segunda-feira, junho 29, 2009

as imagens mencionadas no texto anterior




as si ima mage en ns me sic om ad as no do te x to ante iro rio rat



le-se tambem, serpente it do os dos comboios antigos , veisca regard, e sendo que uma das rodas remete por extensao de simbolo para a india


le traço da inglesa se s eta tam am tambem ser rp pn teresa it do os dos com bi do os ant ti g os ,ve isca reg art ad ard dt e s en do que uma das rodas reme tresa por e x ten sao de s em b olo para da primeira india




ca esta o livro da guerra das estrelas, o nome de quem assina este livro ressoa, num nome que tem aparecido com muita frequencia neste ultimos tempos no corte das palvras dos textos mais recentes, o tomas, thomas da gata do smith, do ferreiro da besta, introducing by george lucas,


ca e sta circulo do liv , circulo do rda dage ur da h ue rat ra da gi guerra das estrelas , on om me d e q ue em ass sin a este li vaso rr esso si primeira, nu primrio no mec ue te em ap pare rec id circulo com mui t a fr e q ue en cia nest e vaso primro t imos te mp os no corte, es, da spa ps p al vaso ra serpente dos te x t os maís rec en t es , circulo oto tom as , cruz h oma dag gat primeira do sm ni cruz homem do ferre iro duplo quadrado da pata best a int rod tod d u c ing geo rato do ge do lucas


por baixo se ve tambem a aparecer a bandeira inglesa no catalogo da exposiçao recentemente aqui abordada


por do ba ix do circulo da se eve eta am tam tabem a ap per recer primeira da ban de ira inglesa no cat al logo da e x posi sic sao rec en te men nete que mente , primeira do qui aqui ab bo rda dada




no seguimento a estrela com sombra dupla, ou seja imagem de uma estrela dupla

no se gui maior do neto, primeira estrela com da sombra dupla, s om br a d ip la , circulo do vaso use seja de uma est re la d up la





e no eixo, o movel de cerejeira, onde se ve a imagem que se refelcte no arquetipo desta modelo



e no e ic ciculo omo mo el do ovo de dec cere re jeira , nda se eva primeira magem q ue se f efe c teresa no arc ue t ip o pode de sta n mod elo




a aranha que sobe do mar, do paredao inclinado na zona do rio com o mesmo paredao que existe em belem, onde está a pedra cubica dentro das aguas do rio, que desgua como todos no mar
primeira ar ra da anha q ue ub e d om mar do par e dao inc l ina ad circulo na zon , primeira do rio, autarca do porto, com do circulo do om es sm circulo par e dao q ue e x is teresa em b el le lem onda s sta acento primeira pedra cu bica d en cruz roda serpente das aguas do rio, q ue d es sg ua com circulo dotod no oma mar
Depois de gravar o ultimo vídeo, logo de seguida continuei as arrumações, quando trás, catra pum, um pedaço da pilhas de livros e de revistas empilhadas na cadeira do philip starck, caiu ao chao com estrondo

D ep o is de g rava aro u t lo imo v id é circulo do logo de se guida conti nu e i as ar rum mações es, qua anda t rá s, cat ra p um, um ped aço da p ilha s de l iv rose der e vi sta serpente do mp do pi da ilha ad as na cade ira do p hi primeiro ipe serpente do homem da ar ck, ca io primeira do circulo ca do home do circulo do com est rn do

O livro da guerra das estrelas, ficou em cunha na parte de trás do sofá, encontrado aos varões de fazem as su estrutura, apoiado na vertical do lado da direita do templo, e caiu em forma lateral, isto, é, o desenho da capa, que está enquadrado num fotograma, ficou com um fotograma de slide, como acabara de falar no vídeo, a propósito da compra das luvas brancas para manusear os slides que fiz para o ceu da boca, o tal vídeo sobre gastronomia, feito para o icep em noventa e oito ou nove, assim se estabelecia uma primeira evidente ligação ao que a Palavra desvelara, pois o fotogramas de cinema, em sua tira, tem as perfurações ao alto

O l iv roda da dag da guerra, g eu rato ra, das estrelas, fi o cu em cu un unha na p arte de t ra sd circulo do s o f a, en conta ad o aos v aro es de f az em as s u est ru tura, ap o iad dona ave r t i c al do l ado da direita do te mp lo, e ca io em forma la te r al, is to, é, o d es ne home do circulo da capa, q ue e stá en quadra ad o num f oto g rama, fi co u com um f ot ti g rama de s lide, com o ac ab bar a de f al ar no v id é circulo, a por rp ps it o da co mp ra da s l uvas br anca s para manu use ar dos aros do os s lides es q ue fi zorro para do circulo do doc c eu da boca, o t al v id é circulo s ob re gás t ron om ia, fei oto para do circulo do icep em noventa e oito o un ove, as si m se e stab e le cia uma pi rm e ira e vi dente liga da sao da prime ria do circulo q ue a P al av ra d es vela lara, p o is o f oto g rama sd e cinema, em s ua t ira, t ema s per rf ur das rações da primeira do circulo da al cruz circulo

No desenho que se encontra no fotograma desenhado na capa, se vê uma nave da aliança, tipo a usada pelo sky walker, que na perspectiva em que está se vê quase com um x e um falo, ou seja o falo, o missel do x, e está ele disparando dois lasers que passam ao lado de uma nave das trevas que ele está perseguindo, cujo desenho em hexágono aberto, me lembrou de imediato, um outro desenho, o da mesa do governo no irao, se bem que ela seja fechada

No da ode do s en h o q ue se en c on t ra no f oto h r ma d es en h ad om dona da capa, se eve primeira nave da al ina aça, t ip o a usa sada p elo sky w al kapa e rac q ue na per spect iva em q ue e stá se eve q ua ase com do primeiro x e prim ero do falo, f alo, o vaso use seja , o do circulo do falo, o miss el do x, e e stá el e di spa ra anda do si la ser serpente do q ue p ass sam am aol ado de uma nave das t r eva s q ue el e e stá perse gui indo, cu jo de s en h o em he xa g on circulo ab e r tome lem br o u de imediato, um o u t ro de s en h o, o da mesa, madrid, dog do governo ove rato do nono do irao, se b em q ue el la seja f orte e circulo do homem da ad da primeira

Prolongando a trajectória dos lasers, apanham eles uma cadeira semelhante aquela que descrevi em vídeo recente quando abordei a queda das torres e a foto do abekas do solo a 34 , com a diferença de esta não trazer um roda pintada em croma ou seja uma que não será assente num circulo italiano, cores , as mesas, oto, preto e prata
Pro do rolo do falo duplo do primeiro da ong am el es do circulo da rec so s olo a 34 toma t oma circulo da ova vaso italiano

Pro rolo olo long , l ong, anda da primeira t ra ject tori a do s la ser serpente, ap anha am el es uma cade ira semem l home ante de aquela, q ue d es c rato e vi em v id é circulo rec en te qua anda ab o r de ia da queda das torres e p rie mira f oto do ab e k as do s olo a 34 , com a de i feren ença ed es t a n cão t ra ze rum roda pi n t ad a em c roma o vaso do use seja, uma q ue n cão se rá as s en te nu primeiro mc c irc culo italiano, cor es , as da mesa serpente oto, preto e p rata

E mais prolongando, a trajectória dos laser, apanho a figura duplo, imago mundi, de uma das portas do móvel de cerejeira, tambem recentemente mostrado em vídeo, onde se vê duas caveiras, ou rostos que remetem , para skull and bones, e tambem para algumas personagens do corto maltês, como a boca doirada, que se reflectia tambem no nome de um dos jogadores do brasil na final da africa do sul, onde diversas imagens se desvelaram

E ema maís pro rolo long gan anda, a t ra ject toi ira ra dos laser, ap anho primeira figura do duplo, ima mago m un di, de uma das portas do m ove do primeiro de cere je i rta, tam am tambem, rec en te mn te mos t ra ado em v id é circulo, onda se eve do as das caveiras, c ave das iras, o u ro st os q ue reme te maior do para de seoul sk u ll and b one es, e ta m b em para al gum a sp persona ge ns do c orto do maltês, do luis, com o da primeira da ab da boca doirada, q ue se refe l ct ia t am b em nono med e um dos jo gado das dores es do brasil na fina al da africa do sul, onda di iv da vera s ima ge ns se d es vela aram ar ram

Quebrou a pilha assim, e no que ficou em cima, se desvelou a imagem que corresponde ao arquétipo, tantas vezes mencionado da tal personagem feminina tipo Caraíbas, do corto maltês

Q eu br o ua p ilha as si me en no q ue fi co u em c ima, se d es velo lou, a ima mage maior do q ue co rr e p onda primeira do circulo arquet ip o, t anta s v e ze es men sio n ado da t al persona ge m fe mi eni a t ip o cara rai iba s, do c orto do maltez

Ali estava ela bem visível, cabeça rapada, fotografia am lato contraste, com um padrão de vestido em argolas negras, na capa de um catalogo de um designer recentemente aqui evocado, o luis barbieri, um que passara tambem pelo liceu d dinis

Al i eta ava el a b em v isi vaso do el, cab eça ra da pada, f oto g raf fia ia da am la ato c on t raste, com do primeiro da padrão, de eve s t id o em argo gol las negras, na capa de um cat al logo de um de se i gn e r rec en te m net a qq ue evo cado, o luis bar rb bi e ri, um q ue p as sara tambem p elo lic eu d di ni is serpente

Abri o catalogo, e o que vi, ela como aranha na borda inclinada em cunha das margens do rio tejo, ora ali estava a figura tambem da aranha, da aranha que sobe do mar, depois de lá ter estado, presume-se, a fazer sua teia onde põem como as aranhas os corpos mortos para mais tarde se alimentar,

Ab br rio do io do cat al logo, e o q ue vi, el a c omo aranha na bo rda inc l ina ada em cunha das mar ge ns do rio tejo, o ra al i est ava a figu ra t am b em tambem da aranha, da aranha q ue s ob e do mar, de pp o is de l á teresa rea do estado, pr ess um me do traço da inglesa se, a f ze rato s ua da td da teia onda poe em com o as ar anha s os corp os mortos para maís t arde seal al em en tar,

Por debaixo, um outro catalogo, onde pelas letras que na queda se desvelaram, se lia serpente do transito, do paulo cardoso, um astrólogo, e um perfume que recentemente emergira e que de alguma foram se reflectira na tal chapelada das eleições no irao, que remete para umas outras em tempo antigo, que teria sido disputadas entre nós, assim me subiu o perfume, mas sem sentido, pois não me lembro de ter participado em algumas eleições, a não ser que fosse numa qualquer ordem de espirito, onde alguns terao sido comprados, e os votos traficados, ou algo assim , mas pouco sentido tem este perfume ainda, anterior aos factos que se passaram no irao agora, paulo cardoso, é nome semelhante a um outro tambem do tempo do liceu e dos olivais, que aqui entrou nuns pingos que tombaram de uma pirâmide do pingo doce, um passe dos cyborgs um rapaz que trabalha para a herb life, com quem se passaram tambem estranhas linhas aqui contadas, de uma tentativa de assassínio, assim me desvelou o espirito, herba life relacionado com o brasil e com evora, com o lente de evora e onde me apareceu o tolentino

P oe de ba ix o, um outro cat al logo, onda p el as das letras, q ue na queda se d es vela ram, se lia ser pente do t ra sn si to, dop u alo do cardoso, um as t rolo logo, e um per rf um me q ue rec en te mn te e mer g ira e q ue de al gum a foram se refe l t ira na t al c h ap el ad a das eleições, no irao, q ue reme teresa para uma s outras em te mp o ant ti g o, q ue te ria s id o d is puta ada s en t re nós, as si m me s ub do bi do iu do circulo do perfume, pat ric k s us kin quadrado , masse em s en t id o, p o is n cão me l em br o de teresa p art ti cp pado em al gum as el lei ç o es, a n cão ser q ue fosse nu ma q ual q eu rod da ode do r m de es pi rito, onda al gun ms terao s id o co mp prados, e os v oto s t ra f i cado s , ou al goa ss em , mas p o u co s en ti o d t te maior de este, do per rf um me do pat ri ck s us da kin quadrado, a inda, ante r ior primeira do os f ac atos q ue se p ass sara am ram no irao do agora do paulo cardoso, é no me semem l homem da ante a um , ns, de outro tambem, do te mp o do lic eu e dos o l iva sic vaso a qui en t ro vaso nu ns pingos q ue tom bar aram de uma p ira m id e do pingo doce, um p asse do sc y borg s, um rapaz q ue t ra aba da alha para da primeira he rb da revista da life, com q eu em se p ass sara ram am tambem, est ra anhas das linhas a qui conta ada s, de uma t en tati iva de ass a sin io, as si maior da me d es velo lou do circulo do es pi rito, be rba da life re la cio n ado com do circulo do brasil e com de evora, com do circulo do lente de evora e onda me ap ar e c eu o t ole len do prim ero do caruso, cantor, de opera, o do tino, dot ino

por baixo ainda ficou a ler-se flirt, uma revista, mas como estava meio tapada quando da queda da pilhas, primeiro li, flint, ou seja dos encontros sexuais virtuais , ou seja pela net

por ba is x circulo a inda fi co ua al ler do traço da inglesa se do fl , for mula one irt, primeira revista , ma scomo est ava me do io tap pada qua anda da queda das pilhas, p do pi da ilhas, prime iro li for mula one int, it, circulodo vaso use seja, dos en c on cruz os sex ua is vi rt tua is , circulo vaso use se ka da ap do seja da p da al do el de la do onze da anet net
Sim belas amadinhas, vos chamo a todas de amadinhas pois vos amo a todas, todinhas, depois de ver a feliz e bela aqui na tv de manha, logo ao abrir o yahoo, dei com a megan versus angeline, espero eu que seja sempre mais matéria de versos e não de versus, de contra, se bem que a megan, em dia recente parece que ficou muito chateada, dizendo para não a compararem com a angelina,

Si em belas am ad din homem as, v aso do os c ham do circulo da primeira de todas, de am mad in h as p o is vaso do os do amo da primeira to ds a, to din h as, d ep o is de eve, ver a fe liz e bela a qui na tv de manha, l ogo primeira do circulo do bario, o delta da primeira do home do duplo circulo, de e com da primeira megan vaso es us ange l ine, es p ero eu q ue seja se mp re ema maís ma te ria de eve eva vaso ero ross e n cão de ver s us, de c on t ra dao para, se b em q u we primeira megan, em dia rec en te pa arc e q ue fi co u mui to ca h a te ad a, di z en do para n cão a com par ar rem com a n ge prime rio do ina,

http://shine.yahoo.com/event/the-thread/megan-fox-vs-angelina-jolie-who-does-fashion-best-474395/#photoViewer=1

h t tp do duplo bar do s h ine do y a h oo com eve en t t he traço ingles t he rea ad da meg gan do traço ingles da f ox do traço ingles do vaso da serpente da ange l ina do traço da jo da lie do traço do duplo vaso homem do circulo do dó oe es do traço ingles da moda f as hi on traço best quadrado do sete em setenta e qua t rite teresa rec e iro de noventa e cinco do bar do ra do car dina al da estrela inclinada ph oto vi e we rato do e gato ual primeiro

até o vestidinho era o mesmo, na realidade lhe confesso bela megazinha, que já tinha tido a epifania, da feliz bela ser o seu arquétipo, ou vice versa, mesmo antes de a abrir, salvo sempre o seja, e para grande pena minha, aquelas partes que se abrem, está-me a entender a menina, concerteza, na realidade, a coisa consigo começara um pouco antes, veja lá que os bandidos do dn, até lhe deram uma pagina inteira em forma indirecta, certamente serão tímidos, quando calhou eu aqui citar uma frase da marilyn monroe, que depois me lembrei que a menina trás uma tatuagem dela em seu braço, sabe bela menina, eu e tatuagens não gosto assim muito, prefiro sempre faze-las com a lingua, que é uma fora de marcar em forma invisível, assim tipo no coraçao e alma, e saberá bela menina, que já tive oportunidade de ver as mais estranhas nos mais estranhos lugares, assim é a vida, como um gato ao sol quente a se lamber e ronronar de prazer,

a té o v est id in h o e ra o me sm on ar e la id ad e l he c on f ess o b el a mega z in h a, q ue j á tinha t id o a e pi f ani a, da feliz bela se ro s eu arc u t ip o, o, ultra viol eta, u v ice ver sa, m e sm o ant g es de a ab r i r , s alvo se mp reo seja, e para g rande p en a min h a, a q eu l as p art es q ue se bar rem, e stá do traço da inglesa me a en t en der a em en i na, c on ce r te z ana re la id ad e, a co isa c on sig o com eça a ra um p o u co ant es, veja l á q ue os bandidos do dn, a té l he de ram uma pa gina in te ira em forma in de ire cta, ce rta e mn te se ram tim id os, qua anda c alho u eu a qui ci t ra uma fr ase da mar i l y n mon ro e, q ue d ep o is me lem br rei q ue a me nina t ra s uma tatu a ge made ria de la em s eu br aço, s ab e be la em nina, eu e tatu a g e ns n cão g os to as si m mui to, pr e f iro se mp r e f az e do traço ingles l as com da primeira lingua, q ue é uma for ad e maraca rem for ma in v i si vaso do el, as si m t ip on o cora sao e al ama, e s abe rá be la me nina, q ue j á t iv e o pro t uni dad e d e eve vera s maís est ra anhas no s mais es t ra anhos lu g ares, as si mé primeira v id ac omo primeiro gato a o sol q u en te a se lam be re ron ro on ar de pr az e rato,

ora se uma é a a outra sem a outra ser, a outra , outra será tambem sem a ser, noa é difícil a advinha proposta, mais difícil sempre é descobrir a perversidade das bestas em seus joguinho de merda, muitas das vezes a tentarem incriminar outros e assim nas vezes os levar até mesmo as campas antes de seu normal tempo


o ra ase da se de uma , é aa da outra s ema o u t ra ser, a outra , o u t ra se rá t am b em se ema ser, noa é di fi c ila ad vinha por rp da posta, maís di fi c i l se mp r e é d es co br ira perse r v id ad e da s best as em se us jo gui em homem do os de merda, mui t as da s v e ze sa t en t arem inc rimi ina ar de outros e as si mnas v e ze s os l eva r at é me sm o as ca mp as ant es de s eu norma l te mp circulo

To us led H air T he on l y di ff e r en ce bet we en Jo da lie and F ox in t he se ph oto sis t he i r h air c olo r, br, T he ice traço sede inglesa b l ue e y es, t he fla w l ess sm miles, ile es, t he to us l ed das waves ave es do s tres p on ti viol io serpentes., …t he y co u l d b e sis teresa rat serpent s eta c rav a terra

Megazinha, mostra mesmo com o seu belo dedinho, os dentinhos na lua para cima virada, sobre o seu belo peitinho, ah megazinha, que me ponho aqui a pensar em peitinhos , sabe e depois fico assim com este pensamento, que curioso, eu na minha puberdade pintava paredes, mas não era do mrpp, meninos rabinos que pintam paredes, não ,ao estou a falar de desenhos criativos da gente do povo pequenino, e numa delas pintei tambem uma frase da marylin e no outro dia a via com uma tatuagem dela, em seu braço, que curioso


Mega zorro in homem da primeira, mos t ra me sm o com o s eu b elo de din h o, os dentinhos na lua, pa ra c ima v irada, s ob reo s eu b elo pei tinho, ah mega z in h a, q ue me p on h o a qui a pen sar em pei tinho ss ab e e d ep o is fi co as si em c om este pen sam en to, q ue c ur is o, eu na min h ap uber dade pi n t ava pa red es, ma s n cão e ra do mr pp, me nino s rabinos q ue pin tam pa red es, n cão ,a o est o ua f al ar de de s en h os c ria t iv os da g en te do p ovo pe q eu nino, e nu ma d el as pi ny e i t m a fr ase da mar y l ine no do outro dia da primeira da via com da primeira tatu a ge made ria dela, em s eu br aço, q ue c ur rio osso

pequeninas notas sobre o ultimo vídeo,

pe q eu ninas not as s ob reo u l t imo v id é circulo,

da linha do vídeo anterior, tenorio com patilhas largas como o do senhor que aparecia ao lado dos abusados infantis pela igreja católica, nas ilhas, é tambem de alguma forma imagem de opera, e depois me lembrei do pavarotti, pois tambem ele usava assim as patilhas, assim se parece complementar esta linha do inicio do penúltimo vídeo

da linha do v id e o ante rio r, t en o rio com pat ilhas lara gás com oo do s en hor que ap ar e cia ao l ado dos ab usa sados in fan t is p el a igreja cat o lica, na s ilhas, é ta m b em de al gum a forma e mai mage made ria de opera, e d ep o is me l em br rei do p ava rotti, p o is t am b em el e usa ava as sima s pa t ilhas, as si m se par ce com e k tar est al ina hd o in nico o do p en u l t imo v id é circulo

quando falo do maestro português que se foi, e da spa, a posição que as maos desenham é inequívoca, um coraçao, e um coraçao que se parte, ou seja parece indicar que aquele grupo, fora de alguma maneira responsável pela quebra do coraçao, de um coraçao de alguém, mais do que dizer propriamente que o coração que se partiu fora o de que estava a falar

qua anda do falo do maes t ro portu gues q ue se f oi, e da spa, a posi sic sao q ue as maos de s en ham é ine qui v o ca, um cora sao, e um cora sao q ue se p arte, o vaso use seja pa rc ce indica car q ue a q eu l e g rup o, for ad e al gum a m ane ira r es ponsa ave l pe la q eu br ad o cora sao, de um cora sao de al g eu em, maís do q ue di ze rato pro pei am que mente, q ue o co rç sao q ue se p art ti io for primeira da ode q ue e stav aa f al da ar

no ultimo vídeo, o delta de que falo que digo parecer apontar a russia, ou a ela ser referente, não deverá ser, mas sim em relaçao á china, pois uma serie de elementos semânticos nesse mesmo vídeo se referem a esse ponto, sendo que o pact invertido, o prospectus, tem tambem uma relaçao com o charlie onde um bela desenhada trás o vestido com o símbolo da foice e do martelo, ou seja parece estar tambem relacionado com coreia do norte, tremor, ou russia, um dos vasos na russia, charlie mensuel, c h ar da lie men ns do eu do el, juin sete sete, nu maior mer do ero do cento e um, as salsichas,. Oito fr anc s canada primeiro dol ar dez portugal , mancha negra vesica, es cu d os suisse sexto forte da serpente, , anca da menina do vestido vermelho , do seio da foice e martelo, do punho como um fist a vibrar, e uma marca na racha da anca, como o vestidinho que a megan mostrava na china, onde se le , homem primeiro arpão,


no u t l imo v id é o, o delta de q ue falo q ue di g o p ar acer ap pao n tara a russia, o ua el a ser refer en te, n cão d eve rá ser, mas si m em relaçao á c h ina, p o is uma se rie de el em en to s s ema man tico s ness em es mo v id é o se refe rem a ess e p on to, s en do q ue o p ac t in vertido, o pro spectus, te m t am b em uma da relaçao com do circulo do charlie onda um bela de s en h ad a t ra s ove est id o com o s im b olo da f o ice e do mar telo, o vao use seja par rc ce es star t am b em re la cio n ado com v o rei ad o norte, t reno ro u russia, um do s vasos na russia, c h ar lie men s eu l, c h ar da lie men ns do eu do el, juin sete sete, nu maior mer do ero do cento e um, as s al cic h as,. Oito fr anc s canada prim mr rio do io da dol ar dez portugal , mancha negra vesica, es cu d os s u iss e sex to f orte da ser pen te, anca da menina do v est id o ver ml home do circulo , do se do io da foice e mat r elo, do p un h o com o um fist a v ib ra r, e uma ma rca na rac h a da anca, com o ov est id din h o q ue a megan mo s t rav ava na china, onda se le , h om em prim rio do arpão, tridente

outro fio de uma clara evidencia que se desvelou no vídeo ultimo, é o relativo a imagem da fachada dos bandidos fora das leis da portugal telecom, que em palavra digo ser visível a cunha e o primeiro na própria fachada do edifício dao fórum picoas, ora, o um é tambem arpão, quando poiso o caderno com as notas da imagem do michael jackson e do aspirador sargento, é visível a palavra oto, dentro da barbela que a asa da chise longue faz e que por sua vez desenha um arpao, ou seja a rapariga que nada nas ilhas tropicais, como o anuncio do ovo negro, da motorola, e da imagem do apocalipse, vide referências anteriores, no Livro da Vida, que ficou arpoada, pelo da pt, se pressupõem ser então o falso conde

o u t ro do fi do io de uma da clara e vi den cia q ue se d es velo lou no v id é circulo, é o re la t ivo a i mage made ria da f ac h ad ado os bandidos for ad as leis da portu gal tele con, q ue em pal av ra di gose ser , v isi vaso do el da primeira da cunha e circulo do primeiro na pro p ria f ac h ad ado e di fi cio dao for um pico as, o ra, o um é t a m b em arpão, qua anda p o is oo cade rn do no com às das notas da i mag me d o mic a hel j ac kapa do son e do a spi ira ra dor s argento, é v iv vi el a pal av ra oto, d en t roda br ab el a q ue a asa da ch ise do longue f az e q ue por s ua ave z d es ne h a um ar ap pao, o u seja primeira rapariga q ue nada nas ilhas t r ip i cais, com o o anu un cio do ovo negro, da moto rolo, e da i mage made ria do ap o cali ip pse, vide ref r en cia san teri o es, no L iv roda V id a, q ue fi co u arpoada, p elo da pt, se pr ess u p õ em ser en tão o f al s o circulo da onda, do falso conde
ah doce senhora de meu coraçao, ontem, o dia se passou todo como um breve respiração, a cada vez o sol se ocultava e se desvelava por entre as nuvens como, se o uno coraçao, mudasse seu sentir a cada momento

a hd o ce s en hora de m eu co riç sao, on te mo dia se p ass o u todo com o um br eve r es pei ira raçao, ac ad a ave zorro do circulo do sol, se o cu l cta av a e se d es vela ava por en t rea s, en terra s, en t reis, en t r es, en t ra sd às da primeira serpente da en t regas, nu vaso da en serpente do nunes, u v en s mega t iv o nuvens, com o, se do circulo do un . o do cora sao, mu ad s se s eu s en tir a c ad primeira am do mo do neto, e x i e teresa da made ria do is, um do psd e outro do dn

ouvindo musica, era como se o coraçao, andasse num carrossel de emoções, quase simétrico, às linhas musicais, limpava a casa , gravei o vídeo, e continuei a limpar, mal acabei de o gravar, o ceu chorou de mansinho, hoje domingo de novo pelo amanhecer a chuva, desta vez maior e depois o calor, um tempo seco depois da chuva que fazia as flores violetas do jardim quase meio tombadas sobre o peso da agua que as banhara

o u v indo mu s iva, e ra c omo se o cora sao, anda ass en um ca ross el, russel, russe primeiro de emo ç o es, q u ase si met ric o, à s linhas da mu da sic, do cais, l im p ava ac primeira asa , g rav ave, itália, do e io v id é circulo, e conti nu e ira li mp para, m al ac ab bei id é circulo dag ra da ava do vaso da ar, o c eu c h o ro u de man sin h o, h oje do min g o de n ovo p elo am man he ser a c home da uva, de sta ave z maio r e d ep o is o c al o rum te mp o sec o d ep o is da c h uva q ue f az ia as for mula one das flores, açores, viol eta s do jardim, qua ase me io tom br a sio br e do circulo do peso da agua q ue as do ban hara

dizia teu espírito senhora amada, que assim as nuvens , como imagens das sombras se manteriam em forma intermitente, como se a batalha entre as trevas e a luz, estivesse de novo perigando, como se tudo, a vitoria do mal ou do bem, ainda estivesse em causa, que te direi senhora amada ao assim te sentir, que ganha sempre o bem quando aportas em meus braços e fazes tua casa em meus lábios, e juntos somos pássaro e ninho e damos belos ovos sementes e frutos, que mais as sombras sempre se insinuam nas solidoes, e na distancia de teus peitos às festas das minha maos, de resto que importa, tudo ou nada, senão o amor que é eterno, ah senhora chega, que eu te curo sempre as sombras, as lambo uma por uma

di zorro do ia te vaso do europeu do es pi tiro s en hor a am ad a, que as si m a sn uve en ns , com o ima gn es das s om bras se man te r iam em forma inter mit en te, com o sea da primeira bta alha en t rea serpente das trevas e a primeira al luz, est iv ess e d en ovo pe rig gn ad o, com o se t u do, a vi toi ira do m al o u do b em, a inda es ti uve ess e em ca usa, q ue te di rei s en hor a am ad aa o as si m te s en tir, q ue gan h a se mp reo bem qua anda ap pao rta s em me us br aço se f az es t ua c asa em me us l ab io se j un to s s omo s p ass aro e nin homem do oe da amo s b elo s ovos, semem t es e fr vaso t os, q ue maís as s om bras se mp rese in s un uam na s sol id o es, e na di s tan cia de te us pei to s às f e sta sd a s min h a m mao s, de r es to que i mp porta, tudo o un ad a, sena o o amo mor q ue é e teresa rato do no, a homem da s en hora che g au q e eu te curo as s om brasas lam bo um da ap da pt por da uma

tempo, sem tempo senhora, que os homens andam apressados, sem mesmo se darem conta que assim na mais das vezes nem andam, ou andam para trás, pensam ir para a frente rápido, mais rápido, e ficam no mesmo ou pior sitio, atrás, ah amada, que os beijos bons são lentos, lentos de prazer, prazenteiros, degustados, com sabor a amoras frescas e pedir mais, e mais, e dar mais e mais e mais

te mp o, se m te mp o sem hor a, q ue os h om en s anda dam am ap r ess sados, se em me sm o se d ar em conta q ue as si mna maís d as v e ze s ne m anda dam da manha, o u anda dam para t rá s, pen sam e rp para da primeira fr en te rá pido, maís rá pido, e fi icam ocam, no me sm o o u pi o r si tio, at rá s, a h am ad a, q ue os bei j os bo ns são l en to s, l en to sd e p r az we rp pr az en te iro s, d es g us t ado s, com s ab o ra amo, ra s fr es case ped i rat maís, e mai se d ar maís e ma ise maís

te recordas, dos comboios antigos, lentos onde a viagem adquire seu sentido pleno, pois como recorda mesmo uma publicidade, daqueles que melhor querem chular o conhecimento, aqueles a quem se aplica em propriedade, não dês, pérolas a porcos, a viagem é tudo o que acontece no permeio entre dois pontos de uma linha infinita, para que então ir tao depressa assim, como uma bala em que nada do redor se pode ver, nem parar e sair para usufruir das novas paisagens

te record as, dos com boi isa san ti g os, l en to s onda primeira viagem ad q u ire s eu s en ti d op l en o, posi com o record a m es mo uma da p ub li cidade, da q eu l es q ue mel hor q eu rem c h u l aro c one h cie mn t y o, a q eu l es a q u em se ap li ca em pro p rie dade, n cão de s, pêro do ero la sa dos porcos, a via ge mé tudo o q ue ac on tec en o per me io en t red o is pontos de uma linha in fi ni t a para q ue en tao i r tao de press a as si mc omo uma bala em q ue na dado red dor se p ode eve ver, ne m para r e s air para us u fr rui r da s n iva spa isa ge en ns

mais depressa, dizem, para não perder tempo, no permeio da viagem, que é o que em verdade se passa, se passa no inicio e no fim, curiosa metáfora e imagem da dependência da estúpida e fatal adrenalina, aplicai-a a vida, nascei só e morrei, deixai de viver, os dias, então,

maís dep or ess a, di ze m, para n cão per der te mp on o per me io da ave i ge m, qi e o q ue em vera de se p ass primeira ase p ass ano in inc cio e no fi mc ur isa met a for a e i mage made ria da d ep en den cia da est u pida e f at al ad rena l ina, ap li ca i do traço da sede ingles da primeira a v id a, na sc e is ó e mor rei, de ix a id e viver, os do dias, en tao,

ou vivei , vivei de verdade, aproveitai, a viagem todas as viagens, transformai os meios de transporte em lugar de prazer, e de tudo, e pensai em partir mais cedo, se quereis chegar a algum lado, antes, talvez a vossa campa

circulo da uv , ultra vi o l eta , uva iv e i , v iv e id e verde dade, a pro ove ta ia via ge maior de todas ás das via g en s, t ra ns for mai os mei os de t ra sn porte em lu g ar de pr az e rede e tudo, e pen sa e em p art tir maís ce do, se q ur reis c h e g ra a al gum lada, ant es, t alvez a v os sa ca mp primeira

andava pensando no assunto publico que de novo tinham alguns trazido à baila, sobre o tgv, o comboio de alta velocidade, a pensar para meus botões, para que tanta velocidade, para que se movimentar a velocidade de uma bala, e me dizendo no dia em que o primeiro se estampar, a amalgama de ferro sangue carne, será de tal ordem, que ninguém mais neles quererá andar, e para isso basta uma criança pôr uma pedra na linha, ou quase

anda ava pen sand on o as sun to do publico q ue de nov tinha do ham da manha, al gun s t ra z id o à ba ila, s ob reo t g v, o comboio de al t a velo cidade, a pen sar para me us b oto es, para q ue t anta velo cidade, para q ue se mo vie mn tar a vv do elo da ra di do circulo da cidade, de uma bal primeira, e me di z en don do circulo do dia em q ue o primeiro se est tam am mp par, a alma gama de e fr rr o san g ue car ne, se rá de t al ordem, q ue nin g eu m maís nel es q eu re rá anda re para iss o ba sta uma c rina aça por uma ped ra na linha, o u q ua ase

logo dois acidentes se deram em dias seguidos ao aqui levantarem o assunto, como um cio preparatório de alguma forma, um cio pensado de forma a fazer um acerto, a pagar uma divida, algo assim nas negras contas de quem assim vive sem viver a vida, matando a outros se mesmo for preciso, por vénias diversas e obediências cegas a julios cesar de coisa nenhuma

l ogo do is acide dent es se de ram em dias se guido sao a qui l eva van t arem o as sun to, com o um cio pr ep a rat ó rio de al gum a forma, um cio pen sado de forma a f az e rum ac e r to, a pa g ar uma di v id a, al go a ss si mnas negras contas de q eu em as si em v iv e se m viver primeira v id a, mata anda da primeira de outros se me sm o for pr e c is o, por v eni as d iv vera se ob e di en cia s ce gás a julio sm du dio do quadrado da un home do circulo de junho do cesar de c o isa n en homem de uma

como me responderam estes dois pseudo acidentes e este pensamento da droga em que todos parecem andar drogados em larga e perigosa escala, da chamada velocidade, e da constante adrenalina que a todos os cega

com o me r es ponde ram est es do is ps eu do s acide dente es e este pen sam am men to da d ro g a em q ue todos par rc cem anda ar dr o gados em l arga e per rig isa es cala, da c ham ad primeira ave do elo do vaso da cidade, e da co ns t ante ad rna l ina q ue a todos os circulo do g ega

que o que se deu com maior velocidade, mais mortos provocou e o que ia com menos nenhum, verdade de la palisse, e a outra é dizer que nem mesmo nas velocidades em que neles hoje andamos as questões de segurança, estão resolvidas à devida altura do actual engenho das gentes,

q ue do circulo do q ue se d eu com maio rato da velo loi da cidade, mais mor t os pro ovo co ue o do circulo q ue ia com m en os n en homem primeiro, verde ad e de l a pal iss e, e a outra é di ze rato q ue ne m me sm o nas velo cida d es em q ue nel es home do circulo do oje anda dam am mosa s q eu s to es de sef ur gab aça, es tao r es sol v id as à de v id a al tura do ac tua l en g en home do circulo da sg gente serpentes

no café onde entrara, antes destes aconteceres, dois jornais, poisados no balcão, lancei a mao ao publico e virei-o, me saiu na rifa o agora deputado europeu , rapazinho jornalista, o titulo era, vinte e oito economistas, de todas as áreas políticas, assim frisava, que assinavam um manifesto em que defendiam as obras publicas, alguns deles bloguistas, com títulos neo realistas como os ladroes de bicicletas, certamente uma homenagem a vitorio de sica, tomando o café, pensava para meu botão, curioso nome a ressoar em maestros e ladroes de musicas alheias, depois um dia ou outro, já ao que parece subiram para cinquenta e quatro, ou por aí e pelos vistos pretendem a defesa da linha de alta velocidade

no do ca da fé onda en t rata ar da primeira, ant es d estes ac on tec e r es, do is jo rna is, p o isa sd dados no bal cao, lance ia mao primeira do circulo do publico e vi rei do traço ingles do circulo, mesa io na rif a do circulo do agora do deputado europeu , tap a zinho jo rna l ista, o titu lo e ra, vinte e oito dos e c on om ista sd e todas as das ares poli tca as, as si m fr isa ava, q ue as sin vam um man f es to em q ue d efe en di am as das obras p ub lica s, al g u sm del es b lo q u ista s, c om ti u t lo s neo re la ista s com o os l ad ro es de bic d sic l eta s, ce rta em n te uma h om en a gema v o r rio de sic a, to man do o ca fé, pen s ava para me u bor a o, c ur is o no me a r esso ar em ma est rose l ad ro es de m u sica s al he ia s, d ep o is um dia o u outro, j á a o q ue pa rece s ub iram para cin q u en t a e qua t ro, o u por rai acento, e ep do elo s vi st os pr e t en de ema de fesa da linha de al t da primeira ave do velo da cidade

defendem os economistas ao que parece, a defesa e a necessidade, do investimento publico como gerador de emprego, e pressupõem-se de riqueza, por outro lado, a um deles, ouvi, que ao que parece nem a cp nem a renfe, as duas operadoras nacionais nesta área, estão politicamente arredadas do processo, o que não tem pés nem cabeça, pois falamos da mesma área de transportes

d efe en demo os serpentes dos economistas, a o q ue pa rece, a d efe sa e a primeira da necessidade, do in v es tim en to p ub lico com o ger ad dor de e mp rego, e pr ess up poe em traço da inglesa se d e riq eu za, por o u t ro l ado, a um del es, o u vi, c ue a o q ue pa rc en ema cp ne ma ren fe, as do ás das operadoras nacionais nest a ar rea, est o a poli tca x am mente, ar red ada s do por rc esso, o q ue n cão te m p é s ne m cab eça, p o is f al lam amo s da me sm a ar rea de t ra sn p orte serpente

ontem na tv, um estudo aqui feito, dava conta da realidade, que cerca de cinquenta e nove por cento das gentes e das famílias, vivam com menos de novecentos euros mensais, e a velha linha critica ao fascismo em portugal, do velho lema, podres, mas remediados e nem por isso menos felizes, ou talvez melhor e masi correcto dizer, nem por isso perdendo a capacidade da felicidade, interessará verdadeiramente viver, sem ser feliz

on te mna da tv, um est td u do a qui feito, d ava conta da re la id ad e, q ue ce rca de cin q u en t a e n ove por c en to da s g en t es e das f am i l ia s, v iva cam da am cam com m en os de n ove en to se eu ur os men sa ise a velha da linha c tir ica ao f as c imo em portu gal, do ove do velho l ema dos pod r es, mas reme dia do se en m por iss o m e n os fe l i ze s, o u t alvez mel hor e ma si co rr e c to di ze r, ne m por s sio per d en do a capa cidade da fe le cidade, inter ess sará verde ad e i ra am que mente di viver, se m ser f e liz

no outro lado desta equação, o desejo projectado de melhoria das condições de vida, e do futuro e das gerações futuras, e de que elas, não se podem hoje eximir de fazer os sacrifícios necessários para um futuro melhor e mais radioso, assim mesmo, um deles, curiosamente, ligado às comunicações, o dizia

no o u t ro l ad o d esta e qua sao, do circulo do desejo, pro g ject ado de mel hor ia das condi ç o es de v id a, e do f u t ur o e das ge rações fute turas, e de q ue el lea s, n cão se pode em h oje e x i m i e r de f az e r o s sd c ari fi cio s ne c ess ari o s para um f u t ur o mel hor e maís ra di os o, as si mm es mo, um del es, c ur rio io sam n we nete, li gado ás com uni caçoes, o di zorro do ia

achais mesmo que as gentes que vivem com tao pouco dinheiro irao usufruir da velocidade de bala, e que tal fará porventura os beijos mais felizes, seus manhosos ejaculadores precoces de coisa nenhuma, incapazes de fazerem mesmo vosso trabalho em forma séria, ou porventura comeis demasiado queijo de forma a esquecer mesmo como se fazem os estudos

a g h a is me sm o q ue as gentes q ue v iv em com tao p o u co do dinheiro irao, us u fr rui rato da velo cidade de bala, e q ue eta al fa rá por v en tura os bei j os maís fe l iz es, se us man h ossos e j ac cu la dor es pr e coc es de co isa n en h uma, on cp az es de f az e rem me ms ovo ss o t ra ab l h o em forma sé ria, o u por v en tura co me is de ema si ad o qui jo de forma a es q eu ser me sm o com o se f az emo serpente est u do s

ou vossa ejaculação, manhosa e precoce, a atender a que quando aqui começaram a levantar de novo o assunto, logo dois acidentes de comboios no mundo se deram, ao que se deve acrescentar um terceiro que hoje de manha vinha nas noticias que teria ocorrido na china

o vaso uva do vao, ov vaso do os da sa da e j ac u la sao, manhosa e pr e coc e, a a t en der a q ue qua anda a qui com eça ram a l eva van tar de n ovo o as sun to, l ogo do is acide dentes de comboios no do mundo se d e ram, a o q ue se d eve ac rec en tar um te rc e i rt o q ue h oje de manha vinha nas not ti cia s q ue te ria o co rr id dona do circulo do home do ina

suas putas manhosas, que nem trazem peias em matar, ou tenhais duvidas de que os dois acidentes de comboio prefiguram rituais com base em actos sexuais, pretendereis dizer que as gentes são cegas, sues caralhos de merda, neste país sem alguma justiça

s u as das putas manhosas, q ue ne made ria t ra ze m pe ia s em mat ar, o u t en h a is du v ida sd e q ue os do is dos acidentes de comboio, pr e figu ur ram rita u is com base, heroina, em ac to s se x ua is, pr e t en de reis di ze rato q ue as gentes são ce gás, s u es car l home do os de merda, nest ep do país, tvi, se ema al gum primeira da justiça

se o estado nem justo nem justiça, como é seu dever e competência, tem que a todos garantir, neste pais de abusadores e pedofilos que se dizem governar, como alguma vez poderia ele ser pai, um pai que se preocupasse com por exemplo a existência de trabalho ou não de seus filhos

se do circulo do estado ne em just o ne maior da justiça, com do circulo é, serpente do eu do quadrado da eve rec co do mp pet en cia, te maior do quadrado da ue ad da primeira de todos da gara n tir, neste país, tvi, de ab usa dor espanholas e pedo fil os quadrado da ue se d ize e mg ove rna rc omo al gum ave zorro pode ria el e ser pai, primeiro p ai quadrado da ue se pr e circulo da cup do asse com por e x e mp primeiro do circulo de dez, da primeira e x is tem cia de t ra aba do alho, o un cão de se us fil homem do os

o estado português é um mamute, numa loja de porcelana, que nem truca turca truca nem deixa trucar a quem quer, seus filhos da tremenda puta, que o que fazem desde há trinta anos e enrabar as gentes todas, vos só truca truca, nos bolsos alheios a troco de nada ou quase nada, seus caralhos,

circulo do estado português é primeiro mamute numa loja de porcelana, ou seja na china, quadrado da europeia da ne da maior cruz x ru ca turca dot ru ca ne made rato da iza de ix prime ria da cruz ru cara quadrado do eu em quadrado da ue rato, ps, se us fil homem do os da t rata da emenda puta, quadrado da ue circulo do q ue f az em de sd e home á trinta anos e en ra aba da ar as g ene net ts todas, vaso do os s ó t ruca t ru can os b o l s os al he io a at roco dena dao vaso q ua ase n ad a, se us cara dos alhos,

ora como não se trata mais uma vez de falar da coisa em forma concreta e honesta, de outra coisa que aqui já se desvelou, se tratará, não tenhais duvidas, gentes deste pseudo pais, entregue aos bandidos

o ra c omo n cão se t rata maís uma vez, ave zorro de f al ar da co isa em forma c on c r eta h one sta, de o u t ra co isa q ue a qui j á se d es velo lou, se t rata rá, n cão t en home da primeira do is do visa serpente, gentes d este ps eu do pais, en t reg ue primeira do os dos ban dido serpentes

já a todos expliquei em pormenor e detalhe como e porque e onde devem ser feitos os investimentos públicos, para na realidade mudar a qualidade da vida das gentes de agora e das gerações futuras se as houver, a atender a como a bandidagem parece reinar nesta terra sem lei nem roque

j + a at o do s e x p lic eu e em por men o re d eta alhe com o e por q ue e onda d eve em se r feitos , do os das putas dos investimentos públicos, para na rea li dade mu d ar a primeira da qua li dade david, primeira das gentes do agora e das ge das rações f u t da ira serpente da sea do às serpente homem do circulo da uve ra at en de ra ac com o a ban dida dag em pa rc e rei n ar nest da primeira da terra, br, se m l ei ne maior rato do roque

agurado tambem a confissao dos que aqui mais uma vez entraram em dia recente, e me partiram os auscultadores, dos hedphones, sony, digital refrence md t cd cento e setenta lado esquerdo, e tiveram o cuidado de depois de os partir , de tornar a enrolar o fio à volta como eu o tinha deixado, seus filhos da puta, e em duplo à policia, que nada faz e arquiva todas as queixas, e se remete ao completo silencio que só diz da sua tremenda implicaçao e cobertura de todos estes terroritas

primeira gata do ur do ra da ad, do circulo da cruz da am tambem, prim mr ria do ac da coin da fi serpente da sao, do s q ue a qui maís uma ave zorro, en t ra aram ram am em dia rec en te , e me a art tir ram os ac cu primrio r ad dro espanhola do s he ed dp pn one home es, s on delta di gi t al ref fr ren ce maidor quadrado cd c en t o e sete en c rai cruz primeira , lado, cortez, l ad circulo esquerdo, e t ive vera ram, o cu id do dado dede p o is de os p art tir rt ton na ra an rola aro do ro do fi do io à vaso circulo cruz primeira com do circulo do europeu do circulo da tinha, s u es fil homem do os da puta, e em d up lo da primeira do acento da polica, q ue n ad a f az e arc vaso iva todas as qui ix as, e se reme teresa da primeira do circulo do mp p el do to do silencio, o caralho frances, q ue s ó di zorro da s ua da cruz rata da emenda, centro de formaçao e emprego, em mp li caçao, e co be rato da tura de todos est es terroristas, rota rita serpente,