segunda-feira, Setembro 08, 2008

video

na belissima voz da teresa salgueiro e do francisco, a Ascensao, um tema que se nao me falha, fla h a, a memoria vem da sétima legiao, mas que fez ou faz ou fará parte do reportório da Madredeus, esta foi a minha ultima montagem do video cujas imagens foram feitas na decada de noventa do seculo passado

n ane primeiro is s ima v oz da teresa s al g ue iro e d circulo do francisco, a as c en sao, primeira cruz ema quadrado da ue serpente do en cao me falha fla homam da primeira vaso vem da sé tia iam leg gi ao ma s quadrado da de ue fez circulo do vaso forte az circulo do vaso fá do ra p arte rato da ep pr oto rio da m ad dr red eu us espanhola cruz primeira forte do circuklo uk dez ia am min homem da primeira mon tage maior do ova as do sio id, e circulo c vaso j as si mage en ns forma fe it as na decada de no do ove ing k es da v en t as o sec vaso do seculo, dez, passado, p a s sado

g fl ch

Ah senhora, que andais dentro de mim a bailar

A h s en hora, q ue anda aia sd en t r ode mim a baile e primeiro da ar

Dizeis que tudo o que escreve é autobiográfico

Di zi es q ue tudo o qu e es v r eve é au to bi o g r ap s oto dez fi co

E eu logo me embrulhei no desembrulho

E eu l g o me em br u l he ino de s em br u l ho

Que coisa é essa de autobiográfico, de que falais

Q ue c i isa é ess a de au to bi o g raf i co, fala is

Onde mora a fronteira do ser, para que em propriedade se lhe possa dizer, auto biográfico de coisa própria e exclusiva nossa em nosso pequeno território de pequeno ser

Onda mora a fr ant e ira do ser, para q ue em pr o p rie dade se l he p os sa di ze ra au to br i g raf i co de c o isa pr o p ria e e x c l c u iva no s sa em n osso pe q e un o e t r rito duplo de pe q u en o ser

Mas não assim é o ser, senhora, que o ser não trás fronteira, nem anda só o seu ou mesmo o meu, pela simples razão que todos somos dois e um e ainda um terceiro infinito

Ma sn cão as si mé o ser, s en hora, q ue o ser n cão t ra s f o rn te ira, n ema anda s ó s eu o u me s mo m eu, pe la simples ra za o q ue s omo sd o ise um e a inda um t r e rc eio rin fi ni to

Haveria alguma autobiografia possível, numa ilha deserta de tudo o resto, antes mesma da linguagem das palavras existir?

H ave ria al g uam au to bi g raf fia ps s o ibe l, n uma ilha de ser eta det tudo o r es to, ant es me sm dada l in g ua ge m da s pa pala vaso ra s ex is ii r da foice

E a senhora tremendo insistia, tudo o que escreve é autobiográfico,

E as en h r a t r e mendo in si tia, tudo o q ue es c r eve é au to bi g raf fi co,

Ah senhora se ainda seu coraçao estivesse tremendo por outras razoes, razoes de amor, perante seu amado

A h s en hora sea inda s eu cora sao es t iv esse t r em en do por o u t ra s ra zo es, ra zo es de amo rp e ra n te se y vaso do amado

Sim, mas é seu, é da senhora que falam aqueles dois precisos textos os que moravam em cima do rolo quando a fui visitar?

Sim ma é s eu, e da s en hora q ue d ala am aqui da eu l es do is pr e c iss o textos os q ue mora q ava am em c ima do rolo q u ando a f u i v isi sitar foice

Tudo é autobiográfico, me dizia na insistência na qual não é passível insistir

Tudo é au to bi g raf i co, me di z ian ana in sis t en cia no q ual n cão é pa ss iv e kapa in sis tir

que consciência só se estrutura no jogo do espelho do olhar, implica sempre relaçao,

q ue co nc s cie en cia s ó se est ruta no j go do es pe l ho do olhar, i mp lica se mr pe da relaçao, do tribunal, dot rin do s argento bula en t en do traço da inglesa se

o que é meu, o que de mim poderei dizer ser só meu, talvez a cegueira parcial ou mesmo aguda, na falta da percepção de tao básico funcionar das coisas, da existência e do ser

o q ue é me u, o q ue de mim p ode rei di ze r ser s ó me u, t alvez ac e g eu ira par cia l o u me s mo a g u dana f al ta da pe rc ep sao de tao ba sico f un cio n ar das co isa sd a e x is te n cia, dedo ser

ah , e acrescente-se nas vezes , de narizes compridos, não aqueles que moram no rosto necessariamente, aqueles que dao pelo nome de ego, ou egos, múltiplas cabeças, e vozes e falas que escutamos dentro de nós e que nas vezes habitam o que chamamos de fora

a he ac r es cente do traço da inglesa se na s v e z s , de n ar ize es co mp rid os, n cão aqueles q ue mor am no ro r st o ne ce s sari mente, aqui eels q ue dao pe do elo de dez no me de ego, o u ego s, mul t ip la s cab eça se vo ze se fala s q ue es cut am os den t ro de nó s e q ue na s v e ze s h a bit am o q ue c h am amo r de f o ra

o que é meu, é minha visao sobre o que é uno, e que sou eu tambem, o que é meu é a forma como lhe O digo

o q ue é me u é min h a v isa o s ob reo q ue é un oe q ue s o u eu t am b em, o q ue é me u é a forma co mo l he O di g o

fosse a senhora a senhora que me trouxesse em amor, lhe diria, trago hoje unhas compridas, a deitava em meus lábios como uma maçaroca e a torturava assim em doce, como um gato, e fazia derreter essa tremura dos castelos defensivos, ou dos anzóis de pescadores, os seus, ou de outros encomendados

f os sea s en hora min h a am ad a, l he di ria, t rago h oje un h as cm pr id as, a de it ava em me us l aa ps ot lol bi os co mo uma maça roca e a tor u t rava as si m em do ce, co mo um gato, e f az ia de rr e te re ess a t r em mu ra dos ca s telo s de f en s ivo s, o u do san zo is de pesca dr es, os se us , o i u de o u t rose en comenda dan do s

me perdoe senhora, que nem eu sei se trazeis namorado ou esposo em seu regaço, mas é a imagem da vontade, a minha ao que me disse sobre o que em si li

me per d oe s en hora, q ue ne me use ise t ra ze is namora do o u es paso em s eu r ega sao, ma sé a i mage m da von t ad e, am min h a ao q ue me di s se s ob reo q ue em si li

como vos dizer, de outra forma, dizendo, em outra face do mesmo, quando fui ter a senhora, vos levava sorrindo pela imagem que vira no jornal, e o que lera me desvelara muitas coisas de si, sem que o sentido de um todo se me afigurasse, a vi tensa, quase pressenti medo em si, e quando assim vejo quem levo em meu coraçao, me perturbo eu, me perturbei pelo que em si ao vivo vi, e que nem lhe disse, e da conversa que aconteceu no espirito , pelas coisa que ouvi e disse, e sempre uma duvida se coloca relativo ao emissor, quando o capuz na taberna não se tira, e as almas não inteiras se desvelam, o excerto adiante, dá-lhe conta do tom , do outro lado o mesmo tom no que senti do que senti, mais qui não lhe desvelarei, mas terei tudo o gosto em o fazer se a senhora o quiser, e o contexto compreenderá, é preocupante a quem se gosta, nada de mal quero que vos aconteça, gosto de vós como gosto de vosso pai, e a ninguém que traga em amor, por qualquer obtusa eventual acção de terceiros, por isso costumo dizer, que a ocultação, mesmo que em parte, nas vezes se torna mais perigosa as gentes

co mo v os di zen d ode o u t ra forma, di zen do em o u t ra face do me s mo, q u ando f u i te ra s en hora, v os l eva ava s o rr indo pe la i mage m q ue v ira no jo rn al, e o q ue le ra me sd eve al ra mui t as co isas de si, se m q ue o s en tid o de um tod o se me a fi gira s sea vi t en sa, q u ase pr ess en ti med oe m si, e q u ando as si m vejo q eu m l evo em me u cora sao, me per t ur bo eu, me per t ur bei pe elo dez q ue em siao v iv o vi, e q eu mne m l he di s see da c on v e r sa q ue ao cn teceu no es pi rito , pe la s co isa q ue o u vi e di s see se mp r e uma du v id a se c olo ca r e la t ivo ao emi ss o r, q u ando o ca p u z na t ab berna n cão se t ira, e as alma sn cão in te iras se de s v e lam, o e x e r to ad di ian te, d á do traço ingles do l he conta do tom , do outro lado o do me s mo tom no q ue s en ti do q ue s en ti, ma isa quin cão l he de s vela rei, mas t rei tudo o g os to em o f az ze r sea s en hora o q u ise reo contexto co mp ren de rá, e pr e o up ante a q eu ms e g os ta, n ada de m al q ue ro q ue v s ac on teca, e nma m ni g eu m q ue t ra g a em am ao rp o r q ua q lu e r ob t use eve en t u al ac capo de t rec e iro s, por iss o c os t u mo di ze r, q ue a o c uk taçao, me s mo q ue em p arte, nas v e ze s se tor na mais pe rig os a as g en te s


me perdoe senhora mas não acredito que isto assim não sabeis e nao trazeis sabido em seu interior

me pe r d oe s en hora mas n cão ac red di u to q ue is to as si mn cão s abe is en º ao t ra ze is sa bid o em s eu ine t rio r

e assim sendo me ponho naturalmente a advinhar do que fala sem quase falar, pois tudo está sempre presente, e em mim sustos vários em meu coraçao pela mesma lua e pelo mesmo ceu e pelo mesmo mar, em faces e rostos distintos e múltiplos, não quero eu que dano a nenhum dos meus amados, aconteça, faz-me fazer ggrr por dentro e assim ao mundo dizer, livrai-vos de tocar um cabelo que seja a quem eu trago amor, deveria ir agora consultar as notas ultimas da ultima vez que assim me obrigaram a dizer, para ver quantos em troca prometi, levar, mas não vou, não gosto de contabilidade , sobretudo de almas, por isso, hoje aqui digo ao ser assim confrontado, tocai num cabelo, levo dez mil por cada um, válido até a próxima ameaça que pelo espaço ouvir

e as si m s en dom e p on ho na tura le mn tea ad vin h ar do q ue fala se m q u ase fala r, p o is tudo est á se mp r e pr e s en te, e em mim s us to s v a ap ps oto dez rio se m meu cora sao pe la me ms a lua e pe do elo dez me s mo ce ue pe dez me s mo mar, em f ac es e ro st os di s tintos e mul t ip dez sn cão q ue ero e vaso q ue d ano a n en h um dos me us amado s, ac on teca, f az se ze do traço da ingles me f az e r gg rr por den t ro e as simao mundo di ze r, li v rai do traço do ingles v os de t o ca rum cab elo dez q ue seja a q eu me u t rago amo r, de eve ria i ra agora co ns sul t ra a sn ota s u l t ima sd a u l tim ave z q ue as si m me ob rig aram a di ze r, para ave r q ua n to se m t ric a pr ome ti, l eva r, ma sn cão vo un cão g os to d e c on t abi lia dad es , s ob r e tudo de alma s, por iss o, h oje aqui di goa o ser as si m c on fr on at do, to cai n uma cab elo, l ç evo dez mi l por c ada um, v a a ps o tolo de dez do lido at é a pr ox ima am a eça q ue pe lo es paço o u vi r, deve ser portanto o branco, que hoje aparecia com face de tolo

nem de propósito como sempre ele o é, seu pai ontem relembrava o que ajuizadamente chamava de invenção jurídica anglo saxonia, conceito intelectual estendido no campo jurídico, da neutralidade colaborante, coisa que não existe, neutralidade no ser implica ausência de ser, total, nem em corpo nem em espirito quanto dois, só mesmo existe a possibilidade de nos mantermos num ponto médio em relaçao aos lados que se apresentem e que são sempre um mesmo, só um esquizofrénico assim não o ve nem o entende, haverá algo fora , fracturado , ou mesmo distinto do ser?

Ne m de pr o posi to co mo se mp reel e o é, s eu pai on te m r e l em br ava o q ue az u iza damen tec h am ava de in v en sao ju rid a na g dez s ax oni ca, c on ce i to in te l c tua al es t en dido no cam po ju rid dc co, da ne u t rali dade co la bora n te, co isa q ue n cão e x is te, ne u t ra lu dade n ser i mp li ca au s en cia de ser, to rta l, ne m em corp o ne me m es pie i rt to c q ua n to do is, s ó me sm o e x is te a p os sibil id dade de n os man te r mo sn um ponto me di oe m relaçao dd o is l ado s q ue se ap r es en te me q ue são se mp r um me s mo, s ó um es q u i zo fr e nico a sis em n cão ove ne mo en t en de, a h v a e rá al g o f o ra , f rac tura ado , o u me s mo di s tinto do ser da foice

Ps , o do ps,

Posso eu ter um posição de neutralidade, ser neutral face a uma coisa, assim tipo morno, o que como O Cristo muitas vezes sempre disse, é já imagem de ausência de ser, venham a mim os quentes ou os frios, eu os beijarei, os mornos não, como uma mao que se recebe no regaço de outra em nosso cumprimentar e que é mole, uma massa mole de temperatura assim mediana, que se mexe ainda e só porque se mexe, porque está ligada por um vago fio de vontade ao coraçao que ainda vagamente baterá

P osso eu te rum p o siç sao de ne u t ra loi iade, ser ne u t r al face a uma co isa, as si m t ip o mo rn no, o q ue co mo O Cristo mui t as v e ze s se mp red iss e, é j á i mage m de au s en ca de ser, v en ham a mim os q eu n te s o u os fr io se u os bei j a rei, os mor rn no sn cão, co mo uma mao q ue se rec e b no r ega aço de o u t ra em n osso cu mp rie mn t ar e q ue é mole, uma am as sa mole de te mp e ra tura as si m me diana, q ue se me xe a inda s ap s oto lo p roque se me xe, por q ue est á li gado por um v a g o f i o de von t ad e ao cora sao q ue a inda v a g am en te bate rá

E posso eu ser neutral face às partes da una parte e trazer um vulcão no peito contido e fazer com que ninguém se queime, ou posso ser neutral, e derramar lava espessa e quente, e depois ficarei a ver dois amantes encaixados solidificados no vesuvio de outrora

Ep osso eu ser ne u t r al face as p arte da una p arte e t ra zz ze r um v u l sao no pei to conti id oe f az e rc om q ue nin g eu m se q eu i me, o u p osso ser ne u t r al, e de rr am ar l ava es p ess a e q ua n te, e dep o is fi ca rei ave r do is am ant es en caixa do s sol li di fi c ado sn o v es u vi ode o u t r ira

E posso ser o que sou, file fiel ao amor, ser no amor a trave do amor, o fiel do amor da senhora e da rosa

E p osso s ero q ue s o u, f ile fi e l ao am o r, se rn no amo ra t rave do amo ro fi el do e mor da s ne hora e da rosa

Já colaborar, e coisa boa, é mesmo coisa sempre boa, não colabora o coraçao com o sangue, não colaboram os músculos com a vontade de andar, não colaboram os lábios com os beijos de amor em amor e por amor?

P rin ciep ac à circulo do o ola de bora reco da isa boa, é me s mo co isa se mp r e boa, n cão c olo bao ra o co raçao com o sangue, n cão c ol ab o ram os m us c u dez sc om a von t ad e d e anda rn cão c ol a bo ram os l ab is o com os bei j os de amo ram mr mer, em amo r e p o ra mor da foice

Muito eu gosto assim de colaborar, afianço-lhe senhora, com todas as partes do corpo, que é uno, como alguma poderia ficar de fora, e depois nas vezes pequenas células há, que se revoltam e destroem as outras a sua volta ou assim o tentam fazer, e as outras pela vontade tem que as convencer a parar ou mesmo nas vezes extripa-las

Mui to eu g os to as si m de co la bora r, a fia anço do traço da inglesa do primeiro he s en hora, com todas as p art es do corp o, q ue é un o, c omo al gum a p ode ria fi car de f o ra, e dep o is na s v e ze s pe q e un as cel lulas h á, q ue se r evo l tam e de st ro ema s o u t ra sa s ua vo l tao u as simo t em tam f az e rea s o u t ra s pe la von at de t em q ue as c on v e ça e ra parar o u me s mo nas v e ze s est r ep do pi das ilhas, e x r rip ipa do traço ingles de la serpente

O exemplo do seu texto é narrativo face a uma terceira, contudo autobiográfico, eu lhe perguntava, mas é a terceira pessoa a primeira?

O e x mp dez do s eu texto é na r rat ivo face a uma te rc e ira, co nu tod au to bio g raf i co, eu l he per gun t ava, ma s é a t rec e ira pessoa a p rim e ira foice

Tudo é autobiográfico, tudo se referencia a mim como centro, mas as vivências que relato, ou que analise, são porventura de outras pessoas , lhe responde eu a si que me responde, e assim em parte a terceira em sua certa parte medida e peso é a primeira e tambem a segunda e todas as outras

Au to bi circulo gato raf e co da se refer en cia da p rim e iro a mim do pico do mo do c en t ro, do cds, c em vaso tod au to bi ana lise são por v en turas de o u t ra ser pente pessoa as, de um o u t ro, fe rn ando, peta , poe eta l he r es ponde eu a si q ue m e r ep o sn de, e as si me m p arte a t rec eira em s ua ce rta p arte med id a e ps o é a p rim e ira t am b e me a se gun da e todas as outras

Andais procurando por vós ou por outra mao encomendada?

Anda is pr o cu rand o p o vó s o up o ro u t r a mao en comenda dada foice

Andais procurando alguém que terá capacidade de movimentação no espaço

Anda is por rc cura ando al g eu m q ue t r ra capa cidade de mo vi men taçao no es paço

Apostando ou não, em que haverá alguém que em particular, terá essa capacidade particular?

Ap pao st ando o u n cão, em q ue h ave ra al gume q ue em par tic u l ar, te rá ess a capa cidade ap rt tic ua l r da foice

Todos e tudo a tem, senhora, portanto mais busqueis, buscais alguém que especificamente terá feito um certo movimento de transporte no espaço,

To do ze tudo em te ms en hora, porta n to maís b us do quais, b us cais al g eu m q ue es pe ci fi cam en tete rá fe i to um ce rto mo vie mn to de t ra sn porte no es ap ço,, es paço

De qual faleis então?
Visto que são muitos os que se observam, em negro fim no perverso voo de negro fim

Pee vv

Como coça a cabecinha aqui o clip, mais prosaico lhe porei, tanto o que descreve pode ser feito por um homem ou por uma mulher, embora conheça fontes masculinas que dizem ser pertença da mulher, falamos dos figos como imagem de yonis e de lingam, mas nem assim é, só um meio cego, assim com laivos de masculinidade apolinia, assim o poderá ver sem o todo o ver

De q ual f al e is en tao foice vi st q ue são mui to s os q ue se ob serva vam, em ne g ro fi mc omo coca a c ab e cinha aqui o c l ip, masi p rosa i co l e hp o rei, t an oto o q ue de sc r eve p ode ser fe i to por um home ou por uma mul her, em bora c on he ç a fn te s m as cu i lina s q ue di ze m ser per t en ça da mul her, fala mo sd l in g am fala mo s dos figo sc omo i mage m de y on ise de l in g am, mas ne m as si m é, s ó um mei o c ego, as si m com l a ivo sd ema ac u l ina da s es ap l in i es, as si mo p ode rá se m s ue to do ove r

Dizeis ser uma mulher mas tambem um homem o poderá ser, a situação que descreve nao é apanágio exclusivo da parte feminina do mesmo ser, em suas duas configurações

Di ze os ser uma mul her mas t am b em um home o p ode rá ser, a si ti çap q ue d es c r eve n º ao é ap aná gi o e x c lu s ivo da p arte fe mina do me s mo ser, em s ua sd ua s c on figu rações es

E o que mais lhe posso dizer, é que o novelo mais uma vez cresceu e se encontra cheio de nós, e que primeiro é preciso perceber as pontas que se encontram entrançadas para depois desfazer os ditos e compreender o fio da inteira meada, que como sempre depois de estendida, nas vezes, como sinto ser o caso, é maior do que poderia parecer, em seu primeiro pensar,

E o q ue masi l he p osso di ze r, é q ue o n ove dez masi uma ave z c r es ceu e se en c on t ra che i ode nó se q ue p rim e iro é pr e c is o per rc e be ra s p on t as q ue se en c on t ram en t ra n ç ada s para dep o is dez f az ero s dito se co mp ren de ro fi o da in te ira me ad a, q ue co mo se mr e dep o is de es t en dida, nas v e ze sn os z is, co mo se in to s ero caso, maio r do qeue p ode ria par rec e ce rem s eu p rim e iro p en sar,

Abro a rosa do vento e me saiu um poema ps rege, o regente do ps, forte probabilidade de bater certo, mas vos falais, de uma mulher

Ab ro o rosa do v en ts oe me sa i u um poe ema ps rege, o r e gente do ps, forte pr ob ab bi l iade de bat rec e rto, mas v os fala is fa lei s , de uma mul her

O poema se chama explicação necessária, e logo sua primeira linha parece responder-me por si , o que não foi capaz de me dizer , e doce senhora, o tom do poema, nele reconheço amor, e me acalmo a si por dentro,

O p o ema se chama e x p li caçao ne ce s sária, e l ogo s ua p rim e ira da linha par rec ce r es ponde r do traço da inglesa me por si ,simo , o q ue n cão f o i ca paz de me di ze r , e do ce s en h ro a, o tom do poe ema, ne le rec n he ço amo reme ac al mo a si poe d en t ro,

Assim reza este poema de mil novecentos do regente do ps, do tempo da primeira guerra, mil novecentos e dez, e que se foi em mil novecentos e setenta e oito, e que é traduzido por Eugênio de Andrade, eugeni, o casal do libris erótica, pois assim é a natureza do passe que seu texto senhora, descreve, ou o eugenio do andrade sendo que eugenio havia um que veio do iade

As sm reza este por ma de mi l n ove en cento sd o regente do ps, do te mp o da p rim e ir guerra, mi l n ove cento sed es, e q ue se f o i em mi l no ove en cento se set en t ae oito, e q u e é t ra du z id o por eu ge ni ode and ra do, eu geni, o ca sal do l ib r is ero ot cia, p o is as si mé a na t ur e za do passe q ue s eu texto s en hora, de sc r eve ou o eu geni o do and ra de s en do q ue e u g en ni o h avi a um q ue veio do iade

Ah certos versos - às vezes poemas inteiros que eu próprio não sei o que querem dizer,. O que ignoro detém-me ainda. E tu , tu tens razão ao interrogar. Não interrogues. Já te disse que não sei. Duas luzes paralelas vindo do mesmo centro. O ruído da agua que cai, no inverno, da goteira a transbordar, ou o ruído de uma gota agua caindo de uma rosa no jardim, regado há pouco, devagar devagarinho como um soluço de pássaro. Não sei que quer dizer este ruído; contudo aceito-o , as coisas que sei explico-tas sem neglicencia

A h ce rt os v e r s os ~ à s v e ze s poe ema sin te iro s q ue eu pr ó p rio n cão se i o q ue q eu rem di ze ro q ue i gn o ro tete m do traço da in gk l esa me a inda. E t u , t u te ns ra za o ao in te rr o g ar. N cão in te rr o g u es. J á t di s se q ue n cão se id ua s l u z es para lelas vin do dome s mo c en t ro. o rui ida da agua q ue ca ino inverno, da g ot e ira at ra sn o rda ro u o rui do d ero ano jardim, r ega gado h á p o u co, de eva g ar de eva grim n ho uma trade de pro m ave ra, m ac e rik , m ave rik, c omo um sol u ço de pa ss aro,. N cão se i q ue q u e r di ze r este rui do; com nn tudo ac ei to. o , as co i sa q ue s eu e x p l i co do ponto do traço ingles da t as .se m ne g li cen cia

Gosto deste dizer, as coisas que sei explico-tas sem negligencia, gosto desta atitude de vontade, depois o poema fala da visao do homem sobre a mulher amada, a visao do joelho dobrado dela em seu dormir, um angulo que para ele era o cume da ternura, mais o cheiro do lençol a lavado e a primavera completavam este inexplicável que eu procurei em vao ainda , explicar-te, gosto tambem desta vontade, em vao ainda, como que diz sem dizer, que continuará a tentar, como se deve sempre tentar explicar uma coisa que ainda não compreendemos, assim se dá maior substancia aos actos não negligentes,

G os to de este di ze ra s coias q ue se i e x p lico do traço ingles t as se m ne g li gen cia, g os to de sta a ti rude de von t ad e, dep o is o pe oma fala da visao do home s ob rea mul her am ad a, a visao do joe l ho do br ado de la em s eu dor mir, um e gula dez q ue para e lee ra o c u me da t r en ur a, ma sio che iro do l en ço la l ava ado e a p rim eva e r ac om mp l eta vam este ine x p li c ave l q ue eu pr o cu rei em vao a inda , e x p l cia r do traço da inglesa te, g os to t am b em de sta von at em vao a inda, co mo q ue di z se m di ze r, q ue conti nu a rá a t en t ra, cm o sed eve ts e mr e t en t ra e x p l i car uma co isa q ue a inda n cão co mp ren demo s, as si m sed á mai o r s ub s tan cia ao s ac to sn cão ne g li g en te s,

Contudo tudo isto ressoa, em encenações próximas no tempo de seu acontecido no jardim do império, dois paus paralelos estavam por debaixo de uma pedra, com um delata por cima no curva do muro, como a lembrar salema, ao pé da casa aqui amarela, doas polaroids, as polaroids que fazem a ligação com salema

C on tudo t u do is to r esso a, em en c en ac ç o es por x ima sn o te mp ode s eu ac on tec id on no jardim do i mp é rio, do is f o is para lelo s es t ava am por de ba ix ode uma pedra, com primeiro de lata por rc ima no c ur va do m ur o, co m o al e mn bb bra sal ema, ao p é da c asa aqui am ar e la, do as polar toi ds, as polar a ids q ue f az ema li g ac sao com sal m en ma

Depois uma mudança se anunciou sob as escutas no brasil na terra da bela menina de meu coraçao que em seu corpo as trazia, o rapaz da pt, agora multado, olhava de lado numa mesa de conferencia, seu olho como um olho lateral de crocodilo, e uma certa ordem, ss desvela,

D ep o is uma mu da dança se na un co u s ob as es cut as no br as il na terra da be la me nina de m eu co raçao q ue em s eu corp o aa st ra az ia, o rp az da pt, agora mu l t ado, o l h ava de l ado don uma mesa dec on feren cia, s eu olho co mo um olho la t real de c roco di dez, e uma ce rta o r de m, ss de s vela,

Um pomba doente fora colocada ao lado da casa acastelada aqui na rua, antes um zagalo de cobra passara, om um nme em seu braço impresso, oi nome de uma rapariga de um passe outrora na mercearia ao pé da igreja do bom sucesso e do triunfo, o rapaz, vasco da graça do moura, ou da graça da moura, hoje no jornal propunha a charada, uma charada com nexo e encenação a porta ao pé da pomba que estava ao lada da casa, uma carica como, ele fala, ou seja um roda dentada estava metida numa arvore que fora depois cortada, uma engrenagem metálica vermelha que faz rodar ou roda pela acção da arvore maior , como um jogo de carretos, ou mesmo do diabo e da sua mascara, provavelmente um pelicano, assim me dizem as vísceras ao momento, alguém que fora cortado para poder alimentar um filha, se calhar a tal com o nome de joana, ou que assim se apresentara antes de com outro fugirem apressados, falando de uma capa que teria sobre uma terceira mulher, saltado, acrescenta o sentido das letras do moura, o co do rato, o rei do circulo do bebe de castelo, das aguas das pedras, do queque as ondas, o do click, ou seja o do desejo de manara, o declick, para ser mais preciso, a lambidela de ero dada em dezembro, o do pc da guerra m o toy cab tt oe, cantor, rato us da ra da fabula de la fontaine, encanitar a perna a rã, uma expressão dele , que já aqui tambem entrou, o frasco da agua das pedras que se bebe pensando ser champanhe, c h am pa do guarda nacional e ne dodo rio den do no t das ti das cia, da El , do código usado pelos bombistas, que fora descoberto em seu tempo certo, cia serpente da eva são , e seth eva são, castelo do vaso eu e vaso maior do click, ou do dec li ck do vaso da ot o sorro do traço da guerra, o cantor rato us do castelo do queque do biqueque, o das engrenagens do tsunami , o ts da un am, assim vasco diz sem dizer, nas entrelinhas, em diagonal, como são estes senhores que depois fazem julgamentos em laudas sobre outros em modo muito mais frontal, um peso e duas medidas, senhor, e me diga não foi por acaso o senhor branquindo que agora se afastou, se calhar pelo que disse nessa tal entrevista, que eu nem ouvi, ser demasiado real e amargo como o real o é, para os ouvidos sensíveis das putas dos compadrio corruptos a que chamam de partidos, hoje a pomba que lá es tve durante a noite, morta está com moscas a sua volta, e me desvelou a gira, a pomba gi ra z, deve ser portanto uma pomba do brasil que mais se foi às mãos de um zagalo, e que a tal de joana, era a dos tais nitratos que por cá aparecerem, que contribuíram para morte de meu cao e qual é a gira, se todas as pombas o sao
,


U mp om ba do en te f o ra c olo c ada ao l ado da c asa ac as tela ada aqui na rua, ant es um za galo de cobra pa s sara, om um nme em s eu br aço i mp press o, o ino me de uma ra pa rig a de um passe o u t ro rana mer ce ria ao p é da igreja do bom s u c esso e do t riu un f oo ra p z, vasco dag ra ç ado mo u ra, o u da g ra ç ad a moura, h oje no jo rna l pr o p unha ac hara ada, uma c h ar ad ac om ne z x oe en cena sao a porta ao p é da p om ba q ue est ava ao lada da c asa, uma ca roca co mo el e fala, o u seja um roda den t ad a est ava met id an uma arvore q ue f o ra dep o is co rta ada, uma en g rana ge m met al i ca ave r m le h aqui da ue f az ro d ar o u roda pe la ac sao da ar vo ra maio rc omo um j ogo de car rt teo s, o u me s mo do di ab o e da sal ma sc cara, pr ova v el que mente um pe li can o, as si m em di ze ema s v is cera sao mo m en to, al g eu m q ue f o ra co rta ado para p ode r a li m en t ar um fi alha, se cal h ar a t al com o noe m de jo ana, oi q ue as si m se ap r es en tara ant es de com o u t ro f u gi rem ap r essa ado s, f ala lan ando de uma capa que te ria s ob re uma t rec e ira mul her, sala t do, ac r es centa o s en tid o da s letras do moura, o co do rato, o rei do circulo do bebe de ca s te dez, das aguas da ss pe dr as, do queque as ondas, o doc l i c k, o u seja o do desejo de mana ra, o dec l i ck, para ser masi pr e c is o, a l am bid e la de ero dada em de ze m bro, o do pc da guerra m o toy cab tt oe, can tor, rato us da ra da f ab bula de la fon t a ine, en can i t ar a pe rna a ra, uma e x press sao de le , q ue j á aqui t am b em net ro u, o fr asco da agua das ped ra s qi ue se bebe p en sand o ser cha mp agne, c h am pa do guarda na cio n ak me ne do d ua rio den do no t das ti das cia, da El , doc o di g o usa ado pe dez s bo m b ista s, q ue f o ra de sc o be r to em s eu te mp o ce rto, cia serpente da eva são , e seth eva são, cat e dez do vaso eu e vaso maior do c l i co u do dec li ck do vaso da ot o sorro do traço da guerra, o can tor rato us do castelo do queque do bi queque, o das en g rena ge ns do ts un ami , o ts da un am, as si m vasco di z se m di ze rn as en t r e linhas, em dia g on al, co mo são est es s en hor es q ue dep o is f az em ju l game en to sn a mea am lauda s ob reo u t rose m modo mui to masi fr on t al, um peso e du as med iad as, s en hor, e me di gan cão f o ip o rac ac as oo s en hor br na quin h o q ue q agora se a f as to use c la h ra p leo q ue di s se ne s sat al en t r e v ista, ser de mai s ado r ee al e am argo co mo o real o é, para os o u v id os s en ds s ive is das putas dos co mp ad rios c ii ru pt os a q ue c h amam de par tid os h oje a p om ba q ue l á es tve duran tea no ite, mo rta est á com mo sc as a s ua vo l ta, e me de s v e lou a gira, a p om ba gi ra z, de eve ser porta n to uma p om ba do br as il q ue mais se f o i às mãos de um za galo, e q ue a t al de jo ana, e ra a do s tais ni t ratos q ue por cá ap a rec e rem, q ue c on t rib do acento no iram para mo rte de me u cao, q ual g ira, se to da sas p om ba s o sao

Ontem abria revista do dn, onde está a bela grega que habita em meu coraçao, a quem escrevo uma carta a luz de recentes passos, e de repente um sincronismo se manifestou, falara eu do fogo e do fósforo, e da intenção da mao que ao acender o acendesse, o fósforo que está aqui numa caixa de fósforos ao lado do ponto vermelho dentro da boca do tubarão do dn, do no das ti da cisa serpente, e está vasco, falando de ter oferecido uma coisa que diz nem bem saber o que a sua filha, a maria teresa, o nome da mae com quem tive o filho e que anda com ele raptado, um mp tres, o mp da terceira da maria teresa, está o vasco com seu forno na mao carregado, um caixa de fósforos aberta em sua mao, como que o vai acendendo, acabamos, é uma palavra vincada no texto dessa revista, ontem quando a li, me disse, será que sim, outros escutares no espirito falam de um dado acabado, outras linhas apresentam muitos nós e o novelo engrossou outra vez, no jardim, um roda de bicicleta na relva com um guarda sol, sem cobertura, como o nin fala em seu texto do furacão, um símbolo da roda da vida, um símbolo tambem do movimento dos ventos, o home de bigodes com o negro cao o apanhara pela madrugada, duas rodas todo o terreno, antes uns dias estiveram ali pelas bandas do portão da casa de goa, como insinuando negro infinito tombado, ou retirado, na india, a senhora, ou o sudoeste asiático, visto as engrenagens alargarem o contexto

On te ab ria r e vi ts a do dn, onda st á a be la g r ega q ue h a bit a em me u cora sao, a q eu m es c r evo uma ca rta a l us de rec en te s passos, e de r ep en te um sic n ron is mo se m ani f es to u, fa ar a eu do f ogo e do f os foro, e da in t en sao da mao q ue ao ac en de ero ac en de s se, o f os fora q ue est á q eu in uma ca ix a de f os for sao l ado do ponto vermelho den t ro da b oca dot vaso do barão do dn, do no das ti da cisa serpente, e es t á va sc o, fala lan d ode te r o fe r e cid o uma co isa q ue di zz ne m b em s abe ro q ue a s ua fi l ha, a maria teresa, o no me da mae com q eu m ti iv e o fi l h oe q ue anda com el e ra pt a sd o, um mp tres, o mp da t rec eira da maria teresa, est á ova sc o com s eu for rn no na mao car r ega dao, um ca s ix a de f os o fora s ab e rta em s ua ma ao, co mo q ue ova i ac en de en do, ac b am os, é uma pal v ra vin c ada ano te x to de s sa r eve ista, on te m q u ando a li, me di s se, se rá q ue si mo u t rose es cut ar es no es pei rito fala m de um dad o ac ab ado, o u t ra s linhas ap r es sn tam mui to sn nós e o n ove dez en g rosso u o u t y ra v e z no, no jardim, um ra da de bi cic l eta na r e v la com um g ua rda sol, sem co be rt ira, co mo o nin fala em s eu te x to do f ur ac cao, um s im b olo da roda da v id a, um sin b olo t ab em do mo vi e mn to do s v en to s, o home de bi god es com one g ro cao o p ana h ra, du as rod as todo o te r reno, m an te s u ns dias es t ive ram al ip el as ban da sd o porta tao da ca sd e goa, co mo in sin u ando ne g ro in fi ni to tom b ado, o u r eti r ado, na india, a s en hora, o u o s u d oe este a sisa tico, vi s to as en g rena ge ns al arga rem o c on texto

No jardim, e agora no jornal tambem, a referencia da mesma encenação que entronca na do texto da senhora, em outro, uma cama partida, como a alguém dizer por breve insinuação de linhas de um leito desfeito, o meu não é certamente, que nele dorme e seu da sua inteireza, se partem leitos alheios, será coisa até reprovável de fazer, a não ser que se parta pelo amor dos corpos em seu balançar, contudo não reza assim esta negra insinuação, e muitas armadilhas e gatilhos forma montados, e o resultado está vista em parte, outras , ainda mais se desenrolará, e outras serão ainda vitimas, espero que tu não amada, sempre digo o e mesmo a todos os amantes amados, protegei-vos e protegei a quem amam

No jardim, e agora no jr n al tam bea refer en cia da me sam en c en ac sao q ue en t r inca na do texto da sn e hora, em o u t ro, um c ana par tid a, co mo a al gume dz e rp o r br e v in sin ua çao de linhas de primeiro leito de s fe i to, om eu n cão +e ce rta que mente, q ue ne le dor me es eu da s ua in te ire za, se par te m leitos al he i os, se rá co isa at é r ep rova ave l de f az e ra n cão ser q u se p a rta pe le dez amo r dos corp ps em s eu bal en ca rc contudo n cão r e za as si m est ane g ra in sin ua sao, e mui ta s ar mad ilha se ga t ilho s forma mo n t d as os, e o r e sul t ado est á v ista em p arte, o u t ra s , a inda maís se de sn rola rá, e o u t ra s se rao a inda vi tim as, es p ero q ue tu n cão am ad a, sm pr e di go oe me s mo a tod os o sam ant es am do s, pr ot e ge i do traço ingles v os e pr ot e ge ia q eu m amam

Alguém ontem morrera, assim dois senhores em dor ao passar mo mostraram, u será tambem masi um pedaço de encenação

Al g eu m on te m mor r e ra, as si m do is s en hor es em dor ao p assar m o mo s y t ra ram, u se rá t am b em masi um peda aço de en cena sao

Talvez o senhor acenda com o fósforo o seu cachimbo, talvez eu acenda um fósforo e depois teremos dois fogos e ainda um terceiro e um quarto, quem sabe da vastidão do incendio, se calhar limpa mesmo a terra num só passo e muitos muitos morrerão se não mesmo todos

T al v e zo s en hor ac en da c om o f os for o s eu c ac hi m bo, t alvez eu ac en da um f os foro e dep o is te remo sd o is f ogo sea inda um te rc e iro e um q u art o, q eu m s abe da v as ti dao do inc en di o, se c la h ra li mp a nm es mo a te r ra n um s ó passo e mui to s um it os mor r e ra o se n cão me s mo tod os

A be la ra pa rig a em v ene za, di s ia a pr o posti de um ap ar ren te c on vi te de ca sam en to por p arte de um jo rna l ista, q ue o s eu mar id oo mata ria, a el e, a q eu ema fi g u ra do jo rna l ista r ep r es neta ava, co mo se eve mo t ivo sd e mat ra e x is te m mui to s, se el a f os se min h a mul her, t am b em as si m me s en tir ia t en t ado se l he fi ze se m al gum m al, contudo um piro p o da eu la nat ur e za n cão o j us ti fi caria, f alo masi de l he toca rn um s ó cab elo q ue seja, a s ua r eve l ia, can s ada e a gás t ada a be la ra pa rig a q ue mora em me u cora sao

A bela rapariga em veneza, que entrara num estranho filme prenunciador do que se passara depois no mundo, um história do diabo, e da tentação a seu filho, por uma relaçao de incesto, com duas irmãs, que bela estava no filme, foi a primeira vez que a vi, e me disse , que bela menina aqui está

Ab e la ra pa rig a em v ene za, q ue en t ra r an um es t r anho fil me pr en un cia dor do q ue se pa s sara dep o is no mundo, um hi s tó ria do di ab o, e da t en taçao as eu fi l h o, por uma relaçao de inc es to, com du a sir mas, q ue be la est ava ano fi l me, f o ia p rim e ira ave z q ue a vi, e me di s se , q ue be la me nina aqui est á

A bela menina em veneza, foi desvelando o seu o se belo vestido milimetricamente em rotação de um quarto de volta, ao longo de dois dias, que precisão na encenação, no segundo de frente em seu vestido amarelo e solar, uma cornucópia, uma cornucópia semelhante a que desenhara ao lado da borra quando me desvelara o triângulo de fogo que no mundo acabou de acontecer, até ao próximo, uma espiral que ressoava agora no jardim nos raios da bicicleta, e dos dois pauzinhos por debaixo da grande pedra assim meia rectangular, os dois pauzinhos paralelos que atravessavam o quadrado da vesica do trinta e um

Ab e la me nina em v ene za, f o id es vela lan ando o s eu o se be dez v es tid o mi li metro cam nete em r ota sao de um q u art ode vo l ta, ao l on god e do is dias, q ue pr e c isa on a en cena sao, no se gun o de fr n te em s eu v es tid o am ar e dez e solar, uma co rn u co pi a, uma co rn u co p ia semem l h ante a que de s en hara ao l ado da bor ra qq ua ando me de s vela lara o r ian gula dez de f ogo q ue ni mundo ac ab o u dea on tecer, at é ao pr ox imo, uma es pei ra l q ue r esso a rav a agora no jardim nos rai os da bo cic l eta, e do s do is p au z in h os por de ba ix o da g rande pedra as si m mei a rec t na gula r, os do is p a us z in h os par ar lelo s q y e at ravessa v am o q ua dr ado da v e isca do t rin ta eu m

Numa outra foto em veneza dois belos rapazes lado a lado e a intuição a me falar de um terceiro, fora do enquadramento, um deles que trás casa num lago italiano, trazia o lenço de seu casaco a reverbar em rectângulo branco sobre preto como em meu sonho simbólico, o da casa da elevação, e da inversão das minhas letras no publico

Nu mao u t ra f oto em v ene za do is be e leo dez s ra p az es l ado al ado e a in t u i çao a me fala r de um te rc e iro, f o ra do e un q ua dr am sn to, um de l es q ue t ra sc as n um lago u tali ano, t ra z ia o l en ç ode s eu ca sao a r eve r b bar em rec tan gula dez br anco s ob re pr e toco mo em me u son h o s im boli co, o da c asa da el eva sao, e da in v e r sao das min h a s letras ni publico

Por debaixo do meu desenho seguem assim minhas notas, clube de oficiais de Varsóvia, ts ala chanel, e onze vinte e um li da ot cruz , londres paris, dona rp paris, anjou , anjo de Versalhes fina floresta da fonte azul de paris, que fez cair a helena clareira na floresta, echarpe branca, pele serpente vermelha, indio brasil, uma outra bela rapariga a kidman, na revista onde vasco está, a que trás a bela grega em sua capa, sorri com ar de vingança satisfeita, mao a mostra a anca da mala do leopardo, do conde italiano, guerra das estrelas, sem duvida, se respingou em mortos inocentes, teremos uma super nova, vos garanto eu, o que não deixa de encaixar no escutado no espírito nesse redor, não me abandones agora, certamente que nao minha amada, assim te respondi, na esperança que fosse tu, e esperando sinceramente em meu coraçao que não te encontrasses nunca em posição delicada ou mesmo perigosa, a bela grega numa outra foto, depois de um fio maior que ainda não está escrito, no carro todo terreno, com chapéu do exercito, arrancava contente a sorrir do que parecia ser o feito,

Por de ba ix o dom eu de sn h os e g eu m assi m min h as n ota s, c l ub e de o fi cia is de v ar s o v ia, ts sala ch ane l, e on ze vinte eu m li da ot cruz , londres paris, dona rp pa ri za n jo u , na jo de eve r sa ilhe s f ina flor est a da fonte az u l de paris, q ue fez ca ira helena clare ira na flor es y a, e c h ap r br anca, pele ser pente vermelha, in di o br as il, uma outra be la ra pa rig aa ki d man, na r v ista onda v as o est á, a q ue t ra sa ab abe be la grega em s ua capa, s or ric om ar de vin gan ça sati s fe i ta, ma ao am ostra a anca da m ala do leo par dodo conde u t al ian o, guerra das es t r e la ss em du v ida, se r es pi n go ue m mor to s in o cente s, t r emo s uma s up e r n ova, v os g ar nato eu, o q ue n cão de ix a de en caixa r no es cut ado no es pei ton es see red o rn cão me a ban don es agora, ce rta mn en te q ue ao min h a am ada, as si m te r es pon di, na es pe rn aça q ue f os se tu, e es pera ra ando sic ne ra mente em me u co raçao q ue n cão te en c on t ra s se es nu c na em p o siç sao deli c ada ou me ms o pe rigo sa, a b e la grega n uma o u t r ra f oto, de p o is de um fi oma ior q ue a inda n cão est á es c rito, no car ro todo te r reno, com ca hp eu do exercito, ar ra n c ava c on ten tea sorrir do q ue par e cia s ero fe i to,

Corria no vento, ciúmes, terrível coisa e doença, nas vezes terrível e mortal

Co rr ia no v en to, ciu m es, terri iv e l co isa e do ença, nas v e z s teri v e l e mor rta l al

O la l ar ive ra l an dor, masi ou m en os st rove eu t h na me for n one w as w o rt h m y st o k en at tire i l ove d anda ne z do x da cruz ne z t m tó, na ture art , i war med bo th h na ds be for e t he fire o f life it sin k s na di am rea d y to r ep o rt, vi o ip circulo do onze do circulo do primeiro do taxi amarelo, h do circulo do ip do circulo do onze circulo do x primeiro, ava dez vinte en ove, rio t h s h ila do traço do e do onze ot cruz cannes bar do rá da r ive i e ra, bar do rá de monte car dez, do cok rta i l do ali, isa g rey a s op h ue dona c dona l d do ant ero jf , a tampa do vaso do ni do ball da ave isca do olho fi ine ca i ua o chao neste pr e c is o mo m en to, circulo do ponto negro nas ondas de p rata em cin za , o u seja em al g eu m c r es cid o, pr ova v el que mente jf k en ne d y, pag gi mna se is sec são p rim e iro 6/6 em t r e ze, seth na gi dez do vinte e c on coco l quadrado do p rim e iro de s en eta se s senta

Fr id a k alo , p rin c es a m af ak da, q u l italia, luisa lu is en po iste me roma, cha ise l on g ue, r ivi e ra, rui vieira, a tt ac he di em ba ix a dor br i t a nico, no t ra che t bor da uz, din ne ra j ac k e t mar rie loi use de flor i mond, paris bo u l eva rd de saint ge r ma in, av f o ck, mon t par n as se, par n as so, lion de be l font , o tele f one da rua de o ap os t olo ode s sa, ca fé dom e s eve m picasso mao net andre be r ton, gui ll au me ap o l ina i re, alo , o pr o g rama ingles rio sd e t o le t te em ch ar v e t da rue do gui ll am me, laqueada, os t rom pa sd o f al á pi o, fr a g on ard, antiga f am i lia da virginia, pro tege, mo pro do tejo, todos do circulo setecentos e sete, v e r do ceu seja cogumelos, sarros sat g os, ratos g ratos p r rato serpente, b en didas e cobra dito s be en z id os car ts en cie ponto do per c en til d aa seta e m x no circulo la ma çap, en de cima, q au ino pr + é di o, do pede do en che en lie e i enrique e f fi e

Cab r ô es cabo r j es cabreou, em cime en che e lige em ric e i en fi ei , dias dicas di gás detrás das divas t rombo ro sexto circulo , t rom seis do roubo, acha is cacha is cal homem primeira is ca ia is caias os s se un bastante, bastonete , en vaso este e gás, do ucas poupas, e seguia o texto já entrado, estava-se ainda na te sd a queda do aviao da pa sin ar, spa ina r

C ab r ô es cabo r j es ca b reo u, e mc i me en che e lige em ric e i en fi ei , dias dicas di gás d det ra sd as divas sm t ro m bo ro u sex to circu dez , t rom seis do ro ub o, acha is c ac h a is cal h ome m p rim e ira is ca ia is caias os s se un bas t ante, ba s ti bete, en vaso este e gás, do u ca s po up as, e se guia o texto j á en t r ado, est ava do traço da inglesa se a inda na te sd a queda do aviao da pa sin ar, spa ina r

Aqui a armadilha fora lançada ou os gatilhos ligados muito antes, depois de publicar a leitura na manha em que de novo estivera ali na casas por detrás do largo do trinta e um da ramada, do envelope do correio lite, que se relacionava com o pm e com a casa que trás o plátano inclinado, um ou dois dias depois, pela tarde ao entrar no café canas para beber um café um outro passe se deu, um empregado brasileiro gesticulou em forma exagerada, assim se fizera minha identificação ao casal que estava sentado na mesa redonda de madeira ao lado da maquina de cigarros onde depois me dirigi, ao entrar houve logo contacto de olhos e olhar com o home que estava virado para as portas de vidro coleantes, de perfil, a bem o realçar , uma portentissima senhora, sentada, bela em meu olhar, mas o que no ar senti fora lago estranho, na mesa ainda uma senhora de idade na mesa do casal, provavelmente a mae do senhor que seria o senhora da senhora mais jovem

Aqui a ar mad ilha f o ra lan ç ada o u os gatos ilho s li gados mui to ant es, dep o is de pub l ica ra lei tura na manha em q ue de n ovo es t ive ra al ina ca sas por det ra sd o l argo do t rin ta eu m da r am ada, do en vaso e lopes doc o r rei o lite, q ue se r el ac cio n ava com o pm e com ac asa q ue t rá s o p la t ano inc l ina ado, um o u do is dias d ep o is, pe la t arde ao en t ra ano ca fé c ana spa para bebe rum ca fé um o u t ro pa s se s e de u, um e mp r ega gado brasileiro g es tico lou em forma e x a ge r ada, as si ms e fi ze ra min h a in d en ti fi caçao ao ca sal q ue est ava s en t ado na mesa red don da d ema madeira ao l ado dama q u ina dec i garros onda dep o is me di ri gi, ao en t ra r h o uve l ogo c on t ac to de o l h os e ol h ar com o home que est av v irado para as do portas de vi dr o cole en at es, de per fil, ab emo real ç ar , uma porte en ti ss s en hor a, s en t ad a, be la em me u o l h ar, maso q ue no ar s en ti f o ra lago es t r anho, na mesa a inda uma s en hor ad e id ad en a mesa do c asa l, por v ave l que mente a mae do s en hor q ue se ria o s en hor ad a s en hora maís j ove maior

No balcão tomando café de cotas para senhor na mesa virada, a ouvia falar, era estrangeira falava o portuges com estranha pronuncia, em meu sentir desde que os vira, que me apercebera de um ligação do casal com a casa dos plátano ou do com o largo do trinta e um e de diversos acontecimentos ali vividos e relatadas, nomeadamente os anteriores, quando acabei me dirigi à maquina o home se levantou, ouvi eu em brusco pelo espirito, é tua, um seco dizer, que me irritou, como me irrita esse tipo sempre de ofertas ou cios de ofertas, se bem que a senhora muito bela era a meu olhar, cruza-mos o olhar depois e estava ele mutuamente tenso, ao sair na porta me virei, e olhava ela para mim, dentro de mim, estranhamente pensava esta senhora trás parecença com a charlize,

No bal cao tom man ando ca fé dec ota s para s en hor na mesa v ira da, a o u v ia fala r, e ra es t an geira f al vao porto g is com es t r en ha pr on un cia, em me u s en tir de sd e q ue os v ira, q ue me ap e rc e br ad e um l u g ac sao do ca s la com a cas dao s p l at ano o u do com o l argo dot rin ta e um e ds di v e r s os ac on tec ie mn to sa al li v iv id os e r e lata da s, no me ad dam n te os e te rio r es, q u ando ac ab bei de tomar ca fé ao bal cao, me di rig ia ma quina o h ome se l eva n to u, o u vi eu em br us co pe elo dez es pi rito, é tua, um sec o di ze r, q ue me i r rito u, co mo me i r rita ess e t ip o se mp red e o fe rta s o u cio sd e o fe rta s, se b em q ue a s en hor am u i to be la e ra am eu olhar, c ur za do traço do ingles moso olhar dep o is e es rava, escrava de leste, el e mu tamen te t en s o, ao sa i rn a porta me vi rei, e o l h ava el a para mim, den t ro de mim, es t r anha mente p es n ava est a s en hor a t rá s par c en ça com a cha da ar da lize,

Ah amada que sai dali com desejos, em dia seguido, ou anterior, ao chegar ao café, um rapaz com uma camisola, em ingles, não, é não, ao seu lado um senhora que poderia parecer a elis regina em crescida, olhando para mim e vendo a reacção, vês amada esta gente nem se importa de usar as crianças em seus cios,

A h am ada q ue sa id dali com desejos, em dia se guido, o u ante rio ra o c j he gara o ca fé, um ra p az com uma cam i sol a, em in g l es n cão, é n cão, ao s eu l ado um s en hora q ue p ode ria par recer a e lis r e gina em c r es cida, o l h n ado para mim eve en do a rea c sao, v es am ada est a g en te ne m se i m porta de usa ra s cir am ç as em se us cio s, c r ina s ça car im ba sc ari oca s

Dos processos de transferencia, dos gatilhos e das armadilhas, na noite ao passar na calçada que ladeia o jardim mesmo en frente à casa das comunidades africanas, onde as gentes gentis alimentam os gatos, senti, um crac, e mal o senti, vi logo o que era, um caracol, que são beijos lentos e gostosos, e meu coraçao duplamente ao momento estremeceu, pois um beijo se partia ou se partira, na aparência um beijo africano, se partira ou alguém assim preparava o seu partir, e se bem que os caracóis ali não costumem andar, estão dentro da cerca onde moram em folhas grandes curvadas e languidas, me passou uma sensação que alguém ali o pusera, que aquilo fizer parte de um ado qualquer, os caracóis vistos de lado são com espirais, como a que depois vi na charlize em veneza, um costume africano agora se me desvelou

Dos por c esso sd e t ra sn fer en cia e dos gat ilho sedas ra mad di das ilhas, na no ite ao pa s sar na calçada q ue la deia o jardim me s mo en fr en te à c asa das com uni dad es af ric a ns, onda as g en te s g en ts al i men tam os gat ros, s en ti, um c ra c k, ema dez s en ti, vi l ogo o q ue rea, um cara co l, q ue são bei j os em eu cora sao d up lam w en te ao mo mne ot es t r em mec eu, p o is um bei j o se par tia, na ap ar en cia um b eu jo af ric ano, se par t ira o u al g eu m as si m pr epa rava o s eu par tir, e se b em q ue os cara co is al in cão o c st um e anda r, es tao d en t roda cerca onda mor am em fo l h as g rand es c ur v ada se lan guida s, me passo u uma s en s aç sao q ue al g eu mali o p use ra, q ue aquilo fi ze r p arte de um ado q ua l q eu r, os cara co is vi s tio sd e l ado são com es pei rai sc omo a q ue dep o is vi na ch ra lize em v ene za


Falei eu já aqui neste Livro da Vida de processos de transferencia que se fazem entre lugares distintos com gentes semelhantes, sósias ou phantons, de repente um flash, mais um , o homem e a senhora no café canas, eu o terceiro, uma outra semelhante a senhora em outro lado, quem sabe veneza, e um outro homem, charlize aparecia numa estranha foto, subindo de um barco vestida de roxo de rosa, pesada, ajudada por dois homens, óculos escuros, um plano de cima que me desvelava os seios, e seu pé com uma asa negra que pisava um rectângulo de alumínio com um filete negro, e tudo quilo ficara ecoar em mi, pois a leitura do filete negro aparecera em texto recente já publicado, como que a dizer, repara na mulher parecida comigo que vistes no canas, sua cor roxa de tristeza de O Cristo, de seus seios, que ela saberá que eu os vira, o pé dao tacao da pisadela que foi dada no dao, assim leio

F al lei eu j á aqui nest eli v ro da v id a de por c esso s de t ra sn feren cia q ue se f az em en t re l u g ar es di s tinto sc om g en t es se m l e h n te s, s ó si as o u ph ant on sm, de r ep en te um fla sh, mais um , o h ome me as en hor ano ca fé c ana s, eu o t rec e iro, uma o u t ra se ml h ante a s en hora em o u t ro l ado, q eu m s abe v ene za, e um o u t ro h ome ms, cha r lize ap ar e cia n uma e ts r anha f oto, s ub indo de um bar co v es tid a de ro xo, pesa ada, a ju ad a dp o r do is h ome ns, o cu dez s es curos, um p l ano dec ima q ue me de s vela ava os seios, e s eu p é com uma asa ne g ra q ue p isa ava um r e tc tan gula ode l u mini o com um filete negro, e tudo q u i dez fi cara a e coa rem mi, p o isa lei tura do filete negro ap ar e ce ra em te x to rec en te j á pub li c ado, como q ue a di ze r, r epa ra na mul her pa rec e id ac o mig i q ue vi st es no c ana s, se ua cor r ox a det r is te za de O Cristo, de se us se i os, q ue el a s abe rá q ue e u os vira, o p é dao tacao da p isa de la q ue f o id ada no dao, as si m lei o

Antes disso me aparecera a chave do angulo au que as estranhas nuvens pintaram no ceu com a lua, e do aviao que passou fechando o angulo e dele fazendo um triângulo isósceles, assim li, dois motor, um cabo vermelho e preto, um outro cabo verde amarelo, k au guru, vaso do ponto da cidade, a te do angulo da terceira sombra ponto do ego inc lui do serpente rato espanhol da cruz da onda sobre o circulo oe espanhol da te mo circulo, uma sticada como um stick de hokei, num parafuso virado para cima , uma maria na ponta do taco, parafuso de ponto negro deitado, maçon, prata negro jack stereo cruzado, cruz dao luz lado a lado com jack oiro e preto st reo fizeram o angulo , da abertura do circulo da cobra de cobre, ou seja na Zâmbia, que fizera a ligação com a cabeça vermelha da agulha que espeta no centro da lua para cima virada no quarto decrescente, tres vesicas em esfera logitech com ligação usb expresso web via net works pt , sombra da kapa da serpente pt pal da arroba de dois mil e um via do ponto do duplo vaso do circulo rato kapa da serpente e gan do pal condi fidencialidade do ze do circulo so seth do segundo do duplo circulo do segundo, em dois mil e dois, o ca da pt

Ant es di ss ome a ap rc e ra ac h ave do angulo au q ue as es t r anha sn uve ns pi n ta ram no ceu com a l ua, e do aviao q ue passo u fe c h ando o angulo e de le fazendo um t r ian gula is os celes, as si m li, do is m oto rum ca bo vermelho e pr e to, umo u t roca bo verde am ar e dez, kapa da au guru, v as o do p on to da cidade, a te do angulo da te rec e ira s om br ap on to do ego inc lui do serpente rato espanhol da cruz ru c da onda s ob reo circulo oe espanhol da te mo circulo, uma s tica ada co mo um stuka de hokei, num para f us o vaso da ira dao para c ima , uma maria na ponta do taco, para fuso de ponto ne g ro de i t ado, maçon, p rta ne g ro j ac k st e reo c ru z dao l vaso do zorro do primeiro l ado a la do com j ac k oiro e pr e to st reo f uz e ram o angulo , da ab e r t ira do circulo da cobra de cobre, ou seja na z am bia, que fi se ra a li g ac sao com a cab e ça vermelha da agulha q y es peta no ce bt ro da l ua para c ima v irada ano q u art o dec r es cente, t r es v e isca se m es e fe ralo gi tec h com li g ac sao us b e x press o web via net works pt , s om br ad a kapa da serpente pt pal da arroba de do is mi le um v ia do ponto do du up dez v as o do cir u c dez rato kapa da serpente e gan do pal condi fi den cia li dade do ze do circulo so seth do se h un dodo du up dez circulo do segundo, em dois mil e dois, o ca da pt

Mel do ponto sobre os seis de Maria, onze ts anka en t r epa ren te sis da agulha do vi e rato do traço ingles em cruz serpente onze do traço ingles segundo quadrado it vaso de agua tapado forte ponto da vesica do telefone, k laranja rca vermelho, liga a kan, amarelo ao cinza claro ce r de e cinza escuro, branco e prata nos dois, vaso azul e branco parafuso no aro da porta de prata

Me l do ponto s ob re os seis de Maria, onze ts anka en t r epa ren te sis d a gula do vi e rato do traço om g l es em cruz serpente onze do traço ingles segundo q ua dr a d it vaso de agua tapa do o forte ponto da vesica do telefone, k lara n j za rca vermelho, liga a kan, amar e l ao cinza claro ce r de e cinza escuro, v ra n co e prata nos dois, vaso azul e branco para fuso no aro da porta de p rata

Custo, um homem partido, mno angulo do ponto vermelho da sete no logitech, no lo gi do tec , o him me

C us to, um h om me par t ido, mno angulo do ponto vermelho da sete no dez gi tec h, no dez gi do tec , o hímen

z am bia, s ob ra n celha , s o br n ce na h u dez h om me n ce , nci, ne c ro fi l ia, vi tor, filia

na madruga d ano c fá da est sao, co mo q eu m es pera ando um au to carro, q ue n cão o e ra, maís eu, o h omem est va, che g o u q u ando eu j á est ava o bal cao de forma a mo st r ar se us t ra ç os de ros to, e ra k ru c ne r se mo ser, ped o u um cara cao l, clara a m en sage m em s eu che g ra, k ru c h nero home q ue com e ra um cara co l, q ue co mer a um bei j om at rave sd e um q ual q eu r rit u al na di s t na c ia fe i toco mo cara co l q ue fi cara de ba ix ode me u p é.

na conferencia de imprensa colectiva quando os outros se refizeram do susto, ele levava as duas mãos a sal a gravata como que se o nó dela lhe apertasse, depois ao levantar , um militar levou ou poisou seus papeis em cima da mesa no lugar onde ele estava, os papeis da mesa, os papeis de madrid, e a bela menina monica da banda mesa que me aparecera na televisão a cantar, estranha noite, dois concertos belíssimos seguidos, que bela é a menina qu eme despertou uma imensa se de lhe beijar, o outro sobre a sobrancelha, que quando pestajanava me mostrava assim o doirado, que bela menina que ficou a morar em meu coraçao, agora isto juntando a sobrancelha, derivou em vitor necrofilia, aquele que come cadáveres, o ne circulo do ro d o fi primeiro ia

na c on feren cia de im pr rena cole c t iva q u ando os o u s rose r e fi ze ram do s us to, el e l eva ava as du as mao s a sal a g ra v taco mo que se o nó de la l he ap e rta tasse, dep o is ao eva n t ra , um mi l i t ra l evo u o u p o is o use us p ap e is em c ima da mesa no lu g ar onda el e est ava, os p ap e is da mesa, os p ap e is de mad rid, e ab be la me nina monica do ban da d o mesa q ue me ap ar e cera na tele vi s º ao a can t ra, e ts r anha no ite, do i us c on ce rto s be l issimo s se guido s, q ue bela é a me nina q ue me d es per to u uma i m en sa se de l he bei j ar, oo ur to s ob rea s om br anc e l ha, q ue q u ando p es t aja n ava me mo s t rava as simo do irado, q ue bela me nina q ue fi co ua mor ar em me u cora sao, agora is to j un t ando a s ob ra n celha, de r ivo u em vi tor nec ro fi l ia, a q eu l q ue come, raquel, c ad ava r es, one circulo do ro d o fi primeiro ia

o real roubou a força, o real do co mer, vespa ep ene vaso segundo traço, can es ,de italia, o filme da ct, c ane sd e italiano, monica, rectângulo, be ll u ci , monica musa mesa, monica calle, o inverso do aniston, a sininho, que são parecidas, negro e branco dois lados do real na mesma moeda, mais um processo de transferencia

o real ro ub o ua f o rca, o real do co mer, v es pa ep ene vaso segundo y traço, can es ,de italia, o fi l meda charlize t, c ane sd e it a l ian ana o, mo nica, rec t na g u dez, x be ll u ci , monica m usa mesa, m oni caca ll e, o in verso do aniston, q ue são pa rc e id as, negro e br n aco do is l ado sd o real na me s ma moe da, maís um pr o c esso de t ra sn g feren cia

ca de ira, p os sic sao em por do is, co mp l em en antar es, do v en ro corre para o chao, em f un do n e g ro, com ro x on as par red es do c u bi e uma cruz br anca,

a in v e r sao é um se s senta en ve de it ado la te ra al com uma cruz negra vermelho s im bo l iza ando o sna g ue, br anco no chao t r es t r ian gulas de f ogo, prata a li g ar co bra fi e it , a am mr e dez nas par red es do cubo, da ca mara n up cia l, com o co bra se gun di rá, do br as i l, lisa ar r b da circulo dn vaso do gato espanhol k, o dn es pea n hol, o do tetaro, da pala , o car dez s q eu eve dao, o da placa , o dos dentes cravados na placa da mesa, ou seja os dentes cravados em mad riz, se não os so dudo este a si at tico, pela imagem que se s oma ti zo u em salema

gustav o flaubert, por cima da bela menina de meu coraçao no peru ao chegar a veneza, assim a mensagem se organizava, como se ela trouxesse, um furacão por cima dela, abrindo agora ao calhas o livro, um sentido se afigurou, um localização de personagem a senhora do livro, a casas que vendera depois do falecimento de seus esposo, e depois um sentido mais diluído, a casa de xisto, que é aqui a casa da sombra do falo, da chaminé do falo, e que a minha mae trazia um bebe para ti, gustavo o francês da fla au ub e rato da cruz, reeel time rato da cruz, mae por semelhança entre charlize e a senhora qu aparecera no canas, seria então o senhor que a acompanhava, a quem eu ouvira pelo espirito, é tua

g us t avo fla ub e rt, po rc ima da bela menina de meu coraçao no peru ao che gara veneza, as sima men sage ms e o r g ani iza ava, co mo se el a t ro ux esse, um f ur ac cao por c ima de la, ab r indo agora ao ca l h as o l iv ro, um s en tid o se a fi g ur o u, um l oca l iza capo de pe r son bage ma s en hora do l iv ro, aca sas q ue v en de ra dep o is do f al e cie mn to de seus es paso, e dep o is um s en tid o ma si di lui do, a c asa de x is to, q ue é aqui ac asa da sombra do falo, da c h am ine do f alo, e q ue a min h am ae t ra z ia um bebe para ti, g us t avo o fr anc es da fla au ub e rato da cruz, r e el time rato da cruz, mae por se me l h ança en t re c h ar l ize e a s en hora qu ap ar e cera no c ana s, se ria en tao o sen hor q ue a a cp m p anha ava q eu me u o u v ira pe dez es pi rito, é tua


pois trazia a menina um furacão simbólico por cima de sua cabeça, em certo um outro dentro de si, que a vi a espumar a falar com o tal de jornalista de coisa nenhuma, e o outro gustavo caminhava no entretanto outra vez para nova orleans como se quisesse comemorar o da grande desgraça, já passara pela jamaica, onde mais uma vez uma quantidade de gente ficara sem lar, desenhara um estranhíssima trajectória como um cobra de cobre, e ali ia ele, eu por mim para ser muito franco ia-o vendo ao longe, porque ainda estou zangado dentro de mim com as acusações que me fizeram quando do katrina e já vos expliquei a seguir que não gosto deles e até aqui dei a receita para desfazer furacões, e quando vi a sua anca direita com um bela cornucópia doirada sobre doirada, me disse, pronto como ela é contrária ao movimento do furacão a coisa não estará em mau caminho, na verdade chagou ele à costa com grau dois, o que já não é nada mal, não foi um dissolução total que seria sempre o melhor, e desta vez se reagiu bem em termos de previdência, o que é bom, e de continuar a fazer quando houver previsao,

p o is t ra z ia a mn ina um fi ra cao s im b l i co por c ima de s ua cab eça, em ce rto um o u t ro den t ro de si, q ue a vi a es puma ra f al ra com o ta l de jo rna l ista de c o isa n en h uma, e oo u t ro g us t avo caminha ava no en t r eta n to o u t rave para n ova o r lea ns co mo se q u ise s se com emo ra roda g rande de sg ra ç a, j + a pa s sara pe la j am aica, onda masi uma ave z um q u an t u ida dedo g en te fi c ra s em l ar de s en hara um e ts ra n hi s sima t ra ject tori s c omo um cobra de co br e e al i ia el e, eu pro r mm mp para ser mui to ra n co ia. o ve en do ao l on ge, p o ru q e a inda es to u zan gado den t ro de mim com as ac usa ç pe s q ue me fi ze ram q u ando do kat rina e j + á v os e x p l i q eu ia se gui r q ue n ão g os tod e l es e at é aqui deia rec e ita para de s f az e r f ur ac o es, e q u ando vi asa l ana ca di e i rta com um bela co rn u co pi do irada s ob re do irada, me di ss ep tinto, por n to co mo el a é c on t rái ao mo vi e mn to do f u ra cap ao co isa n ão est á ra em m au caminho, na v e rda dade cha g o u e lee ac co s ta com g r au do is, o q ue j á n ão e é n ad am al, n ão f o i um di s sol u çao tora l q ue se ria se rp reo mel hor, e de s ts ave z see r ra gai u b em e m t r e mode pe vi den cia, o q ue é bo m, e de conti nu ar a a f ze r q u ano d h o uve rp r e visao,

a bem dizer, bela menina de meu coraçao, levava assim um olho meio aberto ao dito, que depois me aparecia na figura que a menina encenava assim com um ar muito chateado, quebrada pela anca, com quem faz um frete, e desenha uma sugestão de fretes pagos, com a franja que lhe tapava um dos seu belos olhos, como a dizer da anca paga dos piratas, com os lábios quase a soprar para cima, que se tivesse movimento, a franja ajuntaria a expressão, elevando-se com o sopro, como desvelando a inteireza da chatice e lembrando-me da lei universal que tudo e analogia e simetria, e fui ver de uma outra linha que parecia um furacão, nem bem o sabia, mas pressentia que o fosse, e me disse vamos lá então deste tratar, a menina estava assim no cais, com uns pauzinhos por detrás que remeteram de imediato, para o livro de s joao, que aqui anda a ressoar em diversos, desde os gnosticos do mar vermelho , que é tambem imagem de sangue nesse mar, até o tal que será o tal barão de s joao, o alho porro do porto, que como saberá é um costume aqui na noite de s joao, das gentes irem pelas ruas e darem com alhos porros e martelinhos diversos na cabecinhas de quem vai ao lada a passar, sem agressão, assim a brincar, mas batendo, há parece ser o de matosinhos, madrilenos matreiros mat ee in h o , o ero em matosinhos, a morte do professor, no rte

ab em di ze r, b e la mi nina de me u cora çao, l eva ava as si m um oo l ho mei o ab e r to ao dito, q ue dep o is me ap ar e cia na fi gira q ue am en nina en cena ava as si m com um ar mui to cha te ado, q eu br ada pe la anca, com q eu m f az um fr e te, e de senha uma s u g es tao de fr e ts pagos, com a fr na ja q ue l he t ap ava um co mo a di ze r da ana ca paga dos pi ratas, com os l ab i os q u ase a s op ra r para c ima, q ue se ti v esse mo vi e mn teo, a fr anja a j un ta ria a e x press sao, el eva ando do ponto da se com o s pro, co mo de s vela ando a in te ire za da cha tic e e l em br ab do traço da inglesa me da lei universal q ue t u do e ana lo g ia e si met ria, e f u ive r de um o u t ra linha q ue pa ar ceia um f ur ac cao, ne m be mo sa bia, mas pr ess en tia q ue o f os see me di s se v amo s l á en tao de ste t rata ra, a em ni am est ava as si m no cais, com u ns p au z in h os por det ra s q ue r em e te ram de i me di tao, pat ao l iv rid es joao, q ue aqui anda a r ess ao rem di versos de sd e os gn os tico sd omar vermelho , q ue é t am b em ima g m de san g ue, at é ota l q ue se rá o t al bar ao de s joao, o alho porro do porto, q ue c omo s abe rá é q um cor t u me aqui na no ite de s joao, das gn te s ir rem pe l as ruas e da rm com alhos porros e mat e l in h os di versos na cab e cinhas de q eu m v aia o lada a passa r, se m a g ra s sea o, a s sima br inca r, ma s bete en do

no palácio onde dizem fazer negócios estrangeiros, provavelmente com marcianos, visto ser essa a qualidade da natureza que lá tenho encontrado com até ao momento duas honrosas excepções femininas, no ar do vento, ouviam-se coisas estranhas, tipo conversas certamente de doentes mentais embora alguns a fazer de inteligentes, eu sabia que se el visse se acalmava, como se eu já estivesse nervoso, pelo andar da carruagem irao se surpreender, contudo esta frase é bela frase, pois a quem amamos o ver nos alegra, nem bem acalma, a calma , só mesmo depois de muito doce beijar em mar largo de asas abertas no vento navegar, depois sim amada, aconchegar meu corpo no teu fazendo a ti ninho, enfiar meu nariz nas tuas algas do pescoço e sim entrar pelo teu belo cheiro nos sonhos contigo a sonhar, que é mesmo coisa boa doce e calma, as outras linhas, eram mais agitadas, digamos assim, de heranças de anões e coisas que tais, como se as girafas se medissem aos palmos, e resignação e zanga com misto de ciúme muito grande a acender planícies secas de fim de verão ah, ah , ah, que me ri e rio por dentro, vem cá medir-me aos palmos, vêem, e repara no crescimento do pássaro é sempre proporcional ao amor que à sua volta sente, não fique anão por o amor que trazes seja assim, envenenado por ciúmes pequeno a definhar, pois sabem todos os pássaros que a tusa é uma flor que nasce no coraçao, quando me olhas pelos teus olhos doces como ceu e a sorrir e eu em mesmo verso, na imensidão do amor imenso e vasto, assim nasce e flor, os pássaros e as aguas

no pala cio onda di ze m f az e r ne g o c is os es t ra n geiro s, pro v ave l que mente com marc ian os, vi s to ser ess aa q ua li dade da ant ti reza q ue l á t en ho en c on t ra ado com at é ao mo m en to du as h on rosas e x cep ç o es fe m en ina sn o ar do v en to, o u v iam do traço da inglesa se co i sas es t r anhas, t ip o c on vera s ce rta em n te de do en te s m en tais em bora al g u ns a f az e r de intel i g en te s, eu sa bia q ue se el vi s se sea ac al alma ava, co mo se eu j á es t iv ess e ne r v oso, pe dez anda rda car rua ge m ira oo se s up r e en de rc on tudo esta fr ase é be la fr ase, p o isa q eu m am amo s ove rn no s alegre, ne m b em ac alma, ac alma , s ó me s mo dep o is de mui to do ce bei j ar em mar l argo de a sas ab e rta sn no do v en to na veja ar, de pp is si m am ada, ac on che g ra me u corp on o te u f az ne do a ti nin h o, en fia r me u na riz nas tu as al gás do p es co l ç oe ss im en t ra rp elo dez t eu be dez che iro no s son h os c on ti goa son h ar, q ue é me s mo co isa boa do ce e ca l ma, as o u t ra sin h as, e ram maís a gi t ada s, di g am os as si m, de he ra n ç as de ano es e co i sas q ue tais, como se os ano es se med di s se mao s pal mo se r es i gn ac sao com mi s to de c i u me mui to g rande a ac en de r pal ni cie es sec as de fi m de eve ra o a h, a h , a h, q ue mer i e rio por d en t ro, ove m c á me di r do traço da inglesa me aos pal mo s, v ee me r epa ra no c r es cimento do pá s saro é se mp re pr o p o cio n al ao mao r q ue à s ua vo l ta s en te, n cão fi q ue ana o poro amo r q ue t r ze s seja as si m, en v ene na ado por ciu mes pe q eu en no a f de fi n h ar, p o is s abe m todos os pá s sar os q ue at usa é um flor q ue na sc en o cora sao


como em salema se tinha nas raízes da escarpa uma noite figurado, poderiam ser pelo mínimo tres as vias das opções, tres sorrisos de almas calmantes no depois , talvez uns assim pensem em certo que se calma furacões, tipo receita de farmácia dos pobres, sem grandes recursos, mas eu que digo, a verdade digo sempre, é sempre belo ver um belo sorriso de uma alma que se sabe bela, coisa simples não é, e a recita base do amor está sempre correcta, pois existe sempre proporção e consequência entre todas as coisas, e todas as bombas nucleares começam sempre em desavenças num leito só, que depois se estende por outros, sendo que leito mesmo, só existe este onde habitamos, o regaço da Mae, mae e jovem, aparecera uma com um bebezinho dormindo em pé contra seu peito, seu sorriso , o da mae ao lado de seu amiga era de profundo contentamento, ah senhora amada, que saudade imensa tenho eu de trazer assim bebezinhos a dormir contra meu peito, e sentir o que o coraçao sabe assim nas vezes sentir, a tremenda calma do lago de amor, e existem por ai loucos, que acham mesmo vendo-se a sim mesmo nos olhos dos bebes e das crianças, que neles descobrem, desde logo e prontamente o que chamam, a pretensão inapta para o mal, Meu Deus que barbaridade, barbara, nem sabem dos olhos, quanto menos do espelho e do olhar e do ver, o senhor mais crescido, mc cain, punha assim uma caixa de ajax do deus dos trovões e outra de detergente com um belo nome sol dentro de uma caixa de cartão que parecia ser assim tipo bebezinhos do ikea, como aqui recentemente aparecia numa caixa, previsoes para o furacão, raios embalados e detergente solar , boa, sempre é bom o sol a lavar e a roupa depois de estendida no varal, fica a corar, isto se os raios não andarem a solta, em demasia, como setas na garra da águia, ikea repousava um catalogo em manha de nevoeiro recente no jardim de império, por correlação com um numero num outro papel, abri na sala, mas sala é nome de homem, ike furacão


como em sal ema se tinha nas rai ze sd a esca rp a uma no i te fi g ur ado, p ode r iam se rp elo mini mo t r es as vi as das o p ç o es, t r es sor rio sd e almas ca l man te sn o dep o is , t alvez u ns as si m pen se me mc e r to q ue se ca l ma f ur ac o es,, t ip o recita de farmácia dos p ob br es, s em g rande s r ec uso sm as eu q ue di go, ave rda dade di g o se mp r e, é se mp r e be dez v e rum b elo sor rio sd e uma lama q ue se s ab e be la, co isa simples n cão é, e a recita b ase do amo r es t á se mp re co rr e cta, p o is e x is te se mp re pr o porcao e co nse q eu nica en t re todas as co i sas, e todas ab om ba s nuc ler es co me ç am se mp e em de s avenças de um e lito s ó, q ue dep o ise es t en de por o u t ros, s en do q ue lei to me ms o, s ó e x is te este onda h ab bit am os, o r ega çao da mae, mae e j ove m, ap ar e cera uma com um bebe z in ho dor min do em p é c on t ra s eu pei to, s eu sor riso , o da mae ao l ado de s eu ama i g a e ra de pr o f un do c on t en tae mn to, a h s en hora am ada, q ue s au dade i m en sa t en ho eu de t ra ze ra ss im bebe z in h os a dor mir c on ra mei pei to, e s en it o q ue o cora çao s abe as si mna s v e ze ss en tir, a t r emenda ca l ma do l a g ode am or, ee x is te mp o rai lou co s, q ue ac ham me s mo v en do traço da inglesa sea si m me s mo nos olhos do s bebe sedas c r ian ç as, q ue ne l es d es co br rem, de sd e l ogo e pr on ta e mn te o q ue c h amam, a pr e te n sao in pata para o m al, me u db eu s q ue bara bar id ad e, ba ra ba ra, ne m s abe m dos olhos, q u anto m en os do espelho e do olhar e d ove ero ro s en hor maís c rec ido p unha as si m uma ca ix ad e a j ax do deus do st r ovo es e o u t ra de det regente com um be dez no me sol den t ro de uma ca ix a de c art tao q ue par e ceia ser aa ss im t ip o bebe z in h os do ike a , cm o aqui rec en temente ap ar e cia n uma ca ix a, pr e visoes para o f ur ac sao, rai os em bala ado sed det regente solar, boa se mp r e é bo mo sol a l ava rea ro up a dep oi sd e es t en dida no v ar al, f ica a cora r, is to se os raio sn cão anda rem a sol ta, em d ema s ia, co mo s eta sn a garra da a guia ike a r ep o usa ava um cat al ogo em manha de ne vo iro re cent e no jardim de i mp é rio, por co rr e l aç sao com um n u m ero num o u t ro p ap el, ab rina sala, mas sala é no me de h ome m, i k e f ur aca i

descendo a rua do costa pela madrugada já a manha se levantavam,, no meio de mais um om, de imensos que me põem no caminho feitos com fios, enrolados , que o espirito me desvelou serem obra do grupo do daniel das cruzes do império, ouço crack, um vidro no meio do fio emaranhado, no estendal quatro cuecas femininas nas cores amarelas , vermelho, verde e e bege como quatro triângulos de uma serra, circulo caco, raio italiano, seiscentos e vinte tres serpente da lide do rá muito teresa serpente seis tres dois, pá gina s dente do ro do traço ingles cruz as cm mo do primeiro ki da ak ia ki, e mor t al rta ai iza ado do duque de bo mar zo

d es ce dn o a rua do costa pe la mad ragu da j + aa manha se l eva n t av am,, no mei o de maís um om, de i m en s os q ue me poe mno caminho fe it os com fi os, en rola ados , q ue o es pei rito me de s v e dez u se rem ob ra do g rup o do dan ile da s c ruze sd o i mp é rio, o u ço c r ck, um v id ro no mei o do fi o ema r anha ado, no es t en d al q ua t ro c uec as fe me ninas nas cor es am ar e la s , v em e l ho, verde ee be j ac omo q ua t ro t r ian gulas de primeira serra, circulo caco, raio italiano, se is c en t os e vinte t r es se pr en te da lide do rá muito teresa serpente seis tres dois, pá g ina s dente do ro do traço ingles cruz as cm mo do primeiro ki da ak ia ki, e mor t al rta ai iza ado do duque quadrado e bo mar zo

ah senhora que já morais em meu coraçao, já morava antes de a conhecer, pois a seu pai trago amor, como home sábio e certeiro em seu pensar que ele é, como não poderia a si que filha dele é, em amor não trazer, e estais bailando em mim com vosso curto dizer, ou meus ouvidos surdos, talvez

a h s en hora q ue j á mar is em me u coraçao, j á morava ant es dea c on he ce rp isa se u pai t rago amo rc o mo home sábio e ce rt e r iro em s eu p en sar q ue el e é, c mn n cão p ode ria a si q ue fi l h adele é, em amo rn cão t ra ze r, e es tais bail ando em mim com v osso curto di ze ero ro u me us o u vi do ss ur do st al vaso e zorro

jamais , agora declinou, em cima, como a dizer, que jamais morareis em meu coraçao, o que parece ser um impossibilidade, talvez o vosso em mim não more ou nunca venha a morar, talvez seja mais isso que se me afigura, e se confirma num escutar que lhe ouvi em seu pensar quando já caminhava pelo corredor fora, que estranho dizer, afianço-lhe senhora, que não faz de minha pratica nem tal nunca fiz a seu pai, de encantar para obter amor, que o amor não se encanta, Ele é, só, e bastante quando chega e não se faz batota com Ele nunca, sai amarga a conta, e isto trago-eu muito claro no saber de meu peito, jamais remete para os francesismos de lino, a propósito de ota e de desertos na margem sul, e mupis com camelos, é tambem facto, que se recordará, tambem podia ser da sua própria auscultação da auscultação de seu sentir, mas fora estranho o tom que em mim se entranhara naquele escutar, talvez uma questão de forma, quem sabe, mas as duas andam sempre juntas

jamais , agra dec lino u, em c ima, co mo a di ze r, q ue jamais mora reis em me u cora çao, o q ue pa rc e ser um i mp os sibil id dade, t alvez o v osso em mim n cão more o u n un ca v en ha a mora r, t alvez seja maís iss o q ue se me a fi g ur a, e se c on firma n um es cut ra q ue l he o u vi em s eu p en sar q u ando j á caminha ava pe lo co r red o rf o ra, q ue es t r anho di ze r, a fia anco do traço do primeiro in g k es s en hor e, q ue n cão f az de minha pr t aica ne m t al n un ca fi za s eu pai, de en can t ra para ob t rea mor, q ue o amor n cão se e cna anta, El e é, s ó , e b as t ante q u ando che ega en cão se f az bat ota com El e n un ca, sa ia amarga a conta, e is to t rago do traço eu mui to c do primeiro aro no saber de me u pei to, jamais reme te para os fr anc e sismos dd e lino, a po rp orsi to de ota e dedo se rt o sn a mar ge m sul, e m up pi is com cam elo sé t am b em f ac to, q ue se rec or da rá , t am b em p o dia ser da sua p o rp ria au s c u l taçao da au c us l taçao de seu en tir, mas f o ra es t r anho o tom q u em mim se en t rana ra na q eu le es cut ar, t alvez uma q u es tao de forma, q eu m s abe, ma sas du as anda dam se mp r e j un t as

não lhe vi eu para pena minha o sorriso que trás na entrevista do jornal dos bandidos, sabe bela menina estou um bocado cansado de sorrisos em papeis e filmes diversos, quase nas vezes parece que a cidade real, está mesmo vazia deles, e muitos são usados como mascaras, e o que falam todos, é basicamente da sedução distante, quanto mais distante melhor por mais eficaz, ficas-se assim de lingua de fora a desejar, básico mecanismo de todas as propagandas mas concordará que os sorriso são sempre mais belos, e custam menos, usam-se menos músculos para fazer um do que para franzir a face, e sabem sempre melhor e o seu na foto está muito bonita, trago aqui agora neste momento a foto sua a um lado, vejo-a sentada num sofá preto de pele com um vestidinho prateado que lhe vai muito bem, se me permite o pequeno pormenor, só não gosto do efeito do elástico no fim das curtas mangas, pois enfola o ombro e lhe retira o desenho, e os braços são sempre bonitos de se ve assim bem desenhados sobretudo sendo esguios e belos como a menina os trás, por baixo de seus seios, estranho eu a forma dos vincos, pois parece trazer um relaçao entre o cos da base dos seios, e as rugas que se desenharam em seu sentar, que desvela como que um z marcada em seu ventre e um vesica deitada ao descer, seu mao como punho fechado , em subtil sugestão, ha menina gosto eu de si tambem pela subtileza, encosta à outra mao feita como uma asa, assim parecem a duas dizer, vê a vesica deitada da marca do zorro do punho que entrou na asa, o cruz feita nos joelhos, ou a cruz do joe, do pulso onde trás um bela pulseirinha, assim feitas às estacas que mais parece ser uma ponte daquelas do indiana jones e do mistério da caveira de cristal, do que a atravessou ali por altura da vesica , assim acrescenta ao estar em seu regaço como está, sobre a junção dos dois ângulos ou sem chavetas do sofá da pele de cobra negra, a junção parece uma racha, duas almofadas amarelas verdes claras poisam em suas costas a seu lado, e uma tem em sua frente uma outra rosa, como que tapando a racha no sofá negro, ou da cobra negro, escrevo para que as pessoas sintam que não são uma aberração, que belo titulo mesmo bom de se por a faca, nas letras , não ve vá assustar, não, que é minha ultima intenção, es circulo rato evo, o para do quadrado europeu às da primeira serpente da pessoas sin da cruz da manha no quadrado europeu do muito cao da são ab e rata da raçao, a fantástica en te rata pr da ren tesis, filha da ruptura, ao lado a sua família em vesica deitada para o lado da espada erguida , os pais da isabel com nove dos onze netos, assim diz, os da pa do is da isa be do angulo el com, em nove do onze, neto serpente, do casamento civil entre pessoa do mesmo sexo, gosto d conceito, parece-me correcto, enquanto não existir uma religião que os sagre tambem num qualquer templo exterior ao templo interior do amor, c asa sam duplo vaso muito to circulo iv e primeiro en t rp esso da primeira do me serpente mod o sexo, e por fim o titulo de seu blog, que remete para os passo seguintes do enigma, chamemo-lhe assim, quem sabe ad da pescaria, consolação, com o endereço vic tam, o vi co circulo da ct da manha, ou ainda o tam ou cruz da manha do vic, ou ainda ao ca angulo os sn no circulo, de um vic, outras referências a sinalizar, mayer, como seu nome de família e da maria joao mayer que já aqui nas letras algumas vezes entrou, maria rui, colégio da opus dei, e um professor repressor, que me lembra um outro de que me falavam na adolescência num outro colégio, aqui tambem narrado, um belo professor de liceu que considera quem mais a marcou em sua vida, rui nunes, e uma referência a deus não é grande, o mui, gosto desta grafia , como sabe, nas vezes a uso, ateu, livro de chris top tp o her hi tc he ns

n cão l he vi eu para pena min h a o sor riso q ue t ra sn a en t revista do jornal dos ban dido s, s ab e be la menina es to u um b oca ado can sado de sor risos em p ap e ise fi l me s di v e r s os, q u ase nas v e ze s pa rec e q ue a cidade real, est á me sm ova z ia de l es, e mui to s são usa do s c omo mascaras, e o q ue f al am todos, é ba sica mente da sed u çao di s t ante, q u anto masi di s t ante mel hor por mais e fi c az, fi ca s do traço da inglesa se as si m de in g ua de for sa a de se j ar, ba sico meca ni s mo de todas as por rp a gan da s ma com corda rá q ue os so rr is o são se mp rem maís be l os, e c us tam m en is, usa do traço da inglesa se m en os m us cu lo s para f az e rum do q ue para fr an zi ra face, e s ab em se mp re me l hor e o s eu na f oto es tá mui to bonita, t rago aqui agora nest emo m en to a f oto s ua a um l ado, v e jo do traço da inglesa primeira sentada n um s o fa preto de pele com um v es ti din ho pr a tea ado q ue le hh eva i mui to b em, se me per mit e o pe q un o por m en o r, s ó n cão g os to do efe i to do el as tico no fi m dd as c ur ta s mangas, p o i s en f ola o om br oe l he r e t ira o de sn e h oe os br aços são se mp r e bonitos de se ve as si m b em de sne h ado sm s ob r e tudo s en do es gui s oe be lo sc omo a menina os t rá s, por ba si xo de se us seio s, es t r anho eu a forma dos vin co s, p o is pa rece t ra ze r um relaçao en t reo cos da b ase dos seis oo, e as ru gás q ue se de s en h aram em s eu s en t ra, q ue de s vela x c omo que um z ma rca ada em s eu v en t re e um v e sica deitada ao de sc e r, s eu mao como p unho fe cha ado , em subtil s u g es tao, a h am eni nina ina g os to eu de si t am b em pe la s ub tile za, en conta a o u t ra mao como um asa, as si m pa rec em a du as di ze r, ve o ave sica dei t ada dama arca do zo r ro do p un ho q ue en t ro un a asa, o cruz fe it ano s joe l h os, o ua cruz do joe, do p u l so onda t ra s um be l ap u l se i rinha, assi fe i t as aa s e ts aca s q ue maís par e ce ser uma ponte da q eu l as do in dina j one sed o mistério da c ave ira dec r ist al, do q ue a at rave esso u al ip o r al tura da v e sica , as si m ac r es centa ao es t ra em seu r ega aço co mo est á, s ob rea j un çao dos do is ângulos o u se mic h ave eta sd o s o fa da pele de cobra negra, a j un çao pa rece uma racha, du as almofadas sam ar e l as v e rede s claras p o isa sam em su as co s t asa s eu l ado, e uma te m em su a fr ante uma o u t ra rosa, co mo q ue t ap ando a rac h ano s o fá negro, o u da ob ra negro a, es c r evo para q ue as pessoas sin t am q ue n cão são uma ab e r raçao, q ue be lo titu lo me s mo bom de se por a faca, nas letras , n cão ve vá as s us t ra, n cão, q ue é min h a u l tim a in t en çao, es circulo rato evo, o para do quadrado europeu às da primeira serpente da pessoas sin da cruz da manha no quadrado e u rp eu do mui to cao da são ab e rata da raçao, a f anta tica en te rata pr da ren tesis, fi l h ada ru pt tura, ao l ado a sua v f a milia em v e isca deitada para o l ado da es pada e r guida , os pa is da isabel com nove dos on ze neto s, as si m di zo sd a pa do is da isa be do angulo el com, em nove do onze, neto serpente, do c asa am w n to c iv i l entre pessoa do me s mo se xo, g os to dc on ce i to, pa rc e do traço da inglesa me co rr e ct o, en q u anto n cão e x is tor uma r e li gi ao q ue os sagre t am b em n um q ual q eu r t e mp lo e x te iro ra o te mp lo ine t rio r do amo rc asa sam do up lo vaso muito to circulo iv e primeiro en t r p esso da primeira do me ser pen to m o do sexo , ep o rf imo titu dez de s eu b dez gato da li ga são, q ue te met ep para os passo se gui n te sd o enigma, c h am em os do traço do primeiro ingles as si m, q eu m s abe ad da pesca ria, c on sola sao, com o en de r e ço vic tam, o en u vi co circulo da ct da manha, ou a inda o tam ou cruz da manha do vic, de um vic, o u t r a s ref ren cia sas ina l iza r, mayer, co mo s eu no me de f am milia e da maria joao mayer q ue j á q ue ina s l e t ra s al gum as v e ze s en t ro u, mr ria rio, cole gi o da o pus de i, e um pr o f ess sor r ep r esso r, q ue me l em br norte sul outro de q ue me f ala ava vam na ad o l es c en cia num outro c ol e gi o, aqui t am b em na rr ado, um be dez pr o f ee e o r de li c eu q ue c on side re q eu m mai ss a ma rc o ue m s ua v id a, rui nunes, e uma r e fr en cia a deus n cão é g rande, o mui, g os to de st a g ra fia , co mo s abe, nas v e ze sa us o , a te u, li v ro de c r h us top tp o her hi tc he ns

bastante explicito se, se acrescentar um pequeno pormenor agora desvelado no corte, az quai , do cais francês, a mayer, a joao presume-se, ou a maria rui, que agora de novo nas letra apareceu

ba st ant ee x p l i cito se sea ac r es c en t ar um pe q eu en o por m en or agora de s vela ado no corte, az q ua i , o ca si f ar nc es, a mayer, a joao peru s me do traço ingles da ase da se, peru, g lu g pr ie mr rio vaso peru natal

Vic tam, edgar alan poe, o cic do tam e o edgar da primeira lan do poe

pesca e pesca ad, que agora mais um vez se desvelou nas entrelinha, me lembra uma imagem de infância que anda em mim associada a seu nome, moreira, pois me tenho recordado de um verão no Algarve, um verão único e atípico onde estivemos numa pria distinta da, da rocha que costumávamos frequentar, e creio que foi lá que uma vez com mascara e snokers, descobri uma moreia nas rochas em frente à praia como e muito característico praticamente de todas praias do Algarve e que nesse tempo de menino e masi tarde de pescarias submarinas levado pela mao de meu pai, ainda peixe em quantidade se via e nas vezes se apanhava, e me recordo de ter encontrado uma moreira numa rocha, e depois de descobri sua casa ainda lá voltei a vê-la uma ou outra vez mais, era muito engraçado, pois vivia assim meia escondida entre buracos e entre as rochas, e se deslocava como um cobrinha, trazia uma pele as manchas muito bonitas e enigmáticas, e era muito fininha como geralmente elas sao, curiosidade de menino, como a menina sabe, e amizade aos animais, numa época em que ainda não lhe dava tiros, coisa que sempre tive, quando meus olhos eram melhores, algum jeito, a praia era muito engraçada, pois a vila tomba e acaba nela e tinha mini golfe onde pelas noites amenas de verão do algarve, eu com meus pais todo excitado descia a jogar com eles mini golfe, e me lembro de como tudo aquilo era divertido, as famílias pela noite a jogar mini golf por cima da praia, talvez antecipando os masi crescidos , um outro prazenteiro golfe quando as crianças mais tarde adormecessem, e me recordo ainda de um pormenor que os meninos na praia nesse verão fizeram, que era puxarem pela praia fora correndo uns aos outra as vezes , como os skis, muito engraçada forma de fazer ski aquático com motor humano em entre ajuda, na rebentação da areia, o que tornava a coisa ainda mais divertida, armação de pera, é o nome dessa bela pria de outrora, que há já muito tempo que lá nao vou, e o Algarve se tem estragado um bocadinho, como todos sabemos, e o curioso, é a associação do nome entre estas duas praias, que agora me surgiu a armação da pera da praia da rocha, ou a preparação do muro das gentes da praia da pedra, ou quem sabe uma outra por ali, como o algar

pesa ca e pe saca ad a, q ue agora masi um v ez se dee v selo un as en t r e linha, me l em br a uma i mage m de in fan cia q ue anda em mim as soci ad aa s eu no me, moreira, p o is me t en ho rec o rda dad ode um vera on o al g rave, um v e ra o único e a ti pico onda est ive mo s nu am p ria di s t in t ada dada roc h a q ue cos t uma ava mo s fr e q u en t ar, e c rei o q ue f o i l á q ue uma ave z c om mas cara e sn o k e r , de sc o br i uma mo mor reia nas roc h as em fr en te à pr ia co moe mui to ca rac teri s tico pr a tica mn te de todas p rai sd o al g rave e q ue ness e te mp ode me nino e masi t arde de pesca ria ss ub marina s l eva ado pe l a mao de me u pai, a inda peixe em q ua n tid dade se v ia e nas v e ze s se a p ana h va, e me rec o r ode t r e en c on t ra ado uma moreira nu ma roc h a, e dep o is de d e sc o brit s ua c asa a inda l á vo l teia ave do traço ingles de dez la uma ou o u t ra ave z maís, e ra mui to en g ra ç ado, p o is v iv ia as si m meia es com di da en t re b ur ac os e net rea s rochas, e se de s l oca ava como um co br in ha, t ra z ia uma pele as m anc h as mui to bonitas e eni g mat i ca s, e e ra mui to fi nin h ac omo ge ra le mn te el as s º ao, c u rio sida dade de me nino, como a menina s abe, e ami z ad a ao sa anim a is, n uma ep oca em q ue a inda n cão l he da ava tir os, co isa q ue se mp r e ti ve, q u ando me us o l h os e ram mel hor es, al gum je i to, a pr ia e ra mui to en g ra ç ad ap o isa vila tom b a e c s argento ac ab ane la e tinha mini golf e onda pe l as no it es am manas de eve verão do ala g rave, eu com me us pa is tod o e x cita ado de sc cia a jo g ra com el es mini golf e, e me l em br ode co mo t u do a q u i lo e ra die rt id o, as f am i l ia s pe l ano ite a jo g ra mini g l f p o rc ima da pr ia, t alvez ant e cip ando os masi c r es cid os , um o u t ro pr az en te iro golf e q u ando as c rai na ç as maís t arde ad rome c esse me m e r e corda a inda de um por m en o r q ue os meninos ai na p raia ness eve ra o fi ze ram, q ue e ra p ux ar rem pe la p rai a f o ra co rr en do un ns ao s o u t ra as v e ze s , co mo so s k is, mui to en g ra ç ada forma de f az ze r s ki aquático com m oto r h uma ano em en t r e ajuda, na r e b en taçao da a rei a, o q ue tor n ava ac o isa a inda maís di v e rt id a, ar maçao de pera, é o no me de s sa be la pr ia de o u t ro ra, q ue h aja mui t te mp o q ue l á n ap o vo ue o al gra es e te m es t ra gado um b oca din ho, cm mo todos s abe mose o cu riso, é a s soci cia çao don ome en t re est as du as p rai s, q ue agora me s ur gi ua ar maçao da pera da pr aia da roc h a, o u a pr epa da pa da raçao dom ur o da sg en te sd a pr ia da pedra

no seu blog, bela menina moreia, que parace ser então por o que aqui se desvela nas entrelinhas, ser da equipe dos fieis do tal rapaz acima mencionado, dois textos como lhe disse me chamaram a atenção, e me intrigaram de tal forma que me levaram a buscá-la na esperança de obter maiores e mais precisas indicações

no s eu b lo g, bela me nina mor reia, q ue par ac es e ren tao por o q ue aqui se d es vela nas en t r el i m n h as, se r da e q u ipe dos fi es do t al ra p az ac ima men cio n ado, do is te x to sc omo l he di s se me c h am aram aa em ten sao, , e me in t rig ua ram det al forma q ue me l eva ram a b us cá do traço da ingles la na es pera ança de ob t rem ema mai o r es e mais pe c isas indica caçoes

o maior foi o que de alguma forma já aqui abordei, uma relaçao de uma mulher com um homem e um processo de idealização sobre um terceiro que na escrita dizia ser tambem um processo de transferencia ou desplacement, deslocalizaçao, assim tipo star treck, mas um parte fica onde está, assim tipo ubiquidade, termos cunhados pelo antigo mestre, pai da psiquiatria, freud, como saberá menina desde, pequenino que ele não me fez assim tantos sentido, como muito outros que o procederam, e que muito mais sentido fazem e acrescentam,

o maio rf oio q ue de al gum a forma j á aqui ab o r dei, uma relaçao de uma mul her com um homem e um pr o c esso de id e a liza sao s ob re um te rc i ero q ue na es c rita d iza se rt t am b em um pr o c esso de t ra sn feren cia ou de s p la ce ment, dec l o ca liza sao, as si m t ip o star t rec k, mas um p arte fi ca onda est á, as si m t ip o ub i q u id ad e te r mo s c un h ado s pe dez ant i goe li mit ado mestre, pi da ps i q u i t ria, fr e u dc omo ss abe rá me nina de sd e, pe q eu nino q ue el en a i fez as si m t anto s s en tid o, cm o mui to o u t ros q eu o pr o cede ram, e q ue mui to masi s en ti u do f az e m e ac rec en tam,

do espirito se pode Dele dizer que é ubíquo, melhor e mais correcto será ainda acrescentar, que é multi ubíquo, ou seja está em todo o lugar, é permeante e permeado e ligante e que por Ele se pode ira a todo o lugar do espaço tempo, se quiser tambem assim em composto chamar ao lugar, e isto sabem todos os seres pelas coisas básicas de se poder fazer sentir um beijo na distancia da saudade e do amor, ao amado que está em outro lugar distante perto do mesmo uno lugar, ou de um pressentir de um problema se ele aconteceu a um outro, portanto, se assim é, ou melhor, podendo assim ,só como o que este texto seu diz, pouco mais se poderá avançar, da mesma forma como tenho tentado explicar a todos, os bebezinhos se fazem por um primeiro, o espirito com a presença de um segundo, que são o colibri e a rosa, e parace eu muitos estão ainda convencidos que basta os segundos para os fazer, e que a coisa, se passa só na junção física dos ditos

do e spi rio se p ode del e di ze r q ue é ub quico, mel hor e masi co r rc e to se rá a inda ac rec en t ra, q eu é mul ti ob q u io, o u s je a est á em todo o lu g ra, é pe r m en na te ep e r me ado e k li gan te e q ue por el e se p ode ira a todo o ll u g ar do es paço te mp o, se q u ise r t am b em as si m em com p o stp c h am ar ao lu g ar, e is to s ab em todos os ser s pe la s co isas ba sic as de se p ode rf az e r s en tir um bei jo na di s t aica da s ua dade do amado q ue est á em o u t ro lu g ar di s t ante ep pr to do me s mi un o lu g ar, o u de um pr ess en tir de um pr ob l ema se el e ac on teceu a um o u t ro, porta n to, se as si mé, o u mel hor, p ode en do as si m s r, s ó c omo o q ue este te x to se u di z, p o u co maís se p d oe rá av n aç ar da mesma forma c omo te m ho t en t ado e x p li cara todos, os be b e z in h os se f az em por um pr rim e iro, o es pi rito com a pr es en ça de um se gun do, q ue são o coli br i e a rosa, e pa rac e eu mui to s es tao a inda c on v en cid os q ue ba ste os se gun do s para os f az e r e q ue a co isa, se passa s ó na j un são fí sica dos ditos serpentes

e para lhe juntar um sentido, uma prospecção, o estudar de uma hipótese que na melhor da hipótese e intenção seria e será a equivalente a que o poema da rosa do mundo, que aqui lhe citi, porque me apareceu no meio desta conversa com a bela menina, e leio ou melhor li , o seu ultimo texto, que se encontrava por cima deste que introduz o tema, e que sim esse era deveras intrigante, pois sua forma, é de uma declaração, um dizer, afirmativo sem duvida, mas incompleto, e mais ou menos na forma e tom que eu já aqui abordei a propósito de outros, alguns que são assim mesmo feitos para induzir a as vibrações a volta do que se não diz, dizendo, e sendo que em determinados campos de escrita, que não seu caso directo, como por exemplo jornalismo, sao contrários e nada favorecem o saber da verdade das coias e ns vezes se criam assim cios diversos com consequências desastrosas

e para l he j un t ar um s en tid o, uma pr os pe sao, o es t u d ar de uma h ip o tese q ue na mel hor da hi ip orte see in t en sao se ria e se rá a e q u iva lente a q ue o poe ema da rosa do mundo, q ue aqui l he citi, por q ue me ap ar ceu no meio de sta c on versa com a b e la me nina, lei o , o u mel hor li , o s eu u l tim o texto, q ue se en c on t rav ap o rc ima de ste q ue in t rod u zo t ema, e q ue si m ess ee ra de eve ra s in rig ante, p o is s ua forma, é de uma dec lara sao, um di ze r , a fr mat ivo s em du v ida, ma sin co mp l e to, ema maís o u m en os na forma e tom q ue eu j á aqui ab o r deia pr o p os i to d e o u t rosa al g un ms q ue são as si m me s mo fe i to s para indu zi ra as vi br aço es a vo l rta do q ue se n cão di z, di zen r dn o, es en do q ue em det r emi minados cam p o sd e es c rita, q ue n cão s eu c as o di rec to, co mo por e x e mp dez jo rna l is mo, s
ao c on bt rá rios en ada f ava rec em o s abe rda v e r dade das co ia s e ns v e z s se c r iam as si m cios di v eros com co nse q u en cia s de sas t rosas

pois juntando os dois temos então como leitura cumulativa, assim como seu titulo de consolação, que uma rapariga se consolaria em projecção por estar mal na relaçao que tinha, para assim simplificar, idealizando um terceiro sobre o qual se projectava, e sendo que o primeiro diz, o pedro, teu pai e tua mulher, em forma muito subtil de escrita, pois nem se sabe se na realidade afirma que o pedro é o pai, e se tua mulher, qualquer um que o leia, poderá sempre pensar caso traga mulher, que é da sua, que as palavras da menina estão falando, ou mesmo que pedro e esposo da tua mulher, pedro há um nesta história para além de diversos outros, que a pena da menina convoca poris lhe deu um entrevista, o pedro rolo duarte, me dirá se sendo a mulher a que fora minha sem o ser, se será este pedro seu esposo, e para lhe ser franco, tudo isto assim meio dito, se bem que seja o que for, ficção, indução, pescaria, e autobiográfico, é muito estranho, e pouco mais terei a acrescentar, com base neste dados, a não se verificar, para lhe ser franco assim um bocado desconfiado, mas assim é nas vezes a vida, e não nos devemos em demasia preocupar, e sempre teve um lado agradável que fui a ter ido visitar, se bem que tivesse pena de a ver assim tao aflita e sempre pensando o que já pensara, será esta rapariga que me trás em amor dentro de seu coraçao, pois beijos à distancia, sinto eu muito chegarem a mim, assim acontece com o amor e com os seres amados, e como seria muito estranho se fosse a menina autobigraficamente descrita que me tivesse feito um chegar e agora ficávamos assim na distancia de lábios, seria quase um pecado, pois eles são feitos para muito beijar

p o is j un t ando os do is te mo s en tao co mo lei ruta cu mula t iva, as si m c omo s eu titu lo de c on sola sao, q ue uma ra pa rig a se c on sola ria em pro j ec sao por es t ra m al na relaçao q ue tim h a, para as si m si mp li fi car, id e a liza ando um te rc iro s ob r e o q u al se pr ee cta ava, e s en do q ue o p rim e iro di zo pedro, t eu pai e t ua mul her, , em forma mui to s ub til de es c rita, p o is ne m se s abe sena real id a d e a firma q ue o pedro é o pai, e q u ando se t ua mul her, q u l q eu rum q ue o lei a, p ode rá se mp r e p en sar caso t ra ga mul her, q ue é da s ua q ue as pala vaso ra sd a menina es tao f al ando, e para l he ser franco, tudo is to as si m mei o dito, se be m q ue seja o q ue for, fic sao, indu sao, pesca ria, e au to bi o g raf i co, é mui to es t r anho, e p o u co masi te rei a ac r ec en t ar , com b ase neste d ad os, a n cão se rf fi car, para l he ser franco as si m um bo c ado de sc on fia ado, mas as si mé nas v e ze s a v id a, e n cão nos de eve mos em de ema s ia pr e o cup ar, e se mp r e teve um l ado a g ra d ave l q ue f u ia t re id o v iv i t ar, se b em q ue ti v esse pena de ave ra ss im tao a f l ita e se mp r p en sand oo q ue j á o en sara, se rá esta ra pa rig a q ue me t ra s em amo r d en t ro de s eu cora sao, p o is bei j os à dia tan cia, sin to eu mui to che g a rem a mim, as si m acontece com o amo rec om os ser es amados, e como se ria mui t es t r anho se f os sea menina au to bi g raf ica mn te de s c rita q ue me ti v esse fe i to um che g ar e agora fi c ava mos as si mna di s t an cia de l a ap ps o t olo bi os, se ria q u ase um p eca ado, p o is el es são fe it os para mui to bei j ar

e bela menina isabel moreira um outro pormenor aqui dentro me ficou a ressoar, pelo que vi do dedo em que transporta o seu anel de prata, o polegar, pois um menino pequenino, púbere, talvez, com um grande franja que tapava sua face estava em dia recente estranhamente sentado num banco do jardim do império, sentado lateral no banco de pedra, com as pernas flectidas, contra seu corpo, e os braços a frente olhando o baixo, foi tao estranha imagem a meu chegar, que o comprimentei assim em jeito breve e rápido a lhe dar uma possibilidade de algo dizer, mais nao consegui, pois eu próprio trazia meu coraçao pesado e zangado naquele preciso momento, estava me lembrando da ausência de meu filho e ia fazendo grrr, por dentro, e depois de tudo isto lhe escrever, a linha do poema que aqui em extracto escrevi, um pormenor me ficou em espirito a bailar, o pormenor da ternura no joelho reflectido, de alguma forma, o que nele sentira , nao fora bem ternura mas uma extrema delicadeza, assim me pareceu, uma doçura de adolescente preocupado, com tristeza, era a imagem de que dele em breve muito breve ao passar me ficou, terá isto alguma relaçao com a posição de seu anel?

e be la menina isa b el mo rei ra um outro por m en or aqui d en t ro me fi co ua r esso ar, ep dez q ue vi do deo em q ue t ra sn p ot va o s eu ane l de p rta, o pole g ar, p o is um menino pe q eu nino, p uber, t alve z, c om um g ram de fr anja q ue t ap ava s ua face est av em dia rec en te es t r anha mente s en t ado num ban co do jardim do i mp e rio, sentado la t re l no ban co de pedra, com as pe rna s f l e ct u da sc on t ra se u cop o reo s br aços a fr en teo l h ando o ba ix o, f o i tao es t r anha i mage ma me u che g ra, q ue o co mp rim en teia ss im em je tio b e r ve e rá pido a l he da ar uma p os sibil id a de al g o di ze r, mais n º cao co nse gui, p o is eu pr o rp rio t ra zi me u cora sao pesa do e zan gado na q eu le pr e c is o mo m en to, est ava me l em brando da au s en cia de me u fi l h oe ia fazendo g rr rp o r d en t r to, e dep o is de tudo is to l he es c r eve ra linha do poe ema q ue aqui em e x t rac to es c r e vi, um por m en or me fi co u em es pei e i to a ba i l ar, o pro m en o rda te rn u ra no joe l h o refe l ct ido, de al g uam forma, o q ue ne le s en t ira , n cao f o ra b em te rn u ra mas uma e x t r ema deli xa dez, as si m me pp ar de u, um doc ur a de ad o l es cente e ra a i mage m de q ue de l e em br eve mui to br ve ao pa ss r me fi co u, tea rá is to al gum a relaçao com a p o siç sao de s eu ane l da foice

e um outro em noite anterior recente, quando no jardim estava, depois exactamente de ter respondido aqui on line ao tal daniel de sá, apareceu um renault laguna carrinha com uma bela menina que ali parou, a seu lado um rapaz de óculos, com o banco abaixada, como a ver o macaco sem se dar a ver, ali estiveram um tempo observando-me e se foram, e minha intuição a dizer, queres ver que o rapaz veio espionar, parecido com o rapaz que está no jogo da gloria no desenho da caixa, com duas meninas de lado a beijarem-no sem cima do pódio, deve ser isto qualquer coisa assim tipo concurso big brother nas cabeças de alguns

e um o ur o em no ite ante rio r rec en te, q u ando no jardim est ava, dep o is e x ac tamen te de ter r e ps son di o aqui on l ine a o t al daniel de sá, ap ar e f eu um renault la g un ac ar rinha com uma be la me nina q ue al i par o ua s eu l ado um ra p z de o cu dez sc om o ban co ab a ix ada, como ave ro macaco se m se da ra ave ra li est ive ram um te mp o ob serva ando do traço da inglesa me e se f o ram, e min h a in tui sao a di ze r, q eu r es ver q ue o ra p az veio es pi on ar par ce ido com o ra ap z q ue est á no jo do da g lo ria no de sn e ho da c isa, com du as me ni ns de l ado a bei h j ar em not ra dez do ingles no s em c ima do p ó di o, de eve ser is to q u q al q eu r co isa as si m t ip o c on curso bi g br ot her nas cab eça s de al g u sn

mas creio que tudo se poderá resumir ao que o menino esta noite me mostrou, uma moreira no meio de outros animais de pinças grandes e carapaças duras, e me disse ele em sua camisola, ser a moreira o primeiro x no circulo do nono, das aguas das pedras inglesas, muito se sorrira nono e pinóquio, hoje, e a senhora da flor da selva de saia negra e camisola amarela, mostrava seu joelho à imagem e semelhança de si, me dirá dito a verdade!?

Mas c rei o q ue tudo se p ode rá r es u mir ao q ue o me nino es t ano ite me mo st ro u, uma moreira no mei ode o u t rosa ni maís de p on ç as g r ane ds e csa ra p aç as duras, e me di s se el e em s ua cam i sola, se r a mo rei ra o p rim e iro x no circulo do nono das aguas das pedras inglesas, mui to se so rr ira p ino q u io, h oje, e a m en ina da flor e da selva mo st rava s eu joe l ho à i mage me sémen l h ança de si, me di rá dito ave rda dade!?, mui to se sor r ira nono e p ino q u io, h oje, e a menina da flor m da selva mo st rava s eu joe l ho à i mage me semem l h ança de si, me di rá dito ave r da de!?




e pelo amor, se ajuda e pelo amor se deve ajudar, e nas vezes nem é esse o caso ou pressuposto, mas tudo é amor, nada de fora Dele existe

e p elo dez amo r, se ajuda e pe dez amo r se d eve ajuda renas v e ze sn em é ess e o caso o u pr ess up os to, mas tudo é amo rn ada de f o ra de le e x is te

pa gina vinte e oito, sec são primeira vinte e oito do bar do rá do maestro vinte oito, em dezoito da gula do vi em maio, cm, angulo tríade da estrela rea, co do angulo do sessenta e nove, assim me diz a pagina onde agora neste momento estou

pa gina vinte e oito, sec são primeira vinte e oito do bar do rá do maestro vinte oito, em dez o it dada gula do vi em maio, cm, angulo t rua de da estrela rea, co do angulo do sessenta e nove, as si m me di za pa g ina onda agora nest e mo m en to es to u

ah amada sabes, estou em cansado sem o estar pois o amor não cansa não, mas é forma de falar o que te digo vezes sem conta, melhor mesmo era tu chegares e estar aqui a meu lado e eu ao teu, e assim ficava menos preocupado na mais das vezes, pois foi o que me aconteceu quando vi a charlize a chegar a veneza, com toda aquela história à sua volta, e um escutado em espírito que me falava de ela , ou alguém outro , que por ela assim se fazia passar, estar com problemas, e eu gosto muito dela, seus olhos, me lembram os teus, não bem os olhos, mas o que neles vejo, um doce e claro e profundo lago de amor, de vontade de desejo de amor, que muito doce de assim ser, e muito bom, e assim tanto foi, que me fiquei toda a noite com ela em minha vela e assim lhe comecei a escrever e depois no dia seguido um sincronismo com um leao se manifestou, coisa incrível, que de repente abria o sentido do escutado em seu todo, se todo se pode chamar a este topo de induções, que nas vezes não sei se são tuas e me faz assim que te socorrer, Fiel de Amor, Fiel da Rosa, é assim mesmo, mas melhor é ter a rosa em nosso jardim, e fazer rosinhas e colibris e dar muitos beijinhos e ser muito mas muito feliz em doçuras mil

a h am ad a s ab es, es to u em can sado se mo es t ar p o is o amo rn cão can sa n cão, mas é forma de f al ro q ue te di go v e ze ss em conta, mel hor me s mo e ra tu che grés e es t ra aqui am eu l ado e eu ao te ue as si m fi c ava m en os pr e o cup ado na maís das v e z s, p o is f u io q ue me aconteceu q u ando vi a c h ar lize a che g ra ave ne za, com toda a q eu la hi s tó ria as al vo l ta, e um es cut ado em es pei r to q ue me f alva de el a , o u al gume outro , q ue por e la ss i m se f az ia pa s sar, est ar com pr ob l ema se eu g os to mui to de la, se us o l h os, me l em br am os te us, n cão b em os ol h os, mas o q ue ne l e ws vejo, um do ce e c l aro e pr o f un do l a g ode amo r, de von t ad e de desejo de amo r, q ue mui to do ce é de as si m se r, e mui to bom, e as si m t anto f o i, q ue me fi q eu i t u da ano ite com el a em min h ave la e as si m l he com e ceia corte es c r eve r e dep o is no dia se guido um sic n ron is mo com um leao se m ani fe s to u, co isa inc r ive l, q ue de r ep en te ab ria o s en tid o do es cut ado em se u todo, se t o do se p ode c h ama ra este t up o de indu ç o es, q ue nas v e ze s n cão se ise são tu as e me f az as si m q ue te soco rr e rf ile de mao rf, fi e l da rosa, é as si m me s mo, mas mel hor é te ra rosa em n osso jardim, e f az e r ro son h as e co li br is e dar mui to s bei j in h os e ser mui to mas mui to fe l i ze m doc ur as mi l

Ah doce senhora de meu coraçao, como eu gostaria de lhe abrir o meu coraçao assim em forma de um haiku, pois nele o mar vai tao grande que me falta nas vezes o poder da síntese, se bem que síntese, mesmo boa , seja sempre muito bem beijar, mas isso melhor é mesmo fazer de lábios nos lábios, sempre que na distancia perto do espirito, que moram um no outro e assim são e vao e vem como as ondas do mar

A h do ce s en h ra de me u cora sao, v co mo eu g os ta ria de l he ab r iro om eu cora sao as si m em forma de h a i k u, p o is ne leo mar v a i tao g rande q ue me f al t ana s v e ze s o p ode rda sin tese, se b em q ue sin tese, me s mo boa , seja se mp rem u ito b em bei j a s r, mas iss o mel he o r é me s mo f az e r de l ab is o nos l á bi os, se mp r e q ue na dita n cia per to do es pei rito, q ue mor am um no o u t ro e as si m são eva vao e eve mc omo as ondas do mar

Vou tentar em forma de haiku

Vo u t en t ra am e forma de ka i k u

Meu irmão leao tem dentes fortes e afiados, minha irmã leoa tambem, na pradaria no quente do seu amor, sobe o leao para cima da dorso da leoa, trás ele uma ciencia muito bela que me ensinou, assim sem de mais nem de menos, aboquinha o belo pescocinho da leoa, que fica assim muito quietinha, eu que lhe vejo o olhar, sei que ela gosta daquele assim estar

Me u i r mao leao te m d en te s f orte sea fia ado s, min h a i r mao leoa t am b em
Na para da ria no q eu en te do s eu amo r, s ob e o leao para c iam da dor soda leoa, t rá s el e uma cine cia mui to be la q ue me en son o u, as si m s em see de masi ne m de m en os, ac o quin h a o be lo p es co c in hd a da leoa, q ue fi ca as si m mui to q u i te in h a, eu q ue l he vejo oo l h ra r, se i q ue e la g os ta da q eu le as si m es t ar

Inspirou-me a bela menina girafinha na madrugada este pensar, quando a manha já era, dei com um homem ao lado de um outro leao assim acastanhado, feito em pedra sem duvida que sim, por assim os dentes naquela precisa covinha e mergulhar no cheiro de belos compridos cabelos, é das melhores coisas do mundo, a menina certamente concordará

In spi roi do traço da ingles me a b e la me nina gira f in h a este p en sar na madruga ada, q u ando de manha j á e ra de i com um h ome mao l ado de um o u t ro lea o as si m ac as t anha ado, um cast, se m du v ida q ue si m, mas por as si mos d en te sn a q eu la pe c isa co vinha e mer g u l h ar no che iro de be l os co mp rid os cab elos, é da s mel hor e s co isa do mundo, a m eni nina ce rta mente c on corda rá

Era o presidente da russia ao lado de um leao de pedra já depois desta guerra e um outro dizer correcto ressoara no ar, talvez como explicação, a russia defendera sempre os seus cidadãos onde quer que se encontrem no mundo , o que é um direito internacional que muitos tem praticado e que nas vezes tambem serve de cobertura actos de guerra e em outras mais negras ainda, se tal se pudesse dizer, se põem mesmo alguns em risco e se matam., para depois justificar o acerto,


E ra o pr e is dente da russia ao l ado de um leao de pe dr a j á dep oi s de sta guerra e um o u t ro di ze rc o rr e ct o r esso ara no ar, t al v e z c omo e x p li caçao, ar us s ia de fende ra se mp reo s se us cida z daos onda q eu r q ue se en c on t rem ni mundo , o q ue é um direito in t rena cio n al q em u i t os te m pr t aica ado e q ue na s v e z s t am b em s e r ve de co be r tura ac to sd e guerra e em o u t ra s maís negras a inda, se t al se pi u de s se di ze r, se poe m me s mo al g u ns em r isco e se mat am., para dep o is j us to f cia aro ac e r to,

Já o pedaço da história do irmão distinto e semelhante como eu ou a bela senhora, trás uma outra história em si, um história porventura não tao prazenteira em suas tintas, que pena bela menina de meu coraçao, que assim nas vezes prefiram os homens pintar com cores assim seu viver, já que o viver é todo um mesmo, e o leao toma conta de sua amada leoa

J á o peda aço da hi s tó ria do i r mao di s tinto e se m l h ante cm o eu ou a b e la s en hor a, t rá s uma o u t ra hi s tó ria em si, um hi s tó ria por v en tura n cão tao pr az en te iro em s ua s t in t as, q ue p en a b e la menina de me u cora sao, q ue as si mnas v e ze s pr e fi ram os h om ne s pi n t ar com cor es as si m s eu viver, j á q ue o v iv e r é todo um me ms o, e o lea o tom ac conta de s ua am ad a el o a

Ah menina doce senhora do meu coraçao, que mora em mim há muitas muitas luas, logo na primeira vez que a vi, numa tela assim pequenina por si me enamorei, ainda não a conhecia e me disse que bela menina, o filme era estranho, reverberava por antecipação numa outra história que mais tarde no mundo em parecido veio a acontecer, mas nada disto beliscava o que fosse, sua beleza e meu em si , a sentir

A h me nina doc es en hor ado me u cora sao, q ue mora em mim h á mui t as um it as l ua s, l ogo na p rim e ira ave z q ue a vi, n uma tela as si m pe q eu nina por si me en am o rei, a inda n cão ac on he cia e med di s se q ue be la me nina, o fi l me e ra es t r anho, r eve r b ava por ante cip ac sao n uma o u t ra hi s tó ria q ue masi t arde no mundo em ap rec ido veio a acontecer, mas n ada di s to be l isca ava o q ue f os se, s eu abe l e ze me ue m s i , a s en tir

vi-a chegar a bela cidade sobre o mar, doirada vestida, com seu ar aéreo de girafinha que como se move nas nuvens, depois de rosa roxo a falar, o plano de perfil, os seus dentes de coelhinho que tanta graça lhe dao, um enfado meio zangado em seu mexer seu falar , face ao ímpeto de alguém que poderia parecer sensível a sua beleza, ou talvez nem tanto, visto já se ter aqui desvelado um cast, um cast que nos liga e nos trás ligado, nada que ver com o do filme que falo, mas um cast de agora, que terá sido feito nestas ultimas horas,

vi do traço da primeira inglesa a che g ar a b e la cidade s ob reo mar, do it ada v es tid ac om s eu ar ae reo de gira fi n h aqui ki q ue co mo se m ove nas n uve sd ep o is de ro xo a f ala ro p l ano de pe rf fi l, os se us d en te sd e coe l h in ho q ue t anta g ra ça l he dao, um en fado mei o zan gado em s eu me xe r s eu fala rf face ao i mp pet ode al g eu m q eu p ode ira par recer s en sis v el a s ua beleza, o u t alvez n em t anto, vi s to j á se te ra aqui de s vela ado um cast, um cast q ue no s li ga en os t rá s li gado, n ada q ue v e rc om o do fi l me q ue f alo, mas um cast de agora, q ue te rá sid o fe i to nest as u l tim as hor as,

bela resposta bela menina de meu coraçao, não fosse o desagrado que expressava ao dá-la, ainda agora a Palavra a reflectira a jeito de uma metáfora , uma imagem , uma ilustração do real , e da relaçao que nos liga a tudo , o coraçao,

be la r es posta be la me nina de me u cora sao, n cão f os se o de sg ar ado q ue e x presa ava ao d á do traço da inglesa l a, a inda al gor aa p ala vaso ra a refe l ct ira a je i to de uma met a f o ra , uma i mage m , uma i lu s t raçao do real , e da relaçao q ue no s li ga a t u d , o cora sao,

a imagem do girassol na praia, um girassol tudo belo e inteiro vivia, era tao belo que nem se mexia de seu lugar, bastava-lhe sorrir rodando todos os santos dias atrás de seu amado sol, um dia a ele cheguei e alguém que me viu em amor falar ao girassol, logo lhe decidiu mal fazer

a i mage m do g ira s sol, na pr aia um g ira ss l tudo be dez e ine tiro v iv ia, e ra tao belo q ue ne m se mexia de s eu lu g ar, b as t ava do traço do primeiro ingles sor r i r rod dan do todos os santos dias at rá sd e seu am adao sol, um dia a le che g eu i e al gume q ue me vi ue m amo r f ala ra o g ira ss ll ogo l he dec id e i f az e r m al

terrível equação senhora, de não poder mostrar nossos afectos a quem amamos, por receio nas vezes fundado que lhes possam fazer mal, ao saber o amor que lhe queremos, um mal que é feito a dois no tres, a si, a mim, ao girassol, ao amor do girassol e do sol, que é o amor, terrível equação que nos leva nas vezes a ocultar nosso próprio amor ao que amamos e que se traduz em enormes solidoes

terri ive l e queque sao senhora, de n cão p ode r mo st r ar n ossos a fe ct os a q eu m am amo s, p o r rec e io nas v e ze f un dad o q ue l he s p os sam f az e r m al, ao s ab ero amo r q ue l he q eu remo s, um n al q ue é fe i to a do is no t r es, a si, a mim, ao gi rr a sol, ao amo r do g o ra s sol e do sol, q ue é o amo r, terri v el e q ua sao q ue no s l eva nas v e ze s a o c u l t ra n osso pr o rp io amo ra o q ue am amo se q ue se t ra d u z em en o r me s sol id o es

sabe bela menina de meu coração, as vezes me preocupo em não ter por perto quem muito amo, preocupo-me de não a poder proteger, caso disso seja o caso, neste mundo tantas vezes cao, outras ainda na distancia, o medo muda de face, passa para o segundo nível que lhe conheço, que é mais ou menos assim, e se lhe querem fazer mal, e eu não estou lá para proteger, e então rezo protecção à amada, as vezes ainda se muda o medo para outra divisão da morada da consciência que habita no coraçao, como tao bem sabem os leões e as leoas, e me digo assim, e se lhe estão a fazer mal, e eu distraído com um nuvem ou outra coisa qualquer assim, nem dou por ela, e não a consigo assim na distancia defender, e quando assim em mim sinto me digo, não , darás sempre conta que lhe fazem mal, darás sempre conta que lhe irao fazer mal, assim rezo assim, esta espécie de reza a mim mesmo, ao meu sentir, à minha ligação a amada pelo amor,


s abe be la menina de me u cora ção, as v e ze s me pr e o cup o em n cão te rp o rp e r to q eu m mui to amo, pr e o cup o do traço do ingles me de n cão a p ode r pr ot e ge r, caso di ss o seja o caso, nest e m un do t antas v e ze s cao, o u t ra s a inda na di st na cia, o med o mu da d e face, passa para o se gun do n í ve l q ue l he c on he ç o, q ue é mais o u m en os as si me se l he q eu rem f az e r m al, e eu n cão es to u l á para pro te ge r, e en tão r e zo pro tec são à am ad a, as v e ze sa inda se mud a o med o para o u t ra di visão da mor a dada co ns ci ên cia q ue h a bit ano cora çao, co mo tao b em s ab em os le õ es e as leo as, e me di g o a ss i me se l he es tão a f az e r m al, e eu di s t raí id o com um n uve mo u o u t ra co isa q ua l q eu r a ss im, ne m do u p o r el a, en cão a co ns i goa s si mna di s t na cia de fender, e q u ando as si m em mim sin to me di g o, n cão , da rá s se mp rec conta q ue l he f az em m al, da rá s se mp r e conta q ue l he irao f az e r m al, as si m r e zo as si m, es t a es p é cie de r e za a mim me s mo, ao me u s en tir, à min h a li g ac são a am ada pe elo dez am o r,

a sua equação era proferida em forma distinta e contudo semelhante, tu és muito giro , mas o meu homem te mata, assim respondia, ou diziam que respondia, em síntese ao jornalista pretendente, depois de com ele um pouco ter bailado assim meio enfadada, meio irónica, e quanto ganha, a menina que aparece a despir-se toda a caminho do leito, arrancando as jóias e os colares de seu belo corpo, a caminho dos braços de seu amante, dizendo o verdadeiro luxo, o luxo supremo é a nudez, do amor em amor amante, o cansaço de agora dava-lhe outro tom, um tom porventura mais pesado, parecia a senhora assim estar no meio disto tudo

a s ua e q ua sao e ra p o rf e rid a em forma di s tinta e c on tudo sémen l h ante, t u é s mui tp gi ro , maso me u h ome m te mata, as si m r es pond ia, o u di z iam q u e r es pond ia, em sin tese ao jp rna l ista pr e ten dente, dep o is de com el e um po u co t re bail ado as si m mei o en f d aa, mei o rio nica, e q u anto g anha, a m eni na q ue a pa rece a de spi r do traço ingles da se toda a caminho do lei to, ar ra n can do as jo ia se os colares de s eu be dez corp o, a caminho dos br aços de s eu am ante, di zen do o v e rda de iro l u xo, o lu xo supremo é a u dez, do amo rem amo rama n teo cc can s aço de agora d á va do traço do primeiro ingles o u t ro tom, um tom por v en tura mais pesa ada, par e cia a s en hor a as si m est ar no mei o di s to tudo

nesta ligação que terceiros nos estenderam e que agora foi de novo posta a arder, em sentido do fogo da emoção do coraçao, sendo sempre salvos de outra que porventura o mal faça, a si , a mim e mesmo a terceiros, outras pescadores por detrás se desvelam, uma outra foto sua, me dava a chave do anel que mostrara, saberá a menina tao bem como eu , a qual se refere, um passe síncrono, com um determinado livro que está aberto num mesmo marcador de uma face, de um conjunto de faces, certamente que este saber aí chegou não pelas aguas do mar mediterrâneas, mas por outras aguas, de outras mãos que aqui entram e vasculham e vêem as paginas dos livros que trago abertas, e das lombadas e copiam e traficam as minhas notas, como no brasil, aonde agora se descobriu que muitos estavam a ser espiados, conversa gravadas, inclusive do presidente do supremo, ao lado da esquina do angulo, uma caixa da tomadas embutidas, como um eco de uma das minha ultimas visoes aqui com os dois carregadores do telefone, o samsung e o lg

nest a l i g as sao q ue te rc e i r son os es t en de ram e q ue agora f o id e n ovo posta a ar de r, em s en tid o do f ogo da emo sao do cora çao, s en do se mp r e sal v os de o u t ra q ue por v en tura o m al f aç a, a si , a mim e me s mo a t rec e i ros, o u t ra s pesa ca dor es pro det ra s se de s eve l am, uma o u t ra f oto s ua, me da ava ac h ave do ane l q ue mo s t ra r as abe rá a me nina tao b em co mo eu , a q eu al se refe re, um passe sic ron o, com um de t r eni n ado l iv ro q ue est á ab e r t n um me ms o ma rca dor de uma face, de um c on j un to de face s, ce rta mente q ue este s abe raí che g o un cão pe l a sg ua sd o mar med it a rr ne as, mas por o u t ra s a g ua sd e o u t ra s mao s q ue aqui en t ram eva sc u l ham e ve e ema s pa gin sd os l iv ro s q ue t rago ab e rta sedas lo b ada s e cip iam e t ra fi icam as min h a sn ota sc omo no br as i l, a onda agora se de sc o br i u que mui to s es t ava am a ser es pi ado sc on versa g rava da s, in c l us ive do pr e is dente do supremo, ao l ado da es q eu ina do angulo, uma ca ix ada tom ad as em b u tid as, c omo um eco m de uma das min h au l tim as visoes aqui com os do is car r ega dor es do tele f one, o sam s un g e o l g


ouvi eu pelo espirito esta noite, ela está cansada e não aguenta muito mais, ou se eram pertença de outra voz, , e uma outra , não me abandones agora, contudo sempre digo, não abandono a quem trago amor mas nem sei precisar se vinham nesse ritual assim o comprovei naquilo que lhe disse que em si vi, e que já tinha visto em outra ocasiões, há algumas luas, ah bela menina que triste fiquei um dia a menina muito chateada e triste se queixando do tamanho das racs, que eu até foi ver qual era o significado da palavra em seu contexto, e quando percebi que falava das suas belas laranjinhas, se quebrou um pouco meu coração, perante sua tristeza assim em revolta, como se alguém pudesse ajuizar sua beleza pela tamanho delas, que devem ter o tamanho certo da mao de seu amado e devem ser belas e perfeitas como Deus lhas deu e fez, quase chorava ou chorava mesmo, num meio de um desfile em que se viam as gentes em amizade a lhe tentarem dar animo

o u vo eu pe lo es pi rito es t ano ite, elsa est á c ana s ada en cão a gun en ta mui to masi, l o use e ram per t en ça de o u t ra v oz, , e o uma o u t ra , n cão me ab dan don es agora, c on u tod sm ep red i g on cão ab na dono a q eu m t argo amo r ma s n e m se i pr e c isa r se vin ham ness e rit ue as simo co mp rove ina q eu i lo q ue l he di s se q ue em si vi, e q ue j + a tinha vi s to em o u t ra o ca sio es, h + a ak gum as k l ua sa h beka me nina q ue t r iste fic q we i um dia a m e ni na mui to cha te ad a e t r iste se q eu ix ando do tam na h das s ua s rac s, q ue eu at é f o ive r q ual e ra o se i gn i f ac dada pal v ra em s eu c on texto, e q u ando pe rc cebi q ue fala ava das be l as lara n jin h as, se q eu br o u um p o u co me u c o ra sáo, pe rn at s eu at r is te za as si m emi ar evo l ta, co mo se al gume p u de s se a ju iza r s ua be l e z pe la tam n h a de la s, q ue de eve m te r o tam na h o ce rto da mao de s eu amado e de eve ms er belas e pe fe ita s c omo de us l h as de ue fez, q u ase ch ira ava o u chora ava me s mo, n um mei ode um de s f ile em q ue se v iam as g en te s em ami za jade a t en t a rem dar ani mo

poderá a menina conhecer inteiro este guião do fogo de agora, ou não só o conhecer em parte porque nem lhe deram para sua mãos um papel onde depois da ultima palavra se leia a palavra fim, que assim nos filmes acontecem e pouco mais em lugar nenhum, pois tudo é continuo e eterno

p ode rá am e nina c one ce her in te iro este gui º ao do f ogo de a g or sa, o un cão s ó o c on he ce rem p arte por q eu ne ml lee rm para s ua mao s um p ap e k l onda dep o is da u l tim a pal vaso ra se lei aa pala vaso ra fi m, q ue as si m no s fi l me s ac on tec em, e pp i u co maís em l u g ar n en h um, p o is tudo é conti n u o

a seu lado uma outra bela rapariga que tambem mora me meu coraçao que me veio em belas fotos uns dias antes visitar, ia em seu carro todo terreno, com um chapéu de camuflado, que muito bem lhe fica a se sorrir como se de uma malandrice se tratasse, degeneres, tambem a vi a muito sorrir, mas a foto diz-me meu coração que não será o sorriso desta ocasião, melhor dizendo, das horas exactas deste tempo, no yahoo, a menina tinha por cima um enorme furacão, fora assim a apresentação, um bem maior do que aquele que em si vi, um real que caminha de novo ao que parece para nova orleans, onde com previsao desta vez as gentes foram todas retiradas

a s eu l ado um ao ur a be la ra pa rig a q ue tam be mora me meu cora çao q e q ue me veio tam be em be la s f oto sun ns dias ant es v isi sitar, ia em s eu car ro todo te r reno, com um c h ap eu de cam u fla ado, q ue mui to b em l he f ica ase sor r irc omo sed e uma mna lan d rice se t rata s se, de g ene r es, t am b ema vi a mui to sor r i r, masa f oto di z do traço da inglesa me m eu cora çao q eu n cão se rá o sor riso de sta oca s ia çao, mel hor di zen do, das hor as e x cat as de ste te mp o, no y h a oo, a me nina tinha por rc ima um en o r me f ur ac cao, f o ra as sima ap r es neta sao, um b em maio r do q ue aqui da eu le q ue em si vi, um real que caminha de n ovo ao q ue pa rece para n ova o r el a ns, onda com pr e visao de sta v e za sg en te s o f o ram todas te rr ad as

a menina é muito bela, e teve uma infância repleta de coias boas e outras nem tanto, pelo pouco que de si sei, e vejo essas marcas a florescer quando assim se sente e quando assim a vejo e sinto, lhe envio beijinhos mil, soube agora que estava casada, e fui ver o rapaz, que belo é tambem, e depois por baixo vi, um outra notícia que dava conta que estava infeliz no seu casamento por ainda não ter tido filhos, que eu sei tambem muito desejar, ah como são belas as casas cheias de crianças, sua alegria seu sorrir, seu passarinhar, mas estas notícias a gente sabe que nem sempre correspondem a verdade, e espero que seja só má lingua, e relembro-lhe o que sabe, para ser pais, é bom andar feliz e contente, para que as flores por isso abram bem e felizes suas pétalas,

a m eni na é mui to be la, e tve um in fan cia r ep l eta de co ia s boas e o u t ra sn em t anto, p elo po i co q ue de si sei, eve vejo es sas ma rca sa flor es ce r q u ando as si m se s en te e q u ando as sima vejo l he en vio bei jin os nil, s o ub e agora q ue e ts v a ac asa ada, e f u iv ero ra p az, q ue be dez é t am b em, e dep o is por ba s x io vi, um o u t ra no tica q ue da ava conta q ue est ava in fe l i z no s eu c asa sam men to por a inda n cão t r e ti do fi l h os, q ue eu sei t am b em mui to de se j ar, a h c omo são be l a sas c asa s c he ias de c r ian ç as, s ua al e g ria s eu sor r ir , s eu pa s sari n h ar, ma s e sat ts no tica sa g en te s ab e q ue n em se mp r e co rr es ponde ema v e rda dade, e es p ero q ue seja s ó m á l in g ua, e r e l em br o do traço do primeiro ingles o q ue s abe, para ser pa is, é b om anda rf e l ize c on t en te, para q ue as flor es t am b em iss o av rem as peta s l as,

a menina, se está casada , só lhe passo desejar a si e a seu noivo qu sejam muito felizes, sabe eu quando olho para esse seus olhos, vejo neles, algo familiar de uma mulher, a quem só conheço os olhos e que busco e sempre que a vejo, me intrigo, pois pareço reconhecer-me neles, e sabe bela menina de meu coraçao, é tão bela forte e profunda a memória, de um amor tao forte e delicado e ofertado, que vive em mim como se tivesse sido ontem, que estranho lugar é o amor, se calhar quem saberá me poderá judar

a m en ina se est á c asa ada , s ó l j he ps s o de se j ar asi di e as eu no ivo q u se j am mui to fe l ize s, s ab e eu q u ando olho para ess e s es u olhos, v e jo ne l es, al g o f am i lia r de uma mul her, a q eu m s o c on h e co os olhos e q ue b us co e se mp r e q ue a vejo, me in ti g o, p o is par rec ç o r e c one h ce r do traço da inglesa me ne l es, e s abe be l am en ina de me u cora çao, a ps oto dez s t º ao be l a f orte e pro funda a me mor ia, de um amo r tao f orte e deli c ado e o fe rta ado, q ue v iv em e m mim c omo se t iv ess e sid o on te m, q ue e ts r anho l u g ra é o amo r, se calha r q eu m s abe rá me p ode rá ju d ar

depois fiquei a pensar, na sua frase, da resposta ao pretendente, que seu marido lhe dava um tiro, eu daria um tiro, só a quem lhe quisesse fazer mal, ou mesmo o fizesse, e era uma grande chatice, pois para dar um, teria que ficar muito zangado, e depois era capaz de dar um muito muito grande, e olhava no fim a volta e não via ninguém e depois teria um problema para resolver com Deus, pois ele me explicou que toda a Vida é Sagrada, e se eu desse um tiro, assim quebrava a lei, mas daria, por isso minha senhora amada, eu que lhe trago amor, sem a ter ao perto, digo a todos, que não devem fazer mal que seja a quem eu amo, seja na forma em que for

dep o is fi q eu ia p en sar, na s ua fr ase, da r es posta ao pr e t en dente, q ue s eu mar id o l he da ava um tir o, eu da ria um t iro, s ó a q eu m l he q u ise s se f az e r m al, o u me s mo o fi z ess e, ee ra uma g rande c h em t ice, p o is para da rum, te ria q eu fi car mui to zan gado, e dep o is e ra ca p az de da rum mui to mui to g rande, e o l h ava no fi ma vo l ta en cão v ia nin g eu me dep o is te ria um pr e b l ema para r e solver com de us, por is el e me e x p l i co u q ue toda a v id a é sagrada, e se eu de s se um t iro, as si m q eu br ava a lei, ma sd aria, por iss o min h a s en hora am ada, eu q ue l he t rago amo r, se ema te rem pr e to, di goa t u do s ,q eu n cão de eve mf az e rm al q ue seja a q eu me u am o, seja na forma em q ue for

tambem posso dar outro tipo de tiros, assim como algemar pela distancia do espirito estes malandros, que me trazem preocupados se a estarão a usar nestes fogo, e na sincera esperança que a menina não participe de sua vontade neles, mas melhor mesmo, tiros, só mesmo de beijinhos

t am b em p osso d ar o u t ro t ip o de tor os, as si m c omo al g ema mar pe la di s t anca do es pei riot es te s m al lan dr os, q ue me t ra ze m pr e o cup ado s sea es t arao a usa r nete s f ogo, e na sin cera es pera ança q ue a me nina n cão par y i cp e de sul von t ad en el es, ma s mel hor me s mo, tir os , s ó me s mo bei jin h os

menina charlize, tem que arrebitar e sorrir muito, pois assim a vida é mais feliz

há quanto tempo não sobe a uma arvore?
Ainda tem a companhia daquele cao, creio que labrador, em que se viam os dois assim muitos sorridentes, atentos ao mundo, e a transbordar confiança?
Há quanto tempo não visita seus amigos das sete línguas que fala?
Core para o leito de seu amado com aquele vontade decidida que mostrava aquele pequeno filme?

Se a menina quiser , venha ter comigo, traga assim umas jeans e uns ténis, e vamos subir às arvores, e eu lhe ajudo a recordar estas coisas todas, mas primeiro diz ao seu marido e obtém dele a concordância, para fazer assim género umas férias, e eu até lhe dou torradinhas, mas não ponho lá mel daquele mais espesso, ponho-lhe manteiga e queijos e fiambre, e depois vamos correr os dois por aí, se quiser , é só tocar a porta

M eni ina c h ar lize, te m q ue ar r e b ita r e sor r i r mui to, p o isa s sima v id a é maís fe l i z h á q u anto te mp on cão s ob e a uma ra v o r e foice a inda t ema com p anhia da q eu le cao, c rei o q ue l ab ra dor, em q ue se v iam os do is as si m mui to s sor rid dentes, at en to sao m un do, e a t rena bor da r c on fia ança foice h á q u anto te mp o n cão v isi sita se us ami g os das set e lin g u as q ue fala foice c oo re pr a o lei to de s eu am ad ac om a q eu le von t ad e dec id i d a q ue mo st rava a q eu le pe q eu no fi me foice sea me nina q eu ise r , v en h at e rc om mig o, t ra g a as si m u ns je a ns eu ns té nise v amo ss ub i r à s ar vo r es, e eu l he a ju dao a rec o rda r es t as co isas todas, mas pr i me iro di za o s eu mar id o e ob te m de lea c on co rda n cia, para f az e ra ss im g ene ro uma s f ´ e ria se eu at é l he do u tor ra dinha s, m as n cão p on h o l á me l da q eu l es maís es p esso, p on h o do traço ingles man te iga e q eu i jose fia am br es, e dep o is v a sm os co rr ero s do is por a ó, se q u ise r , é s ó toca ra porta

Depois menina charlize, em dia seguido vi nas fotos que aqui nos jornais chegaram, o joaquim de almeida a seu lado em cannes, e ia com ele no pensar, pois ontem de sexta para este sabado, o espirito pelo sonho me tinha desvelado algumas estranhas linhas , uma festa de sangue, um jantar de sangue, e coisas assim,

Dep o is me nin ma c h ar lize, em dia se guido vi nas f oto s q ue aqui no sj o r ni s che g ram o jo a quim de almeida a s eu l ado em can n es, e ia com el en o pesa n r, p o is on te m de s ab ada para este dom n g oo es e pi rito pe lo son h ome tinha de s vela ado al gum as es t r anha s das linhas , uma f es ta de san g ue, um j antar de san g ue, e co isa s as si m,

Ah bela senhora de meu coraçao, parecia vós que estáveis sentado no semi circulo com vosso filho pequenino, a meu passar, exalava a sua beleza, e meus olhos ficara na duvida de ser a menina que ali estava, que quando a vejo meu coraçao fica sempre feliz, contudo não seria hora dos passos pois o Destino me queria outra coisa ali na proximidade desvelar, me recordo da ultima vez que a vi, numa feira do livro ,tinha acabado de ser mama, e ficamos um pedaço a conversar, que me soube tao bem que ainda o trago dentro de mim, alguma vezes penso em si, sempre com carinho

A h be la s en hora de me u cora çao, par e cia vó s q ue est ave is s en t ado no s emi circulo dom v osso fi l ho pe q eu nino, am eu pa s sar, e x al ava a s ua be l e za, e m e us olhos fi cara na du v id a de se ra me nina q ue al i es t ava, q ue q u ando ave jo me u cora sao fi ca se mr e fe l i z, c on tudo n cão se ria hor ad os passos p o is o d es t ino me q eu ria o u t ra co isa al ina pr ox i mi dade de s vela l ar, me rec o r do da u l tim a v e z q ue a vi, n uma fe ira do l iv r ,tinha ac ab ado de ser mama, e fi cam os um peda aço ac on versar, que me s o ub e tao b em q ue a inda o t rago d en t rode mim
Di z ia em v oz al ta am eu l ado a s en hora do jardim dep o is de ap anha rum a g rande bea t ado chao q ue os c on vi dad os do c f ino ca s ó ria al i tin ham ni chao de ix ado, on te m c h ove u mui to ma sn cão f o ip para si, o q ue é q ue es t as g en te est á a f az er na i g ra je, eu b em de fr on te no e ix o da porta ab e rta com c r is to de it ado no v en t re de S en hora s ua Ma e, em c on t ra liz l á ao f un do, os s en hor e, de fr en te , o l ham do traço do vaso ingles v e fia mente e eu as si m l he s r eti b ui a o olhar, el as n cão f ala m de s ua s v id as, é v e r dd e q ue si m s en hora, di z ia para me us b oto es , i mage m de r e la ç o es de c on vini n en cia, q ue al ise d es cela ava na forma da q eu lea sg en t es ess eve st ir rem, o che iro a din he iro, g rande, aa h ip o cris ia e as c on v en ç o es de todas as i lu s o es de a mr, e se ca sm ana igreja de O Cristo, um dos s en hor es de fr ente, par e cia aquele s en hor q ue es c r eve no co r rei o da manha, as si m com s ob rea n celha sex p es sa e es curas, e q ue pa ar e ce nas f oto s t ip o passe com os br aços c ruza ado sc omo eu nas v e z s ot rago,

Quando pela primeira vez ali acabara de passar, depois de parar um breve instante, onde me dei conta que as duas irmãs enguias aqui do prédio estavam paradas em seu carrinho preto, como quem ia fazer um recado ou dele dar conta, continuei a caminhar para a pampulha, pois procurava um café, quando saindo da igreja, o joaquim de almeida , mais um homem com ele, eu que vinha descendo a rua em momentos antes com ele em meu pensar, ia-mos na mesma direcção, e lhe disse, então estiveste com a charlize em veneza, que sim, ela é boa rapariga, festas de sangue , de sangria , lhe disse, não respondeu, continuamos juntos a conversa, então és dela amiga, sim ela é boa rapariga, olha lá e és amigo do mel, me?, o gibson, o do apocalyto, não , ele é muito católico, eu sou mais de me dar com o southerland, que é gente que gosta da pinga, estás a ver, julguei que eras, sabes trás ele para ali qualquer relaçao no centro do pais, qualquer coisa na sua aparência de religioso, não sabes de nada, não, o seu pai é assim muito estranho, estranho como, por essa coisa de religião, são baptistas, perguntei, não assim do velho testamento, e ti transportas coisas para charlize, ?, assim informações de casas de como se encontram os livros abertos e em que paginas, não, pois tambem não pensava que pudesses ser tu directamente a entrar em casa alheias, não farias directamente esses papeis, mas alguém por teu intermédio, o rapaz ia encaixando sem nada dizer, então quem hoje se casa, reponde-me o que o acompanha, a nossa sobrinha, o joaquim corrige, o nosso sobrinho, depois entraram eles ali na mercearia da pampulha onde compraram cigarros, eu lhes disse, o café que está aberto , e ali mais a frente, a da pampulha, já a subir para uma das rua que vai dar a lapa, entrei passado algum tempo chegaram os dois, para duas cervejinhas geladas, eu no meu café, olho o balcão, o que o acompanhava estava a esquerda dele, ao lado no balcão, um revestimento em semi arco, verde, dizia por tec homem, nele se reflectia a arte do varão da porta como um caracol, igual ao que vira no vestido de charlize em veneza, despedi-me com duas palmada nas costa, nem se virou, depois ao passar o espírito me acrescentou, dois ângulos em oitenta noventa, e uma facada n joelho de O Cristo e confirmou as ligações a dc, espantoso como sempre a Luz do espirito naquilo que ele desvela em continuo

Q u ando pe la p rim eira ave za l i aca ba ra de pa s sar, de pp pi sd e pa ar ra um be r ve i sn t ante, onda me de i conta q ue as du as i r mas en gui as aqui do pr é di o est vam para da s em s eu car rin ho pr e to, co mo q eu mia f az e rum r eca ado o u de le da r conta, conti n u ie ac ami n h ar para ap a mp pulha, p o is pr o cura um ca fé, q u ando sa inda da igreja, o jo a quim de al me id a , masi um home com el e, eu q ue vinha de sc en do ar ua em mo m en to san t es com el e em me u p en ar, ia do traço do ingles mo s na me s ma di reç cao, e l he di s se, en tao es tv este com a c h ar lize em v ene za, q ue si m, el a é boa ra pa rig a, f es t as de dan g ue , de san g ria , l he di s se, n cão r es pond eu, conti n au mo sj un t os ac on versa, en tao é s de la ami gás si me la é boa ra pa rig a, o l ha l é e é sam i go d o me l, me l P foice, o gi b son, o do ap o ca l y ton cão , el e é mui to cat o l i co, eu s ou masi de me da rc om os o u t r her land, q ue é g en te q ue g os ta da p in ga, es t á s ave r, j u l g eu rique e ra s, s ab es t rá sele para e al i q ual q eu r relaçao no c en t ro do pa is, q aul q eu rc o isa na s ua ap ar e cia de r e li gi s os on cão s ab es dena ada, n cão, o s eu pai é as s im mui to es t r anho, es t r anho como, por ess ac o isa de r e li gi á o, são b ap ti st as, per g un te in cão as si m do v e l ho t es t e mana to, e ti t ra sn portas co ia s para c h ar lize, foice, as si m in forma ç º o es de c asa sd e co mo se en c on t ram os li v rosa ab e rt os e em q ue pa gina s, n cão, p os t am b em n cão p en s ava q ue p u de ss es ser tu di rec tamen te a en t ra em c asa al he ia s, n cão farias di rec tam e te esse s pap e is, mas al gume por te u in te r mé di o, o ra p az ia encaixa n do s em n ada di ze r, en tao q eu m h oje se cas, r ep o sn de do y traço do ingles me o q ue o a cm p anha, ano s sa s ob r i n h a, o jo a q eu i mc o r rige, o n osso s ob rin h o, dep o is en t ra ram el es al ina mer ce ria da p am ap pulha onda co mr pa ram c i garros, eu l h es di s se, o ca fé q ue est á ab e rto , e al i maís isa fr en te, a da p am pulha, j á as ub o rp ar a uma das rua q ue v a id ar a lapa, en t rei pa sa do al gun te mp o che g ram do s o id, para du as ce r v e jin h as ge la da s , eu no meu ca fé, olho o bal cao, o q ue o ac o mp hanna ava est ava a es q eu rda dele, ao l ado no bal cao, um r e vi st i men te em s emi arco, verde, di z ia por tec homem, ne l e se r efe l c tia a arte do v arao da porta co mo um car o cal, i g u al ao q ue v ira no v es t id ode c h ar lize em v eve za, dep e di do traço da inglesa me com du as palma da na s costa, ne m se vi ro u, dep o is ao pa sar o es pei r to me ac r e c en to u, do o is angu dez s e m o it en t ano v en ta, e uma f ac ada n joe l ho de O Cristo e c on b fi r mo ua s l i g aç o es a dc, es p ant o so co mo se mp rea L u z do es pi r to mna q eu i lo qu de s vela em conti n u o

Dizia o meu pacotinho de açúcar, tape os buracos antigos dos pregos com pasta de dentes branca. ninguém notará, te juro amada, que li para aí umas tres vezes antes de perceber o sentido, que para alem de todo é manhoso, deve ter sido por essa razão, as manhas, fico sempre a olhar para elas antes de as entender, mais fácil sempre entender a luz e a verdade que seu anverso, depois me deste um beijo assim em forma de conselho, menos açúcar, pois sim, amada minha

Di z ia om eu paco t in h ode ac u car, m tape os b ira co san t g oo sd o s pr ego sc om paste de d en te s br anca. Nin g eu m no ta rá, te j ur o am ad a, q ue li para a í uma s t r es v e ze san te s d e per ce b ero s en tid o, q ue para al em de todo é man h os o, de eve t r es id o por ess a ra za o, as manhas, fi co se mp rea o l h ra para el as ant es de as en tender, masi f ac i l se mp re en tender a l u ze ave rda de q ue s eu an verso, dep o is me de st e um bei jo as si m em forma de co nse l h o, m en s o ac u car, p o isi m, a mada min h a

Acrescentou o espirito no final que havia x no home zorro

A ac r es x cento u o es pei to no fi n al q ue h avis x no home x zorro


Dizia a senhora que ontem não chovera para mim, seu sentido era bem masi profundo porque falara sem o falar de uma especifica faceta da chuva de uma ma chuva, para mim a apanhei-a ontem, ao sair do metro, que bom amada, foi até casa caminhando devagar a receber todo aquela chuva em mim, cheguei como um pinto a casa, a agua escorria dos cabelos e entrava dentro dos lábios e se podia mesmo beber, dos que vi em meu redor, pareceu-me ser o único que estava contente por andar a chuva

Di z ia a s en hora q ue on te mn cão do cho e ra para mim, s eu s en tid o e ra b em masi pr o fun do por q ue fala ra se mo fala r de uma es pe ci fi ca f ac eta da c h uva de uma ma c h uva, para mim a ap anhe i do t ra ç da inglesa kapa on te, ao sai r do metro, q ue bom a m ad a, f o i at é c asa ca min h an do de eva g ar a ar e cb e r todo a q eu la c h uva e mm mim, che g eu i c omo um pi n to ac asa, a agua es co r ria dos cab els e en t rava d en t ra dos l ab i os e se po d di am es mo b e be r, dos q ue vi em meu red o rp ar e ceu do traço da inglesa me ser o único q ue es tv a c n t en te por anda r a c h uva

Antes vira eu de relance uma rapariga, assim pequenina como uma sardinha, num transbordo, eu a entrar ela a chegar, dei por ela por um perfume do espirito de amor que senti na carruagem e que me levou a olhar pela janela para o cais, só a vi de quase de trás, os seus cabelos , o seu vestido, muito bonito em cor forte, e senti ali um amor muito forte, que estranho, as raparigas que assim sinto nestes últimos tempos, na verdade, nunca as vejo mesmo, ou seja nunca vejo suas fazes, sempre de perfil, ou de trás mesmo depois de já terem passado ou de lado, mas o amor esse o sinto muito grande quando assim o sinto, como a rapariga em salema cujo vestido rodou, ou a outra que saudava o sol, e agora esta que era como um sardinha muito elegante, que me deu vontade assim de aninhar, que estranho amada, porque assim é, depois quando choveu, então me disse , era certamente amor, pois o ceu o sagrou, uma outra tambem bonita de face fechada estava numa boca de metro com os estranhas caças como se fosse um pijama de seda assim em tom rosa carmim, subindo a rua ainda mais uma, ah amada estava cheia de belas raparigas a tarde, e eu ouvia-te , estou a chegar, grr, aos cios, outra vez

Ant es v ira eu de r e lance uma ra ap rig a, as si m pe q eu nina como uma sar dinha, n um t ra sn bor do, eu a en t ra r el a a che g ar, de ip o r el a por um per rf ume do es pei rito de amor q ue s en ti na car ru g ame e q ue me l evo ua olhar pela jane la para o cais, s ó a vi de q u ase det ra s, os se us cab e lo s , o s eu v es ti do, mui to b oni t em cor f orte, e s en ti al i um amo r mui to f orte, q ue es t r anho, as ra pa rig as q ue as si m sin to nest es u l tim os te mp os, na vera de, n un ca sas v e jo me s mo, o u seja n un ca v e jo su as f az es, se mp re d e per fi l, o u de t ra s me s mo dep o is de j á te rem passado ou de l ado, mas o amor ess e o sin to mui to g rande q u ando as si mo sin to, co mo a ra pa rig a em sal ema c u jo v es ti do ro do u, o ua o u t ra q ue s au d ava o sol, e a g a o ra esta q ue era como um sar dinha mui to el e gan te, q ue me de u von ta de as si m de a a nin h ar, q ue es t r anho am ad a, por q ue as si m é, dep o is q u ando c h ove u, en tao me di s se , e ra ce rta mente a mor, p o is o ceu o s a g ro u uma o u t ra t am b em bonita de f ac e fe c h ada es t av numa b oca de metro com os es t r anha s ca ç as co mo se f os se um pi j ama de seda as si m em tom rosa car mim, s u b indo a rua a inda maís uma, ah a m aa ada est ava che ia de be l as ra pa rig as on t ema at arde e eu o u v ia do traço da inglesa te , es t p ua che g ar, grr, aos cio s, o u t ra ave zorro

Ah doce senhora de meu coraçao chega feita ternura, que a ternura e filha do doce e da doce e faz o alegre mel, e tudo se torna assim harmonia, que bom amada, a doçura e o doce, que melhor ninho assim existe que o repleto da ternura, e escorre do redor o mel da alma dos amantes pelo uno lugar e tudo se faz masi doce e floresce

A h do ce s en hora de meu cora çao che ga fe i ta t ren u ra, q ue a te rn ur a e fi l h ado do ce e da do cee f az o alegre me l, e t u do se tor na as si m h ao r mini a, q ue b om am ada, a dc ur a e o dec e, q ue me l hor nin h a as si m e x us te q ue o r ep leo da te rn ura, e es co rr e do red o ro me l da alma dos am ant es pr dez uni l u g ar e t u di se f az masi do cee flor es ce

Ah doce senhora de meu doce coraçao chega alegre e animada e bem disposta cheia de desejo de viver, não tragas tacões altos que desenham pancadas da impaciência impaciente , pois tua beleza é do pássaro e da ave e do peixe

A h dc s en hor a de me u do ce cora çao che ga al e gre e ani mada e b em di s posta che ia de desejo de viver, não t ra gás t aç o es al to s q ue de se n ham d oo c es p anca ada s da inp a ciencia imo p ac cie en te , p o is t ua be l e z é do pá ss ro e da ave e do pe ix e

Ah doce senhora de meu doce e alegra coraçao, chega feliz e contente e contentada, pois meu coraçao é ninho a ti feito de doce alegre e sereno e animado amor, mas não te preocupes, não, se chegues triste ou cansada que eu de ti cuido e te animo

A h do ce s en hora de m eu do ce e al e g ra cora çao, che ga fe l i ze c on ten te e c on t en t ada, p o is me u cora çao é nin h o a ti fe i to de do ce al e gre e ser en o e ani m ado amo r, mas n cão te pr e o cup es, n cão, se che gre s t r iste o u can s ada q ue eu de ti c u id oe te ani mo

No outro lado de tudo isto, vive sem viver um não lugar, o lugar das ilusões do amor, dos medos das prisões e das fugas, das convenções que assim juntos mais jeito dá às carreiras, filhos por contrato assinados em papel molhado e inexistente em amor, ilusões, e nem se conhecem as gentes, assim dizia a Senhora na fala da outra senhora, frente a igreja, o que faz aqui esta gente que se casava, que elas não contam de si a eles, e certamente eles tambem não o farão, e eu encaixava um escutado no espirito que dissera, então a gente casa-se e tem filhos, como se o casar fosse só assim, pois era de contrato que assim o tom descrevia, e sabes tu que muito eu gosto de ter filhos e crianças pela inteira casa a solta felizes

No o u t ro l ado de t u do is t to, vive s em viver um n cão l u g ar, o lu g ar das i l us º o es do amo r, dos me dd os das pr is o es e das f u gás, das c ove en ç o es q ue as si m jn u to s masi je i to d á ás car rei ra s, fi l h os por c on t rato as sin ado s em pap el mol a hd oe ine x is t en te em amo r, i l us o es, e ne m se c on he c ema sg en t es, as si m di z ia a ZA en h ro ana fala da o u t ra s en h ro a, fr en te a i g r e ja, o q ue f az aqui es t a g en te q ue se c asa ava, q ue el as n cão con tam de si a el es, e ce ra mente el es t am b em n cão o fa ra oe eu en caixa ava um es cut ado no es pei rito q ue di ss e ra, en tao a g en te c asa do traço da inglesa se e te m fi l h os, c o mo se o ca s ra f os se s ó as si m, p o is e ra de c on t rato que as si mo tom d es c r e via, e s ab es tu q ue mui to eu g os to de t r e fi l h os e c r ian ç as pe la in te ira cas a sol t a fe li ze s

Em veneza um belo senhor japonês apresentava um filme de animação todo feito pela mao em amor, belas as poucas imagens que dele vi, uma menina peixinho que me fez lembrar pelo nariz , uma outra rosa que eu assim ao longe conheço, parece que um dia quis ir brincar com um menino, mas o pai dos mares, o home que trás o tridente lhe disse tal ser pela lei proibido, e assim ao que parece se provocou um terremoto, que estranha napo tao estranha versão deles, mas certamente que existem para mal sempre do amor, pais tiranos com grandes garfos e fúrias grandes que tentam contrariar os amores de seus filhos, nas vezes, ainda assim em muitos lugares da divisão da una casa, assim é e nas vezes acontece

Em v en e za um be lo s en hor j ap one s ap r es neta ava um fi l me de ani maçao todo fe i to pe la mao em amo r, b e la sas p o u cas ima g en ns q ue de le vi, uma me nia n pe ix in h o q ue me fez l em br ar pe lo na r iz , uma o u t ra rosa q ue eu as simao l on ge c on he ç o, par e ce q ue um dia q u is ir br inca r c om um me nino, maso pai dos mar es, o h ome q ue t rá s o t rid dente l he di s set al ser p e la l e ip ro ib bid o, e as simao q ue pa rece se pr ovo co u um te rr e m oto, q ue es t r anha n ap o tao es t r anha v e r sao de l es, mas ce rta mente q ue e x us te m para m al se mp red o amo r, p a i s t ira no s c om g rand es g rafo s e f ú rias g rand es q ue t en tam c on t ra ria rosa mao r es de se us fi l h os, na s v e ze s, a inda as si m em mui to s l u g ar es da di visao da un a c asa, as si m é en as v e ze s ac on tec e

O rapaz que aparecera meio escondido meio rabo de fora em noite recente no jardim do império, do jogo da gloria invertido, o tal de óculos num renault laguna negro e prata, está em cima da mesa de trabalho como uma asa de aviao em madeira, ou será da madeira, depois uma foto minha com o francisco forte ao colo em bebe no geres, depois a menina na capa de uma premiere, a seu lado um cristal laranja, as duas chaves encontradas na expo e um estrela que a monica calle me deu outrora, a seu lado gisele com um braço levantado do qual sai um gato que trás assim uma orelha mais ou menos na mesma cor, da gema, entre laranja e roxo, e por cima um desenho das sete volta como sete pedras, de stone edge, que parecem a pulseira que isabel moreira trás em seu pulso, assim parece contar que sete voltas, farão sair da gisele um gato das pedras de stone edge, ou das pedras na inglaterra, que assim com um ritual assim terao feito as explosões, sete voltas que o rapaz dos óculos fará dar a uma criança, mas alguém nesta imagem assim aqui a dispôs, pois não deixei eu os papeis assim

O rp az q ue ap a rc eu mei o es condi do mei o ra bo de f o ra em no ite rec en te no jardim do i mp é rio, do j ogo da g dez ria invertido, o t al de o cu dez s num r en au l t la gun a ne g ro e p rata, est á em c ima da mesa de t ra b alho como uma asa de aviao em mad e ira, o u se rá dama de ira, dep o is uma f ot min h ac om o f ra n cisco do forte ao c olo em b e b en o ge r es, dep o is a me nina na capa de uma pr emi rea s eu l ado um c ru s t al laranja, as du as chaves en c on t ra da sn a e x poe um e ts r e la q ue a monica ca ll e me de u o u t ro ra, as eu l ado gi sele com um br aço l e bva n t ado do q ua l sa i um g a to q ue t ra sas si m uma orelha maís o u m en os na me sm sa cor, da g ema, en t re laranja e ro x oe por c ima um de s en h o das set e vo l taco ,mo sete das pedras, de st one ed ge, q ue para v c ema pi s mo u l se ira q ue isabel moe reia t rá s me s eu p u l so, as si m pa rec contra q ue sete vo l t as, fa ram sa i rda gi sele um gato das pedras de st one e dg e, set e vo l t as q ue o ra p az dos o cu dez x s fa rá dar a uma c rina ça mas al g u ém nest a i mage m as si m aqui a di s p ô s, p o is n ão de ix e i eu os p ap e is as si m

Ontem de noite me deitara com isto em meu pensar, com a leitura que fizera da imagem acima descrita, e depois pelo sonho outro elementos se clarificaram, volto contudo a um dia antes, salvo erro, pois tambem ao acordar, outros elementos fizeram seu significar, e não quero cortar em demasia as notas de meu caderno, sendo que em sequência estas agoras entram depois da imagem do sapato do bebe na rua ao lado do caixote de lixo que tanto me afligiu

On rem de no i te me de i tara com is to em meu p en sar, com a lei tura que fi ze ra da i mage m ac ima de s c rita, e dep o is pe lo son h oo u t ro el em en to s se c la ri fi ca ram, vo l to contudo a u mn dia ant es, sal vo e r ro, p o is t am b em ao ac o rda ro u t rose l e m en to s fi ze ram s eu si gn i f c ia r, en cão q ue ero co rta rem d ema s ia as n ot as de meu ca sd e r no, s en d q ue em se q u en cia es t as agora s en t ram dep o is da i mage m do sa pato do bebe na rua ao l ado do ca ix xo te de l ix o q ue tan to me a f l i g o u

De manha depois de dormir talvez um só hora acordei com alguém que muito barulho fez ao sair, seriam pelas dez da manha, e lhe ouvi o qu me pareceu ser, o nome de alain resnais e o a ll ingles, que eram os que caiam,

De manha dep o is de dor mir t alvez um s ó hor a ac o r de i com al gume q u em u i to bar u l ho fez ao s a i r, se r iam pe l as dez da manha, e l he o u vi o q u me pa rec eu s ero no me de al a in r es na is e o a ll in g l es, q ue e ram os q ue ca iam,

A ovelha do rato espanhol sn na ise e circulo a onze do circulo ingles,

A ove l h ado rato es p anho l sb na ise e o circu dez a onze do circulo ingles,

O sonho era no eclipse da lua, uma estrada da azinhaga , um semi circulo como numa paragem de autocarro, do lado esquerdo quem a descia, um pouco mais abaixo, do lado direito assim como que um prancha de madeira enfiada na pedra do murro como uma prateleira, onde estava o computador,

O son h o e ra ano e c l i p s e da l ua, uma es t ra dada az in h a ga , um s emi circulo como numa par ega m de au toca r ro, do l ado esquerdo q u ema de s cia, um po u co masi ab a ix o, do l ado di rei to as si m c omo q ue um pr anc h ad e made ira en fi ada na pe dr ad o mu t ro como uma pr a tele ira, onda es t av o c o mp u t a dor,

Ao isto agora escrever, ecoou na minha memória um anuncio que aparecera na cidade e que vira no centro da verde maça nos olivais, de um lançamento salvo erro de um pequeno peugeot, amarelo com um leao de prata e de uma referencia estranha, em seu sentido enigmático, que referenciava uma azinhaga , e um numero de porta inclusive, se bem me lembro aquilo cheirou-me na altura a esturro, a cio montado, um entre tantos que ocorreram via publicidade em mupis e não só

Ao is to agora es c r eve r, eco o un a min h a m em moria um e un cio q ue ap ar e cera na cidade e q ue v ira no c en t ro da verde maça nos ol iv ia is, de um l an ç am en to s al vo e r ro de um pe q u en o pe u ge ot, am ar elo com um lea ode prata e de uma refer en cia e ts ar n h a, em s eu se en ny tid o eni g mat tico, q ue refer en cia ava uma az in h a ga , e um n u m ero de porta inc l us ive, se b em me l em br o a quilo che iro u do traço do ingles me na al tura a es t ur ro, a cio mon t ado, um en t re eta n t os q ue oco rr e ram v ia p ub li ca dade em mu up do pi se n cão s ó

Ecoa outra linha no dizer, o rapaz hipnotizou a cidade inteira ou quase, lembrei-me da referencia recente ao malato

E coa o u t ra linha no di z ero ra p az h ip no ti zo ua cidade in te ira o u q u ase, l e b rei do traço da inglesa me da refer en cia rec en te a om ala to

Quando passei pela sala, se soltou o cabo da tomada, o cabo do alimentador da canon, que deixar do dia anterior assim no meio do chao saído da ficha da estatua da senhor maconde, os dois pernes da ficha negro e prat ficaram no eixo do cabo azul com anel amarelo da sabrina que está deitada ao lado da mesa de asa de aviação com prumada em declive, ou sej um caída na ribanceira ou algo assim, onde trago em cima no tampo uma das poucas imagens que trago de meu filho, uma foto tipo passe , ele com um blusão vermelho onde trás escrito sessenta e dois, a camará canon ficara em cima do cadeirão stark do negro e prata com a correia vermelha e negra sobre uma das suas asas, assim como um meio laço e a linha da objectiva aponta a capa da fénix onde está a bela menina grega, na mesma asa onde está a correia da câmara, dois cd estavam, um da elis regina , e por debaixo o klaus nomi, ou seja se lia, a elis, a cantora brasileira do ingles core, personalidade, é o nome do cd

Q u ando pa s se ip e la sala , se sol to u o ca bo da tom ad a , o ca bo do al i e mn t ad o rda c ana on, q ue de ix x ar do dia ante iro as si mno mei o do chao sa id o da fic h a da es tatu t a da s en hor m ac conde, os do is pernes da fic h ane g ro e p rat fi ca ram no e ix o do c ab o az u l com ane l am ar elo da s a br rina q ue st á de ita da ao l ado da mesa de asa de avi sao com pr uma ada em dec l ive, o u sej um ca id ana ri ban cie ra o u al goa s si m, onde t rago em c ima no tam po uma das p o u ca s ima gn es q ue t rago de me u fi l ho, uma f oto t ip o pa s se , el e com um bl usa ove rm e l ho onda t ra s es c rito se ss en t a e do is, a ca am ra c ano n fi cara em c ima do ca de irao do at ck m n g ro e p rta com a co r reia vermelha e ne g ra s ob re uma das s u as asa sas si mc omo um mei o l aço e a linha da ob jet c iva ap on ta a c ap a da f en ix onda est á a b e la menina g r ega ana me s ma asa onda est á a correia da ca mara, do is cd es t a van, um da e lis re gina , e por de ba ix o o k l au s no mi, o u seja se l ia, a el isa cna tora do ingles core per son al id ad e, é on ome do cd

A outra foto que tenho dele, que a ladra de sua mae até arranjou jeito de ficar com todas as fotos, está em cima da mesa em seu quarto vazio, ele em bebezinho sentando a meu colo no geres, depois à esquerda um cristal roxo arroxeado violeta, e a premiere com a charlize na capa, onde leio pr do circulo do seth da engrenagem , serra circular vermelha e x circulo lu serpente ivo dos dois circulos do fi do angulo mes quadrado europeu remos vaso e rem em segundo do duplo circulo do seth e rato ee dv vaso gui a est rei os dv quadrado cruz branca vinte e oito de muitos ovos, fi di angulo Lm es dez razoes para amar charlize theron, hugh jackman de volverine a estrela ap ocal y pt circulo a paixão da maia, de gibson vinte e cinco muito ota serpente para segundo do duplo circulo do set ,, as raízes negras, as penas negras bi cabelo doirado, ao lado gisele em camisola de la entrançada em dois st e fan el do gato ff , que meu filho pintou azul, amarelo e com orelha e olhar violeta, a outra orelha laranja, ou seja o circulo dos laranjas, e por cima do gato , os menires celtas, onde leio na forma invertida como está, serpente do vaso do angulo vinda de cima direita, da pinças do vaso vaso invertido do seth invertido da direita, serpente do vaso do angulo superior direito das pinças do vaso invertido da cruz quem sua base fez uma angulo para a direita voltado,

A o u t ra f oto q ue t en h ode l e, q ue a l ad ra de seu am a e at é ar r anjo u je i to de fi car com to da sas f oto s, est á em c ima da mesa em s eu q u art ova zi o, el e em b e b e zinho s en t ando am eu c olo no ge r es, dep o is à es q ue rda um c rus t al r xo ar ro x xe ado viol eta, e a pr im i e rec om a c h ar l ize na capa, onda lei o pr do circulo do seth da en g rena ge m , se r ra circu l ar vermelha e x circulo l u serpente ivo dos dois circulo dd o fi do angulo mes quadrado europeu remos vaso e rem em segundo do duplo circulo do seth e rato ee dv vaso h u ia est rei os dv quadrado cruz branca vinte e oito de muitos ovos, fi di angulo Lm es dez ra zo es para ama rc h ar lize the ron, h u g h j ac k man de vo l v e rine a te r es l a ap o cal y pt circulo a p a ix ao da maia, de gi b son vinte e cinco muito ota serpente para segundo do duplo circulo s o set g,, as rai ze s ne g ra sas p en as negras bi cabelo do ria ado, ao l ado gi sele em cam i sola de la en t ra n ç ada em dois st e fan el do gato ff , que meu filho p on to u az u l, am ar e lo e com orelha e o ilha r viol eta, a outra o r e k l h a lara n j a, ou se h a o circulo dos laranjas, e por cima do gato , os me nin es celtas, onda lei on a forma ive rt id a c omo est á, ser pente do vaso do angulo v inda de cima di rai t a, da pi n ç as do vaso do up lo invertido do seth invertido da direita, serpente do vaso do angulo sp eu rio direito das pinças do vaso invertido da cruz q eu ms ua b ase fez uma angulo para a direita voltado,

O relógio parado marca as nove e quarenta e quatro, noventa e quatro em abril, as dias chaves que encontrei na expo, uma moeda de vinte cêntimos portuguesa, e uma estrela de prata com cinco pedras faltando a do meio que se descolou, que a monica um dia me deu, nas costas da charlize, ou seja nas costas do angulo da bela berlinde, a flaming june muse seis de art dep once , da art em espanha, as tres formulas do professor sato, a cobra da festa invertida em frança, vinte e quatro horas, ou vinte e quatro de dezembro, tam g serpente ram , da caixa de lápis das ceras crayons das flores das crianças

O r e lo g io para ado ma rca as n ove e q ua ren tea e q ua t ro, n p venta e q ua t ro em ab r i l , as dias chaves q ue en c on t rei na e x p o, uma moe da de vinte c en tim os portuguesa, e uma e ts r e la de prata com c inc o pedras f al t ando ado mei o q ue se de sc olo u, que a m oni ca um dia me de un as co as t as da c h ar l ize, o u seja nas co sta s do angulo da be l a berlin de, a fla ming j un em use se is de art de p once , da art em es penha, as t r es for mula sd o pr f esso r sato, a ao bra da f es t a in v e rt ida em fr ança, vinte e q ua t ro hor as, o u vin te e q ua t ro de dez em br o, tam g serpente ram , da ca ix a de l a pi sd as ce ra s c ra y o ns das flor es da s c r ian ç as

Depois na rua uma tshirt ao passar me disse, festeja, dança e canta, ou algo assim que caiu o homem da sic

Dep o i sn a rua uma t h sir tao pa ss sar me di s se, f es te j a, dan ç a e can tao u al g o as si m q ue ca i u o h ome m da sic

Uma estranha frase no espirito disse, é qualquer coisa que trás no sangue, assim dizem, tipo um hepatite, ao isto ouvir me subiu á consciência, a imagem da isabel moreira, uma intuição que li nela de não me ter aparecido muito bem de saúde, e na esperança que assim não seja, depois navegando na net, alba a sin gata do primeiro delta, there is nothing more, ni c vi circulo do tam, neni, s as primeiro y sin g s d es ti ny traço da serpente ingles s m ur ne os vaso quadrado zorro p iva

Uma e ts r anha fr ase no es pi rito di s se, é q ual q eu rc co isa q ue t ra sn s en g u, as si m di ze m, t ip o um h epa tite mao is to o u vi r me s ub i u á co ns cie en cia, a i mage m da isa be l k mo rei ra, uma in t u i sao q ue li nel ad en cão me te r ap ar e cid o mui to b em de s au de, e na es pe rn aça q ue as si m n cão seja, dep o is navega n dona net, s l b aa sin gata do p rim e iro de lata, th e r es is not h ing more, ni c vi circulo do tam, neni, s as p rim e io y sin g s d es ti ny traço da se rp pn te ingles s mu r ne os vaso quadrado zorro p iva

Gallatiens igreja baptista , the hard stuff, finalmente as vozes não se ouvem masi, é justificável crucificar para salvar a humanidade, pedaços de uma canção de uma banda que será de rock, de manha bem cedo, pancadas como um stick de hóquei ou algo assim semelhante, que me evocaram as recentemente escritas sobre stick, abri de novo a net e assim li bonneville, salt fla ts, motorcylist cliff , do rochedo, do algarve, das pedras, guli ti di es go vareta ings rato e por te d duzentos e trinta e nove miles cantor, ele guli circulo l e circulo da seta que entra no semi circulo e dr primeiro em oitenta e cinco, cento e quinze miles, durante a times trail, estrela dupla cc, dezanove de noventa e seis o sal nos pneus , salt fla rs malcon cam p bell broke, a sida do papa myers do bb s ph e ll es pa st me ts sin na seis circulo pen ne rato ab rata tura myers, carlos beltran, ou o carlos da beltran, que me recordou do tal carlos que na latina aparecera com um catalogo de filmes estrangeiros, uma estranha historia que depois me levou ao hospital st maria, a saber dele, aqui no livro narrada, salvo erro no tempo de beslan ou à sua volta, e continuam as notas assim, he becames the top do traço ingles ti e rato do traço ingles pit cher, o cao da cher, shane vitorino, o combói vitorino o serpente infinito ra spa n ning trinta e um em ni w e gs li dge, carlos delgado, ou luis delgado,

G a ll at i en si g r e ja b ap pt is t a , the h ard st u ff, fi n al mente as vo ze sn cão se o u v em masi, é j us tif c ave k c ru xi fi car para s alva ra h uma ni dade, ped aços de uma can sao de uma ban da s si m que se rá de ro x k, de manha p anca ada sc omo um s ti ck de h o q eu i o u al goa s si m sémen l h ante, q ue me evo caram as rec en te mente es c rita ss ob re s ti ck, ab rid en ovo anet e as si m l i bom ne vi ll esa l t fla tz ts, not to, m oto tor rc y l ist c l i ff , do ro he edi roc h e do, do al g rave, das ped ra s, g u le ti di es go v ar e ts ings rato e por te d du zen to se t renta e nove m il es can tor, ee l e guli di c ur dez le circulo d a s eta que entra no s emi circulo e dr primeiro em it en t a e c inc o, cento e quin ze mi l es, duran te a times t rai l, estrela dupla cc, dez ano ce de no v en ta e se is o sal nos pneus , sa l t fla rs m al c on cam p be ll br o k e, a sida do papa myers do bb s ph e ll es pa st me ts sin na seis circulo pen ne rato ab rata tura myers, car l s o be l t ra no u o car dez s da be l t ran, que me reco r do u do t al carlos q ue na latina ap ar e ce ra com um cat a l ogo de fi l mes es t ra n geiro s, uma e ts r anha hi s tori a q ue dep o is me l evo ua o ho spi t al st maria, a s ab e r dele, aqui no l iv ro na rr ada, s alvo e r ro no te mp o de b es l ano u à s ua vo l ta, e conti n uam as n ota sas si m, he be cam es t he top dot ra ç o ingles ti e rato do traço ingles pit cher, o cao da cher, s h ane vitor ino, o com boi vi to rino mo serpente infinito ra spa n ning trinta e um em ni w e gs li dge, carlos delgado, ou lui s d e la g d o,

Por che nove do onze violeta é mini cooper, o cobra toyota f j do bmw m seis , sarah is my american idol traço do homem ingles chocolate shop im cedar burg w is com sin, pro life hockey mo ms quatro pali quadrado onze scott k en ni son ni sony,
Por che nove do onze vi o l eta é mini co o per do circulo do cobra toy ota f j do bmw m seis, sara hi s m y am erican id o l traço do homem ingles choco l at es h o pi m c e d ar b ur g w is com sin, pro l i fe ho ck e y mo ms q au t ro pal i q au dr ado on ze sc ot t k en ni son ni sony,

O sonho, o segundo de mel, a pancada na ascensão no algarve, o que roubou o dinheiro da mao, imagem simbólica, na tasca a senhora eslava que atendia, arranjava a travessa , fazia como que um castelo de batatas fritas desenhando um forte com os cantos em pirâmide e por volta colocava tres rodelas e tomate na face lateral que eram com todas da vida vermelhas, seria servido com carne, talvez hamburger, mas este pormenor, não me recordo em seu exacto, um homem ligado ao futebol, tipo jornalista, num tasco ali ao pé da rua das pretas, ou por detrás do rossio nas portas de santo antao, eli para as bandas do hard rock café, ia conversando, que as gentes que perdiam tinham de ser afastadas, percebi que o seu dizer de afastar era radical, expressei-o em palavras dizendo às gentes que o que eles queriam era po-los contra a parede e matá-los,

O son h oo se gun d ode me l, a p anca ada na a sc en sao no al g rave, o q ue ro ub ouo din he iro da mao, i mag em s im bo l ica, na t asca a s en hor a es l ava q ue a ten dia, ar ra n java a t ravessa , f az ia c omo q ue um cas te dez de bat at as fr i t as de s en h ando um forte com os cam to ze m po ra ni de me por vo l at a c olo c ava t r es rode la se tom a te na face la te ra q ue e ram com todas da v id ave r mel h as, se ria ser v ido com car ne, t alvez ham b ur ge rs, mas es te por m en or, n cão me recordo em s eu e x ac to, um home li gado ao futebol, t ip o jo rna l ista, n um t asco al ia o p é da rua das pr eta s, o up o r det ra sd o rossio na s portas de san to anta o, e li para as ban da sd o h ard ro ck ca fé, ia c on verso sand o, q ue as g en te s q ue per di am tin ham de ser a f as t ad as, per cebi q ue o s eu di ze r de a f as t ar e ra r ad di ca l, e x press e i do t ra lo ingles do circulo em pala vaso ra s di zen do às g en te s que o que el es q eu rai me ra p olo s c on t ro a pa red e e mat á do traço ingles kapa primeiro es de serpnete,

Um outro fio derivou do que lera sobre os baptistas, o protector cego, que é ou era cego, assim parece ser a imagem da banda que toca uma guitarra com cabeça de dragão, um do porto então, do fc do porto

U mo u t ro fi o de r ivo u do q ue l e ra s ob reo s ba pt ista s, o pr o te c tor cego, q y e é o u e ra c ego, as si m par e ce se ra i mage m da ban da q ue t oca uma gui tar ra com cabe eça de dr a g ao, um do porto en tao, do f cd o p orto

A senhora que preparava a refeição era eslava e loira, dons donde a festa de sangue que ouvi falar no espirito seria a faca na escola russa, a crucificação,

A s en hora que pr epa rav a a r efe i sao e ra es lava e loi ra, do ns don dea f es ta de san g ue q ue o u vi fla r no es pei rito se ria a f aca na es co l a russa, ac ru x i fi caçao,

Cubo azul e filete negro, os f uma dores mor rem pr ema tura mente , o isqueiro azul , prata e vermelho gatilho que encosta ao vaso do hexágono do café , um aviao a aterrar ao momento


C ub o az uk e filete ne g ro, os f uma dores mor rem pr ema tura mente , o is q eu iro az u l , prata eve rn ne l ho g at ilho q ue en costa ao v as o do he x a g on o do ca fé , um aviao a at e rr ar a o mo m mn en to

O símbolo do peixes do baptistas, que vira na pagina da nete na noite antes de me deitar, uma melga, como a que recentemente entrara no texto a propósito de salema e dos espiões e do controlo e coisa que tais, me desenhou esta manha de sabado na casa de banho ao lado do semi circulo do chuveiro, a roca branca que me remeteu para barcelona, a onda de vinte metros e tambem pelo seu desenha para a imagem do paredão da praia em salema onde o menino com cores brasileiras atirava a bola no dia em que a praia desapareceu, ou seja quando o mar galgou a terra, ou seja ainda imagem do tsunami, milagre ouvira eu pelo espirito dizer, ele arrumou as coias, na aparência uma senhora teria deixado uma escova na minha casa de banho, na realidade estava por debaixo do lavatório, um serie de objectos dispostos como uma mecha,

O s im b olo do pe ix es do ba s pt ista s, q ue v ira na pa gina da nete na no ite ant es de me de it ra, uma mel g ac omo a q ue rec en te mente en t rr ar ano te x to a pr o p rosi to de sal ema e dos es pi o es e do c on t rolo e co isa q ue tais, me de s en ho u es t a manha de s ab ado na cas de ban ho ao l ado do s emi circulo do c h uve rio, a roca br anca q ue me reme te u para br ac e l on a, a onda de vinte metros e t am b em pe lo s eu de senha para a i mage m do par e dao da p rai em sal ema onda o menino com cor es br as i lei ra sat ira ava ab o la no dia em q ue a pr aia de sapa rec eu, o us e js sej q u ando omar gal g o ua te r ra, o u seja a inda i mage m do ts un ami, mila gre o u v ira eu pe lo es pei to di ze r, el e ar rumo ua s co ia s , na ap ar n cia uma s en hora te ria de ix ado ima es c ova na min h ac as de ban ho, , na r e la id ad e est ava por de ba ix o do l ava tó rio, um se rie de ob ject os como uma mec h a,

Encontrei finalmente o cd do leonard cohen que estava faltando, e o pus na respectiva caixa

En c on t ri f ina l e mn teo cd do leo n ar q ue e ts v a f al t ando, e o p us na r es pe ct iva ca ix a

A melga desenhou o símbolo , do segundo peixe invertido, agora o mostrou na bacia da roca, ou sej ano algarve, tremor de terra, barcelona, sendo então o gás do algarve uma antecipação, da desgraça do aviao que ia para ibiza, as duas cruzes por debaixo de M de maria que se viam na foro da calle do passadiço, ibiza n omo tan, circulo da ley de ton, serpente do y bian, bia ian, bia parece a charlize, transferencia bia, charlize, e me subiu a memória a repetição de um program da antena dois, com um belíssimo texto, da gra bretanha, uma voz de um trovador, que assim canta sobre a história de dois amantes, ouvira agira já em lisboa este programa e antes tambem, ou sej uma repetição, pergunta a rapariga ao rapaz, john, how much do you love me
You asked how much i love you,
I love you , como cada gota do mar e cada estrela do ceu, na será bem assim, este lindíssimo poema nesta duas ultimas imagens mas é assim o sentido da bela canção, dois amantes sob o ceu estrelado em silencio, pois nem precisam de palavras em seu amor

A mel g ad es en ho u o s om b olo , do se gun do pe ix e invertido, agora o mo st ro un a b ac cia da roca, o u sej ano al g rave, t r emo r de te r ram bar celo na, s en do en tao o gás do al g ar veu am ante c ipa sao, da de sg ra ç ado aviao q ue ia para ibiza, as du as c ruze s p o r de ba ix o de M de maria q ue se v iam na foro da ca ll e do pa ss ad i ço, ib iza ano mo tan, circulo da ley de ton, serpente do y bian, bia ian, bia pa rece a charlize, t ra sn feren cia bia, c h ar l ize, e me s ub i ua me mor ia a r e pet i sao de um pr o g ram dana an t en a do is, com um eli s simo i te t xo, da g a r b rte n a h uma v oz de um t r ova sd dor, q ue as si m can t a, o gás do algarve, s ob rea hi s tór ia de do is am ant es, o u v ira a gira j á em l is boa este pr oe g rama e ant es t am b em, o u sej uma r e pet i sao, e r gun t aa ra pa rig a ao ra p az, jo n h, ho w mu ch do y o u l ove me
Y o u as k ed ho w mu ch i l ove y o u, O l ove y o u , co mo c ada g ota do mar e c ad a e ts r e la do ceu, na se rá b em as si m, este l in di s simo poe ema nest a du as u l tim as i mage ns ma sé as simo s en tid o da be la can sao, do is am ant es s ob o c eu es t r e l ado em si l en cio, p o is ne m pr e c isa sam de pala vaso ra s em s eu am o r

O cego guardião remeteu-me pelo memória para o belo senhor da acapo, que me remeteu para o luis osorio, será ele então que trará relaçao com o grupo de mel gibson aqui em portugal, ou um outro osorio, o maestro da spa, bem como para o ivo candeias que liga a clara andermatt e a andreia, danças de lisboa , o cadeado na roda da estrela , da frente, do gás laranja no auto da latina europa, a historia do falso atropelamento do ax? Ax, citroen, oitenta e oito, dd de noventa dois, sport di cia ar do skoda verde prata invertido, numas festas de lisboa, uma qualquer encenação e tramóia, ad kapa serpente do carla lar da pt , ou seja da carla ferreira da silva, antiga advogada da latina europa, rana, que morava em ran,

O c ego g ua r di º ao reme te u do ta c o da inglesa me pe lo me m a p os t olo ria para o be lo s en hor da a capo, q ue me reme t ru para o l u is os o rio, se rá el e en tao q ue t r ar a relaçao com o g rup o de me l gi b son aqui em portu gal, b em co mo para o ivo can de ira sc lara ande rn a tt, danças de lisboa , o cade ado na roda da estrela , da fr en te, do gás la r anja no au to da l at ina eu r opa, a hi s tor ia do fa s dez at rop le man to do ax foice, a x, c it ro en, oitenta e oito, dd de noventa dois, sport di cia ar do s k o da verde prata in v e rt don uma s f es t as de l is boa, uma q ual q eu r en cena sao e t ramo ia, ad kapa serpente do carla lar da pt , o u seja da ca r la fe r reo ra da silva, antiga ad vo g ad a da l a t ina eu r opa, r ana, q ue mor ava em ra n,

Baixou o portão de cinza da casa de xisto a meu passar, sobre a me das danças de noventa e tres, trezentos e cinquenta e seis, sendo o cinco, como um gancho de gelo, com ele perto, viaje para longe, a sa do gato do seguro do polo de dezembro, um aviao neste preciso momento , duas e set da manha a aterrar

Ba ix o u o porta o dec in za da c asa de x is to am eu pa s sar, s ob rea me das dan ç as de n ove en ta e t r es, t r e zen to ze cin q eu un t a e se is, c en do o c inc o, co mo um gan c h ode gelo, co l el e per to, via je para l on ge, a sa do gato do segur o do p olo de dez em br o, um aviao nest e p rec s om o m en to , du as e set da manha a a te rr ar

O ia do je da epal , o ps sol vinte e dois do duplo quadrado dc em oitenta e dois, san t os pop i lar es, circulo vinte e oito, circulo do rato, so sport do comboio , o segundo do circulo do quadrado do primeiro da policia judiciaria da cena maior dos santos populares de noventa e sete, o santo antonio, em estatua por detrás do que se diz ser ministro da administração interna , na tv , em dia muito recente, a polícia de óculos escuros metia depois do disparo a arma no coldre como quem dizia , acabamos, a ver vamos, acrescento eu, que pelo meu lado, ainda isto não acabou, pois me trazem o filho raptado e os direitos continuam negados, e mne roubam tudo!

O ia do je da ep al , o ps sol vinte e do is do du up lo quadrado dc em oitenta e dois, san t os pop i lar es, circulo vinte e oito, circulo do rato, so sport do comboio , o segundo do circulo do quadrado do primeiro da policia judiciaria da cena maior dos santos populares de noventa e sete, o santo antonio, em es tata ua por det ra sd o q ue se di z ser mini st ro da ad min si t raçao in te rna , na tv , em dia mui to rec en te, a poli ca id e o u c dez s es curos met tia dep o is do di spa ro a ar m ano coldre c omo q eu m di z ia , ac ab mosa ave r v amo s, ac r es ac en to eu, q ue pe dez m eu l ado, a inda is ton cão ac ab ao u, p o is me t ra ze mo fi l ho ra pt ado e os di rei to s conti n uam n ega do se mne ro ub am tudo!

Cadeirinha do almeidinha, é o Joaquim de almeida, o porcao, pois aparecera ele na festa em veneza com a charlize, o segundo do apocalyto do mel, assim escrevi em meu caderno esta manha de sabado e pela tarde o encontro ali na igreja de paula, assim tinha dito o rapaz que era domingo, ma na realidade , era sabado

Cade i rinha do al mei din ham é o j ao quim de al me id a, o po rc cao, po is ap ar e cera el en a f es ta em v ene z com ac h ar l ize, o se gun do d o ap cali y to do me l, as si m es c r e vi em me u cade r no esta manha de do min goe pe la t arde o en c on t ro al ina igreja de paula as si m tinha dito o ra p az q ue ra do mingo, mana real iade , e ra sabado


Em salema de novo, que estranho amada, eu aqui em lisboa o tempo pelas noites vai ficando mais frio como geralmente assim acontece em setembro, mais um ano que vai passado e mais um em que eu ainda não tive férias, e bem gostaria de as ter contigo a solta com meu filho e contigo, assim despreocupado como nos verões de nossas infâncias, onde tudo era doce e belo e corria sempre bem

Em sal ema de n ovo, q ue es t r anho aa mad a, eu aqui em l is bo ,a o te mp o pe la s no it es v a i fi can do masi fr io co mo ge ra l mente as si m acontece em set em br oma is um ano 1 q ue eva si passado e mais um em q ue eu a inda n cão ti v e fé ria se b em g os t aria de as at re c on ti goa sol ta com me u fi l h oe c on ti goa ss im de s pr e o cup ado como nos v ero es de no s sas in fan cia son de tudo e ra do ce e be dez oe co r ria se mp r e b em

Aqui em lisboa, meu coraçao fazendo grrrr por dentro ao que vejo do que se vai passando, um enorme novelo de nós, de armadilhas, de vinganças, de ajustes de contas , cheio de nós e o tempo que nem existe parece faltar para primeiro entender em verdade as imensas relações entre os diferentes fios e as peças que se encaixam, que se seguem e se procedem e depois de este fazer, então, desenrolar o imenso novelo, pois ele necessita de o ser, este é o caminho, disso não trago eu duvida em meu saber no saber do coraçao

Aqui em l is boa, me u cora çao f a zen do g rr r rp o r den t ro ao q ue vejo do q ue se v aia pa ss s ad don do, um en o r me n ove dez de nó sd e ar ram di das ilhas, de vin g na º as, de a ju te s dec in t as , ce hi ode nó se o te mp o q ue ne m e x us te par e ce f ala t ra para pr rim e iro ene en ted e rem v e rda dade as i m en sas r e la ç o es en t reo s difer en e ts fios e as p eca s q ue se e cna c ix am, q ue se s e g ue me se pr o ce de me dep o is de este f az e ren tao, de s en t o l ar o i m en son ove dez, p o is e lee ne c e s sita de o ser, este é o ca minho, di s son cão t rago eu du v ida em me u s abe r n no s abe r do cora sao

Ainda agora por imagens do festival de veneza, que se relacionam com um dos livros que por aqui em casa anda aberto, e que alguns saberão que anda e mais especificamente em que paginas está, um eco, entre muitos outros de igual modo significantes, me pôs a pensar , naquilo que em parte já meu coraçao sabia, o livro de que te fala é o chamado livro secreto de s joao dos textos encontrados no mar morto, e está masi ou menos num ponto da narração, que diz em suma mais ou menos assim

A inda agora por i mage ns ad dn no f es t iva l de v ene za, q ue se r e la cio n am c om um dos l iv ros q ue por aqui em c asa anda ab e rr to, e q ue al g u ns s abe ra o q ue anda e mais es pe ci fi ca m nete em q ue pa gina s est á, um e co, en t rem u i to s o u t ros de igual mode si gn i fic na te, me posa p en sar , na q eu ilo q ue em p arte j á me u c raçao s ab bia, o l iv ro de q ue te fala é o c h amado l v ro sec r e to d es joao dos te x to s en c on t r ado sn o mar mor to, e est á masi o u m en oo sn um ponto da na r raçao, q ue di z e m s uma mais o u m en os as si m

Que muitos seres se tornaram ascensos, por acção de um que não bem é um, vinha esta consciência em dia corrente, posta de um outra forma na linguagem das gentes num escutado aqui pelo espirito, que somos como meio anjos dos anjos que a humanidade virá a ser, curiosa frase, cheia de correcto sentido mas incompleta em so, pois anjos somos nós sempre, já o somos, pois nascemos com asas pelo espirito e Nele, o que a frase fala é de um estado de consciência que deriva da ascensão, e que se traduz por assim escrever numa alargar da consciência e um operar de cada um, num plano que sempre esteve mas que pouco a pouco começa a melhor conhecer, e lhe dá acesso a conhecimento que antes pensava que nao estava ao seu dispor, e que é uma consciência do espirito mais forte, ou seja um presença mais imanente que determinadas culturas chamam de espirito santo, e se todos neles sempre vivem, muitos ao agora começarem a ter a percepção da partilha do espirito e das leitura que obtém através dele, que ainda são para alguns como que confusas nas vezes, assim sentem e exprimem a intuição, o pensamento do intelecto, que lhes fala e mostra e desvela a sua natureza mais profunda e etérea do ser, e assim se dizem como meio anjos, o que era coisa difícil de ser, pois os anjos são inteiros como tudo, e assim se exprimem este sentir e este saber, e este viver que lhes mostra e os leva em estado de religaçao


Q ue mui to s seres se tor na ram as c en ss, por ac cc sao de um q ue en cão be mé primeira, vinha est a co ns cie en cia em di sa co r ren te posta de um o u t ra forma na l in g ua ge m das g en te sn um e x cc cut ado aqui pe dez es pei e i rto, q ue s omo s co mo mei o e j os dos anjos q ue a h uma ni dade vi rá ase r , cu rio sa fr ase, che ia de co rr e c to s en ti ido mas inc mp l eta em s o, p o is anjos s omo s nó s se mp r e, j á o s omo s, p o is na sc e mo s com a sas pe do elo de dez es pei e i to en el e, o q ue a fr ase fala é de um es t ado de co ns cie en cia q ue de riva da as c en sao, e q ue set ra d u z por as si m es ce r v e rn uma al ar g ar da co ns cie en cia e um o pera r dec ada um, n um p l ano q ue se mp r e est teve ema s q ue p o u coa p o u co com eça a mel hor c one he cere l he d á ac ess o ac on he cimento q ue ant es p en s ava q ue n º ao est ava ao s eu di s p o r, e q ue é uma co ns cie en cia do es pei e to masi forte, o u seja um pe s en ça masi ima ana n te do q ue det r emi min da s cultura chama m de es pei rito santo, e se t todos ne l es se mp r e v iv em, mui to sao agora co me ç a rem a te r a pe rc epa sao da par y ilha do es x ps i rito e das lei tura q ue ob te m at rave s de le, q ue a inda s aa para al g u ns co mo q ue c on f usa sn as v e ze sas si m s en te me e x pr im ema in tui sao, o pen sa me mn to do in tele c to, q ue l he s fala e mo s t ra e de s vela as ua nat ru rea za mais pr o f un da ee te rea do ser, e as si ms e di ze m c omo mei o na j os, o q ue e ra co isa di fi ci l de ser, p o is os anjos são in te i ros co mo t us o, ma s as si m se e x p rim eu este s en tir e este s ab ae r e este viver q ue l he s mo s t ra e os l eva em es t ado de religaçao

E o livro de s joao, conta em suma, um processo semelhante que outra num outro tempo dos homens aconteceu, é claro em seu dizer, que quando muitos seres assim são elevados, depois vem um tempo, em que parece que a luz se escurece em cada um , o que não é verdadeira noção, pois tambem diz que cada um se mantém como cada qual, mas que é como que se os fios se tornassem menos visíveis, e que depois muitos puxam das espadas uns contra os outros e se matam e matam, e que depois de novo a percepção da luz se torna de novo clara em seus olhos de seus corações, que sempre estão e estiveram e estarão religados, assim como partilhando uma mesma consciência comum que a todos e em tudo habita

E o l iv ro de s joao conta em s uma, um pr o c esso se me l h ante q ue o u t ra num o u t ro te mp o dos h ome ns ac on tec u, é c l aro em se u di z ze r, q ue q u ando mui to s seres as si m são el eva ado s, dep o is v em um te mp o, em q ue pa rec e q ue a luz se sc ur e c em e mc ad a um , o q ue n cão + e ve rda de ira no sao, p o is t am b em di z q ue c ada um se em sn te mc omo c ada q ual, mas q ue +e co mo q ue se os fi os se tor na s se mm en os v isi v e ise q ue dep o is mui to s p ux am das es padas u ns c on t ra os o u t rose se mat am e mata me q ue dep o is de n ovo a pe rc ep sao da luz se tor na de no vv lara em se us o h o sd e se us cora ç o es, q ue se mp re es tao e es t ive ra z me es t ra o r e li gados, as si mc omo p art l h ando uma me s ma co ns cie en cia co mum q ue a t u do s h a bit a

E isto, quem vê , é muito próximo do que agora se está a passar e para ser verdadeiro, ainda me parece que mais se poderá agravar, é portanto isto um conhecimento que nos deve a todas das esperança e tambem alerta vário sobre o que ainda se poderá vir a passar, mas com uma clara indicação, à luz do que já se sabe, isto é, que outros em tempos idos, assim para nós deixaram escrito, de que faz parte do processo, e que é de alguma forma normal que assim aconteça, e que as gentes não se assuntem se sentirem em si em momentos, como que os fios da luz mais fracos ou mesmo enublados, pois uma vez as línguas de fogo descidas, e tendo entrada na cabeça daqueles que a receberam , elas lá estão, na doutrina do saber mais a oriente, como no tao, este conhecer, que de alguma forma está relatado na flor do lotus, aposta a existência de perigos maiores, no sentido, de mesmo a luz se puder perder, o que tambem não deixa de ser um outro aviso à navegação que na sua base nos fala sempre de um mesmo, cuidado com teus passos, cuidado como obras, se vives pela espada, pr ela morreras, e por aí fora em suas conhecidas e variadas interpretações e explanações

E is to, q eu m v ê , é mui to pr ó x imo do q ue agora se es tá a passar e par ser v e rda de iro, a inda me pa rec e q ue mia s se p ode rá a g rava r, é porta n to is to um c on he cimento q ue no s de eve a to ds da s es pera ança e t am b em al e rta v á rio s ob reo q ue a inda se p ode rá vi ra passar, ma s c om uma clara in di caçao, à l u z do q ue j á se s ab e, is to é, q ue o u t rose m te mp os id os, as si m para nó s de ix aram es c rito, de q ue f az p arte do pr o c esso, e q ue é de al g uam forma no rm al q ue as si m ac on teça, e q ue as g en te sn cão se as sun te m se s en tir em e m si em mo m en to sc omo q ue os fi os da luz mais fr aco s o u me s mo en ub l ado s, p o is uma v e z aa s li b g ua sd e f ogo de sc cida s, e t en do en t ra da na cab eça da s q eu l es q ue a rec e be ram , el as l á es tao, na do u t rina do s abe r ma isa o rei n te, este c on he ce r, q ue de al gum a forma est á r e l at ado na flor do l ot us, aposta a e x is ten cia de pe rig os mais o r es, no s en t ido, de me s mo a l u z se p u de rp e r d ero q ue t am b em n cão de ix a de ser um o u t ro av is o à n ave veja sao, q ue na s ua b ase no s fala se mp red e um me s mo, c u id ado com te us passos, c u id ado c omo ob ra s, se v ive s pe la es pada, pr el a mor r e ra s, e por aí f o ra em su as c on he cida se eva v aria da s in te rp r eta ç o es ee x p l ana ç oe es

Esta era uma das relações que se reflectira na imagem da charlize em veneza, o furacão rosa da pisadela do sapato de bico negro do grupo dos gnosticos, pois visualmente para ele remetera, pelo livro secreto de S. joao, capitulo allogenes, que se traduz no texto gn is tico em mel, ou cap do pt da cruz do vaso de dezembro dos g en es do allo, all, circulo, o onze do quadrado da estrela, o primeiro do sessenta e nove da gula da vi do segundo do circulo, primeira revelação de youel, barbeló e as suas tres disposições o segundo do oitenta e oito, ou duplo infinito o numero que aparece na imagem do video de Londres e tambem associado a cavaco silva

Este e ra uma das relações q ue se r e f l e ct ira na i mage m da c h ar lize em v ene za, o f ur ac sao rosa da p isa de la do spa tao de b i co negro do g rup o dos gn is tico s, p o is v is ua l e mn te para el e r e met e ra, pe dez x l u v r sec r e to de s. joao, cap i t u lo allo ge n es, o u cap do pt da cruz do vaso de dezembro dos genes do allo, all, circulo, o onze do q ua dr do da es t r e la, o p rim e rio do sessenta e nove da gula da vi do segundo do circulo, pr i me ira r eve la çao de youel, bar be ló e as s ua s t r es di is po siç o es, o segundo do oitenta e oito, ou duplo infinito, o n u m ero q ue a ap rece na i mage m do vi id deo de lo n r es eta m b em as soc iad o a c ava co silva

E se assim hoje é para muitos, para muitos outros ainda, a luz é muito menor, dois exemplos da resposta ao medo que por ai anda, se corporificavam em duas imagens, que os mais ricos aqui nesta terra de pobres, começavam a contratar guarda costas para se proteger, e um outra relativa a novos kits de f 15 com pequenos mísseis chamados de inteligentes, coisa que um , nunca é, que podem entrar pela janela de uma casa e acertar na mesa, imagina-se que matando um grupo de gente que lá esteja sentado a planear um atentado ou coisa do género, ou mesmo que esteja so a conversar, e sobre o qual depois na tal desculpa dos danos colaterais que trazem também a função de cobrir as asneira e erros de julgamento sem ele, assim se dirá, e que nem mesmo destroem a sala em redor, ou seja se aponta para a precisão, aqui recentemente evocada pela palavra, e parecida com a história dos torpedos que vao a duzentos à hora

E sea ss im h oje é para mui to s, para mui ts o u t rosa inda, a l u zé mui to m en o r, do is e x e mp dez sd a r es ps ota ao med o q ue p o rai anda, se corp o rif i ica vam em du as i mage ns, q ue os mais ric os aqui nest a te r ra de p ob r es, cime ç av ama c on t ratar q ua ra da costas para se pr ot e ge r, e um o u t ra r e l at iva ano ovos ki ts de f quim ze sc om pe q u en os miss e is c h am do sd e intel i g en te s, co isa q ue um , n un ca é, q ue p ode m en t ra pe la jane la de uma c ase ac e rta rn a me sam, imagina do traço da inglesa se q ue mat en ad o um g rup ode g en te q ue l á est e j a se en t ado a p l ane ra um at en t ado o u co isa do g ene ero, o u meso q ue es te j a s ´´ o a c on v e r sar, es ob reo q ual dep o is na t al dec sc u l p a dp ps dano s c ole tar reais q ue t ra z em t am b ema a f un sao de co bt r ira sas ne ira ee rr s ode ju l g am en to, as si ms e di rá, e q ue ne m me s mo d es t rui iro ema sala em red o ro u seja se ap da ponta para a pr e c isa o, aqui rec en te m t ne evo c ada pela pala vaso ra, e par e cida com a hi s tó ria dos tor rp pedos q ue vao a du zen to s à hor a

Quem assim pensa ainda não percebeu que o mundo e o ser entrou decididamente em outro patamar das sua existência, e que existem mil e uma maneiras de matar ou de dano fazer, que não passam pelas balas ou bombas sejam elas de que calibre forem, e que o chamado armamento convencional como o conhecíamos, não mais o é, ou seja, melhor explicando, certamente que um bala continua a matar, mas se pode matar de muitas maneiras por artes diversas, hoje muito espalhadas, em que quem trás uma arma antiga, nem se dá conta do que aconteceu, e assim sendo não a utilizará

Q eu m as si m pen sa a inda n cão pe rc fe beu q ue o mundo e o ser en t ro u dec id i dame que mente te em o u t ro pat a mar das sal e x is te n cia, e q ue e x is te mm ile uma mane ur a de mat ra o u de dan o f az e r, q ue n cão pa s sam pe la s b ala s o u bo mba s se j am el as de q ue cali br e f o rem, e q ue o c h amado ar mam w n to c on v en cio n al c omo o c on he cia mo s, n cão mai s o é, o u sej, mel hor e x p l cia ando, certa e mn te q ue um b ala conti n ua a matar, mas se p ode matar de mui ta s mane ira s por art es di v e r sas, h oje mui to es spa alha ada se m que q eu m t ra s uma arma ant i g ane m se dá conta do q ue ac on teceu, e as si m s en do n cão a u ti l i zará

Como nos diz a flor do lotus, e muito bem, quando o Rei está e vai centrado, todos os guerreiros se apresentam de lanças para baixo e desejosos de cumprir as ordens, e isto é antes de mais uma imagem interior da consciência quanto ela é só interior, como sabemos, mas o que eu mesmo vos queria aqui agora lembrar, é cuidado meus filhos todos, olhai sempre bem o redor em vossos passos, tanto na terra como no ceu, e andai atentos e focados e fazeis circular sempre a luz, pois a luz para a ser necessita sempre de mover, e se move, que pelo que aqui vêem meus passos, as armadilhas estendem-se por todo o lado e são mais dos que muitas, muitas delas operadas remotamente, e utilizando clones em sombra, ou seja, não visíveis no local em sua ligação, os tais phantons reais, e assim dispara um gatilho que arrebenta não necessariamente onde estás mas num outro lugar que se calhar trazes tao distante da consciência, que depois nem te apercebes de que foste o gatilho

Co mo no s di za flor do l ot us, e mui to be m, q u ando o Rei est á eva i c en t r ado, todo ss o g eu r rei r s o se ap r es sn at m de l ança spa ra ba ix os de se jo s o s d e c um mp r ira s or de ns, e is to é ant es de mais uma i mage m in te rio rda co ns cie en cia q u anto el a é s ó in te iro rc omo s abe mo s, maso q ue eu me ms ovo s q eu ria aqui agora l en br ar, é c u id ado me us fi k l h os todos, o la hi se mp r e b em o red o rem v ossos passos, t anto na te r ra c omo no ce u, e anda i at en to ze foca ado s e f az e is cir cu l ar se mp rea l u z, p o isa luz para a ser ne ce s sita se mp r e de sm ove r, e se m ove, q ue pe dez q ue aqui v ee m me us passos, as ar mad ilha s es t en de m do traço da inglesa se por todo o l ado e são maís do s q ue mui ta s, mui t as de l s o pera da s r em ota mente, e u tili z ando c l one s em s om br a, o u se j n cão v isi v is no dez ocal em s ua li g ac sao, os tais p h anto n s reais, e as si m di spa ra um ga t ilho q ue ar r e b en ta n cão ne ce s sari na que mente onda est ás mas n um o u t ro lu g ar q ue se calha rt ra ze s tao di s t ante da co ns cie en cia, q ue dep o is ne m te ap e rc c e b es de q ue f os teo g at ilho

E um acrescento que me faltou no texto anterior, o maior , sobre esta ultima guerra, sobre um dizer que relembrava que mais um vez muitas gulas de outros países distantes, para ela contribuiriam, e que masi uma vez a responsabilidade, se divide por muitos, e isto é importante de relembrar e trazer presente , quando se analisa o que se passou neste ultimo pico deste ultimo triângulo de fogo que mensalmente se vem manifestando, e que foi uma prova que o embaixador russo aqui apresentou, como base na analise de uma foto publicada na capa do dn, que era em seu dizer, truncada, pois o home que lá aparecia em jeito de guerra e atitude ameaçadora, nem era das partes directas em conflito, mas do exercito americano, assim ele o disse, pelo conhecimento que trás das insígnias, e todas as provas e evidencias devem ser sempre tomadas em linha de conta

E um ac r es c en t oto q ue me f al to un o texto ante rio r, o maio r , s ob r e es ta u l tim a guerra, s ob r e um di ze r q ue r el em br ava q ue masi um v em u i t as g u la s d e o u t ro s pa ise s di s t an te s, para ela c on ti b u iram, e que masi uma ave za r es ponsa bil id dade, se di vi de por mui to se is to é i mp porta n te de r el em br ar e t ra ze r p re s en te , q u ando se ana lisa o q ue se passou nest e u l tim o pico de st e u l tim o t r ian gula de f ogo q ue m en sal mente se eve mm ani f es t ando, e q ue f oi uma pr ova q ue oe m ba ix ad or russo aqui ap r es en to u, como b ase na ana lise de uma f oto pub l ica ada d ana capa do dn, q ue e ra em s eu di ze r, t r un c ada, p o is o h ome q ue l á ap ar ceia em je i to de guerra e a ti ru de am e aç a dora, ne m e ra das p art es di rec cta s em c on f l i to, ma sd o e x e rc i to am erica no, as si m el e o di s se, pe elo c on he cie mn to q ue t ra sd as in si gn ia set todas as pr ova see vi den cias de eve ms e r se mp r e tom ad as em l ina dec conta

No final da conversa com a bea, ela me deixou, o endereço da sua pagina pessoal onde estão suas musicas, bem como um seu e-mail, assentou-o ela por sua própria mao em meu caderno, beatie wolfe, assim curiosamente seu completo nome, que em meu espírito se declinava em bea tie o lobo, e assim pela rede a fui visitar

No fi n al da c on versa com a bea, el lam as am me de u xx o u y maior do mo en de r e ço da s ua pa gina p esso al onda es tao su as mu sica s, b em co mo um s eu ema mai l, as s en to u do traço da inglesa do circulo de e la por s ua pr o rp pi do ia mao em me u ca de rn o, bea tie w o l fe, as si m c u riso sa mente ap ps os t olo s eu co mp l e to no me e as si m pe la red e a f u iv i sitar

Nesse tempo o texto ainda relativo ao equinócio ainda se escrevia, e se davam as visoes relativas ao senhor da charneca relacionadas com maddie, e a interpretação que tinha feito de um conjunto de símbolos a partir do livro das correspondências, cuja parte transcrita e publicada terminava mais ou menos assim,

Ness e te mp oo texto a inda r e la t ivo ao e quin o cio a inda se es c r e v ia, e se da ava am as vi s o es r e l a t iva s ao s en hor da ch a rn eca r e la cio n ada sc om mad di e, e a in te rp e t raç º ao, peta tracção, q ue tinha fe i t ode um c on j un to de s im b olo sa par tir do li v ro das co rr es pon dec ia s, c u j ap arte t ra ns c rita e pub l i ca ada t r emi minava maís mao o u m en o sas si m,

Cai alameda onze duplo circulo os mestres lite ra da tura poli cia l maria roberta rine h art do comboio vermelho, do circulo do golfe laranja verde e branco do excêntrico da vesica da fita métrico do ka fra do fio da dor do p os to o he eu vaso ski, coraçao, de bill quasi clube do sabor oliveira da serrada resistência tres salé do set do traço por cima do vaso do carneiro do rá, ou seja uma imagem que agora ao ver de novo a grafia destes apontamentos se reflecte em outra bem mais recente publicada relativa a imagem de kruchner na conferencia de imprensa ultima referido, o mesmo vaso, que aqui antes, diz ser o do carneiro rá, e que se encontra com um traço por cima como tapado, na imagem da conferencia, acrescentava o corte pelo enquadramento da imagem, ou seja pelo quadrado, ou seja ainda pela referencia à quadratura do circulo, um oito, um símbolo de um infinito em pé, mas continua a nota, do set do primeiro carneiro tapado do rá da torre do minarete do cao da seta que atravessou o coraçao da rainha, dec a inha m e fez a onda debaixo do fr ka da am fi circulo da dor dostoi eva vaso s ky vinte anos do porto do stark, do tubarão do porto, ou do barão do s joao, do porto, do circulo do ff ley , outro pormenor gráfico agora me chama a atenção, a vermelho sobre estas notas negro, uma vesica que reverba pela memória numa imagem desta ultima guerra aqui referenciada, a senhora morta no chao com um fio de sangue em sua cabeça que desenhava um delta, que neste preciso momento se me afigura semelhante , ou seja , mais um link, que se estendeu e que liga a este desta guerra, e hoje mesmo, ainda sobre ibiza, ultima imagem descrita sobre o falo, e a casa do falo, que é um especifico falo, um falo de sybian, uma maquina para contentar raparigas e rapazes, e que um jogador de poker ou algo assim português hoje mostrava , a sua mao, do quatro dos trevos negros das segunda vesica vermelha, numa casa em ibiza onde se via uma espécie de minarete

C aia l am meda om ze du up pp dez circulo os m es t r es lite s ra da tura poli cia l maria roberta rine h art do comboio vermelho, do circulo do golfe l ar ram j ave verde e branco do e x c en t rico da ave sica da fita met ric o do ka fra do fio da dor do p os to o he eu vaso ski, cora sao, de bi ll q ua si ck ub e do s ab o r ol ive ira da serra ada r es sis t en c ia t r es sal é do set do t ra ç o por rc ima do v as o do car ne iro do rá, o u seja uma u mage m q ue agora ao ove r de n vo a g rf fi ia de st es ap on tamen to s se r e fe l ct e em o u t ra b em masi rec en te pub l i ca ada r e la t iva a i mage m de k ru c ne r na c on feren cia de i mp r es sn a u l t uma refer rid o, o me s mo v as o, q ue aqui ant es, di z ser o dodo carneiro rá, e q ue se en c on t ra com um t r a ç o por v ima co mo tapa ado, na im ge m da c on feren cia, ac rec en t a do traço da inglesa vao corte pe do elo dez en q ua dr as sn to da imagem, o u seja pelo q ua dr ado, o u seja a inda pe la refer en cia à q ua dr at ura do circulo, um oito, um s im b olo de um fi n f in fi to em p ap ps oto lo s, mas conti n ua ano t ado set do primeiro carneiro tapado do rá da torre do mina ar e te do cao da s eta q ue at rav esso u o cora sao da rainha, dec a inha m e fez a onda de ba i z xo do fr ka da am fi circulo da dor dostoi eva vaso s ky vinte anos do porto do stark, do t ub arao do porto, o u do bar ra o do s joao, do porto, do circulo do ff ley , o u t ro p o r m en or g raf fi co agora me c h ama a at en sao, ave rm le ho s ob re est as n ota asa ne g ro, uma v e sica que r e v e rba pe la meo mor ia numa imagem de sta uk l tim a guerra aqui refer en ciada, a s en hor am orta no chao com um fi ode san g ue em s ua cab eça q ue de sena h v a um delta, q ue nest ep rec is o moe mn to se me a fi g ur a semem l h ante ,, o u sej ao, masi um li m k, q ue se est en de ue q ue liga a este cia de sta guerra, e h o je me s mo, s aina s ob re ib iza, u l t ima i mage m de sc rita s ob reo f aço ,oe a c x as do f alo, q ue é um es pe c i fi co f alo, um falo de s y b ian, uma ma quina pr ac on t en t ar ra par rig ase ra p az es, e q ue um jo gado r de p o k erro, poker do ero, u al goa s si m p ot ru g u es h o je mo st rava , as ua mao, do q ua t ro dos t r evo s n e g ros das se gun da v e isca vermelha, numa casa em i b iza onda se v ia uma e ps e cie de mina ret e

Tornei a encontrar a bea uma tarde na praia , ela a partir eu a chegar, trazia ela um bela vieirinha da shell em seu peito, lhe disse que tinha ido à sua pagina e que vira as suas musicas, e fiquei nessa tarde com uma vontade que não fiz, de a acompanhar em seu caminhar, depois ao chegar a casa escrevi-lhe um pequeno e-mail, ao qual ela não me respondeu, uns dias largos mais tarde, já em lisboa, começou uma duvida em meu pensar a bailar, será que ela mesmo recebeu o e-mail que lhe enviei, pois me dera conta das traficâncias que estavam fazendo com as minha comunicações na rede, a propósito daquele recibo impossível que me tinha sido enviado por um falso, ou não, servidor, quando enviara um carta ao palácio de belem, e porque no entretanto, começara tambem a olhar com outros olhos alguns dos episódios que se passaram em salema, a duvida avolumava-se, já aqui lhe enviei um e-mail a perguntar se ela tinha recebido o que lhe enviara ainda de salema, mas ela nem chegou a responder, quer dizer, respondeu, na aparência, quanto é aparente alguém nos responder de um endereço, mas sem responder a questão concreta, assim se confirmaram algumas suspeitas que trazia em mim, e que o corte da faca em outras palavras de escritos em salema, me desvelaram, mas um duvida persiste, no sentido de não saber nem poder averiguar, na medida que nem mesmo os bandidos da pt me respondem a queixa de fraude, se ela a recebeu, ou se alguém outro a recebeu, pois o espirito me desvelou que alguém andou a fazer inversões com essas letras

Tor ne ia en c on t ra ab e az uma t arde na pr aia , el a ap r tir eu a che g ar, t ra z ia el a um be l a vi e i rinha da she ll em s eu pei to, l he di s se q ue tinha id o as ua pa gina e q ue v ira as s ua s mu sica se fi q eu ine s sat arde com uma von t ad e q ue n cão fi z, dea ac om p anha rem se u caminha r, dep o is ao che g ra ac asa es c r iv vi do traço do primeiro ingles um pe q eu no ema i l, ao q ual e la n cão me r es pond eu, u ns dias l argo s maís t arde, j á em l is boa, com e ç o u uma du v id a em me u p en sar a ba i l ar, se rá q ue el am es mo rec e beu o ema i l q ue l he envie ip o is me de ra conta da s t ra f ica can cia s q ue es t av am fazendo com as min h ac o munica ç º o es na r dea pr o p rosi to daquele rec ibo i mp os s ive l que me tinha sid o en v iad o por um fla s o ser vi for, q ua em envi a ra um ca rta ao pala cio de be l em, e por q ue no e ns t r t anto, co me ç ara t am b ema olhar com o u t ro sol h os al g u ns dos ep ps si d ó di os q ue se pa s sar m em sal ema, a du v id a avo l uma ava do traço da inglesa se, j á aqui l he envie i um ema ila per g un t ar se el a tinha rec e bid oo q ue l he en v ia ra a inda de sal ema, mas el ane m che g o ua r es p ode ne r, q eu r di ze r, r es ponde un a ap ar en cia, q u ant o é ap ar rente al g eu mn os r es son de r de um em der e çao, mas s em r es ponde ra q eu s tao c on r tea, as si m sec on f ima ram al gum as s us pei t as q ue t ra z ia em mi, e q ue o corte da f ac a em o u t ra s pala vaso ra sd e es c rito s em sal ema, me d es veia l ram mas um d au v id ap e r sis te, no s en t id ode n cão s abe rn em p ode r ave rig ua rna me dida q ue ne m me s mo os ban dido sd a pt me r es ponde ema q eu ix ad e fr au de, see la a rec e beu, o use al gume o u t ro ar e ce b eu, p o is o es pi rito me d es ve lou q ue al g eu m ando ua f az e rin verso es com es sas l e t ra s


Reparo agora ao abrir a carta eu por e-mail lhe enviei que tem quinhentos e sessenta e nove caracteres, en te rata par da ren da te da tesis, valor ap roxi m mad a, ou sej a estrela do sessenta e nove, assim parece se desvelar, e dou-me conta do que já tinha depois reparado, era de alguma forma a bea parecida com charlize, assim em género

R epa aro agora ao ab r ira ca rta eu por ema i ll he envie i q ue te m quin he n to ze se s senta en ove cara te r es, en te rata par da ren da te da te sis, v alo r ap roxi m mad a, o u sej a es t r e la do se s senta en ove, as si m pa rece se de eve lar, e do u do traço da ingles kapa l es a me conta do q ue j á tinha dep o is r epa ra ado, e ra de al g ua m forma a bea par e cida co, m ac h ar lize, as si m em genero

If bea tie the wolf, then the wolf became a cat
Wolf are bea tifull and bea is a very bea tifull Cat

Some times, i´am a cat
Some times i´am a wolf
Some times i´m a bird

But your beauty tie the wolf

When you say
It´s eayser to demonize that give demons hand

Some times love makes a kind a fear
But as you say, cracked are the blessed ones

You are a beautifull shell, like the one i see on you
Shells are like rays of warm sun

Shall we dance on the park
I would like

Dance is a very , very, large room

It´s very strange to be in very little village and write to you trought a peru,
Than i say gluuu, gluuu, i love you

Perhaps my head is too warm
But i hope my feet d´ont fall


I f b e a tie t he wolf, t he en t he wolf beca me ac cat w o l fare bea ti f u ll and bea isa v ery bea ti f u ll cat s ome times, e a ps oto lo ama cat ts s ome times e ap s oto lo da dam am a w o l f S ome times i´ma bird but y o ur be au t y tie t he wo l f w h en ny o u sa y it´s e a y ser to demon ize t hat g iv e demo ns hand s ome times l ove m ak es a k inda fe ar but as y o u sa y, c rack ed ar e t he b l ess ed one s y o u ar rea be au ti f u ll she ll, l ike t he one i see on y o us he ll s ar e l ike ray s o f w ar m sun sha ll we dan ce on t he p ark i w o u l d l ike dan ce isa ave r y , v ery, l ar ge ro om it´s v ery st r ange to be in v ery l it t l evil la ge and w rite to y o u t ro u g h t ap eru, t h ani sa y g l u uu, g l uuu, i l ove y o u per h a ps my he ad is t oo w a rm but i ho pe m y fe e t d´ont f a ll


O cio montava e montava em salema, por essa noites assim se repercutia pelo éter da navegações em rede, um grito chegara na aparência de uma bela cantora que desde há muitas luas mora em meu coraçao, uma cantora que tem umas belas musicas e cujo universo plástico já algumas vezes se aproximou do meu, ou seja no qual eu vejo elementos plásticos que aprecem mais ou menos em sincronismo temporal, em seu clips e nos meus, uma cantora que vem de uma família de uma outra cantora a kate bush, família em meu espirito, por afinidade de audição, e um grito quem levantou uma faca contra o leonard cohen que tambem habita em meu coraçao, e que nessa noites, fui tambem ver e escutar pela rede, um tema seu se estranhara forte, que fala de uma guerra que desde o inicio se sabia perdida entre, pobres ricos, e que os ricos a ganhariam sempre porque tinham dinheiro para tudo comprar, ah Meu Deus que de guerra anda o mundo cheio e farto e necessita de paz urgente para que as pessoas possam cuidar do que é há de cuidar, e guerra entre ricos e pobres ou em qualquer outra divisão da gentes não é o caminho, caminho só para a destruição de todos e de todos, e um susto tambem morou em meu peito nesse escutar, seria mesmo que alguém levantara um faca contra cohen?

O cio mo n t ava emo n t ava em sal ema, por ess ano it es as si m se r ep e rc u tia pe elo dez e t red ana veja ç o es em rede, um g rito che g ar ana a ap ren cia de uma bela can tora q ue de sd e h á mui t as l ua s mora em meu cora çao, um can tora que tem u ms abe la s mu sica se c u jo univer ero p la s tico j á al gum as v e ze s se ap roxi mo u dom eu, o u seja no q ual eu v e jo el e men to s p la s tico s q ue ap rec em m sis o u m en os em sin c ron is mo te mp o ra l, em s eu c l i ps e nos me us, uma can tora e uve m de uma f am i l ia de uma outra can tora a k a te b us h, f am i l ia em meu es pei rito, por a fi ni dade de au di sao, e um g rito q ue m l eva n to u y uma f aca c on t ra o leo na r dc o h en q ue t am be m a bit a em meu cora çao, e q ue ne s sa no it es, f u i t am b em vere es cut ra pe l a rede, um t ema se em en t ra n h ra f orte, q u fala de um a g eu r ra q ue de sd e o in cio se s a bia per dida en t re , p ob r es ric os, e q ue os ric os a g ana h r iam se mp r ep or que t in ham din he iro para tudo co mp r ar, a hm eu de us q ue de guerra anda om un do che io e fr a oe ne c e sis ta de p az ur g en te s para q ue as pessoas p os sam cu id ar do q ue é h á de cu id ar, e g eu ra en t re ric os ep odres o u em q ual q eu ro u t ra di visao da g en te sn cão é o caminho, caminho s ´ o para ad es t rui sao de todos e de t u do se um s us to t am b em morue m me u pei to ness e es cut ra, se r ia m es mo q ue al g eu m l eva van t ra um f aca c on t ra co he en foice

Falo de tori amos, de quem uns clips me foram dados em tempos atrás por um rapaz da cp, que um dia se cruzara comigo neste processo todo em seu principio, e que já aqui entrou, uma belíssima senhora e um belíssimo universo musical, cheio de doçuras mil, belas borboletas e outros elementos mais estranhos e bem mais negros, como a vida é, e um belíssima imagem, um belíssimo trabalho de imagem sempre a acompanhar as suas letras e suas musicas e suas canções, nessa noite fui tambem parar à sua pagina, depois de ter visitado o cohen, onde uns desenhos de seu filho, falavam de previsao de acontecimentos no mundo que mais tarde se deram, assim fora o sentido que neles observara, e que me pareceu bem real, pois assim nos desvelam as crianças, se a eles trazermos a necessária atenção

F al oo de tori amo sd e q eu m u ns c l ip ps me f o ram dad os em te mp o sat rá s por um ra p az da cp, q ue um dia se c ruza ra co mig o nest e pr o c esso todo em s eu p rin cip pi oe q ue j á aqui en t ro u, uma be l iss ima s en hora e um be l iss imo universo mu sica l, che i ode doc ur as mi l, be dez s bo r b o l eta se o u t ra s ele ms n ts o masi es t r anho se be m masi ne g ros, co mo a vi da é, e um be l iss ima i mage m, um be l iss imo t ra b alho de i mage m se mp rea ac o mp na h ra as ua s l e t ra se s ua s mu sica se s u as can ç o es, ness ano i te f u i t am b em pa r ar à sua p a gn a, dep o is de t r e v is tita ado o co h en, om de u ms de s en h os de s eu fi l ho, fla v am de pr e visao de ac on tec i e mn to sn o mundo q ue maís t arde se de ram, as si m f o ra o s en tid o q ue ne l es ob s r eva ra, e q ue me pa rec rece ub em real, p o is as si mn os de s ve l am as c r ian ç as, sea el es t ra ze r mosa ne ce s sa ap os t olo da ria at en são

Saí agora à rua a comprar cigarretes e beber um café e cruzei de novo com o homem do bigode que anda atrelado pelo cao negro, o ur, que agora cada vez que me ve, me faz grr, o espirito me dissera isso mesmo ve o ur, um outro senhor com uma bengala encostado a um pino verde do passeio como bowling com um saco de bandeira americana, um carro, chegou e deu meia volta como a mostrar o passado, nele assim li, ne do x da ira do one irlandês, o duplo infinito, oito e oito que agora mesmo aqui entrara , da bb de oitenta eu, no oriente, e depois mais uma linha se acrescentou, o x na cruz do vaso do zé pinheiro, será então que as coincidências não o foram assim tanto, com a obra da tori amos, no rio um outro paquete grande com um x na chaminé, de onde sai um negro fumo, e uma horizontal que aponta no centro dele, um x branco sobre fundo negro

S aia agora à rua a co mp r ar cigar ret es e b e b e rum ca fé e c ruze e ponto do me d en vo ovo do om o h oe m do big de q ue anda at rap e la pe elo dez cao negro, o ur, q ue agora c ad ave z q ue me eve, me f az g rr, o es pi rio r me di ss e ra iss o me s mo ve o ur, um o u t ro s en h ro com uma ben gala en co ns t ado a um p ino verde do pa s seio c omo bo w l in g com um s ac ode bad e ira am erica, um car ro, che g o ue de um e ia vo l ta co mo a mo st ra aro passado, ne le as si m l ine do x da ira do one ir lan de es, o do up dez in fi n fi to , o in te e o i t ro q ue agora me s mo aqui en t r ar a , da bb de oitenta eu, no oriente, e dep o is masi uma linha se ac rec sn neto u, o x na c ur z do vaso do zé pinheiro, se rá en tao q ue as co i cn cid en cia sn cão o f o ram as si m t anto, c oma ob ra da tori amo sn no rio um o u t ro paquete g r ande com um z na c h am ine, de om n de sa i um negri o f u mo, e uma h ori zon t al q ue ap on t ano c en t ro de l e, um x branco s ob re f un d o n e g ro


Esta manha acordei com alguém que saindo do prédio assim dizia, cai o alain resnais, e o A 11 ingles

Esta manha ac o r de i com al g u é m q ue sa indo do pr é di o as si m di z ia, c aio al a in r es na ise o A 11 ingles

Antes pelo espirito o ouvido complementar a imagem da gravata, era ele, o tigre que me não me deixava respirar

Ant es pe lo es pi rito oo u v ido co mp le m en tara i mage m da g rav at a, e ra e leo tigre q ue me n cão me de ix av a r es p circulo do rato da ar

A pomba que aparecera à porta ao lado da casa nova com a fachada inclinada está morta , estava quase por debaixo de um carro, o espirito assim me desvelou, pelo leao de prata de lisboa, ou do dó do leao de prata, e assim li, x no desaseis de setenta sete do vinte e oito do duplo quadrado do infinito de setenta e dois, cinco, estrela dobrada, no primeiro do x do aqueduto das aguas livres

A p om ba q ue ap a rec e ra q u ia porta ao l ado da c asa n ova com a f ac h ada inc l ina ada est á mo rta , e ts av q ua se por de ba ix ode um car ro, o es pi e i r to as si m me d es ve lou ip elo leao de p rata de l is boa, o u do dó do leao de prata, e as si m li, x no de sas e is de set en ta sete do vinte e oito do duplo quadrado do infinito de setenta e dois, cinco, estrela do br ada, no p rim e rio do x do aqui da eu do to das aguas livres

Depois de ter aqui narrado a historia do jovem casal francês com as duas crianças que me deram dois tiros em seu brincar, me contou o espirito , folia baccus dispus segundo do circulo , x na estrela invertida , x acto bmw prata la y serpente na primeiro do quadrado da estrela vinte e oito, ph decimo, gancho preto e vermelho a cadeira do bebe azul e branco, no caixote do prédio, uma caixa semelhante de vinho a do que o pai levava, e um sapato de bebezinho caída ao lada nas pedras da calçada

D ep o is de te ra aqui na rr ado a hi st a ps oto dez roi ado j ove m ca sal fr anc es com as du as c r ina s ç a q ue me de ram do is tir os a br inca r, me c on to u o es pei rito , f o l ia b ac c us di s p us se gn dodo circulo , x na estrela invertida , x acto bmw prata la y serpente na primeiro do quadrado da estrela vinte e oito, ph decimo, h g na c h o pr e to eve vermelho a ca de ira do bebe az u l e branco, no ca ix o te do pr e di o, uma caixa semem l h ante de vinho a do que o pai l eva ava, e um sa pato de be b e z in h oca ida ao lada nas ped ra sd a calçada

Em salema o cio montava e montava,


Vic tam, edgar alan poe, o cic do tam e o edgar da primeira lan do poe

a cruz do principe ft