terça-feira, fevereiro 10, 2009

Na rua prior do crato

Hoje meus passos me levaram pela manha de novo a rua prior do crato, me recordei da imagem da estranha manha aqui em alcantara, onde numa das janelas de um prédio com caixilhos de alumínio, estava uma bandeira portuguesa, com um buraco no sitio onde deveria estar a esfera armilar, e de um cameramen, que chegava a astrolábio e que me olhara com uma cara de fera

H oje me us p ass os me l eva ram pe l a manha de n ovo ar rua do prior doc cir du l o da rata, me recorde e da imagem, nova, da es t ra anha da manha aqui em ala can tara, onda nu ma das jane la s de um pr e di o com dos caixilhos de al lu mini o, e stav uma bandeira portuguesa, com do primeiro buraco do no si tio onda d eve ria es tara a es fera ar mila red e um cam ar e am en, q ue che ega ava a astro la bi oe q ue me o l hara com uma car da fera

O cio me falava de partir , de um barco que estaria no cais , com um bela rapariga, na realidade, duas, uma era a uma

O cio me fala ava de p art tir , de prime rio do barco q ue es tar ia no do cais , com do primeiro bela rapariga, na real id ad e, du as, uma e ra a u ma

Hoje ali estavam alguns carros em frente a uma empresa que pelos vistos administra condomínios, acit, ac it, da gestão dos prédios, assim a imagem parece espelhar, da rua do prior do crato, s al slim, espere dez minutos, assim dizia um ac cartaz na porta, tor cobra, brasileiro en te rata par ren te sis, prós e contras, é como um balo de terra, dizia a promoção na tv, já no café onde tomava estas notas,

H oje al e esta v am al gum s carros em fr en te a uma e mp r es a q ue pelos vi st os ad mini s t ra condo minio s, ac it, ac it, da g es tao dos pr é di os, as sima e mage em pa arc e es pe la homem da ar, da rua do prior doca ar to, s al slim, es pere dez minu to s, ass em di z ia prime rio ac cartaz na porta, tor cobra, br as si lei iro en te rata par ren te sis, pró se dos contras, é com o um bal o de terra, di z ia a pro pm omo sao na tv, j á no ca fé onda tom ava e sta sn ota serpentes,

Em frente a um dos prédios, a porta se abre, aparece uma menina pequenina, demasiado ainda para ir sozinha para a escola , vestida de cor de rosa, ali ficou parada na porta, como se esperasse que seus pais descessem, o que era estranho por si mesmo, ouvia eu um gato a miar, com ar de quem estaria preso num dos carros, o tentei ver, de repente me aparece ele, preto, com um estranho pormenor , a sua cauda sem pelo e em sangue, se mete debaixo de cum carro, ao lado de um pano, que ressoou de imediato em duas imagens, de um dos golos do jogo de futebol na rtp, onde a bola ao entra vai na direcção do pano que está no fim da baliza, terceira águia de braga , pontapé na asa negra das arias femininas, couves tipo chou lombarda, invertido, vaso da rente da ria, quadrado do vaso do ve do angulo home as el home c ur po sete circulo sexto, dili, top eça, turno da noite , policia de nova Yorque Murilo, ou furrilo, e na aba de meu casaco na imagem do ultimo video, do lado direito, onde as paginas tantas uma vara ao chao um momento caiu, as duas imagens espelham as direcções

Em fr en te a um dos pr e di os, primeira porta se abre, ap ar rece uma menina pequenina, de ma si ado a inda para ir s oz in h ap do para da escola , v e tid ad e co ra de rosa, al i fi co u para da na porta, com o se es pera asse q ue se us pa si de sc ess e emo q ue e ra es t r anho por si me ms o, o u v ia eu primeiro gato a miar, com ar de q eu em est aria pr es on um dos carros, o t en te iv e r, de r ep en te me ap arc e el e, pr rt o, com um es t r anho por m en o ra s ua c au da se m p elo e em san g ue, se met e de ba ix ode cum carro, ao l ado de um p ano, que r ess o u de imediato em du as i mag gn anes, de um dos gol s o do j g ode futebol na rata dos tp, onda primeira bola ao en t ra ava vaso da primeira ina di reç sao do p ano q ue e stá no fi mad e ria da bal iza da terceira a gui a de braga , p on tap e na asa negra das arias fe me ninas, co uve es t ip o cho u l om ba rda, invertido, vaso da rente da ria, q ua dr ado do vaso do ve do angulo home as el home c ur po sete circulo s sex to, dili, top eça, t ur no da no ite , pol i cia de nova y o i q ue m ur r i l o, o u fur r i lo, e na aba de meu ca sao na e mage m do u primeiro da cruz imo v id e o, do l ado di rei to, onda as pa gina s t ant es primeira vara ao ca h o por um mo m en to ca i uas du as i mage ns es pe l ham as di reç o es

Parecia quase um macaco daqueles que trazem o rabo com pele esfolado e nas vezes em sangue nas jaulas do jardim zoológico, olhei, em frente e li na chaminé dos tijolos, químicos, ou seja , me falava aquilo, a empresa , dos químicos, do pós outrora aqui posto e se calhar de outros passos no mundo

Par e cia pato use um am ac aco d q eu l es q ue t ra z emo rabo com pele es f ola do en as v e ze s em san g ue nas j au l as do jardim zoo lo gi co, o l he e, em fr en te e lina ch am mine dos ti j olo s, quim micos, o use seja , me f ala ava a q u i lo, a e mp r es ad os químicos, do p ó s o ut ro ra aqui posto e se cala home rato de outros p ass os no do mundo

Me recordo de uma noite bastante masi tarde ali na mesma rua, salvo erro naquela em que as visoes me desvelaram algumas coisas sobre a cas de fados outrora ardida, e de um perfume do julio eglesias, como pai, talvez o primeiro perfume que agora recordo, desta linha escura, escuríssima de paternidade, e agora pela faca das palavras, de novo aparece relaçao as canárias, a cala das canárias, ou seja relaçao com espanha, fora um cartaz dele numa actuação aqui em portugal, e as luzes nas fiadas dos prédios, ao lado da antiga chaminé, onde agora mais recentemente vira a garrafa das aguas da pedras na base de uma arvore

Me record ode uma no it e ba s t ante ma si t arde al ina me s ma rua, s alvo e r ro na q eu la em q ue as v is o es me de s v e am ram al gum as co isas s ob ra cas de fados o u t ro ra ar dida, e de um pe rf u me do julio e gato primeiro e si as, com do circulo do pai, t alve z o primeiro pe rf um e q ue agora rato terceiro e corda o, desta linha es cura, es u rr is ma de pat r eni dad es, e agora pe l a faca das pala vaso do ra s, de n ovo ap ar e ce relaçao as canarias, a c ala das c ana ria s, o use seja r e l aç º ao com espanha for az um car a t z dele nu ma ac tua sao aqui em portugal, e o as luzes nas fia da sd os pr e di os, aol ado da na tiga ca h am ine, onda agora mais rec en te que mente vaso ira a gara rafa das aguas da ped ra sn ab ase de uma da arvore

Tomando uma chávena de café com leite , o carro azul com laminas nas jantes, estaciona mesmo em meu campo de visao, na rua, onde vao passando alguns carros da acit, e entra no café um home, com um casco semelhante ao que eu agora vou usando, cabelo curto, já a começar a ficar branco, parecia um sósia um pouco masi crescido, mas a imagem que alguém assim criara, com a indução, do espera dez minutos, e de alguém no entretanto, que provavelmente fizera a comunicação da minha presença, nas redondezas, quatro quadrados assim me falou a jante no enquadramento em que ficara, de uma estrela inclinada

Tom ando uma ca home do vaso en ad e ca fé com leite , o carro az u l com l am ina s nas j na te s, est ac cio na me s mo em me u campo da visao, na rua, onda vao p ass ando al gun s carros da ac it, e en t rato ano ca fé primeiro home, com primeiro casco se ml e h ante ao q ue eu agora v o u usa sand o, ca b elo do curto, j á ac om eça ra ficar branco, par e cia um s os ia um p o u co ma si c r es c id o, masa i mage m q ue al gume ass em c ria ra, com a indu sao do es pera dez minu to sed e al gu em no en t r eta anto, q ue pro ova ave l mente fi ze ra a com uni caçao da min h a pr es en ça, mnas red don de za s q au t ro quadrados ass em me falo ua jante no en q ua dr ad men to em q ue fi cara, de uma te r s la inc l ina ad a

Depois na rua a brandia, um jornal no molho ainda na rua mostrava um bombeiro de joelhos em impotência perante os fogos na austrália, ouvira eu num video, a imagem que as gentes de lá deram, que o fogo fora como bolas de fogo que vieram dos montes e que as arvores, como que explodiam como granadas, dois fios do dizer das gentes de lá, que encaixava na dizer sobre o cisa, e que são tambem imagem de explosão em madrid, pois nos túneis se formam bolas de fogo, e as arvores, falam de explosão

D ep o is na rua a br andi a, um jo rn al no mol ho a inda na rua mos t rava um bombeiro de joe l h os em i mp ot en cia pe ran te os f ogo sn a au s t ra l ia, o u v ira eu nu um v id e o, a e mage m q ue as g ene ts de l á de ra, q ue o fogo for ac omo bo l as de fogo q ue vi e ram dos mon te sec q ue as ar vo r sc omo q ue e x p l di am com o g rand as, do is fios do di ze r da s g en e ts de l á, q ue en ca iv aca na di ze r s ob reo c iza, e q ue são t am b emo mage madeira de e x p lo sao em mad ris, p o is n um t un els se for mam bo l as de fogo, e as ar vo r s, f al am de e x l o são

Sabem meninas antípodas, bela ruivinha de meu coraçao, anda dentro de meu coraçao, um dizer, que acho que saberão interpretar, pois ele me diz insistentemente para vos relatar esta visao

S abe m me ni ana san t ip pod as , be la rui vinha de me u co raçao, anda d en t ro ode me u coraçao, um di ze r, q ue ac ho q ue s abe ra o in t r ep r eta rp o is ele me di z in sis t en te mente para v os r e la tar e sta visao

Parte de um muito antigo texto meu, já aqui mencionado sobre o trabalho de uma reportagem feito em fatima sobre os segredos de Nossa Senhora de Fatima e calhou agora esta sequência , de novo ao lê-lo, trago eu umas tres versões do artigo escritas ainda no tempo das maquinas de escrever, que como se deve recordar, embora seja sempre uma menina pequenina, quando nos enganávamos a escrever, se rasurava a palavra com a letra x, ou outra, eu no meu caso, assim o fazia

P arte de um mui to an ti g o t e x tome u, j á au e m en cio na ado s ob reo t r ab do prime rio do homem da ode da prime ria r ep por rage em f e i to em fatima se ob reo s se g red o s de No s sa S en hora de Fatima e ca l h o u agora eta seque, ca non, eu en cia , de n ovo ao l ê do traço ingles do prime rio do circulo, t argo eu uma st r es v e r s oe s do art i go es c rita s a inda no rem mp o das ma quinas de es c r eve rato, q ue com o se d eve record ar, em bi ira da cerveja, sej a se mp r e uma menina pequenina, q ua ando nos en g ana ava mosa es c r eve r, se ra sura ava a ap l av ra com a l e t ra x, o uou t ra, eu no me u caso, ass em o f az ia

Numa das versões, ao fazer o historial dos atentados a diversos papas, existe uma referência a sua terra, transcrevo-lhe um pedacinho do texto, assim rezava

Nu am das uam das versões, ao f az ero hi os tir al dos at en at do sa di versos pap ps, e x is te uma ref ren cia as ua terra, t ra sn sc r evo do delta do traço do primeiro home ingles, um peda ç in h o do texto, ass em r e z ava

Começa com uma chaveta, escrita em caneta, e depois o texto , vivemos num mundo de contrastes marcantes. Haverá razão na época dos computadores, para um homem fazer perigar a vida de inventes, passageiros de um aviao, em nome da verdade religiosa?

Com e la com da primeira c h ave eta, es c rita em can eta, e d ep o is o texto , v iv emo sn um do mundo de c on t rast es mar can te s. H ave rá ra za on a é p o ca do s com puta dor s, para do primeiro homem f az e r p e riga ra v id ad e in v en t es, p as sage i rs o de primeiro avia o, em no me da verde dade r e ligi s o a foice

No dia dois de maio , um ex monge trapista australiano, lawrense james downey, desviou o vôo Dublin- Londres da companhia irlandesa Air Lingus

No dia do is do maio , um e x mo mn ge t ra pista australiano, la w ren sej am es do w ney, de vi o vaso do circulo do vô do quadrado do ub do primeiro em do traço de Londres da cam pan hi a ira lan de sa Air L ingles us

Depois, os dois seguintes parágrafos que se seguem , estão todos riscado a feltro negro, mas antes se dera as tais correcções, com x nas palavras,

D ep o is, os do is se gui n te s para g raf o q ue se s e g eu em , es tao todos r isca do a fe k t ro negro, mas ant es se de ra as tais co rr e ç o es, com x nas pal vaso do ra serpente

Diziam assim, seria masi um sequestro igual a tantos outros se as condições de resgate não ultrapassassem,

Di z iam ass em, se ria ma si um seq eu s t ro igual a t anto s o u t ros sea s condi ç o es de r es gate n cão u l t ra p as sas em,

Poderia ter sido um sequestro igual a tantos outros se a única condição de resgate, ( neste caso apenas uma) não fosse de índole religioso,

Pod da ode da ria te re s id o um seq eu s t rio u l gula a t anto s o u t ros sea se rp em n te da única com dadi sao de r es gat a e, ( nest e caso ap en as uma) n cão f os sed e indo l e re li gi osso,

E segue o texto,

Um sequestro que estreou o terrorismo no campo religioso, pois o raptor, exigiu como única condição de resgate que o vaticano revelasse o teor do denominado terceiro segredo de fatima, guardado nos seus impenetráveis arquivos


Um seq eu s t roque es t reo u o te rr o r is mo no cam po r e ligi osso, p o is o ra p t ot, e x e g o u com o única dom condi c sao de r es gata e q ue ova tic ano r eve la ss e o teo r do de no mina ado te rc e iro se g red o de fatima, guarda dade nos se us inp ene t ra s vi es ar q eu ivo s

James downey ameaçava imolar-se pelo fogo, regando-se co, a gasolina de uma garrafa que trazia consigo, alias única arma, ( tambem riscado, esta ultima frase) . nenhuma arma, apenas o jogo psicológico, do “quando quiser rebento uma bomba”. Em França onde aterraram sem gasolina pra alcançar o Irao, a tropa especial anti terrorismo, não encontrou resistência alguma e james down foi dominado sem obter o desejado conhecimento da terceira revelação de Lúcia, a vidente de fatima,

J am es do w ney am e aça ava i mol ar do t r alo da inglesa se p elo fogo, r ega gan do traço inglesa se co, a gás o l ina de primeira garra raf q ue t ra z ia c on sig o, al ia s única arma, ( t am b em eri s cado, e sta u l t mia fr ase) . ne h uma rama, ap e mnas o j ogo ps o co li gi co, do “ cabo q u ando q u ise rato r e b en to uma b oma”. Em Fr ança onda at e rr aram se em gás sol ina p ra al can ç ar o Irao, a t rp o a es pe cia l ant tot te rr o s r is mo, n cão en c on t ro u r e sis t enca al g u am e james do w n rf o id dom minado s emo bt reo de sej ado c one h ce i men to da t rec e ira r eve la sao de lus cia, a vi dente de fatima,

Todavia ele é indirectamente revelado na versão oficial de fatima reportando-nos novamente a jacinta do cónego jose galamba, le-se a determinado passo, por causa do seu grande amor ao Santo Padre, jacinta impressionou-se com as coias reveladas no terceiro segredo, cv, vi o santo padre numa cas muito grade de joelhos diante de uma mesa com as maos na cara a chorar, fora estava muita gente e uns atiravam-lhe pedras, rogavam-lhe pragas e diziam-lhe palavras feiras,

To d avia le é in der e cta mente rato quatro eve l ado ba v e r sao o fi cia al de fatima r ep porta ando do traço ingles dos nós, nova mente a jacinta do c one g o do jose gala lam ab a, le do traço da inglesa sea det r emi minado pa s sp, por ca s ua do s eu g rande amora o S anto P ad r e, j ac in t a i mp r ess sio no u do traço da inglesa se com as co ias r eve lada s no t rec e iro se g red o, cv, vi o s ant o p ad ren uma cas mui to g rade de joe l h os do ante de uma mesa com as am a os na car ac hora r f ora e stav mui ta g en te e un s a t iram v am do traço do primeiro ingles pedras, ro g ava vam do traço do primeiro ingles das pragas e di z am do delta do traço do primeiro ingles pala av ra serpente das feiras,

Faz-me isto lembrar a noite das mil cobras aqui me campo de ourique, acabei eu a chorar em frente a igreja muito bela como asas de um aviao, ou de um anjo, ou mesmo da viagem lua, versão tintim, uma bela rapariga passara no final daquilo por mim, só sentira seu perfume, pois estava de olhos fechados, mas era bela, como me recordo

F az do traço da inglesa me is to l em br ar a no u te da s mi l cobras aqui me cam p ode ou riq eu, ac ab bei a eu ac hora rem fr en te a igreja mui to be la com p o asas de um avia o, ou de um anjo, ou me s mo da vi a gema lua v e r sao t in tim, uma be la ra pa riga p as sara no fi n al da q u i lo por mim, s ó s en tir as eu pe rf u me, p o is e stav ad e olhos f e c h ad os, mase ra b e l a, com o me record circulo



Depois me dei conta que na antepenúltima, salvo erro carta, endereçado ao tribunal penal internacional, ficara na versão publicada uma linha de quatorze x seguidos em maiúsculas, para me lembrar de pois de por o e mail, mas que me esquecera, ou assim parecia ter sido, e me dou então conta que nos dois primeiros parágrafos os tais riscados a feltro, estão duas linhas grandes de x, e em neste caos apenas uma, se le neste do x do louco da it ap das penas quatorze e as x da ampulheta do serpente do sx delta da maria invertida, m cao f osse da indo le, vaso maior do furacão

D ep o is me de e conta q ue na ante p en u l t ima, s alvo e r ro ca rta, en der eca cado ao t rib un al p en al in ter na cio n al, fi cara na ave rata sao pub li cada primeira linha de qua tor ze x se guido se em mai us cu l as, para me l em bar de p o is de por oe ema mail, masque me es q eu cera, ou sas em par e ceia t r e s id oe em me do u en tao conta q ue nos do is prime i ros para g rafo s os tais r isca dos a f el st ro, es tao du as das linhas g rand es de x, e em neste caos ap en as uma, se le neste do x do louco da it ap das pea ns q ua tor ze e as x da am mp u l h eta do serpente do sx delta da maria in verte o dam cao f osse da indo le, vaso maio rto do f vaso da racao

Algum dos espiões que aqui regularmente entram, terá visto estas notas que no texto apontei e que ficaram diversos dias abertas sobre minha mesa, e um dia que foi ao pingo doce, comprei uns ananases do próprio pingo doce, que quando olhei a tampa neles vi, quatorze x impressos, como referência

Al gum dos es pi o es q ue aqui rato e gular mente net ram, te rá vi s to e sta sn ota s q ue no texto ap on te i e q ue fi caram di v eros dias ab e rta ss ob br e min ham ea, e um dia q ue f o ia o pi n g o do ce, co mp rei uns ana na ze sd o pro p rio pi n go dc e, q ue q u ando oo l he ia tampa nel es vi, qua t roze x pina td os, com o ref fr en cia

Diz esta estranha tampa de ananás, que em portuges tem tambem o significado de granada, e ressoa neste Livro num outro , em madeira da republica dominicana e agora na imagem das arvores a rebentarem na austrália, assim, quatorze x , dl , di gi cruz al da ps angulo segundo de noventa do circulo de sessenta e dois , sete, primeiro do onze do bar do ra do circulo do sex to, segundo do duplo circulo do nono

D u ze sta es t r anha tam p ad e nana anan as, q ue em portu g es te m t am b emo si gn i fi cado de granada, e r esso ane neste L iv ro num outro , em madeira da r e publica dom in inc ana e agora na e mage made ria das ar vo r es a r e b en tar rem na a us t ra l ia, ass em, q au t ro r ze x , dl , di gi cruz al da ps angulo se gun do de n ove n ta do circu l o dd e se ss en ta e do is , sete, prime iro do onze do bar do ra do circulo do sex to, se gun dodo d up lo circulo do nono

Ontem, quando limpei a mesa, levei os cinzeiros ,e quando de novo comecei a fumar usei, o pequeno ananás, vazio para as betas, um quase furo nele as paginas tantas se deu, e assim na embalagem li o que aparecera, a vesica do delta deitado, dos óculos, de onde sai a faca apontada a latina, europa, as cinzas saem do com do pal fr, es s en ca primeiro home do primeiro furo, uma, furo, do set do circulo de la de ama ana na one s primeiro do ice circulo do forte do pine da aplle, o furo entre o rato e o vaso, o ro , rato da gravidez, da ode de la, da anan ás , amachucado, a ama de anan as do one s lice , fa tia o f pi ni é apple, a latina e vesica dos olhos de spray, invertida estrela, y ar ps,

On te em, q ua ando li mp e ia mesa, l eve i os cin ze i rose q ua ando de n ovo com e ceia f u mar use i, o pe q eu no anan as, v as si zo para as bet as, um q u ase f ur o ne le as pa gina s t antas se d eu, e ass si mna em bala ge ml lio q ue ap ar e cera, ave isca do delta de it ado, dos o cu l os, de onda s aia f aca ap in t ada a la t ina, eu rop a, as cin za s as e made ria do com do pal fr, es s en ca primeiro home do primeiro furo, uma, furo, do set do circulo de la de ama ana na one s prime iro do ice circulo do forte do p ine da ap ll e, o f ur o en t reo do rato e ova vaso, o ro , rato da g ra vi dez, da ode de la, da anan ás , am ac h u cado, a ama de anan as do one s lice , fa tia o f pi ni é apple, a la t ine e vi sec ad os olhos de spa rato do delta, iv e r t i d a ts ester la, y ar ps,

Continuei pela rua, pois trazia um numero de porta dentro de mim, cinquenta, quando dou por ele, é um restaurante do nepal , en frente o outlet, dois mil, fr cores numa caixa de resmas de papel, ali estava massi um eco da freeport, cm o nepal do outro lado, o restaurante do nepal, uam imagem aqui abordada na altura das ultimas matanças, que ecoou no bhudha bar na gare de alcantara, visoes qui relatadas

Conti nu e ip e la rua, p o is t ra z ia um n u m ero de porta d en t rode mim, cin q u en ta, q u ando do up por ele, é um r es tua ra n te don epal , en fr en teo o ut le t, do is mi l, fr co r es nu ma co ix ad e r es mas de pap el, al i e stva massi um e co da fr ee port, cm one pal do o u t rol ado, o r es tua ra ante do nepal, ua mi mage maqui bao rda dna al tura das u l tim sm mata ancas, q ue e co o un o b h u da bar na gare de al can tara, cv vi s o es qui da ire la t ad as

Em frente ao outlet do numero cinquenta, cuja caixa de resmas de papel reflectia não só as corres franceses, com as russas, como complemento da imagem do cherne e do putin na russia, o restaurante do nepal, maya, restaurante, zagalo do circulo do delta da web pt sessenta e sete do ponto de noventa e um , x ni gato, do circulo do trovão corsa de parta e preto, ts tino automóveis do cacem, lo primeira elevada do ponto da lagoa, hi mo ova ari do vinte e cinco, setenta e cinco, oe, segundo estrela de oitenta e um,

Em fr en te a oo u t l e td o n eu ero cinquenta, c u j a c caixa de r es ma s d e pap el r efe l ct ia n cão s ó as co rr es fr anc es e sc om as russas, com o com mp le men to da i mage made ria do cherne e do putin na r us s ia, o r es tua ran te don epal, da maya, restaurante do za galo do circulo do delta da web pt sessenta e sete do ponto de n ove en a te um , x ni gato, do circulo do t rova o corsa de parta e preto, ts tino au tom ove is do cacem, lo primeira elevada do ponto da la gi a, hi mo ova ari do vinte e cinco, setenta e cinco, oe, segundo e ts r ala de oitenta e um,

Pancada na ten , em noventa e nove serpente segundo am primeira do x citroen az, circulo do primeiro do segundo circulo de noventa e dois, ep chelas, o lobo da lulu, do colar da cor de tipo hover, p quatorze, quarenta, angulo, idêntico ao da igreja da lucinda, de novo a aqui aparecer, de noventa e um cinco, primeiro do quadrado vesica laranja preta e branca , mrpp de oitenta e tres, do arco aro da tem, sessenta e oito, cok de oitenta e um, set vaso car leao prata trezentos e sete sw, serpente x vermelha sexta, do trinta e um, e vaso js homem cheroke grande, cinquenta e tres, do si do virax, do peugeot do oriente, traingulo fogo da primeiro do homem do quadrado do circulo do infinito, do vinte sete, primeira cara vaso primeira usa do silveira cafés e cabelos, s Mateus, s honorio, trade trinta

Pancada na tem , em n ove en venta ta e n ove serpente segundo am pr iam mr ra do x c it ro en az, circulo do primeiro do segundo circulo de noventa e do o is, ep chelas, o lobo da lulu, doc ol ar da co rato da det u po home da eve rp quadrado do au ur tor ze, quadrado da au renta, angulo, vaso den tico ao da igreja da lucinda, de n ovo aa aqui aa e ser, de noventa e um cinco, primeiro do quadrado ove e isca laranja preta e branca , mrpp de o i eta anta e t r es, do arco aro da tem, sessenta e oito, cok de o it en at e um, set vaso car leao p rta t re z en to e s sete sw, serpente x vermelha sexta, do trinta e um, e vaso js h oe em c h ero je g r ande, cinquenta e tres, do si do virax, do peugeot do o ire en te, t rai n gula gof o da prin mer iodo do homem do quadrado do circulo do in fn i t o, do vinte sete, primeira cara vaso primeira usa do silveira ca f es e cab elo s, s mat u es, s h on o rio, t ra de t rin t a

Ao pé da banca do multibanco do bes, as revistas, algumas poisam no chao, um senhor na caixa de levantamento do multibanco estava, seu chapéu de chuva com um gancho cor de café ou de canela, caiu ao chao no momento, ficou o gancho para cima voltado, no eixo da revista com uma bela rapariga negra vestida de prat, que parece caminhar cheia de fúrias, a tirar o casaco, ah se fosse , a vir assim me beijar, primeiro era capaz de me espantar, depois certamente diria, que bom ser assim comido com tanta vontade, explosão em espanha, na tv, ao momento de este escrever

Ao p é da banca do multibanco do bes, as r v e ista s, al gum as p o isa sam am do no do chao, um s en h ron a caixa de l eva van tamen to do mul ti ban co e stav as eu ch ap eu dec homem da uva com do primeiro gancho co rata de ca fé ou de can e la, ca e ua o chao no meo men to, fi co u o gan cho para cima vo l t ado, no e ix o da revista com da primeira bela rapariga negra v es t id a de prat, q ue pa arc e ca min h ar ce hi ad e fúrias, a tir ar do aro do c irc uk lo do cascão, a h m se f os sea vi r as si em me e be i j ar, prime rio e ra ca pz de me ep ana t r, de oo is ce rta mente di ria, q ue b om se r as si em com ido com t anta von t ad e, e x p lo sao em espanha, na tv, ao meo men to de este es c r eve rato

Ao lado a revista com a gisele na capa, circulo do quadrado do europeu do hadit, bo vaso, act, ac cruz , o gato glorioso da gestão técnica , ou técnico, primeira pen circulo de cortes El rá da E en te quadrado, quatro prata azul, noventa e sete ml, bu maior, na brand dia da central, estava eu pensando nas cruzes dos carros americanos invertidas ,

Aol ado ar e vi sta com prime ria gisele na capa, circulo do quadrado do europeu do h ad u t, bo vaso, act, ac cruz , o gato g lo rui o us dag es tao tec nica , o u tec nico, primeira pen circulo de cortes El rá da E en te quadrado, quatro o rata az uk primeiro, noventa e sete ml, bu maior, na bra n dia da c en t ral, e stav a eu pen sa dn do nas cruzes dos carros americanos in v rt id as,

O skoda verde e branco, ali continua parado no mesmo sitio, entre o numero cento e onze e cento e quinze, na montra da loja por detrás dele, de novo uma mantinha escocesa como a que outrora tinha, e que aparecera em dia recente num twingo amarelo, em campo de ourique

Os kapa o da verde e br anco, al ki conti nu a para don o me s mo si tio, en t reo num ero c en to e onze e cento e quin ze, na mon t ra da loja por det ra s del e, de n vo um man tinha es cose za como a q ue o u t ro ra tinha, e q ue ap ar e cera em dia rec en te n um t w in goa mar elo,

O circulo do norte, o pai da sofia, das novas energias, o tom pragmático do so what, não deixes a rapariga, the one, sem nada na mao mesmo antes da interpretação do sonho, assim, ecoava uma das linhas do sonho que no video anterior narrara

O circulo do norte, o pai da sif ua, o tom pr a gm a tico do so w hat, n cão de ix es a ra pa riga, t he one, se mna dana mao me s mo ant es da inter rp r eta sao do son h o, as si em, e coa ava uma das linhas do son h o q ue no v id e o ante rio r na rr a ra

um outro pedaço de imagem se manifestara ao lado da embalagem do ananás, um desdenho de um ferradura, feita pela colher prata e negra dp ca fe, em cima da minha mesa de madeira, casco, que entrara tambem em referência recente num texto, em que em linhas de poema, te dizia, depois nos riremos dos cascos da invernia,

um outro ped aço de ima gm me se m ani f es t ra aol ado da em bala ge made ria do ana na s, um de ds ne h ode primeiro da ferradura, feita p e la col her p r ata en negra dp ca fe, em c ima da min h a mesa de madeira, casco, q ue en t rr a t am b em e m r e fr en cia rec en te nu prime rio do texto, em q ue em linhas de poe ema, te d iza, d ep o is nos r ire mos dos cacos da in v e r ni a,

a tampa dos quatorze x, trás neste entretanto fungos, e um outro ananás, abacaxi, que calhou neste entretanto comer, me dá ainda a referência complementar, olivais hf, sex ro sessenta e seis do sessenta e nove, dos burros, em setenta e tres, origem costa rica, variedade sw ee t gold cali br e set, lot e do duplo circulo do maestro vinte e oito, primeiro do quadrado do sexto, do dezasseis do bar do ra de noventa e seis quadrado do primeiro, local de preparação, p do quadrado dos olivais , primeiro, circulo de noventa e nove, primeiro do circulo do peso li qui do, do circulo dezoito, preço cento e um euros,

a tam p a d o s qua tt roze x, t rá s neste en t r eta anto fungos, e um o u t ro ana na s, ab ac ax i, q ue ca l h o un neste en t r eta anto co mer, me dá a inda ar e fr en cia co mp el met ram, ol iv is hf, sex ro se s senta e seis do sessenta e nove, dos burros, em set en ta e t r es, o rig em costa rica, v a rie dade sw ee t gold cali br e set, lot e do duplo circ uk l o do maestro vinte e o it o, pr ie mr rio do quadrado do sexto, do dez ase si do bar do ra de noventa e seis q au dr ado do primeiro, local de pr epa raçao p do quadrado do s oliva si, primeiro, circ u l ode neve en ta en ove, prime iro do circulo do peso li qui dodo circulo dezoito, pr e coc en to e um eri serpente do circulo,

em noite recente no jardim, um casal em cima do banco de pedra, dançava como para juntinho, antes, um outr4o aparecera fazendo uma rabula com a imagem da cate blanchett, lavava uma rosa vermelha na fonte, trazia um espelho branco, que apontou a um aviao, com palavras a gozar, eu o olhava e via a charge que faziam as palavras que à cate acabar de publicar, um outro pormenor, nesse dia se acrescentara ao jogo de luzes que vem fazendo na ponte, primeiro apareceu, os carris do se mi arco do túnel vermelho do comboio, dois pares em duas das arcadas que sustentam os pilares da ponte, nesse precisa noite, um troço do túnel , estava completamente iluminado, como dizendo de um varte de sangue

em no ite rec en te no jardim, primeiro ca s al em c ima do banco de pedra, dan ç ava com o do para j un tinho, ant es, umo vaso da cruz r 4 do circulo da ap ar e cera do fazendo uma r ab bula com da primeira rai mage made ria da cate b lan cheta, l ava v au m rosa vermelha na fonte, t ra z ia um es pe l ho br anco, q ue ap on to ua primeiro aviao, com pala vaso do ra sa g oz e r, e u o l h ava e via a charge q ue f az iam as pala vaso do ra s q ue à cate ac ab ra de pub lica rum outro por m en o r, ness e dia se ac r es c en tara ao j ogo de luz es q ue eve m fazendo na ponte, primei ro ap ar e c eu, os carris do se maior ki arco do t une l vermelho do com bi o, do is par es em duas das a r ac ad as q ue s us t en at mos pilar es da ponte, ness e pr e cisa no it e, um t roço do t un e l , e stav co mp l eta mente i li mina ado, com o di ze dn ode do prime rio da varte de sangue

em noite seguida, a partir do ponto em que o casal dançara em cima do banco, como a dizer, da dança da el eva são, olhei em frente servindo-me da pirâmide que existe na casa de goa, uma pirâmide assim fina como um bico, que fica daquele ponto de vista, da amurado do jardim, debaixo de um dos semi arcos da ponte, e como de costume ao fundo, já subindo para a tapada, um conjunto de prédios, que pelas luzes, se vinha reflectido na numa imagem dos quadrados que apareceram por detrás do obama, na américa, na altura da tomada de posse, aqui cp comentados, adquiri, por esta mira um preciso sentido, pois aponta aqui , uma precisa janela, com duas luzes muitos curiosas, primeiro se ve o que parece ser um vela, pois parece vibrar na sua intensidade, e depois dando um ou dois passos, sem que nada na frente cobra o eixo, se ve uma luz rectangular como definindo o contra luz da janela rectangular, andei para a frente e para trás verificando o estranho fenómeno de luz, e quando olho a lua cheia no ceu, a própria lua, se transforma por um momento em duas, ou seja, dois circulos que se intercessionam e fazem assim a vesica, a vesica que aparecera associada à imagem da referência do meu actual casaco , o das riscas que vou usando neste dias

em no it e se guida, a p art tir do p on to em q ue o ca s al dan ç ar a em c ima do ban co, com o a di ze rda dan ç ad a el eva são, o l he e em fr en te ser v indo do traço inglesa me da pira mi de q ue sx is te na c asa de goa, uma pira m id e as si em fina com o um bico, q ue fi ca daquele ponto de v ista, da am ur ado do jardim, de ba ix o de um do serpenet da serpente da se mk ia dos arcos da ponta, e com ode cos t um me a o f un do, j á s ub indo para da primeira da tapada, um c on j un to de pr e di os, q ue pe l as luz es, se da vinha r efe l ct indo dona numa imagem dos quadrados q ue ap ar e ce ram por det ra sd o obama, na am erica, na al tura da tom ad a de p os se, aqui cp co men t ado s, ad qui rip por e sta do mira um pr e c is o s en t id o, p o is ap da ponta aqui , uma pr e cisa jane la, com du as luz es mui to s cu rio sas, pr im ero se eve o q ue par ce ser primeiro vela, p o is par ce v ib ra na s ua in t en sida de, e d ep o is dando um o u do is dos passos, s em q ue en ada na fr en te cobra o e x ix o, se eve primeira luz rec tan gular com o de fe en indo o c on t ra luz da jane la rec tan gular, ande ia para a fere n te e para t ra s v eri fic na do o es t ra anho f en ni ome no de luz, e q u ando olho a lua che ia no c eu, a pro pr ia luz, se t ra sn forma por um mo mn to em dias, o use seja, do is circulos q ue se int rec ess sio na me f az em ass ima ave s ia, a ve sica q ue ap ar e cera ass o cia dao à i mage made ria da r e fr en cia do me u ac tia l casaco , o das r iscas q ue vo u s us na do neste do dias

depois alguém ali deixou ainda, um frasco de grão de bico, extra, garbangos, os patos de um pontapé na vesica da tiparilho, a bola rosa da estrela, do carro vermelho do roberto, do plano da cuty, made na Tailândia , dois furos debaixo do chassis, que se reflecte na imagem recente expressa no ultimo video, do motor eléctrico da elevação da cruz e da crucificação, na caixa dos ti par da ilhas do ro bt das queimaduras, as chaves da das flores ruivas da expo, um fósforo azul e branco vareta, uma onda de mar vermelha que simboliza um tsunami, o do sudoeste asiático, e pregos de ferrugem que estavam na palmeira do jardim do império,, a chave jma, é seta de um arco, , e ainda uma espada e um punhal e uma pinça de caranguejo do algodão, cotton, galaxy balls

d ep o is al g u é mali al de ix o ua inda, um fr as co de g ra ode bico, extra, g a rb bna gato os, os dos patos de primeiro da p on tape na ave sica da t ip par da ilho, da bola rosa da e ts r e la, do carro vermelho do roberto, do p lan da cut delta maior do c u t delta, made na tao lan dia , do is f u to s de ba ix o doc h assis, q ue se r e for mula one k e ct en a imagem rec en te e x pr 3 ess no u l t imo v id e o, do m oto r el e c rico da el eva sao da cruz e da c ruci fi caçao, na ca ix a dos ti par da ilhas do ro bt das quim ad ur as, as c h ave sd a das flo es rui iva s da expo, um f os foro az u le branco v a r eta, primeira onda de mar vermelha que si m bo k iza um ts una mi, o do s u do este a sisa tico, e pr ego s de fer ru ge em q ue es tv vam na palmeira do jardim do i mp e rio,, ac home ave j ma, é s eta de um arco, , e a inda uma es pada e um p un h al e uma pi n çade car ra g eu jo do al g o dao c ot ton g al a x delta do ba ll serpente

queda do aviao na Amazónia, se vaso so do rio , e super demo j um ps vaso it l ook mini serpente homem santos altíssimo, da ana do hat primeiro me da catarina furtado, acção dizem elas

quad ado aviao na am az oni a, se eva vaso s o do rio , e super demo j um ps vaso it l ook mini serpente homem santos al ti s simo, da ana do hat primeiro me da catarina furtado, ac sao di es m el as

durante a escrita deste texto, o espirito me desvelou, que a puta do curto da puta maria elisa, começava suar que o pan, que morreu ou morrerá, é referência ao tambor, que a Chiquita banana, ou seja a cantora da miranda, carmen miranda, é do principe laranja do psd, o santana, de quem o espírito me tinha em dia recente desvelado, uma das brasileiras, ser a valquiria dele, o zorro do corte de meu pé, que se reflecte na imagem da rocha conde D´Obidos, quando a zeta duzentos e oitenta, ou seja mercedes, com escada enfiados no mar , a reverbar na imagem da promoção da serie dos médicos, que o video da conta, que o financeiro de casaco azul idêntico ao meu é o capo, e a capa, o co do banco,

durante a es c rita de ste texto, o es pi rito me d es velo loi vaso do que a puta do curto da puta maria elisa, com aç ava s u ar q ue o pan, q ue mor rue ou moe e ra, é refer rn cia ao tambor, q ue a chi q u it a b ana ba, o use seja a ca ant tora da miranda, carmen miranda, é do principe laranja do psd, o santana, de q eu mo es pei rt o me t ina h em dia rec en te d es velado, uma das br as i le iras, se ra v al q u iria dele, o zorro do corte de me u p é, q ue se r efe l ct en a imagem da ric h a conde d ap soto lo serpente de o bid os, quando a zeta du es sn to ze oitenta, o use seja mer ce ds, com escada en fia do s no mar , a r eve r b ar na i mage made ria da pro omo do mo sao da se rie dos médicos, q ue o v id e o da conta, q u o fi n ce iro de ca do saco azul id en tico ao m eu é o capo, e a capa, o co do na mc om do banco,

e uma estranhíssima intuição que se desvelou numa outra serie, que o anestesista do parto do Francisco, é a primeiro da cristina coutinho

e um ae ts ra n hi s sima in t ue sao q ue se de es velo lou numa o u t ra se rie, q ue o ane st e sis t ad o p art o do fr en cisco, é a primeiro da cristina coutinho

a esta imagem do cais voltarei, posi segundo manuela ferreira leite, terá ainda a ver com as jeans da pedra das aguas da ino ova do sao, dos vasos hexagonais, dos grous, e trago eu pormenores muitos sobre ela, inclusive fotos, pelo que vi em diagonal ontem no pais, as baratas andam todas em panico, masi uma vez e agora vou continuar a escrever os muitos assuntos que ainda trago para vos desvelar

a queda do aviao do brasil, trará certamente relaçao com o ab que levou a morte do papa, e que terá sdo feito primeiramente junto dele, pois quando ele chega ao brasil, logo se dirige a mercury com a coisa preparda, assim as imagens o develaram claramswnte, lembra um outro ab no brasil, com um outro papa, relativo a um padre que o fora receber ao aeroporto, e que estva ligado a chamada igreja dos pobres, trabalhava com o moviemnto de ocupaçao de terras, facto que alguns certaemnte se recordarao , pois tambem existem imagens sobre esse acomnteciemnto, ou seja é conta muito antiga

continuo a aguadar a reposiçao de meus direitos e a volat de meu filhos, seus filhos da tremenda puta!!!




















Na rua prior do crato

Hoje meus passos me levaram pela manha de novo a rua prior do crato, me recordei da imagem da estranha manha aqui em alcantara, onde numa das janelas de um prédio com caixilhos de alumínio, estava uma bandeira portuguesa, com um buraco no sitio onde deveria estar a esfera armilar, e de um cameramen, que chegava a astrolábio e que me olhara com uma cara de fera

H oje me us p ass os me l eva ram pe l a manha de n ovo ar rua do prior doc cir du l o da rata, me recorde e da imagem, nova, da es t ra anha da manha aqui em ala can tara, onda nu ma das jane la s de um pr e di o com dos caixilhos de al lu mini o, e stav uma bandeira portuguesa, com do primeiro buraco do no si tio onda d eve ria es tara a es fera ar mila red e um cam ar e am en, q ue che ega ava a astro la bi oe q ue me o l hara com uma car da fera

O cio me falava de partir , de um barco que estaria no cais , com um bela rapariga, na realidade, duas, uma era a uma

O cio me fala ava de p art tir , de prime rio do barco q ue es tar ia no do cais , com do primeiro bela rapariga, na real id ad e, du as, uma e ra a u ma

Hoje ali estavam alguns carros em frente a uma empresa que pelos vistos administra condomínios, acit, ac it, da gestão dos prédios, assim a imagem parece espelhar, da rua do prior do crato, s al slim, espere dez minutos, assim dizia um ac cartaz na porta, tor cobra, brasileiro en te rata par ren te sis, prós e contras, é como um balo de terra, dizia a promoção na tv, já no café onde tomava estas notas,

H oje al e esta v am al gum s carros em fr en te a uma e mp r es a q ue pelos vi st os ad mini s t ra condo minio s, ac it, ac it, da g es tao dos pr é di os, as sima e mage em pa arc e es pe la homem da ar, da rua do prior doca ar to, s al slim, es pere dez minu to s, ass em di z ia prime rio ac cartaz na porta, tor cobra, br as si lei iro en te rata par ren te sis, pró se dos contras, é com o um bal o de terra, di z ia a pro pm omo sao na tv, j á no ca fé onda tom ava e sta sn ota serpentes,

Em frente a um dos prédios, a porta se abre, aparece uma menina pequenina, demasiado ainda para ir sozinha para a escola , vestida de cor de rosa, ali ficou parada na porta, como se esperasse que seus pais descessem, o que era estranho por si mesmo, ouvia eu um gato a miar, com ar de quem estaria preso num dos carros, o tentei ver, de repente me aparece ele, preto, com um estranho pormenor , a sua cauda sem pelo e em sangue, se mete debaixo de cum carro, ao lado de um pano, que ressoou de imediato em duas imagens, de um dos golos do jogo de futebol na rtp, onde a bola ao entra vai na direcção do pano que está no fim da baliza, terceira águia de braga , pontapé na asa negra das arias femininas, couves tipo chou lombarda, invertido, vaso da rente da ria, quadrado do vaso do ve do angulo home as el home c ur po sete circulo sexto, dili, top eça, turno da noite , policia de nova Yorque Murilo, ou furrilo, e na aba de meu casaco na imagem do ultimo video, do lado direito, onde as paginas tantas uma vara ao chao um momento caiu, as duas imagens espelham as direcções

Em fr en te a um dos pr e di os, primeira porta se abre, ap ar rece uma menina pequenina, de ma si ado a inda para ir s oz in h ap do para da escola , v e tid ad e co ra de rosa, al i fi co u para da na porta, com o se es pera asse q ue se us pa si de sc ess e emo q ue e ra es t r anho por si me ms o, o u v ia eu primeiro gato a miar, com ar de q eu em est aria pr es on um dos carros, o t en te iv e r, de r ep en te me ap arc e el e, pr rt o, com um es t r anho por m en o ra s ua c au da se m p elo e em san g ue, se met e de ba ix ode cum carro, ao l ado de um p ano, que r ess o u de imediato em du as i mag gn anes, de um dos gol s o do j g ode futebol na rata dos tp, onda primeira bola ao en t ra ava vaso da primeira ina di reç sao do p ano q ue e stá no fi mad e ria da bal iza da terceira a gui a de braga , p on tap e na asa negra das arias fe me ninas, co uve es t ip o cho u l om ba rda, invertido, vaso da rente da ria, q ua dr ado do vaso do ve do angulo home as el home c ur po sete circulo s sex to, dili, top eça, t ur no da no ite , pol i cia de nova y o i q ue m ur r i l o, o u fur r i lo, e na aba de meu ca sao na e mage m do u primeiro da cruz imo v id e o, do l ado di rei to, onda as pa gina s t ant es primeira vara ao ca h o por um mo m en to ca i uas du as i mage ns es pe l ham as di reç o es

Parecia quase um macaco daqueles que trazem o rabo com pele esfolado e nas vezes em sangue nas jaulas do jardim zoológico, olhei, em frente e li na chaminé dos tijolos, químicos, ou seja , me falava aquilo, a empresa , dos químicos, do pós outrora aqui posto e se calhar de outros passos no mundo

Par e cia pato use um am ac aco d q eu l es q ue t ra z emo rabo com pele es f ola do en as v e ze s em san g ue nas j au l as do jardim zoo lo gi co, o l he e, em fr en te e lina ch am mine dos ti j olo s, quim micos, o use seja , me f ala ava a q u i lo, a e mp r es ad os químicos, do p ó s o ut ro ra aqui posto e se cala home rato de outros p ass os no do mundo

Me recordo de uma noite bastante masi tarde ali na mesma rua, salvo erro naquela em que as visoes me desvelaram algumas coisas sobre a cas de fados outrora ardida, e de um perfume do julio eglesias, como pai, talvez o primeiro perfume que agora recordo, desta linha escura, escuríssima de paternidade, e agora pela faca das palavras, de novo aparece relaçao as canárias, a cala das canárias, ou seja relaçao com espanha, fora um cartaz dele numa actuação aqui em portugal, e as luzes nas fiadas dos prédios, ao lado da antiga chaminé, onde agora mais recentemente vira a garrafa das aguas da pedras na base de uma arvore

Me record ode uma no it e ba s t ante ma si t arde al ina me s ma rua, s alvo e r ro na q eu la em q ue as v is o es me de s v e am ram al gum as co isas s ob ra cas de fados o u t ro ra ar dida, e de um pe rf u me do julio e gato primeiro e si as, com do circulo do pai, t alve z o primeiro pe rf um e q ue agora rato terceiro e corda o, desta linha es cura, es u rr is ma de pat r eni dad es, e agora pe l a faca das pala vaso do ra s, de n ovo ap ar e ce relaçao as canarias, a c ala das c ana ria s, o use seja r e l aç º ao com espanha for az um car a t z dele nu ma ac tua sao aqui em portugal, e o as luzes nas fia da sd os pr e di os, aol ado da na tiga ca h am ine, onda agora mais rec en te que mente vaso ira a gara rafa das aguas da ped ra sn ab ase de uma da arvore

Tomando uma chávena de café com leite , o carro azul com laminas nas jantes, estaciona mesmo em meu campo de visao, na rua, onde vao passando alguns carros da acit, e entra no café um home, com um casco semelhante ao que eu agora vou usando, cabelo curto, já a começar a ficar branco, parecia um sósia um pouco masi crescido, mas a imagem que alguém assim criara, com a indução, do espera dez minutos, e de alguém no entretanto, que provavelmente fizera a comunicação da minha presença, nas redondezas, quatro quadrados assim me falou a jante no enquadramento em que ficara, de uma estrela inclinada

Tom ando uma ca home do vaso en ad e ca fé com leite , o carro az u l com l am ina s nas j na te s, est ac cio na me s mo em me u campo da visao, na rua, onda vao p ass ando al gun s carros da ac it, e en t rato ano ca fé primeiro home, com primeiro casco se ml e h ante ao q ue eu agora v o u usa sand o, ca b elo do curto, j á ac om eça ra ficar branco, par e cia um s os ia um p o u co ma si c r es c id o, masa i mage m q ue al gume ass em c ria ra, com a indu sao do es pera dez minu to sed e al gu em no en t r eta anto, q ue pro ova ave l mente fi ze ra a com uni caçao da min h a pr es en ça, mnas red don de za s q au t ro quadrados ass em me falo ua jante no en q ua dr ad men to em q ue fi cara, de uma te r s la inc l ina ad a

Depois na rua a brandia, um jornal no molho ainda na rua mostrava um bombeiro de joelhos em impotência perante os fogos na austrália, ouvira eu num video, a imagem que as gentes de lá deram, que o fogo fora como bolas de fogo que vieram dos montes e que as arvores, como que explodiam como granadas, dois fios do dizer das gentes de lá, que encaixava na dizer sobre o cisa, e que são tambem imagem de explosão em madrid, pois nos túneis se formam bolas de fogo, e as arvores, falam de explosão

D ep o is na rua a br andi a, um jo rn al no mol ho a inda na rua mos t rava um bombeiro de joe l h os em i mp ot en cia pe ran te os f ogo sn a au s t ra l ia, o u v ira eu nu um v id e o, a e mage m q ue as g ene ts de l á de ra, q ue o fogo for ac omo bo l as de fogo q ue vi e ram dos mon te sec q ue as ar vo r sc omo q ue e x p l di am com o g rand as, do is fios do di ze r da s g en e ts de l á, q ue en ca iv aca na di ze r s ob reo c iza, e q ue são t am b emo mage madeira de e x p lo sao em mad ris, p o is n um t un els se for mam bo l as de fogo, e as ar vo r s, f al am de e x l o são

Sabem meninas antípodas, bela ruivinha de meu coraçao, anda dentro de meu coraçao, um dizer, que acho que saberão interpretar, pois ele me diz insistentemente para vos relatar esta visao

S abe m me ni ana san t ip pod as , be la rui vinha de me u co raçao, anda d en t ro ode me u coraçao, um di ze r, q ue ac ho q ue s abe ra o in t r ep r eta rp o is ele me di z in sis t en te mente para v os r e la tar e sta visao

Parte de um muito antigo texto meu, já aqui mencionado sobre o trabalho de uma reportagem feito em fatima sobre os segredos de Nossa Senhora de Fatima e calhou agora esta sequência , de novo ao lê-lo, trago eu umas tres versões do artigo escritas ainda no tempo das maquinas de escrever, que como se deve recordar, embora seja sempre uma menina pequenina, quando nos enganávamos a escrever, se rasurava a palavra com a letra x, ou outra, eu no meu caso, assim o fazia

P arte de um mui to an ti g o t e x tome u, j á au e m en cio na ado s ob reo t r ab do prime rio do homem da ode da prime ria r ep por rage em f e i to em fatima se ob reo s se g red o s de No s sa S en hora de Fatima e ca l h o u agora eta seque, ca non, eu en cia , de n ovo ao l ê do traço ingles do prime rio do circulo, t argo eu uma st r es v e r s oe s do art i go es c rita s a inda no rem mp o das ma quinas de es c r eve rato, q ue com o se d eve record ar, em bi ira da cerveja, sej a se mp r e uma menina pequenina, q ua ando nos en g ana ava mosa es c r eve r, se ra sura ava a ap l av ra com a l e t ra x, o uou t ra, eu no me u caso, ass em o f az ia

Numa das versões, ao fazer o historial dos atentados a diversos papas, existe uma referência a sua terra, transcrevo-lhe um pedacinho do texto, assim rezava

Nu am das uam das versões, ao f az ero hi os tir al dos at en at do sa di versos pap ps, e x is te uma ref ren cia as ua terra, t ra sn sc r evo do delta do traço do primeiro home ingles, um peda ç in h o do texto, ass em r e z ava

Começa com uma chaveta, escrita em caneta, e depois o texto , vivemos num mundo de contrastes marcantes. Haverá razão na época dos computadores, para um homem fazer perigar a vida de inventes, passageiros de um aviao, em nome da verdade religiosa?

Com e la com da primeira c h ave eta, es c rita em can eta, e d ep o is o texto , v iv emo sn um do mundo de c on t rast es mar can te s. H ave rá ra za on a é p o ca do s com puta dor s, para do primeiro homem f az e r p e riga ra v id ad e in v en t es, p as sage i rs o de primeiro avia o, em no me da verde dade r e ligi s o a foice

No dia dois de maio , um ex monge trapista australiano, lawrense james downey, desviou o vôo Dublin- Londres da companhia irlandesa Air Lingus

No dia do is do maio , um e x mo mn ge t ra pista australiano, la w ren sej am es do w ney, de vi o vaso do circulo do vô do quadrado do ub do primeiro em do traço de Londres da cam pan hi a ira lan de sa Air L ingles us

Depois, os dois seguintes parágrafos que se seguem , estão todos riscado a feltro negro, mas antes se dera as tais correcções, com x nas palavras,

D ep o is, os do is se gui n te s para g raf o q ue se s e g eu em , es tao todos r isca do a fe k t ro negro, mas ant es se de ra as tais co rr e ç o es, com x nas pal vaso do ra serpente

Diziam assim, seria masi um sequestro igual a tantos outros se as condições de resgate não ultrapassassem,

Di z iam ass em, se ria ma si um seq eu s t ro igual a t anto s o u t ros sea s condi ç o es de r es gate n cão u l t ra p as sas em,

Poderia ter sido um sequestro igual a tantos outros se a única condição de resgate, ( neste caso apenas uma) não fosse de índole religioso,

Pod da ode da ria te re s id o um seq eu s t rio u l gula a t anto s o u t ros sea se rp em n te da única com dadi sao de r es gat a e, ( nest e caso ap en as uma) n cão f os sed e indo l e re li gi osso,

E segue o texto,

Um sequestro que estreou o terrorismo no campo religioso, pois o raptor, exigiu como única condição de resgate que o vaticano revelasse o teor do denominado terceiro segredo de fatima, guardado nos seus impenetráveis arquivos


Um seq eu s t roque es t reo u o te rr o r is mo no cam po r e ligi osso, p o is o ra p t ot, e x e g o u com o única dom condi c sao de r es gata e q ue ova tic ano r eve la ss e o teo r do de no mina ado te rc e iro se g red o de fatima, guarda dade nos se us inp ene t ra s vi es ar q eu ivo s

James downey ameaçava imolar-se pelo fogo, regando-se co, a gasolina de uma garrafa que trazia consigo, alias única arma, ( tambem riscado, esta ultima frase) . nenhuma arma, apenas o jogo psicológico, do “quando quiser rebento uma bomba”. Em França onde aterraram sem gasolina pra alcançar o Irao, a tropa especial anti terrorismo, não encontrou resistência alguma e james down foi dominado sem obter o desejado conhecimento da terceira revelação de Lúcia, a vidente de fatima,

J am es do w ney am e aça ava i mol ar do t r alo da inglesa se p elo fogo, r ega gan do traço inglesa se co, a gás o l ina de primeira garra raf q ue t ra z ia c on sig o, al ia s única arma, ( t am b em eri s cado, e sta u l t mia fr ase) . ne h uma rama, ap e mnas o j ogo ps o co li gi co, do “ cabo q u ando q u ise rato r e b en to uma b oma”. Em Fr ança onda at e rr aram se em gás sol ina p ra al can ç ar o Irao, a t rp o a es pe cia l ant tot te rr o s r is mo, n cão en c on t ro u r e sis t enca al g u am e james do w n rf o id dom minado s emo bt reo de sej ado c one h ce i men to da t rec e ira r eve la sao de lus cia, a vi dente de fatima,

Todavia ele é indirectamente revelado na versão oficial de fatima reportando-nos novamente a jacinta do cónego jose galamba, le-se a determinado passo, por causa do seu grande amor ao Santo Padre, jacinta impressionou-se com as coias reveladas no terceiro segredo, cv, vi o santo padre numa cas muito grade de joelhos diante de uma mesa com as maos na cara a chorar, fora estava muita gente e uns atiravam-lhe pedras, rogavam-lhe pragas e diziam-lhe palavras feiras,

To d avia le é in der e cta mente rato quatro eve l ado ba v e r sao o fi cia al de fatima r ep porta ando do traço ingles dos nós, nova mente a jacinta do c one g o do jose gala lam ab a, le do traço da inglesa sea det r emi minado pa s sp, por ca s ua do s eu g rande amora o S anto P ad r e, j ac in t a i mp r ess sio no u do traço da inglesa se com as co ias r eve lada s no t rec e iro se g red o, cv, vi o s ant o p ad ren uma cas mui to g rade de joe l h os do ante de uma mesa com as am a os na car ac hora r f ora e stav mui ta g en te e un s a t iram v am do traço do primeiro ingles pedras, ro g ava vam do traço do primeiro ingles das pragas e di z am do delta do traço do primeiro ingles pala av ra serpente das feiras,

Faz-me isto lembrar a noite das mil cobras aqui me campo de ourique, acabei eu a chorar em frente a igreja muito bela como asas de um aviao, ou de um anjo, ou mesmo da viagem lua, versão tintim, uma bela rapariga passara no final daquilo por mim, só sentira seu perfume, pois estava de olhos fechados, mas era bela, como me recordo

F az do traço da inglesa me is to l em br ar a no u te da s mi l cobras aqui me cam p ode ou riq eu, ac ab bei a eu ac hora rem fr en te a igreja mui to be la com p o asas de um avia o, ou de um anjo, ou me s mo da vi a gema lua v e r sao t in tim, uma be la ra pa riga p as sara no fi n al da q u i lo por mim, s ó s en tir as eu pe rf u me, p o is e stav ad e olhos f e c h ad os, mase ra b e l a, com o me record circulo



Depois me dei conta que na antepenúltima, salvo erro carta, endereçado ao tribunal penal internacional, ficara na versão publicada uma linha de quatorze x seguidos em maiúsculas, para me lembrar de pois de por o e mail, mas que me esquecera, ou assim parecia ter sido, e me dou então conta que nos dois primeiros parágrafos os tais riscados a feltro, estão duas linhas grandes de x, e em neste caos apenas uma, se le neste do x do louco da it ap das penas quatorze e as x da ampulheta do serpente do sx delta da maria invertida, m cao f osse da indo le, vaso maior do furacão

D ep o is me de e conta q ue na ante p en u l t ima, s alvo e r ro ca rta, en der eca cado ao t rib un al p en al in ter na cio n al, fi cara na ave rata sao pub li cada primeira linha de qua tor ze x se guido se em mai us cu l as, para me l em bar de p o is de por oe ema mail, masque me es q eu cera, ou sas em par e ceia t r e s id oe em me do u en tao conta q ue nos do is prime i ros para g rafo s os tais r isca dos a f el st ro, es tao du as das linhas g rand es de x, e em neste caos ap en as uma, se le neste do x do louco da it ap das pea ns q ua tor ze e as x da am mp u l h eta do serpente do sx delta da maria in verte o dam cao f osse da indo le, vaso maio rto do f vaso da racao

Algum dos espiões que aqui regularmente entram, terá visto estas notas que no texto apontei e que ficaram diversos dias abertas sobre minha mesa, e um dia que foi ao pingo doce, comprei uns ananases do próprio pingo doce, que quando olhei a tampa neles vi, quatorze x impressos, como referência

Al gum dos es pi o es q ue aqui rato e gular mente net ram, te rá vi s to e sta sn ota s q ue no texto ap on te i e q ue fi caram di v eros dias ab e rta ss ob br e min ham ea, e um dia q ue f o ia o pi n g o do ce, co mp rei uns ana na ze sd o pro p rio pi n go dc e, q ue q u ando oo l he ia tampa nel es vi, qua t roze x pina td os, com o ref fr en cia

Diz esta estranha tampa de ananás, que em portuges tem tambem o significado de granada, e ressoa neste Livro num outro , em madeira da republica dominicana e agora na imagem das arvores a rebentarem na austrália, assim, quatorze x , dl , di gi cruz al da ps angulo segundo de noventa do circulo de sessenta e dois , sete, primeiro do onze do bar do ra do circulo do sex to, segundo do duplo circulo do nono

D u ze sta es t r anha tam p ad e nana anan as, q ue em portu g es te m t am b emo si gn i fi cado de granada, e r esso ane neste L iv ro num outro , em madeira da r e publica dom in inc ana e agora na e mage made ria das ar vo r es a r e b en tar rem na a us t ra l ia, ass em, q au t ro r ze x , dl , di gi cruz al da ps angulo se gun do de n ove n ta do circu l o dd e se ss en ta e do is , sete, prime iro do onze do bar do ra do circulo do sex to, se gun dodo d up lo circulo do nono

Ontem, quando limpei a mesa, levei os cinzeiros ,e quando de novo comecei a fumar usei, o pequeno ananás, vazio para as betas, um quase furo nele as paginas tantas se deu, e assim na embalagem li o que aparecera, a vesica do delta deitado, dos óculos, de onde sai a faca apontada a latina, europa, as cinzas saem do com do pal fr, es s en ca primeiro home do primeiro furo, uma, furo, do set do circulo de la de ama ana na one s primeiro do ice circulo do forte do pine da aplle, o furo entre o rato e o vaso, o ro , rato da gravidez, da ode de la, da anan ás , amachucado, a ama de anan as do one s lice , fa tia o f pi ni é apple, a latina e vesica dos olhos de spray, invertida estrela, y ar ps,

On te em, q ua ando li mp e ia mesa, l eve i os cin ze i rose q ua ando de n ovo com e ceia f u mar use i, o pe q eu no anan as, v as si zo para as bet as, um q u ase f ur o ne le as pa gina s t antas se d eu, e ass si mna em bala ge ml lio q ue ap ar e cera, ave isca do delta de it ado, dos o cu l os, de onda s aia f aca ap in t ada a la t ina, eu rop a, as cin za s as e made ria do com do pal fr, es s en ca primeiro home do primeiro furo, uma, furo, do set do circulo de la de ama ana na one s prime iro do ice circulo do forte do p ine da ap ll e, o f ur o en t reo do rato e ova vaso, o ro , rato da g ra vi dez, da ode de la, da anan ás , am ac h u cado, a ama de anan as do one s lice , fa tia o f pi ni é apple, a la t ine e vi sec ad os olhos de spa rato do delta, iv e r t i d a ts ester la, y ar ps,

Continuei pela rua, pois trazia um numero de porta dentro de mim, cinquenta, quando dou por ele, é um restaurante do nepal , en frente o outlet, dois mil, fr cores numa caixa de resmas de papel, ali estava massi um eco da freeport, cm o nepal do outro lado, o restaurante do nepal, uam imagem aqui abordada na altura das ultimas matanças, que ecoou no bhudha bar na gare de alcantara, visoes qui relatadas

Conti nu e ip e la rua, p o is t ra z ia um n u m ero de porta d en t rode mim, cin q u en ta, q u ando do up por ele, é um r es tua ra n te don epal , en fr en teo o ut le t, do is mi l, fr co r es nu ma co ix ad e r es mas de pap el, al i e stva massi um e co da fr ee port, cm one pal do o u t rol ado, o r es tua ra ante do nepal, ua mi mage maqui bao rda dna al tura das u l tim sm mata ancas, q ue e co o un o b h u da bar na gare de al can tara, cv vi s o es qui da ire la t ad as

Em frente ao outlet do numero cinquenta, cuja caixa de resmas de papel reflectia não só as corres franceses, com as russas, como complemento da imagem do cherne e do putin na russia, o restaurante do nepal, maya, restaurante, zagalo do circulo do delta da web pt sessenta e sete do ponto de noventa e um , x ni gato, do circulo do trovão corsa de parta e preto, ts tino automóveis do cacem, lo primeira elevada do ponto da lagoa, hi mo ova ari do vinte e cinco, setenta e cinco, oe, segundo estrela de oitenta e um,

Em fr en te a oo u t l e td o n eu ero cinquenta, c u j a c caixa de r es ma s d e pap el r efe l ct ia n cão s ó as co rr es fr anc es e sc om as russas, com o com mp le men to da i mage made ria do cherne e do putin na r us s ia, o r es tua ran te don epal, da maya, restaurante do za galo do circulo do delta da web pt sessenta e sete do ponto de n ove en a te um , x ni gato, do circulo do t rova o corsa de parta e preto, ts tino au tom ove is do cacem, lo primeira elevada do ponto da la gi a, hi mo ova ari do vinte e cinco, setenta e cinco, oe, segundo e ts r ala de oitenta e um,

Pancada na ten , em noventa e nove serpente segundo am primeira do x citroen az, circulo do primeiro do segundo circulo de noventa e dois, ep chelas, o lobo da lulu, do colar da cor de tipo hover, p quatorze, quarenta, angulo, idêntico ao da igreja da lucinda, de novo a aqui aparecer, de noventa e um cinco, primeiro do quadrado vesica laranja preta e branca , mrpp de oitenta e tres, do arco aro da tem, sessenta e oito, cok de oitenta e um, set vaso car leao prata trezentos e sete sw, serpente x vermelha sexta, do trinta e um, e vaso js homem cheroke grande, cinquenta e tres, do si do virax, do peugeot do oriente, traingulo fogo da primeiro do homem do quadrado do circulo do infinito, do vinte sete, primeira cara vaso primeira usa do silveira cafés e cabelos, s Mateus, s honorio, trade trinta

Pancada na tem , em n ove en venta ta e n ove serpente segundo am pr iam mr ra do x c it ro en az, circulo do primeiro do segundo circulo de noventa e do o is, ep chelas, o lobo da lulu, doc ol ar da co rato da det u po home da eve rp quadrado do au ur tor ze, quadrado da au renta, angulo, vaso den tico ao da igreja da lucinda, de n ovo aa aqui aa e ser, de noventa e um cinco, primeiro do quadrado ove e isca laranja preta e branca , mrpp de o i eta anta e t r es, do arco aro da tem, sessenta e oito, cok de o it en at e um, set vaso car leao p rta t re z en to e s sete sw, serpente x vermelha sexta, do trinta e um, e vaso js h oe em c h ero je g r ande, cinquenta e tres, do si do virax, do peugeot do o ire en te, t rai n gula gof o da prin mer iodo do homem do quadrado do circulo do in fn i t o, do vinte sete, primeira cara vaso primeira usa do silveira ca f es e cab elo s, s mat u es, s h on o rio, t ra de t rin t a

Ao pé da banca do multibanco do bes, as revistas, algumas poisam no chao, um senhor na caixa de levantamento do multibanco estava, seu chapéu de chuva com um gancho cor de café ou de canela, caiu ao chao no momento, ficou o gancho para cima voltado, no eixo da revista com uma bela rapariga negra vestida de prat, que parece caminhar cheia de fúrias, a tirar o casaco, ah se fosse , a vir assim me beijar, primeiro era capaz de me espantar, depois certamente diria, que bom ser assim comido com tanta vontade, explosão em espanha, na tv, ao momento de este escrever

Ao p é da banca do multibanco do bes, as r v e ista s, al gum as p o isa sam am do no do chao, um s en h ron a caixa de l eva van tamen to do mul ti ban co e stav as eu ch ap eu dec homem da uva com do primeiro gancho co rata de ca fé ou de can e la, ca e ua o chao no meo men to, fi co u o gan cho para cima vo l t ado, no e ix o da revista com da primeira bela rapariga negra v es t id a de prat, q ue pa arc e ca min h ar ce hi ad e fúrias, a tir ar do aro do c irc uk lo do cascão, a h m se f os sea vi r as si em me e be i j ar, prime rio e ra ca pz de me ep ana t r, de oo is ce rta mente di ria, q ue b om se r as si em com ido com t anta von t ad e, e x p lo sao em espanha, na tv, ao meo men to de este es c r eve rato

Ao lado a revista com a gisele na capa, circulo do quadrado do europeu do hadit, bo vaso, act, ac cruz , o gato glorioso da gestão técnica , ou técnico, primeira pen circulo de cortes El rá da E en te quadrado, quatro prata azul, noventa e sete ml, bu maior, na brand dia da central, estava eu pensando nas cruzes dos carros americanos invertidas ,

Aol ado ar e vi sta com prime ria gisele na capa, circulo do quadrado do europeu do h ad u t, bo vaso, act, ac cruz , o gato g lo rui o us dag es tao tec nica , o u tec nico, primeira pen circulo de cortes El rá da E en te quadrado, quatro o rata az uk primeiro, noventa e sete ml, bu maior, na bra n dia da c en t ral, e stav a eu pen sa dn do nas cruzes dos carros americanos in v rt id as,

O skoda verde e branco, ali continua parado no mesmo sitio, entre o numero cento e onze e cento e quinze, na montra da loja por detrás dele, de novo uma mantinha escocesa como a que outrora tinha, e que aparecera em dia recente num twingo amarelo, em campo de ourique

Os kapa o da verde e br anco, al ki conti nu a para don o me s mo si tio, en t reo num ero c en to e onze e cento e quin ze, na mon t ra da loja por det ra s del e, de n vo um man tinha es cose za como a q ue o u t ro ra tinha, e q ue ap ar e cera em dia rec en te n um t w in goa mar elo,

O circulo do norte, o pai da sofia, das novas energias, o tom pragmático do so what, não deixes a rapariga, the one, sem nada na mao mesmo antes da interpretação do sonho, assim, ecoava uma das linhas do sonho que no video anterior narrara

O circulo do norte, o pai da sif ua, o tom pr a gm a tico do so w hat, n cão de ix es a ra pa riga, t he one, se mna dana mao me s mo ant es da inter rp r eta sao do son h o, as si em, e coa ava uma das linhas do son h o q ue no v id e o ante rio r na rr a ra

um outro pedaço de imagem se manifestara ao lado da embalagem do ananás, um desdenho de um ferradura, feita pela colher prata e negra dp ca fe, em cima da minha mesa de madeira, casco, que entrara tambem em referência recente num texto, em que em linhas de poema, te dizia, depois nos riremos dos cascos da invernia,

um outro ped aço de ima gm me se m ani f es t ra aol ado da em bala ge made ria do ana na s, um de ds ne h ode primeiro da ferradura, feita p e la col her p r ata en negra dp ca fe, em c ima da min h a mesa de madeira, casco, q ue en t rr a t am b em e m r e fr en cia rec en te nu prime rio do texto, em q ue em linhas de poe ema, te d iza, d ep o is nos r ire mos dos cacos da in v e r ni a,

a tampa dos quatorze x, trás neste entretanto fungos, e um outro ananás, abacaxi, que calhou neste entretanto comer, me dá ainda a referência complementar, olivais hf, sex ro sessenta e seis do sessenta e nove, dos burros, em setenta e tres, origem costa rica, variedade sw ee t gold cali br e set, lot e do duplo circulo do maestro vinte e oito, primeiro do quadrado do sexto, do dezasseis do bar do ra de noventa e seis quadrado do primeiro, local de preparação, p do quadrado dos olivais , primeiro, circulo de noventa e nove, primeiro do circulo do peso li qui do, do circulo dezoito, preço cento e um euros,

a tam p a d o s qua tt roze x, t rá s neste en t r eta anto fungos, e um o u t ro ana na s, ab ac ax i, q ue ca l h o un neste en t r eta anto co mer, me dá a inda ar e fr en cia co mp el met ram, ol iv is hf, sex ro se s senta e seis do sessenta e nove, dos burros, em set en ta e t r es, o rig em costa rica, v a rie dade sw ee t gold cali br e set, lot e do duplo circ uk l o do maestro vinte e o it o, pr ie mr rio do quadrado do sexto, do dez ase si do bar do ra de noventa e seis q au dr ado do primeiro, local de pr epa raçao p do quadrado do s oliva si, primeiro, circ u l ode neve en ta en ove, prime iro do circulo do peso li qui dodo circulo dezoito, pr e coc en to e um eri serpente do circulo,

em noite recente no jardim, um casal em cima do banco de pedra, dançava como para juntinho, antes, um outr4o aparecera fazendo uma rabula com a imagem da cate blanchett, lavava uma rosa vermelha na fonte, trazia um espelho branco, que apontou a um aviao, com palavras a gozar, eu o olhava e via a charge que faziam as palavras que à cate acabar de publicar, um outro pormenor, nesse dia se acrescentara ao jogo de luzes que vem fazendo na ponte, primeiro apareceu, os carris do se mi arco do túnel vermelho do comboio, dois pares em duas das arcadas que sustentam os pilares da ponte, nesse precisa noite, um troço do túnel , estava completamente iluminado, como dizendo de um varte de sangue

em no ite rec en te no jardim, primeiro ca s al em c ima do banco de pedra, dan ç ava com o do para j un tinho, ant es, umo vaso da cruz r 4 do circulo da ap ar e cera do fazendo uma r ab bula com da primeira rai mage made ria da cate b lan cheta, l ava v au m rosa vermelha na fonte, t ra z ia um es pe l ho br anco, q ue ap on to ua primeiro aviao, com pala vaso do ra sa g oz e r, e u o l h ava e via a charge q ue f az iam as pala vaso do ra s q ue à cate ac ab ra de pub lica rum outro por m en o r, ness e dia se ac r es c en tara ao j ogo de luz es q ue eve m fazendo na ponte, primei ro ap ar e c eu, os carris do se maior ki arco do t une l vermelho do com bi o, do is par es em duas das a r ac ad as q ue s us t en at mos pilar es da ponte, ness e pr e cisa no it e, um t roço do t un e l , e stav co mp l eta mente i li mina ado, com o di ze dn ode do prime rio da varte de sangue

em noite seguida, a partir do ponto em que o casal dançara em cima do banco, como a dizer, da dança da el eva são, olhei em frente servindo-me da pirâmide que existe na casa de goa, uma pirâmide assim fina como um bico, que fica daquele ponto de vista, da amurado do jardim, debaixo de um dos semi arcos da ponte, e como de costume ao fundo, já subindo para a tapada, um conjunto de prédios, que pelas luzes, se vinha reflectido na numa imagem dos quadrados que apareceram por detrás do obama, na américa, na altura da tomada de posse, aqui cp comentados, adquiri, por esta mira um preciso sentido, pois aponta aqui , uma precisa janela, com duas luzes muitos curiosas, primeiro se ve o que parece ser um vela, pois parece vibrar na sua intensidade, e depois dando um ou dois passos, sem que nada na frente cobra o eixo, se ve uma luz rectangular como definindo o contra luz da janela rectangular, andei para a frente e para trás verificando o estranho fenómeno de luz, e quando olho a lua cheia no ceu, a própria lua, se transforma por um momento em duas, ou seja, dois circulos que se intercessionam e fazem assim a vesica, a vesica que aparecera associada à imagem da referência do meu actual casaco , o das riscas que vou usando neste dias

em no it e se guida, a p art tir do p on to em q ue o ca s al dan ç ar a em c ima do ban co, com o a di ze rda dan ç ad a el eva são, o l he e em fr en te ser v indo do traço inglesa me da pira mi de q ue sx is te na c asa de goa, uma pira m id e as si em fina com o um bico, q ue fi ca daquele ponto de v ista, da am ur ado do jardim, de ba ix o de um do serpenet da serpente da se mk ia dos arcos da ponta, e com ode cos t um me a o f un do, j á s ub indo para da primeira da tapada, um c on j un to de pr e di os, q ue pe l as luz es, se da vinha r efe l ct indo dona numa imagem dos quadrados q ue ap ar e ce ram por det ra sd o obama, na am erica, na al tura da tom ad a de p os se, aqui cp co men t ado s, ad qui rip por e sta do mira um pr e c is o s en t id o, p o is ap da ponta aqui , uma pr e cisa jane la, com du as luz es mui to s cu rio sas, pr im ero se eve o q ue par ce ser primeiro vela, p o is par ce v ib ra na s ua in t en sida de, e d ep o is dando um o u do is dos passos, s em q ue en ada na fr en te cobra o e x ix o, se eve primeira luz rec tan gular com o de fe en indo o c on t ra luz da jane la rec tan gular, ande ia para a fere n te e para t ra s v eri fic na do o es t ra anho f en ni ome no de luz, e q u ando olho a lua che ia no c eu, a pro pr ia luz, se t ra sn forma por um mo mn to em dias, o use seja, do is circulos q ue se int rec ess sio na me f az em ass ima ave s ia, a ve sica q ue ap ar e cera ass o cia dao à i mage made ria da r e fr en cia do me u ac tia l casaco , o das r iscas q ue vo u s us na do neste do dias

depois alguém ali deixou ainda, um frasco de grão de bico, extra, garbangos, os patos de um pontapé na vesica da tiparilho, a bola rosa da estrela, do carro vermelho do roberto, do plano da cuty, made na Tailândia , dois furos debaixo do chassis, que se reflecte na imagem recente expressa no ultimo video, do motor eléctrico da elevação da cruz e da crucificação, na caixa dos ti par da ilhas do ro bt das queimaduras, as chaves da das flores ruivas da expo, um fósforo azul e branco vareta, uma onda de mar vermelha que simboliza um tsunami, o do sudoeste asiático, e pregos de ferrugem que estavam na palmeira do jardim do império,, a chave jma, é seta de um arco, , e ainda uma espada e um punhal e uma pinça de caranguejo do algodão, cotton, galaxy balls

d ep o is al g u é mali al de ix o ua inda, um fr as co de g ra ode bico, extra, g a rb bna gato os, os dos patos de primeiro da p on tape na ave sica da t ip par da ilho, da bola rosa da e ts r e la, do carro vermelho do roberto, do p lan da cut delta maior do c u t delta, made na tao lan dia , do is f u to s de ba ix o doc h assis, q ue se r e for mula one k e ct en a imagem rec en te e x pr 3 ess no u l t imo v id e o, do m oto r el e c rico da el eva sao da cruz e da c ruci fi caçao, na ca ix a dos ti par da ilhas do ro bt das quim ad ur as, as c h ave sd a das flo es rui iva s da expo, um f os foro az u le branco v a r eta, primeira onda de mar vermelha que si m bo k iza um ts una mi, o do s u do este a sisa tico, e pr ego s de fer ru ge em q ue es tv vam na palmeira do jardim do i mp e rio,, ac home ave j ma, é s eta de um arco, , e a inda uma es pada e um p un h al e uma pi n çade car ra g eu jo do al g o dao c ot ton g al a x delta do ba ll serpente

queda do aviao na Amazónia, se vaso so do rio , e super demo j um ps vaso it l ook mini serpente homem santos altíssimo, da ana do hat primeiro me da catarina furtado, acção dizem elas

quad ado aviao na am az oni a, se eva vaso s o do rio , e super demo j um ps vaso it l ook mini serpente homem santos al ti s simo, da ana do hat primeiro me da catarina furtado, ac sao di es m el as

durante a escrita deste texto, o espirito me desvelou, que a puta do curto da puta maria elisa, começava suar que o pan, que morreu ou morrerá, é referência ao tambor, que a Chiquita banana, ou seja a cantora da miranda, carmen miranda, é do principe laranja do psd, o santana, de quem o espírito me tinha em dia recente desvelado, uma das brasileiras, ser a valquiria dele, o zorro do corte de meu pé, que se reflecte na imagem da rocha conde D´Obidos, quando a zeta duzentos e oitenta, ou seja mercedes, com escada enfiados no mar , a reverbar na imagem da promoção da serie dos médicos, que o video da conta, que o financeiro de casaco azul idêntico ao meu é o capo, e a capa, o co do banco,

durante a es c rita de ste texto, o es pi rito me d es velo loi vaso do que a puta do curto da puta maria elisa, com aç ava s u ar q ue o pan, q ue mor rue ou moe e ra, é refer rn cia ao tambor, q ue a chi q u it a b ana ba, o use seja a ca ant tora da miranda, carmen miranda, é do principe laranja do psd, o santana, de q eu mo es pei rt o me t ina h em dia rec en te d es velado, uma das br as i le iras, se ra v al q u iria dele, o zorro do corte de me u p é, q ue se r efe l ct en a imagem da ric h a conde d ap soto lo serpente de o bid os, quando a zeta du es sn to ze oitenta, o use seja mer ce ds, com escada en fia do s no mar , a r eve r b ar na i mage made ria da pro omo do mo sao da se rie dos médicos, q ue o v id e o da conta, q u o fi n ce iro de ca do saco azul id en tico ao m eu é o capo, e a capa, o co do na mc om do banco,

e uma estranhíssima intuição que se desvelou numa outra serie, que o anestesista do parto do Francisco, é a primeiro da cristina coutinho

e um ae ts ra n hi s sima in t ue sao q ue se de es velo lou numa o u t ra se rie, q ue o ane st e sis t ad o p art o do fr en cisco, é a primeiro da cristina coutinho

a esta imagem do cais voltarei, posi segundo manuela ferreira leite, terá ainda a ver com as jeans da pedra das aguas da ino ova do sao