terça-feira, outubro 07, 2008

Sabes amada, a rua da emenda, anda cheia de emendas, pois calhou por lá passar em dia seguido, ao que aqui te contei, e mais uma vez dei com um fantasma, a bem dizer não um fantasma mas uma pessoa de carne e osso, ali vinha ela num carro oficial azul do estado, quase de certeza do tal repartição do ministério dos bandidos das finanças, o tal que nem da bandeira nacional sabe cuidar, mas que ali se chama pomposamente como qualquer coisa para a inovação, se ainda tivessem uma bandeira, assim , em plasma a flutuar , ainda ia, um volvo, muito democraticamente sentada ao lado do motorista, é a rua assim estreitinha passeios incluídos, e quando dei por ela, ela deu por mim, desenhou-se um rápido susto na sua face, ao me reconhecer e virou muito rapidamente a sua face fazendo como se não me conhecesse, ali estava uma antiga colaboradora minha, que trás o mesmo nome de família do que o meu, mas que não é da minha família, a tal rapariga que foi depois trabalhar para o tal estranho marques da quinta dos azulejos do gato azul dos livros franceses, ou ser, mais gato negro, tanta mas tanta gente que trás a culpa estampada em sua face e que falta de tudo, de coraçao, de vergonha, ou mesmo de simpatia, que se tornou assim um valor de troca, sorriem os cães aos cães a troco de ossos vários e avariados

S ab es am ada , ar ua da emenda, anda che ia de e m en da s, p o is c alho up o r l á p ass ar em dia se guido, ao q ue aqui te conte i, ema si uma ave z de i c om um fantas ma, ab em di ze rn cão um fantas mama s da por me ira pessoa de car ne e osso, al i vinha el ano mc maior carro o fi cia l az u l do estado, q u ase de ce rte za do t al r epa r tição do mini s té rio dos bandidos das finanças, ota l q ue ne m da bandeira na cio n al sabe cu id ar, mas q ue al ise c h ama p om posa que mente como q ual q eu rc o isa para a ino ova são, sea inda ti v esse m uma bandeira, as si me m p l s ma a fi rte da lu do tua ra inda ia, primeiro vol vo, mui to demo c rat i ca que mente s en t ada ao l ado do m oto r ista, é ar ua as si m e ts rt e in h ap ass e i os inc lui do ze q u ando de ip o r el a, el a eu por mim, de s en h o u do traço da inglesa se um ra pido s us t na s ua face, ao me reco n he ce r e vi rp u mui to ra pida que mente as ua face f az e dn cm o se n cão me c on he c ess e, al i est ava uma na ti g ac ola bora dora min h a, q ue t rá s o me mo no me de f ami l ia do q ue om eu, mas q ue n cão é da min h a f ami l ia, at al ra pa rig a q ue f o id ep o is t ra b alha r para pt al es t r anho marques da quinta dos azul e jo sd o gato az u l dos livros fr anc es e s, o use r, mais gato negro, t anta mas t anta g en t e q ue t rá sa cu l pa es tampa da em s ua face e que f al ta de tudo, de cora sao, de v e r go n h ao u m em s ode si mp pat tia, q ue se ot rn o u as si m um v al c o r de t roca, so r rie mo s ca es ao s ca es a t roco de ossos v á rio sea ava r iad os

Espantoso como o destino sempre marca a hora certa, apv, para quem anda distraído , é abreviação do antonio pedro vasconcelos, o brochista mor do cinema português, donde deve ser ela uma das fontes que o alimenta sobre a minha figura e tambem elo de ligação as perseguições das finanças, a culpa que a menina trazia em sua face!

Esa apv pn t oso co mo o de s t ino se mp r ema rca a hor a ce rta, apv, para q eu m na da dd di st ra dido , é bar via sao do antonio pedro vasconcelos, o br roc h ista mor do cin ema portu gi es, don de d eve ser el a uma das fn te s q ue o al i m en ta se ob rea min h a fi g ur a eta t am b em elo dez de li g ac sao as per si gi ç o es das fi n aça ser pen te a cu l pa q ue a me nina t ra z ia em s ua f ac e!

e ad do x quadrado
Paraquedas doirados, feitos em ouro, se presume, sabes minha amada, que desse ouro a que chamam de ouro, não é bem meu ouro, o meu ouro é o Amor, e depois estive aqui a calcular um paraquedas feito em ouro, e cheguei sempre à mesma conclusão, que aquilo cai muito depressa, mesmo muito depressa e se estatela sem remissão a quem a ele pretender vir agarrado

Para q eu da s do irado s, fe it to em o u rose pr es u me, s ab es min h a am ada, q ue d ess e o u ro a que ch am de o ur on cão é b em me u o u ro, om eu o ur o é o amo r, e d ep o is es t iv e aqui a c al cu l ar um para q eu da s fe i to em o ur oe che g eu ise mp r e à me s ma c on c lu sao, q ue ki dos loo ca i mui to d ep press sa, me s mo mui to d ep r ess a e se es tate la se m r emi miss sao q ue a el e pr e t en de rá v ira a garra ado

Na realidade a bem dizer, mesmo antes de lhe darem um paraquedas doirado, já a acção dos pára-quedistas forçados ou não a abandonar os navios depois de terem abertos as válvulas no fundo por suas próprias maos, levaram como de costume muitos outros milhões ao fundo, portanto um paraquedas terá que ser muito grande e não de ouro, pois assim mais se apressa a queda de muitos mais

Na r e la id ad e abe m di ze r, me s mo ant es de l he da rem um para q eu da s do irado, j á a ac corte sao dos para q eu di ista s for ç ado s o un cão a ab ban dona ros no vi s o d ep o is de te rem ab e rt os as v al v u l as no f un do por s ua pro pr ia s mao s, l eva ram co mo de cos t u me mui to s o u t ros mi l h o es ao f un do, porta n to um para q eu da s te rá q ue ser mui to g rande en cão de o ur o, p o is as si m maís se ap r ess aa q eu da de mui to s maís

Depois no meio da conversa ouvi uma coisa abismal, uma pequena referencia, que apareceu e desapareceu, vinha numa só noticia, um dizer, que afinal as necessidades reais de cobertura do crédito tóxico como lhe chamam, deve ser por ele então que trazemos os problemas de poluição e das doenças todas nos corpo grande e consequentemente nos pequenos, era afinal e só de dois ponto um milhões de dollars, muito , mas muito mesmo inferior ao dito ser necessário, que coisa deveras estranha, e muito comum, esta quantificações, que umas vezes se traduzem num numero e em outras em outros, às vezes com distancias abismais entre eles!

D ep o is no mei o da c on versa o u vi uma co isa ab is m al, uma pe q u en a refer en cia, q ue ap ar e c eu e de spa rec eu, vinha n uma s ó no tic ia, um di ze r, q ue a fi n al as ne c ess id ad es reais de co be r tura do c réd di to tó xico co mo l he c h amam, de eve se rp o r el e en tao q ue t ra ze mos os pro b l ema sd e pol lui sao e das do en ç as todas nos corp o g rande e co nse q u en te que mente nos pe q eu no s, e ra a fi n al e s ó de do is p ot no um mi l h o es de doll ars, mui to , mas mui to me s mo in fe rio ra o dito ser ne ce s sário, q ue co isa de eve ra s es tt r anha e mui to com primeiro, est aqui da ua muito do ti fi caçoes, quadrado da ue uma serpente vaso e ze serpente set ra du ze m nu maior no primeiro ero e emo vaso da dat cruz ra se maior outros, às vaso e ze espanhol da com di serpente da tan cia serpente do ab is mais en cruz r e el espanhol!

Um dos argumentos mais estapafúrdios que foi dirimido nesta conversa, fora que era necessário injectar confiança nos mercados, e que a injecção, salvo seja , do dinheiro, iria contribuir para aumentar a dita confiança dos mercados, mas se deverá perguntar, em que parte do mercado, se no seu todo, se nos que investem, ou seja instituições bancários e outras, ou ainda se no lado da imensa maioria dos consumidores

Um dos ar gume en to s mais ea sta par fr u dio s q ue f o i di rim ido nest sta c on versa, f o ra q ue e ra ne circulo do ess primeira da ap do os da cruz do falo do rio em ject ar circulo em finança nos mercados, e quadrado da ue primeira em je cç elevado cao, serpente alvo do seja , do din he iro, iria circulo em cruz do rib vaso e rp para au m en cruz da ra primeira dita em fina aça dos me rca ado serpente da masse da eve rá per gun cruz ra, em quadrado da ue da p da arte do mer circulo do ado, se no serpente da eu todo, seno serpente quadrado da ue em vaso do est emo vaso do seja em en tio ti circulo de corte do circulo espanhol da banca riso e circulo do vaso da cruz do ra serpente do circulo do vaso da primeira inda seno do primeiro ado da e em en sa maio ria dos co ns um id dor espanhola

E se deverá ainda perguntar no âmbito da tal dita confiança, do mercado no seu todo e nas suas partes, os que servem e os que são servidos, o que é curiosa equação que cada um por si deverá pensar, nunca esquecendo que todos os termos de uma mesma equação estão sempre entre si ligados, como num balanço, se a confiança aumentará ou diminuirá, quando os que agem em ganância desmedida, provocando nas vezes assim a morte de muitos milhões, deverão continuara a ter os tais paraquedas amarelos, de metal pesado, ou se deverão ir mesmo parar a uma prisão enquanto as há e se aplicam a outros crimes de morte e roubo de propriedade diverso com gazua, e outros ainda, e se acham todas as partes, que enquanto isto assim for pratica corrente, como prémio de tao humano comportamento, a confiança de todas as partes aumentara ou diminuíra, e não se esqueçam sempre de pensar, se a justiça que faz e trás a confiança, deverá para aqui ser ou não chamada, visto estar-mos a tratar exactamente de confiança, ou assim alguns pretendem insistir com as gentes menos esclarecidas, contudo a sentença está já passada na metáfora dos ilusionistas, pois para quedas em metal pesado, caem sempre que nem um fuso, como agora se diz, que terá caido o aviao do fosset, mas ao que parece nele só se encontraram até à data um rolo de notas de cem dólares, portanto não terá sido certamente o caso

E se de eve rá a inda per g un t ra no am bit o da t al dita c on fi n aça, do me rca ado no s eu todo en as s ua s p art es, os q ue ser vaso e me os q ue são ser vi do s, o q ue é cu rio sa e q ua sao q ue c ada um por si de eve rá p en sar, n un ca es q eu c en do q ue todos os te r mos de uma me s ma e q ua sao es tao se mp r e en t re si li g a o ds, cm o n um bala lan ço, sea ac on fina aça au m en tará o u di minu irá, q u ando os q ue a je m em g ana cina de s med id a, pro ova can do na s v e ze sas sima m orte de mui t os mi l h o es, de eve ra o conti n ua ra t reo s tais para q eu da sam am ar e elo dez serpente de met al pesa ado, e se ac ca h m todas as p art es q ue en q au un to is to asis sis em for p art aica o c rr en te, co mo pr é mi ode tao humano co mp porta mn to, ac on fina aça de todas as p art es au m en ta a p oto dez ra o u di minu ira, en cão se es q eu ç am se mp red e p en sar, se a j u s ti ç a q ue f az e t ra sa c on fi na aça, de v rá para aqui ser o un cão c h am ad a, vi s to es t ra do traço do ingles mosa t rat ar e x cat am en te de c on fina aça, o u as si m al g u ns pr e t en de m in sis tir com as g en te sm en os es cc l ar e cidas contudo a s en t en ç a est á j á passada na met a f ora dos i lu sionistas, p o is para q eu da s em met al pesa ado, ca em se mp r e que ne m um f us o, como agora se di z, q ue te rá ca ido o aviao do f os set, masa o q ue pa rece ne le s ó se en c on t ra rama té a data primeiro rolo de not as dec em dol ar es, porta n ton cão te rá sid o ce rta met en teo circulo do caso
Tambem se ouviu dizer que basicamente os que terao votado, a resolução o fizeram , por se encontrarem a boca das urnas, contudo, este argumento é tambem falacioso, o que nao obsta a que alguns ou muitos assim o tenham pensado como verdadeiro, pois é o mesmo que passar um atestado de estupidez aos eleitores, pois a confiança sempre se alcança com postura frontal, e coerente e imaginativa quanto baste, face a um problema com um acumulado desta dimensao ainda e só em parte desvelado, como todos os dias se tem vindo a ver, com noticias de novos bancos e outra instituições que se descobrem infectados pelos tóxicos em efeito domino

T am b em se o u vi u di ze r q ue ba sica mente os q ue te ra ovo t ado, a r es sol u sao o fi ze ram , por se en c on t ra rem ab oca das ur na sc on u t do, este ar gume en to é t am b em fala cio s oo q ue n cao ob sta a q ue al g u ns o u mui to sas si mo t en ham pen sado como v e rda de iro, p o is é o me s mo q ue p ass ar um at estado de es t u pide id do pi do zorro de dezembro a os e lei tor es, p o isa c on fi n aça se mp rese al can ç a com p os tura fr on t al, e c oe ren te e i ma gina t iva q u anto ba ste, face a um pro ob pb e la com um ac u mula ado de sta dimensao a inda e s ó em p arte de s vela ado, cm o todos os dias set em v indo a ave rc om no ti cia sd en ovo s ban co se o u t ra i ns titu i ç o es q ue se de sc o br em in fe cta do s p elo dez serpenet to xico s em efe i to do om mino ino

Um dos argumentos na aparência absorvido, pois viera assim reflectido em eco, fora o principio velho como o mundo, ou pelo menos antigo como os ovos e as cestas, de que os primeiros não se devem nunca por todos na mesma e única cesta

Um dos ar gum en t os na ap ar e c nica ab sor vi do, p o is viera s si m r efe c l t ido em e co, f o ra o p rin cip i ove l ho co mo o mundo, ou p elo dez m en os ant i g o c omo os ovo sea s c eta sd e q ue os p rim e iro s n cão se de eve m n un ca por todos na me s ma e única ce ts tsa

Mas ao que parece por falta de olhos, de ver, ou mesmo de imaginação, ou demasiadas outras preocupações, se esqueceram então de se perguntar a si mesmos, que é o local onde está a sabedoria, e então não se pode alagar o naipe das opções da cestas que temos e usamos e se calhar faze-las em outra forma, na ponta deste não pensar, o eco trazia o chavão primário, ao comentário, das mercearias e do fiado, até fizeram um anuncio no telejornal, com imagens de um filme antigo, a dizer que não havia fiado, do outro lado do rio, o que se ouvira não fora em forma de anuncio, mas sim de que o habito já não mais existia, o que deve ser uma barbaridade dita por um cego, pois por exemplos as mesadas que se dao aos filhos, não constumam trazer juros em espécie, e não deixa então de se uma espécie de fiado, ou seja existem e coexistem ainda hoje diversa forma de lidar com o dinheiro e seu empréstimo na óptica do sempre investimento, que trazem partes ou mesmo todo, nesta outra sua natureza, melhor dizendo, nesta forma, o que por si só demonstra a falácia do não argumento

Masa o q ue pa rece por f al t a de olhos, de eve ero ro u me s mo de i ma gina sao, o u de ma s iad o as o u t ra s pr e o cup aç o es, se es q eu ce ram en tao de se per gn un t ra asi me s mos, q ue é o l ocal onda est á a s abe do ria, e en tao n cão se p ode ala garo na ipe das op ç poe es da ce sta s q ue te mose usa mose se calha r f az e do traço ingles de la se mo u t ra forma, na ponta de sta n cão p en sar, o e co t ra z ia o c h ava o p r i mario, ao c om en tá rio, das mer ce ria ira se do fia ado, at é fi ze ram um na un cio no tele jo n ra l, com um a ge ns de um f l me ant i goa di ze r q ue n cão h avia fi ado, do o u t ro l ado do rio, o q ue se o u v ira n cão f o ra em for mad e em un cio, mas si m de q ue o h ab bit o j á n cão mais e x is tia, o q ue de eve ser uma bar ab a rid ad e dita por um c ego, p o is por e x e mp dez sas mesa s ada s q ue sed º cao aos fi l h os, n cão co ns t u mam t ra ze r j ur rose m es pe cie, en cão de ix a en tao de se uma es pe cie de fi ado, o u seja e x is te me c oe x is te m a inda h oje di versa forma de lida rc om o din he i to e s eu e mp r es tim o na o pt i ca do se mp r e in v es tim en to, q ue t ra ze m p art es o u me ms o todo , nest a o u t r 5 a s ua ana ru r e za , me l hor di zendo, nest a forma o q ue por si s ó de mi sn t ra a f al cia don cão ar gume en to

Pois o segredo cloreto, vós todos já bem o conheceis, chama-se de micro credito e foi criado para ajudar as famílias no uno mundo sem posses, a criarem seus pequenos negócios, e existem muitos bancos desta natureza numa rede mundial, aqui vao começar a pensar, que nem o pensaram porque os bancos desta natureza são para os países onde a gente é mesmo muito pobre e vivem milhões com menos de dois dólares por dia, mas no vosso pais, serão por exemplo ricos ou remediados, os sessenta milhões que não trazem acesso á saúde, quanto mais pagarão os restantes, por uma fatia tao grande da população não trazer acesso a saúde, à medida em que as epidemias, e os contágios, e a desertificaçao das terras e a falta da agua e a sua cada vez maior impureza se generalizar, e o ar cada vez mais sujo, bem sei que são muitos cegos, mas está na hora, ontem, de abrir de vez os olhos e pensar as gentes com gente, ou seja todos um , todos um mesmo, se bem que cada parte distinta

P o is o se g red o cole r e to, vó s todos j á b em o c one he ce is, c h am a do traço da inglesa se de mci c ro c red di to e f o i c ria ado para ajuda ra s f ami li as no uno mundo se m p os s es, ac ria rem se us pe q eu en os ne g o c is oe e x is te m mui to s ban cos de sta nat ur e za numa red e mun di al, aqui vao com eça ra p en sar, q ue ne mo p en sara am por q ue os ban cos de sta nat ur e za são para os pa ise s onda a g en te é me sm mui to p ob re e v iv em mi l h o es com m en s ode do is dol ar es por dia, mas no v osso pa is, se ra o por e x e mp dez rico s o u r e media ado s, os se s senta mi l h o es q ue n cão t ra ze m ac esso á s au de, q u anto masi pa gara o os r es t ant es, por uma f a tia tao g rande da pop u la sao n cão t ra ze r ac esso a s au de, à med id a em q ue as e pi di mia se os c on ta gi so, e a de se rt i fi caçao da s terras e a f al ta da agua e as ua c ada ave z maio r im p ur 4 e za se g ene ra l iza r, b em se i q ue são mui to s c ego s, ma s est á na hor a, on te m, de ab r i r de eve zo s olhos e p en sar as gene ts com g en te, o u seja todos um , todos um me s mo, se b em q ue c ada p arte di s tinta

Qual é então a diferença deste bancos para os bancos normais, quem está a sua frente não persegue o lucro, mas sim e somente o superavit, ou seja a capacidade de um banco como é normal em seu fazer, quando o fazem em forma normal, ou melhor quando eram normais e faziam as coisas em forma normal de gente normal com coraçao e certo pensar, que é o investimento e o investido gerar a capacidade de novo investir, ou seja criando dinheiro pelo dinheiro mas assente em pedras reais, pequenos negócios, que criam realmente produto e geram emprego, mas nos cargos dos que os dirigem não há distribuição de lucros ou prémios entre si, no fundo que trás a gestão deste bancos, a faz como fazem muitíssimas empresas do uno mundo onde não há distribuição de lucros, o que parece cada vez ser mais difícil de gerar, seja por quem seja, e assim sendo, quem os gere recebe um normal salário, num quadro normal de regalias, como recebe um gestor de uma empresa de parafusos, ou de um outro qualquer serviço, tambem não trazem o habito de terem e darem paraquedas doirados em outro aos seu funcionários, pois usam-nos em formas bem mais produtivas

Q ual é en tao a difer en ça de st e ban cos para os ban cos no r mais, q eu m est á as ua fr en te n cão per se g ue o lu c ro, mas si me s om en te o s up e r avi t, o u seja a capa cidade de um ban coco mo é no r m al em s eu f az e r, q u ando o f az em e m forma no r m a l, o u me l hor q eu en ao d e ram no r mais e f az iam as co isa em f o ram no r m al de g en te com cora sao e ce rto p en sar, q ue é o in v es tim en to e in v es tio d ge ra r a ac ap a cidade de n ovo in v es tir, o u seja c r ian do din he iro p elo dez din he iro as s en te em ped ra s reais , pe q u en os ne g o c is o, q ue c r iam r e la mente pro du to e e ge ram e mp rego, mas nos cat g os dos q ue os di rig em n cão h á di s t u ib i u i sao de luc roso u pr emi os en t re si, no fundo q ue t ra sa g es tao de st e ban cos, a f az c omo f az em m u it isis mas e mp r ess a do un o mundo onda n cão h á di s t rib u i sao de luc roso q ue pa rece c ada ave z ser masi di fi c il de ge r a r, seja por q eu m seja, e as si m s en do, q eu mos gere rec e be um nora ml s al rio, co mor e cebe um g es tor de uma me presa de para f us os, o u de um o u t ro q ual q eu r ser vi ç o t am b em n cão t ra ze mo h ab bit o de t e rem e da rem para q eu da s do irado s em o u rto ao ss eu fun cio na riso, p o is usa sam am do traço ingles nose m formas b em masi pro du t iv sas

Ou seja, existem no mundo muitas instituições financeiras e bancarias que funcionam em outras formas, e assim sendo, não se pode dizer, nem se o deve fazer, nem se deve tentar convencer as gentes que esta forma que temos é a único modo de o fazer, pois se faz em outros modos, nos quais, a óptica do lucro e da ganância , é relegada em muito se não em seu todo, pois humanos são sempre humanos, para fora das regras do seu funcionar, e se o sistema com as instituições como as trazemos, tem criado assim tantos, mas tantos problemas, e leva tantos mas tantos milhões a fome e a miséria e à morte, é de todo pertinente questionar, se nao temos , e se não somos capazes de ter outras formas de o fazer, que alias como provado existem já e tem felizmente crescido a bom ritmo

O u seja, e x is te m no mundo mui ta s i ns titu i ç o es fi n ac e ira s e ban caria s q ue f un cio on am em o u t ra s formas, e as si m s en don cão se p ode di ze r, ne m se o de eve f az e rn em se d eve t en t ar c on v en ce ra s g en t es q ue esta forma q ue te mosé a único modo de o f az e rp o is se f az em o u t ros modo sn os quais, a o pt oca do luc ro e da g ana cia , é r e le gado em mui to se n cão em s eu todo, p o is humanos são se mp r e humanos, para f o ra das r e g ra sd o s eu fun cio n ar, e se o sis t ema com as i ns ti vaso dos tições, ti ç o es com o as t ra ze mos, te m c ria ado as si m tam to s, m as t ant os pro b l ema se l eva t na tao s mas t ant os mi l h o es a f ome e a mise ria e am acento orte, é de todo per ti n en te q us t ino ar, se na i t emo se s en cão s omo s ca p az es de t reo u t ra s formas de o f az e r, q ue al is c omo pro ova ado e x us te m j á e te m fe l i z mente c r es c ido a b om ro t mo

Na maior parte dos países mesmo muito pobres onde esta instituições nasceram e se afirmaram e desenvolveram, existe um limite de credito na ordem salvo erro de dois mil dólares, pois esta é uma enorme quantia que nessas realidades, e na equação a que respondem, é na mais das vezes bastante e suficiente para resolver a vida das gentes e das famílias criando a possibilidade de gerar riqueza por ideia e mao própria

Na maio rp arte dos pa ise s me s mo mui to p ob r es onda est a i sn ti u dos tições na sc e ram e se a firma ram e de s em vo l ve r am, e x is te um li mit e de c red di to na ordem s alvo e r ro de do is mi l dol ar es, p o is est a é uma en o r me q ua n tia q ue ne s sas real id a d es, en a e q au sao a q ue r ep on de m, é na masi das v e ze s ba s t ante e sufe c u in te para r es o k vera vida das g en te seda s f ami l ia s c r ian do a p os sibil dia de d e ge r ar rique uza por id deia e mao pro pr ia

Ora aqui está prova provada, que sempre que se pensa sobre algo que já existe ali ao fundo ou ao perto mas que funciona numa outra realidade da mesma una realidade, nunca é de bom tom, fazer assim uma copia a papel químico, tipo importação directa da ideia ou do método, pois dois mil dólares, aqui nos chamados países desenvolvidos, certamente não seria o tecto real de investimento necessário na maior parte dos casos, não chegaria para que as gentes arrancassem com seus próprios negócios, mas o sistema prova que existem outras formas menos gulosas para alguns de trabalhar com o dinheiro, como se faz com os bolos, ou com tijolos, e que essas formas dizem-nos ao existir, que é viável fazer em outro jeito, e que portanto as consequências não tem sempre de ser as mesmas, e que com um bocadinho de bem pensar, se consegue então resolver sempre todos os problemas, imagine-se por exemplo financiar assim escolas de bairros, ou centros de saúde, e resolver assim estas tremendas faltas

O ra aqui est á ap o r v ap rova ada, q ue se mp r e q ue se p es sn as ob re a l g o q ue j á e x is te a l ia o f un do o u ao per to mas q ue f un cio ana n uma o u tr a real id ad e da me sam un a real id a de, n un ca é de b om tom, f az e ra s si m uma co pi a a pap el quim mico, t ip o i mp orta sao di rec cta da id e ia o u do método, p o is do is mi l dol ar es, aqui nos c h amado s pa ise s de s en vo l v id os, ce rta mente n cão se ria o tec to real de in v es tim en to ne c ess a rio na maio rp arte dos c as os, n cão che g ar o ap para q ue as gene ts ar ra n casse mc om se us pro pr rio s ne g o cios, maso sis t ema p rova q ue e x is te mo u t ro as formas m en os g u l o sas para al g u ns det r ab alha rc om o din h ero, co mo se f az com os b olo s, o u com ti j olo se q ue es sas formas di ze m do traço do ingles no sao e xis t r, q ue é v ia ave l f az e rem o u t ro je i to, e q ue porta n to as co nse q u en cias n cão te m se mp red es e ra s me sas me q ue c om um b oca din h ode b em p en sar, se co nse g ue en tao r es solver sm rep todos os pr ob l ema si, imagine do traço da inglesa se por e x e mp dez fi nan cia ra ss im es c ola sd e ba e rato roso u ce n t ros de s au de, e reo l v ser as si m est as t r emendas f al t as

Podem então os cidadãos dizer com razão aos congressos e aos governos das nações, não queremos pro os ovos todos na mesma cesta, pois outras cestas existem e outra galinhas com outros pensares e outras praticas existem , as galinhas de coraçao quente aconchegado e aconchegante, que gostam de todos os pintainhos, mesmos os que nascem negros, ou de outras cores, ou com o pelo áspero, ou como for, na forma com Deus os faz com elas e com os galos, e tambem existem outros tipo de cestas mais suaves e macias para todos, que permitem a muitos pintainhos melhor em forma descansados bem dormir e bem sonhar, e acordarem com vontade e desejosos de muito brincar e de muito pular e de muito bem fazer, pois são cestas macias de melhor amor, e nós cidadãos preferimos o melhor amor, ao amor assim menos bom, ou mesmo pior, e existem muitos pintainhos no uno mundo que continuam a morrer por falta de comida no mundo, e outro se vao em queda livre e rápida para ao abismo em paraquedas pesados e levam muitos mais consigo, sem nada lhes perguntarem

Pod em en tao os cida do s di ze r com ra za o ao s c on gre ss o sea o sg ove rn no sd as nações, n cão q eu r emo s pro os ovo s todos na me s ma ce t a, p o is o u t ra s c es sta s e x is te me o u t ra gal in h as com o u t ros p en sar es e o u t ra s pr a tica s e x is te m , as gal in h as de cora sao q u en te ac on che gado e ac on he gan te, q ue g os tam de todos os pina t in h os, me sm os o s q ue na sc em ne g roso u de o u t ra sc o r es, o u com o p elo dez as p ero, ou co mo for, na for m a c om de us os f az com el as e c om os gal os, e ta m b em e x us te m oo u t ra t ip o de c est as masi s u ave es e m ac cias para todos, q ue per mit ema mui to s pi n t a in h os mel hor em forma de sc can sado dor mir e b em son h ar, e ac o r da rem com von t ad ee de se j os o sd e muito br inca red e mui to p u l ar e de mu to b em af ze rp o is são c eta s m ac cios de m al he o r am o r, e nó s cida do sa pr efe rim os o me l h ro amo ra o amo ra s si mm en os b om, o u me sm o pi o r, ee x us te m mui to s p in tai n h os no uno mundo q ue conti n uam a mor r e r por f al ta de c om id ano mundo, e o u t ro se eva o em q eu da l iv re e rá pida para ao b simo em para q eu da s pesa ado se le eva vam mui to s mais c on si g o, se m n ad a l he s per gun t a rem

Contudo se pensar-mos o sistema bancários ou financeiro fora de seu todo, estaremos sempre a cair num enorme abismo, pois outras questões e levantam em relaçao ao tecido produtivo que queremos, para alem das previas e sempre nunca de esquecer, que o ser aqui veio ao mundo para se realizar em sua vocação, e não trabalhar, e sendo que vocação é o verdadeiro trabalho, e que são burríssimas, estas forma em que viemos, sem tempo para o que importa, o amor e a felicidade, e ainda por cima a suicidarmo-nos todos dia a dia em forma rápida e acelerada

C on tudo se p en s ar do traço do ingles moso sis t ema ban cari os ou fi n ac e iro f o ra de s eu todo, es t ar e mo s se mp rea ac a i rn um en o r me ab is mo, p o is o u t ra s q eu s toe se l eva an t am em relaçao ao tec ido pro du t ivo q ue q eu remos, para al em das pr e v ise se mp r en un ca de es q eu ce r, q ue o ser aqui veio ao mundo para se real iza rem s al vo caçao, en cão t ra b alha r, e s en do q ue vo caçao é o verdadeiro t r aba do alho, e q ue são b ur r iss simas, est as forma em q ue vi emo s, se m te mp o para o q ue i mp os rta, o amo rea fe li cidade, e a inda por c ima asu i cida r mo do traço ingles no s todos dia a dia em forma rá pida e ac e lara ada

Ou seja, o que predomina hoje em termos de produção, como se articula o que por vezes já é demasiado em cada sector, onde a oferta é muitas vezes superior à procura, falo dos serviços, que se criaram a partir da decomposição do trajecto produtivo, que ontem eram feitos num só passo, ou seja numa só unidade produtiva, e simultaneamente precisamos de vir a produzir globalmente me dobro até as próximas tres décadas ou por aí?

O u seja, o q ue pr e dom ina h oje em t r emo sd e pro du sao, como se ari cu la o q ue por v e ze s j á +e de ema sid oe mc ada sec tor, onda a o fe rta é mui t as v e ze s super riot à pr o cura, e si mul t ane man te pre c isa mo sd e v ira por du zorro e rato global mente me do br o at é as pro x ima s t r es dec a ad as o u por a í da foice

E os pequeno negócios, as produções que são pequenas, e que até nas vezes nem querem ser maiores, como são escoadas, num sistema de distribuição como aquele que existe nas chamadas sociedades desenvolvidas, muitíssimo centralizado e que funciona por compras por atacado, ou seja em grandes quantidades, que tambem assim garantem por sua vez preços mais baixos aos consumidores, ou seja ainda, e necessário um equilibro entre todas estas vertentes do sistema produtivo, sem que desenvolvendo uma se prejudiquem as outras e criando espaço produtivo a todos que o queiram fazer, e tal só se poderá fazer, se existirem políticas e medidas concretas, leis inclusive, e investimento publico, que permitam este acontecer, e recordai-vos do que poderá vir a acontecer em termos da exponenciação das tensões, se nao rapidamente aumentar-mos em muito a produção, e pensai, que não seremos burros nem cegos o bastante , para não sermos capazes de trazer um sistema financeiro múltiplo onde distintas formas possam entre si conviver, como acontece com as famílias que habitam no mesmo prédio ou na mesma rua, e que não será por causa disto que nossos filhos irao morrer, quando começar a crise em grande, ou melhor quando a equação se agravar em grande e à escala que hoje trás que é sempre global

E os pe q eu en o sn negócios, as pro du ç o es q ue são pe q eu na se q ue at é nas v e ze s ne m q ua rem ser maio r es, co mo são es coa ad as, n um sis t ema de di st rib u i sao co mo a q eu le q ue e x is te nas c h amada s soci e dad es de s en vo l vi da s, mui ti sis omo c en t ra l iza ado e q ue f un cio na por co mp ra s por at ac ado, o u seja em g ar n d es q ua n ti dad es, q ue t am b em as si m gara n te m por s ua ave z pr e cos masi ba ix os aos co ns u mi dor es, o u seja a inda, e ne ce s sario um e q u i li bro en t re t o d o as e at as v e rt en e ts do sis t ema pro du t ivo, se m q ue de s en vo l v en do uma se pr e ju di q eu maso u t ra se c r ian do es paço pro du t ivo a todos q ue o q eu iram f az e r, e ta l s ó se p ode rá f az e r, se e x is tir em poli tc as e me dida s c on cr tea s, leis inc l us iv es, e in v es tim en to publico, q ue per mit am est e acontecer, e reco r da i do traço do ingles v os do q ue p ode rá v ira acontecer em te r mo sd a e x p one cia sao das t en s o es, sena i ra pi da m we n te au m en ta r do traço do ingles mose m mui to a pro du sao, e p es na i, q ue n cão ser mo s b ur ros ne m c ego s, o ba s t ante , para n cão ser mo s capa ze sd e t ra ze r um sis t ema dina n cie ro du l t ip dez onda di s t antas formas p os sam en t r e sic on viver, co mo acontece com as f ami l ia s q ue h abi bit tam no me s mo pr e di oo u n a me s ma rua, e q ue n cão se rá por ca usa ds i to q ue n ossos fi l h o si ra o mor r es, q ua ando com e a ç ra c rize em g rande, o u me l hor q u ando a e q ua sao sea gravar em g rande e à es ac cala q ue h o je t rá s q ue é se mp r e global

Em suma e neste ponto, razão há e muita para os cidadãos pedirem explicações sérias e profundas ao congresso e ao governa da nação sobre a forma deste plano agora ao que parece aprovado, e eventualmente virem até anulá-lo se, se fizer cabal demonstração que ele mao compõem o que é necessário, pois um cartaz na rua empunhado salvo erro por um professor dizia que este balão de confiança, como lhe chamam, atirava a divida do déficit da América, para os cento e onze trilhões de dólares, o que é uma divida muito , mas muito grande e cuja resolução muito custará a todos, a verdadeira questão, é mesmo se com uma divida desta dimensao, haverá a clarividência bastante e necessária para sobreviver no plano financeiro,

E m s uma e nest ep on to , ra za o h á e mui ta para os cida dao s ped di rem e x p li caç º o es se ap ps oto falo dez serpente rias e pro f un da sao congresso e ao g ove rna da n aça o s ob rea for mna de ste pal no agora ao q ue pa rece ap rova ado, e eve en tua le mn te vi rem at é a nu lá do traço ong l es de dez se s e fi ze r cc bal demo st raçao q ue el e mao co mp poe mo q ue é ne ce s sario, p o is um cartaz na rua e mp pi un a hd o s alvo e r ro por um pro f esso r di z ia q ue este bal ao de c on fi ança, co mo le h c h am a m, at ira ava a di vi da do de fi cite da am erica, para os um vi r gula on ze t r il h o es de dol ar es, o q ue é uma di vi da mui to , mas mui to g rande e c u ja r es sol u sao mui to c us tará a todos, a ve r dd e ira q u es tao, é me s mo sec om uma di vi da de sta dimensao, h ave rá a c l a ri vi den cia b as t ante e ne ce ss ária para s ob r e viver no p l no fi na n ce iro, no da p prim rio do financeiro


Se bem se recordam em cima da mesa esteve há poucas luas atrás um justo pedido que por alguns a outros foi feito de anulação das dividas externas, sobretudo em relaçao aqueles países onde muitos mas muito se encontram na maior miséria e o Amor e a Inteligência e a Compaixão assim em muitos Imperou e Assim se Fez e qualquer dia pelo não andar da carruagem, os países considerados mais ricos e profundamente endividados, um mesmo entre si terao que vir a curto prazo fazer

Se b em se record dam am em c ima da mesa es teve h á p o u cas lu as at rá s um justo pe dido q ue por al g u ns a o u t ros f o i fe i to de em u la ç º cao das di vi da s e x t renas, s ob r e tudo em relaçao a q eu l es pa ise s onda mui to s mas mu it o se en c on t ram na maio r misé ria e o amo rea intel i gen cia e ac om pa ix ao as si m em mu tos im p ero ue as si m se fez e q ua l eu r di s p elo n cão anda r da carruagem, os pa ise s c on se id ra do s masi ric os, um me s mo en t re si t e rao q ue vi r a curto pr az o f az e r

Uma coisa é o coraçao e o justo saber e o justo pensar Nele bem assente, e não deixar que alguns, muito poucos, possam dar cabo da vida, nas vezes em sentido literal, a milhões pela forma como ganham dinheiro com o próprio dinheiro, e a outra é encaixar na cabeça de cada um, que o dinheiro é já e quase em seu inteiro, uma representação, como alias sempre foi, no seu primeiro sentido de equivalência entre dois factores, o que representa e o valor do que representava

Uma co isa é o cora sao e o justo s abe reo j us to p en sar Ne le b em as s en te, en cão de ix ar q ue al g u ns, mui to p o u cos, p os sam da rc ab o da vi da, na s v e ze s em s en tid o li te ra l, a mi l h o es pe la forma co mo gan ham din he rio com o pro p rio din he iro, e a o u t ra é en caixa r na cab eça de c ada um, q ue o din he iro é j á e q u ase em s eu in te iro, uma r ep r es en taçao, co mo al ia s se mp r e f o i, no s eu p rim e iro s en tid o de e q u i val en cia en t re do is f ac tor es, o q ue r ep r es en t ava e o valor do q ue r ep r es neta ava

Ou seja ainda, que se já é real, é a fractura neste preciso ponto, na sua equivalência, ou seja ainda, a equivalência já foi quebrada pelo desenvolver que o próprio sistema financeiro trilhou, e consequentemente a questão que se coloca, é saber, se assim já o é, o que será melhor de fazer, tentar de novo recuperar e estabilizar esta equivalência, se tal é ainda possível, ou assumi-la de vez e em forma mais ousada, e onde é que isto a todos nos levará

O u seja a inda o q ue sej á é rea l é a fr ac tura nest e pr e c is o porn to, na s ua e q u iva l en cia, o u seja a inda a e q u iva l en cia j á f oi q eu br ad a p elo de s en volver q ue o pro p rio sis t ema fi na ce iro t r ilho ue co nse q u en te mente a q eu s tao q ue se c olo ca, é s ab e r, se as si m j á o é, o q ue se rá me l hor de f az e r, t en at r de n ovo rec up e ra r e es t abe liza r es ta e q u iva l en cia, se t al é a inda p os s ive l, o u asu mi do traço ingles de la de eve ze em forma mais o usa ada, e onda é q ue is to l eva rá


Nos anos oitenta, salvo erro a ibm teve uma maquina de fotocopias proibida de entrar em produção, pois era já tao boa no seu sistema de fotografia e impressão, que algum pensou, isto é tao bom que até dá para fazer dinheiro falso assim, e o melhor mesmo e então nem produzi-la e assim muitas vezes acontece em relaçao aos desenvolvimentos tecnológicos, que sao atrasados por razoes distintas, do seu próprio interesse que decorre na forma como inovaram, um bocado como a antiga história de um americano que terá um dia inventado um motor a agua, que foi preterido, e torpedeado e salvo inclusivamente morto, pois tal motor punha em causa a na altura florescente industria do petróleo que assenta nos motores de combustão, e que sustentando os permite e permitiu em poucas décadas, um século, coisa mais ou menos, dar capa do planeta em termos nunca então vistos

No san ano s oitenta, s alvo e r ro a ib maior da teve, primeira ma quina de f oto co pi as pro ibi da de en t ra rem pro du sao, p o is e ra j á tao boa no s eu sis t ema de f oto g r fia e i mp press sao, q ue al gum pen s o u, is to é tao b om q ue at é d á para af ze r dim he iro f al s o as si meo me l hor me s mo e en tao ne m pro u z i do traço ingles de la e as si m mui t as v e ze s acontece s se em relaçao aos de s en vo l vi e mn to s tec no olo gi cos, q ue as at ra z ados por ra zo es di s tintas, do s eu pro pr io in te r esse q ue dec o r rena forma como ino ova ram, um b oca do como a ant i g a hi s tó ria de um am e rc c cia ian ano q ue te rá um dia in v en t ado um m oto ra agua, q ue f o ip r e te rid oe tor pede ado e s alvo inc l us iva que mente morto, p o is t al m oto r p unha em ca usa ana al tura flor es c en te indu s t ria do pet r ole leo o q ue as senta nos m oto r es de com b us tao, e q ue s us t en t ando os per mit e ep e r mit u em p o u cas dec ad as, um sec u dez, co isa mais o um en os, da r capa do p l ane eta em te r mos n un ca en tao vi st os

E as maquinas que imprimem o dinheiro se encontram então nas chamadas casas da moeda comum, s supervisionadas pelos bancos nacionais ou mesmo centrais, e assim sendo que se imprima, então os papelinhos necessários para que existam em quantidade necessária aos novos investimentos, e sendo ainda deverão existir políticas aplicadas à moeda, que ao diferenciar os custos do dinheiro dos empréstimos, os chamados juros bonificados, orientem pela sua própria grelha, os investimentos, numa óptica daqueles que se consideram públicos e prioritários, ou seja aqueles que os poderes democráticos que representam os cidadãos consideram fundamentais de serem feitos ontem para salvaguardar as respectivas gentes e o viver, ou seja melhor especificando, todos aquelas áreas que hoje são fundamentais inverter, como por exemplo, as novas produções de energia, ou as necessárias inovações tecnológicas no sentido de garantir que por exemplo o que se produz, possa ser completamente reciclado, e estes são só dois exemplos de mil que é necessário fazer, e sendo que tambem isto demonstra a necessidade de se controlar e infeccionar em muito maior e fino grau a relaçao com o dinheiro, mesmo aquela que corre na chamada banca provada ou de mercado, pois não existe nenhum mercado sem uma comunidade, e na sua essência os mercados servem as comunidades, ou seja ainda, na compete hoje a um banco, por exemplo ao conceder um empréstimo bonificado a gm, com vista a produção de carros com energias renováveis, que nesse investimento esteja previsto a salvaguarda eventual dos empregos que um tal plano poderia por em causa, se fosse mal feito, mas cabe as comunidades a palavra sobre estes termos, ou seja assim se prova, que não chega dizer, pega lá o dinheiro e amanha-te, que como há pouco e a muito falta, eu que te o dou quero saber se pensaste bem a questão que vais tentar resolver e este raciocínio e compromisso na gestão e aplicação do dinheiro, ultrapassa largamente o estudo da viabilidade do investimento nos parâmetros clássicos em que hoje em dia geralmente se produzem numa instituição bancaria, porque nem tais obrigações, decorrente de uma visao estratégica, lhes são obrigadas pela legislação

E as ma quinas q ue i mp rim emo din he iro se en c on t ram en tao nas c h am ad as ca sas da moe da co m um, s super vi sio n ada s p elo s ban cos na cio n a is o u me s mo c en t ria, e as si m s en do q ue se i mp rama en tao os pap e l in h os ne ce s sário spa ra q ue e x is tam em q u ant id ad e ne ce s sária aos n ovo sin v es tim en to ze s en do a inda q ue p ode rá e x isi tir poli tica s ap la i c ada s à moeda, q ue ao difer en c ira os c us to s do din he iro dos e mp r es timo s, os c h amado sj ur os boni fi c ado s, o rei n te m p e la s ua pro pr ia g r e l ha, os in v es tim en to sn uma o pt ica da q eu l es q ue se c on si e de ram pub l i cos, o u seja me l hor es pe ci fi can do todas a q eu l as ar es q ue h oje são fn damen tasi in v e rt e rc omo por e x e mp dez, as n ova s por du ç o es de ene r g ia, o u aa s ne ce s sária sin ova ç o es tec no olo gi cas no s en tid ode gara n tir q ue por e x e mp lo o q ue se pro d u z, p os sa ser co mp l eta mente rec cic l ave l, e est es são s ó do is e x e mp lo s de mi l q ue é ne ce s sário f az w r e s en do q ue t am b em is to demon st ra ane ce s sida dede sec on t rola r e in fe l x i on ar em mm u it o maio r e fino g r au a relaçao com o di ne hiro, me s mo a q eu ll a q ue co r rena c h am ada ban ca pro ova ada o u de me rca ado, p o is n cão e x i us te n en h um me rca ado se m uma com uni dade, e na s ua es s en cia os me rca sd os ser v ema s comunidades, o u seja a inda, na com pete h o je a um ban co, por ee x mp dez ao c on cede rum e mp r es tim o a gm, com vv ista a pro d u sao de car ros com ene r gi as r eno ova ave is, q ue ness e i n v es tim e n to est e j ap r e v is to a s al v a g ua rada eve en t u al do s e mp regos q ue um t al p l ano p ode ria por em ca usa, se f os se m al fe i to, mas cab e as com uni dad es a pala vaso ra s ob r e est es te r moso u seja as si m se pr ova, q ue n cão che g a di ze r, pega l á o d ine hiro e am anha do traço da inglesa te, q ue co mo h á p o u co e am u it o f al ta, eu q ue teo do u q u ero s abe r se pen sas te b ema q u es tao q ue v a is t en t ar r es solver, e este rac cic i o ni oe co mp pro me iss o na g es tao e ap laica caçao do din he iro, u l t ra passa lara gae mn te o est u do da v ia ab bil id ad do in v es tim en to no s para m en t ro em q ue h oje em dia ge r al mn te se pro du ze m nu ma i ns tit t u i sao ban ca ria, por q ue ne m tais c on t rib y i ç o es l he es são ob rig ad as pe la le gi s la sao

Ou seja em suma e neste ponto, é mais que justificado e sobretudo urgente, que as sociedades e os poderes públicos que delas emergem, que se continuarem a ser infuncionais, terao então as gentes que se virar para os tribunais, pedindo a regulação por normas e leis , que actuem sobre o mercado, garantindo que os investimentos que se fazem na maior liberdade do próprio mercado, não firam nem contrariem o interesse comum, ou o interesse publico, em outras palavras

O u seja em s uma e nest ep on to, é mais q ue j us ti fi c ado e s ob r e tudo ur gente, q ue as soci e dad es e os p ode r es p ub lico s q ue de la s e mer ge m, q ue se conti n ua rem ase r in f un cio n a is, te rao en tao as g en t es q ue se v ira ro para os t rib un a is, ped id dn do ar e gula sao por norma se das leis , q ue ac t eu m s ob reo me rca do, gara n tid dn no q ue o sin v es tim en to ds q ue se f az em na maio r liber dade do por pr roi me rca ado, n cão f iram ne mc on t ra rie mo in te rr se com um, ouo in te r esse publico, em o u t ra spa pala vaso do ra serpente

E já que veio a colação, o exemplo dos vrum, vrum, um dos ecos que tive da América depois de masi uma vez ter escrito que é urgente, necessário, e que já nem existem travões tecnológicos para não o fazer, de carros que funcionem com energias totalmente limpas, e até auto alimentados, dava esta ilustrativa imagem, que squezando no pedal , um dos qualquer carro eléctricos, aquilo não dava mais de oitenta milhas ou por aí, mas este eco é falso, pois eu me recordo, quando construi há muitas luas atrás o primeiro carro, se assim se lhe pudesse chamar, que era uma carroça com um motor de combustão a lenha tipo, os que se vieram a desenvolver nas primeiras locomotivas, de um cavaleiro que vinha montado a cavalo, quando sai a primeira vez a rua com aquela maquina, que assim em mesmo comentou, que aquilo nunca iria funcionar e pegar como ideia, pois andava mais devagar que o próprio cavalo onde ia montado, o que era verdade naquele instante e o foi só durante uns anos, pois sabemos que quando um bebe nasce, não corre tao depressa como seu pai, mas tambem sabemos que aos bebes lhes cresce sempre as pernas e a largura da passada e da potência, sempre aumenta

E j á q ue veio a co la sao, o e x e mp dez dos v rum, v ru ms, um do s ec os q ue t iv e da am erica dep o is de masi um ave z t r e es c rito q ue é ur g en te, ne ce s sário, e q ue j á ne m e x iste m t r avo es t en o lo gi cos para n cão o f az we r, de car ros q ue f un cio ne mc om ene r gi as t ota l mn teli mp as, f o i um e co de al g ue q ue d ava est a i lu s t rat iva i mage m, q ue s q eu zan do no ped al , um do s q ual q eu rc ar ro el e ct rico s, a q u i lo n cão d ava mais de o in t en ta mi l h as o u por a íma s este e co é f al s o, p o is eu me rec o r do, q u ando co ns t rui h á mui t as l ua sat rá s o prim e iro car ro, sea s si m se l he p u de s sec h a mar, q ue e ra uma carroça com um m oto r de c on b us tao a l en h a t ipo , os q ue se vie ram a de s en vo ove rna s pr i me ra s lo olo com ot iva sd e um c ava lei ro q ue vinha do montado a cavalo, q u ando s aia p rim e i r ra ave za rua com a q eu la ma quina, q ue as si m em me s mo com en y to u, q ue a q u i lo nu cna iria fun cio n ar e pega rc omo dide ia, p o is anda ava masi d eve a ge r q ue o pro pr io c ava lo onda ia montado, o q ue e ra ave r dade na q eu le i ns t ante e o f o is ó duran te u ns ano s, p o is s abe ms q ue q u ando um bebe na sc en cão cor re tao dep r ess a co mo s eu pai, mas te mab me s abe mos q ue aos bebes l h es c r es c en se mp rea s pe rna sea l ar g ur a da passada e da p ot en cia, se mp rea au m en ta

Bancos são tambem sítios aparentemente seguros onde se pode guardar coisas, sendo que hoje em dia até se chegou ao paradoxo de se guardar um quadro numa caixa forte , que será visto por seu dono e sua esposa, talvez uma vez por ano, e em condições sempre rápidas , e se trás uma copia num chamado museu onde muitos podem usufruir em forma amputada a copia do original , nas condições que se trazem hoje para ver um quadro, e sendo que o que geralmente se guarda, é para mais tarde ou masi cedo se usar, pois quando assim não acontece, o valor que se obtém, trás um outro nome, lixo, tornou-se lixo, pois tornou-se uma coisa que se deixou de utilizar, ou seja guarda-se o que se pode utilizar, entendo o uso, aqui, em seu sentido sempre masi alargado, pois eu guardo uma fotografia da minha amada em cima da minha secretária para me poder deleitar todos os dias

Ban cos são t am b em si tio s ap ar en te mn te seguros onda se p ode g ua rda r co isa s, s en do q ue h o je em dia at é se che g o ua o para do xo de se guarda rum q ua dr o n uma ca ix a f orte , q ue se rá vi s to por s eu don oe sua es pasa, t alves uma ave z por ano, e em condi ç i es se mp r e ra + id as , e set r e uma co pi ano primeiro ch am dao mu ss eu onda mui to s p ode m u s u fr rui rem f o ra a mp puta ada a co pi ado o i r gina al , nas condi º i es q ue s xe t ra ze m h oje para ver um quadro, e s en do q ue o q ue ge ra l mn te se guarda, é para mais t arde o um a si ce do se usa rp o is q u ando as si m ac on tc e, o valor q ue se ob te m, t rá s um o u t ro no me, li xo, tor no u do traço da inglesa se li xo, p o is tor no u do traço da inglesa se uma co isa q ue se de ix o u de u tili iza ro u seja guarda do forte da inglesa se o q ue se p ode u ti k z i ar, en t en d oo usa o, aqui, em s eu s en tid o se mp r ema si al ar gado, p o is eu g ur ado a f oto g raf iad a min h a am ada em c ima da min h a secreta ria para me p ode r de lei t ar todos os dias

E até existem hoje bancos que são bancos onde se guarda sem guardar, coisas distintas de valores monetários, ou jóias ou quadros, como por exemplo, os bancos de trabalho ou de horas de trabalho, que funcionam assentes em outros valores, igualmente muito úteis, se a ideia se estender em larga escala, pois poderá ter impacto em diversas áreas da vida de hoje, até na diminuição da violência que nas vezes grassa no tédio dos mais jovens que nada trazem para fazer, pois seus pais , a sociedade, ou sej todos nós, andamos tao doentes, que assim os trazemos e assim os convidamos e lhes facilitamos a desgraça

E at é e x it em h oje ban cos q ue são ban cos onda se guarda sem g ur radar, co isas di s tintas de av lor es mone t a ap ps t olo serpente dos rios, o i jóia s ou q au dr os, cm o por e x e mp lo, os ban cos de t ra b alho o u de hor as de t ra b alho, q ue fun cina am ass en te s em o u t ros v al açores, igual e mn te mui to u te is, sea a id eia se es t en der em l arga es cala, p o is p ode rá t r e i mp pacto em di versas a rea sd a vi da de h o je, at é na di min u i sao da viol en cia q ue nas v e ze s g r assa no té di o dos mais j ove ns q ue en ada t ra ze m para f az e rp o is se us pa is , a soci e dade, o u sej todos nós, anda mos tao do en te s, q ue as si m os t ra ze mose as si mos c on vi dam os e l h es f ac i li ta ms a de sg r a ça

Para quem não os conheça, é muito simples, eu sei arranjar canos , e tu sabes por exemplo mudar uma lâmpada fundida, e ainda um outro sabe mudar uma fechadura numa porta, e por aí fora até ao in finito e masi ao longe, hoje eu vou a tua casa e arranjo o teu banheiro, demorou-me duas horas de trabalho mais o valor das minhas próprias deslocações e as pelas foste tu que as forneceste, e assim fico com um credito de duas hora no banco de trabalho, amanha quando precisar de uma ajuda para pintara a garagem, um outro inscrito e participante no banco, me vira ajudar, em igual tempo ou não de trabalho, ou seja vai-se trocando oras de trabalho em função de tarefas que cada um domina por sua própria vocação, conhecimento ou experiência

Para q eu mn cão os c on h eça, é mui to si mp l es, eu se i a rr anja rc ano se t u s ab es por e x e mp dez mu da rum a la am pada f un dida, e a inda um o u t ro s abe mu da r uma fe ch ad u ra n uma porta, e por a ó f o ra at é ao in fi ni to ema sia o lo n ge, h oje eu v o ua t ua c asa e ar r anjo ot eu ban he iro, demo ro u do traço da inglesa me du as hor as de t ra b alho mais ova sor das min h as pro pr ia s d es c lo caçoes e as pe la s f os te t u q ue as for ne c este, e as si m fi co com um c red edito de du as hor ano ban co de t ra b l a ho, a manha q ua ando pr e cisa r de uma ajuda para pin tara a gara ge m, u mo u t ro ins c rito e par tic pan te no ban co, me v ira ajuda rem emi g ua a k te mp oo u n cão de t ra b alho, o u seja va i do traço da inglesa lea se t roca ando o ra sd e t ra b l ho em f un sao de t a rf e as q ue c ada um do mina por s ua pro pr ia vo caçao, c on he cimento o u es per i en cia

Pode-se até dar um passo no sentido de associar uma outra componente a este tipo de bancos, onde em algumas circunstancias a hora seja valorizada em dinheiro, para por exemplo fazer face a uma despeza que não tenho posses para pagar, imagina por exemplo que precisas de um atendimento num hospital, e que nem tens dinheiro para ter e trazer um seguro de saúde, pois trocas o valor do serviço das horas pelo valor de serviços da horas que dás em teu próprio trabalho depois de estares composta, ou ainda o poderás fazer por um outro, da tua família entendida em termos curtos ou mais lato

P ode do traço da inglesa se at é da rum passo no s en tid ode as soci ar uma o u t ra co mp one en te a es te t ip o de ban cos, onda em a l gum as cir c us t na cia sa hor a seja valor iza ada em din he iro, para por e x e mp lo f az e rf ac e a uma de s pe za q ue n cão t en ho p os se s para pa g ar, oma gina por e x e mp lo q ue pr e cisa sd e um at en di m en ton um ho spi t al, e q ue ne m te ns din he ri para te r e t ra ze r um seguro de s au de, p o is t roca s o valor do ser viço das hor as p elo valor de ser viços da hor as q ue d á se m t eu pro pr e ot ra b alho dep o is de est ar es com mp os tp, o u ian da o p ode rá s f az e rp o rum outro, da t ua f am i l ia en t en dida em t r emo s curto s o u masi la to s

Podem as gentes em seus locais onde vivem, exigir de que de seus impostos, sejam financiadas a organização e o funcionamento deste tipo de bancos, como podem exigir, que seja feitos planos ao serviço da comunidade, utilizando os jovens que por exemplo se encontram sem trabalho e que poderão assim obter até mesmo algum rendimento e podem sempre as gentes, em separados ou não , se porem a imaginar de como melhor cuidar e resolver os problemas do jardim, e ver de que forma o dinheiro publico, é sempre melhor e masi bem aplicado, garantindo que ele nao se tona mama de alguns mas sim é posto ao serviço de onde deve sempre estar, pois se é comum como o próprio nome diz, deve estar ao serviço comum, na forma masi inteligente e bem feita que se encontrar

P dem as g en te s em se us l oca is onda v ive me x i gi r de q ue de se us i mp post os, se j am fi na cia ada sa or g ani za sao e o f un cio n am en to de ste t ip o de ban cos, co mo p ode m e x i gi r, q ue seja fe it os p al no sao serviço da comunidade, u tili z ando os j ove en s q ue por e x e mp lo se en c on t ram se m t ra b alho e q ue p ode ra o as si m ob e rat é me s mo al gum ren di m en to e p ode m se mp rea sg en t es, em s epa ra ado s o un cão , se p o rem ema imaginar de c omo mel hor cu id ar e r es solver os pro ob l ema sd o jardim, eve r de q ue forma o di ne h ri publico, é se mp r e me l h or e masi b em ap li c ado, gara n t indo q ue ee le n ao se t on am mama de al g u sn mas si m é post ao serviço de onda d eve se mp r e es st ra, p o is se é co mum co mo o pro pr i on ome di z, d eve es t ra ao ser viço com um, na forma masi intel i g en te e b em fe i ta q ue se en c on t ra rato

E aqui vos desvelo, como será ontem o paraíso na terra no tocante ao valor, pois o dinheiro, é uma ferramenta e um valor e valores há muitos que pouco se praticam, e tal só é resolvido com boas escolas desde a pré primária e uma sociedade que viva de forma regular, isto é, sem ser de pernas para o ar como vamos ainda

E aqui v os de s v elo, co mo se rá on te mo pa rai s o n a terra no to can te a o valor, p o is o din he iro, é uma ferra m en ta e um v alo r eva valores h á mui to s q ue p o u co se pr at icam, e ta l s ó é r es sol vi do com boa s es co la sd es de a pr é pr i má ria e uma soci e dade q ue v iva de forma r gular, is to é se ms em de per rna s para o ar co mo v amo s a inda

Quando o valor verdadeiro for de novo reconhecido como valor verdadeiro, assim se obterá o valor verdadeiro do verdadeiro valor, ou seja, de que valor e valores falamos?

Q u ando o valor v e rda de iro for de n ovo reco n he cid o c omo valor ve r da de iro, as si m se ob te rá ova l o r v e r dade iro dove rda de i ro valor, o u seja, de q ue v all o r e va lo r es f al amo s da foice

Antes sempre, Amor, Luz, inteligência, bem fazer, melhor fazer, coisas assim simples e muito concretas, que quem melhor as levar e trouxer, masi valor tem as olhos do coraçao da gentes, não é isto verdade!?

Ant es se mp rea mor, luz, intel i g ên cia, b em f az e r, mel hor f az e r, c o ia sas si m simples e mui to c on creta s, q ue q eu m me l hor as l eva r e t ro ux e r, masi v al or te ema s olhos do cora sao da g en t es, n cão é is to v e rda dade do l ança c rava ada ano chao, t rid dente do ponto da f o ice

E assim quando a casa una estiver composta, e ninguém mais passar fome, e os celeiros bancos estiverem todos cheios de cereais e de Amor, teremos cada um, um cartão , ou uma pen, ou o que for, que servirá para levantar bilhetinhos que trocamos em todos os balcões do uno mundo com sorrisinhos ao atender e ser atendidos que servirão só para fazer a contabilidade da maquina por detrás que fará a admistraçao e a contabilidade dos bens e seu planeamento produtivo, sem nunca inverter o que é impossível de inverter, que é, que as maquina são filhas dos pais, e não se tornarão em seu contrário, e como nada a ninguém faltara , cada um terá o que necessitar à medida das suas necessidades e precisoes

E as si m q u ando ac asa una est iv e rc om mp posta, e nin g ue m masi pa s sar f o me, e os cele iro s ban cos es t iv e rem todos che i o sd e ce rea ise de amor, te r emo s c ada um u mc art tao , o u uma pen, o u o q ue for, q ue ser vi rá para l eva n t ra bil he t in ho s q ue t roca mo se m tod do s os bal c o es do un o mundo com sor r isi sin ho sao a te n de r es e ra t en di id ds oe q ue ser v irao s ó para f az e ra c on t ab al id ad e da ma quina por det ra s q ue fa rá a ad m is t raçao ea c on t ab il id ad e do sd os be ns s em n un ca in v e r te ero q ue é i mp os s ive l de in v e r te r, q ue é , q ue as ma quina s sao fi l h as dos pa ise n cão se tor n arao em s eu c on t rá rio, e c omo n ada a nin g eu m fla tara , c ad um te rá o q ue ne ce s sitar à me dida das s ua s ne c ess id es e pr e c is o es

Muitas outras maquinas filhas connosco cada vez mais viverão, serão todas alimentadas pelo sol e pelos ventos e pelas mares e pela própria terra, e os seres cada vez masi tempo livre terao para si e para os seus e para o Amor e para fazerem o que querem do seu caminho aqui no paraíso

Mui t as o u t ra s ma quinas fi l h as c on os co c ada ave z mais v ive ra o, se ra o to da s al i m en t ada s p elo sol e p elo s v en to ze pe la s mar es e pe la pro pr ia terra, e os ser es c ad ave z masi te mp o dez louvre te ra o para si e para os se use para o Amor ep a ra f az e rem o q ue q eu rem do s eu ca minho aqui no pa rai s o

Coisa simples, como vêem

Co isa simples, co mo v ee m


O Justo Diz Que Não É Justo eu Ganhar Seja O Que For à Conta ou Pela Conta da Miséria de Um Outro

O Justo Acrescenta que Melhor Sempre É Todos Ganharem e Nenhum Perder ou Ficar Perdido, Pois Todos São O Mesmo e Um Mesmo

O Justo Relembra Que O Dinheiro É Um Instrumento Criado Pelo Humano Para Facilitar as Trocas , a Vida e o Viver das Gentes, e Nunca Para as Destruir, ou Matar ou Lhes Fazer ou Trazer ou Obrigar à Miséria

O Justo Relembra e Diz que Nenhum Instrumento Criado Pelo Ser Contra Ele Se Pode ou Deve Virar

O Justo Relembra que Qualquer Instrumento Quando Deixa de Correctamente Funcionar Deve ser então Modificado Ou Mesmo Abandonado Quando o Engenho e a Modificação, Não é Capaz de O Melhorar e Melhorar Sua Função

O Justo Relembra e Diz que Um Instrumento é Só um Instrumento, e Que Muitos Trás o Ser e que o Ser Não É Passível a Um de Se Reduzir, e Que Antes e Sempre e Por de Baixo de Qualquer Instrumento, Está o Amor, e Que Todos Os Que Aqui Nascem Tem Direito Natural a Bem Viver e A Serem Felizes, Pois Assim O Amor É e Visa

O Justo Diz, Somos Todos Um


O J us to di za q ue n ão é j us to eu gan h ar seja o q ue f o r à c on tao u p e la conta da misé ria de um o u t ro, o j us to ac r es centa q ue me l hor se mp r e é t o do s gan harem e n en h um per de ero ro fi car per dido, p o is T o do s são o me s moe um me s mo o j us tor tot e l em br ra que o din he iro é um i ns t rum en to c ria ado p elo h um ano para f ac i li tara s t roca sa vi da e o viver das g en te se n un ca para as d es t rui r, o u mata ro u l h es f az ero u t ra ze r no u ob rig ar à misé ria o j us tor el e br ra e di z q ue en h en him I ns t rum en to c ria ad o p elo ser c on t ra el es e p ode o u q eve vaso ira rato, o j us tor el e br a q ue q u q l ue ri n s t rum en to q u ando de ix ad e co rr e cta mente f un cio n ar d eve ser en tao mo di fi c ado o um es mo ab ban dona ado q u ando a en g en ho e a mo di fi caçao, não é ca ap z de o me l hor ar e me l hor ar s al f un são, o j us to di z, s omo s t o do s um o j us tor el em br a e di z q ue um ins t rum en to é s ó um i ns t rum en to, e q ue mu it os t rá s o ser e q ue o ser ne o é p as s iv e k a um de se red u z ire q ue ant es e se mp r e ep o r de ba ix o de qu al q eu r in s t rum en to, es tá o am or, e q ue to do s os q ue a qui na sc em te m di rei to nat ural ab em viver e a s e rem fe l ize es, p o isa s si mo am or é e vaso isa

E como os governos parece que deixaram de saber governar há muitas luas atrás, a solução são as gentes se reunirem ou não, e resolverem por si mesmas os problemas, que as escolas e faculdades, e gentes ligada a agricultura e a investigação e a produção automatizada de sementeira e de colheitas, olhem, o mapa dos países, vejam na perspectiva que a grande mae terra gosta sempre que seus filhos lhe façam regularmente festas, e que seu corpo não perca as suas naturais penugens por falta de cuidado ou mesmo de agua, nem sua pele fique gretada ou estragada e que vejam como juntando estes ingredientes, novos bancos, novas tecnologias, e razão, como então se aumenta a produção, que outros em campo complementares tratem da parte de garantir o escoamento e a distribuição dessa nova produção, que se criem novas cidades onde elas não existam, em vez de se porem todos ao monte nas mesmas grandes, sendo que para isso é necessário uma visao e uma política integrada de planeamento de território, ousada, quanto baste, e que garanta as pessoas o mesmo nível de infra-estrutura que já tem nas grandes cidades, e de preferencia com as melhorias que temos vindo a falar, reciclagem integral do produzido, recuperação dos restos orgânicos, novos processos de reutilização da agua, novas cidades com autonomia integral com base nas novas energias, corte em tudo o que é desperdício, e por ai fora, e acordem no dinheiro publico de investimento e tambem privado para o poderem fazer, depois de saberem o que irao fazer e em que modo, e me fico a penar, só os milhões que se gastaram nesse muro a separar o pais do, do lado, para tanto de bom serviria

E c omo o sg ove rn os pa rece q ue de ix aram de s abe r g ove rn ar h á mui t as l ua s at rá sa sol u sao são as g en te s se r eu ni rem o un cao, e reo s l v e rem por si me s masos por b l ema s, q ue as es co la se f ac u l dad es, e g en te s li gado a a g ric uk tura e a in v es ti g ac sao e a por du sao au ot mat iza ada de semem te ira e de col he i ta s, o l he mo m ap a do pa is, v e j am na per s pe ct iva q ue a g rande mae terra g o sta se mp r e q ue se us fi l h os l he f aç am r e gular mente s f es sta as, e q ue s eu cop ron cão pe rca as s ua s nat ur a si p en u ge ns por f al ta de c u id ad e o u me s mo de agua, ne ms ua pele fi q ue g r eta ada o u es t ra gado e q ue v e j am c omo j un t ando est es in g red di en t es, nova s ban cos, n ova s tec t no li gi as, e ra za o, co mo se au m en ta a pro du sao, q ue o u t ros em cam po co mp le m en t ar es t art em da p arte de gara n tir o es coa am en teo e a di s t riu ub u i sao de s sa nova por du sao, q ue sec rie m novas cidades es onda el as n cão e x is t am, em v e z de se p o rem todos ao mon te nas me sm as g rand es, s en e doca u para iss o é ne ce s sário uma vi sao e uma poli tica in te g r ada de p l ane am n to de terri to rio, o usa ada, q u anto ba ste, e q ue gara n ta as p esso as o me s mo ni v el de in fr a es t ru ruta q ue j á te mna sg rand es cida d es, e de pr efe ren cia com as me l hor ia s q ue t emo s v indo a f a al ar, rec il g ae m in te g r al do por du i zo, rec up pera sao dos r es to s or g ani cos, n ovo s por c esso sd e r eu tili za sao da agua, corte em tudo o q ue é de s per di cio, e por ai f o ra, e ac o r de m no din he iro publico de in v es tim en to e ta m b em p r iva ado para o p ode rem f az e r, d ep o is de s abe rem o q ue irao f az e r e em q ue modo, e me fi co a p en ar, s ó os mi l h o es q ue se gás tara am ness m ur o a s epa ra aro pa is do l ado, para t ant ode bom ser vi ria

E depois este trabalho feito em cada local, ou estado ou nação, numa perspectiva integrada tem que ser integrado numa folha gigante de Excel que existe na casa da nações, chamem-lhe assim ou em outro nome, ou de outra divisão qualquer, onde cada um põem em duas colunas, o que tem para oferecer e o que necessita e alguns olham para aquilo e vao vendo se o que há a mais num sitio não falta num outro, e se a produção em seu todo vai aumentando no ritmo necessário e preciso de obter até dois mil e cinquenta se lá quisermos chegar, sem muitos tombarem no entretanto

E dp o is este t ra b la ho fe i to em c ada l oca l, o i u estado o un aç cao , nu ma per pe s ct iva ine g rada te m q ue ser in te g ra ado n uma f o l ha giga gan te de e x cel q ue e x is te na cas da n aç o es, c h am en m do traço do primeiro ingles as si m o u de o u t ra no me, ou de o u t ra di visao q ual q eu r, onda c ada um poe m em du ac o l unas, o q ue te m para o fe recer e o q ue ne c es sita e al g u ns o l ham para a q u i dez e vao v en do se o q ue h á am a is n um si tio n cão f al ta n um o u t rose sea pro du sao em s eu todo v a i au m en t ando no r it mo ne c ess a rio e pr e c is ode ob te ra té do is m ile cin q u en ta se l á qui se r mo s c he g ar se m mui to s tom bar em no en t r eta n to

Outros tantos deverão na mesma casa, destruir as barreiras ao comercio que ainda existem, e acordar as normas de qualidade dos produtos, sendo que na questão da qualidade deve ser sempre norma a protecção das gentes que são os que consomem, e o comercio deve ser sempre livre e feito por quem o quiser fazer, dentro das normais regras que preservem a vida e o viver,

O i u t r s o ta n to s d eve ra on a me s ma c asa, d es t rui ra s bar rei ra sao co m er cio q ue au n da e x is te me ac o r d ar as norma de q ual id ad e do s pro du to s, s en do q ue na q eu s tao da q u li dad e de eve ser se mp r e norma a pro te sao das g en te s q ue são os q ue c on s om meme o com mer cio d eve ser se mp r e l iv r ee fe i to por q eu m o q u ise r f az e r, d en t ro das nor mais r e g ra s qu ep e r serva vam a vi da e o viver,

E assim em forma simples, por área do corpo, agua, energia, cultivo, comercio, e por aí fora até ao infinito e mais alem se faz o bom governo da casa comum de forma que ontem mais ninguém morra por falta de comer, ou de beber, ou de um medicamento, ou de uma sala de operações, ou porque a inflação é muito grande e o dinheiro papel muito caro

E as si m em forma simples, por a rea do cop ro das aguas e da ene r g ia, cu primeiro do tv circulo do co mer cio, e por aí f o ra at é ao in fi ni to e masi al em se f az o bom g ove r no da c asa com um de forma q ue on te m mais nin g eu m mor ra por f al ta de co mer, ou de bebe ro u de um me di cam n tom o u de uma sala de o pera ç o es ou por q ue a in fla sao é m u it o g rande e o din he iro pap el mui to c aro, mu da toca do aro do ro

Simples o paraíso, não é? Sempre ao alcance de cada um em seu próprio espaço e ao alcance de todos no espaço que por partilha é comum, não é isto que cada um faz em sua própria casa?

Simples opa rai son cão é foice se mp rea o al can çe de c a da um em s eu pro p rio es paço e ao al cna çe de todos no es paço q ue por p ar t ilha é com um não é is to q ue c ada um f az em s ua pro pr ia c asa da foice

E diria meu filho pequenino se aqui estivesse, então, pai, se é tao simples assim porque os adultos o fazem tao complicados, e eu lhe diria, sabes meu filho, os adultos tendem sempre a complicar tudo e mais costumam fazer, salvos excepções, à medida em que crescem e se esquecem da criança que sempre levam dentro de seus peitos, e quanto mais dela se esqueçam, mais começam a guerrear entre si e a fazer as coisas todas de pernas para o ar e assim põem o mundo e a vida e viver que são coisas simples, em forma muita complicada e torta e com temperatura do fogão muito mal regulada nas vezes e assim os bolos, ou saem curtos para muitos, ou mesmo os deixam queimar, e parecem esquecer que o trigo e a farinha é toda uma mesmo, com muitos graozinhos irmãos e que a terra onde eles nascem e se transforma em pao é sempre a mesma e que tudo é agua e deve sempre fluir, mas se entretém na mais das vezes por seus medos a construir muros e murinhos

E di ria m eu fi l ho pe q eu nino sea qui es t ive s se, e tao pai, se é tao si mp l es as si m por q ue os ad u l to s o f az em tao co mp li c ado s, e eu l he di ria, s ab es me u fi l ho, os ad u l to s t en de m se mp rea complicar tudo e mais cos t u mam f az e r, s alvo s es ce p ç o es à me dida em q ue c r es ce me se es q eu ç em da cir ança q ue se mp r e l eva am d en t ro de se us pei to ze q u ant o mais de la se es q eu ç am, masi com eça m a g eu r rea r en t re si e a f az e ra s co isa s todas de pe rna s para o ar e as si m poe mo mundo e a vi da e viver q ue são co isas si mp l es, em forma mui ta co mp l i c ada e t orta e c om te mp e ra tura do f o g ao mui to m al r e gula ada na s v e ze se as si mo s b olo s, o u s a em curtos pr a mui to s, o u me s mo os de ix am qui mar , e pa rec cm es q ue ce r q ue o t rig oe a fr rainha é toda uma me s mo, com mui to s g ra o z in h os i r mao se q ue a terra onda el es na sc em e se t ra n forma em pao é se mp rea me s ma e q ue tudo é agua e d eve se mp r e f l u i r, masse en t r e te m na mais das v e ze s por se us med os a co ns t rui rm ur os e mui rn h os

E depois meu filho, as formas de governação e do governo estão todas de perna para ar e se fizeram como torre de babel, longe e distantes das gentes e das suas preocupações reais e verdadeiras e trazem um sistema de justiça que na mais das vezes protege essa mesmo babel e quem a prefigura, ou seja, quem a desenha e quem a faz, e a solução, sem passar pelas guerras, é de novo repor a independeria justa de uma justiça justa, e depois tornar as governações perto das gentes, sabes meu filho, ali no outro lado do rio, em s paulo, se tem dado passos interessantes, as gentes das diversas organizações que se preocupam com o destino da cidade comum, em sua respectivas áreas, começam a fazer uniões em aspectos específicos e quando assim fazem adquirem maior força que separados e mexem muito mais nos governos centrais e centralizadores, grandes elefantes em loja de finas porcelanas com a espessura da alma do ser, e assim os obrigam de novo a pôr os pés na terra, relembrando-lhes que os governos governam de acordo com o que as gentes lhes dita e que é preciso que as gentes ditam mais e mais dia a dia , o fazer dos governos, este é o bom caminho, a duvida que o pai trás, sabes meu filho, é saber se mesmo assim teremos o tempo para de novo trazer o bom senso bastante e necessário para que todos se salvem

E d ep o is me u fi l ho, as formas de g ove rn aç sao e dog ove r no es tao todos de pe rna para ar e se fi ze ram com tor red e babel, l on ge e di st na t es das g en te sedas s ua s pr e o cup aç o es reia se eve rda de ira se t ra ze m um sis t ema de j us ti ç a q ue na mais das v e ze s pro te ge ess am es mo babel e q eu ema pre fi g ur a, o u seja, q u ema de senha e q u ema f az, e a sol u sao, se m p ass ar pe la s guerras, é de n ovo r ep o ra in de pen dec ia js u ta de um j us ti ç a j us sta, e d ep o is tor na r aa s g ove rna ç o es per to das g ene st, s ab es me u fi l ho, al ino o u t ro l ado do rio, em s paulo, se t em dad o pa ss os in te r ess ant es, as g en te sd as di vera s or g ani z aç + o es q ue se pr e o cup am com o de s t ino da cidade com u, em s ua r es pe ct iva s ar es, com e ç am a f az a e r un ni o es em as pe ct os es pe ci fi cose q u ando as si m f az em ad qui rem maio r f orca q ue s epa r ado s e me x em mu i to mais no s g ove r no s c en t rai ise c en t ra li iza o r es, g rand es le fan t es em dez jade fi na s pr cela ana sc om a ep ps ess u ra da alma do ser, e as si mo s ob rig am de n vo a p o ros p es na terra, r el em brand do traço ingles do home espanhol q ue os g ove r n s o g ove rn am de ac o r do com o q ue as g en te s l h es dita e q ue é pr e c is o q ue as g en te s di t am ma ise mais dia a dia , o f az e r dos g ove r no s, est e é o b om caminho, a du v id a q ue o pai t rá s, s ab es me u fi l ho, é s abe r se me s mo as si m te r emo s o te mp o para de n ovo t ra ze ero b om s en s o b as t ante e ne ce s sa a ps o t i dez rio para q ue todos se s al v em








Aqui em portugal, continua sempre a eterna discussão dos trajectos, e das prioridades dos investimentos nas infra estrutura publicas, vistas sempre na ordem curta das chamadas injecções de dinheiro e trabalho, que nem mais as são, pois quando se fazem as auto-estradas e coisas do genero, a maior parte da mao de obra tem sido temporariamente importada, e depois tchau, que se lixem, e nem aprenderam ainda a olhar para o pedaço do uno corpo a que se chama de Portugal, pois cá existem uns malucos que falam ainda a mesma lingua e pouco mais e hoje de manha muito compostinhos estarão em suas bancadas a ver desfilar aquilo a que ainda chamam de republica, mas cujo nome verdadeiro e pântano, corrupção e compadrio, miséria para muitos, e falta imensa de justiça, e de desenvolvimento e de esperança de vida mais feliz

Aqui em portu gal, conti n ua se mp rea e t rena di sc us sao dos t ra ject os, e da s p rio rid ad es do sin v es tim en to s n as in fra e ts ru tura p ub licas, vi sta s se mp rena ordem curta da s c h ama da s in je cç o es de din he iro e t ra b alho, q ue n em mais sas são, p o is q u ando se f az em as au to es t ra da se co isas do g ene ero, a m au o r p arte da mao de ob ra te m sid o te mp ori ae m an te i mp porta da, e d ep o is tc h au, q ue se l ix em, en em ap red e ram a inda a o l h ar para o ped aço do uno cop ro a q ue se c h ama de pro t a gal, p o is c á e x is te m un s m al u cos q ue f al am a inda am es ma lin gi ua ep o u co masi, e h oje de manha mui to co mp os t in h os est arao em s ua ban c ad as ave r d es f ila ra q u i dez a q ue a inda c h am de republica, mas cu jo no me v e rda de iro e p na t ano, co rr up sao e co mp ad rio, nise ria para mui to ze f al ta i m en sa de j us ti ç a, e de d es en vo l vi e mn to e de es pera ança de vi d a m a is fe l i z

Olhai sempre vosso corpo ao olhar o pedaço do mesmo corpo naquilo que chamais de fora, quando tentais na parte que dizeis fora algo fazer, da mesma forma que quando fazeis um par de calças, na mais das vezes, lhes pondes duas pernas porque duas trazeis,

O l h a ise mp r v osso corp o a oo l hor o ped aço do me s mo corp o na q u i lo quadrado da uec home da am a is de forte do circulo do ra, quadrado do vaso ando cruz en tais na p arte quadrado da ue di ze is forte do circulo do ra al g o f az e rato da me serpente ma forma quadrado da uec do quadrado do vaso ando af ze is um par de ca primeiro circulo do corte do as, na mais das vaso e ze, primeiro homem espanhol pond es du as pe rna serpente do por quadrado da ue du as cruz ra ze is

Pois um dos problemas consiste quando pensam sem pensar que a terceira perna é a vossa cabeça e o lugar do pensar, se bem que geralmente continuem a fazer as calças com só duas pernas

P o is um dos po r b l ema s c on sis te q u ando pen sam se m p ansa r q ue a t rec e ira pe rna é a v os sa cab eça e o lu g ar do p en sar, se b em q ue ge ra l met e cin t in ue ema a f az e ra s ca s l ç as com s ó du as pe rna serpente

Por isso tragam bem lembrado e presente que só estais no ponto onde estais, que a verdadeira cabeça e o verdadeiro pensar habita no coraçao

Por iss o t ra g am b em l em br ado e pr es s en te q ue s ó est a is no pinto onda est a is, q ue ave rda de ira cab eça e ove rda de iro pen sar h ab bit ano cora sao

Olhem para o tamanho do que chamam de corpo externo no limite máximo em que trazem as palas em vossos olhos, e independentemente do seu desenho, das suas curvas, rectas, escarpas, montes, fendas ou vales, pensai-o sempre como imagem do vosso grande corpo feito pequenino em vosso não ver

O l he mp para o tam anho do q ue c h amam de corp o e x t reno no li mit ema máxima em q ue t ra ze ema spa l as em v ossos olhos, e independente m nete do s eu de s en ho, da ss ua s c ur v as, rec ct as, es carpa s mon te s , f en da s o u vale s, p en s a e traço do ingles circulo se mp r e c omo i mage m do v osso g rande corp do circulo do feit pe q eu nino em v osso não ver, feit, deve declinar em feist, pois acima aparece o pinto, que deve ser então o outro da cml

E quando olharem assim o redor, percebam nele o vosso corpo e os vossos órgãos, onde está o coraçao, onde correm as veias, onde habitam os seios, onde são as pernas, onde estão os braços, onde é o lugar elevado do espirito do pensar

E q u ando o l harem as si mor red o rp e rc e bam ne leo v osso corp oe os v ossos or g a os, onda est á o cora sao, onda co r rem as v e ia s, onda h ab bit am os seis, onda são as pe rna s, onda es tao os br aços, onda é o lu g ar el eva ado do es pi rito do p en sar

Portugal trás corpo de rosto, mas sendo um rosto do corpo é corpo com rosto e face, e em mim correm dois rios principais, um que leva a agua sangue com o oxigénio e outro que o trás com o dioxido de carbono e reparai como em mim, estas duas principais redes andam equidistantes entre si e entre as partes do uno corpo e de como cada uma deles a imagem dos rios, nascem e se juntam os afluentes

Porto gal t ra s corp o de ro s to, mas s en do um ro s to do corp o é corp o com ro s to e f ac e, e em mim co r rem do is rio s p rin cip a is , um q ue l eva a agua san g ue com o ox i f s argento geni o e o u t ro q ue ot ra sc om o di ox id o de car bono e r epa rai c omo em mim, e sta s du as p rin cip a is red es anda dam da manha e q ui di stan t es en t re si e en t rea s p art es do un o corp oe dec omo c ada uma de le sa i mage m dos rio s, na sc em e se h un tam os a f l u en t es

Assim a inteligência da Luz e do Amor fez os corpos, em seu perfeito desenho, não fez os rios todos juntos do mesmo lado da terra, os distribui em distancia equivalente às extremas, assim dos principais, partem os secundários que todo o corpo cobrem e alcançam em suas distintas camadas até aos mais pequeninos vasos que irrigam a mais pequenina das células, e quase nenhuma mesmo fica alguma vez sem sangue ou agua sangue ou sangue da agua

As sima intel i g en cia da Luz e do Amo rf fez os corp os, em s eu pe rf e i to de s en ho, n cão fez os rio s todo sj un to sd o me s mo l ado da terra, os di st r ub u i em di stan cia e q u iva lente a sex t r emas as si m dos p rin cip a is, p arte m os sec un da rio s q ue todo o co pro co br em e al cna ç am em s ua s di s tintas cama da sat é aos maís pe q eu nino s v as os q ue i r rig am a maís pe q eu nina das cel lulas, e q u ase n en h uma me s mo fi ca al gum ave z se m san g ue o u agua san g ue o u san g ue da agua

E o que são as estradas e as vias se não veias e sendo veias o que servem, o funcionar do corpo em seu todo, e não só num lado onde se acumula todo o peso a custo da desertificaçao

E o q ue são as es r t ra da sea as vias se n cão v e ias e s en do v e ia s o q ue servem, o f un cio n ar do corp o em s eu todo, en cão s ó num l ado onda se ac u mula todo o peso ac us t dada de ser ti fi caçao

Já outrora vos falei de que portugal precisa para cuidar bem do espaço total de seu corpo, talvez assim em grosso , mais cinco milhões de habitantes e se bem que os portugueses sejam conhecidos em camisolas estrangeiras que rezam que o fazem melhor que os outros, nas vezes que pensam, não levam até ao fim ao acto, pois não trazem nem moedas no bolos para sustentar os seus desejados filhos

J á o u t ro ra v os f al lie de que port gal pr e cisa p aa c u id a r b em de s eu es paço t ota l de s eu cop ro, t alvez as si m em modo , masi dec inc o mi l h oe sd e h ab bit ant es e se b em q ue os p ot u gi es e s se j am c on he cid os em cam i solas es t e ge iras q ue r e z am q ue o f az e me l hor q ue os outros, nas v e ze s q ue pn es sam, n cão l eva am at é ao fi mao ct o, p o is n cão t ra ze m ne m moe da s no b olo s pr a s us t en t ar os s eu s de jad os fi l ho s

Por outro lado sabemos que existem formas de criar bums de natalidade, basta apagar a luz publica e esperar nove meses e se ve o efeito das velas, as outras quando o ópio da televisivo deixa de existir e a tusa melhor, nasce em ambientes de maior romance, e assim sendo até se pode fazer umas contas e ver quantas vezes e com que frequência se deverá então apagar a luz geral, para repovoar o pais de acordo dos as necessidades do seu uno corpo, pois bem visto de cima do ceu ou da lua, as gentes são do tamanho das formiguinhas, mas na andam em fila indiana por sua própria natureza, e se andarem mais libertas e mais à sua vontade, a de cada uma, e não tanto umas em cima da outras, ocupam e se distribuem por todo o corpo, e mae fica assim muito contente, pois trás cada pedacinho seu cuidado por uma

Por o u t ro l ado s abe mo s q ue e x us te m forma dec r ira r b u ms de nat al id ad e, ba sta ap a gara al u z publica e ep ps e ra rn ove me s me se s eve o efe i to das velas, as o u t ra s q u ando oo p oio da tele isi vao de ix a de e xx it i rea t usa me l hor, na sc e, em m ab i en te sd e maio r roman ce, e as si m s en do at é se p ode f az e r u ms c on t as e eve r q u antas v e ze sec om que fr e q u en cia se de eve rá en tao ap a gara l u z ge ra l, pr ar ep ovo ar o pa is de ac o r do dos as ne ce s sida d es do se us un o corp o, p o is b em vi s to dec ima doc eu ou da l ua, as g en te s são co mo for mu g unhas e se anda rem mais l iv e rta se n cão t anto umas em c ima da o u t ra sc omo s ua nat ira l t en dec ia, cup am se s e di s rt i ub em por todo o cop o rea me fi ca as si m mui to c on t en te, p o is t ra sc ada peda ç in ho s eu c u id ado por uma

Não convém por exemplo aplicar desde já este receita por exemplo na América que cada vez que há um apagao é ver o que se tem visto

N cão c ove en por e x e mp lo ap pali car de sd e j á est e rec e i ta por e x e mp lo na am erica q ue c ada ave z q ue h á um ap a g ao é ve ro q ue set em vi s to

Assim se poderá fazer, tomando atenção para que não se desliguem os serviços necessários ao suporte da vida, como hospitais e coisas do genero, mas outras soluções, podem ser feitas, e razão há mesmo pelo coraçao , tambem para as fazer, e em muitos dias se ve muita gente vinda de África em casquinhas de nozes, à procura de sobrevivência, e noutros dias de praias se viram já cadáveres ali tapados ao sol durante todo o dia ao lado dos biquinis daqueles que ainda trazem dinheiro para ir de ferias e pagar uma estadia fora de suas casas

As s im se p ode rá f az e r, tom ando a t en sao para q ue n cão se de s li g eu mos serviços ne ce s sa ap os t olo rios ao s up orte da vi da, co mo ho spi t a ise co isas do g en ero, ma z s o u t ra s sol u ç o es, p ode em ser fe ita se ra za o h á me s mo p elo cora sao , t am b em para as f az e r, e em mui to s dias se eve mui ta g en te v inda de af ric a em cas quin h as de no ze s, à por rc cura de s ob r e v ive en cia, en o u t ros dias de p rai s se vi t ram j á c ad ave r es al it a ap do sao sol duran te todo o dia ao l ado dos bi ki ni s da q eu l es q ue a inda t ra ze m din he iro para ir de fe ria se pagar uma est ad dia f o ra de s u as ca sas

E se começou a falar em tempo não muito ido de uma ideia a que se chamou de contrato social com aqueles que vindo de longe procuram aqui ou acolá, novas vidas com melhores oportunidades e condições para si e seus filhos, mas o que se percebeu é que gentes trazem ainda medo das gentes de cor e costumes muito distintos, ou do que for de diferente na igualdade que sempre são, e trazem medo de grandes enxurradas de gente que aqui aportem, e que assim se criem espécies de novos guetos, e de países dentro de países, pois não mora em seu pensar uma real perspectiva de integração, e já nas grandes cidades mesmo aqui neste pequeno grande país, é esta a realidade que se deixou criar

E se com e ço ua f al ar em te mp on cão mui to id ode uma id e ia aqui ue se c h am o u de c on t rato soci al com aqueles q ue v indo de l on ge por cura maqui o u ac o l á, n ova s v id as com me l hor es oport uni dad es e condi ç o es para si e se us fi l h os, maso q ue se pe rc e b eu é q ue g en te s t ra ze m a inda med o das g en te sd e cor e cos t u me s mui to di s tinto s, ou do q ue for de di fr en te na i gula dad e q ue se mp r e são, e t ra ze m med ode g rand es en x ur r ada sd e g en te q ue aqui ap a orte me q ue as si m se c rie m es pe cie s de n ovo s g eu tt os, e de pa ise s d en t ro de pa ise s, p o is n cão mora em s eu p en sar uma r e la per s pe ct iva de in te g raçao e j á na s g rand es cida d es me s mo aqui nest e pe q u en o g rande pa ís, é est aa real id de q ue se de ix o u c ira r

E pode-se fazer contratos sociais ou o que se lhes chame, se as gentes que chegam se comprometerem a ficar durante o tempo necessário que justifique as contrapartidas que nos comprometemos a criar para os bem receber, que são todas as infra estruturas básicas como hoje as conhecemos, e desde que haja a possibilidade de trabalho e de rendimento para elas e para os restantes, mas nós nem ainda resolvemos o problema dos guetos urbanos que criamos, esta á a outra faceta do real, a margem da incompetência do que mal se tem feito e na maior parte dos casos nem os países que podem acolher trazem as gentes que lá nasceram com emprego

E p ode do traço da inglesa se f az e r c on t ratos soci a is o u o q ue se l h es c h am e, sea sg en te s q ue che g am se com mp rim e te r ema a fi ca r duran teo te mp o ne ce s sário q ue j us ti fi q ue as com t ra par ti da s q ue nos co mp rome te m ps a c ria rp para os be m rece be r, q ue são todo a sas in fr a est ru ra s ba sica s co mo h oje as c on he ce mose de sd e q ue h aja a po s sibil id ad de t ra b alho e de r en di m en t para el as e para os r es t ant es mas nós ne m a inda r es sol v emo s o pro b l mad o sg eu tt os urbanos q ue c ria mo s, es ta á a o u t ra f ac eta do rea l, am ar ge m da inc om mp pet en cia do q ue m al se te m fe i to en a maio r p arte dos c as os ne mo spa i s es q ue p ode m ac o l her t ra ze ma sg en te s q ue l á n ac e ram com e mp rego

E existe caminho, distinto, como já o reflecti aqui em textos que abordam distintas facetas desta questão, ou seja não cairemos no maior abismo, por falta de correcto pensar

E e x is te caminho, di s tinto, co mo j á o r e f l e ct ia qui em te x to s q ue ab or dam di s tintas f ac eta s de sta q eu s tao, o u seja n cão ca ire mo sn o maio r ab is mo, por f al ta de co rr e ct o p en sar

E mesmo que assim se faça, e é de toda a conveniência que em algumas vertentes se o faça ontem, para não pagar-mos todos mais tarde em juros de violência, de agitação social e de custos em vida, independentemente da cor de cabelo de cada um, mais provável é o trabalho e consequentemente o rendimento terminarem no entretanto na forma como o conhecíamos até hoje, e sendo obvio que tudo isto mudando como esta mudando, não se deve nem se traduzirá em maior miséria, a ideia é toda o seu contrário, almeja a felicidade e o cumprimento de cada um como ser

E me s mo q ue as si m se faça, e é de toda a c on vine ie n cia q ue em al gum as v e rt en te s se o faça, para n cão pa g ar do traço do ingles mos todo s mais t ra de em j ur os de viol en cia, de a gi taçao soci al e dec us to s em vi da, independente me mn te da cor de cab elo dez de c ada um, mais pro ova ave l é o t ra b alho e co nse q u en te mente o ren di m en to te r mina rem no en t r eta n t y on a forma co mo o c on he cia mos at é h oje e s en do ob vi o q ue tudo is to mu dando como e sta mu dando, n cão sed eve ne m se t ra du zi rá em maio r mise ria, a id e ia é toda o s eu c on t rá rio, al me j aa fe le cidade e o c u mp rim en to dec ad onze co mo ser

As gentes abandonam o interior e se concentram nas costas perto do mar, e se tal se deve a natureza profunda deste povo, que sempre amou e ama o grande mar, e muito gosta de nele se banhar, outras razoes de caracter da qualidade dos dias e do viver para isso em larga medida contribuíram e contribuem, a falta de vias e dos consequentes transportes mais rápidos, a falta de empresas e de trabalho, a mudança da estrutura produtiva, o abandono do cultivo, a falta de serviços de apoio à vida em boas condições como boas escolas e hospitais, professores e médicos, a falta de oferta cultural, de diversão e entretimento apelativa quanto baste, as universidades que se optaram por instalar em grandes centros, todas estas áreas se tem subordinado em muito a questões de rentabilidade económica, e temos hoje aldeias de outrora, onde mais só vive um casal, outras só mesmo pedra grossa de granito a ruir , e o pais envelhece, trás a pirâmide da sua população invertida, são mais os que se vao daqui em seus corpos dos que chegam ao corpo

As gb en te s ab ban dona am o in te rio rese c on c en t ram nas co sta s per to do mar, e se t ak sed eve ana t ur e za pro f un da de st e p ovo, q ue se mp rea am o ue ama o g rande mar, e mui to g o sta de ne le se ban h ar, o u t ra s ra zo es de cara c te r da q ua l id ad e dos dias e do viver para iss o em l arga me dida c on t rib u i ram e c on t rib eu ma f al ta de vi as e do s co nse q u en te s t ra sn portes mais rá pido sa f al ta de e mp r e sas e de t ra b l ho, am mu dança da es t ru tura por du t iva, o ab ban dono do c u l t ivo, a f al ta de see r vi ç o es de ap oio a vi da em boa s c on di ç o es co mo es co la se ho spi t a is, a fata de o fe rta c u l ruta l , de di v e r sao e en t r e tim en to ap e la t iva q ua n to ba ste, todas est as ar es se t em s ub o r dina ado em mui to a q eu s to es de ren te bil id ad ee co no mica, e te mo s h o je al dei ira de o u t ro ra, onda s o vive um ca s al, o u t r ss ó me s mo pedra g rossa de g ra ni to a rui rato e o pa is en v el he ce, t rá s a pira ram id e da s ua pop u l sao in v e rt id a, são masi os q ue se vao da ki em se us corp os do s q ue che g am ao corp o

Mas se virmos bem a maior parte destes argumentos, sao tretas falaciosas, salvo a excepção do sempre amor, e sendo que falacioso e falácia, não quer dizer que nas vezes se tornem reais em suas consequências, pois tambem a mentira, o mal pensado, o mal contado, tem sempre um consequência, como a verdade tambem a tem, se bem que distinta em seu alvo e em seu meio e seu fim, ou seja ainda, no resultado do que se produz, do que é produzido e se manifesta

Masse vi r mos b ema maio r p arte de ste s ar gum en to sas t r eta s f al ac cio sas, s alvo a e x f dep sao do se mp rea am mor, e s en do q ue f al cio s oe f al ac cia, n cão q eu r di ze r q ue na s v e ze se tor ne m reais em s ua s c on se q un cias, p o is t am b em a me n ira, o m al p en sado, o m al c on t ado, te m se mp re um co nse q u en cia, como a ve r dade t am b em a te m, se b em q ue di s tinta em s eu alvo e em s eu mei o e s eu fi mo u seja a inda, no r es uk t ado do q ue se pro d u z , do que é pro du zi do e se m ani fe sta

Pois se abandonou os campos por se deixar de produzir batatas e contudo elas para muito faltam, pois se abandonou os campos no norte porque a estrutura da posse da terra em minifúndio, não permitiu nem a modernização nem necessária rentabilização, pois se abandonou as grandes áreas de cultivo no cento por falta de braços e braçadas com força para o trigo e milho colher, porque os jovens não mas querem trabalhar nos campos, porque ninguém mais quer fazer trabalhos manuais pesados, porque se deixou de produzir, porque tambem se criaram quotas, e ao mesmo tempo se deram subsídios para não a fazer, e outros ainda para fazer alguma outra coisa, porque o estado se tornou cada vez mais centralizado, e nessa centralização ocupa sempre um centro, ou poucos, as grandes cidades e capitais, e o resto é muito em parte deixado à mingua e ao abandono, porque as gentes já nem nascem nos locais de seus pais, nascem nas vezes nas estradas em ambulâncias, e em hospitais em cidades distantes, como a dizer que ténue é hoje a realidade de pertença, e como o movimento se tornou rei e rainha, e a comida para muitos na una casa continua a faltar e o trabalho como o conheciam nossos pais tambem

P o is se ab ban dono u os cam p os por se de ix ar de pro du zi r bata t ase c on tudo el as para mui to f al tam, p o is sea ban dp no u os cam p os no norte po ki e aa es t ru ruta da p os se da terra em min f un dio, n cão per mi ti u ne ema mode rn iza sao n ema ne ce s sária r en t ab bil iza sao, p o is se ab ban dono ua s g rand es ar e sa dec u l ti ibo no c en to por f ala ta de br aços e br aça da sc om fr ça para o trigo e mi l ho co l her, por q ue os j ove ns n cão mas q eu rem t ra b alha rn os cam p os, por q ue nin g eu m masi q eu r f az e r t ra b alhos manu a is pesa ado s, por q ue se de ix o u de pro du zi r, por q ue t am b e mse c r ia ram q u ota sea o me s mo te mp o se de ram s ub sid os para n º cao f az e r, por q ue o estado se tor no u c ada ave z mais c en t ra l iza ado, e ness a c en t ra l i za sao ocupa se mp r e um c en t ro, ou p o u cos, as c rand es cida d es x e ca pita is, e o r e ts o é mui to em p arte de ix ada a min g ua e ao ab ban dono, e o u t ra a inda para f az e r al gum a o u t ra co isa, e ac o mida para mui to na una c asa conti n ua a f al t ar e o t ra b alho como o c on he cia iam n ossos pa is t am b em

Mas a pergunta e a afirmação é que se, se tivessem organizado as coisas todas em forma distinta, não seria obviamente este o resultado, e da mesma forma é valido dizer que organizando então em forma distinta, muitos dos problemas que temos derivados deste caminho não existiriam

Masa per gun ta e aa firma maçao é q ue se, se t iv es se mor g ani z ado as co isas tod o as em forma di s tinta, n cão se ria ob v iam n te este o r es sul t ado , e da me sam forma é va lido di ze r q ue o rn az ando en tao em forma di s tinta, mui to sd os pro ob l emas q ue te mo s de riva ado s de ste ca minho n cão e x is ti ria am


Meninos da universidades, que andeis pela mao dos professores entretidos a fazer belos carros assim levezinhos, com motores de explosão de muito baixo consumo, para depois se porem a correr a ver o que vai mais longe com um mesmo litro de gasolina, sabeis vós que uns rapazes ali ao lado já inventaram uns veículos eléctricos que se movem e se abastecem pelo próprio sol?

Meninos da uni verso si id ad es, quadrado da ue ande is pe la mao dos p o rf esso rato espanhol ingles cruz r e t id os a f az e r be dez s carros as si m l eve z in h os, com m oto r es de e x p lo sao de mui to ba ix o c on sumo, para d ep o is se p o rem ac o rr e ra ave ero q ue v a ima si l on ge com um me s mo li t ro de gás sol ina, s abe is vó s q ue un s ra paz es al i ao l ado j á in v en ta ram un s v e i cu lo s el e c rico s q ue se m ove messe ab sat e c em pe lo pro pr i os sol foice

Porque não vos dediqueis a tao bela e nobre tarefa? E porque não encontreis um parceiro aqui ou em outra terra que os venha a produzir depois de conceberem e provarem protótipos?

Por q ue en cão v os de di q ue isa tao bela e nobre t ar e fa da foice E por q ue n cão en c on t reis um pa rc e iro aqui ou emo u t ra terra q ue os v en h a ap rodo z i r d ep o is dec on cebe rem e pr ova rem pro oto tót ip os da foice

Vide como primeiro investigando a informação depois juntando um pedacinho daqui, de um outro lugar e ainda de um outro em forma criativas se conseguiu assim fazer uma demonstração da possibilidade, pois se nove e se auto alimenta, e navegai sempre muito, que a terra do Uno Amor é Redonda e Ninguém Nela Cai

Vi de c omo pr i me iro in v e ts si gan do a in for maçao om d ep o is j un t ando um peda do cino daqui, de um o u t ro lu g ar e a inda de um outro em forma c ria t iva s se c on se gui u as si m f az e r uma demo s t raçao da p os sibil dia de, p o is se n ove e se au to al i me en ta



Welcome to Montreal!

Home to the first practical fuel-less transport on Earth. Thanks to a happy confluence of:
i) Chinese Hub magnetic drives (now being sold by millions world-wide);

ii) solid-state cell phone batteries (now being produced by hundreds of millions); and critical breakthroughs in

iii) nano-crystal solar modules (now becoming available in 2x and 3x form going towards six times standard power density ("X") at about one-sixth their former price),

Inexpensive, silent, safe, pollution-free vehicles are being built in many sizes from baby prams to trucks and buses. Access free plans and build a $1500 solar vehicle (more than 100,000 downloads world-wide) go to: http://www.solarvehicles.org/

For more recent advanced models, designs, and discussions, press on BioMod in the "get building" section. http://groups.msn.com/BioMod

The Sun is not just "renewable"; it shines constantly! To facilitate the world-wide change to fuel-less, powered by the energy landing on you as you go, transport; it has been proposed to issue nano-solar backed currency, tenatively dubbed the "Solar Quanta", for self-backed (in energy conversion potential) Global use. Advanced currencies such as the Canadian (containing TiO2 nano-crystals), and Australia (non-tearable plastic money), have already opened the way for this further step.

For sourcing the new nano-tech solar module's go to: http://www.konarka.com/ or http://www.nanosolar.com/

After ascertaining the immediate potential of this fuel-less revolutionary technology; Please convey an awareness to all commitees and sub-branches of the upcoming MOP1, and COP11 world energy convention!

Thank you, SymBioniC's Task Force on Climate Change




Sabes doce amada minha, nem um corta unhas levei comigo quando foi à reuniao da spa, não me fosse minha mao me tentar a cortar ali uma cabecinhas, muito à imagem do que o que se diz ser presidente da coisa, dizia no tal programa gravado na antena dois que depois apanhara, quando se referia a tranquila coragem do general humberto, que assim outrora, ou não tanto, teria evitado um enorme banho de sangue, pois a questão de fundo é sempre a mesma, quando te negam todos os direitos e te fecham todas as portas das chamadas democracias de direito, e te negam assim tambem o direito à justiça, só te resta então começar a obter justiça por tuas próprias maos, e assim se torna mesmo justo e correcto matares, um ou mais dos que roubam todos os dias a vida e mesmo os filhos

Serpente do ab espanhol da ce da am ada min homem da ane maior do primeiro co rta un homem as do primeiro eve e com mig circulo do quadrado do vaso ando forte do circulo e à reuniao da spa, muito cão me forte do os da se da min do homem primeira mao da met cruz en cruz do ar ac co rta ra li primeira cab e cinhas, mui to à i mage maior do quadrado da ue circulo do quadrado da ue se di zorro ser pr espanhol id do dente da co isa, di zorro do ia not al pro gato da rama gato da rava sado na ant en ad o is quadrado da ue do quadrado da ep do circulo do is ap anha ra, quadrado do vaso ando se rato da efe ria at ra muito quadrado da ila da cora ge m dog ene ra primeiro humberto, quadrado da ue as si mo vaso da cruz dot ro ra, circulo da un cão da cruz anto, te ria evita do primeiro en circulo do rato da me don ban homem da ode san gato da ue, p do circulo da isa quadrado da eu serpente tao de forte da un dá é se mp rea me sam, quadrado do vaso ando da te ne gema todos os da di do rei to do ze de direito da te fe circulo do ham todas as portas das ch am da serpentes do demo circulo da rac cia se rp poe en te de direito, e te ne gata da am da asis muitas cruzes da manha e segundo emo di rei to à j us ti ç a, serpente do acento no circulo dó te rato e sta en tao com e ça ra ob te rato da j us ti ç a por t vaso ua s usa pro pr ia serpente mão do sea si maior m se tor na me serpente mo justo e co rr e ct do circulo da mata rata espanhola, umo do vaso do mais do serpentes do quadrado da ue ero do ro ub am todos os dia sa vi da em espanhol mo os fi primeiro do homem os

Sabe bela menina gisele, depois de ter ficado assim como que entalada no mupi e depois a terem tirado, logo a vi em dia seguinte impressa nos eléctricos do vinte e oito a passar, olhando para trás como se me estivesse a ver, que isto até pode parecer aos masi desatentos obsessão assim ao longe e ao largo mas está muito bela nessas fotos, se vêem seus olhos de gata pássaro que são sempre muito belos de se ver, e em seguida ainda, liguei eu a tv por um instante e de repente, veja lá, lá estava a menina feita chefe de bandidos, o curioso daquilo tudo, fora o final do filmezinho que eu vira, a menina dá um salto com o carro onde vao as meninas bandidas todas juntinhas, conduz muito bem a menina, e fica em cima de pedaço de um viaduto que no fundo é um t com quatro pernas, como uma cruz feita mesa, depois de um plano em contra picado da menina a olhar o baixo daquela altura toda, cuidado, que a menina tem vertigens, que serve essencialmente para mostrar as suas belas perninhas, dá-lhe então um ataque de raiva e despeza um inteiro carburador nos bons e atinge uma menina africana numa omoplata ou por aí, felizmente sem gravidade,

S abe be la menina gi sele, d ep o is det r e fi c ado as si mc omo q ue en tala ada no mu pi e dep o isa trem t irado, l ogo avi em dia se gui n te i mp press ano s el t rico sd o vinte e oito a pa ass sar, o l h ando para t rá sc omo se me es t iv ess e ave r, q ue is to at é p ode pa rc e ra os masi de sat en t os ob s es sao as simao l on ge e ao l argo, est á mui to be la ne s sas f oto s, se eve ms eu s olhos de gata pa ss aro q ue são se mp r e mui to b elo sd e se eve r , e em se guida a inda, li g eu i eu a tv por um i ns t ante e de r ep en te, veja lálá es t ava a me nina fe i ta che efe de ban dido s, o cu rio s o da q u i dez tudo, f o ra o fi n al do fi l me z in ho q ue eu v ira menina d á um s al to com o car ro onda vao as me nina s bandidas todas j un tinha s, c on d u z mui to b ema menina, e fi ca em cia iam am de ped aço de um vi ad u to q ue no f un do é um tc om q ua t ro pe rna s, co mo uma cruz i t a mesa, , dep o is de um p l ano em c on t ra a pi cd a da menina a o l h ar o ab ix o da q eu la al tura toda, cu id ado, q ue a menina te m v e r ti ge ns, q ue serve esse en cila que mente para mo st ra as su as be la s per nin h as, d á do traço do ingles, en tao primeiro ataque de rai iva e d es pe za um in te iro car r gara dor no sb on ns e at in ge uma menina af ric ana n uma omo p l at ao u por a í, fe li zorro que mente se mg ravi dad e,

Pois veja lá que aqui se desvela no espelho, que existe um carro semelhante cheio de meninas bandidas da sede do vao, ou seja da sede do marocas soares, mais conhecido pelo bandido bochechas, assim misto de mao negra e irmão metralha, uma é loira como a menina, outra morena de tacões, e ainda mais duas que mudaram de vez em quanto a cor de seus cabelos

P o is do veja l á que da primeira do ki se de s vela no es pe l ho, q ue e x is te primeiro carro semem l h ante che i ode meninas bandidas da sede do vao, o u seja da sede do mar dao rocas soares, mais cin he cid o p elo dez bandido bo che cha sas si m mi s to de mao negra e i r mao met ra ç l ha, uma é loi ira ra com o a menina, o u t ra mor en rena primeira de tacões da onda sobre o circulo do oe espanhol, e a inda maís du as q ue mu da ram de eve z ze m q au n to ac o r de se us cab elo dez serpente

Diga lá ao produtor que fazer de bandidas assim com uns sapatinhos de tacao como os que trazia, e com aquelas sainhas cor de pele com abas em semi arco, que muito convidam as maos às ancas, não dá muito jeito, como bem dizia à policia, quando ela a manda no chao deitar, coisa que não se deve fazer, porque é muito duro, e a menina merece melhores e mais delicados colchões,

Di gal primeira do acento ao pro du tor quadrado da ue do f az ze de bandidas as si mc om vaso do ns sapa pat in homem do os da de tacao co mo os quadrado da ue cruz ra zorro do ia, e com aqui do eu do primeiro as da sa in homem as cor de pele, deve ser o belo jogador, com abas em serpente da emi arco, quadrado da ue mui to circulo em vi id do dam as mao serpente sas às ancas, muito cão quadrado do acento à mui to je tio, co mo b em di zorro do ia à poli cia, quadrado do vaso ando el la primeira da amanda no chao de it ar, co isa quadrado da ue en cão sed quadrado da eve forte az e rp do por quadrado da ue é mui tod quadrado do ur oe da primeira menina mer rece mel hor espanhol e maís deli cado serpente do sc do co do primeiro cho espanhol, veja lá o que ve vai desvelando pela sua sempre beleza

Agora ao olhar isto tudo, e me lembrar ainda de um outro estranho cartaz em duplo que fala da periquita, que em sua aparência é um vinho, e diz então assim, aqui ou acolá onde queres minha periquita, ou seja na foto, se ve irmandada, o rio de janeiro e lisboa e depois uma outra versão existe que irmana porto e nova yorque se bem me recordo, e ainda uma estranha noticia da bela menina partipim, sobre um livro em acido sem o ser numa qualquer aspirina que teria um dia aqui tomado, que lhe dava assim uma espécie de alucinações, fiquei então mesmo a pensar, que a mesa que virei a pedido da puta do tó ze brito na spa, era de algum modo parecido em sua estrutura com a ponte em que a menina no filme ficou encurralada, ou seja as tais meninas do bando do vao, que lá terao assim ficado encurraladas

Agora ao o l h ar is to tudo, e me l em br ar a inda de um outro es t r anho , o do cartaz em do up dez q ue fla da pi riquita, q ue em s ua ap ren cia é primeiro vinho, e di z en tao as s im, aqui o u ac ola onda q eu r es min h a pi riquita, o u seja na f oto, se eve irma n dada, o rio de j ane iro e l is boa e dep o is uma outra v e r sao e x is te q ue irma ana porto en ova yorque se b em me record oe a inda uma es t r anha no ti cia da be la menina par ti ipim, s p ob r e um l iv ro em ac ido se mo ser n uma q ual q eu r as pi tina q ue aqui te ria um di tom ado, q ue l he d ava as si m uma es pe cie de al u cina ç o es, fi q eu i en tao me s mo a p en sar, q ue a mesa q ue vi rei a ped id da puta do tó ze brito na spa, e ra de al gum modo pa rc e ido em s ua es t ru tuta com a ponte em q ue a me nina no fi l me fi co u en cu rr ala da, o u seja as taís me nin ss do bando do vao, q ue l á te ra o as si m fi c ado en c u rr ala da s

Finalmente ouvi a sua voz, se bem que preferisse ouvi-la a falar brasileiro que penso que é assim uma espécie de português mas mais doce e suave e delicado e mais imaginativo em maior liberdade, sabe aqui continuam a tentar por espartilhos na lingua, ah penso que entendi, afinal a menina trás mesmo uma tendência para dar pinchos, que é uma palavra creio que galaica portuguesa, que quer dizer beliscões, pois assim lhe fugiram para a verdade os seus belos dedinhos, de repente o pingalim, e o espartilho, começaram a fazer masi sentido, como tambem fez depois de o ter aqui comentado em correlação com os acidentes nucleares, ter aparecido o tal publicista que por cá andou durante muitos anos e se calhara ainda anda, mas ligações não lhe faltarão, assim em foto com cara de quem tinha sido apanhado em flagra, e depois o espirito me disse, com muita pena minha, que a menina é cobrinha de um dos perseguidores de O Cristo aí das terras do brasis, tipo o herodes, ou algo assim semelhante, devia mudar de clube, rapidamente, mas enfim não se pode ser em tudo perfeito, ou então, quem sabe... mas o melhor é sempre ao perto da distancia dos lábios e da mao

Rf ina primeiro que mente o u v ia s ua v oz, se b em q ue pr efe r iss e o u vi do traço da inglesa de la a f al r b ra si lei iro q ue p en so q ue é as si m uma es pe cie de pro tu g u es mas maís doc e s u ave e deli c ado e mais i ma gin tivo em maio r liber dad e, s abe aqui conti n uam a t en ny t ra por es par t ilho sn a l ib g ua, a he p es ns o q ue en t en di, a fi n al a m en ina t rá s me s mo uma t en den cia para dar pi n ch os, q ue é uma pala vaso do ra c rei o q ue gala aica portu guesa, q ue q eu r di ze r be li sc o es, p o is as si m l he f u g iram para a verdade os se us b elo dez s de din h os, de r e p en teo pingalim, e o es spa par t ilho, com e ça ram a f az e r masi s en tid o, c omo t am b em fez dep o is de ot rea ki com en t ado em co r relaçao com os a c in det e nuc lea r es, t rea par e cid o t a l pub li c i sta q ue por cá ando u du rna t mui to san os e se calha ra a inda anda, mas li g aç º o es n cão l he f ala t arao, as si m em f oto com cara de q u m tinha sid o ap ana hd o em fla g ra, e dep o is o es pei e rito me di s se, com mui t a p en a min ha, q ue a menina é co b rin ha de um dos per se gui dr es de O Cristo aida s terras do bra sis, de v ia mu d ar dec c k ub e ra pida que mente, ma serpente en fi mn cão se p ode ser em tudo pe rf e it to, circulo do vaso do en tao, quadrado da eu m s abe... maso me primeiro do hor é se mp ra circulo do per do to da di sta muito cia dos primeiro ab i os e da mao


Puta que vos pariu a todos, eu inclusive, como poderia ficar algum alguma vez de fora, somos todos filhos e pais de todos, mas com particular incidência , neste caso e masi um vez, nos que se dizem dirigentes europeu e a todos os carneirinhos de todas as cores feitios e formas que se deixam levar pela mao de alguns pouco para o abismo, que é lugar que não aconselho a nenhum, então senhoritos, porventura não trazeis bons e caros relógios em vossos pulsos, e não trazem por acaso eles calendários, e não custam eles nas vezes em alguns dos vossos pulsos, o equivalente a sobrevivência alimentar de centenas de meninos e seus pais em países onde nem dinheiro nem comida há, vós que nem sabeis em grossa medida quanto custa um café no café ao pé da casa onde viveis, quanto mais o preço de um litro de leite ou de um pao, mas vos entretei e muito em reuniões e a fazer contas certamente à vossa estupidez e maldade vária e avariada, não sabeis que já estamos quase no final de dois mil e oito, e que a promessa dos salvo erros cinquenta milhões, coisa pequena e inferior a um dos tais paraquedas unipessoais de falso oiro dados a ladroes e bandidos malucos, a serem disponibilizados até dois mil e oito, ainda só entregaram metade da verba!

Puta q ue v os par rio ua todos, eu on c l is v e, c omo p ode ria fi car al gum al gum a v e z de f o ra, s omo todos fi l h os e pa is de todos, mas com par tic ua l r in c in dec ia , nest e caso e masi um ave z, no s q ue se di ze m di reg en t es eu rop eu e a todos os car ne i rin h os de todas as cor es fe i tio se formas q ue se de ix am l eva rp e la maia de al g u ns p o u co para o ab is mo, q ue é lu g ar q ue n cão ao c ns e l h o a n en h um, en tao s en hor ritos, por v en tura n cão t ar ze is bo ns e car os r elo gi s oe m v ossos p u l s os, en cão t ra ze m por ac os el es cal en dá rio se n cão c us t am el es nas v e z s em al g us n dos v ossos p u l s os, o e q u iva lente a s ob r e vi v en cia al i m en t ar de c en t ane s de me nino se s eu spa is em pa ise s onda ne m din he iro ne m c om id a h á, vó s q ue ne m s abe is em g rossa me dida q u anto c u sta um ca fé no ca fé ao p é da cas onda v ive i es, q u anto ma sio pr e ço de um li t ro de leite ou de um pap ma s v os en t r e tei e mui to em r eu ni o es e a f az e r c on t as ce rta w mente à v os sa es t up pi dez e m al dad e vá ria e ava rai ado, n cão s abe is q ue j á est amo s q u ase no fi n al de do is me i l e oito, e q ue a pro me ss az dos s alvo e rr os cin q u e na mi l h o es, co isa pe q eu na e in fe rio ra um dos tais para q eu d as uni pe ss o a is de f al s os o i ros dad os a l ad ro es e ban dido s m al u cos, a se rem di spi n i bil iza do s at é do is mi ele oito, a inda s ó en t r ega ram met ada da ave r b a!

Se não tem dinheiro arranjem-no, olhem por exemplo vao pedi-lo a um dos tais pára-quedistas da desgraça, agora premiados, cheguem a eles e digam , dá cá metade e ainda estás cheio de sorte, que as gentes andam bem drogadas em opios vários, pois antigamente, o que se fazia, era penas e alcatrão em cima de um carril se bem te recordas, ou então aprovem a tal taxa de transacções sobre todas as operações financeiras que para além desta questão, que nem vos devia mais lembrar, é preciso mais dinheirinho, para muitas outras coisas, e não são os pobres que investem nas bolsas, já que foram bandidos em dia recente e malucos o suficiente para evocarem o Robim dos bosques, a conta de tentarem outra vez lançar areia para cima dos olhos dos menos informados e sabedores, sejam lá mais um bocadinho, como ele, que vos fica sempre bem, se quiserem flechas emprestadas, é só bater à porta

Se n cão te m din he iro ar r a n je m do y traço do ingles mo, ol he m p o r ex e mp lo vao ped di do traço ong l es de dez a um dos tais para q eu d ista sd a de sg ra ç a, agora pr emi ad os, che g eu ma e l e e di g am , d á c á met ad ee a inda est ás che i ode s orte, q ue as g en te s anda dam b em dr i gados em o pi os v á rios, p o is ant i g am nete, o q ue se f az ia, e ra p en as e al cat ra oe mc ima de um car r i l, se v b em te record as, o u en tao ap rove ma t al t axa de t ra n sac ç o es s ob r e todas as opera ç oe s fi na n ce iras q ue para al é m de sta q eu s tao, q ue ne m v os de v ia mais l em br ar, é pr e c is o masi din he i rin ho, para mui t as o u t ra s co isas, en cão são os p ob r es q ue in v es te mna s bo l sas, j á q ue f o ram ban dido se m dia rec en te e ma l u cos o s eu fe cie en te para evo ca rem o ro bi m dos bo s q u es, ac conta de t en ta rem o u t ra ave z lança r a reia pa ra c ima dos olhos dos m en os in for mad o se s abe dor es, se j am l á masi um b oca din ho, c omo el e, q ue v os fi ca se mp r e b em, se q u ise rem fe l ch as e mp r est ada s, é só bate ra à porta

Oh, senhores eurocartas burocratas e coisas do genero que rima em ratas, que são talvez uns só milhares de gentes, tem que se decidir, se cumprem o que dizem, e o fazem ou se continuam intermitentemente a se esquecerem da vossa própria palavra, pois nem pensem que será por uns milhares que isto não se resolve, isto, aqui, tem o valor de tudo o que é necessário e urgente e inevitável de ser resolvido!

Os s en hor es eu r roca rta s b ur i c rata se coias do g ene ero q ue rim a em ratos, q ue são t alvez un ss ó mi l h ar es de gen te s, te m q ue se dec id i r, se cu mp rem o q ue di ze meo f az e mo use conti n uam in te r mit en te mente a se es q eu ce rem da vo s sa pr ó rp ia pala v ra, p o is ne m pen se m q ue serrá por un s mi l h ar es q ue is ton cão se r es solve, os to aqui, te m o valor de tudo o que é ne ce s sa a ps oto lo do serpente rio e ur gente e ine vita ave l de ser r es sol vi do!

Portanto me expliquem, houve alguma razão objectiva e justificável no plano moral ou ético ou político ou outro para se esquecerem das prestações, tiveram ou trazem alguma prova que o dinheiro já dado foi mal usado, espero bem que seja assim, porque se não o for, eu por mim rezo a Deus para vos apresentar o flautista de hamlin, para vos levar para as aguas profundas e a todos vós afogar

Porta n to me e x p li q eu m, h o uve al gum a ra za o ob ject iva e j us ti fi c ave l no p l ano mor al ou etic o ou poli tico ou o u t ro para se es q eu ce rem das pr es tacões, t ive ram o u t ra ze m al gum ap rova q ue o di ne hiro j á dado f o i ma l usa ado, es p ero b em q ue seja as si m, por q ue se n cão o for, eu por mim r e zo a d e us para v os ap r es en t ra o fla u t ista de ham e l in, para v os l eva ra ap a ra as aguas pro f un da sa e a todos vó s a f o g ar

Doce senhora de meu coraçao, embora no ar os pardais me digam que andas por perto, porque razão ainda não chegaste? Sabes mesmo bom era ter teus lábios para neles os meus poisar e teus seios para minhas maos aterrarem assim ao pertinho sem necessidade de paraquedas de oiro, que o nosso oiro é todo um outro, é leve e daquele que vive dentro dos corações e faz sempre tudo brilhar em quente amor dourar e aunar

D o c e s en hor a de me u cora sao, em bora no ar os pa rda si me di g am q ue anda s por per to, por q ue ra z ão a inda n cão che gás da te da foice, s ab es me s mo b om e ra te r te us l ab is o para nel es os me us po isa r e te us se i o spa ra min h as maos a te rr e ram as simao pee t in ho se m ne ce s sida de d e p para q ue da sd e o iro, q ue o no ss o i ro é todo um o u t ro, é l eve e da q eu le q ue v iv e d en t ro dos cora ç o es e f az se mp r e todo br ilha r em q eu en te amo r do ur a r e a un ar

lg circulo do homem de dc

wzzqf, duplo vaso do duplo zorro, zz, quadrado forte