quarta-feira, fevereiro 11, 2009

acabei de publicar, no eapaço em que estava a colorir os paragrafos, algume stva na aplicaçao on line a alterar o texto, assim deu conta uma informaçao do blog, agora vou de novo colri-la e ver se procedram a alteraçoes,

bem sei meus cabroes, que o que voces pretendem com isto, é criara maragem de duvida, sobre o que aqui desvela, já vos tinha dito,m pois já tinha visto as vossa intencoes, assim tentam desacreditar o que aqui develo em verdade, seus filhos da puta inferno com vós, era essa a linah que era refeletida nos medias, nas vossa paatrnahs de todas as coberturas, que iram proceder a auditorias, seus filhos da oputa mentiross , ficai cehgos, seurdos e mudos!!!!
1-

eu o bordador, bordador sou
mas estou cansado nas vezes das palavras bordar

eu o bo rda dor, bor dad o r s o um as es to u ca sn ado nas v e ze sd as pal vara s bo r d ar

quem é a abstunta que apareceu na dita comissão de inquérito da ar, ligado com os bancos, que dizia que estávamos no campo das percepções?!!!!

Q eu mé a bst un t ac q ue ap arc eu na dita co miss sao de in q eu rito da ar, li gado com os ban cos, q ue di z ia q ue est v am os no cam pod as per c e p ç o es

sua besta e suas bestas que o cobrem, e porventura haverá ou haveria algum outro campo que fosse conhecido sem ser por elas, aqui!

S ua bes ta e s ua s be st as q ue o co br em, e pro ove en tura h ave rá o u h ave ria l al gum o u t ro cam po q ue f os se c on he c id o se ms ser por el as, aqui!

Desculpa de mau pagador, nome do senhor que não apanhei, estava a rasca , ou seja trás culpas em seu cartório, e me pareceu um besta violenta, deverá ser então o tal puta financeiro de cascais!!!!

D es culpa de m au pa gado dor, no me do s en hor q ue n cão ap ana he i, e stva a ra sc as , o u sej pato t ra s cu l pas em s eu c ar tor ia, e me par c eu um bes ta viol en ta, d eve rá ser en tao o ta l puta fina ce iro de ca sc cais!!!!

Depois apareceu um rapazinho informático, do banco, a dizer que trazem todos os registos de todos o s movimentos do banco, cabrões, trazem é todos os movimentos de todas as minhas navegações , não é meus cabrões! , ou assim o pretendem fazer crer!

D ep o is ap ar e cu um rapazinho in for mat tico, do banco, a di ze r q ue t ra ze m todos os reg is to s d e todos o s mi vi em n to s do banco, c ab br oe s, t ra ze mé todos os mo vi men to s de todas as min h a mna ave g a ç o es , n cão é me us c ab r o es! , ou as si no simo pr e t en de m f az e rc rato e rato!

Ou seja é esta história cobertura de espiões, que não creio ser nenhum deles encartado, quero os nomes, para os mandar investigar e prender, ou leva-los para o inferno!!!!!

O use seja é e sta h si tor ia co be r tura de es pi o es, q ue n cão c rei os e r n en h um de l es en carat dao, q u ero son om es, para os man da r in v e ts sig ar e pr en de erro u l eva do traço ingles primeiro circulo dez ser ep pn te do para o oe em fer no!!!!!

Desde noventa e dois que a coisa fazem, meus filhos da puta!!!!!

De sd en ove en t a e do sic q ue ac a co isa se f az, me us fi l h os da puta!!!!!

a facas e o triângulo de fogo se desenvolveram como de costume
tudo se desenvolve

a f aca se o t r ian gula de f ogo se de s en vo v le ram com o de cos t um me
t u do se d es en volve, o lobo, que ap ar e cia as soci ado à lulu, d eve te r s id o por iss o q ue d ep o is mui to v en to u e m fr anca

o problema é que mais uma vez arderam muitas arvores ns antípodas
e uma flor em italia, ambos frutos de inversões

o pr ob el ma é q ue nma si uma ave z ar d e ram mu t as arvores ns na t ip pod das podas e uma for mula one o rem italia, am bo s fr u t os de in verso es

de cima da tulipa vermelha, caiu de novo aquela que está dentro da bainha, ou seja uma rapariga, neste caso, a mora, a que trás as setas cruzadas, um outro elemento se desvela , arte deco, prata, cigarretes e cigarreiras, depois a ventania foi forte em frança

de c ima da t u l ip vermelha, nl, ca i u de n ovo aquela q ue e stá d en t ro da ba inha, o u seja uma rapariga, neste do caso, a mora, a q ue t ra s as s eta s c ruza ada s, um o it ro el em en to se d es vela , arte deco, p rata, cigar r e te se ciga rr eu ra s, d ep o isa v en t ania f o e f orte em fr ança

ao cair aqui em figuração, apontou-me com clareza, um assunto que vem de trás, sobre a historia de um maçon, que ainda nem tive tempo para escrever

ao ca ira aqui em figo raçao, ap on to u do traço inglesa me com da clare za, um as sun to q ue eve em de t ra s, s ob rea hi s tor ia de primeiro maçon, q ue a inda ne m t iv e te mp para es c r eve rato

depois outra faca preta e parta caiu ao lado de um elemento que figura as aguas e as bacias de aguas, ficou precisamente com a serrilha para cima, ou seja um faca que corta o ceu, aviao, fim de semana, porto, a faca dos red bull, um guarde nacional aéreo, são referências imediatas e não só, desta linha

d ep o is o u t raf aca pr eta e p art ac ca e vaso aol ado de um le l em n to q ue figu ra as aguas e as ba cia s d e aguas, fi co u pr e i cm anete do anel da nete n te com a serrilha para c ima, o use seja primeiro do f aca q ue co rt z a o c eu, avia o, fi made ria de se mana, porto, a f aca dos red bu ll, um guarde nacional a e reo, são r e fr e cni as imediatas e n cão s o de sta da linha

aponta o canto da mesa de madeira onde se manifestou a marca do casco das bombas, dos ananases, e dos abacaxis, que como um lá dizia, eram as arvores a rebentar como bombas, ou seja, relacionado com as bombas na europa, e agora na austrália

ap da ponta do circulo do canto da mesa, madrid, de made ira onda se m ani f es to ua ma rca do casco das bom bas, dos ana n as es, e do s ab aca xis, q ue com o um l á di z ia, e ram as das arvores a r e b en tar com o bom ba s, o u seja, r e la cio n ado com as bom ba s na eu rop a e agora na au s t ra l ia

as facas estão em linhas contrarias, ou seja mais uma vez se confirma um choque entre dois , ou dois grupos, vias de facto era uma linha que tinha ouvido em véspera, que me dera clara ideia , de um dos grupos, dizer que agora justiça estava feita, não gosto destas formas de fazer justiça, continuais assim , levo-os todos, de um lado e do outro para o inferno!!!!

as das f aca s es to a em linha s c on t ra arias, o u seja mais uma ave z se c on f ima um cho q ue en t red o is , o u do is g rup os, vias de facto, e ra uma linha q ue t un h a o u vi do em eve se pr ra, q ue me der a clara id deia , de um dos g rupo s, di ze r q ue agora j us ti ç a e stva f e i ta, n cao g os to de sta s formas de f az e r j us ti ç a, conti m nu asi as si em , l evo do traço do ingles os todos, de um lado e do outro para oo in fer no!!!!

o símbolo dos dois vasos , ou mesmo tres de fogo, eram visíveis numa das casa ardidas, aqui a imagem falava, de mistura entre os dois elementos, o que remetia para israel, e ainda mais porque de seguida na tv a propósito das eleições, as papoilas que introduzira a propósito do Afeganistão ali estavam reflectidas num símbolo de um dos partidos concorrentes, e tambem, uma outra imagem me apareceu, que continua para trás a relaçao com os acontecimentos a india, dos jovens de Israel depois das guerras, a la irem descansar e formas mais ou menos descontroladas, ali estavam uns jovens assim tipo skin a passar

os im b olo dos do is vasos , ou me s mo t r es de fogo, e ram v isi v e is numa das casa ar didas, aqui a e mage made ria fala ava, de emi is ru ra en t reo s do is el em en to s, o q ue reme tia para israel, e a inda mais por q ue de se guida na tv a por posi to das e lei ç o es, as pap a o ila s q ue in t rod u z id a a pro posi to do af a gn is t aa o al i e stav am r e for mula one e ct id as n um s im bolo de um dos p art id os c on co rr en te se t am b em, uma o u t ra i mage madeira me a ap rec e eu, q ue conti n ua para t ra sa da relaçao com os ac on tec ie mn tod a in di id, dos j ove en ns de is rea l d ep os o is das guerras, a la ire em de sc can sar e formas maís o um en os de sc on t rola ada s, as li es tv am un s j ove ns as si em t ip o s kin sa p assar, sapa ss ar

o povo dizia o que sempre diz, não traz muito interesse nas eleições e em quem governa, extensível, a todos em qualquer lugar do mundo, a mudar urgentemente, as formas de governação,

o p ovo di z ia o q ue se ml re di z, n cão t r az nm mui to in te r ess en as e lei ç o es e em q eu em goe v rna, e x t en s iv e l, a todos em q u l q eu r lu g ar do mundo, a mu da ar ur gen te mente, as formas de g ove rna sao,

no parlamento na austrália, era visível uma pedra cubica, que acabara de falar na Palavra em video, se bem que inferior a um metro cubico, as seu lado aparecia , o que me pareceu ser uma maqueta, que eram tambem ondinhas, como telhados, ondinhas, e sendo que aqui em casa um barulho me chamou a atenção, foi ver, e encontrei o mesmo telhado que soa como hangares de aviões, numa caixa de ferramentas que caíra, estava invertido à frente de uma escadote que aqui tenho, e lá por debaixo, encontrei, um fio de ligação muito curioso, pois falara das fases, e lá ele o figurava, um rca preto e duas bananas, que parecem uns candeeiros que acabara de ver, na loja da sandy, de um arquitecto famoso, que parecem assim cascas de bananas abertas, as do candeeiro, era em casquinhas de madeira, ou seja os cabrões que me levaram o livro e que depois aqui de novo o puseram, andaram a fazer como de costume armadilhas, e os filhos da puta da policia, nada fazem como de costume, nesta terra de bandidos!!!

Mais uma vez trazem sangue me vossa maos por omissão criminosa!

No do parlamento na au s t ra l ia, e ra v isi v el primeira pedra cubica, q ue ac ab a ra de f al ar na Pala av ra em v id e os e b em q ue in fe r iro a um metro cu bico, as s eu l ado ap ar e cia , o q ue me par e c eu ser um am a q eu te, q ue e ram t am b em on dinhas, com o teka hd o sas on dinha se s en do que aqui em cas um bar u l ho meca h mo ua a t en sao, f o iv e r, e en c on t rei o me s mo tela hd o q ue s o ac omo h e gar es de avio es, nu ma ca ix a de fe rr am n en t as q ue ca ira, e stav in v e ru to a fr en m te de uma esca do te q ue aqui t en ho, e l a ap os t olo serpente por de ba ix o, e cn non t rio, um fio deli g a sao mui to cu t rio s, p o is fala ra das f as es, e l á ele o fi f ur ava, um rac a preto e duas ban ana s, q ue par cem unc andi cadi rei rosque ac ab ra de eve rna loja da s na f y, de um arquitecto f am moso, q ue par e cem ass em ca sas de bana sn a ab e rta s, au as do can di e iro, e ra em casquinhas de madeira, o use seja os ca br o i es q ue me l eva ram o l iv ro e q ue d ep o is aqui de n ovo o p use ram, and ram a f az e r c omo de cos t um e ar mad ilha se os fi l h o da ap da puta da policia, n ada f az em com ode cos t um me, nest a terra de ban didos!!!

Maís um ave z t ra ze m san g ue me v os sa mao s por o miss sao c rimi ino sa!

A maqueta reflectia-se tambem numa imagem do vaticano, ou seja uma relaçao clara se desvelou da relaçao entre a partida da luana e o incendio na austrália

A m a q eu te r efe l ct ia do traço da inglesa se t am b em nu mai mage made ria do vaticano, o use seja um a relaçao da clara se d es velo lou da relaçao en t rea p art ida da lu ana e o inc en dion aa us t ra l ia, ou seja a celina, que tambem passou outrora pela latina europa


um dos bombeiros lá, era imagem semelhante ao que me aparecera na estrela da rua do astrolábio, ao lado da do prior de crato, por sua vez semelhante a um rapaz que conheci a uns anos atras, e todos os bombeiros eu os amo, e portanto não quero que nada aconteça a nenhum, que bem falta fazem num mundo que anda tao destrambelhado como este, sendo que a tendência não será para melhorar, enquanto não se melhorar, e portanto seria duplamente estúpido que lhes acontecesse alguma coisa de mal, pois amanha depois outros choraram a dizer, ah, se ca o tivéssemos, que falta faz, é sempre assim os cegos, depois do leite derramado, muito choram

um dos bom bei rato sol á, e rai mage made ria se ml e h ante ao q ue me ap ar e cera na e ts r e la da rua do astro l av bi o, aol ado da do primor de c art o, por s ua ave z semem l h ante a um rapaz q ue c one h cia un s ano s at ra se todos o s b om be iro rose eu os amo, e porta n ton cão q eu ero q ue n ada aconteça a ne n h um, q ue b em f al t af az em n um mundo q ue anda tao d es t ra n bula hd o com o este, s en do que a t en den cia, italia de novo, n cão se rá para mel h o ra r, en q u anto n cão se mel h o ra r, e porta n to se ria d up la mente es t u pido q ue l he s ac on tec ess e al g uam co is de m al, p o is am anha d ep o is o u t ro s cho ar aram a id ze ra h, se cao t iv ess emo s, q ue f al t a f az, é se mp r e as si m os c ego s, d ep o is do leite der rac mad o , mui to cho ram

bonito mesmo, era o cao que salvou os gatinhos e um bombeiro a dar de beber a um , kuala, parecia o kuala, humano, tao humana era a forma com o segurava e bebia da garrafa de agua do bombeiro

bonito me s mo, e ra o cao q ue s al vo u os gay in h o se um bom berio aa dar de b e be ra um irao, k u ala, par e cia o k u ala, humana, tao humana e ra primeira forma com o segur ava e be bei ad a garrafa de agua do bom be iro

darling, do you love bulls?

belos sao todos, e todos os animais nossos irmãos, muito belo e esperto, é o kanguru, pois para alem de ter face de burrinho, inventou sistema muito inteligente para cuidar de seus filhinhos, pois veja la menina de meu coraçao, que ontem a noite quando desci, a estação do café para comprar cigarretes, estava a menina dentro de um quadradinho, salvo sempre seja de viver em pequeninos quadradinhos, para que nunca lhe falta o ar, assim a menina estava num celeiro muito afogueada ,levantando as suas saias, como a se refrescar, acho que até soprava e tudo, pena naquele tempo eram as ceroulas, mas enfim, nas vezes não se tem tudo, embora sempre se deva ter, se enfim sem fim, formos pessoas medidas, ou melhor que sabem assim bem medir, e ali estava a menina , depois ouve um barulho, e atira uma coisa pelo ar, as pombas levantam voo, e de repente aquilo cai aos pés de um menino, que é assim um espécie de refugiado político matador em sua propriedade, e se ve na palhinhas, então o dito objecto que a menina pelo ar atirou, mas não é um boomerang, eu já me ria, na realidade a menina só de a ver me faz sorrir, neste caso até me ri, pois era uma ferradura, e tinha eu acabado de pela Palavra dela falar, a ferradura, pois ali estava ao lado do rapaz, como a dizer a quem pertencia a dita ferradura

b elos sao todos, e todos os ani mais no ossos iram os, mui to b elo e es per to, é o k angu ru, p o is para al em de t e r f ace de bu r rin h o, in v en to u sis t ema mui to intel i g en te para cu id a r de se us fi l h in ho s, p o is veja la me nina de me u coraçao, q ue on te ema noite au un do de sci, a es taçao doca fe para cm com pr a r cigar rt es, e stav a me nina d en t rode um quadradinho, s alvo se mp r e seja de viver em pe q eu nino s q 2 ua dr ad di n h os, para q ue n unc a l he f al tao ar, as sima me nina e ts v ano um cele iro, celeiro, ele, mui to a fo g eu ad a ,l eva van a td o as s ua s asa a is, c omo a se r e fr es car, ac h q ue a té o pr av a e tudo, p en a na que le te mp oe ram as c we ro u l as, mas en fi mnas v e ze s n cão se t e m tudo, em bora se mp rese d eva z tar e, se en fi m se m fi made ria, for mos p esso as me didas, o um el hor q ue s abe em as si em b em me di ra, e ali e stva a m eni nina , d ep o is o u v e um bar u l h o, e at ira uma co isa p elo ar, as pm ba s l eva van tam voo, e de r e pen te a q ui l o cai aos p es de um m emi o, q ue é as si em um es pe cie de r e f u gi ado pol tico matador em s ua pro p rie dade, e se eve na pal hi n h as, en tao o dito ob ject o q ue a em nina p elo ar a tir o um as n cão é um bo ome mer a gn g, eu j á me ria, na real id ad e a me nina s ó de ave r me f az s o rr e rato do neste do caso a té mer ip o ise ra primeira ferradura, e tinha eu ac ab ado de pe l a Pala av ra de la f ala ra ferradura, p o is al i e stav a aol ado do ra p az, com o a di ze ra q eu em per t en cia a dita fe rr ad dura

ainda no caminho, uma estranha visao, que se encaixava retroactivamente numa das frases do obama que em mim ficara ressoar, e que me aparecera em sonho de novo, acordara com ela, e saíra lá baixo para a verificar aqui, pois ela aparecera tambem num outro contexto, que no fundo seria o mesmo, como sempre o é, foi nessa manha já aqui narrada, que me levou de novo a rua do prior do crato e do astrolábio, e ao freeport do nepal

a inda do ano no caminho, uma es t r anha visao, q ue se enca ix ava r e t ro ac t iva mente nu ma das fr ases do ob ma q ue em mim fi cara r esso ar, e q ue me ap ar e cera em son h ode noc, ac o r da ra com el a, e sa ira z l á ba sico para a ve rif fi car aqui, p o is e la ap ar e cera t am b em nu mo outro da contexto, q eu no f un do se ria om es mo, com o se mp reo é, f o iness primeira manha, j á aqui na rr ada, q ue me l evo u de n ovo ar ua do prior doc do rato e do astro l á bi oe ao fr ee port do n ep pal


a frase de obama, era , que o plano não era perfeito, mas que era o melhor, a frase, aqui estava num cartaz, que de manha de novo vi com masi atenção, pois assim diz, eu escolho o melhor, é de champo da linic e trás um nome, abe , la estamos nos no maçon e Lincolin

a farse de ob ama, e ra da rac q ue do circulo do p l ano n cão e ra pe rf e i tomas masque, q ue e ra o mel hor, a fr ase, aqui e s tv ava nu primeiro do ca rt az, q ue de m anha de n ovo vi com ma si a t en sao, p o is as si em di ze u es c olho o me l hor, é de c home map os da li nice t ra s um n one, abe , l + a e ts sam os nos no maçon e l in co lin

me irrita solenemente esta perversa historia dos primeiros, pois a vida não é assim nem assim deve ser nuca tomada, todos os que vivem são primeiros face aos olhos do Criador, pois cada um é diverso, uno e irrepetivel,

me e rato da rita sol ene mente e sta per versa hi s tor ia dos prime iro s, p o isa v ida n cão é ass em ne m as si em d eve ser nuca tom ada, todos os q ue v iv em são prime iro serpente da face, da p rie me ira mr dos os olhos do C ria dor, p o is c ada um é di verso, un oe e rr ep pet ti nono el,

pela noite, ao vir da estação, então reparei no que a luz em espelho sobre o cartaz me desvelara, estava um carro da polícia azul e branco sem nenhum lá dentro, em frente a cervejaria do palácio, na fiada das luzes de aviso do tejadilho, azuis, pareciam estar ligadas, em baixa voltagem, o carro apontava a exacta direcção de um dos tais cartazes da linic, e ao olha-lo, vi o reflexo da palavra vermelho da néon do palácio ali reflectida, ou seja, um pedaço, que me mostrava assim, pala, a pala invertido, ou seja falando de telhados de hangares, o inverso, é uma cova, e na perpendicular, um outro carro me chamou a atenção, pois, era parecido com o pequeno de madeira cuja referencia de nov aqui entrara , com os tais dois furos no chassi, made in Tailândia, ou sej relativos ao sudoeste asiático, e ao tsunami, ali estava ele figurado num lancia, que pelo volume e forma assim o parece, em cor fuschia, e reparei que se os dois se encontrassem, chocariam no eixo do linic, ou seja do abe, ou seja, parece dizer que o choque dos dois levou ao abe para a cova, cova, nesta forma, e tambem uma onda , uma depressão no mar abe ao contrario, é bea, beatriz, e bia , a rapariga que encontra em salema, bie tie wolfe, o bia do laço do lobo, ou ao lobo, ou seja uma vesica e um varão de prata, a ressoar na frase do lula sobre o pepinoaço


pe la ano no ite, ao vi rda es t aç são tacao, en tao r epa rei no q ue a luz em es pe l ho s ob reo cartaz me de s vela lara, e stva primeiro carro da pol i ca az u le do branco se em n en h um l á d en t ro, em fr en te a c e r veja ria do pala cio, na fia ada das luz es de avi s o do te j ad di ilho, az u is, par ce ima e ts ra lia g d as, em ba ix a v l tage mo carro pao n t ava a e x t ac cta di rec sao de um dos tais c rata ze s da li ni ce ao o ll h ã do traço ingles do prim ero do circulo de dez, vi o r efe l xo da pal av ra vermelho da neo em do pal cio al i r e fl e ct u da, o use seja, um ped aço, q ue me mos t rava as si em, pala, ap ala iv e rt ido, o use seja fal lan ando de te ç la hd os de h ang ar es, o in verso, é primeira do c ova, e nba pee rp pen en di cu l ar, um o u t ro c ar aro do ro de rome ch am o ua a t en sao, p o ise ra ap rec id o c om o pe q u en ode made ira cu j a r efe ren cia de n ov aqui en t r ar ac om os tais do is f ur os no c h assi, made in ta i lan andi ia, o u sej r e la t iv os ao s u do este as iat tico, e ao ts un ami, al i e stva ele figu ra don um lan cia, q ue p elo vo lu me e forma as simo pa rece, em co rf u sc hi a, e r epa rei q ue se os do is se en c on t ra ss em, choca r iam no e xi o dd o li nico use seja do abe, mo u seja, ap rc e di ze r q ue o cho q eu dos do is l evo ua o abe para a cova, c ova, nest a forma, e t am b em primeira onda , uma d ep press sao no mar, ab e ao c on t ra rio, é bea, beatriz, e be ia , a r ap rig a q ue en c on t ra em sal ema, bi e ti e wo l fe, o bia do l aço do lobo, ou aol ob oo use seja uma v e isca e um vaso arao de p rta, prat, it, a r esso ar na fr ase do lula s ob reo p ep ino aço, o use seja o aço do ino do pepe, o use seja de mad rid



vira eu em véspera, o discurso de obama a pedir a bill em cima da sua secretária, o discurso fora tenso, uma jornalista até lhe perguntava se aquele todo dizer, não seria contraproducente, ele lhe respondera, o que tinha de responder, se bem que um bocado baralhado naquele preciso ponto, que a verdade sempre compensa e que tinha esperança em todos os americanos para salvar o lar, depois falara eu no video com eles e durante a noite tive uma visao muito sombria do que poderia ser, espero que não venha a ser, a América se as coisas se não se compusessem, era mesmo uma grandíssima depressão, como nunca vista antes, acordei com a exacta percepção de como as coias poderiam ser, e de como é urgente avançar, e depois veio a noticia de qua a bill já fora pelo congresso aprovada

v ira eu em v es pera, o di s curos de ob ama a pe di ira bill em c ima da s ua sec r e tá ria, o di s curos for a t en s o, uma jo rna l ista a té l he per gun t ava sea aqui do eu le todo di ze rn cão s eri c on t ra pro du c en te, el e l he r es pon de ra, o q ue t ina hd e r es ponde rato, se be em q e um bo cado bar alha ado na que le pr e c is o ponto, q ue a verde ad e se mp r e c om pen sa e q ue tinha es pe r ança em todos os am erica sn os para s alva aro lar, d ep o is fala ra eu no v id e o com el es e durante ano it e t iv e uma visao mui to s om br ria do q ue p ode ria ser r, es p ero q ue n cão v en h a ase ra am erica sea as co isas se n cão se com pi uss se s em, e ra me s mo uma g rna de s sima d ep press sao, com o n un c a v ista ant es, ac o r de i c om a e x ac ta per cep sao de com o as sc o ias p ode riam ser, e de c om o é ur gen te avança r, e de pp is veio a nor i cia de qua a bi e ll j á for a p elo c on grés s o ap rova ada


Depois estive eu tambem a ver de novo aquela carta, de meus amores, em noventa e nove, em julho, e deixei-a aqui me cima da minha secretaria, quando cheguei, olhei para ela e se desvelou a imagem, ou seja mais um fio da imagem, pois em cima dela esta minha vareta, que esta em cima de julho, uma ponta, que olhei para aquilo e então vi, sessenta e seis, e all, la, agora vejo segundo, tambem, e depois a vareta , a outra ponta está em cima di caixa de fósforos, desvelando o delta invertido, que fora feito em noventa e nove com as minhas letras , ou com uma historia que contaram com base nessa carta, ou algo distinto mas assim do genero, mais genero, pois sempre são a adulteração da luz e da verdade, a caixa, a comprara eu comprei em dia recente na brasileira, pois me tinha esquecido do isqueiro, e faz com um fósforo acesso, um preciso delta, depois ainda ao lado a minha flauta de bisel, e um cabo do telefone nokia, com uma mola preta, e uma factura do circulo do canas, le tap cervejaria e pastelaria da rua saraiva de carvalho, o que me lembra julie, centro e quarenta e cinco, a/b, onze duplo circulo, q r remo o art e go t1 pt ota do angulo primeiro ca fe norma l, do ze do euro circulo sessenta , local canas mesa duzentos e dois, masi uma vez este numero a aparecer, depois ainda para a direita novy cera, ou seja uma maria do no do vi da cera, sendo que o no vi cera vem de trás, pois corresponde a uma história masi antiga

D ep o is es t iv e eu t am b ema ave r de n ovo aquela ca rta, de m eu s am o r es, em no ove en t a en ove, em julho, e de ix e i do traço da primeira inglesa aqui, norma, me c ima da min h a secret at ria, q u ando che g rui o l he rp para ela e se d es velo lou a e mage mo use seja maís primeiro fio da i mage madeira mp po ire em cia am de la e sta mina h ava r eta, q ue e sta em cia am de ju u l ç ho, primeira ponta, s en di q ue o l he i r para aquilo e en tao vi, se s senta e se ise all, la, a goa r vejo se gun do, t am b em, me d ep o isa v ar eta , a outra ponta e stá em c ima di ca ix a de f s os foros, de s vela ando o delta invertido, q ue for a feito em no ove en a te n ove com as min h as das letras , o u com uma hi s tor ia q uec on tar ram com base ne s sa ca rta, o ual g o di s tinto mas as si made ria do g ene ero, ma sl g ene ero, p o is se mp r e são a ad ul te raçao da luz e da verde ad e, a caixa, ac e mp r ar a eu co mp rei em dia rec en te na bras i lei ra, p o is me tinha es q ue c id o do is q eu iro, e f az com um f os o fr o ac ess o, um pr e c is o delta, d ep o isa inda aol ado a mina h for mula one au t ad e bi sele primeiro cabo do tele f one no ki ac om uma mol a pr eta, e uma f ac tura do cir rf u lo do canas, le tap ser ve a jr ia , sagres, e ps sat da tela da ria da rua s ar raiva de carvalho, o q ue me l em b ra ju lie, c en t ro e q ua ren t a e c inc o, a/b, on ze d up lo circulo, q r remo o art e go t1 pt ota do angulo primeiro ca fe norma l, do ze do euro circulo s es see en ta , l ocal c ana ser e p net da mesa du z en to e do si, ma si uma ave ze este nu m ero a aparecer, d ep o isa inda para a di reo ota no vaso do delta cera, o use seja uma am mr ria do no do vi da cera, s en do que o no vi cera vaso em det ra s, p o is co rr ep ps son onde a uma hi s tp ria ma si anto gato da primeira

Ao lado da flauta ainda uma factura da brasileira, que foi um dos sítios plausíveis de me terem roubado o caderno no dia em que comprei os fósforos, pois dois rapazes jovens me deram um encontro na porta, ou seja, um acto de carteirista, e depois voltaram a entrar, como se calhar tentando roubar masi um, cheguei mesmo a interpela-los e pela resposta, agora olhando o acontecido, me parece confirmar que foram eles, um de cabelo corto maquina tres e outro, um bocadinho masi alto do que eu, e um outro de barba, cabelo assim escuro, da minha altura, que diz, a factura, quadrado da cruz art e gato do circulo iv total, circulo de setenta pri eri café, dezoito, quin ze emp. bal cao , cem e mp bal cao e ainda uma outra do pingo doce, estrela percentil pao avi pequeno de oitenta gato co circulo cinquenta e quatro, estrela percentil, doses fruta compal terceiro, do primeiro de noventa e nove, total segundo cinquenta e tres, at tem dido por ad riana silvam, la foto, ad diane silva

Aol ado da for mula one au t aa inda um af ac tura da brasileira, q ue f o i um dos si tios pal us iv el de met rem ro ub ado o cade r nono dia em q ue co mp rei os f os foros, p o is do is ra p az es j ove en ns mede ram um en c on y ro na porta, o use seja, um ac to ode carta e rata sta, e d ep o is vo l tar am a en t ra rc omo se cala h ra t en at dn o ro ub do bar ma si um, che g eu em es mo a in y te rp e l á do traço ingles l os e p e la r ep ps o sta, agora o l h ando o ac on tec id o, me par dc e c on fi r mar q ue for ram am eles, um de cab elo do corto maqui ina t rese outro, um b oca dinho, do linho do minho do ninho do pinho vinho, o cabrão do ps, a duzentos e dois a hora, ref anterior, segunda vez, do ma si al to do q ue eu, e um outro de ba rba, cab elo ass em es curo, da minha al t u t aqui, q ue di z, a f ac tura, a au da u q dr ado da cruz art e gato do circulo iv tot s l, circulo de sete en ta pri erica fé, dez o it to, quin ze e mp bal cao , cem e mp bal cao e ainda o um a outra do pingo doce, estrela per rc en til pao avi pe ki eu en o de o it ante a gato co circulo cinquenta e quatro, estrela percentil, s os es fr u t ac om pal t rec e iro, do primeiro de noventa en ove, tota l se gun do c in q u en t a e t r es, at tem dido por ad riana si l vam, la f o y to, ad diane silva

Ainda durante o fim de semana e relativo a inversão da luana, me tornou a aparecer um rapariga que tambem me acordou no sabado , como já o tinha feito na sexta, dizendo que vinha vender a quarta cave, que se chamava ines, e que vinha da caixa geral de depósitos, eu achei estranha na sexta e nem lhe abri a porta, pois se a vinha vender, como não lhe tinham dado a chave da entrada do prédio, no sabado entrou com uma família numerosa, que viera de duzentos quilometro, a mim me cheirou leiria, família numerosa, o diabo, da cam da cgd, a ines, do azimutes, assim tudo isto parecia desvelar, entraram um momento lá em baixo e se foram todos, muito estranha visita que ficara em mim a ressoar, bela a rapariga, assim com estrelinhas na face, a relembrar vagamente a menina que saia do mar com o ovo negro do telefone do ub dos tmn, como a dizer que a tal ines seria a ub dos tele f one do ovo negro

A inda durante do circulo do fi maior de se mana e r e la t ivo a inversão da lu ana, me tor no ua ap ar e ser um ar ap a riga q u e ta m b em me ac o r do un o sabado , com o j á cir u c lo da tinha feito nas e x t a, ds is n do que da vinha vender a quarta cave, q ue se c h am ava ines, e q ue vinha da ca ix a ger al de d ep posi to se eu ac he i es t ra anha ns as e x t a en em le he ab ria da porta, p o ise da vinha v en de rc omo n cão l he tinha do ham dad o ac homem ave da en t r ada do prédio, no s ab ado en to u com uma f am mila nu mer rosa, q ue vi era de du z en to s q ui lo metro, am mim me che iro u lei iria, f am mu ila nu mer o as, da cam da cgd, a ines, do az i mu t es, ass em tudo is to par e cia de s vela ar, en tar ram um mo men to l á em ba s ix o e se foram to ds o, mui to es t r anha vi isi sita q ue fi cara em mim a r esso ar, be l aa ra pa riga, ass em c om est r e linhas na face, a r e lem br ar f vc a game en te am en ina q ue s aia do mar com do circulo do onze do ovo negro do tele f one do ub dos t mn, com o a di ze r q ue a t al ines se ria a ub dos tele f one do ovo negro

Como é seus cabrões de pseudo autoridades aqui em Portugal, disto ireis cuidar, ou não!!!!

Com o é se us c ab r o es de ps eu do s au tori e dad es aqui em Portu gal, di s toi reis cu id ar, o un cão!!!!