domingo, agosto 16, 2009

Sabes amada, depois do almoço me deitei no leito da cama e adormeci

S ab es am ad a, d ep o is do al moço me de it ei no lei ot da cama e a dor meci

Na verdade não almoçara, comera um pedaço de um iogurte de pedaços e um sandes de queijo mozzarela, e me deitara a meditar na rica imagem que pelo amor me deras no pingo doce a acabei por adormecer

Na ave r dade n cão al mo ç ara, com mer a um ped al ç o de um y o goi rt e de ped aços e um s and es de q u i jo m aza r el a, e me de it ar a am e di tar na ric a i mage made ria q ue p elo amo rato me der as no do pingo doce a aca bei por ad rome ser

Dormi talvez duas horas, e quando acordei , me lembrei de um recente escutado pelo espirito, que estava dormindo com o inimigo

Dor mi t alvez du as das hor a s, e qua ando aco r dei , me lm br ei de um rec en te es cu t ad o p elo es pi rito, q ue e stav dor min do c om do circulo do inimigo, uma publicação do publico, pub ub li caçao do jornal do publico

Olhava o quadro da flaming june que está no quarto e me perguntava se serias tu, a bela rapariga ali figurada, e se seria esse o sentido de tal escutado, visto que com mais ninguém eu durmo aqui, à tua ausência, mas tambem tal se podia aplicar e bela simbolizada no quadro do indianapolis que está no escritório , onde como sabes tambem durmo

O l h ava do circulo do quadro da f al ing june, q ue e stá no quarto e me per gun t ava se ser ia st ua ab bela ra pat tiga al i figu ra ada, e se ser ia esse o s en t id o de t al es cu t ad o, vi s to q ue com maís nin g eu me eu vaso dor mo a qui, à tua asus en cia, mas t am tambem t al se pod ia ap li care da bela si m, bo l iza z ad a no qua d ra, o do indiana da polis , em diana da ap da pol is, q ue est serpente no es c rito rio , onda com o s ab es tam am tambem do quadrado do ur mo

E de repente saindo do sono e dos sonhos, que se misturaram de novo com as imagens do pingo doce, e de uma bela rapariga tambem do mesmo arquétipo, de repente dei conta das pétalas doiradas no ceu, dos sonhos da flaming june a sonhar no terraço de uma qualquer ilha, sobre o mar, ah amada, que beleza, ver-te assim a sonhar, abandonada em teus sonhos a sonhar numa tarde de verão, que bom assim te contemplar e velar por ti em teu sonhar

E de r ep en te sa indo do s on oe dos sonhos, q ue se mis t ur tura aram de n ovo com as si mage ns sd o pib, pro du to inter no br u to, n god do c irc uk lo da ce, e de uma bela ra par riga tam am tambem do me ms o arque t ip o de re pen te de i conta das peta l as do irada sn o c eu, dos s on h os da fla am ming june a s on h ar no te rr aço de uma q ual q eu r ilha, s ob ero do mar, a h am ad a, q ue be le za, ave rato traço da inglesa te as sima s on hor, ab ban dona ad a em te us s on h os a s on h ar nu ma t arde de vera o, q ue b om as si m te com te mp l ar e vela q r por ti em te u s on h ar

Ali estavam por um estranho reflexo da luz reflectidas na grelha de prata das lâmpadas tubulares de néon, as tais de recentemente te falei, as contei, vinte, ou seja maçónico, e tripé, a ecoar no terceiro quadro que me acompanha, da bela menina elevada pelos gansos no tripé vinten, que observa o voo do anjo , belas pétalas, doiradas de puro oiro, que bonito assim a luz a desvelar a tua alma em teu sonhar

Al i es sat vam por um e t s rn h o ref el xo d al uz ref fl e ct id as na g r el h ad e p rta das lam padas t ub u l ares de neo na as da tais, br, de rec en te maior nete te f al lei, as c one te e, vi in te, o vaso use seja maco nico, e t r ipe, a e co ar no terceiro qua d roque me ac om p anha, da b el a em nina el eva ad a p elo s gan s os no t rup e vin te maior do, q ue ob serva o v oo do anjo , b el as pet al as, do irada s d e p ur o o iro, q ue bonito as si ma al uz a d es vela ra t ua alma em te us on h ar

Que estranho amada , pois sabes que eu amor a todos e a tudo e todos são sempre inocentes face aos olhos do Amor até prova provada em contrário, e se desvela no corte do parágrafo acima que alguém assim me desvela a alma em meus sonho, ou através deles, e não deixa de ter isto um sabor a controlo rem, pois a alma e a relaçao com ela é de certa forma pessoal, quanto o pessoal é distinto do universal e vive no verso, o que me leva a perguntar, da natureza da intenção, se um beijo puro de quem ajuda na compreensão de nós mesmos, ou se mais um acto de vampiragem, pum fez uma porta no prédio com estrondo neste preciso momento do escrever

Q ue est ra anho am ad a , p o is s ab es q ue eu amo ra todos e a t u do e todos são se mp re inc en t es face a os olhos do am mr a té pro da ova por v ad a em c on t rá rio, e se d es vela no co rte do para r g rf o ac ima q ue al gume as si maior me d es vela a alma em me us s on h o, o ua t rav es del es, e n cão de ix a de e t r is to s um s ab o ra c on t rolo rem, p o is a alma e primeira da relaçao do com dela, é de ce rta forma p esso al, qua anto o p esso al é di s tinto do universal, editora, e v iv e no ovo do verso, o q ue me l eva ap per gun tar, da na ture x a da in ten sao, se um bei jo p ur o de q eu em ajuda na co mp r e en sao de nós me sm os, o use maís um acto de vam pira da rage em, p um fez uma da porta no pr e di o com e ts rn do nest pr e c is o mo men to do es c rato e vaso do rato

Ontem fora dar á maria sansone, no you tube e lá estava um vídeo no player de abertura da pagina, com uma espécie de best off, onde ela gozava com diversas coisas, e algumas delas ressoaram em algumas manhas que me fizeram, nomeadamente uma em que puseram assim como traques , em som, num dos meus vídeos que aqui publiquei

On te maio for ad ar á maria san s one, no do you tube, el á est ava um v id é circulo o no p la ayer de ab e r tura da pa gina, com uma es pe cie de bes t o ff, onda el a g oz ava com di vera s co isa se al gum as del as r esso aram em al gum as manhas q ue me f uze ram, no me ad ae mn te uma em q ue p use ram as si mc omo t rac ac q u es , em s om, nu maior dos me us v id é os q ue a qui pub lic eu ei

E ontem mesmo antes de desligar a televisão, vira um pedaço de um belo documentário que levantava pertinentes questões sobre os motores de busca, e do imenso poder que eles hoje tem, na vida de todos, e de como eles próprios num caso de tribunal o disseram, se é o algoritmo dos computadores quem ordena teoricamente as buscas, ou seja , tambem as associações, ou seja, os fios condutores, eles reservam por direito interno deles, de terem a reserva de os alterar se assim o acharem, ou seja, muitas das ligações e da informação e das sua relações, se pode assim encontrar pervertida, e servir inclusivamente para levar a determinadas conclusões e até incriminações, ou seja é preciso ter um imenso cuidado na informação que se digere, e as sociedades terao que passar leis no sentido de realmente velarem pelos direitos dos cidadãos e da garantia das suas liberdades que é tambem face da sua própria segurança

E on te maior do mesmo, ant es de d es liga ar da gara da primeira da tele e da visao, vaso da ira um ped aço de um b elo doc um en tar io q ue l eva van t av per t ine en t es q u es to es s ob re o s moto tor es de b us ca, e d oi men s o pode r q ue el es h o je te m, na v id a de todos, e de c om o el es por rp rio s nu m caso, do louco do tribunal, de t rib un al o di ss e ram, se é o al gor it imo dos co mp o u t ad dor es q eu mais o r dena teo ric am que mente, às das buscas, o use j a , t am tambem as ass oi c ç o es, o use vaso seja, os do fi os condo tor es, el es r es e r v am por direito inter no del es, de te rem ema r e serva de os al te r ar se as si mo ca harem, o u seja, mui t as das liga ç o es e da in f om sao e da ss ua das relações, se pode a as im en c on t ra per vertida, e ser vi rato inc l us iva vam am que mente, para l eva ra det r minadas c on c lu us o es e a té inc em mina ina são es, es o u seja é pr e c is o ter um i men s o cu id dado na in for maçao q ue se dig gere, e as soci e dad es te ra o q ue p ass ar lei s no s en t id o de r el lam am n te vela rem p elo s direitos dos cida dao seda gara n t ia das s u as liber ad es q ue é t am tambem face da s ua pro p ria segur ança

Depois fui fazer café, e me dei conta então, outra vez do circulo vermelho da videira mtv, que quando nisto estava pensado, e na relaçao que se desvelara da maria sansone, se apagou, ao momento no termo acumulador, e masi li, que , o maria do templo do quadrado vermelho e branco, do malli, mallinckrodt medical é traço da moon, do traço ingles da primeira da mona do traço ingles da cruz do her maior , trade mark, do rectângulo cor de café que muda de cor em função da temperatura, ou seja termómetros, e transformações de energias, ou seja processos operativos dos pums

D ep o is f vaso do oi f az e r ca fé, e me de e conta en tao, o u t ra ave z do c irc u lo ver maior ml h o da v id e ira am maior da tv, q ue qua anda ni s to est ava pen sado, e n a relaçao, q ue se d es vela lara da maria san s on, se ap a g o ua o m om en to no te r mo ac u mula dor, e ma si lic ue , o maria do te mp lo do quadrado verme l h oe br aco, do m all i, mall inc k ro dt da medica l é t ra aço da moon, do t r alo ingles da primeira da mona do traço ingles da cruz do her maior , t ra de mark, do rec tan gula dez cor de c a fé q ue mud a de c or em fun sao da te mp pera rat da tura, o vaso use seja ter mo metros, e t ra sn for mações de ene r gi as, o use j a por c esso s o pera t iv os dos pi ns do p um s primeiro ms

No pingo doce a família me mostrara , as tres pérolas, como sementes que verteram em cima da rosa de prata

No do pingo doc da cea da família, me mos t r ar a , as t r es pero do ero das rolas, com o semem en t es q ue verte ram em c ima da rosa de p rata

A bela mae , trazia, tatuado em seu pescoço, o símbolo do dragão do mar, como aquele que te acabara de descrever no capacete do quadro do mestre lima de freitas, na nuca, ou seja nuc da primeira, o missel da primeira , ou a primeira do míssil primeiro

A b el a mae , t ra z ia, tatu ad o em s ue p es coço, o s im b olo do draga, do circulo do mar, com o a q u el e q ue te aca bar ad e d es c r eve r n o capa ac sete do q au d ro do mestre lima de freitas, na nuca, o u s aja nuc da prime ira, o miss el da prime ira , o ua p rie emi mira do miss il da dop do prime iro

Um dragão do mar tatuado no pescoço, é uma marca, tambem, ou seja o sentido, e de quem parece ter levado uma mordida no pescoço, acto que geralmente é feito pelos vampiros, e por outro lado o significado se estende se considerar-mos que na nuca está a espinha vertebral, que remete para o sentido e significado de peixe, e por extensão para argonautas, e ainda para a ideia que o dragão do mar, surge da kundali

Um drago da primeira da ado do mar tatu ad on o p es cç cortez circulo cem, é uma am mar arca, t am be, o vaso use seja do circulo do s en tui do, e de que em ap rece teresa l eva ad o uma mo dida no p es coço, acto q ue ger al mente é feito p el os vam dos piros, e por outro do rol lado, o si gn ni fi cado se est en de se c on si id r ar do traço do ingles mosque na nuca e stá a es pinha ver rte br al, q ue reme te + para do circulo do s en t id o e si gn i fi cado de pe ise, e por es t en sao para argo n au t as, e a inda para primeira id e ia q ue o draga o do mar, s ur ge da k un dali

Uma outra senhora ao pé do pao me remetera para queijo de Paiva, ou seja castelo de Paiva, ou seja queda da ponte entre os rios, quando me passaram para a amo mao os tres habituais pãezinhos da avo, a senhora me disse, vai aberto, o saco, eu nem percebi, foi uma senhor mais crescida que me explicou o porquê, porque ainda estavam quentes, a ressoar na linha das batas que se tonam sempre quentes cada vez que me aproximo da questão das torres, e tambem da ponte de entre rios, pois a imagem da queda, mostra uma torre em pé e uma rampa que mergulha nas aguas, como imagem de transformação alquimia, e tambem de arrombamento, como se uma ponte tivesse sido lançada para fazer uma assalto, um assalto a uma torre no rio doiro, assim cumulativamente parece ser o sentido deste fio, se bem que muitas vezes o traga quente e nunca veio assim aberto

Uma outra s en hora ao p é do pao me reme t ra para qui j ode pa iva, o vaso use seja do castelo de p a iva, o vaso seja queda da ponte entre os rios, qua anda me p ass aram para da primeira amo da mao os t r es h abi bit ua is pa e z in b h o dd a avo, a s en hora me di ss e, eva i ab berto, o s ac o, eu ne m pere bi, f oi uma s en hor mais c r es cida q ue me e x p li c o u o por q ue, por q ue a inda e ts a v m q eu en t es, a r esso ar na linha das bat as q ue se ton am se mp re q u en t e s c ad a ave zorro q ue me ap pro x imo da q u y es tao das tor r ws, e eta tam am tambem da ponte de entre rios, p o isa i mage made ria da queda, mos t ra uma torre em p, é e uma ra mp a q ue mer g u l h ana s aguas, com o uam ge made ria de t ra sn for maçao al quim mica, e eta tam am tambem de ar r ob am en t io, com o se uma ponte t iv esse s id o lan da lança cortez ad da primeira para f az e r uma ass l t a, uma s sal t o a uma torre no rio doiro as si made ria m c om mula t ivam, en te pa rece s ero s en t id o d este fi o, se b em q ue mu it as v e z es o t ra g a q u en te e nuc cna veio as si m ab e r t o

A bela mae trazia um saco, com desenhos feitos com tecidos, assim genro infantil, com se figurasse uma torre , ou um farol, que era assim como um falo cogumelo, e de seu telhado saiam como que tres cerejas, e nele levava uma espada de seu filho, em tons doirados e verde, com um pormenor, um rubi incrustado, ficava-lhe bem a espada de brincar de plástico de seu filho e eu me sorria por dentro, me dizendo, tambem trago assim uma, se bem que distinta

A b e l a mae t ra z ia um s aco, com d es sn h os feitos com tec id os, as si m g en ro enro in fan til, com se figu ra asse uma torre , o vaso de um da farol, q ue e ra ass ie em com o um falo co gum do melo, e de s eu tela hd o sa aia iam com o q ue t r es cerejas, e nel e l eva ava uma es pada de s eu fil h o, em to ns do irados e eve verde, com um per m one rum prime rio rubi inc r u s t ad o, que remete para uma canção, do fi c ava do traço ingles dol he b ema es pada de bric ar de pala s tico de s eu fil h oe, eu me sor ria por d en t rome, di zen do, t am b em t rago as si m uma, se b em q ue di s tinta, cruz int primeira

Seu filho com nome de rei português, como as cores do vestido de sua mae, trazia um pequenino skate, muito realista, com uma minúscula, chave perfeita de cruz e uma outra para em cruz para as porcas das rodas e se ia entretendo, com ele, eu fascinado com a perfeição e domínio de tao pequeninos utensílios que eram boas replicas dos reais

S eu fil h o c om no med e rei português, com o as cor es do v es t id o de s ua am mae, tar z ia um pe q eu nino sa kate, mui t o rea l ista, com uma minu sc u la, c h ave per rf e i t ad e cruz, e uma outra para em c ru z, para às das porcas das rodas e se do ia en t rta en doc om dele, eu f a s cina ad o com usa per rf e i sao e do mini ode tao pe q eu nino s u tim si lio s q ue rea am boa serpentes das rep lica s d os reais

Calhou de novo nos juntar-mos na bicha ao pé da caixa, onde sua mae, pegou qualquer coisa de uma prateleira que me remeteu para aquela rapariga sósia ou não da outra do tal catalogo de lingerie que uma tarde ali apareceu e ali se pôs a ver papas de bebe ou algo assim, num passe com outras tres raparigas, como me indicando da relaçao do rubi, ou como me dizendo que ela era ou seria a rubi,

Cal al alho u de n ovo nós j un tar do traço ingles mos na bic h a a o p é da caixa, onda s ua mae, pego u q ual q eu rc o isa de uma pr tele iraque me reme te u para a q u el a ra pa riga s os ia da sofia, s o a iss o is s o a io un cão da outra, do t al cat al logo de lin ge rie q ue uma t arde al i ap a rece ue al ise posa primeira ave r pap as de bebe o u al g o as si maior , nu primeiro mp p asse com de outras t r es ra pa rig gás, com o me indica can do dn da relaçao, do rubi, ou c omo me di zen do q ue el a e ra o use ria da primeira rubi, rubi, declina em r ub bi, em anel , em rubedo, em rub do un da bed circulo, ub , serpente ub do marino, mar ar rino rin do ino no

Na bicha, no escaparate em frete, poisado ao lado das pilhas , um só livro , com o titulo momada ali estava, decidi abri-lo ao calhas, quanto o calhas é, e me surgem dois nomes lili e noa, e uma historia de uma banho ou algo assim, mas o flash, é com os nomes, como se a imagem de ontem no trinat e um da amada, as duas raparigas de costas no restaurante, fossem enato, a lili e a noa, e me recordei ao instante de uma outra navegação de ontem

Na bic h ano esca par rea te em fr e te, p o isa sado aol ado das pi das ilhas , um s ó l iv roco om do circulo do titu do primeiro do circulo de dez da mona da al i est ava, dec id di ia ab r e traço ingles dez primeiro do circulo a o ca h as, qua anto o c alha sé, e me s ur ge made ria do is no mes lili e noa, e uma hi s tori ad e uma ban h o o ual goa ss si em, maso fla sh, é com os no mes, com o sea primeira rai ima mage made ria de on te em no t rina te um da amada, a ser ep pn te do às das ra pa rig as de coast, dez cast, do no r es t au ra n te, f os s em en tao, a l u l ue a no a, e me recorde ia o in s t ante de uma o u t r ra navega sao de on te maior

Coast, remete para a campanha do icep, do tal fotografo ingles, e tambem para uma linha recente em que li que os tres cavaleiros do apocalipse eram do icep, considerando apocalipse, no sentido de apocalipse feito à minha família, ao serviço da puta que mo trás roubado, urubu

Coa st, reme te para da primeira campanha do icep, do t al f oto g rafo ingles, eta do tam am tambem, para uma da linha rec en te em q ue li c ue os tres c ava lei o r s d o ap o cali ip do pse, e ram do icep, co nsi der ando ap o cali pse, no s en t id o de ap o ca li p se feito à min h a f ami l ia, ao ser vi vice da sao da puta q ue mo oo u r b o u, o r ub da ova do vaso

Pois ontem no yahoo, fui parar a uma pagina de moda e correlativos de uma bela menina morena cabelo corto, com uns olhos muitos abertos e com uma expressão de contentamento de quem muito gosto de ver, e depois a um clip que trazia duas raparigas assim irmandadas um aloira e uma morena, ou seja primeira, a esquerda a morena, e a loira direita , num vídeo daqueles em que um terceira leva roupas a casas de outras raparigas para as transformar, mas no qual nem cheguei a ver as outras duas belas, irmanadas, que de repente pareciam encarnar, então a lili e noa, à semelhança tambem das outras duas que estavam no restaurante, a loirinha, trás assim uma face tambem muito docinha

P o is on te m no y a h oo, f vaso do oi para ra uma pa gina de emo do demo da moda e correlativos, de uma be la me nina mor en a cab elo do corto, com uns ol h os mui t os ab e rr to ze com uma e x pr e sao de c in te n ta en to de q eu maior mui t o g os t ode vere d ep o isa um c l ip q ue t ra z ia du as sas raparigas, as si em i r man dada s um al o ira e uma mor rena, o vaso use seja prime ira, a esquerda a mo rene, e a loi ra di riti a , nu made ria do v id é circulo, d au el es em q ue um terceira l eva roupas a ca sas de outras r ap rig gás para as t ra sn for mar, mas no q ual ne m c he g rui a ave ra s de outras du as das belas, i r manadas, q ue de r ep en te par rec ceia am en car rn ar, en tao a lili e noa, à semem l h ança t am tambem da s outras du as q ue est ava vam am do no do restaurante, a loi r i h a, t ra s as si maior de uma da face t am b em m j ui ot do circulo da cinha, quem diria, da cinha jardim, então

No tapete da caixa, a mae poisara uma garra grande coca cola, e o filho, aproveitava a curva para nele brincar com o skate, mais tarde pela tarde, percebi então que o skate está figurado num carro seat ibiza, azul, ali num mupi gigante ao pé de onde a senhora de manha me tinha feito o tal passe com a mao em seu rosto, e pelo perfume, percebi então que o tal barco , o sean, embora com bandeira de outro pais, trazia alguém que estaria ao serviço de ibiza,

No tap pete da caixa, a m ae p oi s ra uma g ar rf a g rande coc ac ola, e o fil h o, ap rove it ava ac ur v ap ara nel e bric ar com o s kate, maís t arde p el a t arde, per rc x cebi en tao q ue o s aka kate e stá figu ur r ad o n um carro do seat de ibiza, e b iza, azul, al i nu maior mu do pi gina te a o p, é de onda da primeira s en hor a de manha me t ina homem feito, o t al p ass e com da primeira mao em s eu rosto, e p elo do perfume, s us da kin, per rc cebi en tao q ue o t al barco , o sean, em bora com ban de ira de outro do pais, tvi, t ra z ia al g eu em q ue est raia a o ser vi cortez code dede de ibiza,

De manha , tinha lido uma noticia de obama, e do seu aprendizado da pesca vao adora, que ressoara tambem nas linhas ultimas do dia anterior, aqui fica o link para entender o contexto

http://news.yahoo.com/s/ap/20090815/ap_on_re_us/us_obama_fly_fishing


De manha , tinha do lido uma not ti cia de ob ama, e do s eu ap ren d iza do da pesca vao ad o rac q ue r esso ara tam am tambem nas linhas sul t ima s do dia ante iro ra do qui fi cao l ink para en t en der ero do contexto

Vira tambem um delicioso vídeo, de um gato pequenino que esta dentro de uma manga de prata, por seu desejo próprio, se ve na avontade com que ele lá está e depois seu dono, brinca a frente dele como fazendo teasing, com um vareta metálica que aparece ter uma espécie de sininho em sua extremidade, e o gato, limita-se a tirar de vez em quanto uma só pata para a tentar agarrar, o curioso daquilo e que o tal sininho, ressoara em minha consciência, nos belos desenhos por detrás dos senhores que receberam o enviado americano que fora a mayamar, libertar com sucesso um americano que ao que parece atravessara um lago a nado, para dizer a senhora que está a muitos anos presa, que alguém a quereria eventualmente matar

Vasp vaso da ira rat tam am tambem, um deli do ciso do is do circulo do v id é circulo a ode do p rie me iro, de um gato pequenino, q ue e sta d en t ro da ode uma maga de p rata, por s eu do desejo, es, por rp rio, se eve na a vontade com q ue el e l á e stá e d ep is s eu don o, bric cna a fr en te del e com o fazendo te a sin g, com um v ar eta met al i ca q ue ap rece teresa uma es pe cie de sin in h o em s ua est rem emi id dade, e circulo gato, li mit a do traço da inglesa se a tir ar de eve zorro em qua anto uma s ó pata para a t en tar a garra aro do ro c u ur riso da q eu i lo e q ue o t al sin nin h o, r esso ara em min h a co ns cie en cia, nos b el s o d es en h os por det ra s ds o s en hor es q ue rec e be ram o en viado am mer cia ano q ue for a a maya am mar, li berta ar com us c esso um am mer cia no q ue a o q ue pa rece at raves sara um lago da prime ria da ana do quadrado dao, pata di ze ra s en h ro primeira do q a u d r ado ur ue stá a mui t os ano s presa, q ue al gume a q eu r e ria eve en tua lem n te mat ar

Senhora , sois bela e vosso filho tambem, e é sempre bom de saber que um rei porta uma espada com ele, sobretudo se a usar em justiça e em defesa do Amor, e vi em breve como sois boa mae dele, mesmo quando está assim meio birrento cheio de soninhos, e mesmo sendo já um jogador ainda usa tata, vulga chupeta, numa bela antecipação de outro belos biquinhos que vai certamente mais tarde, não chupar mas beijar, e vos agradeço o presente que deixou assim em meu regaço, e espero que a tristeza ou dor que em leve me pareceu ver em seu coraçao, pronto se desvaneça

S en hor a , s o is be la e v osso fil h o t am tambem, e é se mp re b om de s ab e r q ue um rei da porta tam, uma es pada com dele, s ob r e tudo sea primeira usa rem justiça e em d efe sado am mor, e vi em br eve com o s oi s boa mae del e, me sm o q ua ando e stá as si em me io bi rr en to ch e io de s o nin h os, e me sm o s en do j á um jo gado da dor a inda usa tata, v u l g ac h u peta, numa bela ante cip aç sao de outro b elo s bic eu in h os q ue eva e ce rta tam am maior nete maís t arde, n cão c h u par mas bei j ar, e v os a g ra de ç o o pr es en te q ue de ix o u as si em e maior me vaso reg aço, e es p ero q ue a t r is te za o vaso da dor q ue em l eve me par rece u em s eu cora sao, pr on to ze d es van eça

Cá fora, ao passar, na loja de esquina de nov fiz grr por dentro a estúpida frase de cio, game over, que logo assim declinei, em g am me ove rato, e depois na rua do restaurante chines, ali ao lado de uma cerca que agora por ali está um conjunto de pombas e pardais levantou voo, senti que fora como se estivessem estado presas e de repente livres fiquei contente em meu coraçao, à imagem

C á for a, a o pa s sar, na loja de es q u ina de n ov fi z g rr por d en t ro a est u pida fr ase dec cio do io, g am me ove rato, q ue do logo as si m dec l ine ei, em g am me ove rato, e d ep o is na rua do r es t au ra n te ch ine s, al ia o lado, de uma da ce rca q ue agora por al i e stá um c on j un to de p om ba se par da si l eva van t o uv oo, s en ti q ue for ac omo se est iv ess em estado pr es as e de r ep en te l iv r e sm fic q ue ei c on t en te em me vaso do cora sao, acento à primeira ima mage maior

Aqui em casa o alicate de pontas parta e cabo de laranja, ou seja do psd, se mexeu duas vezes, a primeira dei com ele de bicos para baixo ao lado de um tubo hexagonal branco que atravessa o cabo deo fire do red do wire , que vem da xl, o primeiro e se liga ao packard be do onze, e que ao olhar me lembrou de imediato, o salva vidas do artic, e depois mais tarde caiu ele no chao da madeira, com os bicos para baixo tambem, ao lado de outro hexágono semelhante ao primeiro tambem do fire da revista wire

A qui em c asa o ali cate de pontas, baila do rino, rio, pa rta e cabo de lara anja, o vaso seja do psd, se me x eu du as v e z es, a prime ira de e com el e de bico s para ba ix o aol ado de um t ub o he x a g on al br aco q ue at ravessa o c ab o de o fire do red do w ur e d o w ur e, q ue eve em made ria da x l, o prime rio e se da liga ao p ac k ard be do onze, e q ue ao l h ar me lem br o u de imediato, o s alva v id as do ar tic, e d ep o is maís t arde ca io do vaso heleno, el le en o , cha o da made ria, com os dos bicos para ba ix o tam e b mao lado de outro he x a on o semem l na te a o prime iro t am tambem do fire da revista do duplo ov vaso da ire
Quase à hora de almoço, hoje, subi a campo de ourique para ir ao pingo doce, mesmo a porta, na reentrância do muro da esquina em cima de um saco plástico, um pequeno brinquedo de plástico de uma criança, que logo me disse, aqui há eco, do que acabara de publicar, sobre a foto da republica dominicana, pois era uma espécie de crocodilo, meio saurio meio rex dinaussário, as folhas começaram a muito rodopiar, e quando comecei a subir a rua, fora como se viessem atras de mim, ou seja parecia o fio dizer que um dinaussário crocodilo dos furacões contra minha pessoa, fora deitado fora

Q ua ase à hor ad e al moço, h oje, s ub i a ca ca am cam mp o de o u rique para irao pingo doce, me sm o p rie emi mira do porta, na re en t ran cia dom ur o da es q u ina em c ima de um s ac o p l as t iv co, um pe q u en o b rin q eu do de p la s tico de uma c r ian ança, q ue da dol do logo me di ss e, a qui h á e cod o q ue a ac bar ad e pub lica car, s ob rea primeira da f oto da r ep ub pub lica do min nin c ana, p o is e ra uma es pe cie de ie de c roc cd ilo, me io s au iro me io rex dina us á rato do io, as fp for mulas one do home às, com e ç aram a mui t o ro di ip pi da ar, e qua anda com e ceia primeira s ub ira rua, for ac omo se vi esse mar at ra s d e mim, o vaso use seja par rec ei o fi o d z i ar q ue um dina us sario c rio dc ilo do s f ur rações dos furacões, contra min home do primeira da pessoa, for a de it ad o for a

Em frente ao sessenta e tres, um pequeno pardal morto, alguém ali o deixara, na volta um papel daqueles que diz, compro carros com mais de dez anos, fora a seu lado juntado, como a dizer então que seria um pardalito comido em dez ou com dez anos, ou há dez anos

Em fr en te ao se s senta e t r es, um pe q u en o par d al morto, al g eu mali o de ix xara ara , na v o l t a um pap, el da q u el es q ue di z, co mp pro car rr os com maís de dez ano s, for a ase eu lado j un t ad o, com o a di ze r en tao q ue se ria um p ard al lito it circulo com id o em dez o u com dez ano s, o u h á dez ano serpente

Poderia ser relacionado com uma linha que depois de novo aflorou relativo aos países baixos pois um dia uma casal apareceu ali e me perguntou por um senhor que vivia naquele gaveto, tipo espécie de casa, e percebi que era a filha dele, e me disse ela que vivia na holanda

Pode ode dd da ria ser re la cio n ad o com uma da linha, q ue d ep o is de n ovo af lo reo u re la t ivo a os pa ise es ba ix os p o is um dia uma ca sal ap par rece ua lie me per gun t o u por um s en horque v iv ia na q ue el e g ave to, t ip o es pe cie de c as sa, e per rc cebi q ue e ra a fil h adele, e me di s se el a q ue v iv ia ana h ola lan ad da primeira

Na volta quando de novo voltava, ali na cas mais acima , uma bela casa que está pronta há uma serie de luas, mas que na aparecia ainda não está habitada, mas que trazia uma janela aberta, que estava fechada quando subi, vejo uma sombra a voar na parede, e pelo tamanho e forma do seu voo, me intrigou, pois era do tamanho de uma sombra de um pardal, mas voava em forma muito pouco direita par o ser, olho, e para meu espanto vejo uma borboleta mariposa, grande, rarissima de aqui se ver, tipo, uma borboleta que se chama rainha, não é esse o seu nome, agora não me recordo, mas é parecido, mas a imagem que veio, logo a consciência ao seguir seu voar, fora, a imagem de putin, a nadar mariposa no lago da siberia, depois dos fios que aqui contei sobre o gás da neve

Na eu bit do vejo int ti g forma ato do ove maior masa made ria do ki conte

Na v o l t a qua ando de n ovo v o l t ava, al ina cas maís ac ima , uma b el ac lac asa q ue es t á por rn t a h á uma se rie de l ua s, masque na ap rec en ia a inda n cão est á h abi bit t ad a , masque t ra z ia uma j ane la ab e rta, q ue es tva f e cha ad a qua ando s ub i, do vejo, uma s om b r a av o ar na parede, e p elo tam am anho e forma do s eu v oo, me int rig o up o is e ra do tam am anho de uma s om br ad e um pardal, mas vi ava em forma, es puma da am, mui it o top p o u co direita p aro ser, olho, e para me u es pena ato do ove do vejo, uma bo rb o l eta mari posa, g rande, ra r iss sima iam de a qui ver, maior t ip o, uma bor r b ole eta rta q ue se c ham a rainha, n cão é, mas é par rec c id o , masa i mage maior q ue veio, logo a co ns cie en cia ao se gui r se iv o ar, for a, a i mage made ria de putin, a na d ar mari ip do posa no lago da siberia, d ep o si dos fi os q ue a qui conte is ob reo gás da ana da ane da neve

A grande borboleta subiu a rua e deu a volta na rua de cima , a travessa da torrinha, mesmo por altura da placa topominica, como claramente a dizer do que se tratava

A g rande bo rb o l eta s u b io da ua da rua e de ua v o l t ana rua de c ima , a t ravessa da t ur rinha, me sm o por al tura da p laca top om mini ca, com o clara ram am que mente, primeira di ze ar do rato, ps, do q ue set rata ava, ou seja na rua onde mora a maura pessoa

No pingo doce, ah amada que estranhas imagens que curiosa dança de amor e de luz, e mais uma duvida em meu coraçao se não serias tu a meu lado, por um momento em corpo, pois uma bela rapariga comigo um grande momento dançou

No do pingo doce, a h am ad a q ue est rn h as ima gn em q ue c ur io sa da dança de amo rede l uz, e ema maís uma du v id a em me u cora sao se n cão se ria s tu am eu lado, por um mo men to em corp o, p o is uma be la ra par riga co mig o u m g rande mo men to dan , core t zorro, cortez circulo do vaso

Mal entrei fui ver de novo o nome dos tais melões que o outro rapaz que ia com uma rapariga tinha associado a linha do raguebi, como aqui te contei

M al en t rei f vaso do oi ver de n ovo o no me dos tais melo es q ue o outro ra p az q ue ia c om uma ra pr riga tinha as soc a id o a linha do ra g eu bi, com o a qui te c one net ti

Os tais com um logo com um P em vesica doiradas e negras, onde li do pro da roco do leite da vitoria coroada, e ouvi pelo espírito ao instante, do futebol, o sentido que ali se abria era múltiplo, pois raguebi não deixa de ser, uma espécie de futebol, mas a primeira imagem que me surgiu fora mesmo a da vitoria beckam, que vira recentemente com dois estranhos sapatinhos com tacões em cones invertidos, e uma outra memória se junta a esta , a da imagem do quadro das gravuras do jornal dos bandidos que recentemente aqui te falei, da senhora em cima do caixão, com face de porquinha, e uma coroa na braço da mao de prata, e um senhor que figura o nababo, e que lhe conta um segredo ou lhe compra o silencio

Os tais, br, com um do logo, com um P em v e isca di iradas e negras, onda lido id do circulo do pro da roco do leite da vitoria cora ad a, e o uv i p elo es pe i it o ao in t ante, do fute do bal, o s en t id o q ue al ise ab ria e ra mul t ip lo, p o is ra g ue b n cão de ix a de ser, uma es pe cie de fute bol, mas a pi r me ira rai mage made ria q ue me s ur g iu for am es mo a da vi tori a be ck h am, q ur vaso da ira rc en te mn te com do is te ra anhos dos sapa tinho s com t aco es em c one es in vertidos, e uma outra me mor ia se j un t aa est a , ad a ema mage made ria do quadro da sg rav iras do jornal dos bandidos, q ue rec en te mn te a qui te f al lei ei, da s en hor a em c ima do ca ix a o, com da face de porquinha, e uma cora na br alo da mao de p rata, e um s en hor que giga ur a on ab bao, e q ue le h conta do primeiro segredo, o u l he co mp ra do c irc u ll o, circulo do onze do silencio, fr

Já te conto o restante dessa ida as compras, mas deixa-me dizer-te como te amo, pois agora cada vez que vou fazer comprinhas de comida, to me acompanhas e me vais dando lições sobre o que é bom de comprar e o que não é, e assim eu aprendo e te agradeço, e fico muito feliz de te sentir assim ao meu perto quando estou comprando comida

J á te c on to o r es t ante de s sa id a às das c om pr as, mas de ix a do traço da inglesa me di ze rato do traço da inglesa te c om o te amo, p o is agora c ad primeira ave z q ue v o u f a z e r c om pr rinhas de c om id a, tome ac i m p anhas e me v a is dando li ç o es do br e o q ue é b om de co mp r ar e o q ue n cão é, e as si m eu ap ren do e te g ra de ç o, e fi co m u it o f eli z de te s en tir as si mao me u per to qua anda est o u co mp ra ando com id a

Esta tarde ao voltar de baixo, encontrei uma peça de um radio, uma bobine daquelas enroladas em grafite, tipo um lápis de carvão mas mais duro e não escreve propriamente, que estava quebrado e li, então, com a consciência que se trataria então da assinatura do tal passe do magnetismo que te contei recentemente, dos tais aparelhos que fazem estranhos ons pela noite quando os oiço, montagem jvc, gravações, ou seja japao, dos irmãos do portas, assim dizia, o sentido da leituras

Est a t arde a ovo l tar de ba ix o, en c on t rei uma p eça de um ra di o, uma bob ine da qi el as en rola sd as em g raf fite, t ip o um l ap is de car vao mas maís d ur o e en cão es c r eve por rp ria am que mente, q ue es tva q eu br ad o e li, en tao, com a co ns c ie en cia q ue se t rat ria en tao da as sina da primeira tura do t al passe do mag gn es t is mo q ue te conte i rec v en te mn te, dos tais ap ar el h os q ue f az em est ra anhos on ns p el a ano da noite, qua ando os oiço, mona t ge m j v c, o vaso use seja j ap pao, do s ira amos do portas, as si maior di z ia, o s en t id o da lei u t ra serpentes

Continua....
Dois pormenores para trás, a etiqueta do Angelo litrico, que deixaram nos objectos dispostos em cima da circulo does esgotos das estrelas ou cruzes na escadaria que descera a vinte e quatro de junho, a partir do jardim do mna e da misericórdia, trazia uma estranho, dizer, na forma como ela própria estava, pois ecoava aqui no passe que encontrei numa das minhas camisolas, quando lancei as sets que aqui descrevi, tinha uma parte da sua lingua dentro do seu próprio buraco, ou seja como um urubu, que se morde a si mesmo, como tambem o poema lido pelo palerminha ao serviço dos brochistas da cultura e do cinema como a apv, o andre gago, lera na antena dois na tarde da leitura da balança, antes de taiwain

D o is por men roi es para t ra s, a etiq u eta do ang leo lit rico, q ue de ix aram nos ob ject os di ip ps orto s em c ima da circulo do es e s g oto s das estrelas o u c ru z es na esca da ria q ue d es ceara a vinte e quatro de j un h o, a p art tir do jardim do mna e da mi siroco roco rid ua, t ra z ia uma est ra anho, di ze rna forma com o el a p oi rp ira est ava, p o is e coa ava a qui no p ass e q ue en c on t rei numa das min h as ami sola s, qua and o lance ia s set s q ue a qui d es c r e vi, tinha uma p arte da s ua l in g ua d en t ro do s eu pro p rio b ur aco, o vaso use seja como um o ru ub u, q ue se mor de a si me sm o, com o t am tambem o poe ema do lido, cinema, pelo pal e r mina h a o s e r vi ç o dos br rc h is t ra sd a cu lu t ra e do cinema com o a pav, o andre gago, le ana rana antena do s i na t arde da lei tura da bala ança, ant es de r w a in twin, gemeos, t am tambem, a r b r e d e c am es,

O outro se prende, com um outro pormenor que vi numa outra foto de taiwain, de uma estrada numa montanha que ficara cortada, comum enorme buraco no asfalto e que pela iluminação pareciam carris, que remeteram por perfume para a linha do tua, e tambem, para os dois que hoje de manha apontavam a carrinha de medicamentos, ou seja relacionado com os interesses farmacêuticos, e médicos e santa maria

O o ur rose pr en de, c om um outro por men o r q ue vi nu am o u t ra foro de t wain, de uma est ra ad a nu ma montanha, q ue fi cara co rta ad a, com um en o r me b ur rac ç o no as fala ato e q ue p el a i lu min sao para rac q ceia am dos carris, q ue reme te ram por do perfume, s us kin, para da primeira da linha do tua, e ta tam am tambem, para os do is q ue h oje de manha ap on t ava vam am a car rinha de me di cam en t os, o u seja re la cio n ad o com o si ny te r esses f ar am ac ceuta ti do cos, e do me di co se s anta maria zorro, ou seja alguém ali da cuf ou à cuf ligado

Ou seja se desvela no parágrafo anterior uma relaçao entre santa maria e os médicos aqui da infante santo

O va si use seja se d es vela no para g rf o ante r iro uma da relaçao, tribunal, en t re s anta maria e os me di cos a qui id da primeira da infante santo

Dois pormenores que são tres, pois tambem uma visão no final da semana passada, no pingo doce me foi mostrada, no pingo doce, assim rezou, art rato do rito das artrites , ou seja dos ossos, açúcar mesclado, ou seja heroina e sangue, tam p ax , muitos, ou seja com o sangue de muitas luas, agora este pormenor fez sentido, na queda de masi este aviao

D o is pro rome no r es q ue são tres, p o is t am tambem uma da visão, cao isa são, no fina al da se mna p ass sada, no pin g o d o ce me f oi mos t ra ad ano do pingo doce, as si m r e zo do vaso da art rato do rito das ar tit es , o use vaso seja dos ossos, ac u car mes c lado, o vaso seja her o ina e s ab bg ue, t am p ax , nu it os, o vaso use seja com do circulo do san g ue de mui it as das luas, agora este por men o r fez s en t id dona da q eu da de ma si este avia circulo

Nesta terceira saída do dia quente de hoje, ao voltara, da estação, na calcada do livramento, em frente aos frangos na grelha, com as rodas da vida dos leões, uma leitura me disse, que o pugilista é o leao de cascais

Nest primeira da terceira s a id da primeira aida, can tora, do dia q eu en te de h o je, a ovo l tara, da est aç são om, na c al c ad a dol iv ra em n to, em fr en te aos fr ang os na g r el h ac om às das rodas da vida dos elo es, uma lei tura me di s sec ue o p ux i l ista é o lea ode do circulo de cascais
Sb ab es uma g os t am

Sabes amada, quando li a primeira linha sobre o tal, diagnostico errado, depois logo por uma pássaro distante ouvi, síndroma de falta de atenção, ou defecit de atenção como gostam os psi de lhe chamar

S d d

S ab es am ad a, qua ando li a p rim e ira da linha s ob reo t al, di a g on os tico e rr ad o, d ep o is logo por uma p ass aro di s t ante o uv i, sin d rome de f al t ad e a t en nao, o u d efe c it td de a t en sao com o g os t am os ps i d e l he cama rato

E me disse que historia é esta, não me estão a dizer certamente que a puta psi, me fez uma qualquer avaliação, de perfil psicológico, ainda por cima sem meu conhecimento, e este diagnostico, fora usado, para justificar o roubo de meu filho, pois tal questão nunca seria aceite como razão, para tal, e portanto logo me pareceu que este dizer, masi se reportava a dizer na verdade, que o homem fora resposanvel pela elaboração de um qualquer julgamento, parecer, que tivera sido usado para me roubar meu filho

E me di ss sec q ue hi s tor ia é e sta, n cão me es tao a di ze r ce rta em n te q ue a puta psi, me fez uma q ual q eu r ava li aç sao, de pe fil psi sico lo gi co, a inda por c ima se m me u c on he ie m y oe de este, dia, di ia da primeira do gnóstico, for a usada, para j us ti fi c aro do circulo do roubo de meu filho, p o is t al q eu st o a n unc a se ria do aceite, azeite, com o r aza o, para t al, e porta anto lo h gome par rece u eu q eu de este, di ze r, ma s ise r ep porta ava a di ze rna ver dade, q ue o h oe m for a r es posa san v el p el a el ab bora raçao de um q ual q eu r ju l g am en to, pa recer, q ue t i vera s id o usa sado para me ro ub ar me u fil home do circulo

Quero dizer, que pela lógica, nunca tal desordem de caracter psicológico , servira tal fim, mas isto, pressuponha que o jogo tivesse sido limpo, coisa que como todos sabem pelo que vos contei, nem de perto nem de longe se pode dele tal dizer em propriedade, pois a extenso e envolvimento neste roubo de filho e de direitos, é escandalosamente grande e se estende a múltiplas famílias políticas e não so entes terra de bandidos e sem lei, onde a el andam vergada e estas bestas todos e as servem

Q ue ero di ze rato, ps, q ue p el prime ria da lógica, n unc a t al d es ordem de cara vc teresa pe sico lógico , ser vaso da ira t al fi maior, ma s is to, pr ess up on h a q ue o jogo t iv esse s id o li mp o, co isaque com o td o os s ab em p elo q ue v os conte i, ne made ria de per to ne em de elo do longe, se pode dele, t al di ze rem pro p rie dade, p o isa e x t en nao e en v o l vi men to nest e tp ub o de fil h oe de direito serpentes, é es candal o sam am que mente, g rande e se e x t en de a m u t ip la s f ami li as poli tica se n cão s o en t es terra de ban dido se s em lei, onda primeira el anda dam da am ver gada e e sta s bestas to do as e primeira serpente ser vaso e m a r i, ema mar maria da ar do ari, ari, ou ary dos santos, ou seja, de um dos filhos do soares, do mario soares

Por outro lado surgiu este episódio na linha da sequência, onde eu falara mais uma vez de ter escutado pelo espirito que durante a inda a londres em princípios de noventa, de me terem feito um teste cego, com a tal historia do simulador em 3 d e provavelmente em outras formas, que emergira pela primeira vez à minha consciência, pelo documentário do menino indiano, que é recebido em londres , depois de ter estado na américa, e que dizia ter a cura pata o cancro e que foi tambem sujeito a testes, com a diferença de eles terem sido, em parte, pelo menos, am forma aberta


Por o u t ro l ad o s ur gi u este ep is dido na linha da sec u en cia, onda eu fala ra mais uma ave zorro det teresa es cu t ado p elo es pi it o q ue duran te a inda a l on d r es em p rin cip io s de noventa, de me te rem g fe it y o um te ste c ego, com a t al hi s tori ad o si mula dor em 3 d e pro ova ave lem n te em outras das formas, q ue e mer g ira p el a prime ira ave z à min h a co ns cie en cia, p elo doc eu m tn a t rio do menino indiano, q ue é rec e be ido em l on d r es , d ep o is de teresa estado na am erica, e q ue di z ia teresa a c cura ur da prime ria da primeira pata do circulo do cancro, que tambem é símbolo de outros processos, e q ue f oi t am tambem s u je it o a t es te sc om a difer ren c ç a de el es te rem s id o, em p arte, p elo men os, am forma ab e berta rta

E remetendo este perfume para londres, remete tambem para os passes feitos na republica dominicana, pois na realidade, essa viagem assim foi, um triângulo, ou melhor um quadrado, lx, republica dominicana, londres e lx de novo, Lx, o primeiro do x, um caralho qualquer da puta desse restaurante, ou seja pela maozinha da maria elisa, e cá estamos de novo nas bombas em londres, pois a puta lá estava nessa altura, e eu lhe até lhe telefonei, ou seja, algo em mim, sabia, sem mesmo ainda saber, que ela traria alguma relaçao ou chave com as bombas em londres

E br e met en do este perfume, serpente us da kin, ou seja da cristina coutinho, couto rinho, primeiro do circulo para londres, reme te eta am tambem para os spa ass es feitos na republica dominicana, p o is na rea li dade, ess a via ge made ria as si maior f oi, um t rian gula do primeiro do circulo de dez, o um el hor do prik me iro do quadrado do l x, da dol da republica dominicana, l on d rato es e l x de n ovo, Lx, o prime rio do x, um cara alho q ual q eu r da p u at de esse r es t aura ran te, o vaso use seja p el a mao z in h ad da primeira da maria elisa, e c á est amo s d en ovo nas bombas em londres, p o isa puta l á est ava ness a al tura, e eu l he a té l he tele fon one ei, o vaso use seja, al g o em mim, s ab ia, s em me sm o a inda s ab e rato, q ue el a t ra ria al g uam da relaçao, tribunal, o u c h ave com às das bombas em londres

Já aqui no Livro da Vida , dei conta de algumas das fotos da republica dominicana, mas uma na agua me deu uma outra chave cuja extensão de seu conceito, só se entenderá quando publicar notas anteriores, que no meio destes terrorismo todos que constantemente me fazem, como tudo, inclusive via a televisão publica, a quem a maira elisa sempre esteve ligada, e que trás tambem como objectivo protelar o encontro com a verdade, e portanto tambem aponta a implicação na queda das torres, em nova yorque pois como já o entendi à muito tempo , quando delas me aproximo, masi a batata sempre aquece

J á a qui ino no L iv roda david V id a , de i conta de al gum as das f oto s d a r e publica do mini c ana, mas uma na agua me d eu de uma outra c h ave cu j a e x t en sao de s eu c on ce it o, s ó se en t en de rá qua ando pub lica r n ota s na ana sam am te iro r es, q ue no me io d este s te rr ori sm os todos q ue co ns tan te mente me f az e, c omo tudo, inc lu s ive via a tele v is o primeira da publica, a q u ema maira da elisa sempre es tve lia gada, e q ue t rá s t am tambem, com o ob ject ivo pro tela aro do circulo do encontro com a vera ad e, e porta anto t am tambem ap da ponta a i m p li caçao na queda das torres, em nova y o q ue , coc q eu da foc do primeiro do circulo dez do roque soc do q da ue , p o is com o j á o en t en di à mui t o te mp o , qua ando del as me ap o r x imo, ma si a ba tata se mp rea primeira quadrado da eu da se

O reflexo na agua, dos meus óculos, uns belos óculos pesados que tinha nessa altura em doirado, indicam nas aguas os olhos de um crocodilo naquela posição que eles trazem de só ter os olhos a superfície e que se espelhara num dos vídeos aqui publicado no Livro da Vida, quando exactamente abordo uma photo, a do andrew, e num pântano, os crocodilos como se de repente brilham seus olhos, ou seja alguém ligado ao grupo do crocodilo, ou seja ao nilo, ou seja a um grupo egípcio, assim parece tambem este linha o confirmar

O ref fl e xo na agua, dos me us o c u lo s, un s b elo soc u l os pesa sado s q ue tinha ness a al tura em do irado, indica cam am na s aguas os olhos de um co rc o di lo na q eu la posi sic sao q ue el es t ra ze made ria de s ó t ero s ol h os a super rf fi cie e q ue se es p el hara nu made ria dos v id é os a qui ie pub li cado no L iv ro da V id a, q ua ando e x cata em n te ab o r do uma p hot, a do andrew, andre, e num pan t ano, os c roco di l os com o se de re pen te br ilha sm se us olhos, o vaso use seja al gume liga do gado a o g rupo do c roco di l o, o vaso use seja a on ni lo, o vaso use seja a um g rupo e g ip cio, as si m pa rece t am tambem este linha, circulo o confirmar, c on fi rato do mar

Como agora se desvelou, na própria escrita, só quando passar as notas, o irei entender em toda a sua extensão

Com o agora se d es v el lou, na pro p ria es c rita, s ó qua ando p as sar ás das notas, o ire i r en tender em toda a s ua e x t en sao

Rapariga em republica dominicana, me lembra sempre a que estava com o tal senhor judeu americano que fazia calças de jeans,

Ra ap par da riga em re pi ub lica do mini c ana, me lem b ra se mp re a q ue es tva com o t al s sn he o r jude u am ari c ano q ue f az ia c al ç as de j en a,, je ca da c en a da h en a hi en a da pena, rena, natal, c ru x zorro da al
Hoje de manha, a cidade parada e mais ainda deserta, chega, os, a quinze de agosto, os que ainda não tiveram feiras partem e a cidade costuma ficar mesmo tranquila, na rua do costa ao ped do beco do tremoceiro, um casa está abandonada há muitas luas, o u metálico que outrora suportaria as persianas, está como que aberto ao ar sem nada, um gato preto está no parapeito olhando do dentro, sua posição de novo me remeteu para o pequenino em posição de dente assanhado que aqui deixaram

H oje de manha, a da cidade do jardim da parada e ema mais ia anda de se rta da chega do os, primeira do quin ze de Agosto, os q ue a inda n cão t iv be ram fe iras p art te me a ac cida dade cos t um a fi car me sm o t ra n q u ila, na rua do costa ao ped do beco do t remo cie o rum casa e stá ab n do dn ad a h á mui t as lu as, o u met al i co q ue put r o ra s up porta ria as persi sin aa, e stá com o q ue ab berto ao ar sem n ad a, um gato preto e stá no para peito o l h ando do d en t ro, s u posi sic sao de n ov me reme te u pata o pe q un ino em posi sic sao cortez de dente as san h ad o q ue a qui de ix aram

Mais abaixo uma senhora, com ar estrangeiro no meio da rua faz um gesto de mao em sua fronte, como passando a mao por ela, e me intriga, fico eu a pensar que gesto era aquele, o seu significado, depois mais tarde , penso, da dança do pulp fiction, vou ao café e sé quando chego reparo que é domingo, a banca fechada, volto atras e quando passo em frente ao prédio cento e vinte cinco que remete para azul, e uma canção dos trovantes, e sagres, em frente a casa das lotarias campiao, um taxi, que para ali un instante bate com a porta, como uma pancada, olho as lotarias, e vejo o seu símbolo, uma roda da vida raiada que me trás sempre um perfume de sol nascente, oriente, na banca ao pe da estação, a linha se complementa, na capa do correio da manha, leio queda do aviao na mira do procurador, ou algo assim, uma mega festa no alentejo do casamento da filho do coutinho, e de repente, uma foto publicada no vinte e quatro horas, há muitas luas atras, dá a chave, um zodíaco com o durao barroso e muitas meninas a caminho de uma casa que parece o senhor terá numa ilha no brasil, uma foto que aqui abordei, as filhas de lot, lot arias , a pancada , ou seja o pum e pancada, no sentido de louca, e das filhas de lot , ou seja do grupo que estaria na tal festa, se não mesmo uma das filhas dele, caso mais do que uma tenha, o rei por baixo do titulo de braços cruzados, a reflectir ainda as linhas da historia do moita das flores da troca das bandeira na cml,

Ma is a bi axo uma s en hora, com ar est range iro no me io da rua f az um g est ode mao em s ua fr on te, como p ass ad dn o da mao por dela, e me in t riga, fi co eu a pen sarque, g es to e ra a q u ele, o s eu si gn i fi cado, d ep o is maís t arde , p en soda da dança do pulp fic ti on, v o u ao ca fé e s + o qua anda c h ego r ep aro q ue é do mig o, a banca fechada, v o l to at ra s e q un do p ass o em fr en te ao p roi di o c en t o e vinte c inc o q ue rem te para azul, e uma can sao dos t rova ant es, e sagres, em fr en te a c asa das lot arias cam piao, do primeiro do taxi, q ue para ali un is n t ante bate com da primeira do porta, como uma pancada, olho as lot arias, e vejo, o s eu s im b olo, uma roda da vida rai aia ad a q ue me t ra s se mp r e um per rf um med e sol nascente, o ire ren te, na banca ao ped da est aç são do tacao, a linha se co mp lem en ta, na capa do co rr e io da manha, le io queda do avia on primeira da praia de mira do pro roc cura dor, o ual goa ss im, uma do mega f e sta no ale en tejo do ca s am en to da fi l ho do coutinho, e de pr en te, uma f ot ro pub li cada no v ine te q u t ro hor as, h á mui t as lu as at ra s, d á ac h ave, um do zodiaco, com do circulo do durao do bar roso e mui t as me ninas a ca minho de uma casa q ue pa rece o s en hor te rr numa ilha no brasil, uma foto q ue a qui ab o r de i, as fil h as de lot, lot arias , a pan c ad a , o vaso use seja do circulo do pum, p um, e pancada, no s en t id o de elo de z u ca, e das fil h as de lot , o vaso use seja do g rupo q ue est ar ria na t al f e sta, se n cão me sm o uma das fil h as del e, caso maís do que uma t en h a, o rei por ba ix o do titu lo de br aços c ru z dao sa ref fl le c tir a inda ás das linhas da hi s tor ia do moita das flor es da t roca das ban de ira rana ca cam am ml,

O jaime está ao balcão e me cumprimento, assim leio em sua t shirt, uma onda de um pico como um bater de coraçao num electrocardiograma, ao voltar por baixo da cas da bela marta, reparo na montra da loja onde em tarde recente a vira, pois umas roupas, assim tipo de vaqueira colorida, são idênticas a que ela nesse tarde trazia, e que lhe ficam muito bem em seu corpo esguio, um puff, feito a mao, parece o rolo da cabeça, da chaise longa italiana, da semi onda, mais largo, mais à frente, dois varetas negras como uma carril, dispostas no chao, olho em frente e leio carrinha da health care, na casa do largo trinat e um , uma que parece francesa em seu aspecto, um leva pano rosa ali fora deixada numa das varandas de baixo antes na casa continua, muito antiga, reparo no brilhante alumínio de um sistema de elevação externo ao prédio, como a desvelar a relaçao e o significado

O jaime, que é nome de um rapaz ,ra ap z que es tev no h o spi t al psi q ui a t ric o julio de m atos, e q ue e ra , e ra um belíssimo artista, um bel isis sismo art id dt a, e stá a o bal coa e me cu mp rim en ro, as si m le iro em s ua t sh irt, uma onda de um pico com o um bat e r de cora sao num el ero car di o g rama, a ovo l tar por ba ix o da cas da bela marta, r ep aro na mon t ra da loja da onda em t arde rec en te a v ira, p o is uma s ro up as, as si m t ip ode vaqueira c ilo rid a, são id en tica sa q u el a ness e t arde t ra z ia, e q ue l he f icam mu it o bem em s u corp o es gui, um p u ff, feito a mao, pa rece o rolo da cab bessa, da c h a ise l onga italiana, da s emi pn da dama mais l argo, maia a fr en te, do is v ar eta s negras com o uma ca rr il, d ip ps ota s no chao, olho em fr en te e le io car rin m h ad a hel la t h care, na casa do l argo t rina te um , uma q ue pa rece fr anc es a em seu as pe c to, um l eva p ano rosa al i for ad e ix ada numa das varandas, nome, de ba ix o ant es na csa conti nu a, m u to antiga, r ep aro no br ila h n te al u minio de u ms is t ema de el eva sao e x terno ao pr e di o, com o ad es vela ra dp tribunal da relaçao e o si gni fi cado

Na banda da pampulha, os dvs, me dizem da queda do phoenix, da queda da águia, e esse perfume se entranha em mim, de um angulo que faz com outros dois dvds que assim na banca estão dispostos, torno a ver a capa do jornal com o tal linha do parecer errado que o morais diz que o amaral, psi, pagou,


Na ban dada da p am pulha, os d v s, me di ze made rua da queda do phoenix, da queda da águia, e ess e per rf um me se en t ran anha em mim, de um angu gula dez q ue f az com outros dois d v ds q ue as si mna banca est o a di s post os, torno da primeira ave da vera da capa, do jornal, com o t al da linha do parecer, e rr ad o q ue o morais di zorro q ue o am ara l, psi, pa g o u,