domingo, agosto 30, 2009

Carolina
Que
Bela
Sois

C a r o c aro rol primeiro ina Q eu Be l a S o is

Hoje
Vos
Ouvi
Falar
E
Meus
Pelos
Se
Puseram
Em


H oje V os O v i F al ar E M e us P el o s Se P use ram Em P, é

Como
Vos
Trago
Em
Meu
Coraçao
Gentil
E
Doce
Senhora

Com o V os T rago Em Me u Cora sao G en t i l E Do ce S en hora

Vos
Ouvia
Falar
E
Vosso
V
Contar
Ecoava
Em
Mim

V os O u v ia Fal ar E V osso V C on tar E co ava Em Mim

Sempre
Me
Espanta
O
Amor
Sempre
Me
Espanto
Quando
O
Reconheço

Se mp re Me Es p a n t a O Am mor Se mp re Me Es pan to Qua ando O Rec on he ç o

É
Bom
Andar
Espantado
Ao
Amor
Pelo
Amor

É B om Ana ad ar Es pan t ad o A o Amo r P elo A mor

É
Como
Uma
Constante
Supressa

É Com o Uma Co ns t ante S u p r e s a

Uma
Bela
E
Agradável
Supressa

Uma B e l a E A g r a d ave l S u presa


Ao
Reconhecer
Em
Suas
Palavras
Fios
De
Uma
Mesma
Imagem

A o Rec on he cer Em S u as Pal v ra s Fi o s De Uma Me sm a Ima mage m

Escutei
Escuto
Pelo
Espirito

Es cu te i E s c v u to P elo Es pi rito

Estamos
Ligados

Est am os Lo g ad o s

Ontem
Me
Ficara
Tinindo
Uma
Outra
Frase
Que
Hoje
Soube
A
Quem
Se
Aplicava

On te m Me Fi cara Tin indo Uma O u t ra F r ase Q ie H oje S o ub e A Q u em Se Ap li c ava

O
Contentamento
De
Saber
Da
Beleza
E
Utilidade
Das
Estantes
Dos
Livros
E
Das
Memórias

O C on t en t ae mn to De, S ab e r, Da B e l e z a E U t i l id ad e D as Est ant es
D os L iv rosE D as Me mor ia s

Em
Verdade
Sim
Pois
São
Luz
Em
Exacta
Proporção
A
Luz
Do
Coraçao
De
Quem
Os
Fez

Em Ver dade Si m P o is São Luz Em E x ac t a Pro porção A Lux Do Cora são aco cao De Q u e m O s Fez

O
Cao
Ao
Final
Da
Tarde
Era
Trazido
Pela
Mao
Do
Homem

O Cao A o Fina al Da T arde Era T ra z id o P el a Mao Do Hi mem

Eu
Á
Frente
O
Ouvis
Arfar

Eu Á Fr en te O O uv is A rf a r


Um
Estranho
Arfar

Uma Est ra anho A r f a r

Dizia
A
Senhora
Que
Os
Dois
Acompanhava

Di z ia A S en hor a Q eu Os Do is A c m p anha ava

Muitos
Cheiros
Novos
Muitos
Sabores
Está
Muito
Exitado

mu u ts o Che iro s N ovos mu it os S ab o r es E stá Mui t o E x it ad o

sim
seria
verdade
a
ver
a
forma
como
ele
se
quis
lançar
a
um
plácido
gato
castanho
listrado
que
ali
estava
poisado
nos
barcos

si m s e ria ver d ad e ave ra forma com o l e sec q u is lan ç ar a um, plácido, p la acento acido id circulo do gato castanho lis t r ado q eu al i es tva p oi s a d o nós sb arco s

mas
a
corrente
era
de
elos
de
metal
e
estava
posta
em
forma
que
o
sufocava

masa corrente era de e l o s d e met al e es tva posta em forma q u ie o s u foca ava

e
se
bem
que
não
tenha
visto
nenhuma
correcção

e se b em q eu n cão vao ot en h a vi st o n en h uma co r reç sao

o
que
me
diz
tambem
de
uma
intenção
de
assim
mo
mostrar

o q eu me di z t am tambem de uma int en são de as s im m o mo st r ar um me sm o
di z ia a s en hor a com o s i mna , sin la ,al t ing y ang
s em s eu p es coco cortez
um
mesmo
dizia
a
senhora
com
o
sinal
ying
yang
em
seu
pescoço

a
frase
final
era
clara
dizia
quanto
mais
força
faz
mais
se
esgana

a fr ase fina l era clara, di z ia q a u n to m a i s for ç la f az maís ise e s g ana

ficara
a
ressoar
em
mim
como
garra
a
garra
que
se
esforçada
sufoca

fic ara da cara da primeira da ar do esso da ar em mim com do circulo da garra, a garra q ie se es fo ç a ad a s u foca, garra ap ar e c e r a z ua refer en cia no texto da vi a g em, uma das garras do c ds ou do ps a q u i no algarve

levava
eu

em
meu
pensamento
a
consciência
de
que
não
fora

um
leao
que
caíra

le eva ava eu em me u pen sam am en to a co ns c i e n cia de que n ão for a s ó
um lea o, q eu ca ira

pois
na
realidade
caíram
num
mesmo
tempo
outros
mais

p o is na re la id ad e ca iram nu p rim ero me sm o te mp o o u t r s maís

cuja
palavra
nem
tivera
ainda
o
tempo
da
evocação

c u j a p al av ra ane m t iv vera a inda o te mp o da e v o caçao

o
senhor
ex
presidente
da
correia
do
sul
a
que
chamavam
de
brilho
de
sol
ou
raio
de
sol
e
de
luz
que
como
o
sol
não
trás
fronteiras


o s en hor e x pr e s id dente en te da cor rei a d o sul a q eu c ham ava vam am de
br ilho de sol o u rai o de sol e de luz q eu com o o sol n ão t ra s fr on te ira s

pois
rezavam
letras
que
assim
era
conhecido
tambem
ao
norte

p o is r e z ava am vam letras, q eu as si m e r a c on he c id o tam am tambem
a o n o rte

estranha
imagem
em
seu
funeral

est ra anha i mag em e ms eu f un e r a al


um
brilho
no
carro
da
frente
no
para
choques

um br ilho no car ro da fr en te no para cho q u es

uma
estrutura
metálica
que
subia
em
vaso
de
fogo

uma e ts r u r a met al lica q eu s i b i a em vaso de fogo

que
depois
ecoou
em
homens
sanduíches
inventados
na
américa
no
tempo
da
grande
depressão

q eu d ep o is ecu o u e m h om en ns sand wich , w it h rich mich es in v en t ad os na am erica no t e mp o da g rande d e press são

o
outro
carro
atras
desenhando
um
semi
arco
e
se
vendo
no
chao
como
metade
de
penas
de
uma
seta
ou
um
esticador
que
se
usa
nos
cabos
electricos


o o u t ro c a r r o at ra s d es en h and o um s emi do arco mad rid, e se eve en do no cha o com o met ad e de p en as de uma s eta o u um est ti cado dor, q eu se usa nós cabos
el e c t ric os

sandwiche, me evocou ao momento da reverbaçao, a loja das sandes em campo de ourique e em outros lugares, mais uma ideia que eu trouxe de fora, e que alguém concretizou

sand wiche, bic, he do fic he, da wich, me evo co ua o mo men t o da r eve rba sao, a l i j a d as sand es em campo de ourique e em o ur o sl u g ares, mais uma id e ia q ue eu t ro u x e de for a, e q ue al gume c on c r e t iz o u

nesta
sequência
tambem
um
ou
dois
ainda
nem
ao
certo
o
entendi

ne s t a seq u en cia tam am tambem, um o u do is a inda n e m a o ce to o en t en di

um
ou
dois
ayatolis
do
conselho
superior
do
irao

umo u do is a y a t o lis do co nse l h o s u pe rito do oi do i r a o

praticamente
dele

vi
a
face
e
nela
vi
um
bom
homem
doce
e
suave

p ra ti c a m n te de le s ó vi a face e ne la vi um b om h om em do c e es u ave


tambem
de
cancro
ao
que
se
disse
e
se
escutou

tam am tambem dec anc ro a o q eu se di ss e e se es c u to u


pois
é
verdade
que
num
mundo
irmão
de
irmãos
nem
todos
são
conhecidos
em
igual
forma
muitas
das
vezes
pelas
ditas
distinções
que
alguns
criam

p o is é ve r d ad e q eu n um mundo i r mao de i r m a o s n e m todos são, c on he c id os em i g ual forma, mui t as d as v e z es p el as ditas di s tin ç o es q eu al gun ms c ria am iam

e
afastam
assim
os
homens
e
os
irmãos
e
sempre
mais
difícil
se
vive
a
paz

e a f as t am as s i m o s h om e n s e o s i r mao se sm rep maís di fic i l se t ron a ap az


nesta
linha
como
se
fosse
uma
suma

nest a linha com o se fosse, uma s uma

a
senhora
angela
em
israel
apontando
o
senhor
mais
ou
menos
em
posição
equivalente
a
ela
como
suas
maos
em
dia
antes

a s en hor a na g el a em is ra el ap on t ando o s en hor maís o u m en os em
psi são e qui iva l e n t e a e l a c om sa ua mais, em d a ia ant es

e
mais
uma
promessa
eventuais
sanções
contra
o
irao
se
prosseguir
o
seu
plano
nuclear
e
iniciativa
de
paz
de
israel
com
a
palestina

e m a i s uma pr me s as e v e n tua is san ç i e s contra o irao se pro s se gui ro s e u p lan ano primeiro nuc lea ar e inc i a t v a de paz de is ra el com a p a ç e s t ina

contudo
sobre
o
miolo
concreto
da
mudança
que
não
é
so
do
irao
sobre
a
questão
nuclear
da
forma
que
a
todos
relembrei
e
suas
bases
propus
nada
se
ouviu

c on tudo s ob re o milo do concreto, da mu dança q eu n ão é, s o do irao s ob re a q u es tao nuc lea ar da forma q eu a td os r e lem br ei e s u as b as es pro pus n ad a se
uv i u

assim
mais
parece
se
manter
o
limbo
nesta
capital
matéria
das
energias
e
da
paz
ou
das
constantes
tensões
e
dos
episódios
de
guerra

as si m mais pa rece se man gt e r o l im b o n e s t a capital mat e ria da s ene r gi as
e da p az o u d as co ns t ant es t en s o es e d os e pi s o dido s d e g eu r ra

hoje, aqui em salema, quando entrei, no café durante a tarde, de novo futebol no plasma, e um mesmo, logo um golo aconteceu, como em véspera, jogava ao que parece em directo, que muitas vezes dizem assim ser, mas na realidade não o é, bolton e o livpoll, assim estava grafado o segundo clube,

h o he, a qui em sal ema, qua ando en t rino ino do c a fé duran te a t arde, de n ovo futebol no da p l asma, e um me sm o, l ogo um g olo ac on tec eu, como em v es pera, j o g ava a o q ue pa rece em di rec to toque, mui t as v e z es di se m a as si m ser, mas na re la id ad e n cão o é, bo l ton e o l iv p o ll, as si m est ava g raf fado o se gun do c lube,

na realidade graficamente em toda a sua extensão, assim se lia, bolton com uma águia semelhante ao meu sinete, negra em fundo azul, do traço ingles do primeiro do traço inglês do circulo do liv poll, do pelicano da piscina, oli nono vaso da p da piscina, oo angulo, ang gula dez, pr ema fr lea g eu ba rc clay do circulo la y s do por sete zorro da cruz do primeiro de oitenta e oito, , angula do trinta e tres, doc, do bar do ra do dezoito, do steeel, do aço, ou dos aços, ou seja de uma dos amorins, bar rc cla y s car ar do franklin, fr ank l em do trovão, bolt, de novo a aparecer, ture , crus ur e br rc la y muamba, comida, congo kin da sacha, discoteca

na rea al id ad e g raf fic cam am nete em toda a s ua e x t en sao, as si maior da se l ia, bo l ton com uma g au ia semem l h net a om eu si nete, negra em fun do az u l, do t r aç p o i n g l es do primeiro do traço ingles k l es do circulo do l uv da poll, do pelicano da pi s cina, oli nono vaso da p da pi sc ina, oo angulo, ang gula dez, pr ema fr lea g eu ba rc clay do circulo la y s do por sete zorro da cruz do primeiro de oitenta e oito, , angula do t rin t a e t r es, doc, do bar do ra do dezoito, do st e eel, do aço, o u dos a ç os, o vaso use seja de uma dos am o rin s, bar rc c la y s car ar do fr a nk li m, fr ank l em do t rova circulo do vao bolt, de n ovo a ap recer, t ur e , c ru s ur e br rc la y muamba, com id a, c on g o kin da s ac h a, di s co teca

ah doce senhora de meu coraçao, hoje o dia aqui, estava na exacta memória dos verões de minha infância, o dia quente sem vento, e o mar, o mar senhora, que me resta na ausência de o ver a ele em teus olhos de teu coraçao, estava manso e espesso, como o sangue suave quente e doce lava que me corre nas veias, a tua ausência, ansiando-te, a cor senhora, entre o azul turquesa e a esmeralda, desci pela hora de almoço, e tomei depois o meu primeiro banho de mar, a lua vai crescendo no ceu, e agora que já passa da meia noite, de novo no ceu a estrela brilhante, lá em cima na direcção, sudoeste, e reparo que continua com as pontas brilhantes em tons de lápis lazuli, nela vejo em seu lado direito, como um vaso de tres deitado , e um delta na vertical por cima,

a hd o ce s en hor ad e me u cora sao, h oje o dia a qui, es tva na e x cat a m emo ria dos vaso ero es de min h a in fan cia, o dia q u en te se m v en to, e o m a r, o mar s en hor a, q ue me r e sta na a use en dn cia de o v e r a el e em te us ol h os de t eu cora sao, es tva man s oe es p esso, com oo sangue s u ava q u en te e do c e l ava q ue me cor rena s veias, a tua au use en cia, na si ando do traço da inglesa te, a c o r sem hor a, en t reo azul t ur q u e za e a es mer alda, d es sci p el a hor ad e a l moço, e tome id e posi om eu prime iro ban h o de mar, a l ua ava ai c rec en do n o c eu, e agora q ue j á spa s s a da me ia ano da noite, de n ovo no c eu a est r el a br ilha ante, l á em c ima na di rei sao, s u o do este, e r ep aro q ue c v on tin ua com as pontas br ilha sn t es em to ns de ç ap is l az u li, nel a ve joe ms eu lado di rei to, com o um vaso de t r es de it ad o , e um delta na v e r ti cal por rc c ima,

ah amada no café, que trás as gaiolas de pássaros, os dois periquitos no mesmo tom, mais tarde pela tarde começaram a namorar e se devam assim beijinhos, e cantaram para me chamar a atenção, assim te ouvi, dizer de teu amor e vontade, ao longe em que te manténs, amada porquê, sabes trazem as exactas mesma cores do mar e do dia de hoje, depois um deles, parecia que pulava no varão, mas o que era estranho é que parecia que o varão a subir e descer, de tal forma que me aproximei para melhor ver, e então vi que ele com seu bico, levantava por um pedaço , com insistência, a grade da gaiola, ah amada que quase me apeteceu ali solta-los

a h am ad ano do no do ca fé, q ue t ra s a s g a ola s de p ass aro s, os do is pr i quito s no me sm o tom, maís t arde p e l a t arde c oma ç aram a na mora re se d eva cm ava vam as si m bei jin h o se can t aram para me c ham mar a a t en sao, as si m te o uv i, di ze r det eu amo r e vontade, a o longe, em q ue te man t es, am ad a por q u ê, s ab es t ra ze ema s e x cat as me sm a cor es do m ar e do fia , fi ia dd dee h oje, d ep o is um del es, par e cia q ue p u l ava no v arao, maso q ue e ra e ts ra anho é q ue par e cia q ue o va aro a s ub ie e dd es cia, det al forma q ue me a por xi me i r a p ra mel h rover, e en tao vi q ue el e com s eu bi co, l eva vam am t ava por um pe dç sao , com is nsi t en cia, a g ra ad e da gai ola, a h am ad a q ue q ua ase me a pete c eu al i sol t a do traço ingles l os

e quando pelo final da tarde cheguei de novo ao café, assisti ao resto da chave que ali se desvelava naquele ovo cheio de gente, e com os futebolistas em ritmo possante, sempre a muito correrem, gosto do futebol ingles por isso mesmo, muitas corrida, muitos passes, simples , a espelhar um pouco o raguebi, me sentei na mesa a beber um café, na mesa de trás um senhor que eventualmente seria ingles via tambem jogo

e qua ad dn no p elo fina alda al ad da primeira trade, che g eu id e en ovo a o ca fé, assi ti ao r es to da c h ave q ue al ise d es vela ava na q u el e ovo ce he io de gente, e com os dos futebolistas, em ri t mo p os s ante, se mp rea am mui t o cor r e rem, g os to do futebol ingles, por iss om e sm o, mui t as cor rid a, mui t os p ass es, simples , a es pel h ar um poc u o hora rago eu e bi, me s en te ina mesa a b e be rum ca fe, na mesa det ra s um s en h roque eve en tua lem n te se ria ingles via t tam am tambem j ogo

olhava o logo do café na parede, feito em azulejos, fracturados, em forma masi um menos geométricas, amanha tirarei uma foto para que possas ver com os teus olhos, um sol, um traço como um espada, um barco negro com gaivotas como ondas do mar por baixo, tudo isto a reverbar na ligação que me emergira entre a face de ted e o desenho que dela fizera em meus papeis

o l h ava olo g o do ca ge na parede, fe it o em az u le j os, fr ac tura do s, em for mama si um men os ge o met ric as, am manha tir ar ei uma f oto para eu pp p ass as ver rc om os te y s ol h os, um sol, um t ra aço como um es pada, um bar c one negro com ba iv ot as c om o ondas do mar por ba iz o, tudo is to a r eve rba ar na liga sao q ue me e mer g ira en t rea f ax e de ted e o d es en h o q ue dl la fi ze ra em me us papa is

pelo espirito me dava conta que a imagem era a quebra do barco negro, e ou do mar tambem, pois ele está no mar que são gaivotas, um barco negro gai que fora quebrado, e surgira a consciência, ser do brasil ou com o brasil relacionado, e me recordei pela mosca que entretanto me mostrou, na borda da chávena a espuma cor de café com leite, da imagem da maré viva da ultima vez que aqui estivera, tambem com dor de dentes, e de imensa arte que nessa altura aqui era visível, e que aqui no Livro da Vida relatei

p elo es pit riot med v a conta q ue a i mage m er a aqui da eu br ad o barco negro, e o u do mar tam am tambem, p o is el e e stá no mar q ue são gai v ota s, um barco negro gai q ue for a q eu br adao, e s ur g ira a co ns c i e n cia, ser do brasil ou com do circulo do brasil re la cio n ado, e me recorde ip el primeira am mosca, q ue en t r eta an to me mos t runa bo rda da c h avena, a es puma cor de ca fé com leite, da i mage made ria da mar e vaso do iva da u l t ima ave z q ue a qui est i vera, tam am tambem com da dor de dentes, e de i mn sa da arte q ue ness a al tura a qui e ra v isi v el, e q ue a qu i no K L iv roda david id a r e la te i

a mosca me mostrara o pulso, e o joe el homem do circulo, das sandálias com tres garras vermelhas, de um senhor gravido com calções vermelhos e tronco nu, noa azulejos, o barco trás um nome, p salema, que está quase com as letras na mesma distancia, ou seja se le tambem ps alema, a fractura no barco negro, a gaivota ps alema

a mosca me mos t r ara o p u l s oe do circulo do joe el homem do circulo, das sand dálias da ar da aria da ria s dalia de dallas, com t r es garras vermelhas, de um s en hor g ar v id o com ca sç o es vermelhos e tor rn co nu, noa az u le j os, o barco t ra s um nome, p salema, q ue e stá q use com as letras na me sm a di s tan cia, o vaso seja se le t tam am tambem da ps alema, a fr ac tura no barco negro, a gai v ota ps al ema

se estava no preciso minuto noventa e cinco, ana nao , ano de noventa e cinco, e no minuto onze, ou seja o grupo do onze de noventa e cinco, a ligara ainda os fios recentes do tal bar aqui de que te falei, a bola entra na baliza, off side, vaso do persa da asia, um problema na imagem do plasma , que em mim declina em codec, ou sec do seja, cod do co de dez, dois mil e cinco, tsunami asiático, o do vaso digital, pois um problema de codec, é um problema de codificação, ou seja de falta de sincronismo, ou seja de tremor, e de arrasto, pois este preciso que a imagem aqui desvelou, se traduz em partes da imagem que ao se mover, como que frizam por um instante, e depois provoca uma espécie de arrasto, ou seja uma imagem muito semelhante, a da maré viva que aqui se reflectiu na ultima vez, e ainda do segundo tsunami, o da lama, o treinador, m mau pda equipe que foi penalizada, muito chateado, subiu as bancadas e lá ficou com simbolizando estar num pódio, um prémio, mas um mau prémio, depois o espirito me disse que o tal do vaso da asia , tinha sido afastado, ou se ia embora,


se est ava no pr e ciso, dent da teresa, min u to de noventa e cic canal lisboa, no, ana nau , ana do circulo do onze da ode noventa e c on co, e en o min u to do onze, o vaso use seja do circulo do dog do rup, o do onze de noventa e cinco, a l liga da gara a inda os fi os rec en t es do t al b ar a qui de q ue te f al lei ei, a b ola en t ra na b a l i z a, o ff s id e do side , vaso do persa da asia, um por rb l ema na i mage made ria do p la asma , q ue em mim dec lina em codec, o use sec do seja, cod do co de dez, codex, do is mi el da ilha c on co, ts un mai a si a toco, o do quadrado da ova do vaso di gita al, p o is um po rb e lam am de c o dec, é um po rb l ema de co di fic cc sao, co di fi caçao, o vaso use seja de f ak t ad e sin c ron i ms o, o u seja de t remo emo mor do tremor, e de ar rasto, p o is este pr e c is o q ue a i mage maqui d es velo lou, se t ra sd us em p arte s da i mage maior, q ue a o se m ove rc omo q ue fr iza am por um in s t ante, e d ep o is por v o ca uma es pe cie de ar rasto, o u seja uma ima mage m mui t o semem l h ante, a da mar e vaso do iva q ue a qui se refe l ct i un a u l tim ave ze a inda do segundo tsunami, o da lama, o t reina ina ad da dor, maior do mau pda e q u ipe q ue f oi ip da pena liza z ad a, mui t o c h a tea ad o, s ub iu as ban cada se l á fi co u com s im b o l iza n do est ra num pod is o, um pr emi oma s um ma u pr emi o, d ep o is o es pei to me di s sec q ue o t al da ova do vaso dada primeira sisa da serpente isa , tina h s id o a f as t ad o, o use ia em bora,

muito mais se lia no jogo, mas o importante se condensa nestas duas imagens, e já em expliquei a todos como se devem ver jogos e portanto quem quiser mais dados e rever a gravação, sendo que o primeiro golo, do bolton, seguido do zero ,e tambem referencia a dezembro, ou seja tsunami,

mui t o ma is se l ia no jogo, maso i m porta ante se c on d en sa nest as du as ima ge ns, e j á em e x p lic ue a to ds o com o se d eve maior ver j ogo se pr t anto eu m q u ise r mais dado se r eve vera ra da gravação, s en do q ue o prime iro g olo, do bo l ton, se g u o dodo z ero ,e ta tam am tambem refer en cia a dez em br o, ova do vaso use seja ts un ami,

este logo deste café, feito em pedaços de azulejos, e semelhante a um outro no nome de um restaurante, bóia, e calhou ter lá ido almoçar com meus pais neste dias e ontem, um pedaço de imagem ali se manifestou, trás o restaurante, uma varanda com janelas em vidro que se colocam abertas como folhas paralelas e perpendiculares , a varanda, como uma peça de vidro de um designer, uma mesa que esteve há muitos anos a venda na loja do manuel reis, com uns pés de metal, assim como uma espécie de barata mas ao contrario desta, obviamente as laminas estão separadas entre si, para puderem realizar a sua função

este logo, god este café, fe it o em pe dç o as de az u le jose se ml h ante a um, de outro nono med e um r es t au ra n te, boi a, e c al alho u teresa l á id o al mo ç ar com me us pais nest e dias e on te made ria, um ped dc cortez circulo, de i mage mali ise m ani f es t toy, t ra s o r es t au ra n te, uma varanda com jane la s em v id roque se c olo cam ab e rta sc omo f o l h as para lela se per rp e rn di cu l r es, primeira ava da varanda, com o uma p eça de v id ro de um de se i gn e rum a mesa q ue es tve h á ju it o a anos prime ria ave en da na loja do mane u l do reis, com un s p es de met al, as si mc omo uma e s p cie de barata mas masa o c on t ra rio de sta, ob via am men t as la am minas es tao s ep ar ad as em n t re si, para p u der rem rea l iza ra s ua fun sao

pois ali estava uma cunha de madeira em cima do parapeito, na linha do horizonte d mar, e um aviocar, ou algo assim semelhante, passou pelo horizonte paralelo a costa, primeiro para lagos e depois de novo para sagres, como se tratasse de um incendio, e recordamos eu e meu pai, o tal vaio de carreira que um dia pregou um imenso susto as gentes na praia da rocha, e relembramos os dois, que estávamos no mar no barco, quando ele começou naqueles testes de segurança, que não deviam ter sido ali feitos, e quando parecia ir amarar, eu que conduzia o barco, meu pai me disse, vamos para lá para salvar aquela gente, e assim virei , mas depois o aviao continuou nas brincadeiras, e rasastes a falésia da praia, que rasou por escassos metros, manobrando como um caça

p o is al i est ava um da cunha de made ira em c ima do para pei to na linha, do homem ori zon te e um avio car, o ual goa ss im semem l h na te, p ass o u p elo ho rio z n te para lelo a costa, prime iro para de lagos e d ep o is de n ovo para sagres, com o se t rat ass e de um inc cn de io, e rec o r dam am os eu e m eu pai, o t al v aio de carreira q ue um d ia prego uu mi men s o s us to as gentes na pr aia da roc h a, e r el em bras mos os do isque est tv amo s no mar no barco, qua ando el e com e ç o u na q u el es te st es de segur ança, q ue n cão de vaso iam teresa s id o al i feitos, e qua ano par e cia ir am ara r, eu q ue condo z ia o barco, me u pai me di ss e, eva amos para lá para s alva raquel la gente, e as si maior vi ire do rei , mas d ep o is o avia o c on ton o un as br inca de ira se ra s ant es a f al le z ia da p rai, q ue r az o u pro esca ss os metros, man o brando com do circulo do primeiro caça

me lembrei disto, agora, pois aqui a porta do quarto, abanou e me mostrou a lingueta de prata , equivalente a que se abrira em dia anterior referido em texto anterior, e a chave que esta pendurada na outra dentro da fechadura abana em forma suave, ou seja o anel das duas chaves da lingueta de prata do av maior, ou seja do maior do audiovisual, que se reflecte tambem numa das fotos em cima da chaise longa, um catálogo por debaixo do zoom da faca na liga, chaves tipo singer,

me l e m br ei do st o, agora, p o is aqui primeira do ia da porta do quarto, ab ban ano ue me m o t ro ua l in g u eta de p rata , e qui iva lente, i ne en te, a q ue se ab r ira em dia ante r ior refer id o em te x to ante r ior, e ac h ave q ue e sta ped dn ur ana da outra d en t roda da fec h ad ur a ab ana em for m s a uve, o vaso use seja do circulo co delta do anel da sd ua sc h ave es da li bg u eta de p rata do av maio ro vaso si use seja do ma iro do audiovisual, q ue ser efe l te t tam am tambem nu ma das f ot as em c ima da c h a ise longa, um cta do logo por de ba ix o do zo do om da fava na liga ca h vaso es t ip o sin ger,

quando agora o aviao passou, me pareceu ao inicio ser um c 130, e o curioso disto, é que lera uma noticia no jornal dos bandidos, onde alguém das forças armadas, contava das imensas malandrices que sempre esta panóplia sem excepção de políticos da treta, sempre fizeram e fazem relativos as forças armadas, e as outras, e dava conta inclusive que os c 13o nem podiam voar no espaço europeu pois não possuem equipamentos dentro das actuais normas de segurança, e relembrava que para irem levar tropas ao afeganistão, para isso serviam, e depois de mortos, se lhes dá muitas medalhas e se lhes fazem muitas laudas, que filhos da puta, sois, já para não falar na historia dos submarinos e de mais uma vasto conjunto de malandrices de negócios de cunhas e retornos diversos por baixo das mesas e do mexilhão que sempre se lixa, e me disse, o almoço ainda meu pai, que o tal piloto do de carreira foi depois castigado pelas manobras que fez

qua anda do agora do circulo do aviao, avia circulo p ass o u, me pa rece ua o in cio ser um c 13 0, e o c ur io s o di st o, é q ue le ra uma not ti cia no do jornal dos bandidos, onda al g eu made ria das for l ç as ar mad as, c on t ava das i men sas m al lan la rice s q ue se mp re e sta p ano p lia se m e x ce p sao de poli tico s da t r eta, se mp re f az ze ram e f az em r e la t iv os as forças arma sd as, e as das outras, e d ava conta inc l us iv e q ue os c 13 9 ne m pod dim v o ar no es paço eu rop eu p o is n cão p os s u em e q u ipa am men t os d en t roda s ac tua is norma s de segur ança, e r el em br ava q ue para ire m l eva r t rop as ao a f gn is tao, para iss o ser v iam, e de posi de mortos, se l h es d á mui t as med alha se s e l h es f az em mu it as laudas, q ue fil h os da puta, s o is, j á para n cão f al ar na hi s tori ad os s ub mario n s oe de ma s ia uma v as to c o n j un to de m al lan d ric es de n ego ciso de c unhas e re tornos de iv eros por ba ix o das mesa sed o mex ilha suc e se mp rese se da lixa e me iss em eu pai, q ue o t al pi loto d o d e car re ria f o i d ep o is cas tiga gado p el as man ano bras q ue fez

ou seja em síntese, nestes parágrafos se desvela que estamos perante um pro, e pelos ingredientes visíveis na historia, e pela queda da arriba, recente, que eventualmente estamos tambem a falar do mesmo da tal primeira experiência da onda no algarve, para alem de tudo o que nestes parágrafos se desvela

o use seja em sin te se, n best para g rafo s se d es vela q ue est amo s pe ra ante um pro, e p lo s l os i os ploc do plus, in g r de in t es v isi v eis na hi os t ira, e p el a queda da arriba, rec en te, q ue eve en tua lem n te est amos t tam am tambem a f al ar do me sm o da t al prime ira e x p er i e n cia da onda no al g rave, para al em de tudo o q ue nest es para g rafo s sed es vela

apeteceu-me hoje na bóia, ovos mexidos, que era um pequeno almoço que eu há muitos anos atras ia lá para comer, pois sempre gostei de pequenos almoços à inglesa, o senhor disse-me que so podia arranjar uma omeleta, pedi de cogumelos, ou seja uma historia antiga , talvez de noventa e cinco, como cogumelos, ou algo semelhante

ap pete tec eu do ponto rome da .me h oje na boi a, dos ovos mexidos, q ue e ra um pe q u en o al moço q ue eu h á um it os ano sat ra s ia l á pat ra co mer, p o is se mp re g os te id e pe q un os al moços à inglesa le sa, o s en hor di ss e do traço da inglesa lea me q ue s o pod ia ar ran ana rum a omo l eta, ped id e co gum melo , cds s, o use seja uma hi s tori a anto g a , t ak l v es de noventa e cinco, com o co g u melo s, o u al g o semem l h ante


querida doce senhora de meu coraçao, volto aos pormenores que ficaram em aberto relativo ao falecimento de ted, e da sua doença, pois estou convencido que o tumor foi provocado, volto tambem a ele, e menos aos outros senhores que aqui dei conta , tambem pelas razoes apresentadas, trago muito mais informação sobre ele do que sobre os outros, e depois trago tambem esta estranha ligação com ele, que mais uma vez emergira ao ler agora notícias sobre a sua vida, e as semelhanças, como o caso do carro no o pântano, e eu que tive tambem por mao alheia uma acidente em que me enfiei debaixo de uma ponte, mas ia sozinho, felizmente

q eu r dia do ce s en hor ad e me u cora sao, v o l to aos por men o r es q ue fi caram em ab e r tor e la t ivo ao f al le ce i mn t o de ted, e da s ua do ença, p o is est o u c on v en c id o q ue o t u mor f oi pro ovo cado, v o l tota am tambem a el e, e me nisa os de outros s en h ro es q ue a qui de i conta , tam am tambem p el as r az o es ap r e sena td as, t rago mui t o mais in for maçao s ob re el e do q ue s ob reo s outros, e d ep o is t rago t tam am tambem e sta es t ra anha liga sao com ele, q ue mais uma ave z e mer rf ira a o ler agora not tica ss ob rea s au v id a, e as semem l h anç cortez as, com o do circulo do caso do carro no o p anta ano, e eu q ue t iv eta tata am tambem por ma al alhe ira uma c id en te em q ue me en f e i r de ba is o de um ap on te, mas ia s oz in h o, ge liz mente

na realidade, eu próprio senti, dores na cabeça, ao mesmo tempo dele, quando o tumor s desenvolveu nesta ultima fase, provocadas directamente pela dor do dente que trago, mas não deixei pela consciência de estabelecer um paralelo, e tambem por conversas que se deram pelo espirito que tanto poderão ter sido com ele ou não sobre esse assunto, que ra basicamente, me dando conta de que tinha sido infectado propositadamente, se bem que tudo isto se explane em outros sentidos, alguns já aqui aflorados em textos recentes

na re la id ad e, eu pro pe io s en ti, dor es na cab eça, ao me sm o te mp o de le, qua ando o t umo mor s d es en volve u nest a u l t ima f az e, pro ovo cada s di rec cta tam am mn te p el a dor do d en te q ue t rago, mas n cão de ix e ip el a co ns ci e n cia de e stab e le ser um para lelo, e ta tam am tambem por c on versa s q ue se der am p elo es pei t io q ue t anto pode ra o teresa s id o com el e o u n cão s ob re ess e as s un toque ra b a sic am que mente, me dand o conta de q ue t ina h s id o in f e cta ad o pr ep posi t ad dama am dam que mente, se b em q ue t u d is to se e x p la ne em outros s en t id os, al gu sm j á a qui a flor ad os em te x t os rec en t es

e ouve ainda o passe recente com o gatinho que acabou por me falecer nos braços, e que remetia para dentes, que por sal vez quando não tratados podem até dar origem a infecções e mazelas no cérebro

e o uve aida o p ass e rec en te c om o gatinho q ue aca bo u por me f al e ser nós br aços, e q ue reme t ia para d en t es, q ue por s al v e z qua ando n cão t rat ad os pod em a té d ar o rige ema prime ria in fe ç o es e m az el as no ce rb r o

depois se deu uma coisa muito estranha, pois como todos o sabem, a minha correspondência electrónica não é so controlada como desviada, e de repente um destes dias , uma antiga caixa de correio da tv cabo, que nem devia existir, posi não trago nenhum contracto de serviços com eles, ou seja, que deve existir porque assim sabem do meu correio, derramou, é literalmente o termo, cerca de trezentos e mail s de uma so vez na meu outlook, eu espantado a ver aquilo tudo chegar

d ep o is se d eu uma co isa mui t o est ra anha, p o is com o todos o s ab ema am min h a co rr es pon d ec ia e le t ron i ca n cão é s o c on t r ola ad ac omo d es via ad a, e de r ep en te um de ste serpentes do dias, psd, uma antiga ca ix ad e co rato do rei , o do circulo da tv cabo, q ue ne maior d e v ia existir, posi n cão t rago n en h um c on t ra acto de serviços com el es, o vaso use seja, q ue d eve existir por q ue as si m s ab e m do m eu cor rei io, der ram ou , é lite rale mn te o te rm o, cerca de t r e z en to ze mai l s de um as ove z na me u o u t l o kapa, eu es p anta ad o ave r a q u il o tudo c h ega ar


na verdade amada, não trazem cartinha de amor teu, e portanto nem razão de ler a maior parte daquelas mensagem que são em seu grosso na aparência, tretas de spam, mas sempre fui abrindo assim mais ou menos ao calhas, quanto sempre o é e não é, e me dei com um curioso, de relógios, assim uns relógios grandes, com uma estranha legenda, pois dizia, que eles poderiam ser ainda maiores, e já pareciam imensos em seu tamanho

na ave v e rda de am ad a, n cão t ra ze m c art das tinhas de amo mor teresa ue porta n gt one m ra z a o dele ra maior da p arte daquelas mensagens, pelos visto existe um cabra especializado em arte através das ditas, canal lisboa, grupo pt, q ue são em s eu g rosso t r eta s de sapa am, mas se mp r e f u i ab r indo as si m mais o um en os sao c l h as, qa un to se mp r e o é en cão é, e me de i com um c ur io s ode r elo g is o, as si m uns r elo gi os g rand es, com uam e t s ra anha le g en da, p o is di z ia, q ue el es pode r iam ser a inda maio r es, e já par e c iam i men s os em s eu t am anho

nessa noite ou na tarde seguinte que agora não me recordo ao certo, ao balcão do café da estação, um belo rapaz africano, face esguia e aquilino em seus traços, trazia um relógio semelhante, pela excessiva dimensao, e por debaixo dele, uma pulseira com motivos geométricos do labirinto, que remete para troia, e civilização helénica, e hércules, as formas que enrolam em quadrado e que depois me sequência, vi numa imagem do ted numa parede por detrás, este e um outro símbolo que agora de novo aqui apareceu, em duas portas,

ness primeira do ano da noite, o un a t arde se gui int e q ue agora n cão me record o a o ce rt o, ao bal cao do ca fé da e ts sao, um b elo r ap az a fr i cano, face es guia do aquilino, e ms u es tr as ç os, t ra z ia um r elo gi o semem l h ante, p el a e x c ess iva da dimensao, loja, e por de ba ix o de le, uma p u l se ira com m ot ivo s geo met ricos do l ab r i rn to, que reme teresa para de troia, e c iv i l iza sao helen nica, e her cu l es, às das formas q ue en rol lam am em quadrado e q ue d ep o is me se u q u en cia, vi nu mai i mage mad ria do ted nu ma pa red por det ra s, este e um oi u t ro s im b olo q ue agora de n ovo a qui ap ar e c eu, em du as do portas

achara estranho aquilo ao seu acontecer, um qualquer estranho perfume dali se elevara ao momento, e pela noite, ao ler um texto, o percebi, como sempre tudo se desvela, se focarmos a atenção nem que seja pela estranheza do que se manifesta ao caminho

ac hara est ra anho aquilo a o s eu acontecer, um q ua l q eu r es t r anho pe rf um e dali se el eva ra ao mo men to, e p el a noite, ao l e rum texto, o per cebi, com o se mp r e tudo se d es vela, se foca car mosa a t en são cortez ne m q ue seja p el a est ra anhe za do q ue se m ani festa ao ca mi un h o

pois um mecanismo se desvelava nesse texto, que poderia de alguma forma e em parte, desvelar a intenção do passe, dizem as letras que quando algo te é roubado podes fazer uma transferência de vontade, para por exemplo um objecto, como um relógio, assim expressamente está escrito, e que ao ser feita, assim, o recuperas, um relógio que se pressupõem , então ser, de essa pessoa, da pessoa que te roubou alguma coisa,

p o is um meca ni s mo se d es vela ava ness e texto, q ue pode ria de al gum a forma e em p arte, d es vela ra in t en ç o ad o passe, di z em as letras q ue qua ando al g o te é ro ub ad o pod es f az e rum a t ra sn feren cia de vontade, para por e x e mp lo um ob ject o , com o um r el o g io, as si m e x press sam am que mente e stá es c rito, e q ue a o ser feita, as si mo rec u peras, um r elo g io q ue se pr ess u pe om , en tao ser, de ess a p esso ad da primeira da pessoa, q ue te r o ub o ual gum ac circulo da isa,

ora, como eu não trazia vontade naquele momento de recuperar algo dessa forma, nem tinha ainda lido, estas linhas, me disse e digo, que um passe desta natureza, certamente invertido, foi ali tentado ser feito, depois de seguida a tal frase no fina, da corrida do bolt, que de alguma forma ecoara nisto,

o ra, c omo eu n cão t ra z ia vontade na q u e le mo men to de rec u pera r al g o d dessa forma, ne made ria da tinha a inda do lido, cinema, est às das linhas, me di s see di g o, q ue um p ass e de sta na ture za, ce rta tam am que mente invertido, f oi al i t en t ado ser feito, d ep o is de se guida a t al fr ase no fina, da cor r id a do bolt, q ue de al gum a forma e co ara ni s t o


continua...








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