terça-feira, outubro 28, 2008

Então, é assim, é preciso mudar ontem as torneiras, e casa-las com a electricidade, para poupar o sangue vital do corpo, portanto um bom merceeiro de papelinhos fará os continhas e um anuncio, que assim a verdade e sempre a luminosa a clara verdade rezará

En t º ao, é as si mé pr e ciso mu d ar on te ema s tor ne iras, e c asa do traço do primeiro de la as com a el e t rec cidade, para pop ar a o s ab g ue vita l do corp o, porta n to u b om mer rc cie iro de p ep dos linhos fa rá os can tinhas e um e un cio, q ue as sima verdade e se mp rea l u mino s argento as a clara v e r da de r e zará

Quer continuar a viver aqui na terra?
Ou já compraram todos um bilhete para as estrelas?
Ou ainda para terminação fatal
Querem que vossos filhos continuem a viver e que tenham com eles os peixes e os gatos e os outros seres como irmãos?

Q eu r conti n u ar a viver a qui na terra foice, o u j á com pr ram todos um bil he te para as est r e las foice o u aina para t r em nina sao f at al q eu rem q ue v ossos fi l h os conti n u ema viver e q ue t en ham com el es os pe ix es e os gatos e os o u t ros ser es com o i r mao s foice

Pois é assim, aqui tem um linha de credito que lhe vou explicar, sem gato escondido de rabo de fora, ou com um monstro da fora, forca, por debaixo do tapete, é entrar freguês que é coisa boa e portanto bela, melhor, mesmo do que aqui neste balcão, só os olhos de sua amada ao pertinho

P o isé as si m, aqui te m um linha de c red it q ue l he vo u e x p li car, se m gato es condi dido de ra bo de f o ra, ou com um mo ns t ro da f o ra, f o rca, por de ba ix o do tap ep pr pete te, é net r ar fr e g u es q ue é co isa boa e porta n to bela, mel hor, me s mo do q ue a qui nest e bal cao, s ó os olhos de s ua am ad a ao per do tinho

Ora o senhor agora gasta mil litros de agua por ano, pôr aqui o valor real que vem da media do consumo de agua de cada um, se puser estas belas torneirinhas em sua casa, poupa x litros anos,

O ra o sem hor agora gás sta mi l li t ros de agua por ano, ô ra qui o va alo rea l q ue v em da media doc on sumo de agua de c ada um, se pi us re e sta s belas tor ne irinhas em s ua c asa, pop ua x li t rosa ano no s,

Como cada litro de agua ainda custa x, o senhor poupa, y por ano, ora como está sem carcanhol para fazer esta obra, vulgo pilim, eu lhe empresto com juro fixo e baixinho, e o senhor recupera o investimento em um ano, pôr aqui, o valor real do tempo calculado, e especificar sempre em modo claro, qual é o jurinho, e não abram os tubarões os dentinhos, pois comercializar a agua, é ainda sinal que estão todos doentes das cabecinhas, pois a agua é corpo, e posse sobre corpo, trás velho nome , esclavagismo, ou seja quando ainda fazemos negócios sobre as energias do próprio corpo, quer dizer, que no fundo e bem vistos ao espelho, somos e trazemos ainda resquícios de esclavagismo, coisa que como todos sabem não é só ilegal, como sempre o mal fez, depois de mudar as torneiras e o sistema da agua em seu todo, ela passará a custar zero, pois quando um bebe se faz e nasce, não é feito nem trás dinheiro

Com o c ada li y t ro de agua a inda c us sta x, o s en hor poupa, y por ano, o ra c om o est á sem car can hol para f az e r e sta ob ra, v u l g o pi l em, eu l he me pr es to com j ur o fi c oe ba x in h oe o s en ho rec u pera o in v es tim en to em um ano, por aqui oo v al o r real do te mp o calu lado, e es pe ci fi car se mp r e em mode claro , q ual é o j ur in ho, en cão abram os t ub barões o es os dentes tinho s, p o is com mer cia l izar zara agua, é a inda sin al q ue es tao todos do en te s da as cab e cinhas, p o isa agua é cop ro, e p os se s ob re corp o, t rá v e l ho no me , es c l ava gi s mo, o u seja q u ando a inda fazemos ne g o ciso s ob rea s energias do pro pr rio corp o, q eu r di ze r, q ue no f un do e b em vi st os ao es pe l ho, s omo se t ra ze mos a inda r es qui cios de es cala v a gi s mo, co isa q ue c omo todos s ab we m n cão é s ó ile gal, com o se mp reo m al fez, d ep o is de mu d ar as tor ne iras e o sis t ema da agua em s eu todo, e la passa rá a c u star z ero, p o is q u ando um bebe se f az e na sc e, n cão é fe i tone m t rá s dinheiro


Entendido, ou é preciso explicar melhor!?

En t en dido, o u é pr e ciso e x p li car mel hor s eta da foice


E se o merceeiro dos papelinhos também não tiver os ditos, pois andou a vender e comer vento, em vez de criar melhor riqueza e real valor, a gente toda, na parte que trazemos do nosso próprio nome, a que chamamos estado, que somos todos e nenhum emprestará o dinheirinho ao merceeiros para estas precisoes, que são as nossas urgentes e importantes e fundamentais próprias e de todos precissoes, ou seja chama-se a isto carris de garantia que existe pilim, para o que é deveras importante, para que a vida na terra continue e assim possamos continuar todos a viver

E s e o mer rc cie r iro dos pap e linhos t mabe m n cão t iv e ros ditos, p o is e do ua v en de r e com mer e vento, em v e z dec r ia ar mel h ro rique e za e real v al o ra gente toda, na p arte q ue t ra ze mo s d on osso por p rio no me, a q ue ch am amo s estado, q ue s omo s todos e n en he um e mp r es ta rá o din he rinho ao mer cee iro spa ra e sta s pr e c is o es, q ue são as n os sas ur g en te se i mp porta n te se fun dam en tais pro p ria se de todos pr e c iss o es, o u seja c h am a do traço da inglesa sea is to carris de gara n tia q ue e x is te pi l im, para o q ue é d eve ra s i m porta n te, para q ue a vi d ana terra conti n ue e as si m p os sam os conti n ua r todos a viver

Os tais das agencias de investimento e coisa habitualmente menos que tal deveriam falar com as empresas portuguesas e juntos fazer umas contas e ver se a produção que existe aqui chega, se é preciso aumentar e quanto emprego assim se cria, até termos as torneiras todas mudadas, e no entretanto se fazem um embaixadores de torneiras, para ver se fazemos desde já uns negociozinhos com outros países, assim com belos pregoes, vide belo freguês, que agua em seu belo corpo é, e se uma parte sai e à terra sempre deve voltar, bem mesmo , é sem atarrachar, a abrir e fechar à medida das suas precisoes, pois se assim for bem feito,


quem sabe se assim todos durarao, e os empregos tambem, sendo que sempre mais importante que o emprego é a vida e nao passar nehum tipo de fome

Os tais das a g en cia s d e in v es t i men to e co isa h abi t ua l que mente menos q ue t al d eve r iam f al ar com as em pr e sas portu gi e as e j un to s f za e r um as c on t as e v e r sea por duc sao q ue e x is te a qui che ega, se é pr e ciso au m en tar e q u anto e mp rego as si m se c ria, a té te r mo sas t ron e iras todas mu dada seno en t r eta n to se f az e m um em ba ix ad dor es de tor ni e ra s, pa ra ave r se f az e mos de sd e j á u ns ne g o cio zinhos com o u t ros pa ise s, as si m com b elos pr e goe s, vide b elo fr e g u es, cm q ue agua em s eu b elo corp o é, e se um p arte sa i e à terra se mp red eve vo l tar, be m me s mo , é s em a tar ra ch ar, a ab r i r e fe ch ar à me dida dd as pr e c is o es, p o is se as si m for b em fe i to, q eu m s abe os em prego s dura rã o mais te mp o

Se não houver dinheirinho, ou empresas com tal produto, ou os merceeiros dos papelinhos estiverem sem eles, que todos garantam o empréstimo, que se criem empresas se possível, ou então em ultima analise, ou talvez não, pois mercado é tambem oferta e boas ofertas nas vezes a gente vais encontra-las na casa ao lado mesmo mais distante, e com elas então melhor se faz, ou porque masi depressa se faz o que é urgente fazer, ou porque é até mais economico

Se n cão h o uve r di ne h r i in ho, nas em pr e sas e nos mer cie iro s d os pap e linhos, q ue sec rie se p os s iv el, o u en ta i em u l tim a ana lise, o u t alvez n cão, p o is me rca ado é ta m b em o fe rta e boa s o fe rta s n as v e ze sa g en te v a is en c on ra do traço ingles l as na c asa ao l a do me sm mais di st ante, e com el as en tao mel h ro se f az, o u por q ue masi d ep r ess ase f az o q ue é ur g en te f az e r, o u por q ue é a té masi e c on o mico

De todas as formas como vos disse, torneiras há muitas no mundo inteiro, portanto almejar uma pequenina quota das necessidades globais, será sempre uma enorme quota para nós, e pequeno em seu todo, para ser viável sobre o ponto de vista da concorrência

De todas as formas com o v os di s se, tor ne ira s h á mui t as no mundo in t e iro, porta n to al me j ar uma pe q eu nina q u ota das necessidades g loba si, se rá se mp r e uma en o r me q u ota para nó s e pe q u en o em s eu todo, para ser v i a ve l s ob reo ponto de vi sta da c on co r ren cia

E antes que se levantem os costumeiros velhos do restelo como os sete anões sempre resmungões, e chatos e burros e até nas vezes assassinos e genocídas, devem ser feitas linhas de produto diferenciqadas, que funcionem com a mesma alma e desiderio, mas que apresentem custos distintos, de forma a que os anúncios dos merceeiros possam ainda dizer ao cliente enquanto estupidamente o somos, que para além desta solução que lhe vai poupar x, temos esta onde poupa menos y ao x, e se calhar até gosta delas na mesma, pois o design é outro, feito para custar ainda menos, o que aqui para nós, é já sinal de burrice, pois um belo design é simples e por isso sempre masi em conta, ou melhor masi em conta em todas as contas, dinheiro e inteligência

E ant es q ue se l eva van te mo s cos t um e iro s velhos do restelo com o os sete ano es se mp r e r es m un goe e ws, e chatos e b ur rose a té nas v e ze s as sas sin os e g en o cidas, d eve em ser fe i t a s linhas de pr o du to di fr en cia s , q ue f un cio ne m c om a me s ma al ama e de sid e riso, mas q ue ap r es en te m c us to s di s tintos, de forma a q ue os e núncios dos mer cie iro s p os sam a inda di ze ao c lie en te en q u anto est u pida que mente o s omo s, q ue para al é m de sta sol u sao q ue l he ava a i p poupa r x, te mos e sta onda poupa m en os y ao x e se cal h ar a té g o sta de la s na me s ma, p o is o de si gn é o u t ro, fa e i to para c us star a inda m en os o q ue a qui para nós, é j á sin al de b ur rice, p o is um b elo de si gn é si mp l es e por iss o se mp r ema si em conta, o u me l hor masi em conta em todas as c on t as, din he iro e intel i g ên cia

Se eu por exemplo, chegasse com uma tesoura a cc cada vez que te encontrasse e te rapasse o cabelo e te dissesse, é imposto obrigatório, e não te dizendo o resto, e ainda o vendo e ganho a vida com isso, o que isto era a teus olhos e a teu pensar, quando o percebesses?

See eu por e x e m p lo, che gás se com uma te soura a cc c ada ave z q ue te en c on t ra s se e te r ap ass e o cab e lo e te di ss es e, é i m p os to ob rig at o rio, en cão te dizendo o r es to, e a inda o ve en d oe gan ho a vi da com iss o, o q ue is to e ra a te us o l ho se a te u pen sar, q ua ando o pe rc e be s se s da foice

Ou com uma palhinha te chupasse o sangue que trazes em teu corpo, porque te diria assim, imposto sobre parte de teu corpo para eu ganhar dinheiro

O i com uma pal h in h a te ch up ass se o sangue que t ra ze s em te u corp o, por q ue te di iria as si m, i mp os to s o b e r p arte de t eu ci rp o para eu gan h ar di ne h rio

Ou então, passa para cá essa agua que trazes no vaso de teu corpo que está limpa, e a minha suja, e isto é um assalto

O u en tao passa para c á ess a agua q ue t ra ze s n o te u cop q ue e s t á l e mp a, e a min h as u j a, e os to é um as s al to

Ou já agora, vem cá pescocinho alheio para eu te por uma canginha, e lavrares para mim este campinho

O u j á agora, v em c á p es coc in ho al hei o para eu te por uma can g unha, e l av ra r es para mim es te cam pinho

E seria bom sabermos todos, quanto assim vai o pais poupar em agua e quando esta tarefa estará feita

E se ria b om s abe r 4 mos todos, q u anto as si m v ai o pa is p o up ar em agua e q u ando e sta tar e fa e sata rá f e it a

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fotografia extraordinária e certamente com legenda errada na capa do publico esta manha na banca de jornais ao passar, comprando cigarretes e vendo belas meninas e meninos em muitas outras belas capinhas

f oto g raf ia es t ra r dina ria e ce rta e mn te com el g en da e rr ada na c ap a do publico e sta manha n ab banca de jo rna si ao pa s sar, com pr ando cigar r e te se v en do be l as me ninas e men ino s em mui t as o u t ra s b e l as ca pi n h as

a primeira parte estava certa, que, era para ontem que na foto de hoje montavam, dois, o que parecia ser uma coluna montante de uma daquelas belas hélices de vento solar, e sendo que ainda não percebi, porque são sempre as pás semelhantes e não se aprofundou e se aplicou e ainda o conceito do giroscopio e cada vez que as olho, as colunas me digo, e não se poderia fazer assim em modo masi ligeiro, falaram porventura com as faculdades de engenharia e mecânica, para por a malta a pensar, a ver se sai , uma uva melhor

a p r ime ira p arte es t ava ce rta tam am, q ue ra para on te m q ue na foro de h oje mo n t ava vam am do is, o q ue par e ceia ser uma co l un a mo n t ante de uma da q eu l as be l as he l i ce es ss de v en to solar, e s en do q ue a inda n cão pe rc e cebi bi, por q ue são se mp rea s pá s semem l h ant es en cão se ap l i co ue ap rof un do u a inda o c on ce it o do gi r soco pi oe c ada ave z q ue as olho, as co l una s me di goe n cão se p ode ria f az e r as si m em modo masi li ge iro, f ala ram por v en tura com as f ac u l dad es de en g en h aria e meca nica, para por a malta a pen sar, ave r s se sa e , uma uva mel hor

a parte errada, era, que ao que parecia faltavam braços, pois não há desempregados nos centro de emprego? E se nao os houver, porque não se acolhe em boas condições, friso, e se dá emprego aqueles que atravessam o atlântico em casquinhas de nozes!

a p arte e r rada, e ra, q ue ao q ue pa do par da rec cia f al t ava am br aços, p o is n cão h á de s em pr ega dos no s c en t ro de e mp rego da f o cie E se naso os h o uve r, por q ue n cão se ac o l he em boa s condi ç o es, fr is o oe se d á e mr pego a ki eu l e ws q ue at raves sam o at lan tico em cas quin h as de noze, no ze onze, ze ser ep do pn da te, ah bom, já se e x p l oca mel h ro, en tao! grrrr

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