar e je ira do l aço pr e to dos can di e i ros da ch a m a aa mr e la c ó ni ca do br ado na p on ta com o in te rr u pt or che i o de s im b l os em s ua b ase, se rp en te dn, outra v e z r us s o, são da cole c ção do Dn, r us s o p ode rá ser t am b em indica çao de ca belo r us s o , ou mul her esca l arte

da femenologia da alma

os Seres da Luz são muito protegidos pela Luz
os Seres da Luz são Amantes da Paz
e espalham muito Amor
os seres das trevas , isso sabem e fazem deles alvos preferenciais
atiram todo o tipo de setas e montam todas as armadilhas
e tentam incriminá-los pelas consequências visíveis do mal que fazem

como o escudo da Luz é muito forte
faz nas vezes o mal ricochete
no ricochete pose se ver com em tudo
a assinatura num ricochete de defesa fica visível
mas quem provoca , é quem faz o ataque
assim os negros tambem o sabem
e assim tentam confundir os procuradores e os juizes
com a agravante de nas vezes quem leva estas funções
nem estes princípios básicos conhece

contudo há uma forma de tirar a teima
à assinatura de um ricochete, corresponde uma assinatura no emissor
o eco, a potência da assinatura do ricochete é menor do que no lugar do emissor
básica consequência da propagação da energia no espaço

associei a new orleans tambem pela presença da alicia keys, me recordo ainda como se fosse hoje, a face espantada e inquiridora do amado spike lee, quando lá foi in loco observar, e as perguntas que os seres da Luz se põem sempre ficam até se encontrar a resposta, assim é a memória de toda a Luz


da f emo no l o g ia da al am a

os se r es da Lu z são mui to pr ot e gido s pe la Lu z
os se r es da Lu z são Am nat es da Paz
e e spa l ham mui to Am or
os se r es das t r eva s , iss o s ab e m e f az em de l es al v os pr efe ren cia is
at iram todo o t ip o de s eta s e mo n t am todas as ar m a d ilhas
e t en tam inc rimi n á inglesa l os pe la s co nse q u en cias v isi v e is do m al q ue f az e m´ c omo o es c u da d a Lu z é mui to f o r te f az nas v e ze s o m al ric o che te
no ric o che te p os e se ver com em tudo a as sin at u ra n um ric o che te de d efe sa f u ca v isi v el ma s q eu m pr ovo ca , é q eu m f az o at a q eu as si m o s ne g ros t am b em o s ab em e as si m t en t am c on fun di ro s pr o cura do r es e os ju ize s com a a g rava n te de nas v e ze s q eu m l eva es t as fun ç õ es ne sm es t es pr inc ip i os b á sic os c on he ce c on tudo h á uma forma de tir ar a te ima à as sin at u ra de um ric o che te, co rr es ponde uma as sin t u ra no emi ss or o e co, a p ot en cia da s sin a t u ra do ric o che te é m en o r do q ue no lu g ar do emi ss o r

as soci e ia ne w o r lea ns t am b em pela pr e s en ça da l ac ia k e y s, me record o a in da co mo se f os s e h oje, a c ra e spa n t ad a e in q u i rid o ra do am ad o spi k e l ee, q ua n do l á f o i in l oco ob serva r, e as pe r gun t as q ue os se re s da Lu z se poe m se mp r e f c iam at é se en c on t ra a r e ps os ta, as si m é am e mór ia de toda a Lu z

a faca de teo deve ter sido acelerado com cogumelos numa sopa

a f ac a de te o d eve ter sid o ac e lara do com co g um e l os nu ma sopa

a seta à nicole veio de inglaterra, nicole, os dois toiros marcados em suas costas nessa foto da capa do ns que tanto me perturba e intrigavam pela sua dor misto zanga, cible, cibeles, mulher vermelha que morde a branca depois a de branca morde a vermelha, nicole, di um do ar do bus e virgínia woolf, loba do duplo vaso do duplo circulo do primeiro forte, o lobo da virgínia e o autocarro da ae da du ana , diana, a madona?, três estrelas sci- mar , ema n , emi, mar rio n e man u elle e d emi muu ratos te ra ss a , a té do rá ss do triângulo p ene lopes

a s eta à ni cole veio de in g l a terra, nico l e, os d o is tio ros ma rca dos em s u as co st as ne s sa f ota da capa do ns q ue t ant o me pe r t ub a e in t riga v am pe l a s ua dor m is to zan g a, c ib le, c i be l es, mul her vermelha q ue mor dea br anca d ep o isa de br anca mor dea vermelha, nico le, di um do ar do b us e vi r g ina w oo l f, l o ba do d up l o v as o do cup l o cir c u l o do pr i me i ro f o r te, o l o bo da vi r g i ni a e o au to carro da ae da du ana , di ana, a m ad on a?, t r ê s estrelas sc i inglesa mar , ema n , emi, mar rio n e man u elle e d emi muu ratos te ra ss a , a té do rá ss do t r ian gula p ene lopes

a imagem surgira em seu primeiro pedaço, quando estivera a deitar jornais fora, ficaram algumas revistas e uma pena que estava no chão a pus em cima da chaise longue, e depois reparara que a sua ponta ficara em cima da revista com a foto da nicole na capa, apontava um pedaço do tecido debaixo de seus cotovelos cruzados em perfil, que ao olhar me fez lembrar uma ilha e depois inglaterra, mais tarde, a pena apareceu ao lado da capa do gato fedorento, onde ele está com uma faca ensanguentada, a brincar entre seus dedos abertos e cuja imagem remete para uma foto que eu tirei a um amigo com um xaile negro, e uma mascara de penas de pavão em sua face, a faca estava no chão do estúdio, com ketchup

a i mage m s ur gi ra em seu pr i me rio peda ç o a,, q ua n do est i v e ra a de it ar jo r na is f o ra, fi ca ram al gum as r e v ista s e uma p en a q ue es t av a no ch ã o a p us em c ima da ch aise l on g ue, e d ep o is r epa r a ra q ue a s ua ponta fic ra em cima da r e v ista com a f ot a da n c i ole na capa, ap a on t av a um peda ç o do tec u d o de ba i x o de se us c oto v e l os c ru za do s em pe r fil, q ue ao ol h ar me fez l em br ar uma ilha e d ep o is inglaterra, ma is t arde, a p en a ap ar e c eu ao l ado da capa do gato de f o r en to, onda e le es tá com uma f ac a en san g u en t ad a, a br inca r en t re se us d ed os ab e r to s e c u j a i mage m r e met e para uma f oto q ue eu ti rei a um ami g o com um x a ile negro, e uma mas c ra de p en as de pavão em s ua face, a f ac a est av no ch ã o do es t u di o com k e tc h up

ni cole , ni co le, ni serpente emi sir do circulo latino europeu, pg, pe seis anjo, perna partida, reina tambem e tambem pg mc

ni cole , ni co le, ni se rp en te emi sir do circulo l at i no eu ro peu, pg, pe seis an jo, pe rna par tid a, rei na t am b em, t am b em pg mc

bruni nesses dias aparecia no eliseu ao lado de sarkozy, ao fundo pela porta aberta se via uma senhora de vestido vermelho, que pela profundidade de campo em que se encontrava, era como uma faca vermelha pela altura do cotovelo da bruni em primeiro plano, vestida de vermelho, faca vermelha, leque vermelho, liliana na tv com um leque espanhol vermelho como o meu em dia anterior, lili, beto, beto, porto, beta, mulher de beto, o defi do beta, Manaus dois , cabeleireiro violeta pb oto, o leque ressoava na queda do muro em Jerusalém, que ao cair abrira como um leque

br un i ne ss es dias ap ar e cia no eliseu ao l ado de s ar k oz i, ao fundo pe l a p orta a e br ta se v ia uma s en h or a de v es tid o v e r em l h o, q ue pe la pr o fun di dad e de c a m p o em q ue se en c on t r v a, se ra como uma f ac a vermelha pe l a al t u ra do c oto v e l o da br uni em pr i me i ro p l ano, v es tid a de vermelho, faca vermelha, le q ue vermelho, lili ana na t v com um l e q ue e spa n hol vermelho c omo o m eu em dia ant e rio r , lili, beto, be to, porto, beta, mul her de beto, o de fi do b eta, manu s do is , cabe lei r i ro vi o l eta pb oto, o l e q ue r es s o av a na q eu da do m u ro em je r usa l em, q ue ao ca i r ab r ira co mo um l e q eu

navegara na net e fora parar a uma página pessoal de uma aparente rapariga admiradora sufi, um dos seus links, me mostrara um bela dançarina vestida de branco em dança sufi, outros vídeos de gentes ocidentais cem aulas de dança sufi, depois a rapariga escrevia um poema ao estilo rumi, que falava do casamento da alma entre dois seres que se amam e quando chegava ao seu ultimo quadro, que era mais ou menos um dizer, eu e tu, um, rasgava a folha do papel, e a mim quase se rasgou o coração ao vê-la assim fazer, depois de o fazer, desvelava o enquadramento, o seu pequeno vale de seus seios adolescentes, e o que aquilo parecia dizer, era que o seio sufi, para mim se tinha rasgado, ou algo assim, um dos seus links ligava a um video de madona com um clip de um poema de rumi, madona com a cara toda tatuada, representação da alma, em posse mais ou menos eróticas, de rabo alçado numa cama igual à minha e que hoje é de meu filho, o espirito me dissera por esses dias, eles tem a duplicação da tua mobília numa garagem, assim operam, olhava aquilo tudo, sem despertar em mim o menor erotismo, a menor excitação, o papel rasgado, fora muito violento, contudo mentia, porque o amor verdadeiro, nunca se rasga, é eterno e se mantém e mantém na eternidade os que se ama ligado, isto no plano mais profano, pois rumi, nos fala de um amor mais espiritual que tambem quando casado nunca mais se rasga, seria então uma indução, uma manipulação, uma tentativa de me entristecer, a limo doirada, fora uma imagem do video que ficara a reverbar em mim, pois me remete para a limo branca que aqui em Alcântara uma noite recente vira e que por sua vez me remeteu para a ultima vez que estive em londres, pois me lembrei que filmara uma que comigo se cruzara num sinal fechada, ao lado de uma estação de metro, fora esta associação que me levara a ver de novo esse filme que fiz em londres, em porto bello, onde recentemente um eco as minhas ultimas grandes palavras, se dera, mais um fogo, a limo doirada, a limo branca, ao pé do cruzamento da loja grande de roupa onde a câmara ficar ligada a filmar o chão, que reverberava por sua vez numa das ultimas imagens de arthur clarke, ele de calços apijamados as riscas azuis e brancas, como o futebol clube do porto ou os monárquicos, , com s braços atrás das costas, a pisar descalço uns azulejos em sua casa que me remeteram para o chão dessa loja, ao lado de uma boca de metro que tambem decidi na altura filmar, na estante por detrás dele, uma caixa no chão me fala de lamina, das laminas, a lamina do metro, foi o fio que vira na sua imagem no seu mudo dizer, um dos últimos antes de sua partida, o tocador de gaita de foles de kilt, padrão verde, que me aparecera em chapéu de chuva numa noite no jardim das necessidades, um guarda chuva com um equivalente padrão, de um rapas que umas noites por lá dormira, e que se chamava de leo, o leão, depois em dia seguido uma grande manifestação sufi, no jornal um a foto, uma folha a quatro branca no chão, com um canto dobrado, ah Meu Deus, que eu sempre foi sufi, já o era antes de saber que o era, pois em pequenino já eu assim muito dançava, rodando, ainda hoje nas vezes o faço, e amo os sufis e amo a Rumi e sua poesia sagrada


na veja ra na net e f o ra para ra uma pá gina pe ss o al de uma ap ar en te ra pa riga ad mira d o ra sufi, um dos s eu s l in k s, me mo s t r a ra um be la dan ç a r ina v es tid a de br anco em dan ç a s u fi, o u t ro s vi de os de g en t es o cide n t a is ce m au la s de dan ç a s u fi, d ep o is a r aa p riga es c r e v ia um p o ema ao es til o r u mi, que f al av a do ca s am en to da alma en t r e do is se r es q ue se am a m e q ua n do che g av a ao s eu u l tim o q ua dr o, q ue ra ma si o u m en os um di ze r, eu e tu, um, r as g av aa f o l h a do p ap el, e a mim q u ase se ra s go u o co ra ção ao v ê inglesa l a as si m f a ze r, d ep o is de o f a ze r, d es vela v a o en q ua dr as m e n to, o se u pe q eu no vale de se us seio a d l os c en t es, e o q ue aquilo par e cia di ze r, e ra q ue o seio sufi, para mim se tinha ra s gado, ou a l g o as si m, um do s se us li n k s li g av aa um vi de o de m ad ana com um c l ip de um p o ema de rumi, m ad on a com a cara t u d a tatu ad a, r ep r e sn t a ção da alma, em p os se mai s o u m en os ero tic as, de ra bo alçada n uma ca ma i g ua l à min h a e q ue h o je é de m eu fi l h o, o es pi rito me d iss se ra por ess es dias, el es t em a d up li cação da t ua mob i lia, as si m o pe ram, o l h av aa q u i l o tudo, se m d es pe rta r em mim o m en o r e r ti s mo, a m en o r e x cita ção, o pa ep l ra s gado, f o ra mui to vi o l en to, c on tudo m en tia, por q ue o amor verdadeiro, n un ca se ra s ga, é e te r no e se man te m e man te m na te r ni dad e os q ue se am a li gado, is tio no p l ano ma is pr o f ano, p o is rumi, no s fala de um amor ma is es pei t ua l q ue t am b em q ua n do ca sado n un ca mai s se ra s g a, se ria en tao uma indu ção, uma m ani p u l a ção, uma te n t at iva de me e ns t r is te ce ra l imo do ira da, f o ra uma i mage m do vi d e o q ue fi cara a r eve r b ar em mim, p o is me r e met e y pat ra a l imo br anca q ue aqui em ala can t a ra uma no ite r e c en te v ira e q ue por s ua v e z me r e met eu para a u l tim a v e z q ue est iv e em l on dr es, p o is me l em b rei q ue fil am ra uma q ue co mig o se c ru zara n um sin al f e ch ad a, ao l ado de uma es t a ção de met ro, f o ra es ta as soci a ção q ue me l eva ra a ve r de n ovo ess e fil me q ue fi z em l on r es, em por to be ll o, onde r e c en te mente um e co as min h as u l t im as g rand es pala v ra s, se de ra, ma is um f o g o, a l imo d ori ad a, a lima br anca, ao p é do c r uza m en to d al o j a g rande de ro up a onde a cam ra fi car li gado a fil mar o ch ao, q ue r eve rb av a por s ua v e z nu ma das u l tim o as i mage ns de ar t h ur c l ar ke, e le de cal ç os a pi j am ad os as r iscas az u is e br ancas, co mo o f u te bo l c lu be do por to ou os mon ar q u i co s, , com s br aço s a t rá s das co st as, a p isa r d es c l ço u ns azulejos em s ua c asa q ue me r e met e ram para o ch ão d ess a l o j a, ao l ad o de uma b oca de met ro q ue t am b em dec i di na al t u ra fi l mar, na es t ante por de t rá s de le, uma caixa no ch ão me fala de l a mina, das la minas, a la mina do met ro, f o i o fio q ue v ira na s ua i mage mn o se u m udo di ze r, um dos u l t im os ant es de s ua par tid a, o t oca dor de g a ita de f ole s de k i l t, padrão verde, q ue me ap ar e ce ra em ch ap eu de ch uva nu ma no i te no jardim das ne ce s sida d es, um g ua rda ch uva com um e q u i v a l e n te padrão, de um ra p as que umas no i t es por lá do r mira, e q ue se ch am av a de leo, o leão d ep o is em dia se guido uma g rande m ani f es t a çao sufi, n ojo r na l um a f oto, uma f o l h aa q ua t ro br anca no ch ão, com um can to do br ado, a h Me u D eu s, q ue eu se mp r e f o i sufi, j á o e ra ant es de s ab e r q ue o e ra, p o is em pe q eu nino j á eu as si m mui to dan ç av a, ro d na do, a in da h o je na s v e ze s o f a ço, e am o os s u fi s e am o a Rumi e s ua poe si a s a g r ad a

assim lera à volta do chapéu de chuva que encontrara nas necessidade, chapéu de chuva padrão escocês verde luso, o gil do carmo na amurada com caca de pomba e pedaços de pizza ao lado, no eixo a o armazém telhado de estrutura em peixe, elevada, um candeeiro vermelho acesso, que se apagou, no eixo das antenas de comunicação, por debaixo caravela , o circulo do chaveta para cima voltada, verde e amarela, br circulo onze, perdidos no kaos, di p le h ot mail ponto com , quatro baldes á frente com estrelas, um, ponto cinco, litros, luso, e duas revistas , calçada do livramento, leão vermelho sete laminas da gasolina de noventa e cinco,, ana rangel, triângulo primeiro do triângulo do sin at mp blue e y e do circulo das aguas, me uu treze do um da serpente do falo, spot zone adidas arga massa ak e basil di sl e angulo martin, gan ca chá menta lâmpada quebrada, laranja meia casca, argamassa, alvenaria, trinta k seis ge ce rto f spor zone be t es sombra do triângulo de fogo

as si m l e ra à vo l ta do ch ap eu de ch uva q ue en c on t r a ra nas ne ce s sida de, ca h ap eu de ch uva padrão es co ç ês verde l us o, o gil do ca r mo na am ur ad a com caca de p om ba e pe d aço s de p i zz a ao l ado, no e i x o a o ar ma ze m te l h ado de es t ru t u ra em pe ix e, el eva d a, um can di e i ro vermelho ac ess o, q ue se pa g o un o e ix o das ant en as de co m uni cação, por de ba ix o cara vela , o cir c u l o do ch ave t ap a ra cima vo l t ad a, v e r me e am ar e la, br cir c u l o on ze, pe r d id os no ka os, di p le h ot mail p on to com , q ua t ro bal d es á fr en te com es t r e la s, um, p on to c in co, li t ros, l us o, e du as r e v ista s , c la ç ad a do li v ra m en to, leão vermelho set e l a mina s da g a s ol ina de no v en ta e c in co,, ana ra n gel, t r ian gula pr i me i ro do t r ian gula do sin at mp blue e y e do cir c u l o das aguas, me uu t r e ze do um da se pr n te do falo, s p ot z one ad id as arga massa ak e basil di sl e am gula martin, gan ca chá m en ta l am pada q eu br a da, laranja mei a ca s ca, arga massa, al v en a ria, t rin t a k se is ge ce rto f s por z one be t es s on br a do t r ian gula de f o g o


chegara a casa nessa noite em que tudo isto na net vira, no dia seguinte à morte do deputado socialista em espanha, o homem com um nome significativo e significante, e o primeiro que vira, fora a face do zapatero, com uma estranha, expressão, uma deveras estranha expressão que expressava um qualquer conhecimento profundo e secreto dentro de si em relação ao que se passara, e que lhe fazia quase fazer, glup, a engolir, mas não o fazia, só ficava esse perfume a pairar, e depois de chagar a casa, gravara um pequeno poema inspirado em rumi, à madona, onde lhe cantava que o amor é sempre amor, mesmo que haja dias em que a ver assim de rabo empinado em cama semelhante à minha, não me ponha nem o vigésimo dedo um pouquinho maior, mas o amor é sempre amor, depois poisei o micro e no dia seguinte para ele de novo olhei e reparei que a cabeça apontava ao video a terapia do amor, que está inclinada na posição da espada, sobre um roda de fita , o quebra vento, a carapuça negra que envolve o akg, aponta á lombada da terapia do amor,

che g a ra a ca sa ness no ite em que tudo is tio na net v ira, no dia se gui n te à mor te do d ep u t ado soci a l ista em es p anha, o homem com um no me si g ni f ica t ivo e si g ni f i can te, e o pr i mei o q ue v ira, f o ra a face do z ap a t ero, com uma e ts ra n h a, e x press ao, uma d eve ra s es t ra n h a e x press ão q ue e x press av a um q ua l q eu r c on he cie mn to pr o fundo e sec r e to dentro de si em relação ao q ue se pa s sara, e q ue l he f a z ia q us e f az e r, g l up, a en g o l i r, mas não o f az ia, só fi c av a ess e pe r f ume a pai r ar, e d ep o is de cha g ar a ca sa, g rav a ra um pe q eu no p o ema i s n pira do em rumi, à m a dona, onde l he can t av a q ue o am ao r é se mp r e a mor, me s mo q ue h a j a dias em q ue a ver as si m de ra bo e mp ina do em c ama se me l h ante à min h a, n ão me p on h a n em o vi g es i mo d ed o um p o u q u in h o maio r , ma s o am ao r é se mp r e am or, d ep o i sp o ise i o mic ro e no dia se gui n te para e l e de n ovo o l hei e ra rei q ue a ca beça ap on t av a ao vi d e o a t rea p i a do amo r, q ue es tá inc l ina da na p o si ção da e spa d a, s o br e um ro da de fita , o q eu bra v en to, a cara p u ç a negra q ue en vo l v e o a k g, ap on ta á l o m ba da d a te ra p ia do am a or,

a uma, do francisco, a roda para cima, o akg, c 535 EB Áustria, zero db, aponta a cab eça, a terapia do amor, a uma e a madona,- uma, um angulo para baixo com um seta tendo ao lado um ponto de interrogação, assim diagramei em meu caderno de apontar, sharon stone, a pedra alemã. Uma- cab eça, pedra alemã, o filho do cantor que caiu pela janela abaixo de um arranha céus em nova yorque, que muita impressão na altura me fez ao sabe-lo e sempre achei um historia esquisita, ou seja, sobre o seu motivo


a uma, do fr a n cisco, a roda para cima, o a k g db , c 53 5 E B Áustria, z ero d b, Ap on ta a cab eça, a te ra pi a do amo ra uma e a ma dona,- uma, um a n gula para ba ix o com um s eta te m do ao l ado um p on to de in te rr o g a ção, as si m dia g ra mei em m eu ca de r no de ap on t ar, sh aron st one, a pe d ra al ema. Uma- cab eça, pe dr a a l ema, o fil h o do can tor q ue ca i u pe la j ane la ab a ix o de um ar ra n h a ce us em n ova y o r q ue, q ue mui ta i mp r es são na al t u ra me fez ao s ab e inglês l o e se mp re ac hei um h is tor ia es q eu sita, o u se j a, s ob reo s eu m ot iv o



a segunda sequência do video, remete de imediato para a ligação londrina, o primeiro pormenor que me chamou à atenção, foi o facto do quando me sentar estar preso pelos head phones, cujos fios desenham um y cuja ponta se liga ao olho de horus, ou seja preso na escuta do olho de horus inglês, o malandro, emprenhado pelo ca no n x l primeiro, depois de sentado, o fio atravessa a objectiva, até ser retirado, reverbou em mim imagem recente do bispo de cantuaria a três quartos em toga negra com um rectângulo branco, com uma textura que não desvelava o seu desenho, e que trazia um fio negro que o atravessava verticalmente, como este fio faz a camisola do infante, camisola de gola alta como antes os infantes usavam, a foto do bispo de cantuária é do tempo recente da ultima polemica sobre o que ele bem disse, da necessidade de integração das culturas árabes e muçulmanas na antiga albion, e mais uma vez os tolos para infelicidade, própria e de muitos outros, parece que nã o entenderam, a este assunto voltarei, se assim o destino ditar, em outra ocasião, mas um relação se deduz, que o fio negro sobre o homem da toga negra e branco, ou seja maçónico, provavelmente é colocado por um muçulmano, o fio negro é uma cabra que desce sobre o coração, que o atravessa de alguma forma

versão sinóptica,

a segunda se quadrado europeu inglês w s cia londrina, circulo pr prim eri circulo rato preso pe l os cabeças dos homens ad d e e pp p ene t r tio n da escutas homem one es se serpente x primeiro , primeiro rec tan gula br anco ar abes e um c u primeiro manas na ant u i g a albion, inde felicidade pr o pr ia circulo home do orçamento de estado maior da toga negra e n r a n ca m aç oni co, c o l o ca do por primeiro m u c u i mano , ac ab br ra q eu dec m orti sobre o c ro a ção

versão extensão inteira

a se gun da se q u en cia, r e met e de imediato para a li g a ção l on dr ina, o pr i m e rio pr o m en or q u e me chamou à at en ç ão, f o i o f ac to do q ua n do me s en t ar est ar pr es o pe l os he a d p h one s, c u j os fi os d es en ham um y c u j a p on ta se liga ao olho de horus, ou se j a pr es o na es cut a do olho de horus inglês, o m a l a n dr o, e mp r en h ado pelo ca no n x l pr i me iro, d e p o is de s en t ado, o fi o a t ravessa a ob ject iva, at é ser r e t irado, r eve r b o u em mim i mage m r e c en te do b is p o de can t ua ria a t r ê s q ua r to s em toga ne g ra com um rec t na gula br anco, com uma te x t u ra q ue n ão d es vela v a o s eu d es en h o, e q ue t ra z ia um fi o ne g ro q ue o at ravessa v a v e r tica l mente, c omo este fi o f a z a cam i s o l a do infante, ca mis ola de g ola al ta co mo ant es os infantes usa v am, a f oto do bi s p o de can t u ária é do te mp o r e c en te da u l tim a p ole mica s ob reo q ue e l e be m di s se, da ne ce s sida de d e in te g r a ção das c u l t u ra s ar abes e m u c u l manas na antiga al bi on, e mna si uma v e z os t o l os para ind felicidade, pr o pr ia e de mui to s outros, par e ce q ue nã o en te n d e ram, a este as sun to vo l t a rei, se as si m o d es t ino dita r, em outra oca si ão, mas um relação se d edu z, q ue o fi o negro sobre o h oe m da toga ne g ra e br anco, o u se j a m a ç oni co, por v ave l mente é c olo ca do por um m u c u l mano, o fi o ne g ro é um ac ab ra q ue dec e so b reo co ra ção, q ue o at ravessa de al gum a forma

é visível na mesa , um dos auriculares, que é um circulo em rede, uma rede de prata e negro de uma personagem que tem uma faca de madeira com cabo provável de marfim, ou costa do marfim, por associação a marfim

vaso isi vaso el em madrid, mesa, um das escutas que é sargento do circulo red de prata e negro, cabo de faca pr ova vaso el de marfim

é vi s iv el na mesa , um dos au ric u l ar es, q ue é um r cir c u l o em red e, uma rede de p rata e ne g ro de uma pe r son a g em q ue te m uma f ac a de madeira com ca bo pr ova v el de mar fi m ou costa do mar fi m, por as soci a ção am ar fi maior

os horizontes, as linhas dos horizontes estão todas inclinadas, ou melhor foram todas inclinadas por uma espada, e o infante está no eixo vertical da cruz inclinada, de todas as formas não se encontra neste momento crucificado pois pode mexer seus braços e mesmo seu corpo, a seu lado esquerdo, é visível no braço esquerdo da cruz um suporte que foi de uma mesa, um pé, que é feito em madeira de magno, ou melhor cinco pernas e cinco ancas femininas lado a lado, ou seja que se conhecem, sendo o numero cinco, duas terão duas pernas, uma outra , não terá uma perna, o que aponta para uma mulher em particular no reino unido que muito por aqui aparece nas noticias de fofocas a propósito de divórcios litigiosos, a encandescente mi ll e rata

os homem ori zon t es inclinou as linhas com uma espada sobre o infante c ru xi fi ca do por p circulo is da p ode me ze rato seus br aço sao lado do da esquerda do dão , + e vaso isi vaso el no br aço do magno, com cinco ancas f e me ninas, primeiro p é primeiro ado terao do as pe rna serpente pr o pr os e to dos divórcios litigiosos, a di vo rc cios li te gi o sãos serpente , a enca d en c en teresa, a en can d es c en te m i onze e rata

os h ori zon t es, as linhas dos h ori zon t es est ão todas inc l ina d as, ou me l hor f o ram todas inc l ina d as por uma e spa da, e o infante est á no e ix o v e r tic al da cruz inc l ina d a, de todas as f o r mas não se en c on t ra ne st e mo m en to c r ux i fi ca do p o is p ode me xe r se us br aço s e me s mo s eu corp o, a s eu l ad o es q eu r dao, é v isi v el no br aço esquerdo da cruz um s up or te q ue foi de uma mesa, um p é, q ue é f e it o em madeira de magno, ou me l hor c in co pe rna s e c in co ancas f em e ni nas l ad o a l ado, ou seja q ue se c on he ce m, s en do o nu m ero c in co, du as te rao du as pe rna s, uma outra , não te rá uma pe rna, o que ap on ta pat a uma mul her em par tic u l ar no rei no un id o q ue mui to por a q u i ap ar e ce nas no tic ias de f o f oca s a pr o pr os i to de di vo r cio s li ti gi o são s , a en ca d en c en te mi ll e rata

sobre as ancas das três meninas, um cálice doirado com uns desenhos em abertura no vaso como se fossem pinheirinhos, uma sabrina vermelha de cabo azul com um anel doiro, ou seja uma feiticeira, e uma peça do aspirador, uma peça com duas secções, uma primeira redonda que encaixa no tubo de prata do mousy argenta ufesa negro e cinza doirada, heroina, e duas rodas negras, dois círculos negros, e que depois passa a secção paralelipeda rectangular oca com ponta em bisel

três meninas, um cálice, vaso ns ab rato rta au ra no do espião dos pinheirinhos, antonio forte feiticeira sec cc oe es , pr t a do gato s y argenta , dos c u rc y l os n r g os, pa sas sec cc são para primeiro e li pe dio do rec tan gula da f al u t a d a segunda ise

s ob re a s ancas das t r ê s m eni n as, um ca l ice do irado com u ns d es en h os em ab rta u ra no v as o co mo se f os se m p in hei rin h os, uma s ab r ina vermelha de ca bo az u l com um ane l do i ro, ou seja um af e it i ce ira, e uma pe ç a do as pira dor, uma pe ç a com du as sec ç o es, uma pr i me i ra re don da q ue en caixa no t u b o de pr t a do mi u s y ar g en t a u f e sa negro e e c in za doirada, he r o i na, e du as ro d as ne g ra s, do is cir c u l os negros, e q ue d ep o is pa sas a sec ç ao para l e li pe d i o rec t angular oca com p on ta em bi se l

a posição do cabo da sabrina com o cálice repete o mesmo motivo a inversão do Y, ou seja o tubo negro da cunha do aspirador ao lado do cálice com a sabrina desenha, ou fez a inversão do Y

a p o si ção do ca bo da s ab r ina com o ca li ce r ep e te o me s mo m ot iv o a in v e r são do Y, o u seja o t ub o ne g ro da cunha do a spi ra dor ao aldo do ca l i ce com a s ab r ina d es en h a, ou fez a in v e r são do Y

o infante está sentado numa cadeira fortaleza negra que tambem está inclinada, ou melhor que foi inclinada tambem, pelos malandros, ou pelo grande malandro que está por detrás das cinco ancas femininas, que são interruptor duplo da faca da luzes que vem do ceu e cujo bico aponta à terra

o in fan te est á s en t ado n uma ca de ira f o rta l e za negra q ue t am b em es t á inc l ina da, ou me l hor q ue f o i inc l ina d a t am b em, pe l os m a l a n d ros, ou pe l o g rand e m a la n d ro q ue es t á por de t rá s das c in co ancas f em eni n as, q ue são in te rr u p t o r d up l o da f ac a da l u z es q ue ve m do c eu e c u j o bi co ap on ta à terra

de facto em meu caminhar muito as luzes dos candeeiros publico se acendem e se apagam e piscam, e eu me pergunto da imensa rede de comunicação que estes malandros tem e assim usam para me fazer caminhar, se assim a minha vontade o quiser, certamente certo, não é verdade, creio mesmo que o relacionam a minha posição pelo meu sinal de telemóvel, não é malandragem, de controlos remoto, para levar a lixos vários que serviram para outros incriminar, não creio senhores, que tal actividade seja permitida, para alem de fazer fundir as lâmpadas, caso de policia se ainda a houvesse!

Lu ze serpente can di ee ros do publico se ac inglês dia inglês e se ap a gata am e pi s cam pe rato gato no circulo da e mn as rede de co mo uni cação, ce rta me en to certo, pela p o si são me vaso sin al de te k l e mo v el , maior ala lan d ar g em de c on t rolo s rato emo os to para primeiro eva li xo serpentes várias circulo vaso cruz rato maior inc rimi muito ar, f a ze f un di rato as primeira am padas c as o de poli cia se a inda a homem circulo vaso duplo ess e e x c l a maçao

de f ac to em m eu ca minha r mui to as l u z es dos can di e i ros publico se a c en den e se ap a g am e pi s c am, e eu me pe r g un o da i mn sa red e de co m uni cação q ue est es ma lan dr os te m e as si m usa m para me f a ze r ca min h ar, se as si m a min h a von t ad e o q u ise r, ce rta m e en to ce r to, não é v e r dad e, c rei o me s mo q ue o r ela cio n am a min h a p o si ção pe l o m eu sin al de te l emo v el, não é ma lan d ar g em, de c on t rolo s r emo s to, para l eva ra li xo s v á rio s q ue se r v iram para o u t rm inc rimi n ar, n ão c rei o s en hor es, q ue t al ac t iv i dad e seja pe r mit ida, para a l em de f az e f un di r a s l am padas, c as o de poli cia se a in da a h o u v es s e!

as palavras improvisadas dão as seguintes chaves complementares

as pal v ra s i mp or v isa dd as dão as se gui n t es ch av es co mp l e mn t ar es

moura e noronha, ou mo vaso do rá e no ron homem primeiro, dois juizes do supremo tribunal de horus,

mo u ra e no ron h a, ou mo vaso do rá e no ron homem primeiro, do is ju ize s do s up r emo t ro b un al de h o r us,

um organismo com cem mil pessoas, o que é uma ironia e tambem uma imagem invertida do tsunami do natal, o que terá levado o tribunal a crucificar uma serie de gente, a fazer a acusação, e a me manter o filho afastado, sendo literal a condenação simbólica que o espirito em dia recente me desvelava, retirar um filho, corresponde a uma sentença de morte

um o r gan is mo com ce m mil p es s o as, o q ue é uma i ron ia e t am b em uma i mage m invertida do ts un ami do nat al, o q ue te rá l eva do o t rib un al a c ru cif car uma se rie de g en te, a f az e ra ac usa ção, e a me man te r o fil h o af as t ado, s en do li te ral a c on dena ção s im bo li ca q ue o es pi rito em dia r e c en te me d es vela v a, r e ti ra r um fil h o, co rr es ponde a uma s en t en ça de mor te

são das secretas, secretas rias, um da esquerda e outro da direita no espectro político, mais uma aliança dos diabos, que se encaixam um no outro como os dedos da mão desenham quando cruzados, assim fizeram na lua deitada para cima em quarto crescente, são carneiros da maria , negra de fortaleza, gueixas de homens das leis da republica, da corrupção acrescente-se, visto falar-mos de putas

são das s ce rta s, secretas rias, um da esquerda e outro da direito no da es spectro poli tic o, ma si uma al ina ç a dos dia bo s, q ue se en caixa m um no outro c o mo os dedos da mão d es en ham q ua n d c r uza d os, , as si m f ize ram na l ua deitada para cima em quarto c r es c en te, são car eni ros da maria , ne g ra de f o rta l e za, g eu ix as de homens das leis da republica, da co rr up ção ac r es c en te inglesa se, vi s to f al ar inglês mo s de putas

a faca de cabo de marfim é da policia de investigação criminal,. O primeiro da esquerda, sendo que um daqui em recente se foi, com uma gravata na foto do falecimento, com a boca dos rolling stones, ou seja, uma gravata dos rolling stones, portanto deverá ter estado relacionado com a morte da marta

a f ac a de ca bo de m ar fi mé da policia de in v es ti g a çao c rimi na l,. O pr i m e rio da esquerda, s en do que um d a q u i em r e c en te se f o i, com uma g rav at a na f oto do f a l e cie mn to, com a b o ca dos ro ll in g st one s, o u se j a, uma g rav a t a dos ro ll in g st on es, p orta n to d eve rá ter est ado r e l a c i o n ado com a mor te d a m a rta

são marcianos com togas, ou seja rock marcianos, pugilistas do planeta da guerra marte, crêem-se super poderosos, deuses , em dois mil e cinco fizeram a co ns pira são ra pt o circulo san g eu me u fil homem do circulo, ac to tor cruz vaso ra a me u fil h circulo,

são m ar cia no s com toga s, o u se j a ro ck marc ian os, p u gil is t as do p l ane ta da g eu r ra mar te, cr ee m inglesa se super p ode roso s, de us es , em do is mil e c in co f ize ram a co ns pira são ra pt o circulo san g eu me u fil homem do cir c u l o, ac to tor cruz vaso ra a me u fil h cir c u l o,

um maçónico, de esquerda, um da opus dei, vergam-se ao quadrado europeu maior, vaso eni as pe l circulo europeu pelo cu, a quem quer que seja, p au z in h os min ho q u in h as q eu ma pr ovas f a l cat ru as, salvo erro Roménia onda a puta mae de meu filho tambem andou nas tais viagens a marca portugal

um m ac oni co, de esquerda, um da o p us de i, v e r g am inglesa se ao quadrado europeu ami o r, v as o eni as pe l cir c u l o e ur o peu pelo cu, a q eu m q eu r q ue seja, p au z in h os min ho q u in h as q eu ma pr ovas f a l cat ru as, salvo erro ro mé rn ia onda a puta mae de m eu fil h o t am b em and o u nas t a is v ia g en d a ma rc a por tu gal

co r to v os a ca beça a todos em D eu s c ab r õ es

ou seja , aparece aqui aparecer a terceira ligação o terceiro território, depois da América, depois do tsunami, londres e agira a relação com espanha, ou seja bombas diversas, de diversas naturezas, mas operadas por um mesmo grupo com uma mesma intenção

o u seja , a par ce aqui ap ar e ce ra terceira li g a çao o te rc e ii ro te r ritó rio, d ep o is da am erica, d ep o is do ts un ami, l on dr es e a g ira a relação com e sp a n h a, o u se j a bo mba s di v e r sas, de di v e r sas nat ur e z as, mas o pe ra d as por um me s mo g r up o com uma me s ma in t en ção

e depois entre as cenas, ouve-se um chicote invisível, ou seja o chicote escondido, e que quando estala inclina os horizontes

e d ep o is en t rea s c en as, o u v e inglesa se um ch i c ot e in v isi l, ou seja o c hi c ot e es condi d oe q ue q ua n do est ala inc l ina os h ori zon t es



se vê um monitor ao fundo , meio escurecido, meio escondido, donde será um chicote que actua via ondas e rede de comunicações, e me levantei para o ir ver e é o ne c mul ti s y nc forte e, doze , cinquenta +, quando de lá me vinha embora caiu a chave sofi a trezentos e treze, o bico apontou o canto da mesa que se ve na imagem, ao chegar a ela , um cubo coco ficou preso no meu manto , num dos buracos mais um menos na anca direita, nele li, lote br zo de setenta e nove data cinco de dois mil, validade abril de dois mil e cinco

se v ê um m oni tor ao fundo , mei o es c ur e cid o, mei o es condi do, don de se rá um ch i c ot e q ue ac t ua v ia ondas e rede de co m uni caçoes, e me l eva n te i para o ir v e r e é o ne c mul ti s y nc forte e di ze c in q eu n ta +, quando de lá ma vinha em b ira ca i u a ca h v e sofia t r e zen to s e t r e ze, o bi co ap on to u o can to da mesa q ue se v e n a i mage m, ao che g ar a e la , um c u b o c oco fi co u pr es o no m eu man to , n um dos b u r co s ma is um m en o sn a anca direita, nel e li, lote br zo de set en t a e no v e data c in co de dois mil, v e l i dad e ab r i l de do is mil e c in co

em cima da mesa, in c en se st e ck s , microfone be y der du no mic três oito de setenta germany, cuja cabeça em rede prata com anel negro aponta os pés das meninas do catalogo da lanidor que está por debaixo de um livro, desvelando os seus pés, e dizendo fall winter circulo sexto da lanidor, um capricho da natureza por cima, da nadine g o r di mer, segundo os preceitos da lei, rato es em ouro da lei, bainhas laçadas em cor escura e cobertas com tela entrançada ao estilo japonês, o tal folheto das espadas samurai que um dia no jardim do império apareceu, cabos , dois um negro fire wire, um branco usb apple, os slides do rapaz com os lábios de negro pintados, foto antiga do sete, uma praia no final do dia , a menina em cima do rapaz com um guardanapo branco pronto para o comer, um livro aberto, com a gravura do labyrinthe du monde e do coeur , mil novecentos e oitenta e nove, de albion brurousky com a letra da escrita formadora da tal educadora do moderno com uma pseudo avaliação de meu filho , no final do ano, creio que antes da rapto, e por cima um pedaço do espelho pb british silver class , proporção, oito, circulo nono que desenha uma espécie de M, ou vale, com um dos lados como se fosse uma faca, ou seja a faca da maria, espelho do armário de meus avos que eu parti quando toda a casa parti, e outro objectos

em cima da mesa, in c en se st e ck s , mic ro f one be y der du no mic t r es o u to de set en t a germany, cuja c ane ça pr t a com ane l negro ap on t as p é s das m eni n as do cat a l o g o da l ani dor q ue es t á por de b a ix o de um li v ro, d es v e lan do os se us p é s, e di zen do f a ll w in ter cir c u l o se x to da l ani dor, um capri c h o da na t ur e za por cima, da n a d i n e g o r di mer, se h un do os pr e ce it os da lei, ra to es em o u ro da lei, ba in h as l ac ad as em cir es cura e co be rta s e com te la en t ra n ç ad a ao est i l o j a p on ê s, o t al f o l he to das e spa d as sam u r ai q ue um dia no jardim do u mp é rio ap ar e c eu, ca bo s , do is um negro fire wire, um b r a n co u s b ap p l e, os sl id es do ra p az com os l á bi os de negro p ina t d os, g f oto ant i g a do set e, uma pr aia no f ina l do dia , a m eni na em cima do ra p az com um g ur ad ana pa br anco pr on to para o c mer, um li v ro ab e r to, com a g ra v u ra do l ab y rin t he du monde e do co eu r , mil no v e c en to s e o i t en ta e no v e, de al bi o n br ur o u s ky com a l e t ra da es c ru ta f o rna dora da t al edu ca dora do mode r no com uma ps eu da ava lia ção de me u fil h o , no f ina l do ano ,c rei o q ue ant es da ra pt o, e por cima um peda ç o do es pe l h o pb br it u sh si l v e r c l a ss , pr o porção, o it o, cir c uk l o nono q ue d es en h a uma es pe cie de M, ou vale, com um dos l ado s c omo se f os se uma f ac a, o u s j aa f ac a da maria, es p l h o do ar mario de me us avo s q ue e u par ti q ua n do tod a a c asa par ti, e o u t ro s ob j t os

assim mais inclina, cada vez que o home que trás o chicote, escondido o estala
chicote é usado em sado masoquismo, portanto deve ser um, dominante

as si m mai s inc l ina, ca da v e z q ue o home q ue t rá s o c h i c ot e, es condi co o es t ala c hi c ot e é usa do em s sado m as o q u is mo, p orta n to d eve ser um, d o mina te

neste ultimo frame é visível no vidro o reflexo da estrutura dos trinta e dois rectângulo de luz fluorescente, e na vertical da cruz , uma lamina dupla x acto , com um diapasão invertido em seu interior, ou seja o chicote electrónico, a frequência que altera, e qu está relacionada com as novas tecnologias e muito especificamente com a relação entre o uso dos telemóveis e o despoletar da violência como agora se viu provado numa escola aqui em portugal, a este assunto em maior detalhe irei, pois tambem não são só os telemóveis, que o fazem, o plano é mais vasto e mais integrado, a onda da frequência, a explica o micro wave em seu logo

ne st e u l tim o fr a me é v isi v el no vi dr oo r e f l e x o da es t ru t u ra dos t rin ta e do is rec tan gula de luz f l ur es c en te, e na v e r tic al da cruz , uma l a mina d up la x ac to , com um d ua pa são invertido em s eu in teri o ro u seja o c hi c ot e el e c t r oni co, a fr e q u en cia q ue al te ra, e q u est á r e la cio n ada com as n ovas tec no l o gi as e mui to es pe c i f ica mn t com a relação en t reo us o dos te l emo v e is e o d es p o l e t ra da vi o l en cia co mo agora se vi u pr ova do n u am es cola aqui em portugal, a este as sun to em maio r d eta l he i rei, p o is t am b em não ~ são s ó s o te l e mo v e is, q ue o f a ze m, o p l ano é mai s v as to e ma si in te g ra do, a onda da fr e q u en cia, a e x p l i ca o mic ro w ave em s eu l o g o

quando foi parar a londres, recordei-me da ultima vez que lá estive, em dois mil, abril, por volta do meu aniversário, o francisco acabado de nascer, com meses, a teresa ia lá nas tais viagens de preparação deste terroristas, e me convidou a ir com ela, por lá andei enquanto ela andava por outro lado, e depois juntos passamos o fim de semana, vimos entre outras coisa uma exposição dos desenhos de Leonardo da vinci e fomos passear a porto bello, que recentemente ardeu, e cuja informação da visão relativa a este acontecido se encontra no texto maior do transito ultimo, ainda não publicado, e que por sua vez considero eco do anterior já publicado, da última grande gravidez

quando foi para ra l on dr es, recorde i inglesa me da u l t ima v e z q ue l á est iv e, em do is mil, ab r i l, por vo l ta do m eu ani v e r sário, o fr an c isco ac ab ad o de na s ce r, com m es e s, a teresa ia l á nas t a is v ia g e ns de pr epa ração d este te rr ori s t as, e me c on vi o d ua ir com e la, por l á and ei en q ua n to e la anda v a p o ro u t ro l ado, e d ep o is j un to s pa s sam os o fi m de se mana, vi mos en t re o u t ra s co isa uma e x p o si ç ao dos d e s n h os de leo n ard o da v in c i e f omo s pa s sea r a porto be ll o, q ue r e c en te mente ar d eu, e c u j a infor mação da vi são r e l at iva a este ac on te cid o se en c on t ra no texto maior do t ra ns i to u l tim o, a in da não pu l i ca do, e q ue por s ua v e z co ns id ero e co do ant e rio r j á pub li ca do, da ú l ti ma g rand e g ra vi dez

ora acontece isto antes das torres terem ido abaixo e parece confirmar o que já escrevi anteriormente, que esta acção foi preparada com muitos anos de antecedência por esse grupo, ainda agora depois de pensar sobre o circulo russel, relembrei o livro do bertrand russel, da história que se passava na Grécia da mulher que dava com uma reunião de conspiradores que queriam matar os presidentes do mundo e o professor que era para quem ela trabalhava, aqui na realidade existirão algumas pequenas diferenças, e a mim parece-me que o professor, serei eu, e que a teresa desempenhou o papel de secretária, se obrigada ou não, não trago certeza nem num nem em outro sentido, embora, quem cale, sempre de algum modo consente, a Grécia , terá sido mais uma das ilhas portuguesas, a tal da casa das picas

o ra acontece is to ant es das to rr es te r em id o ab a ix o e par e ce c on fi r mar o q ue j á es c r e vi ant e rio r m en t re, q ue es ta a c ç ao f o i pr epa ra da com mui t os ano s de ant e ce d en cia por esse g r y up o, a inda agora d ep o is de pen sar s ob reo cir c u l o r us se l, r e l em b rei o li v ro do be r t rand r u s se l, da h is tó ria q ue se p as s av na g r é cia da mul her q ue d ava com um a reunião de co ns pira do r es q ue q eu r iam mat ar os pr es i d en t es do mundo e o pr o f es sor q ue e ra para q eu m e la t ra b alha v a, aqui na r e l a id ad e e xis ti rão al gum as pe q u en a s di fr en ç as, ea mim par e ce inglesa me q ue o pr o f es sor, se rei eu, e q ue a t r es a d es e mp en h o u o p a p el de secreta ´ r ia, se ob riga da o u não, n º ao t ra g o ce r te za ne mn um ne me m outro s en tid o, em bora, q eu m cale, se mp r e de al gum modo co ns en te, a g r e cia , te rá sid o ma si uma das ilhas por tu gu i sa as a t al da c asa das pi c as

e sendo que a puta teresa carvalho, mãe de meu filho trazia ligações a este grupo feitas em diversa viagens pela europa como aqui já foi narrado, sendo a moeda de troca, a posse de meu filho, mesmo que me matassem, assim era o acordo, não é verdade teresa, ou foste obrigado a fazê-lo, sendo que obrigados, só somos se o queremos, não é verdade tambem?.

e s en do q ue a puta teresa car v alho, n ã e de me u fil h o t ra z ia li g a ç õ es a este g ru p o f e it as em di v e r sa v i agnes pela eu r opa co mo a q u y i j á foi na rr ado, s en o d a m oe d a de t roca, a p os se de me u fil h o, me s mo q ue ma mata ss em, as si m e ra o ac o r do, n ão é v e r dad e teresa, o u f os te ob riga do a af zê inglês l o, s en d o q ue ob riga d os, s ó s omo s se o q eu r emo s, n ão é v e r dad e t am b em nos o d is t do s traços ao p on to de in te rr o g ac são.
Apareceu-me aqui no texto, ao escrevê-lo, as duas marcas paralelas do bordo do prédio da cadeirinha do almeida presa no alto da parede, do p on to de e x c l a mação, t na b em mação

Ap ar e c eu inglesa me aqui no texto, ao es c r ev ê inglês l o, as du as ma rca s p aa r e le la s do bo r do d o pr é di o da ca de i ri n h a do al me id a pr e sa no alto da parede, do p on to de e x c l a mação, t na b em mação

fiz um video dessa vez que lá estive e fui então vê-lo a ver o que me dizia

fi z um vi de o d es sa v e z q ue l á est iv ee f o i en tão v ê inglês l o a v er o q ue me di z ia

na cassete onde depois tornei a copiar o material de londres, no seu principio estão imagens no estádio do sporting, onde rodei o tal clip da selecção nacional que aqui no livro já foi referenciado, encomendado pelo luis villas boas do grupo de cascais que é ajudante do seth, assim em dia recente o espirito me o desvelou, e que depois foi alvo de uma estranha passagem na rtp, onde esteve mão do jornalista de desporto que tambem aqui em dia recente foi convocado, e que é uma faca do grupo do norte, depois seguem-se as sequências de londres

na ca s sete on d ed ep o is tor ne ia co pi ar o mat e r ia l de l on dr es, no s eu p rin c ip o es tão i ma g e n s no es t á di o do s por t in g, on de ro de i o t al c l ip da se l e ção na cio n al q ue aqui no li v ro j á foi r efe ren cia do, en comenda do pelo l u is vi ll as boa s do g r up o de ca s cais q ue é a j u dante do seth, as si m em dia r e c en te o es pi rito me o d es v e lou, e q ue d ep o is f o i alvo de uma es t ra n h aa ps sage m na rtp, onda es t eve mão do jo rna l ista de d es porto q ue t am b em a q u i em dia r e c en te f o i c on vo ca do, e q ue é uma f ac a do g r up o do no r te, d ep o i se g eu m inglesa se as se q u ne cia s de l on dr es

este grupo de cascais, da reunião, do luis, do antonio cunha, da cunha sua esposa, ex esposa do miguel esteves cardoso, do pedro ayres de magalhães, da Madredeus, das ligações ao sete, ao grupo pro jornal, ou lá como se chama, aos delfins, a inglaterra por muitos laços, e muitas relações com a industria das musicas e dos músicos, e relações familiares do primeiro tambem em espanha por vias de negócios da geração anterior

este g r up o de ca s cais, da r eu ni ão, do l u is, do ant oni o cunha, da c un h a s ua es posa, e x e x posa do mig u el est eve s car d oso, do pe dr o a y r es de maga l h ã es, da M ad r e d eu s, das li g a ç õ es ao set e, ao g r u p o pr o jo rna l, o u l á co mo se ch ama, aos del fi ns, a in g l at e r ra por mui to s l aço s, e mui ta s relações com a indu st ro a das mu sica s e do s mu sico s, e relações f am i lia r es do pr i me i ro t am b em e m es p anha por vi as de ne g ó cia s da ge ra ção ant e rio r

um primeiro pedacinho do video no estádio do sporting, mostra um homem com ar de pouco atleta, talvez de outras modalidades, que avança no enquadramento quando se dá conta que eu o estou a filmar, como se não quisesse ser reconhecido, por detrás dele , um outro, mais jovem roda a bola sobra a linha, no enquadramento ao lado direito a cabine dos treinadores, parece um posto de telefone, ou das comunicações, nessa direcção avança ele, a bola, onda para ali sobre a linha branca, a margem do relvado e pressupostamente o limite do jogo, como se o movimento do primeiro fizesse a bola rolar na linha o home de facto treino trás as cores amarelas em fundo azul

um pr i me i ro peda ç on h o do vi de o no es t á di o do s port in gg, mo s t ra um homem com ar de p o u co at l eta, t al v e z de o u t ra s moda li dad es, q ue av ança no en q ua dr am en to q ua n do se dá c on ta q ue eu o es to ua fil mar, co mo se não q u ise s se ser r e c on he cid o, por d e t rá s de le , um o u t ro, ma si j o v e mr o da a bola s o b ra a linha, no en q ua dr am en to ao l ado di rei to a ca b ine dos t reina dores, par ac e um p os tio de te l e f one, ou d as co m uni cações, ne s sa di rec ç ão a van ç a e l e, ab ola, onda para a li s ob rea linha b rn ca, a mar g em do r el v ado e pr es s up os tamen te o li mit e do j o g o e ultra passa inglesa a , co mo se o mo vi e mn to do pr i me i ro f ize s se a bola rola r na linha e u l t rp as sa inglesa l a para f o ra, o home de f act t rei no t rá s as co r es am ar e la s em f un d o az u l



continua

circulo do x do grupo onze circulo duplo quadrado em noventa e nove

milzzufx
mil zz vaso dos fx