domingo, junho 21, 2009

Dos tres vídeos últimos, alguma notas e pontes entre conteúdos diversos e suas ligações

Do s t r es v id é os u l t imo s, al gum a no das notas e ponte s en t re conte u do s di versos e s u as liga aç cortez oe es

Vitoria do mito, me lembrou o luis stau monteiro, rapaz do grupo dos bandidos da visão e daa projornal e dos ps, que um dia apareceu na latina europa, pela mao do luis osorio, salvo erro quando se rodava o zero de audiência, e que falou de samocracia, s omo circulo ra rac cia, assim me declinou agora ao escutar o vídeo

Vi tori ad o mito, me lem br o u o lu is sta uu do monteiro, ra p az dog rup o dos bandidos da vi sao e daa por jornal e dos ps, q ue um dia ap ar e c eu na la t ina eu r opa, pe la mao do luis osorio s alvo e r ro qua anda se roda ava do circulo do zorro do ero de au di en cia, e q ue falo lou de sam o c ra cia, s omo circulo ra rac cia, assim me dec lino vaso do agora ao es cu t ra o v id é circulo

Rapaz que morava aqui no bairro onde agora me encontro e que percebi na altura não estava muito a vontade com a minha pessoa, portanto devera ter estado ligado ás confusões que aqui me armaram na decada de oitenta

Ra ap z q ue mora ava aqui no ba iro onda agora me en c on t ro e que pe rc cebi na al tura n cão est ra nu it o a von t ad e com da primeira da min homem da primeira da pessoa, porta anto d eve ra ter es t adao li gado ás c on fu so es q ue aqui me ar mar am na dec ad a de o it en cruz primeira

Quando falo do método de analise, das imagens em multi screen e dos diaporama, me lembrei dos vídeos da expo, e concretamente um que em dia recente de novo recordara, o avd, ou seja o quarto espaço de instalação audiovisual na pavilhão da expo, assim o chamei na altura, um que era constituído pela projecção de seis imagens, distintas, quatro rectângulos no centro e dois circulo laterais, assim era a geometria da seis áreas de projecção

Qua anda do falo do método, escola lee, brando, de ana lise, da s i mage ns em mul ti sc re en e dos di ap o rama s, me lm br rei dos v id é os da e x p o, e c on c re tam net, um q ue em dia rec en te de n ovo record ar a, o av d, o vaso use seja o qua r to es paço de in s t al sao au di italia do vaso sul na p a vaso da ilha da expo, as simo c ham e ina al tura, um q ue e ra co ns ti u t id o pe la pro o je c sao de se is i mage ns, di s tintas, qua t ri rec tan gula no c en to e do is c irc u lo la te ria sas si mer a a geo met ria da se is a rea s d e por j e cç sao

O seu conteúdo era industria e acabava em telecomunicações como fazendo o percurso historia das industrias, desde o barro e o oleiro até aos satélites, que eram as duas imagens finais nos circulos, ou seja parece se conformar o uso de feixes, ou de comunicações no método operativo das quedas das torres, o som era como pistões, um motor que ia acelerando, muito metálico em seu som, tudo aquilo, uma bela banda sonora

O s eu conte u do e ra indu t ria e ac ab ava em tele com única caçoes com do circulo do fazendo o per rc urso hi s tori ad as das sin das industrias, de sd e circulo do barro e circulo do ole iro a té aos sate lit es, q ue e ram as do as si ma ge ns fina ina is nos c irc u lo s, o u seja pa rece se c on for mar o us o de fe ix es, o u de c om unic ç o es no método opera t ivo das eu da sd as torres, o s om e ra c omo pi s to es, um m oto tor tir q ue ia ac el e ra ando, mui to met al lico em s eu s om, tudo aquilo, uma bel ban da s on o ra

Twiter, me lembrei que nessa noite da luz apagada no ultimo candeeiro da álea do jardim, onde me caiu da mao a moeda de cinco cêntimos , depois uma barata, semelhante a que vira primeiro em casa, aparecera no muro , estando eu num local dele onde se desenha um angulo, via vir correndo, fiz um som no muro e ela se desviou, relacionei a barata, com a outra que recentemente aparecera ca em casa, e que vira ao lado do reoster ou seja do interruptor progressivo de luz, ou seja uma resistência, da cobra kundali do candeeiro dos tres arpoes do prato romano,

T w it e rato, me l en br rei q ue ness primeira ano da no it e da l uz ap a gada ano do no do vaso do primeiro da cruz do ultimo imo do can di e iro da al lea do jardim, onda me ca io da mao prim e ia am moe dad e c on co c en t imo s , d ep o is uma ba rata, semem l h ante a q ue vaso da ira prime iro em c asa, ap ar e cera do no do muro , eta dn quadrado do circulo do eu num l ocal del e onda se d es en h a um angulo, via vi rato rc o rr en do, fi x um s om no m ur o e el a se d es vi o u, re la cio ne ia ba rata, com da primeira da outra q ue rene nete, maior net ap ar e cera ca em c asa, e q ue vi rato sao la dodo e os teresa o vaso do use seja do inter ru pt tor pro g r ess ivo de l uz, o vaso use seja uma r e sis t en cia, da co br a k un dali do can di ero do s t r es ar poe sd o p rato romano,

Cinco cêntimos, penny, half penny, fora a forma com que aparecera a primeira linha antes da moeda ter rolado, no contexto das ultimas imagens londrinas, na altura do pós das eleições europeias, e um outro contexto se abria, tambem por penny, que era o nome da bela secretaria que sempre flertava com o james bond e vice versa nos filmes, mas sempre mantendo os dois as distancias , ressoa isto ainda numa outra imagem aqui no Livro da Vida, mais antiga onde eu falo, ou melhor te conto, de saltar-mos em voo de um aviao que de repente está quase a chocar com uma montanha, depois de ter visto que era pilotado por esqueletos, os agentes do espectro e te dizer que depois ficamos com muito tempo para nos beijarmos dentro da balsinha, salvo erro , é um sonho, ou seja uma visão em sonho

C inc o c en t imo s, p en ny, h al f p en ny, for aa primeira forma com q ue ap a rec cera ra a primeira linha ant es da moe da teresa rola ad o, n o c on texto da s u l t imas ima mage ns l on dr ina sn a al tura do p ó sd as el e i ç o es e ur rop e ia se de um outro c on texto se ab ria, t am b em por p en ny, q ue e ra o no me da be la secreta ria q ue sm pre fl i rta ava com do circulo do onze do j am es do bond e vaso ice versa nos fi l me sm as se mp r e man t en do os do isas di s tan cia s , r ess o a is to a inda nu ma o u t rai mage m aqui no L iv roda V id am dam maís e tiga onda do eu f alo, ou mel homem do ro te conto, de sata ar do traço do ingles mos em voo de um ava ia o q ue de re pen te e stá qua ase a choca ar com uma mon t anha, d ep o is de ter vi s to q ue e ra pilo t ad o por esu el leto s, os a g en te s d o es pe c t ro e te di ze r q ue d ep o is f icam os com mui to te mp o para nos bei j ar mos d en t roda bal sin home da primeira, s alvo e r ro , é um son h o, o vaso do use seja uma vi sao em son home do circulo

Quando falo dos fabricantes, das industrias de cigarros, em francês, troco inicialmente as industrias, digo farmácias, e depois quando dou o exemplo das regras de auto regulação dos sectores cooperativistas, neste caso das farmácias, digo não quinhentos metros, de distancia entre elas, mas sim quinhentos e um, a outra a mil e quinhentos, ou seja jeans quinhentos e um levy, e mil e quinhentos que se traduz em quim ze duplo circulo, o dos quinhentos, ou seja das notas de quinhentos escudos, e no mesmo exemplo, cheias, de estarem as farmácias cheias ou vazias, mas agora ao ver o vídeo, parece haver uma relaçao com cheias de outras naturezas

Qua anda do falo dos fabri can te es, das indu st ria sd e ci garros, em fr anc es, t roco in i cila mente as das industrias, di g o f ar ma cia se d ep o is qua anda do u o e x e mp lo da s regras de au ot reg u la sao dos sec tor es cop o ra ti v istas, nest e caso das f ar am ac cias, di g on cão q u ine h n to s met ros, de di s tan cia en t re el as, massi em quin h en to ze um , primeira da outra da am ile quin h en to s, o u seja jena das jeans quin h en to ze um levy, e mi le q u i ne h t os q ue se t ard u z em q um ze d up lo c irc culo, o dos q u ine h n t os, o u seja das not as de quin h en to s es cu do se no me sm o e x e mp lo, cheias, de est ar rem as f ar m alo as che is circulo da uva az ia s, mas agora a ove ero v id e opa rec h ave r uma relaçao com das cheias de outras na t ur e z as

Quando falo do acento no circulo de O, da emanuelle, digo tambem um burro, ou seja é meia id de quem o fez, provavelmente da américa, visto esta terminologia a ela se aplicar

Qua anda do falo do ac en ton em circulo de O, da ema nu ele, di g o t am b em um b ur ro, o u se a j é me ia id de que mo fez, pro ova ave le lem n te da am erica, vi s to e sta ter mino ligia a el la primeira ase ap li car

Dois numeros citados são equivalentes entre si, o da ultima contagem dos tais corpos da historia do aviao, da air france, e mesmo numero relativo aos mortos do iram, ou seja parece estes dois eventos espelharem uma ligação, entre si, que a assim ser, deverá então confirmar a que me pergunto se seria, ou seja, a de terem tentado desta forma criar um dínamo que proporcionasse a confusão no irao, pois uma palavra tambem de novo aparece nesta linha, relativa ao levantar voo, os flaps, flaps é tambem terno que se usa nas vezes, como imagem de confusão, bater de asas, bater do vento, agitação

Do si dos numeros cita ado s são e qui iva l en t es en t re si, o da u l t ima conta ua tage em made ria dos tais cop ro sd primeira da hi s tori a do avia o, da air france, e me sm o nu maio ero r e la t iv o a os mortos do iram, o use seja par rc ce estes do is eve en to s es p el h a rem uma liga sao, en t re sic ue a as si m ser, d e eve rá en tao c on for mar a q ue me per gun to ze se ria, o vaso use seja, ad e te rem t en t ad o de sta forma c ria rum dina amo q ue por rp orci cio na ass sea primeira c on fu usa sao no irao, p o is uma pal av ra tambem de n ovo ap ar ce nest a linha, re la t iva ao l eva van tar vaso do oo, os fl, for mula one primeira do ps, fl ap sé tambem, te r no q ue se usa nas v e ze s, com o ima g a em made ria de c on fu usa sao, bate rato de asas, bate rato do ove do en vento, a g ota sao

Sobre os corpos, quando falo do que vi nas fotos da capa do correio da manha, da impossível proporção humana, remete para renascença, italia, leonardo da vinc,

S ob reo s co rp ps serpente, qua anda di falo do q ue vi nas f oto sd a capa do co r rei do io da manha, da i mp os iv el pro p roc cortez sao humana, reme teresa do para da ra di do circulo da renascença, italia, leonardo do vince, vaso inc em ce

Tacões, sabrinas em cunha, referência aos do sarkozy, depois prince, harlen, joplin, j am jan janis joplin, jj, oh lord, wont you give me a mercedes bens anda a colour tv

T ac õ es, taco onda cobre, comunicações, fios, telefones, telefónica, telefonia, o circulo espanhol, s ab br ina serpentes rina s em c un h a, ref fr en cia aos do s ar k oz id ep o is p rin ce, h ar l en, jo p lin, j am jan j anis j op l in, jj, circulo do homem lord, w on t delta do circulo do vaso gato iv em me a mer ced es be en ns anda da prime ria ac c olo ur da tv

Pólvora, gás, cotovelo, purga, staline, policia goe mota, mesa, mesa madrid

Polvo ra, gás, c oto velo jason p ur g a, sat l ine, poli cia goe mota, mesa, mesa mad rid

Álea , moeda, cinco cent, penny, twiter, chave bb, moniz, indutor pesadelo

A l lea a primeira moe d ac inc o c en t, p en ny, t w it e r, ca home vaso do e bb, moniz, indu tor pesa quadrado do del , sin os do elo, el primeiro do circulo de dezembro

E por fim mais uma linha sobre o falo que vem do vídeo anterior a esta ultima trilogia, onde se vê o falo, e o acto da potência do falo do bico que ecoava na imagem dada por kruchner, e que já foi alvo de descrição em pormenor, dos elementos que na imagem se encontravam, já publicado

E por fi maior maís uma da linha s ob reo do circulo do falo q ue eve em made ria do v id é circulo ante rato iro a e sta u l t ima t rio p olo g ia, onda se eve do circulo do falo, é circulo do acto d ap o ten cia do falo do bico, q ue e coa ava na i mage made ria dada por k ru cn ne r, e q ue j á f oi al vaso da ode d es c ri sao em por m en o rato, quadrado do os el le lem en to s q ue na i mage m se en c on t rav am, j á pub li cado

O leito , é pelos últimos fios que ali se desvelaram , imagem do sudoeste asiático, onde temos os tecidos do vidal, de campo de ourique, tanto o que reveste o trapézio da esteira como o do almofadao branco, o burrinho prata e negro de olhos em quadrado negro está nele deitado,

O lei to , é p elo sul t imo s fi os q ue al ise sed d es vela atam ram , i mage made ria do sudoeste as iat tico, onda te emo s os tec id os do v id al, dec a mp ode ourique, t anta do circulo do q ue r eve este o t ra pe z io da este ira com oo do al mo fa dao branco, o b ur rinho p rata e en negro de o l h os em qua dr ad one negro e stá ne el le de it ad circulo,

A almofada que aparece no vídeo tem dois lados, um vermelho que simboliza, o sangue que verte do falo, ou seja o sangue que o falo fez verter, parece portanto indicar uma violação, ou uma desfloração, provavelmente infantil, e do outro lado temos um pada padrão, que parece complementar ou dar parte da ida, pois é o anverso do sangue que o falo fez

A al mo fada q ue ap par rece no v id é circulo te made ria do is la ad os, um verme el h o q ue s im bo l iza, o san g ue q ue verte do falo, o vaso do use seja do circulo do sangue do q ue o f alo fez ver ter, pa rece porta ant o indica car uma viol la ac sao, o u uma d es flor aç sao, por v ave l mente in fan til, e do o u t rol ad o t emo s um da pada padrão, q ue pa rec co mp lem en t ra o u d ar p arte da ida, p o is é o eve rato serpente do circulo do san g ue q ue o f alo fez

Este padrão, remete para a ilha, ou seja, parece existir uma relaçao com a possibilidade que se abre no corte das palavras do parágrafo acima, por outro lado a mim sugere-me a era, agencia de imobiliário, se bem que não seja idêntico mas semelhante, sendo que o logo da era, termina com um triângulo, ou seja um símbolo de olho de visão , ou de horus, ou maçónico e mesmo visível nos símbolos de algumas igrejas, como é o caso da estrela, e mesmo da figura do museu de arte antiga, que um dia aqui foi abordada

Este pad dr ra circulo reme teresa para da primeira da ilha, o vaso use seja, pa rece e x ix tir uma da relaçao com da primeira da ap p os sibil bil id ad e q ue se ab reno corte da s pal av ra sd o para g raf o ac ima, por o u t ro l ad do circulo da primeira am mim s u gere do traço ingles da me a e ra, a g en cia de imo bil ia rio, se b em q ue n cão do seja id en tico mas semem emel l home ante, s en do que do circulo do logo da e ra, teresa mina com do primeiro pi t ria ab b a c k g ro un d g da gula prim mr rio do io do circulo de dezembro, o vaso do use seja um s im b olo de olho de vi sao , o u de ho r us, o u m aç oni co e me sm o v isi vaso do el ns o s im b olo s d e al gum as serpente das igrejas, com o é o caso da ester la, e me sm o da fi g ur ad do circulo do m use u de art e anti tiga, q ue primeiro dia aqui f oi ab o rato dada

Quando me deito, ao atirar-me magoei-me um pouco, caio sobre o ombro, ou seja parece estar relacionado com a historia do medico do hospital curry cabral, como me magoo no leito, parece simbolicamente não so reforçar, esta linha, visto a queda ter sido na casa onde a família ainda vivia, e por ser leito, uma magoa no leito, ou seja , o factor de quebra da família, ou seja um dos amantes da teresa

Qua anda da me de it o, ao at ira rato do traço da inglesa me mago vaso do traço da inglesa me, um p o u co, caio s ob re o om br o, circulo do vaso do use seja pa rece es t ra re la cio n ad o com da primeira da primeira hi s tori ad do circulo do medico do hospital curry cabral, com o me magoo no lei to, pa rc ce s im bo li cam am que mente n cão serpente do circulo ref orça rato, e sta linha, vi s to primeira queda teresa s id dona ac asa à casa, onda primeira f am mi l ia a inda vaso do iv ia, e por ser lei to, uma mago ano do no do lei to, o vaso do use seja , o f ac tor de q eu br ad a f ani l ia, o vaso do use seja de um dos amantes da teresa

era, e ra, maconico ra frances, ma j o rie da ancas cc

Puta que vos pariu a todos, seus caralhos !!!!



No dn, tambem uma foto do durao a assinar uns papeis com um dossier azul e uma linha de rapazes assim eio comandos, por detrás, um deles em posição distinta dos outros, o post it que encontrei no livro de hamelet, me remeteu para uma capa azul que recentemente tirara do arquivador, quando da leitura das agencias de publicidade, e fui agora de novo lê-lo, o azul, e me diz, hfp, ref quatrocentos e doze, em tres quadrados doirados sobre azul da capa com uma dobra na ponta que faz assim o desenho do arpao , de novo a figura do arpao, hf, lancia, fiat, ou seja lan da cia italiana, o arpao, do ref quadrado do ze, ou , e, em dezembro, deverá ser o de dois mil e cinco, então

No do dn tambem , uma f oto do durao, a ass si mna r un s pap e is com um do s sie rato az u le, uma da linha de rapazes as si m e io dos comandos, por det ra s, um del es em psi sic sao di s tinta dos outros, o post it q ue en c on t rei no l iv ro da ode na am le t, me reme te vaso do para de uma, capa az u l q ue rec en te mn te t ira ra do ar qui iva dor, qua anda da lei tura das a g en cia sd e pub lica dade, e f oi do agora de n ovo le do traço ong l es primeiro doc circulo dez, o azul, e me di zorro do, homem da fp, ref qua t roc en ts oe do ze, em t ratos es au dr ado s do irados s ob re az u l da capa com uma ad da dobra na ponta q ue f az as si mo de s en homem do circulo do ar pao , de n ovo da primeira do figu ur ra do arpao, h f, lancia, fiat, o vaso da use seja lan da cia italiana, circulo da ar ap ad do circulo do ref q au dr ado do ze, ou , e, em dez em br o, d eve rá s ero de do is mi ll e c on co, en tao

Uma capa de produção, de rodagem feita salvo erro pela ines mendes, onde se lê, produção, filtros, iluminação, al de equipe, al de viatura, autorizações, modelos, adereços, g roupa, despesas

Uma capa de pro du sao, de roda dag ge em feita s alvo e r ro p el a in mes me sn d es, onda da se l ê, pro du sao, fil t rosi lu mina ina ac sao, al de e q u ipe, al de via da tura, au tori z a ç o es, mode elo s, ad e re ç o sg ro up a, d es p e zorro às


Depois uma outra linha ecoava, a que me teria esquecido do cavalo, na verdade vira o belo cãozinho ou cadelinha doirada de trela curta esta manha cedinho, quando descia a rua, aquela cheia de energia que dá assim como pequenos pulinhos como uma égua de alta escola de cavalaria, e eu sempre me meto com ela a passar, e fico a brincar com a sua excitação

D ep o is uma outra da linha e coa ava, primeira aqui do ue me te ria es q eu do lido do cavalo, na vera de vaso ira o b elo cao z in ho ou ac cd e linha do irada de t r e la cu rta e sta manha ce din h o, qua anda d es cia primeira rua, aquela che ia de energia q ue d á as si m c omo pe q u en os p u linhos como uma e g ua de al t a es c ola de c ava la ria, e eu se mp reme met o com el a ap ass ar, e fi co a br inca r c om a s ua e x cita sao

Mas o cavalo que a linha escutada no espirito falara, tivera outra reverbaçao em meu pensamento, que se juntara a uma outra de um set que se tinha escapado, se se escapou, talvez não escape mais, quem sabe, se estiver enlouquecido, e a fazer desgraças

Maso do circulo do cavalo q ue da primeira da linha es cu t ada no es pi rt o fala ra, ti vera o u t ra r eve rba aç sao em me u pen sam am men to, que se j un tara a uma outra de primeiro set q ue se da tinha esca pado, se se es capo vaso vao, t alvez n cão es cap e maís, q eu m s abe, se est iv e r en lou q eu c id o, e a f az e r d es g ra aça s

O ambiente da linha era o mesmo ou aproximado contexto do hamelet, como se eu não tivesse visto alguma entrevista, em que num determinado momento, uma pergunta, poderia dar um espelho, da verdade sobre um crime, quando mais tarde dois comparassem a analise e de cada um, sobre a reacção, a imagem do plot do hamelet, e da historia semelhante ao crime , na expectativa de que o perpetuar do outro, assim se desvelasse, me lembre de moniz, não ouvira a entrevista como disse, a não ser uma linha e o que vira nele, em sua postura, era muito distinto do que normalmente lhe vejo , uma postura segura, depois vira a foto dele no dn, e sua face me deu a confirmação do mesmo, apanhado em flagra, assim parecia dizer

O am bi en te da linha e ra do circulo do mesmo, o u ap por x ima ad o c on texto do ham le t, c omo se eu n cão t iv ess e vi s to al gum a en t r e vi sta, em q ue nu primeiro det re emi minado mo men to, uma per gun t a, pode ria d ar um es pe l h o, da vera de s ob r e primeiro crime, qua ando maís t arde do is co mp ar ass ema ana lise sed e ca da um um, onze, s ob re ar e aç sao, a i mage made ria do p lot do ham le te da h si tori a semem emel l h ante a o c rime , na e x pe cta tati iva de q ue do per rp pet tua ar do outro, as si m se d es vela asse, me lem br e demo ni z, n cão o u vaso ira a en t r v e ista com o di ss sea n cão ser uma da linha e o q ue vaso da ira nele, em s ua g es t ur a, e ra mui to di s tinto do que norma l mente l he do vejo , uma ps o tura segur a, d ep o is vaso ira primeira f oto de le no dn, e s ua face me de ua c on fir maçao do me sm o, ap na h ad o em fla g ra, as si m pa rec ia di ze rato


Ontem sabado vi o dn de antes de ontem, ou seja sexta feira, qual o meu espanto, por uma notícia sobre os sapatos do sarkozy, depois de eu ter neles falado, um explicação em detalhe sobre os sapatos, que nem li em pormenor, pois não trago paciência para sapatos e coisas assim, que falam de cunhas e mais não sei o que

On te m s ab ad o vi o dn de ant es de on te mo use vaso do seja sex t a fe ira, q ual do circulo do m eu es pa ant o, por uma ano do no da tica s o b r e os sa patos do s ar k oz id ep o is de eu teresa nl es sm fala ado, um e x p li caçao em d eta ç he sb re o s sa patos, q ue ne m li em pro rome en o rp o is n cão t rag ap ac cie en cia para s ap aro rose co isas as si maior do que f al am lam dec unhas e maís n cão se io q ue

Mais evidente, claro e preocupante sincronismo, era uma imagem da maria barroso, ao lado de um submarino depois de ter falado dela e do esposo dela

Maís e vi id dente, circulo do l aro e pro e cip ante sin c ron is mo, e ra uma mai mage made ria da maria barroso, ao l ado de um s ub marino d ep o is de ter rf f al a d o de la e do es pasos d el primeira

Ali estava a senhora, em cima de uma torre de um forte tipo de cowbóis, com fitinhas nas cores francesas, como agora nas festas de lisboa, ou como imagem de outras festas em tempos antigos, certamente preparando-se como madrinha para baptizar um submarino, que trazia o curioso nome de arpão, à imagem e semelhança de um que recentemente se tinha desvelado nas palavras do Livro da Vida

Al i est ava a s en hora, em c ima de uma torre de um f orte t ip ode com b ó is, com das fitinhas nas cores francesas, dos filmes franceses, com do circulo do agora nas festas de l is boa, o u com oi mage mae da made ria de outras festas em te mp os ant ti g os, ce rta am tam que mente pr epa 5 ram do traço da inglesa se com o mad rinha para ba ap pt iza ar primeiro s ub marino, q ue t ra zorro do ia do circulo do c u rio s o, no me de ar do pao, à i mage me se ml h anc ç ad e um que rec en te mn te se da tinha d es vela dona s p la vaso do ra sd o L iv roda vaso id a

Pelo enquadramento se via os seis tubos dos torpedos, como a dizer que o arpão da baleia, que me apareceu depois tambem relacionada com a que entrara em tamisa, e que remete, para ilhas nacionais, para moby dick, laurent, pinóquio, socrates, para o ps, fora feito por seis circulos do tor dos pedos, e pedos e abusos infantis tinham sido as escuras linhas que tinham acabado de se desvelar masi uma vez no Livro da Vida, a propósito da morte das tres crianças, com as ressonâncias a se estenderam, pelos episódios abordados

P do elo en quadra am men to ze da via do os se is t ub os dos tor rp dos pedos, com co circulo da primeira di ze rato q ue o circulo do arpao da ba lei aqui da ue me ap par rece u d ep o is t am b em re la cio n ada com a primeira q ue en t r ar a em t tam am da misa, e q ue reme teresa, para i l h sa na cio na is, para moby do di ck, l au ren te, pi n q ui do io do ps, for a fe it o por sé is circulos do tor dos pedos, e pedos e ab us o sin fan t is tinha do ham da manha, s id o as e c ur as das linhas q ue tinha do ham da primeira do ac ab ado de sé d es vela ar ma si uma ave zorro do no L iv roda V id a, ap o rp posi to da m orte da s t r es c r ian ç as, com as r esso ana cia sa ase se est en de ram, p el os e pi sd oi os ab o ratos dos dados, dos jogos

Já a todos vos disse, este caso, é muito simples de averiguar, pois basta entender , porque razão nao forma tomadas as que seriam normais previdências, quando a mesma família, fora visitada pela policia, quando de um incidente com tiros e todo, quem cobriu, quem ordenou a cobertura, certamente o fez para cobrir os abusos e se calhar para os manter, ou seja, apara manter a continuidade deles

J á a todos v os di ss e, este caso, é mui to simples, si mp l es, c rup o empresarial, de ave rig u ar, p o is ba sta en t en der , por q ue r az a on o a forma tom ada sas q ue se r iam norma is pr e v id en cia s, qua anda primeira da mesma familia, for a v isi sita sitada, da pe la poli cia, qua ando de um inc id dente en te, com dos tiros e todo, q eu em co br rio, q eu em o r d en o ua primeira da cobertura, ce rta tam am que mente do circulo do fez, para c ob r iro serpente dos abusos e se cala homem da ar para do os man ter, o vaso use seja, ap ar a mane t ra conti nu id ad e del espanhol

Depois me recordei, do recente dia de eleições, com outra puta do ps, o vitorino na tv dentro dos jeronimos a pedir am passant sem especificar sobre o que, desculpa, que tinha sido culpa dele, e me recordei de noventa, principio, um concerto, com o belo tom jobim, no mesmo local, tinha eu e a cristina coutinho começado a namorar, e acho que foi ela que arranjou so bilhetes para um concerto da nata podre dos podres da cidade e das políticos que ali estavam a usufruir o belo concerto, que salvo erro foi o ultimo que o tom jobim deu em lisboa, pois falecera não muito tempo depois, se bem me lembro

D ep o is me record e id o rec en net dia de el lei ç o es, com da outra puta do ps, o vito i r no na tv d en t ro dos j ero nimo sa pe di ram p ass ant s em es pe ci fi car s ob reo q ue, d es culpa, q ue tinha s id o cu l pad adele, blanc sec he, e me recorde id e n ove en venta, p rin cip io, um c on ce r to, com do circulo do b elo tom j ob im, no me s m o l ocal, tinha eu e primeira da c r i x t ina co tinho com e ç ad dp o a na mora r, e a c h o q ue f oi el primeira da aqui , q ue ar ran jo us o bil he t es para um c on ce r to da nata p odre do s p o dr es da cidade e das poli tio cas q ue a li est ava m a us u fr rui iro do belo c on ce r tom q ue s alvo e r ro f oi o u l t imo q ue o tom jo bi made ria d eu em l is boa, p o is fal e cera n cão mui to te mp o d ep o is, se b em me lem br o

O estranho fora o passe que a cristina coutinho fizera no final, pois me recordo de termos ficado ali num canto, o da porta, o casal soares e nós, como se assim se pudesse ter começado a conversar de alguma coisa, para alem do cumprimento normal, e de eu ter ficado com uma estranha sensação, pois na realidade, não trazia em mim nenhuma vontade ou razão para falar com eles mais do que o cumprimento, mas como se eles o esperassem, agora isto me viera a memória, como uma possibilidade de ligação, deduzida por este acontecimento de uma ligação entre a cristina coutinho e o ps, ou a familia soares, ou algo outro, ainda distinto, como por exemplo uma agenda da própria cristina

O est ra do anho for a o p asse q ue a cristina co u tinho fi ze ra no fina al, p o is me record o de ter do ponto do mos fi c ad al i nu primeiro can to, o da porta, o ca sal s o ares e dos nós, com o se as si made ria se p u de s se te r c om e çado a c on versar de al gum ac o isa, para al lem do cu mp rim en to n o mal, e de eu ter rf fi cado com uma est ra anha s en s aç sao, p o is na rea l id ad e, n cão t ra z ia em mim n en h uma von t ad e ou r az a o para f al ar com el es maís do q ue do circulo onze do cu mp rim en tomas com o se el es o es p w e ra ss em, a g ra is to me vie ra a m e mor ia, com do circulo de uma p os sibil bil id ad e de liga sao, d edu z id a por este ac on tec cie mn to de ima liga sao en t re a cristina coutinho e o ps, circulo da ua da familia soares, o u al g oo outro, a inda di s tinto, com o por e x e m p lo uma a g en dada por rp ria da cristina

A bela huppert, no mesmo jornal muito bela como sempre como se tivesse o cabelo enrolado em sua face, a fazer algo semelhante a uma mulher à beira de um ataque de nervos, mas nem por isso menos bela, que até lhe apetece mesmo assim dar-lhe beijinhos, até me lembrei amada, se não serias tu, no outro dia quando me cheirou a baunilha, com que se fazem so cones dos chocolates, pois depois fiquei a pensar, na tal metafísica da campanha dos ditos, que afirmava duvidas sobre as trincas e certaemnte sobre a arte da boa lambidela, a toda a sela, mas que se calhar te respondi, mesmo sem me dar conta onde contra a evidencia cientifica, te mostro o corpo,

A b el a h up do pert, no me sm o do jornal, mui to be la com o se mp re c omo se t iv ess e o cab elo en rola ad o em s ua da face, a f az e r al g o se semem emel homem ante a uma, da mul her à be ira de um ataque de nervos, mas ne m por iss om en os be la, que primeira té do primeiro he da ap pet ee me sm circulo do as si made ria do quadrado da ar do traço ingles do primeiro, he bei jinho sa té me l em br rei am ad a, ase n cão se ria s t un o outro do dia, qua anda me che iro ua ab bau au uni ilha, com quadrado da ue se f az em soc one sd os choc la te sp do circulo do is d ep, o is fi quadrado da eu ia pen sar, na at al met a fi sica da cam pa h ad os ditos, quadrado da ue da primeira da for maior ava do vaso id as serpente do ob rea serpente das trincas e ce rta em muito da teresa serpente ob rea primeira arte da boa lam bid el a, primeira de toda a sela, masque da se cala homem da ar te r es pon di, me sm circulo da se maior da med da ar cp pn t primeira onda circulo em cruz ra primeira e vi id en cia cie en ti fca, te mo s t ro o corp circulo,

Ah belinha, sois mesmo bela, e trazes um sorrisinho, que me fez ficar assim a olhar para si, um sorrisinho daqueles que escorre amor por todos os poros, que a gente quando olha, naturalmente se pergunta, será que a rapariga se ri assim meia a olhar para baixo, com meio ar de pudismo, mas muito divertida e contente por dentro a ronronar, por minha causa, cabelos assim emi, meio ruivinhos escurinhos, que eu até já foi ver se a via de novo , pois não tomara conta de seu nome, me aprecia uma menina das ilhas mais ao norte, e sabe depois fiquei a pensar em si, e me dizendo, mas eu acho que conheço esta rapariga, assim um ar de familiaridade, que foi crescendo em mim, há medida em que de alguma forma a reconhecia em meu peito, me pergunto se já não me terei cruzado consigo, assim numa qualquer estação, sabe, vinha pensado em si, e um rapaz passou com uma camisinha onde dizia, devias saber meu nome, infelizmente, não o fixei, mas se for amor o sorriso que me mostra, certamente estou certo que irei morar em seus braços e a menina nos meus, a não ser que traga assim razão de força maior, tipo ,estar casada com outro

A h be linha, s o is me sm o be la, e t r az es um sor r is in h o, q ue me fez fi car as sima o l h ar para si, um sor r is in homem do circulo da quadrado do eu primeiro espanhol, quadrado da ue espanhol co rr e amo rp do por todos os dos poros, alhos, quadrado da ue da primeira g en te qua anda do circulo do primeiro home da primeira, na ti ur al lem n te se per gun t a, se rá quadrado da ue da primeira ra pa tiga se ri as si maior meia aol homem da ar para ba ix o, com me io ar de p u di sm o, mas mui to di verte id a e circulo em t en te por quadrado do en ny da cruz ro da primeira do ron rato on ar, por min home da primeira ac aca do ca usa, cab elo sas si me emi, me io rui dos vinhos es circulo do ur in homem do os, quadrado da ue e ua té j á f do oi iv e r sea primeira via de n ovo , p o is sn cão tom ar ac conta de s eu no me, me ap rec ia uma menina das ilhas maís a on orte, e s abe d ep o is fi q u e ia pen sar em si, e me di z en do, mase u ac h o q ue c on he ç o e sta ra pa riga, as si m um ar de f am mila rie dad e, q ue f oi c r es c en do em mi, homem á me dida em q ue de a l gum a forma a rec on he cia em me u pei tome per gun to ze j á n ão me te rei c ruza ad o c on sig o, as si m nu ma q u l q eu r est aç sao, s ab e, vinha pen sado em si, e um ra p az p ass o u com uma ca misi b home da primeira onda d iza, de via s s abe r me u no me, in fe liz mente, n cão o f ix e ima masse for amo r o sor r is o q ue me ostra, ce rate mn te es to u ce r to q ue i rei mora rem se us br aço sea primeira menina nos mu es, an cão ser q ue t ra g a ss im r aza o de foça maio r, t ip oe star ca s ad ac om de outro

Sabe , hoje estava ali nas traseira às paginas tantas, um fatinho de banho de menina assim em cor azul turquesa como o rio nasceu hoje nesta cidade, no mesmo tom, todo feito inteiro e liso espelho, que bela estava, que eu até depois ao dormir uma sestinha acho que sonhei estar assim agarradinho a minha amada dando-lhe beijinhos no pescocinho e sonhando estar a molhar os pés com ela na praia a contar os seus belos dedinhos do pé

S ab e , h oje e stav a al ina s t ra se ira às pa gina s t anta s, um f a tinho de ban home da ode menina as si m em cor az ul t ur q eu sa c omo do circulo do rio na sc eu h o j ene sta da cidade, no me sm o tom, todo feito in te iro e lis o es p el h o, q ue bela e stav a, q ue e vaso da a té de posi ao dor mir uma s es tinha ac h o q ue s on he i es star as si m a garra din h o a min home da primeira amada dando do traço ingles l he bei jinho sn no p es coc in h oe son h anda es star a mol h ar os pé s com el ana pr ai a a c on tar os se us b el os de din h o s do p é

Enfim, sem fim, devaneios de quem aguarda a sua amada que tarda em chegar

En fi maior , se em fi made r ira, d eva ne io s de q u ema a guarda a s ua am ad a q ue t ard a em circulo do homem do gato da ar

Nas revistas, uma outra bela rapariga da natação sincronizada, que bela coisa de se fazer assim em beijinhos estava numa capa, certaemnte uma campeã, curiosamente parecida com uma rapariga que um dia recente estava sentada assim no banco do jardim dos quatro cantos do mundo, que engraçado sincronismo, eu a olhava na capa e me dizia, seria ela que ali estaria, mas não, a outra falava português, e esta falara castelhano, certamente que é então um beijinho de amor, visto que o amor é lei

Nas recitas, uma outra da be la ra pa riga da nata sao sin c ron iza ad primeira aqui do q ue be la co isa de se f az e r a ss im em bei jinho se stva nu ma capa, ce rta em n te uma ca mp e a, cu rio sam am que mente pa rec cida com uma ra pa riga q ue um dia rec en te e stav a s en t ad a as si m no bac n co do jardim do s q ua t ro can ts do mundo, q ue en g ra a çd o sin c ro ni sm o, e ua o l h ava na capa e me di z ia, se ria el primeira aqui do q ue al i est aria, mas n cão, a o u y ra f ala ava portu g u es, e e sta fala ra cas tel h ano, ce rta am mente, q ue é en tao um bei jinho de amo r, vi s to que o amo r é lei

Já me tinha apercebido que bill estava bem de saúde, pois aparecera uma notícia dele, no yahoo, num pais da américa do sul, onde andava fazendo conferencias, ali estava ele no dn com uma aparente história de um mesmo, tambem aparecia hillary sorrindo, mas a noticia era que tinha caido e partido o braço ao entrar no congresso ou algo assim , quem diria, da semelhança das quedas, sendo que uma outra rapariga tambem se magoou no braço, a bela sharapova

J á me tinha ap per rc ce bid o q ue bill e stav ab em de s au de, p o is ap ar e cera uma not tica del le, no y a h oo, nu primeiro do pais, tvi, da am erica do sul, onda anda ava fazendo cob feren cia s, al i e stav a el len en do circulo do dn com uma ap ar rec cn teresa hi s toi ra ad e um me sm o, t am b em ap ar e cia hi ll ar delta so rr indo, masa not ti cia e ra que da tinha ca id o e p art id o ob br aço ao a en t ra ano c on gres s o o u al goa ss si em , q eu em di ria, da semem l h ança das quedas, s en do que uma o u t ra r ap a riga tambem se mago un o br aço, a b el a sh ar ap da ova

Dos tres vídeos últimos, alguma notas e pontes entre conteúdos diversos e suas ligações

Do s t r es v id é os u l t imo s, al gum a no das notas e ponte s en t re conte u do s di versos e s u as liga aç cortez oe es

Vitoria do mito, me lembrou o luis stau monteiro, rapaz do grupo dos bandidos da visão e daa projornal e dos ps, que um dia apareceu na latina europa, pela mao do luis osorio, salvo erro quando se rodava o zero de audiência, e que falou de samocracia, s omo circulo ra rac cia, assim me declinou agora ao escutar o vídeo

Vi tori ad o mito, me lem br o u o lu is sta uu do monteiro, ra p az dog rup o dos bandidos da vi sao e daa por jornal e dos ps, q ue um dia ap ar e c eu na la t ina eu r opa, pe la mao do luis osorio s alvo e r ro qua anda se roda ava do circulo do zorro do ero de au di en cia, e q ue falo lou de sam o c ra cia, s omo circulo ra rac cia, assim me dec lino vaso do agora ao es cu t ra o v id é circulo

Rapaz que morava aqui no bairro onde agora me encontro e que percebi na altura não estava muito a vontade com a minha pessoa, portanto devera ter estado ligado ás confusões que aqui me armaram na decada de oitenta

Ra ap z q ue mora ava aqui no ba iro onda agora me en c on t ro e que pe rc cebi na al tura n cão est ra nu it o a von t ad e com da primeira da min homem da primeira da pessoa, porta anto d eve ra ter es t adao li gado ás c on fu so es q ue aqui me ar mar am na dec ad a de o it en cruz primeira

Quando falo do método de analise, das imagens em multi screen e dos diaporama, me lembrei dos vídeos da expo, e concretamente um que em dia recente de novo recordara, o avd, ou seja o quarto espaço de instalação audiovisual na pavilhão da expo, assim o chamei na altura, um que era constituído pela projecção de seis imagens, distintas, quatro rectângulos no centro e dois circulo laterais, assim era a geometria da seis áreas de projecção

Qua anda do falo do método, escola lee, brando, de ana lise, da s i mage ns em mul ti sc re en e dos di ap o rama s, me lm br rei dos v id é os da e x p o, e c on c re tam net, um q ue em dia rec en te de n ovo record ar a, o av d, o vaso use seja o qua r to es paço de in s t al sao au di italia do vaso sul na p a vaso da ilha da expo, as simo c ham e ina al tura, um q ue e ra co ns ti u t id o pe la pro o je c sao de se is i mage ns, di s tintas, qua t ri rec tan gula no c en to e do is c irc u lo la te ria sas si mer a a geo met ria da se is a rea s d e por j e cç sao

O seu conteúdo era industria e acabava em telecomunicações como fazendo o percurso historia das industrias, desde o barro e o oleiro até aos satélites, que eram as duas imagens finais nos circulos, ou seja parece se conformar o uso de feixes, ou de comunicações no método operativo das quedas das torres, o som era como pistões, um motor que ia acelerando, muito metálico em seu som, tudo aquilo, uma bela banda sonora

O s eu conte u do e ra indu t ria e ac ab ava em tele com única caçoes com do circulo do fazendo o per rc urso hi s tori ad as das sin das industrias, de sd e circulo do barro e circulo do ole iro a té aos sate lit es, q ue e ram as do as si ma ge ns fina ina is nos c irc u lo s, o u seja pa rece se c on for mar o us o de fe ix es, o u de c om unic ç o es no método opera t ivo das eu da sd as torres, o s om e ra c omo pi s to es, um m oto tor tir q ue ia ac el e ra ando, mui to met al lico em s eu s om, tudo aquilo, uma bel ban da s on o ra

Twiter, me lembrei que nessa noite da luz apagada no ultimo candeeiro da álea do jardim, onde me caiu da mao a moeda de cinco cêntimos , depois uma barata, semelhante a que vira primeiro em casa, aparecera no muro , estando eu num local dele onde se desenha um angulo, via vir correndo, fiz um som no muro e ela se desviou, relacionei a barata, com a outra que recentemente aparecera ca em casa, e que vira ao lado do reoster ou seja do interruptor progressivo de luz, ou seja uma resistência, da cobra kundali do candeeiro dos tres arpoes do prato romano,

T w it e rato, me l en br rei q ue ness primeira ano da no it e da l uz ap a gada ano do no do vaso do primeiro da cruz do ultimo imo do can di e iro da al lea do jardim, onda me ca io da mao prim e ia am moe dad e c on co c en t imo s , d ep o is uma ba rata, semem l h ante a q ue vaso da ira prime iro em c asa, ap ar e cera do no do muro , eta dn quadrado do circulo do eu num l ocal del e onda se d es en h a um angulo, via vi rato rc o rr en do, fi x um s om no m ur o e el a se d es vi o u, re la cio ne ia ba rata, com da primeira da outra q ue rene nete, maior net ap ar e cera ca em c asa, e q ue vi rato sao la dodo e os teresa o vaso do use seja do inter ru pt tor pro g r ess ivo de l uz, o vaso use seja uma r e sis t en cia, da co br a k un dali do can di ero do s t r es ar poe sd o p rato romano,

Cinco cêntimos, penny, half penny, fora a forma com que aparecera a primeira linha antes da moeda ter rolado, no contexto das ultimas imagens londrinas, na altura do pós das eleições europeias, e um outro contexto se abria, tambem por penny, que era o nome da bela secretaria que sempre flertava com o james bond e vice versa nos filmes, mas sempre mantendo os dois as distancias , ressoa isto ainda numa outra imagem aqui no Livro da Vida, mais antiga onde eu falo, ou melhor te conto, de saltar-mos em voo de um aviao que de repente está quase a chocar com uma montanha, depois de ter visto que era pilotado por esqueletos, os agentes do espectro e te dizer que depois ficamos com muito tempo para nos beijarmos dentro da balsinha, salvo erro , é um sonho, ou seja uma visão em sonho

C inc o c en t imo s, p en ny, h al f p en ny, for aa primeira forma com q ue ap a rec cera ra a primeira linha ant es da moe da teresa rola ad o, n o c on texto da s u l t imas ima mage ns l on dr ina sn a al tura do p ó sd as el e i ç o es e ur rop e ia se de um outro c on texto se ab ria, t am b em por p en ny, q ue e ra o no me da be la secreta ria q ue sm pre fl i rta ava com do circulo do onze do j am es do bond e vaso ice versa nos fi l me sm as se mp r e man t en do os do isas di s tan cia s , r ess o a is to a inda nu ma o u t rai mage m aqui no L iv roda V id am dam maís e tiga onda do eu f alo, ou mel homem do ro te conto, de sata ar do traço do ingles mos em voo de um ava ia o q ue de re pen te e stá qua ase a choca ar com uma mon t anha, d ep o is de ter vi s to q ue e ra pilo t ad o por esu el leto s, os a g en te s d o es pe c t ro e te di ze r q ue d ep o is f icam os com mui to te mp o para nos bei j ar mos d en t roda bal sin home da primeira, s alvo e r ro , é um son h o, o vaso do use seja uma vi sao em son home do circulo

Quando falo dos fabricantes, das industrias de cigarros, em francês, troco inicialmente as industrias, digo farmácias, e depois quando dou o exemplo das regras de auto regulação dos sectores cooperativistas, neste caso das farmácias, digo não quinhentos metros, de distancia entre elas, mas sim quinhentos e um, a outra a mil e quinhentos, ou seja jeans quinhentos e um levy, e mil e quinhentos que se traduz em quim ze duplo circulo, o dos quinhentos, ou seja das notas de quinhentos escudos, e no mesmo exemplo, cheias, de estarem as farmácias cheias ou vazias, mas agora ao ver o vídeo, parece haver uma relaçao com cheias de outras naturezas

Qua anda do falo dos fabri can te es, das indu st ria sd e ci garros, em fr anc es, t roco in i cila mente as das industrias, di g o f ar ma cia se d ep o is qua anda do u o e x e mp lo da s regras de au ot reg u la sao dos sec tor es cop o ra ti v istas, nest e caso das f ar am ac cias, di g on cão q u ine h n to s met ros, de di s tan cia en t re el as, massi em quin h en to ze um , primeira da outra da am ile quin h en to s, o u seja jena das jeans quin h en to ze um levy, e mi le q u i ne h t os q ue se t ard u z em q um ze d up lo c irc culo, o dos q u ine h n t os, o u seja das not as de quin h en to s es cu do se no me sm o e x e mp lo, cheias, de est ar rem as f ar m alo as che is circulo da uva az ia s, mas agora a ove ero v id e opa rec h ave r uma relaçao com das cheias de outras na t ur e z as

Quando falo do acento no circulo de O, da emanuelle, digo tambem um burro, ou seja é meia id de quem o fez, provavelmente da américa, visto esta terminologia a ela se aplicar

Qua anda do falo do ac en ton em circulo de O, da ema nu ele, di g o t am b em um b ur ro, o u se a j é me ia id de que mo fez, pro ova ave le lem n te da am erica, vi s to e sta ter mino ligia a el la primeira ase ap li car

Dois numeros citados são equivalentes entre si, o da ultima contagem dos tais corpos da historia do aviao, da air france, e mesmo numero relativo aos mortos do iram, ou seja parece estes dois eventos espelharem uma ligação, entre si, que a assim ser, deverá então confirmar a que me pergunto se seria, ou seja, a de terem tentado desta forma criar um dínamo que proporcionasse a confusão no irao, pois uma palavra tambem de novo aparece nesta linha, relativa ao levantar voo, os flaps, flaps é tambem terno que se usa nas vezes, como imagem de confusão, bater de asas, bater do vento, agitação

Do si dos numeros cita ado s são e qui iva l en t es en t re si, o da u l t ima conta ua tage em made ria dos tais cop ro sd primeira da hi s tori a do avia o, da air france, e me sm o nu maio ero r e la t iv o a os mortos do iram, o use seja par rc ce estes do is eve en to s es p el h a rem uma liga sao, en t re sic ue a as si m ser, d e eve rá en tao c on for mar a q ue me per gun to ze se ria, o vaso use seja, ad e te rem t en t ad o de sta forma c ria rum dina amo q ue por rp orci cio na ass sea primeira c on fu usa sao no irao, p o is uma pal av ra tambem de n ovo ap ar ce nest a linha, re la t iva ao l eva van tar vaso do oo, os fl, for mula one primeira do ps, fl ap sé tambem, te r no q ue se usa nas v e ze s, com o ima g a em made ria de c on fu usa sao, bate rato de asas, bate rato do ove do en vento, a g ota sao

Sobre os corpos, quando falo do que vi nas fotos da capa do correio da manha, da impossível proporção humana, remete para renascença, italia, leonardo da vinc,

S ob reo s co rp ps serpente, qua anda di falo do q ue vi nas f oto sd a capa do co r rei do io da manha, da i mp os iv el pro p roc cortez sao humana, reme teresa do para da ra di do circulo da renascença, italia, leonardo do vince, vaso inc em ce

Tacões, sabrinas em cunha, referência aos do sarkozy, depois prince, harlen, joplin, j am jan janis joplin, jj, oh lord, wont you give me a mercedes bens anda a colour tv

T ac õ es, taco onda cobre, comunicações, fios, telefones, telefónica, telefonia, o circulo espanhol, s ab br ina serpentes rina s em c un h a, ref fr en cia aos do s ar k oz id ep o is p rin ce, h ar l en, jo p lin, j am jan j anis j op l in, jj, circulo do homem lord, w on t delta do circulo do vaso gato iv em me a mer ced es be en ns anda da prime ria ac c olo ur da tv

Pólvora, gás, cotovelo, purga, staline, policia goe mota, mesa, mesa madrid

Polvo ra, gás, c oto velo jason p ur g a, sat l ine, poli cia goe mota, mesa, mesa mad rid

Álea , moeda, cinco cent, penny, twiter, chave bb, moniz, indutor pesadelo

A l lea a primeira moe d ac inc o c en t, p en ny, t w it e r, ca home vaso do e bb, moniz, indu tor pesa quadrado do del , sin os do elo, el primeiro do circulo de dezembro

E por fim mais uma linha sobre o falo que vem do vídeo anterior a esta ultima trilogia, onde se vê o falo, e o acto da potência do falo do bico que ecoava na imagem dada por kruchner, e que já foi alvo de descrição em pormenor, dos elementos que na imagem se encontravam, já publicado

E por fi maior maís uma da linha s ob reo do circulo do falo q ue eve em made ria do v id é circulo ante rato iro a e sta u l t ima t rio p olo g ia, onda se eve do circulo do falo, é circulo do acto d ap o ten cia do falo do bico, q ue e coa ava na i mage made ria dada por k ru cn ne r, e q ue j á f oi al vaso da ode d es c ri sao em por m en o rato, quadrado do os el le lem en to s q ue na i mage m se en c on t rav am, j á pub li cado

O leito , é pelos últimos fios que ali se desvelaram , imagem do sudoeste asiático, onde temos os tecidos do vidal, de campo de ourique, tanto o que reveste o trapézio da esteira como o do almofadao branco, o burrinho prata e negro de olhos em quadrado negro está nele deitado,

O lei to , é p elo sul t imo s fi os q ue al ise sed d es vela atam ram , i mage made ria do sudoeste as iat tico, onda te emo s os tec id os do v id al, dec a mp ode ourique, t anta do circulo do q ue r eve este o t ra pe z io da este ira com oo do al mo fa dao branco, o b ur rinho p rata e en negro de o l h os em qua dr ad one negro e stá ne el le de it ad circulo,

A almofada que aparece no vídeo tem dois lados, um vermelho que simboliza, o sangue que verte do falo, ou seja o sangue que o falo fez verter, parece portanto indicar uma violação, ou uma desfloração, provavelmente infantil, e do outro lado temos um pada padrão, que parece complementar ou dar parte da ida, pois é o anverso do sangue que o falo fez

A al mo fada q ue ap par rece no v id é circulo te made ria do is la ad os, um verme el h o q ue s im bo l iza, o san g ue q ue verte do falo, o vaso do use seja do circulo do sangue do q ue o f alo fez ver ter, pa rece porta ant o indica car uma viol la ac sao, o u uma d es flor aç sao, por v ave l mente in fan til, e do o u t rol ad o t emo s um da pada padrão, q ue pa rec co mp lem en t ra o u d ar p arte da ida, p o is é o eve rato serpente do circulo do san g ue q ue o f alo fez

Este padrão, remete para a ilha, ou seja, parece existir uma relaçao com a possibilidade que se abre no corte das palavras do parágrafo acima, por outro lado a mim sugere-me a era, agencia de imobiliário, se bem que não seja idêntico mas semelhante, sendo que o logo da era, termina com um triângulo, ou seja um símbolo de olho de visão , ou de horus, ou maçónico e mesmo visível nos símbolos de algumas igrejas, como é o caso da estrela, e mesmo da figura do museu de arte antiga, que um dia aqui foi abordada

Este pad dr ra circulo reme teresa para da primeira da ilha, o vaso use seja, pa rece e x ix tir uma da relaçao com da primeira da ap p os sibil bil id ad e q ue se ab reno corte da s pal av ra sd o para g raf o ac ima, por o u t ro l ad do circulo da primeira am mim s u gere do traço ingles da me a e ra, a g en cia de imo bil ia rio, se b em q ue n cão do seja id en tico mas semem emel l home ante, s en do que do circulo do logo da e ra, teresa mina com do primeiro pi t ria ab b a c k g ro un d g da gula prim mr rio do io do circulo de dezembro, o vaso do use seja um s im b olo de olho de vi sao , o u de ho r us, o u m aç oni co e me sm o v isi vaso do el ns o s im b olo s d e al gum as serpente das igrejas, com o é o caso da ester la, e me sm o da fi g ur ad do circulo do m use u de art e anti tiga, q ue primeiro dia aqui f oi ab o rato dada

Quando me deito, ao atirar-me magoei-me um pouco, caio sobre o ombro, ou seja parece estar relacionado com a historia do medico do hospital curry cabral, como me magoo no leito, parece simbolicamente não so reforçar, esta linha, visto a queda ter sido na casa onde a família ainda vivia, e por ser leito, uma magoa no leito, ou seja , o factor de quebra da família, ou seja um dos amantes da teresa

Qua anda da me de it o, ao at ira rato do traço da inglesa me mago vaso do traço da inglesa me, um p o u co, caio s ob re o om br o, circulo do vaso do use seja pa rece es t ra re la cio n ad o com da primeira da primeira hi s tori ad do circulo do medico do hospital curry cabral, com o me magoo no lei to, pa rc ce s im bo li cam am que mente n cão serpente do circulo ref orça rato, e sta linha, vi s to primeira queda teresa s id dona ac asa à casa, onda primeira f am mi l ia a inda vaso do iv ia, e por ser lei to, uma mago ano do no do lei to, o vaso do use seja , o f ac tor de q eu br ad a f ani l ia, o vaso do use seja de um dos amantes da teresa


era, e ra, maconico ra frances, ma j o rie da ancas cc

Puta que vos pariu a todos, seus caralhos !!!!



No dn, tambem uma foto do durao a assinar uns papeis com um dossier azul e uma linha de rapazes assim eio comandos, por detrás, um deles em posição distinta dos outros, o post it que encontrei no livro de hamelet, me remeteu para uma capa azul que recentemente tirara do arquivador, quando da leitura das agencias de publicidade, e fui agora de novo lê-lo, o azul, e me diz, hfp, ref quatrocentos e doze, em tres quadrados doirados sobre azul da capa com uma dobra na ponta que faz assim o desenho do arpao , de novo a figura do arpao, hf, lancia, fiat, ou seja lan da cia italiana, o arpao, do ref quadrado do ze, ou , e, em dezembro, deverá ser o de dois mil e cinco, então

No do dn tambem , uma f oto do durao, a ass si mna r un s pap e is com um do s sie rato az u le, uma da linha de rapazes as si m e io dos comandos, por det ra s, um del es em psi sic sao di s tinta dos outros, o post it q ue en c on t rei no l iv ro da ode na am le t, me reme te vaso do para de uma, capa az u l q ue rec en te mn te t ira ra do ar qui iva dor, qua anda da lei tura das a g en cia sd e pub lica dade, e f oi do agora de n ovo le do traço ong l es primeiro doc circulo dez, o azul, e me di zorro do, homem da fp, ref qua t roc en ts oe do ze, em t ratos es au dr ado s do irados s ob re az u l da capa com uma ad da dobra na ponta q ue f az as si mo de s en homem do circulo do ar pao , de n ovo da primeira do figu ur ra do arpao, h f, lancia, fiat, o vaso da use seja lan da cia italiana, circulo da ar ap ad do circulo do ref q au dr ado do ze, ou , e, em dez em br o, d eve rá s ero de do is mi ll e c on co, en tao

Uma capa de produção, de rodagem feita salvo erro pela ines mendes, onde se lê, produção, filtros, iluminação, al de equipe, al de viatura, autorizações, modelos, adereços, g roupa, despesas

Uma capa de pro du sao, de roda dag ge em feita s alvo e r ro p el a in mes me sn d es, onda da se l ê, pro du sao, fil t rosi lu mina ina ac sao, al de e q u ipe, al de via da tura, au tori z a ç o es, mode elo s, ad e re ç o sg ro up a, d es p e zorro às


Depois uma outra linha ecoava, a que me teria esquecido do cavalo, na verdade vira o belo cãozinho ou cadelinha doirada de trela curta esta manha cedinho, quando descia a rua, aquela cheia de energia que dá assim como pequenos pulinhos como uma égua de alta escola de cavalaria, e eu sempre me meto com ela a passar, e fico a brincar com a sua excitação

D ep o is uma outra da linha e coa ava, primeira aqui do ue me te ria es q eu do lido do cavalo, na vera de vaso ira o b elo cao z in ho ou ac cd e linha do irada de t r e la cu rta e sta manha ce din h o, qua anda d es cia primeira rua, aquela che ia de energia q ue d á as si m c omo pe q u en os p u linhos como uma e g ua de al t a es c ola de c ava la ria, e eu se mp reme met o com el a ap ass ar, e fi co a br inca r c om a s ua e x cita sao

Mas o cavalo que a linha escutada no espirito falara, tivera outra reverbaçao em meu pensamento, que se juntara a uma outra de um set que se tinha escapado, se se escapou, talvez não escape mais, quem sabe, se estiver enlouquecido, e a fazer desgraças

Maso do circulo do cavalo q ue da primeira da linha es cu t ada no es pi rt o fala ra, ti vera o u t ra r eve rba aç sao em me u pen sam am men to, que se j un tara a uma outra de primeiro set q ue se da tinha esca pado, se se es capo vaso vao, t alvez n cão es cap e maís, q eu m s abe, se est iv e r en lou q eu c id o, e a f az e r d es g ra aça s

O ambiente da linha era o mesmo ou aproximado contexto do hamelet, como se eu não tivesse visto alguma entrevista, em que num determinado momento, uma pergunta, poderia dar um espelho, da verdade sobre um crime, quando mais tarde dois comparassem a analise e de cada um, sobre a reacção, a imagem do plot do hamelet, e da historia semelhante ao crime , na expectativa de que o perpetuar do outro, assim se desvelasse, me lembre de moniz, não ouvira a entrevista como disse, a não ser uma linha e o que vira nele, em sua postura, era muito distinto do que normalmente lhe vejo , uma postura segura, depois vira a foto dele no dn, e sua face me deu a confirmação do mesmo, apanhado em flagra, assim parecia dizer

O am bi en te da linha e ra do circulo do mesmo, o u ap por x ima ad o c on texto do ham le t, c omo se eu n cão t iv ess e vi s to al gum a en t r e vi sta, em q ue nu primeiro det re emi minado mo men to, uma per gun t a, pode ria d ar um es pe l h o, da vera de s ob r e primeiro crime, qua ando maís t arde do is co mp ar ass ema ana lise sed e ca da um um, onze, s ob re ar e aç sao, a i mage made ria do p lot do ham le te da h si tori a semem emel l h ante a o c rime , na e x pe cta tati iva de q ue do per rp pet tua ar do outro, as si m se d es vela asse, me lem br e demo ni z, n cão o u vaso ira a en t r v e ista com o di ss sea n cão ser uma da linha e o q ue vaso da ira nele, em s ua g es t ur a, e ra mui to di s tinto do que norma l mente l he do vejo , uma ps o tura segur a, d ep o is vaso ira primeira f oto de le no dn, e s ua face me de ua c on fir maçao do me sm o, ap na h ad o em fla g ra, as si m pa rec ia di ze rato


Ontem sabado vi o dn de antes de ontem, ou seja sexta feira, qual o meu espanto, por uma notícia sobre os sapatos do sarkozy, depois de eu ter neles falado, um explicação em detalhe sobre os sapatos, que nem li em pormenor, pois não trago paciência para sapatos e coisas assim, que falam de cunhas e mais não sei o que

On te m s ab ad o vi o dn de ant es de on te mo use vaso do seja sex t a fe ira, q ual do circulo do m eu es pa ant o, por uma ano do no da tica s o b r e os sa patos do s ar k oz id ep o is de eu teresa nl es sm fala ado, um e x p li caçao em d eta ç he sb re o s sa patos, q ue ne m li em pro rome en o rp o is n cão t rag ap ac cie en cia para s ap aro rose co isas as si maior do que f al am lam dec unhas e maís n cão se io q ue

Mais evidente, claro e preocupante sincronismo, era uma imagem da maria barroso, ao lado de um submarino depois de ter falado dela e do esposo dela

Maís e vi id dente, circulo do l aro e pro e cip ante sin c ron is mo, e ra uma mai mage made ria da maria barroso, ao l ado de um s ub marino d ep o is de ter rf f al a d o de la e do es pasos d el primeira

Ali estava a senhora, em cima de uma torre de um forte tipo de cowbóis, com fitinhas nas cores francesas, como agora nas festas de lisboa, ou como imagem de outras festas em tempos antigos, certamente preparando-se como madrinha para baptizar um submarino, que trazia o curioso nome de arpão, à imagem e semelhança de um que recentemente se tinha desvelado nas palavras do Livro da Vida

Al i est ava a s en hora, em c ima de uma torre de um f orte t ip ode com b ó is, com das fitinhas nas cores francesas, dos filmes franceses, com do circulo do agora nas festas de l is boa, o u com oi mage mae da made ria de outras festas em te mp os ant ti g os, ce rta am tam que mente pr epa 5 ram do traço da inglesa se com o mad rinha para ba ap pt iza ar primeiro s ub marino, q ue t ra zorro do ia do circulo do c u rio s o, no me de ar do pao, à i mage me se ml h anc ç ad e um que rec en te mn te se da tinha d es vela dona s p la vaso do ra sd o L iv roda vaso id a

Pelo enquadramento se via os seis tubos dos torpedos, como a dizer que o arpão da baleia, que me apareceu depois tambem relacionada com a que entrara em tamisa, e que remete, para ilhas nacionais, para moby dick, laurent, pinóquio, socrates, para o ps, fora feito por seis circulos do tor dos pedos, e pedos e abusos infantis tinham sido as escuras linhas que tinham acabado de se desvelar masi uma vez no Livro da Vida, a propósito da morte das tres crianças, com as ressonâncias a se estenderam, pelos episódios abordados

P do elo en quadra am men to ze da via do os se is t ub os dos tor rp dos pedos, com co circulo da primeira di ze rato q ue o circulo do arpao da ba lei aqui da ue me ap par rece u d ep o is t am b em re la cio n ada com a primeira q ue en t r ar a em t tam am da misa, e q ue reme teresa, para i l h sa na cio na is, para moby do di ck, l au ren te, pi n q ui do io do ps, for a fe it o por sé is circulos do tor dos pedos, e pedos e ab us o sin fan t is tinha do ham da manha, s id o as e c ur as das linhas q ue tinha do ham da primeira do ac ab ado de sé d es vela ar ma si uma ave zorro do no L iv roda V id a, ap o rp posi to da m orte da s t r es c r ian ç as, com as r esso ana cia sa ase se est en de ram, p el os e pi sd oi os ab o ratos dos dados, dos jogos

Já a todos vos disse, este caso, é muito simples de averiguar, pois basta entender , porque razão nao forma tomadas as que seriam normais previdências, quando a mesma família, fora visitada pela policia, quando de um incidente com tiros e todo, quem cobriu, quem ordenou a cobertura, certamente o fez para cobrir os abusos e se calhar para os manter, ou seja, apara manter a continuidade deles

J á a todos v os di ss e, este caso, é mui to simples, si mp l es, c rup o empresarial, de ave rig u ar, p o is ba sta en t en der , por q ue r az a on o a forma tom ada sas q ue se r iam norma is pr e v id en cia s, qua anda primeira da mesma familia, for a v isi sita sitada, da pe la poli cia, qua ando de um inc id dente en te, com dos tiros e todo, q eu em co br rio, q eu em o r d en o ua primeira da cobertura, ce rta tam am que mente do circulo do fez, para c ob r iro serpente dos abusos e se cala homem da ar para do os man ter, o vaso use seja, ap ar a mane t ra conti nu id ad e del espanhol

Depois me recordei, do recente dia de eleições, com outra puta do ps, o vitorino na tv dentro dos jeronimos a pedir am passant sem especificar sobre o que, desculpa, que tinha sido culpa dele, e me recordei de noventa, principio, um concerto, com o belo tom jobim, no mesmo local, tinha eu e a cristina coutinho começado a namorar, e acho que foi ela que arranjou so bilhetes para um concerto da nata podre dos podres da cidade e das políticos que ali estavam a usufruir o belo concerto, que salvo erro foi o ultimo que o tom jobim deu em lisboa, pois falecera não muito tempo depois, se bem me lembro

D ep o is me record e id o rec en net dia de el lei ç o es, com da outra puta do ps, o vito i r no na tv d en t ro dos j ero nimo sa pe di ram p ass ant s em es pe ci fi car s ob reo q ue, d es culpa, q ue tinha s id o cu l pad adele, blanc sec he, e me recorde id e n ove en venta, p rin cip io, um c on ce r to, com do circulo do b elo tom j ob im, no me s m o l ocal, tinha eu e primeira da c r i x t ina co tinho com e ç ad dp o a na mora r, e a c h o q ue f oi el primeira da aqui , q ue ar ran jo us o bil he t es para um c on ce r to da nata p odre do s p o dr es da cidade e das poli tio cas q ue a li est ava m a us u fr rui iro do belo c on ce r tom q ue s alvo e r ro f oi o u l t imo q ue o tom jo bi made ria d eu em l is boa, p o is fal e cera n cão mui to te mp o d ep o is, se b em me lem br o

O estranho fora o passe que a cristina coutinho fizera no final, pois me recordo de termos ficado ali num canto, o da porta, o casal soares e nós, como se assim se pudesse ter começado a conversar de alguma coisa, para alem do cumprimento normal, e de eu ter ficado com uma estranha sensação, pois na realidade, não trazia em mim nenhuma vontade ou razão para falar com eles mais do que o cumprimento, mas como se eles o esperassem, agora isto me viera a memória, como uma possibilidade de ligação, deduzida por este acontecimento de uma ligação entre a cristina coutinho e o ps, ou a familia soares, ou algo outro, ainda distinto, como por exemplo uma agenda da própria cristina

O est ra do anho for a o p asse q ue a cristina co u tinho fi ze ra no fina al, p o is me record o de ter do ponto do mos fi c ad al i nu primeiro can to, o da porta, o ca sal s o ares e dos nós, com o se as si made ria se p u de s se te r c om e çado a c on versar de al gum ac o isa, para al lem do cu mp rim en to n o mal, e de eu ter rf fi cado com uma est ra anha s en s aç sao, p o is na rea l id ad e, n cão t ra z ia em mim n en h uma von t ad e ou r az a o para f al ar com el es maís do q ue do circulo onze do cu mp rim en tomas com o se el es o es p w e ra ss em, a g ra is to me vie ra a m e mor ia, com do circulo de uma p os sibil bil id ad e de liga sao, d edu z id a por este ac on tec cie mn to de ima liga sao en t re a cristina coutinho e o ps, circulo da ua da familia soares, o u al g oo outro, a inda di s tinto, com o por e x e m p lo uma a g en dada por rp ria da cristina

A bela huppert, no mesmo jornal muito bela como sempre como se tivesse o cabelo enrolado em sua face, a fazer algo semelhante a uma mulher à beira de um ataque de nervos, mas nem por isso menos bela, que até lhe apetece mesmo assim dar-lhe beijinhos, até me lembrei amada, se não serias tu, no outro dia quando me cheirou a baunilha, com que se fazem so cones dos chocolates, pois depois fiquei a pensar, na tal metafísica da campanha dos ditos, que afirmava duvidas sobre as trincas e certaemnte sobre a arte da boa lambidela, a toda a sela, mas que se calhar te respondi, mesmo sem me dar conta onde contra a evidencia cientifica, te mostro o corpo,

A b el a h up do pert, no me sm o do jornal, mui to be la com o se mp re c omo se t iv ess e o cab elo en rola ad o em s ua da face, a f az e r al g o se semem emel homem ante a uma, da mul her à be ira de um ataque de nervos, mas ne m por iss om en os be la, que primeira té do primeiro he da ap pet ee me sm circulo do as si made ria do quadrado da ar do traço ingles do primeiro, he bei jinho sa té me l em br rei am ad a, ase n cão se ria s t un o outro do dia, qua anda me che iro ua ab bau au uni ilha, com quadrado da ue se f az em soc one sd os choc la te sp do circulo do is d ep, o is fi quadrado da eu ia pen sar, na at al met a fi sica da cam pa h ad os ditos, quadrado da ue da primeira da for maior ava do vaso id as serpente do ob rea serpente das trincas e ce rta em muito da teresa serpente ob rea primeira arte da boa lam bid el a, primeira de toda a sela, masque da se cala homem da ar te r es pon di, me sm circulo da se maior da med da ar cp pn t primeira onda circulo em cruz ra primeira e vi id en cia cie en ti fca, te mo s t ro o corp circulo,

Ah belinha, sois mesmo bela, e trazes um sorrisinho, que me fez ficar assim a olhar para si, um sorrisinho daqueles que escorre amor por todos os poros, que a gente quando olha, naturalmente se pergunta, será que a rapariga se ri assim meia a olhar para baixo, com meio ar de pudismo, mas muito divertida e contente por dentro a ronronar, por minha causa, cabelos assim emi, meio ruivinhos escurinhos, que eu até já foi ver se a via de novo , pois não tomara conta de seu nome, me aprecia uma menina das ilhas mais ao norte, e sabe depois fiquei a pensar em si, e me dizendo, mas eu acho que conheço esta rapariga, assim um ar de familiaridade, que foi crescendo em mim, há medida em que de alguma forma a reconhecia em meu peito, me pergunto se já não me terei cruzado consigo, assim numa qualquer estação, sabe, vinha pensado em si, e um rapaz passou com uma camisinha onde dizia, devias saber meu nome, infelizmente, não o fixei, mas se for amor o sorriso que me mostra, certamente estou certo que irei morar em seus braços e a menina nos meus, a não ser que traga assim razão de força maior, tipo ,estar casada com outro

A h be linha, s o is me sm o be la, e t r az es um sor r is in h o, q ue me fez fi car as sima o l h ar para si, um sor r is in homem do circulo da quadrado do eu primeiro espanhol, quadrado da ue espanhol co rr e amo rp do por todos os dos poros, alhos, quadrado da ue da primeira g en te qua anda do circulo do primeiro home da primeira, na ti ur al lem n te se per gun t a, se rá quadrado da ue da primeira ra pa tiga se ri as si maior meia aol homem da ar para ba ix o, com me io ar de p u di sm o, mas mui to di verte id a e circulo em t en te por quadrado do en ny da cruz ro da primeira do ron rato on ar, por min home da primeira ac aca do ca usa, cab elo sas si me emi, me io rui dos vinhos es circulo do ur in homem do os, quadrado da ue e ua té j á f do oi iv e r sea primeira via de n ovo , p o is sn cão tom ar ac conta de s eu no me, me ap rec ia uma menina das ilhas maís a on orte, e s abe d ep o is fi q u e ia pen sar em si, e me di z en do, mase u ac h o q ue c on he ç o e sta ra pa riga, as si m um ar de f am mila rie dad e, q ue f oi c r es c en do em mi, homem á me dida em q ue de a l gum a forma a rec on he cia em me u pei tome per gun to ze j á n ão me te rei c ruza ad o c on sig o, as si m nu ma q u l q eu r est aç sao, s ab e, vinha pen sado em si, e um ra p az p ass o u com uma ca misi b home da primeira onda d iza, de via s s abe r me u no me, in fe liz mente, n cão o f ix e ima masse for amo r o sor r is o q ue me ostra, ce rate mn te es to u ce r to q ue i rei mora rem se us br aço sea primeira menina nos mu es, an cão ser q ue t ra g a ss im r aza o de foça maio r, t ip oe star ca s ad ac om de outro

Sabe , hoje estava ali nas traseira às paginas tantas, um fatinho de banho de menina assim em cor azul turquesa como o rio nasceu hoje nesta cidade, no mesmo tom, todo feito inteiro e liso espelho, que bela estava, que eu até depois ao dormir uma sestinha acho que sonhei estar assim agarradinho a minha amada dando-lhe beijinhos no pescocinho e sonhando estar a molhar os pés com ela na praia a contar os seus belos dedinhos do pé

S ab e , h oje e stav a al ina s t ra se ira às pa gina s t anta s, um f a tinho de ban home da ode menina as si m em cor az ul t ur q eu sa c omo do circulo do rio na sc eu h o j ene sta da cidade, no me sm o tom, todo feito in te iro e lis o es p el h o, q ue bela e stav a, q ue e vaso da a té de posi ao dor mir uma s es tinha ac h o q ue s on he i es star as si m a garra din h o a min home da primeira amada dando do traço ingles l he bei jinho sn no p es coc in h oe son h anda es star a mol h ar os pé s com el ana pr ai a a c on tar os se us b el os de din h o s do p é

Enfim, sem fim, devaneios de quem aguarda a sua amada que tarda em chegar

En fi maior , se em fi made r ira, d eva ne io s de q u ema a guarda a s ua am ad a q ue t ard a em circulo do homem do gato da ar

Nas revistas, uma outra bela rapariga da natação sincronizada, que bela coisa de se fazer assim em beijinhos estava numa capa, certaemnte uma campeã, curiosamente parecida com uma rapariga que um dia recente estava sentada assim no banco do jardim dos quatro cantos do mundo, que engraçado sincronismo, eu a olhava na capa e me dizia, seria ela que ali estaria, mas não, a outra falava português, e esta falara castelhano, certamente que é então um beijinho de amor, visto que o amor é lei

Nas recitas, uma outra da be la ra pa riga da nata sao sin c ron iza ad primeira aqui do q ue be la co isa de se f az e r a ss im em bei jinho se stva nu ma capa, ce rta em n te uma ca mp e a, cu rio sam am que mente pa rec cida com uma ra pa riga q ue um dia rec en te e stav a s en t ad a as si m no bac n co do jardim do s q ua t ro can ts do mundo, q ue en g ra a çd o sin c ro ni sm o, e ua o l h ava na capa e me di z ia, se ria el primeira aqui do q ue al i est aria, mas n cão, a o u y ra f ala ava portu g u es, e e sta fala ra cas tel h ano, ce rta am mente, q ue é en tao um bei jinho de amo r, vi s to que o amo r é lei

Já me tinha apercebido que bill estava bem de saúde, pois aparecera uma notícia dele, no yahoo, num pais da américa do sul, onde andava fazendo conferencias, ali estava ele no dn com uma aparente história de um mesmo, tambem aparecia hillary sorrindo, mas a noticia era que tinha caido e partido o braço ao entrar no congresso ou algo assim , quem diria, da semelhança das quedas, sendo que uma outra rapariga tambem se magoou no braço, a bela sharapova

J á me tinha ap per rc ce bid o q ue bill e stav ab em de s au de, p o is ap ar e cera uma not tica del le, no y a h oo, nu primeiro do pais, tvi, da am erica do sul, onda anda ava fazendo cob feren cia s, al i e stav a el len en do circulo do dn com uma ap ar rec cn teresa hi s toi ra ad e um me sm o, t am b em ap ar e cia hi ll ar delta so rr indo, masa not ti cia e ra que da tinha ca id o e p art id o ob br aço ao a en t ra ano c on gres s o o u al goa ss si em , q eu em di ria, da semem l h ança das quedas, s en do que uma o u t ra r ap a riga tambem se mago un o br aço, a b el a sh ar ap da ova
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A linha do socrates , a que comentara no vídeo, da imagem dele a sair do palanque como se tivesse sido ostracizado pelo grupo da europa, teve um estranho seguimento, na realidade é um fio com diversas pontas, que de novo me levou a reflectir num extracto que vi recentemente na tv de um extracto de uma entrevista, assim parecia pela posição em que estava sentado, onde ele falava do bpn, e do bpp, e que pressuponho ter sido há já algum tempo

Primeira da linha do soc rat dos rates, pum, es , a q ue co men tara no v id é circulo, da ima mage made ria dele a s air do ap al n q ue com o se t iv ess e s id o ostra c iza ado p elo g rupo da eu ro ap da primeira da teve, um est ra anho se gui n men to, na re la id ad e é um fi o com di versas das pontas, q ue de n vaso o me l evo ua ref fro mula one le c tir nu primeiro me e x t rac to q ue vi rec en te mn te na tv de um e x t rac acto to de uam en t rav ista, as si m pa ar ceia pe la posi sic sao em q ue e stav a s en t ad o, onda el e f ala ava do bp ne do b pp e q ue pr ess up on h o ter s id o h á j á al gum te mp o

Esta bestazinha, é assim meio mr jackyl e mr hide, como ouvira a pulido valente, na radio em noite recente quando vinha dos olivais no carro da minha mae

Es t a b est az azinha, é ass im me io mr j a c k delta primeiro e mr hi id e, com o o u vaso da ira primeira do pulido valente, na ra di o em no it e rec en te qua anda da vinha dos o l iva is no do car roda min home da primeira mae

E ao ver este fio desta entrevista, na realidade mais uma vez o comprovei, aquela outra faceta da sua personalidade, em que fala de mansinho, e em que o mansinho , corresponde a veneno de cobra, assim parece, e assim se desvela claramente na notícia

E a ove r e sw te fi o de sta en t r e vi sta, na rea l id ad e maís uma ave z o co mp rove ia q eu la o u t ra f ac eta da s ua persona li dade, em q ue fala de man sin home do oe em q ue do circulo do man sin home do circulo, co rr es ponde primeira ave do veneno de cobra, as si m pa rece, e as si maior sed es vela clara ram am que mente na not cia

Desta vez fora evidente que esta sua faceta da personalidade, salta tambem, perante a mentira, e a culpa que está por detrás dela, pois me pareceu ser mesmo um indico de culpa, ou seja, assim se clarifica , que pelo menos um dos mecanismos desta faceta da personalidade dele, aparece quando uma culpa, está presente, e um bloqueio do conteúdo foi visível, foi exactamente , por se ter dado esse bloqueio, ou seja, por aquele extracto não ter sentido lógico, que o registei, sem mais pensamento, até este momento, depois de dormir uma pequena sesta, e de ter pegado no hamelet.,


De sta ave zorro do for a e vi dente q ue e sta s ua f ac eta da pêro sn al id ad e, s al t a tambem, pea rn a te da primeira mentira, e a cu lo primeira aqui da q ue e stá por det ra s dela, p o is me par rece u se ser, me sm circulo do primeiro indico, de c u l pao vaso use seja, as si m se c la rif fi ca , q ue p elo me ni os um dos meca ni sm os de sta f ac eta da persona li dad e del e, ap ar rece qua anda primeira culpa, e stá pr es en te, e um b lo q eu io do conte vaso do dó, f oi v isi vaso el, f oi e x ac ta em n te , por se te r dado ess e b lo q u e io, o use seja, por a q u le est rac acto n cão ter s en t id o lógico, q ue o regi s te is em maís p en sam am en to, a té este moe mn t oo, d ep o is de dor mir uma pe q un a s es t a, e de teresa pe gado no da h am le cruz.,

Pois o ar dele, era de menino pequenino, a mentir, e o conteúdo do seu dizer, era uma mentira, se bem que nem tenha percebido o quê , exactamente, na altura que o vi, agora depois de pegar no livro, saltou uma palavra que parece indicar, a questão, se bem que tenha tido outros desenvolvimentos recentes, ou seja abriram-se outras possibilidades, lá iremos,

P o is do circulo da ar dele, e ra de menino pequenino, primeira da am do men tir, e o conte vaso dodo serpente eu di ze rato, e ra da primeira da mentira, se b em q u e n em t en h a per rc cebi bid oo q vaso do, ê , e x cat a e mn te, na al tura q ue do circulo do vi, agora d ep o is de pe g ar no l iv ro, s al to u uma p a l av ra q ue pa rece indica car, az q eu s to primeira da ase b em q ue t en h a t id o o u t ros d es en vo l vie mn t os rec en te es, o vaso use seja ab r iram traço da inglesa se de outras p os sibil bil id ad es, la á ire emo serpente,

Pois dizia ele que o que achara estranho, era o comportamento que muitos tinham tido face ao constâncio, achando e fazendo dele o grande responsável, e que na opinião dele o tinham tratado de forma desrespeitosa, e depois vinha o estranho, que salvo erro, mais estranho era, pois duas vezes como um loop, a ele voltava, isto, é , a memória com que fiquei , agora ao recordar, fora como se ele dera, dois piões, em volta do mesmo assunto, o que curiosamente agora remete tambem para furacões, sejam de que natureza forem, se distintos, quanto distintos, isto é um que se expressa no ar, pode tambem ser originado por um que se expressou ou foi alimentado a nível emocional, se bem que das duas uma, ou muita potência trás o rapaz, ou então, o abc, foi extenso, isto é abrangeu muitos, em cascata, como dava em vídeo uma imagem recente que tambem bem ilustra este dizer , potência, aqui quer dizer e é sinónimo de bloqueio, de complexo, psíquico

P o is di z ia el do leque, q eu do circulo do q ue ac hara es t ra anho, e ra do circulo do co mp porta , p orta , o rta, rata, em n to q ue mui t os tinha do ham da am , tid circulo da face a o co ns tan cio, acha anda e fazendo, luis, d ele le leo g rande r es posa san vaso do el, e q ue na opinião, livraria, de le o tinha do ham da manha, t rata ad do circulo do onze da ode forma d es r es pei tosa, e d ep o is da vinha do est ra anho, q ue s alvo e r ro roma maís e ts ra anho e ra, p o is du as v e z es com o um loo p, a el e v o l t ava, is to, é , a m emo mor ria com q ue fi q eu i , a g a o ra ao record ar, for ac omo se el e de ra, do is pi oe ss, em vaso do circulo do primeiro da cruz ad do circulo do mesmo as sun to, o q ue cu riso am, qi e, que mente do agora reme teresa tambem para fur rações, se j am de q ue nat r ur e za for rem, se d is tintos, qua anta di s tinto sis to é um q ue se e x press ano ar, pode tam am tambem em ser o rig gina ina ad o por um q ue se e x press o u o u f oi al i men t ado a n iv el emo cio n al, se b em q ue da sd vaso do as da uma, ou mui ta p ot en cia t ra s o ra p az, o u en tao, o abc, f oi e x t en s o, is to é ab range eu mui t os, em cas cat a, c omo d ava em v id é circulo dao uma imagem rec en te q ue tambem, b em i lus t ra este di ze rato rp p ot en cia aqui, q eu r di ze r e é sin om ino de b lo q ue io, de c o mp le xo, psi quico

O contexto era os dois bancos, e o complexo, que disfarçava um conhecimento, que era ocultado, e portanto , mesmo sem se saber, aponta para que o conhecesse, e bem, era , quando por duas vezes formulara a parte da resposta nos mesmos termos, relativamente a um dos bancos, terem feito aquilo, sem dizer, o quê, e tambem porque a imprecisão, e sua especifica formulação no tom emocional de menino, parecia, apontar a natureza de matérias, que podem estar na base de um complexo psíquico, geralmente tabus

O c on te x t ro e ra os do is bancos, e o co mp le xo, q ue di s fr aça ava um c on he cimento, q ue e ra ocultado, e porta anto , me sm o se m se s ab er, saber, ap da ponta do para q ue o c on he c esse, ee b m, er a , qua anda por do as v e ze es for mula ra a p arte da rata da espanhola posta, nos me sm os teresa mos, re la t iva vam da manha que mente a um dos bancos, teresa rem f e i to aquilo, s em di ze ero q vaso do ê, e ta m b em por q ue a i mp rec isa sao, es ua es p we ci fi ca for mula sao no to, m emo cio n al de me nino, par ac cia, ap on t ra a na t ur e z a d e mat e rias, q ue pode em es t ra ana de rana b ase de um co mp le xo psi quico, ger la am lam que mente, t ab u s m t ab bus, o rebentamento do autocarro, tabu

Tabu, , é tambem revista do dn, ou seja ligado ao grupo dos bandidos, psi quico, psi francisco, o psi do Francisco, o caralho do ps? Se o for, será o que está ocultado, na medida em que no processo de afastamento, são tres , mas fêmeas

T abu, , é ta am b em da revista do dn, o vaso use seja li gado ao g rup do circulo dos bandidos, psi quico, psi fr anc isco, o ps id o f r anc w sico, o cara alho do ps fo ice, Se do circulo da for, se rá do circulo do q ue e stá o cu l t ad o dona me dida em q ue no pro roc ess o de a f as tam men t o, são t r espanholas , mas f, fm, em me ás

Quico, trás tambem duas estranhas linhas, um quico espanhol com que me cruzei no norte do pais, há uns anos largos numa iniciativa dos centros de arte cultura e tradição, e que depois encontrei no bairro alto, pois ao que parece estava ele aqui participando como professor num programa de televisões tipo de concursos, me pergunto se não seria na tvi, a atender a estes últimos passes do moniz,

Quico, t ra s t am b em du as est ra anhas linhas, p rie miro quico es pan hol com q ue me c ruze ino norte do pais, tvi, home á uns ano s l argo s nu ma in ci iat iva dos ce rn t ros de arte cu l tura e t ra di sao, e q ue d ep o is en c on t rino bar i r ro al to, p o isa sao q ue pa rece es t ava el e aqui pa ric pan ando com o j ur ad o nu primeiro pro g am made ria da de televisões t ip o de c on c ursos, me pr e gun to ze n cão se ria na tvi, a a t en der a est es u l t imo s p ass es do moniz,

A outra , é um bilhete que a teresa me deu como se fosse o francisco a o ter feito, nos meus anos, era ainda ele pequenino, e trazia um desenho, que depois uns anos quando de nov para ele olhei, achei estranhíssimo, pela posição inclinada em que o desenhara mas sobretudo por não lhe ter desenhado boca, como se ele fosse mudo, o que não sendo, quando nisso pensei à séria, me disse, que ela , como que o queria calar, ou fazia algo para o calar

Primeira da outra , é um bil homem eta q ue da primeira da teresa me d eu com o se fosse do circulo do fr anc isco primeira do circulo dao teresa feito, nos me us ano s, e ra a inda el e pe q eu nino, e t ra zorro do ia primeiro desenho, q ue d ep o is uns ano serpente qua anda de n ov para el e o l he i, ac he i est ra n hi ss imo, pe la posi sic sao inc l ina ada em q ue do circulo de s en hara mas s ob r e tudo por n cão l he teresa d es en h ad do circulo da boca, com o se el e fosse mud circulo, o q ue n cão s en do, qua anda ni ss o pen se i *, arte rato do isco, a se ria, me di ss e, q ue el a , com o q ue desenho do q eu ria cala ro u f az ia al g o para do circulo da cala rato

Que filha da putice aqui se desvela, seus caralhos, morram todos!
E o sinal de asterisco de novo a aparecer,
E circulo do sin al de arte t isco de n ovo a ap primeira da rec cano e rato,

Cano, circulo do ano, ou do antonio cano, o realizador espanhol dos bairros viejas , nuevas cidades, terá ou trará o cano tambem relaçao com esta gente da calha, de barcelona, que pelos vistos, está ligado a estas merdas desde que o francisco é pequenino, pois um outro fio se desvelou recentemente pelo espirito a confirmação de que a queda dele nas canárias, fora feita propositadamente através de um circulo de giz, assim o desvela um poema de um caralho português num livro que aqui tenho dele,

Cano, circulo do ano, o vaso do anto ni circulo do cano, o real iza dor es pan hol dos bairros vi e j as , nu eva s cida d es, te rá o u t r aráo, argo, ac ano tambem, relaçao com e sta g en te da calha, de bar ce lo naque, carne, p elo s vi s to s, e stá li gado a es t as merdas de sd e q ue circulo do fr anc isco é pe q eu nino, p o is um o u t ro fi o se d es velo lou rec en te mn te p elo es pi rito a c on f oma c cortez sao de qua primeira q 2 ue da dele na s canárias, for a feita pr e posi t ad dam am que mente at rato do vaso da primeira do espanhol de um circulo de giz, ás serpente imo d es vela um poe ema de um cara alho do falo do porto do gi es nu prime rio primeiro i v ro q ue da primeira aqui do qui da it da cruz en home do circulo dele , da ode le,


Curiosamente, uma outra linha, enigmática em suas implicações, me ficara recentemente a reverbar no espirito, ao ter ouvido salvo erro ao tal advogado que defende na aparência o tal grupo de clientes, de um dos bancos, sobre a questão do retorno absoluto, quando disse que havia dois pesos e duas medidas em relaçao ao tratamento por parte do banco portugal face aos dois brancos, e aquilo, que não trouxera mais explicações, reverbara, tambem, em eterno retorno, ou seja a livraria, do ba, do tal bestazinha, da fabrica da pólvora, ou seja, parece estarmos então a falar da pólvora, pólvora, de londres, pelas declinações, das próprias siglas e tambem de um dos logos, com uma lamina qu parece um ninja, um objecto com duas laminas que se movimenta circularmente, como uma roda, ou seja de rodas, actuado sobre as rodas, autocarros, ou metros

C ur is o am que mente, uma outra da linha, eni g am tica em s u as i mp li caçoes, me fi car rec en te mn te a r eve rba rato no es pi rito, a o teresa ouvido, s alvo e r ro a ot cruz al ad v o gado, q ue d efe n dena ap ar rec cna io t al g rup o de c lie en t es, de um dos bancos, s ob rea q u es tao do re torno ab sol u to, qua ando di ise e q ue h avia do is pesos e do as das medidas, em relaçao ao t rata em n top por p arte do banco portugal f ac e a os do is br anc os, e aquilo, q ue n cão t ro ux e ra maís e x p li caçoes, r eve rba ra tambem, em eterno retorno, o vaso use seja a l iv ra ria, do ba, do t al best az zinha, da fabrica, italia, da pol vaso do polvo ra, o use sea j, pa rece est ar mo s en tao a f al ar da pol vaso do cic cc circulo do ra da pólvora, de londres, p e l as dec l ina ac ç o es, das pro pr ia s si g l as e t a m b em , tambem, de um do s logo s, c om uma la am mina q u pa rec primeiro nin j a, um ob j c to com do as das laminas q ue se mo vie mn t a c irc cu l ar am que mente, com circulo de uma rato do ad o, o vaso suse seja de rodas, ac tua ad o s ob rea serpente das rodas, autocarros, o u m et ro serpente

Pólvora, palavra que agora apareceu netas linhas, remete e linka a uma outra palavra que saltara agora do hamelet, polónio, num contexto da leitura que me dizia, ser então, ou estarmos perante o espinho, o espinho ainda cravada na carne, ou uma outra imagem do corno cravado na face do bebe de roupão azul, dana analuti, sentado na lua , em quarto decrescente, que esteve muitas luas no leito da cama de infância onde madona da ao rabo enquanto declama e canta rumi

Pol v o ra, italia, ma fia, pal av ra q ue agora ap ar e c eu net primeira serpente das linhas, reme teresa e l ink aa de uma outra pal av ra q ue sal tara agora do ham le t, p olo ni o, nu primeiro do c on te x to da lei tura q ue me di zorro do ia, ser en tao, o u es star mo s pe ra ante o es pe in home do circulo uk, circulo do es pinho primeira inda c rav ad dana ana car ne, o u uma outra rai mage made ria do corno, c rav ad dona da face do bebe de ro u pao az ul, dana ana lu vaso da cruz, s en t ad dona al lua , em quarto d es c rec en te, q ue est ave mui t as lua no leito da cama de in fan cia onda madona da a do circulo do rabo en q ua anta dec lama e can t a r u mi, can tar ar ru mi, russia mi


Me saltou literalmente o livro de hamelet, por um impulso quando olhava pela enésima vez as estantes depois de me ter dado conta que alguém de novo aqui entrara, pois faltam na aparência dois ou tres livros tirados de distintas prateleira que já se encontravam arrumadas, olhei para elas, pois ouvira na rtp um extracto de jorge de sena jangada com toda a razão, no exílio, a dizer que não contassem com ele para de novo subir a arvore das patacas, que não deixa de ser uma curiosa imagem da cabala, e ou da arvore da vida, e me apeteceu de repente consultar um livro dele que ainda não encontrei, foi ao procura-lo que me dei conta que mais uma vez uma maozinha por cá dentro andara, como andaram à grande, em dois mil e cinco, quando me apercebi que tinham disposto todos os livros e objectos , muitos em casa, em sistema de construção de oposiçoes, foi nesse momento ao isso tambem perceber, que a casa parti


Me sal to vaso do lite ra l que mente do circulo do livro de ham le t, por primeiro mi mp u l soc qua anda o l homem ava p el a en s ima ave z as est ant es d ep o is de me teresa dado conta q ue a l g eu em de n vaso do cie rc u lo aqui entrara, posi f al tam na ap ar rec ni ad o is o u t rato dos es dos l iv ro s t irados de di s tintas p arte le iraque, j á se e c non t ar vam manha arrumadas, o l he ip do para el as, p o is o u vaso ira na rata tp um e x t rac to de jorge de sena j ang gado cabo do om to d a ar aza circulo , no e x i lio, a di ze rato do q ue na o conta ss em com el e para de n ovo s ub ira da primeira da arvore das patacas, q ue n cão de ix ad e ser uma c ur isa i mage made ria da c ana all a, e o u da ar vaso do circulo da ra da vaso id da primeira , e me ap pete c eu de re pen teresa c on sul t ra primeiro l iv ro dele, q ue a inda n cão en c on t rei, f oi a o pro roc cura do traço ingles primeiro do circulo de dez, q ue me de e conta q ue maís uma ave zorro, uma maozinha por cá den t ro anda ra, com o anda aram à g rande, em do is mi da ile e c inc o, qua anda da me ap er cebi q ue tinha ham hm da manha, di s post o todos os dos livros e objectos , mui t os em c asa, em sis t ema de c on t ru sao de posi sic cortez circulo es, f oi ness e moe mn to ao iss o t am b em per rc e br, q ue a c asa p art ti

A outra linha que me levara agora de novo à estante, a ouvira num programa de radio onde o nery, falava de uma certa personagem, dos tempos do romantismo que ao que parece teria sido alvo de uma paixão muito grande de um poeta irlandês, que viver em paris e lá a conhecera , eq, e da qual dizia, que teria sido uma grande Ofélia, que é uma das aparentes namorados de fernando pessoa, e tambem personagem do hamelet

A outra da linha, q ue me l eva ra agora de n ovo à est ante, a o u vaso da ira nu primeiro por g rama de ra di o onda do circulo do nery, nero, f al ava de uma ce rta persona ge made ria, dos te mp os do roman t is mo q ue a do circulo do q ue p a rec te ria s id o alvo de uma , da paixão, mui t g rande de um poe eta i r lan d es, q eu do viver em paris, ise e l á ac on he cera , eq, e da quadrado da aul di zorro do ia, q ue te ira s id o uma g rande o f eli, q ue é uma das ap ar en t es na mora do s d e fernando pessoa, e ta m b tambem per s ob bage age made ira do ham le cruz

De repente olhando so buracos das prateleiras onde faltam livros, meus olhos poisaram no hamelet, e o tirei assim num movimento rápido, como um felino, e reparei que lá dentro estava um post it amarelo, que nem deveria estar, isto é, que não me parece que lá estivesse, pois estive arrumando e limpando so livros um por um, e verifiquei se não tinham outros papeis lá dentro, pois fora isso que tambem descobrira em muitos quando me apercebi da imensa manha que aqui estava feita

De re pen te o l h anda s o b ur aco s das pr a tele iras onda f al tam l iv ros, me us o l h os p o isa sara ram am do no do ham le te o ti rei as si m num mo vie mn tora pido, com do circulo do primeiro felino, e r ep a rei q ue l á d en t ro e stav a um post it am ar do elo, q ue ne em d eve ria es star, is to é, q ue n cão me pa rece q ue l á est iv ess e, p o is est iv e ar ru man do e li mp anda s o l iv r s um por um, e eve rifi q eu ise n cão tinha ham da manha, de outros pap e os l á d en t ro, p o is for a iss do circulo do que tam am b em tambem, d es co br ira em mui t os qua anda da me ap e rc cebi da i men sa da manha q ue a qui e stav a feita

O post it marca duas partes do texto, sendo que a que fez maior sentido, para alem das palavras que já abordei, o espinho e a polónia, que declina em país, polónia, santa Apolónia, comboios, lusitanea expresso, sandokan, ban, porto, museu da marinha, antigas instalações da latina, panteão, feira da ladra, a rapariga francesa aparentemente tradutora, e a igreja do portão dos nomes pintados, tudo referencias aqui no livro da vida, o polónio, ou seja por extensão, do autor, a morte de livichenko, com as estranhas reverbaçoes que na altura surgiram simétricas com o millenium, que ´+e nome de banco aqui, bcp, ex bpa, pinhal, o administrador , e um outro que é da familia da teresa, e que adquiriram novos contextos agora nest corte das linhas, ou seja , que apontam outro genero de supervisão, na aparência, e ainda de mentira contadas a essa supervisão, sendo que na verdade o que sempre está por detrás, destas possibilidades é a cumplicidade e protecção dada à teresa para me roubarem o filho e certamente diversas tentavas de me incriminarem, e se calhar mesmo na tentativa da minha morte, que nessa altura ocorreu

O post it ma rca do às das p das art es do texto, s en do que da primeira, do q eu de fez maio rato s en tid o, para al lem das pal av ra serpente do que j á ab o r de io es pinho e a p olo ni a, q ue dec l ina em país, tvi, p olo oni ni, s anta ap olo ni a, dos comboios, sand di kan, ban do pt toro, m use u da ma rinha, ant ti gás in s t al a ç o es da latina, pan teo da prime ria da fe ira da primeira da ad ra da ladra, primeira ra pa riga fr anc es da primeira da ap da ar da en te da mn te cruz ra du tora, e primeira da igreja do porta tao do s no mes pin t ado serpente tudo refer en cia saqui no prim rio iv roda vida, circulo do polo da p do olo em ni io, circulo use seja por e x t en sao, do au tor, primeira da am m orte de li vic home do en k do circulo , com as est ra anha serpente do rato da eve rba aç o es quadrado da ue na primeira da al tura serpente do ur gato do iram si met rica serpente do com do circulo do millenium, quadrado da ue serpente da cruz , e, no me de banco aqui, segundo da cp, é x bp da primeira do pinhal, o ad m is t ra dor , e um outro do quadrado da ue é dag f ani l ia da teresa , faca da familia da teresa, ar sa, do saque e quadrado da ue da ad do qui do rato iram de muitos ovo sc on te x to serpente do agora nest co rte das linhas, circulo da ova do vaso use seja , quadrado da ue ap on tam outro gato do ene ero de super vi sao, na primeira da ap da rec en ia, e primeira inda das mentira contadas, a ess as up do per vi is se rp en td o circulo da primeira ase en do que na vera deo, quadrado da ue da se do mp re espanhol da cruz rá por det ra serpente de sta s p os sibil bil id ad espanhola, é a primeira da cu mp li da cidade e pro te sao dada primeira teresa para me ro ub ar emo fil h o, para me roubarem o filho, e ce rta tam am que mente di versa t en cruz ava sd e me inc rimi ina arem e se calha rato da me sm do circulo em cruz en tati iva da min home da primeira da mo rte quadrado da ue ness da primeira da al tura co circulo do cc coco om rr, ra di do circulo da renascença, do sala, do europeu

Pólvora, é tambem o que aparece nos corpos quando as balas são disparadas a curta distancia, o que me fez agora lembra a cruz no peito de livichenko, com salvo erro quatro pontos, como se fossem furos de balas, marcados, porque disparados a curta distancia, ou seja uma relaçao entre as declinações da palavra pólvora neste texto, e a moret de livichenko

Polvo ra, é ta m b em o q ue ap par rece no s corp os qua anda da primeira serpente das balas são di spa ra da s a curta di s tan cia, o q ue me fez agora lem br a ac cruz no pei to de li vic h en k o, com s alvo e r ro qua t ro pontos, com o se f os se m f ur os de bal as, ma rca cado s, por q ue di spa ra do s a curta di s tan cia, o vaso do si do use seja, uma relaçao en t re as dec l ina ac ç oe es da pal av ra polvo ra nest e texto, e primeira am da dam mor da moret deli vic home do en, kapa circulo

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