domingo, fevereiro 08, 2009

Ainda sobre a imagem na russia do cherne com o putin, a estrela era amarela, as cores vermelhas e azuis em bico dispostas, assim se falaria de terra ao lado daquela que no texto se desvelou com relaçao ao beslan, embora as cores fossem da própria terra

A inda s ob rea i mage mna ru s sia do che rn e com o putin, a es t r e la e ra am ar e la, as co r es vermelhas e az u is em bico de isi ip pt as, de sis tais, de sis tias, de sis ti s , de bil it as, de iss cruz as, ass em se f ala ria de terra ao l ado da q eu e aqui da ue no do texto se de es velo lou com da relaçao ao bes primeiro da lan em bora as co r es f os em da pr ip ria da terra


Ah doce amada, amadinha de meu coraçao, o dia nasce, tranquilo nesta manha de domingo, a cor do ceu, perfeito lápis lazuli, um risco alto branco no ceu, como uma vareta me mostra assim o olhar

A hd o ce am ad a, am ad da dinha de me u cora sao, o dia na sc e, t ra n ki lo nest a manha de domingo, ac acor do ceu, per rf e i to l a pi s das lapas, la ti s, la is, l a zuli, um r isco al to br anco no c eu, com o uma v ar eta me mos t ra ass imo olhar

Desci a comprar cigarretes, o espirito me desvelou que havia x num do az, relativo à imagem dos leões na duas rodas da vida, depois no jardim do império a ver o azul turquesa do ceu, um pássaro e as pombas assim me contaram

De sci a com pr ar cigar r e te s, o es + ee rito me d es v e li u q ue h avia x num do az, r e la t iv o à e mage madeira dos leões na du as das rodas da vida, d ep o is do no do jardim do i mp é rio a ve ero az u l t ur q eu sa doc eu, um p ass aro e as p om ba s as si em me c on tara am

O passarinho redondinho, como gravido de amor, poisava no base do obelisco, da fonte dos quatro cantos do mundo, imitava um colibri, e voava como batendo assim meio bêbado no cubo da base por cima do lençol da agua, um corvo me mostrou a carta que levava no bico

O p ass a rinho red don din h o, com o g rav id ode am o rp p o isa ava no b ase do ob lis co do isco da fonte dos quatro cantos do mundo, i mit ava primeiro colibri, e vo ava com o bar t en do as se em mei o be ba dom no do cubo da base por c ima do l en co l da agua, primeiro corvo me mos t ria a c a rta q ue l eva ava no do bico

Depois me mostrou o cordame da base do tritao de este e o peixe assim meio cherne que nasce ao lado da orelha direita dele, o cordame, são tambem ondas de mar, o que remete para um novo fio de uma imagem da rocha do conde de obidos, aqui no cais, que ainda não está transcrita, mas que os bandidos que levaram o meu caderno, já terao em parte acesso

D ep o is me mos t ro u o cor dame da b ase do t rita tao de este e o peixe ass em mei o cherne q ue na sc e aol ado da orelha di rei t a dele, o co r dame, são t am b em ondas de mar, o q ue reme te para primeiro n ovo fi ode uma mai mage madeira da made da ria da rocha do conde de ob id os, aqui no do cais, q ue a inda n cão e stá t ra sn c rta, masque os dos bandidos q ue l eva ram om eu cade r no, j á te ra oe em p arte ac ess o


Uma pomba, poisando debaixo da estrela da igreja, pelas seis horas, me mostrou o II do semi arco da janela que faz dois triângulos juntos de agua, que se unem na sua vertical, imagem da pata da galinha do tritao, cuja assinatura se desvela no ultimo video,

Uma pomba, p o isa sand o de ba ix o da estrela da igreja, pe l ase is hor as, me mos t ro u o II do s emi arco da jane la q ue f az do is t rian g u l s o j un t os de agua, q ue se un em na s ua v e rt ti c al, e mage madeira da pata da gal da linha do t rita tao, cu j a as sin a tura se d es vela no u l t imo v id e o,

Uma outra poisando sobre as aguas, por um instante me mostrou o bico da quilha das ondas, em perfeita imago mundi espelhada entre o ceu e as aguas do mar, um cisne, do bico do terceiro invertido, que ecoa na imagem ultima assim que aqui esta referenciada no texto maior anterior hoje publicado do image bank, a p , é a sys do jet laranja e branco que vai agora no ceu a passar

U am o vaso da cruz ra p o isa sand o s ob rea s aguas, por um ins t ante me mos t ro u o bico da q u ilha das ondas, em pe rf e i ta e mago mu di es pe la hd a en t reo c eu e as das aguas do mar, um c sin e, do bid o do te rc e i o in verte id o, q ue e coa na e mage made ria u l t ima ass em q ue aqui e sta r efe r en cia ada ano te x to maior ante rio rato h o j me pub li cado do e mage ban kapa, a p , é a s y s d o jet laranja en ra anc o q ue eva e agora no c eu a p ass ar
A Uma Visitante

mesmo se a neve estrelasse a tua fonte
Eu far-te-ia ,minha querida , mercês e visitas
De onde nasce a beleza da linguagem límpida?
O sortilégio está nas sandálias da frase
Veludo sombrio sobre a seda da nostalgia
Contorno miraculoso do sinta
Linha encurvada como em desespero
Ela abafa o ritmo pela simples presença
Segredo do mais secreto mistério
Ao invés dos biombos, vozes dos paraísos perdidos
No maravilhoso escondido profundo , eis
O brilho das significações primeiras
Pérolas escapadas dos enfiadores de rimas
Eis que disse me ofereces os mares
Com este percurso longo de intenções desejadas
Oferenda velada sob um rosto puro

Bsihr fârês,
Egipto

A Uma V isi t ante Emo sea ene n eve es t r e l ass e a t ua fonte Eu f ar do traço da inglesa ted o do traço da inglesa ia ,min h a q eu rid a , mer c ê se v isi t as de onda na sc e a beleza da l in g ua ge mel i mp pida foice os o rt i l é gi o e stá nas sand dálias da fr ase
V e l u do s om br rio s ob rea seda da no st al g ia c on ton ro mira x cu l oso do sin lalinha en cu r v ada com oe em de see pe ra o e la ab a fa o tir mo pe l a si mp l es pr es ença se g red o do maís sec r e to mis té rio ao in v es dos di om bo s, v o ze sd os pari s o as per dido s no mara vi l h oso es cin dido pro f un do , e is o br ilho das si gn ni fi caçoes prime iras pé rolas esca pada sd os e fia dor es de r ima se is q ue di s se me o fere ce es os mar es com est e per curs o l on d ode in t en ç o es de sej ada s o fer en da v e lada s ob um o r st o p ur o B si h rf ar ê s, E gi pt o
tiger tiger, burning brigth
in the forest of the nigth
william blake
Os filhos da puta do sis, vieram cá copiar um dos últimos cadernos com inicio de data de quatorze de janeiro deste ano, e depois tornaram-no a cá por, filhos da puta, que nem olhos tem por vós próprios, ardereis no inferno a proporção exacta em que algum mal fizerdes a um inocente que seja com base na informação ainda não tornada publica, constante neste caderno, avisado estais, a espada, sobre vossas cabeças, o da cobra da estrela, tanto é o vosso medo, meus cabrões, hoje ao jantar na rtp, davam conta os procuradores, que andavam por sua vez espiados pelos, sis, di ps puta da oto, di ria, o cabrão da concorrência, que trazem chave de minha casa, seus filhos da puta


Os fi primeiro homem o da puta do sis, vi e ram circulo à co pi ar um dos u primeiro cruz imo serpente cade rn soc do om in e cio de data de quadrado au tor ze de jane iro deste ano, e d ep o is tor na rato az maior do traço do ingles no a primeira cá por, fi primeiro homem os da puta, quadrado ue ne we em olhos te mp por vaso os pr ip roi a ass, arde reis no in fe rn o a pro pr oo sao e x ac ta em quadrado ue al gum a ml la fi ze rato de sa um ino cente quadrado ue seja com base na in for maçao a inda n cão tor n ada publica, co ns cruz ante en neste este cade reno, av isa sado est a isa espada, serpente ob rato e v os sas cabe da bessa, o da cobra da estrela, cruz ant o é o vo ss dom e do, me su circulo ab br o es, homem o e j ao j antar na rato tp, d ava vam conta os dos procuradores, quadrado ue anda ava vam por serpente ua ave z e spa id os dos pelos do sis, di ps puta da oto, di rato ira, o circulo abrao da circulo on co rr en cia, quadrado ue cruz ra ze maior ch ave de min homem ac asa, se us fi primeiro homem os da puta

Ao norte, no kremlin, que aqui se reflecte em nome de discoteca ali na vinte e quatro de junho relacionado com os leos riscados da alva galáxia, , e dos eventos no Livro da Vida descritos, o cherne ao alo de putin entre duas colunas do templo brancas, com veios como rodas da vida as camadas na vertical, a conversa versara diversas coisas, um desencontro na aparência havia sobre os direitos humanos, e sua aplicação a grande matança na neve das crianças,

Ao norte, no k r emi l inc, quadrado da ue aqui ser efe primeiro circulo da cruz e em no me de di sc o tec e al ina vinte e quadrado da au cruz do ro de j un hor e la cio em ado com se leo serpente rata da isca dos da alva gal ax ia, , e do serpente da eve en ts on circulo do L da cruz vaso ro davi sexto da de sc ritos, doc ur circulo do delta da capa do p rim ero do circulo dez do cherne ao alo de putin en t red ua sc co primeiro un as do te mp dez br rn aca sc om dos veios com o rodas da vaso da id primeira as cam ada sn ave rt ti circulo da al, ac em versa vaso e rata sara quadrado do iv veras co isas, um de sec non tor na a ap rec en ia h avia s ob reo s di rie oto s humanos, e s ua ap lica caçao a g rande matança na muito vaso e das circulo ratas ian circulo de corte as,

Em cada um das colunas das duas rodas da vida, duas ampulhetas, ou dos clepsidras doiradas, como a propor uma interpretação

Em circulo da ada um das co do prime rio un as das du as das rodas da vida, du as am mp vaso do primeiro homem etas, ou dos cle do ps das hidras da di dr as do iradas, com o a pro pr o r uam inter pr eta sao

O cherne as paginas tantas como os óculos, que como óculos poderia ser todos e os meus tambem, ao que em minha ultima alocução, quando os procurava dissera vou buscar o raio dos óculos, ou o circulo do raio da rai da visao, o raio ligado à casa da visao italiana, para melhor dizer

Circulo do cherne as da pa das gina serpentes das t antas com o os dos óculos, q ue com oo cu l os poe das rias ser to ds, e os me us tam be ,mao q ue em min h a u l t ima al o u coc da sao, q u ando so pro cura ra, di serpente da se ra vaso circulo do ub y sc ar o a rai o dos ov fiat culo serpente, circulo do vaso do c irc uk lo do raio da rai da visao, o raio li gado à c asa da vi sao italiana, para mel hor di zorro do we rato

O cherne dava a indicação, em sue falar de peixe de profundidade, de postas grandes e saborosas, ao gosto do palato do ceu da boca, o ceu , amada , onde eu gosto em beijos de morar, morar de lingua colada, molhada, ali estava figuração da balança, coma espada erguida

Circulo do cherne d ava a indica caçao, em serpente do ue f al rato de peixe de pro f un di dade, das postas g rand espanholas e s ab o rosas, ao g os ti do pala to doc eu da boca, do circulo do ceu , am ada , onda eu g os to em me mu bei j os de mora rato, mora rato do aro de l in g ua colada, mi l h ada, al i e stav ava fu g ur da ue raçao da balança, com da primeira es pada e r guida

Me pergunto, erguida contra quem, contra o brasil, ou contra italia, pois duas são as possibilidades que os senhores figuravam em seu dizer, e que por sua vez z se encaixam nos fios últimos

Me per gun to, e r guida c em cruz rac quadrado do eu em contra do circulo do brasil, o vaso do contra da italia, p o is duas são as p os sibil bil dia d es q ue serpenet do os serpente en hor espanhola do fi forte do ur da ava am em serpente do eu di ze rec quadrado da ue por serpenet da ua ave zz, vaso da espanhola da spa da se da en caixa am nos fi os vaso do p rie miro cruz imo serpente

Os que ontem momentaneamente não encontrara, pi pim pois estavam em mim, num sitio onde nas vezes o trago, um dia , presos na minha gola, por dentro do casaco que agora trago as riscas cinzas e pretas, onde se desvelara a garra do dinausaurio, o toiro, e a face do falo das duas galinhas, a face do falo das galinhas do leito, do casamento entre o ceu e terra, pois assim os trago eu, verticais, uma lente para cima , outra para baixo, duas vesicas de leitura, unidas por um semi arco do nariz em seu meio, o nariz grande do diabo, como na terra, o ceu, como no ceu a terra, a ligação, o cordão tripartido de sangue entrançado, que ligou outrora por volta da terrível desgraça de beslan, a terra e o ceu

Os q ue on te m mo men t ane primeira que mente do n cão en c on t r ar ap do pi ip em p o is e sta vam em mim, nu m si tio onda ana s v e ze s ot rago, primeiro dia , pr es os na min h a g ola, por dento dd o ca do saco q ue agora t argo as r isca s cin za zorro da se pr eta s, onda se de s vela lara primeira garra do dina usa u iro, o toiro, e primeira da face do falo das du as das galinhas, a face do falo das galinhas do leito, do ca sam en to en t reo c eu e terra, p o is ass em os t rago eu, v eri ca si, primeira lente para do c ima , u do delta da cruz do ra do para do ba ix o, du as das ave sicas de leitura, o uni da s por um s emi arco don ar uz em s eu mei o, com on primeira da terra, o c eu, com o no c eu a terra, a li g ac são da ligação, o co raro do dao t rip art id o de sangue en t ra ança do, q ue ligou outrora por vo l at da teri iv el de sg r aça de bes lan, a terra e o circulo do c eu

Um livro está em cima da chaise longue neste ultimo video, um livro de capa vermelha, onde por uns instante poisaram as duas gravuras que nele aparecem, e que ficaram em arco sobre ele, o livro com o um paralelepípedo cor de sangue que eleva dois semi arcos, um num lago, outro, da nossa senhora e do menino do louvre , paris,, e uma vara que as paginas tantas por un instante ao chao cai,

Um primeiro iv ro e stá se em circulo ima da ch a ise longue neste vaso do primeiro da ultima cruz imo vaso id e o, primeiro duplo, iv rode da ode da capa vermelha, on d ep o r un sin s t ante posi aram as du as das gravuras, q ue ne le ap arc em, me q ue f u caram em arco s ob reel e, o l iv ro com do circulo do prime rio da para le l ip da pie deo cor de sangue q ue el eva do is s emi arcos, um nu ml lago, mo u t ro, da nossa senhora e do me s nino, e primeira do vara q ue as pa ginas das ceu das antas por un in s t ante ao chao ca i,

Foi abri-lo, ao calha quanto o calhas, calha sempre O Ser

F o ia ab br e traço do primeiro do circulo , aoc alha q au un to do circulo do calhas, c alha se mp reo, Ser

Abriu-se ao mesmo tempo em dois pedaços, como nas vezes acontece, um dedo mais afoito abre um sulco primeiro nas paginas , mas os outros ligados, como se prendem em outras, e quando assim é, o espírito assim nos diz, que um tem que ser lido com o outro, que ambos farão sentido comulativo

Ab rio do traço da inglesa se a o m es mo te mp o em do is peda aços, com on as v e ze a ac on tc ess e, prik me rio primeiro dedo do mai afoito ab re um sul con prime iro nas pa gina s , masos o u t ros ligados, com o se pr en de me em outras, e q ua ando ass em é, o es pei rt o ass em nos di zorro, q ue um te m que ser do lido com do outro, q ue am bo s f arao s en t id o com mula da cruz tivo

Não me recordo agora em exacto o que nele consultei da ultima vez, para ter assim ficado na chaise, ao lado de bandas desenhadas, a rosa da abissínia, onde um aviao ressoa, de alguma forma na segunda parte da universal guerra, que fotografara tambem no cartaz do filme da bela kidman, em bee Belém, a rosa da abissínia, da mora de la fuente, da fonte, ala litotia primeira coluna do losango, e , italiana cruz tim, terceiro caça de duas asas na floresta maldita, ratata tatataat, metralha o aviao a rapariga ruiva que com outro leva um aviador ferido, ac segundo fiat, o abutre , assim o chama , o junker branco da cruz vermelha, nk mar vermelho nos finais do outono de trinta e nove, la di sperata dos piratas da caveira negra e branca, por baixo, jessica blandy, do cio da andança das danças, por portugal, lembra-te de enola gay, du faux renard, ou da falsa raposa, e ainda por baixo, edika, infinito ts h a w do fluide glacial, do film primeiro do imagem bank, em logo de imago mundi, negro sobre o sol no ceu, branco em terra negra invertido, i w triângulo de agia fechado, como o que aparecera em fatima na viagem dos pais da maddie, ge, segundo triângulo das aguas fechado , n invertido, como no name boy, kapa, da kapa, do grupo kapa, i outra discoteca de um mesmo grupo em frente ao kremlin, da visao da doença da arvora da humanidade, dentro dos aqaurios, uma imagem relativa tambem pela sua natureza à cabala

N cão me record do circulo do agora em e x ac top o q u en ne le cos n u l teia da u l tima ave zorro , para te rato q ss em fi cado na ch a i use, ao l do de bandas desenhadas, primeira rosa da ab iss si ni a, onda primeiro aviao r esso ad e al gum primeira forma na se gun da p arte da uni v e sal g eu rr az, q ue f oto g rafa ra t am b em no do cartaz do fi primeiro da meda da bela kidman, em bee be l en, primeira rosa da ab iss oni ia, da mora de la fuente, do fonte, o cabrão do ramon da efe, al a lito tia primeira coluna do losango, e , it a lina o cruz tim, t rec e iro caça de du as das asas na flor e sta maldita, rata tata tat a at, metralha do circulo do aviao a ra p riga da ruiva q ue com o u t ro le bva primeiro aviador ferido, ac segundo fiat, o ab u t rea s simo chama , o j un k e r bar rn co da c e rato uz vermelha, nk mar vermelho nos fi na si do o u tun o de t rin ta e n ove, la di sp e rata dos piratas da caveira negra e br anca, por ba ix o, je s sica b lan d y, l em bra do traço da inglesa te de en ola gay, du f au z x renard, ou da f al sa ra pao sa, e a inda por ba ix o, e di ka, in f un to ts h a w do f u lide gal cia do primeiro, do fi lm prime iro do imagem ban kapa, e ml onze ogo de imago mundi, negro s ob reo sol no c eu, branco em terra negra invertido, i w t r ian g uk o de a gi a fe ch ado, com oo q ue pa arc er a em fatima na vi a ge m di spa is da mad die, ge, se gun do t r ian gula das aguas f e ch ado , n in verte id, com on o na me do boy kapa da, da kapa, do g up do circulo da kapa, e outra di co teca de um me s mo g rupo em fr en te a o k r emi l in, da visao da do en aça da ar vo ra da humanidade, de bt da rod dos a q au t rios, uma imagem r e la t iva t am b em pe l as ua nat ur e za à ca do ab da bala da cabala

Ao lado repousa uma pilha de livros , outros, o lugar do anjo do eduardo lourenço, ou do eduardo do lourenço, do ourobos em símbolo yin yan, leonor de távora, o tempo da ira, alento danças ocultas de jorge piras, , a antologia poética de torga , e agostinho da silva, ensaios filosóficos, que consultara sobre os seus texto de diálogos com gregos quando das ultimas confusões na grecia, com a morte de uma criança por um policia

Aol ado r ep o usa primeira da p da ilha de l iv ros , outros, o lu g ar do anjo do edu ard o lou r en co, ou do eduardo do lourenço, do o ur ub os em s im b olo do delta in y a gn, leo no rato de t avo ra, o te mp o da ira, al en to das danças ocultas de jorge p ira sa n t olo gi a poe etic ad e tor g a , e agostinho da silvam da en sao sw os fi l os o fi cos, q ue c on sul tara s ob reo s se us texto de dia l ogo sc om ger g os q ua ando das u l t ima s c on f u s o es na gre cia, com da primeira am orte de uma c r iança por primeiro poli cia

livros estes fora de campo, ou seja no campo circundante deste enquadrar, que é desvelado neste ultimo video

Rod os est es for ad e cam p o, oe vaso do seja no cam po cir c un dante de ste e cna u dr ar, q ue é de s vela ado nest e u l t imo di id deo

O livro vermelho , é um dicionário da mitologia grega romana, de pierre grimal, onde o pedro dourado, participou, como revisor, o pedro , amado do pestalozzi, que já se foi daqui, e aqui neste livro da vida, outrora também evocado, em sua capa uma gravura a preto e branco com oito ondas vermelhas em sua base do guerreiro que de escudo e lança , luta contra o minotauro cuja mao, e a a figuração da luva e da cobra como é visível, na imagem do video, o da cobra da estrela,

O l iv ro vermelho , é um di cio na rio da mito l gi a g r ega da romana, de pie rr a g rina al, onda do circulo do pedro doura do, pat ti cp o u, c omo r e visor, do circulo do pedro , am ada o d p est al ozi, q ue já se f o id daqui, e aqui nest e l iv roda v id dao u t ro ra tam n b em evo cado, em s ua capa uma g rac v ur a ap pr to e br anco com oito ondas verme l j as em s ua base do g eu rr eu iroque de es cu do e lança , luta c on t ra o mino t au roc u j am mao, e aa f u g ur raçao da l uva e da cobra como é v isi sis vaso el, na i mage made ria do v id e o, o da cobra da estrela,

Acabara de publicar sobra a luana, aparecera berlusconi, na tv, disposto a mudar as leis se necessário, e os dedos ao abrir o caderno, me mostrou ididamante, ifidamas, ifis, a historia de um herói impotente em jovem, e cujo pai consultou o advinho seu primeiro que se encontrava em seu poder, melampo e bias, ifidamte , filhos do troiano antenor, filha de cisseu, rei da itália, ou da traça, melhor dizendo, que foi morte por agamennon, que cronos tentou a vingança contra o rei mas só o conseguiu afastar momentaneamente, ifidamas, tambem nome de um filho de tri do bus do siris, he rac primeiro espanhol, que o matou sobre um altar de Zeus, ifis , poli de nice, a ruiva de nice, do pr ice, son gato serpente fr rom do om a eu outrora corrompera a mulher, eri rif do rifle da ilha, e teo c primeiros espanhol, eteocles, quando lhe ofereceu o colar de harmonia, e depois a segunda leitura cumulativa com esta, o latino do Sílvio, presume-se pela coincidência , o de italia, o rei dos aborígenes , da princesa leda , a cisne, da mais antiga, sendo que duas são as historias, a primeira dá-o com filho de circe e Ulisses, a segunda filho do fauno, e da deusa min das turas , e ainda uma outra genealogia, se conhece, d ge do rio que oferecera para casamento ao fauno rei do aborígenes, a jovem palanto, pala dada lan da anta, o ceu da boca, a pedra na grelha, no lago que quando casou com ele estava gravida de hércules,

Ac aca ab br ra de pub l cia r s ob ra a lu ana, ap ar e cera be r l s u c oni, na tv, di ps p oto am mu d ar a as das leis se ne c ess sario, e os dos dedos ao be r iro do cade r no, me mos t ro u id di dam ante, i fi das damas, i f isa hi s tor ia de um he roi i mp porte en te em j ove me c u jo pai c on sul to u o ad do vinho s eu p rim e i o q ue se en c on t rav a em s eu p ode r, me lam po e bia s, i fi dam te , fi l h os do t roi ana o ante en o rf, fi l ha de c iss eu, r eu id at ra l ia, ou da t ra ç º am el hor di z en do, q u f o imo orte por a game en non, q ue c ron os t en to ua vin gan da anca c on t ra o rei mas s ó oo c ne gui u af as tar mo men t ane ema w nete, i fi das damas, t am b em no me de um fi l h ode tri do bus do siris, he rac p rie mr rio espanhol, q ue o mato u s ob r e um ala t ra de ze us, i fi s poli de nice, ar do vaso do iva de nice, do pr ice, son gato ser pente fr rom do om a eu o u t ro ra co rr om pera a mul her, eri rif do rif le da ilha, e teo c prime iro serpente do espanhol, e teo circulo do primeiro espanhol, qua ando do primeiro he do circulo do fere c eu o circulo da al o rato de homem da ar moni primeira, e d ep o isa se gun da lei rata da tura cu mula t iva com e sta, o latino do si l vi o, pr ess um me do traço da inglesa se pela c on cie den cia , o de italia, o rei dos ab o rig dos genes , da p rin c e za leda , ac is ne, da maís ant i gás en do que du as da são as das hi s tori as, a prime ria d á traço do cir u culo ingles do com filho dec irc e e u lie ess es, a segunda fi l hi o do fan un o, e da de usa min das turas , e a inda uma outra gene lo gi ase c on he ce, d ge do rio q ue oe fe rc e ra para ca sam en teo ao f au no rei do ab o rig gene as, a j ove em pala ant o, pala dada lan da anta, o c eu da b oca, da prime ria da pedra na grelha, no lago q ue q ua ando casou com ele e stav a g rav id a de her cu primeiro espanhol

Ontem ainda pela noite, olhei os objectos e assim eles me desvelaram, em seu aparente caos em que ficaram, a lupa de prata do cabo negro do circulo da lente do prisma, do cabo do fogo das imagens fire wire, ou seja das televisões e satélites, descia pelo chao ao lado da câmara xl one do is do onze, mano a mano, segundo do circulo do traço no circulo do setenta e dois, ou do seth segundo, desenhava o símbolo da gravação do alimentador e transformador do ca non, assim o escutara os head dos ph one serpentes a partir da linha das canções do quarto, gravação feita por uma cobra do penta , de munchen dos penta hotéis, cinzenta cujo corpo que é capa do gato do fi da ire do wire, o leonard do cohen

On t ema inda pe da primeira da lam ani te, o l he e os ob e ct os e ass em el es me de s vela ram, que me velaram, em s eu ap ar en te cao s em q eu fi caram, al lupa de p art a doca bo negro do circulo da lente do pr is ma, do ca bo do fogo das ima ge sn maior fire wire, o use seja das te das latinas, visoes e satélites, dec cia p elo chao aol ado da cama ra x do primeiro da di gi cruz al do one do is do onze, mano a mano, segundo do circulo do t arco no circulo do set en a te do is, o u do seth segundo, de sn e h ava o s im b olo dag rava sao do al lie mn t ad ro e t ra sn for ma dor do ca non, as simo es cu tara os he ad dos p homem do one serpentes a p art do tir da linha das canções do quarto, g rava capo feita por primeira cobra do penta , de m un che en, d ps dos penta h ot e is cin z en t ac u jo corp o q ue é capa do gato do fi da ire do wire, o leo n ard do co do homem en

A lamina da espada de brincar com a tal águia de cabeça semelhante a da escultura do canas, e do grupo de meninos das canas que por ali param, apontava com precisão da rosa do mundo, onde em cima repousava meu burrinho de lã

Al la am lam da mina da e ap da de b r i c na rc do om a t al águia de ca beça semem do p rie me iro mr rio do homem da ante a da escultura do canas, e dog do rupo de meninos das canas que por ali param, ap da ponta ava do com pr e cisa sao da rosa do mundo, onda em c ima r ep o usa sd a s ava me vaso do burrinho de lã, la

Assim seguindo o fio o abri, o espirito me desvelava nesse altura da noite, estranha e preocupante notícias, que a rapariga iria ser leiloada na segunda feira, ou mesmo antes, a dar conta que os corpos das mulheres, ainda hoje se trocam, se oferecem, se marcam, e que muitos aqui, que falam, daquilo que chamam de costumes bárbaros de outras civilizações, fazem um mesmo, com a agravante maior de ser na mais das vezes dissimulado na maior hipocrisia, um outro fio que aparecera com uma estranhíssima noticia na aparência sobre uma modelo brasileira , vitima de uma aparente infecção, tinha adquirido um outro elo, que tambem me trazia preocupado, que se juntava ainda a um outro escutado, banida, que ela, fora banida, quem era a pergunta que ia em meu coraçao e tambem, porque razoes, fora isto depois de escrever sobre o roubo de filhos e de trafico de genes com base em esperma recolhido em preservativos

Ass em se gui indo do circulo do fio o ab do rio do espanhol peito do tome d es vela ava ness e al tura da no it te, es t r anha e pr e o cup ant espanholas not ti casque da primeira rapariga de iria ser lei l o ada dana se gun da fe ira, ou me s mo ant espanhola, ad ar conta q ue os corp os das mul her es, a inda homem do oje se t roca cam am, se p o fere cem, se ma rca am, e q ue mui t os saqui, q ue f al la da am, daquilo q ue ch amam de cos t um es bar ab aro sd e outras c iv i l iza ç o es, f az em um em soc om aa g rava am n te maior ser na maís das v e ze s di s si mula ado na maio r hipo cris ia, um o u t ro do fio q ue ap arc e ra com da primeira e ts r na hi s sima no ric cia na ap ar e c eni a s ob r e uma modelo bra sie da lira , v isi t mad e uma ap ar ren te in f e cc sao, tinha ad qui rato iro de um outro elo, q ue t am b em me t ra z ia pr e o cup ado , q ue se j un a tva a inda a um o u t ro es cut ado, ban ani id a, q ue el a, for a ba nid aqui do que em e ra a per gun t aqui do que ia em me u cora sao e ta m b em, por q ue ra zo es, for a is to dep o is de es c r eve r s ob reo do roubo de filhos e de t raf fi do code dos genes com base em e es per mar e co l hi do em per ser vat iv serpente do circulo


Abro o livro seguindo o gume, e me salta aos olhos, o poema cujo titulo é proscrita, de cesar moro, ou do mouro mor do cesar, do peru, ou seja yahoo, ou seja de italia, assim reza o poema

Ab rolo primeiro nono do ro se gui indo circulo do gume, e me s al t aa os olhos, o poe ema cu jo titu primeiro do circulo do cie circo uk é pro sc tita, dec es ar do moro, ou do mo ur o mor do cea serpenet rato, ro vaso seja italia, ass e mr e za do poe ema

Meninos duma raça forte e linda
- passava eu pela sua aldeia , a Norte-
insultaram-me e tive pouca sorte
de levar co´ um torrão por boa- vinda
liberta então do bando juvenil
entre salgueiros me pus assentada
uma velha mulher no mês de abril
a limpar sua roupa enxovalhada

meninos são sinceros e cruéis
viram em mim o poeta obviamente
e sem disfarces adoptaram leis
que o mundo aplica ocultas diariamente

Me en nino s dum primeira rata aça do forte da orte e da linda de traço ingles p ass aca eu e vaso da el eva sao pe la s ua al de ira , ano no orte do traço ingles is nu l tara am do traço da inglesa me e ti v ep o u ca s orte de l eva rc do co ap ps soto lo serpente do prime rio tor ra do circulo do por da boa do traço ingles do vaso inda li ibe rta en tao do bando ju v en nil en t rata e salgueiros me, p us ass en t ad primeira velha mulher do no do mês de abril a li mp ar s ua ro up a en xo vaso da alha ad p rie mr ria dos meninos da são sic nero eros e c rue is vita tam da manha em mim do circulo do poeta ob vi am w n te e se em di s f arc cortez circulo espanhol ad dp tara ram le is q ue do mundo ap li ca das ocultas do dia da ria que mente

Em cima o final de um outro poema, nesta mesma pagina que indica, o quatorze do sessenta e seis, ou da estrada sessenta e seis que deverá ser então o peru mouro, mencionado no poema anterior, sendo que na realidade , a referência da id, a primeira aqui, corresponde a este segundo poema, e a do primeiro, é ida ger homem ar da dinamic tracking, pois este livro é confuso na apresentação dos autores, vem primeiro so nomes e depois os poemas

Em c ima o fi n al de um outro poe ema, nest am es ma pa gim a q ue indica, o qua tor ze do se s senta e se is, ou da e ts rada se ss en ta e se is q ue d eve rá ser en tao o peru mo e ur o, men cio n ado no poe ema ante rato iro, s en doque na r e la id ad e , a ref ren cia da id, a prime ira aqui, é co rr es ponde a este se gun do p ema, e a do prime iro, é ida ger homem ar da dina mu ct rac k inglesa, p os este l iv ro é c on fuso na ap r es en taçao dos autores, spa, vaso em prime iro s on om espanhol e d ep o is os poe ema serpentes

A segunda puta ema, a proscrita

A se da se da segunda gun da pura ema, ap os c rui t primeira



Seu titulo, logo ecoou, em letras recentes, a um que acabara de aqui interpelar, uma americano como é o autor, o robert penn do warren, e trás como titulo, o falcão ao fim da tarde

S eu tir ru primeiro do circulo do circo uk, l ogo e co uou, em letras rec en te sa a um q ue aca bar a d e aqui inter rp pe l ar, uma am erica ano com o é o autor, spa o ro be rt p en n do warren, e t ra sc omo titu do prik meo do circulo, do circulo do manuel falcão ao fi madeira da cruz arde, dura, ou durao


A planar bi no plano da luz, asas mergulhando nas
Geometrias e orquídeas que o pôr do si sol constrói
Desde a angulosa sombra do bico preto , cavalgando
A última avalancha tumultuosa de
Luz acima dos pinheiros e da garganta gutural
O falcão aproxima-se

A sua asa
Ceifa mais um dia , o seu movimento,
É o do cortante fio de aço , ouvimos
A queda sem estrépito dos caules do Tempo

Na corola de cada caule o peso de nosso erro
Vejam! Vejam! Ele sobre pela ultima luz
que desconhece Tempo ou erro , e debaixo
do seu olho, implacável o mundo, irredimido, precipita-se
na sombra

aguardem
o ultimo tordo está quieto, o ultimo morcego tambem
passa agora bo seu hieróglifo cortante. Tambem
a sua sabedoria é antiga e imensa. A estrela
está imóvel, como Platão, sobre a montanha

se não houvesse vento poderíamos , supomos, ouvir
a terra girar no seu eixo, ou a historia
gotejar na escuridão, como um cano roto no sótão,

traduzido por jose alberto do oliveira, presume-se, o patrão de um dos grupos de comunicação nacionais, se o forem

A p l ana r bi no p lano da luz, a sas mer gu l h a anda nas Ge om met ria se das orquídeas, orqui, ki dea ser ep pn te s, q ue o p ô r do si sol co ns t roi De sd e a ab gulosa s om br a do b cio do preto , c ava l gan do a ú l t ima ava lancha t um mul to os a de L uz ac ima dos pi n he i r s oe dag a r gan t a g u t ural O f al cao ap roxi ima do traço da inglesa sea s ua ac as ce i fa maís primeiro dia , os eu mo vie mn to É o do co rta ant tie do fio de aço , o u vi imo sa queda se em es t r é pito dos c au l es do T e mp o
na corola dec ada c au le o peso de n osso erro Veja, s eta V e j am! El e s ob r e p e la u l t ima luz 1 u q ue de sc on he ce T em mp oo ue rr oe de ba ix o do s eu oo l hi, i mp l aca ave l o mundo, i r red di mi do, pre cip it a do traço da inglesa se na s om br a a guarde emo u l t imo tordo e stá qui e to, o u l t imo mor c ego t am b em p ass a agora bo s eu he iro g li f o co rta ante. T am b ema s ua s ab e do ria é em tiga e em men sa. a es r e la e stá imo ove l, com o P la tao, s ob rea mi on t anha s e n cão ho uve s se v en to pd e ria as sm os , s up omo s, o u vi ra terra gira r no s eu e ix o, o ua hi s oto ria g ot e j ar na es cu rid dao, com o um c ano rt on os o tao, t ra du z id o por jose alberto do ol iv e ira, pr ess um meo pat ra o de um do sg rup os de com uni c s sao na cio na si, se o for rem


na pagina seguinte um outro poema, de samuel beckett, ressoa em forma clara neste últimos fios do acontecer, uma estrofe, onde as palavras se encontram juntas umas nas outras como um comboio

na pa gi ma se gui n te umo outro poe ema, de sam mu el bec kapa e tt, r esso a em forma da az clara neste u l t imo s fios do ac on tc e rum a e ts rof e, onda as das pala vaso do ra s se en c on t ram j un t as umas nas o u t ra sc omo um comboio

És És

Quando, abrindo a porta do quarto
Vi o meu assassino
Conversando , sentado na cadeira conchiforme
Deslizando, em mudo alarme
Pelas paredes inundadas de luz electrica-
Como tive piedade dele! Lembrava-se ainda,
Ele de quem matou? E, aceitando-lhe a mao
Sentei-me à mesa e

Quetalohvamosindo
Hávinteanosissoprecisamente
Qauntascoisasjámasestamosemforma
Apesardaanginadopeitoedaprotese

ee
Conversa
e, no disco, riscar da agua
e café e sanduíche e bebida
e cigarros e alguns charutos
e sofá e catre e enxergão
e turbilhão de neve e macieiras doiradas
e fogo florestal e rio transbordando
e meia noite passada e a palavra já se extingue
e a companhia deixa cair o copo
encostando-se aos restos dos muros da noite
para que o mundo sobre eles se não despenhe

a chave que de imediato me saltou a vista, em relaçao com o que se expressa no pensado sobre o que ia acontecendo nesta noite, a de ontem, do escutar de alguém que fora banido, que me parecera ser uma mulher, e das coias que encontrará na rua, fora a frase, ou a palavra

ac homam da ave do q ue do imediato da me s al to ua vaso ista, em relaçao, tribunal, co, do mo q ue se e x press sa serpente do ano pen sado s ob reo q ue ia ac on tec en do ne sta no it e, ad e on te madeira, do es cut ar de al gume ba nid o, q ue me ap rec ia uma mule home do rato, e das co ia s q ue en c on tara na rua, for aa fr ase, o ua pala vaso do ra

Hávinteanosissoprecisamente

Há vinte anos sis serpente do circulo do pr e do cisa, mente!

Lembro-me deste homem, lembro-me de um qualquer episódio assim meio enovoado na altura do fogo do chiado, onde ele, fez o projecto de recuperação, de com ele ao leve pela mao de uma jovem rapariga, assim o vejo nas brumas de uma inda não clara memória , de com ele me ter cruzado, e sei em mim , que estes caralhos tambem do fogo do chiado me tentaram acusar, vejo este homem sempre ligado a manjedoura das putas do ps, lembro-me dos barcos e dos veleiros al no cias da rocha do conde de obidos, de uma noite aqui narrada, de meus passos, de dois veleiros, um que trazia um qualquer perfume que me remetia para ele, o chamado principe perfeito e um outro cujo nome agora não recordo, o principe do perfeito, perfeito da ordem, e de ir pelos carris de comboio ao seu lado, feito menino e de ter quase caido num deles, lembro-me masi recente, em madrid da guerra, justa guerra que uma senhora lhe moveu, quando o cabra queria cortar duzentas arvores na castelhana, e penso para meu botão, que um homem que se predispõem a cortar duzentas arvores, para além de falso arquitecto, só pode ser um mesmo uma besta, e que as bestas geralmente mentem por todos os dentes assanhados que trazem em suas bocarras, e me pergunto agora a minha memória, sem o saber ao certo, se seriam mesmo duzentas arvores, pois se o forem, o numero fala de outras arvores da mesma sempre arvore cortada, as duzentas almas ceifadas em atocha, a primeira tacha, agora se desvela,

L em bro do traço da inglesa me de este cara alho al ho, l em bro do traço da inglesa kapa e sam me de um q u l q eu r e pi sódio ass em mei o en ova ado na al tura do f ogo do chi ado, onda e sta be sta, fez o pro ject ode rec up e raçao ,dec om ele ao l eve pela mao de uma j ove em rapariga, ass imo vejo nas be vi o as, me te rc ruza ado, e see em mim , q ue est es cara de alhos t am b em do fogo do chiado me t en tar am ac usa rato, vejo este c ab ro a se mp r e lia g do a maje doura das putas do ps, l em bro do traço da inglesa med os barcos e dos veleiros al no cias da rocha do conde de o bid os, de um ano i te aqui na rr ada, de m eu s p ass os, de um v e lei r t o q ue t ra z ia um q u l q eu r pe rf um mec ue me reme tia para ele, o c h amado p rin cip e pe rf e i to, o u o p rin cip e do pe rf e i to, pe rf e i to da ordem, ou perfeito como nos filmes, a norte na ponde d luis no porto, e de i rp do selos carris de comboio, ao s eu l ado, f e it o me nino e de t r e q u ase ca id o nu um del s, l em br o do traço da inglesa me masi rec en te, em mad rid da guerra, just primeira guerra q ue uma s en hor al he mo ove u, q ua ando o c ab ro a q eu ria cora rat ra du z en t as ar vo r es na cas tel h ana, e p en s o para me u b o tao, q ue um home q ue se pr e di s poe ema co rt ra du z en t as ar vo r s serpente a ps soto oto lo s o p ode ser um me s mi uma besta, e q ue as bea st ger la men t re mentem por todos s o dentes ass anha do s q ue t ra ze em e ms ua s bo car ra ase me per gun to do agora a min h a me mor ia, s emo s abe ra o ce r to, se ser iam me s mo du z en t as ar vo r es, p o is se o for rem, o nu m ero fala de o u t rr as rav o r es da me sam se mp rea arvore co rta ada, as du z en t as ala am as ce i u fadas em at ac h aa prime ira tacha, agora se d eve la,

Corto o resto do poema

Co rtp rato do tp, onde es sat stva t am b em o gil, filho da puta elisa, um que p ode mui to b em anca ix ar no es cut ado, rec ene te mn te, em e te x to ante rio ro falso arquitecto, o resto do poema


É serpente dos acento no ,e, espanhol, pata anda, ab r indo a porta do qua rt o vi om eu assassino, c on verso sand o , s en t ado na cade ira c on chi forme d es liza anda, em mud o al ar me pe l as pa red espanholas in un dada sd e luz ele ct ric p ria mira do ado traço ingles com o t iv e pie dade de le ser pen ny te e sta c rav ada no ca h o, L em br ava do traço da inglesa se a inda, El e de q eu em mato vaso da foice E, ac ein t ando do traço do prime rio ingles da primeira mao S en te i do traço da inglesa me à mesa e Q u eta l o h v am o sin indo H á vinte ano sis s o pr e cisa mente e w q au un t as co isas j á maior ase espanhola da cruz da am os em forma ap espanhola da ar da ang ina do pei toe da pro tese E e circulo em versa E, no di co, rato da isa rda agua E ca fé e sand u í che e be bid a E cigar rose a l gus sn ca h r ru to serpente E s o fá e cat r e e en xe r g a o E t ur rb bil h a o de n ve ema cie ra s do iradas E f ogo flor est al e rio t ra sn bor dando E meia da no ite passada e a pala vaso do ra j á se e x tin g eu E a co mp anhi a de ix aca iro cop o En cos sn t ando do traço da inglesa sea os r es to sd os m ur os da no it e P aa ra q ue o mundo s ob r e el es se n cão de sp en he


Vi o meu assassino conversando, sentado na cadeira conchiforme, ora trago eu aqui uma , e ontem pela noite antes de sair o dicionário que está em frente a ela, no sofá, e que se encontrava aberto, ao poisar minha capa, algumas folhas voltearem, parei e fui ver o que a corrente da minha capa assim me desvelava

Vi om do eu assassino c on verso sand o, s en t ado na cade ira c on chi forme, o ra t rago eu aqui da primeira , e on te em pe la no ite ant es de sa iro di cio na rio q ue e stá em fr en te a el ano s o fa, e q ue se c non t rav a ab e r to, ao po isa r min h ac ap a, al gum s f o l h as vo l tea rem, pa rei e f u iv ero q ue a co rr en te da min h ac ap a ass em me de es vela ava

Ponto um, na pagina treze de sessenta e quatro, do no do ovo do di cio na rio do Aurélio, ou seja na rua do laurent

P on to primeiro, na pa gi ma t r e ze de se ss en t a e q au t ro, do no do ovo do di cio na rio do au ur e lio, o use seja na rua do l au rent

O que primeiro me emerge a vista e a prende, é ponto russo, pela descrição, ponto de bordado feito alternadamente à direita e a esquerda de um alinha central, parecendo uma sequência de ramificações, ponto de espinha, ou melhor dizendo, o ponto da espinha, em beslan, a imagem subira por memória recente do bordado do quadro feito por putin, que fora analisado neste Livro da Vida

O q ue pr e em me iro me em mer g ue a vaso ista e a pr en de, é o ponto russo, pe l a de sc riç sao, p on t ode bo rda dade feito al te rna dam que men te à direita e a es q eu rda de primeira al in homem do ac en t r al, par rece en dó uma seq eu en cia de rami fi caçao, rami fi c aço es, p on t ode es pe in h a, o um el homem do ro di z en do, o p on to da espanhola pinha em beslan, a ima ge maior s ub ira por me meo ria rec en te do bo rda dado doc q au dr a o f e it, o do por putin, q ue for a anal iza ado nest e L iv roda V id primeira

E seguia a coisa , ou melhor assim segue no dicionário, que como sabemos explica as Palavras ou melhor , assim o deve fazer na mais das vezes,

E se guia a c co isa , o um el hor ass em se g ue no di cio na rio, q ue cm o s abe emo s e x p lica as Pal vaso do ra s o um el homem ro , ass imo d eve f az e r na maís das v e ze ss e r p en e ts,

Ponto singular , geom. Anal, em itálico, o que não é ordinário, singularidade, ponto solisticial, astr. Cada um dos dois pontos da ecliptica mais distante do equador , um corresponde a constelação do câncer, e um outro à do capricórnio, ora temos aqui no ponto singular, a continuação do sentido que se desvela da analizaçao, ou seja de um enrabanço feito a uma liza, e por dois seres, do circulo do lip pt tica maís di s cer ua anta e do e quadrado, um de câncer e um outro de capricórnio, ou o corno de carpi, no Solistício, relacionado com o equador, que recorda o livro do miguel ,e ao sul do equador, a rosa, Solistico, aponta ritual

Pinto sin gular , ge do om Anl anal, em it a lico, o q ue n cão é o r dina rio, sin gula rie dade, p on to sol is tic cia al, astr. C ad a um do s do is p on to s da e c li pt i ca maís di s t ante do e quadro , um co rr es pn de a co ns tela sao do can ser, e um outro à do ca do pi co r ni o, o ra t emo saqui no p on t sin g ua l ra conti nu ac sao do s en t id o q ue se de es vela da anal iza sao, o use seja de um s argento en ra ban sao feito a uma liza, e por do is seres espanhóis, do circulo do lip pt tica maís di s ce rua anta e do e qua dr a sd o, um de can ce r e um outro de capri corn io, o u o co r no de ca r pi, no sol is ti cio, real cio n ado com o e qua dr o r, q ue record a o l iv ro do mig eu l ,e a os u l do e qua dp por, primeira rosa, sol is ti co, ap pao n t ar i ru al

Depois temos o ponto triplo, fis estado de um sistema em que coexistem, em equilíbrio termodinâmico, tres fases diferentes, ou seja homem, mulher, homem,

D ep o is t emo serpente do circulo dao p em to t do rip primeiro do circulo do fi serpente do estado de um sis t ema em quadrado da ue co e xis te em , e mr qui prime rio kapa da ib do br rio cruz rato emo da dina mico, t rato espanhol do f as espanhol da difer en te serpente, circulo do vaso do seja do homem do om em mul her, homem om mem,

O ponto umbilical, ge om di f numa superfície , ponto em que curvatura normal é a mesma em qualquer direcção, o ponto vernal, ast, , intercessão, da ecliptica com o equador, na qual o sol, em seu movimento aparente anula, passa do hemisfério sul para o norte, equinócio da primavera, ou seja , a inter , italia, sec são da ecliptica, com, oe quadrado ai dr circulo na quadrado da ual do circulo do sol, em s u mo vu em mn to ani la ap ren re ps as nom em emi serpente fr rio, sul para do circulo do norte, e quim ino cio da prima vera , o vaso sj e a primeira do inter, um sessenta e nove

O p on to um bil i ca al do ge om di f numa super ci fi e , p on to em q ue c ur vat tura ur da primeira norma primeiro é a mesma em q aul q eu r di rec sao, o p on ove rn al, as cruz st, en te rata sao, inter se cao, da e c l ip tica com o e q au dr on a q ual do circulo do sol, jornal, em s eu mo vie mn to anu la ap ren te , ps sa do h emi s fe rio sul pata o no rte, e quino cio da prim ave ra, o u sj e aa inter , italia, sec são da e c l ip tica, com, oe quadrado ai dr circulo na quadrado da ual do circulo do sol, em s u mo vu em mn to ani la ap ren re ps as nom em emi serpente fr rio, sul para do circulo do norte, e quim ino cio da prima vera , o vaso sj e a prime ria do inter, um se s sena te en ove

D ep o is os p on to s ant ino da si do Ó pt, num sistema o pt ico, ap r de pontos em que um é a imagem de outro e vice versa, p on to s d e ac om pam n ham ant o, tip vaso p ot no de c on du sao, ponto de c on duc são da linha ponti ilha ada onze, q ue r e la cio na palavras com numeros, pontos de r e tic en cia s, p on to s d e s us pen sao, p on to s no dias, par do per de p on t os para os quais o au men to ang u l ar, dum sis t ema o pt tico é igaul a uni dade, aí é q ue bate o p on to, ass em di z, o di cio na rio, a fr isa r, vaso aí é q ue são el as, ao ponto, cu angulo, di zoo ro do ro r da inglesa sé, di z – seda da car ne, p rie mr rio el av dado, do en te rata par ren te sis terceira, ilha, me dia ane mn te ass ad am me dia ana que mente , assada, bife it a lico ao ponto,, a ponto de , prestes ou pr ox imo a; em perigo de; a pique de : Es teve a p on to de a f o g ar - se, ac h a do traço da inglesa sea ap on to de mor rato e ra p on to q ue vaso de mane iro q eu a spa s c om corda ava em fi car , mas ia f al ando do pai e da min h ame, da f al t a de no ti x as no s asa, di s delta do pe daquilo, a pn to q ue nos ar ru f amo s, um pouco, machado da assis, dom cas murro, p bn in te en n ove d, s e gun do de n ove en ta, as sinar o ponto, ant es d e ir as es c rito tio a s s ina o pinto na livraria, sa e vaso do com uma mulher, dec e rto para as sin aro ponto, do ponto em branco do prime iro, com ap ur o , com es mer ero, v es te ema s negrinhas de ponto em branco para aquela mise em sena,, frança junior, f o l he tin s, p quin h en to se vinte e seis, , se gun do in te iram n te ar mad o, , e is q ue en t ra um for mo s sis imo m ac e bo, de gala h a rda es at au t ra , armado de ponto em branco com espada nua e r e luz en te na mao, padre manuel be rna r d es, vaso a riso t a rta do s, onze p q au dr ado do is, dois, de ponto fico, bras, ser pente pop, di r eta mente, em rumo certo, dormir no ponto, bras f am, primeiro, t a R D A R A P RO VI DEN CIA E M D E F E S A D OS POR P RIO S IN TERESSA, não a gi r n o mo men to oportu no, perder boa oportu ni dade, de ix ar en gana ar se deli be ra dam mente, lu dr ibi ar da chaveta do ger sin, dor mir de touca, em ponto, e x cat am que mente, pr e sisa mente, como sempre, e ainda em ponto de bala, harold do maranha, a estranha x i cara, p qua tor se, bra serpenet chulo, em porn to morto b en g eu la, en t r ega ros p on to s, f az e r p on to em, ir ao p on ot not de iron, não d ar p on to s em nó, o mon ge do au i lino do ribeiro, por os pontos no is, e s p li car se da mane da cala ra, da clara, e mino cio sa, e por ai fora, que ponto ds h á mui to s ne sta t ra du sao, mas os por os pontos no is par ce se mp r e b em, face a es t es bandidos men tiro sa

Bela menina de meu coraçao, a trago a eu com preocupação
Sua carruagem já parada à dias, longos dias no mesmo sitio,
A porta azul e branca tem estado aberta inclusive pelas noites
Numa tarde de lá vi um para de costas a sair
Algumas noites é visível a frincha de luz nas portadas
A ultima vez que a vi me pareceu triste e preocupada
O espirito assim depois o confirmou

Be l am en ina de m eu cora sao, at rago a eu com pr e o cup ac são s ua car ru game j ap ps soto lo se pr en te aparada à dias , l ong os do dias no me s mo si tio, a porta az u l e br anca t en nm estado ab e rta inc l us iv e p e la s no it es Nu am t arde de la + vi um para de co sta sa sair Al gum as no ii te s é v isi v el a fr inc h ad e luz na s porta ado s
A u l tim ave z q ue a vi me par e c eu pro e cup ada O es pei to ass em dep pi s o c on fr mo vaso

Ontem pela noite a sua porta encontrei uma caixa de toten, um vaso do canais do meo, o estúpido que diz que o comando do raio que o parta é dele, me chamara à atenção primeiro uma embalagem de pg, set pe cia mia, a tal infecção, uma carta em seu nome ali repousava com um gato com um carimbo em cima de sua face vindo de roma, uma agende telefones, com cisnes em cor de contraste com que aqui tenho, de noite ao sonhar vi uma rapariga pequenina igual assim a que aqui está me figura, elevada, depois desses objectos para casa trouxe, poisei, em cina da mesinha da rosa vermelha tripé, e quando os olhei, vi que estavam ao lado de um texto meu antigo de noventa e nove, que se tinha desenhado um triângulo entre duas facas e uma caneta, que apontava um texto que falava das minhas relações de amor com as mulheres, em cima do triângulo de fogo, das duas facas e de uma caneta, estava o folheto do pg, não tirei ainda a carta para fora do envelope nem abri a agenda, não me apetece faze-lo, é sentir entrar onde não devo por si entrar, fiquei a pensar, e sentir, a razão de uma agenda de contactos fora se deitar,

On te mp el a no i te a s ua porta en c on t rei uma ca ix a de tot en, um vaso do can ana is do meo, o es t u pido q ue di z q ue o comando do rai o q ue o p art a é dele, me c h am ar a a t en l ao prime iro uma me bala ge made ria de pg, set pe cia mia, a t al in fe c sao, uma c rta em s eu no me al i r ep o usa ava com primeiro gato com do primeiro carimbo em c ima de s ua face vaso indo de roma, uma a g en de tele f one es, com dos cisnes em cor de c on t raste com q ue aqui t en h ode noite ao son h ra vi um ar ap riga pe q eu nina igaul ass ima q ue aqui e stá me figu ra, el eva ada, dp pi is de s es ob j a tc os para c asa t ruce, p o ise e, em cina da me sin h a d a rosa verme la hd e t rip e, e q ua ando os ol he e, vi q ue e stva am aol ado de um texto meu ant i g ode no v en t a en ove, q ue se tinha de sn e h ado um t rin g au lo en t red ua s facas e uma can eta, q u q pa int ava um te t xo q ue fala ava das min h a s r e l aço es de am o rc om as mul her es, em c ima do t rina gula de fogo, das du as facas e de uma can eta, es stav a o fi l he to do pg, n cão ti rei a inda a c art a para for a do en v e lope ne em ab ria a g en dan cão me a pete ce f az e – l o, é s en tir en t ra r on de n cão devo por si en t ra r, fi q eu ia pen sar, e s en tir, a ra z o ad e uma a g en da de c on t ac to s for a sed e it ra,

Se precisar de mim , me diga, que a acudirei no que me for possível,

Se pr e cisa rata de mim , me di g a, quadrado da ue a ac vaso da di rei no quadrado da ue me for rp da p do os da serpenet do nono el,

Banida, aqui, me apareceu no corte das letras ser , a puta do tribunal

Ban id a, aqui, me a ap rec eu un p cp rte das letras ser , a puta do tribunal