terça-feira, setembro 16, 2008

obama numa foto retirada do yahoo, já publicada em sequencia

o frame que mais proximo da narraçao da de cima correesponde ao trajecto do vinte e oito, no cimo da rua vitor cordon em lisboa, onde se passaram parte do visto relatado no texto anterior, e onde se ouve no video igualmente aqui já publicado, o som de dois pings, que para alem de a palavra referenciar em exacto, o seu conteudo no campo das palicaçoes informaticas na rede, s om é como o que se ouve num sonar de submarino em modo de silencio

pala vaso ra refer rec ni ar em x cat circulo do om é c omo n um sonar de aguia segudno marino em mode de si l en cio cia


e, e ts, esta imagem se clarificou na minha conciencia, co nsi cie n cia, pois tivera ela um primeiro eco que alguém, al gume, assim ao meu passar na rua do patrocinio me mostrara ao lado de um vespa de prata, p rta, um rapaz, ra p za, que ali estava sentado com um camisa assim às riscas, e com uma luva de cabedal de inverno enfiada na mao, que me remeteu pelo sincronismo na analise dos desenhos, sd, da teresa dias coelho, e de outras leituras, para o vinte e quatro horas, veisca g or as , tadeu e letria, contudo depois se me afigurou na distancia da leitura destes primeiros elementos, que a imagem é referencia muito semelhante a este senhor que assim ia no electrico, el e ct rc cio, numa altura, noventa e quatro, ou noventa e cinco, em que ainda não existiam, e sis t iam, assim tantos telemoveis, como a dizer a mao negra da vespa que ia no electrico ou que corresponde ao local, primerio do circulo do vaso dao cale, as gentes que ontem na rua ao passar com este preciso ponto do seu trajecto relacionei

pop up remete para uma serie de televisao que a sic produziu e que fora feita por uma produtora de um rapaz que de repente muito cresceu no panorama audiovisual nacional, um tal rui , q ua q lu e r, qualquer coisa, em cuja produora um dia fizemos um pré montagem, que muito mal correu, e fiquei, fi q eu i, eu com má imagem profissional do rapaz, relacionado, real cio n dao, com a produçao, por du sao, do t al magazine de moda que a barbara apresentava, ap r es net ava, e cujo carro, um alfa romeo prata descapotavel, d esca pt ove l, em negro, me g ro, numa garagem subterranea, era o generico, como se fosse da produtora, ora estando este rapaz ligado a sic, e tendo agora aparecido no texto anterior, poderá entao estar, es t ra, t a m bem ligado ou trazer relaçao, el ac sao com as empresas dos pings

circulo do duplo vaso do delta do si, ou circulo do vv do Y si, sendo vv, vaso de vingança

trás bela musica a teresa em sua casa, dei como cd novo do cohen com o glass e o pus a tocar enquanto ia lendo as letras, que belíssimo trabalho, sua voz a narrar, Oh Meu Deus como é bela, profunda, meiga, tudo em diagonal, nos poucos silêncios que com ela tivera, todo um pouco em diagonal e mesclado como sempre o é, ficou-me no coraçao pedaços de versos, que agora dormia vinte horas por dia e que usava as restantes para telefonar a gente importante do mundo, sorri por dentro ao dizer deste belo e tanto amado monge, de um história de amor, com um mulher salvo erro em paris, que voaria para ela e suas longas pernas, ele, o que carregava a maldição de amar a todas as mulheres, ou melhor dizendo, a mar a Senhora em todas as senhoras, um fiel de mao r amor,

t rá s bia am mu sica a teresa em s al ac asa, de i c omo cd n ovo doc oe h n com o g l ass e o p usa t oca ren q u anto e ia l en do as le t ra s, q ue be l iss imo t r aba alho, s ua v oz ana rr ar, o h m eu desu co mo é be la, pro fun da, me i ga, t u do em dia g on al, no s p o u cos si l en cio s q ue com el a tie v ra, todo um p o u co em dia g on al e me s c lado co mo se mp reo é, fi o cu do traço da inglesa me no cora sao peda aços de v ero ross, q ue agora dor mia v n te horas por dia e q ue usa ava as r es t ant es para tele f on ar a g en te i m porta ant e do mundo, s oo r i p o r d en t ro ao di ze r de st e belo e ta n to amado mon ge, de um h gi s tap ap s oto lo ria de amo rc om um mul her s al vo e r ro em paris, q ue vo aria para el a e s ua s l on gás pe rna sele, o q ue car r ega ava a m al di sao de ama ra todas as mul he r es, o u me l hor di zen do, am ar a s en hor a em todas as s en hor as, um fi el de mao r amo r,


aida estava ontem mais um pequenino barquinho muito belo ali em frente ao mna onde o vira pela noite, um bela casa em frente de rés do chao com luzes acolhedoras e grades não tanto em suas janelas, mais a frente uma senhora esperava meditando dentro de um jipe cheroke, a meu passar desligou o motor, mas não se moveu, quase pensei que seria um taxi aos braços de minha amada, mas se o fosse, um condutor, certamente me diria, sou eu que te vou a ela levar

aida est ava on te m maís um pe q eu nino bar q eu in ho mui to b elo al i en fr ente ao mna onda o v ira pe la noite, um be la c asa em fr en te de r es do chao com lu ze s ac o l he dora se g ra d es sn cão t na to em s ua s jane l as, ma isa fr en te uma sem hor a es pera ava med di t a n do den t ro de um j ipe che ro kk e, am eu pa s sar de s li g o u o m oto r, ma sn cão se m ove u, q u ase p es ne i q ue se ria um taxi aos br aços de min h a am ada, masse o f os se, um com dd u ot r, c e rta e mn te me di ria, s o u eu q ue te vo u a el al eva r

não s en hor a ard dente de m eu cora sao, n cão c rei o q ue pad e ce is de t al m al, as si mer aa c on versa, q ue co r ria na q eu le omen, o un aqui e eu la s vo ze s q ue se est en di am, pe la sd ua s i m agnes pe la ss ua s co rr e la ç o es dos inter te x to s v aria ado s, mui to s de l es ava ria ado sd os q ue pr e t en d ma anda ra a p esca o ua pesa car, à s v e ze s almas, in tie ero ros de o ut r os, para s ub is tu i t u i ra s sa us pr i fun da s c ul p as, e t alvez me p os sa a inda ajuda rp o is o u t ros e cos sed e ram com g en te q ue t ra s relaçao a fr anca , que será a potente, no dia de on te m, ant es de um b l ac k o u t te r me s mo ac on tec id o

outra imagem aqui reverba indirectamente em valmont, a da vanity fair onde a bela keira com seu arco e seta em dia recente me apontava o que aqui narrei, mas a imagem não é essa, mas sim a de um triângulo corporificado numa outra foto nessa mesma revistas dos bandidos do dn, a keira, sentada, a bela scarlett, deitada, mostrando suas perinhas reconchucudas que em dia recente aqui em letras de si mesmo dizia, muito gostar, e um rapaz, a seu lado, uma imagem de nudez das duas e de um quase meio despido, como uma cena de sexo a tres, insinuada, a reverbar agora em valmont que ontem na prateleira da teresa dias , me saltara logo à mao, n seguimento da boneca que vira em seu quarto

o u t ra i mage ema aqui r eve rba in di rec tamen que mente te em v al mont, ad a v ani t y fair onda dea be la k e ira com s eu arco e s eta em dia rec en te me ap on t ava o q ue aqui n ar rei, masa i mage mn cão é ess am as sima de um t r ian gula corp o rif i c ado n uma o u t ra f oto ness am es ma r e v ista sd os bandidos do dn, ak e ira, s en t ada, a be la sc ar lee t, de it ada, mo st r ando s ua s pe rin h as reco n c h u cu da s q ue em dia rec en te aqui em le t ra sd e sim me s mo di z ia, mui to g os t ra, e um ra p az, as eu lado, uma i mage m de nu dez das da us e de um q ss im mei o d es pe id o, como uma c en a de sexo a t r es, in sin u ada, ar eve r b a r agora em v al monte q ue on te mna p rate l e ira da teresa dias , me s al tara l ogo à mao, n se gui m en to da b one eca q ue v ira em s eu q au r to

caminhei da casa da teresa e desci até ao chiado, olhei a rua que desce para a vitor cordon, e onde em dia recente o cartaz do museu do chiado, onde mais uns bandidos estão, se alterara ao ler, como se falasse de bar de sangue e coisas assim, desci por ela e fui desaguar na vitor cordon, na rua do eléctrico vinte e oito, a ver o que o espirito me desvelava, caminhei para baixo, até a esquina onde o eléctrico começa a descer para abaixa, na parte baixa do largo das faculdade de belas artes, do belo restaurante em frente, a tagide, e da intersindical no outro lado do passeio

ca min he id a c asa da teresa e de sci at é ao chi ado, ol hei a rua q ue de sc e para a vi tor co r don, e onda em dia rec en teo do cartaz dom da mu seu do chi ado, onda maís un s bandidos es tao, se al te r ar aa o ler, co mo se f ala s se de bar de san g ue e co isas as si m, de sci por el a e f u id es a g ua r na vi tor co r don, na rua do el e ct ric o vinte e oito, a ve ero q ue o es pei r tio me de s vela ava, ca min he ip do para ba ix o, at é a es q eu ina onda o el e t rico coco m eça a de sc e r ap ra ab a ix a, na p arte ba ix a do l argo da s f ac u l dade de be l as art es, do b elo r es tia t ante em fr ente, a t a gide, e da in t r es sin di c al no o u t ro l ado do pa s seio

ah amada que bela a lua estava cheinha branca e se levantar, as gentes com o espirito nela pelas ruas que belo estava a atmosfera do final do dia e deste principio da noite, do sitio da esquina onde agora feita lua te via, estava ela por cima da câmara municipal de lisboa, e a mensagem era clara, pois a lança do pau da bandeira nacional estava entrando nela como se a espetasse,

a h am mad ad a q ue be la a l usa est ava che in h a br anca e se l eva n t ar, as g en te s com o es pei e i to ne la pe l as ruas q ue b elo est ava a at mo s fera do f ina l do dia e d este p rin cip i o da mo ite, do si ti o da es eu ina onda a g o ra fe i ta l ua te v ia, est ava e lea por c ima da ca mara m in u cip al de l is boa, e a m en sage me r a clara, p o isa l anca do p au do bandeira na cio n al est ava en t r ando ne la co mo sea es peta s se,

ao lado estacionado um pequeno fiat cinquecento amarelo como o que eu um dia oferecera a mae ladra de meu filho, um lenço amarelo as bolas vermelhas, em seu encosto da cadeira do condutor atado e um outro azul com guizos, o amarelo reverbou no imediato, num outro que meu filho trouxera assim em exacto pintado do colégio moderno e que aqui o pusemos na cabeça de um cavalinho de pau de brincar, o carro me falou de ll , de dois ângulos do brasil do grupo do chico buarque feitos em décadas antigas, ou seja relacionado com os aqui já no livro abordados, o x mor em oitenta e quatro, grupo do chico do br, chico la os

ao l ado est ac cio n ado um pe q u en o fi at c on q eu cento am ar elo co mo o q ue q u ee u um dia oo fe rec e ra a mae l ad ra de me u fi l hp, um l en co am ar elo as bolas vermelhas, em s eu en co ns to da cade ira do com du tor at ado e um o u t ro az u l c om gui zo s, o am ar e lo r eve r b o un o imediato, n um o u t ro q ue me u fi l ho t ruze ra as si m em e x cat o pi n t ado do colégio moderno e q ue aqui o p use mo sn a cab beça de um c ava linho de p au de br inca ro car ro me f al lou de ll , de do is an g u l s o do br as il do g rup o do chico b u r a q ue fe it os em dec ad as an te i gás, o u seja r e la cio n ado com os aqui j á no l iv ro ab o rda dad os,

o chico buarque, ou o chico do da praia de buarcos, do grupo do soares, ou ainda o chico espanhol que será então dos socialistas espanhóis, agora se desvela como sendo o chique da rac da bia, di

o chico bia rac ue, o u o chico do da paria de ba ua arco sd o g rupo do soares, ou a inda o chico esa pn hol q ue se rá en tao dos soci al ista s es p na ho is, agora se de eve vela la co mo s en do o chique da rac da bia, di, o arco da rac hel do ira q ue

depois fui descendo a rua e de novo a subindo até chegar ao ponto que obama na foto do eléctrico me fazia corresponder, ao trajecto do video do eléctrico, e me espantei, como não podia deixar de ser, pois ali do outro lado da rua, lá estavam, a atlanta filmes, a medeia filmes, e clip filmes, ou seja o bando do paulo branco e as ligações a frança via cinema francês, as ligações a franca potente a ressoar, no texto do din dos bandidos do dn, sobre a diane da garras

dep o is f u id es c en do ar ua e de n ovo a s ub indo at é che g ra ao ponto q ue obama na f oto do el e t rico me f az ia co rr es ponde ra o t ra ject o do v id e o do el ct rico, e me es p ante i, co mo n cão p o dia de ix ar de ser, p o is al id oo u t ro l ado da rua, l á est ava am, a at l ana t a fi l me ns, a m me di e ia fi l mes, e c lio p fi l me ns, o u seja o ban do d o p au dez br anco e as l i g aç o es a fr anca v ia ci n ema fr anc es, as li g aç o es a fr anca p ot en tea r esso ar, no texto do din dos bad n did os do dn, s ob rea di ane da garras do kruger

e ainda um outro logo, com um perfume estranho que masi tarde na volta em outra empresa da mesma natureza se reflectia, aqui era o top móvel, ou seja sons para telemóveis, e uma empresa de advogados que trás em seu símbolo a balança desequilibrada, levantando a espada, ali li, mp circulo um li ponto do seus gato do duplo vaso e rato ge do ll we e ll da ler, do outro lado da rua, onde o obama está, e onde em meu video, se encontra a carrinhas mitusbishi e se ouvem os dois sons como pings, ou seja do sistema dos pings feito pela net, temos o sindicato dos trabalhadores dos serviços de portaria, vigilância, e actividades similares, s az, do hexágono primeiro euro do traço do percentil anda quim zé, tríade do nono de noventa e tres, top móvel, i to u ch movi visto, portugal sexto espanhil, chez degrut h a w di t ale p j ab y progr, fi or gi t te bart h ol d y, vitor cordon, ou vitor do cardan, ou vitor das transmissões, ou vitor ainda, o do cinema, c li zorro g ro o me fla ane pr

e a inda um o u t ro l ogo, com um pe rf u me est r anho q ue masi t arde na vo l ta em o u t ra em presa da me s ma na ture za se r efe l ct ia, aqui e ra o to p m ove l, o u seja s o ns para tele m ove ise uma em presa de ad vo gados q ue t ra se ms eu s im b olo a bala anca de si q eu i libra ada, l eva n t ando a es pada, al i li, mp circulo um li ponto do seus gato do duplo vaso e rato ge do ll we e ll da ler, do outro l ado da rua, onda o ob am a est á, e onda em me u v id e o, see c non t ra a car r in h as m it us bi sg hi e se o uve m os do is s o ns co mo pi n gs, o u seja do sis t ema dos pings fe i to pe l anet, t emo s o sin di cat o dos t ra aba alha dor es dos ser vi ç os de pro ta ria, vi gi l na cia, e ac t u v id ad es si mila r es, s az, do he x a g on o pr ime iro euro do traço do pe rc e b t u l anda quim zé, t r iade do nono de noventa e tres, top m ove l, i to u ch movi visto, portu g ak sex to es p na hil, che zorro de gato rato vaso da cruz do home da primeira do duplo vaso di da cruz da ale do pj ab delta do progr, fi or gi cruz da te bart quarto cruz home do circulo do primeiro vesica vitor cordon, ou vi circulo do tor do car dan, ano, circulo do vaso do vi tor das t ratas das as miss circulo es, circulo do vaso do vi to as serpente do ian dao dc ine ema, circulo do li zorro g ro o me f la a ne do pr

perto do restaurante da grute, ou da gruta dos franceses, certamente a di do paulo branco, que agora ecoava em vago tambem no fogo no túnel da canal, a flora dos duques de bragança a real vinte ou segundo do triângulo de fogo st estrela dupla pp do jo do ww de noventa e tres, do circulo do nono do angulo quadrado do seth de sessenta e cinco da di yamaha, arco do x chez degroute, palm rata e cruz ra futurism, segundo do treze do de oitenta elevado, ao quadrado, dj p sc waves do b cinquenta e dois, que fora tambem uma navegação que me aparecera nos cios em salema, vaso maior em setenta e nove, espiral de italia, e depois um outro estranho perfume num café fechado, ciber inca tele p ac do sindicato dos jornalistas, cruz a principe da bica sj, Olhão pizza, abrunheira car

ponto do ero do restaurante da gata rute, ou da g ruta dos fr anc es e s, ce rta em n tea di p u alo branco, q ue agora e coa ava em v a g o ta m b em no f ogo no t un al da c ana l, a flora dos duques de bara gan ç a c asa real cin te o u se gun do d o t r ian gula de fogo st estrela dupla pp do jo do ww de noventa e tres, do circulo do nono do angulo quadrado do seth de sessenta e cinco da di yamaha, arco do x chez degroute, palm rata e cruz ra futurism, segundo do treze do de o it en at el eva ado, ao q au dr ado, dj p sc waves do b cinquenta e dois, q ue f o ra t am b em uma n ave g ac sao q ue me ap ar rec ee ra nos cios em sal ema, vaso maior em set e n ta e nove, es pei ra l de u t a lia, e dep o is um outro es t r anho ep r f ume num ca fé fe c h ado, ci be r inca tele p ac do sin di cat o dos jornalistas, cruz primeira principe da bica sj, olhao p oz za, a do ab ao br unhe ira car

depois fui à rua que meu coraçao e meu pensar me dizia para ir ver, pois muito me tem aparecido nas ultimas letras, a da emenda, a rua da emenda, assim la li

d ep o is f u i à rua q ue me u cora sao e me u p en sar me di z ia para ir ver, p o is mui to me te m ap ar e cid don as u l tim as mel t ra sa da e m en da, a rua da e mn da, as si m la li

muu, assim grafado com dois uu, ou mario, ou maria do maior comboio, ou o maior do bum do comboio, do traço do ifp, instituto novas profissões, la don quadrado do sex to dina mic tracking abrunhosa, a muu do sessenta e nove, , renescence automóveis antigos, ou seja do grupo do rio , da história dos clubes automóveis, renaiscence, reflecte a menina rainha dos escoceses que aqui em portugal se reflectia na lou que mora na régua, ou por aí, muu, é uma loja onde de lá vi sair, um dos bandidos de outro bando dos tres ou dos quatro, o ex maquina, daquele que me pediu desculpa em dia recente na fabrica da pólvora, que é onde os bandidos a devem fazer, e do raul cunca, do marco e do zé viana, raul cunca ecoava ali ao fundo da rua da emenda em seu principio, na casa dos caminhos de ferro de benguela, masi uma vez os tigres a aparecer, neste caso da india, ou relativos aos acontecimentos na india, a morte de bhutto

muu, as si m g rafa ado com do is uu, ou mario, ou maria do maio rc comboio, o u o maio r do bum do com boi o, do t ra ç o do ifp, i ns titu ro n ova s pro f iss o es, la don quadrado do sex to di ina mic t rac king ab r un h o sa, a muu do se s senta do en ove, , r en a sic en ce au tom ove is ant i g os, ou seja do g rup o do rio , da h os tó ria dos c lu bes au tom ave is, r en a is c en ce, r efe l ce tea menina rainha dos es co se ze s q ue aqui em por ti gal se r efe l ct ana lou q ue mora na régua, ou por aí, muu, é uma lo ja onda de l á vi sa i rum dos bandidos de outro bando dos t r es ou dos q ua t ro, o ex m ac h ina, daquele que me ped i u de sc u l pa em dia rec en te na fabrica da p ol vo ra, que é onde os bandidos a d eve em f az e r, e do ra u l c un ca, do marco e do zé viana, ra u l cu nc a e coa ava al i ao f un do da rua da emenda em s eu p rin cip io, na c asa dos caminhos de ferro de b en g eu la, masi uma ave zo s ti gre sa ap ar ce r, nest e c as o da india, o u r e l at ivo sao s ac on tec ie mn to sn a india, a m orte de b h u t to

set segunda dita vinte e se is norte técnica la vaso quadrado da estrela do circulo do segundo c na cruz circulo do quatrocentos e sete mer auto w anto gl do ponto pt cp dos caminhos de ferro de benguela, vesica entre losangos do dezassete do traço do primeiro quadrado a homem al circulo do angulo che evora ponto rosa areosa seat,

set se gun da dita vinte e se is norte tec nica la vaso quadrado da est r eça do circulo do segundo c na cruz circulo do quatrocentos e sete mer auto w anto g l do ponto pt cp dos caminhos de ferro de b en g u lea, v e isi ca entre lo san gulas do dez a sete do traço do prim e iro quadrado a homem al c ric u dez do angulo che evora ponto ro ra a reo sa seat,

e flint, uma outra empresa de comunicação , rato dez trinta, ste ni circulo imediação mobiliaria leiria e nascimento, terceiro do quadrado do set de sessenta e cinco do vinte e cinco gil auto as cm a de oitenta e nove po do circulo dos dois traços sobre o primeiro vaso da serpente do homem da foice do rá serpente do anzol luxus em apostolo mna mar trans paulo felix s em dt v ur e rato terceiro da epal do polo do gi da tecniarte, teresa monteiro limão da tura de oitenta e dois, terceiro da estrela venda a dinheiro me w do circulo do ze ar primeiro varte do vaso circulo kapa menor igual rato do primeiro asterisco, aqua seis sharp dez de oitenta p dv do terceiro do phanteon, grecia, duplas traide do segundo do terceiro, x maior honda, ros e foice do x na onda de noventa e quatro, muito do segundo em oitenta e oito, do bar do rá do dezasseis da onda do x, pedro lamy, massachuti apostolo da serpente cruz branca e vermelha, william lawson, sexto x de setenta e cinco circulo ml, experiências, sonhos e aventuras planeta douro, cruz é x ro dj e y vi dia cake be

e f l in t, uma outra em presa de co m uni caçao , rato dez trinta, ste ni circulo i me dia ac sao móbil i aria lei ria en as ce i mento, t rec e iro do q au dr ado do set de sessenta e c on co do vinte e cinco gil auto as cm a de oitenta e nove po do circulo dos dois traços sobre o primeiro vaso da serpente do homem da foice do rá serpente do na z i l luxus em a pao st olo mna mar trans paulo felix s em d t v ur e rato t rec e iro da epal do polo do gi da tecniarte, teresa mone in te iro li mao da tura de o it en a t e dois, t rec e iro da estrela venda a din he o r me w do circulo do ze ar primeiro varte do vaso circulo kapa menor igual rato do p rim e iro as te r isco, aqua seis sharp dez de oitenta p dv do t rec e iro do phanteon, duplas traide do segundo do t rec e iro, x maior honda, ros e f o cie do x na onda de noventa e quatro, muito do segundo em oitenta e oito, do bar do rá do dez as e is da onda do x, pedra o lamy, massa ac h u ti ap ps os t olo da serpente cruz branca e vermelha, william lawson, sexto x de sete n at e co inc o circulo ml, es pe rie en cia s, son h os e ave n turas p l an eta do ur o, cruz é x ro dj e y vi dia c ak e be

um dos pop up associados ao site do nymbopolis, que muito aparece com o símbolo de dois peões do jogo da gloria e outro semelhantes e que é tambem símbolo dos chats, e que ontem tambem me aparecia ao voltar a casa, pedindo o numero de telefone, actualização, é exactamente desta empresa, que no disclaimer, diz serem conteúdos eróticos para moveis

um dos pop up as soci ad os ao site do ny m bo da polis, q ue mui to ap a rece com o s im b olo de do is pe o es do h j ogo da gloria e o u t ro semem l h ant es e q ue é t am b em s im b olo dos c h a ts, e q ue on te m t am b em me ap ar e ceia ao vo l tara c asa, ped di dn do on um ero de tele f one, ac tua liza sao, é e x cat am que mente de sta em presa, q ue no di sc la i mer, di z se rem c on te u do ero ro tic os para in te r net

dois homens encontrei eu ontem na volta a pé pela cidade, o primeiro quando foi a cas da teresa dias, o rapaz do bloco de esquerda, oo luis fazendo ali ao pe da escola dos meninos, estranha expressão ali se figurou no momento do cruzamento, e fazenda e ou fazendo , tem tambem sido nome que muito aparece nestas letras, depois a teresa me desvelou que namora o miguel portas vai para quatro anos, lhe perguntei eu, e o rapaz tem bom coraçao, que sim, insisti, de certeza, que sim outra vez, eu lhe disse, aquele grupo de esquerdistas ou lá o que é, trago muitas duvidas, vejo sempre muita agressividade e resaibamento, e por ali à teresa fiquei, não lhe desvelei o file inteiro que trago sobre os oportunismo do miguel portas, um político dos toxico dependentes da política, se lhe a tirassem a ele e a outras, morriam todos , certamente, sem saberem o que fazer, o outro foi o rosado fernandes, ali no chiado, quand me reconheceu , fora susto o que sua face desvelara, como a dizendo sem dizer, que sua consciência face à minha pessoa, não está tranquila, estas bestas todas das merdas de políticos corruptos e abusadores de criança, criminosos, e bandidos a solta, morram todos, é o que vos desejo, e rápido de preferencia!

Do is h ome ns en c on t rei eu on te mna vo l ta a p é pe la cidade, o p rim e iro q u ando f o ia cas da teresa dias, o r ap az do b l oco de esquerda, oo l u is f az en do al ia o ped a es c ola dos meninos, es t r anha e x press sao al ise fi g ur o un o mo m en to do c ruza m neto, e fazenda e ou f az en dote m t am b em sid o no me q ue mui to ap ar rece nest as al e t ra s, dep o isa t r es am me de s velou q ue namora o mig u el portas v a ip para q u at ro ano s, l he e pr gun te i eu, e o ra p az te m b om cora sao, q ue sim, in sis ti, de ce rte za, q ue simo u t ra ave ze u l he di s se, a q u le g rup ode es q eu r di st as o u l á o q u e é, t rago mui t as du v isa s , v e jo se mo p re mui ta gara s si vi dade e r ess a iba m en to se por al i à t r es a fi q eu i, n cão l he de s v e lei o f ile in te iro q ue t rago s ob reo s oport uni s mo sd o miguel portas, um poli cio dos t xico de pen det es da poli tica, se l he a t ira ss ema el ee a o u t ra s, mor r iam td os , ce rta mente, s em s ab e remo q ue f az ero o u t ro f oio rosa dao fernandes, al i ni chiado, q u and me reco one h ceu , f o ra s us to o q ue s ua face de s vela lara, como a di zen do s em di ze r, q ue s ua co ns cie en cia face à min h a pessoa, n cão est á t ra n q u ila, eta s bes t as todas das mer das de poli tico s co rr up rose ab sua dor e quadrado da serpente de c ira n sç a, c rim oni os, e bandidos a sol t am or ram todos, é o q ue v os de s e jo, e rá pido de pr efe ren cia!

Seus filhos da tremenda puta, cruzam-se comigo e nem uma palavra tema para dar, a fazer a confissão de como vossas maos estão manchadas de sangue e de misérias , da enorme miséria que vai neste pais, seus cabrões manhosos, já que não me falaram nem mesmo me cumprimentam, digam lá se entre vós, separados ou em grupo, são so enormissimos filhos da puta cobardes, que cobrem a puta que me traz o filho roubado, e me digam como deputados que são porque me trazem negados meus direitos de cidadania, quem pensais ser, seus filhos da puta, como se não me conhecessem, cabrões, inferno com vós e os vossos, é o que no mino mereceis!

Se us fi l h os da t r emenda puta, c ruza am do traço da inglesa se comigo e ne m uma pala vaso ra t ema para d ar, a f az e rac on fissão dec omo ovo vo s sas mao s es tao man cha ada sd e san g ue e de misé ria sd a emo r me mise ria q ue eva i nest e pa is, se us c ab ro es man h os o sj á q ue n cão me fala ram ne m me s mo me cu mp rim en tam am, di g am l á se en t re vó s, s epa r ado s o u em g rup o, são s o en o r miss i mos fi l h os da puta cobra d es, q ue cobre ma puta q ue me t ra zo fi l ho ro ub ado, e me di g am co mo de puta ados q ue são por q ue me t ra ze m ne gados me us di rei to sd e cida dan ia, q eu m p en sa is ser, s eu s fi l h os da puta, co mo se n cão mec on he ce ss em, c ab r o es, inferno com vó s e os v ossos, é o q ue no m ino mer e ce is!

E continua, pois até um apagão ontem à noite fizeram, um eco da star, assim me disse o espirito, logo, e masi me desvelou a lua cheia na noite....

E ainda mais informação sobre os pseudo acidentes do comboio e da queda do aviao na russia, empate a um a um, não é verdade bestas, todas, as que o são, e mais uma morte que aqui em v es pera se anunciou, a de um motard

E a inda maís in for maçao s ob reo s ps eu do ac inde t es do com boi oe da q eu da d o aviao na russia, em pat e a um a um, n cão é v e r dade bes t as, todas, as q ue o sao

pt y serpente p quadrado d pr

gato kapa bd y l y gato nono
Visitando a teresa dias coelho,


À saída o elevado do prédio fez uma gigasosa que lhe será habitual, como é em elevadores antigos, era a quarta vez que tentava subir depois de ter saído de sua casa, desta ultima por que me apercebera que deixara lá meu isqueiro

À s aida o el eva ado do pr é di o fez uma giga s o sa q ue l he se rá h ab bit ual, co mo é em lee eva dores ant i g os, e ra a q u art a ave z q ue t en tata ava s ub o r dep o is det r e sa id dao de s ua c asa, de sta u l tim a p o r q ue me ap e rc e be ra q ue de ix ar a l á me u is q eu iro

O elevador parava entre o quarto e o quinto, entre o terceiro, tambem, depois tentei descer ao rés do chao, reparo numa forca feita em aço no primeiro que prende a porta, ao que parece assim está há muito tempo, ficava sempre ele parado com degrau acima ou abaixo do patamar,

O el eva dor para ava en t reo q u art oe o quin ny y to, en t reo t rec e iro, t am b em, dep o is t en te id es ce ra o r es do chao, r epa aro numa f o rca fe i ta em aço no p rim e iro q ue pr en dea porta, ao q ue pa rece as si m est á h á mui to te mp o, fi c ava se mp reel e para ado com de g r au ac ima ou ab a ix o do pata mar,

A boneca cujo padrão se reflectira no comboio do pseudo acidente da california, a vi em sua cas, é um boneca de sua infância, tem nome, lili, e é parisiense, estava cheia de pó em seu cabelo como uma patine, ou a indicar que hoje, esta lili, ou liliht, será bastante mais crescida, do que a bonequinha representa, ao pé dela repousava um mao em ferro muito bela com desenhos em sua palma

A b one eca cu jo padrão se r efe l ct ira no com boi o do ps eu do acide dente da california, a vi em s ua cas, é um b one e ca de s ua in gan cia, te m no me, lili, e é pari si en se, est ava che ia de p ó em s eu cabe elo dez co mo uma pat ine, o ua indica car q ue h op je, est a lili, ou lll i h t, se rá b as t ante maís c r es cida, do q ue a b one quin h a r ep r es en ta ao p é de la r ep o usa ava um mao em ferro mui to be la com s es ne ho s em s ua p alma

Na estante dos dvd, um de seguida me deu a o fio seguido, valmont, milos formam, uma história de apostas entre dois homens, sobre sedução com vista a desflorar uma menina que com um homem se vai casar, olho seu verso, e nele leio, a condessa, uma me subiu a consciência, das ultimas aqui evocadas, num escutado em dialogo pelo espirito sobre um sentimento de amor, quase raiando a esquizofrenia, um omem que nascera numa imagem da fanny ardent, com o paulo prazeres, por debaixo, numa revista de tv de um jornal, e me recordo da sua presença em lisboa, no d maria, os toiros infectados e agora em dia recente mais um escândalo publico, o ex director do teatro, com um prejuízo de dois milhões de contos e actas das reuniões que tudo tinham menos assuntos de tetaro, assim rezavam os jornais, de masi um bando de terroristas das artes de todas as dependências e vassalagem ao poderes políticos, ou mesmo quem sabe mais um grupo de bando dos quatro, masi um quadrado que são muitos, nesta história

Na est ante dos dv ds, um de se guida me de ua o fi o se guido, v al monte, mi pr rim e mr rio circulo da serpente do for mam, uma h os tó ria de a pao sta s en t re do is h ome ns, s ob re sed u sao com v ista a de s flora r uma menina q ue com um h ome m s e eva i c asa r, olho se u verso, ene le lei o, ac on de s sa, uma me s ub u ia co ns cie en cia, d as u l t ima s aqui evo c ad as, num es cut ado em dia lo go pe lo es pi rito s ob re um s en time en to de amo r, q use r aia ando a es q u i zo fr en ni ia, um omem q ue na sc e ra n uma imagem da fan ny ardente, com o p au lo pr az e r es, por de ba ix o, numa revista de tv de um jo rb n al, e me record o da s al ap r es en ça em l is boa, no d maria, os tori s o in f e ct ado se agora em dia rec en te maís um es can da lo publico, o e x director do teatro, com um pr e j u i zo de do is mi l h o es de contos e ac t as das r eu ni o es q ue tudo tin ham m en os as sun t os de t eta ro, as si m r e za ava am os jornais, de masi um bando de te r ros rita sd as artes de todas as dep en dec ia cia se v as sala ge ns ao p ode r es poli tico s, o u me s mo q eu m s abe masi um g rup o de bando dos q ua t ro, masi, it a l ino, primeiro quadrado q ue são mui to s, nest a hi s tóri a


A sombra que me aparecera aqui no escritório sobre o catalogo da exposição, é um bico de x acto da sombra ou das sombras que se terá projectado, e cortado sobre o jorge luis borges, u sobre a seu pais, na medida em que a terra tambem lá tremeu se bem me lembra a memória, hoje de manha, o espirito me acrescentou, há x num da decada de oitenta do grupo guedes e guedes, que me evocou na memória, um curto verso, que de alguma foram entronca nas histórias das seduções e no guião do valmont, of you want babies, welcome to david and david, the babies will be your´s the pleasure will bem mine

A s om br a q ue me ap ar ce ra aqui no es c rito rio s ob reo cat a ç lo g da e x p os sao, é um bi co de x ac to da s om br a ou das s om bras q ue se te rp ro ject tao, e co rta ado s ob reo jorge luis borges, u s ob rea s eu pa is, na med ida em q ue a terra t am b em lá t r em eu se b em me l em bra a me mor ia, h oje de manha, o es pei rito me ac r es cento u, h á x num da dec ad a de oitenta do g rup o guedes e guedes, q ue me evo co un a me mor ia, primeiro curto v e r s o, q ue de al g uam f o ram en t roca nas hi s tóri a s d as sed u ç o es e do v al do monte, o f y o u e ant b ab bi es, we l co me to david anda david, the ba bi e we ll be y o ur a ps oto lo st he p lea sure we ll b em mine
Donde esse x feito na decada de oitenta deverá ser o que se repercutiu num tremor recente, o ultimo que se deu na América latina

Don de ess e x fe i to na decada de oi t en ta de eve rá s ero q ue se r ep e rc cut ti un um t r emo r rec en teo ut l imo q ue sed eu na am erica la t ina

É x no p do k iss, fora assim que declinar um e-mail que lhe enviara de sua cas quando verificamos se o meu e-mail que lhe enviara depois do nosso encontro no jardim lhe chegara ou não, depois se percebeu a razão, o e-mail da pagina dela, não funciona

É x no p da kapa do iss, f o ra as si m q ue dec l ina rum e mao l q ue l he envi a ra de s ua cas q u ando v e rifi cam os se o me u ema i l q ue lhe en vi a ra dep o is don osso en c on t ro no jardim l he che garra o un cão, dep o is se pe rc e be ua ra za oo ema i l da pa gina de la, n cão f un cio on a

Hoje mais sobre este assunto li, pois o iss me ficara a vibrar entre duas leituras distintas, como duas declinações possíveis, uma primeira dos bandidos do iss, ou seja da segurança social, e das traficâncias que lá sempre me fizeram, e ainda no que primeiro na conversa me surgira que fora, o ics, onde estão tambem bandidos que roubam registos de obra para depois a universal editar em forma de piratagem com a cobertura dos outros bandidos da spa,

H oje masi s ob re este as sun to li, p o is o iss me fi cara a v i br ar en t re du as lei turas di s tintas, como du as dec lina ç o es p os s iv e is, uma p rim e ira dos bandidos do iss, o u seja da segur anca soci al, e das t raf i can cia s q ue l á se mp reme fi ze ram, e a inda no q ue p rim e iro na c on versa me s ur gira q ue f o ra, oo ics, onda es tao t am b em bandidos q ue ro ub bam am r e gi st os de ob ra para dep o isa universal e di t ar em forma de pira rat at ge mc oma c on be rt tura dos o u t ros bandidos da spa,

Entroncara num sonho de manha com um dos gaviões recentemente aqui citado, o mecânico da rua do borja que participou na tentativa de incriminação do acidente do citroen ax, que é imagem do embaixador, e da ritual, e dos fios recentes que aqui se desvelaram, nomeadamente com a presença da senhora rice, estava o homem, com um papel na mao no meio da estrada, como que querendo me mostrar , eu ia de carro, alemão, e sem paciência não lhe ligava nenhuma, passava-se isto na av da republica ali entre o galeto, e o iss, e antes numa situação semelhante na av fontes pereira de melo, marquês de pombal, ao pé também de umas instalações da segurança social, e masi acima onde era a a empresa da publicidade estatal da rtp, tambem aqui entrada no livro, a que era espanhola e que fora nacionalizada na chamada revolução à má fila

Em t rn cara num son h ode da manha com um dos g avi o es rec e n tee mn te aqui cita ado, o meca ni n co da rua do borja q ue par tic ip o un a t en t at iva de inc rim ina sao do acide dente doc it ro en a x, q ue é i mage m do em ba ix a dor, e da ritu al, e dos fi os rec en te s q ue aqui se de s vela ram, no me ad dame n te com a pr es enca da sem hor a rice, est ava o h ome mc om um pap el na mao no mei o da est ra da, co mo q ue q eu ren dom me mo st r ar , eu ia de car ro, al ema mao, es em p as ce i en cia n cão l he li g ava n en h uma, passa ava do traço ingles da se is to na av da r e publica ali en t reo gal e to, e o iss, e ant es n uma sita u sao sémen l h ante na av do fontes da pereira de melo, mar q u es de pombal, ao p é tam bd m de umas ins t al ç o es q da segur anca soci al, e masi ac ima onda e ra aa em presa da pub li cade est tat al da rtp, t am b em aqui en t r ada no li v ro, a q ue e ra es p na hola e q ue f o ra na cio na liza dana c h am ada r e v lu sao à má fi da ilha

Ecoa isto agora tambem, a faca nas letras, no consultório do pediatra de meu filho, e da imagem que lá em uma consulta se desvelou, vide nota no livro, o gato assanhado

E coa is to agora t am b ema faca nas letras, no co ns sul to rio do ped iat ra de me u fi l h oe da i mage m q ue l á em uma co n sul ta se de s velou, v id en ota no l iv ro, o gato as s na h ado

Hoje navegando, assim pelo espirito do encontro de ontem li, que kiss, é capa da dor da doll do ars, do arte do nono da galateia do com sarte lisbon pessoa da casa do fernado pessoa, dores, ou seja da ines, e tambem da gulbenkian, de alguém relacionado com a gulbenkian, agora tambem recentemente evocado com a imagem do zo do om, o blanc de portugal e o outro, kiss me mascara pr ice in cannadian dollars, perfect cosmetic, to do grupo onze fr ee do primeiro dt do traço de oitenta e seis , oitavo do sessenta e seis, a estrada, do triplo seth, do seis seis da dupla estrela, kiss me é mascara dn ca aa din dn dedo do circulo la doll da ars, ou da ar serpente, sendo que uma apareceu agora, a marta, e a outra , a ruiva do pp dos camionistas

H oje na vega gan do, as si m p elo es pi rito do en c on t ro de on te m li, q ue k iss, é capa da dor da doll do ars, do arte do nono da g ala teia do com s arte l is bon p es sa da casa do fernado pessoa, dor es, o u seja da ines, e ta am b em da g u l b en ki iam da manha, de al g eu m r e la cio n ado com a g u l b en k ua n agora t am b em rec en tee mn te evo c ado com a imagem do zo do om, o b l anc de pr u gal e oo u t ro, k iss me ma sc cara pr o ce in c anna di ian do ll ar s, pe rf e ct cos met tic, to dog rup o on ze fr ee do p rim e iro dt do traço de oitenta e seis , oitavo do sessenta e seis, a es t ra ada, do t rip lo seth, do seis se is da d up la est ra e la, k iss i me é mascara dn ca aa d u indo circulo la doll da ar s, o u da ar serpente, s en do q ue uma ap ar rec eu agora, am a rta, e a o u t ra , ar rui iva do pp dos cam i o ni sta s

Outros elementos do story board, que tive oportunidade de confirmar em viva voz com a autora, foram os seguintes, a face da senhora, é da virginia do lobo do farol do cabo espichel, as maos do pianista que toca o piano, é o litz, o frame dos reflexos da luz nas arvores, trás uma curiosa história, pois assim disse à teresa, este frame, é meu , e do video do eléctrico do vinte e oito, ali na esquina onde começa o tetaro na rua maria pia, onde eram as antigas instalações da polícia política, ela me disse, que era da gulbenkian, reflexos no lago da gulbenkian, que depois fizera as barra, porque perdera a paciência de todo, desenhar, donde a minha leitura, e de alguém da gulbenkian que trás relaçao com o teatro e que será uma espécie de pide de hoje, reflexos de lagos, muitos existem neste história , desde o clip da kellie minogue, até ao lago onde foi morta a rapariga portuguesa no brasil

O u t rose le mn t os do s tory boa rd, q ue t iv e oporto uni dade dec on fi mar em viva v oz com a au o ra, f o ram os se gui n te sa face da s en h ora, é da virginia do lobo do fa ro l do cabo es pi che l, as maos do pi ani sta q ue toca o pina o, é o li t zo fr ame dos r e f l e xo sd a luz nas arvores, t ra s uma cu rio sa hi s tóri a, p o is as si m di s sea acento à teresa, este fr am, é me u , e do v id e o do el ct ric o do vinte e oito, al ina es q eu ina onda com eça o t eta ro na rua mar ia pi a, onda rea am as anto gás i ns t ala ç o es da poli ca ip o l i tica, el am e di s se, q ue e ra da g u l b en k ina, r efe l x os no l a g o da g u l b en k ian, q ue dep o is fi x ze ra as bar ra, por q ue per de ra a p ac cie en cia de todo, de sen h ar, don dea min h a lei tura, e de al g eu m da g u l b en k iam q ue t ra s relaçao com o t e te ero e q ue s rá uma es pe cie de pide de h oje, r efe lex os de lago s, mui to s e x is te m nest e hi s tóri a , de sd e o c l ip da ki ll i emi ni g u ea té ao lago onda f o i mo rta a ra pa rig a portu guesa no br as i l

O ralo, o famoso e recorrente ralo, é um frame do filme do hicthcok, a morte no banheiro, a Ofélia no banheiro, o do balsemão, ou a mao da balsa, o tal objecto que parecia ser um rádio, e que depois e reflectira no cartaz do bando do pelicano no crash dos carros do grupo musical taxi, é afinal, um pedaço de um view master, ou seja , do copo dos pincéis do pintor, cuja calha do cavalete que se enfiara no olho da esquerda do view master, assim hoje pela navegação se complementava

O r alo, o f am o so e rec o r ren te r alo, é um fr am e do fi l me do h irc h cok, a m orte no ban he iro, o t a l on ject o q ue par e ceia ser u rá di oe q ue dep o ise r efe l ce tura no cartaz do bando do pelicano no c ra sc h dos carros do g rup o mu sic c al t ax i, é a fi n a l, um peda aço de um vi e w ma st te r, o u seja , do cop o dos pi n ce is do pi n tor, c u j ac alha doc ava leite q ue se en fi ra no olho da esquerda do vi e w master, as si m h oje pe l ana ce g ac sao se co mp le men t ava

os outros pedaços de faces que não reconhecera, são o kafka, e o próprio jorge luis borges, cuja parte da face me remete para um actor de telenovelas, que trabalhava com o nicolau, de olhos de peixes assim salientes, lábios carnudos, loirinho com cabelo já ralo, redondo, meio alemão de aspecto, cujo nome não me consigo lembrar, um homem que sempre achei estranho

os o u t r os peda aços de f ac es q ue n cão reco n he ce ra, são o k a f ka, e o pro pr rio jorge l u is borges, c u ja p arte da face me reme te para uma ct tor de tele ni velas, q ue t r aba alha ava cm o o ni co l au, de olhos de pe ix es as si m sal i en te s, l ab bi os car n u do s, loirinho com cabe lo j á r alo, red don do, c u jo no me n cão me co ns i g o l em br ar, um h ome m q ue se mp rea ac hei es t r anho

no final do meu passeio pela cidade, fora comer um hamburger à casa em frente ao iade, quando lá cheguei, um vidro na cas de decoração da esquina estava quebrado como que tivesse levado uma pedrada, e me subiu a memória os vidros partidos que vira na tapada das necessidades, ao lada das pedras, do acido e das vidas soviéticas, pedi à simpática menina que me atendia, é mais barato levar um happy neal, se assim é então me dê um happy meal, que é sempre melhor as refeições serem alegres, lá dentro me saiu uma garra de tigre, com um lápis que se enfiando no pulso as faz sair, garras brancas e uma espécie de view master, endangered animal, quatro circulo a sobre um monte, como uma pegada de um tigres, em mil novecentos sis e setenta e em noventa e seis da net do homem da pa pp da vesica da carne, me da al, do ponto europeu, nt do circulo quarto, o view master em cartão mostra dois alces do lado esu es esquerdo e um do lado direito,, do que se pressupõem ser do olho do tigre ou do horus da tigre, made in vietnam, cruz kapa do homem mc donalds, dos dois xx no duplo circulo da menina que olha o ecrã da net

no fi on al do me u pa s seio pe la cidade, f o ra co mer um ham b ur ge rà cas em fr ente ao iade, q u ando l á che g rei, um v id ro na cas de dec o raçao da es q e u ina est ava q eu br ado co mo q ue t iv ess e l eva ado uma ped r ada, e me s ub o ua me mor ia os v id ros par rid o as q ue v ira na t ap pada das necessidades, ao lada das pe dr as, do ac id oe das v id as s o vi etic as, pe di , e a s im pat i ca menina q ue me at en dia, é masi ab rata l eva rum h ap p y ne al, se as s om é en tao me de um h ap p y me al, q ue é se mp r e mel hor as r efe i ç o es se rem al e g ra s, l á den t ro me sa i u uma garra de tigre, com um l ap is q ue se en fi ando no p u l so as f az sa i r, garras br ancas e uma es pe cie de vi e w mas te ren dan ge red animal, q au t ro circulo a s ob re um monte, como uma pe g ada de um ti g r es, em mi l no v n ce ti se setenta e em n ove en ta e s u es m da net do homem da pa pp da vesica da carne, me da al, do ponto europeu, nt do circulo quarto, o view master em car tao mos t ra do is al ce sd o la do esu es q te r do e um do lado direito,, do q ue se pr ess sio em se r do olho do tigre ou do hor us da ti g r ema mad e in vi e t n am, c ru z kapa do homem mc dona l ds, dos dois xx no duplo circulo da menina q ue olha oe c ra da net

na factura assim li, que o fruto das sementes vermelhas é o teixeira do mar, circulo da serpente noventa e cinco, vinte e oito, dos dois circulos de cem, refe ut da par ren da te sis da cruz do principe, es rato da bp nc estrela circulo quarto, do duplo deus, setenta e sete, do sete, primeiro da estrela do circulo do sete da av d carlos primeiro, da gula do vi do primeiro sete do segundo da estrela do zé do duplo circulo da primeiras is boa, crc oeiras de noventa e cinco, vinte e oito circulo da serpente dos dois pontos , ou seja do cesto dos cem, ou seja em madrid, no me nc morada da fun coc i lo id trezentos e um da francisca, car dina al rec quinhentos e um , jeans, do trinta e um reg serpente quim ze do bar do rá do circulo do nono do bar do rá d sc sir da cir irc culo do segundo do duplo o in fi ni to, do vinte eu m, duplo quadrado da teresa, circulo turbo diesel it em ponto da venda iva t ota l primeiro mc muito expresso, do circulo de sessenta do ze do percentil total fi car , para da te sis inc primeiro iva do circulo de sessenta valmont

do primeiro sete do segundo da estrela do zé do duplo circulo da p rim e ias is boa, crc o i e ra sd e noventa e cinco, vinte e oito sic ru c lo da serpente dos dois pontos , ou seja do cesto dos cem, ou seja em madrid, no me nc morada da fun coc i lo id t r es en to se um da francisca, car dina al rec quinhentos e um , jeans, do trinta e um reg serpente quim ze do bar do rá do circulo do nono do bar do rá d s cir culo do segundo do duplo o infinito, do vinte e um, duplo quadrado da teresa, circulo turbo diesel it em ponto da venda iva t ota l primeiro mc muito es press o, do circulo de sessenta do ze do percentil tita al fi car , para da te sis inc primeiro iva do circulo de sessenta valmont

continua...

qaudrado da p le led ed da lu lui

cio jj kapa do vaso