domingo, setembro 14, 2008

Ainda sobre os desenhos da teresa dias coelho, hoje assim li, vinte e quatro horas, ou seja do grupo do vinte e quatro horas, ou seja do tadeu que muito aqui aparece bem como de um outro mais crescido e porventura mentor, o letria, pois hoje na rua do patrocínio, em cima um rapaz com camisa riscas pretas e brancas assim mostrava a mao negra de cabedal numa luva enfiada, como ele sempre aparecia na televisão, naquele estranho enigma que durante anos ninguém soube explicar, ao agora isto escrever, parace ser o sá carneiro, depois numa porta ao lado do bar do piano e do globo branco na porta onde agora ardera, o tal golf com a etiqueta da casa real, uma porta trás um estranho puxador em metal masi ou menos doirado, pois parece um livro como o que acabara de ser referenciado na capa do livro do arnaut, e o que é estranho no puxador, é como se o livro se estivesse de asas abertas, ou seja fazendo uma cruz com o da capa do livro do arnaut, trás suas duas partes com tamanhos distintos, portanto um livro que se desequilibra para o lado direito quem está de frente para o portão, e tudo isto se reflectia nas imagens da teresa, uma maquina de escrever como a que ele trás, o letria, a idade, pois todas as fotos são dos anos cinquenta, ou sej remete para a idade de quem será o senhor, cabo, o estranho objecto que parece ser um rádio, se reflectira hoje tambem num crash de dois carros num banco , o do pelicano, com o grupo taxi, mostra, o carro da direito trás um farol muito semelhante a esse desenho, ou seja de novo porto outra vez

A inda s ob reo s de s en h os da te r sa dias cole h a, h oje as si m li, vinte e q au t ro hor as, o u seja do g rup o do vinte e quatro hor as, o u seja do te de u q ue mui to aqui ap ar rece b em co mo de um o u t ro masi c r es cid oe por v en tura m en tor, o le t ria, p o is h oje na rua do pat roci n u io, em c ima um ra p az com cam isa r iscas pr eta se brancas as si m mo s t rava am º sao negra de cab e d al n uma l uva en fia ada, co mo el e se mp re ap ar cia na tele visao, na q eu le es t r anho eni g ma q ue duran te ano s nin gume s o u b ee x p li car, ao aqui g o ra isto es c r eve rp ar race ser o sá car ne iro, d ep o is n uma porta ao l ado do b ar do pi ano e do g l bo branco na porta onda agora ard e ra, o ta l g o l f com a eti e u eta da cas real, uma p orta t ra s um e t r sn ho p ux a dor em met al masi ou m en os do irado, po is pa rec um l iv rc omo o q ue ac a bar a de ser refe n ren cia ado na c ap a do l iv ro do na r nut, e o q ue é e t r sn ho no p ux a dor, é q ue o li v ro co mo se st iv ess e de az as ab e rta s, o u seja f az z indo uma c r uz com o da capa do l iv r do ar n au t, t ra ss ua s du as p art es com t am anho sis tintos, porta n to um l iv ro q ue se de si q u libra para o l ado di rei to q eu m est á de fr en te para o pata, por tao, e tudo is to se r efe c tia nas i mage ns da teresa, uma ma q u ina de es c r eve rc omo a q ue el e t rá s, o letria, a iad ad e p o is todos as f oto s são dos ano s cin q u en ta, o u sej r e mete para a id ad e de q eu m se rá o s en hor, c ab o, o es t r anho ob ject o q ue pa rece ser um rá di o, se r e f l e ct ira h o je t am b em num c rac h de do is car ros num ban co , o do pe li cano, com o g rup o t ax i, mos t ra, o c ca bo ar ro da direito t rá s um f ar l mu i to sémen l h ante a esse de s en ho , o u seja de n ovo porto o u t ra ave z

Depois me apercebi nas notícias de um outro acidente na russia, que caíra em cima de um linha férrea, a ressoar tambem num acidente de comboio que se deu américa há uns dias,

Dep o is me ap rec e bi nas no t r i ca sd e um o u t ro acide id dente na russia, q ue cia ra em c ima de um linha fe r rea, a r esso ar t am b em n um acide dente de com boi o q ue se de un a mar e i ca h á un s dias,

Na russia, é visível nas linhas um vesica, ou sej as linhas do caminho de ferro, se fecham num lado, tambem como uma estrutura de um balão de heisenberg, ou seja alemão, nos carris dispostos em angulo mais ou menos recto ficaram seis troncos que reflecte a imagem da espinha no satélite a subir da russia, do pad do rato dos pcs, o que falhara na primeira parte da conquista do espaço, depois ainda ao lado, uma peça do aviao disposta em angulo para cima voltado, como o angulo que aparecera no ultimo texto reflectido, um outro pedaço de metal branco mostrava, um pássaro com boca aberta e cabeça de moreira, como uma chave de canos, o aviao era um tres sete tres, o seth do de setenta e tres, ou ainda traide do duplo deus setenta e sete, era, aer um pedaço de escrita se reflectira, num outro pedaço de fuselagem , que remete para a ordem astrum argentus liber al, a arma, oitenta e oito mortos, masi uma vez o numero a ecoar, ligado a inglaterra e ao cavaco silva e ainda outras referencias, relaçao com china ainda, pois assim se desvelou, um outro acidente na china em oitenta e oito, a vesica da pt, ou seja da net , pe rm, ou per de projecto, rm, rádio, hoje aparecia rui morrison na antena dois, um curioso incidente se dera da ultima vez que o convidara para fazer a locução com sua belíssima voz, de uma campanha para a acarte encomendada pela maria de assis, gravamos e depois ele fora sal vida, e um dia mais ou menos à hora de almoço recebo dele do algarve um telefonema, em que me parecia que ele teria bem bebido e onde alguém o andara a emprenhar pelos ouvidos, que queria mais dinheiro, que o que tínhamos combinado, não era o que acontecia, o que não era verdade, e depois aquilo estendeu-se a acarte e a gulbenkian, fiquei com a sensação nítida que fora algo montado, por terceiros, nunca masi trabalhei com ele a partir deste incidente, o lugar do morto, com a belíssima ana zanatti, que me aparecera num livro na tal artemanha, galeria quando da ultima vez que desci a assembleia da república aqui narrado, rm, é tambem termo que se usa em rádio,

Na ru s si, é v isi v el nas linhas um v e sic a, o u sej as linhas do cam minho de ferro, se fe c ham num l ado, t z am t am b em como uma es t rutura de um ba çao de hei s en berg, o u seja al e mao, nos car r is di s post os em angulo maís o u m en is rec to fi caram se is t ron cos q ue r e f l e ct e a i mage m da es pei n ha no sat e lite a s ub i rda russia, o q ue a f al h ara na p rim e ira p arte da c on q eu ista do es pe aço, dep o is a inda ao l ado, uma p eça do aviao di s posta em angulo para c ima vo l t ado, co mo o angulo q ue ap a rec e ra no u l t imo texto r e f l e ct id o, um o u t ro peda aço de met al branco mo s t rava, um pa ss aro com b oca ab berta e cab e ça de moreira, co mo uma c h ave de c an s os, cam ca q nos, o av ia i e ra um t r es sete te r es, o seth do de setenta e tres, ou a inda t raide do d up l deus setenta e sete, era, aer um peda aço de es c rita se r e f l e ct ira, num o u t ro peda aço de s use la ge m , q ue r e met e para a ao r dem as t rum ar g en t us l li be r al, a arma, oitenta e oito mortos, masi um ave zo nu mer aa e coa ar, li gado a inglaterra e ao c ava co silva e a inda o u t ra s refer en cia s, relaçao com c h ina a inda, p o is as s im se d es velo lou, um o u t ro acide dente na te na c h ina em oitenta e oito, a ve sica da pt, ou seja da net , pe rm, ou per de pro ject o, rm, rá di o, h oje ap ar e cia rui mor r sion na ana t en a do is, um c ur risos inc id dente se de ra da u l t ima ave z q ue o c on v id ar a para f az e ra lo cu sao com s ua be l iss ima v i z, de uma cam p anha dp ar a ac arte en comenda dada pela maria de as sis, g rava mose dep o is el e f o ra s al v id a, e um dia mais o u m en os à hor ad e al moço rec e bo de le do al g rave um tele f one ema, em q ue me par e ceia que ee le te ria b em be bd did o e onda al g eu mo ando ua a e mp r en h ar p elo s o u v id os, q ue q eu ria masi din hei ro, q ue o q ue tin h am os com b ina ado, n cão e ra o q ue ac on tec ia, o q ue n cão e ra v e rda dade, e dep o is a q u i dez est t en de u do traço da inglesa se a ac arte e a g ul b en k ua n, fic q eu i c om a s en as sao ni tid a q ue f o ra al g mo n t ado, por te rec iro s, n un ca masi t r aba al hei com el e a p art tir de ste inc id dente, o lu g ar do morto, com a be l iz z ima ana z ana t ti, q ue me ap ar e ce r q a n um l iv ro n a t al arte manha, gal e ria q ua dn o dd a u l tim a ave e z q ue de sci a as s em b leia da r ep u b l cia aqui na rr ado, rm, é t am b em te r emo q ue ss e usa em rá di o,

No acidente ainda li, he das ondas n, quadrado e homem segundo do vinte e seis do circulo pt circulo duplo bb, pequenina ix, cam, on muito cua on Lu, seis em blue roca estrela em himem cinco A traide do seth m traide do set do laço mn pa terceira da onda sobre o circulo anca cam circulo net, cinquenta em homa do rato sete tres set de oitenta e oito, ou seja do duplo infinito, neno terceiro e y x nor homem onda sobre o circulo sm, dez, primeiro do circulo di duplo quadrado x ai ap circulo do b ck, espiral sum do traço ingles vinte e dois graus oito grau, agora ao passar na cas do funda da rua doo capitão palas, um caixa negra de perfume ck, e em mim ressoou as ultimas referencias north by noroest, o aer , que aparecera na fuselagem, aer por cima de quatro quadrado s, janelas sendo tres negras e uma branca, e desenha a chapa assim um bico de um montanha

No ac in det a inda li, he das ondas n, quadrado e homem segundo do vinte e se is do circulo pt circulo duplo bb, pe q eu nina ix, cam, on muito cua on lu e, se is em blue roca estrela em himem cinco A t raide do seth m traide do set do laço mn pa terceira da onda sobre o circulo anca cam circulo net, cinquenta em h oma do rato sete te rs set de oitenta e oito, o u seja do d up dez on fi ni to, neno terceiro e y x nor h oe m onda sobre o circulo sm, dez, primeiro do circulo di duplo quadrado x ai ap circulo do b ck, espiral sum do traço ingles vinte e dois g ar us o it ro grau, agora ao pa s sar na cas do f un dada rua doo ca pita ao palas, um ca ix a ne h ra de per rf ume ck, ee mim r esso au aa s ul t ima s refer en cias nor t h by nor o es t h, o aer , q e ap ar e cera na f use la g em, e ra por c ima de q au t ro q au dr ado sj ane l as s en dot r es negras e uma br anca, e de s en h o aa chapa as si m um bico de um mo n t anha

Sai para a rua esta tarde e assim li, o ss do vinte e oito do circulo do seth de alcantara, do sete de oitenta e oito,, avião russo, ka it national car ford azul, se circulo lio bmw sousa ser o da mtv, uma cadela do tridente fez chichi nos carris de comboio ali por baixo do passadiço de alcantara,, ou seja oitenta e oito, maria, outra vez, quadrado do terceiro dá do seth que tapa o a toiro, desenhado com uma fisga, sport carro ee black, fiesta vaso do principe vinte e tres do vinte e oito de lx, quadrado de oitenta e cinco, estrela, com porta inclinada, setenta e tres, do traço do vinte nove, aa, duzentos, quadrado, ou seja a conta de madris, na realidade ontem masi uma festa aqui em cima, ouvi eu falar castelhano em vozes femininas, e hoje ia assim pensado sempre que há festa ao fim de semana , uma desgraça acontece, o carro do rapaz tem o pneu da frente em estrela, assente sobre um grande prata, e ao lado está piodao, divisão do circulo do dao, referencia, ao vinho do porto no texto da faca aviao no porto, e dos desenhos no ceu, que se reflectia numa das peças que agora se via no aviao caido na russia, sobre os carris do comboio, ou seja das desgraças com comboios, sendo duzentos a conta, deverá ser então, madrid atocha.

sa ip para a rua est a t arde e as si m li, o ss do vinte e oito do cir f u lo do seth de al can tara, do sete de oitenta e oito,, avi º ao r us so, ka it na tio n al car ford az u l, se circulo lio b w n sousa ser o da mtv, a cade la do t rid en te fez chi c h ino sc arris de com boi o, o u seja o i e t n ta e oito, maria, o u t ra ave z, q au dr ado do te rc e i r do dá do seth q ue tapa o a toiro, de s en h ado com uma fi sg a, sport carro ee b la ac ck, fi est ava vasos o do p rin c ipe vinte e tres do vinte e oito de lx, q au dr ado de oitenta e cinco, e ts r e la, com porta inc l ina ada, set en ta e tres, do traço do vinte nove, aa, du zen t os, quadrado, o u seja a conta de mad r is, na r e la id dade on te m masi uma f es ta aqui em c ima, h o u vi eu f a al r c as te l h ano em vo ze s fe me ninas, e h oje ia as si m pe mn sado se mp r e q ue h á fe tsa ao fi m de se mana , uma de sg ra ç a acontece, o car ro do ra q p az t emo pn eu da fe rn te em est r e la, as s en te s ob re um g rande prata, e ao l ado est á pi o dao, di visao do circulo do dao, refer en cia, ao vin h o do porto no texto da f ac a aviao no pro oto, e dos de s en h os no ceu, q ue se r efe l ct ima n uma das p eça s q ue aa g o ra se via no aviao ca id dona russia, s ob reo s car r is do com boi, o u se ja d as de sg ra ç as com c om b loi os, s en do du za n t os ac on t a, de ever á ser en tao mad rid a tocha.

Ainda assim li , dez, terceiro reve book, your move dias fantásticos, lotaria campeão invertida, primeiro de oitenta e oito, estrela branca e vermelha que me aparecera figura num gesto no jardim do império, um casal, a senhor trazia um rectângulo , como o do pássaro dos raios de trovão, referencia ultimo texto contra seu peito, e seu homem atirava um pau a arvore e dela caiu um fruto amarelo como o que caíra tambem em dia recente, o tal anel, ou meia bola, que depois encaixava na meia bola vermelha no solar de alcantara, e do sapato do menino, o segundo, o puma da cruz enfiada na fisga, de t, como uma fisga, no tridente do bar do tejo marisqueira terra nostra, titanium ax vaso ar anzol, n do home em circulo inclinada, hunday, onda un day homem, serpente zagalo do golf de noventa e nove deo traço do oitavo do sexto do peão preto ee em triângulo branco sobre quadrado azul inclinado, por cima de sinal de proibida parar e estacionar, atravessar proibido, o estacionar, sete do segundo da ti, ba es santas olaias,

A inda as si m li , dez, t rec e iro r eve b ook, y o ur m ove m dias fanta s ticos, lot aria cam pe ao in v e rt id a, p rim e iro de oitenta e oito, estrela branca eve rm e la h q ue me ap ar e cera figura n um g es to no jardim do i mp e rio, um ca sas, a s en h or a t ra z ia um rece t na gula , como o do pas s ro com rai s ode t rova ao, refer en cia u l t umo texto c on t ra seu pei to, e seu h ome at ira ava um p au a ra vo re e de la ca ui um fr u to am ar e lo como o que ca ira t am b em e m dia rec en te, o ta l ana el, o u mei ab ola, d q ue dep o is en ca iv axa na mei ab ola vermelha no solar de al can tara, e do sa pato do menino, o se gun do, , o p uma da cruz en fia anda na fi sg a d e t, como uma fi sg a, no t rid en te do bar do tejo na r is q eu ira te r ra no st ra, tita ni um ax vaso ar ano l, n do home em circulo inc l ina ada, h un day, sunday, onda un day homem, serpente za galo do go l f de n ove en ta en ove deo traço do oitavo do sexto do pea o preto ee em t r ian gula branco s ob re q ua dr ado az u l inc l ina ado, por c ima de sin al de p roi bid a para r e es t ac cio n ar, at ravessa r p o rib id o, o est ac cio n ar, sete do segundo da ti, ba es s en t os o l aia is,

Hoje vi pela premeria vez uma imagem do comboio que na aparência teve um acidente na América, uma foto do jornal aqui, onde claramente se ve nas chapas retorcidas, o desenho do padrão do vestido da menina amachucado, que a teresa coelho desenhou, até me espantei, face ao reconhecimento, ali estava o padrão, ou seja de uma menina que se terá ido num outro acidente de comboio

H oje vi pe la pr e i me iro ave z uma i mage m do cao m bi o q ue na ap ar e c ni a teve um acide dente na am e r c cia, uma f oto do jo rn al aqui, onda clara mente se eve na s c h ap as r e tor cida s, o de sn ho do pad ra o do v e ts i to da me nina am a a c h u cad o, q ue a te r sa co e l ho de s en ho u, at é me es pea n te i, face ao rec one h cie mn to, al i est ava o p ad ra o, o u seja de uma me ni an q ue s e ta id o num o u t ro ac inde te de c om boi o

Falavam as minhas letras de uma menina amarela, as ultimas, a antes da marta voltara a atacar, e hoje me aparece vestida de amarelo a marta, na revista do jornal

F al ava am as min h a s letras de uma menina am ar e la, as t u l imas, as tulipas, a ant es da marta vo l tara a at ac ar, e h oje me a ap rece v es tid a de am ar e lo a am rta, na r e v ista do jo rn al


madonna na capa do jornal, mostra com sua mao, o sitio onde os jornalistas compuserem seu nome, aponta seu dedo, ad , a dona da ad, aqui em casa , ontem ou antes de ontem fora ler os poemas ingleses de fernado pessoa, que já qui fora referencia no ultimo texto, sublinhei eu a linha setenta e tres, desejos de seguir te doía a exausta espinha, desejo serpente q eu seguir te do ia a ex auto da es pinha, pagina noventa e cinco, ou seja a p a gina em noventa e cinco, ou então pá a gina de noventa e cinco, na capa destas fotocopias, tradução de Adolfo casais monteiro, e josé blanc de Portugal da gulbenkian, este segundo que agora ma ficara a reverbar, e depois uma anotação de uma letra que não sei de quem é, que diz, ss primeiro , debaixo do monteiro, do traço ingles d de cinquenta e quatro, um, anal e tico do traço ingles da estrela de sessenta e oito, e ao lado por detrás textos filosóficos de jacinto prado coelho, que me remeteram para o outro jacinto que aqui em dia recente encontrara, e uma anotação que diz, nes, ne serpente espanhola, , caiu a seta agora ao passar que se encontrava sobre o philip stark, e ficou a apontar, o cinzeiro negro cheio de betas, são doze, do dansk terceiro vesica bistrot, international designs ltd, n/ r portugal, copy rigth, microwave safe

Na ad donna na c ap ad o jo rn al, mo st ra com s ua mao, o si tio onda os jo rna l ista s com p uss e rm s eu no me, ap ao n ta s eu de deo, ad , a dona da ad, aqui em c asa , on te mo u ant es d e on te m f o ra l ero s poe ema sin g le s es de fe ra n do pessoa, q ue j á ki f o ra refer en cia no u l t imo texto, s ub li n hei eu a li n gás e t en ta e t r es, desejo s de seguir te do ia a e x au s ta es pinha, desejo ser pente q eu seguir te do ia a ex auto da es pinha, pa gina no ove en t a e cinco, o u seja a p a gina em noventa e cinco, ou en t y ao pá a g iman de noventa e cinco, na capa de sta s f oto co pi as, t ra du sao de ad o l f o c asa si do monteiro, e josé b l anc de portu gás l da g u l ben k uam, este se gun do q ue agora ma fi cara a r eve r b ar, e dep o is uma am ota sao de uma letra q ue n cão se id e q eu m é, q ue di z, ss p rim e iro , de ba ix o do monteiro, dot r aço ingles dd e cin q u en ta e quatro, um, anal e tico do t r aço ingles da estrela de see s en ta e oito, e ao l ado por det ra s textos fi lo sofi cos de j ac in tp ra do coelho, q ue me r e met e ram para o o ur to j a cinto q ue aqui em dia rec en te en c on t r a ra, e uma ano taçao q ue de i z, ne s, ne se pente es p an hola, , ca i u as eta agora ao pas sar q ue se en c on t rava s ob reo p l h u ip h st ark, e fi coua ap on t ar, o cin ze iro negro che i ode betas, são do ze, do dan sk te rc e iro v e sic a b is t ro t, in te r na tio n al de si gn s l t d, n/ r portu gal, co p y rigth, mic ro w ave sa fe

Antes de cair apontava a seta para a mesa onde está o cristal ao lado da charlize, e para as duas chaves que apareceram na rua na expo em frente ao café dos girassóis,

Ant es dec air ap on t ava a s eta para a mesa onda est á o c r ista l ao l ado da c h ar l ize, e para as du as c h ave s q ue ap ar e ce ram na rua na e x poe m fr en te ao ca fé do s g ira ss o is,

Os poemas de fernado pessoa, estas fotocopias estavam em cima do braço da chaise longa de meus avós, quando ela, na parte que se eleva faz um anzol que é um começo de uma cornucópia no sentido do relógio, e uma zoom que está assim meia saída da estante reproduz a mao de Madona, a sua posição é semelhante, e indica, que o zo do om será então dum dos referências nos poemas ingles, antinuos inscriptions epithalamium trinta e cinco sonnets e dispersos,

Os poe ema sd e fernado pessoa, eta s f oto cp ia s est ava am em c ima do br aço da c h a ise longa de me us avó s, q ua ando el a na pr te q ue se el eva f az um e zi l q ue é um co me ç o de uma co rn u co pi ano s en tid o do r el o gi oe uma zo om q ue est á as si m emi s aida da est ante r ep ro d uza mao de m ad donna, a se ua p os siç sao é semem l h ante, e indica, q ue o zo do om se rá en tao d um dos r e fr en cia sn os poe ema sin g l es, ant in u o si ns c ru pt tio ms e pi t h ala mi um t r rin te e c inc o son net ts e de is p ero s,

Edição bilingue com prefacio , variantes e notas de jorge de sena, edições ática, Lisboa, Adolfo f o ca dos sa is do monteiro, o ss primeiro do traço de cinquenta e quatro primeiro, e do jose blanc de portugal, anal e tico do traço da estrela de sessenta e oito

E id dc sao bi li n g ue com pr e ap s oto dez f ac cio , v aria n te sw en ota sd e jorge de s en a, edi ç o esa sati ca, li s bo, ad o l fofo ca dos sa is do monteiro, o ss p rim e iro do t r aço dec in q u en ta e q u t ro p rim e iro, e do j o ´ se b l anc de portugal, anal e tico do t r aço da est r e la de se s senta e o it to

jzeeh, principe do homem zorro do ee homem, ou seja do homem do eletrico

y bt k t r vs, delta da bt kapa cruz rata vaso serpente

l g y p oie ,primeiro passaro do anzol do Y ip po ie

acrescento

A minha factura do pingo doce de hoje assim reza, estrela do percentil do pao de mistura trigo do circulo de sessenta, estrela do percentil serpente maça p do quadrado vinte e cinco circulo do angulo do circulo de setenta e quatro, total volumes, dos dois circulos do primeiro da tríade do quarto, volumes dois euro primeiro de trinta e quatro, atendido por Adriana silva segundo do circulo da estrela de cinquenta e um, do vinte e um, das laranjas, segundo do circulo do oitavo do nono do primeiro quadrado, quim ze do circulo do terceiro, duplo circulo do vinte um do triplo circulo do segundo do circulo de agosto de oitenta e dois, iva incluído

Am min h a f ac tura do pi n go do ce de h oje as si m r e za, est real do pe rc en t u l do pao de m is tura t rig im do circulo de sessenta, est r e la do pe rc en til ser pente maça p do quadrado vinte e c inc o co rc i dez do am gula do primeiro do circulo do circulo de sete nat e quatro, t ota l vo l um es, dos do is circulos do primeiro da t r ian de do q ua r t o, vo l um es do is eu ro p rim e rio de trinta e q au t ro, a t en d id o por ad riana silva am se gun do d o cir cu dez da es r e lea de cin q u en ta e um, do vinte e um, das al r anja s, se g un do d o circulo do p ota avo do nono do primeiro q au dr ado, quim ze do circulo do t rec eiro, duplo circulo do vinte um do t rip dez circulo do segundo do circulo de agosto de oitenta e do os, iva inc lui id o

A de ontem dizia estrela do percentil novilho angus pojado segundo do quadrado do seth, estrela do percentil pao avo pequeno de oitenta gato do circulo de setenta e dois, do ze percentil do fiambre finas p do quadrado dois, dois, cinco, do primeiro de oitenta, t ota primeiro do quadrado de noventa e oito, vo l um es da tríade eu ro vinte da cruz roco quim ze do circulo do segundo, a tem dida Adriana silva, do ze do seis circulo do sessenta e um, segundo do duplo circulo do oitava do treze, dezoito dos dosi circulos de cinquenta e oito, duplo circulo do vinte e um, do triplo circulo do primeiro do circulo do oitavo do vinte e oito


Ad e on te m di z ia est r e la do pe rc en til no vi l ho angus po jad o se gun do d o q ua dr ado do seth, est r e la do pe rc en til pao av o pe qq ue en no de o it en ta gato do circulo de set n ta e do si, do ze pe rc en til do fia am br e fi ina s p do quadrado do is, dois, cinco, do p rim eiro de oitenta, tota primeiro do q au dr ado de n ove en t a e oito, vo l um es da t riade eu ro vinte da cruz roco quim ze do circulo do segundo, a t en dida ad rie na silva, do ze do seis circulo do sessenta e um, segundo do duplo circulo do oitava do treze, dezoito dos do si circulos de cinquenta e oito, duplo circulo do vinte e um, do triplo circulo do primeiro do circulo do oitavo do vinte e oito

p ka l homem do bu, segundo vaso