terça-feira, outubro 21, 2008

belissima noticia, pois uma das grandes questoes na cadeia do uso autosustentado do sol como fonte principal de energia, é a necessidade de novas quimicas, nomeadamente aplicadas às baterias, acabou de sair no jornal e ainda por cima aqui descoberto, parabens!

no correio da manha

Descoberto novo material condutor Químicos portugueses descobriram um novo material, a que chamaram gelatina iónica, que permite desenvolver dispositivos electrónicos, como baterias e células de combustível, mais baratos e mais amigos do ambiente.

Transparente e maleável, o novo material foi produzido a partir da dissolução de gelatina num líquido iónico, uma solução constituída por iões com cargas negativa e positiva.

O novo material pode assumir várias formas, desde um bloco compacto a uma fibra ou um filme fino, e pode incorporar substâncias solúveis ou insolúveis em água, factores que permitem a sua aplicação tanto em pilhas como em células de combustível e células fotovoltaicas de nova geração.
A descoberta, já patenteada, resultou de um trabalho conjunto de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Nova de Lisboa e do Instituto Superior Técnico (IST) cujas conclusões foram publicadas no último número da revista científica britânica "Chemical Communications".

Este projecto científico vai ser apresentado em breve nos Estados Unidos, em representação da COTEC Portugal, num concurso de ideias chamado Idea to Poduct, que decorrerá entre 30 de Novembro e 01 de Novembro em Austin, Texas.

w g uva vaso kapa to ak y
Ainda sobre cesar, me lembrei que esta no blog como rascunho guardado desde que o escrevi um texto sobre cesar, que me surgiu, num momento em que o grão mestre aqui, se pôs a falar sobre cesar e Deus e que agora vou buscar a ver o que mais nele descubro

Ainda sobre cesar, me lembrei que esta no blog como rascunho g ur ad ado desde que o escrevi um texto sobre cesar, que me surgiu, num momento em que o g ra o mestre aqui, se p os a falar sobre cesar e Deus e que agora vou buscar a ver o que masi nele d es ub br to ro o

Foi escrito em tres de maio de dois mil e sete e aqui fica parte dele

Foi es c ru to em tres de maio de dois mil e sete e aqui fica parte dele

certo que o estado é laico sem o ser, e césar é cesar, e Deus é Deus, pois o estado é abstracto e concreto, como os desenhos de um belo blog, abstracto porque figura a todos e de cada um faz num imaginado comum, uma abstracção, e que cada um sendo uno e múltiplo, assim o sendo, é estado de si mesmo e de outros que são um mesmo e o mesmo e que nele habitam, como hoje de manhã estarem nuvens no céu e durante a tarde o sol raiar ou ainda à noite a lua comigo em meus braços se deitar e poderia dizer que ainda sou pássaro e vento, mas não me aconselharia dizer, diz-me o juízo do tino, num tempo em que na sombra se investe sobre mim, a ideia de louco, louco à sério de papel declarado falso e mais a mais inexistente, certamente produzido por loucura de vírus invisível de mim alheio, e que sendo tudo isto e muito mais, um ser, Deus terá certamente entre seu mil nomes, o de césar e césar terá sua parte divina, Dele, mesmo que césar pense seu contrário, e sendo que os estados ditos laicos e mesmo estados ditos religiosos, trazem em si, em suas definições partilhadas que um ser pode nem ver a Deus, nem o Conhecer ou mesmo não O Crer, nem que a tal parte do estado, a abstracta se declara e declará perante todos os seres que trás sobre sua égide, que enquanto abstracção, não é possuidora nem enforma, nem enformará, obrigação de O Crer e se é verdade que a Deus se conhece na relação de cada Um com Ele, da mesma forma uma ideia abstracta necessita sempre no mínimo de dois termos para ser conhecida, pois enquanto existir indiferenciação nada se sabe e assim sendo, então até se poderá dizer que Deus é parte Abstracção e outra não e que mesmo que possa dizer de um interno e a cada um conhecer, ser em si mesma uma abstracção, assim tambem Deus, será neste ver, parte Estado, mas não consta que Nele que existam repartições, nem burocracia, e se dois seres são mínimo e bastantes para formar um estado e que dois seres para se conhecer tem que se juntar e que isso acontece porque se decidem de algum modo se juntar e porque algo de comum os pode unir, pois se assim não o fosse, não veriam nem a ponte, nem o outro margem, ou campo e prado ou substância comum, e religião, vem do étimo religar, que quer dizer juntar, aunar e o que se auna, já é em parte e em parte sempre está aunado e na turquia se avaliava do projecto de um homem, desconfiando de sua intenções de transformar um estado laico em religioso, trazendo à colação seu passado, o facto de em cerimónia publica, ter lido um texto religioso, que não conheço, mas do qual certamente gostarei, pois todas as palavras são sagradas e como tal os textos que são pais e filhos e primos delas, são sempre religiosas, pois se juntam e lhe dão significado e significante.


certo que o estado é laico sem o ser, e césar é cesar, e Deus é Deus, pois o estado é abstracto e concreto, como os desenhos de um belo blog, abstracto porque figura a todos e de cada um faz num imaginado comum, uma abstracção, e que cada um sendo uno e mul t ip dez, assim o sendo, é estado de si mesmo e de outros que são um mesmo e o mesmo e que nele habitam, como hoje de manhã estarem nuvens no céu e durante a tarde o sol raiar ou ainda à noite a lua comigo em meus braços se deitar e poderia dizer que ainda sou pássaro e vento, mas não me aconselharia dizer, diz-me o ju i zo do tino, num tempo em que na sombra se investe sobre mim, a ideia de louco, louco à sério de papel declarado falso e mais a mais inexistente, certamente produzido por loucura de vi ru s in vi isi v el de mim alheio, e que sendo tudo isto e muito mais, um ser, Deus terá certamente entre seu mil nomes, o de césar e césar terá sua parte divina, Dele, mesmo que césar pense seu contrário, e sendo que os estados ditos laicos e mesmo estados ditos religiosos, trazem em si, em suas definições partilhadas que um ser pode nem ver a Deus, nem o Conhecer ou mesmo não O Crer, nem que a tal parte do estado, a abstracta se declara e declará perante todos os seres que trás sobre sua e gide, que enquanto ab st ração, não é possuidora nem enforma, nem enformará, obrigação de O Crer e se é verdade que a Deus se c on he ç en a relação de cada Um com Ele, da mesma forma uma ideia abstracta necessita sempre no mini mo de dois termos para ser conhecida, pois enquanto existir in d efe ren cia são nada se sabe e assim sendo, então até se poderá dizer que Deus é parte Ab st ração e outra não e que mesmo que q u e possa dizer de um interno e a cada um conhecer, ser em si mesma uma ab st ração, assim tambem Deus, será neste ver, parte Estado, mas não consta que Nele que existam repartições, nem burocracia, e se dois seres são mini mo e bastantes para formar um estado e que dois seres para se conhecer tem que se juntar e que isso acontece porque se decidem de algum modo se juntar e porque algo de comum os pode unir, pois se assim não o fosse, não veriam nem a ponte, nem o outro margem, ou campo e prado ou substância comum, e religião, vem do eti mo religar, que quer dizer juntar, aunar e o que se auna, já é em parte e em parte sempre está un ado e na turquia se avaliava do projecto de um homem, desconfiando de sua intenções de transformar um estado laico em religioso, trazendo à colação seu passado, o facto de em cerimónia publica, ter lido um texto religioso, que não conheço, mas do qual certamente gostarei, pois todas as palavras são sagradas e como tal os textos que são pais e filhos e primos delas, são sempre religiosas, pois se juntam e lhe dão significado e significante

no outro prato da balança, está um homem da republica que se candidata a uma presidência, que ontem disse, caso o venha a ser, se opor à entrada da turquia para a europa, sendo que todas as crenças são crenças, e tanto numa vi v en cia republicana como religiosa, todas as crenças tem seu direito a existir, com a fronteira de d e n ão ser ac on selha ave l dar expressão executiva as crenças que sejam crenças de destruição de seres, das suas ideias e das di fr en ç as entre elas como pretexto de destruição, pois os seres são o local de todas as crenças e sendo que a crença republicana não deixa de ser uma crença, pois crenças são formas de ver e de pensar e de agir e como os seres vivem uns com os outros lado a lado pelos territórios conti n u os, crenças são tambem em certa parte e medida, religiões, no seu sentido original e verdadeiro, no sentido de agruparem e conseguirem corporizar em termos mais ou menos teo ric os, ideias de um grupo, e em termos mais práticos de suas acções e comportamentos, se pensarmos o pensamento como menos prático do que o comportar ou da acção, o que nem sempre corresponderá à verdade, pois conhecemos todos a força e o movimento de uma ideia, pois seres, pe l av ra s id deia s, comportamentos, formas de ver e de agir, tem todas uma coisa comum, são energia e sistemas energéticos

nesta republica das bananas, um outro homem, viu as suas ideias serem banidas, desvalorizadas radicalmente, desentranhadas, o desentranharam, pois um implica sempre o outro, como num estado de dois ou mais, e por via de tal acção, não se pode perante um tribunal defender nem seu filho nem a si mesmo e uma grave injustiça é feita e mantida, o que bem vistas as coisas, levará à conclusão, que mesmo numa pretensa crença republicana, num estado que se reclama de laico, algumas ideias são preteridas, eventualmente não tanto pela sua natureza, mas porque serve assim melhor a quem pratica a injustiça, bani-las, como trave travamento da acção da injustiça, o que desvela, um outro plano porventura mais importante, na acção, e nos resultados, consequentemente nas harmonias ou desarmonias, que é a necessidade de um estado, qualquer que seja a sua crença, seja justo , isto é, possibilite a justiça justa, pois nunca nenhum homem viu um outro que se chamasse justiça, quanto muito conhecem-se homens de nome, justo, justino, e outros que vão sendo justos, ou tentam por opção assim ser e que muitas vezes são queimados em variadas fogueiras de acordo com as dominantes do sistema de crenças e sendo que quando se quer queimar a alguém, nem verdadeiramente se necessita de avaliar as crenças, qualquer coisa serve.


nesta republica das bananas, um outro homem, viu as suas ideias serem banidas, desvalorizadas radicalmente, desentranhadas, o desentranharam, pois um implica sempre o outro, como num estado de dois ou mais, e por via de tal acção, não se pode pe rta ante um tribunal defender nem seu filho nem a si mesmo e uma grave injustiça é feita e mantida, o que bem vistas as coisas, levará à conclusão, que mesmo numa pretensa crença republicana, num estado que se reclama de laico, algumas ideias são preteridas, eventualmente não tanto pela sua natureza, mas porque serve assim melhor a quem pratica a injustiça, bani-las, como trave travamento da acção da injustiça, o que desvela, um outro plano porventura mais importante, na acção, e nos resultados, consequentemente nas harmonias ou desarmonias, que é a necessidade de um estado, qualquer que seja a sua crença, seja justo , isto é, possibilite a justiça justa, pois nunca nenhum homem viu um outro que se chamasse justiça, quanto muito conhecem-se homens de nome, justo, ju s tino se outros que vão sendo justos, ou tentam por opção assim ser e que muitas vezes são queimados em variadas fogueiras de acordo com as dominantes do sistema de crenças e sendo que quando se quer queimar a al g eu em, ne m verdadeiramente se necessita de avaliar as crenças, qualquer coisa serve.

a id e ia de laica cidade é uma crença, como ser cristão, ou muçulmano ou o que for que se apresente, o são tambem, se bem que distintas se calhar em seu conteúdos, pois para todas um principio é básico, a valorização da vida, a sua nutrição e protecção, e todas tem como elemento comum, o Amor, se bem que algumas sejam mais envergonhadas em usar esta palavra, da qual todos os seres vem, pois precisam-se de Amar os seres para se reproduzirem

a ideia de la i cidade é uma crença, como ser cristão, ou mu c u l mano ou o que for que se apresente, o são tambem, se bem que distintas se calhar em seu c on te u do s, pois para todas um principio é ba sico, a valorização da vida, a sua nutrição e protecção, e todas tem como elemento comum, o Amor, se bem que algumas sejam mais en vo r g on h ada se m usa r esta palavra, da qual todos os seres vem, pois precisam-se de Amar os seres para se reproduzireme

Amar é Saber do Outro ao Lado, Pois Se Ama Pelo Outro em Nós e Assim O É porque Algo Já Os Trás Ligado, como poderia ser de outro jeito?

as circulo la dia circulo po is se da primeira manhã da ama pe lo, pr rie mr rio do circulo em ó sd os nós e t rian gula ss em circulo maior da acentuação do E portu g u es quadrado europeu do primeiro do t rian gula id o, gato do circulo p rin ce ipe da acentuação primeira ao pr rim e rio t rina h u dez li iga ad circulo co mo po de ria serpente e rato DE circulo cd o vaso cruz ro je vareta da cruz do circulo do tóSenhora, hoje suas letras reflectiam que a Igreja deve entender césar como césar e negociar om césar o que necessita

Senhora, hoje suas letras reflectiam que a Igreja deve entender césar como c es ár e negociar om césar o que necessitasen hora homem p rin ce ipe e serpente ua dupla le cruz ra serpente rato ee f le circulo tia maria quadrado europeu primeira coluna g rá p rin ce za primeira dia eve inglesa ten doce ce sa r ou sar ss co mo da comunidade europeia serpente acentuação do ar e ne gato cia ar om circulo seta E s r e rp en te ac sir circo vaso de dez quadrado europeu ne ce ss sita it primeiraprimeiro nem sem bem de quem é neste local o césar, só me recordo no instante de um senhora das ilhas que porta tal nome, e que espero que não lhe espetem quarenta facadas, embora muito se ponham a jeito por duas mão e actos e omissões para as receber

primeiro nem sem bem de quem é neste local o césar, só me recordo no instante de um senhora das ilhas que porta tal nome, e que s p ero que não lhe espetem quarenta facadas, embora muito se ponham a jeito por duas mão e actos e om miss o es para as recebersen homem rai r culo rá cruz das ilhas q ua dr ado oe eu rop eu do ra eu porta y tal no me e quadrado europeu da serpnete pe do ro p ero europeu muito cão a ladrar primeiro homem e em espanha sp e tem quarenta fa ac ca ad a serpente em b rai l brasil c it ciu r dez rá mu it circulo se p om do presunto primeiro principe je e cruz do circulo, je e ou jacto, pe rato sd serpente vaso ua dupla mão e ac tos e circulo miss são espanhola pa ra as rato ec ce be rat


A carta publicada no texto anterior, que se constitui tambem prova deste processo, demonstra ou parece confirmar, outra ideia que tem aflorado em muitas das análises dos actos de terror e desta nova etapa da mesma eterna guerra que se tornou outra vez mundial, que é o facto desta operação ter sido planeado com muita mas muita antecedência, duas a tres décadas, e portanto se quisermos identificar suas reais raízes a esse período de tempo deveremos recuar

A c a rta pub lica ada no te x to ante rio r, q ue se co ns titu i ta m b em pr ova de ste por rc esso, demo ns t ra o u par ce confirmar, o u t ra id e ia q ue te m a flor ado em mui t as das anl ise s dos cat os de terror e de sta n ova e tapa da me s ma e t rena guerra que se tor no u outra ave z m un dia l, que é o f ac to de sta opera sao ter sido p lane ado com mui ta mas muita ant e c en den cia, duas a tres dec ada se porta n to se qui se r mos id en tif i car s u as rea is rai ze sa esse pe rid o de te mp o d eve remos rec u ar

A outra memória com timbalos, de que te falo sem explicar no texto anterior, ou melhor as partes dos xilofones que se colocam em cima pendurados, e que parecem como flautas dos andes, foi uma imagem mais recente, quando fui a lamego mostrar o tal video que gravara na serra da lua para um sarau de poesia, com musica ao vivo, uma belíssima senhora, assim num tocou, uma outra ao piano e a bela leonor declamou poemas de distintos poetas portugueses, foi uma única sessão que nao se repetiu pois assim era previsto no museu onde existem bela tapeçarias flamengas

A o u t ra me mór ia com tim bal os, o u me l hor as p art es dos x i lo f one es q ue se c olo cam em c ima pen dura do ze q ue par ce mc omo f l au t as de pn a, f o i uma i mage m masi rec en te, q u ando fi ua l am ego mo st ra ro t al vi de o q ue g rava ra na serra da l ua para um sa ru de poe s ia, com mu sic aa o vivo, uma be li s sima s en hora, as si m n um to co u, uma o u t ra ao pina oe a b e la leo n ar dec la mo u poe ema sd e di s tintos poe eta s por u g eu se s, f o i uma única se s sao q ue n º cao se r e pet i u p o is as si m e ra pr e vi s to no mu s eu onda e x is te m be la t ap e ç arias flamengas

Depois me recordei de que quando me deram os poemas, um deles era do judice, e com ele foi falar, sem bem saber porque mas pressentindo algo naquele alinhamento, nos encontramos a tonar um café ao pé da praça da toiros por uns breves instantes e eu sai de lá com a sensação de pouco masi do que entrara, ou seja sem ter chegado ao punctum deste convite, que na altura me pareceu como aqui salvo erro relatado, um acto de caridade, pois já nem trazia nessa altura dinheiro ou quase, mas a intuição me dizia que ali por debaixo, outra coisa se figurava, e hoje pensando nisto me pergunto, o que quer dizer em exacto essa mesma imagem se ter de novo ali em lamego figurado, a imagem que a ester desvelara desenhado há mais de vinte anos atras, e só um sentido emerge, que se explana na outra subida a lamego na altura do falecimento da tia margarida, e das visoes sobre o conde de lamego, a sua tumba rachada, a relaçao a menezes, o do psd do porto, ou seja, emerge daqui tambem, que na tramóia da minha prisão esteve implicado algum do porto e de lamego onde a minha família muito tempo viveu em data muito antiga, ou seja tudo isto aponta apara perseguições que já vem da geração anterior e uma relaçao com a flandres, ou com a belgica, pois eu lá vive durante uns tempos na minha adolescência, a teresa do durao, agora se desvela,

D ep o is me record e id e q ue q u ando me de ram os poe ema s, um del es e ra do judice, e com el e f o i f al ar, s em b em s abe r por q ue mas pr ess en t indo al g o na q eu le al in h am en to, nos en c on t ramos a tom n ar um ca fé ao p é da pr a ç da toi ros por u ns br eve s is n t ant es e eu sa id e l á com a s en s a sao de p o u co masi do q ue en t r ar a, o u seja se m t r e che gado ao p un c t um de ste c on vi te, q ue na al tura me ap rec eu c omo aqui s alvo e r ro r e la t a do, um ac to de car id a de, p o is j ane m t ra z ia ne s sa al tura di ne hiro o u q u ase, masa in t u i sao me di z ia q ue al ip o r de ba ix o, o u t ra co isa se fi g ur ava, e h oje pen s ando ni s to me per gun to, o q ue q u e r di ze rem e x ac to e sea me s mai mage ms e te r de n ovo al i em l am ego fi g ur ado, a i mage m q ue a est rea rena tec ip para de s en h ado h á ms i d e vinte ano s at ra se s ó um s en tid o em e r g ue, q ue se e x p l ana na o u t ra s ub id a al am ego na al tura do f al e cimento da tia mar g a rid a, e das c is o es os br e o conde de lamego, as ua tumba rac h ada, da primeira da relaçao a m ene ze s, o do psd do porto, o u seja, em me r g ue daqui t am b em, q ue na t ram o ia da minha pr o sao es teve i m p lica ado al gume do porto e de l am ego onda a minha f am i l ia mui to te mp o v iv e u em dat a mui to ant i g a, o u seja tudo is to ap on t a ap a ra per se gui ç o es q ue já v em de ge raçao ante i r o re da primeira da relaçao com a f l a n dr es, ou com a be l gi ca, p o is eu l á v ive dur na te un s te mp os na min h a ad o l es c en cia a teresa do durao, agora se de es serpente da vela,

Trouxe de lá uma pequena brochura que agora nest preciso momento não encontro, com fotos das tapeçarias que narram a história de uma fúria de mulheres numa corte, com grandes paus na mao a fazer justiça por suas próprias maos, e que deveria corresponder então a acção que sobre mim ia naqueles tempos, todos apoiando a teresa que me roubara o filho depois de tentar dizer que eu era maluco e convencer os psicólogos a entrar e caucionar a fita, se bem que nada disso se passou em lamego onde fui bem recebido e tratado

T ro u xe de l á uma pe q un a br i ch u ra q ue a g o r nest pr e c is o mo m en ton cão en c on t ro, com f oto sd as t ap e ç arias q ue na ram a hi tór ia de uma f ur ia de mul her s nu ma co rte, com g rand es p au s na mao a f az e r j us ti çap or s u as por rp ria s maos, e q ue d eve ria co rr es ponde r en tao a ac s ao q ue s ob r emi mia na q eu l es te mp os, todos apoia ando a t r e sa q ue me ro ub a ra o fi l ho d ep o is de t en t ra di ze r q ue e u e ra malu co e c on v en car os ps i c olo g co a en t ra e c au cio n ar a fita, se b em q ue n ada di s so se pa ss o ue m l am ego onda f u i be m rec e bid o e t rata ado

Ah minha doce amada, que nem sabia que ainda existia a photo, fui ali as amoreiras e no quiosque das senhora com lua tatuada, ali uma vi com um bela menina, feita belo isco, pois seu cabelo tapava sua face e assim teria mesmo que se ver no interior para sua face ver, mas fiquei pela capa, com umas calcinhas assim tipo pijaminha e uma mao que parece que pela frente as vai baixar, hum, que deliciosa imagem de doce tentação de amor, depois olhei ao lado a ver se te via, mas ainda não, para minha pena e grande penar na casa de meu coraçao onde habitas e te trago

A h min h a d o ce am ad a, q ue ne m s ab bia ia q ue a inda e xis tia a ph oto, f u ia al i as am o rei ra seno q u is q ue da ss en hora com lua tatu ad a, al i uma vi com um be la me nina, fe i ta b elo dez isco, p o is s eu cab elo t ap ava s ua face e as si m te ria me s mo qu e se eve r no in te rio rp para s ua face eve r, mas fi q eu ip e la capa, com uma s c al ç on h a sas si m t ip o pi j am in h a e uma mao que pa rece q ue pe la fr en te as v a si ba ix ar, h um, q ue deli cio sa i mage m de do ce tem t ac sao de amor, d ep o is olhe i ao l ado ave r se te v ia, mas a inda n cão, pr a min h a p en a e g rande p en ar na cas de me u cora sao onda h ab ota set e t rago

Frame, um a entrar no espaço pequeno a rapariga saía da casa, belíssima sereia, face linda, loira meio arruivada com estrelinhas, ou assim a vi, cabelos longos encaracolados ainda húmidos do banho, que visao radiosa pela manha, que belas são as meninas com o cabelo ainda escorrer, faz me sempre lembrar banhos e aguas de amor, e cheirinhos perfumados, que quando a vi a cumprimentei com uma alegre energia que em mim à sua visao brotou, ela teve assim um tipo ataque de pudor, miou para baixo e de lado, assim com voz de sotaque brasileiro a enrolar, uma perfeita gracinha feita bela garça, assim um bocadinho como a foto salvo erro numero nove, com os delicados pezinhos metidos para dentro

F r a me do is, e ua sa i r , o u t ra cam pai n ha to cv a e to c av, q eu m l á vinha, vinha fe i to fur ia p o u par e sado, em c ima a ra pa rig a q use me tia primeira porta a den t ro, olhe i do traço da primeira inglesa a as si m um in s t ante e me di s sea be la ra pa rig a vi ro u fera, l a f o ra um mini nas cor es te mp la riso, um ca sl se bei java ap a ix on ad dam en te, pa ss e ip o r el es s o rr indo à pai x ao, ne m por mim te ra o dad o tao b em en t r e tid os q ue est ava am, de ram d ep o is ao pa ss a ar do no jardim a ra pa rig a de cab elo dez s negros q ue ia no pen dura, t u do a q eu i dez e ra e si mul t ane mane te o u t ra co isa e ra, ac ho q ue no en t r eta n to par ti u, as si m o u vi p elo dez es pi rito,

O de permeio, nem te conto, mas audível era

O de pe r mei o, ne m te conto, mas au di v el era

Sabes quem eu em dia recente aqui vi descendo a rua com um senhor, um perfeito sósia do tom cruise, parecia ser feito a papel químico, que engraçado se fosse de coisa engraçada

s ab es q eu m eu em dia rec en te aqui vi de sc en do a rua com um s en hor, um pe rf e i to s ó z ia do tom c rui ise, par e cia ser fe i to a pap el quim mico, q ue en g ra ç ado se f os se de co isa en g ra ç ada

e então como vai a coisa do tal orçamento, já aprenderam, ao que parece, embora praticamente nada ouvi nem li, muitos se entreteram a falar e falar, assim diziam as curtos letras da leonor, mas como de costume devem ter feito assim umas confusões para ficar ainda mais confuso, e sendo que diversas, ou seja, contei para aí umas tres ou quatro vieram especificamente pedir masi dinheiro para isto ou para aquilo, o melhor era mesmo porem uma previdência cautelar nos tribunais, mas primeiro era preciso arranjar juizes verdadeiros e honestos, que como sabemos não existem, e assim sendo melhor mesmo é avançar para os tribunais europeus e assim dizer, não sabem governar, pois nem sabem fazer um orçamento, assim pedimos uma previdência cautelar, para os inibir de aprovar aquelas estranhas contas, e lhe autorizamos a trabalhar com base em duodécimos, enquanto não explicarem muito bem explicadinho, como é que o país melhora, e rápido, pois os duodécimos trazem nas vezes um inconveniente, sai mais caro em seu todo ao bolso comum, ou seja, não deve ser encarada como solução, mas como remédio antes da doença piorar, tipo aspirina, tira a dor, e o buraco roubado nos bolsos de todos, mas não cura a constipação

e en tao com ova si a co isa do t al orça m en to, j á ap ren de r am, ao q ue pa rece, em bora pr tica m net n ada o u vi ne m li, mui to s se en t r e te ram a f al r e f al r, as si m di z ia as curto s letras da leonor, mas c omo de cos t u me d eve em te r f i e to as si m uma sc on fusões para fi car a inda maís c on fuso, e s en do q ue di dos versos ross das sas, o u seja, conte ip para aí uma st r es o u q ua t ro vie ram e ps e cif icam nete p di r masi din he iro para is to o u para aquilo, o mel hor e ra me s mo p o rem uma pr e vi den cia c au tela rn os t rib un a si, mas p rim e iro e ra pr e c is o ar r anja r j u i ze s verdadeiros e h one st os, q ue c omo s abe mn os n cão e xi s te me as si m s en do me l hor me ms o é ava v n ç ar para os t rib un a si eu rop e use as si m di ze rn cão s abe m g ove r n ar, p o is ne m s abe m f az e rum o r l ça m en to, as si m pe di mos uma pr e vi den cia c au tela rp para os in ibo i r de ap rovar a q eu lea s es t r anha s c on t as, e l he au tori za mosa t ra b alha rc om base em du o dec i mo s, en q u na to n cão e x p lica rem mui t b em e x p lica din ho, com o é q ue o pá is me l hora, e rá pido, p o is os du o dec i mos t ra ze mnas v e ze s um inc on v eni en te, sa ima si cara o em s eu todo ao bo l s o com um, o u seja, n cão d eve ser enca rr ada como sol u sao, mas com do circulo do remédio, ant te s d a do ença pi o ra r, t ip o as pi rana, t ira a dor, e o buraco ro ub ado nos bo l s os de todos, ma sn cão co r ra a co ns t ip pa da são


o que todos necessitam prioritariamente para viver?

Energia

E o que é a energia

A energia é o alimento

E que espécie existem, se existem espécies distintas?

O corpo é uno, e tanto sua parte carne necessita de alimento como sua parte espiritual tambem, assim são este dois ramos da mesma arvore que os seres necessitam de cuidar para se cuidar

O corp o é un oe t ant o s ua p arte car nené ce sis ta de al i e mn to c omo s ua p arte es pe ritu al t am b em , as si m são este do is ramos da me s ma ar vo re q ue os se r es ne ce s sita am dec u id ar par ase c u id ar

Ou seja alimento de corpo , primeiro pois sem ele não se necessita do segundo, mas o segundo é premissa de bem obter o primeiro

Ou seja do ar que respiramos, da comida, o que comemos, e a agua que bebemos e o saber que aprendemos

Devemos comer mal ou coisas que façam mal a saúde do corpo entendido em seu todo, pois o que entra em nossos pedaços pequenos ao grande sempre volta, ou deveremos, estragar o pulmão ou beber agua inquinada

Não

E Sim

Porque assim levamos a vida e o viver, respiramos mal, matamos o pulmão, inquinamos agua que bebemos e assim nos inquinamos tambem a nos mesmo, comemos mal pelos processos de produção que desenvolvemos e nas vezes lá vem uma grande intoxicação alimentar, e muitos já se assim se vao, e muitos masi irao se assim continuar-mos

Por q ue as si m l eva mosa vi da e o viver, r es spt spi pira mo sm al, mata mos o p u l mao, in quina mos agua q ue b e be mose as si m no sin q u ina mos tambem ano s me s mo, com emo s m al p elo dez s pro c esso sd e pro d u sao q ue de s en vo l v emo se nas v e ze s l + ave m uma gt ande in to x i caçao al i m en tar e mui to sj ase as si m se vao, e mui to s masi irao se as si m conti n ua r do traço do ingles mo serpente

E onde se passa todo este mal feito?

Dentro das pequenas casas e na grande casa

E para que se inventaram um dia o dizimo e mais tarde os impostos?

E os impostos vao para os particulares ou fazem um bolo chamado comum?

Na verdade fazem o bolo comum, daquilo que as partes sozinhas não tem ou não podem por si mesmas fazer e assim se a coisa bem funcionar, é tambem justo dizer que voltam de alguma forma e em formas distintas aos bolsos de cada um, aumentando seu peso, ou sua riqueza, pois como sabemos, o dinheiro não serve debaixo da terra, nem lá existe este tipo de cambio ou troca

Na ave rda de f az emo b olo com um, da q u i dez q ue as p art es s oz in h as n cão te m o un cão p ode m p o r si me s ma s f az e rea s si ms e a co isa b em fun cina r, é t am b em j u s to di ze r q ue vo l tam de al gum a forma e em formas di s tintas aos bo l s o sd e ca ad a um, au m en t ando s eu peso, o u s ua rique za, p o is c omo s abe moso di ne iro n cão s e r v e de ba ix o da terra, ne ml á e x is te este t ip ode cam bi oo u t roca

Assim sendo sobre o dizimo ou imposto, sua forma , sal natureza e seu correcto uso, deveremos então começar por perguntar-nos e acordar-mos entre todos, na casa pequena a que cada um chama de país e depois na casa de todos os países, alguns princípios, que são sempre coisa boa de se ter e dos bons para melhorar a vida e o viver

As si m s en do s ob reo di z imo ou i mp soto, s ua forma , s al na t ur e za es eu co rr e ct o us o, d eve remos en tao com eça rp o r per gun tar do traço do ingles nose ac o rda r do traço do ingles mos en t r e todos, na c asa pe q u en aa q ue c ada primeira chama de pa ís e dep o is na c asa de todos os pa ise s, al g u ns p rin cip i os, q ue são se mp r e co isa boa de set e red os bons para me l hor ar a vi da e circulo do viver

Diz porventura o esposo a sua esposa, como eu a sardinha que temos e tu passas fome?

Não, ou então a esposa se deve cuidar buscando outra vida

Dirá porventura a esposa ao esposo, eu a como, tu bebes só agua?

Não, ou então o esposo se deve cuidar buscando outra vida, mas geralmente os esposos almejam estarem juntos em seu amor

N cão, o u en tão o es poso sed eve c u id ar b us can do o u t ra vi da, mas ge ram le que mente os es ps o os al me j am es t rem j un to ze ms eu amo rato

Dirá o pai ou a mae a seus filhos, comemos nós a sardinha e tu passarás fome?

Não, seria duplo crime pois o povo pequenino não se sabe ainda cuidar neste mundo na forma como o levamos

Na casa do Amor, que é uma casa bem construída com o telhado em cima, pois sabe o amor que a chuva cai do ceu e não da terra, embora as inundações tambem aconteçam, e com paredes fortes o bastante para o lobo mau não as derrubar com seu forte sopro, e quentinha para que os pintainhos não passem frio nem se constipem, quando há uma só sardinha, ela é dividida por todos e se há sacrificio a fazer, os fazem os pais a favor do melhor cuidar dos filhos

Na c asa da am do circulo do rato do quadrado da ue é primeira do circulo da asa segunda em co ns cruz do vaso da id do ac om circulo da te primeiro homem do ado em circulo ima, p do circulo is serpente , o sabe, abe circulo do amo rato quadrado da ue ac homem uva ca id o circulo do eu en cão da terra, em bora as si em un quadrado do aço espanhol e cruz da manha e segunda em ac em te serpente sam, e com da pa da red espanhola forte da orte serpente circulo do ba st ante do para circulo de dez bo maior au un muito cão as de rr ub ar com serpente eu f orte serpente do circulo pro, e quadrado do vaso da en tinha para quadrado da ue os pina tinho sn cão pa ss em fr e one ms e co ns tim pe m, quadrado do vaso ando homem á uma serpente acento no circulo da sardinha, s ar din homem da primeira, e la é di vi dida por todos e se home ás ac rif i co a f az eros do forte az em os pa isa forte da ova circulo do rato da me primeira hor cic vaso id ar dos fi primeiro homem os

E se assim é na casa de cada um, porque não é assim em todas as casas de cada um?

Aqui os que se pensam espertos ou mesmo inteligentes, mas que são burros e cegos, como se fará a demonstração, dirão, alguns mesmo aos berros, cada família que cuide de si, não é o que eu faço na minha, que me mato a trabalhar para os alimentar, e ainda me pedem para do outro vizinho ao lado cuidar, ou contribuir para comprar arroz para África, ou para onde for, vao-se ....

Aqui os q ue se pen sam es per to s o u me s mo intel i g en te sm as q ue são b ur rose c ego s, c omo se fa rá a demon st raçao, di irao, al g u ns me s mo aos be rr os, c ada f am mila q ue c u id e de si, n cão é o q ue eu f aço na min h a, q ue me mato a t ra b alha r para os al i m en tar, e a inda me pede mp para do outro vizinho ao l ado cu id ar, o u c on t rib u i r para com mp para ar r oz para África, ou para onda for, vao do traço da inglesa se ....

Antigamente as gentes viviam em pequenas tribos ou pequenas aldeias, e aldeias há em África que tem mais habitantes que algumas vilas , ou pequenas cidades, como aqui por exemplo na nossa organização de território, lhe chamamos

Ab ti game en te as ge n te s viviam em pe q eu na s t rib os o u pe q u en a s al deia se al deia s h á em af ric aqui do q ue te m maís h abi bota boi t ant es q ue al gum as vilas , o u pe q eu na s cida d es, com o a q eu ip o r ex e mp dez na no s sa or g ani z aç º sao de te r rito rio, l he c h am amos

E tempo houve em que assim viviam cada um cuidava de seu alimento, pelo cultivo da terra, pela caça e pela pesca, e são poucos aqueles hoje no mundo, como entretanto vivemos, que assim ainda vivem, em autonomia completa de alimentação e entretanto as sociedades transformaram o tempo, através da criação dos empregos, que dao os papelinhos que permitem então trocar por alimentos, e o problema é que para alem do que se passa com os papelinhos, já aqui detalhado, o emprego é bem que vai continuar a escassear enquanto não se estruturar a vida em seu todo e os sistemas de produção e de consumo e do trabalho, e lazer e da vocação, a coisa vai continuar para muitos a se agravar

E te mp o h o uve em q ue as si m viviam c ada um c u id ava de s eu al i m en to, p elo c u l t ivo da terra, pe la caça e pe la pesca, e são p o u cos aqui da ue l es h oje no mundo, com o en t r eta n to vi v emo s, q ue as sima inda vivem, em au ton o mia co mp l eta de al i m en taçao e en t r eta n to as soci e dad es t ra ns forma rm te mp o, at raves da c ria sao dos empregos, q ue dao os pap e li h os q ue per mi te m en tao t roca r por al i m en to ze o pro b e lam e q ue para al em do q ue se passa com os pa ep dos linho sj á aqui de eta l h ado, o e mp rego é b em q ue eva i conti n ua r a esca s sea r en ki e ton cão se r es t ru ruta ra vi da em s eu todo e os sis t ema sd e pro du sao e de c on sumo e do t ra b alho, e la ze r e da vo caçao, ac o isa vai conti n u ar para mui to sa se a g rava rato

A equação de agora, é que se não se resolve assim decidamente as premissas que trazemos, a este estado de vida e do viver voltaremos, depois de uma maioria de mortandade

A e q ua sao de agora, é q ue se n cão se r e sol ve as si m dec id dam en te as per miss sas q ue t ra ze mo sa este estado de v id a e do viver vo l t ar emo s, d ep o is de uma maio ria de mo rta n dade

e o senhor que antes acima dizia, cada um que cuide de si, o mesmo dirá quando mais não poder ele cuidar de si e dos seus, porque no entretanto deixou de ter seu emprego?

Ou seja, existe uma liberdade de ser, que se substancia ou não, e se não trouxer ela travamento, deixa mesmo de a ser, e rapidamente se muda e inverte o discurso quando a desgraça à porta de cada um chega

O u seja, e x i te um liber ad e de ser , q ue se s ub stan cia o un cão, e se n cão t ro u z xe r el a t rava m en to, de ix a me s mo dea ser, e ra pida que mente da se da mu da e in verte o di s curso q u ando a de sg ra ç a à porta dec ada um che ega

E na casa do Amor, os pais não se tornam filhos outra vez e os filhos pais com novos filhos, e não cuidam um dos outros à sua vez, não é assim o Ser e sua vida?

Ou seja, já a sardinha não se divide sempre em todos os tempo da vida, por um mínimo de tres mas num mínimo de cinco, o que torna sempre menor cada parte, se só uma continuar na mesa a haver

O u seja, j á a s ar din h a não se di vide se mp r e em todos os te mp o da vi da, por um mino de arvore es ma sn primeiro mino dec inc o, o q ue to rna se mp r em en o rc ada p arte, se s ó uma conti n ua rna mesa a h ave rato

E quando não a sardinhas na casa de cada um e de muitos e não há rendimento, o que se passa então?

E q ua n don cão a s ar dinhas na c asa dec ada um e de mui to ze n cão h á ren di m en to, o q ue se s epa s sa en tao da foice

Na casa onde não há pao todos ralham e nenhum tem razão, pois a razão é o pão, e quando assim na rua se alastra, e na mesma , uns tem e outros não, mais as tensões se agravam no agravar da miséria, e vem as doenças e vem as violências e os roubos, e cada um pega em sua pistola, espingarda, ou mesmo uma faca de cozinha, e vai roubar comida e agua para alimentar os seus filhos, e ninguém em seu perfeito juízo, lhe poderá dizer que não, pois é dever dos pais alimentarem e cuidarem dos filhos, ou mesmo que roube para sua esposa ou seus pais, um mesmo se aplica, esperemos que aí não cheguemos em massa, por estupidez, ou mais correctamente escrevendo porque nem há pao nem massa

Na c asa onda n cão h á pao todos ra l ham ene n h um te m ra za o, p o isa ra za o é o p â oe q ua ando as si m na rua se al astra, e na me s ma , u ns te me o u t ros n cão, masi as t en s o es sea g r vam no a g rav r da mise ria, eve ma s do en ç as eve mas vi o len cia se os o u r b os, e c ada um pega em s ua pi s t ol a, es ping rada, ou me s mo uma f aca de co z in h a, eva i ro ub ar com id a e agua para al i m en t ra os se us fi l ho se ni g eu me use u pe rf e i to j u i zo, l he p ode rá di ze r q ue n cão, p o is e é d eve r d os pa is al i m en t ae me c u id ar rem dos fi l h os, o um es mo q ue roi iba para s ua es pao sa o u se us pa is, um me s mo se ap lica, es pe remos q ue a acento em cão che ge mos por es t u pide dez o u masi co rr e cta que mente es c r eve en do por q ue ne m h á pao ne m massa

E não confundam isto com apelo ou a favor de roubos e dos roubos, isto é o que já aconteceu em outros tempos, quando os sistemas que se encontram num determinado modelo falem e ao falir criam grandes convulsões sociais

En cão c on fun dam is tio com ap elo o ua f avo r do s ro ub os, e dos ro ub i sis to é o q ue j á ac on teceu em o u t ros te mp os, q u ando os sis t ema s q ue se en c on t ram n um det r emi n ado mode lo f al em e ao f al irc r iam g rand es c on v u l s o es soci ais

Pois uma pergunta a América terá que se fazer à luz desta chamada crise financeira, mas que muito a extravasa, pois as gentes vao pagar um enorme valor , sendo que alguns dos responsáveis que mais não se encontram em posição de continuar o dano, são em meia dúzia, indemnizados numa verba que corresponde a dez por cento do total do empréstimo injectado, e qualquer um terá com justeza de se perguntar, mas não seria melhor que eles pagassem sua parte, em vez de ficarem com os cem por cento do que receberam, não seria mais justo, fazer as parcelas ao contrário, ficarem com dez por cento e devolverem os restantes noventa por cento?

P o is uma per gun t aa am erica te rá q ue se f az e rà luz de sta c h am ada c rise fi na ce ira, mas q ue mui to a e x t rava s sa, p o isas ge n te s vao p a g ar um en o mr v al or , s en do q ue al g u ns do s r es posa ave is q ue mais n cão se e c non t ram em p o siç sao de conti n ua ro d ano, são em mei a du z ia, in de mini za do s n uma ave r ba q ue co rr ep ps son de ao t ota l do e m pr es tim o in ject ado, e q ual q u er um te rá com j us te zade se per gun tar, ma sn cão se ria me l hor q ue el es p a gás se m s ua p arte, em v e z de fi care rem com os c em por cento do q u rec e be ram, n cão se ria mais j us to, f az e ra s pa rc e l as ao c on t rá rio, fi care mc om dez por c en to e d evo k l vere mos r es t ant es n o v en ta por c en to da foice

Estranho vão os conceitos e o papel e acção de justiça na América, e quando assim as coisas vao nada de bom se pode augurar

Es t r anho vão os c on ce i to ze o pap el e ac sao de justiça na am erica, e q u ando as simas co ia s vao n ada de b om se p ode au g ur ar

Ora a verdadeira escala do problema, é já está, novecentos milhões de gentes no mundo com fome, nos países chamados de masi desenvolvidos, as classes média estão a perder poder de compra e emprego e assistência e regalias sociais que traziam, descendo para o fundo da escala social, o desemprego aumenta, a crise financeira se estende, as condições gerais das doenças grandes do corpo grande, ainda nem foram curadas, ou o caminho invertido e as mudanças de clima trarão novas doenças de difícil combate

O ra ave rda de ira es cala do pro b l ema, é j á es stá, n ove en c en to s mi l h o es de ge n te s no mundo com f o me, nos pa ise sc ham ado sd ema si de s en vo l v id os, as c la s se s mé dia es tao a per de rp ode r de com pr a e em mp prego e as sis t en cia e r e gali as soci a isa q ue t ra z im, de sc en do para o f un do da es c la soci al, o de s em mp prego au m en ta, ac rise fi na ce ira se es ten de, as condi ç o es ge rai sd as do enças g rand es cd o corp o g rande, a inda ne m f o ram cura da s, o u o caminho in v e r tudo e as m u danças dec lima t ra r ao n ova s do en ç as de di fic i l cm bate

Donde a resposta que cada ser, ou cada pai, e cada filho e cada avo se deve por, terá que ser distinta da que vinha dando até agora, e pensar, o que o que é comum, em parte vindo da minha contribuição via impostos, deve apoiar quando caso disso a minha própria casa e ou a casa de um outro Irmao, ou vizinho, mesmo que ali ao fundo, pois o ar que respiramos e a agua que bebemos e comida que comemos é toda uma mesma, nas sua variações regionais e de hábitos de gastronomia

Don dea r es posta q ue c ada s ero u c ada p ai, e c ada fi l ho e c ada av os e d eve por, te rá q ue ser di s tinta da q ue vinha dan do a té agora, e pen sar, o q ue o q ue é com um, em p arte v indo da min h a c on t rib u i sao v ia i mp os to sd eve ap oi ar q u ando caso di ss o a minha pro pr ia c asa e o ua cas de um o u t roi r mao, o u vi z in ho, me s mo q ue al ia o f un do, p o is o ar q ue r es spi e ramos e a agua q ue be b em os e com id a q ue com em os é toda uma me s ma, na ss ua v aria ç o es regi on a si e de h ab i to s d e g a s t ron o mia

Assim sendo, estas as áreas primeiras da vida e do viver de cada um e das famílias, e sendo que dentro das distintas classes de rendimento, se pode saber facilmente por calculo, o que cada um em seu segmento, em média gasta e do que em média por segmento nos que assim se encontram , mais necessitam, e depois por extrapolação e tendo em conta o que se pode prever em termos de aumento de desemprego e por aí fora, então aplicar este valor ao orçamento de estado proposto, justificando por acordo prévio, o que se apoia, e porque se entende apoiar, e até onde se vai, e na forma como se vai, e reunindo so necessários consensos políticos para o conseguir

Assim sendo, estas as ares primeiras da vida e do viver de cada um e das f am i li as, e sendo que dentro das distintas classes de ren di e mn to, se pode saber facilmente por calculo, o que cada um em seu segmento, em média gasta e do que em média por segmento nos que assim se encontram , mais ne ce s si a tam, e depois por e x t ra pol ac sao e tendo em conta o que se pode prever em termos de aumento de desemprego e por aí fora, en tao ap l car est eva valor ao orçamento de estado por rp os to, j us tif can do por acordo prévio, o que se apoia, e porque se e ny n det apoiar, e até onde se vai, e na forma como se vai, e reunindo so ne ce s sári s o consensos poli tico s para o conseguir

Todo este raciocínio é masi complexo porque estamos em crise e trazemos um déficit acumulado muito grande, pois para que um orçamento seja funcional, e real e verdadeira alavanca de harmonia social que ele por ser comum deve almejar e garantir, ele deve ser próximo e espelhar em próximo, o que na realidade se passa no momento em que se o faz, e com os olhos posto no amanha, ou seja ainda, responder , como é que investimos uma parte de forma a tornar no amanha as coisas melhores, e não esquecendo neste preciso momento um sábio, terrível dizer e sentença, que trás sua lógica interna, que o final da crise de mil novecentos e vinte, desencadeou um conjunto de factos que desembocaram cerca de vinte anos mais tarde num enorme banho de sangue a que se chamou de segunda guerra mundial, e que no fundo foi a mesma etapa da guerra quando se torna mundial, e que este pensar, consciência e cuidado, deve estar hoje presente, para que não entremos na ultima de toda a humanidade

Todo este rac i cio ni o é masi complexo porque estamos em crise e trazemos um de fi cite au mula do muito gt rande, pois para que um orçamento seja funcional, e real e verdadeira alavanca de harmonia social que ele por ser comum deve almejar e gara ni r, ele deve ser pro x imo e espelhar em por x imo, o que na realidade se passa no momento em que se faz, e com os olhos posto no amanha, ou seja ainda, responder , como é que one v ts i mos uma parte de forma a to rna ra amanha as coisas melhores, e não esquecendo nest preciso momento um s ab bi o e t rr ive l dizer e sentença, que trás sua li gi ca interna, que o final da c rize de mil n ove en centos eve in te, desencadeou um conjunto de factos que de s em boca rm ce r v ca de vinte anos mais trade num enorme ban h a ode sangue a que se chamou de segunda guerra mundial, e que no fun d foi a mesma etapa da guerra quando se torna mundial, e que este pensar , co ns cie en cia e cuidado, deve es st ra hoje presente, para que não entremos na ultima de toda a humanidade

Pois o que aconteceu, é que na parte do sistema financeiro e masi do que isso, na perspectiva do que é dinheiro comum e como e onde se deve aplicar, um mesmo acto de esquizofrenia se tem passado, ou seja , o que se faz cada vez mais se afastou do real e consequentemente deixou cada vez mais de lhe dar resposta, pois não se adequa ao estado real da vida e do viver e das suas necessidades, e portanto esta batalha só será ganha se, se trouxer outra vez a resposta para o nível do real, em outro modo ainda, justapor aproximando de novo, a gestão comum , à realidade dos modelos e modificando-os naquilo que é urgente de modificar

P o is o que aconteceu, é que na parte do sistema fi na ce iro e masi do que isso, na pe rp es ct iva do que é din h ero comum e como e onde se deve aplicar, um mesmo acto de es q eu i zo fr eni a se tem passado, ou seja , o que se faz cada vez mais sea fato vaso dor e la e consequentemente deixou cada vez mais de lhe dar resposta, pois não se ad do pato ao estado real da vida e do viver e das sua necessidades, e portanto esta batalha só será ganha se s e t ro u xe r outra vez a resposta para o ni v el do real, em outro modo ainda, js u tap o r de novo, a g es tao comum , ar el a id ad e dos modelos e modificando-os naquilo que é urgente de modificar

Ou seja simplificando, este primeiro por natureza rubrica do orçamento individual , donde tambem comum, porque do individual emana e parte, o orçamento de uma aldeia, ou de uma cidade ou pais ou comunitário será por natureza , se estiver afinado e os olhos de quem o faz tambem, equivalente ao que as famílias gastam mais o que se necessita para garantir aquilo que deriva da mais valia de ser comum, que é o garante que cada um trás perante o outro seu Irmao, que vive na habitação ao lado da mesma una casa

Ou seja simplificando, este primeiro por na tir e za rubrica do orçamento individual , donde tambem comum, porque do individual emana e o arte, o orçamento de uma aldeia, ou de uma cidade ou pais ou com uni tar rio será por natureza , se estiver afinado e os olhos de quem o faz tambem, equivalente ao que as f am i li as gastam mais o que se necessita para garantir aquilo que deriva da masi valia de ser comum, que é o garante que cada um trás perante o outro seu i r mao, que vive na h ab bi taçao ao lado da mesma una casa

A incluir tambem nesta rubrica primeira os gastos com agua e luz e rendas e empréstimos de compra de habitação, mobílias, obras e manutenção e melhorias, e outras fontes de energia que se usem dentro de casa, e roupa, e para já, por aqui, pois as outras pela natureza dos problemas com que nos confrontamos deverá ser encarada em outra maneira, que depois vos direi do que sobre ela pensei

A incluir tambem nesta rubrica primeira os gastos com agua e luz e rendas e em mp r es tim os de compra de h ab i ta sao, e outras fontes de energia que se usem dentro de casa, roupa, e p ar já só aqui, pois as outras pela na tir e za dos pr b l emas com que nos confrontamos deverá ser encarada em outra maneira, que depois vos direi do que sobre ela pensei



Ah doce amada de meu coraçao, os dias estão lindos, aqui, hoje de novo o calor e o rio feito quase perfeita pedra lápis lazuli, e eu te sinto ao perto, perto, sem contudo ainda te ter em meus braços, oiço no espirito, ela anda pela cidade e leva a tristeza em sua face, e eu me assusto sem assustar por dentro de mi, pois a tristeza vela a sempre a tua beleza, e me ponho a perguntar, e se assim tu velada passas por mim e eu não te vejo, e depois me digo, que assim não será, hoje em mim um dizer que passava nos autocarros, rápido como o seu dizer, gosto de andar sem destino, e eu sorria e me pensava, é bom , mas tal não obsta a um destino que em parte sempre nos enforma, um frase paradoxal, mas tambem eu gosto de assim andar sem saber para onde, quem sabe assim nos encontramos, sem buscar, outro paradoxo, pois vivemos um no outro, der repente calço aquelas botas do gato das sete léguas, te pego a meu colo, e dou um pulo, e estamos numa praia quase deserta, num outro lugar do uno mundo e fazemos amor a beira mar, mas como está longe de meu colo, ainda, o faço aqui nest pequeno texto de interlúdio de um mais extenso que se escreve, salto do pequeno e micro orçamentaçao para a macro, pois assim geralmente se ouve confundirem os homens duas palavras de um mesmo termo, pois macro são beijos em pequeninos lugares teus que te dou, assim como se beijando pelo a pelo tua penugem,

A hd o ce amada de me i u coraçao, os dias es tao lindos, aqui, hoje de novo o c al ot e o rio feito quase perfeita pedra l ap is lazuli, e eu te sinto ao perto, perto, sem cont u de ainda te ter em meus braços, o i ç oo no es pei rito, ela anda pela cidade e leva a tristeza em sua face, e eu me assusto sem assustar por dentro de mi, pois a tristeza vela a sempre a tua beleza, e me ponho a perguntar, e se assim tu velada passas por mim e eu não te vejo, e depois me digo, que assim não será, hoje em mim um dizer que passava nos autocarros, ra pido como o seu dizer, gosto de andar sem destino, e eu sorria e me pensava, é bom , mas t aç não obsta a um destino que em parte sempre nos enforma, um frase paradoxal, mas t ema b em eu gosto de assim andar sem saber para onde, q uam sabe assim nos encontramos, sem buscar, outro para do z xo, pois v iv em k s um no outro, der r ep pen net ca ç co aquelas botas do gato das sete le g u as, te pego a meu colo, e dou um pulo, e estamos numa p rai s quase deserta, num outro lu g ra do uno mundo e fazemos amor a beira mar, mas como está longe de meu colo, ainda, o faço aqui nest pequeno texto de inter l u di ode um mais extenso que se escreve, salto do pequeno e micro orçamentaçao para a macro, pois assim geralmente se ouve confundirem os homens duas palavras de um me ms o termo, pois macro são beijos em pequeninos lugares teus que te dou, assim como se beijando pelo a pelo tua penugem,

Diziam os pássaros dos estados que garantiam o dinheiro e as finanças, o que é sempre bom de ouvir assim em largo como demonstração da vontade de segurar as cordas das velas, quando a tempestade vai mais forte, mas esqueceram-se como sempre de explicar dois lados da mesma retranca, primeiro que o garantem como, visto nem se conheceram os próprios bolsos deles se vao ou não pesados de moedinhas, e sabemos que não é assim, nem sabemos e sabemos que um mesmo se passa nas caixas centrais, e depois ainda que os que assim agora prometem, daqui a quatro anos em media não estarão em lugar de competência de continuar a garantir a promessa, e que dizer que garantem, com o dinheiro de todos, é mais acertado então de dizer, que o garantimos como de costume todos nós, e que o dar dinheiro, sempre costuma trazer um custo proporcional ao problema e que portanto somos nós que falamos sem falar pelos lábios deles, quando dizemos que nos garantiremos a nos mesmos neste plano do metal, o que não deixa de ser coisa boa e afirmativa da vontade na confiança que em nos mesmo depositamos

Di iza im os p ass aro s dos estados que garantiam o f din he iro e as fi na sç as, o que é sempre bom de ouvir assim em largo como demo ns t raçao da vontade de segurar as cordas das velas, qq u a ndo a tempestade vai mais forte, mas esqueceram-se como sempre de explicar dois lados da mesma retranca, primeiro que o garantem como, visto nem se c on he ce r q am os pr ip rio s bolsos deles se vao ou não pessa do s de moedinhas, e sabemos que não é assim, nem sabemos e sabemos que um mesmo se passa nas caixas centrais, e depois ainda que os que assim agora prometem, daqui a q au t ro anos em media não es t arao em lugar de c on pete n cia de c on t un u ar a garantir a por me s sa e que dizer que garantem, com o dinheiro de todos, é masi acertado en tao de dizer, que o g ra n tim os como de costume todos nós, e que o dar di ne h rio, sempre c us t uma trazer um custo pro pr o cio n al ao problema e que portanto somos nós que falamos sem f al r pelos l ab e os deles, quand dizemos que nos garantiremos a nos mesmos neste plano do metal, o que não deixa de ser coisa boa e a fi rn mat iva da vontade na c on fi n aça que em nos mesmo depositamos

Deixando a ficção anormal das línguas de babel e de seus interpretes à parte, se pensou de novo no que se fez ainda a segunda etapa da guerra mundial decorria, que foi um encontro dos operadores financeiros mundiais que anteciparam assim a novas necessidades de regulação financeira, que serviram de base ao que tivemos neste período e que tambem permitiu em sua evolução aqui chegar, e se por um alado este facto demonstra que parece que nosso pais eram um pouco masi previdentes em seu antecipar, o que tambem seria devido à vida na altura se viver sobre menos solicitações do chamado aqui e agora imediato, e portanto como respiravam melhor, masi oxigenavam as células das cabeças e assim se produziam melhor, as flores, não chegará repetir o mesmo passo, se bem que estes passos, devam ser dados com regularidade bastante e necessária, pois se só por aqui se ficar, voltará masi tarde um mesmo, pois a prova foi já feita

Deixando a fi cç sao norma das li n g ua s de babel e de seus in t r ep r e te s à parte, se pensou de nov no que se fez ainda a segunda etapa da guerra m un di ak decorria, que foi um encontro dos operadores financeiros mundiais que anteciparam assim a novas necessidades de r e gula sao financeira, que serviram de base ao que tivemos neste pe rio do e que tambem permitiu em sua e vi lu sao aqui eu e che g ra, e se por um alado este facto demonstra que par ce que nosso pais eram um pouco masi previdentes em seu antecipar, o que tambem seria devido À vida na altura se viver sobre menos soli tacões do cha am do a qui e agora imediato, e pro t anto como r ep ps e ira vaso m melhor, masi oxigenavam as ce lulas das cabeças e assim se produziam melhor, as flores, não chegará repetir o mesmo p as sao, se bem que estes passos, devam ser dados com regularidade bastante e necessária, pois se só por aqui se ficar, vo l r a rá masi trade um me ms o, , pois a prova foi já feita

E ainda se discute as duas linhas, as duas traves mestras, que tao bem se exprimiram nos dois pontos de vista das palavras dos dois candidatos presidenciais, dizia um sobre o que outro queria, era tornar os imposto selectivo e diferenciado e de uns dar aos outros, assim genero subsídios, e completava o outro, que a liberdade, se estrutura sempre na possibilidade real da oportunidade, e que portanto era de criar uma oportunidade de salvação que se tratava, e ambos os lados da equação são verdadeiros, pois se o dinheiro se disponibilizar de qualquer jeito e forma, não consistirá per si, necessariamente em criação real de mudança e de nova e maior riqueza e consequentemente activar oportunidade, ou seja, parecem este dois dizeres, ser da mesma moeda em que as duas faces andam sempre juntas, que a solução tem que ser mais extensa do que somente disponibilizar e alocar as verbas para os novos investimentos

E ainda se discute as duas linhas, as duas traves mestras, que tao bem se exprimiram nos dois pontos de vista das palavras dos dois candidatos pr e ds dn sin cia is, dizia um sobre o que outro queria, era tornar os imposto selectivo e in de f fr en cia ado e de uns dar aos outros, assim genero s ub sid di os, e completava o outro, que a liberdade, se est ru ra sempre na p os sibil lia de real da o por uni dade, e que portanto era de criar uma oportunidade de s al v ac sao que se tratava, e ambos os lados da e q ua sao s cão verdadeiros, pois se o di ne h ro se di s p oni v bil ar de q ua l u w r jeito e forma, não consistirá per si, ne ce s sári mente em c ria sao real de mudança, e de oport in ni dade, ou seja, parace este dois di ze rea da mesma moeda em que as duas faces andam sempre juntas, que a sol u sao tem que ser masi extensa do que somente di s p oni bil ar e alocar as verbas para os novos in v e ts em en to s

Por debaixo disto e fora da moeda , uma outra questão de uma moeda, que bate, e que se chama o coraçao que é onde mora a inteligência, e que nos diz que todos trazemos vizinhos e antes somos todos irmãos, e consequentemente que os que podem ajudar, o deverão fazer, mas também que quem ajuda, devera saber que a ajuda melhora, e os que dela necessitam precisam de saber e trazer do comum as condições para que ajuda recebida frutifique

Por debaixo disto e fora da moeda, uma outra q eu s tao de uma moeda, que bate, e que se chama o coraçao que é onde mora a intel i g en cia, e que nos diz que todos trazemos vizi m h os e antes somos todo s i r mao s, e consequentemente que os que podem ajudar, o de q eve ra o fazer, mas t am be m q eu quem ajuda, devera saber que a ju ad a melhora, e os que dela necessitam precisam de saber e trazer do comum as condi çio es para que a ju da recebida fr i t u fi q eu

E outras já explicadas, por muitos e por mim mesmo na faceta que trouxe na vida de empresário, parecem continuar a não estar em cima da mesa, como por exemplo a necessidade premente de alterar os poc, planos operacionais de contas, diferenciado-os se necessário em função dos distintos componentes do tecido produtivo, ou seja e por exemplo, não trás uma pequena e media empresa geralmente as condições de investimento, que decorrem dos critérios unificados que derivam dos planos oficiais de contas, nem de perto nem de longe é equivalente a de uma grande, que hoje servem inclusive como sabemos para financiar os próprios estados no chamado pagamento por conta antecipado sobre a futura colheita, o que tambem é exemplo como já se explicou, absurdo e que desvela a má fé do estado, e depois alguns e parecem ainda espantar quando não mais no estado a confiança não existe, como por exemplo agora de novo aconteceu, nos acores, um maioria baseada numa minoria absoluta, emerge da eleições, que se destinam a determinar os governos, e sendo que nas democracias de direito a coisa deverá ser posta toda em seu contrario, pois o que aqui se passa, é exemplo e prefigura a inversão dos seus princípios, mesmo que feito em forma legitimada, o que se sabe ter já acontecido na história, pois regimes totalitários, tambem nao deixaram de ser sufragados nas urnas

E outras já explicadas, por muitos e por mim mesmo na faceta que trouxe na vida de empresário, par ac em continuar a não es st ra em cima da mesa, como por exemplo a necessidade premente de alterar os poc, planos ao pr a cio na is de contas, diferenciado-os se ne ce ss a a ps oto lo rio em fun sao dos distintos componentes do tecido por du t ivo, ou seja e por exemplo, não t r as uma pequena e media e mp r esa q ge ra l e m n te as condi ç o es de investimento, que decorrem dos c rit é riso uni fca do s que derivam dos planos o fi cais de contas, ne m de perto nem de l ob ge e u q iva lente a de uma grande, que hoje ser eve m como sabemos para financiar o s pro pr i os estados no chamado pagamento por conta ant ce ipa do sobre a a futura cok l he ira, o que tambem é e x m ep dez como já se explicou, absurdo e que desvela a má fé do estado, e depois al g u ms e pa rec m ainda e ps antar quando não masi nele c on fi n aça existe, ou quando por exemplo como agora de nov aconteceu, n ps acores, um maioria baseada numa minoria a bo s u l ta , e mer g ue da e lei ç o es, que se destinam a det r emi n ar os g ove rn so, e sendo que nas demo c rac is de direito a coisa deverá ser posta todo ao contrario, pois o que aqui se passa, é exemplo e prefigura a in v r sao dos seus pr inc ip i os, mesmo que feito em forma legitimada, o que se sabe ter j + a c on tec id o na história, pois regimes tota li tar is o, tambem bna o deixaram de ser sufragados nas urnas

Pois se sementeira sempre se fazem e sem elas não há plantas nem flores, tambem se sabe que antes da colheita acontecer, não se sabe no certo ou no exacto, o que na realidade se obterá, pois como num mercado muitos outros factores sempre para o resultado estão concorrendo

Pois se sementeira sempre se fazem e sem elas não há plantas nem flores, tambem se sabe que antes da colheita acontecer, não se sabe no certo ou no exacto, o que na realidade se obterá, pois como num mercado muitos outros f ac tir es sempre para o resultado es tao concorrendo

E se na aparência um gigante como por exemplo uma empresa de electricidade, ou de combustíveis, terá por histórico demonstrado, um pagamento anual de irc, que lhe permite, ir por antecipação pagando ao estado e desta forma subvenciona-lo por antecipação, ou seja tornar-se empresa de crédito, tal ao limite não é sua função, e certamente não deixará de ter impacto na sua própria estratégica de crescimento, a menor disponibilidade de recursos que assim fica obrigada, e que numa pequena empresa, este fazer, que antes de mais é roubo à mao armada, em muitos casos corresponde ao seu estrangulamento, que mais tarde ou mais cedo leva ao sua própria inviabilidade, e sabemos que ainda agora saíram as provisões de o desemprego aumentar em masi vinte milhões para um total de duzentos e dez milhões no uno mundo só no próximo ano, e curiosamente não apareceu ,um importante dado, como é o percentual deste crescimento, a ver se é como a progressão geométrica da sida que em dia recente aqui abordava, e se não o foi, certamente em modo semelhante se estará passando

E se na ap ar en cia um gigante como por exemplo uma empresa de el e t rc cidade, ou de com b us t ive is, terá por hi s tori co demo sn t ado, um pagamento anual de irc, que lhe permite, ir por ante cip ac sao pagando ao estado e desta forma subvenciona-lo por ante cip ac sao, ou seja tornar-se empresa de crédito, t aç l ao limite não é sua fun sao, e ce rta e mn te não deixará de ter impacto na sua pro pr ia e ts rate gi ca de crescimento, a menor di s p oni v bil id ad de recursos que assim fica obrigada, e que numa pequena empresa, este f az w r, que antes de masi é roubo à mao armada, em muitos casos corresponde ao seu estrangulamento, que masi tarde ou masi cedo leva ao sua pro pr ia inviabilidade, e sabemos que ainda agora sa iram as pr e ov is º o es de o desemprego aumentar em masi vinte mi l h o es para um total de d e duzentos e dez mi l h o es no uno mundo só no pro x imo ano, e c u r isa mente não apareceu ,um importante dado, como é o percentual deste c r 4 e cimento, a ver se é como a pro gre s sao ge om e t ric a da sida que em dia recente aqui abordava e se não o foi, certamente em mod semelhante se estará passando

E a questão das contas dos planos não se esgota só aqui como é obvio, não estamos falando só no saldo bancário, já repararam como hoje traduzimos o dinheiro, num numero em que chamamos de saldo, sendo que em termos de empresas, a verdadeira riqueza é muito masi do que ter dinheiro, ou disponibilidade dele, pois é preciso bens , e maquina e ferramentas e maos e ideia de quem as trás e inclusão real no contexto, ou seja no mercado

E aqui q eu s tao das contas dos planos não se esgota só aqui como é obvio, não estamos falando só no saldo bancário, já repararam como hoje traduzimos o di ne h rio, num numero em que chamamos de saldo, sendo que em t r emo s de empresas, a verdadeira riqueza é muito masi deo que t r e dinheiro, ou disponibilidade dele, pois é pro c s o bem , e maquina e fe r ram en te s e maos e ideia de quem as trás e inc lu sao real no c on tec x to, ou sej no mercado

Pois tambem sabemos que a unificação da regras contabilisticas na chamada desvalorização e integração de investimento, nomeadamente nas ferramentas, em muitas vezes deixou de acompanhar a realidade destas maquinas, ou seja, não só trás conceito absurdo onde assenta, como desadequado ao real, e assim como sempre as coisas tendem a pior funcionar

Pois tambem sabemos que a uni fi caçao da regras contabilisticas na chamada d es valor iza sao e in te g raçao de in v es toi m en to, nomeadamente nas ferramentas, em muitas vezes deixou de acompanhar a realidade destas maquinas, ou seja trás não só conceito absurdo onde assenta, como de sade q ua ado ao real, e assim como sempre as co ia s tendem a piro fun cina rato

Esta semana, alguém em justo lembrava uma velha equação e pratica, dizendo, que quando o dinheiro aperta para as pequenas empresas, o que geralmente se começa a cortar é no pagamento das contribuições para a segurança social, e sabemos como as coias vao nestes domínios, ou seja, uma notícia muito discreta no peru, dava conta talvez há quinze dias que só nos fundos de pensões num só pais faltavam mais de um trilião de dólares, friso trilião, aqui as aplicações financeiras que se faziam e fazem com estes dinheiros públicos tambem não escaparam a ressaca, e se a carteira do estado, mesmo assim, não era das masi loucas, ou agressivas, como os bancos gostam de classificar , os perfis dos investidores, como se ganhar dinheiro, fosse andar ao murro ou para nele andar, se verificou uma perda de muitas dezenas de milhões

Esta semana, al g f u eu m em justo lembrava uma velha e qua, pata, çao e pratica, dizendo, que quando o di ne h ro aperta para as pe q eu na s empresas, o que geralmente se começa a cortar é no pagamento das c on t rib u i ç o es para a se g y r ança social, e sabemos como as coias vao nestes dom mini os, ou seja, uma no tica muito di s c r tea dava conta talvez há quinze dias que só nos fundos de pen s o es num só pais faltavam mais de um t r i li ao de dol ar es, friso t r e li ao, aqui as ap li ca çie es fi na ce ira que se faziam e fazem com estes di ne h riso pub lico s tambem não escaparam a ressaca, e se a carteira do estado, mesmo assim, não era das masi loucas, ou agressivas, como os bancos gostam de classificar , os perfis dos investidores, como se ganhar di ne h rio, fosse andar ao murro ou para nele andar, se v eri f o c u uma perda de muitas dezenas de mi l h o es

Depois se seguiam as suspensões de pagamentos dos próprios salários, e se assim tem sido, os meus olhos se espanavam pelos ouvidos perante a tranquilidade, deste dizer, que pelos visto se tornou muito normal, para alem do fecho de muitas unidades produtivas como se ve quase todos os santos dias assim feitos para muitas famílias, um constante inferno, dizia um senhor, salvo erro ontem, já minha mulher está no fundo de desemprego, quase em seu final, e agora vou eu entrar e trazemos filhos para cuidar e prestações para pagar

Depois se seguiam as s us pen s o es de pagamentos dos pro p rio ss al a rio s e se assim tem sido, os meus olhos se espanavam pe l s o ouvidos perante a tranquilidade, deste dizer, que pelos visto se tornou muito normal, para alem do fecho de muitas unidades produtivas como se ve quase todos os santos dias assim feitos para muitas f am i li a s, um constante inferno, dizia um senhor, salvo erro on te, já minha mulher está no fundo de desemprego, quase em ds eu final, e agora vou em entrar e trazemos filhos para cuidar e pr es t aç o es para pagar

No domingo de manha, filho menino caminhando pela mao de sua mae, ali em frente ao café esplanada italiano, onde outros meninos andavam em suas bicicletas para sua mae perguntava, e é muito caro, um bicicleta, seus olhos cheios de normais desejos, até as crianças hoje Meu Deus se apercebem como a vida está difícil, outras que nem o dinheiro conhecem, ou nem ouviram falar alguma vez de investimentos e taxas ou o que seja dele, morrem mesmo sem ter nada para comer

No do i mn g ode manha, filho menino caminhando pela mao de sua mae, ali em frente ao café es pal n ada italiano, onde outros meninos anda ave m em suas bic cic l te as para sua mae perguntava, e é muito caro, um bicicleta, seus olhos cheios de normais desejos, até as crianças hoje Meu Deus se apercebem como a vida está di fic i l, outra que nem o di ne h ro conhecem, ou nem ouviram f al ra al g f uma vez de ion v es tim en to ze taxas e o que seja, morrem mesmo sem ter nada para comer

Ou seja ainda, face ao problema sua dimensao e contornos, será justo ou não, ou mesmo até correcto ou incorrecto na perspectiva da manutenção das segurança sociais, que os empréstimos sejam condicionados ao pagamento das prestações, pois se a divida no fundo comum aumenta, e o desemprego tambem e as pirâmides de vida estão invertidas, como então, e em que forma as iremos suster, ou seja, financiar, sendo que todos sempre as pagamos de uma forma ou outra, e até me formas e custos muito piores, para o desenvolvimento, qualquer que ele seja, como a miséria, e doenças e incultura

Ou seja ainda, face ao pr ib l ema sua dimensao e contornos, será justo ou não, ou me ms o até correcto ou incorrecto na per s pe ct u iva da manu t en sao das segur anças soci a sis, que os e mp r es tim os sejam condicionados ao pagamento das pr es tacões, pois se a divida no fundo comum aumenta, e o desemprego tambem e as pira mi d es de vida es tao invertidas, como en tao , de que forma as iremos suster ou seja, financiar, se m do que todos sempre as pagamos de uma forma ou outra, e até me formas e custos muito piores, para o de s en vo l vie mn to, q u q w l q e ur que ele seja, como a mise ria, e doenças e incultura

Pois logo aqui uns me dirão, mas se assim for as empresas de novo ficam estranguladas, e podem mesmo acabar, mas uma empresa, que não paga salários ou contribuições sociais deverá ser mantida, no fim, o custo não é superior, e se assim vai, cairá sempre , mais tarde ou masi cedo, e nas vezes o tarde aqui, é maior prejuízo para todos

Pois logo aqui uns me di ra o, mas se assim for as empresas de novo ficam estranguladas, e podem mesmo acabar, mas uma empresa, que não paga s al a rio s ou c on ti b u i ç o i es sociais deverá ser mantida, no fim, o custo não é super riot, e se assim vai, cairá sempre , mais tarde ou masi cedo, e nas vezes o tarde aqui, é ami o rp r e ju e jo para todos?

E sendo que pequenos e médias empresas fecham todos os dias , que até parecem tordos a cair das arvores

E se assim se passa, o que quer isto dizer, e mais certo, o que isto prova e demonstra dos problemas que existem ?

E se a ss im se p ass a, o que quer isto dizer, e mais certo, o que isto prova e demo sn t ra dos problemas que existem ?

Que a estrutura produtiva e o mercado não estão mais bem casados, que mesmo indo juntos de mao na mao como sempre vao, se deixaram de se entender no essencial, pois deixaram de falar entre si, e esta matéria foi já abordada aqui em alguma exaustão, mesmo as soluções , que apontam um certo papel de intervenção de estruturas comuns, seja do estado, ou não, mas com o apoio de fundos comuns

Que a est ru t ira produtiva e o mercado não es tao masi bem casados, que mesmo indo juntos de mao na mao como sempre vao, cada um está ap u x a r para um lado distinto, e esta matéria foi já abordada aqui em alguma e x au s tao, mesmo as sol u ç o es , que apontam um certo papel de in te r v en sao de est r uu t ra s comuns, seja do estado, ou não, mas com o apoio de fundos comuns

Pois os passos que se tem dado neste domínio, são tortos , mal orientados, e parece que quem os leva , anda com a cabeça em outro lado

Pois os passos que se tem dado neste domínio, são tortos , mal orientados, e pa race que quem os leva, anda com a cabeça em outro lado

Vide, o que aqui já se falou sobre as chamadas agencias de inovação e dos mil e pesados organismos que existem vocacionados para a promoção e internacionalização das empresas português, pois o que sempre se ouve, é assim, a empresa x de têxteis fechou porque deixou de haver mercado, mas as gentes do mundo aumentam, donde haverá sempre uma necessidade crescente, se as pessoas trouxessem dinheiro em seus bolsos, ora aqui está um relaçao entre oferta e procura, solvência e consequência, dos papelinhos nos bolsos de cada um ou nao, mas alguma vez se viu, um técnico de um organismo destas naturezas, chegar por iniciativa própria a uma pequena empresa, e perguntar, então o que se passou ao certo e em fino?

Vide, o que aqui já se falou sobre as chamadas agencias de ino ova sao e dos mil e pesados organismos que existem vocacionados para a por moça oe in t rena cio n al iza sao das empresas por t u gi es, pois o que sempre se ouve, é assim, a empresa x de tex te is fechou porque deixou de haver mercado, mas as gentes do mundo aumentam, donde haverá sempre uma ne ce ss iade crescente, se as pessoas trouxessem di ne hiro em seus bolsos, ora ki eta um relaçao entre oferta e procura e sol v en cia dos papelinhos nos bolsos de cada um, mas al gui ma vez se viu, um tec noc de um organismo destas nat ur e z az, che g ra por iniciativa p o rp ia a uma empresa, e per gun t ra, en tao o que se passou ao certo e em fino?

Bem , um dia passou aqui um senhor num mercedes, viu a fabrica, falamos de preços e ele fez umas encomendas, mas agora acabaram, e não temos outras nem mecanismos que assegurem a distribuição dos nosso produtos

Bem , um dia passou aqui um senhor num mercedes, viu a fabrica, falamos de preços e ele fez umas encomendas, mas g a o ra ca ba ram, e não temos outras nem mecanismos que assegurem a di s t rib u i sao dos nosso por du to ds

E os senhores vao às feira com regularidade,

Deve estar a brincar comigo, eu aqui com os outros, somos uma família, quando vem uma encomenda, trabalhamos às vezes doze horas por dia e até aos fim de semana, acha que trazemos tempo ou mesmo dinheiro para viajar, e sabe, eu só tenho a quarta classe, nem línguas outras falo, mas gosto que a minha senhora ande bem disposta, pois assim melhor a beijo de lingua, e ela se preocupa quando não há comida na mesa

Deve estar a bric cna r comigo, eu aqui com os outros, somos uma f am i la i, quando cem primeira encomenda, trabalhamos às vezes doze horas por dia e até aos fim de se man, acha que trazemos tempo ou mesmo dinheiro para viajar, e sabe, eu só te m ho a quarta classe, nem lin b guia s outras falo, mas gosto que a minha senhora ande bem disposta, pois assim melhor a beijo de lingua, e ela se preocupa quando não h ac om id ana mesa

E podia aumentar a sua produção e baixar os preços?

E p o dia au m en t ra a sua pro du sao e baixar os preços

Oh senhor, já viu estas maquinas, são velhinhas e ainda algumas delas as estou a pagar ao banco, até tive que hipotecar as instalações para obter o empréstimo, e os salários aqui são o mínimo dos mínimos, olhe, eu até as vezes levo menos para casa para que os outros não fiquem com precisão

Oh senhor , já viu estas maquinas , são velhinhas e ainda algumas delas a estou a pagar ao banco e os s al risos aqui , são o mini mo dos mini mose u até as vezes nm en os levo para casa para que os outros não fi q eu m com pr e cisa o

Olhe o design, podia fazer assim uma coisa mais moderna, isto não se vende, porque não tem design

Olhe que isto é bom, boas costuras resistentes, e são belos estes padrões, bem na verdade vi outro dia uns assim em visco de linho que eram muito belos, até a minha patroa gostou, mas eram muito caros, mais cara a gasolina que a obra com ela feita, desenho , isto até tem , ve , estas calças, tem duas pernas cada uma e bolsos e tudo, com botões para que ninguém perca a carteira

Olhe que isto é bom, boas costuras r es sis t en t as, e são belas estes pad ro es, bem na verdade vi outro dia uns assim em visco de linho que eram muito belos, até a minha patroa gostou, mas eram muito caros, mais car ra a gasolina que a obra com ela feita, desenho , isto até tem , ve , estas calças, tem duas pernas cada uma e bolsos e tudo, com boto es para que nin g eu m pe rca a carteira


Sim, mas já pensou em ter aqui um jovem que tenha cursado numa escola de formaçao...

Oh senhor, até um já cá esteve uma vez, vieram cá uns senhores de lisboa, a dizer que queriam dar formaçao , chamavam-lhe prática , aos seus estudantes, assim tipo estágios ou assim, e que ainda pagavam metade do salário durante seis primeiros meses e eu que nessa altura tinha duas encomendas, disse-me , a minha patroa, vai ficar contente se eu lhe trouxer um vestidinho assim feito por um designer, até crio uma etiqueta com seu nome, rosa, e depois o rapaz por cá apareceu, e foi uma grande confusão, primeiro tinha que fazer mais de cem quilómetros por dia, e chegava assim muitas vezes atrasado e já cansado, depois falava de uma maneira, que a gente a bem dizer não se entendia, e depois aqui para nós, que ninguém nos ouve, eu não sei que escolas são aquelas, que o rapaz parecia nunca ter visto uma maquina de cozer, e para finalizar, ao fim de tres meses, parece que lhe deixaram de pagar a parte que disseram que suportariam, e o rapaz fez suas contas e disse, nem vale mesmo a pena trabalhar, é mais o que gasto do que o recebo

Oh senhor, até um já cá esteve uma vez, vieram cá uns s en hor e de lisboa, a dizer que queriam dar formaçao , chamavam-lhe prática , aos seus estudantes, assim tipo estágios ou assim, e que ainda pagavam metade do s al rio du rta n te seis primeiros meses e eu que nessa la tura tinha duas encomendas, disse-me , a min h patroa, vai ficar contente se eu lhe trouxer um v es ti u din ho assim feito por um de se i gn ar, até crio uma etiqueta com seu nome, rosa, e depois o rapaz por cá apareceu, e foi uma grande c on fusão, p rim e rio tinha que fazer mais de cem q u i lo met ros por dia, e chegava assim muitas vezes tara sado e já cansado, depois falava de uma maneira, que a gente a be mn dizer não se entendia, e depois aqui para nós, que nin g eu m nos ouve, eu não sei que escolas são aquelas, que o rapaz parecia nunca ter visto uma maquina de cozer, e pa rf a finalizar, ao fim de tres meses, par ce que lhe deixaram de pagar a parte que disseram que suportariam, e o ra p za fez sua contas e disse, nem vale mesmo a pena trabalhar, é masi o que gasto do que o recebo

O rapaz do tal organismo estatal, da inovação e suporte e coisa e tal, quando de novo no seu carro se enfiou, no papel que trazia, pôs um x a frente na maior parte das perguntas do teste americano, disse a si mesmo e a seu papel , estes aqui não tem futuro

O rapaz do tal organismo estatal, da ino ova sao e suporte e coisa e tal, quando de novo no seu carro se en fou, no papel que trazia, pôs um x a frente na maior parte das perguntas do teste americano, disse a si mesmo e a seu papel , estes aqui não tem futuro

E passado uns meses a fabrica mesmo fechou, dois empregados se suicidaram cheios de dividas, um bebe ficou órfão, e quem é que dos dois fez melhor seu trabalho e qual dos dois produziu melhor?

E passado uns mes me s a fabrica mesmo fechou, dois empregados se suicidaram cheio s de dividas, um bebe fi q co u o rf fao, e quem é que dos dois fez melhor seu trabalho e qual dos dois produziu melhor?

Formação boa, é necessariamente um formaçao adequada ao real, isto é que a ela responda , que a resposta faça melhorar as coias, e com componente forte de pratica, e não só ou mais teórica que pratica, e todos nós sabemos do que foi a mama dos fundos de formaçao, tao boa a mama e tao mau os novilhos


F oma sao boa, é ne ce s sari am nete um formaçao ad q ua do ao real, isto é que a ela responda , que a resposta faça melhorar as coias, e com c o m p one nete forte de pratica, e não só ou masi te e roca que pratica e todos nós sabemos do que foi a mama dos fundos de formaçao, tao boa a mama e tao mau os novilhos

Fiscalização competente

Não, a cultura dominante, é ficar nos gabinetes e ir às festas das feiras, mas uma pergunta vos punho, e então quando há masi de um ano, uma senhora deputada foi visitar um pais do norte de África e de lá veio dizendo que estavam abertos a negócios, o que no entretanto se preencheu de quota de exportações para lá?

Não, a c u l t ira do mina ina te, é ficar nos gabinetes e ir as festas das feiras, mas um pergunta vos punho, e en tao quando há masi de um ano, uma senhora deputada foi v isi t ra um pais do norte de af ric a e de lá veio de ize zen do que estavam abertos a ne g o cio s, o que no entretanto se pr en ch eu de quota de e x porta ç o es pr a lá?

Há uns anos quando se deram grandes fogos de verão que afectaram todos os países da bacia do mediterrâneo, e quando se derao as cheias que afectaram os do norte, que vos sugeri, eu?

Há uns ana os quando se deram grandes fogos de v arao que af e t ram todos os pa ise s do med it te rr ane oe quando se de r as o as cheias que afectaram os do norte, que vos sugeri, eu?

Que fizessem uma associação entre todos os países onde esta calamidades se passam, e provessem em conjunto, que geralmente se torna bem masi economico, se bem pensado e melhor feito, uma solução de aviões que garantissem carrosséis na frequência efectiva necessário, visto que este era um dos problemas no combate aos fogos, e vos disse tambem, existem uns kits para os c cento e trinta que as forças armadas tem, que funcionam bem, como foi demonstrado por testes feitos pelos militares aqui, e aqui temos um solução não só económica, como de reutilização de meios, e com a vantagem acrescida de dar trabalho ao exercito, ou aviação neste caso, que esse é seu verdadeiro papel, contribuir para a paz, e o que se fez?

Que foz di ze ss em uma as soci ac sao entre todos os pa ise s onde esta calamidades se passam, e provessem em conjunto, que geralmente se torna bem masi economico, se bem pensado e melhor feito, uma sol u sao de avi o es que garantissem carro se is na fr e q u en cia efectiva necessário, visto que es ts era um dos po r b l emas noc om bate aos fogos, e vos disse tam be, existem uns kits para os c cento e trinta que as forças armadas tem, que fun cina am bem, como foi demo sn t r ado por testes feitos pelos militares aqui, a aqui temos um sol u sao não só e c on o mica, como de r eu til za sao de meios, e com a vantagem ac rc e cida de dar trabalho ao exercito, ou avia sao neste caso, que esse é seu verdadeiro pa ep l, contribuir para a paz, e o que se fez?

Se foi alugar helicópteros e aviões a um dinheirão, e nem sei mesmo que contrapartidas comerciais no plano de trocas foi elaborado, se mesmo algum, e tambem foi o que se viu sobre a descoordenação inicial do plano, as faltas e as queixas reais

Se foi alugar heli cop t ero rose avi o es, e nem sei mesmo que contrapartidas comerciais no plano de trocas foi elaborado, se mesmo algum, e tambem foi o que se viu sobre a de sc o r dena sao inc cia l do plano, as fla sta s e as queixas reais

Depois apareceu aqui um senhor que disse, podia-se fazer uma aviao, assim multiusos, que era muito feioso, mas que parecia servir este fim e outros, o que é coisa boa, quando um segmento de mercado aperta, ou seja, quando, deixa de haver procura ou ela diminuiu e sendo que neste caso deveria sempre diminuir, o dos fogos de verão

Depois apareceu aqui um senhor que disse , podia-se fazer uma via v o, assim multiusos, que era muito feioso, mas que parecia servir este fim e outros, o que é coisa boa, quando um segmento de mercado ap e r y t a, ou seja, q ua q dn o, deixas de haver procura ou ela diminuiu e sendo que neste caso deveria sempre diminuir, o dos fogos de vera o

Passadas masi umas largas luas, vinha agora um outro senhor que é responsável destes organismos de inovação e blá e de apoio, e blá e de criação de riqueza e blá novamente, dizer, quando perguntado sobre o projecto, que afinal o projecto nunca o fora, mas não será da competência destes organismos, exactamente isso, estudar buscar e criar e reunir as competências complementares para que uma ideia se viável e interessante sobre o ponto de vista financeiro, e se a for, que então se venha a tornar real e o pais aumente assim sua riqueza, pois nada dele ouvi falar, sobre porque razão, ele não passou de ideia, se foi por não ter pés para voar, ou o que seja dos argumentos que se encontram quando se estuda e eles existem e são obstáculos reais que aconselham que a ideia fique na gaveta

Passadas masi umas largas luas, vinha agora um outro senhor que é r ep ps son s ave l destes organismos de ino ova sao e blá e de apoio, e blá e de c ria sao de riq e uza e blá novamente, dizer, quando perguntado sobre o por ject o, que afinal o pro e ject o nunca o fora, mas não será da com pete n cia destes organismos, exactamente isso, es tt u d ar b us c ra e criar e riu ni r as com pete n cia s com pe l m en tar es para que um ideia se vi ave l e interessante sobre o ponto de vista fi na ce iro o for que en tao se venha a tornar real e o pais aumente assim sua riqueza, pois nada dele ouvi falar, sobre porque ra za o, ele não paso u de ideia, se foi por não t r e pés para voar, ou o que seja dos argumentos que se encontram quando se estuda e eles existem e são ob sta c u dez s reais que aconselham que a ideia fique na gaveta

Estas competências podem ser feitas ou não pelo estado, mas num modelo ou num outro, por exemplo , pela transmissão destas competências às associações de sector, ou outras, podem na mesma ser financiadas em parte pelo comum, ou seja por todos nós e pelo estado que todos somos, agora trazer elefantes pesadíssimos e burocratas e sedentários, não é solução, é sorvedouro de dinheiros públicos por palhinha grossa de grandes vampiros improdutivos, pois o mercado não só se responde com o que há na forma como o há, mas tambem criando-o , aumentando-o, buscando e estabelecendo redes de trocas comerciais, ou seja devem-se fazer planos, com objectivos claros e quantificados, e fiscalizados, visto ser do dinheiro comum que se trata

Estas co mp pete en cia s podem ser feitas ou não pelo estado, mas num modelo ou num outro, por exemplo, pela t ra ns miss sao destas com ep pt en cia s às as soci a ç o es de sector, ou outras, podem na mesma ser fina cia da s em parte pelo comum, ou seja por todos nós e pelo estado que todos somos, agora trazer elefantes pessa di s simo s e b ira c ratas e se w den t á riso, não é sol u sao, +e sorvedouro de din he o r s pub lico s por pali n ha grossa de grandes vampiros i mp ro do it tv os , pois o mercado não só se responde com o que há na forma como o há, mas tambem criando-o , aumentando-o, buscando e est abe l c en do redes de trocas com mer cia si ou seja devem-se fazer planos com ob ject u vo s ca l rose quantificados e fiscalizados, visto ser do dinheiro comum que se trata

Pequena suma dos pontos abordados neste texto

Pe q un a suma dos pontos ab o r dao s neste texto

Orçamento de estado devem ser próximos por simetria dos das casas individuais, pois assim melhor respondem as necessidades reais e melhor o estruturam e ao assim o fazer, melhor resultados de desenvolvimento auto sustentado e sustentado criam, pois orçamentos são instrumentos de rotas e utensílios de navegação

Orça met o de estado devem ser pro x imo s por si met ro a dos das casas in di vi d us, pois assim melhor respondem as necessidades reais e melhor o est ru ram e ao assim o fazer, me l ho r e s u l at do s de d es en vo l vie mn to au to s us te na td o e s us t en ta e criam, pois orçamentos são instrumentos de rotas e u tin silo s de na ve g a c sao

Devem ser feitos por rubricas claras e simétricas , aqui neste texto se fala de um primeiro domínio básico da vida e do viver, a energia que cada ser e sua família usa em seu espaço próprio, sem mesmo ter abordado a outra, a espiritual que sempre está , o amor, que é tambem , conhecimento, educação e saber

Devem ser fe it o ds por rubricas claras e si met ric as , aqui nest e te x to se fala de um primeiro do mini o ba sico da vida e do viver, a energia que cada ser e sua f am mila usa em seu es pea aço pro p rio, sem mesmo ter av bo rda do a outra, a espiritual q eu es em pr e está , o am o r, q ue +e tambem , conhecimento, edu caçao e saber

Masi uma vez se faz demonstração que nunca chega só haver masi dinheiro, se não houver intervenção em todos os sectores ligados a produção e ao mercado

Masi uma vez se faz demo ns t raçao que nunca chega só haver masi dinheiro, se não houver ine t r eve en capo em t rodo s os sectores ligados a pro c u são oe ao mercado

E que, o cada um por si, não será nunca o bastante nem o suficiente nem masi trazemos em todo, a vida organizada em forma que assim o permita em escala, e que bom será de novo para aí apontar

E que, o cada um por si, não será nunca o bastante nem o sufe cie en te nem masi trazemos em todo, a vida o ra g ani iza ada em fo ram mac que assim o permita em es cala, e que bom será de novo para aí apontar

Que é necessário que os que levam as vestes publicas, melhor comuniquem estas matérias a todos, com maior inteligência , melhor compreensão se obtém geralmente melhor resultado, se o amor lá sempre por baixo estiver, pois tambem serve a inteligência a morte matada e a destruição

Que é ne ce s sa ap ps oto lo rio que os que levam as vestes publicas, melhor comuniquem estas mat e ria s a todos, com maior intel i g en cia , melhor co mp r en sao se ob te m geralmente melhor resultado, se o amor lá sempre por baixo estiver, p o ii s tambem serve a intel i g en cia a morte matada e a de s t rui sao

Necessidade de diferenciação e versatilidade e adaptação das regras de contabilidade, o que mexe nas receitas fiscais a curto prazo, sendo portanto sempre necessário não esquecer , o calculo deste impacto em sua transição nas verbas globais aprovisionadas

Necessidade de difer en cia sao e ve r sata li dade e ad pata sao das regras de contabilidade, o que me z xe nas receitas f isca si a c u i r to prazo, sendo portanto sempre ne ce s sario não esquecer , o calculo deste impacto em sua t ra n siç sao nas verbas g loba si ap rov is on ada s

Ou seja não chega fazer só novos brenden wood nas finanças com os financeiros mas tambem é imperativo faze-las nas áreas correlativas, fiscalidade, fiscalização, orgânicas, novos modelos de intervenção descentralizados, em co responsabilidade

Ou seja não chega fazer só novos br en wood nas fi na sç as com os fina ce iro sm nas ema ab em é imperativo faze-las nas a rea s correlativas, fiscalidade, f isca liza sao, novos modelos de un te r v en sao d es c en t g ra l iza do s, em co rr ep os sa bil id ad e

Que é preciso intervir tambem na produção na perspectiva do mercado e vice versa, pois um não existe sem o outro

Que é preciso in te r ver tambem na pro d u º cao na perspectiva do mercado e vice versa, pois um não existe sem o outro

Que quando o tecido empresarial de um país é essencialmente constituído por pequenas e medias empresas, é necessário apoios comuns para a viabilizar e distribuir e fazer o comercio, e no caso que é o de quase todos os países onde as pequenas e medias coexistem com os grandes, é tambem necessário garantir por norma e lei e o que for necessário, o acesso a distribuição dos masi pequenos

Que quando o tecido empresarial de um p ak os é e see en cia le mn te cos n titu id o por pequenas e medias empresas, +é ne ce s sario apoios comuns para a vo ab bil za r e distribuir e fazer o comercio, e no caso que é o de quase todos os pa ise s onde as pequenas e medias coe x i e t m com os grandes, é tambem ne ce s sario garantir por norma e lei e o que for ne ce s sario, o acesso a di s t rib u i sao dos masi pequenos

que sendo mais movel e flutuante o mercado e consequentemente o emprego, que o modelo preveja essa mesma mobilidade sem afectar os que ficam de um moemnto para o outro no desemprego, e sendo que o reconhecimento desta tendencia real, fruto da forma como evoluimos e da maior religaçao e interdependencia de todos os seus segmentos no mundo unico e global, implica tambem actuar na forma como se forma e para que se forma, pois se as formulas e praticas dominantes continuarem a ser caracterizadas pela rigidez, e pela estupidez, que por exemplo se reflecte em muitas sociedades, acharem que os que mais sabem por experiencia em seu crescer, já de nada servem, e sao considerados como descartaveis e sao mesmo descartados do emprego, tuda a equaçao mais se complicará e se tornará insustentavel para muitos


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