quinta-feira, julho 03, 2008

Do video ultimo, analise em maior detalhe, da história que ele conta

Do vaso da id e o vaso do primeiro tim o, ana lise em maio rato dia eta primeiro homem ingles, da h is s eta da cruz ria quadrado eu do el e conta

A vareta do par da ar, o para do par da ar, por debaixo do rectângulo visível é
Tres menina de escola, agarradas ao varão da porta dos fundos do eléctrico
Na calçada do combro, lugar de antigos conhecidos abusos infantis
Vinham loiras de preto ondeando até mim
Pelo jardim secreto na véspera do fim
Um reflexo de luz, no edifício das janelas quadradas
Ao pé da igreja
Um reflexo na palavra secreto

A v arte do par da ar, o para do o par da ar, por de ba ix o do rec tan gula v isi v el é
T rato espanhola menina de es c ola, a garra d as ao vaso arao da p orta dos fun do se rie di gi cruz primeira norte sul sid do circulo uk eléctrico
Na calçada do c om br o, lu g ar de ant i g o sc on he cid os ab us os in fan ti sd
V in ham loi ra sd e pr e to on dena do at é mim
Pe dez, primeiro circulo do jardim sec r e to na v es pera do fi maior
Um r e f l ex o de luz, ni o edi fi cio das j ane la s q ua dr ad as
Ao pé da igreja , vaso maior dom r e f l e xo na pala v ra sec rato teo

No olhos toucas tinham
Reflexos de um jardim
Que não o por onde vinham
Na véspera do fim

Mas passam
Nunca me viram
E eu quando sonhei afim
A essas que se partiram
Na véspera do fim

Sei que nunca terei o que procuro
E que nem sei buscar o que desejo
Mas busco insciente o silencio escuro
E pasmo do que sei do que não almejo

Já não vivi em vao
Já escrevi bem uma canção
A vida o que tem
Estender a mao a alguém
Nem isso não



No olhos to u c as t in ham R e f lex os de um jardim Q ue en cão o por onda vin ham Na v es pera do fi mna s pa s sam n un ca me v iram e eu q ua n do son hei ra fi ma es sas q ue se par t iram na v es pera do fi ms e i q ue n un ca te rei o q ue pr o curo e q ue ne ms e i b us car o q ue de se j o ma sb us co i ns ce in teo si l en cio es curo E pa serpente do mo do quadrado da ue se id o quadrado da ue en cão ni norte sul me jo J á n ão v iv i em vao J á es c r e vi b em uma can sao A vi id a o q ue te m Es ten de ra mao a norte sul gt circulo eu maior ne miss circulo n vaso da são


O ponto do e x c la maçao dentro o triângulo de fogo branco debruado a vermelho cuja ponta , aponta ao circulo quarenta na esquina do prédio arredondado, como uma lombada com quadro secções, que oscilou na paragem e no guincho dos travões

Só o escrever bem uma canção

O p on to do e x c la maçao d en t ro o t r ian gula de fogo br anco de br ua do a vermelho c u j ap ponta , ap on t aa o circulo q ua renta na es q u e ina do pr é di o ar red dn don dad o, co mo uma lomba da com q ua dr ro sec ç õ es, q ue os ci dez vaso na para ge me no guincho do serpente cruz ra vo es

S ó o es ce r v e r b em uma cna sao

Da p do triângulo da passa na eira do home redondinho que le o jornal à porta da caixa geral dos depósitos, e que ve o reflexo da luz por detrás das folhas do livros da rua do pide do teatro, onde o eléctrico faz um som de comboio, a confirmar as palavras recentes aqui descritas sobre a visao que as belas bailarinas argelinas em sua peça de dança me mostraram em dia recente no festival da ponte, ponte entre todas as direcções do mundo

Da p do t rian gula da passa na eira do home red don din h o q ue leo jo rna l ``A p orta da caixa ge ra l dos d ep os i to ze q ue ve o r e f l e xo da luz por de t rá se rie di gi cruz noret sul da s f o l h as do li v ros da rua da p id e do tea cruz ro, onda o el e c t ric o f az um som de co m boi o, a c on firma mar as pala v ra s rec en te sa aqui d es c rita ss ob rea visao q ue as be l as baila r ina s ar ge l ina se ms ua p eça de dança me mo s t ra ram em dia rec en te no f es t iva l da ponte, p on te en t r e todas as di rec ç o es do mundo

Donde será a que dizia em dia recente ter descido ao inferno, a olga

Das arcadas negras como o aqueduto das aguas livres do s patos sobre tejadilho, losango branco, o movimento abana, e um home de camisa as riscas parece estar a telefonar, o que não deve ser o caso, pois em noventa e cinco não se usavam assim tantos os telemóveis, o seu anel, faz um desenho de tres anéis de prata dispostos em vaso de agua
Do triângulo da mitsubuschi, dos carris da cobra dupla a descer, onde no cruzamento, é visível, a sombra dos cornos da besta do castelo, das tres torres do castelo, o home qu atravessa rua aponta a primeira torre do lado direito, quem no castelo está, de onde saiu o pico, dos dentes para o ceu invertidos, dos tijolos do pente para o ceu apontado, na zona dos bancos, o reflexo do eléctrico, diz, o ps invertido, e me recordo de um que apareceu em dia recente ao lado do socrates, o ramada, ou algo assim, um que está sempre na sombra, e que é um dos principais ideólogos, com que me cruzei tambem na apresentação do livro de mario soares no corte ingles, aqui neste livro narrado

Da sa da asa rca d as ne g ra sc omo o a q eu do to das aguas livres do s patos s ob r e te j ad di l ho, l os em g o ba rn co, o mo vi ment ab ana, e um home de ca misa as r isca s par e ce est ar a tele f on ar, o q ue n cão d eve ser o c as o, p o is em n ove n ta e c inc o n cão se usa ave m a s si m t ant os o s te l emo v e is, o s eu ane l, f az um de s en ho de t r es ane is de p rata di s postos em v as o de agua do t rian gula de dez dam it ts ub us chi, dos car r is da cobra d up la ad es ce ron de no c r uza me rn teo, é v isi v el, a s om br ad os co rn os da be st a do cas telo, das t r es tor r es do cas telo, o home q eu a t ravessa rua ap on ta ap rim e i r q em o rr e do l ado di rei to, q eu m no cas telo est á, de onda sa i u o pico, dos den t r es para o c eu in v e r tid os, dos ti j dez l os do pente para o ceu ap ao n t ado, na z ina dos ban c os, o r e f l e xo do eléctrico, di zo ps invertido, e me rec e o r d ode um q ue ap ar e ceu em dia rec en tea o l ado do s o c rat es, o ramada, ou al goa s si mum q ue est á se mp r e na s om br a, e q ue é um do s pr inc ip a is id e o l o g os, com q ue mec ruze i ta maior segundo em na ap r es en taçao do li v ro de mario ss o ar es no corte ingles, aqui neste li v ro na r ra do


Pepsodent, o pepe da ep dp ps circulo do dente, assim mostra o reflexo do eléctrico amarelo na baixa em seu passar, antes da rua augusta, onde no chao da calçada se vem os circulos e os losangos, os circulo das vesicas das cruzes nos guindastes da lia, os carris do alto contraste, ou a lia do alto contraste no largo da igreja onde filmei a vacas de fogo, onde se deu conta de ter desaparecido na estrela da manha, o violoncelo do francisco, depois de ser filmado no cais das colunas, da cortina da casa da relação, ou dos tribunais ao lado da sé, ou seja dos tribunais eclesiásticos, onde se ve um mastro ou um pico na subido, a senhora da mao no varão, a primeira mão, que fica entre dois homens, um trio do ralo do ceu, do duplo circulo da luz, preto e branca, do pum, do musico do violoncelo, ou contra baixo, o som é de aviões, de caças a picar com stukas, aviões do bombardeio

Pe ps o de n to pepe da ep dp ps circulo do dente, as si m mo s t ra o r e f l e x o do el e ct rico am ar e dez na ba s ix a em s eu pa s sar, ant es da rua augusta, onda no c h º ao da calçada se v em os circulos e os l o san g s , os circulo das ve isca sd as cruzes nos gui n d as te sd a lia, os car r is do al to contraste, o u a lia do al to contraste no l argo da igreja onda fil mei a va ca s de fogo, onda se de u conta de te r de sapa rec id on a estrela da manha, o vi o le ce dez do francisco, d ep o is de ser fil mad on no cais das co l un as, da co r t ina da cas da r e l sao, o u do s t rib un asi ao l ado da sé, o u seja do s t rib un a is e c le sia s tic os, onda s eve um mat ro o u um pico na s u bid o, a s en hor a da mao no v arao, a p rim eira mão, q ue f ica en t red o is homens, um t rio do ra dez do ceu, do d up dez circulo da luz, pr e to e br anc id o pum, do mu sico do vi o l en ce dez, o u c on t ra ba ix o, o som é de avi o es, de cas ç asa pi car com st uk as, avi o es do bo m bar de io

Na descida final do video, dois y se cruzam, um deitado feito em duplo, pelos carris, e um outro pelos planos do horizonte da rua quando sobre e da que pela direita desce, ou seja duas vesicas deitadas duplas, ou seja quatro mulheres, e uma vertical, ou seja cruzadas na cerca, que ali ao perto se chama de cerca moura, defronte são vicente

Na de sc cida f ina l do v id e o, do is y se c r uza za da am, um de ita do fe i to em d up dez, p e l os car rise um o u t ro pe l o s p l ano sd o horizonte da rua q ua n do s ob r ee da q ue pe l a di rei ta d es ce, o u seja du as v e sic as dei t ad as d up l as, o u seja q ua t ro mul her es, e uma v e r tic al, o u seja c r uza d as na ce rca, q ue al ia o pe r to se c h ama de ce rca mo u t ro, de fr on te são do vic da en te

Só um bocadinho, se ouve na altura do pum, ou seja serpente do acento no circulo do bo ca din homem do circulo

Serpente do acento do circulo um b oca din ho, se o uve na l em tura do pum, o u seja se rp en ted o ac en to no circulo do bo ca din h ome m do circulo

Da vesica do homem duplo do sete da maria, da estrela alema, mercedes duzentos e vinte na esplanada do miradouro ao lado da pequena igreja dos templários

Da ave sic ad o homem d up dez do sete da maria, da e ts r e la al ema mao, mer cede s du zen to ze vinte na es pala ana da d o mira do douro ao l ado da pe q e un a i g r e j a dos te mp l á riso

Uma das imagens que não está nesta montagem mas que me recordei, no entretanto, é uma mao que tamboeira, um gago, ou seja o andre gago, na napa do banco do eléctrico, em verde, como a pele de um lagarto, e se ve em contra picado as palmeiras no ceu e a igreja da graça, onde está o olho dae horus, ou seja a vareta do ia do gago,

Uma das i mage ns q ue n cão est á nest a m on rage m mas q ue me record e ino en t r eta n to, é uma mao q ue tam bo reia, um g a g oo u seja o em dr e gago, na n ap a do ba c no do l e c t rico, em verde, como a p el e de um lagarto, e se ve em c on t ra pi ca do as pal me iras no c eu e a i g r e j ad a c graça, onda est á o olho da e hor us, o u seja a v e rte a do ia do gago,

Engasgar, é uma das referencias, no texto anterior, primeira descrição deste videopoema, ou seja relacionado tambem com a morte do vasco, que disseram ter morrido engasgado, ou sej cada vez mais toda a informação desvelada aponta um serial killer

En gás g ar, é uma das refer en cia sn no texto ant e iro, pr i me ira d es c r i sao de este v id e o poe ema, o u seja r e la cio n ad o t am b em com a mor te do vasco, q ue di s se ram te r mo r rid o en gás gado, o u sej c ad ave z mai s tod aa in for maçao d es v e l ad a ap on ta um se ria primeira kapa do i ll da ler

s mo pb gato

Acabou de se deslocar de novo a antena que se articula num T em plastico, que enfia na tv monitor que aqui nesta história a propósito das torres gémeas tanto neste últimos tempos tem aparecido

Ac ab o u de se d es l o car de n ovo ana t en aqui da ue se art i cu l anu m T em pr l as tic i, q ue en fia na tv moni tor q ue aqui nest a h is tó ria a p rop os i to das tor r es ge me as t anto neste u l tim os te mp os te m ap a rec id o

Desta vez a ponta sem bico branco como um ponteiro extensível de aulas na mao de um professor, se encaixou na fresta que separa os painéis das placas rectangulares dos furinhos, os furinhos das metralhadoras, e a outro aponto da antena, o outro braço, a ponta, um sg azul, com um filete de morte e com em cima da asa negra da mesa de trabalho, com a seguinte referenciam, circulo do oitavo do traço do circulo em traço do circulo do primeiro, al forte do terceiro do segundo de setenta e sete, di pulo deus de noventa da republica portuguesa vinte do c irculo do cigar ros fil cruz ro, f u mar p ode pr ovo car morte lenta e dolorosa, ou seja do forte do vaso do mar da p da ode do pr ovo carro mor te da rte primeiro ingles cruz primeira e dolo do dezembro na rosa

D eta ave za pn t ase m bico br anco c omo um p on te iro e x tem s ive l de au l as na mao de um pr o f ess o r, se en ca ix o un a fr est aqui da ue s e pa ra os pa ine is das pl asca s rec tan gular es dos f ur in h os, os f ur in h os das met r alha dora sea outro ap on to da ant en a, o outro br aço, a p on ta, um sg az u l, com um fil te de mo rte e com em c ima da asa ne g ra da mesa de t ra bal do alho, com a se gui n te r efe ren c iam, circulo do o it avo do t ra ç o do circulo em traço do circulo do primeiro, norte sul forte do t rec e iro do se g u do de sete nat e sete, di p u dez deus de no ave en t ad a republica port u guesa vinte do c irculo do cigar ros fil cruz ro, f u mar p ode pr ovo car mo rte l en t a e do dez rosa, o u seja do forte do vaso do mar da p da ode do pr ovo carro mor te da rte prim eri ro en g l es cruz prim e ria e d o l o do dezembro na rosa

Mas este movimento do falar do espirito se dera ontem, foi a primeira vez que a antena falara sobre o livro aberto com os quadros de lima de freitas, de um lado, o de sta auta, do outro , o uma vista de são Vicente sobre alfama, se destaca a igreja de alfama das duas torres, com e legenda ,... e que misterioso o fundo unânime das ruas, acrílico sobre papel feito em mil novecentos e oitenta e cinco, e com uma outra frase de Álvaro de campos inscrita no quadro, que complementa a primeira, das ruas ao cair da noite, o Cesário Verde, ó Mestre, escrito na zona de sombra do casario a dar uma outra indicação complementar, seria pela noite

Mas este mo vi e mn to do f al ar do es pi rito se dera on te m, foi a p rim e ria v e z que a an t en a f ala ra s ob reo li v ro abe rr to com os q ua dr os de lima de freitas, de um l ado, o de sta auta, do outro , o uma v ista de são vo c en te s ob rea l fama, se d es t anca a igreja de al f am ad as du as torres, com e l e g en da , e q ue mi s teri s oo fundo un Am ine das ruas, ac r i l i o s ob r e pa ep ll fe i to em mil n ove c en to ze o it en ta e c inc o, e com uma outra fr ase de al v aro de cam p os in s c rita no q ua dr a o, q u co mp e l menta a pr ime ria, das c x z rua za oca i rda no i teo Ce sá rio Verde, ó Mestre, e x c rito na z oma de s om bra do ca sario ad ar uma outra in di caçao co mp l em en t ar, se ria pe primeiro ano i te

Esta reprodução, é o numero cento e trinta e nove e está na pagina cento e sessenta e oito, ou seja, circulo do ingles do to tríade do ingles ovo e est acento primeiro na pa da gina do circulo do ingles to de sessenta e oito

Est a r ep ro du çao, é o nu m e ro c en to e t rin ta e n ove e est á na pa gina c en to e se ss en t a e o i to, o u seja, cir c u dez do ingles do to t ria ad e do ingles ovo e est ac en to pr i me iro na pa da gi mna do circulo do ingles to de sessenta e oito

Andava eu ontem a catar, os ossos ou os vestígios de sangue como diz o pacheco pereira de um texto de outro colunista d dn, o mestre dos cantores, e a pensar para meus botões, o tempo que perco com estes bandidos, e sendo amada, que como regra, a partir de agora, cada um que interpelado directamente e que não me responda, o deixarei por e simples de ler, falta de respeito com falta de respeito se paga, se bem que neste caso, o respeito que trago ao tio Wagner, assim me tenha de novo levado, perante como sempre tao elípticas letras, deste senhor e de muitos outros, que a bem dizer, amada, o que parece, é que andam todos com uma imensa vontade de por finalmente a boca inteira do coração no trombone, mas depois, mas depois, o medo atávico, sempre os corta, o medo estava no ar tambem, ouvira eu em espirito, o medo da vida pela verdade, enquanto assim andarem encravados com a verdade e o que sabem na garganta vao na realidade todos morrendo, engasgados, e a luz menos forte se torna, como se fosse possível, viver, assim meio em verdade e meio em mentira, sobretudo por parte de quem trás penas, e cuja função é exactamente essa, fazer luz, sobre o que vai acontecendo no mundo e na vida, ou melhor, deveria ser


Anda v a eu on t ema catar, os ossos o u os v eti gi os de san g ue co mo di zo pacheco da pereira do primeiro do texto de outro co l un ista d dn, no mestre dos can tor es, e a p en sar para me us b oto es, o te mp o q ue pe rc o c om est es bandidos, e s en do am ad a, q ue co mo r e g ra, a par tir de agora, c ad a um q ue in te rp e l ado di rec tamen te e q ue n ão me r es pond ao de ix a rei por e simples de ler, f al t ad e r es pei to com f al t ad e r es pei to se p ag a, se b em q ue neste caso, o r es pei to q ue t rago ao ti o w agne ra ss im me t en a hd en ovo l eva do, pe ra n te c omo se mp re tao eli pt i ca s l e t ra s, d este s en hor e de mui t os outros, q ue ab em di ze ramada, o q ue par e ce, é q ue anda am todos com uma i m en sa von t ad e de por f ina l e mn tea b oca in te ira do cora sao no t ron bone, mas d ep o is, mas d ep o is, om e do at avi co, se mp reo s co rta, o me do est v ano ar tam be, o u v ira eu em es pi r to, o me do da v id a p e l a v e rda dad e, en q ua n to as si m anda rem enca r v ado sc om a v e r d a d e e o q ue s ab em na garganta vao mna r e la id ad e todos mor ren do, en g as gado sea luz m en os forte se ron a, co mo se f os se po ss ive l, viver, as si m mei o em v e r dad e e mei o em m en t ira, s ob r e tudo por par te de q eu en m t rá s p en as, e c u j a f un sao é e x ac ta em t ne es sa, f az e r l u z, s ob reo q ue vai ao n c te c en do no m un do en a v id a o u mel hor, d eve ria ser


Tinha eu tomado notas do artigo do mestre dos cantores, e assim em meus apontamentos reza, sat maria da feira, exponor, e x p por, cavaco T –shirt na gomes do Teixeira da santa Maria da feira da ladra, foice, soberano sol ed quadrado da rie dad com mo fez o presidente do conselho superior de magistratura, ziguezague, mortalha, gasolina, zigues e vagues, como eu dizia quando era menino, e zagolina, em vez da gasolina, co autoria das leis e a reivindicação da autorias, cento de estudos judiciais, onde em frente existe uma das poucas arvores, mistas de lisboa,

Tinha eu tom ado n ota se rie di gi cruz norte sul o ar ti g o do mes te r do s can tor es, e as si m e m me us ap on tamen to s r e za, sat mar ia da fe ira, e x po no r e x p pn ot, c ava co da T do traço da s h irt ts na gomes do te ix ira da santa maira da fe ira da l ad ra, f o ice, s ob e r ano s o l ed quadrado da rie dad com mo fez o pr e si dente do c on se l h os super rio i o r de magi st ra tura, zi g eu za g ue, mo rta l h a da alha, g az o lina, zi g eu se eva g u es, co mo eu di zi q ua n do e ra me nino, e za gol ina, em v e z da gás o lina, co au tor ia das lei sea r e in vin di caçao da au tor ia s, c en to de est u dos ju di cia is, onda em fr ente e x ix te uma das p o u ca s ar vo r es, mi st as de l is boa,

E neste preciso momento do apontar, as minhas folhas manuscritas ainda não passadas, que se encontravam ao lado, se mexeram, e nelas como num baralho de cartas que se abre, apareceu o vinte e oito, com um circulo em sua volta,, tudo escrito a vermelho, que ficou exactamente em cima da reprodução do quadro de alfama, que como todos os que aqui vivem, é por onde passa a carreira do eléctrico vinte e oito, que vai da graça aos prazeres

E nest ep rec is o mo men to do ap o mn t ar, as min h as f o l h as manu s c rita sa inda n cão passadas, q ue se en c on t rava mao l ado, se me xe ram, e nelas co mo n um bar do alho de ca rta s q ue se ab rea par e ceu o vinte e oito, com um circulo em sua vo l t at u do es c rito ave rm e l ho, q ue fi co ue x ac cat am e t ne em c ima da r ep ro du sao do q ua dr ode al fama, q ue co mo todos os q ue aqui v iv em, é por onda passa a car rei ra dol e c t ric ove vinte e o i t ro, q ue v aida graça ao s p ro az e r espanhol


Para quem não sabe, por aqui não viver, o eléctrico vinte e oito, que tem tambem correspondência com um maestro, ou musico, visto na Eugênio dos santos, no tempo da preparatória, assim chamar-mos a um chatíssimo professor de educação musical que lá dava aulas, e que fazia um desfavor enorme à musica, tem o eléctrico, um trajecto que começa num cemitério, e acaba num outro, os dois maiores de lisboa, e que são respectivamente nos bairros da graça e dos prazeres, aqui ao lado, em campo de ourique, e eu desde menino que sempre achei muito curioso este preciso trajecto, que ilustra de forma complexa o circulo da vida, os eléctricos amarelos, cor do sol, circulam nas vias pelos carris eléctricos e vao dos prazeres à graça, ou seja quase parece uma declinação de william blake, a via dos excessos conduz ao palácio da sabedoria, partindo do outro lado da curva, que não vemos e chegando de novo a esse mesmo lado, que muitos no entretanto da viagem, tambem nem parecem conhecer, na maior parte dos casos porque dele se esqueceram, sincronisticamente, a imagem tinha acabado de parecer, a propósito da garrafinha de agua, do anel azul, que tambem aparecera na mao da bela senhora rice quando agora fora visitar a china, e se espantaram todos com a potência do sucedido, mais forte que mil bombas ou algo assim era a terrível imagem que um jornal dava conta


Para q eu mn cão sabe, por aqui n cão viver, o el e c t ric o vinte e o i t ro, q ue te m t am b em co rr es ponde cia com um mae s t ro, o u mu sico, v is to na eu geni o dos santos, no te mp o da pr epa ra tó ria, as si m c h am ar do traço do ingles mosa um ch at iss i omo pr o f ess o r de edu caçao mu sic al q ue l á d ava au l a s, e q ue f az ia um d es f avo r en o r ma à mu sic a, t emo el e c t ric o, um t ra ject o q ue co m eça n um c emi té rio, e ac ab a nu m outro, os do is maio r es de l is boa, e q ue são r es pe c t iva que mente nos ba sio r ros da g a rça e dos pr az e r es, aqui ao l ado, em cam po de o u rique, e eu d es de me nino q ue se mp r e a c hei r mu it o c ur rio s o este pr e c is o t ra je c ro, q ue i lu s t ra de forma co mp l e xa o circulo da v id ao s el e c t rico s am ar e l os, cor do sol, cir c u l am nas vi as pe pr ie miro os dez carris el e c t rico se vao do s par ze r es à g ra sao u seja q u ase pa rec uma dec l ina sao de w i ll iam b l ak e, a v ia dos e x c esso s c on du za o pal cio da sabe doria, par t indo do o u t ro l ado da c ur v a, q ue n cão v emo se che gan do de n ovo a ess e m es mo l ado, q ue mui to sn o en t r eta n to da vi a g em, t am b em ne m par e c em c on he ce rna maio r pa rte dos c as os por q ue de l e see s q eu ce ram, sin c or ni sti tica am nete, a i mage m tinha ac ab ado de par e ce ra pr o p or si to da g ar raf in hade agua, do ane l az u l, q ue t am b em ap ar e ce ra na mao da be la s en hor ar ice quando agora f o ra v isi t ra ac h ina, e se es pan ta ram todos com a p ot e en cia do s u ce di do, mai s f o rte q ue mi l bo mba s o u al g o as si m e ra a terri v e k primeiro e mage maior quadrado da ue primeiro jo rna primeiro dia ava conta

Quando as folhas abriram descaindo, ficou a torre da igreja, que são duas torres, à mostra, olhando bem a fachada, é de um face que se trata, a face do maestro ou do musico, dos carris de um eléctrico de um cemitério ao outro

Quando as f o l h as ab r iram d esca id dn do, fi co ua tor r e da igreja, q ue são du as tor r es, à mo st ra, o l e do b ema f ac h ad a, é de um face q ue set rata, a face do mae st ro o u do mu sico, dos car r is de um l e ct rico de um c emi té rio ao o u t ro

E continuavam assim as minhas notas ainda sobre o artigo do dn, hi ace, a vender t –shirt na pj, o vizinho da actor joao rosa, um vizinho que o agrediu impunemente, assim narravam as letras, na realidade ele ficou impune, porque não deram provimento à queixa apresentada na esquadra da morais soares, ou seja mais um vez mãos se mexeram para que a queixa não tivesse tido na altura seguinte, num dia em que o home me quis matar com uma picareta, que até fiquei eu a penar que era uma reedição do assassinato do troski, assim se conta que fora ele morto, o homem endoidecera um dia , depois a esposa me veio pedir muitas desculpas, que ra da doença, e coisa e tal menos nada, que a mim nada disso na altura pareceu, o homem fizera aquilo do nada, ou seja nenhum pretexto acontecera, ou seja aquilo fora encomendado ou gás que lhe deram

E conti n ua av vam as sima s min h as n ota sa inda s ob reo ar ti g o do dn, hi ac e, a v en de r t do traço do ingles da s h irt ts na p l j, o v isi n h o da ac tor jo ao rosa, um vi z in h o q ue o a g red di u i mp um ene te, as si m na ra r ava ma s letras, na real id dad e el e fi co u i mp une, por q ue n cão de ram pr ove e men to à q eu ix a ap r es en t ada na es q ua dr a da morais do soares, o u seja mai s um v a e z mao s se me xe ram para q ue a q eu ix a n cão t iv ess e tid o na al tura se gui n teo, n um dia em q ue o home me q u is matar com uma p uca r eta, q ue at é fi q eu i eu a p en ar q ue e ra uma re edi sao do as sas sin at o do t ro s k ti, as si ms e conta q ue f o ra el e mo rt o, o h omem en do id e cara um dia , d ep o isa es posa me v e io pe di r mui t as d es cup l as, q ue ra da do ença, e co isa e t al m en os nada, q ue a mim na da di s son a al tura para ceu, o home fi ze ra aquilo dona ad a, o u seja n en h um pr e texto ac on te ce ra, o u seja a q u i dez f o ra en co em n t rda do o u g ás q ue l he de ram

Quando as folhas soltas, se mexeram, ao lado da igreja de alfama das duas torres, a vareta de alumínio da antena, entrou, a sua ponta, num do furos das placas da madeira das paredes, os tais dos furinhos da klasnicov, e no eixo vertical desse furinho ficou a apontar o quadrado de indiana polis, um da se um of art os barcos dragões chineses que se veste de mao, diz o rapaz do museu do oriente hoje à tarde na rádio , a propósito da nova china, de ter visto um concerto, onde na assistência , só um avo vira vestido á mao, o tom com que ele isto contava, este preciso pedaço, não muito me agradou, mas veio-me ao momento na memória o rapaz de Timor e o outro o zé que fora presidente do icam, que por ali perto do castelo morara, melhor na rua da costa do castelo, onde uma vez entrei na casa da catarina e dele sem saber que era dos dois , pois estava a venda e fora vê-la , o rapaz que é budista ou por ai, pois me lembro de um pequeno altar no jardim, que é feito em socalcos, como os campos de arrozais na china, em virtude de estarem encostado á muralha do castelo

Q ua n do as f ol h as sol t as, se me xe ram, ao l ado da i h g r e jade al fama das du as tor r es, a v ar eta dea da norte sul do vaso mini o da ant en a, en t ro ua s ua p on ta, n um do sf ur os das p l aca s da madeira das pa red es, os tais dos f ur in h os da k l as nico v, en o e ix o v erica primeiro de s se f ur in h o fi co ua ap on taro quadrado de in dina ana p o l is, um da se um o f art os bar ros d dr a g á o dama om, os bar co se rie di gi c ur z norte sul rago es chi one ze s q ue se vaso este de mao, di zo ra ap z do mu s eu do ori en te h o je à at r dena rá dia o , a pr o p o r si to da n ova ch ine, de ter v is to um c on ce r to, onda na as sis ten cia , s ó um avo v ira v est id o á mao, o tom com q ue el e is to c on t ava, este pr e c is o peda ç on cão mui to me a g ra do uma s veio do ingles me ao mo men to na me mó ria o ra p za dt rim o reo outro o zé q ue f o ra pr e si id dente do icam, q ue por al ip e r to do cas t e dez mora ra, mel hor na rua da costa do cas telo, onda um v e zen t rei na c asa da cat ar ina e de l es em sabe r q ue e ra do s do is , po us eta ava ave vaso en da e f o ra v e do traço do ingles de la , o ra p za q ue é bud ista o u por ai, p o is me l em br ode um pe q u en o al t ar no jardim, q e é fe i to em c su cal cos, como os cam p os de ar ro za is na c h ina, em vi r t u de d e est ar em en co ns t ado á maior ur alha do cas telo

Curiosas ligações aqui agora no corte se desvelam, o zé do icam, ligação ao zen, sem duvida, essa já lhe conhecia quando o conheci, e agora a erica, a uma maior alha do castelo, ou seja que lá morará na rua do costa do castelo, circulo do vaso do sej, acrescenta agora os dedos

Cu rio sas li g aç o es aqui agora no corte se d es v e l am, o zé do icam, li g ac sao ao zen, s em du v id a, ess a j á l he c on he cia quando o c on he ci, e agora a erica, a uma maio r alha do cas telo, o u seja q ue l á mora rá na rua do costa do castelo, cir c u dez do vaso do sej, ac r es ce bta agora os deo ds

A vareta, ou melhor as duas varetas da antena da tv, em cima da curva do tampo da minha secretaria onde está, desenharam , um angulo quase de noventa graus deitado, que desenha pela curva do tampo, uma figura que agora de novo ao vê-la parece um pato, um dos patos como aquele que estava na estante relacionado com a imagem que se desvelou no video, quando ontem isto vi, escrevi, parece o desenho da asa de vidro do lavatório em vidro da minha antiga casa de banho da joao actor rosa, da cas de banho negra, e , ou , uma asa de aviao, e mais um aviao russo de transporte acabara de cair, salvo erro em África, com quatro pessoas a bordo, conto os maços de sg vazios com filete de morte em ciam da secretária e são seis, ou seja seis portugueses mortos no meio disto tudo, no meio deste negro fazer, que se relaciona com actos bem antigos, em mil novecentos e oitenta e cinco a atender a data do quadrado do lima de freitas onde isto em parte agora se desvelou, e que trás essa data, ou seja, provavelmente , a maldição nessa altura feira, fora alimentada com seis mortes

A va r eta, o u mel hor as du as v ar eta sd a ant en a da tv, em c ima da c ur v ado tam po da min h a secreta ´ ria onda est á, de s en haram , um an gula dez q ua s se de no do ove en t a g ar us de it ado, q ue de s en h a p e la c ur v a d o t am p o, uma fi g ur a q ue agora de n ovo ao v ê do traço da inglesa la par e ce um pato, um dos pat os co mo aquele q ue est ava na es tante mr e l ac cio n ado com a i mage m q ue se d es v e lou no v id e o, q ua n do on te m i s to vi, es c r e vi, par e ce ode s en h o da asa de vi dr o do l ava tó ria em vi dr o da min h ana ti g ac asa de ban h o da joao ac tor ros o ad a c as de ban h o ne g ra, e , o u , uma asa de avi ao, e masi um v aia o ru ss o de t ra sn p orte a ac ab a ra deca i r, sal vo e r ro em af ric ac om q ua t ro pessoas a b or do, c on to os ma sc os de sg v az io s c om filete de mor te em c iam da sec r e t á ria e são se is, o u seja se is por tu gi es e s m orto sn o mei o di s to tudo, no mei o d este ne g ro f az e r, q ue se r e l ac cio na com ac to sb em e m ti g os, em mi l n ove en c en to ze o it en ta e c inc o a at en de ra data do q ua dr ado do lima de f rita s o u de is to em par te agora se d es v e l o dez ue q ue t rá s ee es sa data o u seja, pr ova v el que mente , a m al di sao ne s sa norte sul t ra fe ira, f o ra norte sul iman t ada com se is mo rte serpente

Aponta mais precisamente a vertical a partir do furo onde a vareta entrou, o seguinte dizer, im dia ana polis, da hera que vem do chao com desenhos de dois vasos de isis, flores, e sobe pelo cubo ao lado da vieira e dos cornos que se encontram por detrás dela, ou seja de horus, o horus da vieira, a viera que é quase como um disco solar, de horus, se bem que não o seja, hoje vira o presidente bush a falar sobre a crise do petróleo enquadrado com uma semelhante numa porta por detrás dele entre as duas colunas do templo, a pedra aqui, acabou de se mexer, pela enésima vez

Ap on ta ma is pr e cisa que mente a ve r tica norte sul a ap rti r do f ur o onda aa v ar eta en t ro u, o se gui n te di ze rim dia ana da polis, da hera q ue v em do chao com de s en ho se rie di gi cruz norte sul primeira e do is v as os de isis, flor es, e s ob e p e dez cubo ao l ado da vieira e o dc circulo rn os q ue se en c on t ram por de t rá s de l a, o u seja de hor us ,o horus da vi eira, a viera q ue é q u ase co mo um di co sol ar, de horus, se e b m q eu n cão o seja, h je v ira o pr e si dente b us h a f aa l r s ob rea c rise do pet ro leo en q ua dr ado com uma se me l h ante numa p orta por de t rá s d e le en t rea s du as co l unas do te mp dez a pe dr a aqui, ac ab o u de se me xe r, pe l a ene isma ave zorro

Como as páginas desses apontamentos soltos ainda não se encontram transcritas, assim as começo, começando pela vinte e oito, ou do circulo do vinte e oito, o do musico ou do maestro, e vou tentar não me esquecer de mencionar assim os numeros, como se fossem entradas

Diz a vinte e oito

Na rua o espirito no passar, acrescenta, o do trinta e um da armada é o do quadrado do musico, a serpente x do quadrado brasileiro em alcantara, e me sobe à memória o rapaz brasileiro que apareceu como que caido do ceu de bicicleta e que se pôs a conversar comigo e a luciana à porta das danças de alkantara em dia recente, e que assim nos desviou na altura a conversa e das visoes seguintes que estão descritas no que sobre as danças vi, ainda não publicadas


Na rua o es pi r to no passa r, ac r es c en tao do t rin ta e um da ar mad a é o do q ua dr ad o do mu sico, a se rp en te x do q ua dr ado bra si lei ro em al can tara, e me s ob e à me mó ria o ra p za bar si lei ro q ue ap ar e ceu co mo q ue ca id o doc eu de bic l i c l eta e q ue se posa c on v e r sar co mi gi e a l u cia ana à p orta das da sn ç as de al k ana tara em dia rec en te, e q ue as si m no s de vi o un a al tura a c on v e r sa ed as vi s o es se gui n t es q ue es tao d es c rita sn o q ue s ob rea s dan ç as vi, a inda na o pub li cad as

De seguida sonhei adormecido, era uma acção muito concorrida tipo peripécias de james bond, de repente um jacto, os rapazes pilotos trazem mascaras do caveira, de repente o aviao vai-se despenhar contra uma montanha em frente, um ilha montanha, nós so dois amada, salta-mos no ultimo instante, a bolsa marsupial a se insuflar, eu me dizendo , desta vez, haverá muito tempo para te beijar

De se guida son hei r a d rome c id o, e ra uma ac sao mui to c on co r rid am t ip o peri pe cias de j as mes b on d, d e r ep en te um j ac t, os ra p az e s pi l o s to s t ra ze m mas caras do c ave ira, de r ep e rn teo avi ao v a i do traço da inglesa se d es penha r c on t ra uma mon t anha em fr ente , um ilha mon t anha, nó ss o do is am ad a, sal t a do traço do ingles mos no u l tim o i ns t ante, a b ol sa mar s u p i al a se i ns u f l ar, eu me di zen do , de st a ve z, h ave rá mui to te mp o para te bei j ar

As guerras e os chamados acertos de contas provisórias, dos que descem assim fora de seu natural tempo à terra

As guerras e os c h amados ac e r to se rie di gi cruz norte sul de c o n t as pr o vi só rias, dos q ue de sc em as si m f o ra de s eu nat ur al te mp o à terra

Itália, china, o david escrito nas paredes da cidade, o botto, o bp de todo o terreno, os miúdos mortos à facada no japao. Pergunto-me se nao terá passado aqui pelas danças, e realizo o que sei, o que soube e não o percebi, a previsão da desgraça que se anunciara e eu não percebera na altura o sentido, percebi-o depois, grrr, grrr, faço a mim mesmo

Itália, china, o c av id es c rito nas pa red es da cida de, o b ot to, o bp de todo o te rr en o, os mi u dos mo rto sa f ac ad ano j a p ap. Pe r gun to do traço da inglesa me s e n º ao te rá passado aqui pe l as dan ç ase rea l i zo o q ue seio q ue s o ub e e n cão o pe r cebi, a p r evi s º ao da d es graça q ue se na un cia ra e eu n ão pe r ce bra na al tura o s en ti dp, pe r c i gi do traço do circulo ingles d ep o is, g rr r, g rr rf aço a mim me s mo

Minha bela senhora japonesa, amei-vos assim que vos ouvi falar de como se inspirava no movimento dos nossos irmãos masi pequeninos para o coreografar o movimento,

Min h a b e la s en hor a j ap one za, am e i do traço da ingles v os as si m q ue v os o u vi f al ar de co mo se i ns pira ava no mo vi men to do sn ossos i r mao masi pe q eu nino s pa ra o co reo g raf ar o mo vi m en to,

Continua, na página do circulo do vinte e nove, continuo a transcrição até fechar esta visao do pre anuncio de que algo estava torto e que na altura não consegui relacionar

Conti n ua, na pá gina do cir c u dez do vinte evo ove, continuo a t ra sn c r isçao at é fe c h ar esta visao do pre anu un cio de q ue al g o est v a t orto e q ue na al tura n cão co ns e gui r el ac cio muito ar

E começa assim, foi um prazer ter conversado consigo, não fora, nem seria minha intenção ofende –vos com não ter conseguido assistir ao seu espectáculo, mas me fiquei a pensar , se não o teria sentido assim se sentido, tive depois a oportunidade de lhe explicar o porque e foi precisamente nesse momento em que falávamos pela segunda vez que as vozes da sala no momento se alteraram, e deram outras coisas a desvelar, e creio senhora, que tambem assim o sentiu, pois o vi expresso em sua face um sentir partilhado, um anuncio chegava e ambos o estranhamos, eu porque nem o percebi, só o desvelar posterior dos acontecimentos lhe deram o sentido, e tambem em mim a impressão que a senhora não o terá tambem entendido

E co m eça as si m, f o i um pr az e r t e r c on v e r sado co ns i g on cão f o ra, ne m se ria min h a ine t n çao o fende do traço do ingles v os com n cão te r c on se g u do as sis tir ao seu es pe cta cu dez, mas me fi q eu ia p en sar , se n ão o te ria s en tid o as si m se s en tid o, t iv e d ep o isa oportu ni dade de l he e x p l i car o por q ue e f o ia é, pr e cisa que mente ne s se mo m en to em q ue f al á v amo s pe l a se h un da ave z q ue as vo ze se rie di gi cruz norte sul da sala no moe mn to se al ter a ram, e de ram outras co i sas a d es v e l ar, e c rei o s en hor a, q ue t am b em as simo s en ti u, p o is o vi e x press o em s ua f ac em um s en tir par t ilha do, um anu c ni o che g ava e am bo s o e ts ra n h am os, eu por q ue nemo pe r cebi, s + oo d es v e k a r ps ot e rio r d os ac on tec ie mn to s l he de ram o s en tio e t am b em e m mim a i mp press são q ue a s en hor a n cão o te rá t am b em en t en d id o


Está foi a resposta do que descobri depois de profundamente indagar

Est á f o ia r es posta do q ue d es co br i d ep o is de pr o f inda damen te inda g ar

O vi é a id do poe si as do traço do João p l ande, o do mistério da estrada de sintra do chevrolet, si maior bo do primeiro circulo do casebre, nuvem vermelha, joao grosso, visível na sombra da duplicação desfasada de sua imagem , no video poema, expresso, donde me parece que será o que esteve implicado no ataque que o joao grosso sofreu e que lhe fez perder na altura um testículo ou a sua funcionalidade, no seguimento das autoridades terem dado cobertura a uma estupidez, distendo que ele ofendera os símbolos da pátria, ao ter cantado uma versão do hino em rock em roll,

O vi é a id do poe si as do traço do j cão p l ande, o dom is té rio da est ra da d e sin t ra do che v role t, si maior bo do primeiro circulo do ca se bre, n uve m vermelha, joao grosso, v isi v el na s om bra da d up li caçao d es fa sad a de s ua i mage m no v id e o poe ema, e x press o, don de me par e ce q ue se rá o q ue esteve i mp li cad o no at a q ue q ue o joao g rosso s o fr eu e q ue l he fez pe r de r n a al tura um t es titu c dez o ua s ua fun cio na li dad en o se gui m neto d as au ot rie dad es te r em dad o co be rt ira a uma est u pide z, di s zen do q ue el e b ric n ara com os s im b ol os da pat ria, ao te r can ta do uma v e r sao do h ino em ro ck em ro do ll,

A direita, setenta e seis de sessenta e oito, cinquenta e um, cinquenta e dois, seta branca sobre quadrado azul e branco, oo alto das arcadas

Ad di rei ta, se t en ta e se is de se ss en ta e o i to, cin q u en ta e um, cin q eu n ta e do is, s eta br anca s ob r e q au dr ado az u l e branco, oo norte sul to das a rca d as

Assim termina a página que é a ultima destes apontamentos, não da história

As si m te rato da mina a pá gina quadrado ue é a u primeiro norte sul cruz ima dia est es ap em t a e mn to sn cão da home do is tó ria




aqui está o video, que foi filmado em mil novecentos e noventa e cinco, as imagens, no ambito do zero de audiencia, e depois remontei-o com um poema de fernando pessoa,

aqui est á circulo vaso id e o q ue ful mad circulo ll em mi primeiro de muitos ovos de centos en t os se en ove en cruz primeira em noventa, e circulo da inc do circulo das mage en ns no am bi to do zorro do ero de audi em cia e dia da ep circulo is remo mo mutito te e do traço do circulo ingles com, primeiro poe ema da fe rna muito do pessoa

o trajecto começa com parar a piscar, o rectangulo do para da ar, da assembleia da republica, o tal que mora na estrela, para na caixa geral de depositos no largo do calhariz, onde está o constancio no banco de portugal, pr porto do ti gal, que a par ceu agora no jornal, em sin c, com uma e x press sao de quem te in h a s id o apanhado, ao lado do cravinho, quando nele falei, as sombras do sol, as folhas, sao relacionadas de alguma forma com o centro nacional da cultura, onde estava o mr bean na altura, depois a cobra dos carris ao descer, da maria pia, ou a cobra da maria pia, pai, depois a baixa, os bancos, depois isa subida para a sé, as tres maos na vareta de prata no ceu da racadas, relacionado com a apresentaçao ao senhor na sé, texto, te to anterior, sobre passe magnetico, que tambem se reflectiu, rato e fla circulo do vaso das ti, nas danças de alcantara, e na bebedeira e riso da www, em frente, world web whiskey , assim se chamava o bar onde uma sonora garagalhada saiu em sinc com o final de um espectaculo onde o ralo como no electrico, aparece, relaciondo com as ondas de frequencias na net, e os pings

e no final o mais espantoso, ao chegar mais ou menos ao sitio de onde o quadro do lima é feito, já descendo de sao vicente, uma conversa que se puserem bem alto vao ouvir, do guarda freios que conta para um passageiro uma história de alguem que eles deveriam conhecer, que matou um outro e que apanhara vinte e cinco anos de cadeira, tudo isto marcado e explicado pelo Destino em mil novecentos e noventa e cinco, que é o que irá acontecer a este assassino do vinte e oito

em norte sul do to do vao, algarve, circulo do vaso do vi do rato dos ur ad a fr rei os q ue conta, do para primeiro do passa geiro primeira história do gume norte sul q ue le serpente dia eve rato iam da ama ria c em he ce rato p elo dis est cruz ino em mi primeiro de muitos ovos da enguia

en no circulo do forte in norte sul circulo ma si es pan cruz oso ao che gato do ar ma is circulo do vaso me en os ao siti tio circulo de onda circulo quadrado do vaso ad dr ro de lima é, fei to principe do primerio acento de es c en do de sao do vicente , primeira circulo em verso q ue se p use rem b

outras notas mais desenvolvidas depois, se calhar e for ainda necessário

salvo erro a musica original do video na serie de tv, era no tempo em que as paredes falavam, do miguel do ref, o que morreu em modo estranho, aqui a história já contada, donde a morte que aqui se fala por voz terceira, poderá estar tambem relacionado com ele, se bem que tudo paonta para que sej um assassino em serie, pois muitas outras mortes e grandes confusoes aqui se desvelaram nestas linhas

as mao no varao de prata, pa rta, do electrico, correspondem a um trio, dois homens e uma mulher, trazendo a mulher um anel, ou seja um dos aneis, dá-se isto entre a sé e a antiga cadeia onde estiverem presos os que lutaram contro o regime anterior, e onde salvo erro funcionam, hoje serviçoes relacionados com tribunais, ou seja o trio relacionado com o tribunal, que terá relaçao com a oikos, que pos um anel, ou uma cadeia, o som nesse altura corresponde a um traque, uma cruz do ra do quadrado europeu, fun co onam, sef vi circulo de corte oe espanhol, serpenet da cruz ive rem do supremo tribunal est iv rem pr es os, ani espanhola, ane is

com a oikos tinha relaçao o diamantino que veio do iade e trabalhou na latina europa, o varao de prat, ou do p a rat, o do electrico

circulo do vaso da crzu do rá das notas de serpente ingles vo primeiro vaso id as dia ep circulo is se cala homem do ar e forte do circulo do rato a inda ne ce serpente sá da s eta do ar rio

da E sy r e la d a este, estrela à graça, o vinte e oito, pena máxima

ota r jacto

circulo do homem rato do radio comando da kapa do ge

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j ms sc cm ma