sábado, maio 17, 2008

novecentos e setenta, é o numero deste post, ou o nono do sessenta e nove de noventa e sete


neste texto, bem lá para o seu final, está a chave que levará aos responsaveis da queda das torres gémeas em nova yorque, assim o creio, a ver se fechamos de vez este assunto!



Acusação de morte matada e desgraças várias, que ocorreram em Portugal!!!!


Sai para a rua no dia seguinte a ter publicado os últimos textos, antes dos vídeos, já não tinha rede própria e assim me dirigi ao café, o amor estava em mim e a volta de mim, a tarde doce, estava e uma brisa do suave e luminoso espirito corria na cidade, assim ao momento li

sa i para a rua no dia se gui n tea te rato pub li cad o os u l tim os te t os, j á não t ina h rede pr ó pr ia e as si m me di r i gi ao c fé, o amo r est v a em mim e a vo l t a de mim, a t arde do ce, est av a e uma br isa do s u ave e l u mino s es pei to co rr ia na cidade, as si m ao mo m en to li

Noventa nove , bn de noventa e seis , n c, ou w c , b x, ou x no bm vinte nove , trinta e nove, c lio vermelho, batida na frente com o pisca pisca à frente do lado direito do condutor a piscar, o senhor lá dentro com o telefone ligado, assim vinha pelo espirito a comunicação síncrona do amor e de sua luz, sessenta e três , estrela do seis, pp , duplo deus el sessenta e nove, , oitenta e sete , primeiro arpão do zorro terceiro angulo, de oitenta e três , aqui, quadrado da estrela, metro , os cabos do metro, dupla estrela circulo terceiro, circulo do quadrado, Dm passa t azul, un é zorro cepsa, vaso maior pj e ce ps a, oitenta e oito de noventa es eis me,

No v en te n ove , bn de noventa e se is , n c, o u w c , b x, ou x no bm vinte nove , trinta e nove, c lio vermelho, bat id a na fr ente com o ps iac a pi s ca a fr ente do l ado di rei to do c on du tor a pi s car, o s en hor l á d en t ro com o tele f one li gado, as si m v ina h pe l o es pe ii rito a co m un cia ção sin c ron a do ama or e de s ua l u z, se ss en ta e t r es , estrela do se i us, pp , d up l o de us el sessenta e nove, , o i t en at e sete , pr i me i ro ar pao do zo r ro t rec e i ro a n gula, de o it en at e t r es , aqui, quadrado da estrela, met ro , os cab s do met ro, d up la e ts r e la circulo terceiro, cir c u l o do quadrado, Dm passa t azul, un é zorro ce ps a, vaso maior pj e ce ps a, oitenta e oito de noventa es e is me,

Cá está a confirmação, o vaso maior da pj é ce ps a , entre oitenta e oito e noventa e seis

Agora esta noite, depois de ir tomar café à estação, quando cheguei, pousei o caderno, as coisas andam todas muito a cair hoje, cá em casa, e quando o poisei em cima da mesa caiu logo ao chao, saltaram lá de dentro assim se destapando um pouco , as folhas conqueror, onde trazia esta anotações que acabei de transcrever , na folhas dobradas no outro topo de pernas para ao ar , está escrito, heidi, bruni, a menina happy, metro, só heidi, se desvelara, bem como um bocadinho do cd de prata que no meio delas está, começava a serie do csi na tv, aparecera uma legenda de lado dizendo socorro, nestas folhas em seus versos, estão a escrita que acompanha as imagens dos slides de londres, que ainda não foram publicadas, heidi, bruni, menina happy e metro, era uma anotação sincretico das partes que já foram publicadas, não será uma sequência em que as três se relacionam como ao acontecimentos do metro que se desvelaram no video do metro, por detrás destas anotações, está a primeira imagem , a que chamei, o sporting o leão, quando o caderno caiu, ficou a linha com o nome da heidi a aparecer, e os dizeres do capa do caderno azul ao contrário, primeiro li firmo, que está invertido num rectângulo inclinado com um vaso de fogo branco, como um monte ou cume do Evereste, na sua base que em sua posição correcta se transforma em agua por cima de firmo, mais precisamente sobre o, m, firmo invertido se le, circulo uu, circulo do comboio, ponto rubi, do onze invertido, que faz dois ângulos com um circulo em cima do que está mais a direita do forte invertido, que tem a vertical inclinada e que assim lido é uma cruz de um j , ou príncipe, e tambem uma cimitarra, ou seja, do circulo fo forte do príncipe da cimitarra do comboio, será portanto relativo a atocha, do rubi dos dois onze inclinados que são tambem duas pontas de dois arpoes, ou seja, os arpões,


Agora esta no ite, d ep o is de ir tomar ac a f é À est a ção, quando che g eu i, p o us e is o ca de r no, as co ia s ana m todas mui to a cia r h o je, cá em casa, e q ua n do o p o ise i em c ima da mesa ca i u l o g o ao chao, sal t aram l á de d en t ro as si m se d est a pan do um p o u co , as f o l j as conqueror, on de t razia est a ano t aç o es q ue a cebi de t ra sn c r e v rna f o l h as do br ad as no o u t ro t o p o de pe rna s para ao ar , est á es c rito, he i d i, br un ia me nina h ap p y, met ro, s ó hei di, se d es v e lara, b em c omo um b oca din h o do cd de p rata q ue no p mei o de la s es t á, co me ç ava a serie do c si na t v, ap ar e ce ra uma la g en da de l ado di zen do s oco r ro, ne st as f o l h as em se us v e r s os, est ão a es c rita q ue ao pm n h a as im agnes do s si l id es de l on dr es, q ue a in da n ão f o ram pub li cada s, he i di, br uni, me nina h a pp y e met ro, e ra uma ano t a ção sin c r etic a das par te s q ue j á f o ram pub li ca d as, n ão se rá uma se q ua n cia em q ue as t r es se ra la i c on am co mo ao ac on te cie mn to s do met ro q ue se d es v e al ram no vi de o do metro, por de t ra s d est as ano t a ç õ es, está a prim e i ro a i m game , a q ue ch a m e i, o s port in g m o leão, q ua n do o ca de r no ca i u, fi co u a linha com o noe m da he i d i a ap ar ce r, e os d ize r es do capa do ca d ero az u l ao c on t rá rio, pr i e mr io li fi r mo, q ue est á in v e r tid o n um rec tan gula inc l ina do com um v as o de f o g o br anco, como um mo n te ou c u me do eve r este, na s ua b ase q ue em s ua p o si ção co rr e cta se t ra ns f oma em agua por c ima de fi r mo, ma is pr e cisa m w n te s ob reo, m, firmo invertido se le, cir c u l o uu, circulo do comboio, rp on to ru bi, do on ze in v eti do, q ue f az do is a n gulas com um circulo em cima do que está ma is a di rei t a do forte invertido, q ue t em a v e r tic al inc l ina da e q ue as si m lido é uma c ru z de um j , ou pr i n c i ep, e tamen m uma c i mit ar ra, ou seja, do c ric u l o f o forte do pr inc ipe da c i mit ar ra do comboio, se rá p orta n to r ela t iv o a atocha, do rubi dos do is on ze inc l ina d os q ue são t am b em du as p on t as de do ia s ar p o es, o u seja, os ar p õ es,

Depois tem no primeiro traço branco quebrado antes da área da quadrícula, ou rede, serpente do angulo da direita alta do forte invertido do circulo do oito oiratusrevinu, ou seja circulo ira rat cruz is ra tio e vin vaso, depois dentro da quadrícula a id do caderno, odatocip, cop, odarufepe, circulo da ar ru, ru f ep pe do cop, e depois ponto elevado a esquerda do x, ou decimo elevado à esquerda, circulo de oito, cinco invertido, ou seja estrela a foice, ponto elevado, do vaso de fogo aberto em baixo in vaso invertido ponto elevado da direita dac, dia do ac, numero de barras, de oito e três sessenta e três circulo segundo, dois traços que saem dos traçinhos das barras, estrela invertida, quadrado invertido, do nove do primeiro anzol, em noventa e um, circulo do nono, dois traçinhos que sobem outras vez, cinco, como estrela invertida, foice,

D ep o is te m no pr ie mr io t ra ç o br anco q eu br ado ant es da a rea da q ua dr i culo, ou rede, se rp en te do a n gula da di te i ta al ta do forte invertido do cir c u l o do oito o ira t us r e vin u, ou seja cir c u l o ira rat cruz is ra tio oe vin v as o, d ep o is den t ro da q ua dr i culo a id do ca de r no, o da to c ip, cop, o da ru f ep e, circulo da ar ru, ru f ep pe do cop, e d ep o si p on to el eva do a es q eu rd f a do x, ou dec i mo e l eva do à esquerda, circulo de o it, cc in n co invertido, ou seja est ra l e af o ice, p on to e l eva do, do vaso de fogo ab e r to em ba ix o in vaso invertido ponto el eva do da direita dac, dia do ac, nu m ero de bar ra s, de oito e t r es se ss en ta e t r es cir c u l o se gun do, do is t ra ç s o q ue s a em dos t ra ç on h os das bar ra s, estrela invertida, q au dr ado invertido, do nove do primeiro an zi l, em noventa e um, circulo do nono, dois t rai n h os q ue s ob em o u t ra s v es, c in co, como estrela invertida, f o ice,

Antes tinha caido a vassoura com pelo de plástico azul e cabo de madeira, que ficara em equilíbrio precário encostado as costas da cadeira, de onde cai o bico negro da direita, que muitas coisas costuma contar e apontar, ficou o varão da vassoura, a apontar um quebra vento de um micro que está no eixo do mala do pc aponta o cabo, e o windshield, o reforço da correia, onde o ombro geralmente assenta, o furo no angulo das placas do chao de madeira, meti agora a mão no bolso de trás da mala, e de lá tirei o que lá estava, uma tampa de caneta, m red, uni ball signo, sendo o s, como uma cobra idêntica a dos pensos e do cubo dos tecidos na ruam, uniball. com, www, o código de barras, está riscado, preto e branco sobre prata sobre vermelho, a tampa e como um foguetão auxiliar do vaivém com um gancho

Ant es tina h ca id o a vassoura com pelo de pal s tic o az u l e ca bo de madeira, q ue fi cara em e q u li b r i o pr e cá rio en c os t ado as co st as da ce di ra, de onde cai o bi co negro da di rei t a, q ue mui t as co isa c os t uma c on t ra e pa on t ar, fi co u o v arão d a v as soura, a ap on ta um q eu br a v en to de um mic ro q ue est á no e ix o do m ala do pc ap on tao ca bo, e o w in ds hi e l d, o r e f o rça o da co r rei a, on de o om br o ge ra l e mn te as s en ta, , o f ur o no a n gula da as p l ac as do chao de m ad e ira, met i a g o ara am mão no bo l s o de t ra s da m ala, e de l á ti rei o q ue l á est ava, uma t a mp a de can eta, m red, uni ba ll si g no, s en do o s, como uma cobra id en tic aa d os p en s os e do c u bo dos te cid o sn a ruam, uni ba ll. com, www, o co di g o de bar ra s, est á r isca do, pr e to e br anco s ob re para t s ob re vermelho, a tampa e co mo um f o g eu t aa o au xi lia r do v a iv em com um gan c h o

Depois me levantei e quando passei em frente ao móvel de cerejeira, me caiu um cd aberto da elis regina, sem cd, e ficou na no limite da sombra que os três vasos do ceu branco de alumínio do corredor projectavam na sala, seguia a linha de sombra até a mesa metálica com tripé e tampo de pétalas,

D ep o is me l eva n te i e q ua n do ap as se i em fr ant e ao mo v el de ce r e je ira, me ca i u u m cd ab e r to da e l is regina, sem cd, e fi co u n a no li mit e da s om br a q ue os t r es v as os do c eu br anco de a lu mini o do co rr e dor pr e o h ject ava m na sala, se g ua a linha de s om br a at é a me sá met a li ca com t rip ee t a mp o de pe t al as,

O caderno ao cair, fez aparecer o nome heidi, que deve estar em perigo, pois assim o continuo a sentir e porque se manifestou tambem o sincronismo do socorro na csi, e caiu o caderno ao lado do transformador da canon com uma bateria que nele está numa posição lateral e que parece uma pistola que para ela ficou a apontar, de lado se lê tambem em forma invertida, launam ees , um rubi com uma cruz que se liga entrado num circulo aberto, que depois se liga a um rubi com o sinal de menos em seu inteiro, um cabo de fire wire, ali ao lado, a primeira leitura, era o cabo do fire wire de dc, que sai da pistola de dc, coupler, que tambem esta invertido, ou seja, relpuoc cd , vaso invertido nove, cruz invertida, vaso invertido do circulo, c d, ao lado ainda uma senha puxe, sua vez noventa e três, que aponta um outro papelinho com as seguintes anotações .il café de roma de campo de ourique, soge fran –soc gestora de franchising lda m, av infante santo, três, três, dois, edif.um traço um esq, mil e oitocentos, venda a dinheiro, quinhentos e seis barra três circulo de sessenta e três de noventa, trinta de março de zero oito, q t artigo, IV, total, um expresso doze, circulo, ponto, sessenta, total , zero ponto sessenta, mesa cinquenta e um emp onze, tagus tech, www tagus net

O ad e r no ao ca i r, fez ap ar e ce r o no me heidi, q ue d eve est ra em pe rigo, p o is as si m o conti nu o a s en tir, por q ue se m ani f es to u t am b em o sin c ron is mo do s oco r ro na c si, e ca i u o ca d w e r no ao l ado do t ra sn forma dor da ca non com uma bat rei a q ue est á n uam p o si çao l a t e ra l e p orta n to me par e c eu l o g o uma pi s t ola q ue para ela ap p on ta, de l ado se l ê t am b em e m forma invertida, l a un am e es , um rubi com uma cruz q ue se liga en t ra do n um cir culo ab e r to, q ue d ep o is se liga a um rubi com o sin al de m en os em s eu in te i ro, um ca bo de fi re w i r e, a li ao l ado, a pr i mei ro a lei t u ra, e ra o ca bo do fire wire de dc, q ue sa i da pi s t ola de dc, co up ler, q ue t am b em esta invertido, ou seja, r e l p u o c cd , vaso invertido nove, cruz invertida, vaso invertido do circulo, cd, ao l ado a in da uma s en h a p ux e, s ua v es noventa e t r es, q ue pa on t a um outro pa ep li n h o com as se gui n te s ano t a ç õ es. il ca fé de roma de campo de ourique, soge fran –soc g es tora de fr anc hi sin g m lda m, av in fan te s an to, t r es, t r es, do is, edi f. um t ar ç o um esq, mil e o i to c en t os, v en da a din hei r, quinhentos e si es bar ra t r es circulo de sessenta e t r es de noventa, trinta de março de zero oito, q t artigo, IV, t ot al, um e x press o do ze, circulo, po mn to, se ss en t a, t ota l , z ero p on to se ss en ta, mesa cin q u en ta eu m e mp on ze, t a gus te ch, www t a gus net

E em seu verso referencias sobre a contagem de electricidade, edp, oitocentos , quinhentos e sete quinhentos e setes, cad id , dois circulo trinta e nove, circulo da dupla diade setecentos e quatro, n c l quatrocentos de noventa e cinco , dupla tríade, cv ra l nove mil dezoito setenta e oito, segundo de noventa e seis, e depois uma senha que criara no optimus, pm se is us ff, pm f , cinco oito, um outro numero, onze treze dezoito terceiro angulo de quarenta e sete, um traço seis, , o primeiro oito dos cinco seguidos, tem um anzol que o atravessa montado num triângulo

E em seu verso r efe ren cia ss ob re a c on tage m de l e ct r e cidade, e dp, o it o c en t os , q u in he to s e set e q u in h en t os e set es, cad id , do is cir c u l o trinta e nove, circulo da d up la dia de set e c en to s e quatro, n c l quatrocentos de noventa e cinco , dupla t riade, cv ra l nove mil dezoito set en ta e oito, ss se gun d oo de noventa e seis, e de posi uma s en h a q ue c ria ra no o pt i mus, pm seis us ff, pm f , cinco oito, , um outro n u meo r, om ze t r e ze de o it o terceiro angulo de quarenta e sete, um traço se is, , o pr i me rio oi to do s c in co se guido s, te m um a n zo l q ue o at ravessa mo n t ado n um t r ian gula

Ao lado ainda um outro papel que alguém aqui deixara a porta do prédio, anabela veloso, rua mr u s ii e ss Olhão n º dez primeiro esq n e v mo, quarenta e oito anos nove seis oitenta trezentos e vinte e três de oitenta e quatro, do outro lado a lápis, grafite, valide

Ao l ado a in da um outro pap el au q al g eu m aqui de ix a ra a p orta do pr edi do, anabela v e l oso, rua mr u s ii e s s ol h ao n º dez pr i me rio esq n e v mo, q ua r en at e oito anos nove se is oitenta te r zen ts e vi n te e t r es de oitenta e quatro, do o u t ro l ado a l a pi s, g raf i te, van lide


Um menino do bombeiro acabou de morrer numa marquesa na televisão ligada em fundo, estavam os pais a reconciliar-se, depois só me apercebi de chegarem ao hospital, que estranho, não vi como morrera, lembrei-me de ir a correr para o hospital do piro estúpido nas canárias quando o francisco caiu , agora entrou o rapaz da mão palavra chave ab l t a ca am ar pt ro ao duzentos euros

Um me nino do bo m bei ro ac ab o u de mor r e r n uma mar eu sa na te l e isão lia gado em f un do, est av m os pa is ar e c on cilia r inglesa se, d ep o is s ó me ap e r cebi de che g r ema o a hp s o i ta l, q ue est ra n h o, não vi co mo mor r e ra, le b rei inglesa me de ir a co rr e p a ra o h o spi t al do spi rr os est pi do s nas can rai s q ua n do o fr anc isco ca i um , agora en t ro u o ra p az da mão pala v ra c h ave ab l t ac a am ar pt ro ao du zen t os eu ro s

Antes do filme me ter prendido a atenção caíra de novo o alimentador e a bateria , ficou em pé, a bateria ao lado da torre , de cima sai o cabo da alimentação que passa por cima de um jornal e depois pelos dois sapatos, lu na sombra , ka, o ka do lu escondido, e outro sapato está em cima da caixa das quatro tomadas embutidas, caiu a torre a bateria a seu lado, cortando a palavra do anuncio de baixo no jornal, m em cios, ne cios , m eu , o cabo preto e branco sobre eu , ou seja o maçon europeu,

Ant es do fil me m e t re pr en dido a at en ção cia ra de n ovo o ali m en t ad o r e a bate ria , fi co u em p é, a bate ria ao l ado da to rr e , de c ima s aio ca bo da li mn t aç ap q ue passa por c ima de d um jo r na l e passa pe l s o do is s a pato s, lu na s om bra , ka, o ka do lu es condi do, e o u t y ro s a pato es t á em c ima da caixa ds a q au t ro tom ad as em bu ti d as, . ca i ua to rr e a bate ria co rta n do a pala v ra do an un cio de ba ix o no jo rna l, m e m cios, ne cios , m eu , o ca bo pr e to e bta n co s ob re eu , o u seja o maçon eu ro p eu,

O cabo ficou a passar por cima das duas notícias em baixo no jornal, apanha dois pequenos dálmatas, insólito as seis mil milhões quatrocentos e nove mil pintas dos cento e um dálmatas, foram pintadas a mao, imagine-se lá se usassem o mesmo rigor informativo em matérias de outra importância, em vez de fingirem que nem leram o que lêem, feriu segurança e fugiu à policia, e fez sombra sobre o rodrigues maximiano, mil novecentos e quarenta e sete a dois mil e oito, por cima sindicatos rejeitam mediadores no conflito da educação, deve ser uma resposta em diagonal a minha proposta. Por cima o iraque é o pais mais perigoso do mundo, o que é redonda mentira, o que deveriam ter escrito era que é o pais onde mais perigo se vive vivendo, ao lado, aprenda grego, que era os que estes falsos jornalistas manipuladores e ilusionistas deviam fazer em relação à realidade, depois, não vi as miúdas , fugi porque entrei em pânico, um carro sai do túnel com as luzes acesas, o túnel está atravessado ao meio por um poste vertical, que ao momento de o ver me remeteu de imediato para a gravura do ilusionista que fora publicada no dn, que eu aqui analisei, em relação ao que na escola dos olivais fora espelhado sobre a escola em beslan, por cima sados, da função publica n teresa di rei to à ad se , depois uma revista aberta , mostra de documentários e outras artes em lisboa, um cristo na cruz, coro gulbenkian, novos discos, por debaixo dela, e continuando a abrir em leque, uma ns, onde se lê, na ar as p, de putas, certamente, e ainda por cima, surdas em sua aparência, que não o são, mas continuam a assobiar para o lado baixinho, na ar as p di ze par teresa, com um foto do marinho escondida, por debaixo da imagem creole vilancicos of the 17 th century, coro gulbenkian , jorge matta, por debaixo dessa revista em outra se vê, meio circulo vermelho do mai, um ombro, at nave , ria dos dias am mer e energia do fi maior do inverno e ainda ao lado, o dn com a foto do jogo Portugal Grécia, recentemente analisada

O c ab o fi co ua passa r p or cima das du as n ot i c as em ba ix o no jo rna l, ap anha do is pe q u e no s d al matas, in sol i to as se is mil milhões q ua t roc en to s e nove mi l k pi n t as dos c en to e um d al mata s, f o ram pin t ad as a mao, i m a g i ne inglesa se l á se usa ss emo me s mo r igor in f oma t iv o em mat é ria s de outra i mp os tan cia, em v e z de fi n gi r em q ue ne m l e ram o q ue lee m, f eri u segur ança e f u gi u à po li cia, e fez s om br a s ob reo ro dr i g u es m ax i mia no, mi l no v e c en to s e q ua r en at e set e a do is mil e oito, por cima sin di cat os r e je ota m me dia d o r es no c on f l i to da edu cação, d eve ser uam r es ps ota em dia g on al a min h a pr o posta. Por cima o ira q ue é o pa is mai s pe rigo s o do m un do, o q ue é red onda m en t ira, o q ue d eve r iam te re es c rito e ra q ue é o pa is on de mai s pe rigo se v iv e v iv en do, ao l ado, ap ren da g rego, q ue e ra os q ue est es fal s os jo rna l ista s m ani p u l ad o r es e i lu sionistas de v iam f a ze r em relação à real i dad e, d ep o is, não vi as mi u d as , f u gi por q ue en t rei em p ani coa, um ca r ro sa i d o t un el com as lu z es ac es sa, o t un el est á a t rave s sado ao mei o por um p os te v eri ca l, q ue ao mo m en to de o ver me r e met eu de imediato para a g ra v ur a do i lu sionista q ue f o ra pub li ca da no dn, q ue eu aqui ana lisse i, em r e l a ç º ao a o q ue na es cola dos oli v is f o ra es pe l h ado s ob rea es cola em bes l am, por cima sado s, da f un çao publica n teresa di rei to à ad se , d ep o is uma r e v ista ab e rta , mo st ra de doc eu mn t á rio s e outras art es em lis boa, um c r is to na c ru z, c oro g u l bem k iam, n ovo s i ds cos, por de ba ix o de la, e conti n ua n d a ab rie em l e q ue, uam ns, on de se l ê, na ar as p, de p u t as, ce r te man te, e a in da por cima, s ur d as em s ua par en cia, q ue n ão o são, mas conti n ua ma as s o bia r para o l ado ba ix in h o, na ara as p di ze par teresa, com um f oto do marin h o es condi da, por de b ai xo da i mage m c reo le vila n cicos o f t he 1 7 t h century, co ro g uk bem k ian , jo r ge matta, por de ba ix o d ess a r e v ista em o u t ra se v ê, mei o cir culo vermelho do mai, um o m br o, at n ave , ria dos dias am mer e ene r gi a do fi mai ro do in v e r no e a in d a ao l ado, o dn com a f oto do j g o port gal g r e cia, r e c en te men te ana liza d a

Depois a câmara canon, cuja objectiva aponta mais uns papeis que se encontram em seu eixo frontal, que seguindo, aponta a estrela de cinco pontas, parta com círculos duplos negros como rodas que suportam a cadeira que é aboca do tubarão

D ep o isa can ama ca non, c u j a ob ject iva ap on ta ma si u ns pap e is q ue se en c on t ram em se u e u xo fr on t al, q ue se gui no d, ap on ta a est r e la de c in co p on t as, pa rta com cir c u l os d up l os negros co mo ro d as q ue s up orta m a ca dei ra q ue é ab oca do t u barão

Um cartão de natal com uma casal de gatinhas com chapéus de pai natal, e com os nomes escritos por detrás a violeta, lissandro, luis e carlota, que se calhar terão sido comidos pelo tubarão

Um ca r tão de nat al com uma ca sal de g at in h as com ch a pe us de pai nat al, e com os no mes es c rito s por de t rá sa vi o l eta, l is sandro, lu is e car l ota, q ue se ca l h ar te rao sid o com id os pe l o t u barão

Um papel com epal mil quatrocentos e setenta e três, um outro auto infante lda rua domingos sequeira mil e trezentos lisboa compra costa barra Frederico, numero noventa e oito vinte e três barra quarenta e cinco, millenium bcp, setenta euros

Um pa ep l com e pal mil q ua t roc en to s e set en at ae t r es, um outro auto in fan te lda rua do min b g os sequeira mil e t r e zen t os lis boa cam p ra co st a bar ra fr e f eric o, n u me ro noventa e oito vinte e t r es bar ra q au ren ta e c in co, mi ll eni um b cp, set en a t a eu ro s

Um multibanco com saldo contabilistico mil setecentos e cinquenta e um de oitenta e três , numero de conta quatro círculos quarenta e cinco trinta e quatro, trinta e sete setecentos e noventa e cinco, trezentos se setenta e sete, no verso anotei accord i ct di faro Portimão ni po motor, para bolico, serpente setenta e oito de circulo quarto , barra circulo estrela, um avião se reflectiu no vidro do carro, noventa e nove , circulo quarto, sb, golf t di, al v es rio do galeão do amor, cordoba cia au po es, susto triplo oito circulo sm

Um mul ti banco com sal do c on t ab i li st i co mi l set e c en to s e cin q u en ta e um de oitenta e t r es , n u me ro de conta q ua t ro cir c u l os q ua e rn ta e c inc trinta e q auto, t rin t a e set e set e c en t o s e noventa e cinco, t r e zen t os se set en ta e see te, no v ero s o ano te i ac co r di ct di faro p ot i mao ni po m oto r, pa rea bo li co, se rp en te setenta e oito de circulo q au r to , bar ra circulo est e r l a, um avi ao se r efe l e ct i u no vi dr o do car ro, noventa e nove , cir c u l o quarto, sb, golf t di, al v es rio do g al e ão do amo r, co r do ba cia au po es, s us t ro t rip l oo i to cir c u l o sm


queriam efeitos especiais ou não queriam efeitos especiais,? Assim reza a porcaria do trailer, e a chuva e o vento é efeito especial,? pensem mas pensem bem, no que fazem antes de fazer, se ainda pensam, e se ainda sabem pensar

N cão q eu r iam efe i to s es pe cia is o u n ão q eu r iam efe i to s es pe cia si,? As si m r e za a po rca ria do t rai ler, e a c h ub a e o v en to é efe i ro es pe cia l,, p en se m mas pe ns me b em, no q ue f az em ant es de f az e r, se ian da p en sam, e se a in da s ab em pen sar

Mais uma vez uns quantos deveriam ter sido levados para a esquadra, e se calhar estariam presos se Portugal fosse um estado de direito, mas todas, friso, todas as autoridades, de nenhuma veio algum sinal, se é que compreenderam mesmo o que se passou, devem ter compreendido, visto que em diagonal, alguém mencionava, em suas linhas obscuras que agora os tribunais analisavam à lupa as jogadas de futebol, quem diria, o que nem verdade deve ser, pois se o fosse, diria que o sistema já aprendeu a ler, e assim a policia já teria intervido

Ma si uma v e z u ns q ua n to s d eve r iam t r e sid o l eva do s para a es q ua dr a, e se ca l h ar est a r iam pr es os se por t u g ak l f os se um est ado de di rei to, mas todas, fr is o, todas as au tori e dad es, de n en h uma veio al gum sin al, se é q ue co mp ren de ram me s mo o q ue se passou, d eve m ter co mp ren di do, vi st o q ue em dia g on al, al g eu m m en cio n ava, em s ua s linhas ob s cura s q ue agora os t rib un a si ana lisa v am à l u p a as jo g ad as de f u te bo l, q eu m di r ia o q ue ne m verdade d eve ser, p o is se o f os se, di r ia q ue o ss i t ema j á ap ren de u a ler, e as si m a po li cia j á te ria in te r v id o

E eu me pergunto e pergunto a todos, vós pensais que estas acções por si terão um fim? Que é tipo um pesadelo negro de que um dia acordarão e depois nadas de semelhante se irá passar, para além da impunidade que pretendem fazer regra?

E eu me pe r gun to e pe r g un to a todos, vó s pen sa is q ue estas ac ç õ es p o r si te rão um fi m? Q ue é t ip o um pesa d e l o negro de que um dia ac o r d arão e d ep o is n ad as de se me l h ante se i rá pa s sar, para al é m da i mp uni dad e q ue pr e te n de m f az e rr e g ra?

Acham que em alguns deles não continuará a vir uma conta em sangue e em vidas, e pensarão porventura em vossa infantilidade, que um dia o vaso não trasbordará em grande e que nesse dia, os responsáveis, que não levam correctamente suas funções nem fazem o que é de direito, cumprir a lei, velar pela normal investigação, prossegui-la e aplicar a lei, não serão então virados e mortos na praça publica, os que sobreviverem, de seguida?

Ac ham q ue em a l gum ns de l es n ão conti n ua rá a vi r uma c on ta em san g ue e em v id as, e pen sa rão por v en t u ra em v os sa in fan tili dad e, q ue um dia o v as o não t ra sm bo rda rá em g rande e q ue ne s se dia, os r ep son sa v e is, q ue n ão l eva m co rr e cta mente su as f un ç õ es ne m f az e m o q ue é de dei rei to , cu mp r ira lei, v e l ar pe l a norma l in v est i g a ção, pr os se gui inglesa l a e ap li car a eli, n ão se rao en tao v ira d os e mor to s na pr a ç a publica, os q ue s ob r e v iv e r em , de se guida?

Acham que a pratica continuada das injustiças, não trás sempre um custo a ela associado pensareis porventura escapar ao custo quando a grande factura vos for apresentada? Sois assim tão ingénuos ou cegos, ou bestas , ou só porventura estúpidos como portas?

Ac ham q ue a pr t aica conti n au da das in j us ti ç as, n ão t ra s se mp re um c us to a e la as soci a do p es na reis por v en t ur a esca p ar ao c us to q ua n d o a g rande f ac t u ra v os for ap r es en t ada? S o is as si m tão in g en u os ou ce g os, ou bes t as , o u s ó por v en t u ra est up id os co mo p orta s?

Ouvi esta noite no espirito , prepara-te para a maior, pois que venha, visto que de outro modo desvelais em modo continuo que não sabeis bem cuidar, e que venha acertada e leve de vez os iníquos

O u vi es ta no ite no es pi rito , pr epa ra inglesa lea te para a maio r, p o is q ue v en h a, vi st o q ue de o u t ro modo d es v e la is em modo conti n u o q ue n ão s ab e is be m c u id ar, e q ue v en h a ac e rta da e l eve de v es os in i q u i os

Será que já fechou o ciclo do drama montado das chuvas de sessenta e seis, a factura da negra brincadeira que alguns organizaram, foi em modo completo e correcto acerto, em seu todo apresentada?

Se rá q ue j á ´ se f e c h o u o cic l o do dr ama mo n t ado das ch uva s de se ss en ta e si e is, af ac t u ra da ne g ra br inca de ira q ue al g u ns o r gani za ram, j á a f ac t u ra foi e mm odo co mp l e to e co rr e ct o ac e r to, em se u todo ap r es en t ada?

E qual foi a intenção de quem o fez,?


E q ual f o ia in t en são de q eu m o fez,?

Diversas poderiam ser se atender ao que já aqui contextualizei, contudo o silencio foi a regra de negro ouro, o silencio total relativo ao que aqui desvelei, parece que efectivamente, ninguém pretende ser responsabilizado por nada, até ao dia em que seja grande demais para assim passar impune

Di v e r sas p ode r iam ser se a tender ao q ue j á aqui c on te x tua lize i, c on tudo o si len cio f o ia re g ra de negro o u t ro do si len cio t ota l r e l at iv o ao q ue aqui d es v e lei, par ac e q ue efe v t iva mente, nin g eu m pr e te n de ser r es posa n bil iza do por n ada at é ao dia em q ue seja g rande demi s para as si m pa s sar i mp u ne


Para quem então, foi o cio orientado?

Para q ue m en tão, f o i o cio o i r en t ad o e p on to in te rr o ac são

Espantoso, o trabalho que estas gentes se dão para me fazer combate, jornais de inteiros escribas ou quase para inventar, para caluniar, para tentar baralhar as mentes mais distraídas, e no final sempre a conta cresce, e acerta em muito inocentes, e nenhuma autoridade parece ver, dizem as trovas do vento que a maior parte deles são mandados, que são obrigados, mas os desculpará isso de alguma coisa?

Es pantoso, o t ra b alho q ue est as g en t es se dão para me f az e r co m bate, jo rna is de in te i ros es c ribas o u q u y ase para in v en t ar, para calu ni ar, para te n t ra bar alha r a s m en te s mai s di s t rai d as, e no f ina l se mp rea c on t a c r es ce, e ac e rta em mui to ino c en te s, e n en h uma au tori e dad e par e ce v e r, di ze m as t r ova s do v en to q ue a maio r par te de l es são man dad os, q ue são ob riga d os, mas os d es c u l pa rá iss o de al g uam co isa?

Ribas, me recordo das suas acusações em diagonal quando era ainda correspondente na América, na altura das cheias no Mississipi, depois para cá foi de novo recambiado, golpes de karate, assim aparecia o rapaz

R iba s, me record o das asu s ac usa ç o es em dia g ao n al q ua n do e ra a in da co rr es pond en te na am érica, na al t ur a das che ia s no miss iss ip i, d ep o is para cá foi de n vo r e cam bia do, g o l p es de j a ar te, as si m ap ar e cia o ra p az

Ligado aos computadores, asus, a loja na expo, já aqui referenciada, ao lado da dos bilhares, e do ar condicionados no ceu, no ar, imagem das alterações climatéricas, o contentor enorme no ceu como uma falsa nave

Li gado aos co mp u t ad o r es, asus, a l o j ana ex o p o, j á aqui r efe n r en cia da, ao l ado da d os bil h ar es, e do ar c c on di cio n ado ss no c eu, no ar, i mage m das al te r ç e os c l i mat érica s, o c on te n tor en o r me no c eu co mo uma f ala s n ava sas



Uma pessoa para quem o cio fora orientado, pelo que já aqui escrevi e expliquei em detalhe, sou eu, disso não tenho duvidas, como não as tenho relativas aquilo que afirmei, que a conjura fora montada internacionalmente a atender aos ingredientes, ou pelo menos, assim fora encenado para parecer ser, visto que existem as inconsistências que deduzi, da linha do negro argumento

Uma pe ss o a para q eu m o cio f o ra ori en t ado, pe l o q ue j á a q u i es c r e vi e e x p l i q eu i em d eta l he, s o u eu, d iss o n ão t en h o d u vi d as, co mo não as te n h o r el at iva s a q u i l o q ue a f i r me i, q ue a c on j u ra f o ra mo n t ad a in te ra n cio n a la mente a at en d e r a os in g red ie n te s, o u pe l o m en os, as si m f o ra en c en ado para par e ce r ser, vi st o q ue e x is te m a s inc o n sis t en cia s q ue d edu z i, d a linha do negro ar gum en to

Hipótese, o grupo da Elisa, quis fazer demonstração que eu fora em menino nos meus seis anos responsáveis pelas cheias,? Que será provavelmente então uma das primeiras acusações que me fizeram, se o for, pois não estou certo que a tentativa de linchamento em ermesinde, na cena do comboio, aqui neste livro da vida relatado, não tenha sido antes, de qualquer forma, iste facto reforça a ligação ao norte, que esse combate passa por gente do norte que mo fez desde pequenino, como do norte, é esse senhor que hoje aparecia, com um discurso, pelo lido, muito, mas muito acertado, como sempre o conhecimento de Deus, é maior pelos que sofreram as desgraças, que Dele falam com maior conhecimento, e actuam e são nas vezes a Ele muito mais próximos,

H ip ot e se, o g r up o da el i za, q u is f az e r demo st ração q ue eu f o ra em me en ino nos me us se is na os r es posa v e is pe la s che ia s,? Q ue se rá pr ova v el mente en tão uma da s pr i me ira s ac usa ç õ es q ue me fi ze ram, se o f o r, p o is n ão est o u ce r to q ue a te n t at iva de lin ch am en to em e r me sinde, na ce na do co m boi o, a q ui nest eli v ro da v id a r e l at ado, n ão te n h a sid o ant es, de q ua l q ue r forma, iste f ac to r e f or l ça a li g a ção ao noret, q ue ess e co m bate passa por g en te do norte q ue mo fez d es de pe q eu nino, co mo do no r te, é ess e s en hor q ue h oje ap ar e cia, com um di s curso, pe l o lido, mui to, mas mui to ac e rta do, co mo se mp reo c on he cie mn to de D eu s, é maio r pe l os q ue s o fr e ram as d es graça s, q ue Del e f al am com maio r c on he cie mn to, e ac t uam e são nas v e ze s a El e mui to ma is pr ox i mo s,

Ou elisa a fazer um favor, quiçá mandado, uma obrigação, sabendo o que por detrás estava encomendado, curiosamente nestes dias, anúncios nos jornais, impacto zero, como se não tivesse existido nenhum, na segunda parte do circulo do cio das cheias, quand voltou ao seu lugar de sessenta e seis, a faca no parágrafo anterior dá algumas indicações dos agentes, um primeiro ac da acusação que me fizeram à usa

O u e lisa a f az e r um f avo r, q u i ça man dad o, uma ob riga çao, s a b en do o q ue por de t rá s est av a en comenda do, c ur io sa mente ne se ts dias, na un cio s no s jo rn ia s, i m pacto z ero, co mo se não t iv ess e e x is tid o ne n h um, na se g un da par te do cir c u l o do cio das che ia s, q ua n d vo l to u a o s eu lu g ar de se ss en ta e se is, a f ac a no para g r fao ant e i ro r d á al gum as indica ç õ es dos a g en te s, u mp r i me i ro ac da ac usa çao q ue me fi ze ram à u sa


Fechou o circulo, um furacão varreu a zona onde eles se deram em sessenta e seis, a fazer prova que o assunto provocado era esse mesmo, e a destruição em dez minutos fora rápida, Deus foi generoso com as bestas, pois ao que parece só mesmo destruiu edifícios e infra-estruturas e arvores, e não gente, o que é mesmo de pasmar a atender, a grau de destruição que as imagens mostraram, perde-se tambem neste fecho do circulo, a relação com o evocado no texto do tufão na América que as Palavras tinham referenciado, no contexto da escrita enformadora do dn

F e chou o cir c u l o, um f ur a cao v ar r eu a zo n a on de els se de ram em se ss en ta e se is, a f az e r pr ova q i ue o as sun to pr ovo cad o e ra ess e me s mo, e a d es t rui ção em dez minu t os f o ra rá pi da, De us f o i g ene roso com as best as, p o is ao q ue par e ce s ó me s mo d es t riu edi fi cio s e in fra st e ru t ur as e ar vo r es, e n ão g en te, o q ue é me s mo de pa s mar a at en d e ra g ra u de d e st r i çaõ q ue as i mage ns mo s t ra ram, pr eden inglesa se t am b em neste f e c h o do cir c u l o, a relação com o evo cad o no te x to do t u faõ na am a erica q ue as Pala v ra s tina h m r efe ren cia dao, no c on te x to da es c rita en forma dora do dn

No que parecia ser o largo das flores, em cima dos telhados arrancados e destruídos, estava uma estrutura metálica vermelha, muito semelhante a do passadiço de Alcântara, onde se dera a primeira assinatura das cheias, que acabara de ser desvelada em sua interpretação na Palavra anterior, mais claro não poderia a coisa estar, a relação entre as chuvas no seguimento da operação que passou pelo programa da elisa, e agora o local, ou melhor a região, santarem, onde em sessenta e seis as cheias originais se deram, depois em sessenta e nove, o terremoto, acordei eu nessa noite antes dele, porque os meus irmãos animais me deram conta do que ia acontecer, avanço já com a informação, pois sei que se estes cabrões e assassinos não forem parados, de certeza que tentarão algo semelhante em relação ao terremoto, e desta vez a coisa será então mesmo grosso, muito grosso, vejam lá o que optam e como optam, se ele vier, e se nada tiver sido cabalmente esclarecido pelas autoridades, sobre este episódio, de certeza que quem a ele sobreviver, vos limpará o sarampo no momento seguinte se por algum azar ainda aqui andarem, avisados estais!

No que pa ar ceia ser o lar g o das f l o es, em c ima dos te l a h do a ar ra n cad os e d es t rui d os, est av a u ma est ru t u ra met a l i ca vermelha, mui to se me l h ante a do pa sa di ç o de al can a t ara, onda se de ra a pr i e mr ia as sin at u ra das che ia s, q ue ac ab a ra de ser d es vela d a e m s ua in te rp r eta ção na Pala v ra ant e i ro r, ma si claro não p ode ria a co isa est ar, a relação en t rea s ch uva s no se gui m en to da opera ção q ue pa ss ou pe l o pr o g rama da el isa, e agora o l oca l, o u mel hor a r e gi ão, san t ar em, onda em se ss en ta e se is as che ia s ori gina is se de ram, d ep o is em se ss en ta e nove, o te rr e m oto, ac or dei eu ne s sa no i te ant es de le, por u q e os me us i r mão s anima is me de ram c on ta do q ue ia ac on te ce r, av an ç o j á com a a in formaçao, p o is se is q ue se est es c ab ro es e as sa sin os não f o r em p aa r d os, de ce r te za q ue t en t aram al g o se mel h ante em relação ao te rr e m oto, e d es ta v e z a co isa se rá en tão me s mo g rosso, mui to g rosso, v e j am l á o q eu op t ão e co mo op tam, se ele vi e r, e se n ada t iv e r sid o cabala mente esca l r e cid o pe l as au tori e dad es, son re este e pi so f dio, de ce r e t za q ue q eu m a el e s ob r e viver, v os li mp a ra o sara mp o no mo m e n to se gui n te se por al g uam az ar a in da q u ian d ar em, av i s a do s est ais!


E desde já o Fernandes ferreira, que escreveu em seu jornal sobre a historia da pimenta, que em sua coluna dizia em cima da mesa, como na minha estava, o que para o saber, ou terá que ter entrado aqui, ele ou alguém a seu mando, ou alguém nas traseira doo prédio de trás o viu certamente com a ajuda de binóculos, visto a olho nu não o poder ter visto, e que me levou escrever depois sobre a pimenta, e a tal data, a tal data que me apareceu, são dias, a data de validade da própria pimenta que está no pacote, e uma outra que numericamente dela deduzi, e que se aproximam, muito, muito rapidamente, portanto quer-me parecer que se vir alguma das grandes broncas será dentro de dias

E d es de j á o af e rna d es fe r rei ra, q ue es c r eve ue m se u jo rna l s ob rea h is tor ia da pi m en t a, q ue em s ua co l un a di z ia em c ima da mesa, co mo na min h a est ava, o q ue para o s ab ero u te rá q ue ter en t ra aqui, el e o vaso al gume a seu mando, o ual gume nas t ra se ira d oo pr é id o de t r ás o vi u ce rta e mn te com a j u da de bi no cu l os, vi st o a olho nu nã o p ode r ter vi st o, e q ue me l evo ua es c r eve r d ep o is s ob r e a pi m en ta, e a t al data, a t al data q ue me ap re ceu, são dias, a data dd e v ali dad e da pr o pr ia pi m en ta q ue est á no paco te, e uma o u t ra q ue nu m erica m n et e de la d edu zi, e q ue se pao r x ima, mui to, mui to ra pi da mente, po rta n to q eu r inglesa me p a ar ce r q ue se vi r al gum a das g rand es br on ca s se rá den t ro de dias

E me acrescentou o espirito neste momento, que vao parodiar a questão da pimenta, pois que o tentem, mas não apagam o que ele escreveu sobre esta assunta da pimenta, ou por espionagem visual, ou por entrada indevida cá dentro, e uma relação que agora se desvela que não trás duvida, ainda esta noite me disse o espirito para aqui caminhando, doze, ou por ai, a factura a pagara do grupo dos dinausarios do Fernando ferreira com ligação ao jorge coelho, um x , grande hoje lhes apareceu,

E me es c r ec en to u o es pei rito neste mo m en to, q ue vao pa ar do i ar a q eu s tão da pi m en ta, p o is q ue o te n te m, mas n ão ap a g am o q ue el e es c r eve u s ob re es ta assunta da pi m en ta, ou por es pei o na g em v is ual, ou por entrada inde v ida c á d en t ro, e uma relação q ue agora se d es vela q ue n ão t rá s du v id a, a in da esta no ite me d i s se o es ps i rito para a q u i caminha n do, do ze, ou por ai, a f ac t u ra a pa g a r a do g r up o dos d ian usa r o s do f e rna do fe r rei ra com li g a ção ao jo r g e c oe l h o, um x , g rande h oje l h es ap ar e ceu,

Portanto Fernandes ferreira , é aconselhável, responder, e responder especificamente sobre essa coluna que referenciou a pimenta em cima da mesinha mesa, bem como desvelar, o que mais sabe sobre essa matéria à luz do que aqui agora mais acrescentei

P ota n to f e rna d es f e r rei ra , e ac on se l h ave l, r es pond e r, e r es pond e r es pe ci fi ca mn te s ob re ess a co l una q ue r efe ren cio ua pimenta em c ima da me in h a mesa, b em co mo d es vela ro q ue ma is s ab e s ob r e ess a mat é ria al u z do q ue aqui agora ma is ac r es c en te i

Sendo que do outro lado dos prédios, foi onde eu vi um dia como aqui relatei, o ex policia judiciaria e dramaturgo, um dia a entrar, e me disse a intuição nesse dia, que havia ali agua no bico, estava hoje o senhor, que tambem participa no programa que desvelava em dia recente a marosca sobre o retracto robot da maddie, exactamente na tv ao lado de alguém do governo que nem fixei, pois a minha atenção nele se ficou, visto ele tambem ser autarca daquela região, ou seja, parece-me que o elo dos espiões que aqui me espiam, e entram em casa, por ele passará, agora teve o furacão em sua região

S en do q ue do outro l ado dos pr é di os, foi onda eu vi um dia co mo aqui r ela te i, o e x po li cia j u dc ia ria e d rana t ur g o, um dia a en t ra r, e me di s se a in t u i çao ne s se dia, q ue h av ia al i a g ua no bico, est ava h o je o s en hor, q ue t am b em par ti c ip a no pr o g rama q ue d es vela v a em dia r e c en te a mao rosca s ob reo r e t rato ro b ot da m ad di e, e x cata e mn te na tv ao l ado de al gume do governo q ue ne m f ix e i, p o isa min h a at en ção ne l e se fi co u, vi st o el e t am b em ser au t a rca da q eu la r e gi ão, o u seja, par e ce da inglesa me q ue o el o dos e spi õ es q ue aqui me es p iam, e en t ram em cas , por ele pa ss s rá, agora t eve o f u rac ã po em s ua r e gi ao

A cidália, dos pelos na venta , e terrorista das relações entre homens e mulheres, que belo serviço faz a menina ao amor, a sua coluna da semana passada era liquida com o veneno que lhe vai dentro, primeiro um taxativa afirmação , sim sou eu que ponho a comida na mesa cá em casa, para que ficasse claro o seu papel e estatuto de provedora e dos direitos adquiridos nesse provimento, não é assim senhora ditadora , depois então, o costume e em suas variações , que os homens ressonam, e coisa e tal, sendo que a menina de pelo na venta e buço, sem mamas, ainda não se ouviu a si mesma a dormir, depois o melhor e mais conclusivo do calibre de seu coração vinha no final, então era mais ou menos assim, primeiro deita-se com o namorado, ou lá o que for, baleia, cão ou gato, ou amantes vários, a que olha e trata como cães, faz amor, e depois dormem muito, quer dizer, melhor diz a menina, que ele fica a dormir, a menina se levanta , vai à sua vida e depois volta, se mete na cama, acorda com ele, ele lhe diz, dormimos muitos , não dormimos, a menina lhe diz que sim, e pronto assim o engana com orgulho que suas letras escrevem, certamente que será nesse entretanto que a menina arranja o tempo de prover a sua casa, cheia de sorte a menina está de poder prover a sua casa, mesmo que seja caneta paga e puta alheia que engana os seus namorados, qualquer dia, entra um com uma carabina por ai e lhe dá um tiro como agora aconteceu duas vezes, assim tem os lucros de suas harmoniosas letras., e ainda lhe pagam por cima, veja lá a sua sorte, eu por exemplo , roubam-me tudo a até o trabalho, e filho, bravo menina, nem sei como lhe pagam,, devem ser seus cúmplices, eu vou rezar a Deus para que a faça tanto crescer, que fique enrugada num instante e depois comece a morrer e com o peso de tantas mentiras

A c i dália, dos pe l os na v en ta , e te rr ori st a das r el a ç o es en t re h o me ns e mul he r es, q ue b elo se r viço f az a me nina ao mao ra, sua co l una da s ema n passada e ra li q eu id a com o v ene no q ue l he vai dentro, pr i me i ro um t axa t iva a firma mação , si m s ou eu q ue punho a com id a na mesa cá em casa, para q ue fi x ca s se claro o se u pa ep el e est at u to de pr ove dora e dos di r e to s ad queridos ness e pr ovi m en r to, n ão é as si m s en hor a dita dora , d ep o is en tão, o co s u t me ee m s u as v aria ç õ es , que os homens r ess on am, e co isa e t al, seno do que a menina de pe l o na v en t a e bu ç o, se m mam a ms, a in da n ão se o u vi ua si me s ma a do r mai r, d ep o is o mel hor e mai s c on c lu s iv o do cali br e de seu co raçao vinha no fi na l, en tão e ra mai s o u m en os as si, pr i me rio dei ta inglesa se com o namora do, o u l á o q ue f o rba lei a, cão ou gato, ou am ant es v ari s o, a q ue olha e t rata co mo c ã es, f az am o r, e m d e posi do r mem muti, q eu r di zi e r, mel hor di za mne eni na, q ue el e f i c a a do r mai ra m eni na se l ava nat , v aia a s ua v ida e d ep o is vo l ta, se met e na cam, ac o rda com el e, el e l he di z, do r minos mui t os , n ão dor minos, a m eni na l he di z q ue si m, e pr on to as si m o en gana com o ro g u l h o q ue suas l e t ra s es c r eve m, ce rta e mn te q ue se rá ne s se en te rta n to q ue a m eni na ar raja o te mp o de pr ove r a s ua casa, che ia de s o e r te a me nina está de p ode r pr ove r q a s ua casa, me s mo q ue seja can tea paga e puta al he ia q ue en gana os se us namora d os, q ua l q eu r dia, en t ra um cio m uma cara b ina por ai e l he d á um ti ro como a g oo ra ac on teceu du as v e ze s, as si m te m os lu v c ros de s u a s a h r moni o sas l e t ra s., e a in da l he p a g am por c ima, v e j a l á as ua sorte, eu por e x e mp l o , ro u b am inglesa me t u do a at é o t ra b alho, e fil h o, br avo me nina, ne m sei como lhe p ag am,, d eve m ser s us cu mp l cies, eu vo u r e zara D e us para que a f aç t ant o c r es ce r, q ue fi q ue en ru gado n um js ins t ante e d ep o is co me ç e a mor r e re com o ps e o dae t antas m en t ira s

Ah é aldrabona mor dae das antas e que faz as muitas iras e agora levou com dois cios em cima da segunda francesa da cara, e depois tudo isto aconteceu, não é verdade, e caneta do chá dos can, do homem rato do moni circulo sas , amiga da pobrezinha cristina, muito belo e comprido currículo, como se deduz da faca nas letras

A h é al ad rabona mor dae das antas e q ue f az as mui t as ira se agora l evo u com do is cios em c ima da se gun da fr anc e sa da cara, e d ep o is tudo is to ao cn teceu, n ão é v e r dad e, e can eta do c h á dos can, do h o mem rato do moni cir c u l o sas , a miga da p ob r e z in h a cris t ina, mui to belo e co mp rid o c ur ric u l o, co mo se d edu s da f ac a nas l et ra s

A cidalinha terrorista faz o serviço ao rato mao, na sua coluna da se do ema man passado e ra li quadrado europeu primeira id com, o do punho, o fist, na mesa, em madrid, o fi x casse, ou o f ix casse pa ep pr o vi men rato to cos vaso da cruz da me ee seno, mama am ms dor mai rato co raçao no f ina l as si pr e me rio vaso ar riso maior do posi, dor do homem muti, di ze e rato mne eni nina doer mai ra me nina se a ava van at v a iam dor minos muitas, m cao da dor minos ro u l ho ce rta e mn te en te rta anto ar raja cheia de s oe rato te tea me nina can tea paga e puta, cio maior da primeira carabina, lu v c ro serpente a h r moni o sas cu mp u cies f ac da faca, num js e ns cruz ante e co me e ce a morre com p ps se circulo dae da cruz das antas men t iras das muitas mentirosa

A c i dali n h a te rr o sita f az o se r viço ao rato mao, na s ua co l una da se do ema man passa o dp e ra li quadrado eu r oe pu pr i me ira id com, o do p unho, o fist, na mesa, em madrid, o fi x casse, ou o f ix casse pa ep pr o vi men rato to cos vao s da cruz da me ee seno, mama am ms dor mai rato co raçao no f ina l as si pr e me rio vaso ar riso maior do posi, dor do homem muti, di ze e rato mne eni nina doer mai ra me nina se a ava van at v a iam dor minos muitas, m cao da dor minos ro u l ho ce rta e mn te en te rta anto ar raja cheia de s oe rato te tea me nina can tea paga e puta, cio maior da primeira carabina, lu v c ro serpente a h r moni o sas cu mp u cies f ac da faca, num js e ns cruz ante e co me e ce a morre com p ps se circulo dae da cruz das antas men t iras das muitas m en t ira asa


Morreram mais uns durante a semana a seguir a este seu belo artigo, em crimes, que se enquadram e reflectem este seu argumento que a cidália ou lá quem é escreveu na sua coluna de sábado, mortes violentas, entre casais e casos de casais, um na moviflor, menos evidente no enredo, que foi nos media dito como sendo o relato, a mim, por esta afirmação, parece-me que para alem , ou na história do tal acidente que o e ex funcionário terá tido, depois de dar um tiro num outro, deverá tambem ter estado uma historia de saias, um triângulo, que se calhar teve na origem desse tal primeiro seu acidente de trabalho, e depois de matar um , se matou contra uma arvore, assim parece, seat preto serpente prata, jantes leves na posição de estrela inclinada, na posição em que os destroços do carro dentro da arvore, desvelara, como a indicar a presença de um ritual, ou melhor a assinatura dele.

More r ram mai s u ns dura n te a se mna a segui r a este s eu b elo ar t i g o, em c rim es, q ue se en q au dr am ne st e ar gume n to q ue a c i dália ou l á q eu m é es ce r v eu na s ua co l un a de sábado passado, mor e ts vi o m en t as, en t re ca si ais e c as os de ca sais, um na mo vi flor, m en os e vi dente no en red o q ue foi no s media di to co mo s en do o r e la, a mi m, por es ta af i rna çao, par e ce da inglesa me q ue para al em , ou na h is tó r ia do t al ac in d e te que o e ex f un cio na rio te rá tid o, de v rá t am b em ter est ado uma h os tor ia de sa is, um t r ian gula, q ue se c l a h ar teve na ori g em de s se al ac in d e te de t ra b alho, e depois de mat ar um , se mato u c o nn t ra uma ra vo r es, as si m par e ce, se at pr e to se rp en te p rata, j ant es l eve s na p o si ção de st r el a inc l ina da, na p o si ção em q ue os de t roços do car ro d en t ro da ar v o re, d es v e lara, co mo a indica r a pr es en ça de um ri t ual, ou me ç h or a ss ian t u ra de le.

Uma cilada

A outra muito mais evidente com o drama enformador da escrita de cidália, para mim mesmo pouca duvida restará, uma motivação em revés daquela que cidália, dá conta, da mulher que provem a casa e engana o homem enquanto dorme, porque acha que o fazer, assim ele merece, e que enganá-lo é coisa normal e justificável, denotando, nem respeito nem estrutura moral correcta de relacionamento, me pergunto se o homem que matou a mulher, será uma situação semelhante ou inversa, como um espelho

A o u t ra mui to mai s e vi dente com o dr ama en for m ad or da es c rita de c i dália, para mim me s mo p ou ca du v ida r es tará, uma m ot iva ção em r eve s da q eu la q ue c id a lia, dá c on ta, da mul e h r que pr o v e m a casa e en gana o home en q ua n to do r em, por q ue ac h a q ue por o f az e r, as si m el e mer e ce, q ue ao en gana inglês l o, e que en ganá inglesa l o é co isa no r mal e j us ti fi c ave l, d en ota n do ne m r es pe oto ne me st r eu t ra mor al co rr e cta de r e la cio na m en to, me pe r gun to se o home q ue mato u a mul her, se rá uma si t ua ção se me l h ante ou in v e r sa, como um es p el h o

Como é senhores da policia?

Morreu mais uma mulher e um homem e nada se passa, visto a faca em sua aparência, não ter sido empunhada pela mao alheia, nunca ouviram falar de como assim se pode matar, vão investigar, ou olhar para o lado a assobiar, quem sabe com uma brilhante tirada como no porto, quando começaram os assassinatos selectivos, dizia o director da policia judiciaria, sei que vão acabar, e ninguém lhe perguntou, como, se ele era cúmplice, então, e de facto acabaram depois do ultimo morrer

C o mo é s en hor es da po li cia? Mor r eu mai s uma mul her e um homem e n ad a se passa, vi st o af ac a em s ua ap ar en cia, n ão ter sid o e mp un a h da pe l a mao al he ia, n un ca o u v iram f al ar de co mo as si m se p ode mata r, v ão in v es ti g ar, ou ol h ar para o l ado a as s ob i ar, q eu m s abe com uma br ilha n te t irada co mo no porto, q ua n do co me ç aram os as sas sin at os se l ct iv os, di z ia o di re c tor da poli ca ju di cia ria, sei q ue vão ac ab ar, e nin g eu m l he pe r gun to u, co mo, se el e e ra c u mp li ce, en tão, e de f ac to ac ab aram d ep o is do u l tim o mor r e r

Como é senhor provedor do dn, mais um mea culpa em abstracto de lauda de pagina inteira sem nada dizer, do que faz mea culpa?

C omo é s en hor pr ove dor do dn, mai s um mea c u l pa em abstracto de l ad u da de pa gina in te ira se m n ada di ze r, do q ue f az mea c u l p a?

Como é senhor procurador que se refugia no silencio das minhas anteriores perguntas sobre coisa que se passam nesse seu jornal, vai tambem fingir agora de conta que não sabe destas palavras que aqui em forma publica, lhe desvelo e assobiar metaforicamente para o lado baixinho?

C omo é s en hor pr o cura dor q ue se r e f u g ia no si len cio das min h as ant ero r es pe r gun t as s ob re co isa q ue se pa s sam ne s se s eu jo rna l, va i t am b em fi n gi r agora de c on ta q ue não s ab e d es t as pala v ra s q ue aqui em f p r ma publica, l he d es v elo e as sobi ar met af ori ca m en t ge para o l ado ba ix in hi o?

Como é senhores do conselho deontológico do sindicato dos jornalista, nenhum comentário, toda a complacência e protecção?

Co mo é s en hor es do c on se l h o de on t o l o gi co do sin di cat o dos jo rna l ista, ne n h um co m en t á rio, toda a co mp l a c ên cia e pr ot e c ção?

Como é senhores da alta autoridade da comunicação, estão assim tão altos que nada viram nem entenderam, pois façam o relacionar entre os dois casos e a crónica, e me digam das conclusões?

Como é senhores da alta autoridade da comunicação, estão assim tão altos que nada viram nem entenderam, pois façam o relacionar entre os dois casos e a crónica, e me digam das conclusões?

E das anteriores perguntas, que pressuponho terem assumido como queixas, já chegaram a alguma conclusão, ou será previsível, para o ano três mil? E quando respondem as múltiplas perguntas que já vos enderecei nomeadamente a ladrões com base nos dinheiros públicos, caso rtp?

E das ant eri o r es pe r gun t as, q ue pr es sun h o te re m as s u m ido co mo q eu ix as, j á che g aram a al gum a c on c lu sao, o u se rá pr e v isi v el, para o a no t r es mil? E q ua n do r es pond em a s mul ti p l as pe r gun t as q ue j á v os en de r e ce i no me ad a mente a l ad r õ es com b ase nos din he i ros pub li co s, c as o r t p?

Vao investigar ou não mais estas mortes neste contexto que vos desvelo!?

Vao in v es ti g ar ou não mai s es t as mor e ts ne s te c on te x to q ue v os d es ve la lo

E o senhor fernandes ferreira, nem uma linha na sua coluna do enjoo matinal de hoje as minha extensas palavras e perguntas que lhe pus?

E o s en hor f e rna n d es f e r rei ra, ne m uma linha na sua co luna do en j oo mat ina l de h oje as min h a e x t en sas pala v ar s e pe r gun t as q ue l he p us?


Como já vos conheço, estão desde já acusados neste Livro da Vida perante a Luz da Verdade, do Amor e Perante Deus!!!!

C omo j á v os c on he ç o, es tão d es de j á ac usa d os ne st e Li v r o da V id a pe ra n te a Lu z da V e r dad e, do Amo r e Pe ra n te D e us!!!!

Menina Fernanda cancio, se bem a percebi, numa singela linha sua, a retribuição, enfim , que em modo meio tímido por assim escrever, que mesmo namorando ou não namorando com o primeiro ministro parece que terá que ter algum pudor, ou necessidade de protecção relativa a seu emprego e por ai fora ao infinito negativo, do que na brincadeira chama alguns de liberdade do ser, e do escrever e de imprensa, o nome da besta que em seu entender me persegue, será então o dias, qual deles, menina, será que pode precisar, pois sabe menina, quando assim o li em sua coluna, me remeteu para uma serie deles, o primeiro dias, me remeteu para a campanha de dias felizes, ou lá o que é, que por mim, deverão ser todos e o mesmo a si desejo e voto, para a campanha co corte inglês, e especificamente para a zara das amoreiras num referencia recente que o espirito me desvelou em relação ao dia d aqui em Alcântara, sendo o homem, o tal zorro, que me parece que terá inclusive passado por mortes de gentes, a atender ao papel que encontrei da tal senhora que aqui morrera, naquele estranho dia do segredo por detrás do segredo, onde parecia que as pessoas tinham e se calhar mesmo o foram todas drogadas em acido ou algo assim, depois o dias, me lembrou um outro, que está ligada ao casino da figueira por via de um trabalho que lá fiz, o paulo dias, de uma produtora e por fim, um outro dias, ex ministro do psd, o tal senhor so episódio da pancada na ponte, que aparecia em dia recente muito sorridente a cumprimentar o jorge coelho, que se bem , diziam eles em quadrantes políticos distintos, eram amigos, eu tambem acho, pois estas gentes, no fundo, no fundo pertencem ao mesmo grupo e aos mesmos grupinhos, é ver como se alterna o alterne ao longo de trinta anos, terá a senhora a gentileza e a liberdade de ser mais especifica, ainda me lembro de mais uns dias, na realidade

Me nina F e rna n da can cio, se b em a pe r cebi, n uma sin ge la linha s ua, a r e t ib u i ção, em n fi m , q ue em modo mei o tim ido por aa s sim es ce r v e r, q ue me s mo namora n do ou não no mara n do com o pr i me i ro mini s t ro par ac e q ue te rá q ue ter al gum pu dor, ou pr ot e c çao r e l at iv o a seu e mp rego e por ai f o ra ao in fi ni to ne g at iv o, do que na br inca de ira chama al g u sn de liber dad e do ser, e do es ce r v er e de i mp ren sa, o no em da best a q ue em seu en te n de r me ep r es e g ue, se r + á en tao o dias, q ual de le s, me nina, se rá que p ode pr e cisa r, p o is s ab e me nina, q ua n do as si m o li em sua co l una, me r e met eu para uma se r i re de l es, o pr ie mr io dias, me r e met u para ac a mp anha de dias f e lui ze s, ou l á o que é, q ue por mim, d eve rão ser todos e o me s mo a si d es e jo e v oto, para a ca mp anha coco r te in g l ê s, e es pe cie fi ca mn te para a z ar, n um r efe ren cia r e c en te q ue o es pei rito me d es v e li u em relação ao dia d aqui em al can tara, s en oo home o tal zo r ro, que me ap ar e c q ue te rá inc lu s iv e passado por mor t es de g en te s, a at en d e r ao p ap el q ue en c on t rei da t al s en hor a q ue aqui mor r e ra, naquele est ra n h o dia do se g red o por de t rá s do se g red o, onda pa ar ceia q ue as pessoa s t in ham e se cala h ar me s mo o f o ram todas di r gados em ac ido ou al g o as si m, d ep o is o dias, me l em br o u um outro, que está lia g da ao ca sino da fi g eu ira por via de um t ra b alho q ue l á fi zo p au l o dias, de uma pr o du tora e por fim, um outro dias, ex mini st ro do psd, o t al s en hor so e pi so dio da pan cada na p on te, q ue ap ar ee ia em dia recente mui to s orri dente a cu mp rie m t n t ra o jorge coelho, q ue se b em , di z iam el es em q ua dr a dn te s po li tio c s di s tinto s, e ram ami g os, eu t am b em ac h o, p o is est as g en te s, no f un do, no fundo pe r te c em ao me s mo g r up o e aos me s mo s g ru pi n h os, é ver co mo se al te rna o al te r ne ao l on g o de t rin t a na os, te rá as en hor aa g en tile z sa e a liber dad e de ser mai s es pe c i fi ca, a in da me l me b to de mai s un s dias, na r e la i dad e

E ao senhor Anselmo, que tanto me irrita nas vezes, já lhe expliquei duas coisas, que não acredito na pedagogia da canga para melhor fazer trabalhar ou correr atras de uma cenouras os homens muito menos o Ser, depois isto tem outro nome mais claro, chantagem, e da negra pois é feito ao arrepio das leis e da justiça acordada entre os homens, se se pode por a possibilidade de quebra de qualquer acordo, ele terá que se por de seu lado, continua o senhor sem me responder, ao que o espirito me desvelou e que eu aqui desvelei de trazer fortes razões para pensar que o senhor está implicado no rapto de meu filho, como é, senhor responde-me ou não, ou levo a caso a Deus, se Nele ainda crê, pois a mim, nas vezes não me parece

E ao s en hor a ns elmo, q ue t ant o me i r rita na s v e ze s, j á l he e x p li q eu i du as co isa, q ue não ac red i to na ped a g o g ia da can g a para mel hor f az e r t ra b alha r ou co rr e r a t ra s de uma ce mouras os h o me ns mui to me no s o Ser, d ep o is is to te m o u t ro no me mai s claro, ch ant a ge m, e da ne g ra p o is é f e i to ao ar r e pi o das lei s e da j us t i ça ac o rda d a en t reo s homens, se s e p ode por a p os si b lia de d e q eu bra de q ua l q eu r ac o r do, el e te rá q ue se por de seu l ado, conti n ua o sem h or se m me r es pon d e r, ao q ue o es peu ru to me d es v e lou e q ue eu aqui d es v e lei de t ra ze r f o r te s ra z õ es para p en sar que o s en hor est á i mp li c a do no ra pt o de me u fil h o, co mo é, s en hor m r e ps on de inglesa me ou n ão, ou l evo a ca s o a D e us, se Nel e a i n da c r ê, p o isa mim nas v e ze s n ão me ap r e ce

E os trovões esta noite a isto tudo escrever, a primeira parte

El os t ro v o es e tsa no ite a is to tudo es c r eve r

Complemento inter ro pr eta t iv o do poema anterior, o u l ti mo na ordem de pub li cação

Cruz do homem brasileiro e spa on hol ts circulo do forte do can da ce rato maior Y segundo em om Y circulo do vaso do ac r u z do an g u k o ike, dia ar c i gato da vi o la çao circulo forte do arco do home do circulo ur da ines serpente
O om francês da cruz do homem do ceu, sky, todos do forte onze da cruz do home anjo , inglês gel
Primeira gato da rava e it ts brasileiro do este com w e ut homem fogo negro nl la ac ck fogo vaso maior da elevação em cruz home da energia

Ar circulo da se do w e onze b os do som, cruz do homem do corvo w e onze circulo ry, cruz doo homem lobo w e onze ca me do centro de artes modernas,

Dia do quadrado do arco do pecado circulo do forte primeiro onze dos guerreiros , duplo vaso ar tio rato serpente, cruz do jacto inglês sufocado na ed guerra em segundo Y queda do forte a um se e vaso do poder, p circulo d w e rato serpente da terra circulo do rato no net circulo do rato duplo olé, Cruz do homem rato k nui, uni forte E to onze serpente de muitos w, cruz do homem da ne ck, cruz rato iv e rato circulo do forte do segundo do hóquei do duplo circulo dia da enchente, forte do hóquei do circulo w www, eve ery , w he rato e cruz ur ns ruiva di is serpente homem do trouble waters, o musico

Cruz do homem segundo, segundo ab Y serpente circulo ry, c r z u do homem mo da ot alemã das suas tristezas, serpente circulo radio r en n as c en ça w serpente, cruz do homem pai do forte dela m c ru zz do homem energia do ab iss, cruz do homem do grito da a gui a, e gata le serpente do circulo do ar

Primeiro h o q eu i do onze serpente homem ad do ado w serpente ,do sin c ron is no do ro do onze no to , cruz do homem br este, primeiro onze do bomba do h o q eu i, vaso mp st circulo ps , cruz aqui is no do ar, sn circulo

A cauda da primeira ova da fil st ti ll in to cruz do homem do altar, a um cruz do ar, ro do rato circulo serpente e spa n h ila da chama rosa, que os oli m en t a, alimenta, muito ur raro is s h y m cruz home do Ycruz rato e s us to che t ms
ýﴀýffýﴀýﴀýﴀýﴀýﴀýﴀýﴀĀĀᨀT TT C Y RA AM MS SD DC CD ES A II IA T IS SD DS N D T C BR NU O P SS No DA RO FLAME FF FORMULA UM MU CRUZ do HOME Y segundo vaso
....



ecos curtos e bons, alguns com ar de encenação, ou não,

e co s curto s e bo ns, al g u ns com ar de en c en a çao, o un cão,

aqui no prédio, se pinta os corredores e as escadas interiores, deixaram os senhores, um enorme barrote paralelo a parede que liga as duas portas de entrada no meu estúdio, antes um cartão no chão com um numero que não anotei e depois na noite seguinte à esquina das escadas ficou um candeeiro com uma luz assim meia azulada que de imediato me remeteu para pixie, e para a pixar e para a animação dos candeeiros de luz, que acabara de referenciar num dos meus textos, as pilhas sem tampa, mostravam ray max, de um volto e meio, será então o pixie, ou o home da pixar, da animação três D, sintética, oo maior barrote, e consequentemente a maior pancada, aqui entre as duas portas, onde o cão antónio fora um dia assassinado, depois de encher com um qualquer veneno que aqui na rua e no prédio lhe puseram, assim é está acusação, ao rey max da pixar do cinema da animação em três dimensões, que me recorda agora o srek, o home do maior barrote, quase com dois ou três metros,

aqui no pr é di o, se pi n ta os co rr ed o r es e es a c d as ine t rio r es, de ix aram os s en hores is, um en o r me bar r ot e para l elo a par ed e q ue li ga as du as p orta s de net ra d a no meu es t u di o, ant es, um ca r tão no chao, com um nu m ero q ue n cão ano te i, d ep o is na no ite se gui n te a q u ina s esca d as fi co u, um can di e i ro com uma l u z as si m mei a az u l ad a q ue de imediato me r e met eu para p ix ie, e para a pi x ar e para a a nima ção dos can di rei r os de luz q ue ac ab a ra de r efe n cia ra n um dos me us te x t os, as p u l h as, se m tampa m os t ra vam, rey m a x, se rá en tão o p ix ie, o u o homem da p ix ar, da a nima ção t r es D, sin tec tica, oo maio r bar r ot e, co ns e q u en tee mn te a maior pancada, aqui en t rea s du as p orta s, onde o cão ant ó ni o f o ra um dia as sas in ado, d ep o is de en ch ar com um q ua l q eu r v en eno q ue aqui na rua e no pr ´ dio l he p use ram, as si m é es t á ac usa ção, ao rey ma x da p ix ar do cin ema da a nim a ção em t r es di m en s õ es, q ue me record a agora o s r e k, o home do maio r ba rr ot e, q u ase com do is o u t r es met ro s,

apareceu aqui referência ao paes, o conde, ao isto escrever

ap ar e ceu aqui r efe r ên cia ao paes, o conde, ao is to es c r eve r, se mp rato E

o numero é bw , black and white, vaso maçónico do barrote na cunha do angulo da parede, chaveta, vertical disposto, por isso ligando a terra e o ceu, do sessenta e nove traço do circulo primeiro de sessenta e cinco de oitenta e quatro, aspas quarenta e dois circulo nono, do traço da serpente fecha aspas, na quaresma

o nu m ero é bw, dec l ina em b m w, b l ac h and white, car ro al e mao m aç oni co, vaso m a ç oni co do ba rr ot e na c unha do an gula da par ed e, ch av eta ,vertical di s posto, por iss o li gan do a te r ra e o ceu, do se ss en ta e nove traço do cir c u l o pr ie miro de sessenta e cinco de oitenta e quatro, as pa s q u ar est a e do is cir c u l o nono, do t ra ç o da serpente f e cha as pa s na quaresma, ou quaresma

hoje um novo elemento aparecera, de novo o barrote na mesma posição, uma camisola ali abandonada, em cima dele e no meio do chão, az, assa, vaso com dois traços vermelhos, na etiqueta, as cores, refractavam no traje do home do porto que hoje aparecia no jornal dn, na tal coluna das alegações finais, estranho titulo, como se tratasse de um tribunal, por onde dia a dia vão desfilando faces

h oje um n ovo el e m en to ap ar e cera, de n ovo o bar r ot e na me s ma p o si ção, uma cam i sola al i a ban dona da, em c ima de le e no mei o do c h ão, az, as sa, v as o com do is t ra ç os v e r em l h os, na eti q u tea, as co rs, r e fr ac t av am no t ra je do home do porto q ue h oje ap ar e cia no j i rn al dn, na t al co luna das al e g a ç õ i es f ina si, est ra n h o titu ll o, co mo se t rata s se de um t rib una l, por onde di aa dia v ão d es f ila n do f ac es

um sentido anda em mim, a pressentir de que tudo isto está relacionado com a história do barrote no porto, da agressão, e consequentemente com a agressão que eu tambem fui alvo, visto a Palavra ter acabado de o mencionar, quando ele aqui apareceu, duas agressões, uma assinatura agora a qui deixada no corredor, az com dois traços vermelhos, duas marcas

um s en tid o ana da em mim, im pr es s en tir de q ue tudo is to est á r e la cio n ado com a h si tó rio do bar r ot e no porto, da a ge r s sao, e co ns e q eu n te m en te com a g ar e s sao q ue eu t am b em f u i alvo, vi st o a Pala v ra ter ac ab ado de o m en cio n ar, q ua n do el e a q u i ap ar e ceu, du as a g r ess ~~ o es, uma as sin a t u ra agora a q u i d e ix ada no co r red o r, a z com d o is t ra ç os v e r mel h os, du as ma rca s

noticias da televisão

no tic as da te l e visão

O w in ds hi e l dd a gravata da côr violeta , circulo de nova yorque, assim mostra o representante dos mac cann, carlos pinota, ca ar primeiro os pi do pin da ota

O w in ds hi e l dd a gravata da côr violeta , circulo de nova yorque, as si mm os t ra o r ep r es en t ante dos mac ca nn, car l os pi n ota, ca ar primeiro os pi do pin da ota

Hoje de manha depois da ultima publicação que remetia para o centro do país, e se calhar relacionado também com os eventos de aveiras

H oje de manha d ep o is da u l tim a pub li cação q ue r e me tia para o c en t ro do pa ís, e se cala h ra r e la cio n ado t am b é m c om os e v e n t os de ave ira s

A ave ira serpente, e o tal rui, não sei quê, rapaz que me disse morar na margem sul, se calhar no local da tal cruz no ceu que aparecera em dia recente, um sitio de moradias germinadas, relações publicas da cp, que me oferecera o tal cd com os clipes onde entrava o seal, e tambem, evanescente, sendo relações publicas, provável trazer relação a publicistas, o cação da pub ligado a tia do is da se da cala, da praia nas baleares, de muitos cios ado, e segundo mc os no natal, eve inglesa cruz os ave ira serpente

Ge mina das relações publicas da cp, cir u c l o ak um com, os cir u l o do li ps, onde serpente elo do mar, eva ne serpente circulo da in g k l esa ce, espiões das serpente do publicas, pr ova ave primeira do a p s oto fr o seta ra ze rato da relação, a circulo ub, submarino tampão, o cação da pub lia gado À tia do is da se da cala dos muitos cios ado serpente e segundo mc os no natal eve inglesa cruz os ave e ra serpenet, a ave av é, roma romanos e igreja cat o li ca

A ave i ra se rp en te, e o t al rui, n ão se i q u ê , ra p az q ue me d i ss e mor ar na mar g em s u l, se ca l h ar no l oca l da t a l c ru z no c eu q ue ap ar e ce ra em dia r e c en te, um si tio de mora dias ge r mina d as, relações pub li ca s da cp, que me o f e r e cera o t ak l cd com os c li ps on de en t rava o se al, e t am b em, eva ne s c en ce, s en do r e l aç oe sp ub li ca s, pr ova v el ´t ra ze r relação a o ub lic ista s, o cação da pub li gado a tia do is da se da cala, da pr aia nas bal ear es, de mui t os cios ado, e se gun do mc os no natal, eve inglesa cruz os ave i ra se rp en te

Com relação à puta ladra do filho, ainda por cima

Cios de publicidade há muitos a todo o momento, desde os perigosos que despoletam acidentes até aos desavergonhadamente falsos e ou enganosos, sendo que existem autoridades com competências para velar nestas matérias, mas que não o fazem,

Dia es pole tam liam am aa ac din de t es a té ao s dia esa vo rato gato homem em ham em ad dame muito teresa f al s os e circulo vaso e« in g l es g ano s os s en do q eu e x iste maior au tori e dad es com, co mpe tem cias , nma s q eu n cão circulo antonio forte se ze manuel

Cios de pub li cidade h á mui t os a todo o mo m en to, de s de os pe rigo s os q ue d es pole tam aa cin de te s at é aos d esa vo r g h on h ad am en te f al s os e o u en g ano s os, s en do q ue e x is te m au tori e dad es com co mpe tem cias para v e l ar ne st as mat é ria s, nma s q ue n ão o af ze m,

Por exemplo agora está um de uma inteira família de marcas de semelhante produto que a todos se podem chamar em razão de publicidade enganosa, e que se as autoridade, existissem neste pais de brincar certamente que já os teriam mandado retirar do ar, e depois muito blá blá sobre autoridade, e coisa e tal, e a bandalheira continua a andar

F ami lia de maria rca p ode em pub lica de e mm g ano sa au to rei e dad e e x is te iss em neste pa is de br inca re ria iam mandado rato e tir ar do ar, b l á s ob rea au o rie dad e e co isa t al e a ban da primeiro homem ur vaso rá conti n ua a anda do ar

Por e x e mp l o agora es t á um de uma in te ira f ami lia de ma rca s de se me l h ante pr o du to q ue a todos se p ode em c hama r em ra z ão de pub li ca de e mm g ano sa, e q ue se as au tor e i e dad e, e x is te iss em neste pa is de br inca r ce rta mente q ue j á os teri am mandado r e tir ar do ar, e d ep o is mui to b l á b l á s ob re a u o rie dad e, e co isa e t al, e a ban da l he u ra conti n ua a and ar

Diversos deles me são directamente endereçados, especialmente os da optimus, as insinuações, da energia e do quero mais, de falos e coisa que tais, e um outro sobre kangurus, do mesmo grupo, pois uma caneta , uma pen , como se diz em inglês, anda em ricochetes vários partindo a mobília toda, como uma bala, a coisa parece até perigosa, mas o mais significante é um que tiveram a habilidade de aqui por em meu trajecto conhecido, com um aquário, que é por um atravessado, partindo-o ao meio, e um peixinho laranja, é como que ejectado dos destroços, certamente morrerá, pois se seu aquário se parte, assim costuma lhe acontecer

Es pe cia le mn te os da optimus, o pt tim um us ,as in sin ua ç õ es da ene g ia falos e co isa q eu tais e um circulo ur reo serpente ob re k na guru do mesmo grupo, p o is can eta , primeira p e anda em frança ricochete, para t indo a mob i lia toda, co mo da primeira bala , a co isa par ce at é pe rigo as ma is si g ni fi can te é o primeiro que c ru z x a h a bil dad e aqui, com primeiro do a q ua rio, que é por um atravessado pat indo inglês circulo ao meio, e um peixinho laranja, e co mo e ject ado dos d es t r c os c rta e mn te morrerá, posi se serpente europeia a q ua rio se par te, as si maior co s da cruz uma pr ie miro he ac on te ce rato

Di versos de le s me são di rec tamen te en de re ç ado s, es pe cia l e mn te os da o pt i m us, as in sin ua ç õ es, da ene r g ia e do q u ero mai s, de f al os e co isa q ue t a ise um o ur e o s ob re k an g ur us, do me s mo g r up o, p o is uma can eta , uma p en , co mo se di z em in g l ê s, anda em ric h o che te s v ári os parati n do a mob i lia toda, co mo uma bala, a co isa par e ce at é pe rigo sa, mas o ma is si g ni fi can te é um q ue t u v e ram a a h ab il i dad e de aqui por em meu t ra ject o c on he cid o, com um a q ua rio, q ue é por um at rave s sado, par t indo inglês o ao meio, e um pei x in h o laranja, é co mo q ue e je c ta do dos d es t r ç os, ce rta e mn te mor r e rá, posi se s eu a q ua rio se par te, as si m c os t uma l he ac on te ce r

Era o que contava a menina que me atendeu na loja da dita cuja não marca, nas amoreiras, contava-lhe eu que outrora tivera um aquário assim com um peixinho que me dera a rita , que se chamava de gossi, que em crioulo quer dizer, vida, e que durara bastante mais do que é normal aqueles peixinhos viverem, certamente porque o carismei de vida, depois porque era muito amado, e terceiro porque lhe punha agua do luso, a menina, disse então, porque a agua do luso tem muitos nutrientes, sim, menina, ai a publicidade não é enganosa, se bem que no luso, muitos malandros vivam e muitas malandrices lá se fizeram e se fazem, mas o mais importante na perspectiva do peixinho é que agua do luso não tem calcário, que é o grande responsável por que eles morram mais cedo, está a ver como nas máquinas de lavar, e então menina, diga-me lá é naquela prateleira que tem de guardar os casacos, ah pois e para nos mudar, é na casa de banho publica, que belo senhor engenheiro que aquilata aos passos, assim dizia a concorrência de si em outro dia, mas aqui os passos os vi eu pelos meus próprios olhos, belíssimas condições de trabalho, e veja lá senhor engenheiro, que ainda agora neste preciso momento o vi a aparecer no pequeno ecrã a aconselhar a ler mais e a ver menos tv, certamente, porque sabe quão tanto e mal ela manipula as gentes, se bem que tal não obste a este quilate de cultura empresarial, eu que até o trago em boa conta de empreendedor, talvez do tal joguinho de futebol, com os amigos brasileiros ali no jamor, onde creio que não será mentira terem agora morrido duas senhoras, por falta de condições num muro, de uma empresa que no mesmo momento, ou convenientemente logo a seguir, tinha anúncios na televisão a louvar quão belas eram suas estradas, e que o norte ao sul se ligava e coisa e tal, mas rapidamente vieram logo a dizer, os administradores, que não tinham responsabilidade, no assunto, lhes respondera bem o advogado que aqui faço votos que os consiga por na cadeia, que consideravam a empresa uma estrada nacional, e depois explicava que nem bermas e nem escoadouro tinha, coisas que são requisitos na sua classificação como tal, enfim a normal manha aquilatada em forma destrutiva e neste homicida da vida , no portugal do negro brincar

E ra o q ue c on t ava a menina q ue me a ten deu na l o j a da dita c u j a não ma rca, na s mao rei ra s, c on t ava inglês l he eu q ue o u t ro ra t iv e ra um a q ua rio as si m com um peixinho q ue me de ra a rita , q ue se c h ama v a de g os si, q ue em c rio u l o q eu r di ze r, v ida, e q ue du r ar a b as t ante mai s do q ue é no r mal a q eu l es pei x in h os v iv e r em, ce rta e mn te por q ue se o c ari s mei de v ida, d ep o is por q ue e ra mui to amado, e te r ce i ro por q ue l he p unha a g ua do l us o, a me nina, di s se en tão, por q ue aa g ua do l us o te m mui to s nu t ri en t es, si m, me nina, ai a pub li cad e n ão é en g ano sa, se be, m que no l us o, mui t os m a l a n dr os v iv am e mui t as ma lena d rice s l á se f iz e ram e se f a ze, mas o mai s i mp orta n t y e na pe r s pe c t i va do peixinho é q ue a g ua do l us o n ão te m cal cari o, q ue é o g rande r es ponsa v el por q ue les mor ram mai s ce d o, est á a ver co mo nas má quinas de l ava r, e en tão me nina, di g a inglesa me l á é naquela p rat e lei ra q ue te m de g ua rda r os ca sacos, a h p o is e para nos mu d ar, é na casa de ban h o publica, q ue belo see n hor en g ene hiro q ue a q u i l ata aos passos, as si m di z ia a c on co rr en cia de si em outro dia, ma s a qu i os passos os vi eu pe l s o me us pr o pr i os olho s, be li s simas c on di ç o es de t ra b alho, e veja l á s en hor en g ene hei ro, q ue a in da agora ne s t e pr e ciso mo m en to o vi a ap ar e ce r no pe q eu n k o e c rã a ac on se l h g ar aa ler mai s e a v e r me no s t v, ce rta mente, por q ue sabe q u ão t ant o e m al e la m ani p u la as g en te s, se b em q ue t al n ão ob st e a este q u i l t ae de c u l t u ra e mp r esa ria l, eu q ue at é o t rego em boa c on ta de e mp ren de d or, t al v e z do t al jo gui n h o de f u te bo l, com os ami g os bar s ile i ros al i no j amo r, onda c rei o q ue não se ra é mn t ira te r em agora mor rid o du as s en hor as, por fala t a de c on di ç õ es n um muro, de uma em presa q ue no me s mo m oe mn to, ou c on v eni en te m en te l o g o a se gui r, tinha an un cio s na te le visão a lou v ar q u ão belas e ram su as e ts ra d as, e q ue o no r te ao s u l se li g ava e co isa e t al, mas ra pida mente vi e ram l o g o a di ze ros ad min si t ra dor es, q ue n ão t in ham r e ps on as bil i dad e, no as sun to, l h es r es pond e ra b e m o ad vo gado q ue aqui f a ç o v ot o s q ue os c on si g a por na ca deia, q ue co nsi de ra v ema e m p r e sa uma e ts r ad a na cio n a l, e d ep o is e x p l i c ava q ue ne m be r ma s e ne m es coa douro tinha, co isa q ue são r e q eu is to s na s ua c lassi fi caçao co mo t al en fi m a no r m al manha a q u ila t ada em forma d es t ru t iva e ne st e homicida da v ida , no por tu gal do ne g ro br inca r

Sabe senhor engenheiro, o conselho é bom sem duvida, para ler mais, que é o que os seus rapazinhos devem ter andado a fazer ao que eu visionei, no breve instante em que fui seu cliente, pois coisa muito estranha se passou, que não consegui obter cabal esclarecimento e portanto lhe peço ajuda a esclarecer, visto que certamente muito e bem lerá

sa be sem hor en g en he iro, o c on se l h o é bo m se m du v ida, para ler mai s, q ue é o q ue os se us ra ap z in h os d eve m ter anda o d a f az e r a o qu eu v isi o nei, no br eve ins t ante em q ue f u i se u c l ie n te, p o is co isa mui to es t r a n ha se passou, q ue não c on se gui ob ter ca bal es clare cie mn to e p orta n to l he pe ç o ajuda a es c lar e ce r, vi s t o q ue ce rta e mn te mui to e be m l e rá

Em primeiro lugar cabe lhe dizer, que o senhor, bem como as outras empresas são acusadas perante o Espirito de fazerem publicidade enganosa, o que como sabe é ilegal, e como tambem sabe, sendo este um pais de direito a funcionar dentro dos normais carretos, bem aquilatados, com subornos de todo o tipo, óleos com todas as trocas e baldrocas, horizontais, verticais e diagonais, certamente a sua publicidade bem como a netcabo, ou zon, ou lá o que seja que a conversa é a mesma, será hoje mesma retirado dos pequenos ecrãs, uma coima lhes será aplicada e os vosso contratos chumbados, e obrigados a os reverem em curto prazo, assim nasça o sol manha, ou feche o senhor os seus olhos

Em prim e i ro lu g ar c abe l he di ze r, q ue o s en hor, b em co mo as o u t ra s me presas são ac usa d as pe r a n te o Es pi rito de af ze r em pub li c ad e en g ano sa, o q ue co mo s abe é ile gal, e c omo t am b em s abe, s en do este um pa is de di e rito a fun cio n ar den t ro dos no r mai s car r e to s, be m a q u ila t ado s, com sun bo rn os de todo o ti u po, oe l o as com todas as t roca s e bal dr ocas, h ori zon t a is, v e r tic a is e dia g on a is, ce rta mente a s ua pub li cidade be m como a net cabo, ou z on, o u l á o q ue se j ,a q ue a c on v e r sa é am es ma, se rá h o je me s ma r e tir ado dos pe q u en os e c ra s, uma co ima l h es se rá ap li ca da e os v osso c on t rato s c h uma bd os, e ob riga d os a os r eve r em e mc curto pr a zo, as si m na s ça o sol m anha, ou f e che o s en hor os se us olho s

Pois diz ela assim, que oferecem o modem, até aparecem uma continha tipo escollhinha primário muito depressinha, para não muito bem se perceber, que bons maus é o engenho destes publicistas cá da burgo, à imagem de todas as manhas, neste pais de manhas e de manhosos, mas em que ainda se vê de relance, uma subtracção cujo total é igual a zero, como a confirmar o que a voz diz, que oferecem o modem.

P o is di z e la as si m, q ue o f e r e c e m o mode m, at é ap ar e cm uma conti n h a t ip o es co ll h in h a pr i me á rio mui to d ep r es s in h a, para n ão mui to be m se pe r cebe r, q ue bo ns ma su é o en g en h o d este pub li c ista s c á da b ur g o, a´ i mage m de todas as manhas, ne st e pa is de m anha s e de man h os o s, m as em q ue a in da se v ê s de r e lance, uma s ub t ração c u jo t ota l é i g a uk la a z ero, co mo a c on formar o q ue a v oz di z, q ue o f e r e c e m o mode m.

E então cheguei à segunda loja, na primeira ali no largo da maria da fonte de pistolas no ar, fosse ela viva e certamente daria um tiro a menina que tão bem mal me atendeu, i make skip e vou directo a segunda loja

E en tão che g eu ia se gun da l o j ana pr i me i ro a li no l argo da mar ia da fonte de pei st ola s no ar, f os se e la v iv a e ce rta e mn te d aria um ti ro a me nina q ue tão b em m al me a te n d eu, i m ak e s k ip e vo u di r e cta a se gun d a l o j a

E então como é isso da oferta do modem?

O modem é lhe descontado em suaves prestações durante um ou dois anos que tem que manter o contrato

E en tão c omo é iss o da o f e rta do m ode m?

O m ode m é inglês l he d es co nat do em s u av es pr est a ç õ es duran te um ou do is ano s q ue te m q ue man t ero c on t rato

Mas paga-se à cabeça, e sendo assim não é oferecido, pois como o senhor engenheiro sabe quando oferece flores e jogo futebol olhos nos olhos como o chico buarque, de quem o espirito em dia recente me disse, que ele os ia parar, os tais do outro lado da margem, não se pede nem se recebe dinheiro a quem as dá, não é verdade!

M as pa g a inglesa se à ca beça, e s en do as si m não é o f e r e cid o, p o is co mo o s en hor en g en hei ro s abe q ua n do o f e r e ce f l o r es e j o g o f u te bo l olhos no s olho s c o mo o ch i co bu ar q ue, de q u e m o es pei rito em dia r e c en te me di ss se, q ue el e os ia p aa r ra, os tais do o u t ro l ado da mar g em, n ão se pede ne m se r e cebe din he i ro a q u em a s d á, n ão é v e r dad e!

Depois o que fazem, é então descontá-lo em suaves prestações mensais sobre o valor que os senhores definiram como sendo o custo de utilização, que veja lá é quase entre todas as marcas semelhantes, como se tivessem combinado, aquilo que em termos financeiros, se chama de dumping, creio que entenderá o termo, e tambem saberá que o conceito, contrária em largo as regras normais de concorrência e perverte assim o mercado, cujo objectivo é sempre melhor servir os clientes, e saberá tambem que existem leis acertadas e muito antigas contra tais praticas

D ep o is o q ue f a ze m, é en tao d es c on t á inglês l o em s u av es pr esta ç õ es m en sais s ob reo valor q ue os s en hor es d efe ni ram co mo s en do o c us to de u tili za ção, q ue veja l á é q u ase en t re todas as ma rca s se me l h ant es, c omo se ti v ess em co m b ina do, aquilo q ue em te r mo s f ina n ce i ro s, se ch ama de du mp in g, c rei o q ue en te n de rá o te r mo, e t am b em s ab e rá q ue o c one ce i to, c on t rá ria em l argo aa s r e g ra s no r ma si de c on co rr en cia e pe r v e r te as si m o me rca do, c u j o ob ject iv o é se mp r e mel hor se r vi r os c ile n te s, e s ab e rá t am b em q ue e x iste m lei s ac e r ta d as e m uu i to ant i g as c on t ra tais pr at i ca s

Nenhum de vós , entendendo como vós, as distintas empresa que comercializam o serviço, alguma vez demostrou que os preços que trazem, correspondem a preços justos, assente numa normal e não inflacionada cadeia de valor, sabe senhor engenheiro, é como eu olhar para os seis de uma namorada, e ve los grandes em seus enchumaços e depois quando lá poiso a mao afinal, eram mais pequeninos do que pareciam, sendo aqui nos preços, geralmente mais o seu inverso, como quando se usava espartilho nas contas e se fazia abelhinhas com problemas de rins e coisa que tal

Ne n h um de vó s, net en dn do co mo vó sas di s tintas em presa q ue co mer cia liza m o se r viço, al gum a v e z demo st ro u q ue os pr e ç os q ue t ra ze m, co rr es pond em a pr e ç os j us to s, as s en te nu am no r m al e n ão in f l a c io n ada ca deia de valor, s ab e s en hor en g en h ei ro, é co mo e u olhar para os se is de uma namora d a, e v e l o s g ar n d es em s eu en c h uma ç os e d ep o is q ua n do l á p o is o a mao af ina l, e ram ma si pe q eu nino s do q ue par e c iam, s en do a q u i no s pr e ç os, ge r l am e n te mai s o se u in v e r s o, co mo q ua n do se usa v a e spa r t ilha nas c on t as e se f a z ia abe l h in h as com pr ob l ema s de r i ns e co isa q ue t al

A prova da desconfiança fundada que a funda esta conclusão, é a pouca diferença que existe entre os três escalões que variam em função do consumo de megas , dois com consumo limitado e um terceiro sem limite de consumo

A p r ova da d es c on fia n ç a fun dada q ue a f un da es ta co mc lu são, é a p o u ca difer e n ça q ue e x iste e mn t reo s t r es esca l o es q ue v a r iam em fun c ção do c on s u me de mega s , do is com c on sumo li mit ado e um te r ce i ro se m li mit e de co ns u mo

Acresce então que depois de perguntada a menina informa que se é obrigado a manter o contrato, durante um ano ou dois, que agora não me recordo ao certo, chama-lhe eufemisticamente de fidelização, sabe o senhor engenheiro que a única verdadeira fidelização, a quem se dá flores, é o amor, e não a obrigação, que mais lembra, uma fidelização inspirada em outros tempos, que rimam assim com esclavagismo, pratica já não existente, na terra como sabe, nenhum menino do mundo é nele obrigado a trabalhar ou a se prostituir ou a comercializar droga, ou a servir de vigia a quem rouba, pois há muito tempo que foi proibida e o mundo se tornou o paraíso, visto que as gentes trazem como o senhor jardim, visões tão acertadas sobre partes desta problemática, tambem da terra já todos se foram

Ac r es ce en tao q ue d e posi de pe r gun t ada a me nina in f oma q ue se é ob riga do a man t g ero c on t ratao, duran te um ano a ou do is, q ue agora não me record o ao ce r to, c h ama inglesa l he eu f en is tica mente de fi de liza ção, s abe o s en hor en g en hei ro q ue a única v e r da de ira fi de liza ção, a q eu m se dá f l o r es, é o am o r, e não aa ob riga ção, q ue mai s l em bra, uma fi de liza ção i ns pirada em o u t ro s te mp os, q ue r imam as si m com es c l ava g is mo, pr at i ca j á n ão e x ist e n te, na terra co mo s abe, ne n h um me nino do mundo é nel e ob riga do a t ra b la h ar o u a se pr os titu i r ou a co mer cia liza r dr o g a , ou a se r v i r de vi g ia a q ue m ro ub a, p ii s h á m u i to te mp o q ue f o i pr i bida e om um dn do se to en o u o par ia s o, vi st o q ue as g en te s t ar ze r m co mo o s en hor j ar di m, v is õ es tão ac e r ta d as s ob re par te s d es t a pr o b l ema ´ tica, t am b em da terra j á todos se f o ram

E creio que está ideia de fidelização obrigada e obrigatória é contraria taxativamente ao que a europa trás em leis acordado sobre estas matérias, certamente que a autoridade da concorrência o saberá e não o poderá permitir

E c rei o q ue es t á i deia de fi de liza ção ob ro a gado e ob riga tor ia é c on t ra ria t axa t iv a mente ao q ue a eu r opa t rá s em lei s ac o r dad o s ob r e est as am at é ria s, ce rta mente q ue a au tori e dad e da co mn co rr en cia o s abe rá e n ão o p ode rá pe r miri t

E eu lhe digo assim, não menina, então se já tenho que pagar o modem à cabeça, não quero eu que me o desconte em suaves prestações mensais que assim me obrigam a um tempo de casamento que não sei se o quero, sabe meninas, nas vezes nem bem sei onde amanhã irei estar, portanto fazemos assim a coisa, ah não sei se poderá ser, está bem e como vamos saber, então envia-me uma fax, que eu depois envio por fax para os serviços centrais qualquer coisa, fax já não uso menina, dê-me o mail e depois do seu poderá certamente envia-lo por fax, lindo senhor engenheiro, onde se vende as mais rápidas comunicações, que menos abatem as arvores, depois ali tem um anacronismo, ainda por cima que certamente lhe afectará o lucro, como poderá por contas feitas como mais tempo, confirmar, e um surplus, senhor engenheiro, quando estivemos ao telefone para confirmar a grande manha, teve a menina que utilizar o numero de telefone oitocentos qualquer coisa, que é o mesmo que dão aos clientes, e onde nas vezes segunda a menina me disse, se espera cerca de trinta minutos, o que atenta dos bons princípios de gestão e consequentemente da rentabilidade dos métodos de gestão empresarial, implementados, é de se tirar mesmo o chapéu, se o tivesse, para alem do mimo na forma de namorar um cliente e de o fidelizar

E eu l he di g o as si m, não me nina, en tão se j á t en h o q ue p a g a r o mode m à ca beça, n ão q u ero eu q ue me o d es conte em s u av es pr es t a ç õ es m en s aia q ue as si m me ob ro g am a um te mp o de ca s am en teo q ue n ão sei se o q u ero, s ab e me nina s, nas v e ze s ne m b em sei onda am anhã i rei est ar, p orta n to f a z emo s as si m a co isa, a h n ão se i se p ode rá se r, est á b em e c omo v amo ss ab e r, en tão en vi a inglesa me uma f a x, q ue eu d e p o is en cio por f a x para os se r viço s c en t rai s q ua l q eu r co isa, f a x j á n ão us o me nina, de. me o mail e d ep o is do se u p ode rá ce rta mente en vi a inglês l o por f a x, lindo s en hor e en g en he i ro, onda se v en de as mai s rá pida s co m uni cações, q ue me no s ab a t em a s ar vo r es, d e p o is a li te m um ana c ron is mo, a in da por cima q ue ce rta mente l he af e cat a rá o lu c ro, c omo p ode rá por c on t as f e it as c omo ma si te mp o, c on for mat, e um s ur p lu ss, s em hor en g en he i ro, q ua n do t iv emo s ao te l e f one para c on fi mar a g rande manha, t eve a e mn ina q ue u tili z ar o n u m ero de te l e f one o i to c en t os q ual q eu r co isa, q ue é o me s mo q ue dão aa os c lie n t e s, e onda nas v e ze s se gun da a e m ni an me di ss e, se es pera ce rca de t rin t a minu t os, o q ue at en t a dos bo ns pr inc ip is o de g es tão e co nse q eu n te mente da r en t ab il i dad e dos met o ds de g es tão me pr esa rail, i m pp l em en t ado s, é de se tora r me s mo o ch ap eu, se o t iv es se, para al em do mimo na fo am de na mora r um c li en te e de o fi de liza r

E tem tempo de experiência, tem sim senhor, um mês, para fazer o contrato, então eu pago o dito e depois lhe envio um e mail a explicar que não pretendo ser preso por vocês durante um ou dois anos a troco de uma amortização no valor de cerca de dois euros mês , quem de direito, responderá, está bem, sim senhor, e olhe é só chegar a casa e ligar, é sim que a gente oferece quinhentos megas para poder começar a navegar

E t em te mp o de e x pe r i en cia, t em si m s en hor, um m ê s, para f a ze r o c on t rato, en tão eu pa g p o dito e d ep o is l e h en vi o um emi al a e x l p li car q ue n ão pr e te n do se r pr es o por vo c es dura n te um ou do is ano s a t roco de uma am r ot iza ção dn no valor de ce rca de do is eu ros e dp o is os s en hor es , q eu m de di rei to, r es po dn e rá, e tá b em, s im s en hor, e o l he é s ó che g ar a cas e li g ar, é si m q ue a g en te o f e r ce q u in h en t os mega s para p ode r co me ç ar a n ave g ar

Fixe, cool, porreiro pá, espero que isto quando ligar não me parta a casa toda, paz a memória do gossi, que já está no ceu, que até me arrepia ver um modem de uma empresa que declina sem nome em circulo pt e mu serpente, que parte sistemas de suporte de vida a tão delicados e fieis companheiros

Fi xe, c oo l, po r rei ro p á, es p ero q ue ii s t o q ua n do li g ar não me pa rta a cas toda, p az a me mm ó ria do g os si, q ue j á est á no c eu, q ue at é me ar r e pi a ver um mode m de uma em presa q ue dec lina se m n o me em cir c u l o pt e mu se rp en te, q ue par te sis t ema s de s up o r te de v ida a t tão deli ca do as e fi e is co mp na he i ro a

Veja lá senhor engenheiro, que aquilo liguei e já estava a navegar, parabéns, nesta parte que é mesma a única e pouca, pois não são para infelicidade do país eles por vós aqui fabricados

Veja l á s en hor en g en he i ro, q ue aquilo li g eu i e j á est av a n ave g ar, p aa rb e ns, ne st a par te q ue é me s ma a única e p o u ca, p o is n ão são para in f e li cia de do pa is el es por vó s a q u i f a b r i ca ds os

E naveguei e naveguei e aqui para nós que ninguém nos ouve até vi muitos filmes pornográficos de todas as formas e feitios, menos com menores, friso explicitando, para as mentes perversas, não se porem a inventar, e depois da primeira noite a navegar a escrever e a ver, foi ver o meu consumo à pagina, estava na aparência gasto menos de um terço dos tais quinhentos megas oferecido e comprados no preço do modem, assim o tenho que deduzir, visto o preço não especificar as partes, e se eu for comprar a uma florista flores e se nelas me oferecerem uma jarra incluída, não sei eu ao certo, se as paguei mais caras, ou se foi o senhor que na realidade, decidiu menos ganhar para mas oferecer, contudo o preço da flores e da jarra, é só , uma só parcela, assim sendo, parece ser justo dizer que não me foram oferecidos, mas sim que os comprei, e que será de mau tom, em termos de fidelização, insinuar seu contrário, como vê senhor engenheiro, nos pormenores costuma Deus dizer que habita o diabo, e é assim com muitos pequeninos e juntos que ele faz a sua grande colheita, que neste campo economico se traduz em menores lucros, e menos desenvolvimento global do pais que está cheio de gente com fome

E n ave g eu i e n ave gui ee aqui para nó s q ue nin g eu m no s o u v e at é vi m u si to fil mes po r no g raf i co s de tod o as a s formas e f e i tio s, e d ep o is da pr i me ria no ite a n ave g ar a es ce r v e r e a v e r, f o i ver o me u c o ns umo à pa gina, est av a na aa pr e cn cia g as to m en os de um te r ç o d os tais q u in h en t os mega s o f e r cid oe e co mp ra d os no pr e ço do mode m, as si m o t en h o q ue d ed u z i r, vi st o s o pr e ç o não es pe c i fi car as par te s, e se eu for co mp ar aa uma flor ista f l o r es e se nelas me o f e r e ce r em uma j ar ra inc lui da, n ão se i eu ao ce r to, s e a s pa g eu i mai s caras, ou se f o i o s en hor q ue na real i dad e, dec id ei m en os g na h ar para ma s o f e r e ce r, c on tudo o pr e ç o da f l o r es e da j ar ra, é s ó , uma s ó par ce la, as si m s en do, par e ce ser j us to di z r q ue n ão me f o ram o af r e cid os, ma s si m q ue os co mp rei, e q ue se rá de m au t om, em te r mo s de fi de li x z a ção, in x ni u a r se u c on t ra ´ rio, c omo v ê s en hor en g en he i ro, no s pr o m en o r es co s t uma D e us di ze r q ue h abi tao dia bo, e é as si m com muti s o pe q eu nino s e j u sn to s q ue el e f az a s ua g rande c ole h i ta, q ue ne st e ca mp o eco no mico se t ra d u z em m en s o r es lu c r os, e m en s o d es en o v l v i m en to g loba l do pa is q ue est á che id o de g en te com f o me

Na segunda noite, quando comecei a publicar os meus textos, e comecei a ver os ecos que surgiam quase em tempo real, que bom é estar ligado assim à rede em tempo real, coisa que já não estava há muito, de repente o kanguru, me diz, que o contrato foi suspenso, ou coisa assim , na realidade, o serviço deixou de funcionar não explicando na mensagem as razões, veja lá como trata a namorada, se quer que ela o ache bom partido inteiro, sendo que para que assim ela o considere, deverá ser sempre claro com ela, e não lhe responder por monossílabos ou lhe dando respostas que não o são pela sua incomplitude

Na se gun da no ite, q ua n d o co me çe ia pub li car os me us te x t o s, e co me ç e ia v ero s eco s q ue s ur g iam q u ase em te mp o real, q ue bo m é e st ra lia g do as si m ar e d e em te mp o r e la, co isa q ue j á n ão est av h á mui to, de r ep r en te o k an guru, me di z, q ue o c on t rato f o i s us p e n so, ou co isa as si m , na r e la i dad e, o se r viço dei x o i u de fun cio n ar n ão e x p li can do na m en sage m as ra z õ es, veja l á co mo t rata a namora da, se q eu r q ue e la o ac he b om par tid o in te i ro, s en do q ue para q ue as si m e la o co n sid e re, d eve rá ser se mp re claro com e la, e n ão l he r es pond e r por nono s siba l os ou l he dan d o r es postas q ue n ão o são pe la s ua on co mp li t u de


No dia seguinte fui de novo passear até a loja e perguntei a menina, o que se tinha passado, se calhar acabou os seus quinhentos megas, e então concerteza que pode verificar os consumos, confusão, que sim, que não, com o terminal, não, pega no telefone, oitocentos e tal, e de lá do outro lado lhe dizem que sim, que os megas se gastaram, eu por mim, senhor engenheiro acho que não, acho que o que se passou, fui toda uma outra coisa, que me decidiram cortar a ligação, e terá que perceber que e sustentável minha duvida , visto que não me fizeram prova pelo histórico, por mim não tem problema nenhum se quiser pode especifica-lo endereço a endereço, vejo tudo menos sexo com crianças, como sabe, pois não faz parte da minha natureza, ao contrário do que insinuaram sem provar, que eu teria comportamento pedofilos quando se tratou de encontrarem argumentos para me roubarem o filho, e até insinuaram que eu teria posto na net um film dele nu, o que não é verdade como o disse e o demonstrei, alias , basta insinuar, como se sabe, e se sabe por diversos trabalhos de investigação que foram feitos, que esse era o processo da manha, habitual nestes casos de roubos de crianças, pois a mim o que me parece, a ver hoje o seu ar na tv a dizer para ler mais, como quem tem e trás o rei na barriga, como se vê desta história toda, com razão e justeza, que essa informação terá sido usada para convencer outros que au sou um pedofilo ou sei lá o quê, não será verdade senhor engenheiro?


No dia se gui n te f u i de n oco pa s sa e r at é a l o j a e pe r gun te i a me nina, o q ue se t ina h passado, se cala h ra ac ab o u os se us q u in h en t os mega s, e en tão c on ce r te za q ue p ode v e r f i car os co ns u mo s, cin fusão, q ue si m, q ue n ão, com o te r mia l, n ão, pega no te l e f one, o i to c en t os e t al, e de l á do o u t ro l ado l he di z em q ue s im, q ue os mega s se g as t aram, eu por mim, s en hi o en g en he i ro ac h o q ue não, ac h o q ue o q ue se passou, f u i tod a uma o u t ra co isa, q ue me dec i d iram co rta ra li g a çao, e te rá q ue pe r cebe r q ue e s us t en t ave l min h a du v ida , vi st o q ue n ão me fi ze ram pr ova pe l o h si t ´ ric o, por mim não te m pr o b e l ma ne n h um se q u ise r p ode es pe c i fi ca inglês l o en de r e ç o a en de r e ç o, vejo tudo m en os se x o com c r ian ç as, co mo s abe, p o is n ão f az par te da min h a nat ur e za, ao c on t rá rio do q ue in sin ua ram se m pr ovar, q ue eu te ria co mp orta m en to pe do fi f l os q ua n do se t rato u de en c on t ra rem ar gum en t os para me ro ub ar em o fil h o, e at é in sin ua ram q ue eu te ria p os to na net um fi l m del e nu, o q ue n ão é be r dea de c omo o di s se e o demo sn t rei, al i as , b as t a in sis n ua r, c omo se s ab e, e se s ab e por di v e r s os t ra b l a h os de in v es ti g a ção q ue f o ram f e it os, q ue ess ee ra o pr o ce ss o da manha, h abi t ual ne st es c as os de ro ub os de c r ian ç as, p o isa mim o q ue m me par e ce, a v e r h o je o s eu ar u f ano a di ze r para ler mai s, co m o q eu m te m e t rá s o Reis na bar riga, co mo se v ê s d es ta h is tó r ia toda, com ra z ão e j us te j a, q ue ess a in f o mação te rá sid o usa d a para c on c v en ce r o ur os q ue au s o u um pedo fi li oo u se i l á o q u e ê, n ão é v e r dad e s en hor en g ene he i ro?

E não se esqueça daquilo que sabe, quando eu navego, muitos navegam em cima de mim, por assim dizer, muitas gente me segue todos os passos, pelas matérias que escrevo e sobretudo pelas que vejo e mais, como as vejo, pois é sempre um mana, portanto fico a espera que apresente a sua data, a fazer-me prova que efectivamente gastei os quinhentos megas que paguei, e de forma a poder neste aspecto ter a certeza que assim se passou, direito de cliente, creio que saberá do que falo

E n ão se s q eu ça da q u i l o q ue s ab e, q ua n do eu n ave g o, mui t os n ave g am em c ima de mim, por as si m di ze r, mui t as g en te me se g ue todos os passos, pe la s mat é ria s q ue es ce r v e o e s ob r e tudo pe la s q ue v e jo e mai s, co mo as ve j o, p o is é se mp re um a m n ã, p orta n to fi co a es pera q ue ap r es en te a s ua data, a f az e r inglesa me pr ova q ue efe c t uva mente g as te i os q u in h en t os me g as q ue pa g eu i, e de forma a p ode r ne st e as pe c to te ra ce r te za q ue as si m se passou, di rei to de c lei net, c rei o q ue s ab e rá do q ue f a alo

Trás o senhor engenheiro como é do conhecimento publico ligação e pertença a determinado grupo de carácter mundial, , sendo que aqui neste Livro da Vida em Luz de Verdade, se bem me lembro, até seu nome já a esse propósito aqui entrou, e esse é um dos grupos que se move e em grande como outros no xadrez mundial, portanto, não o vejo como um homem de curtas vistas ou alguém que não trás ligações com grupos que se cruzam neste enorme história


T rá s o s en hor en g ene h j i ro c omo é do cine h cie mn to pub li co li g a ção e pe r te n ça a de te r mina o d g rup o de cara ter m un dia l, , s en do q ue a q u i ne st e Li v ro da V ida em L u z de V e r dad e, se b em me le m br o, at é se u no me j á a ess e pr o ps oito aqui en t ro u, e ess e é um dos g rip os q ue se mo v ee em g ar n de co mo o u t ros no x ad r e z m un dia l, p orta n to, n ão o v e jo como um h oe m de c ur t as vi st as o u al g eu m q ue n ão t ra s li g a ç o es com g rup os q ue se c ru z am ne st e en o me h si tó r ia

Vamos fazer assim, a sua empresa que me envie a discriminação dos meus consumos em forma detalhada, com os respectivos streaming, visto não ter feito nenhum download, a parcela de cada um dos consumos em mega, ou em outra unidade de medição e não inventem, endereços falsos, pois trago eu tambem o histórico, portanto é fácil de confirmar, digo-lhe isto, para lhe demostrar que não o quero apanhar em falso, para além das falsidades que já aqui detectei, e que espero que as identidades competentes, façam a aplicação da lei e retirem a publicidade enganosa, que a investiguem em sua profundidade face aos motivos que estão por detrás dela, e sua ligação com cios ou eventuais incriminações de terceiros, e vos obrigue a todas as empresas do ramo a rever vossos contratos, em forma equitativa, respeitando na integra as leis comunitárias

V am o s f a ze r a s si m, a s ua em presa q ue me envie a d es c rimi n a ção dos me us co ns umo s em forma d eta l a h da, com os r es pe c t iv os st e ra min g sn, vi s to n ão ter f e i to ne n h um do w nl o ad, a par ce la de c ada um dos co ns u mo s em me g a, ou em o u t ra uni dad e de me di çaõ e n ão in v en te m, en d e r e ç os fal s os, p o is t ra g o eu t a nm e b mo o h si tó ric o, p orta n to é f ac il de co n fi r mar, di g o inglês l he is to, para l he demo s t ra r q ue n ão o q u ero ap anha r em fal s o, para al é m da s fa l sida d es q ue j á a q u i dec tete i, e q ue es p ero q ue as i en tid a d es c i mpe t en t es, f aç am a ap li cação da lei e r e ti r ema pub li cad e en g ano sa, q ue a in v e ts i g eu m em s ua pr o fun d i dad e f a ç e s o m ot iv os q ue es tão por de t rá s de la, e s ua li g a ção com s cio s o u eve n t u a is inc r in ni a ç õ es de te rc e i ro s, e vo s ob ro g ue at o d as a s e mp r e sas do r amo a r v er vo c es c on t a rt os, em forma e q u it at iva r es pei t and o na in te g ra as lei s co m uni t á ria s

E me diga senhor engenheiro, se por um lado não trás memória de uma inovação que o senhor nos seus supermercados há muitos anos absorveu, e que se prendeu com a reciclagem das carnes que não ao fazia até eu o dizer, sendo que nunca recebi nenhum cumprimento por lhe ter dado a ganhar muitos milhares de contos dessa forma, ou mesmo uma flor, e me diga tambem, o se esteve envolvido na feitura da publicidade que parece querer dizer, que o canguru, ou seja, alguém do pais dos kangurus, foi quem deu cabo de um peixinho doirado no aquário, o que me remete para cabo verde, e para a morte de duas italianas que lá aconteceram por afogamento em terra, sendo que uma foi mesmo enterrada inda viva, ou se o que me está a dizer, que um kanguru, foi quem me tentou matar em cabo verde, no episódio que aqui referenciei, no mar?


E me di g a s en hor en g ene hiro, se por um l ado n ão t ra s me mó r ia de uma ino v a ção q ue o s en hor no s se us s up e r meca d os h á mui t os ano s ab s o r veu, e q ue se pr en d eu c oma r e cic l a ge m dd as car ne sm q ue n ão ao f az ia at é eu o di ze r, s en do q ue n un ca r e cebi n en h um c u mp rim en to por l he ter dado a gan h ar mui t os mila h r es de c on os de s sa forma, ou me s mo uma flor, e me di g a t am b em, o se est eve en vo l v e ido na f e i t ura da pub li ca dd e q ue par e ce q eu r e r di ze r, q ue o can guru, ou seja, al g eu m do pa is dos k na guru s, foi q u en m d eu cabo de um peixinho do ira do no a q ua rio, o q ue me r e met e para cabo verde, e para a mor te de du as i t al ian as q ue l á ac on te ce ram por af o g am en to em terra, s en do qu uma f o i me s mo en te rr ad a ian d a v iv a, o u se o que me es t á a di ze r, q ue um k an guru, f o i q eu m me t en to u mata r em cabo verde, no e psi so di o q ue a q u i r e f ren ce ie, no mar?

De qualquer forma, sendo uma ou outra, concordará que assuntos de crimes deverão ser abordados em forma clara, só lhe podendo dar parte de razão, que para assim serem bem tratados teria que existir uma policia competente e que não trouxesse as mãos envolvidas em actos de corrupção que atentam contra as leis.

De q ual q eu r forma, s en do uma ou outra, c on co rda rá q ue as sun t os de c r i mes d eve rão ser ab o rda d o s em forma clara, só le h p ode n do d ar par te de ra z ao, q ue para as si m se r em be m ta rata d os te ria q ue e x si tir uma po l i cia co mp e te n te e q ue n ão t ro ux ess e as mãos en vo v ll iv d as em ac to s de co rr u p ç l ão q ue at en tam c on t ra as lei s.

lhe pergunto se relação houve do tal jogo Portugal Brasil, no jamor, com as cheias e a morte de duas jovens que de carro iam a passar, curiosamente , eram elas africanas

l he pe r gun to se relação h o u v e do t al j o g o pr o tu gal v ar si l, no j am or, com as che ia s e am orte de du as h j ove ns q ue de car ro iam aa ps sar, c uri o sa mente , e ram e la s af ric ana s

sabe senhor engenheiro vou telefonar ai ao seu director ex maoista, colega de durão Barroso, a perguntar-lhe porque razão o jornal tao respeitado e independente, como o senhor se preza em afirmar ser, ainda não deu eco a injustiça em que me trazem e trazem a meu filho, pergunto-lhe ao senhor, se não acha este caso que mem lembra muitos dos piores no tempo do fascismo é ou não merecer de um tratamento jornalístico, bem como as imensas denuncias de corrupções e crimes vários que tenho feito ao longo deste Livro, e que como sabe, não tiveram até ao momento tratamento oficial por parte das entidades policias e judicias, será que o senhor está no grupo dos maus e dos que cobrem os ladrões de crianças?

S ab e s en hor en g en h rio vo u te l e f on ar ai a o s eu di re c tor e x mao ista, ole g a de durão bar rosso, a pe r gun at r inglesa l he por q ue ra z ao o jo r na l tao r es pei t ado e independente, c o mo o s en hor se pr e za em af o r mar ser, a in da n ão d eu eco a in j us ti ça em que me t ra ze m e t ra ze m a me u fil h o, pe r gun to inglês l he ao s en hor, se n ão ac h a este c as o q ue me m l em bra mui t os do s pi o r es no te mp o do f as c is mo é ou não mer e ce r de um t rata m en to jo rna li st us i co, b em co mo as i m en sas den un cia s de co rr up ç o es e c r i mes v ar i os q ue t en ho f e i to ao l on go d este Li v ro, e q ue co mo s ab e, n ão t iv e ram at é ao mo m en to t rata e mn to o fi cal por par te das en tid ad es po li cia s e ju di cia s, se r ´ q ue o s en hor est á no g rup o dos m au s e dos q ue co br em os l a d r õ es de r ian ç as?

Curioso, se me abriu agora, ao momento, um antigo ficheiro, que tem como titulo a sua primeira frase como costuma muito acontecer, diz que kofi anam razão tem ao dizer que a situação no iraque é hoje pior do que era, depois a carta fala com diversos, do fernando ferreira diz amado ser, pelo valor de seus telegramas, assim o era, e assim aconteceu que depois deste elogio, foi o senhor promovido do correio da manhã, os crimes violentos, para o dn dos crimes de colarinho branco, embora, embora, cada vez me parece mais contrário, sobre o fernandes ferreira, pelo Amor, lhe faço eu perguntas nestes últimos tempos, e nenhuma resposta tenho, depois o vitorino sobre um comentário a alteração da lei, que ainda agora de novo subia à ribalta, de proibir os juizes de pertencerem ou não a cargos dirigentes em futebois, ou mesmo outros de outras naturezas corporativas, falo eu de um carpinteiro, e de repente nesta manhã, neste amanhecer, me parece ser ele o senhor que me construiu a cruz, assim é não é senhor vitorino,1? E circulo do x c l a mação, me acrescentam agora estas letras, responda senhor?


C u rio s o, se me ab r i u agora, ao mo m en to, um ant i g o fi che i ro, q ue te m co mo titu l o a s ua prim e ria fr ase co mo co st uma mui to ac on te ce r, di z q ue k o fi ana m ra z ão te mao di ze r q ue a si t ua ção no ira q ue é h o je pi or do q ue e ra, d ep o isa ca rta fala com di v e r s os, do f e rna n do f e r rei ra di z am ado ser, pe l o valor de se us te l e g rama s, as si m o e ra, e as si m ac on te c eu q ue d ep o is d este elo gi o, f o i o s en hor pr o movido do co r rei o da manhã, os c r i mes vi l o en t os, para o dn dos c r i mes de c ola r in h o br anco, em bora, e m bora, c ad a v e z me par e ce ma si c on t rá rio, s ob reo f e rna n d es f e r rei ra, pe l o Amo r, l he f aç o eu pe r gun t as ne st es u l tim os te mp os, e ne n h uma r es posta te n h o, d ep o is o vi tor ino s ob re um co m en tá rio a al te ra çao da lei, q ue a in da agora de n ovo s u bia à ti bal t a, de pr o i bi e os ju i ze s de pe r ten ce r em o u n ão a cargo s di rige n te s em fute bo is, o u me s mo o u t r ps de o u t ra s nat ru r e za s corp o ra t uva s, falo eu de um car pi n te i ro, ed e r ep en te ne st a manhã, ne st e am an he ce r, me par e ce ser el e o s en hor q ue me co sn t rui ua cruz, as si m é não é s en hor vi tor i no,1? E cir c u l o do x c l a mação, me ac r es c en tam agora est as l e t ra s, r es pond a s en hor?
apareceu o x branco dentro do circulo vermelho, ao cortar vitorino, vi tor ino, real cio n ado com bal ou ba primeiro da cruz primeira e al da te mp os e re rá são da lei, a este x dentro do circulo voltarei, assim a imagem pela Rainha primeiro se manifestou

Fala tambem de eu atravessar o portal com meu cao antonio, e a tal vibração na memória deste episódio, pois o cao não estava lá comigo no inicio, ou seja alguém para lá o levou depois, eram diversos os que me seguiram até aveiras, um deles o rui rio, e outros que nem conhecia, mas percebia que lá estavam, algum terá dito onde estava , um outro terá levado o cão, então agora ao isto ler, o cão antónio, parece ser antónio cão e o cão antonio, não é verdade, vitorino? E uma queda de um avião relatada num outro texto pouco tempo anterior a este de dezembro de dois mil e seis, e senhora que eu trago em meu coração com medo num corredor de aeroporto protegendo seus filhos, com medo, recordo que em dia muito recente aparecei a judite de sousa numa foto de jornal com estranha faca, que no instante me perturbou, uma zanga que eu relacionei com o que escrevera sobre Elisa, olho a judite, olho a fada de que fala, e se calhar serão duas , ou mesmo um espelho uma da outra, contudo, recordo o encontro de raspão com vitorino no restaurante, seu ar, seu falar em mudo, como quem o sabe fazer, e a face infeliz de sua esposa e da criança que estava em sua mesa, que terrível jantar seria, ou seria terrível jantar consigo, apareceu-me um no parágrafo anterior, o senhor como o primeiro do circulo mação que me pôs um x no circulo dos mações da cidade dos anjos, a quem mais o pôs? O senhor é dos homens com o ar mais falso que eu conheço, sua forma de falar , todo em si o desvela perante meu olhar

Fala t am b em de eu at ravessa ro p orta l com m eu cao ant oni o, e a t al vi br a çao na me mor ia d este e p i s o dio, p o is o cao n ão est av a l á co mig o no inc ni o, o u se j a al g eu m para l á o l evo u d ep o is, e ram di versos os q ue me se gui ram at é ave ira s, um de l es o rui rio, e o u t ro s q ue ne m co ne h cia, mas pe r ce bia q ue l á est ava m, al gum te rá dito onde es t v a , um o u t ro te rá l eva do o cão, en tão agora ao is to le r, o cão ant ó ni o, par e ce ser ant ó ni o cão e o cão ant oni o, n ão é verdade, vi tor i no? E uma q eu da de um avião r e l at ada unu m o u t ro te x to po u c o te mp o ant e rio r a este de dez em br o de do is mil e se is, e s en hor a q ue eu t ra g o em me u co ra çao com medo n um co rr e dor de ae ro porto pr ot e g en do se us fil h os, com medo, record o q ue em di am u i to r e c en te ap ar e ce i a ju di te de s o usa numa f oto de jo rna l com est ra n h a f ac a, q ue no i ns t ante me pe r t ub o u, uma zan g a q ue eu r ela cio nei com o q ue es ce r vera s ob r e eliza, olho a ju di te, olho a f ad a de q ue fala, e se cala h ar se rão du as, ou me s mo um es pe l h o uma da outra, c on tudo, record oo en c on t ro no r es tau ra n te de ra s pão com o s en hor, s eu ar, se u fala r em mu do, co mo q eu m o s ab e f az e r, e a f ac e in fe li z de s ua es posa e da c r ian ç a q ue est av a em s ua mesa, q ue te rr iv el j na t ar se ria, o u se ria terri v el j antar co nn si g o, ap ar e c u inglesa me um u m no para g ar f o na te i ro, o s en hor co mo o pr i me rio do cir c u l o mação q ue me p os um x no cir cu l o dos m aç õ es da cidade dos anjos, a q eu m mai s o pp ô s? O s en hor é do s h o m e ns com o ar mais fal s o q ue eu c on he ç o, s ua f o r ma de fala r , todo em si o d es vela pe ra n te me u olhar


Um deles o rui rio, apareceu o vaso maior do rui rio, equivalente ao vaso da cia que me levou à prisão, na folha ainda escrita à máquina de escrever, assinada pelo actual procurador pinto monteiro, e emergiu agora uma relação entre o rui rio, a cia, o vaso maior, ou o vaso da maria, ou uma relação com maria sobral mendonça, que me te rá levado à prisão?

Um d el es o rui rio, ap ar e ceu o v as o maior do rui rio, e q u i va l en te ao v as o da cia q ue me l evo u à pr isão, na f o l h aa in da es c rita à ma quina de es ce r v ee r, as sin ad a pe l o ac t ual pr o cura dor pi n to mo n te i ro, o us e j a e mer gi u agora u j ma relação en t re o rui rio, a cia, o v as o maio r, o u o v as o da maria, ou uma r e l a çao com maria sobral mendonça, q ue me te rá l eva do à pr isã o?

Rui rio, outra vez em tempo recente, se agitaram as hostes e o pêndulo à sua volta, e nesse momento me subiu à consciência, uma relação, que se expressou aqui ao pé, na garagem, na leitura que apareceu nos carros antigos que em dia não muito ido o mecânico tinha posto na rua, onde depois soprou uma madrugada uma forte rajada que arrancara um telheiro de fibra as ondas, como estes que agora se manifestaram de novo na zona de santarem nos tornados, por sua vez equivalentes ao dos muros de israel, tombados, que foi uma semelhança, entre a carcassa desse carro de sport antigo, que o mecânico aqui posto à sua porta, como o tal carro que no porto rui rio e outros fizeram, bastante semelhante, até a cor, e que no dia em que fora apresentado se recusou a pegar, e ainda a tal arrastadeira verde azeitona com seis lugares que uma tarde aparecera na oficina, e que deve com ele estar relacionado, via o clubismo dos carros antigos, e vendo estes elos todos lhe pergunto, qual o seu papel nisto, senhor rui rio, sendo que o senhor trará ainda relação com a tal margarida bessa, da família dos beças, que eu conheci pouco antes da separação da família, rapariga que vivera na austrália, ou nova Zelândia, apareceu-me agora tambem ao isto escrever , o Paes, o do amaral , qual de vós trás então esta relação com a margarida bessa?


Rui rio, outra vez em te mp o r e c en te, se a gi t aram as h os te se o p ên du l o à s ua vo l ta, e ne s se mo m en to me s u bi u à co ns ciência, uma relação, q ue se e x press o u aqui ao pé, na g ar a g em, na lei t ur a q ue ap ar e ceu nos car ros ant i g os q ue em dia n ão mui to id oo meca nino tinha posto na rua, onde d ep o is s o pr o i u uma madruga da uma forte raja da q ue ar ra n cara um te le h rio de f i b ra as ondas, co mo est es q ue agora se m ani f es t aram de n ovo na zon a de san t ar em nos t ron ad os, por s ua v e z e q u iva lentes ao dos mu t os de is ra el, tom b ado s, q ue foi uma se m l e h ança, en t rea cara ca s sa d e ss e car ro de sp o r t ant i g o, q ue o meca nin co aqui p os a p orta, co mo o t al ca rr o q ue no porto com tui rio e outros fi ze ram, b as t ante se mela h n te, at + e a cor, e q ue no dia em q ue f o ra ap r es en t ado se r e c us o ua pe g ar, e a in da a t al ar rasta de ira verde a ze i t on a com se is lu g ar es q ue uma t ra d e ap ar e ce re a na o fi c ina, e q ue d eve com el e es t ra r e la cio na dao, v ia o c lu bi s mo dos car ro s ant i g os, e v en do est ee el os todos l he pe r gun to, q u a l o s eu pa el ni s t o, s en hor rui rio, s en do q ue o s en hor t ra rá a in da r e l çao com a t al mar g a r id a bes sa, da f ami lia dos be ç as, q ue eu c on he c i p o u co ant es da se pea ra ção da f ami lia, ra pa riga q ue v iv e ra na au s t ra l ia, o u n ova ze l na dia, ap ar e ceu inglesa me agora t am b em ao is to es c r eve r o Pa es, o do am ar al , q ua l de v ó s t r ás en tao esta relação com aa mr g ar id a bes sa?

Quando eu conheci a margarida estava ela com uma rapariga que eu conheço desde há muitas luas e que muitas poucas vejo, pois fora ela modelo da new look da helena napoleão, no tempo em que eu alugara uma sala para meu atlier nas instalações de seu irmão e salvo erro dela, na rua coelho da rocha, e que fora no tempo em que primeiro aqui andei neste bairro onde agora de novo me encontro, tambem foi no final desse tempo que lancei com o enrique minano de madrid, o projecto ibérica, hoje olhando o encontro ultimo dessa noite, poderei pensar que ele fora tambem preparado, que a margarida me chegara por intenção prévia, e que a outra rapariga teria sido uma espécie de pivot, que todo aquilo fora preparado como uma espécie de mina, para dar cabo da minha família, eventualmente até com o conhecimento da teresa, nestes dias dei com a helena napoleão, no jornal, ao que parece estava ou está com problemas no tribunal e teria que se desfazer de bens.


Q u ano d eu c on he cia margarida est ava e la com uma ra pa riga q ue eu c on he ç o d es de h á mui t as l ua s e q ue mui t as p o u ca s vejo, p o is f o ra e la mode l o da new l oo k da helena napoleão, no te mp o em q ue eu a lu g ua ra uma sala para meu at li e r nas ins t ala ç õ es de seu irmão e sal vo e rr o de la, na rua cole h o da roc h a, e q ue f o ra no te mp o em que pr i me rio aqui ande i ne st e bairro onda agora de n ovo me en c on t ro, t am b em f o i n o f ina l d es se te m po q ue lançe i com o en riq eu mo n ano de m ad rid, o pr o ject o ibe ric a, h oje ol h and oo en c on t ro u l tim o de s sa no ite, p ode rei pa en sar q ue el e f o ra t am b em pr epa ra do, q ue a am ra g rid a me che g ar a por in ten ção pr é v ia, e que a outra ra pa riga te ria sid o uma es pe cie de pi v ot, q ue todo aquilo f o ra pr epa ra d o co mo uma es pe cie de m ina, para d ar ca bo da min h a f ami l ia, e v e n t ua l e mn te at é com o c on he cie mn to da teresa ne st es dias dei com a e he l en a n a p o leão, no jornal, ao q ue par e ce est av a ou est á com pr o b l ema s no tribunal e te ria q ue se d es f az e r de b e n s .


Curioso, se me abriu agora, ao momento, um antigo ficheiro, que tem como titulo a sua primeira frase como costuma muito acontecer, diz que kofi anam razão tem ao dizer que a situação no iraque é hoje pior do que era, depois a carta fala com diversos, do fernando ferreira diz amado ser, pelo valor de seus telegramas, assim o era, e assim aconteceu que depois deste elogio, foi o senhor promovido do correio da manhã, os crimes violentos, para o dn dos crimes de colarinho branco, embora, embora, cada vez me parece mais contrário, sobre o fernandes ferreira, pelo Amor, lhe faço eu perguntas nestes últimos tempos, e nenhuma resposta tenho, depois o vitorino sobre um comentário a alteração da lei, que ainda agora de novo subia à ribalta, de proibir os juizes de pertencerem ou não a cargos dirigentes em futebois, ou mesmo outros de outras naturezas corporativas, falo eu de um carpinteiro, e de repente nesta manhã, neste amanhecer, me parece ser ele o senhor que me construiu a cruz, assim é não é senhor vitorino,1? E circulo do x c l a mação, me acrescentam agora estas letras, responda senhor?

C u rio s o, se me ab riu agora, ao mo m en to, um ant i g o fic he iro, q ue te m co mo titu l o a s ua pr i me ria f r ase co mo c os t uma mui to ac on te ce r, di z q ue k o fi ana m ra z ão t em a o di ze r q ue a si t ua ção no ira q ue é h oje pi o r do q ue e ra, d ep o is a ca rta fala com di v e r s os, do fernando ferreira di z amado ser, pe l o valor de se us tele g r am as, as si m o e ra, e as si m ac on teceu q ue d ep o is d este el o g i o, f o i o s en hor pr omo vi do d o co r rei o da manhã, os c r im es vi l o e n t os, para o dn dos c r i mes de c ola rin ho br anco, em bora, e m bo ra, c ad a v e z me par e ce ma si c on t rá rio, s ob reo fernandes ferreira, pelo Am or, l he f aç o eu pe r g un t as ne st es u l tim os te mp os, e ne n h uma r es posta t en h o, d ep o is o vitorino s ob r e um co m en t á rio a al te ra çao da lei, q ue a in da agora de n ovo s u bia à ti bal t a, de pr o ib ie os j u i ze s de pe r t en ce r em o u n ão a car g os di ri g en t es em f u te boi s, ou me s mo o u t r ps de o u t ra s nat r ur e za s corp o ra t uva s falo eu de um carpinteiro, ed e r ep en te ne st a manhã, ne st e am na he ce r, me par e ce ser ele o s en hor q ue me co sn t rui u a c r u z, as si m é n ão é s en hor vi tor i no,1? E cir c u l o do x c l a mação, me ac r es c en tam agora est as le t ra s, r es pond a s en h o r?

Sabe senhor engenheiro, fiz eu anos e minha mae me dera cinquenta euros, ainda estive a pensar que prenda me iria dar, se ia comprar sem comprar uns valentes charros, para me anestesiar a ver se adiava em mim a vontade de pegar numa faca e começar a degolar algumas bestas, mas depois decidi-o gastara numa placa e num acesso à rede

S abe s en hor en g ene hiro, fi z eu ano s e min h am a e me de ra c in q u en ta eu ro s, a in da est iv e a p en sar q ue pr en da me iria d ar, se ia co mp r ar se m co mp r ar o un s valente s ch ar ro s, para me ane s t i zi ar a cv e r se a di aa v a em mim a v on t ad e de pe g ar numa f ac a e co me ç ar a d ego l as r al g um as best as, mas d ep o is dec id i inglês o g as tara n uma pç l ac a e un uma c ess o a rede

O senhor sabe bem da hipocrisia, visto que trás uma empresa onde como se fez por este exemplo prova, a pratica a distintos níveis, e sabe que a hipocrisia, não é só ma conselheira, como dá mau resultado e pode nas vezes mesmo se tornar muito perigosa
O s en hor s ab e b em da h ip o cris ia, vi s to q ue t rá s uma em presa u « onde co mo se fez por este e x e mp l o pr ova, ap ar t a ica a di s tinto s ni v e is, e s abe q ue a h up o cris isa, n ão +e s ó ma c o ns e l h ei ra, co mo d á m au r e sul t ado e p ode nas v e z ze em s mo se tor n ar nm u i to pe rigo sa

E aqui sobre estas matérias, o que tem vencido é a hipocrisia, primeiro porque trás a republica uma lei em que despenaliza o consumo das chamadas drogas leves, depois não se podem compara nem vender, o que demonstra a esquizofrenia pratica que se trás sobre esta matéria

E aqui s ob re es t as mat é ria s, o q ue te m v en cid o é a h ip o cris ia, pr i me rio por q ue t rá a republica uma lei em q ue d es p ana liza o c on sumo das c h ama das d o r g as l eve s, d ep o is n ão se p ode m co mp ar a ne m v en d ero q ue demo sn t ra a es q u i zo fr eni a par tica q ue se t rá ss ob r e esta mat é ria

Depois, aquilo a que chama indevidamente drogas, são substancias, e toda as substancias, podem criar dependências, e muitas delas, são pelas leis permitidas, e outras não, o senhor jardim, por exemplo, é viciado em charutos cubanos, a que eu na linguagem dele posso chamar de droga, ou substância com efeitos psicotropicos, mas mesmo o fazendo e sendo deles dependente como é de outras substancias de caracter anfeteminico como dançar de travesti baiano em carnavais, beber tintol, em festas populares, e gritar muito, o que será sintoma de dependência diversa, acha que outras como a cannabis, devem ser proibidas e até quer fazer uma lei que as proíba, lá nas ilhas

D ep o is, aquilo a q ue c hama in d e vi damen te dr o g as, são s ub s tan cia s, e toda as s ub s tan cia s, p ode m c ria r d ep den d en cia s, e mui t as del sas, são pe l as le is pe r mit id a s, e o u t ra s não, o s en hor jardim, por e x e mp l o, é vi cia d o em c h ar u t os c u b an o s, a q ue eu na lin g ua g em del e p osso c h ama r de dr o g a, ou s u s bt na cia com efe i t os ps i co t ro pico s, ma s me s mo o fazendo e s en do del es de pen dente co mo é de o u t ra s s ub s t na cias de cara c ter anf e te mini co c o mo dan ç ar de t ra ve s ti b aia no em ca r na vi as, b e be r t in t ol, em f e t s as pop u l ar es, e g rita r mui to, o q ue se rá sin t oma de d ep en deia di v e r sa, ac h a q ue outras co mo a can na b is, d eve m ser pr o i bid ase at é q eu r f az e r uma lei q ue as p o riba

Qualquer ser com inteligência, sabe que não é assim nunca que se resolve o problema, e até sendo o senhor jardim um homem inteligente, a quem eu até acho piada, quando trata estes políticos do continente como eles merecem, a pergunta consequente que se terá que por, é o que um homem inteligente ganha ou poderá ganhar com o trafico, pois proibir por leis é proibir, e se sabe, que mesmo com elas e com policia, o trafico sempre existe, e serve para criar uma economia paralela, que trás muito mal ao mundo em diversos níveis em forma múltiplas a que esses dinheiros se destinam, com lavagem várias em off shores, e zonas francas, e que se estas substancias, fossem comercializadas como qualquer outra, muitos problemas deixariam de existir no mundo, guerras inclusive, e poderiam as substancias e seu consumo sofrer alterações muitos positivas para todos, e depois antes disso, por uma questão de liberdade do ser, ninguém tem o direito a um outro de, ou regulamentar, o que come ou consome, bebe ou fuma, e deixem-se de hipocrisias, pois de drogas várias e múltiplas vivemos nós todos os dias nelas e com elas, não é por exemplo o monoxido de carbono , uma droga perigosa, não mata?, as substâncias químicas nas aguas, como tem vindo a lume, não dizem de níveis muito perigosos para a saúde,? E os químicos residuais que comemos nos alimentos que comemos? E por ai fora ao infinito

Q ual q eu r ser com intel i gen cia, s ab e q ue não +e as si m n un ca q ue se r e s o k v e o pr o b l ema, e at é s en oo s en hor j ar dim um homem intel i g en te, a q eu m eu at é ac h o pi ad a, q ua n do t art a est es p l i tio s do conti n en te co mo el es mer e c ema pe r g u n at co ns e q u en te q ue se te rá q ue por, é o q ue um h oe m intel i g en te g anha ou p ode rá g ana h r com o t raf i cao, p o is pr o ib ir por le is é pr o i be i r, e se s ab e, q ue me s mo com po li cia, o t raf i co se mp r ee x is te, e s e r v e para c ria r uma e cp on o mia p a ar l e lea, q ue t rá s m au i to m al ao mundo em di v e r s os ni v e is na s forma mul t ip la s a q ue ess es din hei ro s se dd e is t i na, com l ava g em v árias em o ff s hor es, e zon as fr ancas, e q ue se est as s ub s t a n c ia s, f os se m co mer cia l i za d as co mo q ual q eu r o u t ra, mui t os pr o b l ema s de ix ar iam de e x is tir no mundo, g eu r ra s inc lu s iv e, p ode r iam as s ub s tan cia s e s eu co ns umo s o fr e r al e t ra ç o es mui t os p os i t iva s para todos, e d ep o is ant es d iss o, por uma q eu s tão de liber ad e do ser, nin g eu m t e m o di rei to am o u t ro, ou r e gula m en t ar , o que co me ou c on s o me, bebe ou f uma, e de ix em inglesa se de h i p o cri s ias, p o is de dr o g as v árias e mul tip la s v iv e mo s nós todos os dias nelas e com el es, não é por e x e mp l oo mo no x i do de car bono , uma d ro a g a p eri g s o, n ão mata?, as s ua sb s tan cia s q u i mica s nas aguas, co mo t em vi n do a l u me, n ão di ze m de ni v e is mui to pe rigo s os para a s ua d e,? E ps q u i micos r es i d ua si q ue co m emo s com os al i m en t os q ue co m en mo s ? E por ai f o ra ao in f ni to

E depois senhor engenheiro, que é tão bom leitor, já estou em farto de explicar isto em forma detalhada e dizer botton line, que nunca é bom tratar estes assuntos como a avestruz, enfiando a cabeça na areia, e tambem é verdade que não se vê os políticos a abordarem estas matérias em forma inteligente e transistemica e com a necessária imaginação e vontade e clara visão, que limite todas as dependências,

E d ep o si s en hor en g en he i ro, q ue é tão bo m lei tor, j á est o u em f ar t o de e x p l i car is to em forma d eta l h ad a e di ze r b ot t on l ine, q ue n un ca é bo m t art ar est es as sun t os co mo a ave s t ru z, en fia n do a ca beça na a rei a, e t am b em é v e r dad e q ue n ão se v ê os po li tic os a ab o r da r em est as mat é ria s em forma intel i g en te e t ra sn sit e m i ca e com a ne ce ss a ´ ria i magi na ção, q ue li mit e todas as d ep en de ica s,

Ainda agora nem de propósito como sempre ele o é, vinha um novo estudo aqui feito, onde a substancia a que todos trazem maior dependência continua a ser o álcool, mas sobre o álcool, nunca foi ele aqui proibido, não é verdade, o que demonstra que quem trás estas intenções e praticas de assim legislar, tem certamente e trará certamente ou interesse ou ligação directa a seu tráfico, para por a coisa assim preto no branco

A in da agora ne m de pr o p os it o co mo se mp re el e o é, vinha um n ovo es tudo aqui f e i to, onde a s ub s tan cia a q ue todos t ra ze m maio r d e p en dec ia conti n ua a ser o al c oo l, mas s ob r e o al cc o l, n un ca foi ele a q u i pr o i bid o, n ão é v e rda d e, o q ue demo ns t ra q ue q eu m t rá s es t as in te n ç õ es e pr a tic as de as si m l e gi s l ar, te m ce rta e mn te e t rá r a ce rta e mn te ou in te r e ss e ou li g a ção di r e cta a se u t rá fi co, para por a co isa as si m pr e to no br anco

Veja por exemplo o caso do consumo da cocaína, que na sua origem, era consumida mascando as folhas por parte dos nativos dos países que a tinham por natureza, e que lhe dava assim maior energia para viverem em terras altas e mais rarefeitas de ar, acha porventura que hoje em dia a cocaína que se trafica e se vende e se consome, tem alguma coisa a ver com este habito, que devia ser muito pouco, se mesmo algum, não pernicioso para quem assim o consumia? Não sabe que estas substancias que ainda por cima ao não serem controladas, são hoje em dia adulteradas com imensas outras , até ara as fazer render sobre o plano economico, e que assim o perigo de seu uso aumenta em larga escala?, ou o que dizer daquelas que são totalmente feitas por químicos, na maior da parte das vezes nem encartados, ou mesmo das substancias até licenciadas pelas autoridades, que de vez em quando são retiradas do mercado, porque se dá conta do mal que fazem, disfarçado no bem a que se orientam

Veja por e x e mp l oo c as o do co ns umo da coca ina, q ue na s ua ori g em, e ra co ns u m id a m as cna d o as f o l h as por par te dos nat iv os dos a ps i s e s q ue a tinham por nat ur e za, e q ue l he dava as si m maio r ene r g ia para v iv e r em e m te r ra sal t as e mai s rafe i t as de ar, ac h a por v en t rua q ue h oje em dia a co ca ina q ue se t raf i ca e se v en de e se co ns o me, te m al gum a co isa a ver com este h abito, q ue d e v ia ser mui to p o u co, se me s mo al gum, não pe r ne cio s o para q eu m as si m o co ns u mia? N ão s ab e q ue es t as s ub s t na cia s q ue a in da por cima ao n ão se r em c on t rola d as, são h oje em dia ad u l te ra d as com i m en sas outras , at é ar a as f az e r r en d e r s ob reo p l ano e co no mico, e q ue as si m o pe rigo de s eu us o au m en ta em l ar g a es cala? ou o q ue di ze r da q eu ll as q ue são t ota l e mn te f e i t as por q u i micos, na maio r da par te das v e z es ne m en ca rta d os, ou me s mo das s ub s tan cias at é li c en cia d as pe l as au tori 3 e d ad es, q ue de v e z em q ua n do são r e tir ad as do me rca d o, por q ue se d á c on ta do m al q ue f a ze m, di s f ar ç ado no b em a q ue se ori en tam

Se porventura a cocaína fosse vendida legalmente como folhas de mascar, diminuíra ou aumentaria seu consumo, e o resultado do abuso, seria mais ou menos pernicioso para a saúde de quem o consome, se existissem até publicidade legal como a fazem para por exemplos pílulas diversas?

Se por v en t u ra a coc a ina f os se v en di d a le gal mente co mo f o l h as de m as car, di minu ira ou au m en t aria s eu co ns umo, e o r e sul t ado do ab us o, se ria mai s o u m en s o pe r ne cio s o para a s ua d e d e q u em o co ns o me, se e x is ti ss em at é pub li cidade l e gal co mo a f az e m para por e x e mp l os pi lulas di v e r sas?

O que será mais seguro, um ecstasy produzido no âmbito da industria farmacêutica, com os normais controlos de qualidade, e aprovação das entidades fiscalizadoras e reguladoras, ou aquela que se trafica numa discoteca sem saber sua origem , muito menos sua composição?

O q ue se rá mai s seguro, um e c s t a s y pr o du z id o no am bi to da industria f ar mace u tica, com os no r ma is co n t rolo s de q ua li dad e, e ap ro v a ção das en ti dad es f isca liza dora s e r e gula dora s, ou aquela q ue se t raf i ca n uma di s c ot e ca se m s ab e r s ua ori g em , mui to m en os s ua co mp o si ção?

Trazem as sociedades valores, ideias e conceitos e leis que regulamentam as idades a partir das quais os seres são considerados adultos, ou seja seres com total responsabilidade sobre seus actos e consequências, mas a partir de que idade, é que um jovem toma seu primeiro copo de vinho numa refeição familiar, ou mesmo a partir de que idade o faz em base regular e nas vezes exagerada, e é isto passível de ser regulamento por leis, e fiscalizada a mesa de cada um por uma asae com a chave de todos as casas, ou é e são os princípios educacionais, os valores e a educação de cada família que se sobrepõem e são determinantes, na política destas questões?

T ra z am as soci e dad es valores, i deia s e c on ce i ro s e leis q ue r e gula m en tam as id ad es a par tir das q ua is os seres são c on si de ra d os ad u l t os, ou se j a se r es com t ot al r es ponsa bil iade s ob r e se us ac t os e co ns e q u en cia s, mas a par tir de q ue i d ad e, é q ue um jo v em t oma s eu pr i me rio cop o de vi n h o n uma r efe i ção f ami l air, ou me s mo a pe r tir de q ue i d a d e o f az em v b ase r e gular e nas v e z e s e x a g e ra da, e é is to pa ss iv el de ser r e gula m en to por leis, e f isa cali za d aa mesa de c ad a um por uma asa e com a c h ave de tod os as ca sas, ou é e são os pr in cip i os edu ca cio na si, os valores de c ad a f ami lia q ue se s ob r ep o em e são de ter mina n t es, na po li tic a d es t as q u es t õ es?

E todos os pais que se prezem não querem que seus filho se tornem dependentes de nada, que sejam autónomos, que cresçam com a noção da sua própria responsabilidade, e compreendendo o valor e consequência das suas acções, e todos os pais vivem sempre com incógnitas face a eles, a melhor forma de não as ter, ou melhor, de menos a ter, é dar-lhes educação, levá-los a descobrir e estruturar valores próprios, e a exercitá-los dentro da sua responsabilidade na autonomia que lhes conferem que é distinta em função das suas idades, e sempre variável, e pela percepção e julgamento que deles fazem, assim como é distinto entre dois, o dia em que se começa a ter chave da casa dos pais

E tod os o s pa is q ue se pr e ze m n ão q eu r em q ue se us fil h o se tor n e m d ep en dentes de n ad a, q ue se j am au ot n omo s, q ue c r esca ç com a no çao da sua pr o p ria r es ponsa bil i dad e, e co mp r e en den do o valor e co ns e q u en cia das s ua s ac ç õ es, e tod o s os pa is v iv em se mp re com inc o g ni t as face a el es, a me l hor forma de n ão as ter , ou mel hor de m en os a ter, é d ar inglês l h es edu caçao, l eva inglesa l os a d es co br ir e es t ru tu r ar valores pr o pr i os, e a e x e rc itá ingles l os d e n t ro da s ua r es ponsa bil di a de na au t on o mia q ue l e h s co n f e r em q ue é di s tinta em f un ção das s u as id ad es, e se mp r e v aria v el, ep la pe r ce p ção e j u l g am en to q ue de l es f az em, as si m co mo é di s tinto en t re dois, o dia em q ue co me ç aa ter c h ave da ca sa d os pa is

Por isso lhe vou eu dizer, o que poderá acontecer se não se arrepiar este caminho de avestruz e não se olhar o problema com a inteligência necessária, qualquer dia um homem, ou um grupo, por uma qualquer razão de descontentamento, porá, um vírus num conjunto de substancias que são traficadas, esse vírus passará, mesmo àqueles que não as consumem, e a mortandade será grande, grande, ou até o poderá fazer na carne que tem nas prateleiras do supermercado

Por s sio l he vo u e u di z e r, o q ue p ode rá ac on te ce r se n ão se ar r e pi ar este caminho de ave st ru z e n ão se ol h ar o pr o b l ema com a intel i g en cia ne ce ss a ´ ria, , q ua l q eu r dia um homem, ou um g r up o, por uma q ual q ue r ra z ão de d es c on t en t am en t o, p o ra, um vi ru s n um c on j un to de s ub s t an cia s q ue são t raf i ca d as, ess e vi r us pa ss rá, me s mo a q eu l es q ue n ão as co ns u mem, e a mo rta n dad e se rá g r ande, g a rn de, se calha r a te o p ode rá f az e r na ca r ne q ue t em na s s ua s para te lei ra s


Curiosamente ontem ou antes de ontem numa serie americana um rapaz já crescido dizia gostar da senhora laura bush, como eu tambem gosto, se bem que os motivos por ele apresentado fosse outro, que ela lhe vendia uma erva muito boa na faculdade e depois ou antes na noite enquanto ainda tinha a sua rede, senhor engenheiro foi parar a um site de um belíssimo fotografo, daqueles que vive em luz, de tal forma que as fotos isso mesmo desvelam , fotos muito acertadas, e comecei a ver as dos dirigentes mundiais ou algo assim, e logo dei com o senho r presidente bush, depois uam serie de outros presidentes americanos e a foto mais estranha, ou melhor que mais me estranhou, pi pois é de jfk, e ando eu com ela a volta em relação ao seu assassinato, mais uma vez aparecera recentemente um sonho que remetia para paris, e para um presidente americano que ia a meu lado, e um atentado numa boca de metro, no underground, ou seja algum, que o lado obscuro, me diz estar de alguma forma em perigo

C uri s o amante on t em o u ant es de on te m n u am serie am e r c i a n a um ra p za j á c r es cid o di z ia g os t ar da s en hor a l au ra b us h, co mo eu t am b em g os to, se b em q ue o sm it v os por lee par es en t ado f os se o u t ro a, q ue el e l he v en dia uma e r v am u it o b ia na f ac u l a dad ee d ep o is ou ant es na no i te en q ua n to a in da tinha a s ua red e, s en hor en g en her u ii o f o i p ara aa um si te de um be li ss i mo f oto g raf ao, da q eu l es q ue v iv e em luz, de t al forma q ue as o ft os iss o me mo d es v e l am , f oto s mui to ac e rta d as, e co me ce ia ve r a s do si di rin t es m un dia is o u a l g o as si m, e l o g o dei com o s en ho r pr es i dente b us h, d ep o is uam se ri e de o u t ro s pr e os i dentes am erica no sea f oto ma is es t r anha, o u mel hor q ue mai s me est ra n h o u, pi p o is é de jfk, e ando eu com e la a vo l t a em relação ao as eu a s sas in a to, ma si uma v e z ap ar e ce ra r e c en t ee mn te u ms s o h n g o q u r e me t ia para paris, e para um pr es i dente am erica no q ue ia a m eu l ado, e um at en t ado n uma b oca de met ro, no un de r g r i un d, ou seja al gum, q ue o l ado ob s c ur o me di z est ar de al g uam forma em pe rigo

Para finalizar esta conversa com o senhor engenheiro, e concordando que a informação sobre o eventual consumo integral dos quinhentos megas, que eu paguei mas que os senhores dizem no contrato oferecer, e sendo que ela foi comunicada por telefone dos vossos serviços a funcionária que nas amoreiras me atendeu, e que depois por voz me o informou, ao que eu lhe disse, tenho então que confiar na sua palavra e na palavra da pessoa com quem esteve a falar, dizendo-lhe que aquilo não tinha sentido, nem servia de demonstração cabal, nem era pratica correcta de atendimento a quem se deseja como cliente, peço-lhe qu eme faça chegar de preferencia por e mail , a prova do meu consumo com a discriminação do consumo de forma a que eu possa verificar se esta parte do dito, foi assim como na altura o disseram.

Para f ina liza r es ta c on v e r sa com o s en h r en g en he i ro, e c on corda dn do q ue a in f o mr a çao s ob reo eve n t ual co ns un o in te gral dos q u in h en t os megas, q ue eu pa ge u i ma s q ue os s en hor es di ze m n o c on t rato o f e r e ce r, e s en do q ue e la f o i co m uni ca da por tele f one dos v osso s se r viços a f un cio na ´ ria q ue na s mao rei ra s me a t en d eu, e q ue d ep o is por v oz me o f in for mo ua o q ue eu l he di s se, t en h o en tão q ue co n fia r na s ua pala v ra e na pala v ra da pessoa com q eu m es t eve a f al r, di zen do inglês l he q ue aquilo n ão tinha s en tid o, ne m servia de demo ns t raçao ca b l a, ne m e ra pr a tic a co rr e cta de at en di m en to a q eu m se de seja c omo c l i en te, pe ç o inglesa l he q ue me f aç a che g ar de pr efe ren cia por ema l , a pr ova do me u co ns u mo com a d es c rimi ina çao do co ns u mo de forma a q ue eu p os sa v e rei fi car se esta par te do dito, f o i as si m co mo na al t u ra o di ss e ram.

Pergunto-lhe tambem se a tal publicidade com o peixinho doirado, que fica sem vida, pois a tal caneta canguru , com k, que deve ser então um canguru dao grupo k, e guru do can, talvez mesmo o urugu, lhe parte o aquário, quer dizer, algo mais do que a estupidez aparente da comunicação, a velocidade de comunicação não é coisa que deve , nem deve almejar a destruição, mensagem contrária e até pouco dignificante ao produto que promove, se por acaso estaremos perante um acto de inteligência, que porá a apreciação de Deus e dos homens, a relação das mortes das duas meninas em cabo verde, com tal senhor, ou senhores, ou se ainda se refere a episódio mais antigo, como a tentativa de me matarem que uma vez no sal ocorreu, se assim for, esta parte, ainda terei que agradecer a quem de direito, entendido, aqui, direito, quem o fez e quem assim me pôs a pensar, e não obstando a continuar a insistir na resposta às questões que aqui lhe ponho, sendo que no entretanto já lá fui buscar outra placa, e que como sabe , temos cerca de um mês para esclarecer esta questão, que caso continuem a pretender fidelizaçao à força, de novo o terei que anular e depois isto de vender uma ligação que na aparência tem sete ponto dois megas de velocidade, mas que funciona na realidade a muito menor velocidade, tem muito que se lhe diga, aqui os vídeos, estão sempre assim um bocado pró entupidos, parece quase vender gato por lebre, sendo que pressupostamente as segundas neste caso são mais rápidas a correr, ou a saltar, como os kangurus

Pe r gun to inglês l he t am b em se a t al pub li cidade com o peixinho do ira do, q ue fi ca se m v ida, p o is o t al can te can g ur u , com k, q ue d eve ser en tão um can g u r u dao g r up o k, e g ur u do can, t al v e z me s mo o ur u g u, l e h par te o a q ua rio, q eu r di ze r, a l g o mai s do q ue a es t u pi dez ap ar en te da co m uni cação, a ve l o cidade de co m uni cação n ão é co isa q ue d eve , ne m d eve al me j ar a d es t rui ção, m en sa g em c on t rá ria e at é p o u co di g ni fi can te ao pr o d u to q ue pr omo v e, se por ac as o es t ar emo s pe ra n te um ac to de intel i g en cia, q ue po rá a ap r e cia çao de D eu s e d os ho m e ns, a r e la çao das mn o r e ts das du as me ninas em ca bo verde, com t al s en hor, o u s en hor es, ou se a in d a se r efe rea e pi só dio mai s ant i g o, co mo a t en t at iva de me mata r em q ue uma v e z no sa l oco rr eu, se as si m f o r, es ta par te, a in da te rei q ue a g ra dec e ra q eu m de di rei to, en t en d id o, aqui, di rei to, q eu m o fez e q eu m as si m me p os a p en sar, e n ão os tan do a conti n ua ra a in sis tir na r ep s os ta as q eu s t o es q ue aqui l he p on h o, s en do q ue no en t r eta n to j á l á f u i b us car o u t ra pala ca, e q ue co mo s ab e , t emo s ce rca de um m ê s para es clare ce r e es ta q eu s tão, q ue c as o c on t in u em a pr e t en de r fi de liza çao a f o rça, de n ovo o te r rei q ue anu l ar e d ep o is i s t o de v en d e r uma li g a çao q ue na ap ren cia te m sete p on to do is mega s de v e l o cidade, mas q ue f un c ina na real i dad e a mui to m en o r v e l o cidade, t em mui to q ue se l he de i g a, a q u i os vi de os, es tão se mp re as si m um b oca do pr ó en t u pi dos, par ac e q u ase v en d e r g at o por l e br e, s en do q ue pr ess u p os tamen te as se gun da s neste c as o são mai s rá pida sa co rr e ro ua sal t ar, co mo os k a n g u r u s




Por outro lado, lhe digo em modo frontal, que quando vejo pornografia, nas limitações que já lhe expliquei, que são para mim margem clara, e que deveria levar a todos, a proibirem toda e qualquer pornografia infantil, se bem que conheça um argumento de quem a combate, que assim melhor a eles se chega, aos pedofilos, ou mesmo, que quando não vejo, me masturbo, não me aparece Deus ou mesmo o diabo assim com uma cara zangada a me dizer, pecado ou coisa parecida, pois em meu entender de Deus, nada Ele trás contra que as gentes se dêem prazer a si mesmas, desde que não seja à custa de desgraça alheia, o que não é como sabe questão displicente face a alguns modos de ver que coexistem no uno mundo, sendo que até conheço tratados sobre o tema, uns antigos, que diziam por exemplo que a masturbação, provoca o cancro, ou que faz cair a mão, até outros mais recentes que falam, que quando a semente é vertida, se transforma a luz em negritude, assim não vejo, mas respeito opinião alheia e distinta, e tambem não costumo ter prazer, ao lado de quem assim o pensa ou vê ou sente , ou lá o que for

Por o u t ro l ado, l he di g o em mode o fr on t al, q ue q ua n do v e jo por no g raf ia, nas li mit aç o es q ue j á l he e x p li q eu i, q ue são para mim mar g em clara, e q ue d eve ria l eva ra todos, a pr o ib i r em toda e q ua l q eu r por no g raf ia in fan til, se b em q ue c on he ç a um ar gum en to de q u ema co m bate, q ue as si m mel hor a el es se che g a, aos pedo fi l os, ou me ms o q ua n do n ão v e jo me m as t u r b o, n ão me ap r e ce D eu s ou me sm oo dia bo as si m com uma cara zan g ad a a me di ze r, pe ca do ou co isa par e cida, p o is em me u en t en d e r de D eu s, n ad a E l e t rá s c on t ra q ue as g en t es se de e m pr a ze ra si me s ma s, d es de q ue n ão se j a à c us t a de d es graça al k hei a, o q ue n ão é co mo s ab e q eu s tao di s p l i c en te f ac e a al g u s n modo s de ver q ue co e xis t em no un o m un do, s en do q ue at é c on he ç o t rata d os s ob reo t ema, u ns na ti g os, q ue di z iam por e x e mp l o q ue a ma st ur ba ção, pr ovo c ava o can c ro, o u q ue f az ca i ra mão, at é o u t ros mai s r e c en t es q ue f al am, q ue q ua n d o a se m en te é v e r t ida, se t ra sn forma a luz em ne g ritu de, as si m não v e jo, mas r es pei to o pi ni ão al he ia e di s tinta, e t am b em não c os t u mo ter pr a ze ra o l ado de q eu m as si m o p en sa o u v ê o u s en te, o u l á o q ue f o r

No entretanto disto tudo, lá foi o presidente à madeira, ao que parece proibido de se dirigir à assembleia regional, vá-se lá saber porquê, visto ser o senhor que vai nas vestes do presidente da republica e ao que creio, ainda a madeira é portuguesa, ou melhor faz parte do território nacional

No en te rta n to di st o tudo, l á fou o pr es i dente à mad e ira, ao q ue par e ce pr o i bid o de se di r i gi rà as se m b lei a r e gi o mal, v á inglesa se l á s ab e r por q u ê, vi st o s ero s en hor q ue v a i na s v es t es do pr es i dente da r e publica e ao q ue q ue c rei o a in da a mad e ira é portu guesa, o u me l hor f az par te do terri tó rio n a cio n al

Talvez fosse bem que a republica portuguesa desse a tão reclamada independência a madeira que há muito tempo a reclama, e fizessem aqui um decreto a proibir o consumo de charutos cubanos, que como é do conhecimento de muitos, algumas estirpes, trazem cannabis lá dentro, parece que são os melhores, eu nunca fumei um assim

T alvez f o see b em q ua a r e publica por u guesa d ess e a t ão rec l am ad a in d ep d en dc ia a mad e ira q ue h á mui to te mp o a rec l ama, e fi ze ss em aqui um dec e r toa pr o i bi ro co ns u mo de c h ar u t os c u ban os, q ue co mo é do c on he cie mn to de mui t os, al h gum as est i r o es, t ra ze m can n ab is l á d en tt ro, par e c q ue são os mel hor es, eu n un ca f u me i um as si m

Melhor dizendo não cabe ao continente dar independência a nenhuma ilha, mas sim os que lá vivem, que façam então uma votação e se for esse o resultado, que o façam, pois o continente não se oporá, depois o resto que não o é, mantém-se mais ou menos como está, menos as transferencias financeiras, pois se pressupõem que quem é independente, saberá ser autónomo, e com o compromisso de solidariedade do continente em caso disso, e de protecção, se necessária, se assim o quiserem acordar, a lingua será sempre a mesma, por principio, a não ser que os habitantes a queiram um dia mudar

Me l hor di zen do nn ão ca be ao conti net e d ar in d ep en den cia a ne h uma ilha, mas si mo s q ue l á v iv em, q ue f aç am en tão uma v ota çao e se for ess e o r e sul t ado, q ue o f aç am, p o is o conti n e n te n ão se o p o rá, d ep o is o r es to q ue n ão o é, man te m inglesa se mai s ou m en s o co mo est á, m en o sas t ra n fe ren cia s f ina n ce ira sa, e com o co mp romi ss o de sol i d ar i e dad e do conti n en te da me s ma li n g ua e co mum c u l t ur a de sol i d ar i e d ad e em c as o di ss o , e de pr ot e c ção, se na e ce ss ária, a li n g ua se rá se mp rea me s ma, por pr inc i pi o

As viagens manter-se-ão nas condições especiais que as determinam, não indo o continente ao bolso da ilha ou vice versa, os dos contribuintes, entenda-se, ou mais explicito, mantém-se por parte do estado a sua subvenção

As v ia g e ns man te r da inglesa se do inglês ão nas co n di ç õ es e s pe cia si q ue as de te r minam, n ão indo o conti n en te ao bo l s o da i l h a ou vi ce v e r sa, os dos c on t rib u in t es, en te n da inglesa se ou mao s e x p l i c i to, man st e m inglesa se por par te do estado a sua s u v en ção

Sobre os outros consumos, de diversas substancias, melhor será sempre parar com as hipocrisias que são sempre mais perigosas, melhor será autorizá-las a todas, por principio do respeito integral do principio da liberdade individual e igual responsabilidade, sendo definida uma idade mínima para o fazer, aquela que se usa para definir em modo de anos, um ser, adquirir as sua maioridade, e ser a partir desse momento considerado pelos pares como responsável integral de seus actos, e obviamente manter as limitações de actividade, que poderão por consumo de essas substancia ser afectadas no caso de porem em risco segundos e terceiros

S ob reo s o u t ro s co ns u mo s, de di v e r sas s ub s tan cia s, me l hor se rá se mp re pa ra r com as h ip o r cris ia s q ue são se mp re mai s pe rigo sas, me l hor se ria au tori z á inglês la s a todas, por pr inc i p i o do r es pei to in te gral do pr in c i pi o da liber dad e in di vi d ual e i g ual r es ponsa bil i dad e, se no d efe ni da uma in d ad e mim ina para o f az e r, aa q eu l a q ue se usa para d efe ni r, em modo de ano s, um ser, ad q u i r i ra ss ua maio rid ad ee se ra ap r tir d ess e m oe mn to co ns i d e ra do pe l os par es co mo r es ponsa v e k l in te gral de se us ac t os, e ob vi am s n te m an te r as li mit a ç ão es de ac t iv i dad e, q ue p ode rão por o co ns u mo de es sas s ub s tan cia ser af e c ta d as, no c as o de p o r em e m r isco se gun d os e t r e ce i ro s

Depois apareceu um artigo no publico com uma estranha foto, da viagem presidencial, uma foto com um horizonte inclinado para a espada, ou para o bastão de prata que o senhor da ordem trás em sua mão, um senhora loira de costas, em posição inversa à multidão, é cumprimentada pelo presidente, sua senhora ao lado, em vestido branco de organil, com umas vesicas pequeninas em rede da mesma cor, no eixo ao fundo, a fachada de uma casa ou igreja, com um santo num nicho, há alguns dias que o jornal aqui se encontra aberto no chao, e tem já uns pontinhos em cima, um deles está exactamente na coluna de pedra do edifico no lado direito quem olha o santo, por altura do seu ombro, são cinco as pedras na coluna, que correspondem à altura do santo, e o ponto está precisamente na terceira a contar dos seus pés

D ep o is ap ar e ceu um ar ti g o no p ub li co com uam e ts r anha f oto, da vi a g em pr es i den cia l, uma f oto com um h ori zon te inc lina d o para a es pada, ou para o ba s tão de p ar t a q ue o s en hor dao r de m t rá s em s ua mão, um s en hor a loi ra de co st as, em p o si ção in v e r sa à mu l ti dão, é c u mp r i m en t ad a pe l o pr e si dente, s ua s en hor a ao k l ao de m v es tid o br anco de o r gan i l, com u ms v e sica s pe q eu ninas em rede da me s ma cor, no e ix o ao f un do, a f ac h ad a de uma c asa ou i g r e k j a, com um s an to num ni c h o, h á al g u ns dias q ue o jo r na l aqui se en c on t ra ab e r to no c h ao, e t em j á u ns p o ny t in h os em cima, um de l es est á e x ac tamen te na co l una de pe dr a do edi fio no l ado di rei to q eu m o l h a o s an to, por al t u ra do se u o m br o, são c in co as pe rda s na co l una, q ue co rr es pond em à a lu t ra do s na to, e o p on to es t á pr e c isa mente no te r ce i ro a c on t ar d os se us p é s

Depois por detrás da senhora do presidente, entra em campo um microfone deitado e com um para vento vermelho e um numero branco, cujo numero assim , parece ser mais um anzol, o anzol do micro do fon, me dizem agora estas letras, que entra no pássaro azul bebe que um outro senhor trás por detrás assim a jeito de gravata sobre camisa branca, ou seja nas cores reais, das duas voltas do colar branco das flores dos gomos da renda branca da senhora Maria, cujos cabelos são loiros acrescentando assim um terceira cor à chave.

D ep o is por de t rá s da s en hor a do pr e si dente, en t ra em cam p o um mic ro fon deitado e com um para v en to vermelho e um n u m ero br anco, c u jo nu m ero as si m, par a c e ser mai s um an zo l, o a n zo l do mic ro do fon, me di ze m agora es t as le t ra s, q ue en t ra no pa ss ar o az u l bebe q ue um o u t ro s en hor t rá s por de t rá s as si m a je i to de g rav at a se o b re cam isa ra n ca, ou seja nas co r es rea is, da s du as vo l t as do c ola r br anco das f l o es dos g o mo s da r en da br anca da s en hor a mai ra, c u j os ca belos são loi ro s ac r es c en t a dn o as si m um t r e ce i ra cor à c h ave.

De costas , uma senhora que pelo cheiro, me parece ser muito bonita, trás assim uma pele tipo leopardo discreto, e trás um Y deitado pela altura de suas ancas, e umas marcas de garras nas costas de seu ombro direito, vindas de um semicírculo em lua decrescente, que parece que vieram de dois pontos das pernas da frente da cadeira do almeidinha, dois pontinhos que se sentaram no tampo da cadeira, chegadinhos à frente, ou os dois traços que a andorinha me mostrou em dia recente, depois a coisa mais estranha, que no inicio do ver, a atenção me prendeu, uma mancha, uma sombra em seu braço, que me parece poder ser posta em photoshop, mas que no momento em que a vi, no dia a seguir a publicação dos meus vídeos, e que ecoou logo na posição de meu corpo de costas a andar para o sofá e que fizera um desenho semelhante com o fundo

Dec ota serpente , uma s en hor a q ue pe l o che i ro, me par e ce ser mui to bonita, t rá s as si m uma pe le t ip o leo p ar do di s c r e to, e t ra s um Y de it ado pe la al t u ra de s ua s anca s, e umas m a rca s de g ar ra s na s co st as de s eu o m b r o di rei to, vi n d as de um s emi cir c v u l o em l ua dec r es c en te, q ue par e ce q ue vi e ram de do is p on t os das pe rna s da fr en te da ca de ira do al me id in h a, do is p on t in h os q ue se s en t aram no t a m p o da ca dei ra, che g a din h os a fr ente, o u os do is t ra ç os q ue a and ori n h a me mo st ro u em dia r e c en te, d ep o isa co isa mai s es t ra n h a, q ue no in i cio do vera a t en ção me pr en d e u, uma man c h a, uma s o m br a em s eu br aço, q ue me ap r e ce p ode r se r p o r ts em ph oto s h o p, ma s q ue no mo m en to em q ue a vi, no dia a seguir a pub li caçao dos me us vi de os, e q ue e c u o u l o g o na p o sição de me u corp o de co st as a and ar ap ar a o s o f á e q ue fi ze ra um d es ne h o se me l h ante com o f un d o

No meu video, o desenho se recorta sobre o azul do ceu, e faz assim como que uma montanha, uma montanha no ceu, na senhora de costas, para meu grande pesar de meus olhos, faz uma montanha na terra, parece ser assim o ceu e a terra, no meu enquadramento, que é o primeiro frame do video, se vê ao lado a garrafa de azeite, que está à frente do pano de oiro e azul, a capulana

No m eu vi de o, o d es en h o se r e c orta s ob reo az u l do c eu, e f az as si m co mo q ue uma mo n t anha, uma mo n t a n h o no c eu, na s en hor a de co st as, para me u g ar n de pesa r de me us o l h os, f az uma mo n t anha na terra, par e ce ser as si m o c eu e a te r ra, no m eu en q ua dr am en t, q ue é o pr i me i ro fr a m e do vi de o, se v ê ao aldo a g ar raf a de az e i te, q ue es t á à fr en te do p ano de o i ro e az u l, a c a p u l ana

Pode debaixo da senhora, cá mesmo em baixo, ao fundo da coluna das letras , na terceira coluna de quatro, o senhor vitorino com uma cara pensativa frustada e cabeça inclinada assim para a sua esquerda, sobre fundo de sol, com nuvens em baixo

P ode de ba ix o da s en hor a , c á me s mo em ba ix o, ao f un do da co l una das le t ra s , na te r ce i ra co l un a de q ua t ro, o s en hor vi tor i no com uma cara p en sat iva fr s u t ada e ca beça inc lina da as si m para a s ua es q eu rda, s ob re f un do de sol, com n u v e ns em ba ix o

Ao lado direito da senhora de costas, a quem o presidente trás os braços abertos e erguidos, um outro senhor que deverá ser de uma ordem do espirito, pois trás o seu bastão de prata, uma gravata vermelha sobre branco, cores do templo, e uma faixa de duas cores, violeta de cristo e amarelo da luz, trás uma capa preto e branca, que desenha uma asa, por detrás do bastão de prata, asa essa que está em posição de voo, impossível de muito tempo manter, vertical, e do seu pescoço pende uma corrente metálica que desenha um triângulo de agua sobre negro e branco, ou seja nas cores maçónicas, o polegar da mão direita do presidente está sobre a asa direita do senhor, ou seja aponta a sua sobrancelha, trás um anel duplo em seu dedo anelar

Ao l ado di rei to da s en h o ra de co st as, a q u emo pr e si dente t rá s os br aço s ab e r t os ee r guido s, um o u t ro s en hor q ue d eve rá ser de uma o r de m do es pi rito, p o is t ra s o s eu ba s tao de pa rat, uma g ar av t a vermelha s ob re br anco, co r es do te mp l o, e uma f ota de du as co r es, vi o l eta de c r is to e am ar e l o da luz, t rá s uma ca pa pr e tio e br anca, q ue d es en h a uma asa, por de t rá s do ba s tão de br at a, asa ess a q ue est á em pp o si ção de vv o, i mp os s iv el de mui to te mp o man te r, e do s eu p es coço p en de uma co rr en te met a li ca q ue d es en h a um t r ian gula de agua s ob re ne g ro e br anco, o u se j a nas co r es m aç o ni ca s, o p ole g ar da mão di rei ta do pr e si dente est á s ob rea a asa di rei ta do s en h ro, o u seja ap on ta a s ua s ob ra b ce l h a, t ra um ane l d up l o em s eu d ed o ane l ar

Desencontros vários sobre finanças e constituição, é o titulo ao lado do principal, presidente pede “ bonança” após “ tempestade” causada por jardim

D es en c on t ro s v ár is o s ob r e f in a ç as e co ns toi t u i ção, é o titu l o ao l ado do pr inc i p al, pr e si dente pede “ bo n aç a” ap ó s “ te mp est ad e” ca usa d a p o r j ar dim

O presidente e sistema de informações dente do pede das aspas do rancho bonança, aspas o do pistoleiro john wayne, do porto do acento do circulo da serpente das aspas da te mp es t ad e ca usa as da portuguesa j ar dim, assim declino o título da noticia

O pr es i dente e sis t ema de infor mações d en te do pede das a s pa s do ra n c h o bo n ança, a spa s o do pi s to lei ro jo h n w a y ne, do p o r ot do ac en to do cir c uk o da se rp en te da as a spa s da te mp es t ad e ca usa as da portu g eu sa j ar dim, as si m dec lino o to t u l o da no ti cia

Dente pede do rancho bonança , o john wayne do rancho ap os do circulo da lua crescente estade, da tempestade francesa, do estado francês causada pr jardim, rec e beu , cao, aa poio, pop do vaso lar e f circulo i di sting guido, o cantor guido com, a me d alha de duplo circulo ano serpente da cida da ed circulo f un c h a l, cia serpente com traço em coma, ou bastão, el ponto negro p ot , o vitorino, dos passos do coelho n z , oferta alonso, só quarenta e oito condenados à pena máxima, b cp vende imóveis para vencer a crise

D en te pede do ra n c h o bo n aça , o jo n h w a y ne do ra n c h o ap os do cir c uk l o da lua c r es c en te est ad e, da te mp es t ad e fr anc e sa, do estado fr anc es ca usa da pr jardim, rec e beu , cao, aa poio, pop do v as o l ar e f cir c u l o i di s t in g guido, o can tor guido com, a me d alha de d up l o cir c u l o ano se pr en te da cida da ed circulo f un c h a l, cia se rp en te com t ra ç o em c oma, ou ba s tao, el p on to ne g ro p ot , o vitorino, dos passos do c c oe l h o n z , o f e rta a l oso, só q ua r en ta e o i to c on dena d os à pe na máxima, b cp v en de i mo v e is para v en ce ra c r ise

Depois de seguida se deu a coisa mágica, da magia eterna da luz do amor, que sempre presente no eterno está, ora, calha eu trazer aqui dois bastões de ferro, banhados, que juntos farão mais ou menos a altura do que o senhor da foto trás em sua mão, estão os dois de pé, ao lado de um estranho sofá que eu um dia desenhei e em parte fiz, com duas abas de ferro e de repente um deles, que está assim meio entortado, caiu ao chao, ali ao pé de mais um quadrado de quatro tomadas de chão embutidas, onde está o ligado o carregador da lg, telemóvel, e assim fui olhar para ele e diz ele, Travel adapter, model sta p cinco dois rato, input cem traço duzentos e quarenta volts, cinquenta barra sessenta homem zorro, output, dois pontos cinco, um volt, traços sobre três pontinhos, circulo virgula do set sul barra norte, ra sete y circulo seis do terceiro de oitenta e três, tríade, ce , cruz no caixote do lixo, uma seta que entra no rés do chao da casa sobre um quadrado dentro de um outro, angulo do gato, e depois o cabo, estava agora, em cima do sofá a apontara a ficha um H , da hupert, que tem em ciam um desenho que eu e meu filho fizemos a meias, e onde está ao pé do cabo, um barco do Mississipi, com uma roda grande lateral, uma chaminé, e quatro janelas quadradas, depois um outro barco, um trimaram, com um f num circulo em sua vela, que se chama francisco, depois outra vez fr an cis co forte, depois três em vertical, desenhos de alçado frontal para mostrar o comportamento das três quilhas ao francisco, ao lado duas velas que fazem um triângulo com um p dentro de um circulo, barco do pai, leo n ar do na te lo ra fa el mi g eu da traço em x que fecha o vaso , uma cobra dom cara de homem de teatro, sobe em direcção ao barco do pai, ao lado esquerdo o francisco desenhou uam serie de personagens, que se ligam entre si por traçinhos como rotas, o mais figurado parece assim meio pássaro trasnformer cor de rosa, que parte de uma bigorna altar da qual sai de sua agua uma seta vermelha para baixo, ligada uns riscos verdes, que será terra verde , ao lado um vaso invertido com dois triângulo um dentro do outro, e uma flor, que sobe e curva em angulo e verte um outro triângulo azul, vazado, sobre uma lua em quarto para cima voltada, que está suspensa numa haste vertical da qual sai dois traços fazendo um Y, ou seja o traço central da lua deitada, atravessa as asas e faz um Y, e ao lado subindo uma espécie de cobra com face humana de espermatozoide, dispara traçinhos , que se cruzam com outros que em arco descem da cabelo de uma outra personagem desenhados ambos a negro leo do ra mi n ar do n triângulo do fogo do telo fa el gato eu vaso cruzado


D ep o is de se guida se de u a co isa mágica, da m á g ia e t r en ad a luz do a mao r, q ue se mp r e pr es en te no e t r en o est á, o ra a c alha eu t ra ze r a q u i d o is ba s t õ es de ferro, ban h ado s, q ue j un t os f arão mai s ou m en os a al t u ra do q ue o s en hor da f oto t rá s em s ua mão, est ao os do is de p é, ao l ado de um es t ra n h o s o f á q ue eu um dia de s en he i e em par te fi z, com d u as ab as de ferro e de r e p en te um de l es, q ue est á as si m mei o en to rta d o, ca i ua o chao, a li ao p é de m mais um q ua dr ado de q ua t ro tom ad as de chão em b u tid as, onda es t á o li gado o ca rr e g ad or da l g, tele mo v el, e as si m f u i o l h ar para el ee di z e le, t ravel ad a pt e r, mo d el sta p c in co do is rato, in p u t c em t ra ç o du zen t os e q ua r en t a vo l ts, c in q u en t a bar ra se ss en ta h o mem zorro, o u t p u t, do is p on t os c in co, um vo l t ,t ra ç os s ob re t r es p on t in h os, cir c u l o vi r gula do set m s u l bar ra no r te, ra set e y cir c u l o se is do t r e ce i ro de o i t en ta e t r ê s, t riade, ce , c r u z no ca ix ot e do li xo, uma s eta q ue en t ra no r es do chao da ca sa s ob r e um q ua dr ado d en t ro de um o u t ro, ang u l o do gato, e d ep o is o ca bo, est ava agora, em cima do s o f á a ap on tara a fic h a um H , da h u pert, q ue te m em c iam um de s en h o q ue eu e me u fil h o fi ze mo sa meia s, e onda ue s t á ao pé do cabo, um bar co do miss is s ip i, com uma roda g rande l at e ra l, uma c h am ine, e q ua t ro jane la s q ua dr ad as, , d ep o is um o u t ro bar co, um t r ima ram, com um f n um cir c u l o em s ua v e la, q ue se c h am a fr anc isco, d ep o is o u t ra v e z fr an cis co f o r te, d ep o is t r es em v e r tic a l, de s en h os de al ç ado fr on t al para mo st ra ro co mp orta men to das t r es q u ilhas ao fr anc isco, ao l ado du as v e la s q ue f a ze m um t rai gula com um p den t ro de um cir c u lol, bar co do pai, le o n ar do na te lo ra fa el mi g eu da t ra ç o em x que fe c h ao v as o , uma cobra dom cara de h oe m de tea t ro, s ob e em di ra c ç ão ao bar co do pai, ao l ado es q eu r do o f ra n cisco de s en h o uu am se r i e de pe r son a g e ns, q ue se li g am en t re si por t ra ç in h os como r ota s, o ma si fi g ua r do par e ce as si m mei o pa ss a r o t ra sn forme r cor de rosa, q ue par te de uma bi g o rna al t ar da q ua l sai de s ua agua uma s eta vermelha para ba ix o, li gado au ns r isco s verdes, q ue se rá te r ra verde , ao l ado um v as o invertido com do is t r ian gula um d en t ro do outro, e uma f l ao r, q ue s ob ee c ur v a em an g u l o e v e r te um outro t r ian g u ll a o z l, v az ado, s ob r e uma l ua em q ua r to para cima vo l t ada, q ue es t á s u pen sa nu ma h as te v e r tic al da q ual sai do is t ra ç os fazendo um Y, ou seja o t ra ç o c en t ra l da l ua deitada, at ravessa as a sas e f az um Y, e ao l ado s u bin do uma es pe cie de cobra com f ac e humana de es pe r mato zo id e, di spa ra t rac in h os , q ue se c ru z am com o u t ro s q ue em arco de s ce m da ca bela de uma o u t ra e r son a g em de s en h a d os am bo s a ne g r o leo do ra mi n ar do n t r ian gula do fogo do telo fa el gato eu v as o c ru za d o

Recordei que estes varões cromados que aqui tenho, são de um suporte de uma bancada feita em vidro grosso e temperado que eu desenhei e mandei fazer para a minha cas da actor joão rosa, e que suportavam, a peça de vidro onde encaixava um lavatório em forma de vesica que mandara fazer, bem como a banheira em cor negra, e que dera um imenso trabalho, a encontrar naquele tempo aqui uma fabrica que o fizesse em negra cor, pelos vistos fora eu o que primeiro me lembrara de fazer as loiças naquela cor, que se encarregou da produção destas peças bem como do corte do vidro foi o richard, que já aqui foi convocado, com a historia das portas de vidros, que deu azo a uma leitura relacionada com a queda de aviões, nomeadamente com o que caiu em inglaterra e cuja responsabilidade fora na altura à Líbia assacada, o richard junior ,da família do numero treze, igual numero de porta a casa que eu habitava na actor joão rosa, a tal família que vive ali ao lado do admastor, o monstro do cabo da trapobana, que é termo tambem usado, para designar monstros vários e tambem malucos ou maluquices,
Oes, circulo maior espanhol, se desvelou agora nestas letras


Record ei q ue est es v ar õ es co r m ado s q ue aqui t en h o, são de um s up orte de uma ban ca da fei ta em vi dr o g rosso e te mp e ra do q ue eu de s en hei e man dei f az e r p ar aa min h a cas da ac tor jo ã p o ros, e q ue s up orta v em, a p eça de vi dr o onda en caixa v a um l ava to rio em forma de v e sica q ue man d ar a f az e r, b em c omo a ban he i ra em cor negra, e q ue de ra um i m en s o t ra b alho, a ae n c on t ra r na q eu le te mp o aqui uma fabrica q ue o fi ze s se em ne g ra co rp elo s vi st os f o ra eu o q ue pr i me rio me l em br ar a de f az e ra s loi ç as na q eu la cor, q ue se enca rr ego u da pr o du ção d e st as p eça s be m co mo do carte do vi dr o f oio richard, q ue j á aqui f o i c on vo ca do, com a h is to rid das p orta s de vi dr os, q ue d eu a zo a uma lei t u ra r el a c io n ada com a q eu da dd e av i õ es, no me ad a mente com o que ca i u em in g l a terra e c u j a r es ponsa bil i dad e f o ra na al t u ra à li bia as s ac ada, o ric h ar j un i o r ,da f ami l ia do nu m ero t r e ze, igual nu m ero de p orta a c asa q ue eu h abi t ava na ac tor jo ã os rosa, da t ral f ami l ia q ue v ive al i na ad m astor, o mo ns t ro do cabo da t rapa bi on a, q ue é te r mo tame bem usa do, para d es e i g n ar mo ns t ros v á rio se t am b em malu co s ou malu q u i c es, Oes, cir u l o maio r e sp a n hol, se d es v e lou agora ne st as l e t ra s

Ao ver o varão na madeira na foto com a menina e o presidente, e depois de seguida ter um deles aqui caido, com os elementos de leitura já aqui escritos, e o avião, em sua posição, um flash por mim passou, uma visão da relação da queda com um outro avião, o de sá carneiro, de ele ter sido feito ou com a implicação de gentes da madeira, e se foram agora mais dois homens da igreja relacionados com a estrema direita, um deles de quem se dizia ter estado implicado nas bombas do verão quente e inclusive na morte de um outro padre, o padre max e de uma jovem aluna dele que na altura em seu carro o acompanhava, ou seja, bombas presentes nesta história, extrema direita, que poderá ter tido a cobertura de alguns mesmo do partido de sá carneiro que não o viam com bons olhos, como não me vem de certa forma semelhante a mim, e o diabo, o pai da cristina coutinho, as canetas do diabo, assim eles mesmo se auto designaram, o que trás uma certa lógica, por um lado pelos cruzamentos da minha pessoa, com esta gente, com a presença de um maluco na historia, o tal richard, o tal foro, como agora qui se desvelou, e tambem um motivo, a necessidade de encontrar um bode expiatório , que escamoteasse as responsabilidades de quem produziu a acusação e que com grande probabilidade estará envolvido na morte de sá carneiro, e se calhar em muitas outras quedas de aviões

Ao v ero v arão na mad e ira na foro com a em eni na e o pr e si dente, e d ep o is de se guida ter um de le s a q u i ca id o, com os el e m en t os de lei t ur a j á aqui es c rito s, e o avi ão, em s ua p o sição, um f l as h por mim passo u, uma vi são da relação da q eu da com um o u reo avi ão, o de sá car ene i ro, de el e ter sid o fei to ou com a i mp li cação de g en t es da madeira, e se f o ram agora mai s d o is homens da i g r e j a r el a cio n ado s com a es t r ema di rei ta, um de l es de q eu m se di z ia t r e estado i mp li ca do nas bo m ba s do verão q eu nt ee inc luis v en a mor te de um o u t ro padre, o padre max e de uma j o v em a luna de l e q ue na al t ur a em s eu car ro o ac mp anha v a, o u se j a, bo m b as pr es en t es ne st a h si tó ria, e x t r ema di rei ta, q ue p ode rá ter ti do a co be r t ur a de al g u sn me s mo do par ti do de sá car eni ro q ue não o v iam com bo ns olhos, co mo não me v em de ce rta forma se me l h ante a mim, e o dia bo, o pai da cris tina co u t in ho, as v can te as do dia bo, a sis m el es me s mo se au to de se i g ana ram, o u q e t rá s uma ce rta l o gi u ca, por um l ado pe l so c r za m netos da min h a pessoa, com esta g en te, com a pr es en ça de um malu co na h is to ria, o t al ric hard, o t al foro, co mo agora q u ise d es v e lou, e t am b em um mo t iv o, a ne ce s sida de d e ee n c on t ra um b ode e x pi at ó rio , q ue esca m ot e as se as r es p o sn as bil i dad es de q eu m f pr e o du z i r a ac usa ção e q ue com g rande pr o b ab il i dad e est a rá en c vo l v ido na mor te de sá car ene i ro, e se cala h ra em mui t as o u y ra s q eu d as de ac i õ es

Ou seja em forma sinóptica, deduz-se do corte, circulo rato da te, o maluco do vaso do ero na madeira, o forro, e ira no forte oto, a menina da eni, do pr dente do sistema de informações da se guida, um deles caiu, com os dos elementos da lei, o espanhol do circulo ro tp rito homens com relação à igreja, extrema direita, um outro padre morto e uma luna, o primeiro da malu, o do foro, provavelmente o tal feito na ilha, se calhar não ao do brasil mas na madeira, o ric hard, um pi na esca m ot, outra vez a constante presença do ns, diná, ou seja di nm, bill dad espanhol , forte do presidente do zorro ira ac usa são, car ene e ro e se calha homem rá, baleares, e muitas outras quedas com iões , de ac id o es em es penha

Ou seja em forma sin ó pt i ca, d edu z inglesa se do corte, cir c u l o rato da te, o malu co do v as o do e ro na madeira, o f or ro, e i ra no f o r te oto, a em nina da eni, do pr dente do seis t ema de infor mações da se guida, um deles caiu, com os dos lee m en t os da lei, o e spa n hol do circulo ro tp rito homens com r e la çao A´ igreja, e x t r ema direita, um outro padre morto e uma luna, o primeiro da malu, o do foro, pr ova v ele mente o t al feito na ilha, se ca l h ar não ao do br as ol mas na madeira, o ric hard, um pi na esca m ot, outra vez a constante r e s en ça do ns, di n m, ou seja di nm, bill dad es pea n hol , forte do pr es i e d n e te do zorro ira ac usa são, car ene e ro e se ca l h a homem rá, bale ares, e mui t as outras q eu d as com i o es , de ac io es em es penha








Em frente ao sofá onde caíra o bastão uma bela cadeirinha de verga com três pés, e ontem quando procurava uma das folhas do gráfico das votações com as cruzes do dn, pois me aparecera alguma informação correlativa numa navegação, lá estava um das folhas da tal grelha

Em fr en te ao s o f á uma be la ca de irina h de v e r g a com t r es p é s, e on te m q ua n d pr o cura v a uma das f l h as do g raf i co das v ota ç õ es com as c r eu ze dd o dn, p o is me ap ar e ce ra al gum a in for ma ç A o co rr e l at iva n uma n ave g a ç ão, l á est av um das f o l h as da t al g r e l h a

Diziam assim as primeiras noras sobre a imagem na madeira, a senhora de costas cumprimentada por cavaco trás uma sombra em seu braço do angulo da montanha com três elevações, o angulo de onde sai o semi arco que aponta as três marcas, três garras ns costas, omoplatas, da vesica dos montes ao alto, deitada do x na serpente do bico do pássaro do varão de prata da madeira, o primeiro do circulo branco e vermelho deitado , templário , preto e vermelho, do pássaro azul e branco azores do cabelo da orelha de pérola da rede branca com as rodas da vida, o x torção, ou a torção do x da tempestade da rtp, vitorino, capri c do homem do circulo do alberto joão jardim, o vitorino é o ka da maria sobral mendonça pat rim o ni o on t em no f un c h al, p in turas se is c en t ista serpente no in te rio rato da igreja do colégio dos jesuítas, a madeira, o barrote, é primeiro jardim, barrote no mundo n cão, h á i g ual t oca aram e can t aram os uni v e rato sora rio os, um dia perfeito, o príncipe perfeito, h orta n ovo p ode r es circulo pt , circulo do vaso mina se silva pi car dias


O senhor do irc do natal vermelho

A senhora do circulo do ista serpente, três el eva são, das três marcas, das três garras, dia europeu vaso da cruz ad a do x na se pr ente do bico do pássaro do vaso arão de prata da madeira, circulo pr i e mr rio siri irc culo branco do eve vermelho, passado azul e branco do ca beça da orelha do pe rola da rede branca, joão jesuíta, o barrote, pr mer rio jardim, pe rp forte ee rato tó k, o p rin c ipe pp , vao do primeiro circulo da seta ao c irc do sir do vaso da mina se silva no car dias


Di z iam as si m as pr i me i ra s noras s ob rea i mage mna madeira, a s en hor a de c ista s cu mp r i m en t ada por cavaco t rá s uma s o m b r a em s eu br aço do an gula da montanha com t r es el eva ç õ es, o a n gula de onda s a i o s emi arco q ue ap on ta as t r es ma rca s, t r es g ar ra s ns c o s t as, omo p l at as, da v e sica dos mo n te s ao al to, d eu t ada do x na se pr en te do bi co do pa ss ar o do v ar ao de p rata da madeira, o pr i me i ro do cir irc u l o br anco e eve vermelho deitado , te mp l á rio , pr e to e vermelho, do pa ss saro az u l e br anco a z o r es do ca belo da orelha de pe rola da rede br anca com as rodas da vida, o x tor ção, o ua tor ção do x da te mp estade da rtp, vi tor i no, ca pri c do homem do cir c u l o do al be r to jo ao jardim, o vi to rino é o ka da maria sobral mendonça pat rim o ni o on t em no f un c h al, p in turas se is c en t ista se rp en te no in te rio rato da igreja do co l é gi o dos je su it as, a madeira, o bar r ot e, é pr i me rio jardim, bar r o te no mundo n cão, h á i g ual t oca aram e can t aram os uni v e rato sora rio os, um dia pe rp fe i r to, o pr inc ipe pe r f e i to, h orta n ovo p ode r es circulo pt , c irc < u l o do v as o m ina se silva pi car dias

E seguiam assim as minha notas,

E se gui ma as si m as min h a s n ota s,

Gal li leo, primeiro mar do gato ps

Ny, noventa e seis , o sessenta e nove

S ac nan na ad ada di can

Os aviões no spot, filmado do monitor homem oito mm

Os av i õ es no s p ot, fil mad o do moni tor homem o i to mm

Olhara o minha estante e dois livros que entre si faziam um vaso me chamaram à atenção, de um lado o catalogo das danças na cidade do ano de noventa e seis, a que já entrara uma referência num dos últimos textos publicados que dera o mote deste assunto,

O l hara o min h a est ante e do is li v r os q ue en t re si f a z iam um v as o me c hama ram * à at en ção, de um l ado o cat a l o g o das dan ç as na cida de do ano de noventa e seis, a q ue j á´ en t r ar a uma r efe rec nia num dos u l tim os texto s pub li cc ad os q ue de ra o m ot e deste as sun to,

Ou seja como agora se desvela maia uma vez a mãozinhas constante da cristina coutinho, do homem da publicidade, que aqui ajuda as negras festas como estas desgraças que agora se deram nos últimos cios, relacionado com a ordem do templo de este sun to, mais correcto será dizer as mãozinhas da cristina coutinho

Ou seja c omo agora se d es vela maia uma v e za mão z in ha co ns t ante da c r is tina co ut in h a, do h oe m da pub li cidade, q ue aqui ajuda as ne g ra s f es t as c omo est as d es g ra ç as q ue agora se de ram nos u l tim os cios, r el a c io n ado com a ordem do te mp l o de este s un to, mai s co rr e c to se rá a di ze r a s mão z in h as da c ris t ina co u t in h o

O que me chamou de imediato à atenção fora a capa do catalogo das danças da cidade, pois é um avião dentro de um quadrado azul de ceu, com a pinta da asa direita cortada e o mesmo a seu nariz na moldura negra do quadrado maior que é a dimensao do catalogo, ou seja, um filete negro como o que antigamente se usava nos cartões de pesames, neste caso de um aviao, que vai com os flaps postos, ou sehja, foi tirada em seu aterrar, sendo que o angulo em que na foto está, inclinado, não corresponde a terragem, ou seja, foi a foto provavelmente inclinada


O livro se chama , a casa das belas adormecidas, e é publicado pela assírio e alvim, lá temos aqui mais uma ligação entre o editor já ido, o herminio, com a psicóloga do tal grupo da falsa gnose, que está relacionado com o rapto de meu filho, e com a manha de me tentarem declarar maluco, para melhor justificar o roubo, e é da colecção imaginário onze, curiosa designação da dupla unidade, e se encontrava subtilmente marcado , com um pedacinho muito pequenino das paginas em cima dobrado entre as paginas sessenta e dois e sessenta e sete, e pela forma como estava marcado, não fui eu a fazê-lo

O li v ro se c hama , a c asa das be la s ad o r me cida s, e é pub l cia do pela as sírio e al vi m, l á t emo s aqui mai s uma li g a ção en t reo edi tor j á id o, o her mini o, com a ps i c o l o g a do t al g r up o da f al sa g no se, q ue es t á r e la cio n ado com o rat p de me u fil h o, e com a manha de me t e n t ar em dec lara r malu co, para mel hor j us ti fi car o ro ub o, e é da cole c ção i mag ina ´ rio on ze, c u r i o sa de si g n a çao da d up la uni dad e, e se en c on t rava s ub tile mn te marcado , com um peda ç in hi o mui to pe q eu nino das pa gina s e, m cima do br ado en t rea s pa gina s se ss en t a e do si e se ss eta e sete e pe la forma co mo est ava ma rca do, n ão f u i e u a f a z ê inglesa l o

O livro tem um pormenor curiosa, pois é dos poucos sem capa, o que é estranho pois eu trato bem os livros, e me recordo de esta capa ter um dia me aparecido assim rasgada em form estranha que me remete por semelhança, para a tal guia do iva com cheque anulado apenso, que encontrara em dia recente no armário de fole da antiga latina europa, como que a relacionar a origem, da mão que agora se desvelou de quem o fez, a cristina coutinho, ac ka, com anca, brasil, e outros personagens, implicados ou neste capitulo que apareceram ao lado dos das finanças, o tal home que era responsável da sej, secretaria de estado da juventude o os diplomas assinados por jorge barreto, clube de artes e ideias, que agora fora nomeado director geral de qualquer coisa, que nem bem li, de novo este nome aparecera tambem em noticia em dia recente, o que me lembro da capa, é que ela fora como que ratada, ideias do ayres, se desvelou agora tambem., que será então o pedro

O li v ro t em um por m en or c u risos, p o is é dos p o u cos se mc ap a, o q ue é es t ra n h o p o is eu t rato b em os li v ros, e me record o de es t a c ap a ter um dia me ap ar e cid o as si m ra s gado em form a es t r anha que me r e met e por se me l h an cç a, para a t al guia do iv a com che q ue anu l ado a pen sao, q ue en c on t ra r a em dia r e c en te no ar mario de f ole da ant i g a l at ina eu r opa, co mo q ue a r ela cio n ar a ori g em, da mão q ue agora se d es v e lou de q eu m o fez, a cris t ina co ut in ho, ac ka, com anca, br as il, e outros pe r son a g e ns, i mp li ca do s ou ne st e ca pi t u l o q ue ap ar e c e ram ao l da d os das f ina ç as, o t al home q ue e ra r es pe os n ave l da sej, secreta ria de estado da dj u v en t u de o os di p l mas as sin ad o s por jo r g e bar r e to, q ue agora f o ra no me ado di rec tot r g e ra l de q u q la q eu r co isa, q ue ne m b em li, de n ovo este no me ap ar e ce ra t am b em e m no ti c ia em dia r e c en te, o q ue me l em br o da c ap a, é que e l a f o ra co mo q ue rata d a. , id eia s do a y r es, se d es v e lou agora t am b em., q ue se rá en tao o pedro


A história de yasunari kawabata, é uma estranha história de uma casa que serve meninas a dormir em opios diversos na qual senhores crescidos se enfiam em suas camas e se deleitam, sendo a motivação apresentada, como uma forma de rejuvenescimento psicológico, perante a presença de carnes fresquinhas e quentinhas, aqui teria isto outro nome, se bem que a dimensão psicológica , esteja muito bem explicitada no enredo, onde diversas peripécias se dao, inclusive a morte de algumas dessas jovem, ou quase crianças mulheres, uma história de fantasias mas que remete para abusos infantis, feitos por gente muita crescida, versão no ocidente real

A h is tó ria de y a s una r i k a w ab at a, é uma es t r a nha h is tó ria de uma cas q ue se r v e me ninas a do r mir em o pi os di versos na q ual s en hor es c r es cid o s se en fi am em s ua s c am as e se del eta m, s en do a m o t iva ção ap r es en t ada, co mo uma o fr ma de r e ju v eni s cie mn to ps i c o l o gi co, pe ra n te a pr es en ça de car en ss fe r s q eu in h as, aqui te ria is to o u t ro no me, se b em q ue a di m en são ps i c o l o gi ca , es t a j a mui to b em e x p l i citada no en red o, onda di v e r sas pe rip e cias se dao, inc lu s iv e a mor e t de al gum as d es sas j ove sm, o u q u ase c r ian ç as mul her s, uma h is tó ria de fanta si as m as q ue r e met e para ab us os in fan t is, fei t os por g en te mu it a c r e sida, v e r sao no i c d ente real

E fazia este livro vaso com o catalogo das danças na cidade, onde um avião parece em posição de se ir estampar em sua aterragem, ou descolagem, como a dar ideia que este s abusos numa cas e num enredo semelhante pudessem ter dado origem a tal evento

E f az ia este lei v ro v as o com o cat a l o g o das dan ç as na cida de, onda um a v ia o par e ce em p o si çao de se ir e ts am par em s ua a te r ra g em ,o u d es cola g em, c omo a d ar i d eia q ue este s ab us os n uma cas e n um en red o se mel h ante p u d es se m ter dad o ori g em a t ak eve n to

Desvela-se agora uma cruz, a crus da ak no dia de natal, a ak muito tó

D es v e la inglesa se agora uma c ru z, a c r us da a k no dia de natal, a ak mui to tó

Depois abri o catalogo, e o que primeiro me chamou á atenção com um espanto fora exactamente um anuncio do pasquim dos bandidos, diário de noticias que diz , menezes expulsa marcelo, e no dia seguido menezes, se fora do partido, diz assim líder do psd porto demarca-se da estratégia da direcção nacional e depois no anuncio propriamente dito, parabéns, vocês está afazer tão bem o seu trabalho como leitor que decidimos promovê-lo a colunista, até fiz grrr, por dentro com este texto que alguém escrevera em noventa e seis, belo exemplo de escrita enformadora

D ep o is ab rio cat a lago, e o q ue pr i me i ro me c h am o u á at en ç º ao com um e ps ant o f o ra e x ac t ae mn te um an u n cio do p as quim dos ban d ido s, dia rio de no tic ia sm q ue di z , me ne ze s e x p l usa mar c elo, e no dia se guido me ne ze s, se f o ra do par t id o, di z as si m lider do ps d porto d e ma rca inglesa se da es t ra té g ia da di rec çao na cio n al e d ep o is no n an un cio pr o pr i am en te dito, para b é ns vo c ê s e ts á af a ze r t ão b emo s eu t r ab alho co mo lei tor q ue dec id i mo s pr omo v ê inglesa l o a co l un ista, at é fi z g rr rp or den t ro com este texto q ue al g eu m es ce r vera em no v en ta e se is, b elo e x e mp l o de es c rita en forma dora

E acrescenta o texto dos hipócritas, se o dn sempre teve espaços para que o leito pudesse opinar, agora vai ter muito mais. Com o projecto, será caso para perguntar qual à luz deste desvelado, cada leitor vai passar a ser um colunista, e por ai fora, ao torto infinito, o jornal faz uma sombra no azul, equivalente ao da capa, como um lamina de uma faca barco, ou do barco da faca, o texto está a branco sobre uma barra preta em baixo que desfaz com um folder, o quadrado , e a referencia a Internet, morada do jornal, curiosamente é colocada ao lado, fora do quadrado, na vertical a subir, como quem diz que pela Internet, os sinais sobem ao ceu e se calhar deitam abaixo aviões, ou o que mais seja e dê jeito aos bandidos

E ac r es c en tao texto dos h ip o c rita s, se o dn se mp r e teve e spa ç os para q ue o lei to p u de s se o pi n ar, agora va i ter mui to mai s. Com o pr o ject o, se rá c as o para pe r gun t ar q ual à lu s d este d eve l ado, ca da lei r tor v a i p assar a ser um co l un ista, e por ai f o ra, ao tor to in fi ni to, o jo rna l f az uma s om br a no az u l, e q u i valente aa o da capa, o jornal kapa., co mo um l a mina de uma f ac a bar co, ou do bar o da faca, o texto est á ab ra n co s ob re uma bar ra pr eta em ba ix o q ue d es f az com um f o l de r, o q ua dr ado , e a r efe ren cia a in te r net, mor ada o do Jornal, c ur isa mente é c olo ca da ao l ado, na v e r tic al a s ub o r, co mo q eu m di z q ue pe la in te r net, os sin a sis ob ema ao ceu e sec la h ar de itam ab a ix o av i º o es ou o q ue mai s se j a e d ê je i to aos ban dido s

Na página ao lado a inatel associa-se e apoia, transforme o seu tempo livre em tempo de cultura e assusta aos espectáculos deste festival de dança contemporânea que decorrerá este mês nos seguintes espaços, teatro municipal maria matos, teatro municipal s luis, sala polivalente do acarte, teatro cinearte, cat, espaço alternativo do ccb

Na pá gina ao l ado a ina tel as soci a inglesa se e a poia, t ra sn forme o s eu te mp o li v re em te mp o de cu l t ur a e as s us ta aos es pe cta cu l os d este f es t iva l de dn can n t en po ra ne a q ue dec o rr e rá este m ê s no s se gui n t es e spa ç os, t eta ro m uni cip al mar ia matos, tea t ro m uni cip al s l u is, s ala poli valente do ac ar te, tea t ro c ine arte, c at, e spa ç o al te ra n t ivo do ccb

Que giro, todos sítios onde se passaram estranhas encenações feitas pelos bandidos, amplamente narradas neste livro, e onde estão um conjunto de personagens muito pouco recomendáveis a frente dos desígnios destes espaços, melhor seria saneá-los preventivamente a todos, e sendo que o home do inatel, tambem aqui entrou, o mesmo grupo dos comissários políticos, nomeados sempre pelos mesmos partidos para a administração da rés cultural, se assim se pudesse chamar, as putas várias que alimentam as outras putas todas que fazem vénias em troco

Q ue gi ro, todos si tios onda se passa ram es t r a nha s en cena ç ~ e os feitas pe l s o ban dido s, a mp la mente na rr ad as ne st e li v ro, e onda es tao um co n j un to de pe r son a g e ns mui to p o u co r e comenda v e isa fr ente dos de se i g ni os d e st es e spa ç os, mel hor se ria s ane á inglesa l os pr eve n tim en te a todos, e s en do q ue o home do in at el, t am b em aqui en t ro u, o me s mo g ru p o dos co miss Ari os poli tic os, noema ad os se mp re pe l os me sm s o par tid os para a d mis n t r ração da r es cu l t ural, se as si m se p u de s se c h am ar, as putas v árias q ue al i m en tam as o u t ra s putas todas q ue f az em v é n ia s em t roi co

Na outra página a tap, parecia que trazia um problema com as horas, os dias e as noites, pois assim diz, todos os dias acordamos com o mesmo sonho, day after day we have the same dream, que remete para o day after de Viseu, discoteca do grupo das construtoras de betão e das pontes que caem, e coisa e tal menos coisa grande, um avião risca o ceu, subindo em fundo de nuvens num sonho, imagine-se lá reverbaçao do sonho no depois do day after quando as torres se foram, escolha a nossa companhia, give us your preference

Na o u t ra pá gina a t ap, par e cia q ue t rá z ia um pr o b l ema com as hor as, os dias e as no it es, p o is as si m di z, todos os dias ac or d am os com o me s mo s on h o, d a y af ter d a y w e h ave t he s am e dream, q ue r e met e para o d a y af ter de v ise u, di s c ot e ca do g r up o dos co ns t ru o t r s de b e tão e das p on t es q ue ca em, e co isa e t al m en os co isa g rande, um av i ão rei ca o ceu, s o b r ei m f un ode de n u v e ns n um s on h o, i mag i ne inglesa se l á ar ee rba çao do s on h o no d ep o is do d a y af ter q ua n do as to rr es se f o ram, g iv e us y o ur pr efe r en ce

E ainda se torna melhor na página ao lado, cp, caminhos de ferro, um astrolábio amarelo sobre uma foto a preto e branco das linhas do caminho de ferro, vista de cima, num quadrado verde, o que é mesmo interessante, neste sonho como no da tap, e que o astrolábio cujos ponteiros quebrados como a linha no circulo do chão do prós e contra sem suma, é fixada por um parafuso que é uma turbina, e sendo que o ponteiro de cim aponta quarenta e sete , quarenta e oito graus e se o prolongar sobre a foto, aponta exactamente dois cabos que saem de uma cerâmica de catenária vertical, o que ao ver me fez associar a referencia a catenária do onze de março em Madrid espelhada aqui na avenida de ninguéns, hoje como ontem saberemos percorrer a via do progresso e conquistar novos horizontes

E a i dna se to rna mel hor na pá gi ma ao l ado, cp, ca minho s de ferro, um astrolábio am ar elo s ob re uma f oto a pr e to e br anco das linhas do ca mn h o de ferro, v ista de c ima, n um q ua dr ado v e r de, o q ue é me s mo ine t r es san te, ne st e s on ho co mo no da tap, e que o astrolábio c u j os p on te i ros q eu bra dos como a linha no cir c u l o do c h ão do sp ´ ros e c on t ra se ms uma, é fi x ada por um para fuso q ue é uma t ur b ina, e s en do q ue o p on te i ro de c im a p on ta q au r eta e sete , q ua r en ta e o i to g ra us e se o por l on g ar s ob rea f oto, ap on ta e x cat a mn te do is ca bo s q ue as em de uma ce ra mica de cat e r na r is v eru ca l, o q ue ao v e r me fez as soci ar a r efe ren cia a cate rna ria do on ze de mar ç o em m a dr ia es pe l h ada aqui na ave ni da de nin g u é ns, h oje c omo on te m sabe remos pe r co rr e ra v ia do pr o g r es s o e co ns q u ist ra n ovo s horizonte s

Na ultima pagina da entidades patrocinadoras, servitop, transporta as danças na cidade noventa e seis, importação, barra, exportação, transportes, despachos aduaneiros, seguros, cargas áreas nacionais e internacionais, cargas rodoviárias nacionais e internacionais, cargas marítimas, contentores gerais

Na u l tim a pa gina da en tid ad es pat rocio n ad o r sa, se r v i t p o, t ra ns porta as dan ç as na c i da de no v en ta e se is, i mp r ota çao, bar ra, e x pe ota çap, t ra sm p ot r es, d es pac h os ad ua ne i ros, se g ira ss, car g as ae r es na cio n a is e in te rna cio n a is, car g as ro do via rias anc i o na si e in te rna cio n a is, car g as mar i tim as co n t en tot r es ge rai s

Um avião amarelo com traço verde, brasil, tipo feito por um menino com quatro janelas,
um camião, de caixa aberta, azul, com sete angulo duas varetas do y invertido do triângulo da carga do ponto de exclamação do quarto circulo a contra da frente, as cargas rodoviárias, e um barco ros debruada a azul, com um cálice em sua ré, , um anzol, do y dos dois traços varetas verticais do triângulo de fogo inclinado la, da cobra que vem do ceu e de um remo quebrado, cargas marítimas e contentores gerais, parece quase xutos e pontapés, ou seja a morte de Marta


vaso maior do primeiro avi cão do am ar elo com cruz do ra primeiro vaso duplo verde rato de, bar si primeiro, cruz ip circulo da fe it o porto primeiro me nino com quadrado ua cruz ro sargento deitado do principe ane la si maior cam ia circulo, de ca ix a ba e rta, az vaso primeiro, com set e angulo du as vaso ar rato eta serpente do y em vaso e rato da cruz da di circulo doc rato ian gula da ca gado p on to de e circulo p rim e rio da am mação do quarto circulo ac em cruz do ra da fr en te, as car g as ro do vi árias, e um bar co ro serpente de br ua da az vaso primeiro, com primeiro ca li ce em serpente ua ré, um aa z e primeiro do y dos do is cruz ra ç os vaso das art espanholas can te sas vaso e rato toc is doc rato ian gil circulo de f o g o inc lina do la, da co br a quadrado ue vaso em doc europeu e de primeiro rato emo quadrado eu br ado quebrado, car gato as mar i tim as e contentores ge rai s, par e ce q u ase x vaso da cruz os e p on t ap es, o u seja a mor te de mara cruz primeira

depois o catalogo das danças ao chão caiu, entre a secretária e a parede dos furinhos da madeira, caiu aberto, na folha dos patrocinadores, em cima do quadrado da esquerda das quatro tomadas embutidas, o quadrado das fichas e da alimentação da queda do avião no brasil, mas o que então percebi, não se esgotava nesta queda deste avião, que deverá ter sido o em que ia um investigador português, por assim dizer, surgiu-me no espirito uma ligação com a queda das torres gémeas, com estes personagens terem tambem em seu curriculum tal acto

dia da ep circulo is do circulo do cat al circulo do gato do circulo das dan ç as ao ch cão ca e vaso, inglês cruz rea secret ária e a pa rede dos forte ur in homem os da madeira, ca e ua ab e rato to, na forte circulo primeiro homem da primeira dos pat rico muito ad dores, em circulo ima do quadrado da ua dr ad circulo da es pen h ola pena quadrado ue rda das quadrado di da ua cruz do ro tom ad as em segundo vaso da tid as, o quadrado ua do dr ad circulo das fic home as e da al ie mn tacão da são da quadrado eu dad circulo avi são no br as e primeiro maso quadrado ue no inglês tão do pe rato cebi, muito cão da se espanhola do gato da ota vaso primeiro ane ne st pr i e mira do quadrado europeu dad este avi são, quadrado ue dia do eve ra ´ cruz rato e sid oo em quadrado ue ia primeiro em vaso est i gato ad or portu gato vaso eu es, por as si maior di ze rato serpente do ur gi do vaso do homem do forte inglês dame no espanhol do pei rito primeira li gata da ac são com primeira do quadrado eu da das to rr es g é me as, com est es pe rato son primeira gata g e ns te rato em cruz am segunda em e ms eu cu rr e cu do primeiro da cruz primeira al do ac to

e me lembrei do spot que fora feito pedido pela monica lapa em forma graciosa com troco de inclusão do logo da latina europa no catalogo, como entidade patrocinadora, e tentei procurar uma cópia vhs de forma a pode-lo de novo ver, mas não dei com tal, o que recordo, foi, ter-se pegado numas imagens desenhadas em computador de prédios altos em cidade tipo americana, e de pôr o avião sobre elas a voar, ou sugeri-lo e depois como aquilo ficara com um ar demasiado limpo para meu gosto, estático, pegara na hi oito milímetros, video, vou agora buscá-la para a ler variable zo om do ze , doze x , focus, ou seja ford, au to manu ual verde do anzol deitado p vaso serpente homem au to , auto primeiro do circulo ck, três c cd, un teresa me co de counter reset, sorro ero men, homem inglês hi, homem da ene rato gi pr i mai ra, do fi st te reo vi de ct pal da circulo cam e ra reco rato de rato ccd, ou caixa geral de depósitos do traço vaso do x no primeiro E do bar do rá pal pr o g ram iris shutter speed gain w h t pal da te mai s o v menos time en te rato par en tesis ne x t par en te sis, e cat a data co de inde x mark, vaso id e circulo hi infinito h andy cam pro , pr circulo da serpente em circulo ny, bat da cruz e ject do super do ti t le primeiro e ti t le segundo me mor emo rato y color bar do rá da mode do anzol do bat da cruz, primeiro match t he sid e circulo do forte cruz do home bat tery pa ck w it homem , t he l ine on t he un it, do is ponto s lide t he bat tery em forte do circulo p lace, p la ac e , e home ile p ishing it ponto do quadrado negro com quatro varetas de contacto, duas a duas em diagonal dispostas, a bateria da vareta do triângulo deitado que aponta ao standby l o ck s t art s top remo te do ponto negro tam pão da vesica prata e verde dos headphones, da boca de crocodilo negro sobre camurça cinza sony, do ponto da gravação vermelha rec starr dar do rá s top circulo do vento, w in d built traço in traço mic AF, dois circulo negros um sobre o outro, dc circulo do vaso da cruz e p li gato in power do uu uu, do comboio de noventa e nove do traço do duplo angulo da dupla foice da dupla estrela invertida, da barra do semi arco do grupo onze , dupla unidade, muito dia do fil ter rato do ze x vaso ari ab le zo do om maior, cruz invertida do duplo vaso da rata ele ase do arpão deitado branco e cinza do po w e rato rectângulo cam e rá do forte de três traços brancos do circulo do fernandes ferreira do rectângulo branco do p la y e rato mai serpente edi ts e ser rato arch do traço da televisão seta que dá a volta no ecrã do p us home serpente em ny, ou seja uma manipulação em loop feita provavelmente a partir do spot que eu fizera


e me l em b r ei do sp ot q ue f o ra fe it o pe di d o pe la mo nica l ap a em forma g ar cio sa com t roco de inc l u sao do l o g o da l at ina eu r opa no cat al o g o, c omo en tid ad e pat ro c io n ad o ra, e t en te i pr o cura r uma có pi a v h s de forma a p ode ~ l o de no v v e r, ma s n ão de i com t al, o q ue record o, f o i, ter do forte inglesa se pe gado n uam i mag e ns de s en h ad as em com o u t ad or de pr é di os al to s em cida de t ip o am erica ana, e de p or o avi ão son r e e la s a vo ar, o u s u ge r i do forte do h oe maior inglês da onda e ps sa n hola do primeiro circulo e d ep o is co mo aquilo fi cara com um arde ma si ad o li mp o para m eu g os to, est a´ tic o, pe g ar ana h i o it o mili met ro s, vi de o, vo u agora b us cá do forte inglês de la para a ler v aria b l e zo om do ze , doze x , f o c us, ou seja ford, au to manu ual verde do a n zo l de it ad o p vaso serpente homem au to , auto primeiro do circulo ck, t rato das duas ondas espanholas circulo cd, un teresa me co de co un teresa rato e set, s o rr o e ro do home inglês, homem inglês hi, homem da ene rato gi pr i mai ra, do fi st te reo vi de ct pal da tir cu l o cam e ra reco rato de rato ccd, ou caixa geral de depósitos do traço vaso do x no primeiro E do bar do rá pal pr o g ram iris s h u tt e rato speed gain duplo vaso do home da cruz pal da teresa mai serpente do circulo do vaso do homem inglês os e do time inglês da te do rato par en tesis ne x cruz par en te sis, e cat a data co de inde x mark, vaso id e cir c uk i hi infinito h andy cam pro , pr circulo da serpente em circulo ny, bat da cruz e ject do super do ti t le pr i e mr e oe ti cruz le segundo me mor emo rato y color bar do rá da mode do anzol do bat da cruz, primeiro mat ch cruz s argento homem sid e circulo do forte cruz do home bat tery pa ck w it homem , cruz homem primeiro do ine em cruz homem ot un it, do is ponto da serpente da lide da cruz do homem bat tery em forte do circulo p lace, p la ac e , e home ile p is homem inglês it ponto do quadrado me gato ro com quatro varetas de contacto, duas a duas em dia gato muito al dispostas, bateria, ab arte te da ria rua, dia ave rta do t r ian gula deitado que pao n ta ao s tan db y l o ck serpente da cruz art da serpente top remo da te do ponto negro tam pão da vesica prata e verde dos headphones, da boca de crocodilo negro sobre camurça cinza sony, do por n to da g ar vaso ac ção vermelha rec starr dar do rá s top circulo do vento, w in d built traço in traço mic AF, do si cir c vaso sao do circulo negros um sobre o outro, dc circulo do vaso da cruz e p li gato in p o w e r do uu uu, do comboio de noventa e nove do t ar ç o dd o duplo angulo da dupla foice da dupla estrela invertida, da barra do semi arco do grupo onze , dupla unidade, muito dia do fil ter rato do ze x vaso ari ab le zo do om maior, cruz invertida do duplo vaso da rata ele ase do arpão deitado branco e cinza do po w e rato rectângulo cam e rá do forte de t r es t ar ç os brancos do circulo do fernandes ferreira do rectângulo branco do p la y e rato mai serpente edi ts e ser rato arch do traço da televisão seta que dá a volta no ecrã do p us home serpente em ny, ou seja uma manipulação em loop feita provavelmente a partir do spot que eu fizera


e pegara na câmara e filmara o spot depois de monta-lo com câmara na mão em movimento a partir de um monitor da mesma serie que aqui em cima da mesa agora está, me recordo de assumir na imagem os pixeis, ou seja uma quadrícula que aparece quando se filma sobre a imagem no monitor, uma rede por assim dizer, uma rede que ressoa em múltiplas formas em tudo o que o espirito foi desvelando ao longo destas imensas páginas deste Livro da Vida que já parece as mil e uma noites, pois em quase mil e um serão as suas história já publicadas, a rede das malhas do interior dos pilares e das paredes de betão, os fenómenos de simetria e ressonância não dissipativa que neles pela sua regular geometria se podem formar, tendo sido dado a partir dessa visao o conselho da sua construção em molde distinto e sendo que mais uma vez parece que tal conselho caiu em saco roto, provavelmente até à próxima queda, da rede com imagem de rede, da net, das comunicações no dia de hoje, de novos sistemas de veias e de transporte de sangue figurado em espirito, que tambem sao frequências, que são passíveis de criar formas geométricas idênticas ou em conflito com outras já existentes no universo humano, das redes de homens, que se juntam por objectivos de acção tanto para o bem como para o mal, as vezes confundido o bem com o mal ou achando que o mal justifica o meio e o fim, mesmo no combate ao mal, dizia carter esta semana que o próximo presidente da América poderia mudar planetáriamente a imagem do país em trinta minutos ou menos, o que é verdade no tempo da comunicação por assim escrever instantânea, se proclamasse, que a América nunca mais iria promover guerras como forma de resolver os problemas , os seus ou de outros, e depois uma tíbia resposta de bush no seu gabinete com um toiro ao fundo que parecia cornear um avião, a dizer que em seu entender , não seria bem assim, a este pormenor mais em detalhe voltarei em capitulo próximo sobre punhos, sobre sombras debaixo de canapés rosas de quadrados de vesicas e sobre as mortes na família kennedy, pois finalmente creio que a compreendi, ou seja, vi dados que acho que com o saber de outros amantes do mundo poderá em forma definitiva esclarecer este assunto,

e pega ra na cama ra e fil mara o s p ot d ep o is de mo n t a forte inglesa do primeiro circulo com cam ra na mão em mo vi m en to a par tir de um mo ni tor da me sm a se rie q ue aqui em c ima da mesa me sa ao ra est á, me record o de as u mir na i mag em os pi xe is, o use j a uma q ua dr rai culo q ue ap ar e ce quando se fil ma s ob rea i mage m no min ot, uma rede por as si m di ze r, uma rede q ue r ess o a em mul ti p la s formas em tudo o q ue o es pei rito f o i d es v e lan do ao l on g o de st as i m en as pá gina s d este Li v ro da V id a q ue j á par e ce as mil e uma no it es, p o is em q u ase mi l e um se rão as ua s h is tó ria j á p ub li c ad as, a rede das m al h as do ine t rio r dos pe la r es e das pa rede s de betão, os fe mo nemo s de si met ria e r ess on na cia n ão di s si pat iva q ue ne le s pe la s ua r e gular ge o met ria se p ode m for mar, t en do sid o dad o a ap r tir de s sa vi sao o c on se l h o da s ua co ns t ru são em mol de di s tinto e s en do q ue mai s u ma v e z par e ce q ue t al co ns e l ho ca i ue m s ac o r oto ,pr ova v e l e mn te at é à pr ó x iam q eu da, da rede com i mage m de rede, da net, das co m uni cações no dia de h o je, de n ovo s sis t ema s de v e isa se de t ra sn porte de san g ue fi g ur ad o em es pei e it o, q ue t am b em s º ao fr e q u en cia s, q ue sã pa ss iv e is de c ria r formas ge o met ric as id en tica s o u em c on f l it o com o u t ra s j á e x is t en t es no uni v e r s o humano, das red es de hp m e ns, q ue se j un tam por ob j t ivo s de a cc são t na to para o bem co mo para o m al, as v e ze s c on fun di f oo b em com o m al o u ac h and o q ue o m al j us ti fic a o mei o e o fi m, me ms o no co m bate ao m al, di z ia car ter est a se mana q ue o pr ox i mo pr es i dente da am erica p ode ria mu d ar pal na tári am en te a i mage m do pa ís em t rin t a minu t os ou m en os, o q ue é v e r dad e no te mp o da co muni caçao por as si m es c r eve r in s tan t ane a, se pr o c la masse, q ue a am érica n un ca mai s iria pr omo v e r g eu rr as co mo forma de r e sol v ero s pr ob l ema s , os se us ou de outros, e d ep o is uma ti bi a r es posta de b us h no s eu gabi n te com um toi ro ao f un do q ue par e cia co rn e ar um avião, a di ze r q ue em s eu en t e n de r , na õ se ria b em as si m, a este por m en or mai s em d eta l he v ola t rei em ca pi t u l o pr óx i mo s ob re p un h os, s ob re s om br as de ba ix o de c ana pe s rosas de q ua dr ad os de v e sic as e s ob rea s mao r e ts na f am i li a k en ne d y, p o is f ina l e mn te c rei o q ue a co mp ren di, ou ss e j a , vi dad os q ue ac ho q ue com o sa b e r de o u t ros am antes do mundo p ode ra em forma de fi ni t iva esca l r e ce r este as sun to,

ora agora vou ler o que me diz então o monitor idêntico no qual filmei o spot depois de montá-lo, ou seja a imagem da imagem, o segundo movimento dentro do movimento, ou seja a simetria ou a antinomia, o que concorda ou o que se opõem, sendo a oposição das linhas, ou seja das frequências, a queda, o que a origina

o ra agora vo u ler o q ue me di z en tão o moni tor id en tic o no q ual f ile mi o s p ot d ep o is de mo n t á do foret da sede inglesa do primeiro do circulo, o u seja a iam g em da i mage mo se gun do mo vi e mn to d en t ro do mo vi m en to, o u seja a si met ria ou a anti no mia, o q ue c on corda o u o q ue se o p oe m, s en do a o p o si são das linhas, o u seja das fr e q u en cia sa q eu da o q ue a ori gina

é marca sony, ou sej serpente em circulo de nova yorque, triniton color tv, três tons, três sons, três frequências sobrepostas color tv, assim viu a tv do brasil, no da angulo e no kapa vaso do traço do primeiro du duplo quadrado em circulo, ec, da o dna da dupla diade do cir cul o do vaso do traço do se g u dn o do circulo q ur to, estrela do circulo do home g ar n de do zorro pequeno, de sessenta e quatro duplo vaso do homem do duplo q au dr ad o de p rat sobre negro do quarto do traço doo terceiro de setenta e seis do traço da estrela de oitenta e um do cir u c l o do primeiro, se do rato no elevado quatro do circulo do primeiro da est real do c irc < u l o de oitenta e nove, made in spain

é maior rca serpente do circulo do co de ny, circulo do vaso sej se rp da inglesa te em circulo de muitas ovas do Y or quadrado ue, cruz rin e ton circulo olo do rato da tv, cruz do rato espanhol do to da ns, cruz do rato espanhol serpente filha do circulo ns, cruz rato espanhol da fe do rato quadrado do vaso da inglesa da cia ss tam pao, ob, rato da ep os da cruz a sm circulo do vaso do circulo primeiro de lot da primeira ot da tv, as si maior do vi da ua da tv do brasil, das muitas odes da inglesa gula do no kapa vaso do t ra ç o do pr e me e ro do dia da up do primeiro do circulo do quadrado em circulo, ec, dao dna dad up primeiro da dia de do cir culo do vaso do traço do se gato do vaso dn circulo do circulo quadrado do ur to, estrela do circulo do home gato do ar muito de, do zorro pequeno, de sessenta e quatro duplo vaso do homem do duplo quadrado au dr ad circulo de p rat sobre negro do quarto do traço do circulo terceiro de setenta e seis do traço da estrela de oitenta e um do cir u c l o do primeiro, se do rato no elevado quatro do circulo do primeiro da est real do c irc do vaso deitado da esquerda do vaso do primeiro do circulo de oitenta e nove, made em spain


uma corneta dos ctt franceses, com um vaso invertido em baixo de onde saem duas setas em direcções opostas, , a da direita ao zorro maior serpente seis do circulo do primeiro do segundo circulo do nono vaso da serpenet kapa b, quatro do traço terceiro de oitenta dp traço de setembro de noventa e um do traço do circulo primeiro

uma co r n eta dos c tt fr anc e s e s, co , m um v as o ive r tid o em ba is xo de onda as i em du as s eta s em di rec ç õ es o ps ota sm, , a da di rei t a ao zo r ro maio r s se is dd o circulo do primeiro do se gun do circulo do nono vaso da se rp ene t kapa b, q y « u t ro do t ra ç o terceiro de i t en ta dp t ar ç o de sete m br o de no v en t a e um do traço do circulo pr i e mr i o

por cima um rectângulo de prata escrito a vermelho, diz assim , di e em di espanhola se maior ge rat en ts te ren de do ron da cruz do ge ns cruz ra homem l un gato ist a is rei che en no, ab ge serpente do cc circulo sc, sin c ron is mo, homem i rato maior da cruz, b home espanhol do sc home do angulo l e vaso uni gun gato ss pan n un gata máxima angulo vinte e um, do ponto da estrela kapa do vaso en t re par en tesis bei ponto do circulo do ponto do infinito ma do en t re par en tesis do zorro do vaso do angulo sc che alemã na ponto de segundo duplo vaso do bar do rá duplo segundo do seis do bar do rá de oitenta e seis do bar do ro do segundo is quadrado do traço do terceiro de oitenta e um do traço do seiscentos e um do traço do circulo do primeiro

por c ima um rec tan gula de pa rta es c rito a vermelho, di z as si m , di e em di es s em ge rat en t s te ren de do ron da cruz do ge ns cruz ra homem l un gato ist primeira is rei che do inglês no, ab ge serpente do cc circulo irc sc homem i rato maior da cruz, segundo homem espanhol do sc home do angulo primeiro e vaso uni gun gato ss pan muito da un gato maxima angulo vaso ll in te e um, do ponto da estrela kapa do vaso en da cruz do rato par en te sis bei ponto do circulo do ponto do in f in ni t oma do en cruz do rato e par en te sis do zorro do vaso do angulo sc che al ema na ponto de se gato do vaso dn circulo duplo do vaso do bar do rá duplo segundo do seis do bar do rá de oitenta e seis do p bar do ro do segundo is quadrado do traço do terceiro de oitenta e um do traço do seiscentos e um do traço do circulo do primeiro


apanhados estão, como tambem está esclarecido o porquê de tanta batalha que estas gentes do dn me vinham fazendo, por saberem que eu ia chegar com a ajuda de muitos à verdade, e porque sabiam das grandes culpa que traziam no cartório fechado

ap anha os est ão, co mo t am b em est á es c la r e cid oo por q u ê de t anta bat alha q ue est as g en te s do dn me vi n ham fazendo, por s ab e r em q ue eu ia che g ra com a ajuda de mui to s à v e r dad e, e por q ue s ab iam das g rand es c u l pa q ue t ra z ima no car tó rio fe c h ad o

bastará identificar os nomes em relação os postos e organigrama agora desvelado para se chegar aos nomes exactos dos intervenientes na queda das torres e levá-los para prisão e soltar os que estão em seu lugar em guantamo

bas t a rá id en ti fi c ar os no mes em relação os p os to se o r g ani g rama agora d es velado para se che g ar aos no mes e x ac to s dos in te r v eni en te s na q eu da d as to rr es e l evá da sede inglesa l os para pr isã o e sol t ar os q ue est ão em s eu lu g ar em g ua n t amo

a isto se acresce que no catalogo o avião amarelo e verde, ou seja do brasil, partindo dele e traçando um azimute , este entra pela planta da cidade na página o lado e passa por o piano de cauda que é o parque eduardo setimo visto de cima, onde em parque, que é o me da estação tem um x vermelho, ou seja do par do quadrado europeu que ali deve morar, depois a linha atravessa um segundo x vermelho, em picos, ou seja onde está o edifico das comunicações da pt, ou sej do home que estará implicado na queda pela componente das frequências vias comunicações, e depois um terceiro x em arroios, ou seja alguém que mora por altura do praça de Chile, ar roi primeiro os, os dois primeiro x desenham estão nos braços superiores do Y ao lado do piano, ou seja do home da musica do pi do ano, sendo um outro x vermelho no final do pé vertical, no marques de pombal, e o laço dos x continua desenhando uma curva avenida, rossio, socorro, intendente, anjos arroios e arieiro, ou seja av in dia primeiro do ro do ss do cio do soco co rato ro do intendente, ou seja do policia dos anjos, ou seja de la, da ar roi os e ar da rie do eiro do ro da estrela de alvalade, ou seja de um jogador, provavelmente o da mão na bola na final das meias finais em frança, ou alguém de alvalade que more em alvalade, com ligação a roma, Itália

a is to se ac r es ce q ue no cat al o g o do circulo do avião am e r elo e verde, o u seja do br as il, par t indo de le e t ra lan do um az i mu te , este en t ra pe la pal n ta da cidade na pá gina o l ad o e passa por o pi ano de c auda q ue é o par q ue eduardo set i mo vi s to de c ima, onda em par q ue, que é o me da e sat são t em um x vermelho, o u seja do par do q ua dr ad o eu ro p eu q ue al i d eve mor ar, d ep o isa linha at ravessa um se gun do x vermelho, em pi co s, o u se j a onda est á o e i di f cio das co m uni cações da pt, o u sej do home q ue est a rá i mp li ca do na q eu da pe la co mp one te da s fe r q u en cia vi as co muni cações, e d ep oi s um te r c e i ro x em ar roi os, o u seja al g eu m q ue mora por al t ur a do pr aça de ch ile, ar roi pr i me i ro os, os do is pr i me i ro x de s en ham est ão nos br aços s up e rio t r s do Y ao lado do pi ano, ou seja do home da um sica do pi do ano, s en do um o u t ro x vermelho no f ina l do pé v eri ca l, no mar eu s de p om bal, e o l aço dos x conti n ua de s en h and o uma c ur v a a v e n u da, ros sio, so co rr o, in t en de te, na j os ar roi os e ari e i ro, o u seja av in dia pr i me i ro do ro do ss do cio do soco co rato ro do ine t n dente, ou seja do poli cia dos an j os, ou seja de la, da ar roi os e ar da rie do eiro do ro da est r e la de l ava la de, ou seja de um jo g ad or, por v ave primeira que mente, do homem inglês da teresa, circulo da mão na ab a segunda da ola na forte ina primeira das meia e serpente forte ina is em fr ança, circulo do vaso al gume de al vaso ala de quadrado ue more em al vaso ala de, com lia gato são a roma, itália, rio te do principe do circulo


os patrocinadores do catalogo e das danças da cidade, são as seguintes entidades, dispostas graficamente em pirâmide, mc, em co produção com fundação calouste , e fundação das descobertas, com o patrocínio da tap , inatel, e do diário de notícias, e na linha de baixo, latina europa, luminária, rádio paris lisboa, lisboa cultura da cml, arets e letras, tsf servitop, pro dança

os pat rocio n ad dores espanholas do cat al o goe das dan ç as da cida de, são as se g un te s en tid ad es, di s p ota s g raf i ca mente em p iram id e, mc, em co pr o du ção com f un d a ção ca lou s te , e f un d a ção das d es co be rta s, com o pat roc i ni o da t ap , ina te l, e do dia rio de no tic as, e na linha de ba ix o, l a t ina eu r opa, l u miná ria, rá di o paris li s boa, lis boa c u l tura da c ml , ar e ts e l e t ra s, ts f se r vi top, pr o dan ç a

ora aqui temos mais luz, como sempre quando se corta fractalmente as palavras

depois se deu um sincronismo entre um anuncio do dn que está neste catálogo de ano de noventa e seis e a realidade política portuguesa, pois foi quando abri o catalogo, que em dia seguido menezes do psd se demitiu,

d ep o ise de u um sin c ro ni s mo en t re um anu n cio do dn q ue es t á neste cat l o g o de ano de no v en ta e se ise a real i dad e poli tic a portu guesa, p o is f o i q ua n d o ab rio cat al o g o, q ue em dia se guido me ne ze s do ps d se d emi ti u,

diz o anuncio do dn, menezes, empurra marcelo, ou seja fechava-se o circulo, agora em dois mil e oito marcelo, ou outros, empurrou o menezes, o marcelo na reunião de formação a jovens quadros do psd, com as folhas dispostas em toiro antes da cheias, se bem me lembro

di zo na u n cio do dn, me ne ze s, e mp pt rr mar c elo, o u sej fe ch ava da sede inglesa se o circulo, agora em do si mil e oito mar celo, ou o ut ro s, e mp au ro u o me ne ze s, o mar celo na reunião de for mação a jo v e ns q ua dr os do ps d, com as f ol h as di s postas em toi to ant es da che ia s, se b em me l em br o

e rematam os bandidos, parabéns, vocês está a fazer tão bem o seu trabalho como leitor que decidimos promovê-lo a colunista, macacos e macaquinhos, peguem lá milho à medida exacta das bestas que sois em vossas guerras que fazem sempre sangue como nas vezes se parecem esquecer e chuvas a mortes em vossos cios, eu vos promovo à prisão, agora, neste preciso momento, os maiores bandidos, projecto dn, deixem-me rir para não chorar, in ter net, filhos da babilónia!!!!

e r ema tam os ban di d os, para b é ns, vo c ês est á a f az e r tão b emo s eu t ra b alho co mo lei tor q ue dec i d i mo s pr omo v ê a sede inglesa do primeiro do circulo a co l uni s ta, m ac cc co s q maca q u in h os, pe g eu m l á mil ho À med ida e x cat a d as b v est as q ue s o is em vo s sas g eu rr as q ue f az e m se mp re san g ue c omo na s v e ze s se par e ce m es q eu ce r e ch uvas a mor te s em v ossos cio s, eu v os pr omo v o à pr isão, agora, neste pr e c is o mo m en to, os maio r es ban di d os, por j e c to dn, de ix em inglesa se me ri r para n ão ch o ra r, in ter net, fil h os da b ab i l ó ni a!!!!

depois da queda do catalogo, foi navegar à procura da tal servitop, ou serpente do rato vi top, não dei com descrição nenhuma da empresa, como se fantasma fosse ou se tivesse tornado, só uma direcção ali, por detrás da infante santo, na página do portal de empresas que a partir do nome no motor de buscas fui parar, a rapariga das cartas, com tarots a sorrir, a maya, e as imagens da outra maya morta, que eu ali naquele preciso bairro em recente vi, em minha cabeça a bailar, e o prédio dela aqui a arder, depois, e lassie, que mora ali tambem com sua dona

d ep o is da q eu da do cat a l o g o, f o i n ave g ar à pr o cura da t al se r vi top, o u serpente do rato vi top, não de i com d es c r i são ne h uma da em presa, co mo se fa ns t asma f os se o u se t iv ess e to rna do, só uma di rec são al i, por de t rá s da in fan te san to, na pá gina do po rta l de e mp r e sas q ue a pa e tir do no me no m oto r de b us ca s f u i pa ra r, a ra pa riga das ca rta s, com t ar o ts a so rr ira maya, e as i mage ns da o u t ra maya mo rta, q ue eu ali na q eu le pr e c is o ba i ro r em r e c en te vi, em min h a ca beça a ba ila r, e o pr é di o de la aqui a ar de r, d ep o is, e l as si e, q ue mora al i t am b em com s ua dona


Tornado em Santarém, duzentos quilómetros por hora, pernes, areias de baixo, alcanena, casa com telhados do monopólio, a casa do dinheiro, com duas setas em dois vasos de fogo laranja, a tentativa de homicídio, ou da encomenda do homicídio, o carro que vai pela estrada da serpente a duzentos quilómetros horas imagem de referencia que aparece no ultimo video, o ministro pinho, a duzentos e dois, ia ele um dia e foi apanhado, o concorde caido como uma cruz em cima de uma caixa aberta, cento e quinze crianças que ficaram sem telhado mas que não tiveram problemas,, a parede da fabrica caiu que nem folha de papel, dizia a jornalista, a folha sufi, a folha que aparecera de novo na mão de kruchner, cinco minutos de verdadeiro inferno


To rna do em s ana t r em, du zen to s q u ilo met ros por h or a, pe r n e s, a reia s de ba ix o, al can en a, c asa com te l a h d os do mo no poli o, a c asa do dinheiro, com du as s eta s em do is v as os de f o g o l ar anja, a t en t at iva de ho mi c i di o, ou da en c oe mn da do h o mi c i di o, o car ro q ue v a i pe la es t ra da d a se rp en te a du zen t os q u ilo met ros hor as i mage m de r efe ren cia q ue ap ar e ce no u l tim o vi de o, o mini s t ro pi n h o, a du z netos e do is, ia el e um dia e f o i ap anha d o, o c on co r de ca id o co mo uma c ru z em c ima de uma ca ix a ab e rta, c en to e q u in ze c r ian ç as q ue fi car am s em te l a h d o ma s q ue n ão ti vera m pr o b l ema sa ap r de da fabri caca i u q ue ne m f o l h a de pap el, di z ia a jo rna l ista, a f o l h a sufi, a f o l h a q ue ap ar e ce ra de n ovo na mão de k ru che n r, c in co minu t os de v e r dad e i ro in fe r no

kruchner, vira-o ontem de madrugada na net, coma a bandeira francesa dobrada, e um vazo em Y desenhado na cor vermelha, e um papel a quatro branco com a ponta dobrada

K ru che ne r, v ira da sede inglesa circulo em te m de madrugada na net, c oma a ban de ira fr anc e sa do br a d a, e um v a zo em Y de s en h ad o na cor vermelha, e um pap el a q ua t ro br anco com a p on rta do br ad a

Tambem mais ou menos pela mesma hora, um jornalista comentador falava de um treinador que queria ver alterada uma regra do futebol americana, remetia para tom brady, que por sua vez, um link me remeteu para um grupo de músicos num bar que tocavam e cantavam, onde estava um actor, que de certa forma comigo é parecido, com um ar de grande bacilon, um sósia , assim parecia a história contar, o resto eram considerações sobre timming, o que lhe direi, que cada um tem os seus, à medida dos relógios e dos ponteiros que tem ou não, e do dinheiro para os publicar, entre muitos outros factores, isto a proposto da bola não se passar para trás, a precisão da regra é grande, assim me pareceu, mas cada um sabe de si e de seus próprios passos

T am b em mai s o u m en os pe la me sm a hor a, um jo rna l ista co m en t ad or fala v a de um te rina dor q ue q eu ria vera la t rea da um re g ra do f te bo l am erica na, r e me tia para tom br a d y , q ue por s ua v e z, um li n k me r e met eu para um g rup o de mu sic os num b ar q ue t oca v am e can t ave m, onde est av um ac tor, q ue de ce rta forma co mig o é ap ra e cid o, com um ar de g rande bac i l on, um s ó si a , as si m par e cia a h is tó ria c on t ar, o r es to e ram co ns id e rações s ob re tim m ming, o q ue l he di rei, q ue c ad a um t em os se us, a ´m e dia d os r e l o gi s oe dos p on te i ros q ue t em ou não, e do di ne h rei ro para os pub li car, en t re mui to s a o u y ra s f ac tor es, is to a p ro po si to da b ola n ão se passa r para t rá sa pr e c isão da r e g ra +e g rande, as si m me pa e r e cu, mas c ad a um s ab e de si e de se us pr ó pr i os passo s

Sendo que cento e tal crianças remete para um outro acidente de aviação, que não sendo o concorde, na realidade creio por memória que remete para dois, com aviões russos, e crianças que iam a caminho ou vinham de campos de férias, dois estranhos acidentes, assim ficou em memória em meu sentir pensado no que na altura se desvelou, um banho de sangue inocente que alimenta os vampiros, tambem referencia que entrara nos textos últimos

S en do q ue c en to e t al c r ian ç as r e met e para um o u t ro ac i dente de avi a ção, q ue não s en do o c on co r de, na r e la i dad e c rei o por me mor ia q ue r e met e para do is, com avi õ es ru ss os, e c r ian ç as q ue iam a caminho o u vin h am de cam p os de fé ria s, do is es t r anho s ac i dentes ,a s si m fi co ua em mór ia em me u s en tir pen sado no q ue na al tura se d es v e lou, um ban h o de san g ue inc o c en te q ue al i m en ta os v am piros, t am b em r e fe ren cia q ue en t r ar a no s te x to s u l tim os

Hi ts , sai the friends mais desenvolvidos tecnologicamente que mais e melhor espiam, es pe cia primeiro in te rr o ga ac são, maçao, três estrelas de seis pontas inclinadas,

Hi ts , sa it he fr i en ds ma si de s en vo l v id os tec no l o gi cam en te q ue ma si e mel hor es pi am, es pe cia pr i me i ro in te rr o ga ac são, maçao, t r es estrelas de se is p on t as inc lina d as,

A Rainha, a cruz vermelha, o chapéu porco espinho de Camila

A raina h, a c r ux v e me l h ao, o ca peu por co es pei n h o de ca mila


Até me pergunto se a menina não será o Alberto lopes, sabe, estava o senhor, se assim o pudesse tratar, que trás pensamento tão bem acertado mais seus compincha que até se lembraram no excesso de pais, taxar os que querem proceder a adopção, depois lá recuaram, o escândalo seria demais para o partido e coisa e tal das contas avariadas que os levam a mudar de ideias, pois os corações onde pensam , é o que tristemente se vê, lá estava ele inflamado em ps no parlamento, a seu lado , uma senhora, com uma lenço ao alto, que parecia ser um numero de ilusionismo, ou como se tivesse um imenso falo escondido lá dentro, tem cara de garanhão ilusionista, se calhar é mesmo o homem dos cios das ilusões, será capaz menina de criar rendimento por si própria, ser por exemplo patroa de si, ou dará muito trabalho, e a fará muitas vezes cair, como disse já lhe ter acontecido, com arrependimento na face, ou seria no dizer, bravo menina tão pequenina e já trás umas mortes por indução em seu curriculum, e continua impune, que bela é

A té me pr e gun to se a mia nina n ão se rá o al be r tio l o p es, s ab e, est ava o s en hor, se as si m o po du ss e tara t ar, q ue t ra s pen s am en to tão b em ac e rta do ma si se us co mp i n c h as q ue at é se l em br aram no e x c ess o de pa is, t ax ar os q ue q eu r em pr o ce de ra ad p ção, d ep o is l á rec ua ram, o es can dolo se ria d ema is para o p rat id o e co isa a e t a l das c on t as ava ria d as q ue os l ev am a am u d ar de i deia s, p o is os sc o rações onde pen sam , é o q ue t r is te m en te se v ê, l á est v a el e in flama dao em p ´ s no par la manto, a s eu l ad o , u ma s en hor a, com uma l en ç a ao al to, q ue par e cia ser um nu m ero de i lu sio ni s mo, o u co mo se ti v ess e um i m en s oo fal o es condi do l á d en t ro, t em cara de g ar anha o i lu sio ni s ta, se cala h ar é me sm oo h oe m dos cios das i lu s õ es, se rá ca p az me nina de c ria r ren di e mn to por si pr ó pr ia, se r por e x e mp l o pat ro a de si, ou da rá mui to t ra b alho, e a f a rá mui ta s v e ze s ca i r, co mo di ss e j á l he te r ac on tec id o, com ar r ep en de i e mn to na face, ou se ria no di ze r, bar vo me nina tão + e q eu nina e j á t rá s uma s mor te s por indu çao em s eu cu rr i cu l um, e cd on t in ua i mp un e, q ue be la é

A velinha da maya , parece que pegou fogo ao prédio, ali a esquina toda lambida, pois as cartas do taro, os traficantes da televisão, o grupo espanhol, com contas grandes e estranhas, etc, e tc, e t al,

A ve li n h a da maya , par e ce q ue pe g o u f o g o ao pr é di o, al i a es quina toda l am bid a, p o isa s ca rta s do ta r ot, os t raf i can t es da tele visao, o g rup o es pan hol, com c on t as g rand es e est ar n h as, e t ce tc, e t al,

Senhor ministro das finanças, ouvi dizer que queria devolver o um por cent, ao contribuinte, pergunto-me se o contribuinte serei eu, se assim for à laia de indemnização que me é devida, passe-me o cheque em meu nome, como é dinheiro de mais para minhas precisoes, e visto eu trazer um regra sobre o meu próprio rendimento, em forma publica assim e em mais o administrarei, a primeira despesa, vai para corrigir uma coisa que nem lembra ao diabo, se os senhores não tambem o servisse, que até meus olhos me caíram ao chão ao saber que assim estava o assunto

S en hor mini s t ro das f ina s ç as, o u vi di ze r q i ue q eu ria d evo l v ero um por c en t, ao c on t rib u in te, pe r gun to da inglesa me se o cu mp rim en r to se rei eu, se as si m fo ra l aia de inde min i za são q ue me é di v id a, pa ss e inglesa me o che q ue em me u no me, co mo é din he i ro de mai s para min h as pr e co s o es, e vi s to eu t ra ze r um rea g ra s ob reo m eu pr o pr io ren di e mn to, em forma publica as si m e em mai s o ad mi ns t ra rei, a pr i me i ra d es pe za, va i para co rr i gi r uma co isa q ue ne m l em br a ao dia bo, se os s en hor es n ão t am b em o se r iv iss e, q ue at é me su olhos me ca iram ao c h ão ao s ab e r q ue as si m est ava o as sun to

minha amada Mafalda veiga, parabéns pelo novo álbum, que o sucesso te floresça como floreçe tua acertada alma e ser e parabéns pela carreira de vinte anos, assim dizia na tv, quem diria, parece que te vi ontem naquela rua do bairro alto, tu a acabar uma filmagem de um clip, a ires embora, eu a chegar, e uma troca de olhares que em mim desde esse dia a morar em meu coração ficou, parece que foi ontem, razão acertada tens, sobre o chegar e o estar

In h a am ad am a f l ad a v e i g am, para be ns p elo n ovo al bum, q ue o sue ce ss o te flor e c ça co mo f lor e ça t ua ac e rta da alma e ser e para be mn s pe la car rei ra de vi n te ano sa s si m di z ia na tv, q eu m di ria, par e ce q ue te vi on te m na q eu la r ua do ba i rr o al to, tu a ac a bar uma f ila m ge m de um clio, aires em bora, eu ac he g ra, e uma t roca de o l h ar es q ue em mim de s de ess e dia a mor ar em m eu cora ção fi co u, par e ce q ue f o i on te m, ra z ao ac e rat da te ns, s ob reo che g ra e o es t ar

O maior homem da cruz ml, marxista leninista, que era associado em terminologia aos grupos de estrema esquerda, liados ao troskistas e maoistas, apareceu, a moldura do quadro na folha sufi, com o canto virado, que aparecera no jornal na foto da grande e bela manifestação sufi, e tambem aparece em outro lado, a folha dobrada na mão de kruchner

O maio r h o mr m da cruz ml, mar x ista l eni ni s ta, q ue e ra as soci ad o em te r mo no l o gi a aos g rup os de es t r ema esquerda, lia d os ao t ro k sis t as e mao ista s, ap ar e ceu, a mol d ura do q ua dr o na f o l h a sufi, com o can t o vi r ta do, q ue ap ar e ce ra no jo rn a l na f oto da g ar n de e be la m ani fe st a çao s u fi, e t am b em ap ar e ce em o u t ro l ad o, a f o l h a do br ad a na mão de k ru c h ne r

E paulo portas ainda a vibrar, uma nova foto no jornal dava conta da sua sombra como um mascara do diabo espelhada numa parede do parlamento, o diabo do parlamento, o que terá organizado o desvio da correspondência, e as tretas de mentiras e de ocultação, se assim o é, digam-no em forma clara, sejam homens em vez de ratos

E p au l o p orta sa ind aa vi br ar, uma n ova f oto no jo rna l d ava c on ta da s ua s om br a co mo um m as cara do dia bo es pe l h ad a n uma pa red de do par la m en to, o dia bo do par l ema neto, o q ue te rá o r gan iza d oo d es vi o da co rr es pon den cia, e as t rea s de e mn t ira se de o cu l tação, se as si m o é, di g am da inglesa se no em forma clara, se j am h oe mn sm em v e z de rat os

Sexta , chove, é noite, sai para rua descendo à estação, no caminho um presente abandonado, numa caixa quadricular em plástico transparente, quando peguei nela, cai um objecto ao chão, som metálico, apanho-o

Sexta , ch ove, é no it e, as i pa ra rua d es c en do À est a çao, no caminho um pr es en te a ban dona do, numa cia ix a q ua dr i cu l ar em pela s tic o t ra sn s parente, q ua n do pe q e gui ne la, ca i um ob ject o ao ch cão, s om met á li co, ap an h o ingles circulo da onda espanhola

This bronze coin simbolized the strength and power attributed to emperors during the reign of the north and south dynasties between the years nove seis homem forte ingles k mil duzentos e setenta e nove ad, que se traduz em um e quatro, obtendo assim um numero de telefone

T h is br on ze co in s um bo l ize d t he s t ren g t h na d po w e r at t rib u ted to e mp ero r s du ring t he rei gn o f t he no r t h g and s o u t h d y na s ties bet w e en t he y e ra s no ve se is homem forte in g l k es mil duzentos e setenta e nove ad, que se traduz em um e quatro, obtendo assim um numero de telefone

Tinkle would lihe to share with you in the millenarian beleif that accompanues this small object. Our best wishes for dois mil e oito, três pontos de exclamação


T ink le w o u l d li he to s h ar e w it h y o u in t he m ille na r ian be le i f t hat ac co mp anu es t h is s ma ll ob ject. O ur best w is h es f or do is mil e oito, t r ês p on to s de e x c l a mação

Quando agarro isto, om meu chapéu cai ao chao pelo vento, fica com o vaso virado para cima azul, seu interior, depois mais tarde em contra luz, reparo que a imagem do sol que se ergue do mar, o logo do Guimarães, corresponde a um menina com braços abertos de penas para ao ar, estranha impressão desagradável, trepou ao instante em meu coração, depois na ates de entrar na rua do costa, vejo uma massa estranho no passeio em frente a uma das casas já ao pé do palácio, desço, tomo café , aparecem dois rapazes, estrangeiros, chamando a atenção em modo de fala, pedem em sua aparência uma direcção, ritz, como se vai, traduzo do ingles, procurando saber qual o autocarro, um dos rapazes leva a mao ao bolso das suas calças em baixo, altura da anca direita e chocalha o dinheiro, depois mostro ao outro que a paragem fica ali , por debaixo do cartaz do bmw, entre nos e a paragem, um contentor, que é um gerador eléctrico da estação, ou algo assim, depois o rapaz se despede agradecendo , thanks for your haping, pelo meu ping pong relativo à happy, assim fou o sentido, que se começara a desenhar em mim, a este cana toda, thanks for your help, thanks for you happing,

Q ua n do a gg ar o is to, om m eu c g h ap u c aia o ch ao p elo v en to, fi ca com o v as o v ira do para c ima az u l, s eu in te rio r, d ep o is mai s t ra de em c on t ra l u z ,r ep ar o q ue a i mage m do sol qu e se e r g ue do mar, o l o g o do gui mara es, co rr es ponde a um me nina com br aços ab e r to s de p en as para ao ar, es t r anha i mp e r ess ao de as g ra d ave l, t r ep ou ao ins t ante em m eu coração, d ep o is na at es de en t ra rna rua do co st a, v e j o uma massa es t r anho no pa s seio em fr en te a um ad das ac as j á ao p é do pala cio, de ç o, tom o ca fé , ap ar e ce m do is ra p az es, es t ra n geiro s, cc h ama n do a at en c çao em mode o de fala, pede m em s ua ap ren cia uma di re c ção r i t z, co mo se vai, t ra du zo do in g l es, pr cura n do s ab e r q ual o auto carro, um d os ra pa ze s l eva a mao ao ab o l s o das s u as cal ç as em ba i x o, al t ur a da ana ca di rei t q a e ch oca l h ao d ine hiro, d ep o is mo s t ro ao lou t ro q ue a p aa r e fi ca ali , por de ba ix o do ac ar t az do b w n, en t re no sea pa ar ge m, um c on t en tor ,m q ue é um ge ra dor el e c t ric o da e ts a ção, ou a l g o as si m, d ep o is o ra ap z se de se p de a g ra dec en do , t h an k s for y o ur h ap in g, p elo m eu pi n g p on g real tic v o à h a pp y, as si m f o u o s en tid o, q ue se co me ç ar aa de s en h ar em mim, a este c ana toda, t h na k s f o r y o ur h elp o, t h g ak ns f or y o u h ap pi n g,

Um pinheiro de natal, estava numa caixote de lixo da esquina, ao lado da oficina em baixo, onde agora puseram uma porta metálica decorrer, onde aparecera em dia recente o tal computador e uma televisão, natal , ressoava agora em arvore de natal no lixo enfiada,

Um pi n h air o de n at al, est ava n uma ca ix ot e de li c xo da es quina, ao l ado da o fi c ina em ba ix o, onde agora p use ram uma p orta met a l i ca dec or re r, , on d e ap ar e ce ra em dia r e c en te o t ak cm puta dor e uma tele visão, n at al , r ess o a va agora em ar vo r e de na t al no li xo en fia d a,

Depois subi e deu com uma guarda chuva de uma menina aberto no chao frente a casa, como que abandonado, na mesma posição em que o meu ao cair ficara, cor de rosa, cabo, como um gancho, anzol, amarelo, a seu lado, um apela um g ps a um preço ainda mais barato? É por aqui, seiscentos e cinquenta, vi ga tio n s y s te , via verde com gps siga o melhor caminho, gps n drive g c in q u en to , ... apenas noventa e nove, virgule noventa e nove nas nossas lojas, como a evocar o numero das leis da babel, que fora na altura improvisado, que ressoa, em mais uma peça do puzzle que se veio juntar, relativa à parte de um dos vídeos do ultimo tríptico, onde no encoding, ficara por um momento acelerado, e um ouvido em espirito por uma imagem dos amantes dos relógios com quarenta e cinco minutos de cada vez, o juiz da linha, o vai e vem do juiz da linha, o que terá fodido, o que me terá fodido, o juiz da linha, quem é?, quem será?, me recordei ao instante, do enzima de cascais, do outro juiz que se disse ser sem medo, dobre os julgamentos dos generais, e me lembrei do antonio villa lobos, em seu Porche a sair ali do pé do palácio, da gnr em domingo recente, bem como a presença de seu carro, a porta dos combatentes, o tal grupo recreativo aqui do possolo, de onde em dia recente um dos senhores do pr , me falara sobre os cães, depois de relatar o desaparecimento do meu guarda chuva que depois alguém aqui de novo em casa o pusera


D ep o is s u bi e d eu com uma g ua rda ch ua v de uma me ne nia ab e r to no chao fr en te a c asa, co mo q ue a ban don a d o, na me s ma p o si sao em q ue o m eu ao ca i r fi cara, cor de rosa, c ab o, co mo um gan c h o, na zo l, am ar e l o, a s eu l ado, um ap e la um g ps a um pr e ço a in d ama si bara tio? É pr aqui, seis c en toe e c in q u en ta, vi ga tio n s y s te , via verde com gps si g a o mel hor caminho, g ps n dr ive g c in q u en to , ... ap en as no v en ta e n ove, vi r gu le no v en ta e nove nas no s sas l o j as, co mo a evo car o nu m ero das le is da be b el, q ue f o ra na al tura i mp ro v isa do, q ue r ess o a, em mai s uma p eça do p u zz le qu e se veio j un t ra, r e l at iva à par te de um dos vi de os do u l tim o t ri pt i co, onde no en co ding, fi cara por um mo m en to ac e lara do, e um o u vi do em es pei to por uma i mage m dos am ant es dos r elo gi s os com q ua r en ta e c in co minu ts de ca da v e zo juiz da linha, o v a i e v em do j u i z da linha, o q ue te rá f o di do, o q ue me te rá fo di do, o juiz da linha, q eu m é?, q eu m se rá?, me record e i ao ins t na te, do en z ima de ca s ca si a, do outro juiz q ue se di s se ser sem medo, do br e o s ju la g m en t os do s g ene rai s, e me l em br ei do ant on i o vi ll a l o bo s, em s eu por che a sa i r ali do pé do pala cio, da gn r em do mingo r e c en te, b em co mo a pr es en ça de seu car ro, a p orta dos co m bat en t es, o t al g rup o r e c rea t ivo aqui do po s sol o, de onda em dia r e c en te um dos sn hor es do pr , me fala ra s ob reo s ca es, d ep o is de r e la t ar o de as pr e cie e mn to do meu g au ard a ch uva q ue d ep o is al g u e m aqui de n ovo em c asa o p use ra

Ao lado do chapéu, dois saquetes de acido cítrico, com um dizer, não use seringas usadas, ou algo assim, lot zero sete forte quadrado primeiro de setenta e um, val zero seis dois mil e dez, a revisão da concórdia, assim me ficara a ressoar uma estranha linha numa leitura de um jornal, mas nem me recordo no exacto se seria dois mil e des ou dois mil e qualquer outro terminação, lembro-me heroina logo, o chapéu rosa de chuva trás uma etiqueta name maria e , address, rato , o ra, olival, rua do olival, rua do gallo, do azeite, do azeite das massas verdes italianas que eu mostrara na sequência no video

Ao l ad o do ch ap eu, do iss a q eu te s de ac id o c it rico, com um di ze r, n ão ise se rin g as usa d as, ou a l g o as si m, l ot z ero sete forte q ua dr ad o pr i me i ro de set en ta e um, v al z ero se is do is mil e dez, a r e visão da cc on co r dia, as si m me fi cara a r ess o ar uma e ts r anha linha n uma lei ru ta de um jo rna l, ma s ne m me record o no e x ac at o se s e ria do is mei l e d es ou do is me il e q ual q eu r o u t ro t r emi na çao, l em br o circulo inglesa k me h e roi na l o g o, o ch ap eu rosa de ch uva t ra s uma etiq u eta na me maria e , a dd r ess, rato , o ra, o l iva l, rua do olival, rua do g a ll o, do az e i te, do az e i te das massas v e r d es it a li ana s q ue eu mo s t r ar a na se q u en cia no vi de o

Tinkle, na net, encontro, s h o p z illa , o ventre vermelho, a dança do ventre na ilha, roupinhas para danças a dança do ventre, bolinhas , e um jacto foguetão a subir no centro de uma retrete

T ink le, na net, en c on t ro, s h o p z illa , o v en t r v e me l ho, a dan ç a do v en t rena ilha, ro up i na s para dan ç as a dan ç a do v en t re, bo lin h as , e um j at co fo g eu tão a s ub ir no c en t ro de uma r e t r eta

T ink le, l e t do t h is ne y yorque n ad ne w je r se y, s o u t h p a w, a india do d u l do br oo k lin, h os ted b y d avi d c ross,, tod o d bar r y, anda, jo h n b en j amin, um co e l h in h o, de ba ix o de um ch a p eu de ch uva, s o u t h p a w, dá , se rp en te ps circulo do v as o un ds, a india do sul, a india em af ric a, e me s ob rena me mó ria uma linha de um can tor, tu sa is por q u o i mon co eu r est br ise, el e com uma gui t ar ra e um ca pac e te de m ota co mo um be g ro c r ane o, as si m o s en tid o, m eu co ra çao est á par tid o, por q ue o m oto cic li s ta fr n aç es f o i mor to no d ak ar, as si m me di ze s, be la br un i, se rá? E o c li p com o l h in h os aqui em c ima, ac ab o u de s us pira r, e me l em br o u os t r es c l ip meta li c os na par ad a da be la me nina g ra ´ v id a min si t ra das f o rça s ar mad as es pan holas ,T ink le, uma h is tó ira as q ua dr ad in h os in di ana co mp r ad a por a ck me dia em do is mil e see t + in < l e, q ue co rr es ponde aos pr es en t es, a t al m oe da ch ine sa ac ab ad a de en c on t ra r, m ane g m en t ba ck g ro un d e t in l he arcade g am e fe i t o por n am c o em mi l no v e c en t os e no v en ta e t r es, onda um feiticeiro l u ta c on t ra mo sn t ros q ue in v ad em uma al deia, c omo um la bi r n to de o it o ni v e is

Até já

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