sexta-feira, outubro 17, 2008

Ah Senhora, ainda se me poderia abrir a duvida

Se o Castigo Perante Tanta Impertinência

Ou Se O Grande Choro da Imensa Tristeza

Ou Se A Grande Dor Perante a Ignorância

Melhor Ficar com as Duas em Meu Peito

Que Castigo Nunca Foi Solução

Pesada Dor Trás em Seu Peito
Pesada Dor Trago em meu Peito


A h S en hora, a un da se me p ode ria ab r ira du vi da se o Ca s ti g o Pera n te T anta I mp e r t une n cia o use O G rande C h oro da I m en sa T r is te za E Sea G rande Dor Perante ai muitos g o ra n cia Me l hor Fic a r c om as Dia em Me u Pe i to Q ue C as ti g o N un ca F o i S sol u são pesa ada Dor T rá s em S e u Pei to Pe s ad a dor T rago em me u Pei to


É lua cheia no céu, as luz das estrelas circula pelo ceu e são visíveis em seu andar, súbitas visoes de beleza atravessam o campo, e o peito fechado por aqueles que nos trazem as guerras, as maldições, as maldades, e tudo isto é belo feito pelo belo para o belo

Belas sao as almas , belas são as pessoas inteiras, belos são os que vao quebrados e partidos, mas mesmo belo é tudo, cada um, e nenhum, a morte pinga regularmente meninos ceifados ao cronometro, eu em Vosso Colo Feito Menino, Nu em Nudez, Assim O Filho Trata A Mae e a Amada Trás Com Ela as Tres, Mae, Filha e Irma, o Amor O Leito, Os Esponsais, Assim A Trago em Meu Amor

Crono s metro

Ao mundo os homens propõem cega confiança e dizem acreditai em nós, mas os gráficos que acompanham as palavras estão invertidos, nos vapores da lua, um estranho sentido começa a declinar, dos tóxicos o crédito, para vírus, um novo vírus, e todo eu me torno ao instante folha perante este escutar, caminho como um folha, sensível como uma, a dor cresce no peito e enche o espaço, nu, como a necessária verdade, vagueio no éter da tarde,

A ignorância é o pior pecado e bestas são aqueles que as mantém

Se assim for, onde me devo colocar, em que lado da balança da mesma moeda

Perante Minha Mae Sou Sempre Menino em Seu Colo
Perante Minha Mae, Minha Esposa Minha Filha e Minha Irmã, Sempre a Inteira Nudez


Pera n te Min h a M ae S o u Se mp r e M e nino em Se u C olo pe ra n te Min h a M ar, Min h a Es posa Min h a Fi l h a e Min h a Ir mao, Se mp rea In te ira N uvas vasoso de dezembro

Um belo pássaro me canta em seu passar, quereis mesmo saber a verdade em toda a sua extensão?

Eu preferia deitar-me e teu lado no leito, um outro acrescenta, as asas nascem no ser, quando dois amantes se fazem meninos em seu leito e se amam em versos fazendo seu amor como meninos, que te acrescento eu perante tal dizer, que sim que os versos nascem sempre em leito de amor, qualquer que ele seja, uns mais desvelados em sua beleza, outros mais ocultos, e ignorância perante o belo e a verdade, o desprezo que nas vezes lhe votam, desgosta coraçao a quem o trás sabido, pois sabe da entropia e do desperdício

As palavras do rapaz que falava sobre o vazamento das formas, abrindo as estruturas, dava o mote, pelo girassol, que escrevera outrora o poeta da finitude de todas as coisas finitas, que até a tabuleira ou a lingua destes versos, que assim um dia mesmo terminavam, mas será que o som alguma vez acaba, mesmo o que é produzido pela leitura de uma palavra em silencio, alguma vez terminará?

Ab bi rn as est ru tiras , ou iras das tiras a est, o da ava om mote do pelo do girassol, poeta da finitude, das coias af fi ni t as, ae m abu delta da leira da primeira l in b g ua destes versos, da se da sed do dr do circulo do rá

Poderemos pensar que sim e mesmo afirma-lo quando no mundo tudo aponta a sua própria destruição, se acabaram os processos, acabaria primeiro que os fizera, mas se quem os faz , continua, como acabam os processos, quanto muito alguns deles e ainda bem, se for o caso, ou melhor dizendo, quando assim se justifica.

A forma do traço ingles por me iro do circulo em dezembro da ap do pau da sua pr o rp ia, a dele destruição, al gun ns deles, ass si maior se do principe us dos tif da cia

Uma tabuleta desaparece de nosso olhar como aquela tabuleta que era e que um dia ali estava pendurado por cima daquela ombreira onde conhecíamos o relojoeiro que alo regula as maquinas, ou do senhor que vende jornais, limpando so dentes am pé por detrás da banca, mas trará o pensamento , a luz o saber, um banco, uma bancada, um folha de papel ou de madeira que enquadrando-o e a suportando o dizer, o limita, se quando damos por ela, já ela é mais do que antes era, ficou assim com a dizer que mora em mim, assim é certo dizer que em mim cresceu, ou mais correcto ainda, por mim cresceu em mim, e no resto que nunca o é

Cruz ava av ab do segundo vaso da teta que era, ped do dn dura, ou durao, ou ainda doirado, a ligar mais uma antiga conta de morte e de sangue, cp lara pn do home ingles primeira kapa espanhola, cima os do circulo do relojoeiro, ou seja do tempo, ou do outro que vende jornais, o jo da rna as da assis, uma divida a um rá da banca, mas saberá o rá do circulo do pensamento do ps, o pato, que aqui em mais adiante am maior detalhe se desvelará o tal que dá corda por detrás da banca, o pá el, de espanhol, ou da madeira, da quadrado do dada do dn do circulo ingles que o suporta, mia toy corrector, ou corretor

Pulando no degrau conhecido, falamos então do infinito , ser infinito ou ser um exagero de linguagem que remonta de tempos em que a valorização do tempo não era feita nas formas como hoje as fazemos e sobretudo com tanta pressa que trazemos em nosso não viver

P do vaso do primeiro do dn no escada conhecido, f ala am amo serpente inglesa tao do infinito, vaso alo riza são, degrute, do restaurante francês em frente ao lido

E se a régua ou a craveira ou o fio de prumo ou a colher nasceram de uma mao, não estão eles para alem da mao que primeiro a forma fez?

E sea da régua, o ua c rave da ira ou o fio de pr umo o ua col her na sc e ram de uma mao, não es tao el es para al em da mao que pr i me iro a forma fez foice

E não dao as colheres e as réguas filhos, como os Seres? Como algo que lhe fosse distinto, não seria filho Dele

En ão dao as col her es e as dos réguas filhos, como os Seres? Como algo que lhe fosse distinto, não seria filho Dele

No Reino do Espírito, se ouvem as queixas e duvidas dos cavaleiros, de promessas porventura incumpridas, do Templo Ainda Sem Fecho, Telhado ou Cobertura, mas não nascem as promessas no Reino de Cada Um, Não é a promessa Semente e Sementeira do Coração de Cada Um e do Uno Coraçao?

No rei o do es pei r to, se ouvem as queixas e du v is sd as dos cavaleiros, de pro rome s sas porventura inc um mp rid as, do Te mp lo A inda Se m Fe ch o, Tel h ado ou Cober tura, mas não nascem as p rome s sas no Rei no dec ada Um, Não é a pr pro rato de rome s sa da se que mente e Sémen da te ira do Cora ç alo dec ada Um e do Uno Cora são foice

Olho o reverso do Manto e Nele Neste cao di Caso Vejo, Mais, O Medo, Mais Duvida Em Cada Peito, Um duvida Dentro que quando como qualquer coisa cresce, se agiganta e se Espalha no Redor e Faz Assim como qualquer outra, o Próprio Redor

O l ho do circulo do olho em reverso do Manto en nel e neste cao di caso vejo, maís, O Medo, Maís Duvida Em C ad a Peito, Um duvida Dentro que quando como q au l q e ur co isa cresce, se a giga anta e se Es p alha no Red o r e F az As si m c omo q ua l q eu r o u t ra, o Pró pr i o Red o r

O Único Remédio, nestes casos e situações, trás sempre a mesma prescrição, olhai dentro de vós, cada um e compõem o que terás a compor, pois se cada um estivesse já composto, não teria o Tempo Já Seu Telhado, Seja o que for que por ele se entenda ou do que se entenda da forma do telhado ser, pois mesmo aqui muitas são as distintas opiniões

O Único, Remédio, nest es casos e sita u çao es, t rá s sempre a mesma pr es c riç sao, olhai dentro de vós, cada um e com mp poe emo mo q ue te rá s ac om por, pois se cada um est v iss e já composto, não t rei a o Te mp pol J á Se u Tel h ado, Seja o que for que por ele see en tenda ou do que se en t n dada forma do tel h ad o ser, pois mesmo aqui muitas são as distintas opiniões

E sendo o Amor mais Elevado que as opiniões que são opiniões como brisas de verão, ou mesmo de outono ou inverno e primavera, se assim o são, não deixam como tudo, de substanciar em Corpo, pois tudo que o forma o é, e então em justo ver a se juntar ao medo, temos aqui um inimigo no Reino, o do Espírito que se insinua e faz seu dano, se assim o vires, o derrotas!

E sendo o Amor masi Elevado que as o pi ni º o es que são o pi ni o es como br isas de vera o, ou mesmo de o u t un o ou in v ero e p rima vera, se assim o são, não de x iam como tudo de substanciar em Corp o, pois tudo que o forma o é, e en tao em justo ver a se juntar ao medo, temos aqui um inimigo no rei do circulo do no do es pei r to que se in sin ua e f az seu dano, se assim o vires, o derr do circulo das ota ratas!

Achais pouco o já feito, medi melhor, é o que vos peço, certamente que necessitam de fios de prumo, de fitas métricas e de craveiras, e de mais as exercitar, pois essa é a natureza da Espada e da Pedra e do Combate do Espirito em Espirito e Pelo Espirito

Acha is pouco o já feito, medi melhor, é o que vos peço, certamente que ne ce s sita s os de fios de prumo, de fitas met rica ase de c rave iras, e de masi as exercitar, pois essa é a nat tir e sa da Espada e da Pedra e do Com bate do Es pi rito em Es pi rito e P elo Es pi rito, o espiao pedante

Mas tende sempre cuidado , pois o Reino e o Rei São Cuidadosos por Sua Natureza, e se assim não o estais a ver direito, é porque no torto, algo mais , igual em torto se trás ainda perante vossa consciência escondido, pois pareceis menosprezar a força do Oponente em Espírito, e reza sempre a história que quando assim o levais, a lide assim menos bem se faz e feita é,

Mas tende sempre cuidado, pois o Reino e o Rei São Cuidadosos por s u ana tir e za, e se assim não o estais est tia, da cruz da ria, a ver direito, é porque no torto, algo mais , igual em toro oto se trás ainda peta n te vossa co n cie en cia es condi dido, pois pareceis men sp reza r a força do adversário em es pei r e to, e reza sempre a h o is tó ria que a lide as si mm en os b em se faz e é feita,

E lembrai-vos sempre príncipes e princesas e cavaleiros do Reino, cada cavaleiro sabe de si em seu andar, o reino do espirito não é uma associação colectiva de gentes que se encontram regularmente numa sempre mesma sala, e muitas divisões trás sua Casa e se Todas São Iguais Todas São Sempre Tambem Distintas, e que muitos que pensam ajudar, muitas vezes só complicam, porque mal o pensaram, e se não estais certos de que ali é o abismo, parai sempre que necessitares o cavalo na sua borda antes, para então, ver o que fazer, antes de por distracção ou fogo nele caíres ,sem mesmo por ele ter dado conta, em outro dizer, não se estende a passada mais que o tamanho de vosso pés

El em br rai- v os sempre p rin cip es e p rin c iza se do cavaleiro do Reino, cada cavaleiro sabe de si em seu andar, o rei o no do es pee i i to não é uma as soci ac sao colectiva de gentes que se encontram regularmente numa sempre mesma sala, e muitas di visoes trás sua Casa e se Todas São Iguais Todas São Sempre Tambem Distintas, e que muitos que pensam ajudar, muitas vezes só complicam, porque mal o pensaram, e se não estais certos de que ali é o abismo, pa a is sempre que necessitares o cavalo na sua borda antes, para en ao, ver o que fazer, ant dede por di s t raçao o u fogo nele ca ire s, sem mesmo por ele ter dado conta, em outro dizer, não se estende a passada mais que o tamanho de vossos pés

Mas voai sempre


Assim ecoavam as palavras o eco das iras do tarado sexual, ao fundo, seria então mais lógico deduzir, que seria a palavra invertida


O meo, moe, o éter, éter ter ester do peter eve

Na realidade ecoaram por aí um zunzuns, de cromos e cromos para trocas, mas não é minha casa nem de cromos nem de trocas de cromos, neste momento actual, que vos direi, que por cima de qualquer intenção de lotaria pôs preventivamente uma maior por cima de casa casino, em seu momento certo terminarei o que mais extenso trago no visto,

Na real id ad e eco aram por aí um z um z u ns, de c ro mos e c romo s para t rocas, mas não é minha casa nem de cromos nem de trocas de cromos, neste mone en to ac t u l a, que vos direi, que por cima de qualquer in t en sao de lotaria p os pr eve en tim ante uma maior por cima de casa casino, em seu moe mn to certo terminarei o que masi extenso trago no visto,

É uma imagem de desenhos animados, a nuvem dos punhais flutuantes e com magneto, que detecta pelo cheiro a maldade e a cravarão caso quem a traga a deixe sair a rua por fora, recordas-te dos desenhos animados vindos do outro lado do mar

É uma ina ge m de d e s en h os anim ado s, a n uve m dos p un h a is flu ra antes e com mag neto, q ue dec tata p elo che iro a m al dade e a c rava ´ ra c sao quem a t r g aa de ix e sa da ira rua por f o ra recordas-te dos desenhos animados v indo s d o outro l ado do mar


O que se diz ministro, das finanças, que parece assim um macaco de pelo de branco urso, e que tambem apareceu em fotografia , com os pés e os braços cruzados como eu, mais uma vez se atrasou, mas desta vez espantaram-se meus olhos, pois pediu desculpa pelo atraso, assim no dia vinha meia laranja no jornal, em modo incompreensível, ou melhor esclarecendo nem meritório de profundo olhar, como sendo demasiado incompleto e vesgo para um menino de cinco anos, ou seja cheio de sombra, olhei em dia seguinte a laranja completa, em sua aparência, e me perguntei, mas que gente é esta que se diz governar e quem nos todos parece que endossamos a asneira e a cegueira, ainda não apreenderam porventura depois das aulas a fazer orçamentos?

O que se diz ministro, das fi na ç as, que parece assim um macaco de pelo de branco urso, e que tambem apareceu em fotografia , com os pés e os braços cruz ds o como eu, masi uma vez se atrasou, mas desta vez espantaram-se meus olhos, pois pediu desculpa pelo atraso, assim no dia vinha meia laranja no jornal, em modo inc o mp r e en si l, ou mel h ro esca rec e dn o nem meritório de profundo olhar, como sendo d ema sid o i mc o p l e tp o e vesgo para um menino de cinco anos, ou seja cheio de sombra, olhei em dia seguinte a laranja completa, em sua ap ar e c en ia, e me perguntei, mas que gente é esta que se diz gi v e rna r e q eu m no s todos pa rece que en do s sam os a asneira e a cegueira, ainda não ap red dn de ram porventura depois das aulas a fazer orçamentos?

Ora façam lá este exercício primário, qual é a correspondência que cada uma das principais rubricas trás com o que media das famílias gasta por si nas áreas correspondentes, e depois perguntem-se , onde é que as famílias estão piores, depois ainda o que é preciso para melhorar pelo comum, que são os impostos, e portanto onde é lógico numa perspectiva de crescimento e sustentabilidade e correcção do que muito mal está, deverá então ser feito, e depois compararem esta laranja com a apresentada pelos doutos ministérios, por outras palavras ainda, que benéficos trás este orçamento, organizado nesta foram, colmata ele e responde a um consenso de meta de desenvolvimento e melhoria das situações ou não, e se é viável no que propom por provimento de futura aplicação, blá e blá e não blé, e incompetência e falta de inovação e falta de ciencia, falta de vela, falta de nave, navegação, no fundo um grande trambolhão

Ora façam lá este e xe r cic o primário, qual é a co rr es ponde n cia que cada uma das p rin cip a si rib ric as trás com o que media das f ani l ias gasta por si nas ares co rr e ps n dentes, e depois perguntem-se , onde é que as f ami l ia s es tao piores, depois ainda o que é preciso para melhorar pelo comum, que são os impostos, e portanto onde é l o gi co numa pe rp es c t iva de c r es ce i m en to e s us t en bal id ad e e co rr rec sao do que muito mal está, deverá en tao ser feito, e depois com pa ra rm esta laranja com a ap r es en t ad a p elo s doutos ministérios, por outras palavras ainda, que b ene fi cos trás este orçamento, organizado nesta foram, colmata ele e r e ps onda a um consenso de meta de d e s en vo l vi e mn to e melhoria das si tua ç o es ou não, e se é v ia ave el no que po rp e o m por pro vi m en to de futura ap li caçao, blá e blá e não blé, e inc o m pete n cia e falta de ino v ac sao e falta de ciencia, falta de vela, falta de nave, n ave g ac sao, no fundo um g rande t ram n bi olhao


Depois de isto feito, então que se detalhe a sua apresentação, assim se garanta que todos podem como é vosso dever garantir, por levarem a governação publica, velar, velando para que realmente as gentes sem excepção em função de grau de conhecimento ou iletracia entendida em seus sentido largo, possam perceber o que se fala, e então da coisa falar, tudo o resto contrário a isto e será sempre opção de trevas, e sendo que um pais é uma casa grande feita por todas as casas que lá habitam e assim sendo é importante que o orçamento do telhado seja semelhante às paredes todas que o suporta, não trás nexo, e certamente má consequência , uma proposta de orçamento da casa comum, que parece assim a vista desarmada, muito distintas do que trazem as casas individuais, ou seja ainda , parece indicar que a bota não bate com a perdigota e depois que nem se sabe bem da meia que se quer fazer, pois parace mais ser da coisa assim tipo, lá vínhamos nós num titanic orçamental que nunca teve pedras bem assentes que permitissem construir as paredes, quanto mais os telhados, e lá alegres e sorrindo lá vamos ainda, e lá pomos mais um tijolo sobre o mesmo muro assente em areias movediças, que se eleva ao mesmo nível do anterior que lá antes se pôs, ou seja nem as paredes crescem nem a casa melhora!


Depois de isto feito, en tao que se detalhe a sua ap r es en taçao, assim se g ar nat e que todos podem como é vosso dever garantir, por levarem a g ove rn a çao p u lica, velar, velando para que real e mn te as gentes sem e x cep çao em fun c çao de grau de c one h cie mn to ou iletracia entendida em seus s en tod l argo, possam pe rc e br o que se fala, e en tao da coisa falar, tudo o resto contrário a isto, será sempre op çao de trevas, e sendo que um pais é uma cas g rande feita por tod da sas casa que lá habitam e assim sendo é importante que oo r aç am en to do telhado seja igual as paredes todas que o suporta, não trás nexo, e ce rte mn te má co nse q u en cia , uma proposta de orça em tn o da casa comum, ser em suas parcelas muito distinta do que trazem as ca sas a individuais, ou seja ainda , pa rc e indicar que a bota não bate com a perdigota e depois que nem se sabe bem da meia que se quer fazer, pois parace mais ser da coisa ass si m tipo, lá vin h amo s nós n um titanica orça em n t a l que nunca teve pedras bem assentes que per mit iss se m construir as paredes, quanto masi os tela hd os, e lá alegres e sorrindo l + a vamos a inda, e lá pomos masi um tijolo sobre o mesmo muro assente em areias movediças, que se eleva ao me mo ni ve l do anterior que lá antes se pôs, ou seja nem as paredes crescem nem a casa melhora!

Não trará nenhum pressa para aprovar um orçamento ou mesmo o que seja, se a pressa for fazer sempre mesma asneira, muitas vezes assim propositadamente feita, se acentue relembrando negra pratica irresponsável , o que as gentes trazem pressa é de uma aplicação muito melhor feita em modo muito masi inteligente que seja de facto multiplicara da riqueza entendida em seu todo, por assim convém ir devagar, já que não conseguem ir masi depressa, na realidade até existem sempre os duodécimos, ou seja sempre assim se pode até governar, pois a questão é esta, se não sabem administrar o bolo inteiro, não será melhor dar-lhes uma só fatia de cada vez, como se faz aos meninos pequenos que não sabem ainda administrar o dinheiro, em vez da semanada se lhes dá um diária

Não trará nenhum pr e 3 s sa para aprovar um orçamento ou mesmo o que seja, se a por s se for feita a sempre mesma asneira, muitas vezes assim pr ep posi t ad dam sn te feita, se acentue relembrando negra pratica i rr es ponsa ave l , os que as gentes trazem pressa é de uam pali caçao muito melhor feita em modo muito masi inteligente que seja de facto muti ip li cara da riqueza entendida em seu todo, por assim c on v em ir devagar, já que não conseguem ir masi depressa, na realidade até existem sempre os du o dec i mo s, ou sej sempre assim se pode até governar, pois a q u es tao é esta, se não sabem ad mis t ra aro ro do b olo ine iro, não será mel h ro dar-lhes uma só fatia de cada vez, como se faz aos meninos pe q eu nn os que não sabem ainda ad mis t ra r o dim ne h rio, em v es da se manada se lhes dá um dia ria

Já que falamos de finanças e todo é espelho de um outro, certamente que a ultima emenda da rua da emenda, do tal secretário de estado, e da tal confirmação do que parece emergir como um bando de seis dentro da admistraçao, espero que o prazo legal seja respeitado, por outro lado ainda, vi num jornal, nestes tempo, um rapaz com os olhos cheio de magoa e que pareciam estranhamente, outra marca

J á que falamos de fi na ç as e todo é espelho de um outro, certamente que a ultima emenda da rua da emenda, do tal secreta ´ rio de estado, e da tal c on firma maçao do que parece emergir como um bando de seis dentro da admistraçao, espero que o prazo legal seja respeitado, por outro lado ainda, vi num jornal, nestes te mn p o, um rapaz com os olhos che i oe de ema gi a e que par e ciam e ts r anha m nete, outra marca


Não andará min g eu ema permitir actos de tor ruta, espero que nin g eu massi m o p en se, quanto ma si o f aç a

Não apareceu amado , depois do passeio no jardim do palácio e da coisa russa, a falar dos aviões da cia, que mais o governo não fizera para proteger a durao, estranha explicação e linha, convinha-mos, que agua outra e muita no bico trás, em outras núpcias mais detalhada, e depois um rapaz do mesmo estilo ali do grupo do restelo uma tarde recente dali a sair, masi um dos que me perseguem pela vida fora, e quem sabe da sua participação em outras desgraças, patinação, declina o corrector, superfícies geladas então, me esclarecerão, ou continuam a falar em diagonal até a ultima fala obliqua

Não ap ar e c eu amado , depois do passeio no jardim do palácio e da coisa russa, a f al r dos avio es da cia, que mais o governo não fi z xe ra para proteger a durao, e x t r anha e x p li ca capo e linha, convinha-mos, que agua outra e muita no bico trás, em outras n up cia s mais detalhada, e depois um rapaz do mesmo estilo ali do grupo do este la o uma tarde recente dali a sair, masi um dos que me per se g e um pela vida fora, e quem sabe da sal par ti pa çao em outras desgraças, me esca l rec çao, ou conti n ua rm a f al rem diagonal

Outro depois de mesmo estilo, este sim mais provável ainda ser do tal do grupo do restelo, a sair da cuf, o tal médico, então deverá ser

Antes apareceu o senhor contra cataclismos e terrorismo, mas tal é extensa parte da história , belo conceito hermético, o de s franclim, diz o livro, que é o ultimo maçon

Antes apareceu o senhor contra cat ac v lis mos e te r roi r is mo, mas tal é extensa parte da hi s tó ira , belo conceito herme tico, o de s franclim, diz o livro, que é ultimo maçon, mas dizem tambem que é o livro é uma ficção, coisa que não sei mesmo do que se trata, nem nunca tal mesmo vi

E porque é que o senhor que se diz ser ministro da justiça deste país não responde aquilo que por inerência do que aqui tenho denunciado, se constitui naturalmente pela natureza e desempenho da sua função, acto, ou melhor omissões, sobre o quais trás a responsabilidade e dever de a um cidadão responder,

E porque é que o senhor que se diz ser min is y t ro da justiça deste pá is não responde aquilo que por ine r 3 en dc cia do que q ue aqui tenho denunciado, se conti t u i nat ra l e mn te por desempenho da sua f un sao, a acto sobre o qual t ra asa r ep ps son as bil id a de e d eve r de a um cida ao r es ponde r

Ah senhora nas linhas curvas e ondulantes das notas em seu baile, me falam de dores antigas, de gente que foi outrora partida, sem o merecer, e magoa e tristeza e tambem combate, para agora meu silencio, meu escutar

Ah senhora nas linhas curvas e ondulantes das notas em seu baile, me falam de dores na t o gás, de gente que foi outrora partida, sem o mer ce r, e ma goa e t r is te z za e tambem combate, para agora meu silencio, meu escutar

Ah Amada, que fui fazer um recado e um cuidado a Minha Mae, que nas vezes é pesado de fazer, pois nao te vejo em meu barco ao navegar

Dizem-me negros e pesados piares de arvores do agoiro e similares, que te emprenham de novo pelos ouvidos ou pelos olhos ou pelo que for, e do medo que nasce em teu peito, mas muito quero eu te beijar, fico a ver-te em pedacinhos de imagem que me de ti me aparece, ah amada, caminhavam de costas mae com rosa e filho pelo jardim no por do sol, e uma faca corria por meu peito adentro, um menina quase de colo pia por seu pai, como perfeita doca gata, e meu coraçao morre ao momento e estremece pela tremura de uma ternura e de uma grande ausência, em meu peito, vai tambem uma dor imensa, gostava saber que me amas mesmo quando em teu colo choro, um bela menina atravessa a rua em seu vestido de saia cinza curta, e é de uma beleza imensa daquela que leva os homens para trás se voltar, e tudo isto se passa ao pé de uam arvore, e trás uma botas lindas que lhe ficam muito bem, e um pormenor, os óculos quadrados e grandes, fecham os seus olhos, e eu neles te fico a te imaginar, depois amada, por um instante poisei ao lado de uma menina que estava sentada, se via pedaços de seu corpo por entre seu vestido de la entrançada, trazia em seu jeito, perfume de saída e de festa, e eu dei por mim com o tamanho exacto da minha dor, ah como nas vezes, o que falta nos fala do que queremos e desvela assim o abismo imenso e só chego eu a tua morada, primeiro se a souber, e depois se me abrires a porta, e por estes tristes motivos que me apertam o peito, aqui parado te espero

Dizem-me ne gr oe e pesados p o ares de arvores do agoiro e similares, que te emprenham de novo pelos ouvidos ou pelos olhos ou pelo que for, e do medo que na sç e em teu peito, mas muito quero eu te beijar, fico a ver-te em peda ç o in h os de imagem que me de ti me aparece, ah amada, caminhavam de costas mae com rosa e filho pelo jardim no por do sol, e uma faca corria por meu peito adentro, um menina quase de colo pia por seu pai, como perfeita doca gata, e meu coraçao morre ao momento e est reme ç e pela tremura de uma t r en u ra e de uma grande au s en cia, em meu peito, vai tambem uma dor imensa, g o sat tva saber que me amas mesmo ki u ando em teu colo choro, um bela menina travessa a rua em seu vestido de saia cinza curta, e é de uma beleza imensa daquela que leva os h om n es para t ra s se voltar, e tudo isto se passa ao pé de uam arvore, e trás uma botas lindas que lhe ficam muito bem, e um pormenor, os óculos q au dr ado se grandes, fecham os seus olhos, e eu neles te fico a te imaginar, depois amada, por um instante poisei ao lado de uma menina que es tva sentada, se via pe dç os de seu corpo por entre seu vestido de la entrançada, trazia em seu jeito, perfume de s aida e de festa, e eu dei por mim com o tamanho exacto da minha dor, ah como nas vezes, o que falta nos fala do que queremos e desvela assim o abismo imenso e só chego eu a tua morada, primeiro se a souber, e depois se me abrires a porta, e pelos tristes motivos que me cic u tam o peito, aqui parado te espero, chorei uma vez no entretanto, o ceu tambem e sabes mesmo o que me apetecia, era fazer contigo amor feito menino em nosso leito de amor, como uma brincadeira, que sempre é

Pois sabes tao bem, como eu amada, que o amor sempre vivifica quando os amantes constante se beijam, assim sempre se salva o Uno Mundo

S ab es tao be, como eu am a da, que o amor sempre v iv i fi ca quando os amantes co ns t ante se bei j am, as si m se mp rese s alva o Uno Mundo

E que se algo pretender fazer de estorvo, me dirás para eu de teus passos o remover,

Quanto a vos cavaleiros do Reino, como sabeis cada um, todo é possível desde que a alma não se vos ponha pequena, não a deixais assim entristecer e almejai sempre o belo amor, que há muito a fazer e a cuidar,

Eu por exemplo olho para aquela rubrica onde há mais despeza, ponho-a em minha casa, e não vejo como aquilo per si se reproduz ou fará algo crescer, bem sei que trás muitas componentes, talvez começando por ver então como é que se suportam as boas em cada dos ramos, e com o resto se faz maior o que nunca é resto, mas outras palavras aqui se vao estendendo, enfim sem fim, o mesmo era muito a ti minha amada ao perto pertinho te beijar, tipo assim um conta sem conta,

por acaso será tu, a bela rapariga que apareceu em foto aqui na cidade, e que mostra um pedaço que vai assim ton sur ton com umas mantinhas mesmo boas para sestinhas, o que lá se ve imaginando, é muito acolhedor, como mantinhas de um certo tipo,

inc lui da ped aço um tio, de um g ra da ave l de um com j un to

conti ua em br eve es p ero eu de q ue...

kapa da fn zorro do w quadrado do z