terça-feira, dezembro 16, 2008












cruz te do e do circulo us

a e x t cinquenta, sexto ba ll ka

pro p y rato
Ah queridas e belas meninas de meu coraçao, hoje a canção soprava no ar as rachas no coraçao, ah senhora se eu fosse pudim e vós chocolate, ainda bem iria, assim nem tanto nas vezes, no meio das guerras gregas, ou mesmo púnicas, duas belas gregas aos olhos de meu coraçao me vieram visitar, se tu fosses ciumenta amada, te diria que os ditos pelinhos no leito vermelho e branco, são meus, a não ser que me tenhas vindo visitar em sonhos,

A h q eu rid as do q u eri dao, e be l as me ninas de me u cora sao, h oe j a can sao s op ra ava no ar as rac h as no cora sao, a h s en hor ase eu os se p u dim e vo s cho c a l te, a inda b e mir ira, as si m ne m t anto nas v e ze s , no mei o das guerras ger gás, o u me s mo p un i cas, du as be l as ger gás a o sol h os me vi e ram v isis t ra, se t u f os se ciu men ta a ma d a, te di ria q ue os ditos pe l in h os no leito vermelho e br anco, são me usa n cão ser q ue me t en h as v indo cic is t ra em son h os,

Primeiro veio a loira solar, com as delicadas e belas mãozinhas, assim juntinhas, como cadelinha, por detrás dela a palavra amor, amor sempre bela menina de meu coraçao que eu sempre que a vejo, me dá para me por assim as sorrir e a cantarolar, nua, sempre e preferencia, ou vestida com as mãozinhas de cadelinha, que me fico a sonhar, se fora a menina aquela cadelinha que uma vez aqui pernoitou e me deixou muitos pelinhos loirinhos de uma outra espécie por toda a casa, cadelinha inteligente que não se só enfiou em meu leito como se alapava por todos os sofás, e fazia assim com que uma vénias muitos reais, bem gosto eu assim de cumprimentar minha amada e meus amados, pois respeito é sempre coisa bela, não vamos confundir alguém com um espargo, pois assim nas vezes masi nos apetece comer, daquele comer literal, nao o outro bom bom, dizia de vos as letras, que algo estava aquecendo , não sei bem se eles o u ela, eu por mim sou sempre a ficar de todos os aquecimentos e longos preliminares, se bem que nas vezes o fogo grande seja, e peça rápida e directa intervenção, tudo é bom se bem feito e feito em amor, depois dizia que a menina estava, tie, presa com uma gravata, que desenhava assim um, e , que sobretudo no ver não visto ocultava seus belos seios, mas para lhe ser franco, basta ver a sua face para logo eu começar a ficar contente e a namorar assim consigo ao longe , brincando e sorrindo em palavras e tons

Prime iro v e i e loi ra sol ra, com as deli c ada se be l as mao z in h as, as si em j un tinhas, com o cade linha, por det rá sed lea pala vaso do ra amo ram am o r se mp r e be la menina de me u cora sao q ue eu se mp re q ue ave jo, me dá para me por as sima s sor r ire ac anta rola rn ua, se mp re e pr e feren cia, o uve st id o com as mao z in h as de cade linha, f o ra menina a q eu la cade linha s q ue uma ave z aqui per no it o ue me de ix o um u it os pe linhas loirinhos de uma o u t ra es pe cie por toda ac asa, cade linha intel i g en te q ue n cão se só en f o i ue mm eu lei tc omo sea lapa ava por todos os f o fá se f az ia as si w em com q ue uma v en ia s mui to s r e quarta is, b em g os to eu as si em dec u mp rie mn tar min h a am ada e me us amado s, p o is r e ps ie it o é se mp re co isa be lana c on f u di mos al g ue mc om um es par g o, p o is as si em na s v e ze s ma sin os a pat e ce co mer, da eu le co mer lie t r al, n sao oo u t ro b om b om, di z ia de v os as le t ra s, q ue al g o est ava q au dc en do , n cão se ib em se el es o u eel, a eu por mi ms o use mp rea fi cao r de todos os a q eu cimentos e l on g os pr e li mina r es, se b em q ue na s v e ze s o f ogo g rande seja, e p eça rá pi rda e di rec cta in t r eve en sao, tudo é b om se b em feit e f e i to em am o r, dep o is di z ia q ue a me nina e stva tie, pr es ac om uma g rava ta, q ue de s en h ava as si em u me , q ue s ob r e tudo no ove rn cão vi s to o c u l t ava se us b elo dez s seios, mas para l he ser fr anc cao, ba sta vera s ua face para l ogo eu com eça ra f o i car c on t en te e ana mora ra ss em c on sig o ao l on ge , br inca dn do e ss o rin dd o em pala vaso do ra se to ns

Ah bela menina, que em sua face vejo uma alma aprazível e com vontade de bem viver, em forma simples e não complicada, se a palavra por detrás de si a mim se aplicar, sabei que sempre minha porta para si está aberta, belo o umbiguinho, que era o que masi na nudeza da gravata , se via, para ele fiquei a olhar, que é sempre belo lugar de muito se beijar

A h be la menina, q ue em s ua face v e jo uma alma ap r e z iv el e com von t ad e de b em viver, em forma simples en cão co mp li c ada, sea pala vaso ra por det ra sd e si a mim se ap li car, s ab bei q ue se mp r e min h a porta para si e stá ab e rta, b elo dez o um bi gui n h o, q ue e ra o q ue masi na nu de za da g ra v t a , se v ia, para el e fic q eu ia o l h ar, q ue é se mp r e b el lu g ar de mui to ze bei j ar

Ah ali estava a bela menina com uns dizeres por detrás que me prenderam o olhar para além da sua beleza, sempre mais bela que qualquer cartaz, trazei a lua deitada para baixo em seu peito figurado, a lua branca cor da lava pele em negro vestido, o mfa do circulo da serpente da reese, que me lembra sempre belos queijos e mfa, é referencia aquilo que aqui outrora chamaram de revolução, e me sobe à memória otelo, nome curioso, cheio de ressonâncias histórias alongadas, o rato do queijo da igreja gnostica do caco da maria de paris, ou seja de um que se partiu, a cruz a menina a trazia figurado no braço , por altura do ante braço, mil centro e onze, duplo grupo do onze, ou primeiro do quarteto cento e onze, depois olhando a pequenina bruxinha de outrora do ícaro, numa capa de revista na bicha do supermercado, o espírito , me disse, é mentira, será , nao será, se alonga e se estende de novo o fio à morte de vasco e ao brasil, pois a julie sargent para lá partiu pouco depois, no mesmo processo operativo de sempre, porque assim nestes enredos me envolveis, mas sabe meu coraçao que busca minha amada, pois ela ainda não chegou, se aqui estivesse, como seria tudo masi simples e masi belo , primeiro do cento e onze do pirata do olho de vidro, da cruz ar id ds rese sea arc de pali sad espanhola , do george pimentel, ou george do piano, afinador, ou ainda moustakis, de novo grecia e paris, la famme que est dans mon lit n´a plus vingt ans depuis long temps, e não à amo eu menos por isso, mas sempre mais, assim é o amor entre quem se ama, sempre cresce, precioso bem, o mais precioso dos bens e dos dons

A h al alo circulo, a e ts r anha r esso na cia do p lot de do is e pi s o dido s se guido s da viviane, um as sas sin i o h omo xe s ual en co br id o, de novo vasco, e stav a ab el a menina com un s di ze r es por det rá s q ue me pr en de ram oo l h ra para al é mda, madeira, s ua beleza, se mp r ema mais bela q ue q ual q eu r c a r t a z, t ra z aia da lua deitada, para ba ix o em s eu pei to fi f ur ado, s lua br ana cor da l ava pele em negro v es t id o, o mfa do circulo da serpente da reese, q ue me l em br a se mp r e b elo dez s q u i j os em fa, é refer en cia aquilo q ue aqui outrora c h am aram de r evo luc sao, e me s ub ea me mor ia ot elo dez, no mec u roi os, che i ode r ess on a cia s hi s tóri as al on gada s, o rato do q u i jo, do castelo do queijo, o use sej pato da imagem do aviao faca da red bull, na cas da pal iss ad a no porto, palissada, remete para sudoeste asiático, a sis ti cao, ou seja o provável viajante, v ia jn a te, na altura do tsunami, da igreja gnostica maior dodo caco da maria de paris, a c ruza menina a t ra z ia figu r ado no br aço , por ant ur ado ante br aço, mi l c en t y oe on ze, d up lo g rup o do onze, o u prime iro do quarteto c en to e on ze, d ep o is o l h ando a pequenina br u z x in h ad e outrora do e caro, n uma capa de r e v ista na b ix a do super mer cado, o es pe i it o , me di s se, é m en t ira, se rá , mao se rá, por q ue as si m nest es en red os me en vo l v e is, mas sabe me u cora sao q ue b us ca min h a am ada, p o is el aa inda n cão che g o use aqui es t iv esse, com o se ria tudo masi simples e ma si b elo dez , prime iro doc en t oe onze do pi rata do olho de vidro, da cruz ar id ds rese sea arc de pali sad espanhola , do ge o r g ue pi men da tel, o u ge o r g ue do pi ano, o u a inda mo us t ak is, la f am me q ue est dan s mon l it n apostolo serpente, a bela checa, a p l us vin gt a ns d e p u is long te m ps, en cão à am mao eu m en os pro iss oma s se mp r ema si, as si mé o amaro en t re q eu m sea am a, se mp r e c r es ce, pr e cio s ob emo mais precioso dos be ns e do s d o ns

Sua bela face assim meio de intriga, misto de preocupação, e um escutado no espírito de uma mina lançada a parir do outro lado do atlântico, que se reflectia numa estranha expressão de outra menina de meu coraçao, a criança já grande do destino, se calhar tudo somando, uma forma de me levarem a pensar que alguém estaria em perigo, quem sabe a própria menina, ou a be, pela linha do pav atalantico, continuei a ler no seu redor, o circulo do hp do bo angulo do quadrado da am do foret da er we rn s te un, erin, wei, web ns stein te e w company, bo angulo do anzol lsd filme, a rapariga morta, traço alo horizontal da neve, coco, sobre azul da lua deitada negra e branca, o je do ff da vespa

S ua be la face as si em mei ode intriga internacional, south by southest, londres eventos, mi st ode pr e o cup caa oe um es sc t u t ado no es pei r to de uma m ina lan ç ada a par i r do o u t ro l ado do atlântico, q ue se r efe l ct ia numa es t r anha e x press sao de o u t ra menina de me u cora sao, ac r ian ç a j á g rande do de s t ino, se c alha r tudo s oman do, uma forma de me l eva rem a p en sar q ue al gume est raia em per i f o, q eu m s abe a pr ip ria menina, conti nu e ia da ler no s eu red o roc irc u lo do hp do bo angulo do q au dr ado da am do foret da er we rn s te un, erin, wei ns stein te e w com p any, bo a g u lo do anzol lsd filme, a rapariga morta, t r alo h ori zon t al da neve coco, s ob rea az u l da l ua de it ada negra e br anca, o je do ff da v es spa

Circulo da b es sat da besta, seis, seis, seis, alemão, au di, ess s en ti tia ia triângulo onze delta au di, angulo direita superior do braço da locomotiva any hp in vent, o bico do bolso, do padrão grego das meninas que preferem meninas, queijo mozarella, a moreira do mne que tambem assim um trazia,

Circu lo da be sat, se is, seis, seis, al ema mao, au di, ess s en ti tia ia t r ian gula dez onze delta au di, angulo direita ss up e r iro do br aço da l oco m ot iva a ny hp in v en t, o bi co do bo l s o, do p ad ra o g rego das meninas q ue pr efe rem me nina s, q u i zo moza ar e ll a, a moreira do mne q ue t am b em as si em um t ra z ia,

No di cio au, era palavra que me aparecera antes da rapariga escritório me aparecer na radio a falar, depois de andar com seu nome a bailar em minha cabeça em véspera, sem mesmo saber seu significada até ela chegar, e no fim de semana, no sabado a seguir a, a ter escutado na rádio na montra da livraria, uma leitura sobre viena se deu num livro que ali de repente aparecera, como de propósito, um belo edifico tipo arte nova, fachada branca com duas torres em cada estrema da fachada, como orelhas de um animal, e no meio delas saindo do telhado folhas doiradas, um muito belo edifício, bela imagem e belo significado, vou agora buscar o jornal que ficou dobrado dentro de um saco plástico estreito, que foi a primeira vez que com o jornal o recebera, pois nem li o jornal, não trago paciência, mas lá tomei as seguintes notas, o desenho que do edifico desenhei, masi parece, um por de sol por detrás de um castelo, assim como numa vila do alentejo, em seu outline, vi e be art e archi tec ture der ze kapa hi ire fr rei he it primeira cruz, por k un st vi gula homem r e f rei he it, hf, vaso do onze man do jardim do cosmos, e zorro do vaso maior de damascos, ou seja da casa das taras no quarto cinco ao pé de pont neuf, referência anterior em detalhe, da filosofia oculta, mantua vaticano p i seis gato ro da z ang van ni viviani, pour a rija das maças, de nova yorque, det as colunas euros o ne di ponto y oo alfa dv e ase, os retratos, maria sobral, do picasso de viena, avi da am são, ne do arquitecto suíço, w dos cogumelos, do sol a rio, elefante violeta , azul, do arquipélago da crus u são br amici, dos brasileiros italianos, do patriarca da primeira da igreja, a te rum a sis são forte na soci dade russa, na pria do rosário da moita, a avaliação na escola de s bento é a coluna da vespa ff desse dia


Nodi da di cio au, e ra pala vaso do ra que me ap ar e cera ant es da ra pa riga es c rio t iro me ap arc e rna ra di o a f al r, d ep o is de anda rc om s eu no me a ba i l ar em min h a cb beça em v es pera, se m me s mo s abe r s eu si gn i fi c ada a té el a che ega ar, e no fi m de se mana, no sabado a se gui ra a t r e es cut ado na rá dion a m on t ra da l iv ra ria, uma lei tura s ob r e vi en a sed eu n um l iv ro q ue ali de r e pen te ap arc e ra, com o de pr o posi to, um b elo dez e di fi co t ip o art en ova, f ac h ad a br anca com du as tor r es e mc ada es t r ema da f ac h ada, com o orelhas de um anin al, e no mei o de l as sa indo do tel h ado f o l h as do iradas, um mu i to b elo dez e di fi cio, be la i mage me belo si gn i fi ca dao, v o ua gor ab us caro jornal q ue fi co u don brad d en t rode um s ac o p l as tico est rei to, q ue f o ia primei ra ave z q ue com o jornal o rec e be ra, p o is ne m lio jornal, n cão t rago pa c ie en cia, mas l á tome iras se gui n t es n ota s, o de sn e h o que do e di fi co de s en he ima si pa rece, um por de sol por det ra sd e um castelo, as si em com on uma vila do al en tejo, em s eu o u t l ine, vi e b be art e arc chi hi tec ture der ze kapa hi ire fr rei he it prime ira c r u zz, por k un st vi gula homem r e f rei he it, hf, vaso do onze man do j ar din do cosmos, e zorro do vaso mai rode dama sc us, o use seja da c asa das taras no quarto cinco ao pé de p o in t ne u fr e fr ren cia ante iro rem d eta alhe, da filo s o fi ca o c u l ta, mantua vaticano p i seis gato ro da z ang van ni viviani, pour ar i jad as maças, de nova yoque, det as colunas euros o ne di ponto y oo alfa dv e ase, os r e t rac to s, maria sobral, do pi casso de viena, avi da am são, ne do arquitecto s u i ço, w dos co gum melo sd o sol a rio, elefante viol eta , azul, do ar qui pe la go da crus u são br am i chi, dos brasileiros italianos, do pat ric a rca da primei ra da igreja, a te rum a sis são f orte na soci dade russa, na pria do rosa rio da mo i ta, a ava lia sao na es c ola de s bento é a co l un ad a ve es spa ff de s se dia

Continuei navegando pela menina, pelo puzzle que se ia desvelando, e antes de masi pela sua imensa beleza, e fui lendo, a sida no moinho de mou gins du ring do home da cinquenta e set avenue, das fotos, nota anterior zoom, em co mer, pascal, bacalhau, le se g r rta in getty images, en te rat rta tan ment chanel canal h au te co vaso tures sp bar do rá da serpente primeiro infinito, fr on cruz ron do lys invertido desta vez desenhado em sua gola , belíssimo vestido numa apresentação, salvo erro em paris, do ron da lys invertido, do gomo do maneta do capitão gancho da moda, a lua de pernas para o ar , me lembrei das imagens na lapa, e de certa forma da monica lapa tambem, visto a menina trazer uma certa parecença de traços arquétipos, os meninos de pernas para o ar dentro de carros, que só masi trade relacionei por memória com a posição da menina naquela belíssima foto a preto e branco, sua em que está de pernas para o ar, no tempo À volta de outro anuncio do ci amarelo da azinhaga do besouro, que ressoa tambem numa canção dos xutos e pontapés, o mundo de pernas para o ar, de repente a imagem do lençol amarelo na boca de um leao doirado na rua do contentor, onde encontrar uma carta de uma púbere, que falava de um padre, uma rapariga que seria filha de alguém sul americano , certamente relacionada com embaixada, adquiria novos sentidos, o leao dos lençóis, que comera a menina, assim de repente parecia este fio ganhar a sua consistência, e de uma casa que está na rua perpendicular a esa onde existe o hotel, com um telhado em bico, amarela ou caqui, com uma janela elevada, e duas arvores como pequenas laranjeiras que depois se reflectiram em outra semelhante na fiada das casas de alcantara, quando da ultima leitura sobre o mega,

Conti nu e ina vega ando pe la me nina, p elo p u zz le q ue se ia d es vela lan do, e ant es de ema si pe la s ua i m en s a b e le za, e f u i l en do, a s id a no mo in h ode mo u gin s du ring do h ome da cin q u en at e set ave n ue, da s f oto sn ota ante iro zo om, em co mer, pascal, b aca l h au, le se g r rta in getty images, en te rat rta tan men tc h ane l c anal h au te co ovas do as o tures sp bar do rá da serpente prime iro infinito, fr on c r z u t ron do l y s in verte id o de ts v e z de s en h ado em s ua gol a , be l issimo v es t id on uma ap r es en taçao, s alvo e r ro em paris, do ron da lys invertido, do go mk do m ane eta do c a pit ao gan cho da moda, al ua de pe rna s para o ar , me l en br rei da s ima ge sn na lapa, e dec e rta forma da monica lapa t am b em, vi s to am en ina t ra ze r uma ce rta par e c en ç ad e t ra s ç os arq ue t ip os, os meninos de pe rna s para o ar d en t ros de carros, q ue s ó ma si trade r e la cio nei por me mor ia com a posi sao da menina na q eu la be l iss ima f oto s ua em q ue e stá de pernas para o ar, no te mp o a vo l t ad e o u t ro na un cio do ci am ar e lo da azinhaga do besouro, q ue r esso a t am b em nu ma can sao dos xutos e pon tapes, o mundo de pe rna s para o ar, de r e pen te a i mage m do l en ç ol am ar elo na v b oca de um leao do irado na rua do c on t en tor, onda en c on t ra rum ac a r t a de um p ub e re, q ue f ala ava de um p ad r e, uma ra pa riga q ue se ria fi l h ad e al g eu ms u l am erica no , ce rta mente r e la cio n da com em ba ix ada, ad q u iria n ovo ss en tid os, o leao dos l en ç o es, q ue com e ra a menina, as si m de r e pente pa ar cia este fi o gan h ar as ua c on sis t en cia, e de uma c asa q ue e stá na rua pe rp en di c u l ar a esa onda e xis teo h ot r al, com um tela hd o em bico, am ar e la o u caqui, com uma jane la el eva de du as ar vo r es com o pe q u en as lara n je iras q ue de pp i o is se r efe l t iram em o u t ra semem l h ante na fia dada s c asas de al can t ra, q u ando da u l t ima lei tura s ob reo mega,

Dos vaso serpentes dos pedes da gravação dos ventos cento e doze, ou segundo do grupo onze, dad o ze da music, inc, tres ports inde seis g ro u t , o terceiro do portas un the g u e td o w n cave en te r ra e men ts do trinat segundos to mars virgin, ny i terceiro do onze, trinta r um, terceiro home to u ring inc terceiro angulo duplo vaso terceira cruz, the , fifty th paradise, artists ars a hera do nic le da odeon usa te en s

Do s vaso ser pen te sd os pedes dag rava sao dos v en ts o c en to e do ze, o use gun do dog rup o onze, dad o ze da music, inc, t r es por ts in de se is g ro u t , o t rec e iro do portas un the guet do wn cave en te r ra e men ts do t r ina t se gun d os to mar s da virgin, ny i te rc e r iro do onze, t rim n ta r um, t rc e iro home to u ring inc t rec e iro angulo duplo vaso t rec e ira cruz, the , fi ft y the para da dise, art is ts ars a hera nic le da odeon usa te en s

Um outro filme, a menina na cama em voz off, inquirindo em tom de dor, se já amei alguma mulher, ah bela menina, que meu coraçao se racha sempre assim quando o oiço, eu que tanto amo e vou sozinho de minha amada, qu bela sois, uma outra peça de tetaro que remetia para a sua terra natal, onde as confusões estalavam, ou melhor, tinham de novo estalado,

Um o u t ro fi l me, am en ina na c am a em v oz o ff, in ki rn do em tom de dor, sej á am me ia l gum am mul her, a h be la me nina, q ue m eu cora sao se rac h a se mp r e as si m q ua ando o oiço, eu q ue t ant o am oe evo i ss o z in h ode min h a am ad a, q u be la s o si, uma oura p eça de t eta ro q ue r e met ia para a s ua te r r ana t al, onda as c on fusões est ala ava vam, o um el h ro, t min ham de n ovo es t ala ado,


Depois a menina numa belíssima sequência de um filme a cantar com uma estranha voz que é muito bela por isso mesmo, num vestidinho assim meio doirado em ambiente cavernoso, cheio de rapazes, e a um deles a menina diz que o engolia todo, certamente em sentido figurado, que bela está de cabelo curto como molhado em vestido assim transparente onde se advinham os seus seios, ah menina que ali, fiquei assim talvez como o menino na assistência, assim meio que hipnotizado, por si, pela voz e pelas guitarras,

D ep o isa menina n uma be l iss ima seq eu en cia de um fi l me a can t rac om ua es t r anha v oz q ue é mui to b e la por ss s om es mo, n um v es t id din h o as si em mei o do irado em na bie en te c ave rn oso, che i ode ra p az es, e a um del es a m en ina di z q ue o en guli ia todo, ce rta mente em s en t id o figu r ado, q ue be la e stá de ca elo curto c omo mo h ado em v es t id o as si m t ra sn parente onda se ad vinha sm os se us seios, a h me nina q ue al i, fi q eu ia ss em t alvez como o me nino na s sis t en cia, as si em mei o q ue h ip no t iza ado, por su, pe la v ize pe l as gui tar ra s,

E as vozes que se tornam como perfumes, assim diziam as letras de si, que se tornam como perfumes, ali estava a menina altiva e meia zangada, num canto entre uma moldura amarela e outra de prata com dois cubos negros como perfumes, ou pedras do espaço, odisseia no espaço, mna odisseia, poderia ser mesmo o retracto de alma daquele momento , ao vê-la assim em seu ar androginio, me ressoou em mim uma outra face de uma outra menina que em dia recente por aqui passou, sois muito bela , em todas as formas em que trazeis vossos cabelos , em cachos , em qualquer das cores que vos conheço, comprido ou curtos

No canto da expo

ct tan g u l a s d e z v e r t i c a i s , d e p e rf u m es , o u devo z e s q ue s et o rato rn a m p e rf um es , a l t i v a e m e i a z n a g a d o , p ode r i a ser m e s m o circulo do rato eta ac to de alma ki vaso do le mo m en to, a ove do traço ingles de la as si em e ms eu ar e dr ro geni o, mer ess o u em mim uma o u t ra f a cd e de uma o u t ra menina q ue por aqui em dia rc en te p ass o u, s o is mui to be la, em todas as formas em q ue t ra ze is v os sos cab elo dez s, em ca h os, sea s co r es, e do pedro curto

ah senhora, perfumes, como o mundo de outrora ia, a menina levada ao colo por um homem subindo uma encosta num pais distante, como o feito borboleta, a outra bela rapariga que no autocarro ao lado de seu marido, leva um tito na cabeça e morre, como outro assassínio antigo, no outro lado do mundo do uno lugar, efeito de borboletas, se chama e até ouvi eu em dia recente uma canção na rádio em francês que dele falava, de como a noção estava integrada na lingua das gentes, do dia a dia, com laivos a indução de culpabilizaçao entre os amantes, atroz, imagem, real, em parte , se acrescente, assim o sabe que ama, e que perfume senhora, à ausência dos lábios da minha amada , e de meu filho por perto, ali estava ao lado do outro estranho rapaz que é assim uma espécie de policia da casa dos perfumes e das jóias e dos luxos, ah, menina , luxo, verdadeiro, é o amor, que não leva nem trás adornos e vao nus os amantes nos seu abraços, em seus beijos, e nos braços do amor, são levados e voam, e contava quando conhecera o rapaz da luvas das rendas negras e dos óculos de sol na noite, e dele diz do seu nome do meio, da sua habilidade para dançar, de como ele literalmente a tinha feito voar com uma dança, ah menina , bela menina, que bom, assim pegar nossa amada e a fazer sentir em todas as danças do amor, até mesmo em las vegas, para outra voz que um dia já partiu, acabava como sabe o beleza, todas as noite assim, ney yorque, ney yorque, e muito a gente sempre ia dançar rindo e sorrindo contentes contentados com aquela sempre eterna musica do nosso coraçao, de repente me ponho a pensar , se não estivera lá uma noite a menina, e me recordei de uma outra, um mesmo modelo, um mesmo arquétipo da mulher, um modelo que ressoa na forma da minha amada eterna, pois sempre me fico assim quando sua múltipla dela imagem vejo, nao fora ali, no beleza, fora nos tres pastorinhos, ou melhor, fora mesmo no ultimo tango, uma noite, num jantar, que assim a sorte calhou, eu numa mesa comenda, ela em outra mesa grande, ligada as gentes o cinema, que bela ela era, como uma alegria de passarinho, e eu me fui apaixonando por ela ao longe a vê-la na sala, calhou nessa noite depois nos encontrar-mos na pista de dança por um breve instante, onde tudo começou e acabou, se tal se pudesse dizer, do amor eterno, por mais leve brisa que seja, seria ela, ou seria a imagem de vós, antes, ou ainda uma outra imagem, minha amada, zangada comigo está, dizem-me no ara as trovas dos ventos, respeita-me como seu a trouxesse em despeito, que ela me quer so para mim, que se zanga e se alvitra, quando falo com outras mulheres, nem sei mesmo, se com homens tambem, se é que diferença entre eles no amor há, ou e mesmo é passível de existir, estranho, pois esta linha nada o vento, dela diz, e eu respondo a minha amada, dentro do fundo de meu coraçao, que sempre a amo, que o amor é vasto, como ela o saberá, e que é muito bizarro, ouvir este dizer, ao longe tao longe, quando o amor requero o perto, cansado, menina , estou desta ausência, deste amor assim em ausência vivido, eu que tanto gosto de aportar no amor, e depois sabe, vai uma grande revolta em mim, em meu peito, com esta injustiça em que me trazem, uma estranha mistura, que aquece e arrefece estranhamente o coraçao
e me eu fi primeiro h o por pr e to , do o u t ro es t r an h o ra p az q ue é as si e mu ma es pe cie de pol cia ac asa do s pe f um es e da sj o ia sed os l ux os, a h , me ni na, l ux o, verde ad e iro, é o mao r , q u e en cão l eva ane ne maio r delta da cruz do rá s adorno sec on t ava pata ando com he ce ra o ra p az da l uva s d as r en da s negras e dos o cu l os de sol na no i u te, e de l e di z do s eu no me do mei o, da s ua h ab i l id a d e para dan ç ar, de com o el e lite ra l que mente prime ira tinha f e i to vo ar com da prime ria dança, a h me nina , be la me nina, q ue b om, as si m pega r no s sa am ad a e a f az er s en tir em todas as din ç as do amo ra té me s mo em l as vega s, para o u t ra v oz q ue um dia j á par ti u, ac ab ava com o s abe o beleza, to da sas no i te as si em, ne y, ne y yorque e mui to a g en te se mp r e ia dan ç ar r indo e sor r indo c on t en te s c on t en t ado s aque la se mr ee t rena mu sica do n osso cora sao, de r ep en te me p on h o a p en sar , se n cão est iv vera l á uma no ite a me nina, e me record e id e uma outra, um me s mo mode lo, um me ms o ar que t ip o da mul her, um mode lo q ue r esso ana forma da min h a am da e t rena, p o is se mp r e me fi co as si em q u ando s ua mul t ip la de la i mage m vejo, na f o ra ali, no be l za, f o ra nos t r es p as tor rinho s , o um el hor, f o ra me s mo no u l t imo tango, uma no it e, num j antar, q ue as sima s orte ca l h o ue u numa mesa comenda, el a em o u t ra mesa g rande, li gada as gene ts o cinema, q ue be la e la e ra, com o uma al g riade p ass a rinho, e eu me f u i ap a ix on ado por el a ao lounge a ve do traço ingles de la na sala, ca l h o u ne s sa no i te dep o is nos en c on t ra r do traço do ingles mos na pi sta de dan ç a por um br eve in s t ante, onda tudo com e ç o ue a cb o use set t al se p u de ss e di ze r, do am o r e t reno, por masi l eve br isa q ue seja, se ria e la, o use ria a i mage m de v os, ant es, o u a inda uma o u t ra imagem, min h a am da, z na gada com mig o e stá, di ze m do traço da inglesa me no ar a as t rova s dos v en ts o, r es pei t a do traço da inglesa me com os eu a t ro ux ess e em de s pei to, q ue e la me q eu r s o para mim, q ue se z na ga e se al vita, q u ando falo com o u t ra s mul h r es, ne m se em es mo, se com h ome ns t am b em, se é q ue difer ença en t re el e es no am o r h á, o u em es mo é p ass iv el de e xis tir, est ar n h o, p o is e sta linha n ada o ve en to, de la di ze eu r es p om n dao am mina ham da, d en t ro do fundo de me u coraçao, q ue se mp rea am o, q ue o am or é v as to, com o e la o s abe rá, e q ue é mui to b iza r ro, o u vi r este di ze r, ao lounge tao l on ge, q u ando o a mr o re q u e reo per to, can são d, me nina , es to u de sta au s en cia, de s te am or as si em e m au s en cia v iv do, eu q ue t anto g os to de ap o rta rn o am mr o, e dep o is sabe, va i uma g rande r evo l ta em mi, em me u pei to, com e sta in j us ti ç a em q ue me t ra ze m, uam es t r anha mis tura, q ue a q eu cee ar rf ee ce es t r anha que mente circulo do cora

na noite alta, a bela menina de outrora que dançava no sótão do onze upon a time na América cheio de ar virginal, como era sua idade, ali estava num pequeno filme depois de em dia recente me ter aparecido ao lado de eva green, que tambem trará amizade com o karl e quem sabe tambem com a menina, e outros meninos e meninas, ali estava ela, despindo-se lubrificando um enorme dong negro com camisinha num passe dom outra rapariga num circulo de rapazes que gritavam em crescendo, vem, vem, venham-se, orgasmo, sua face, mista de medo, e de estranho prazer, que bela sois, como se racha o coraçao ao sentir aquele circulo como outros com outras ou mesmo distintas tonalidades, um dos rapazes, no meio daquilo enfia-lhe uma nota na sua boca, como um estimulo, uma cenoura, do tudo se compra e tudo se estimula pelo vil metal, the show must go one, they usally say

na ano i te al ta, a be la menina de outrora q ue dan ç ava no s ota tao do on ze up on a time na ma erica che i ode ar virgin al, com oe ra s ua id ad e, al i e stav anu m pe q eu ni o fil me m d ep pi is de em dia rc en te me at r e ap ar e c id o ao l ado de eva green, q ue t am b em t r a rá am iza de com o k ar l e q eu m s abe t am b em com a menina, e ant os o u t ros meninos e meninas, al i e stav a el a, de spi dn dodo traço da inglesa se l ub rif i can do um en o r me dong negro com cam isi h ano primeiro passe do dom da outra rapariga no primeiro circulo de rapazes q ue g rita vam em c r es c en do, v em, v em, v en ham do traço da inglesa se, r gás mo, s ua fae emi sta de medo, e de e ts r anho pr az e r, q ue be la s o is, com o se rac h a o cora sao ao s en tir a q u le circulo como o u t ro sc om outras o um me s mo di s tintas ton al id ad es, um dos ra p az es, no meio da eu i lo en fia do traço ingles l he uma n ota na s ua b oca, com o um est i mul o, uma c en o ur a, do tt o do sec o mp ra e tudo se es ti mula p elo dez do vil metal


noite já posta, ao chegar ao correio, seu cartaz me chama de novo a atenção, aquela expressão minha bela menina, ah que sempre meu coraçao ao momento se entristece, se aflige, o contraste se torna maior, no rua um barulho de craack, sei o que é mesmo antes de meus olhos o confirmar, pois o ruído , um mesmo já tinha aparecido, um carro passara por cima de um copo de plástico ao lado dos carris, a ressoar na imagem ultima das docas, da locomotiva, o som pauta como um grito o quem meu coraçao sente ao momento de a ver, assim com aquele ar ausente meia feita múmia, a olhar o infinito em dor, antes ao pé das castanhas, a ultima vez que as comprei, ao chegar ao pé do carrinho, na rua que desce por detrás da trindade, um taxi ao estacionar, faz um mesmo barulho, lá fui eu mesmo ao pé vê-lo, era um para vento lateral daqueles que se põem nas janelas do condutor, ali o tinha esmagada, com o ruído agressivo costumeiro, depois do outro lado da rua das castanhas, eu do lado da loja de hermes, vira um rapaz que não via há mil luas, o nuno com uma bela rapariga, beijaram-se ao esperara as castanhas, o rapaz que é parecido com o guedes do cds, que pouco depois aparecia na tv com uma estranha historia de moções no cds, e manigâncias habituais do portas, a ruiva na sala, sentada, com face de tristeza, quebrada tambem, antes aqui na rua em frente a luxor, primeiro dois circulos de sal, imagem antiga de ritual, depois um dia um copo de plástico partido em circulo com um sol partido como a imagem da rapariga russa morta em nova yorque, a bambi, o home das informações da cas em frente a luxor, pelo telefone à janela, falando de dongs , que a rapariga dissera que os comparara no algarve, assim se fazia a sequência complexa com grande intervalo de tempo entre as peças, para que seja masi difícil, detectar, o fio, e na teia masi facilmente se caia ou se possa cair, ah charlize, estaremos das casas distantes da una casa do amor e como em outras digo, estas bestas da publicidade, porque não tiram este cartaz com esta expressão em sua face, e a substituem por um outra, uma outra expressão menos esta de dor, que estranha linguagem, que está mesmo para além dos lucros ou do negócios, neste caso preciso, ou não saberão que assim menos venderão o perfume, como tudo se faz, mesmo ao arrepio da chamada pretensão dos lucros, pois aqui o negocio, é todo um outro, há, pois é mais um luc ero, ou um luc erro, assim se desvela sempre nos anjos que habitam entre s dedos, dedos amada, só mesmo a ausência de te poder com eles festejar ao perto, na rua ao vi, uma rapariga que de repente parecias tu, com um saco imagine-se lá de que , da dior, saia de uma casa aqui já ao pé, uma outro com uma parede vermelha, mostrava o olho de isis, uma belo desenho com o alfabeto, ao lado, a janela aberta, a convidar o ver, eu lá dentro a olhar, mas nao te vi, no dia seguinte, uma cotonete azul e branca a reverbar na grande flauta que a kidman tocava com dois rapazes dançando num programa de televisão, o terceiro vaso meio cheio meio vazio das aguas dos tusnamis, umas pontas de sg, um fio doirado que levava até um papel onde estava escrito quadrado grupo da dupla unidade, ah amada as ilusões estão por todo o lado, por isso te digo, chega, chega depressa a meus braços aporta em mim de forma a que eu te possa mapear, depois saberei desde a primeira festa e o primeiro beijo, quem és, onde estás, o meu porto, minha terra, minha agua, meu sol minha lua, ah amada hoje das plêiade, correm as estrelas de outrora, ou agora no ceu, te desejarei um beijo por cada uma que o ceu ao instante iluminar

no i te j á posta, ao che g ra ao co r rei os eu car t z mec ham de n ovo a at en sao, aqui u lea e x press sao min h a bela menina, a h q ue se mp rem eu cora sao ao mont se en t r is tec e, sea for mula one e ge, o c on t ra s te se t o rna maio rn o rua um bar u l h ode cr aa ck, se i o q ue é me s mo ant es de me us o l h os o c on fi r mar, p o is o rui do , um me s mo j á tim h a ap ar e c id o, um carro pa s sara por c ima de um cop o d ep l as tico ao l ado dos car r isa r ss o ar na i mage mul t ima das docas, da l oco m ot iva, o s om p au t ac omo um g rito o q eu mm eu cora sao s en te ao mo m en to de ave ra ss em com as q eu l ar au use en te mei a f e i tam u mia, a o l h ar o in fi n tio em dor, ant es ao pé as cat anha sa u l t ma ave z q ue as com p rei, ao cha g ra ao p é do car rinho, na rua q ue de sc e por det ra s da trindade, primeiro taxi ao es t ac cio n ar, f az um mn es mo bar u l ho, l á f u i eu me s mo ao p é ve do traço ingles lo, e ra um para v en to la te r al da q ue l es q ue se poe em nas jane l as do com du tor, al i o tinha es maga ada, com o rui do a g r ess iv o s o sc t u me rio, d ep o is do outro l ado da rua das cas t anha s, eu dol ado da loja de hermes, v ira um ra p az q ue n cão v ia h á mi ll ua son un o c om uma bela rapariga, bei jara ram do traço da inglesa sea o es pera ra as cas tam n h as, o ra p az q ue é pa rc e id o c om o guedes do cds, q ue p o u do d ep o is ap ar ceia na tv com uma e ts r anha hi s tor ia demo ç o es no cds, e manu gan cia s h ab i t ua is do portas, a ruiva na s ala, s en t ad ac om face det r us te za, q eu br ada t am b em, ant es aqui na rua em fr en te a lu xo r, prime iro do is circulos de s al, i mage man tiga de rit ual, d ep o is um dia um cop ode p l as tico per t id o em cir ci lo com um sol par t id o com o a i mag em da ra pa riga russa mo rta em nova yorque, a ban bi, o h ome das in for mações da cas em fr en te a l ux o rp elo dez tele j ine à jane la, f ala ando de don g s , q ue a ra pa riga di ss e ra q ue os co mp ra z ra no al g rave, as si mse f az ia a se q un cia co mp e l x ac om g rande in t r eva lo de t e mp o en t rea s p eça s, para q ue seja ma si d i fic l, det e ct ar, o fio, e na teia am asi f ac ile mn te sec aia o use p os sa ca i r, a h c h ra l ize, es t ar emo sd as ca sas di s t ant es da un ac asa do amo rec omo em o u t ra s di g o, e sta s b es t as da pub li cidade, por q ue n cão t iram este ca rta az c om e sta e x press são em s ua face, e a s ub s titu em por um outra, uma o u t ra e x press são m en os e sta de dor, q ue es t r anha lin g ua ge m, q ue e stá me s mo para al é m do s luc roso u don negócio s, neste c as o pr e c is oo un cão sabe rã o q ue as si mm en os v en de rã oo pe rf u me, com o t u do sef az, me s mo ao ar r e pi o da c h am ad a pr e t en são dos luc ros, p o is aqui o negocio, é todo um outro, h á, p o is é mais um luc ero, o uu ml luc e r ro, ass si em se de s vela se mp r en os anjos q ue h ab i tam en t r es dedo s, d e do sam ad as ó me s mo a au s ên cia de te p ode rc om el es f es te j ar ao per to, na rua ao vi, uma ra pa riga q ue de r ep en te par e cia s t u, com um s aco imagine do traço da inglesa se l á de q ue , da dior, s aia de uma c asa aqui j á ao p é, uma o u t ro com uma pa rede vermelha, mos t rava o olho de isis, uma b elo dez de s en ho com o alfa beto, ao l ado, a jane la ab e rta, ac on vi da aro ave r, eu l á d en t ro a o l h ar, mas n cao te vi, no dia se gui n te, uma coto nete az u l e br anca a r ev e rba rna g rande fla ur t aa q ue a k id mam t oca ava com do is ra p az es dan ç ando num pro h g rama de teli visao, ot rec e iro vaso mei o che i om e i ova z i o d aa s aguas dos t us na mis, uma s pontas de sg, um fio dor iad o q ue l eva ava a té um pap el onda e stav a es c rito q ua dr ado dog rupo da dupla nu ni dade, a ham ad aa si lu s õ es e s tão por todo o lado, por iss ot e di g o, che ega, che gado fr press a am eu s br aços a porta em mim de forma aqui da eu da eu te p os sa map e ar, d ep o is s abe rei de sd ea prime ira f e sta e o prime iro bei jo, q eu m é s, onda e stá s, om eu porto, min h a terra, min h a agua, me u sol min h al ua, a ham ad a h oje das p lêia ad e, co rr ema s es t r el as de outrora, o u agora no c eu, te de sa j a rei um bei jo por c ad a uma q ue o c eu ao ins t ante il u mina ar

na travessa do patrocínio, uma casa com janelas em semi circulo e dois circulos , jorrava a luz a precisa sombra a meu passar, que a atenção nela me prendeu, um veleiro de escola de hoje ali era visível, as velas superiores do mastro, o rapaz francês do jipe de outro dia, chegava a sua casa como um marinheiro com saco de pescado, seu pescado, sua esposa e seu filho, um homem com cara de pai natal dos pobres roto e sujo no balcão da pastelaria, fazia um gesto automático com sua lingua, que ia saindo em forma rtimica, como um dedo grosso, quase um cobra sem o ser, diferido pelos relógios na rádio a opera do meio dia vinda do met, dizia a rapariga no intervalo , se souberes guardar um segredo, quem sabe um dia terás uma casa com piscina, eu fazendo grr por dentro, ainda antes vos tinha dito, minha rainha, nunca a verdade está a venda, pois negociar com Ela trás habitualmente juros negros, espanta-se o coraçao, como os homens não trazem isto bem sabido, nem recebi eu senhora minha rainha, algum donativo , em genero ou espécie de vil metal, para escamotear o que fosse, nada destes assuntos passa por aí, ninguém é tao rico como eu ao assim ir na vida, e contudo felizmente não sou o único que assim vai, trago companhias, muitas pelo uno mundo, um belo rapaz falava com a menina de seu mestre e de seu amor pelo japao, que belo era a falar, e ia lançado até que a doce senhora lhe disse, temos que interromper, pois já se escutava ao fundo ao retorno dos músicos ao palco, ele lançado, eu lançado na sua voz doce e luminosa a contar coisas verdadeiras, humanas, quase fiz oh por dentro à interrupção, das horas marcadas para tudo, até para escutar, ah amada assim vai meu coraçao apaixonado bêbado de amor a ti, pressinto-te em todas as casas, e algumas bestas se entretêm assim a laçar os peixes descuidados, e enganar o amor, morram todos no inferno, é meu voto natalício a todos sos que assim vao e assim fazem, o negro das travas na luz do coração, aqui neste lado da casa, a ana paula ia com sua voz doce , explicando o enredo, as paixões impossíveis, por questão de diferenciação de qualquer coisa, pois tudo é valido quando assim se pensa, assim se vive, assim não se vive, vivendo mortos em vida, por diferenças seja do que for, da sensibilidade, da sexualidade, do dinheiro do estatuto, das decepções de todos os públicos que ficam tristes ao ver os que se amam, nao ficarem juntos, mesmo que seus olhos só vejam o curto amanhã amanha, e de pequenos homens e de pequenas mulheres e de pequenos seres, que fazem os compromissos, que trocam o amor, pelos estatutos, pelas conveniências, por todas a merdas que alimentam as trevas, pois assim é sempre o seu alimento, mais as caixinhas pequeninas de pensar, aí, aí, aí, que se não me seguro nas bordas caio , que susto imenso de me encontra, conhece-te a ti mesmo, conhecerás o Divino, sempre assim souberam os seres da luz, e o convite a o baile na masi das vez montado em seu contrario, pega lá esta margem e masi esta, e já agora leva quatro caixas uma dentro de outras para te poderes arrumar, com sorte e estupidez, assim ficaras, até ao dia que morrerás de susto e ao saberes quem és, o que assim na vida perdeste, vida é coisa séria para ser vivida a séria a brincar, pois nada mais seria do que brincar, vejam as crianças em seus enleios, ou os gatos a desfiar a entretidos na ausência de relógios em seus pulsos, tac, pressas, só bater do coraçao apressado pela brisa do amor, quando te sinto em mim, e me sobe por dentro um imenso desejo de ti, um terno desejo da tua presença, de partilhar os dias e alua contigo, a teu lado, historias de fantasmas, ou remorsos, pertinente questão ou o fantasma real tao real como as misérias, que assim se vinga, vos que pretendeis viver em muros que separam o que nunca está, melhor seria então me abrires os olhos, perante o eventual susto, vida é tudo, nada de fora, nem mesmo o que chamais de morte, ali no tapete do vizinho ou ex vizinho, de cima das festas, dos enrabanços, terminados em orgasmos, que dizem alto e bom som, foda-se, pleonástico dizer, no mínimo do entendimento sas bestas, ali alguém um arame deixou, a desenhar uma harpa, e um pena de matelass, um suave pena de um suave matelass, com a falar de um julgamento de alma, uma idêntica à ultima que me apareceu posta por mao humana, assim o creio,. ao lado do fogão em frente a o galo do redondo, meu coraçao se fechou a ver, uma pena ao lado de uma harpa, assim sempre acontece, pensar que algo de mal o menos bom poderá acontecer a uma harpa, que é musica e símbolo eólico da alma, uma pequena pena branca com laivos negros, como a indicar a cor da alma julgada na balança das almas, falara eu em mandragora, e no dia seguinte ao entrar a rapariga inglesa e o rapaz do exercito, os dois saindo , me disseram, vai ficar sem o seu amigo, amigo, puta que vos pariu


na t ravessa do pat roc i ni o, uma c asa com jane l as em s emi circulo e do is circulo sj o r rava a luz a pr e cisa s om br a am eu p ass ar, q ue aa t en sao nel am e pr en de u , um vele iro de es c olo de h oje al i e ra v isi v el, as velas super i o r es do mastro, o ra p az f a rn c es do j ipe de o u t ro dia, che ega ava a s ua c asa com o um marin he iro com s ac ode pesa ca, s eu pesca ado, s ua es pao sa es eu fil h o, um home com cara de pai nat la dos p ob r es r oto e s u jo n o ba cao da pas tela ria, f az ia um g es to au tom a tico com s ua lin g ua, q ue ia sa indo em forma rt i mica, com o um dedo g rosso, q u ase um cobra s emo ser, difer id o p elo dez s r elo gi son a rádio a opera do mei dia v inda do met z, di z ia a ra pa riga no in r eva lo , se s o ub e r es g ua rda rum sg red o, q eu m s ab e um dia te rá s uma c asa com pi s cina, eu fazendo g rr por d en t ro, a inda ant es v os t ina h dito, min h a rai n h a, n unc a ave r dade e stá a ve en da, p o is n ego cia rc om El a t rá s h ab i u t al e mn te j ur os negros, es p ana tasse inglesa se o cora sao, com o os h om en s n cão t ra ze m is to b em s ab id one mr e ce ib i eu s en hor a mina h rai n h a, al gum dona t iv oe em g ene ero o u es pei cie de vi l met al, para esca cam it te ra o q ue f os se, en ada de st es as sun ts p ass ap o raí, nin g eu mé tao rico com o eu ao as si mir rna v id a, e c on tudo fe l ize mn te n cão s o u o un cio q ue qa ss em vai, t rago vc o mp anhi as, mui t as p elo dez uno mundo, um b elo dez ra ap z f ala ava com a me nina de s eu mestre e de seu amo rp elo japao, q ue b elo dez e ra a f ala r, e ia l ana ç ad a at é q ue a do ce s en h ro a l he di s se, t emo s q ue in te rr rop e rm, p o is j á q see sc u t ava ao f un do ao r e torno dos mu sico s l ao pal cie le lan ç ad o, eu l ana ç ado na s ua v oz do ce e lu mino sa a c on ra co ia s verde ad e iras, h uam mna s, q au use fi z o h por dente o a inter rup sao, das hor as ma rca da s para tudo, a té ap ra es cut ra, a h m ad a as si em v a em eu cora sao a pao x ian do b e ba do de mao ra ti, pr ess sin tot e em todas as ca sas, e al gum as be sat ts se en te rt em as si em a l aca ro dos acaro s peixes de sc u id ad es, e en g ana aro ro am o r, mor ram todos no in fe r no, é me u cv oto nata li cio a todos s os q ue as si m vao e as si em f az emo negro das t rava sn a luz doc o r sao, aqui nest l ado da ca s x a ana paula ia com s ua v os do ce , e x p li can do o en red o, as pa ix o es i mp os s iv e is, por q es tao de sd di feren cia sao de q ual q eu r co isa, p o is tudo é v al id o q au un do a ss im se pen sa, as si em se v iv ve, as si em n cão se v iv e, vivendo mor to se em vi da, por di fr ença s seja doque for, da s en s a bil dia de, da sex ual id ad e, do din he iro do es tatu to, da s de sc pç e oe z doe todos os p ub li cos q ue f icam t r ist es ao ove ros q ue se am na º cao f i car rem j un to s, me s mo q ue se us o l h os s ó v e j am o curto a mana am anha, e de pe q eu no s h om en ns e de pe q eu na s mul her es e de pe q eu no s ser es, q ue f az emo s co mp romi ss os, q ue t roca am o am o rp elo dez s es tatu to s, pe l as com vin i en cia s, por todas a me rda s q ue al i mna t mm as t r e v s, p o is as si mé se mp r e os eu al i m en to, maia sas c ix cinhas pequeninas de p asnar, aía ía í, q ue se n cão me seguro nas bo rda s caio , q ue s us to i me ns ode me en c on t ra, c on he ce do traço da inglesa te a ti me s mo, c on he ce rá s o di vino, se mp re as si m s ou be ram os ser es da luz, e o c on vite a o ba ile na masi das v e z mona td o em s eu c on t ra a ps soto oto lo serpente do rio pega l á e sta mar ge me ma si e sta, e j á a pt olo dez serpente do agora l eva quatro ca s ix as uma d en t ro de outras para te p ode r es ar rumar, com os rt ee es t u pide dez, as si em fi caras, a té ao dia q ue mor r e rá sd e s ua s to e ao s abe r es q eu m és, o q ue as si mna v id a per de st e, v id a é co isa sé ria para ser v iv id aa sé ria a bric na rp os n ada mais se ria doque bric n ar, v e j am as c rina sç as em se us en leio s, o u os gatos a de s fia ra e t r en id ana au s en cia de r elo dez x gi s oe em se us p u l s os, t ac, press sas, s ó bate r do cora sao ap r ess ado peel a br isa do am o r, q ua ndo te sin to em mim, e me s ub e por den t ro um i men so desejo de ti, um te rn no do desejo da t ua pr es en ç a, de p ar t u l h ar os dias e al ua c on ti goa te u l ado, hi s tor is de fantas maso us r emo ross, per ti nete q eu s tao ou o fantas mar e la tao real com o as mise ria s, q ue as si em se vin g avo s q ue pre t en de is viver em mur os q ue s epa ram o q ue n unc a e stá, me ll her se ria en tao me ab r ire s o sol h os, pe r ante o eve en t ual s us to, v id a é tudo, n ada de f o ra, ne m me s mo o q ue c h a mais de m orte, al i no tap pete do vi z in h oo ue x v z in h ode dec ima das f e sta sd os en ra ban ç as, t r emi minados em or gás mos, q ue di ze m al to e b om sam, f o da do traço da inglesa se, p leo na s tica di ze r, no mimi ino do en t en di em n tod as bea sta sa al i al g eu m um ar am e de ix o ua de s en h ar uma h ar ap a, e um p en ad e mate l ass, um sa uva p en a de um s u ave mate telas as, com a f al r de um ju la gam da am en to de alma, uma id en toca a u l t ima q ue me ap arc eu posta por mao humana, sas em c rie o ao l ado do g f o g a o em fr en te a o galo do red o dn om eu cora sao se f ec h o ua ave r, uma p en a ao l ado de uma harpa, as si em se mr e ac on tc e, p en sar q ue al g ode m al om en os b om p ode rá acontecer a primeira harpa, q ue é mu sic a e s im b olo e o lico da alma, uma pe q un a p en a br anca com la iv os negros, como a indica rac o r d alma ju l gada na bala ança da s l ama s, f ala ra eu em man dr agora, e no dia se gui n te ao en tr ar a ra pa riga inglesa e o ra p az do e x rec i to, os do is sa indo am me di ss e ram, v a i fi car s em os eu amigo, ami g o, p u t aqui da ue v os par rio
no noite que voltava das castanhas, na pampulha, sobre avenida infante santo , no eixo da ra telecom, uma pena de repente subiu vinda da estrada , da infante santo em baixo, subiu rápida no ceu da noite, masi um julgamento de uma alma, se fizera assim o soube ao instante, ou assim pretendia alguém encenar

no no it e ue vo l t ava das cas t anha sn a p am pulha, s ob rea v en id a in fan te s anto , no e ix o da ra tele con, uma p en a de r e pen te s ub i u v inda da est a rda , da in fan te san ti m em ba ix o, s ub o u ra pida no c eu da no i te, masi um ju l game en to de uma alma, se fi ze ra ss imo s o ub e ao ins t ante, o ua ss em pr e t en dia a gume en cen en ar

o quadrado do om do às das ca s t anha sc om dom id as, id do as da a l e ina ponte , da p am pulha , s e r p en te ob rea ave ni id da primeira da infante santo, fan da te sn to, no oe x é o da ar tele com, doc dc irc u lo do con , o est vaso do pido, pi do dó de uma p en ad e rato e p en te ser pen te ub bi iva vaso, v ss o inda da es t pr e me da ira da rda es ub u rá pida ano circulo do eu do ano no it ema maís um j vaso la ge mn te d e uma la ama, sef fi ze ra ss imo ser p en te d o circu lo do vaso duplo bea o si ns cruz ante

logo de seguida quem apareceu na tv , foi a bestinha com o ar de gremlin, do kremlin, o outrora portador do anel da irmandade, o jornalista e critico de cinema, irmão da felicia, que à tres luas atras no encontro com as tres raparigas , me aparecera como que vindo cheio de ganas para porrada, eu olhei, ali se desfez num puff, as suas ganas, uma besta tambem de um passe com castanhas em simetria, em dia seguido

l ogo de se guida q eu em ap arc eu na tv , f o ia b es tinha com o ar de g rem l indo k r emi l imo o u t ro ra porta dor do ane l da i ema n dade, o jo rna l ista e c r i tc ode cinema, o r mao da felicia, q ue em h á t r es l ua s at ra sn no en c on t roco com as t r es ra par rigas gás , me ap arc e ra com o q ue v indo che i ode g ana s para p os rr ada, eu o l hei, al ise de s fez n um f u ff, as s au sg ana s, uma b es sta t am b em de um p ass e com ca st n h as em si met ria, em dia se gui id dao

o u t ro ora ra p o rta dor do ane l, jo rna l ista e cri ti co ode dec dc circulo do ine ema , i rato da mão da f el e cia , o u ass si em mc rei o, ab e sta q ue no dia do en c on t roco om com as tres ra ap a rig gás, me ap rec eu , v indo no vaso maior do prime iro roi e ns t ante para da mim, com do om das sg anas de bate rato , q ue al in um p u ff se di iss sol vera ram

h aqui da ed de muitos ovos quadrado da ep circulo do is sna na tv dn e da ap ar rece vaso do forte ia quadrado do abdominavel home das neves, eu la segundo espanhol e tinha com da ar do gremlin do grémio, apv, do russo, q eu forte do circulo do ra p circulo rta dor da ane primeira do jo rna listas e critico de cinema rato da mao da felicia cia circulo usa sas em mc rei , abe sta q eu no dia dé en c t roco com do as das tres raparigas gás, me ap ar rece vaso indo dn primeiro ante do para da mim do com da gata ana sd e bate do rato eu al ino mp vaso do ferreira fernandes, sed di iss da vera do sol sm am

h aqui da ed de muitos ovos quadrado da ep circulo do is sna na tv dn ne da ap ar rece vaso do forte ia quadrado do andi mina ave l home das neves, eu la segundo espanhol e tinha com da ar do gre mi l in do grés mi o, apv, do russo, q eu forte do circulo do ra p circulo rta dor da ane primeira do jo rna listas e critico de cinema rato da mao da felicia cia circulo usa sas em mc rei , abe sta q eu no dia dé en c t roco com do as das tres raparigas gás, me ap ar rece vaso indo dn primeiro ante do para da mim do com da gata ana sd e bate do rato eu al ino mp vaso do fe rr e ria f e rena de s, sed di iss da vera do sol sm am

ainda uma nota sobre o video, cota de prata , é um vestido que eu comprei para cristina coutinho em madrid numa loja de um estilista que se chama puenta can, a ponte da cerveja do can, com da loja tambem em barcelona, é masi este segundo lugar que o primeiro que importa relativa a questão de beslan, a prova será depois apresentada no texto maior

a inda uma n ota s ob reo v id e o , c ota de par y t a , +e um v es t id o q ue eu co mp rei para ac r is t ina co u tinho em mad rid numa loja de um es t i l ista q ue sec hama p eu en t ac ana ponte da ce r veja do can, com da loja t am b em e m bar ce lo na, é masi este se gun d lu g ar que o pro rome rio q ue i mp porta r e la t iva a q us tao de b es lan, a pro ova se rá d ep o is ap r es en t ad ano e t x to maio maior rato

co ota de p art rat rta , é prime rio v es t id o q ue e vaso do co do com do om pr rei do para da primeira cristina co u tinho e m mad ad rid id dn um a loja ad e um estilista q ue sec h a m a de p ue en t ac can , a p o n t e d a ce rato do veja ado do doca can ,com do om da loja t am b em e maior em b a r c e l o n a , é m a si este segundo li gato ar, quadrado da eu circulo do primeiro o q ue im mp p o r t a
o t a serpente do r á da pida sd primeira ana lise do vaso do primeiro cruz do imo ove vaso id circulo é circulo ove st id circulo da ode ema al home circulo da ota de p art rta , é um vaso do e s cruz id o q ue e vaso do c o m p r e i para do ac r us t ina naco do co vaso do t in h oe em mad rid do dn primeira loja de primeiro do e s t e l ista aqui da eu da sec homem h mam d ep eu en t ac can , ap on ted ac e ar veja do can com da loja tambem em bra do celo em ema si este da se da g un di gi t ai u g ar, q ue o prime iro, o quadrado da ue em p o r t a

luxo, Senhora de meu Coraçao é o Amor, eu o mais rico dos seres porque me trás a Senhora em seu meu coraçao

luxo, Senhora, duas crianças morrerem a fome a cada dois segundo, duas batidas do uno coraçao,

luxo, Senhora verdadeira Beleza, a Nua que o Amor Trás Nua, Bela Como a Própria Lua


ah Senhora, que estranha ligação consigo meu peito, ainda ontem vos vi, com uma asa e uma cruz sobre seu peito lápis lazuli,, aqui se reflectia na foto que acabara de publicar com a asa vermelha, e o home da arvore no peito, que estava sentado, e que hoje está de novo em pé, como vos guardo sempre em meu peito, senhora, será pois conta antiga , que ainda será explicada em palavras mais detalhadas, obrigado pelo presente que ontem pela noite em imagens me chegou, dos livros antigos da inteligência

a h s en hora, q ue es t r anha liga ac acs sao c on sig o em me u pei to, a inda on te m v os vi, com uma asa e uma cruz s ob re se u pei to l a pi s la zuli , au ise rf e le ct tia ana f oto q ue ac ab ra de p ub l cia rc om a asa vermelha, e o h om e da arvore no pei to, q ue ss t av s en t ado, e q ue h oje e stá de n ovo em p é, com o vo s g ua r do se mp r e em me u pei to, s en hora, se rá p o is conta ant i g a , q ue a inda se rá e x p li c ad a em pala vaso do ra s mais d eta alha ada s, ob riga ado p elo dez pr es en te q ue on te mp e la no ite em mi mage ns me che g o u, do s l iv rosa ant i g os da intel i g en cia

e y be rato