terça-feira, junho 03, 2008

Julgamento na câmara clara

J uk l g am en to na ca mara clara

Duas em uma são neste caso a câmara clara

Du as em uma são neste ca s o ac mara clara

Clara é sempre a luz

Clara é se mp rea l u z

A luz que alumia e que torna luminosa a verdade

Al u z q ue al u mia e q ue to rna l u mino sa ave r dad e, o Assis

A bela isis de olhos azuis claros e eléctricos

A b e la i sis de olhos az u is c l ar o see l e c t ric os

Morou aqui em casa em cima de uma cadeira negra de um negro tubarão

Moro u aqui em c asa em c ima de uma ca de ira ne g ra de um ne g ro t u b a r o a

Numa capa da nossa selecção, a dos bandidos , entenda-se para quem andar mais distraído

Nu ma c ap a da no s sa sele sao, a dos ban d id os , en t en da inglesa se para q eu m anda r mai s di s t rai d os

Vinha de braços cruzados, corpo ligeiramente quebrado,

Vinha de br aço s c ru z ad os, cop ro li geira mente q eu br ad o,

Depois tambem na cadeira do negro tubarão, ali ficou um almofada grande branca, com um tecido comprado na loja do santo condestável, em campo de ourique, coisa antiga então, o fio desta história, cayatte e por ai fora

D ep o is t am b em na ca de ira do ne g ro t u barão, al i fi co uu m ala mofada g rande br n ac a, com um tec id o co mp ra dona l o j a do s en to c onde s t ave l, em cam po de o u t rique, co isa ant i ga en tao, o fi o de s ta hi s tó ria, ca y a tt e e por ai f o ra

Olho nos olhos dizia, um expressão que eu e outro no outro lado do rio grande uma vez cunhamos, cunhar uma expressão é só ver no visto, o que é entendido, nada mais
Direitos de autor, puta que vos pariu, se bem que dele deveriam viver, se não fossem bandidos piromanos a tratar deles, como é aqui o caso

Olho sn os olhos di z ia, um e x press sao q ue eu e o u t ro no o u t ro l ad o do rio g rande uma v e z cunha mo s, c un h ar uma e x press sao é s ó v e r no vi s to, o q ue é en t en d id o, n ad a mai s Di rei to s de au o t r, p u t a q ue v os par i use b em q ue del e d eve ria sm s v iv e r, s e n ão f os se m ban di d os piro manos a t rat ra de l e s, co mo é a q u i oca s o

Ah tambem relaçao com a cunha, uma das exploradoras da arca perdida, a do Poeta, se entenda

Vinha assim a bela isis, de nariz rubicundo como bela cleopatra, em mundo dizendo olhos no olhos, como quem dizia, em expressão de fadista bebida em perfume de provocação , como é?, ou como é ó meu, se fosse expressão que cleopatra usasse, o que não é o caso, nao vai com sua veste, demasiado fina

Ah como eu gosto de cleopatra de faca na liga e pelo arrebitado

Vinha as sima be la i sis, de na riz rubi c un do co mo be la cleo pat ra, em mundo di zen d o olhos no olhos, co mo q eu m di z ia, em e x press sao de fadista be bid a em per f u me de pr ovo caçao , co mo é?, ou co mo é o h me u, se f os se e x press sao q ue cleo pr at ra usa s se, o q ue não é o c as o, nao v a i com s ua v este, d ema si ad o fina,

Da fina, a luciana, que giro isto está

A h co mo eu g os to de cleo pat ra de f ac ana liga e pe l o ar rebitado

Belo quadrado de madeira, excêntrico em relaçao ao que lhe está por baixo, a sugerir antigo símbolo e rotação, o tacão geralmente de fina agulha, pronto a bater o chao, ouço sem ouvir as pancadas

B elo, quadrado de madeira, e x c en t rico em relaçao ao q ue l he est á por ba ix o, a su gi r i r a ti g o s im bo le r ota sao, o tacao ge ra le mn te de f ina a g u l h a, pr on to a bate ro chao, o p u ç o se m o u vi ra s p anca d as

Pois, pois, madeira connection

A primeira câmara clara comigo em dia recente se desvelou, num video, que mostrava , digo agora de memória que não vou verificar, não preciso em verdade que sou, ou para os mais tansos, tudo o que agora escrever certamente não contraditará o que já disse, filhos da puta mentirosos e manipulares da verdade, cabrões ilusionistas, pensais porventura que conseguis apagar a luz da verdade, pois pensais e pensai pela ultima vez e morreis , de seguida, assim em Rá vos digo

A pr i mei ra ca mara clara c omo goe m dia r e c en te se d es v e lou, n um v id e o, q ue mo s t rava , di g o Agora de me mór ia q ue n ão vo u v eri fi car, n A o pr e c is o em verdade q ue s o u, ou para os ma s i t an s os, t u d oo q ue Agora es c r eve r ce rta mente n ão c on t ra di t a rá o q ue j á di s se, fil h os da puta m en ti roso se m ani ip u l ar es da verdade, c ab r o es i lu sionistas, p en sais por v en t rua q ue c on se ge is ap a g ar a l u z da verdade, p o is pen sais e pen sai pe l a u l tim o ave z e mor rei s , de se guida, as si m em Rá v os di g o

Eu matt , a Deusa da Verdade e da Justiça e do Julgamento, Casada com Rá, oo Eterno
Assim, diria ou não diria, bela isis

Eu ma tt , ad e usa da V e r dad e e da J us ti do corte do cae do Ju l g am en to, Ca sado com Rá, oo E te r no As si m, di ria o u n ão di ria, be l a i sis

Cumprimentei ontem pelo espirito a bela isis

A do Assis

Cu mp rim en te i ontem pe l o es pei rito a b e l a is sis

Disse-me ela, não quero namorar nem casar contigo

Di z i da inglesa da see e la, n ão q u ero namora rn em ca sar c on ti g o

Eu lhe respondi

Que pena, acho que me perderia nessa sua janela de sua alma, assim se tivesse meus olhos de mesma cor ao lado dos seus, mas é a menina livre de amar quem quiser, ou mesmo de não amar, se tal existe no amor, mas isso saberá Isis cleopatra bem sabido em seu coração, porventura rejeitaria ela algum de seus filhos

Eu l he r es pon di

Q ue pena, ac ho q ue me pe r de ria ne s sa s ua j ane l a de s ua alma, as si m se t ive s se me us o l h os de me sm am cor ao l ad o d os se us, ma sé a me nina li v re de ama r q eu m q u ise r, o u me sm o de n ão ama r, se t al e xis te no ama or, ma s iss o s ab e rá I sis c leo pt ar ab em sa bid o em se u cora çao, por v en tura r e f j e ita ria e la al gum de se us fil h os art e risco

A prova aqui esta no Livro da Vida publicada, falo eu para a minha câmara clara, pois é claro meu coração, e n meu sofá italiano de duas asas carmim, se ve na imagem de meu corpo, a figuração simbólica das palavras do coração, sempre é assim a quem sabe ver e trás os olhos abertos e conhece a luz porque a Ela Ama

A pr ova aqui est ano Li v ro da V id a pub li ca da, falo eu para a min h a cama ra clara, p o isé c l ar o me u cora çao, e n m eu s o fá it al ian o de du as a sas carmim, se ve na i mage m de me u corp o, a figura sao s im bo l i ca das pala v ra s do cora sao, se mp r e é as sima q eu m s ab e v e r e t rá s os olhos ab e r toze c on h e cea l u z por q ue a E l a Ama

Na casa das danças, depois da fala com mark, o are foi mudando nos dias seguidos, agora , ele quase nem mais me olha de frente, já os negócios dos apoios foram feitos, mais uma vez tentam fazer descer o veu da mentira da ilusão sobre a Deusa, desenganem-se, não o conseguirão

N a c asa das dan ç as, d ep o is da fala com mar k, o ar e f o i mu dan do no s dias se guido s, Agora , e la q use ne m mai s me o l h a de fr ente, j á os ne g o cio s d os ap oio s f o ram fe it os, ma si uma v e z t en tam f az e r d es c ero v eu da m en tira da i lu sao s ob rea De uss, de s en gane m inglesa se, n ão o c on se gui ra o

tinha eu acabado de ver o programa onde se dava o anuncio das danças de Alcântara, na outra câmara clara, ali estava ele e o bandido, a puta antonio pinto ribeiro, e de repente no antonio, as marcas se desvelaram

Rinha eu ac ab ad ode vera programa onda se d ava o anu n cio das dan ç as de al can tara, na o u t ra cama ra clara, al i est ava el ee o ban d id o, a p uta an to ni o pi n to rib e i r oe de r ep en te no antonio, as ma rca s se d es v e l a ram

Seu braço direito , seus casaco desenhou um peixe de profundidade, se o olhar me seu rosto, de certa forma ele o é, mas o símbolo que se expressou é mais do que isso

S eu bar ç o di rei to , se us c asa co d es en h o uu m peixe de pr o f un di dad e, se o olhar me s eu ro ts o, de ce rta forma el e o é, maso s im b olo q ue se e x press o ué ma si do q ue iss o

Vinha agora caminhando quando o Espirito me desvelou o resto, me disse, assim, a primeira marca na casa do brás, pressuponho o teixeira, e tenho que pressupor então uma ligação entre os dois, ali às janelas verdes, na cc casa do cio da mna, onde existe um zagalo maior da serpente, vide dalila, que até perdeu sua carreira, não é verdade amada senhora, o preço que pagou ao ajudar, assim é nas vezes a vida, se assim o for em seu coração, sempre minha porta e mesa e leito para si aberta

Vinha a gira caminha n do q ua n d oo Es pi rito me d es v e lou o r e ts o, me di s se, as sima pr i mei ra ma rca na c asa do brás, pr ess u pon h oo te xe i ra, e t en h o q ue pr ess u por en tao uma li g aç sao en t reo s do is, al i às j ane l as bv e r d es, na cc c asa do cio da mna, onda e x site um zagalo maior da serpente, vaso id e dalila, q ue at é pe r de u s ua car rei ra, n ão é v e r dad e am ad a s en hor a, o pr e ço q ue pa g o ua o ajuda rato, as si m é nas v e ze s a v id a, se as si m o f o r em se u cora sao, se mp r e min h a p orta e me sa e lei to para si ab e rta

Se é cruz no bar do rá teixeira, então deverá o senhor se perguntar, se a morte de seu filho bebe por asfixia no leito, não virá de quem depois usou o saber deste facto, para a marca da tal cruz, é o senhor suficientemente crescido, para saber que é assim que os bandidos fazem, os verdadeiros que fazem as asneiras e depois escamoteiam e crucificam outro, o que não diz, neste preciso caso, que tenha sido ele, a mim me aparece ser mais agora neste momento em que lhe escrevo, talvez o acto da ascensão, o factor, a negra incumbência que dá acesso ao clube, e às protecções das carreiras de todos os carreiristas, pense assim, que lá chegará, a verdade, pois como sabe nada acontece por acaso.

Se, é cruz no bar do rá teixeira, o cruz, o produtor na casa do teixeira, claro, en tao d eve rá o s en hor se pe r gun t ra, sea mor te de s eu fil h o bebe b por as fi x ia no leito, n ão vi rá de q eu m d ep o is us o u o s ab e r d este facto, para a mara ca da t al cruz, é o s en hor sufe cie n te m en te c r es cid o, para s ab e r q ue é as si m q ue os ban d id os f az em, os v e rda de i ro s q ue f az e m aa s as ne ira se d ep o is esca mo team e c ru xi f icam, o circulo do outro ro, o q ue n ão di z m neste pr e c is o c as o, q ue t en h a sid o el e, a mim me ap ar e ce ser ma si Agora neste moe mn to em que l he es c r eve o, t alvez o ac to da as c en s sao, o f ac o ra negra i mc um b en cia q ue d á ac x ess o ao c l u be, e as pr ot e cc ç oe es das car rei ra s de todos os car rei r ista s, pen se as si m, q ue l á che g a rá, a verdade, p o is co mo sabe n ad a acontece por ac as o.

Espantoso, o que a verdade nas entrelinhas vai desvelando, agora se estabelece a relaçao com o icam, o tal dr, e tambem o acontece, a ria do carlos pinto coelho e da clara

Contudo um outro teixeira, existe nesta história, um realizador, ligado ao ps, que me apareceu na altura da campanha para as europeias, com um história na sede do rato,, coo o gutierres, um estranha história como de costume e pelos vistos comprida, e com ligação constante que aqui aparece, ao simas, sendo que o simas é da rtp tambem e uma simas aqui por cima desde algum tempo mora, estanhas coincidências de nomes, quem sabe se de família, a menina está ligada ao episódio , via o seu irmão que um dia me bateu à porta com uma história de uma cadela, antes de aparecer o cao, e sendo tambem aqui no prédio ao lado, um homem ligado ao mc, ao circulo da ajuda, do ministério da cultura, deve ser por isso que a pires de lima, aparecia vinda da bruma agora em dia recente a mostrar o seu desacordo com o acordo, pois, a verdade é sempre muito incomoda para os bandidos

Cont u do um outro teixeira, e xis te ne st a h is tó ria, um r e la iza dor, li gado ao ps, q ue me ap ar e ceu na al tura da cam ap n ha para as eu ro pei as, com um h is tó ria na sede do rato,, co oo gutierres, um e ts r anha h is tó ria co mo de co s t ume e pe l os vi st os co mp rid a, e com li g a sao co ns t ante q ue aqui ap ar e ce, ao simas, s en do q ue o simas é da rtp t am b em e uma simas aqui por c ima desde al gum te mp o mo ra, e tsa rn h as co inc id en cia s de no mes, q eu m sabe se de fam i li a, am en ian est á li gado ao e pi s ó di o , v ia o s eu i r mao q ue um dia me bate u à p orta com uma h is tó ria de uma cadela, ant es de ap ar e c ero cao, e s en do t am b em aqui no pr é di o ao l ad o, um h om me li gado ao mc, ao circulo da ajuda, do ministério da cultura, d eve se r p or s sio q ue a pires de lima, ap ar e cia vi n d a da br uma g ar a em dia r e c en tea mo s t ra ro se u d es ac or do com o ac o r do, p o isa v e r dad e é se mp r e mui to inc omo da para os ban d id os

No seu braço esquerdo, as marcas da garra, sendo que o peixe olha da direita para a direita, ou seja mais a direita, e a garra vem e se expressa na esquerda, e sendo que este é um dos casos onde as tolices maniqueistas dos palermas que limitam a consciência espacial, e a aplicam em forma restritiva e balofa, e vazia, as pseudas noções políticas,
É muito útil nesta analise, pois não deixa se reflectir tambem em consideração no plano maniqueistas da esquerda e direita, o que abre aqui outras possibilidades, na relaçao entre o brás e o antónio e obviamente terceiros e quartos

No s eu br aço esquerda as ma rca s da g ar ra, s en do q ue o peixe o l h ad a direita para a di rei tao u Seja ma isa di rei tae a garra v eme se e x press sa na esquerda, e s en do q ue este é um dos c as os onda as to li c es m ani q eu ista s dos pal e r ma s q ue li mi tam a co ns c i en cia Espacial, e a ap li cam em forma r es t ric t iva e balo f a, e v a z ia, as pe s u d os no ç o es poli tic as, É mui to u l til nest a ana lise, p o is n ão de ix a se r e f l e c tir t am b em e mc o ns id e raçao no p l ano m ani q eu ii st a da esquerda e di rei ta, o q ue ab r e a q u i o u t ra s po s sibili dad es, na relaçao en t reo brás e o antónio e ob v ia mente t r e ce i rose q ua r to s, quartos da rosa

Esta imagem espelha, a imagem do antonio espelha em mim, o x que se desvela no meu braço direito, ou seja as marcas, do braço esquerdo do antonio, são as garras que me marcaram o x espelhado em meu braço direito, o peixe de profundidade expresso na imagem do antonio, cruza e espelha, pela sua posição ao boca aberta que mordeu a Y deitada que se encontra em meu peito, ou seja a monica, nessa altura e muitas mais outras a seguir a a atender ao que neste Livro da Vida se Desvela e se Desvelou, nomeadamente outro pedaço, agora no caminho, um pomba esmagada, ali a chegar ao largo do trinta e um da armada, esmagada espalmada nas pedras das calçada, o pomba do radio controlo de Alcântara que foi morta, assim se desvelou pelo espirito, ao momento

Es sati mage mes palha, e sate lite da mage maior da e spa n h o ll da phala, a pala, a i mage m d o antonio es pe l h a em mim, o x q ue se d es vela no meu br aço di rei to, o u Seja as ma rca s, do br aço es q eu r dodo ant on u i o, são as garras q ue me m mara cara mo x es pe l h ad o em me u br aço di rei to, o peixe de pr o f un d id ad e e x press o na i mage m do anto ni, c ru za e es pe l h a, ap e l a s ua p o si sao ao b oca ab e rta q ue mor de ua Y de ita da q ue se en c on t ra em me u pei to, o u seja a mo nica, ne s sa al tura e mui t as mai s o u t ra s a seguir aa a t en de ra o q ue neste Li v ro da Vi da se D es vela e se D es v e lou, no ema damen te o u t ro pr e d aço, a g orca no caminho, um pomba es maga da, al ia che g ra ao l argo do t rin ta e um da armada, es maga da es p l am ad as nas pe dr as das Calçada, o pomba do ra di o c on t rolo de al can tara q ue f o i mo rta, as si m se d es v e lou p elo es pi rito, ao mo m en to

Mais claro julgamento não podia ter sido feito, sendo que a história não termina aqui, pois está com forte probabilidade ligada a tremor na china, o fecho do ciclo e provavelmente com a morte de kennedy, temas que serão abordados em muito maior detalhe proximamente, ou talvez não, pois já o foram em Espirito e o Espirito é sempre o bastante, o necessário e o suficiente!!!! !

M asi ca l ro ju l a g m en to n ão po dia te r sid o fe i to, s en do q ue a h is tó ria n ão te r mina aqui, p o is est á com forte pr ob ab i l i dad e li gado a t r emo s na c h ina, o f e c h o do cic l oe pr ova ave l que mente com a mor te de kennedy, t ema s q ue se ra o ab or dad os em mui to maio r d eta l he pr ox ima mente, o u t alvez n ão, p o is j á o f o ram em Es pi rito e o Es pi rito é se mp reo ba s t ante, o ne ce s sário e o sufe cie en te!!!! !

Basicamente a face do menino no officio ao colo de sua mae, firenza, é parecida com dois , o antónio, e um outro david, italiano, que por cá mora, sendo que a imagem está relacionada com o desenho do rio na china que foi recentemente dinamitado, desvelando que a cobra que ele desenhava, era afinal pertença de um antigo dinaussário

Ba sic a mente a face do me nino no o ff i cio ao c olo de s ua mae, fi r en za, é par e cida com do is , o antónio, e um o u t ro david, italiano, que por cá mor a, s en do q ue a i mage m est á r e la cio n ad a com o d es en h o do rio na c h ian q ue f o i r e c en te mente dina mit ad o, d es v e lan do q ue a cobra q ue el e de s en h ava, e ra a fina l pe r t en ç a de um ant i g o dina us sário

Muito curiosas ligações, sem duvida!

Ou seja china foi, antónio e um outro , o david

A de kennedy, é mais complexa e precisa de maior explicação, e se bem que me disse o espirito em dia muito recente que mais uma vez me tinham roubado algumas notas incompletas sobre este assunto, filhos da puta, ardei!!!! !

A d e k en ne d y, é mai s co mp l e xa e pr e Cisa de Maio r es p l i caçao, e se b em q ue me di s se o es pi rito em dia mui to r e c en te q ue ma si uma v e z me t in ham roubado al gum as n ota s inc o mp l eta ss ob r e este as sun to, fil h os da puta, ar de i !!!! ! do quinto ponto do maçao de los angeles

Calhou logo na primeira noite que no festival entrei, falar com o mark e logo lhe perguntei, então vistes o que se espelhou no antonio, quando com ele estiveste na câmara clara, que não, e depois sabes, mark, o spot das danças de noventa e seis está ligado com a queda das torres, e gentalha houve, certamente que me acusou disso, neles e baseando, e provavelmente a outros, se calhar a ti mesmo?, silencio, que o mark, é mais de pensar e de medir bem o que diz, mas a semente lhe ficara dentro de si, depois se terá espalhado entre o clube, e o clima foi mudando, serão assim tao bestas que pensam que eu trago pele dura como um duro elefante, e que não sei entender do s estados de alma, ou porventura nem nada mais terão ao disfarçar, hoje á saída caminhando na rua a pensar nisto, que estranho é esta gente, em vez de falar em forma clara, assumir a questão debate-la, não logo preferem o zum zum, que dá sempre mais jeito a virar o bico ao prego, e mais uma vez se tenta incriminar o outro, ou eu para ser claro como a mais clara agua, clara agua, quem diria, se ainda me surpreendesse, depois apareceu o bombeiro do inferno, o antonio, por lá duas noites já eu o vi, uma delas sentado, a cabeceira da grande mesa do clube dos subsídios dependentes, da carreira das artes, de todas as artes, acrescente-se e de todos os favores e de toda a treta, vinte anos depois, se discute as mesmas questões sobre produção aritistica, o mesmo diagnostico, a mesma ausência de passos, que a modificassem, prova provada, do gabarito

Ca l ho u l o g on ap rim e ira no ite q ue no f es t iva l en t rei, f al ar com o mar k e l o g o l he pe r gun te i, en tao vi s te s o q ue se es pe l h o un o antonio, q ua n do com eel e est iv es te na ca mara ca l ra, q ue n ão, e d ep o is s ab es, mar k, o s p ot das dn as ç as de n ove nat e se is est á li gado com a q eu da das to rr es, e g en t alha h o u ve, ce rta e mn te q ue me ac us o u di s so, nel es e ba sean do, e pr ova v el e mente a outros, sec a hara a ti me sm o?, si l en cia o, q ue o mar k, é mai s de p en sar e de me di r b em o q ue di z, masa se mente l he fi cara den t ro de si, d ep o is se te rá es pal ç h ad o en t reo clube, e o c lima f o i mu dan do, se ra o as si m tao best as q ue pen sam q ue eu t rago pe le du ra co mo um du ro el e fante, e q ue n ão se i en t en d er do s est ad os de alma, ou por v en tura ne mn ad a mai s terao ao di s f ar ç ar, h oje á sa id a cama in h ad o na rua a pen sar ni s to, q ue est r anho é esta g en te, em v e s z de f al r em forma clara, as sumir a q eu s tao de bate inglesa de la, n ão l o g o pr efe r emo z um zu m, q ue d á se mp re mai s je i to a vi ra ro bico ao pr ego, e ma si uma v e z se e t ren t a inc rimi n ar o outro, o u eu para ser claro c omo a mai s clara agua, clara agua, q eu m di r ia, se ainda me s up r e sn d es se, d ep o is ap ar e ceu o bo me br i ro do in fe r no, o antonio, por l á du as mn o it es j á eu o vi, uma de la ss en t ad o, a cab e ce ira da g rande mesa do c l ub e dos s ub si di os d ep en dentes, da car rei ra das art es, de todas as art e sa c r ec sente da inglesa da k se e de todos os f avo r e, s e de toda a t r eta, vinte ano s d ep o is, se di cute as me sm as q eu st ó es s ob re pr o du ça ari t is tica, o me sm o di g ano s tico, a me sm a au s en cia de passos, q ue a mode di fi ca s sem, pr ova pr ova d a, d o g aba rito

Trago eu muitas letras sobre o festival, que serão ou não em sua integra escritas em papel e publicadas ou não, a ver iremos, para já fica aqui a pergunta a tao brilhantes luminárias artísticas, especificamente a antonio pinto ribeiro, o que um rapaz tao sabedor, de teoria das artes, tem a dizer a esta imagem e este ver,
Deverei levá-lo em Rá de imediato para o inferno eterno sem remissão, queimá-lo de vez em fogo lento ou rápido, reduzi-lo as cinzas?

T ra s goe u mui t as l e t ra ss ob reo f es t iva l, q ue se ra oo un ão em s ua in te g ra es c rita s e m pa ep l e pub li ca d as o u n ão, ave r ire mo s, para j á fi ca aqui a ap e r gun t aa tao br ilha n t es luminária s art is tica s, es pe c i fi cam nete a antonio pinto ribeiro, o q ue um ra p az tao s ab ero r, de teo ria das rat es, t ema di ze ra esta i mage me este v e r, D eve rei l evá inglesa l o em rá de imediato para o in fe r no e te r no se m r emi s sao, q eu imá ingles l o de v e z em f o g o l en to ou rá id o, red u z i inglesa l o as c in za s?

O que é o que o senhor tem a ver com o rapto de meu filho?

Calculo que o saberá, certamente, se bem que sempre me surpreenda a tremenda hipocrisia, quando ainda trago a ingenuidade de o perguntar, parece que vivem todos em marte, ninguém sabe, ninguém ouvi falar, o que é redonda mentira que se desvela, quando chega a precisa altura normal, quando alguém nos fala de um problema, que é assim, relembrando os bandidos, na expectativa que ainda se componham, vou-te ajudar, olha vou-te ajudara assim e assado, não te preocupes, estou contigo e vou-te demonstrar, pega a minha mao ou mesmo a minha espada, cabrões, filhos da puta, sem coração!!!!

O q ue é o q ue o s en hor t e m a ve r com o ra pt o de me u fil h o?

Ca l culo q ue o sa be rá, ce rta e mn te, se b em q ue se mp re me s up renda a t r emenda h ip o cris ia, q ua n do a inda t r ga o a in g en u id ad e de o pe r gun t ar, pa rac e q ue v iv em todos em mar te, nin g eu m sabe, nin g eu m o u vi f al ro q ue é redondo, men t ira q ue se d es vela, q ua n do che g aa pr e Cisa al tura no r mna l, q ua n do al gume no s fala de um pr o b l ema, q ue é as si m, r el em Brando os ban di d os, na e x pe c t a t iva q ue a inda se co mp om n h ma, vo u ingles da te ajuda ro l h a vo u inglesa te ajuda ra as si me as sado, n ão te pr roc up es, est o u c on ti goe vo u da inglesa te demo sn t ra r ap e h g aa min h a mao ou me sm o a min h a es pada, c ab ro es, fil h s o da puta, se m cora sao!!!! Do quarto pn to de los ang k l es, ang k

A tal da servitop, a tal serpente topo das danças, a tal da cargas nacionais e internacionais, essa sim teve diversos desenvolvimentos, a meus olhos muitos mesmos, que serão ou não desvelados em forma publica, lá se desenrolou o fio pelas natas, ou pela nata da madeira, e do grupo ligado ao lux, onde o antonio tambem milita, como nas ligações ao bloco de esquerda, maravilhosa maravilha, bandidos de todas os quadrantes políticos, logo ali, se desenhou a vingança, esse era claramente um dos sinais da mudança do clima, que ali na casa das danças dançava no ar

A t al da se r vi top, a t al se rp en te to po das dan ç as, a t al da carga s na cio na ise ine t rna cio na is, ess a si m teve di versos de s en vo l vi e mn to sa me us o l h os mui to s me sm os, q ue se ra oo u n ão d es vela d os em forma Publica, l á se de sem rolo u o fi o pe la s natas, ou pe l a nat a da madeira, e do g rupo li gado ao l ux, onda o antonio tam b em milita, co mo nas li g aç o es ao b l oco de s q eu r f d a m ari vo l h oso mara v ilha, ban di d os de todas os q ua dr ant es poli tico s, l o goa li, se de s en h o ua vi n g an ç a, ess e es ra clara mente um dos sin a is da um da dança do c lima, q ue al i na cas da as dan ç as se dan c ava no ar

A puta da conversa com a maria de Assis e o menino das danças no alentejo na noite da dança da argélia sobre a puta do Agora, o rui marques entre outros assuntos, como o rapto de meu filho, e onde o espirito me desvelara, os quatro rectângulos brancos sobre preto lado a lado, do qual saiu os cornos que se espetaram no carris, que deve ser o de Espanha, ou seja o ac ao bum, o sexo, e logo depois saindo do galinheiro, dei com director do s carlos, que aparecera de novo em dia anterior no jornal, o horta irmão do pintor que vira com o antonio na tarde do cam a comer o bolo do ceu com os intertiscios, ou seja o antonio, como o rato do interstício, onde aparecera os seis em três numa foto de um jornal em alto contraste pendurado numa arvore do jardim, relaçao com o grupo da revista contraste, etc, elementos no Livro da Vida, sendo que aos seios voltarei, pois está relacionado tambem com kennedy, e sendo que a vingança que se desvelou no corte das letras do parágrafo acima terá a ver com a morte da senhora goesa jornalista que agora se foi

A p u t ad a c on v e r sa com a maria de as sis e o me nino das da sn ç as no al en tejo na no ite da dan ç a da ar g é l ia s ob rea puta do Agora, o rui marques en t reo u t ro s as sun to s, como o ra pt o de me u fil h oe onda o es e p i e i to me d es v e lara, os q ua t ro rec tan gulas br anco s so br e preto l ado a l ado, do q ual sa i u os co rn os q ue se es peta ram no car r is, q ue d eve ser o de esa pn a h, o u Seja o ac ao b um, o se xo, e l o g o d ep o is sa indo do gali n he rio, dei com di e rc tor do s car l os, q ue ap ar e ce ra de n ovo em dia an te i ro no jo rna l, o horta i r mao o d pi n tor q u e v ira com o antonio na t arde do cam, onda ap ar e ce ra os se is em t r es numa f oto de um jo rna l em al to co ns t ra s te pen du r q ad o numa ar vo red o jardim, relaçao com o g rup o da r e v ista c on t ra s te, e tc, el e m en to s no Li v ro da Vi da, s en do a q ue aos se is vo l ta rei, p o is est a ´ r e la cio n ado t am b em com k en ne d y, e s en do q ue a vi n gan ç a q ue se d es v e lou no cor te das l e t ra s do para g raf o ac ima te ra ´ ave r com a mor te da s en h ro a goe sa jo rna l ista q ue Agora se f o i

Filhos da puta, não preciso eu de beijos de quem me crava desde sempre punhais e pega fogo a fogueira, nem minha auto estima depende de vossos abanares de pestanas a meu passar, sejam homens , ou seres, ou qualquer coisa....

Fil h os da puta, n ão pr e c is o eu de bei j os de q eu m me c rava d es de se mp r e p un h as i e p ega f o g o a fo ge u ira, ne m min h a au to est ima d ep en de d e v ossos ab ana r es de pestana s a me u passa r, Sej am homens , o u seres, ou q ual q eu r co isa....

Passei pela spa depois de quase um ano, ao que parece teria a receber uns pózinhos em direitos distribuídos da forma ladra em que os fazem

Pa s sei pe la spa de po s de q u ase um ana o, ao q ue par e ce te ria ar e cebe r u ns p oz in h os em di rei to s di s t rui bid os dd a forma l ad ra em q ue os f a z e m

Mais um vez , lá estava a tentativa de me descontar sessenta e tal euros em duzentos e oitenta ou por ai, relativa a peritagem do roubo, que eles mandaram fazer por conta própria, sem me consultar previamente sobre a despesa, eu lhes disse na contabilidade, depois de conversar com dois senhores que estavam ser atendidos, e lhes ter dito, cuidado, que aqui tambem moram os bandidos, portanto estar à espera que os bandidos defendam vossos interesses, é capaz de não ser muito funcional

Mai s um v e z , l á est ava a t en t a iva de me d es c on t ra se s en ta e t al eu ro se m du zen toze o it ren ta ou por ai, r e l at iva a pe rita g em do ro ub o, q ue el es man da ram f az e r p or c on ta pr ó pr ia, se m me c on sul t ra pr e cia mente s ob r e a d es pe za, eu l h es di ss e na c on t a bil i dad e, d ep o is de c on v e r sar com s o is s en h ro es q ue est av ama ser at en di d o se l h es te r dito, cu id ad o, q ue aqui t am b em mor am os ban di do s, p orta n to e ts sara es pera q ue os ban di do s d efe n demo s v ossos in te r ess e, é ca p az de n ão ser mui to f un cio n al

Com que então, renda do tó zé brito, muito bem, ou melhor, muito mal!

Sobre o presidente estar a mentir, é muito normal em pretensos presidentes, e aqui nesta história, muitos há, contudo o que vai nas veste da presidência, aqui, nesta terra de bandidos sem lei, tambem acabou mais uma vez de mentir, e no final do texto lá iremos

S ob reo pr es i dente est ar aa m en tir, é mui to no r ma l em pr e t en s os pr es id dentes, e aqui ne st a h is tó ria, mui to as h á, c on tudo o q ue v ai n as v este da pr es id en cia, aqui, ne st a te r ra de ban di do ss em lei, tam b em ac ab o u ma is uma v e z de m en tir, e no f ina l do te x to l á ire mo s

E disse a menina, olhe onde está o resposta as perguntas que deixei por escrito,? Não responderam, já vai para um ano, portanto não há desconto,

E di s sea menina, o l he onda est á o r es posta as pe r gun t as q ue au id ei ce ip por es c rito,? N ão r e ps on de ram, j á v a i p para um ano, p orta n to n ão h á d es conto,

Depois fui ao outro edifício, falei ao telefone com uma da senhoras secretarias da administração, que não sabia do papel, mas chegou, transitou, voou, mistério transcendente, de todas as normais corrupções, depois apanhei a senhora a mentir, disse-me que tinha já ali ao momento perguntado ao departamento e o departamento me confirmou ali ao momento, que ela não o tinha feito, e ainda se pretendeu irritar a senhora, chamei a outra secretaria da administração, lá desceu cá baixo, eu lhe disse, ah é a senhora, ainda agora saiu e tornou a entrar, saíra pela porta de vidro principal e entrara pela lateral, veio-me cheirar , foi, que não vinha fumar um cigarro, mas estava frio, curioso, nem três segundo demorou na voltinha, e lhe disse, então, a sua colega é mentirosa, e lhe fiz demonstração, que difícil a senhora concordar com o evidente, até que lhe disse, não ensina a seus filhos a diferença entre mentira e verdade, aí sim, lá concordou, e como a outra sua colega mem mentiu, e que portanto não tenho mais confiança nela a partir deste momento de nov olhe pergunto o que a ela perguntei, é possível falar com alguém da administração, que nao, a mesma história, nunca estão, vao sempre de viagem, coisa e tal, ainda por cima cobardes, e depois disse, quero saber do papel, porque razão um ano depois ainda não fui respondido, ah andamos agora a fazer um mecanismo para a distribuição dos direitos, espantaram-se meus olhos perante tal dizer, será que descobriram a pólvora e se emaranharam, na esfinge, ladroes, e depois quero marcar um reunião, e para que efeitos, para diversos, primeiro para saber o que respondem a acusação de cobrirem uma edição pirata com o conluio dos piratas do palácio foz, e já agora, está ver a qui na revista, este bandido que agora fui chamada a colaborar com a direcção, como especialistas, de roubos acrescente-se, o to ze, assim é mais simples falo com os bandidos todos de uma vez, é que o senhor era o responsável pela editora que fez a publicação, como ve nada espantoso, juntaram-se todos e tudo, certamente para melhor a todos roubar, especialistas em roubo, acrescente-se

D e p o is f u iao o u t ro e di fi cio, fa lei ao tele f one com uma da s en h ro as secreta ro as da ad min si t raçao, q ue n ão sa bia do pa e ps l, ma che g o u, t ra ns it o i u, vo u o, mis te rio t ra sn c en dente, de todas as no r ma si co rr up ç o es, d ep o is ap anhe ia s en h ro aa mentir, di s se da inglesa me q ue tinha j á al i ao mo m en to pe r gun t ado ao de pa rta mente e o de par tamen te me c on fi mo u a li ao mo m en to, q ue lea n ão o tinha fe i to, e a id dna se pr e t en de u i r rita ra s en h ro a, c h ame ia o u t ra sec r t aria da ad mi ns t raçao, l á d es ceu c á ba ix o, e u l e h di s se, a h é a s en hor a, a i dna Agora sa i ue tor no ua en t ra r, as ira pe la p orta de vi dr o pr nci ip pal e en t ra r a pe l a l a te real, veio da inglesa me che ira r , f o i, q ue n ão vinha f uma r um c iga r ro, ma s est ava fr io, c u r io s o, ne m t r es se gun do demo ro un a vo l tinha, e l he di s se, en tao, a s ua co l ega é m en ti rosa, e l he fi z demo s t raçao, q ue di fi cila s en hor a c on co rda r com o e vidente, at é q ue l he di s se, n ão en sin aa se us fil h os a difer ne ç a en t r e m en t ira e verdade, a í si m, l á c on co r do ue co mo a o u t ra s ua c ole g a m em e mn ti ue q ue p orta n to n ão t en h o mai s c on f ina ç a ne l aa par tir d este moe mn to de no v l he pe r gun to o q ue a el a pe r gun te i, é p os si v el f al ar com al g eu m da ad min s t raçao, q ue n ao, a me s ma h si to ria, nunca es tao, vao se mp r e de vi a ge m, co isa e t al, a inda por c ima co bar d es, e d ep o is di s se, q u ero s ab e r do pa ep l, por q ue ra z ao um ano d ep o is a inda n ão f u i r es pond id o, a h anda mo s Agora a f az e r um meca ni sm o para a di s t rui bi sao do s direito, es pan t aram da inglesa se me us olhos pe rta n te t al di ze r, se rá q ue d es co br iram a p o l vo ra e se ema r anha ram, na es fi n ge, l ad ro es, e d ep o i q u ero ma rca r um re u ina o, e para q ue efe i to s , para di versos, pr i e mr ia o para s ab v ero q ue r es pond ema ac usa o de co br i r em uma edi sao pi rata com o c on lui o do spi rta os da pal cio f oz, e j á Agora, est á ve r a qui na revista, este ban di do q ue Agora f u i ch am ad aa c ola bor ar com a di rec sao, c omo es pe cia l i sta s, de ro ub os ac r es c en te da inglesa se, o to ze brito, as si m é ma si simples f al o com os ban di d os todos de uma v e zé q ue o s en hor e ra o r es ponsa v e l k pe l a edi tora q ue fez a pub l cia sao, co mo ve n ad a e ps nat os e o, juan t aram da inglesa se todos e tudo, ce rta mente para mel hor a todos ro ub ar, es pe cia l ista s em ro ub o, ac r es c en te da inglesa se

Chegou no entretanto o presidente da spa, numa carro, imagine-se lá de quem, uma kangoo da nova imagem com os quatro piscas a piscar, lá tempo tem o senhor para trabalhar para a nova imagem, mas para atender os autores e cooperantes da cooperativa , não tem não, como as putas da ar, metade delas ao que parece, vinha no jornal, ou mais de metade, trabalham em outros bordeis, nem putas exclusivas são, e oitocentos milhões de euros mal agasto, dizia o tribunal de contas pela enésima vez, e o almerindo ingenuamente a se perguntar por que razão uma queixa sua sobre um enorme cambalacho na aquisição de equipamentos , não tinha sido investigado, não sabe porque, pela mesma razão que explicava a senhora mariana da sap, moram ali ao lado da pj, devem passar uns envelopes na hora de almoço, pois há mais de três anos que lá foi para explicar os roubos aqui na sociedade e sabe nem me receberam, e depois arquivam as queixas todas que eu apresento, filhos da puta, bandidos sem lei e dos piores, pois trazem o distintivo dela!!!! !

Che g o un o en t r eta n to o pr e side ente da spa, n uma car ro, i mag ine da inglesa se l á de q eu m, uma k ang oo da n ova i mage m com os q ua t ro pi s ca s a pisa car, l á te mp o te m o s en hor para t ra ba l h ara para a no v a i mage m, mas para a ten der os autores e c oo pera n te s da c oo pera t iva , n ão te m n ão, c omo as putas da ar, meta de d e la s ao que par e ce, vinha no jo rna l, ou mai s de met ad e, t ra ba l ham em o u t ro s bor de is, ne m putas e x c lu s iva s são, e oi to c en t os mil h o es de eu ro s mala g as to, di z ia o t rib ua nl dec contas on t as pela ene sic ma v e ze o al mer indo in g en ua mente a se pe r g un at r por q ue ra z áo uma q eu i z xa s ua s ob re um en o r me cam bal h ac h o na a q u isi sao de eu q ip a m en to s , n ão tinha sid o in v est i gado, n ão s ab e por q ue, pe la me s ma ra z ao q ue e x p l ica v aa s en h ro ama riana da sap, mor am a li ao l ad o da pj, d eve m passa r u ns en v e lopes na hor a de al moço, p o is h á mai s de t r es ns o q ue l á f o i p ar a e x p l i caro s ro ub o sa qui na soci e dad ee sabe n em me r e cebe ram, e d ep o is ar q u iva sm as q eu ix as todas q ue eu ap r es en to, fil h os da puta, ban di d os se m lei e dos pi o r es, p o is t ar z emo di s t in t ivo de l a!!!! !

Do octógono do seth, me disse agora o espirito, do vaso do octógono do seth do vao, o ex presidente

D oo ct o g on o do seth, me di s sea Agora o es pei rito, do v as o do octo coto g on o do seth do vao, o ex pr e sid dente

Olhava a escultura na parede, e me dizia, está tudo aqui dito, a mao aberta, trás um, a, em seu meio na palma disposta, um, a, de autor, que ressoa na mao e nos tempo de agora, visto o lagoa, o ter feito há muito tempo trás, na arroba da Internet, e depois por cima , o olho de horus, ou sej a rede da net dos bandidos falsos adoradores de horus, que Rá os queime a todos,

O l h av aa es c uu ra na ap rede, e me di z ia, est á t u do aqui dito, a mao ab e rta, t ra s um a em seu mei o na Palma di s posta, um a de au tor e, q ue r ess o ana mao e no s te mp oe dega or, vi s to o l o g ao a te r fe i to h á mui to te mp o ra s, no ar ra bo da ine t r ene te d ep o is por c ima , o l o h ode horus, ou Sej a red dd e d a ne t dos ban di do s f al s os ad o ra dores de horus, q ue Rá os q eu i me a t o d os,

E não é que no dia seguinte, ontem quando fui de novo a procuradoria, no metro, um jornal gratuito dava conta que ao que parece os estúdios da universal, tinham ardido,

E n cão é q ue no dia se gui n te, on te m q ua n do f u id e n ovo a pr o cura doria, no met ro, um jo rna l g ar t u i to dava conta q ue ao que par e ce os est u di soda universal, t in h ama ar dido,

Se a policia não fosse tambem bandidos, aqui, como se ve, que os prendem por fogo posto, se não talvez a universal os prenda e lhe peça a indemnização, embora quem devesse prender a universal, seja eu, pois me roubaram

Sea poli cia n cão fs se t am b em ban dido s, aqui, co mo s eve, q ue os pr en de m p or f o g o p os to, se n ão t alvez a u in v e r sal os pr en da e l he p eça a inde mini z a sao, em bora q eu m d eve s se pr en de ra universal, Seja eu, p o is me ro ub ar am

Na rádio, rhianna, fala que seria bom ficar debaixo do chapéu de chuva dela, e que se lá ficasse, nada de mal aconteceria, ah rhianna, bom, bom mesmo bom, e o único meritório, pela vontade, seria beijar-vos, à chuva ou debaixo do sol ou das luas e da estrelas, que eu gosto muito de andar a chuva e tudo e ver os seios de minha mada assim por ela e com ela se desenharem, é muito excitante.

Na rá di o, r h ian anna, fala q ue se ria bo m fi car de ba ix o do c h ap eu de c h uva de la, e q ue se l á fi ca s se, n ad a d ema l ac on tec e ria, a h r h inana, bo m, b om me s mo b om, e o úni co mer i to rio, pe l aa s v om n t ad e, se ria bei j ar do inglês v o sa c h uva ou de ba ix o do sol ou das l ua se da e ts r el as, q ue eu g os to mui to de anda ra cu h v a e tudo e v ero s se is de min h a ma d a as si m p or e la e com e la se de s en h ar em, é mui to e x cita n te.

Verificai a verdade que vos digo , vide a gravação da câmara clara, programa da tv 2, e perguntai também se não andaram já a fazer rotoscopia por cima a apagar o que o Espirito desvelou e depois vao prende-los se ainda houver policias honestos

V eri fi c aia verdade q ue v os di g o , v id e a g rava sao da cm ar a clara, pr o g rama da t vaso segundo, e pe r gun ta i t am b en se não anda ram j á a f az e rr oto s co pi a por c ima a ap a g ar o q ue o Es pi rito d es v e lou e d ep o is vao pr e dn e inglês l os se a inda h o u v e r p o l i cias h one s to s


Palavras para quê, se uma imagem fala mais do que mil palavras, vide como este senhor aparece sempre nos últimos tempos com uma expressão que lhe desvela por inteiro, a intranquilidade em sua alma, se a tivesse, e como está muito preocupado, deverá estar visto ser um dos bandidos, e cobridor dos que abusam de crianças, visto ainda não ter tido nenhuma palavra dele como resposta as muitas perguntas que lhe tenho vindo a por sobre o rapto de meu filho, olho para este homem, e vejo nele , o personagem do tira linhas, ainda assim vais acabar se não arrepiar caminho, mas não desiste, trás muitos sobre a sua negra asa que cobre negras desgraças e pútridos segredos, mas cairá, e mais cairá quanto mais tempo demorar a fazer a sua confissão e a arrepiara o mau caminho por onde vai, mais umas pedras rolaram em lisboa, no festival, e seu genro um dos grandes bandidos desta área, cheio mas cheinho de culpas, e sabe ele disso, mas prefere manter o silencio e não cumprir as duas funções, e não responder a um Pai a quem trazem o filho e os seus direitos sonegados vais quase para três anos

PUM; PUM; PUM, penas e alcatrão para cima de seu coração, se ainda o tiver

Pala v ra s pa ra q u ê, se uma i mage m fala mai s do q ue mil pala v ra s , v id e co mo este s en hor ap ar e ce se mp r e no s u l tim os te mp os com uma e x press sao q ue l he d es vela por in te i ro, a in t ra n q u i li dad e em s ua alma, sea t iv ess e, e co mo est á mui to pr e o cup ad o, d eve rá est ar vi s to ser um dos ban di d os, e co br id or d os q ue ab usam de c r ian ç as, vi s to a inda não te r t id on en h uma pala v ra de l e co mo r es posta as mui t as pe r gun t as q ue l he t en h o v indo a po r s ob reo ar pt o de me u fil h o, o l h o para este h omem, e v e jo ne l e , o pe r son a g em do t ira linha s, a inda as si m v a is ac ab a r se n ão ar r e pi ar caminho, mas n ão de sis te, t rá s mui to s s ob rea s ua ne g ra asa q ue co br e ne g ra s d es graças e p u t rid os se g red os, mas ca irá, e ma si ca irá q ua n to ma si te mp o demo ra r a f az e ra s ua c on fissão e a ar r e pi a ra o m au caminho por onda v ai, ma si umas pe dr as rola ram em lis boa, no f es t iva l, e seu g en ro um dos g rand es ban di d os d est aa rea, che io mas che in h ode c u l p a se sabe el e di s so, ma s pr efe r ema net ro si l en cio e n cão cu mp r ira s du as f un ç o es, e não r es po dn e rea um Pai a q eu m t ra z emo fil h o e os se us di rei to s son e gados vaso is q u ase para t r es ano serpente

PUM; PUM; PUM, penas e alcatrão para cima de seu coraçao, se ainda o tiver

num texto maior , está uma explicação do que se amnifestou nesta foto, visto o ter escrito ontem, é uma oraçao sobre o cancro e a morte e de cmo o peso do corpo se desiquilibra se um lado mais crece que o outro, ou uma celula, que de repente desata a crescer sem ter em conta nem o tamanho nem a necessidade das outras com que convive, neste caso , a direita que masi cresce, desiquulibra a esquerda, curioso contraponto da balança

nu o primeiro texto do rato do Maio, o luis, coleguinha do genro deste senhor, est , primeiro acento primeira e x p primeiro caçao do q ue da se da manha mn ni forte espanhol do vaso do to da festa f oto, vi s to circulo da teresa , dos escritos, do es circulo do Rito on te mé primeira oraçao, ou circulo do rá da raçao, da serpente do tam ao pão reo can circulo do ro e à mor te e de cm circulo peso, da moeda pesos, do corp circulo se de si q ui libra , se primeiro ado mai serpente circulo rece q ue do circulo do outro , primeira celula q ue de rato ep pen te de sata ac rato espanhol do circulo do rato s em te em conta nemo tam anho n ema da necessidade, das o u t ra serpentes com quem convive, neste, ninho circulo as da primeira da direita, q ue maior si circulo es da ce de sic do comboio, a libra, ou sej a inglesa à es q ue rda, circulo ir rio serpente do circulo cntraponto, mu sic al da balança, ou seja da lei


qq v r x rc do primeiro rato

n c s kapa x z