quarta-feira, agosto 26, 2009




Pela
Noite
Era
Ela
Eras
Tu

P el a N o i te Era El a Era s T u

Perfeita
Como
Um
Gomo
De
Uma
Laranja
Tangerina

Per rf e it a C om o Um G omo De Uma Lara anja T ange r ina


Ah
Doce
Senhora
Sumarenta
Como
Tanto
Sempre
Vos
Beijo

A hD o ce S en hor a S um ar en t a Com o T ant o Se m p re V os Bei jo

Como
Melhor
Em
Vosso
Peito
Vos
Beijaria

Com o Mel hor Em V osso Pei to V os Bei j aria

Como
Nele
Me
Deitaria

Com o N ele Me De it aria

Por
Esta
Noite
Uma
Luz
Pisca
Num
Monte

Por Est a N o i te Uma Luz P isca N u m Mon te

Como
Sinal

C omo Sin al

Ah
Se
Fosses
Tu

A h Se F os s es T u




Há um perfume a trinta e um da armada, que emerge nas ultimas linhas, e que sinto pelo ar aqui em salema,

H á um per rf um me a t rin t a e um da armada, q ue mer ge na s ul t imas l in h as, e q ue sin to p elo ar a qui em salem,

Pois a imagem do sofá do filipe do st arc k, arco do circulo da kapa, revista do grupo dos bandidos, a imagem simbólica de fortaleza, me evocou uma memória antiga na rua dos contrabandistas por debaixo do palio cio das necessidades, e a recordara pois em dia seguinte a tal queda da avioneta na herdade de palma, na mna manha desse dia em que deixaram uma serie de pistas sobre a leitura dessa imagem, apareceu um rapaz ruivo de cabelos encaracolados ali na esquina da primeira rua, olhando como pensando, vestia de marinheiro, como se estivesse procurando algo tambem relativo á queda da avioneta, e me lembrou de uma noite de uma casa ali nessa mesma tua , duas ou tres a frente se tanto que trás assim um balcão de janela em forma de fortaleza, uma casa onde um noite antiga pelo cio fora induzido a pensar que lá estarias, amada minha

P o is a i mage ma de ria do s o fado do fi lip ip do ipe do st arc k, arco do circulo da kapa, r e v ista do g rupo dos bandidos, a i mage made ria s im bo lica de f orta le za, me evo co u uma me mor ia antiga na rua dos c on t ra ban di st as por de ba ix o do pal do lio do io do cio das necessidades, e a rec o r d ar a p o is em dia se gui n te a t al queda da avio n te ana her dade de palma, na mna manha de s se dia em q ue de ix aram uma se rie de pi st as s ob re a lei tura de s sa i mage made ria ap ar e c eu um r a p z ruivo de cab elo s enca roca calos c alo, al ina es u ina da prime ira rua, o l h ando com o pen sand o, v est ia de marin he iro, com o se est iv esse por rc ua r ano al g t am tam am tambem re la t ivo á queda da avio n eta, e me l em br o u de uma no it e de uma c asa al ine ssa me s m a tua , duas o u t r es a fr en te se t ant o q ue t ra s as si m um bal cao de jane la em forma de f orta le za, uma c asa onda um no it e antiga p elo cio for a indu z id o a p en sarque l á es at ria s, am a d a m i n h a

Contrabandistas ressoa numa estranha noticia que dava conta de alguém que por conhecimentos informáticos, tinha tido acesso a muitas contas e muitos créditos e tinha feito despesas de milhões, que por sua vez se traduz, em alguém que tinha acesso aos meus cadernos

C on t ra ban di st as r ess o a nu m a e ts ra anha no it tica q ue d ava conta de al gume q ue por c on he cie mn t os in for m at i cos, tinha t id o ac ess o am u it as c on t ase um it s o c red it os e tinha f e it o d es pe z as de mil h o es, q ue por s ua ave set r adu, em al gue m q ue tinha ac ess o a os me us cade rn os

O vinho tinto da coruja do rio doiro, vê um perfume a escrita da roriz, da olga,

O v in h o t int o da co ru j a d o rio doiro, vaso e um pe f um, s us kin , e primeira da es c rita da roriz, da olga,



Ah
senhora
Esta
maquina
De
telefone
Sofre
certamente
Do
mesmo
problema
Do
que
eu

A h s en hor a Est a ma q u ina De tele f one S o fr e ce rt a m e n te
do me sm o pr o b l ema Doque eu




pode
Como
eu
Ser
míope
Para
ainda
Não
conhecer
Ao
perto
Vossa
face
E
Morar
em
vosso
Coraçao

S ó pode C omo eu Ser mí o pe P ara a inda N cão c on he cer A o per to V os sa face
E Mora r em v osso Cora çao

Pois
Vos
Garanto
Que
Em
Frente
A
Asa
Estavas
Tu
Feita
Lua
No
Ceu

P o is V os Gara n to Que Em Fr en te A Asa Es tva T u F e it a Lua No C eu
At
Sea
A
Room
With
A
Love
View

A t Sea A R o om Wuth, a l ove w it h ruth A V ie w

A S A R W A L VV L A W R A S AR A A M H A E WW E A H M A A T

AC R W S LA E AA AA R W MH W R HM AA AA L SEA V A WT
W R VA E A L S A AAA HM W R M H R W AA AA A ES L T W A V
VA W T L SEA AA AA WR HM R W MH AA AA S L A A AV E R W
ATW A V AESL AAAA M H R W HM WR AAAA EAL SW T V W R V A


Love at first sigth
You can say to me
That love is all the sigth

L ove a t fi r ts si g t h, Y o u can s a y tome Taht l ove is all t he sig t h

LYT TYLHEHHEH

Indeed love is all

In dee d l ove is a ll

IDISA
ASIDI

Even
I can say to you
That Love Is
All the sigth

Eve en I can s a y toy o u T hat L ove IsA ll t, he the sigth

EI C S T Y T L O ARS
NU SN ST
H SUN

You know
If we are calm
We are always in love
We feel love as brezze

Y o u k no w I f we a r e c a l m, We a r e al w a y sin l ove,We f eel l ove as br ise

And love is beauty
And beauty Express
Always love

And l ove is bea u t y and be a u t y E x press Al w a y s l ove

So beatifull
A woman sun
In a white gentle
At the sunset
In a summer dress


S ob e ua ti f u ll A woman s un Ina w h it e g en t le s um mer d r ess A t t he s un set

We see eachother
At the same time
By spirit
We recognised the sipit

We see e ac hot her A t t he si sam am me time B y spi rit We rec o gn ise sed dt he s ip pit it

Than in a brezze
We were connected

I smille to you
When ours eyes meet
You say a small word of two letters
Strange saying

T han ina ab br e z ze We we re c on nec ted, I sm i ll to y o u W h en o ur s eye s meet Y o usa y s am l word o ft w ole t te rat serpent, St range sa y ing

Before
when walking
Y as thinking
My love
We are sinking
I sink
In your swett arms
I die in your arms
And i reborn in our love

Be for e w h en w al k un g Y as t h ink ing M y l ove We ar e sin k ing I sin k ing In y o ur sw e tt ar ms I di e din y o ur ar ms And i re bo r n in o ur l ove

If
You
Read
My
Mind
Than
We
Are
Bond
By
Love


I f Y o u R e a d y M y Min d T h an We Ar e Bond B y L ove

Than
We
Are
Loving
Eachother

T h an We Ar e L ov ing E act hot ot her

So
Simply
Love
Is
So
Simply
Love
Can
Be

S o Si mp l y L ove Is, S oS si mp l y L ove Can Be

More
Simply
That
Saying
This
By
Words
From
My
Lips
Closed
To
Your
Ears

Mor eS i mp l y T hat S a y ing T hi s B y Words Fr om M y L i ps C lo s e d T o Y o ur E ars

M S T S T B W F M L C T Y E
E Y T C L M F W B T S T S ME Y T G S Y S M Y S D O R SS R O D S Y M S Y S G T Y E

ME ES SY Y R TT TO SC CGD TL SS BM YY W F SM F W MS M B YY LT SS CS D G T T O T Y S R Y E M S E
SE E M R Y Y S OT TT DG CS SS L T YY MB, C I T Y B A N K, MS F E SM W F YY BM GDS C TOT T Y OT T Y R S Y ES ME
EM SE Y S R Y TT OT CS DG L T SS MB YY FW MS WF SM BM YY TL SS SC DGT T T O S Y Y R ME ES
ES ME Y R S Y TOT T GD SC SS T LYY B M SM W F MS F W YY MB SS L T DGC S OT TT RY Y S SEE M

Perhaps
You
Love
Me

Per h a ps Y o u L ov Me

P Y L M
M L Y P
S U E E
E E U S

PM SE Y L UE LY EU MP ES
ES MP EU L Y UE Y L S E P M
MP ES LY EU Y L U E PM SE
SE PM UE Y L EU L Y ES MP


Or
Perhaps
You
Know
Me

O rP Per h a p s Y o u L no w Me

O P Y K M
M K Y P O
R S U W E
E W U S R

O M R E P K SW YY UU COM BOI IO, KP WS MOE R
E R MO W E K P UU YY SW P K R E O M
MOE R K P WS YY UU PK EW O M R E



Perhaps
My
Step
Was
Conduted
To
You
At
That
Point
In
Time

Per h a ps M y St ep W as Condu ted T o Y o u A t T hat P o int In Time

P M S W C T Y A T P I T
T I P T A Y T C W S M P
S Y P S D O U T T T N E
E N T T T U O D S P Y S

PT S E M I T Y N S P PT W T P T CY O U T T U O Y C T D A W T S Y S TP PM NY TP ES
ES TP NY IM TP PS TS RD T W U O AC O U Y T DT T Y ST CA PT W T P YN SI S E M T P
TP ES IS NY PS NY T W TP AC TS AT TD Y T TD TY UO CAO U W T DT SP PT MI Y N PT SE

Perhaps
Ok
Was
A
Word
Of
Fishing

Per h a ps O k W as A Word O f F is h un g

P O W A W O F
F O W A W O P
S K S A D F G
G F D A S K S
P F S G O O K F W WS D AA AA W W DS OO F K F P G S
G S F P F K OO D S W W A A A A S D E E K F O O S G P F
F P G S O O F K W W D S A A A A W W S D OO K F P F S G
S G P F K F O O S D W W A A A A D S W W F K O O G S F P


Perhaps
A
Fish
Something

Per h a p s A F i s h S o m e t h ing

PAFS
SFAP
SAHG
GHAS
PS SG A F A H F A H A S P G S
G S S P H A FA A H A F S G PS
SP G S E A H A A F A H P S S G
SG PS AH A F H A F A G S S P

You
Are
Very
Beatifull
I
M
Loving
You

Y o u Ar e V e r y Bea ti f u ll I M L ov ing Y o u

Y A V B I M L Y
L Y M I B V A Y
U E Y O E M G U
H G M I I Y E U

Y LU H A Y E G V M Y M B I O I I B E I M V M Y L A G E Y Y U U
H U L Y G E Y A M Y M V IO I O I B I E N U Y M V M E G A L U U YY
YY UU LA GE M V M Y I B E I B I O I V M Y M A Y E G Y L U H
UU YY E G A L Y M V M I E B I I O I B M Y M V G E Y A H U L Y


O
Cio
Montado
Pelo
Correio
Da
Manha
E
Aqui
Em
Bastantes
Lugares
Tambem

O do Cio do Montado P elo do Correio Da Manha E A qui Em Bas t ant es Lu gare es T am tambem

O C M P C D M E A E B L T
T L B E A U M D C P M C O
O O O O O A A E I M E S S M
M S S M I E AA O O O O O

O
Espírito
Me
Desvelou
Um
Grupo
Que
Os
Faz

O Es pei r toMe D es velo LOu Um G rup o Q eu Os F az
O E M D U G Q O F
F O Q G U D MEO
O O E U M O ES Z
Z S E O M U E O O

As
Tónicas
As
Mesmas

A s Toni nicas, As Mesmas

A T A M
MATA
SSSS
SSSS

Qual
Queres

Q ual q eu r es

QQ
QQ
IS
SI

Ama-me
Ou
Morre

Am a DO TRAÇO DA INGLESA me o um mor re
Ou
Morre

A OM
MO A
E UE
EU E

Depois
Sabes
Eu
Gosto
De
Homens

D e p o is S ab es Eu G os t o De H om e n s

D S E G D H
HD G E S D
S S U P E S
S E O U S S

D H SS S D S E E G U O G E P U DS ES HD SS
SS DH SE SD UP E G P U HE ES DS SS H D













Da importante imagem no vídeo, ultimo,

Da i m por ante i mage m no v id e o, au l ç t rato mo



No ligth, but rather darkness visible
Mas essas chamas lançam , nao luz , mas sim treva visível.*

A epígrafe, assim designada e traduzida por pessoa,

No lu gt home maior but rat her d ark bess vaso isi sible, ib ble, , segundo le, sible, mo u che, a l v o, arco, fl le cha do ponto da arte do rato do aro do isco

Pois que assim seja, que as trevas se tornem então visíveis, que a luz seja então as das trevas à continua ausência da justiça

P o is q ue as si maior do seja, q ue às das serpentes das trevas set ron em en tao v isi v e is, q ue a l uz seja en tao a s das t r eva s à conti nu a au s en cia da justiça

Nas folhas do espolio, segundo nos dá conta quem as coligiu, o texto se estende por dezanove folhas, vinte e uma paginas, arquivados no dossier 27´w com as cotas que vao de 1 a 19, e são geralmente encimadas pelo titulo Hora do Diabo, nove vezes, A Hora do Diabo, duas vezes, Noite do Diabo, duas vezes, em dois casos escrito em ingles Devil´s Nigth


Na s f o l h as do es polio, se da gun do don dn nós do quadrado da primeira assenta da primeira da conta, quadrado do eu ema as coli gi u, o te x to ze est en de por dez a no ove fo l h as, vinte e uma pa gina s, ar q u iva ad os no do s sie r 2 7´w com as das cotas, q eu do vao, ps, de 1 a 19, e são ge ra lem n te eni c i mad as p elo titu lo hor ad o da ib o, n ove v e z es, a Hor ad o Di ab o, du as v e z es, noite do Di ab o, k du as v e s es, em do is casos es c rito em ingles Dec i l a pt os l o serpente Ni gt man, noite, no it te e

Ou seja temos cotas, que trás duplo significado nesta lingua, ou seja crescidos, e tambem medições e linhas isobáricas e isometricas, uma id que remete para o ps, vao, algarve, primeiro do primeiro novo nono, e ainda uma vibração que apareceu ao poeta durante e própria escrita, hora do diabo, que estende o tempo, a hora do diabo, que a precisa, e a devil´s nigth, em ingles, que parece então remeter para um dos possíveis espaços ou locais onde o diabo nessa hora se manifestou, diabo, como imagem de divisão, imagem de divisão , como imagem de fractura, como imagem de queda ou de rebentamento, por tensões que não se encontram resolvidas em forma equilibrada

O vaso use seja t emo serpentes cotas, q ue t ra s d up lo si gn i fi cado nest a l in g ua, o u sj e ac r es c ido s, e ta tam am tambem me di ç o es e l in h as is o b ar i cas e is o met rocas, uma id que reme te para do circulo do ps, vao, algarve, prime iro do prime iro n ovo do nono, e a inda uma v i br raçao qq ue ap ar e c eu ao poe eta duran t a e por rp e ia es c rita, hor ad do circulo do diabo, q ue es net n de do circulo do tempo, a hor ad o diabo, q ue a pr e c isa, e ad e vil a ps ot lo serpente s ni g t h, em ingles, q ue pa rece en tao reme teresa rp para um dos p os si v e is es p alo s o u lo cia s onda do circulo do diabo ness a hor a se m ani f es t o u, diabo, com o i mage made ria de di visao, i mage made ria de di da visão , como i mage made ria de fr ac tura, com oi mage made ria de queda o u de r e b en tamen to, por t en s o es q ue n cão se e c non t ram r es ol v id as em forma e q ui libra ad a

A hora do diabo na clivagem do tempo, com fumo , vapores de enxofre, ou de fumo e de fogo, o que remete talvez para as torres gémeas, ou as bombas em londres e madrid, do que propriamente para o tsunami, sendo que fogo e chamas se manifestaram agora mesmo, tambem em sic no aviao da sata com o tal bandido guilherme do psd, ou seja uma relaçao com aéreos, sara, acores, azor, falcão,

A hor primeira da ad do circulo do diabo na c l iva da vage made ria do te mp o, com f umo , v ap o es de en xo fr e, o u de f umo e de f ogo, o q ue rem te t alvez maís para as ot t r es ge me as, do q ue pro pe iram n te para do cic circulo do ts un am is en d o que fogo e c ham as sed e ram t ab e me m sic no avia o da sata com o tal bandido guilherme do psd

O hora do diabo é um original do poeta fernado pessoa, na linha de outros grandes autores que abordam esta problemática, do fausto, publicado pela assírio e alvim, ou seja com as relações que de alguma forma já tem vindo as ser aqui neste Livro da Vida abordadas com alguma extensão

O hor ad do circulo do jornal diabo, é um o rig ie ml dop o eta fernado pessoa, na linha de outros g rand es au ot r es q ue ab o r dam am e sta por rb el mat tica, do f au s ti do fausto, p ub li cado pe la assírio e al v imo vaso use seja com as das r e l a ç o es, q ue de al gum a forma j á te maior vaso indo as ser a qui nest e l iv ro d a v id a ab o r dada s c om al gum a e x t en s o a


Neste texto o encontro de fausto dá-se durante a gravides de uma rapariga com que ele caminha falando, mais falando na realidade com a criança, que se bem me recordo, nem ela sabe ainda que lhe vai nascer, e a imagem da ponte como cruz cabide, recentemente aqui comentei no caderno de apontamentos de uma viagem a cabo verde, vem desse texto

Nest e texto o en c on t rode da ode fausto da a ps oto lo s r p en te da inglesa kapa do le serpente da ase do traço duran te a g ra vaso da ode espanhola de uma rp a riga com quadrado da ue le eca min homem da primeira de fala lan anda, mais fala lan ando na re la id ad e com a c rina aça q ue se b em me rec o r sd one m el a, o sabe, s ab e a inda q ue l he eva ina sc ser e a i mage made ria da ponte com o c ru zorro do cab do bidé da bid, , rec en te mn te a qui com en te ino cade i rn ode ap ponta rta tam tamen t os de uma via ge m ac ab ove verde, vaso em d esse te x to

Estamos pois a falar de um gravidez, e não necessariamente de um gravidez real, mas tambem simbólica, se bem que pelo que já se desvelou acima, parece tambem ter sido feita uma marca durante a própria gravidez, e o espelho aqui neste preciso momento mo confirma

Est amos p o isa f ala ar de um g ra v id dez, e en cão ne c ess a rie m nete de um g ra v ode dez rea l, mas t am tambem s im bo lica, se b em q ue p elo q ue j á se d es v el o u ac ima, pa rece tam am tambem teresa s id o feita, uma marca duran te a pro pe ia g ra v id dez, e o es p el h o a qui nest ep rec is o mo men t o mo c on firma

Que genero de marca durante a gravidez, pois muitas em muitas formas poderão ter sido feitas, sem meu conhecimento, pois a mae para elm de puta é tola e sempre se escondeu, poderá ainda ter sido uma marca que afectou a relaçao, como uma outra gravidez provocada por um outro homem, por iniciativa própria ou a mando de outras, como uma aposta, pois é uma ideia comum, uma aposta que teria como base, separar a família, na aparência, para roubar o filho, como objectivo prioritário, contudo não é este o momento nesta narrativa de abordar os detalhes em exaustão, para não perder o fio condutor dos acontecimentos que se manifestaram em redor desta linha, pois são muitos e sua suma muitos outros ira certamente esclarecer


Q u e g ene ero de mar rca d ur na te a g ra v id dez, p o is mui t as em mu it as das formas pode ra o teresa s id o feitas, se maior me vaso do c on he cimento, p o isa primeira mae para elm, de puta é t ola e se mp rese es conde vaso, pode rá a inda teresa s id o uma ma rca q ue a f e ct o ua da primeira da relaçao, com o uma outra g ar v id dez pro ovo c ad a por um outro homem, por inc cia t iva po rp ps ia o u a man d ode de outras, com o uma ap da posta, p o is é uma id e ia com um, uma pao sta q ue te ira com o base, se par ar a f am i l ia, na a ap rec eni ca, para ro ub aro do filho, com o ob ject ivo p rio rita ria o c on tudo, n cão é ste o meo mn to nest ana r rat iva de ab o r d ar o sd eta alhe es em e x au s tao, para n cão per der o fi o condo oto tot dos ac one t cie mn t os q ue se m ani f es t aram em red o r de sta da linha, p o is são mui t os e s ua s um a mui t os outros ira ce rta em n te es clare rec ser

Relembro, que a palavra cabide, declina em cab do ab da bid id, e , e bidé, que trás um desenho que lembra uma ficha de alimentação, ou seja a da ficha da alimentação do cabo, da energia, e dos porcos, este são alguns dos valores simbólicos por correspondência e declinação

R el em br o, q ue a pala vaso av ra do cab bide, dec l ina em cab do ab da bid id, e , e bid e, q ue t ra s um d es en h o c eu lem br a uma fic h ad e al i men taçao, o vaso use seja primeira ace da fic h ad a al lie mn taçao do cabo, da ene r g ia, este são al g u sn do serpentes do valor, revista finanças, s s im bo lico spor co rr e ps on den cia e dec lina aç são cortez

Voltando então à imagem que o vídeo desvela em sue inicio, tres livros se destacam, dois abordados pela fala no vídeo, que fazem cumulativamente sentido pela sua leitura, ou seja, a hora do diabo da clivagem do tempo, que é sempre uma clivagem no espaço, ou num espaço, ou ainda de uma forma num espaço,

Vol rat ando en tao à i mage made ria q ue ov id é circulo, d es vela em s ue in ni cio, t r es l iv rosse d es t aca cam am, d o is ab o r dd os e f al de forma , q ue f az em com mula t iva em n te s en t id o p el a s ua lie tura, o vaso use seja, primeira da hora do d a ibo da c l iva da vage maior do te mp o, q ue é se mp re uma c l iva ge m no es paço, o un um es paço, ou a in made ria dad e uma forma nu primeiro es paço,


Um outro conceito emerge, pois o tempo é sempre espaço e portanto o seu uso vulgar e incorrecto remete para a medição, e medição se baseia em escala e em circulo ou esfera, o que abre o campo para rotação da esfera, ou seja tambem para tsunami,

Um outro c on ce iro e mer ge, p o is o te mp o é se mp re es paço e porta anto o s eu us ov u l gare inc o rr e ct o reme te para a med dc di sao, e med dic sao se ba seia em es cala e em c irc u lo o u es fera, o q ue ab reo do circulo do campo, para da r ota taçao da es fera, o vaso use seja t tam am tambem para ru sn am is,

O segundo livro é um poema de ramiro correia , publicado pela inter vídeo, na rua d pedro nunes, 4 a, telef, quadrado do circulo do sexto, do circulo da estrela do bar do ra do quadrado de dez ase sete, o primeiro set de oitenta e sete, edição do autor em mil novecentos e setenta e tres,

O se h un dol iv ro é um poe ema de ra miro co rr e ia , p u l vi cado p el a int r e v id e o, na rua do pedro nunes, 4 a, tele f, qua d ra ad o do circulo do sec to, do c irc culo da estrela do bar do ra do quadrado de dez ase sete, o primeiro set de oitenta e sete, e di sao do au ot em mi l novecentos, italia, e sete en t a e t r es,

Ramiro correia, que assim declina, correia de transmissão, cremalheira, do ra am miro, moro,

Ra am ram do miro cor rei a, q ue as si made ria dec lina, cor rei ad e t ra s miss o a, c r ema m al he ira, do ra am miro, moro,

Tem uma citação no seu prefacio,

Te maior uma cita aç sao no s eu pr e f ac cio do io

Au commencement éatit la peur, puis la resistance, à l´object de la peur, ensuite le verbe, le secret, et les autres occurrences, je mets le chant cote a cote acev l´illusion,oì il vous plait de les placer, rene char

Au com men ce men t é a tit la pe ur, p u is la re sis t anc e, à l´ob ject de la p ape e ur, en s u it e le eve rb e, le secret, e t l es au t r es o cc ur ren c es, je met s le c h ant co te a c ot e ace v l´i ll u sio no oì i l v o us p lait de l es p la ac e r, rene nec homem da ar


E é um poema lindíssimo, que eu espero poder te um dia ler com meus lábios ao pe de tuas orelhas e olhos,

E é um pe oma l in di s simo, q ue eu es p ero p ode r te um dia ler c im me us l ab is o a o pe dd e t u as do orelhas e o l g h os,

O terceiro livro destes dois está afastado, não faz um vaso com eles, mais desenha uma paralela como carris, é uma colectânea de líricas portuguesas primeiro volume com selecção e prefacio e apresentação de jorge de sena, das edições setenta, que me remete para apolo setenta, um dos mais antigos centros comerciais de lisboa, para uma das psicólogas, envolvida no processo do rapto de meu filho, abro-o agora em me sai uma outra chave, alvaro feijo, eu marco polo, eu o navegador, que espero que se compreenda no desenrolar destas linhas,

O te rc e iro rol do onze primeiro do iv ro d este s do is e stá f as t ad o, n cão f az um vaso com eles, mais d es en h a uma para lela com o carris, é uma c ole ct ane ad e li ric as portu gi ess as prime iro v o lume com sele cç sao pr e f ac is oe ap r es en taçao de jorge de sena, do fr, do carrilho, o jorge pires, das e di ç o es sete en t a, q ue me reme te para do apolo setenta, um dos maís ant tigo s c en t ros co mer c isi as de lie boa, para uma das ps i c olo gás, en v o l v id ano do processo do rapto de meu filho, ab ro do traço ingles do circulo do agora, em me sa e uma outra da chave, al vaso do ro f e i jo, do europeu marco do polo, eu do circulo do navegador, q ue es pêro ero es, q ue se co mp renda no d es en rola ar de sta s dd as das linhas,

Pois marco polo, aparecera na leitura primeira que fizera do vídeo, e declinou em marco do grupo ex nihilo como se entendera em pormenor na parte masi a frente deste texto, e depois me apareceu ao abrir o livro do jorge de cena, um tal alvaro do feijo, uma localidade do outro lado da ponte ao sul de lisboa

P o is mar co p olo, ap ar e cera na lei tura prime iraque fi z r er ad v id é circulo, e dec lino u em mar cod o g rup o e x ni hi ilo dez , com o se ene ten der a em pro rome nora na p arte ma si a fr en te d este te x to, e d ep o is ma ap rece ru a o ab r iro do rol do l iv rodo do jorge dec cena en primeira, um t al al vaso do aro do feijo, uma local cali dad e do outro rol do onze da ad, o da ponte, a o sul del el da lis boa

E quer se queira, quer não , a poesia é uma especialização de espirito, uma forma peculiar de educação, embora vise ao conhecimento analógico e simbólico, da realidade total, mil novecentos e cinquenta e oito, jorge de sena , palavras na contra capa

Eq eu r se q u ira, q eu rn cão , a poe s ia + é uma es pe cia liza ac cortez sao de es pie it o, uma forma pe cu liar de edu caçao, em bora vaso ise a o c on he cie mn to ana lógico e s im bo lico, da rea l id ad e tota l, mi l novecentos , italia, e cin q eu en t a e o it o, jorge de s en a , pal av ra s na cao n t ra capa

Jorge de sena , outro português tao mal tratado, que recentemente aparecia a dizer, do exílio, com a justa zanga, que não esperancem que ele de novo subisse à arvores das patacas, implicitamente dizendo assim que outrora em outro tempo, o dele teria subido a arvore das patacas, arvore do oriente, do conhecimento, a arvore da vida,

J p r ge de sena , outro portu gi es tao m al t rata ad o, q ue re en te m net a ap rec ia a di ze r, do e x i lio, com a j us t a z an g a, q ue n cão es pe r anc em q ue el e de n ovo s ub iss e à ar v o r es das pata sc as, i mp li cta am que mente, di z en do as si m q ue o it ro ra emo de outro te mp o, o del s teri s au bid a arvore da spa t a sc as, arvore do oriente, do c one h cimento, aa r v o red primeira david, vaso id da primeira

Abri ontem ainda em lisboa, o livro ao calhas, e me sai a rapariga delicada, a ressoar de novo numa das joanas, a filha do tal psi, do diagnostico aparentemente trocado, que masi não respondeu ao aqui inquirido, a fazer prova da sua cumplicidade e envolvimento no roubo de meu filho, e consequentemente prova do envolvimento do ps

Ab rio n te ema inda em lis sb boa, o l iv ro a o c l h as, e mesa ia ra pr a g id a deli c ad a, ar esso da ar de n ovo nu mad as sj das joanas, a fil h ad o t al psi, do dia gnóstico, ap ar en te mn te t roca ad o, q ue ema si n cão r es ponde ua o a qui inc eu t rito, a f az e r por v ad a s ua co mp li cidade e en v o l vi em n to no ro ub o de meu filho, e co nse q u en te mn te pro da ova do en v o l vaso do ie mn antonio do ps

Assim reza a pena de joao jose cochofel, o coc do home do fel do mello, , o coc h fel do aires de campos de coimbra no final da primeira grande guerra na cisco, brando tambem assim outra linha de um outro seu poema o desvela

As si m r es z a ap da primeira pena de joao do jose cochofel, o coc do home do fel do mello, o coc h fel do aires de campos de coimbra no fina al da prime ira g rande q eu rr ana cisco, brando t tam am tambem, as si mo de outra da linha de um u t rose se eu poe ema o ode da es vela

Tardes enevoadas e frias
Abandonadas
Ermas
Tristes como eu...

Foi mais tarde
Que a tal desgraça se deu

Búzio

T ard es ene v o ad as e fr ia s Ab ban dona ad as E rm as T r is t es com o eu... F oi maís t arde Q ue a t ak d es sg ra aça sed eu di B uz io, brasil, e um passe no mos te r iro dos jerónimo s no dia da me mor ia do t remo emo mor do tremor, em mil sete c en t o ze sete en t a e c on co a qui na rr ad o

Rapariga delicada

Rapariga delicada
Tada em voos e perfumes
Em ti é a tarde que afaga
E sol dos olhos e dos cabelos

Dá-me as tuas maos
Entre nós, nem ciúmes
Nem medos

O dia, hoje
Teceu grinaldas pra os nossos dedos

Sol de agosto, in 46 aniversário

Ra ap par da riga del lic circulo da ad primeira d a R a p riga de li c ad a T ad a em v oo se do perfume serpente, Em ti e a ps ot lo serpente da primeira trade q ue a g a fi E sol dos olhos e do s cab elo serpente, D á do traço da inglesa me as tua s maos En t re nós, ne m c cio do io da ova do vaso me es serpente ne m med os O d ua, h oje Tec eu g rin alda s p ra os no ss os de sd os Sol de agosto, in 46 ani ver sário, sá rio, o do porto

Breve
Breve
O
Botão que foste
E o pudor de sê-lo
Breve
O laço vermelho
Dado no cabelo

Breve
Tanto sonho fiado
Que a vida pisou

Br eve B reve O B o tao q ue f o s te E o p u dor de s ê do traço ingles primeiro do circulo dez Br eve O l aço verme l homem do oi do Dado no cab elo Br eve T ant o s on h o fia ad o Q ue a v id a piso vaso

Abro ainda outra vez o livro ao calhas e me sai um poema da mericia de lemos, ou da mer e cia do lemos, ou seja da márcia das putas da rtp, olhos coruscantes, da rua onde moram ou moravam os pignatelli, os pig na telli, e telly de visor que pisca o circulo vermelho, como o vídeo antigo sobre o tsunami o desvelava, ou seja alguém dali dos olivais, dos caralhos laranjinhas, que é enato responsável, pela quebra do templário ingles, da roda da vida, ou ainda relacionado com a queda de algum sufi, ou talvez os acontecimentos na argélia, ou um dos países vizinhos aqui referenciados, pignatelli, é nome da puta do conselho de administração da rtp, que agora fora convocada pela Palavra no ultimo vídeo

A b r o a inda o u t ra ave z olo dez ov ro a o c alha semem, sa e um pe oma da mar i ca de l emo s, o u da mar cia dol emo s, o vao use seja da mar cia das putas da r tp, olhos car ru sc can te es, da rua onda mor am ou mora ava vam am do os pig gn a te ll io s pig na te ll i, e te ll delta de v is o rato q ue p isca o circulo vermelho, com o ov id é circulo do antigo s ob re o ts un am io d es vela ava, use seja al g eu mar dali dos o l iv ia sd os car l h os lara n jin h os, q ue é en tao r es p os na ave l, p el a q eu br ad o te mp la rio ingles, da roda david id da prima, o ua inda re la cio n ad o com da primeira da queda de al gum sufi, o u t alvez os ac on tec cie mn t os na ar gel ia, ou um dos pa ise s v iz in h os a qui refer en cia d as o, p u g n a te lll , grupo cento e onze, , é no me d a p u a t dd do conselho de ad min si t raçao da rata do tp, q ue agora for ac on v o c ad ap el a Pal do vara, ps, no u l t imo v id é circulo

um calafrio, um calefrio que conheço e sinto em mim, e que muitas vozes trazem no vento, a ultima era que o tal do lx, queria o meu filho, qual lx, do porto, o irmão do pedro, ou o tal que nem creio saber quem é do tal restaurante de lisboa ali ao lado da casa putas do convento das putas, atentai em mais mal fazer a meu filho, e vos deito lugar pedra por pedra abaixo!!!!

um cal fr io, um cal fr io q ue c one h ç oe sin t o em mim, e q ue mui t as v os es t ra em no v en to, a u l t ima e ra q ue o t al do lx, q ue ria om eu fil h o, q ual l zorro do x, do porto, oi r mao do pedro, o u o t al q ue ne m c rei do io , o saber, q eu mé d o t al r es t au ran te de lis boa al i a aol ado da casa putas .do c on v en t o da s putas, a t en ta ie maior maís m al f az e ra me u fil hp, e v os de it o lu g ar pedra por pedra ab a ix o!!!!

E se desvela no perdoo, que se trata então do paulo , o abrunhosa, com relações a o a hp do convento das putas, ou seja das danças, ou seja com relaçao ao grupo do horta, o primeiro zorro do x,

E se d es vela no per id o d, q ue set rata en tao do paulo , o ab rio do io in un h os ac om r el aço es a o a hp do c on v en t o das putas, o use seja das da sn ç as, o vaso use seja com da relaçao, primeira do circulo dog do rup o do horta, o prime iro zorro do x

Curiosamente em forma síncrona quando aqui cheguei a fui a falésia, levava o radio do telemóvel, e tres estações se apanhavam e muito mal e duas delas, foram precisas nas musicas que passaram, a primeira que escutei, fora a da be, a que andava na minha cabeça, em dias antes da gravação do vídeo health care, que começa, boys and girls, mas que esteve para glosar o tema dela, e um outro do irmão do paulo, do pedro abrunhosa, que fala, de quem me livra desta espada, e me faz retomar ou encontrar o caminho, e coisa assim e tal, a terceira era a antena dois, a mesma onde ouvira o cio do poema do andre gago, no dia da leitura da balança

C ur is om que mente a en te, em forma sin c ron a qua ando a qui che g eu ia fu do vaso do ia fal e s ia, da falésia, l eva ava do circulo do ra di o do tele emo do ove el, e t r es e ts sao es sea da primeira da pp ap da anha da ava cam vam am e mu it o ma l e du as del as, foram, pt, pr e cia sn ás das mu sic as q ue p ass aram, a prime iraque es cu te i, for a ad a be, a q ue na dv ana min h a cab eça, em dias, psd, ant es da g ra v aç sao do ov id e o he al t h do care, q ue com eça, bo y sand gi r l s, masque ts v e para g l os s aro t ema dela, e um outro do iram o do paulo, do pedro abrunhosa, q ue do fala, de q eu mme l iv ra d esta es pada, e me f az r e tomar ou en c on t ra aro do ca do minho, e co isa as si me t al, a t rec e ira e ra primeira da antena dois, a mesma da onda, o uv ira do circulo do irao cio do p ema do gago, no dia da lei r tura da bala lan ança espanhola cortez

A mer da cia da márcia de lemos assim escreve

Nasceu um menino morto
O mais orgulhoso orgulho
Ficou humilde humildade
A mais alegre alegria
Foi a tristeza mais triste

Nasceu um menino morto

Dum grande e imenso amor
Eu fui mesmo o coraçao
Ao julgar-me esquecida
Da ternura e do desejo
Concebi um outro amor

Nasceu um menino morto

Os sorrisos que não houve
As lágrimas não choradas
Enlaçam-se no meu peito

Nasceu um menino morto

O mais orgulhoso orgulho
Ficou humilde humildade
A mais alegre alegria
Foi a tristeza mais triste

nasceu um menino morto....

( I bidem, pagina cento e sessenta e nove, ou seja o o primeiro do sessenta e nove, da inversão, o jorge de sena, o jorge do grupo do carrilho, o jorge, fiel, espero eu que não de engrácia, a ele fiel


A do ad do circulo do mer da merda cia da márcia de lemos as si m es c r eve na sc eu um me nina mor to, O maís o r g u l h os o o r g u l h o fi co u h um ilde h um il dade A mais alegre al e g ria , F oi a t r is teza maís t r is te N as c eu um m nina mor to D um g rande e i men s o am mor Eu f u oi me sm o o cora são A o j u l g ar do traço da inglesa sam me es q eu cida, Da te rn ur a e do desejo, almodovar, c on cebi um de outro am mor Ne ac eu um me m nini mor to Os sorrisos q ue n cão h o uve As lá g rim as n cão cho r ad as En la ç am do traço da inglesa se no me u pei to Na sc eu um me nina mor to O mais o r g u l h os o o r g u l h o Fi co u h um ilde h um il dade am mais a el gre al e g r ia F oi a t r is teza am ms si t r is te Nba na sc eu um me nina o ino mor to.... ( I bide em), pa gina do cento e se s s en t a e en ove, o vaso use seja oo prime iro do se ss en t a e n ove, da in ver sao, o jorge de sena, o jorge do g rup o do carrilho, o jr o ge, fi el, es p ero eu q ue n cão de en g rac ia, a el e fi el


A cruz da estante, o buraco na prateleira e a cruz no parafuso, e por cima a lanterna vermelha, china e navegação, estibordo, este bordo, o bordo de este, a viragem a este, O motor os, de explosões a quatro tempos, e um movimento que a câmara expressa, de descida, brusco como uma queda

A c ru zorro da est ante, o br ruca o na pr a tele ira e ac ru zorro no par rf fuso, e por c ima a lan te r na ave vermelha, china e navega sao, est ti bordo, maior de este bordo, o bordo de este, a vi o rage ma este, circulo do omo tor os, de e x p l s o es a q u t ro te mp os, e um mo ov vi men t o q ue a ca mara es press ad e d es cida, br us co com o uma queda


A taça de pan que um mendigo uma noite me deu ainda habitava eu na poeta mistral, e um estranho objecto que a armanda me deu que ao que parece serve para fazer massagens ao couro cabeludo, a mim parece ser una de uma aranha metálica,

A taça d ep a q ue um men di g o uma n not e me d eu a inda h abi t ava eu na poe eta mit ra l, e um est t rn h o ob ject o q ue a am anda me d eu , q ue ao que p a rece s eve para f az e r massa ge ns ao co ur o cabe lu do, e q ue pa rece ser un ad e uma rana ana h a me t al i cama ene anet, primeira da net

Depois temos a lâmpada montada em sua armadura de cobre, ou seja mais uma vez remetendo para o circulo vermelho das comunicações, ou para a russia, e pelo símbolo especifico da própria lâmpada

D ep o is t emo sa lam am pada mona td a em s ua ar mad ur ad e cobre, o vaso use seja maís uma ave z reme t en do para o circulo vermelho das com única caçoes, o u para primeira da russia, e p elo s im b olo es pe cif o cd a pro p ria lam am da pada

Lâmpada que remeteu pela sequência de eventos já escritos em texto anterior para o sincronismo da tal bestinha do estado, da zona do arieiro , duplo sentido, não só de bairro do actor do joao da rosa, como tambem da queda de entre rios, aqui apareceu no telejornal do canal dois, com as tais cortinas vermelhas por detrás que remetiam para o estúdio do latina europa, e tambem, para o ciclorama de croma, relacionado tambem por extensão com o tremor em abruzzo e uma outra linha que veio do outro lado do atlântico, da família kennedy e que dizia ser um dos tais do gang do seis , uma referencia antiga neste livro da vida, relativo ao tal gang que de novo emergira na Palavra em vídeo, ultimo, indirectamente, ao falar do tal grupo de bandidos dentro do estado que paulatinamente me põem sempre pauzinhos em todas as engrenagens, ou seja, tambem roda da vida, ou acontecimentos do sudoeste asiático

Lap ap da p am made ria ad a q ue reme te u p el s sec, ca non, un cia dos eventos, eve en t os sj á es c rito s em te x to ante iro p ar o sin c ron imo da t al bes tinha do estado, da zon a do ar da ie do iro , d up lo s en t id o, n cão s ó de ba i r ro do açor do joao da rosa, com o t am tambem da queda de entre rios, primeira do quadrado do vaso da ap ar e c eu no tele jornal do c anal do is, com as tais, br, cortinas, gr, vermelhas por det ra serpente do q ue reme t iam para o est u dido da la t ina eu rop opa, e eta t am tambem, para o cc cic lo rama de c rim ima, r el ac cio n ad o t am tambem por este nao com do circulo do tremor em ab r y z zo e uma u t r linha q ue do veio do outro rol do l ado do atlântico, da f am i l ia k en n e d y e q ue di z ia ser um dos tais, br. dog ang do se is , uma refer en cia ant tiga nest e l iv roda david da vida, re la t ivo ao t al g ang q ue d en ovo e mer g ira na Pala v ra em v id e o, u l t imo, inde rec tam am que mente, ao f al rato do t al g rupo de bandidos d en t rodo estado, q ue p au la t ina mente me poe em se mp re p az u in h os em todas as en g rena ge ns, o vaso use seja, t am tambem na roda da vida, ou ac on tec cie mn t os do s u do este asis ti ac aco, ps,

A ecoar tambem nas declarações no mesmo tempo de uma senhora congressista na américa que falava de que poriam de novo a roda da vida a girar com base no que aprenderam dentro de casa, ou seja tambem, no que as imagens desvelaram

A e co ar t am tambem nas dec la rações no me ms o te mp ode uma s en hor ac on gre s sita na am ar i ca q ue f a alva de q ue por ria am, iam de n ovo da primeira roda da vida a gor ar com base, heroina, no q ue ap ren der am d en t rode da ode da casa, o vaso use seja t am tambem, no q ue ás i mage ns d es vela aram ram am

LINK
http://news.yahoo.com/s/ap/20090821/ap_on_re_us/us_edward_kennedy


http://news.yahoo.com/s/ap/20090822/ap_on_go_ca_st_pe/us_cia_interrogations


E uma imagem muito antiga que continua a emergir em mim desde os acontecimentos de abruzzo, e do tal leite meia de massa de vidraceiro e outros cios pelo espirito que falam como se fossem vozes femininas, como se pretendendo estarem em disputa amorosa, de que o meu leitinho e melhor do que o de um outro, como dizendo mais nutriente, massa de vidraceiro que se desvela no aviso recente que e deram na rua do possolo, pois os homens que o fizeram, entraram na casa das molduras e dos vidros e dos espelhos,

E uma mai mage made ria mui t o ant tiga q ue conti n ua a mer gi rem mim de sd e os c w n t ac on tec cie mn t ro s de ab r uzzo, e do t al leite meia do massa, italia, de v id rac e i r s oe de outros cios p elo es pei it o q ue f ala lam am com o se f oss e m v oz es fe me in ina s, com o se pr e t en d en do est ar rem em di s u pita amo rosa, de q ue do circulo do m eu lei tinho e mel hor do q ue o de umo de outro, com o di z en do maís nu t rin te, massa de v id rac e iro q ue se d es vela no av is o rec en te q ue e der am na rua do p osso lo, p o is os h ome en ns q ue o fi ze ra en t r aram na c asa das mol dura se do serpentes dos vidros e dos espelhos,

Quase no começo do namoro com a teresa, não sei mesmo se voltando do tal convento de s paulo, creio que sim, onde em dia recente dei pela tal marosca do cartão do quarto não trazer, nem data de entrada nem de saída, e da conclusão que agora tirei , de que ela seria uma habituee, com estranhos hábitos de putas e de putarias, que assim com conhecimento e cobertura de outros, o tal ex do icep que nessa altura estava a frente da pousada, as cobrem nas danças dos jogos a que chama de amorosos, no enorme chapéu da tal, liberdade sexual e coisa e tal, menos nada

Q ua ase no com e ç o d o na mora com da primeira da teresa, n cão se i me sm o se v o l t ando do t al convento de s paulo, c rei o q ue serpente em onda, em dia rec en te de ip el a t al ma roso soc a do car tao do qua r to n cão t ra ze rn em data de en t r ada ne made ria de s a id a, da aida cna tora, e da c on c lu usa sao q ue agora ti rei , de q ue dela, del el de la, se da ria de uma h abi bit it u ee, com est ra anhos h abi ts de putas e de puta das arias, q ue as si mc om c on he cie mn to e co ob e r tura de outros, o t al e x do icep, q ue ness a al tura est ava a fr en te da p o usa s ad a, as c ob rem nas danças do sj ogo sa q ue c ham a de amo rosos dos roços, do rato do olo, no en o r me ca hp eu da t al, liber dade se x ual e co isa e eta al, men en os n ad da primeira

Pois era fim de emana e ao voltar tinha eu coisas a preparar na empresa e assim a puta me acompanhou, e ficou em cima, nas zona de serviços, e me pediu para usar o computador, para se entreter e eu desci lá baixo ao estúdio, onde está o circulo de croma e comecei a preparar o que tinha de fazer, salvo erro, para filmagens no dia seguinte

P o is era fi made ria de em ana e ao v o l tar tinha eu co isa sa pr ep ar a rn da primeira em m presa e as sima primeira puta, me ac om p anho ue fi co u em c ima, na serpente pn zo do zoo da anda ser vi ç os, e me pe di u para usa aro do circulo do co mp u t ad dor, para se en t r e t web re, eu de sc i l á ba ix o ao est stud do io, onda e stá o circulo de c roma oma e com e ceia pr ep ar aro q ue da tinha de f az e rato, s al v o e r ro, para fil mage ns no dia se gui inte

E enquanto ali estive em baixo, me deu uma estranha sensação, muito rara, pois quase desmaiei e soube depois ao nisto pensar, o que mais tarde descobrira que a puta andava fazendo, fora um baque, um baque porque algo em mim, me dera a chave da leitura do que a puta estava fazendo, começava-mos nos a namorar, e trazia eu por ela paixão, a puta estava espiando , como mais tarde o soube, contudo agora, depois de abruzzo, este baque, adquiriu uma outra luz, que me diz, pela intensidade do ab reacção que na altura senti, que fora de alguma forma premonitório, relativo a estes acontecimentos que se passaram agora, ou seja é .me claro da relaçao dessa besta , que faz parte do grupo da puta, e certamente tambem do tal gang, dos seis, e que a coisa já vinha montada desde aí

E en qua anta al i est iv e em ba ix o, med eu uma est ra anha s en s aç sao, mui t o r ara, p o is qua ase d es mai ei e s o ub e d e pp isa o ni s to p en sar, o q ue maís t arde d es co br ira rac da q ue da primeira puta, anda ava do luis fazendo, for a um baque, um baque por q ue al g o em mim, me der a ac h ave da l ç e it tura do q ue da primeira puta est ava f a z en dd o, com eça ava do traço ingles do mos no s a na mora re t ra z ia eu por el a da paixão, primeira puta es tva es pe ia ando , com o maís t arde o s o ub e, c on tudo do agora, d ep o is de ab ru zz o de este baque, ad q ui rio vaso uma outra da luz, q ue me di zorro, p el a in t en sida dedo da ab reacção, rea ac são, q ue na al u t ra s en ti, q ue for ad e al gum a forma pr e on o mito rio, re la t ivo a est es ac on tec cie mn t os q ue se p ass saram a gota, o u se 4 j a é .mec l aro da relaçao de ss a besta , quadrado da europeu do f a z p arte do dog rup, o da puta, e ce rta tam am mn teresa dsa sat da cruz do tam am tambem, dot al g ang, do s se ise q ue a co isa j á da vinha da montada, de sd e a í

Voltando as minhas notas sobre o vídeo, ou melhor sobre os dois últimos no sentido em que pela proximidade reflectem uma mesma linha e estão por assim escrever sobre o mesmo símbolo

V ot anda às das min h as not as s ob reo do ov id é circulo, o u mel hor s ob re os do is u l t imos, dos últimos dois do sul, no s en t id o em q ue p el a por x i m id ad e refe l c te m uma mesma da linha, e es tao por as si me es c r eve r s ob reo om es mo s im b olo

Ou seja se desvela que outros estão neste preciso momento escrevendo sobre o mesmo símbolo, ou seja sobre os símbolos que se desvelaram no vídeo, ou seja alguém com grau forte de probabilidade relacionado com o ze pinheiro, como acima se desvelou az, p

O use j ase sed es vela q ue outros est ao nest pr e sico mo ome men to es c r eve en do s ob re o me sm o s im b olo, o vaso use seja s ob re os s im b olo s q ue se d es vela ram no v id é circulo, o vaso use seja al g eu mc om g ra u f orte de pro ob ab bil id ad e re la cio n ado com o ze pinheiro, com o ac ima se d es velo lou az, p

A taça de pan, a hora do diabo, abrira eu uma das antigas revistas de social português e numa festa olhando para aquelas faces todas, nelas vi o remetente de tal taçao que um noite me foi entregue, assim me dei conta ao momento, que terá sido mais uma aposta, e uma brincadeira na melhor e masi ingénua das hipóteses

A t aça de pn a, a hor ad do circulo do diabo, ab r ira eu uma das anti gás revistas de soci al portu gi es e nu ma f es t a ol h ando para a q eu l as f ac es todas, nel as vi o reme t en te de t al taçao, q ue um no it e me f oi en t re g ue, as si maior me de i conta ao moe mn to, q ue teresa rá s id o maís uma ap da posta, e uma v rin cd e i ra na mel hor e ma si in g en ua das h ip ot e serpentes espanholas

Diabo imagem de luci ferro, da conversa sobre a gravidez ou uma gravidez, como um filho que em minhas notas declina em didi, o tal conte dido ou didi, di clo do clown, do pal homem do aço, um dos amorim, pal la te da s eta apontada a te, pela primeira do aluguer, da barriga do aluguer, tambem nome de telenovela do brasil, a primeira luguer, luger aparecia uma com coronha montada num conjunto de armas que foram apreendidas, noticia recente na televisão,

Diabo boi ima mage made ria da luci ferro, da c on versa s ob rea g rav id dez o u uma g rav id e z, com o um fi l ho que em min h as not as dec l ina em didi, o t al c on te d id o o u didi, di circulo do primeiro de dez do clown, do pal homem do aço, um dos amo rin s, pal la te da s eta ap da ponta ad aa te, p el a prime ira do a lu g eu rato, da bar riga do al u ge ur, t tam am tambem no me de tele no da ove do vela do b rai s l, a prime ira luguer, luger ap ar e cia uma com coronha montada, ca h rut os, nu m c on j un t o de ar ms as q ue for am ap red dn id ass, not i cia rec en te na tele vaso do isa são do grupo visão, pro da ova v el em n te a hi s tor ia da monica ca ll e, o u por el a al i men t ad a

Conversa da gravidez, declina em angulo au rent, laurent pas que é rato pas, p ás do qui maçónico rato ps mako, pais de jesus , ou seja carpinteiro, ou o que construiu a cruz,

C on versa da g ra v id dez zorro , dec l ina em angulo au rent, lauren tm pas q u ei é, rato do ato das pas, do he li cop et ro, p ás do qui m ac oni co rato ps mako, país de jesus , o vaso use seja car rp pin te iro, ou o eu co sn t rio do vaso da primeira cruz, ac ru zorro

A ponte +e simbolizada como um cabide com um semi arco em cima com seis marcas, com distintas distancias entre si, como dizendo duas colunas da direita na imagem, dos dois traços do grupo onze, do pilar, ou da pilar, can tora da p a m p u l h a, no polo norte, inclinada com um delta sobre duas cruzes de uma vareta do percentil, a tambem ressoar na imagem do dito recente do paulo portas, sobre o fiel, ou seja, sendo percentil, percentil referindo-se a crianças, e pela posição no globo falamos da russia, portanto falaremos de beslan

A ponte + é s im bo l iza z ad a com o um ca ab bid e com um s emi c arco em c ima com se is das marcas, com id ds tintas di s tan cia s em n t re sio si vaso com o di zen do du as das colunas da di rei t az na i mage made ria do s do is t ra aços do g rupo onze, do pilar, o u da pilar, can tora da p a m p u l h a, no polo norte, inc l ina ad a com um del t a s ob re d usa c ru z es de uma v ar eta do per c en til, a t tam am tambem, r esso ar na i mage made ria do dito rec en te do p au lo portas, s ob reo fi do el, o use j a s en do per c en til, per v c en til refer indo do traço da inglesa sea c riam ç as, e ep la posi sic sao no do globo, tv br, f al lam am amos de beslan porta ant o f al remos de beslan, que declina tambem em bes primeiro da lan, e segundo espanhol serpente da primeira lan, ou rede

Esta imagem aqui publicada foi tambem alvo de analise detalhada pois a id tem outros elementos que se relacionam tambem com ny

E sta u mage maqui pub li cada f oi t tam am tambem al vaso da ode anal ise det ra da alhada, ap pp o isa ide te mo de outros el em n t os q ue se r e la cio n am t tam am tambem com de ny

Ca bidé, ca do bidé, a face da puta, do infinito deitado que simboliza uma ficha de alimentação e tambem uma mascara veneziana, a lembrar-me de novo as que apareceram em cannes neste ultimo festival, aqui abordadas, mascara de baile, mascara de carnaval, carro da naval, associação ou club de de remo , imagens de doca de alcantara e da expo , o da naval, tambem clube de futebol das ilhas, ps, pp, ppd, ps, com o cds a fazer de aparente fiel ou seja, como uma imagem das bolas, e das balas como na imagem da balança recente, um duelo, ou seja um confronto, que passou pelo ps da ilha da naval, do angulo do lube na ava primeiro, , rola a bola depois para o ppd, e de novo pela alavanca do meio, o do pp, desliza para o ps, cab do elo da gancho da lua invertida, de horus, fi el da bala anca, time will, pronounce, o filipe do glass, o filipe do v id rato os, gato angulo la ass, la ss, ass, the bro k en one sessenta e ste , six to do sete

C a b id e, ca do bidé, a f ave face da puta, do in fn it o de eu t ad o q y e s im bo l iza uma fic homem da ad e al i men taçao e eta tam am tambem, uma ma s cara v ene z iana, a l em br ar do traço ingles me d e n v o as q ue ap ar e ce ram em can n es nest e u l tim f es t iva l, a qui ab o r dada s, ma sc ra de baile da ile, ma sc ara de car naval, car ro da n ava l, as soci aç sao o u c lu b d e de r emo , i mage ns de doca de al can tara e da expo , o da n ava l, t tam am tambem c lube de futebol das ilhas, ps, pp, ppd, ps, com o cds a f ax e r de ap ar en te fi el o vaso use seja, com o uma mai mage made rua das bolas, e das balas com on a i mage made ria da bala ança rec en te, um du elo, o vaso use seja um c on fr on to, q ue p ass o u p o elo ps da ilha da naval, do angulo do lube na ava primeiro, , rola a bola depois par a oo ppd, e de n ov pela ala v n ac do m e io, o do pp, d ess l iza para do circulo do ps, cab do elo da gancho da lua in v e rid ad e no ru s, fi el da bala anca, time do will, pr en o un ce, o fi l ipe dog l as, o filipe do v id rato os, gato angulo la ass, la ss, ass, the bro k en one sessenta e ste , six to do sete

E ainda mais uma recente linha que neta se entronca, pelo carnaval, relacionada com a imagem da photo, special usa, aqui de nov abordado em texto anterior, ou seja uma relaçao entre alguém dos acores, e do outro lado do atalantico, alguém numa festa de carnaval, ou que organiza festas

E a inda maís uma rec en te da linha q ue net s se en t ron ca, p elo car naval, re la cio na ad a c om a i mage made ria da ph oto, spe cia l usa, a qui de n ov ab o r dado em te x to ante rio oe, o use sej uma da relaçao, tribunal , en t re al g eu made ria dos aco r es, e do o u t rol ad o do at al lan tico, da atalante, ou seja dos da lagoa das sete cidades, circulo do vaso use seja do quadrado do os da al lagoa, tambem algarve, a sete da cida dade ad espanhola, hi da onda, ak g u e m nu ma f es t ad e car n ac la, o u q ue o r g and iza das festas

Cabide, cruzeta, c ab ide e , cab, taxi, grupo musical do porto, angulo id da ap da posta da aposta, a slice, a fatia, fat, ia, ou seja pedro marques lopes

Cab da bid do bidé, circulo da ru zeta, serpente eta do circulo do doc do ab ide e , cab, taxi, g rup o m u sic al do porto, angulo id da ap da posta da ap o tsa, a l ice, a fat ia, fat, ia, o vaso use seja pedro marques l ipe s, do polo do norte, dos industriais do norte, exponor, pola do norte, a galinha do norte, p ola do norte, gelado da onda hi do nilo, e x nilo, polo norte, marco paulo, marco d es sin ger de se i gn e rex, e x ni hi ilo primeiro do circulo de dezembro, ni homem da ilha , e x da ho, da ane rata do g do ia do x no nilo

Fenda do tempo, é fenda do espaço, ou seja tsunami de dois mil e cinco

F en dado ad o tempo, é fenda, editora, do es paço, o use w do seja t s un am id e do is mi ile le c inc o

Tem outra ressonância, a imagem do fiel, como um triângulo de aguas que ele tambem é em símbolo, a imagem da estrutura da ponte basculante da rocha conde de obidos, onde o centro, é como um, como um diamante, com asas, diamante, é tambem casa de meninas, diamante, remete ainda para uma antiga linha relacionada com africa do sul, e fax para o tal rapaz dos jogos e das jogatinas,

Te emo de outra r esso anc ia, a i mage made ria do fi el, com o um t rin gula dez de aguas, q ue el e eta tam am tambem + é em s im b olo, a i mage, da est ru tura da ponte, b as cu lan te da roc h ac onda de o bid os onda do circulo do onze do cento + é com o um, com o um di am ante, com asas, dia am n te, é eta tam am tambem da c asa de meninas, di am man te, reme te a inda para uma ant tiga da linha re la cio n ad ac om a fr i cado do sul, e f ax para do circulo do t al do rapaz dos jogos e das jo gat ina serpentes

A ponte da estrela, estrela diamante, delta diamante, casa das meninas, este bordo, a cunha da pizza, ou da p izza, que parte a pedra, que bate, portas, gira tori a , comporta, lugar, com da porta,

A p on te da est r el a, est r el a di am an te, delta di am na te, c asa das me ninas, este bordo, a c un h ad a pizza, ou da p izza, q ue p arte a pedra, q ue bate do portas, gira tori a , comporta, lugar, com da porta,

Viragem de bordo, é tambem uma viragem ao vento, ou seja imagem clara do processo que fez cair as cargas que estavam montadas em cima das traves do ginásio da escola em beslan

V ira da rage made ria de bordo, é eta tam am tambem, uma v ira ge mao do ove en do vento, circulo do vaso do use seja i mage made riad , a da clara do pro roc esso q eu de fez c air as c arga s q ue est ava am montadas em c ima das t rav es do gina sio da es c ola em bes lan

Time will pronunce, diz-me ainda, o mica do hel, do ny man, ou da naima, a modelo, do gripo do time, jornal, do will, do grupo da vontade, pro no un ce, j am es bow man, fe cruz work, t rio of london, da virginia black, b la ac ck kapa, do london br ass, do big band argo, pelas quatro horas, a mira da vesica da argo doirada e branca, t he com miss sio ns em mil novecentos e noventa e dois, se l f d traço lauda, niki, tory, hymn, of inanna and her om ni pot en ce, o segundo time do will pro no un ce do terceiro quadrado da cruz do he do, doc on ver rt ti bul primeiro vaso cruz delta, do convertible, c on vaso e rato reell time, ti bill cross delta, convertibuluty of l te s t ring s, do for do john da cage, o bird, j am es bow man arco, madrid, do traço ingles fr e t w ork, do trio de london, da virginia black do london brass, t he dec ca record, com p any li mi ted london, co p y rig gt homem do mil novecentos e en ove da en ts primeira e t ratos sd es, primeiro nono, noventa e tres c ove rato rp home oto john be ll ars cd is mad in ger m any pr rin ted in ger many bar do ra im prime en al le magne , made in ger many, b ook le cross, en c lo sed bro roc h ur e inc c l use mit bei he ft not e in c l use, argo, trade mark t he dec ca record, com p any li mi ted london, en g lan square

outro sincronismo que desvela a implicação de paulo portas e de sue grupo de bandidos que com ele trabalha desde o tempo dos jornais, é a imagem do fiel, que me apercebi dela no canal dois por um comentador, na noite recente em que ele estivera em aveiro, pois fiel de balança implica tambem a alavanca que sustem os dois pratos, e tal aparece reflectido, na capa do cd como um reflexo do duplo tecto que trás luzes com um navio, e onde estão os dossiers financeiros da latina europa, ou seja das finanças, dos passes feitos nas finanças contra mim e contra a minha pessoa, e um outro elemento, que se junta em reflexo, o meu cabelo que desenha uma lua em quarto crescente para baixo voltada, com dois pontos ou circulos, olhos por baixo, como um ícone dos que se usam na comunicação por redes, a alavanca está inclinado para a direita na imagem, ou seja na esquerda real, ou seja a espada levantada na posição do real

Put rato do sin c ron is mo que d es vela a i mp li caçao de paulo portas e de s ue g rupo de bandidos q ue com el e t ra bal da alha, de sd e o te mp o dos jornais, é a i mage made ria do fi el, q ue me ap ar cebi del ano c anal do is por um co men t ad dor, na noite rec en te em q ue el e est iv vera em ave iro de roma, p o is fi el de bala lan ança cortez i mp lica cat cruz tam am tambem a al avanca q ue s us te mo s do is p rta set al ap ar rece refe l ct id em dona da dn a capa do cd como um ref for mula one l ex o do d up lo tec toque, t ra s luz es com uma n av io, e onda est o a os do s sie r s fia n ce iro sd a la t ina eu ropa, com mi id a italiana da lui, circulo da ova do vaso use seja das fina aça s, dos p ass es feitos nas fina aças contra mim e c on t ra a min h a pessoa, e um outro el em n bt o, q ue sej junta , un t a em ref fel xo, oi me vaso cab elo q ue d es en h a uma lua em quarto c r es c en te para b ab ix o v o l t ad a, com do is pontos ou sic r culo, s ol h os por ba ix o, como um do ícone, revista, dos q ue se usa sam am na com única , revista, caçao por red es, a al avanca e stá inc li and dao para a di rei t ana i mage mo vaso use seja na esquerda rea l, o vaso use seja primeira da es pada l eva van t ad dana an posi sic sao do real, do sergio

A alavanca que figura o percentil, está tambem visível nos objectos dispostos no redor num pauzinho chines, ao lado da asa vermelha e negra do sofá italiano ao lado do candeeiro romano que figura o cordão triplo e será detalhada na analise das imagens que tirei, e que já eram alvo de cio mascarado na televisão, hoje no telejornal, a propósito da tal investigação das arribas, como se os caralhos dos bandidos pedofilos estivessem já atentar fazer uma inversão e a relacionar esta imagem do ultimo vídeo com a queda da arriba, que filhos da puta, sois, morrei!!!!

A al avanca q ue figu ra o per ren til, e stá t tam am tambem v isi v el nos ob js tc os di ps oto s no da red dor, nu maior p au z in h o ch ines, aol ado da asa verme l h a e en g ra do s o fa italiano aol ado do can di rei do io da roma ana, q ue figu ra do circulo do carlos do ps do cor dao t rup lo e se rá d eta alhada na anal ise das sima mage ns q ue ti rei, e q ue j á e ram alvo dec cio do io mas cara ad da dona da televisão, h oje no do telejornal, a por rp posi t o da t al in v es tiga ac sao das ar do ribas, sic, com o se os car l h os dos bandidos pedo filos est tv iss em j á a t en t ra f az e rum primeira in, ver sao e ar e la do io na ar e sta e ema mage da made ria do vaso primeiro da cruz do imo, pedro lopes marques, vaso id, é circulo com da primeira queda da arrabida, o carro branco, quadrado da ue fil homem do os da puta, ser rp pp pen te do c irc culo do is do mor rei!!!!

Vaso do caso , louco do saco do onze do trinta e um da armada, o primeiro de cinquenta e ste, um primeiro do sete, quim ze de noventa e dois, junho, assim me desvela agora uma nota que trago no bolso

Alavanca de percentil refere tambem ao medico , e ao estranho episódio que aqui recentemente relatei com meu filho arranjado com a puta e tambem com a presença de uma senhora coxa, que o espirito agora me desvelou ser uma condessa do douro, e que lá estava, nesse dia, a reforçar ainda mais a relaçao com a queda da arrabida, pelo facto de as vitimas serem dali ao perto

Al avanca de per c en til. refer e eta tam am tambem a o medico , e ao est ra anho e pi sd o id do circulo do q ue a qui rec en te mn te re la te e com me u fil h o ar ran j ad o c om da primeira puta e eta tam am tambem com a primeira da editora da presença, de uma s en hor ac ox a, q ue o es pei it o agora me d es ve lu ser uma conde s sado ad do cu do douro, e q ue l á est ava, ness e dia, a ref orça ra inda ma isa do tribunal nba da relaçao com da primeira queda da arrabida, p elo f ac fo acto de as vi tim as se rem dali a o per to

Sabe senhora merkel, no dia seguinte, a ter aqui escrito sobre a sua imagem de barcos abertos com o bolt, encontrei na esquina de uma rua de campo de ourique, a do coelho da rocha, onde recentemente caíra umas varandas e onde antes se dera um choque entre um condutor assim parecendo ser de africa do norte com um renault Fidji e uma mae loira com o um fiat ov vermelho, uma outra senhora com semelhante posição de maos assim erguidas, que figura senhora de iemanja, ou seja a senhora das aguas, ou seja falamos então do delta das aguas, com relaçao as ilhas Fidji e italia vermelha,

S abe s en hor am mer kapa do el, no dia seguinte, programa da tv de futebol, dos bandidos do trio de ataque, onda eta tam am tambem en t ra o t al do bandido do psd que se diz est ra a fr en te da cm de sintra, ca sado com a br anc eu ad dor a de ser vi ç o da ar do tp, primeira da judite de s o uza, a t rea primeira do qui aqui es c rito s ob rea s ua i mage made ria de bar ç os ab e rt os com do circulo do bolt, en c on t rei na es q u ina de uma rio ua de cam pode da ode de ourique, a do coelho da rocha, onda rec en te mn te ca ira uma serpente das varandas e onda ant es se der a um cho i q ue en t re um condo ot ra ss em par rec en do ser de a fr i cado do norte com um rema u l t fi dj ie e uma mae loi ra com do circulo do primeiro do fiat do ov vermelho, uma outra sem hor a com semem l h ante p o isi são cortez de mao sas si m er guida s, q ue figu ra s en hora de ie man j a, o use seja a s en hor ad as aguas, o vaso do use seja f al lam am o is en tao do delta das aguas, com da relaçao, as das ilhas fi dj ie italia verme l home do pai , da prime ira

E nessa noite, bolt no telejornal se via a ganhar uma nova medalha, ao que parece a selecção da jamaica teve um imenso sucesso nos jogos em sua terra, desta vez mostrava ele um anel de oiro, e com os dedos dizia, a segunda pistola, do ring, do anel que a todos quer prender

E ness primeira do ano da noite, bolt no tele jo nr ra al se da via a gan home da ar uma n ova med ala home , a o q ue pa rece a sele cc cortez sao da jamaica teve, televisão da cruz eve , ou seja natal, vaso do primeira mim ns o sic esso no serpente dos jogos em s ua terra, d e sta ave z mos t ra av el e um ane l de o iro, e com os dos dedos di z ia, a se gun da pi s t ola, do ring, do ane l q ue a todos q eu r pr en der,

Alias aqui no alinhamento, o sentido fora ainda mais reforçado, pois de seguida, o plano, era um pistola a dar a partida de uma corrida e numa outra de estafetas, se falava da desclassificação de um equipe, por causa de uma má passagem de um testemunho , que remetia para a imagem que viera aparentemente da américa via yahoo, que como a Palavra desvela, no meu ultimo vídeo, é o general do grupo one

Alias saqui no al in ham am en to, o s en t id o for aa inda maís ref orça cado, p o is de se guida, o p lan ano, era um pi s t ola ad ar a p art id a de uma co rr id a e nu ma outra de est a f eta s, se fala ava da d es c l ass i fi caçao de um e q u ipe, por ca usa de uma má p ass a ge made rai de um t este mun h o, q ue reme t ia para a i mage made ria q ue vi era ap ar en te mente da am ric av ia y a h oo, q ue com o a Pala vaso do ra d es vela, no me eu vaso do l t imo, ov vaso id é circulo, é o g ene r al do g rip do circulo ip do grupo one

O CTALOGO DE MODA

Nas minhas notas debaixo da parte aqui transcrita sobre a ponte do diamante no cais da rocha conde de obidos, a seguir trago eu uma nota desta equivalência entre a posição da senhora angela na foto da capa do publico, que diz, angela, marca, e de seguida y tenho , bolt, s um mer sommer, ilha do tesouro, e um actor do pcp falecido, o morais, como sendo uma equivalência com outro recentemente convocado pela palavras escrita, o morais sarmento, do psd, como se Deus se tivesse enganado , no julgamento, o que não parece ser o caso

Na s min h as not as de ba ix o da p arte a qui t ra ns c rita s ob rea primeira da ponte, do diamante do no do cais da rocha conde de ob bid os, a se gui rat t rago europeu primeira nota de sta e qui iva len cia e en ny t rea posi sic sao da sem hor ana f oto da capa do publico, q ue di zorro da angela, na rca, e de se guida del delta t en h o , bo l ts um mer sommer da gulbenkian , ilha do tesouro, e um ac tor do ps serpente f al le c id o, o m rai s, com o s en do uma e qui iva len cia com outro rec en te mn te c on v o cado pe la pala v ra s es c rita, o mor ia s sarmento, do ps dc omo se de us se t iv esse en g ana ad o , no do julgamento, o q ue n cão pa rece serpente do ero do caso

Logo de seguida , dei no yahoo, com uma nova notícia sobre o senhor que estava a frente da cia, onde em vídeo, que ainda nem tive oportunidade de ver, pois se tenho o link, aqui a ligação da tal banda larga em toda parte se faz a cinquenta e seis kapas, se abordava de novo a questão dos assassinos por encomenda, e na imagem dele de lado, era visível em sua mao um anel de oiro, como então a complementar o dizer do bolt

Logo godé da ode da se da guida , de ino yahoo, com uma n ova not tica s ob reo s en h roque st ava a fr en te da cia, onda em v id é circulo, q ue a inda ne ma iro t iv e o pp r t uni dade de eve rp o is se t en h o o l ink, a qui a liga sao da t al da banda larga em toda ap pate se f az a cin q e u n t a e si es ka p as, se a bora ava de n ovo a q u e s t o ad os as sa sin os por en comenda, e na i mage made ria del le de l ado, e ra v is v el em s ua mao um ana le de o iro, como en tao a co mp el men t ar aro di ze rato do bolt, o do trovão, dot rov ova do vao

Masi estranho ainda, fora um pequeno comentário de obama que passaram na tv, onde ele dizia estar solidário com as gentes do iraque, do afeganistão e a propósito das bombas, o estranho se era o aparente fora de contexto da noticia, se bem que as bombas e as guerras continuem diariamente, masi estranho ainda era o reflexo, nos elementos da imagem, que só poderiam estar assim dispostos, por quem conhecesse as minhas navegações, pois a mensagem era clara

Ma si est ra anho a inda, for a um, pe q u en o com en tar io de ob ama q ue p as saram na tv, onda el e di z ia es star sol id ar io com as g ene ne t s do ira q ue a f ag ni s tao e irc ue a por rp posi to das b om ba s, o e ts ra anho se e ra o ap ar en te for ad e c on texto da not ti cia, se b em q ue ás das b om ba se a s guerras conti nu em dia rim ante, ma si est ra anho a inda era do circulo do ref form mula one le x o, nos el em n t os da i mage made ria, q ue s ó pode r iam es star as si m di sp os t os, por q u em c on he c esse as min h as navega ç o es, posi a men sa do game era, e ra da clara

O meta sentido disto, que aqui agora conto, vem já desde há um dias, e se inscreve no que o espirito me desvelara num texto , salvo erro, assim de memória, o ultimo que escrevi a israel e a palestina, sobre as bombas e sues mecanismos, pois fora claro pela faca , a desvelaçao da id de terceiros que as operavam remotamente por cios diversos, e que assim armavam a confusão entre as partes, e que elas deveriam então cuidar em parar esses, em vez de se culpar mutuamente

O m eta s en t id o di s to, que a qui agora c on to, v em j á de sd e h á um do dias, psd, e se in s c r eve no q ue o es pi ti o me d es v e ara nu primeiro texto , s alvo e r ro, as si made ria de meo ria, o u l t imo q ue es c rec ia is ra el, s ob rea s b om b as e s u es meca ni sm os, p o is for a ca l rop el a faca , a d es vela ac sao da id de teresa ce iros q ue as opera v em reme tam que mente por cios di v eros, rose q ue as si m ar m ava cam am a c on fu spa en t rea s pa arte s, e q ue el as d eve r iam en tao cu id ar em par ar ess es, em v e z de se cu l par mu tua am que mente

Primeiro dera com uma bela menina em trajes de ritual da tradição japonesa, de leque e face pintada num cartaz das actividades culturais do noticiário da canal dois, que aqui estivera a dor um representação, e masi tarde pelo espirito ouvi, ele que não foi ter com a filha da imperatriz, e que não se casou com ela, e nesse momento em que esta linha pelo espirito me chegou passado uns dias, a fui procurar na net e `belíssima menina cheguei, sua graça, noe tawara

Prime iro der ac om uma be la menina em t ra j es de rit ual da t ra di sao j ap one z a, d e leque e face pin t ad a nu primeiro do cartaz, sic, das ac t iv id ad es cu l tura urais is do not ti cia rio da can la do isque a qui est i vera primeira dor, um da r ep pr es en taçao, e ema si t arde p elo es pi rito o uv ie leque n cão f oi teresa rc om primeira filha da imperatriz, e q ue n cão sec a s o u com el a, e ness e mo men to em q ue e sta linha ap elo es pei it o me che g o u p as sado un s do dias, psd, a f u i p ro roc cura rata ana net e ap ps ot lo serpente be li s sima me nina che g eu ise u a g ra la, noe eta w ar primeira

O primeiro perfume, ao site dela chegar, fora de um conhecimento profundo, uma familiaridade, que me remeteu inicialmente para um dos site a que estou linkado, o kafka, mas o primeiro elemento gráfico, deste seu site, me levou a um outro blog ao qual também estou linkado, o zen, pois de uma arvore, caem folhas pelo vento, imagem, muito forte da expressão daquilo que no oriente se chama de tao, e que aqui se chama de espirito santo

O prime iro da rop do perfume, s is da kin, a do circulo do site, da dam am da moda, del a che g ar, for ad e um c on he c ie mn to pro f un do, uma f am mila ila rie dad e, q ue me reme te u in ni cia l mente para um do serpente do site, a primeira q ue est o u lin kado, o ka f ka, maso prime iro el lem n to g raf i co, d este s eu site, me l evo ua a um, p o u t ro b lo g a o q u q l tam bem me st o u l on kado, discoteca, e cd do golfinho, o zen, p o is de uma da arvore, g rav ur primeira ca em fo l h as p elo v en t oi mage made ria, mui t o f orte da e x press sao da q eu ilo q ue no o rei en te se c ham a de tao, e q ue a qui se c ham ad e es pie it o s ant o

Ouvi então pelo espirito , ou uma frase me ficou a ressoar, fui ensinada a honrar meus antepassados, e respondi em espirito e me parece uma justa posição do coraçao, nada contra, mas um sentido de pedido de desculpa, estava associado no tom, como que pedindo-me desculpa por qualquer coisa não especificada, mas que assim justificava, me lembrei do que o espirito um dia me desvelara com base nas imagens de hiroshima numa photo que aqui analisei, e me dei a pensar, se o sentido não seria esse, que a queda das torres fora uma forma de honrar os antepassados outrora caídos pelas bombas nucleares, e pensei e pensando, me disse, se assim foi, mesmo assim longe a balança ficou equilibrada no sentido restrito, da lei de tabelião, e como sempre desequilibrada, se não esquecermos que sangue com mais sangue, mai e maior sangue, sempre assim reza a historia dos homens, mas outros episódios com a estranha morte de carradine, afloraram, pois foram alvo de analise aqui tambem neste livro da vida, ou seja poderíamos caso esta linha seja verdadeira, afalar de outras contas, bem masi recentes, ou ainda o senhor japonês de pernas para o ar com a tal câmara hd, que me remeteu tambem para as torres

O uv ie maio tao p elo es pi r to , o u uma fr ase me fi co ua ar esso ar, f ui en sin ad a a h on r ar me us ante pa s sado se, ser es pp in di em es pei it o e me pa rece uma justa posi si cao do c o raçao, n ad a c on t rama s um s en t id o de ped id o de d es culpa, est ava as soci ad on o tom, com o q ue ped indo. me d es culpa por q aul q eu rc o isa n cão es pe ci f i c ad damas q ue as si made ria j us t i f i c ava, me len br ei do q ue o es pi rito um dia me d es vela ra com base na s ima ge ns de h iro sin h ima nu ma ph oto q ue a qui ana lise ie medeia pen sar, se o s en tui do n cão se ria ess e, q ue a q eu dad da s tor r es for a uma forma de h on ar ro s ant e pa s sado s o u t ro ra ca id os p el as b om b as nuc lea ares es, e pen se ie pen sand o, me di ss e, se as si m f oi, me sm o as si m longe a bala do bal da ança fic o u e qui lo b r ad ano sn net id o r es t ric to, da lei de t abe lio a, e c omo se mp re de sic u i libra ad a, se n cão es q eu ce r mos que sangue com mais sangue, mai e ema maio do io r ato do sd ds do sangue, se mp re assim reza a historia, rua do costa, do s h om en s, maso de outros e pi s o di os com a e t r sn h am orte de ca rr ad ine, a flor aram, p o is fora q m alvo de ana lise a qui t am tambem nest el iv roda david v id a o use seja u der iam os caso e sta da linha seja verde ad e ira, a fala r de o u t ra s contas, b em ma si rec en te s o u a inda o s en hor j ap onze s dep e rna s para do circulo da ar com a t al cam r ar a hd, q ue me reme te u t am tambem para as das torres
Ontem, na madrugada de segunda par terça feira antes de me deitar, da janela um gato me mostrou, um arpão, como uma escapula, que apontava uma semente nas pedras da calçada, do condo do tor alemão, do quadrado da seta de noventa e cinco, assim a sombra e o gato me mostrou as laminas do ninja

On te mna madruga gado de se gun da par dd ad o jorna kapa primeiro da, de terça feira, jorna, ant es de me de it ar, da jane la um gato me os rt to u, um ar pao , com o uma es ca pula, q ue ap o ina ava uma semente nas ped as da cca c al ç ad a, do condo do tor al ema mao, do quadrado da seta de no ove en ts e cn co, as sima primeira s om br a e o gato me mos t ro u as la minas do nin j a

Depois , nas imagens da bela menina, se via ela em primeiro plano dentro do que aparecia ser um convento de secção rectangular com arcos árabes, que estranhamente trazia um perfume a portugal, como se fosse, ou o convento das rosas em lamego, ou alentejo, ou o convento de s paulo, ou perfume do, do horta, ou ainda, o mosteiro de belem em ponto pequeno, ou seja em proporção mais pequena, e uma outra imagem , um trompe de o´eil, em que parecia ela estar , sua cabeça dentro de uma cornija ou altar

D ep o is , na sima ge ns da be lam am en nin a, se via dela, em prime iro pp primeiro da lan do primeiro ano dentro, d en t ro do que ap rec ceia ia ser um do convento de sec sao rec tan gular com dos arcos árabes, q ue est ra anha ham am que mente, tar ia um pe f um e a portu gal, com o se f os se, o u o c on v en to das rosas em lam meg o, o u al en tejo o ua inda, o mos te it o de be lem em ponto pe q u en o, o use seja em por rp pro roc sao maís pe q u en a, e uma u t r as ursa i mage made ria , um t rom pede o neil , o a ps o y olo dez , se rp pn te e il, em q ue par e cia el a es star , sal cabe l ç a d en t o de uma cor ni j a o u al tar, altar do chao, alentejo, convento das danças do horta

No dia seguinte, novas bombas como quase todos os dias no iraque, e um flash pois o edifício que explodira , trazia o mesmo motivo arquitectónico, que vira antes, nesta imagem no site, e que por extensão, parecei ser o perfume que obama na estranha intervenção, melhor dizendo com estranhos elementos no cenário, confirmava, como se tambem de seu lado assim tivesse sido sentido ou visto

No do dia seguinte, tv, n ovas das bombas com o qua ase todos os do dias no do iraque, e um fla for mula one acores, s h p o is o e di fi cio q ue e x p lo di ira , t ra z ia o me sm omo tv io arquitecto nico, q ue vaso ira ant es, nest a ima mage mno site, moda, e q ue por e x t en s o a, p ar e ce is ero perfume, s us kin, q ue ob ma, o bra ob ram oma ob am a ogma, na est ra anha int r eve en sao, mel hor di zen do c om est ra anhos el em en t os no cena rio, c on fi rm ava, com o se t am tambem de s eu l ado as si m t iv esse s id o s en tif d o ou vi st o

Na imagem do obama se viam como dois circulos figurados em dois pratos , o un die cima me tons cinzento, e o de baixo em lua azul e branca, que se ligavam, duas luas em quarto crescente em oposição, da de cima com dois traços mais ou menos paralelos como carris, primeira vareta do angulo da lua crescente ying yang que escorrei sobre a lua decrescente e nela desenha um laço da sida, baci, bombons italianos, ying yang, e umas flores violetas que remetia para a primeira modelo das tres abordadas recentemente em imagem e texto, sendo que sinal do pássaro que mergulha como um pomba no mar, e depois na versão do interior, da revista, com antenas de borboleta, ou seja, o pássaro da alma oto que mergulhou no mar, figurada na rapariga do meio cuja id foi dada em texto anterior

Na i mage made ria do ob am a se vi am com o do is circulos figu r ad os em do is p ratos , o un die c ima me to ns cin zen to, e o de ba ix o em l ua azul e br anca, q ue se liga ava vam, du as das luas em quarto crescente, em o posi sic sao, da de c ima com do is t ratos aços maís o um en os para elos com o car r is, prime ira v ar eta do angulo da lua c r es c en te m y ing y ang , ang bang, fan g g ang h ang, q ue es co r rei s ob re a lua dec r es c ene nete e n el a de sena primeiro laço do aço da sida, baci, bacia bacio, baco de bali, b ani, bom bo ns italianos, ying, bing ding eing king ling, yang, e umas flor es viol eta s q ue reme t ia para a prime ira mod elo da s t r es ab o r dada s rec en te mn te emi mage me te x to, s en do que sin al do p ass aro q ue mer g u l h ac omo um pk om ba ano mar, e d ep o is na ave r sao do ine r i rt o com ant renas de bo rb o l eta, o vaso use seja, o p ass aro da alma oto q ue mer g u l h o un o mar, fifi r ad ana rapariga do me io cu j a id f oi dada em te x t o ante io o rato

A forma do convento ressoava ainda na forma do desenho que recentemente aqui abordara, sobre o vídeo feito em palmela para o jorge vanzzeler, luce prima, e de repente ying yang declina no nome de um dos temas, ing ong, que fora chave que tambem aparecera em dia recente, sobre esta declinação que vinha aparecendo com alguma frequência, prima luci, lucy in the sky, l sd lui, home vaso da vareta gaivota maior vaso da vareta inclinada, como alavanca, epure se move, a ressoar a imagem, tambem na vareta do percentil que agora de novo aparecera, e que este texto dá conta dos novas ligações que ele desvelou, o símbolo, da vareta do percentil, palmela, pal fr, lame fr ela, sor do riso, arroz, invertido, china, sem iraque, linha do médio oriente obama imagem sabado, kalin erro, india, kalin erro, ci ib br rai rain, ítalo brasileiro, arteriosclerose, es cape clo rose

primeira forma do c on v en t o r esso ava a inda na forma do d es en h o que rec en te m net a qui ab o r da ra, s ob reo v id e o fi e to em pal mel a para do circulo do jorge van z ze da ler, luc ep r ima, e de re pen te y ing y ang dec l ina no no med e um dos t ema s, ing ong, q ue for ac h ave q ue eta tam am tambem, ap ar e cera em dia rec en te, s ob re e sta dec l ina ac sao q ue vinha ap par e c en do c om al gum a fr e q u en cia, pr ima luc i, l u c y in t he s k y, l sd lui, home vaso da v ar eta pn gai v o it a maio r vaso da v ar eta inc l ina ada , com o al avanca, e pure se m ove, a r esso ar a i mage m, t am tambem na v ar eta do per c en til q ue agora de n ovo ap ar e cera, e q ue este te xo d á conta dos n ova s liga ç o es q ue el e d es velo lou, o s im b olo, da ava r eta do per c en til, pal me la, pal fr, lame fr ela, sor do riso, arroz, in ver t o dc h ina, se maior mira do iraque, linha do me di o oriente ob mai mage maior do sabado, k al in ero, india, k al in ero, ci ib br rai rain, it alo bra si le iro, ar e rio es cle eros, rose es cape c lo rose

e ainda uma outra correspondência se afigura nesta imagem do convento, e do convento de santa maria de belem, pois calhou eu em dia recente ter andado a seleccionar fotogramas de umas imagens que lá fiz, e uma que me ficou simbolicamente a reverbar, e que se prende com o escudo partido de portugal o escudo suportado pelos anjos, tema ver com o túmulo do rei menino, ou seja mais uma reverbaçao na morte de uma crianças, nas ultimas variadas linhas que sobre est ponto se afirmaram, e tambem, numa declinação de genero no poema aqui neste texto aparecido , nasceu um menino, por, uma menina morta

e a inda uma outra co rr es pon dec ia se a figu ra nest a i mage made ria do c on v en to, e do c on v en t ode s anta maria de b el en, b ele be lem n helen, p o is c alho ue u em dia rec en te teresa anda dado a sele cio n ar f oto g rama s d e umas i mage ns q ue l á fi ze, uma q ue me fi co us im bo li cam am que mente a r eve rba r, e q ue se pr e de c om o es cu dop da p da art ti d a f ode porto gás do primeiro do circulo do escudo, s up do porta ado, dop da p elo s an zo st ema ave rc omo ot primeiro mulo do rei menino, circulo da ova do vaso use seja maís uma rata eve rba são ana m orte de uma circulo da rian anças, na sul t ima serpente do vaso da aria da às das linhas q ue serpente do ob re est ponto se a fr ima ram, e eta am tambem be, nu ma dec l ina sao de g ene ero no pe me, maqui nest e t xo, na sc eu um me nino, uma am me nina mo rta

se manifestara esta sequência, angela, bolt, eua, cia, japao, iraque, obama, e logo a seguir a bolt, procurando eu um texto sobre o khang kang king, dera com uma pagina de busca onde o primeiro link era um texto de crowley como uma condensação do conceito de tao, com um estranho dizer de seguida, luck mojo, ou seja se abria o sentido, o pistoleiro negro do mojo, s ub figo ra vinte e um, das laranjinhas, do luck mojo

se m ani f est tara e sta sec u en cia, ang le, bolt, eua, cia, j a pao, ira q ue, ob am a, e logo a se g u ira bolt, pro roc cura ando europeu um te x to s ob re o k h ang k ang h king, der ac om uma pa g ima de b us ca onda do circulo do primeiro link, era um te x to de c row ley com o uma conde en s aç sao do c on ce ito de tao, com um est ra anho di ze r de se guida, l u ck mojo, o vaso use seja se ab ria o s en t id o, o pi s t ole iro negro dom ojo do p asse do mojo do serpente ub figo ra vinte e um, das la ran jin h as, dol vaso do ck mojo



Lucky mojo,Khing Kang King LIBER XXI by Crowley. ASCII VERSION

Original key entry by Soror OYAHBE (?presumed?), O.T.O. (British Columbia Branch) Camp TA-NECH. Subsequent proofreading with relocation of displaced lines and format to standard 11/18/91 e.v. by Bill Heidrick --- could benefit from further proof reading.

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LIBER XXI

KHING KANG KING

THE CLASSIC OF PURITY

first written down by me

KO YUEN

(LAO-TZU)

In the Episode of the Dynasty of Wu

and now made into a Rime by me

ALEISTER CROWLEY








A.'. A.'.
PUBLICATION IN CLASS B
Imprimatur: O.S.V. 6 Degree = 5 Square Imperator






I


LAO KUN THE MASTER SAID:
TAO IS DEVOID OF FORM -
YET HEAVEN AND EARTH ARE BROUGHT TO BIRTH,
AND NURTURED BY ITS NORM.


TAO HATH NO WILL TO WORK;
YET BY ITS WAY OF HEAVEN
THE MOON AND SUN REJOICE TO RUN
AMONG THE STARRY SEVEN.


TAO HATH NO NAME; ITS WORD
IS GROWTH, AND SUSTENANCE
TO ALL; I AIM TO GIVE IT NAME:
TAO (HEAVEN PROSPER CHANCE!)


TAO HATH TWIN PHASE WITH TEH:
THE SILENT AND THE STRESSED.
OF MOTION, THOSE; OF THESE, REPOSE
SUBLIMELY MANIFEST


HEAVEN MOVES, PURE SILENCE HE;
EARTH RESTS BENEATH THE STRAIN;
SHUTTLE AND LOOM, AS WORD AND WOMB,
THEIR MYSTERY SUSTAIN


PURE MOTION MAKETH REST
AS SILENCE MAKETH STRESS.
IF MAN WERE STILL, THEN HEAVEN SHOULD THRILL
WITH EARTH TO NOTHINGNESS.


SELF LOVETH SILENCE. YEA,
BUT MIND DISTRACTETH IT.
MIND LOVETH REST; BUT PASSION'S PEST
ALLURES THE TREMBLING WIT.


IF MAN RESTRAIN DESIRE,
HIS MIND WILL CEASE TO ROLL,
AND MIND'S RELEASE ALLOW PURE PEACE
OF SILENCE TO THE SOUL.


THE SENSES WILL NOT SOIL;
THE THOUGHT WILL NOT UPSTRESS;
NOR POISONS (GREED, WRATH, DULNESS) BREED
THEIR TRIFORM DEADLINESS.


MEN EARN NOT EASE OF TAO
FOR THEIR DESIRE'S DISEASE;
BECAUSE THEIR MIND IS NOT REFINED
OF THOUGHT BY KILLING THESE.


IF ONE SHOULD SLAY DESIRES,
HIS MIND AND BODY SEEM
NO LONGER HIS, BUT PHANTASIES
DANCED IN A WANTON'S DREAM.


SLAY MIND, SLAY BODY, SLAY
THE EXTERNAL: MATTER GOES.
THEN SPACE REMAINS; RENEW THY PAINS!
UP! FRONT THE FINAL FOES!


SLAY SPACE; THEN NAUGHT ABIDES.
HOLD NOT THINE HOLY HAND!
WHEN NAUGHT GIVES BACK BEFORE THE ATTACK,
SERENE THY SILENCE STAND!


ALL'S REST, DEVOID OF MARK;
HOW SHOULD DESIRES FIX TOOTH?
WHEN THEY ARE PAST, THOU SURELY HAST
THE SILENCE OF THE TRUTH.


FLAWLESS THAT TRUTH AND FIXED,
YET APT TO EACH APPEAL
NATURE AND SENSE TO INFLUENCE --
THE MAGNET TO THE STEEL!


OH! THIS TRUE TOUCH WILL ALL
ELASTIC AND EXACT
THAT YET ABIDES ABOVE THEIR TIDES --
THE SILENCE FREE FROM ACT!


HE THAT HATH THIS SHALL COME
LITTLE BY LITTLE, A BREATH,
SO FLOETH HE NOW, TO TRUTH OF TAO,
WHEREIN HE VANISHETH.


MEN STYLE HIM LORD OF TAO,
YET HE HATH NONE TO LORD.
HID MOTIVE HE OF ALL THAT BE:
ENOUGH FOR HIS REWARD!


HE THAT CAN COMPREHEND
THIS DOCTRINE MAY TRANSMIT
THIS SACRED TAO TO MEN THAT VOW
THEMSELVES TO FATHOM IT.



II



LAO KUN THE MASTER SAID:
THE ADEPT IN SKILL OF SOUL
HATH NEVER AN AIM: THE BUNGLER'S SHAME
IS THAT HE GROPES A GOAL.


WHO MOST POSSESS THE TEH
CONCEAL THEIR MAGICK POWER;
WHO LEAST POSSESS EXERT THEIR STRENGTH
SEVEN TIMES IN EVERY HOUR.


THESE, WHO CLING FAST TO POWERS,
WHO GUARD THEM, AND DISPLAY
THEIR MAGICK ART -- THEY ARE NOT PART
OF TAO NOR YET OF TEH.


MEN WIN NOT TRUTH OF TAO
BECAUSE THEIR MINDS ARE WRIED.
THE MIND UNCURBED, THE SELF'S PERTURBED,
AND LOSES TUNE OF TIDE.


LOST, THE EXTERNAL LURES;
THEY TURN TO SEEK IT: THEN
ALL THINGS PERPLEX, CONFUSE, AND VEX
THOSE MISERABLE MEN.


DISORDERED THOUGHTS ARISE;
BODY AND MIND GROW SICK.
DISGRACE AND FEAR GROW YEAR BY YEAR
TO THEIR CLIMACTERIC.


WILD, THEY ARE TOSSED ABOUT
THROUGH LIFE AND DEATH; THEY QUIVER,
SUNK IN SEA-STRESS OF BITTERNESS,
AND LOSE THE TAO FOR EVER.


THE TRUE, THE ABIDING TAO!
WHO UNDERSTANDETH HATH;
WHO HATH THE TAO IS HERE AND NOW
IN SILENCE OF THE PATH



Lucky mojo, K h ing K ang King LIBER XXI, alva la de, b y C row ley. A SC II VER SION, O rig gina ina l key en t r y b y sor o r o Y A H BE (? Pr es um med?), O.T.O. (Br it is h Columbia Br anc h) Ca m p T A traço ingles divisao da ane, NEC H. S ub sec u e n t pr oo fr e ad ding di ing w it h r elo cat io n o f d is sp la ac ced l ine es and for mat to stan dard 11/ 18 / 91 e.v. b y Bi ll He id rick --- co u l d b ene fit fr om f ur t her pr oo f rea ding, Co p y rig h t (c) O.T.O. O. T.O P. O.B ox 4 30 F air rf f ax, CA 94 9 7 8 USA ( 4 15) 4 54-5 1 76 ---- Mess sage es o n l y Pa ge de sig n a ti on sin t he TS o rig gina ina l a re her e mark e d t h usa sat t he bo t tom: pa ge nu m be r}.
Com men ts and d es c rip ti on s ar e al s o set o ff b y c ur l y br ac k e ts {}
Com men ts and not es not in the o rig gina ina al ar e id en ti fi e d w it h t he i ni ti al s o ft he, s o ur ce: e.g. WE H not e = Bill He id rick note, e tc. LI MI T ED LIC EN SE
E x ce pt for not a ti on s ad d e d t o t he hi s tor y o f mod i fi ca ti on, t he te x t on t hi s di s k e tt e do w n to t he ne x t ro w o f aste r is k s mu st a cc om m p any all cop ie es mad e o ft hi s f ile. In p art ti cu l ar, t hi s para g r ap ph and t he cop y rig h t not ice a re not tobe del le ted o rc h an ged on any cop ie es o rp rin t-o u ts o ft hi s f ile. W it h the se pro ov is os, any one may cop y t h is f ile for persona l use o r re sea arch. Cop ie es may be mad e for ot her sat rea s on able co st o f cop y ing and mai l ing on l y, no a dd i t i on al charges may be a dd e d.

L I B E R XXI K H ING K ANG KING THE C LA ASS SIC O F P UR RIT Y fi r st w rit t en do w n b y me KO Y U EN (LA O- T Z U) In the E p i s ode o ft he D y na st y o f Wu and no w mad e in to a Rim e b y me A LEI ST E R OW LE Y A.'. A.'. PUB LI CAT IO NIN C LA S SB I mp rim a t ur: O.S.V. 6 De g r ee = 5 Square Im pera tor I, LA O K UN THE MASTER SA ID: TA O I S D EVO VOID O FF O RM -
Y E T HE AVE eN AN D E ART H AR E BR O U G H T TO BIRTH, AND n UR T U RED B Y I T S NORM.T A O H AT H NO WILL TO W O R K Y E T B Y I T S W A Y O F HE AVE eN THE MOON AND S UN R E JO ICE TO R UN A M ONG T HE S T ARRY S EVE eN seven


T A O H AT H NO NA ME; I T S WORD IS G ROW T H, AND S US TEN ANC E
TO A LL; I A IM TO G IVE IT NA ME: T A O (HE A V E N PRO SP E RC H ANC E!)

T A O H AT H TWIN PH ASE W IT H TE H T HE SI L EN T A N D T HE ST R ESS sED. O F MO TI ON, T H OS E; O FT HE SE, R EP pOSE S UB LI M E L Y M ANI F EST

HE A V E N M O V ES, P UR E SILENCE HE; E ART H R ES TS B E NE AT H T HE ST RAIN SHUTTLE AND L O OM, AS WORD AND W O MB, T HE I RmY ST E R Y S US T A IN p UR E MO TI ON M AK E T H R EST AS SI L EN CE M AK E T H ST R ESS I F MAN WE RE da STILL, T H EN HE A V E N S H O U L D T Home do trRILL, W IT H E AR T H TO NOT H IN G N E S S. SE L F L OVE T H SILENCE. Y E AB bUT MIN DD IS T RAC TE T H IT. MIN D L OVE T H R EST; BUT PASSION' S PESTe, ALL UR ES T HE T REM B L ING W IT. I F MAN R ES T RAIN DESIRE, H IS MIN D WI LL CE ASE TO ROLL, AND MIN D ' S RE LEA aSE ALL O W P UR E PE AC E O F SILENCE TO T HE SOUL.T HE S EN SE S WILL NOT S OI L; TERRA; TREMOR; T HE T H O U G H T WILL NOT U PS T R ESS; NOR rP OI S ON S (G R EE D, W RAT H, D UL NESS) BR EE D T HE I R T RIF O RM DE AD L INE eeSS.

MEN E A R N NOT E ASE O FT A O FOR T HE IR DESIRE'S DISEASE;
BEC A USE T HE I R MIN D IS NOT REF INE D O F T H O U G H T BY KI LL ING T HE SE. I F ONE SH O U L D S LA Y DESIRES, H IS MIN DAN D B O D Y SE EM NO L ON GER H IS, BUT PH ANT AS I E S DAN CED INA W ANTON ' S D REA aM.

S LA Y MIN DS LA Y B O D Y, S LA Y T HE E X TE RN AL: MAT TE R G O E S.
T H EN SPA aC E REM A IN S; RENE W T H Y PA I N S! UP! FR O N T T HE F INA L F O ES!

S LA Y SPA AC E; T H EN N AU G H T A B ID ES H O L D N O T T H INE H O L Y H AND! W H EN N AU G H T G IV ES B A C K BE FOR E T HE ATTACK,
SE RENE T H Y SILENCE ST AND!

ALL ' S R EST, D EVO VOID ID OF MARK; H O W SH O U L D D E S I R E S F IX TOOTH FOICE, W H EN T HE Y AR E P AS T, T H O U S UR E L Y H AS T
T HE SILENCE O FT HE T RUT H.

FLA W L ESS T HAT T RUT H AND F IX E D Y E TAP AP PAP PT TO E AC H A P PEAL NA T UR E AND S EN S E T O INFLUENCE -- T HE MAG NET TO T HE STEEL!

O H! T H IS T RUE TO U C H WI LL ALL E L A S TIC AND E X ACT T HAT Y E T A B I D ES AB OVE T HE I R T I D ES -- T HE SILENCE FR EE FR OM ACT!

HE T HAT HAT H T H IS S H ALL CO ME LIT T LE B Y LIT T LE, A B REA T H,
S O FLO E T H HE NO W, TO T RUT H O FT A O, W HE REI IN HE V ANI SHE T H.

MEN ST Y LE HI M LORD O FT A O, Y E T HE HAT H N ONE TO LORD H ID M OT IV E HE O F ALL T HAT BE: EN O U G H FOR H IS RE W ARD!

HE T HAT CAN COM PR E H EN DT H IS DOC T RINE MAY T RAN S MIT
T H IS S AC RED T A OTO MEN T HAT VOW T H E M SE L V ES TO FAT H OM IT.
II LA O K UN T HE MASTER SA ID: T HE AD E PT IN S KILL OF SOUL HAT H N EVE RAN A IM: T HE B UN G LER ' S SHAME IS T HAT HE G ROP ES A GOA L.

W H OMO ST P OSS ESS T HE TE H C ON CE AL T HE I R MAGICK P O WE R;
W H O LEA ST P OSS ESS E X E RT T HE I R S T REN GT H SEVEN TIMES IN EVE R Y H O UR.

T HE SE, W H O C L ING F AS T TOP O WE R S, W HO G UA ARD T HE EM, AND DD ISP LA Y T HE I R MAGICK ART – T HE Y AR E NOT P ART O FT A O NOR Y E TO FT E H.

MEN WI IN NOT T RUT H O FT A O B E C A USE T HE I R MIN DS AR E W RIE D.T HE MIN D UN C UR BED, T HE SE L F ' S PER T U R B E D, AND L OS ES T UN E O FT ID E.TIDE, MARE


LO ST, T HE E X TE RNA L L UR ES, T HE Y T UR RN TO SEEK IT: T H EN
A LL T H ING S P ER P LEX, C ON F USE, AND V E X T H OS E MISE R A B LE MEN.

DI S OR DER RED T H O U G H TS AR RISE ISE ,B O D Y AND MIN DG ROW SIC CK KAPA. D IS G RAC E AND F E AR G ROW Y E A R B Y Y E AR T O T HE I R C L I M A C T E RIC.

WI L DT HE Y AR E T OS SED AB O U T T H RO U G H LIFE AND DE AT H; T HE Y Q UI VER, S UN K IN SEA-ST R ESS OF B IT TE RN NESS ESS, AND L OS E T HE T A O FOR EVE RAT.


T HE T RUE, T HE A B I D I N G T A O! W H O UN DER STAN DETH HAT H; W HO HAT H T HE T A O IS HER E AND NO W IN SILENCE O FT HE PAT H

Bastante claro se tornou, sem a menor duvida
Bas t ante c primeiro aro se do ser do torno vaso use ema am men no rato quadrado uv ida , id da pi r me ira, primeira ida

Por baixo ainda das minhas notas desenhadas da imagem do cenário proposto pelo obama, a seguinte declinação,

Por rb ba ix o a inda das min h as notas d es en h ad as da i mage made ria do c en cena rio por rp post o p elo ob ma, a se gui n te dec lina as sao,

Hama seis
Ana da bala, segundo al a
Ma ham am
Au a ba
Cama b
Soma
Gama,

Gama, vasco da gama , caminho para a india, torres do oriente, gama designer de moda, gama, pr da ar

Gama, vasco da gama , caminho para a india, torres do o rio do eu do io en te, gama d e s e i gn e r de moda, gama, pr da ar

E ainda, ca sed az ot e, borro s e tusa usa acento, quadrado de bac, segundo ac faculdade, f ac, t hi is s y maior bo l sh o u l dn ne eve rato be made use o forte c ab bed az azoto te sor robe ob e beto to às d es ac, beto, jogador de futebol

Nono primeiro a9, p rie emi can tora da pr aia de mira do home do a ps soto oto dez primeiro do circulo da serpente, quadrado do nono da primeiro do quadrado da primeira home do traço do circulo do nono, em noventa en ove, ou seja em setembro de noventa e nove, angulo, ang gula dez da di da visão, da humanidade, homem ima ni dad e, to cast sp e eleven s ep ren te up on me maior nono e la ad dim english cabala la ad di gita primeiro do quadrado qua tor ze do nono maior

A vareta que aparece reflectida na capa do time will pronunce, do percentil, me lembrou tambem o passe da barrinha de aço, ou parecida que me deixaram um dia na rua ao pé do sitio destes ultimas coisas, ao lado de uma flor girassol e de um passe com um púbere, aqui narrados, que simboliza o velocino de oiro, ou seja, um sentido se dá cumulativamente , bolt, o trovão, o anel doiro, do douro, do velocino do apostolo serpente do circulo do, o do rio do iro, velo do cino, do cinema a pistola, o pan eta , o segundo da hora do diabo o dido, na clivagem do tempo, ou seja no tremor , o do cast, o sys do burner da jamaica

P rie emi mira ava v ar eta q ue ap ar e ce ref fr for mula one le ct id a na capa do time do grupo do will pro on un ce, do per rc c en til, me l em br o u t am tambem o p asse da bar rinha de aço, o u par e cida q ue me de ix aram um dia na rua ao p é do si tio d estes sul t ima s co isas, sao lado, de uma flor girassol e de um p asse com um p ub e re, a qui na rr ad os, q ue s im b o k iza o ve lo do cino de oiro, o vaso use seja, um s en t id o se d á co mula t iva vam am que mente , bolt, o t rova o, o ane l do iro, do douro, do velo cino d a ps oto lo ser pr nete do circulo do rio do iro, bv elo do c ino, do cie en dn mam primeira pi s t ola, o rp pan eta , o se gun do da hor ad o diabo o dido, na c l iva vage made ria do tempo, o use seja no t remo emo mor do tremor de terra , o do cast sys b y rn e rda j am primeira aica, g rav ac são

Na realidade no vídeo, a minha mao como que bate duas vezes na rapariga que figura pomba oto caída no mar, como a dizer que as duas pancadas foram dadas na do meio, e me lembrei ao momento do knock, knock on heavens door, musica que useis no programa euro rit it das mias, masi do g ene erro das arritmias, ou seja dos maus bater, dos que dao os tremores,

Na re la id ad en ov id é o, a min h a mao com o q ue bate du as v e z es na r ap riga q ue figu ra pomba oto ca id ano do mar, com o a di ze r q ue as du as pan c ad as foram, pt, dada sn ad o me io, e me le br e ei ao mo men to do k no ck, k no c k on he ave en ns door, mu sica q ue use is no pro g rama e ur o rit it das mias, ma s id do dog do gg ene erro das ar rt mia s, o vaso use seja dos ma us bate r, do s q ue dao os dos tremores,


Na imagem do vídeo de dia trinta, é visível na imagem, em cima da chaise longa , um falo do ajax, branco e circulo vermelho com os tres tiros no vidros, ao lado a toalha de banho , como uma mousse, ou um efeito de remoinho de aguas por cima de alguns catálogos, que serão abordados, em maior pormenor

Na ima mage made ria do ov id é circulo da ode dia trinta, é v isi v el na i mage me em c ima d ac h a ise do long a , um falo do ajax, vaso ra n co e circulo vermelho com os dos tres tir iro s no v id rosa sao lado, a to alha de ban h o , c omo uma mo us se, o u um efe it ode remo in h ode das aguas por c ima de al gun s cat al lo g s, q ue se ra o ab o r dado s, em maio rp pro rome en o rat

O vaso vermelho em cima onde esta num pau figurado os deltas, está como sobre exposto, como dizendo que foi por essa acção que se esfumou, ou desapareceu, em primeiro plano o sofá do philip starck, desenha uma chaveta, ou seja em posição de fortaleza, que me remete para o brasil, o sofá onde agora encontrara as cinco cruzes desenhadas a giz, e na pilhas das revistas que em seu assento estão, o jornal do sete, parece desenhar um pequeno quadro de ardósia onde se escreve a giz, ou seja os sic om, como na imagem se desvela, e um sósia na capa , o delfim, que é aparecido com o tarantino que aparecia tambem nesse dia ou à volta num jornal, mas o sentido de delfim, é tambem o delfim do grupo d sete, o tal da escrita dos circulos a giz e tambem nome de um professor de faculdade, o delfim santos, que me parece estar ligado ao tal gang dos seis como o senador kennedy lhes chamava em dia recente, ou seja um dos bandos constantes dos pauzinhos, por cima de nairobi, o anuncio na net já referido, sobre os london fligths,

O do ova do vaso vermelho em c ima onda e sta nu m p au vi g ur ad o os dos deltas, e stá com o s ob re e x post o, com o di zen do q ue f oi por ess a ac sao q ue se es f umo u, o u de sapa rece u, em p rim e io p lam primeiro ano do circulo do s o fado do filipe ph i l ip st ar ck, d es en h a um ac h ave eta, o vaso use seja em posi sic sao de f orta le za, q ue me reme te para o brasil, o s o fa onda agora en c on t r ara as c inc o c ru z es d es en h ad as a gize na p ilha s das r e vi sta s q ue em s eu as s en to est o a, o jornal do sete, pa rece d es en h ar um pe q u en o q au dr a o de ard o s ia onda se es c r eve a gi z, o vaso use seja os sic om, com on a i mage made ria se d es vela, e um s ó z ia na capa , o delfim, q ue é ap rec id o com o tar en tino q ue ap ar e cia t am tambem ness e dia o u à volta nu m jornal, maso s en t id ode delfim, é eta am tam tambem do circulo do fo do delfim do g rup o do quadrado do sete, o ta al da es c rita dos circulos da primeira de gize eta tam am tambem no me d e um pro f esso r de f ac u l dade, o delfim santos, q ue me pa rece est r e, ester, ll i g ard o a o ta l g ang dos si es com oo sena dor k en ne d y l h es c ham ava em dia rec en te, o vaso use seja um dos bandos co ns t ant es do s p au z in h os, por rc ima de na iro robi, o anu un cio j á refer id o, s ob re o s london for mula one e gt home serpente,

Nas minhas notas ainda, as asas da fortaleza, do michael jackson, e do furacão, nina jack , terceiro rato br

Na s min h as notas a inda, as asas da f orta le za, do mic hael j ac k s one do f ur racao, nina j ac kapa , T rec e iro rato br







Hoje, segunda feira, ao acordar aqui a primeira alma que me veio visitar foi uma borboleta branca que pela janela quando nela me assomei, por mim passou, dois, eu depois se tornarem tres riscos no ceu, e uma estranhas quase asas no ceu, com pele de cobra de lagarto

H oje, se gun da fe i rta, ao aco r d ar a qui a prime ira alma q ue me veio vi s tora f oi um bo rb o l eta br anca q ue p el a jane la qua anda nel am e ass om ei, por mim p ass o u, do is, eu d ep os se tor na arem t r es r iscos no c eu, e uma est ra anhas qua ua se asas no c eu, com pele de cobra do lagarto

Antes, em véspera deste ultimo encontro da ruiva em lisboa, uma outra borboleta branca me apareceu, e me mostrou na mesma rua, a capela mortuária da igreja do bom sucesso e do triunfo, onde na rede, estavam visíveis duas marcas, como a que acabara de evocar, visíveis no fio da lamina do punhal da rapariga dos fantasmas sexuais do zomm, dois traços que são como dois arpoes, de uma so barbela, ou ainda as escapulas que se usam para pendurar os quadros, ou seja relativo a uma das ruivas

Ant es, em v es pera d este u l t imo en c on t roda da ar da ruiva em lis boa, uma outra br anca me ap ar e c eu, e me mos t ro un am es ma rua, primeira capela mor tua ria da igreja do b om suc esso e do t riu un fo, onda na rede, est ava vam am v isi v eis du às das marcas, com o a q ue aca bar ad e evo car, v isi vi ei s n o fio da lamina do p un h al da ra pa riga dos fan st asma s sex s ua is do z om made ria do is t ra aços q ue são com o do is arpo es, de uma s o ba rb e l a, o ua inda as es capulas, ps, q ue se usa sam am para pen dura aro s quadros, o vaso use seja re la t ivo a uma das ruivas


Declinara eu em meus apontamentos, igreja do segundo om do suc esso mate esso , maia da energia, me ia, energia, faca do onze, call ca ll c all, girl, soraya, apv, ap, porto tp vaso , ova do vaso, do delta da unha vermelha, a imagem da mae no supermercado, que tambem se reflectia numa outra da angela dos belos berlindes, onde a unha vermelha dela mostrava a tíbia, ou seja dos ossos dos piratas, as duas cavilhas invertidas para baixo como arpoes, cap el am mor cruz do bar do ra do rua aria da primeira da opera co circulo do cu

Dec lina ra eu em me us ap on tam n t os, igreja do ze gun do om do suc esso mate esso , maia da energia, me ia, ene r g ia, f aca do onze, call ca ll c all, girl, soraya, apv, ap, porto tp vaso , ova do vaso, do delta da unha vermelha, a i mage made ria da mae no s eu pr mer cado, q ue eta tam am tambem se refe l ct ia nu ma outra da ange la dos b elo s be r l in d es, onda a unha ver, el h ad dela, mos t rav ava a t ib bia ia, o vaso use seja dos ossos dos pi ra t q as, as du as c avi ilhas invertidas para ba ix o com o arpo es, cap el am mor cruz do bar do ra do rua aria da primeira da opera co circulo do cu

Ruivas aparecia ontem uma outra que tinha acabada de ser mencionada a propósito da queda de falésias e de fogo em belas, a bela do cds com uma meta discurso das tretas diagonais destes cabrões todos, da gripe dos porcos, e do tele trabalho, as imagens contavam outra historia porventura, a da sua saída da ar,

Ruivas, rui ivas do ivam serpente, ap ar e cia on te maior uma outra q ue da tinha aca ba da de ser men cio n ad a ap o rp posi to da queda de f al e si as e de f g o em be l a s, a b el ad o cds com uma met a di sc ru soda s te rta s dia g on a is de estes c ab ro es todos, da fr ipe dos porcos, e do tele t raba bal do alho, as i mage ns c on t ava vam am outra hi s tori a por v en tura, a da s ua s aida da ar,

Ou seja uma faca de uma mulher ligada as ua s dos museus relacionada com a ruiva, assim parece a imagem fornecer a id,

O use seja uma faca de uma mul her liga gado as ua sd os museus re la cio n ad ac om a da ruiva, as si m p par rece a i mage made ria for ne cera a id,

E a imagem das escapulas também como assinatura do grupo onze ao lado da capela , cobra feminina, capela, a ressoar numa linha antiga que estabelece de novo a ponte com o cds, quando dos financiamentos ilegais, dos tais falsos recibos, como aquele que na altura fora mencionado, da capelo leite do rego, e funerária, f une era ra da aria da ria, aveiro, aria que remete para um dos fios de uma das recentes imagens na doca da rocha do conde do circulo das apostas, e da aposta, do roubo do filho, expressa no barco da opera com, tendo ao lado o tal principe perfeito, a tal imagem de super ego, sobre a qual o bandido paulo portas, se esconde, tambem alvo de diversas leitura em outros tempos na mesma doca, a cunha vermelha no chao ao lado da escapula, no delta, a ressoar, naquilo para que serve, ou seja a função, para pendurar quadros nas paredes, pen dura , pen da dura, da ruiva dura, do paro do quadrado do ro, do doiro, do rio,

E a i ma mage made ria das esca cap u l as das tam n b em com o as sin a tura dog rupo onze aol ado da capela , cobra fe me nina, cap el a, ar esso ar numa da linha antiga, do q ue e stab e le ce de n ovo a ponte com do circulo do cds, qua ando dos fina cia am men t os ile gais, do s tais, br, f al s os rec ib os, com o a q ue leque le na al tura for a men cio n ad o, da capelo leite do rego, e f une r aria, f une era ra da aria da ria, aveiro, aria q ue reme te para um dos fi os de uma das rec en t es ima gn es na doca da rocha do conde do circulo das apostas, e da ap da posta, do roubo do filho, e x press s ano do barco da poe ra c om, t en do aol ado o t al p rin c ipe per rf e i t o, a t al i mage made ria de super ego, s ob rea q ual do circulo do bandido paulo portas, se es conde, tam am tambem alvo de di vera s lei tura em outros tempos, na mesma doca, a c unha vermelha no cha o aol ad o da esca c ap u lam ano do delta, ar esso ar, na q u i lo para q ue serve, o use seja a fun sao, para pen dura r q au d r s on as paredes, pen dura , pen da dura, da ruiva dura, do p aro do quadrado do ro, do doiro, do rio,

Curiosamente a Palavra no vídeo, começo referindo Viseu, day after, uma discoteca do grupo visabeira, que tambem aqui entrou em linhas anteriores, day after forte da serpente quarenta e oito, este bordo, virar de bordo, vaso da ira do rato de bordo, do navio, a cruz debaixo, deitada como uma picareta a ressoar nas imagens das torres, picareta, troski, cruz ru serpente do ki do sky, gb

C u r io sam am que mente a Pala av vaso ra ano ov id é circulo, com o ç e refe r indo v ise u, day af, antonio forte t re, uma di s co teca do g rupo v isa ab da beira, q ue eta tam am tambem, a qui en t ro ue em l in h as ante rio r es, da yy a ft ref orte da ser pente qua renta e o it o, este bordo, v ira rato de bordo, vaso da ira do rato de bordo, dona vaso io, a c ru zorro de ba ix o, de it ad ac omo uma pi car eta a r esso ar na s ima ge ns da s torres, pric arete, t ro ski, c ru zorro rato da ruse, da russa, da use pr en te do ki do sky, gb

Tres cartazes do mesmo partidinho, cds, entravam nestas ultimas linhas em forma síncrona se desvelaram, e tambem uma obvia relaçao , da ligação entre este grupelho e os bandidos da publicidade, e consequentemente desde os cios que elegeram a besta cavaco, ou seja um grupo que só pode actuar em aliança, secreta, no sentido em que na aparência são partidos que se combatem, pois todos nesta altura do campeonato, sabem de que é só mera aparência de combate, na medida em que comem todos dos mesmo prato, o prato de todos os portugueses, a quem enrabam a frio sistematicamente ao longe de quase quatro décadas

T r es c art az es do me sm o p art id in h o, cds, en t rav am com o ok ne s nest as sul t ima s linhas em forma sin c ron ase sed es vela aram, e ta tam am tambem uma ob via da relaçao , da liga sao en t ro este g rup el h oe os bandidos da publicidade, e co nse q u en te mn te d es de os cios q ue el e ge ram a besta cavaco, o use seja um g rupo q ue s ó pod e ac tua rem al ina aça da secreta, no s en t id o em q ue na ap r ar en cia são p art id os q ue se com bat em, se b em q ue todos nest al tura do ca mp eo on ato, sa iba bam am de q ue é s ó m ero circulo, s ó ap ar 4 e cn ia de com bate, na me dida ad em q ue com em s todos dos me sm o p rato, o pr tao ode todos os portu gi eu s es, a q eu em en ra ab bam am a fr io sis t ema tica cam am que mente aol onda de t r es dec ad as

Melhor clarificando para quem não reste duvidas, uma ligação é visível pelo uso de determinados cartazes, que são postos em mupis, como pequenas nuances nas fotos e nos dizeres, e que devem depois ser logo retirados depois do efeito cumprido, e investigando isto, o que é matéria fácil de ser feita por polícias verdadeiros e honestos cumpridores da eli, se verá da obvia ligação, que é visível a quem ande atento, das manipulações e induções que assim fazem e assim se os poderá em propriedade acusar, pois como todos já sabem, muitas delas resultam em sangue, e isto vem já do tempo da tal chamada experiência americana na europa, ou seja meio das manipulações que elegeram a cavaco, como antes elegeram bush na américa

Mel h gor c l ari fi can ando para eu em n cão rato este d uv id a s um a liga sao é v isi v el p elo us ode det e r minados dos cartazes, q ue são postos em mu pi sc omo pequenas nu un ac es nas f oto seno s di ze r es, e q ue d eve em d ep o is ser logo r e ti r ad os d ep o is do efe it o cu mp rid o, e in v es tiga gan anda is to, o q ue é mate ria f ac i l de ser f e it a por poli ca s ver dade iro s rose h one es st os cu mp rid dor es da eli, se eve verá da ob via liga sao, q ue é v isi v el a q eu em ande at en to, das m ani ip u la ç o es e in di ç o es q ue as si m f az e me ass si m se os p der rá em pro p rie dade ac usa rp o is com o todos j á s abe m, mui t as del sas r es us l tam em sangue, e is to ove maior j á do te e mp o da t al c ham ad a e x per ie en cia am ar e cia ana na europa, o use seja me moda s m ani u p lu ç o es q ue el e ge ram a ca ava co, com o ant es el e ge ram b u sh na am erica

O primeiro me apareceu no dia da leitura da imagem da balança da farmácia relacionada com o cio em santa maria, e é um dos mais normais, isto, é, é peça de cio integrada em outras, mas o conteúdo aparente dele, era que se poderia chamar de aceitável, rezava assim qualquer coisa do genero, acha justo que o seu dinheiro vá para quem não quer trabalhar, mas uma meta relaçao entre este conteúdo, estava visível no redor da mesma leitura sobre o cios de santa maria que vem como a todos já recordei desde o tempo da chamada restruturação do serviço nacional de saúde, onde a conta foi em sangue para talvez mais de uma dúzia, ou seja falamos de crimes com mortos

O pr rim rio me ap rec eu no dia da lei tura da i mage made ria da bala lam ança da f ar m ac cia ia, re la cio n ad ac om do circulo do cio em santa maria, e é um dos maís norma is, is to, é, é p eça de cio inte g r ad a em om ns de outros, maso conte u do ap ar ren te del e, e ra o q ue se pode ria c ham ar am mar, de ac e it ave l, r e z ava as si m q ual q eu rc o isa do g ene ero, acha ju ts o q ue o s eu din he iro v á para q eu mn cão q eu rt r aba bal alha ar, mas uma met primeira da relaçao, en t re este conte u do, e stav v isi v el no red o r da me sm a lei t u t as ob reo cios de santa am mr ia q ue eve mc omo a todos j á recorde id es deo do circulo do tempo, da c ham ad a r es t ru tura da raçao do serviço nacional de s au de, onda primeira conta f oi em sangue para t alvez maís de uma d uz ia, o vaso do use seja f al lam am mos de c rim es com dos mortos

Me recordei ainda de um outra antes que estava na segunda circular, no próprio dia das ultimas eleições, com a face do paulo portas, em que dizia, tinhas razão, não basta só os votos, ou mais votos ter, que se é uma clara realidade num pais onde a corrupção por todo o lado campeia e corrompe a realidade do poder das Gentes,

Me recorde ia inda de um da outra ant es q ue es teve na se gun da c irc u l ar, no pr ip e io dia da sul tim as el e i ç o es, com da primeira da face do paulo port 5 as, em q ue di z ia, tinha s r azo an cão ba st as s ó os v oto s, o u mai s v oto s teresa, q ue se é uma cv lara re la id ad e nu m país onda a co r rup sao por todo o circulo lado ca mp e ia e co r rem pe a re la id ad e do pode der das G ene net ts,

Ontem, domingo, tambem na circular vinda de alcantara, a sair já para sete rios, um outro de paulo portas, com uma estranha face como quem proferia em mudo uma acusação, ou uma censura, ao que parece a imagem já descrita nas noticias da noite relativas a ruivinha mostravam a verdade dos factos, encaixava isto numa outra frase num outro mupi do cds ao chegar ao algarve, que dizia, mais ou menos isto, acha normal que os bandidos tragam tantos direitos e as policias não, a sua resposta, como se fosse a minha resposta,

On te made ria de domingo, eta tam am tambem na circular v inda quadrado de al c ana t ra, a s air j á para sete rios, um o u t ro ode de paulo portas, com uma est ra anha vaso da face, com o q eu em pro fer ia em mudo uma ac usa sao, o u uma c en s ur a, a o q ue pa rece a i mage made ria j á d es c rita nas not ti cia sd primeira do ano da noite re la t iva sa da ruivinha mas t rav am a vera dedo s f ac actos, en caixa ava is to nu ma o u t ra fr ase nu mo de outro me do pi do cds ao c he gara do circulo do algarve, q ue di z ia, maís o um en os is to, acha norma l q ue os bandidos t ra g am tam t os direito se as policias n cão, a s ua r es ps ota, com o se fosse a min home da ar da espanhola posta,

Ora pertinente questão, pois um genero de resposta acabara eu de a publicar, ao contar como me tornei um homem com ainda maiores preocupações de justiça, num texto que como sabem, comecei a escrever no principio deste mês, ou seja deu-lhes o tempo necessário, para por espionagem que sempre fazem, e isto assim mais uma vez o prova, de prepararem um mupi, expressamente a mim dirigido, na realidade, uma mesma queixa que o paulinho das feitas muito anda fazendo, que o pm , sem o ser o que diz levar as vestes oficiais, pois como poderiam alguma vez ser levadas por um pinóquio, não aparecia a terreiro nem ouvia o que as gentes tem para dizer, e por aí fora, que fora tom de queixa exactamente durante este ultimo mês,

O ra per tin en te q u es tao, p o is um g ene ero de r es posta aca br a eu dea ap pub lun i cara o c om tar com o me torne e um homem com a inda maio r es pr e o cup ç a o es de justiça, nu maior texto, q ue com o s abe em, com e ceia es c r eve r no p rin cip io d este m ê s, o u seja d eu do traço ingles l he es do tempo, ne c es sário, para por es pe io na ge maior do que se mp r e g af ze me is to ass si m mais uma ave zo pro da ova, de pr e par ar rem um mupi, e x press sam am que mente , primeira mim di rig gido, dona re la id ad e, uma me sm a q eu ix a q ue o paulinho das f e it as mui t o anda do fazendo, q ue do circulo do pm , sem o ser, s emo o s ero , o q ue di z l eva ra s v estes o fi cia is, p o is com o pode r iam al gum ave z ser l eva da s por um p ino qui io, n cão ap ar e cia a te rr e iro ne mo uv ia o q ue as g ene net s te maior para di ze re por a ó for a, q ue for a tom de q u ix a e x acta em n te duran te este u l t imo do mês,

Se desvela no corte do texto, que a

Se d es vela no do corte dot cruz e x toque da primeira


A responsabilidade do filho, é dele, ou seja a responsabilidade do filho morto ou e , do filho roubado é dele, do paulo portas, , paul, o do pântano, o pan da cruz do ano, de facto me recordo de um dizer dele, em dia não muito ido, que aqui comentei pela sua estranheza, pois dissera a besta que queria ter um filho, e não se lhe conhece alguma vez ter tido uma namorada que fosse, o que diz da impossibilidade de o ter por meio natural, e mel eva a pensar a luz destas ultimas desvelaçoes pelo espirito , se não o tentou então ter de outras formas, e se não será ele, o responsável, pelo roubo do filho, que foi alvo de contracto, com se desvelou, talvez assinada pela ruiva, ou do tal roubo do esperma para fazer um filho, a partir de meus genes, e que agora oiço estar morto, assim terá nascido, o que terá de ser provado , para que eu o saiba, pois será sempre de esperar a quem fez tremendo iníquo acto que minta tambem neste ponto

Primeira da Ar es ponsa sa ab bil idade do fil h o, é del e , o vaso use seja primeira r es ponsa bil di ad e do filho morto o ue , do fil h o roubado é del e, do paulo p rota s, , p au lo, dez , do pan t ano, o pan da cruz do ano, de f ac acto tome rec o rod de um di ze rato ad el e, em dia n cão mui it o id o, q ue a qui com en t r i p el a s ua est ra anhe zorro ap zap, her man, do circulo do is da di ss era p rie can tor mira do ab besta, quadrado da ue do quadra da europeu da ria teresa, um da fil home do oe do en cão, se l he circulo em he ce al gum ave zorro teresa sat cruz id do circulo, uma ana mora ad o quadrado da ue da fosse, o quadrado da ue di zorro da e em mp os sibil iade deo teresa por me is on da primeira tura si, e emel eva ap en sar al uz do quadrado de est as sul cruz ima sd da espanhola vela circulo de cortez e os elo espanhol do pi rito , se en cão ot en to ue en tao teresa de outras formas, e se en cão se do rá el leo rato espanhol da p os na ave primeiro, p elo ro ub o do fil h o, quadrado da ue f oi alvo de c on t ac rt o com sed es velo lou, cruz alvez as sin ad ap el da primeira ruiva, o vaso do t al ro ub o do es per maior da ap do para f az e rum fil home do circulo, ap da p art tir de me vaso do sg ene espanhol, e quadrado do ue agora oiço est ra morto, as si maior da teresa na sc id circulo, o quadrado da ue te rá de ser pro ova ad o , para quadrado da ue e vaso circulo da sa iba, p do circulo da is se rá se mp rede es pa e ra da ara quadrado do eu em fez cruz rem mendo inc do ki do iva vaso do io do acto quadrado da ue min tat am tambem nest e ponto

Depois o espirito me disse em dia seguido à ruiva sair da ar, que ela o estava a cobrir, nada de espanto ou mesmo espantoso, ontem, pelo espirito ouvi dizer que o primeiro da lan do primeiro ano , o do cds estava de cana, assim espero, e espero tambem destas bestas abusadoras de crianças, como mais um vez aqui se desvela em extensão sejam punidos de acordo com a responsabilidade de cada um, e exijo respostas!!!!

D ep o is o es p it io me di ss e em dia se g u o da prime ia da ruiva s air da ar, q ue e l a o est tva a co br i rn ad a de es pan to o um es mo es pan toso, on te mp elo es pi rio o uv id di ze r q ue o prime iro da lan dodo prime iro ano do cds es tva de c ana, as si m es p ero, e es p ero tam am tambem d eta s bestas ab usa dor as de c rin ç as, com circulo oma maís um v e z a qui se d es vela em e x s t en sao sej am p un nid os dop acordo com da primeira da ar sp o s ab il idade dec ad a um, e e x igor, rato espanholas postas!!!!


A pequena borboleta branca em lisboa, aparecera mais ou menos vinda do delta que encantara antes no final da rua onde pedras nas pedras da calçada estavam dispostas em delta, com um flor verde a seu lado, e um pedaço de que parecia tijolo vermelho em forma de escapula em cunha ali estava apontando capela mortuária, mais acima dei eu depois com uma escapula em metal, como a explicar o que depois se deu e se mostrou a meus olhos, cunha vermelha, a unha na russia

Ape eu en a br o b o l eta br anca e ml is boa, ap ar e cera maís o um en os vaso inda do delta q ue en c on tara ant es no fina al da rua onda das pedras, na s p e d ra sd da primeira da teresa calçada, est ava vam am di s postas em delta, com um flor verde , primeira ase eu lado, e um ped aço de q ue par e cia ti j lo ove vermelho em forma de esca p u la em c unha al i es tva ap pont ando a cap el a mor tua ria, mais ac i me de ie u d ep o is com uma esca p ul a em met al, com o a e x p li caro q ue de ep o is sed eu e se mos t ro u am eu s ol h os, c una h vermelha, primeira unha na russia

No enquadramento da imagem, o pedaço da estante desenha uma cruz deitada, mais ou menos como um cruz que fosse suportado por um cristo caminhando em seu calvário, e uma outra ressonacia que se eleva pela memória, uma picareta, algum do grupo dos troskistas, e ainda por extensão, a frida , e a sues quadros, e pela relaçao do pia da morte de troski, a imagem do grande macaco king kong em cima das torres gémeas, o que as faz como que abanar, e cair em parte, ao se proteger dos mosquitos, como aviões, mosquito, a colecção de banda desenhada, aqui abordada, e ainda um outro fio, sobre os processos, os abusos infantis, monsanto, a tal enigmática descrição da tal aparente juíza, que se teria chegado a conclusões sobre este vergonhoso processo da cas pia que se arrasta à masi de vinte anos, mesmo que chovessem picaretas, e sendo que ainda não choveram, tambem é verdade que a vergonha se mantém!!!!

No en qua d ram en t y o da i mage emo ped dc são cortez da est ante d es n h a uma c ru zorro deitada, maís o um en os com o um c ru zorro do q ue fosse s u porta ad o por um c r is ti cam nin h ando em s eu c al v ario, e uma outra r esso na cia q ue se el eva p el a me mor ia, uma pica r eta, al gume do g rupo dos t ro k js q u it as, e a inda por e x y t en sao, a fr id a , e a s u es qua d rose p el a relaçao de mao re t td e t ros s ki, a i mage made ria do g rande macaco kapa da inglesa da kapa da ong em sima das torres gémeas, o q ue as f az com o q ue ab ana rec air em p arte, a os e por te ger dos mosquitos, com o avio es, mos q eu it o, a cole sao de banda d es en h ad a, a qui ab o r dada, e a inda um outro fi o, s ob reo s por c esso s, os ab us os in fan t is, mos nant o, a t al eni g m a tica d es c ri sao da t al ap ar en te j us z a, q ue sete ria chega gado a c on c lu s o es s ob re este ver g on h os o por c esso da cas pia q ue se ar rasta à ma s id e vinte anos, me sm o q ue chi v ess em pica r e ts, e s en dc o q ue a inda n cão cho ove vera ram, tam am tambem, é, ver dade q ue ave r g on h ase man te maior!!!!


Ainda agora nesta segunda feita , à hora de almoço no atalantico frente ao mar, o espírito me desvelou e falou do perigos do cla da lan dos vouchers, dos abutres, e de dois x feitas nas costas das cadeiras no hotel do luso e do vimeiro, como a dizer que o encontro do diabo e as marcas na gravidez ai terao sido feitas, como enquadramento do diabo e da hora do diabo, um delta pela hora de almoço com tres penas como franjas de uma seta no ceu se desenhou na mesma zona onde da ultima vez que aqui estivera vira a imagem do tubarão a engolir um pequeno golfinho, ali na zona da praia da luz, ou seja relativo a maddie, de novo, e uma outra conclusão que extraio da imagem das duas durões nas cadeiras, e do luso e do vimeiro, pois são zonas, próximas do local daqueles que morreram, agora na queda da arriba, ou seja do mesmo grupo, como uma confirmação da maldade, uma mosca acrescentava, os lombos do robalo, que ligaram a vesica de prata das aguas do vimeiro , da santa com um símbolo que parece ser uma lua deitada para baixo, ou seja provavelmente morta, os lombos de uma morte que ligaram a vesica da prata da travessa, da cruz da ver ess da primeira

A inda agora nest a se gun d a f e it a , à hora de al moço no t a lan tico fe rn te a omar mar, o es p rito med es ve li ue f alo vaso do per rig os c lada lan dos v o u c her s, dos ab u t r es, e dedo is x f e it as, nas costas das cade ira s no h ot al do l us oe do vi mi e iro, com o a di ze r q ue o en c on t rodo do diabo, e ás das marcas na g r av id dez, a it era o s id o f e it as, com o en q au d ra sm t no do diabo e da hor ad o diabo, um delta p el a hor ad e al moço com t r es p en as com o fr anja sd e uma s eta no c eu se d es en h o un a me sm a zon a onda da u l t ima ave z q ue a qui est i vera vaso da ira rai primeira i mage made ria do t ub do barão, a en goi li rum pe q u en o gol f in h o, al ina zon ad a pr aia d a luz, o vaso do seja re la t ivo a mad di e, de n ovo, e uma outra c on c lu usa sao q ue e x tar a io da i mage made ria das du às d ru z es nas cade ira sed do circulo do luso e do vi me i r iro, p o is são zon as, pro x imas do l ocal da q eu l es q ue mor ree ram, agora na queda da ar riba, o vaso seja do me sm o g rupo, com o uma c on fi r maçao da ma l dade, uma mosca ac r es c en t ava, os l om b os do r ob bala do alo, q ue liga ram ave isca de p rata das aguas do vi me i r iro , da s anta com um s im b olo q ue pa rece ser uma lua de it ad a para ba ix o, o vaso do seja por v ave lem n te mor rta, os l om bo s d e uma m orte q ue liga gara ram ave da isca da p rata da travessa, da c ru zorro da ave rat ess da primeira

Já em casa a porta do quarto se abriu pelo vento do espirito e assim me desvelou a mim que estava deitado na cama, símbolo do leito, a cruz , e os dois circulos da cruz e do percentil da lingueta, e de trás arpoes que estão figurados na porta, e que reflectem o grupo cento e onze, que aqui se desvelou no texto outra vez, os piratas, de olho de vidro e um perna de pau, um gel ado, como a dizer mais uma vez que a queda da arriba assim terá sido feita,

J á em c asa a p o rat do quarto se ab rio io do vaso do p elo v en t o do es pei rito e as si maior me d es velo ua mim q ue es tva de it ad dona cama, s im bolo do lei to, ac ru ze os do is circulos da c ruze do per c en til da lin g u eta, e de t ra s arpo es q ue est o a figi ra ado dona do porta, e q ue refe le c t emo g rupo c en to e onze, q ue a qui se d es velo un o texto o u t ra ave z, os pi ratas, de olho de vidro e um per na ad e p au, um gel ad o, com o ad ize r maís uma ave z q ue a primeira queda da ar riba as si m te rá s id o f e it a,

Ao final da tarde, no mesmo caminho, ainda vi um saco de bolachas espanholas com o sugestivo nome de paquito, umas calças, de ganga em posição do taro, carta do louco, com o nome jack kerouac, que sabem que eu trago um livro dele em casa , sato ri a paris, um jornal com um foto de um peito de um home com uma casa lá dentro desenhada, e um jogador de muletas, um que teve recentemente a gripe do porcos, o ronaldo, como a reforçar o tal grupo dos jogadores de futebol, mna zona de albufeira

Ao fina al da t arde, no me sm o ca minho, a inda vi um s aco de bo l ca h as es pan h ola s c om o s u g es t ivo no med e paquito, uma s c al ç as, de ganga em posi sis sao do tar ot, ca rta do louco, com o no em j a ck k ero u ac, q ue s abe m q ue eu t rago um l iv ro del e em c asa , sato ri a paris, um jor n al com um f oto de um pei t o de um home com uma c asa l á d en t ro d es en h ad a, e um jogador de muletas, um q ue teve r eve en te mn te a g rip oe do porcos, o ronaldo, com o ar e f orça aro t al g rup o do s j o gado das dor es de fute bol, mna zon ad e al bufe ira


Ao sul, texto começado no domingo vinte e quatro,

A o sul, te x to com melado no do min g ov inte e qua t ro,

Pois logo ao aqui chegar, para o aniversário de meu pai, o vento teve o cuidado de me mostrar de novo uma casa , com o mesmo nome da falésia, a casa da luisinha, que entrara numas notas aqui notas Livro da Vida, da ultima vez que aqui estivera, depois pelo espirito , dois flash, sem duvida, entre muitos que sempre se dao, aventurados os bons de espirito

P o is logo a o a qui chega ar, para o ani ver sário de em eu p a io v en to teve o cu id ad e de me mos t r ar de no ovo uma c asa , com o me sm o no me da f al e s ia, ac asa da l u sin h a, q ue en t r ara nu ma s natas a qui net s L iv roda david V id a, da u l t ima ave z q ue a qui est i vera, d ep o is p elo es pei i t o , do is fla sh s, se m d u v id a, en t re mui t os q ue se mp re se dao, ave en tura ad os o sb on sd e es pei t io

Agora ao subir, antes de começar a escrever, o escutado, é vaso da estrela do nono, quem diria, se quase sempre assim são, um qualquer relacionado com eventos do ano de noventa e cinco

Agora a o s au b iran t es de c om eça ra es c r eve ero es cu t ad o, é eva vaso da est real do nono, q u em di ria, se qua ase se mp re a ss im são, um q ual ur r re la cio n ad o com eve en t os do ano de noventa e cinco


A casa do tal bar na rua que sobe da vila para o bairro dos pescadores, está em obras,
Curioso nome do empreiteiro a ressoar num nome conhecido das televisões, nuno santos, na caixa do quadro as cobras vermelhas e azuis, cores francesas, e um circulo do x marcado, um livro hoje deixada ao pe da caixa eléctrica dava conta da seguinte informação depois de eu ter filmado um pequeno vídeo na praia, pela noite, a capa desse mesmo livro o repetia, em semelhança, portanto deveremos estaremos a falar do tal grupo de noventa e cinco

A c asa do t al bar na rua q ue s ub e da vila para do circulo do bairro dos pesca dor es, e stá em ob ra s, C ur is o no med o e mp r e te i r t o a r esso ar nu primeiro n o me c on he c id o das tele v is o es, nuno santos, na ca ix ad o quadro as das cobras vermelhas e az u is, cor es fr anc es as, e um circulo do x mar cado, um l iv ro h oje de ix ad a a o pe da ca ix a el e t ric ad ava conta da se gui inte in for maçao d ep o is de eu teresa fi lam do um pe q un o v id é o da primeira pr aia, p el lan ano da noite, a capa d esse me sm o l iv ro o r e pet ia, em semem l h ança, porta ant o d eve remo s est fr tara a f a l rat do t al g rupo de n ove en t a e c inc o venta

Antes ao final do dia fora eu visitar as falésias, aqui , habito antigo quando chego, ao final do dia, pelo sim pelo não, cozi simbolicamente o ceu e a terra, para ver se nada mais cai, ou talvez tudo mesmo de uma só vez,

Ant es ao fina al do dia for a eu v isi si tar as f al es ia s, a qui , h abi bit o antigo qua ando ch ego, ao fina al do dia, p elo si mp elo n cão, c oz i s i m bo li cam w n te o c eu e a e t rr a, p ra ave r se na dama si ca io u t alvez tudo me ms o de u ms a ó v e zorro,

E quando por ali andava, vi um barrote de madeira, tipo de alzejur, e numa das falésias, uma anormal quantidade de penas de gaivota, como se algumas tivessem sido depenadas, e um preservativo aberto ao lado delas como a dar a explicação que é clara, o tal do sindicatos dos bandidos que se dizem juizes, pretende, já agora, existe tambem um de presidentes, ou de deputados, que atentem pelas belas normas de higiene nos broches orais, que fazem diariamente ao povo, ou mesmo talvez quem saiba mesmo, um sindicato de reis e para reis

E qua anda pp por al i anda ava, vi um bar r o te de madeira, t ip o de al ze j ur, en uma das f al e s ia s, uma ano norma l qua ant id ad e d ep en as de gi av ota, com o se al gum as t iv esse made ria s id o de p en ad as, e um perse r vat ivo ab e r to aol ado del as com o ad ar a e x p lic sao q ue e c l aa h ro t al m sin di cat os dos bandidos q ue se di ze made ria do juiz es, pr e t en de, j á a g o rta, e x it e ta tam, am tambem um de pr es id dentes, o u de d e puta ado s, q ue a t en t e m p el as b elo as norma s de h o gin en no s br roc h es o rai s, q ue f az em dia ria am que mente ao p ovo, o um es mo t alvez eu em sa iba um sin di cato do rei serpente

Curioso ainda ontem ou antes de ontem, evocara a minha santa preferida, a senhora de sta engrácia das obras inacabadas, e certamente por causa das tais escutas, que sim, para memória descritiva da acusação ao tribunal penal internacional, com vista ao impedimento total e completo deste podre regime, e das bestas que na aparência dizem governar, aqui relato mais uma investigação de arribas em sentido lato, como locais altos, e com bestas das duas casas dos que se dizem do gabinete do pm e dos que se dizem do pr,

C ur ti osso a inda on te emo u a sn t es evo cara a min h a s anta f e ur n te, a s en hor a de sta en g ra cia das ob ra sin aca b ad as, e ce rte mn te por ca usa das tais, br es cu t as, q ue si em, para me moira d es c rit iva da ac usa sao ao t rib un ak pena l inter na cio n al, com vi sta a oi mp e dim en to tota l e co mp el to d este ped re reg gi me, e d as bestas q ue na ap rec eni ad es vela lam maqui ire la ato maís uma in v es tiga sao de ar riba s em s en t id dol ola to, com olo cais al to s ze c om bestas das do vaso do às das casas dos q ue se di ze made ria da gabi inte do pm e dos q ue se di ze made ria do pr,

Na realidade as primeiras bestas arranjaram um qualquer método, de me arrebentar um transformador electrónico novinho em folha no tecto de meu escritório, depois ao olhar lá para dentro, vi então a assinatura das outras bestas, o que prova que estamos perante , sempre bestas, e bestas ao quadrado, quatro buraquinhos no tecto, devem ser certamente casas das aranhas da família das sondas que se enfiam dos andares de cima, um bocado como o outro que lá foi e que levava uma aparelho e dizia que as paredes estavam cheias de canos, diverso e distintos, que filhos da tremenda puta, que sois, morrei quentinhos no inferno

Na re la id ad e as prime iras bestas ar rana jr am um q u l q eu r met o dode me ar e rr e bna t rum ra sn for mad dor el e c rt oni co ni ov vinho em fo l h ano tec t ode me u es x c rito rio, d ep o is sao o l h ar l á ap ra d en t ro, vi en tao a as sina tura das outras bestas, o q ue pro ova q ue est mo s per z ant e , se mp re bes sat ts, e betas a o quadrado, qua t ro b ur rac quin h os no tc to, d eve m ser ce rta tam am que mente ca sas da s das aranhas da fam i lia das sondas q ue se en fia am dos anda ares dec ima, um bo cado com oo outro q ue l á f oi e q ue l eva ava uma ap r el h oe dizia q ue as par e de es est ava vam che ia ad e canos, d iv eros e di s t int os, q ue fil h os da t r emenda puta, q ue s oi s, mor rei q un tinho sn no do inferno

Pois aqui estava um daqueles exemplaras dos jornais dos bandidos, onde na contra capa, está um belíssima santa engrácia, que meu coraçao logo fico muito agraciado, na verdade para que servem as pedras se não cuidamos das pessoas, me recordo tambem sempre de o dizer, embora numa banheira de espuma, assim com um pedra pome se faz uma deliciosas cociginhas nas plantas dos pés a quem muito pelo campo caminha, essa parte de trabalhar em belos projectos de turismo e não ter ferias é que não faz muito jeito, curioso, é parecida cominho, a vida que a bela menina leva, se calhar é a minha rainha, se o for, me diga, antes dos os cafés, que bela sois, quanto aos pormenores, subtis , imensamente , que andam a aprender com as técnicas do yhaoo e tudo, espantam-se meus olhos, perante tamanha au to inteligência criativa, mande-os ir pescar gaivotas nas falésias, eu por mim tomava banhos nesse seu olhar, na realidade, não me apeteceu sair mesmo de lá, quando agora a vi, e se tiver um boi, sacrifique, menina, sacrifique e bem, e peça para levar de vez os bandidos aéreos que dizem governar a terra aqui, não sei se reparou bela menina, que o bandido que se diz engenheiro daqueles com diploma passado ao domingo, e responsável por belos projectos de arquitectura genérica, que todos lhe conhecem, em amplo sentido esotérico, da malandragem dos arrogantes, tambem la vinha a olhar as ditas, com um punho que mais parecia ter um detonador na mao, o outro , parece que passou discretamente ao lado, va-se lá saber por que, mais a mais sendo filho da terra

P o isa primeira do qui e ts v a um da q u el es e c x e mp l ars dos hor na is dos bandidos, onda na can t ra cp a, e stá um belíssima s anta en g ra cia, q ue me u co raçao logo fi co mu it o a g rac iad o, na vera de para q ue ser eve mas pedras s en cão cu id dam am amos da s pessoa s, me record o tam am tambem se mp rede o di ze rem bora nu ma ban he ira de es puma, as si mc om um pedra pome se f az uma deli co os as coc i gin h as nas p lan anta sd os p es a q eu em um it o p elo cam po ca min h a, ess a ap re te de t ra bala h r em b elo s pro ject os de t ur is moe e n vão teresa ferias e é q ue n cão f az mui t o je it o, cu rio s o, é par e cida co mingo, a v id a q ue ab ela menina l eva, se cala h ré a min h a rainha, se o for, me d i g a, ant es dos os cafés, q ue b el a s o is, qua anto aos por men o r es, s ub bt til s , i men sam que mente , q e anda dam am a ap ren der com as tec nica sd o y h a oo e tudo, es pan tam . se me us ol h os, pe rn te tam anha au to intel lige en cia fc ria t iva man de do traço ingles do os ir pesa car gai v ota sn as f al e si as, eu por mim tom ava ban h os ness es eu o l h ar, na re la id ad en cão me a pete c eu s air me sm ode l á, qua ando agora a vi, e set ive rum boi do io, s ac rifi cio, me nina, s ac rifi q eu do traço ingles do e e b em, e p eça para l eva r de eve z os bandidos aereos q ue di ze mg ove rn ar a terra a qui, n cão se is se r ep aro b el a me nina, q ue o bandido q ue se diz en ge ene he iro da q u el es com d ip loma p ass sado ao do mingo, e r es poe en s ave m por b elos sp pro ject os de arq u tec tura, q ue todos l he c one h cem, em am pl s en t id o eso teri cod a ma lan d rage maior dos ar ro gan t es, tam am tambem la vinha aol h ar as das ditas, com um p un h o q ue maós ap rec ceia teresa primeiro det ton ad dor na mao, o outro , pa rece q ue p ass o u di s creta em n te aol ado, ova do traço da inglesa se l á saber, por q ue, ma isa mais s en do fil h o da terra

Falara eu de maddie de novo, e

Na verdade ao sul foi agora a pagina, onde então se le em vez d noventa e cinco oitenta e cinco pa gina segunda sec são primeiro segundo ra do percentil do segundo em onze , sete, cm , angulo n das laranjinhas, co primeiro da te d r la estrela, circulo, no toco desta noite de uma nota tintada de dez euros, pela compra de um café e de um maço de águia, enquanto no plasma o real madrid marcava o quarto golo, com a referencia circulo do nono estúpido, em circulo do primeiro, segundo delta da p circulo segunda estrela de nono de setenta e oito

Na ave ver r dade a o sul f oi agora a pa gina, onda en tao sele le em v e zorro do quadrado de noventa e c on co o it en t a e c on co pa gina se gin dd a sec são por i miro se un do ra do pe rc n til do se gun do em on se , sete, cm , angulo n das lara n j unhas, co primeiro da te d r la estrela, circulo, no toco desta noite de uma nota tintada de dez euros, p el ac om pr ad e um café e de um maço de a guia, en qua anto no p la asma o rea l mad rid mar c ava o q au rt togo g olo, com a ref en cia circulo do nono est u pido, em circulo do primeiro, segundo delta da p circulo segunda estrela de nono de setenta e oito

O catalogo de moda que remete para a jamaica e portanto tambem é chave da imagem do bolt e dos fios que nela desembocam, será abordado posteriormente, bem como as fotografias, que os bandidos, dos jornais, já sabem que existem, pois nelas falavam nas tretas do costume,

O cata al logo de moda que reme te para a j am aica e porta anto tambem é c h ave da i mage made ria do bolt e dos fi os q ue nel ad es em bo c am, se rá ab o r dao porte ri oe mn te, b em com o as f oto g ra s fia s, q ue os bandidos, dos jornais, j á s abe em q ue e xis te mp o is nela s f ala ava vam am nas t r eta sd o cos t um me,
o l iv rinho q ue de ix aram e sta no it e, quarta feira, jornal, a o p é d o t al b ar , ac ima refer en cia ad o, di z ia em s eu titu lo, jo n h, kat zen bar h ip o not y z u la n ana lit y kapa da amber ser bna, c l ass act da sin fon ia d a w in c h ester