domingo, agosto 30, 2009

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prime ira p arte do cata logo de mod a d o mario ribei t o e da edu ard a a bb on danza, o q ue est ava por de ba ix o da ch a ise longa , t en do a ra pa riga da f aca da liga dao do zo om da la mina do g rup do circulo do oz ze do onze, em c ima a qui ab o r dada em v id e o ante i rio do ior, ps



a casa aqui, é a do sessenta e nove do ts, e um perfume no café, quando do jogo de futebol, e da visão do homem de calções vermelhos, me fez recordar um outro que uma manha ao amanhecer da ultima vez, aq1ui pareceu aos berros, e que depois nessa manha andava aos murros nos caixotes no largo da vila, assim me mostrou agora um pássaro ao voar, a tal onde é visível o espelho da imagem da nota na falésia da praia da maria luisa

a c asa sa qui, e do se s en t a en ove do ts, e um per rf um en o ca fé, qua ando do j goe da v isa sao do h om med e c al ç o es ver ml e h os, me fez record ar um outro q ue uma manha ao man he ser da u l t ima ave z a u i par e c eu aos be r rose q ue d ep o is ness a manha anda ava aos m ur ro sn os caiotes no l argo da vila, as si maior me mos t rum agora um p ass aro a ovo ar, a t ak l onda, é v isi vaso do elo espelho da imagem da not ana f al le isi da p ria da maria luisa

a foto de ted em sua casa em camelot, a já qui publicada, que trazia, uma estranha mancha no cimo dos vidros, onde por cima corre um cabo com um laço que parece correr por detrás do algeroz, quando a vi, me apareceu ser imagem de uma ilha, e a primeira que me veio a memória, fora a da republica dominicana repartida com outro pais que está na mesma ilha, ou ainda a jamaica, se bem que distinta em sua forma, à luz do que as Palavras tinha, desvelado no seguimento da imagem de bolt, e do que vira n catalogo de moda da eduarda e do mario matos ribeiro

a f oto de ted em s al c asa em ca melo t, a j á qui pub li c ad a , q ue t ra z ia, uma est ra anha da mancha, no c imo dos v id ros, onda por c ima cor re um c ab o com um l aço q ue pa rece cor r e r por det ra s do al g ero do oz, qua ando a vi, me ap rec eu ser i mage made ria de uam ilha, e a prime iraque me veio a me mor ia, for a ad a r e publica do mini c ana r ep art id ac om outro do país, q ue est á na me sm a ilha, o ua inda a j am aica, se b em q ue di s tinta em sua for cruz maior da má à luz do q ue as P la v ra s tinha, d es vela lado no se gui m en o da i mage made ria de bolt, e do q ue vaso ira n cat a logo de mod ad da primeira da eduarda e do mario matos ribeiro

no interior são visíveis ainda o que parece serem rosas amarelas numa jarra, e ainda uma tela, talvez de aba jour, que mais parece indicar uma vela, a vela de uma outra ilha, que é muito semelhante à figurada na janela, a de Timor, como os bandidos do dn, logo se apressaram a mostra no dia seguinte a qui ter publicado a foto, como então desvelando que o tal desenho e s restantes fios que aqui apareceram e mencionadas em textos anterior, fora tudo feito por montagem, traziam mesmo uma frase, na crónica da de um dos filhos da puta mor, que mencionava expressamente, ted como sendo a vela de Timor, em que sentido e sobre que vento e sobre que tipo de navegação, e que eram mais omissos

no ine nete do rato ior, antonio costa são v isi v eis a in dao, o q ue pa rece se rem rosas am ar el as nu ma j ar ra, e a inda uma da tela, cinema, te la, t alvez de ab a jo ur, q ue maís pa rece indica car uma vela, ave vaso do el ad de uma outra ilha, q ue é mui to semem l h ante À figu ur r ad ana jane la, a de tim mor, com o os bandidos do dn, logo se ap r ess sara aram ram ma mos t ra ano do dia seguinte, tv, a qui te rp pub ub do l i cado, a f oto, com o en tao d es vela lan ando, q ue o t al d es en h o e s r e s t ant es fi os q ue a qui ap ar e ce ram e men cio na ad as em te x to s ante r ior e, for a tudo feito por mon tage em, t r aza em me sm o uma fr ase, na c roi nica da de um do s fil h os da puta mor, q ue men cio n ava e x press sam am que mente, ted com o s en do ave la de tim o rem, q ue s en t id o e s ob rec q ue vento e s ob rec ue t ip ode do pode da navega sao, e q ue e ram maís om miss do os

e se o sentido restrito da tal vela atribuída a kennedy sobre timor, não era especificada, nas letras do tal bandido ff, que escreve letras de baile dançante, em outras na revista, o que dele dizia, era claro e não do melhor, sendo que a única coisa que se aproveitava, mas nao deixando de ser uma insinuação de critica velada, sem endereço, como de costume, era que não teria sido considerada , por quem, era a questão omissa, que as descendentes femininas da família pudessem vir a ser candidatas à presidência da américa, o retrato dele, do escriba, o tal que estivera em ny na véspera da queda das torres, era de que afinal o ted, coitadinho, não tinha passado de um mero senador, o que é uma barbaridade de julgamento de um cego, ou pior , um bandido, que tenta reduzir um home a seus cargos e funções políticas visíveis, para alem de tudo o resto

e se o s en tid o r es t rito da t al vela at rib u id a ak en ne d y s ob re tim mor, n cão e ra es pe cif fi ca ada, ana s letras do t ak bandido ff, q ue es c rec v e le t ra s de ba ile dan ç ante, em outras na revista, o q ue del e di s ia, e rac l aro e n cão do mel hor, s en doque primeira da única, da puta da revistinha tambem com relações à américa, co isaque se ap rove it ava, ma sn cao de ix ando de ser uma in sin u sao ode c rit iv ca ave velada, se m en der reç sao, c omo ode cos t um e, e ra q ue n cão te ria s id o co nsi der ad a , por q eu mer a a q u es t l a o miss a, q ue as d es c en det es fe meninas da f am i lia p u d ess em v ira ser can dida data sa pr ise id en cia da am erica, o r e t ratao dele, do es c riba, sic, o t ak l q ue est i vera em ny na v es pera da queda das torres, e ra de q ue a fina l k o ted, co it ad din homem em cão da tinha da alo da p do as sado do primeiro mer ero da sena dor, o quadrado da ue é uma ba rba rie dade de ju l g ae mn to de um c ego, q y e rt en t a r ed u z i rum home a s e us c argos e fi nl o es pi li tca s v is ove is, para al em de tudo o r es cruz do circulo

de qualquer forma esta historia de ted, este fio qu na aparência passa por timor,, se estendia tambem por mao dos bandidos no mesmo jornal, por outras linhas que me alertaram a atenção

de q ual q eu rf forma e sta hi s tori ad e ted, este fi o q un a ap rec cna ip da passa por em timor, se est en dia t am tambem por mao dos bandidos no me sm do circulo do jornal, por o u t ra s linhas q ue me al e rta aram a at en são

pois as betas traziam uma estranha historia que fazia uma pagina inteira ou mesmo mais de um menino de timor que ficara cego por levar um pedra sem saber porque, assim contava a mae, introduzindo o contexto, estranho na noticia, para alem do enorme destaque, e na camisa da mae se lia a pretty girl uma parecida em nome a lábios, a julia pinheiro, ali estava, mas uma outra , a catarina furtado, tambem é aparecida pelos vestidos vermelhos, e seu pai, tem ligações a timor, o que vocês pretendem, os bandidos é entalar certamente alguma delas, se tem provas que sejam claros, suas bestas de mentirosos, aos serviço de assassinos, o curioso disto, é que me lembrei de uma pedra que uma vez me atiraram da tapada, e que se me tinha acertado , certamente me teria desfeito a cabeça, talvez tenha sido maozinha encomendada de uma das putas, talvez a julia

p o isas betas, t ra z iam uma e ts ra anha hi s tor 4 ia q ue f az ia uma pa gina inte irao u me sm o maís de um menino de tom o rt q ue fi cara c ego por l eva rum pedra se m s ab e r por q ue, as si m co in tca primeira mae, in t ro d u z indo do circulo do contexto, e ts ra anho na not ti cia, para al em do deno r me do destaque, jornal, e n aca misa da mae se l ia a pr e tt y gi r l uma par e cida em no me a l ab is o, a julia pe in he iro a al i est ava, mas uma outra , a catarina furtado, t am tambem é ap rec cida p elo s v es t id os verme ç h o s, e se u pai, te m liga ç o es a toi mor, o q ue v o c es pr e t en de m, os bandidos é en t al ar ce rta em n met e al gum ad el a s, sete m pro da ovas q ue sej am c al ros ,s u as best as de men tir roços, a os ser vi ç ode as sas ino s o c ur io s o di s to, é q ue me len br ei de uma pedra q ue uma vez me a tio ram da tap pada, e q ue se me tinha ac e rta do , ce rta am que mente me te ria de s feito a cab eça, t alvez t en h a s id o mao z in h a en comenda dada de uma das putas, t alve zorra p rie emi mira da julia

vá-se foder sua puta!!!!

outra ressonacia de cancro na cabeça, me apareceu agora olhar os teus reflexos de prata sobre o mar, que belas são as senhoras amada, ali estava um que só lhe vi as costas, com pequenas estrelinhas discretas em seu casaco por detrás e belos cabelos em cachos que sobre ela desciam, breve imagem de beleza a meu passar, e uma outra bela senhora que me cumprimentou, já ganhei meu dia, hoje,

o u t ra r ess on ac ia de can c ro na c ab eça, me ap ar e c eu agora o l h ar os te us ref for mula one e xo s de p rata s ob re o mar, q ue b el as são as s en hor as am ad a, ali esu t ava um q ue s ó l he vi ás costa serpente, com pe q e un as e ts r e linhas di s cretas em s eu ca s as o por det ra s e b elo s cab ç e os em ca h os q ue s ob re el a d e s c iam, br v ei mage m de beleza a m eu p ass ar, e uma o u t ra bela sn hor a q ue me cu mp rim en to u, j á gam he i m eu dia, home do oje,

pois me recordei de uma conversa no velório na basílica da estrela de uma senhora ligada ao grupo do gnosticos que fora morta, como aqui o desvelei sobre o que o espírito me contou nesse momento, e me lembrei de um rapaz que lá estava e que vagamente conheço, que ao que parece trás uma revista de social e cultura ou algo assim na net, e que me deu nessa tarde uma triste noticia, que o lagoa henriques estava ele tambem com um cancro na cabeça, agora olhando o mar, isto recordei e recordei tambem da proximidade , do lagoa, morar na luz ou mesmo em lagos

p o is me recorde id e uma c on versa no velo ria na ba si lica da ester la de uma s en hora liga gada ao g ru o pod o gn is t rc os q ue for a m orta, com o a qui o d es vele lei s ob reo q ue o es pi rt io me c o n to u ness e mo men to, e me le br ei de um ra p z q ue l á est ava e que vaga primeira gata que mente, c on he ç o, q ue aoc ue pa rece t ra s uma r e vi sta de soci al e cu l tura o ual goa s si mna net, e q ue me d eu ness a t arde uma t r is te not ti cia, q ue o lago a h en rique s est ava el e ta tam am tambem com um can c ro na cab eça, agora o l h ando o mar, is to recorde ie record ei tam am tambem da pro x i m id ad e , do l a goa, mora r n a luz ou me emo em lagos serpente

e a linha dos tres que se foram reflecte tambem as tres sementes do delta, a linha que ainda não está concluída e que será em breve, como dizendo que uma relaçao entre estes tres homens existira, relativos a morte de um rei e ao roubo de um velocino de oiro, um barra de oito, um segredo poderoso

e ws rea anho, primeira da al linha dos t r es q ue se for am refe l ct e ta tam am tambem as t r es see mn t es do delta, a linha q ue a inda n cão e stá c on c lui da e q ue se rá em br eve, com o di z en doque uma da relaçao, t rib una l en t re este s t r es h om n es e xis t ira, re la t ivo sa am orte de um rei e ao ro ub ode um velo do cino de o iro, um bar ra de o i to, um se g red o pode ero roso, ero vermelho

continuara para o catalogo de moda, que é a ultima peça relativa a esta sequencia....








estas sao as outras imagens tiradas ao lado do bar onde deixaram o livro,




o br do ze dezembro em oitenta e tres cruz la am lam mina, seis mais cinco, onze




x vermelho do box, o x do traço ingles do segundo ox, da box, ao lado da ap, dos concertos, x box, 360º ou seja bes


sessenta e cinco br noventa e um, o 91 do reboque e o capitao do gancho da roda tipo avio one net a




uma id da t ravessa do r e b o c ue ou da es pei n h a





a helice que se refletia na imagem do poço com tres fios que eu vira na criança depois do barulho do barbequim das porcas, ou seja uma referencia ao bando da casa de cima da mimnha em lisboa, tambem, da prieto, a fatima e do tal namorado



a seta am mar, s eta am da ar


o mo tor de c en t o e cin q u en t a c ava alo s do delta dos t ub os do zo di aco do cao



as si m es tva di sp os to s este ob ject os em red dor, q ue per mit em e sta le i ture rea, vera de iro tao, ar ra n j o, de por v as, ass im pa rece ao se te r d es vela ad o n o para g rafo ac ima s er o cao do zodiaco, o u se j a d o ps, e do as sas sin o




mais uma mai mage m ado dol di gita la al iv ro
p ode jr rato do ze, ps, duplo vaso en cruz rat ws cie cz delta to primeira da ju do zorro do rat do quadrado do duplo vaso do no, w a z o n y, rat oz ny ch pod digta al, delta ch nie pew ny mo j c

Ontem, ainda no dia em que estes acontecimentos hoje aqui narrados, se passaram, na praia ao pegar a minha camisa presa por dentro dos varões, do guarda sol de palha, duas moedas do bolso soltaram, e quando da areia as apanhei, encontrei um pedacinho de concha, em perfeito madrepérola, uma mesma que os bandidos do dn, faziam hoje aparecer, como sugestão de mais uma qualquer manha, numa senhora na contra capa, que mostrava com seis dedos em forma discreta e sempre ubíqua, um anela que tambem parecia ser de madre pérola

On te m, a inda no dia em q ue de estes ac on tec cie mn t os, h oje a qui na rr ad os, se p as saram, na pr aia ao p ega ra min h ac am isa pr es a por d en t ro dos v aro es, do guarda do ds do sol de p alha, du as das moedas, o do bo l s o sol t aram, e qua ando da ar rei ia as p anhe ie en c on t rei um ped aç on h ode c on h a, em per ge it o mad rep erro da rola de la, uma me sm a q ue os bandidos do dn, f az iam h oje ap ar e cer, com o s u ge ts o ad e ema maís, uma q ual q eu r manha, nu ma s en hor ana da contra capa, q ue mos t rava com se is dedos em forma di s creta e se mp re u b bic ua, um ane la q ue eta tam am tambem ap rec ceia ia ser de mad re p ero rol da onda de la

Quase parece a sus forma, a do pedaço da concha a lingueta do crc , da foto da fechadura já publicada, voltei com ela no bolso, e aqui em casa a poisei com duas moedas , uam de um euro de espanha e uma espada portuguesa de cinco cêntimos,, ficaram em cima da gola do semi arco da t shirt like cool clear water, da me do input output xx, do leao, de alvalade, eu s, e ca la sm, ou seja ss, ou seja quase cincos na forma como esta gradada, o que remete tambem para uma foto publicada no dn, recente sobre o ground zero, onde se viam as paredes de cimento com os gatos, um tshirt que dizia ser orçamento da américa, e dois cincos ou dois ss, numa espécie de dólmen branco,

Q ua ase pa rece asus forma, a do ped aço da c on h a a king un te d o crc , da f oto da fe h ad ur a j á pub li c ad a, v o l te i com el lan ano bo l s oe a qui em c asa a po ise i c om du as das moedas , uam de um er u ro de es p anha e uma es pada portu gi es a de c inc o c en tim os,, fi caram em c ima da g ola do s emi arco da t s h irt l ike co ol c lea ar da water, da me do in fp dl do pp do put output xx, dn, do leao, de alva la de, eu s, e ca la sm, o vaso use seja ss, o vaso seja qua ase c inc os na forma com o est a g ra dada, o q ue reme te eta tam am tambem para uma f oto p uv li cada no dn, rec en te s ob reo g ro un z ero, onda da se vi am as pa red es de cimento com os gatos, um ts h irt qi ue di z ia ser orça am en t o da am erica, e do is c inc os o u do is ss, numa es pe cie de dol men do branco

Subindo a rua nessa tarde, uma outra moeda me rolou da mao para o chao, era a de beatrix,

S ub indo a rua ness a t arde, uma o u t ra moe da me r olo u da mao para o cha o, e ra a de bet do ti do nono

A aposta da beatrix, da bea tie de wolf, do verão passado, que me parecera ver ao longe sentada numa mesa na tábua bar, e depois me pareceu ser ela num curioso sincronismo, eu saindo de casa, ela passando nun jipe verde, assim me apareceu ser ela de novo mas sem certeza, ou ainda uma outra beatrix holandesa, que aparecera tambem em foto no dia recente no dn, uma bela beatriz, que eu trago em meu coraçao , a kristen , que ao vê-la na foto me pareceu assim com ar meio de preocupação, beatrix da holanda, olhei em redor e assim li, e hoje depois do barulho das porcas da jante a serem apertadas, um outra linha como que aflorou o homens aranha, como então dizendo que esta bea, daqui é do grupo do home aranha

A ap posta da bea t r ix, da bea t ie do wolf, do ove do vera, do circulo do passado, o louco, q ue me par e cera ave ra vera do circulo do cio do longe, discoteca lx, s en t ad a nu ma mesa na t abu a bar, e d ep o is me par e c e use ser el a nu m c ur io s o sin c ro nim s o, eu sa indo dec asa, el a p as s a dn do n un j ipe verde, as si m me ap rec eu ser l ad e en no do ovo masse em ce rt e za, o ua inda uma outra bet ar ix h ola n de za, q ue ap ar e cera rat t am tambem em f oto no dia rec en te no do dn, uma b el a bea t r i z, q ue eu t rago em me u cora sao , a k r is ten , q ue a ove do y traço ingles, mg prime rio espanhol, de la na foto me ap rec eu as si m com ar me io de pr e o cup sao, bet ar ix da hola lan am anda, o l he i rem red o r e as si m li, e h oje de pp is do ba ru l h o das porcas da j an te a se rem ap a e rta ada s, um o u t r sa da linha com o q ue a flor o u o h om en s ar da ranha, com o en tao di z en do q ue e sta bea, da u ei é do g rupo do home da aranha


a imagem da k r ist e m d un ts, bet ar i z de holanda, em do is m ile um rato c en to e onze mp ps , v as u x h all , vau x h all a m oe da, na s notas se s e g ue a fr ac tura d mao r bar c one negro, a gai v ota da egoísta, do grupo da revista, pas ps el ema alema, s al ema, no es net dn al ,os masque te iro serpente dos tres mosqueteiros,


o fumo negro da chaminé de uma casa com terraço algarvio com uma laço que desenha uma se mínima como aquela que pareceu postas, assim me pareceu na foto dos bandidos do correio da manha, na praia da maria luisa, um nome que ressoa em kristen tambem, pelo papel que ela encarnou

o f umo one negro da c ham ine de uma c asa com te rr aço al g rav io com uma la aço q ue de s en h a uma se mini ima com o a q u el a q ue par e c eu das postas, ass im me par e c eu na f oto dos ban dido s do correio da manha, na pr aia da maria luisa, um no me q ue r esso a em kristen t tam am tambem, p elo pape l q ue el a enca caro do ro do vaso, a rn do ro do vaso

mosqueteiros, remete tambem para ted e seus irmãos, que numa das fotos da sequência aqui abordada da time, em pequenos assim se tratavam em suas brincadeiras

o q ue de al gum a forma reme te eta tam am tambem para ted e s eu sir mao s , q ue nu ma das f oto s d a sec eu n cia a qui ab o r dada da time, em pe q e un os as si maior se t rat ava cam vam am em s u as br inca de ira serpentes

pelo espirito ainda escutei, que fora um cio do grupo do russell, um omen do grupo do bar das tabuinhas, talvez sim, talvez tambem, um outro sentido antigo aqui aflorado, de uma das historias dele, sobre a tentativa da morte de um professor e de um grupo de dirigentes do mundo, a ressoar esta linha, esta ver, outra vez, com uma enorme parecença, na rajada dos que agora de novo se foram, pelo mundo, como acabei de desvelar em texto anterior

p elo es pi rito a inda es cu te i, q ue for a um cio do g rupo do r uss e ll, um om en do g rup o do bar das t abu in h as, ra l v e z si m, t ave z t am tambem, um outro s en t id o antigo a qui a flor ad o, de uma das hi s tori u as del e, s ob rea t en t ar iva da m orte de um pro f esso rede um g rupo de di rei gente s do mundo, a r esso ar e sta linha, e sta ave ro do ero de outra ave z, c om uma en o r me par rec ença, na ra ja d a dos q ue agora de n v o se for am, p elo mundo, com o c abe i d e d es vela rem texto ante do ior, o burro costa, ps, que trazia um ar muito divertido numa foto em que se via ao longe os campos de novo a arder




circulo do prim ei ero de dez s es en t a e um , se xt o do primeiro do duplo p r i n c ipe

a c c rem alhe ira da bet ton eira, ou d c ie mn t os, cimento do neto

a mao do livro que ali deixaram n noite em que gravei ovideo e que encontrei de seguida quando da praia vinha
primeira mao dol iv ro que al id ic aram n no it te em q ue g rav ei do vaso , id é circulo , e q ue en c on t rei, de seguida qua anda da ap da pr aia primeria do ia da vinha, doiro




a capa ana l k li it delta da kapa, grupo,
relacionado com os psi


mo oz ze do pan zorro ad ac acento cruz zorro do delta por pro os serpente do ze, serpente kapa ap de lisboa, rato zorro delta stad zorro te gato do circulo ney t ork time mesa, do time de madrid, circulo dp pe , quadrado do t rip op dez zorro, quadra do zorro do ie, est vaso cz tereca rec home gato infinito, pow o d ze en ni ia do moze
continua...












foto gravado com o numero cento e onze, e cento e dez no pc, ali estva a porta montada ao lado da cas do tal bar aqui em salema



f oto g rav ad o com do c irc uk lo com o nu mer ero do cento e onze, e c en to e dez no pc, al es tva primeira porta montada, aol lado da cas sd o dot al bar a qui em s al ema





Um outro símbolo que vira tambem numa imagem de vídeo de ted no congresso, se expressara aqui no dia seguinte no mesmo lugar onde aparecera o tal livro do anality qualquer coisa numa lingua eslava, e que fizera eco na mao dos eventos climatéricos, alo estava de novo, o livro aberto, em pagina onde se podia ler, que o personagem era psi, e tambem referencia ao jornal time,




Um outro s im b olo q ue v ira t am tam tambem nu mai mage made ria de v id é circulo o de ted no congresso, se e x press sara a qui ino dia seguinte no, programa de tv, me ms o lu g ar onda ap ar e cera o t al l iv ro do anal it y q ual q eu rc o isa nu ma l in g ua es lava, e q ue fi ze ra e co na mao dos eve en t os c lima teri cos, alo est av de n ovo, o l iv ro ab e r to, em pa gina onda se pod ia da ler, q ue o persona ge m er a psi, e eta tam am tambem refer en cia ao jo rn ak tome, time,

É domingo à tarde, acabei de publicar o texto anterior, e logo um barulho me fez assomar à janela , para ver do que se tratava, pois pareceu-me inicialmente um daqueles passes dos malandros com as persianas, que mais acontecem em lisboa, em campo de ourique, um estranho e mau ruído, que como que arranha sendo uma espécie de guilhotina, sabes amada cm , como as rodas das malas de viagem que tanto agora rolam nas pedras de calçada, e que são como algumas raparigas que pensam que a beleza é só coisa exterior, pois vê lá que a cidade trás esquecida uma lei, pra obrigar os que as fabricam, a por como antes pneus de borracha, qualidade de vida é tambem, ausência de poluição sonora, feita pela estupidez humana e pelas ânsias desmesuradas de lucros

É do min g o à t arde, aca bei id e pub li caro do aro do texto ante iro, e do logo um bar u l h o me fez ass omar à j en la , para ave r do q ue se t rata ava, p o is pa rec eu do traço da inglesa me inc cila la lam am que mente um da q u els p ass es dos m al and ros c om as persi anas, mias c on t ante se maio iro de lis sb boa, em mc c am mp ode o ur rique, es, um est rn h oe e ma mau rui id o, q ue com o q ue ar ranha s en do uma es pe ice de q u ilho t ina, s ab es am ad a cm , com o às das rodas das malas de viagem, q ue t ant o agora rol lam am nas pedras de cala ç d a, e q ue são com o a l gum as ra p rig gás q ue pen sa am q ue a beleza é s ó co isa e x te r iro, p o is v e lá q ue a cidade, ra di o, t ra s es q eu cida da primeira lie, pr a ob rig ar os q ue as fabrica cam am, italia, , a por com o ant es pen us de bor da racha, qua li dad e de v id a é ta tam am tambem, a use n cia de pol lui, fr, sao s on o ra, feit z p el a est u pide dez da humana e p el as e si as d es mes u r ad as de luc rato do os

No quintal ao lado a criança parara tambem sua brincadeira e olhava o cimo a ver de onde vinha o ruído, trazia em sua mao um poço pendurado com fios , como uma hélice de um barco que ontem fotografei e tambem pela sua forma, remetendo vagamente, para uma das peças dos sifões, um tubo largo em pvc, como uma pulseira larga de guerreiro de outrora, o som fora de um berbequim de apertar porcas de formula um, ou de rally, ali esteve em breve, eu me pergunto se é simples tao, ou se é manha dos bandidos do dn, que hoje traziam uma foto de um corredor que alcançara a pole position em bruxelas,

No da quinta al ao lado, primeira criança para ra t am b em s ua br i un cade ira e o l h ava o c imo ave rat deo da onda da vinha do circulo do rui id o, t ra z ia em s ua mao um poço ped dn ur ad o com fi os , como uma do hel ice de um barco q ue on te m f oto g rafe i e e eta tam am tambem p el a s ua forma, reme t en do ova da vaga do g am que mente, para uma das p eças dos sif o es, um t ub o l argo em p vc, com o uma p u l se ira l arga de g eu rr iro de outrora, o s om for ad e um bar rb e u i made ria de ap e rta r poc as de for mula um, o vaso de ra ll do delta, al i es tve em br eve, eu me per gun to ze é si mp l es tao, o use é manha dos bandidos do dn, q ue h oje t ra z iam uma f oto de um cor red o r q ue al can ç ara a p ole ps i it i o on em bruxelas

Na verdade estas bestas do dn, trazem tambem uma rede de espionagem montada, pois ainda ontem aqui nadei, e hoje, logo numa entrelinha, relacionada com kennedy, numa qualquer indução, de que eu à imagem dele, teria abandonado alguém dentro de um carro, ou numa qualquer outra variação de uma qualquer das constantes mentiras deste filhos da puta que assim tentam escamotear as suas próprias responsabilidades nas imensas e continuas desgraças que criam, que como se sabia, era bom nadador, não só espionagem, como constantes omens que organizam recorrendo inclusive a terceiros, de froa, para depois tentar assim provar ecos de suas próprias linhas

Na ave r dade est as bestas do dn, t ra z em t am tambem uma rede de es p i on a ge made ria do montada, p o is a inda on te maqui n ad e ie h oje do l ogo , numa en t r e linha, re la cio n ada com k en ned y, nu ma q ual q eu r in indu sao, de q ue e vaso à i mage m del e, te ria ab bando dona ad o al gume d en t ro de um carro, ou nu ma q u q l q eu ero de outra vaso da ava da aria da sao de uma q ual q eu r da s co ns t ant es men t ira s d este fil h os da puta, q ue as si made ria t en t am e w s cam o tear as s u as por rp ria s r es ponsa s a ab bil iade es na si men sas e conti nu as d es g ra aças q ue c ria am, q ue com o se sa ab bia, e ra b om na dado da dor, n cão s ó es pi on a ge mc omo co ns t ant es omens q ue o r g ani iza z am rec o rr en do inc l us ive a te rc cabo e iro s , de fr o a, para d ep o is t en tar as si m pro ovar e cos sd e s u as pr ip e ia serpentes das linhas das fotos aqui em salema, me desvela agora o espirito, que portanto já as conhecem, pois gravei-as com o telefone, ou seja já as copiaram certamente, como tambem copiam, os meus textos dentro do pc, pela rede e talvez mesmo por um qualquer chip que aqui puseram

Da s f oto saqui em sal ema, me d es vela a gor sao es pi rito, q ue porta anto j á as c on he cem, p o is g rav eu do traço ingles às com do circulo do tele f on e, o u seja j á as co pi aram ce rta tam am que mente, com o t am b em cop iam, os me us textos d en t ro do pc, p el a rede e t alvez me ms o por um q u l q ue rc hipo, a q ue a qui p use ram

Alias uma outra campanha está em curso nesse jornal dos bandidos, pois nos últimos dias, que o tenho assim em forma rápida lido, tiveram o cuidado de dizer através das linhas de muitos, que o meu anterior texto, o que se liga com o roubo e tráfico de meu esperma, era uma pura ficção e blá l blá sem coisa nenhuma outra, a não ser provar exactamente o contrario tanto o trabalho a que se dedicaram a dize-lo em forma diagonal como sempre, para tentar assim não deixar, as costas dos bandidos ao léu

Alias, uma outra c am p am h a e stá em c urso ness e jornal dos bandidos, p o is nós u l t imos dias, q ue o t en h o as si m em forma ra pida dol lido, t iv vera ram am do circulo do cuidado , da madredeus, de di ze r at r v a es das lina h sd e mui t os, q ue om eu na t rei ur o texto, o q ue se da liga com do circulo do roubo e t rf i cod e meu esperma, e ra uma p ur a fic dao e b l á l b lá se ma iro roda co isa n en h uma outra, a n cão ser por v ar e x ac tam am que , o que mente do circulo do c on t ra rio t anto do circulo do trabalho a q ue se didi caram a di ze do traço ingles primeiro do circulo dez, em forma di a g on al como sempre, para t en t ra as si mn cão de ix ar, às das costas dos bandidos ao l é u

E serviu tambem este propósito , para tentarem dizer que a queda da falésia e a morte de cinco, fora uma fatalidade, hoje, mesmo um deles, trazia a pretensa lapidar frase, que as falésias caiam, assim como no genero que a terra tambem roda, putas que vos pariu seus filhos da puta assassinos, uma polícia de jeito, já os teria prendido, com base no que estes textos de rajada das bestas, demonstram do contrario do que pretendem afirmar

E ser vi u t am tambem este, pro posi to , para t en t ar em di ze r q ue a queda da f al es ia e a m orte de c inc o, for a uma ft al id ad e, h oje, me sm o um del es, t ra z ia a pr e t en sa la pida r f r ase, q ue as f al e si as ca iam, as si m c omo no ge e n ro que primeira da terra t am tambem da roda das putas, q ue v os pari, vaso se us fil h os da puta as sas sin os, uma pol i ca de je it o, j á os te ria pr en dido, com base, heroina, no q ue este s textos de ra j ad a das bestas, demo ns t ram do c on t ra rio do q ue pr e t en de m a for mar



Na realidade o fio da historia do relógio tivera um outro eco recente on line, uma foto da bela rapariga, lohan, num vestidinho assim de praia, negro, ao lado do que aprecia um piscina tipo um lago no meio de edifícios, com um relógio , que segundo dizia um dos comentários, teria sido uma promoção paga por um casino

Na re la id ad e o fio da hi s t ro ira do r elo g io, aeroporto, o aero do porto t iv vera um outro eco recente on line, uma f oto da bela ra pa rig a, lo gan, nu maior v es ti dinho as si m de pr aia, negro, aol ado do q ue ap rec ia um pi s cina t u ip o um lago no me io de e di figi os, com um r elo g io , q ue se g un do di z ia um do s c om en t á r io s , te ria s id o uma pro romo sao paga por um ca do sino, ps
Continua....
Carolina
Que
Bela
Sois

C a r o c aro rol primeiro ina Q eu Be l a S o is

Hoje
Vos
Ouvi
Falar
E
Meus
Pelos
Se
Puseram
Em


H oje V os O v i F al ar E M e us P el o s Se P use ram Em P, é

Como
Vos
Trago
Em
Meu
Coraçao
Gentil
E
Doce
Senhora

Com o V os T rago Em Me u Cora sao G en t i l E Do ce S en hora

Vos
Ouvia
Falar
E
Vosso
V
Contar
Ecoava
Em
Mim

V os O u v ia Fal ar E V osso V C on tar E co ava Em Mim

Sempre
Me
Espanta
O
Amor
Sempre
Me
Espanto
Quando
O
Reconheço

Se mp re Me Es p a n t a O Am mor Se mp re Me Es pan to Qua ando O Rec on he ç o

É
Bom
Andar
Espantado
Ao
Amor
Pelo
Amor

É B om Ana ad ar Es pan t ad o A o Amo r P elo A mor

É
Como
Uma
Constante
Supressa

É Com o Uma Co ns t ante S u p r e s a

Uma
Bela
E
Agradável
Supressa

Uma B e l a E A g r a d ave l S u presa


Ao
Reconhecer
Em
Suas
Palavras
Fios
De
Uma
Mesma
Imagem

A o Rec on he cer Em S u as Pal v ra s Fi o s De Uma Me sm a Ima mage m

Escutei
Escuto
Pelo
Espirito

Es cu te i E s c v u to P elo Es pi rito

Estamos
Ligados

Est am os Lo g ad o s

Ontem
Me
Ficara
Tinindo
Uma
Outra
Frase
Que
Hoje
Soube
A
Quem
Se
Aplicava

On te m Me Fi cara Tin indo Uma O u t ra F r ase Q ie H oje S o ub e A Q u em Se Ap li c ava

O
Contentamento
De
Saber
Da
Beleza
E
Utilidade
Das
Estantes
Dos
Livros
E
Das
Memórias

O C on t en t ae mn to De, S ab e r, Da B e l e z a E U t i l id ad e D as Est ant es
D os L iv rosE D as Me mor ia s

Em
Verdade
Sim
Pois
São
Luz
Em
Exacta
Proporção
A
Luz
Do
Coraçao
De
Quem
Os
Fez

Em Ver dade Si m P o is São Luz Em E x ac t a Pro porção A Lux Do Cora são aco cao De Q u e m O s Fez

O
Cao
Ao
Final
Da
Tarde
Era
Trazido
Pela
Mao
Do
Homem

O Cao A o Fina al Da T arde Era T ra z id o P el a Mao Do Hi mem

Eu
Á
Frente
O
Ouvis
Arfar

Eu Á Fr en te O O uv is A rf a r


Um
Estranho
Arfar

Uma Est ra anho A r f a r

Dizia
A
Senhora
Que
Os
Dois
Acompanhava

Di z ia A S en hor a Q eu Os Do is A c m p anha ava

Muitos
Cheiros
Novos
Muitos
Sabores
Está
Muito
Exitado

mu u ts o Che iro s N ovos mu it os S ab o r es E stá Mui t o E x it ad o

sim
seria
verdade
a
ver
a
forma
como
ele
se
quis
lançar
a
um
plácido
gato
castanho
listrado
que
ali
estava
poisado
nos
barcos

si m s e ria ver d ad e ave ra forma com o l e sec q u is lan ç ar a um, plácido, p la acento acido id circulo do gato castanho lis t r ado q eu al i es tva p oi s a d o nós sb arco s

mas
a
corrente
era
de
elos
de
metal
e
estava
posta
em
forma
que
o
sufocava

masa corrente era de e l o s d e met al e es tva posta em forma q u ie o s u foca ava

e
se
bem
que
não
tenha
visto
nenhuma
correcção

e se b em q eu n cão vao ot en h a vi st o n en h uma co r reç sao

o
que
me
diz
tambem
de
uma
intenção
de
assim
mo
mostrar

o q eu me di z t am tambem de uma int en são de as s im m o mo st r ar um me sm o
di z ia a s en hor a com o s i mna , sin la ,al t ing y ang
s em s eu p es coco cortez
um
mesmo
dizia
a
senhora
com
o
sinal
ying
yang
em
seu
pescoço

a
frase
final
era
clara
dizia
quanto
mais
força
faz
mais
se
esgana

a fr ase fina l era clara, di z ia q a u n to m a i s for ç la f az maís ise e s g ana

ficara
a
ressoar
em
mim
como
garra
a
garra
que
se
esforçada
sufoca

fic ara da cara da primeira da ar do esso da ar em mim com do circulo da garra, a garra q ie se es fo ç a ad a s u foca, garra ap ar e c e r a z ua refer en cia no texto da vi a g em, uma das garras do c ds ou do ps a q u i no algarve

levava
eu

em
meu
pensamento
a
consciência
de
que
não
fora

um
leao
que
caíra

le eva ava eu em me u pen sam am en to a co ns c i e n cia de que n ão for a s ó
um lea o, q eu ca ira

pois
na
realidade
caíram
num
mesmo
tempo
outros
mais

p o is na re la id ad e ca iram nu p rim ero me sm o te mp o o u t r s maís

cuja
palavra
nem
tivera
ainda
o
tempo
da
evocação

c u j a p al av ra ane m t iv vera a inda o te mp o da e v o caçao

o
senhor
ex
presidente
da
correia
do
sul
a
que
chamavam
de
brilho
de
sol
ou
raio
de
sol
e
de
luz
que
como
o
sol
não
trás
fronteiras


o s en hor e x pr e s id dente en te da cor rei a d o sul a q eu c ham ava vam am de
br ilho de sol o u rai o de sol e de luz q eu com o o sol n ão t ra s fr on te ira s

pois
rezavam
letras
que
assim
era
conhecido
tambem
ao
norte

p o is r e z ava am vam letras, q eu as si m e r a c on he c id o tam am tambem
a o n o rte

estranha
imagem
em
seu
funeral

est ra anha i mag em e ms eu f un e r a al


um
brilho
no
carro
da
frente
no
para
choques

um br ilho no car ro da fr en te no para cho q u es

uma
estrutura
metálica
que
subia
em
vaso
de
fogo

uma e ts r u r a met al lica q eu s i b i a em vaso de fogo

que
depois
ecoou
em
homens
sanduíches
inventados
na
américa
no
tempo
da
grande
depressão

q eu d ep o is ecu o u e m h om en ns sand wich , w it h rich mich es in v en t ad os na am erica no t e mp o da g rande d e press são

o
outro
carro
atras
desenhando
um
semi
arco
e
se
vendo
no
chao
como
metade
de
penas
de
uma
seta
ou
um
esticador
que
se
usa
nos
cabos
electricos


o o u t ro c a r r o at ra s d es en h and o um s emi do arco mad rid, e se eve en do no cha o com o met ad e de p en as de uma s eta o u um est ti cado dor, q eu se usa nós cabos
el e c t ric os

sandwiche, me evocou ao momento da reverbaçao, a loja das sandes em campo de ourique e em outros lugares, mais uma ideia que eu trouxe de fora, e que alguém concretizou

sand wiche, bic, he do fic he, da wich, me evo co ua o mo men t o da r eve rba sao, a l i j a d as sand es em campo de ourique e em o ur o sl u g ares, mais uma id e ia q ue eu t ro u x e de for a, e q ue al gume c on c r e t iz o u

nesta
sequência
tambem
um
ou
dois
ainda
nem
ao
certo
o
entendi

ne s t a seq u en cia tam am tambem, um o u do is a inda n e m a o ce to o en t en di

um
ou
dois
ayatolis
do
conselho
superior
do
irao

umo u do is a y a t o lis do co nse l h o s u pe rito do oi do i r a o

praticamente
dele

vi
a
face
e
nela
vi
um
bom
homem
doce
e
suave

p ra ti c a m n te de le s ó vi a face e ne la vi um b om h om em do c e es u ave


tambem
de
cancro
ao
que
se
disse
e
se
escutou

tam am tambem dec anc ro a o q eu se di ss e e se es c u to u


pois
é
verdade
que
num
mundo
irmão
de
irmãos
nem
todos
são
conhecidos
em
igual
forma
muitas
das
vezes
pelas
ditas
distinções
que
alguns
criam

p o is é ve r d ad e q eu n um mundo i r mao de i r m a o s n e m todos são, c on he c id os em i g ual forma, mui t as d as v e z es p el as ditas di s tin ç o es q eu al gun ms c ria am iam

e
afastam
assim
os
homens
e
os
irmãos
e
sempre
mais
difícil
se
vive
a
paz

e a f as t am as s i m o s h om e n s e o s i r mao se sm rep maís di fic i l se t ron a ap az


nesta
linha
como
se
fosse
uma
suma

nest a linha com o se fosse, uma s uma

a
senhora
angela
em
israel
apontando
o
senhor
mais
ou
menos
em
posição
equivalente
a
ela
como
suas
maos
em
dia
antes

a s en hor a na g el a em is ra el ap on t ando o s en hor maís o u m en os em
psi são e qui iva l e n t e a e l a c om sa ua mais, em d a ia ant es

e
mais
uma
promessa
eventuais
sanções
contra
o
irao
se
prosseguir
o
seu
plano
nuclear
e
iniciativa
de
paz
de
israel
com
a
palestina

e m a i s uma pr me s as e v e n tua is san ç i e s contra o irao se pro s se gui ro s e u p lan ano primeiro nuc lea ar e inc i a t v a de paz de is ra el com a p a ç e s t ina

contudo
sobre
o
miolo
concreto
da
mudança
que
não
é
so
do
irao
sobre
a
questão
nuclear
da
forma
que
a
todos
relembrei
e
suas
bases
propus
nada
se
ouviu

c on tudo s ob re o milo do concreto, da mu dança q eu n ão é, s o do irao s ob re a q u es tao nuc lea ar da forma q eu a td os r e lem br ei e s u as b as es pro pus n ad a se
uv i u

assim
mais
parece
se
manter
o
limbo
nesta
capital
matéria
das
energias
e
da
paz
ou
das
constantes
tensões
e
dos
episódios
de
guerra

as si m mais pa rece se man gt e r o l im b o n e s t a capital mat e ria da s ene r gi as
e da p az o u d as co ns t ant es t en s o es e d os e pi s o dido s d e g eu r ra

hoje, aqui em salema, quando entrei, no café durante a tarde, de novo futebol no plasma, e um mesmo, logo um golo aconteceu, como em véspera, jogava ao que parece em directo, que muitas vezes dizem assim ser, mas na realidade não o é, bolton e o livpoll, assim estava grafado o segundo clube,

h o he, a qui em sal ema, qua ando en t rino ino do c a fé duran te a t arde, de n ovo futebol no da p l asma, e um me sm o, l ogo um g olo ac on tec eu, como em v es pera, j o g ava a o q ue pa rece em di rec to toque, mui t as v e z es di se m a as si m ser, mas na re la id ad e n cão o é, bo l ton e o l iv p o ll, as si m est ava g raf fado o se gun do c lube,

na realidade graficamente em toda a sua extensão, assim se lia, bolton com uma águia semelhante ao meu sinete, negra em fundo azul, do traço ingles do primeiro do traço inglês do circulo do liv poll, do pelicano da piscina, oli nono vaso da p da piscina, oo angulo, ang gula dez, pr ema fr lea g eu ba rc clay do circulo la y s do por sete zorro da cruz do primeiro de oitenta e oito, , angula do trinta e tres, doc, do bar do ra do dezoito, do steeel, do aço, ou dos aços, ou seja de uma dos amorins, bar rc cla y s car ar do franklin, fr ank l em do trovão, bolt, de novo a aparecer, ture , crus ur e br rc la y muamba, comida, congo kin da sacha, discoteca

na rea al id ad e g raf fic cam am nete em toda a s ua e x t en sao, as si maior da se l ia, bo l ton com uma g au ia semem l h net a om eu si nete, negra em fun do az u l, do t r aç p o i n g l es do primeiro do traço ingles k l es do circulo do l uv da poll, do pelicano da pi s cina, oli nono vaso da p da pi sc ina, oo angulo, ang gula dez, pr ema fr lea g eu ba rc clay do circulo la y s do por sete zorro da cruz do primeiro de oitenta e oito, , angula do t rin t a e t r es, doc, do bar do ra do dezoito, do st e eel, do aço, o u dos a ç os, o vaso use seja de uma dos am o rin s, bar rc c la y s car ar do fr a nk li m, fr ank l em do t rova circulo do vao bolt, de n ovo a ap recer, t ur e , c ru s ur e br rc la y muamba, com id a, c on g o kin da s ac h a, di s co teca

ah doce senhora de meu coraçao, hoje o dia aqui, estava na exacta memória dos verões de minha infância, o dia quente sem vento, e o mar, o mar senhora, que me resta na ausência de o ver a ele em teus olhos de teu coraçao, estava manso e espesso, como o sangue suave quente e doce lava que me corre nas veias, a tua ausência, ansiando-te, a cor senhora, entre o azul turquesa e a esmeralda, desci pela hora de almoço, e tomei depois o meu primeiro banho de mar, a lua vai crescendo no ceu, e agora que já passa da meia noite, de novo no ceu a estrela brilhante, lá em cima na direcção, sudoeste, e reparo que continua com as pontas brilhantes em tons de lápis lazuli, nela vejo em seu lado direito, como um vaso de tres deitado , e um delta na vertical por cima,

a hd o ce s en hor ad e me u cora sao, h oje o dia a qui, es tva na e x cat a m emo ria dos vaso ero es de min h a in fan cia, o dia q u en te se m v en to, e o m a r, o mar s en hor a, q ue me r e sta na a use en dn cia de o v e r a el e em te us ol h os de t eu cora sao, es tva man s oe es p esso, com oo sangue s u ava q u en te e do c e l ava q ue me cor rena s veias, a tua au use en cia, na si ando do traço da inglesa te, a c o r sem hor a, en t reo azul t ur q u e za e a es mer alda, d es sci p el a hor ad e a l moço, e tome id e posi om eu prime iro ban h o de mar, a l ua ava ai c rec en do n o c eu, e agora q ue j á spa s s a da me ia ano da noite, de n ovo no c eu a est r el a br ilha ante, l á em c ima na di rei sao, s u o do este, e r ep aro q ue c v on tin ua com as pontas br ilha sn t es em to ns de ç ap is l az u li, nel a ve joe ms eu lado di rei to, com o um vaso de t r es de it ad o , e um delta na v e r ti cal por rc c ima,

ah amada no café, que trás as gaiolas de pássaros, os dois periquitos no mesmo tom, mais tarde pela tarde começaram a namorar e se devam assim beijinhos, e cantaram para me chamar a atenção, assim te ouvi, dizer de teu amor e vontade, ao longe em que te manténs, amada porquê, sabes trazem as exactas mesma cores do mar e do dia de hoje, depois um deles, parecia que pulava no varão, mas o que era estranho é que parecia que o varão a subir e descer, de tal forma que me aproximei para melhor ver, e então vi que ele com seu bico, levantava por um pedaço , com insistência, a grade da gaiola, ah amada que quase me apeteceu ali solta-los

a h am ad ano do no do ca fé, q ue t ra s a s g a ola s de p ass aro s, os do is pr i quito s no me sm o tom, maís t arde p e l a t arde c oma ç aram a na mora re se d eva cm ava vam as si m bei jin h o se can t aram para me c ham mar a a t en sao, as si m te o uv i, di ze r det eu amo r e vontade, a o longe, em q ue te man t es, am ad a por q u ê, s ab es t ra ze ema s e x cat as me sm a cor es do m ar e do fia , fi ia dd dee h oje, d ep o is um del es, par e cia q ue p u l ava no v arao, maso q ue e ra e ts ra anho é q ue par e cia q ue o va aro a s ub ie e dd es cia, det al forma q ue me a por xi me i r a p ra mel h rover, e en tao vi q ue el e com s eu bi co, l eva vam am t ava por um pe dç sao , com is nsi t en cia, a g ra ad e da gai ola, a h am ad a q ue q ua ase me a pete c eu al i sol t a do traço ingles l os

e quando pelo final da tarde cheguei de novo ao café, assisti ao resto da chave que ali se desvelava naquele ovo cheio de gente, e com os futebolistas em ritmo possante, sempre a muito correrem, gosto do futebol ingles por isso mesmo, muitas corrida, muitos passes, simples , a espelhar um pouco o raguebi, me sentei na mesa a beber um café, na mesa de trás um senhor que eventualmente seria ingles via tambem jogo

e qua ad dn no p elo fina alda al ad da primeira trade, che g eu id e en ovo a o ca fé, assi ti ao r es to da c h ave q ue al ise d es vela ava na q u el e ovo ce he io de gente, e com os dos futebolistas, em ri t mo p os s ante, se mp rea am mui t o cor r e rem, g os to do futebol ingles, por iss om e sm o, mui t as cor rid a, mui t os p ass es, simples , a es pel h ar um poc u o hora rago eu e bi, me s en te ina mesa a b e be rum ca fe, na mesa det ra s um s en h roque eve en tua lem n te se ria ingles via t tam am tambem j ogo

olhava o logo do café na parede, feito em azulejos, fracturados, em forma masi um menos geométricas, amanha tirarei uma foto para que possas ver com os teus olhos, um sol, um traço como um espada, um barco negro com gaivotas como ondas do mar por baixo, tudo isto a reverbar na ligação que me emergira entre a face de ted e o desenho que dela fizera em meus papeis

o l h ava olo g o do ca ge na parede, fe it o em az u le j os, fr ac tura do s, em for mama si um men os ge o met ric as, am manha tir ar ei uma f oto para eu pp p ass as ver rc om os te y s ol h os, um sol, um t ra aço como um es pada, um bar c one negro com ba iv ot as c om o ondas do mar por ba iz o, tudo is to a r eve rba ar na liga sao q ue me e mer g ira en t rea f ax e de ted e o d es en h o q ue dl la fi ze ra em me us papa is

pelo espirito me dava conta que a imagem era a quebra do barco negro, e ou do mar tambem, pois ele está no mar que são gaivotas, um barco negro gai que fora quebrado, e surgira a consciência, ser do brasil ou com o brasil relacionado, e me recordei pela mosca que entretanto me mostrou, na borda da chávena a espuma cor de café com leite, da imagem da maré viva da ultima vez que aqui estivera, tambem com dor de dentes, e de imensa arte que nessa altura aqui era visível, e que aqui no Livro da Vida relatei

p elo es pit riot med v a conta q ue a i mage m er a aqui da eu br ad o barco negro, e o u do mar tam am tambem, p o is el e e stá no mar q ue são gai v ota s, um barco negro gai q ue for a q eu br adao, e s ur g ira a co ns c i e n cia, ser do brasil ou com do circulo do brasil re la cio n ado, e me recorde ip el primeira am mosca, q ue en t r eta an to me mos t runa bo rda da c h avena, a es puma cor de ca fé com leite, da i mage made ria da mar e vaso do iva da u l t ima ave z q ue a qui est i vera, tam am tambem com da dor de dentes, e de i mn sa da arte q ue ness a al tura a qui e ra v isi v el, e q ue a qu i no K L iv roda david id a r e la te i

a mosca me mostrara o pulso, e o joe el homem do circulo, das sandálias com tres garras vermelhas, de um senhor gravido com calções vermelhos e tronco nu, noa azulejos, o barco trás um nome, p salema, que está quase com as letras na mesma distancia, ou seja se le tambem ps alema, a fractura no barco negro, a gaivota ps alema

a mosca me mos t r ara o p u l s oe do circulo do joe el homem do circulo, das sand dálias da ar da aria da ria s dalia de dallas, com t r es garras vermelhas, de um s en hor g ar v id o com ca sç o es vermelhos e tor rn co nu, noa az u le j os, o barco t ra s um nome, p salema, q ue e stá q use com as letras na me sm a di s tan cia, o vaso seja se le t tam am tambem da ps alema, a fr ac tura no barco negro, a gai v ota ps al ema

se estava no preciso minuto noventa e cinco, ana nao , ano de noventa e cinco, e no minuto onze, ou seja o grupo do onze de noventa e cinco, a ligara ainda os fios recentes do tal bar aqui de que te falei, a bola entra na baliza, off side, vaso do persa da asia, um problema na imagem do plasma , que em mim declina em codec, ou sec do seja, cod do co de dez, dois mil e cinco, tsunami asiático, o do vaso digital, pois um problema de codec, é um problema de codificação, ou seja de falta de sincronismo, ou seja de tremor, e de arrasto, pois este preciso que a imagem aqui desvelou, se traduz em partes da imagem que ao se mover, como que frizam por um instante, e depois provoca uma espécie de arrasto, ou seja uma imagem muito semelhante, a da maré viva que aqui se reflectiu na ultima vez, e ainda do segundo tsunami, o da lama, o treinador, m mau pda equipe que foi penalizada, muito chateado, subiu as bancadas e lá ficou com simbolizando estar num pódio, um prémio, mas um mau prémio, depois o espirito me disse que o tal do vaso da asia , tinha sido afastado, ou se ia embora,


se est ava no pr e ciso, dent da teresa, min u to de noventa e cic canal lisboa, no, ana nau , ana do circulo do onze da ode noventa e c on co, e en o min u to do onze, o vaso use seja do circulo do dog do rup, o do onze de noventa e cinco, a l liga da gara a inda os fi os rec en t es do t al b ar a qui de q ue te f al lei ei, a b ola en t ra na b a l i z a, o ff s id e do side , vaso do persa da asia, um por rb l ema na i mage made ria do p la asma , q ue em mim dec lina em codec, o use sec do seja, cod do co de dez, codex, do is mi el da ilha c on co, ts un mai a si a toco, o do quadrado da ova do vaso di gita al, p o is um po rb e lam am de c o dec, é um po rb l ema de co di fic cc sao, co di fi caçao, o vaso use seja de f ak t ad e sin c ron i ms o, o u seja de t remo emo mor do tremor, e de ar rasto, p o is este pr e c is o q ue a i mage maqui d es velo lou, se t ra sd us em p arte s da i mage maior, q ue a o se m ove rc omo q ue fr iza am por um in s t ante, e d ep o is por v o ca uma es pe cie de ar rasto, o u seja uma ima mage m mui t o semem l h ante, a da mar e vaso do iva q ue a qui se refe l ct i un a u l tim ave ze a inda do segundo tsunami, o da lama, o t reina ina ad da dor, maior do mau pda e q u ipe q ue f oi ip da pena liza z ad a, mui t o c h a tea ad o, s ub iu as ban cada se l á fi co u com s im b o l iza n do est ra num pod is o, um pr emi oma s um ma u pr emi o, d ep o is o es pei to me di s sec q ue o t al da ova do vaso dada primeira sisa da serpente isa , tina h s id o a f as t ad o, o use ia em bora,

muito mais se lia no jogo, mas o importante se condensa nestas duas imagens, e já em expliquei a todos como se devem ver jogos e portanto quem quiser mais dados e rever a gravação, sendo que o primeiro golo, do bolton, seguido do zero ,e tambem referencia a dezembro, ou seja tsunami,

mui t o ma is se l ia no jogo, maso i m porta ante se c on d en sa nest as du as ima ge ns, e j á em e x p lic ue a to ds o com o se d eve maior ver j ogo se pr t anto eu m q u ise r mais dado se r eve vera ra da gravação, s en do q ue o prime iro g olo, do bo l ton, se g u o dodo z ero ,e ta tam am tambem refer en cia a dez em br o, ova do vaso use seja ts un ami,

este logo deste café, feito em pedaços de azulejos, e semelhante a um outro no nome de um restaurante, bóia, e calhou ter lá ido almoçar com meus pais neste dias e ontem, um pedaço de imagem ali se manifestou, trás o restaurante, uma varanda com janelas em vidro que se colocam abertas como folhas paralelas e perpendiculares , a varanda, como uma peça de vidro de um designer, uma mesa que esteve há muitos anos a venda na loja do manuel reis, com uns pés de metal, assim como uma espécie de barata mas ao contrario desta, obviamente as laminas estão separadas entre si, para puderem realizar a sua função

este logo, god este café, fe it o em pe dç o as de az u le jose se ml h ante a um, de outro nono med e um r es t au ra n te, boi a, e c al alho u teresa l á id o al mo ç ar com me us pais nest e dias e on te made ria, um ped dc cortez circulo, de i mage mali ise m ani f es t toy, t ra s o r es t au ra n te, uma varanda com jane la s em v id roque se c olo cam ab e rta sc omo f o l h as para lela se per rp e rn di cu l r es, primeira ava da varanda, com o uma p eça de v id ro de um de se i gn e rum a mesa q ue es tve h á ju it o a anos prime ria ave en da na loja do mane u l do reis, com un s p es de met al, as si mc omo uma e s p cie de barata mas masa o c on t ra rio de sta, ob via am men t as la am minas es tao s ep ar ad as em n t re si, para p u der rem rea l iza ra s ua fun sao

pois ali estava uma cunha de madeira em cima do parapeito, na linha do horizonte d mar, e um aviocar, ou algo assim semelhante, passou pelo horizonte paralelo a costa, primeiro para lagos e depois de novo para sagres, como se tratasse de um incendio, e recordamos eu e meu pai, o tal vaio de carreira que um dia pregou um imenso susto as gentes na praia da rocha, e relembramos os dois, que estávamos no mar no barco, quando ele começou naqueles testes de segurança, que não deviam ter sido ali feitos, e quando parecia ir amarar, eu que conduzia o barco, meu pai me disse, vamos para lá para salvar aquela gente, e assim virei , mas depois o aviao continuou nas brincadeiras, e rasastes a falésia da praia, que rasou por escassos metros, manobrando como um caça

p o is al i est ava um da cunha de made ira em c ima do para pei to na linha, do homem ori zon te e um avio car, o ual goa ss im semem l h na te, p ass o u p elo ho rio z n te para lelo a costa, prime iro para de lagos e d ep o is de n ovo para sagres, com o se t rat ass e de um inc cn de io, e rec o r dam am os eu e m eu pai, o t al v aio de carreira q ue um d ia prego uu mi men s o s us to as gentes na pr aia da roc h a, e r el em bras mos os do isque est tv amo s no mar no barco, qua ando el e com e ç o u na q u el es te st es de segur ança, q ue n cão de vaso iam teresa s id o al i feitos, e qua ano par e cia ir am ara r, eu q ue condo z ia o barco, me u pai me di ss e, eva amos para lá para s alva raquel la gente, e as si maior vi ire do rei , mas d ep o is o avia o c on ton o un as br inca de ira se ra s ant es a f al le z ia da p rai, q ue r az o u pro esca ss os metros, man o brando com do circulo do primeiro caça

me lembrei disto, agora, pois aqui a porta do quarto, abanou e me mostrou a lingueta de prata , equivalente a que se abrira em dia anterior referido em texto anterior, e a chave que esta pendurada na outra dentro da fechadura abana em forma suave, ou seja o anel das duas chaves da lingueta de prata do av maior, ou seja do maior do audiovisual, que se reflecte tambem numa das fotos em cima da chaise longa, um catálogo por debaixo do zoom da faca na liga, chaves tipo singer,

me l e m br ei do st o, agora, p o is aqui primeira do ia da porta do quarto, ab ban ano ue me m o t ro ua l in g u eta de p rata , e qui iva lente, i ne en te, a q ue se ab r ira em dia ante r ior refer id o em te x to ante r ior, e ac h ave q ue e sta ped dn ur ana da outra d en t roda da fec h ad ur a ab ana em for m s a uve, o vaso use seja do circulo co delta do anel da sd ua sc h ave es da li bg u eta de p rata do av maio ro vaso si use seja do ma iro do audiovisual, q ue ser efe l te t tam am tambem nu ma das f ot as em c ima da c h a ise longa, um cta do logo por de ba ix o do zo do om da fava na liga ca h vaso es t ip o sin ger,

quando agora o aviao passou, me pareceu ao inicio ser um c 130, e o curioso disto, é que lera uma noticia no jornal dos bandidos, onde alguém das forças armadas, contava das imensas malandrices que sempre esta panóplia sem excepção de políticos da treta, sempre fizeram e fazem relativos as forças armadas, e as outras, e dava conta inclusive que os c 13o nem podiam voar no espaço europeu pois não possuem equipamentos dentro das actuais normas de segurança, e relembrava que para irem levar tropas ao afeganistão, para isso serviam, e depois de mortos, se lhes dá muitas medalhas e se lhes fazem muitas laudas, que filhos da puta, sois, já para não falar na historia dos submarinos e de mais uma vasto conjunto de malandrices de negócios de cunhas e retornos diversos por baixo das mesas e do mexilhão que sempre se lixa, e me disse, o almoço ainda meu pai, que o tal piloto do de carreira foi depois castigado pelas manobras que fez

qua anda do agora do circulo do aviao, avia circulo p ass o u, me pa rece ua o in cio ser um c 13 0, e o c ur io s o di st o, é q ue le ra uma not ti cia no do jornal dos bandidos, onda al g eu made ria das for l ç as ar mad as, c on t ava das i men sas m al lan la rice s q ue se mp re e sta p ano p lia se m e x ce p sao de poli tico s da t r eta, se mp re f az ze ram e f az em r e la t iv os as forças arma sd as, e as das outras, e d ava conta inc l us iv e q ue os c 13 9 ne m pod dim v o ar no es paço eu rop eu p o is n cão p os s u em e q u ipa am men t os d en t roda s ac tua is norma s de segur ança, e r el em br ava q ue para ire m l eva r t rop as ao a f gn is tao, para iss o ser v iam, e de posi de mortos, se l h es d á mui t as med alha se s e l h es f az em mu it as laudas, q ue fil h os da puta, s o is, j á para n cão f al ar na hi s tori ad os s ub mario n s oe de ma s ia uma v as to c o n j un to de m al lan d ric es de n ego ciso de c unhas e re tornos de iv eros por ba ix o das mesa sed o mex ilha suc e se mp rese se da lixa e me iss em eu pai, q ue o t al pi loto d o d e car re ria f o i d ep o is cas tiga gado p el as man ano bras q ue fez

ou seja em síntese, nestes parágrafos se desvela que estamos perante um pro, e pelos ingredientes visíveis na historia, e pela queda da arriba, recente, que eventualmente estamos tambem a falar do mesmo da tal primeira experiência da onda no algarve, para alem de tudo o que nestes parágrafos se desvela

o use seja em sin te se, n best para g rafo s se d es vela q ue est amo s pe ra ante um pro, e p lo s l os i os ploc do plus, in g r de in t es v isi v eis na hi os t ira, e p el a queda da arriba, rec en te, q ue eve en tua lem n te est amos t tam am tambem a f al ar do me sm o da t al prime ira e x p er i e n cia da onda no al g rave, para al em de tudo o q ue nest es para g rafo s sed es vela

apeteceu-me hoje na bóia, ovos mexidos, que era um pequeno almoço que eu há muitos anos atras ia lá para comer, pois sempre gostei de pequenos almoços à inglesa, o senhor disse-me que so podia arranjar uma omeleta, pedi de cogumelos, ou seja uma historia antiga , talvez de noventa e cinco, como cogumelos, ou algo semelhante

ap pete tec eu do ponto rome da .me h oje na boi a, dos ovos mexidos, q ue e ra um pe q u en o al moço q ue eu h á um it os ano sat ra s ia l á pat ra co mer, p o is se mp re g os te id e pe q un os al moços à inglesa le sa, o s en hor di ss e do traço da inglesa lea me q ue s o pod ia ar ran ana rum a omo l eta, ped id e co gum melo , cds s, o use seja uma hi s tori a anto g a , t ak l v es de noventa e cinco, com o co g u melo s, o u al g o semem l h ante


querida doce senhora de meu coraçao, volto aos pormenores que ficaram em aberto relativo ao falecimento de ted, e da sua doença, pois estou convencido que o tumor foi provocado, volto tambem a ele, e menos aos outros senhores que aqui dei conta , tambem pelas razoes apresentadas, trago muito mais informação sobre ele do que sobre os outros, e depois trago tambem esta estranha ligação com ele, que mais uma vez emergira ao ler agora notícias sobre a sua vida, e as semelhanças, como o caso do carro no o pântano, e eu que tive tambem por mao alheia uma acidente em que me enfiei debaixo de uma ponte, mas ia sozinho, felizmente

q eu r dia do ce s en hor ad e me u cora sao, v o l to aos por men o r es q ue fi caram em ab e r tor e la t ivo ao f al le ce i mn t o de ted, e da s ua do ença, p o is est o u c on v en c id o q ue o t u mor f oi pro ovo cado, v o l tota am tambem a el e, e me nisa os de outros s en h ro es q ue a qui de i conta , tam am tambem p el as r az o es ap r e sena td as, t rago mui t o mais in for maçao s ob re el e do q ue s ob reo s outros, e d ep o is t rago t tam am tambem e sta es t ra anha liga sao com ele, q ue mais uma ave z e mer rf ira a o ler agora not tica ss ob rea s au v id a, e as semem l h anç cortez as, com o do circulo do caso do carro no o p anta ano, e eu q ue t iv eta tata am tambem por ma al alhe ira uma c id en te em q ue me en f e i r de ba is o de um ap on te, mas ia s oz in h o, ge liz mente

na realidade, eu próprio senti, dores na cabeça, ao mesmo tempo dele, quando o tumor s desenvolveu nesta ultima fase, provocadas directamente pela dor do dente que trago, mas não deixei pela consciência de estabelecer um paralelo, e tambem por conversas que se deram pelo espirito que tanto poderão ter sido com ele ou não sobre esse assunto, que ra basicamente, me dando conta de que tinha sido infectado propositadamente, se bem que tudo isto se explane em outros sentidos, alguns já aqui aflorados em textos recentes

na re la id ad e, eu pro pe io s en ti, dor es na cab eça, ao me sm o te mp o de le, qua ando o t umo mor s d es en volve u nest a u l t ima f az e, pro ovo cada s di rec cta tam am mn te p el a dor do d en te q ue t rago, mas n cão de ix e ip el a co ns ci e n cia de e stab e le ser um para lelo, e ta tam am tambem por c on versa s q ue se der am p elo es pei t io q ue t anto pode ra o teresa s id o com el e o u n cão s ob re ess e as s un toque ra b a sic am que mente, me dand o conta de q ue t ina h s id o in f e cta ad o pr ep posi t ad dama am dam que mente, se b em q ue t u d is to se e x p la ne em outros s en t id os, al gu sm j á a qui a flor ad os em te x t os rec en t es

e ouve ainda o passe recente com o gatinho que acabou por me falecer nos braços, e que remetia para dentes, que por sal vez quando não tratados podem até dar origem a infecções e mazelas no cérebro

e o uve aida o p ass e rec en te c om o gatinho q ue aca bo u por me f al e ser nós br aços, e q ue reme t ia para d en t es, q ue por s al v e z qua ando n cão t rat ad os pod em a té d ar o rige ema prime ria in fe ç o es e m az el as no ce rb r o

depois se deu uma coisa muito estranha, pois como todos o sabem, a minha correspondência electrónica não é so controlada como desviada, e de repente um destes dias , uma antiga caixa de correio da tv cabo, que nem devia existir, posi não trago nenhum contracto de serviços com eles, ou seja, que deve existir porque assim sabem do meu correio, derramou, é literalmente o termo, cerca de trezentos e mail s de uma so vez na meu outlook, eu espantado a ver aquilo tudo chegar

d ep o is se d eu uma co isa mui t o est ra anha, p o is com o todos o s ab ema am min h a co rr es pon d ec ia e le t ron i ca n cão é s o c on t r ola ad ac omo d es via ad a, e de r ep en te um de ste serpentes do dias, psd, uma antiga ca ix ad e co rato do rei , o do circulo da tv cabo, q ue ne maior d e v ia existir, posi n cão t rago n en h um c on t ra acto de serviços com el es, o vaso use seja, q ue d eve existir por q ue as si m s ab e m do m eu cor rei io, der ram ou , é lite rale mn te o te rm o, cerca de t r e z en to ze mai l s de um as ove z na me u o u t l o kapa, eu es p anta ad o ave r a q u il o tudo c h ega ar


na verdade amada, não trazem cartinha de amor teu, e portanto nem razão de ler a maior parte daquelas mensagem que são em seu grosso na aparência, tretas de spam, mas sempre fui abrindo assim mais ou menos ao calhas, quanto sempre o é e não é, e me dei com um curioso, de relógios, assim uns relógios grandes, com uma estranha legenda, pois dizia, que eles poderiam ser ainda maiores, e já pareciam imensos em seu tamanho

na ave v e rda de am ad a, n cão t ra ze m c art das tinhas de amo mor teresa ue porta n gt one m ra z a o dele ra maior da p arte daquelas mensagens, pelos visto existe um cabra especializado em arte através das ditas, canal lisboa, grupo pt, q ue são em s eu g rosso t r eta s de sapa am, mas se mp r e f u i ab r indo as si m mais o um en os sao c l h as, qa un to se mp r e o é en cão é, e me de i com um c ur io s ode r elo g is o, as si m uns r elo gi os g rand es, com uam e t s ra anha le g en da, p o is di z ia, q ue el es pode r iam ser a inda maio r es, e já par e c iam i men s os em s eu t am anho

nessa noite ou na tarde seguinte que agora não me recordo ao certo, ao balcão do café da estação, um belo rapaz africano, face esguia e aquilino em seus traços, trazia um relógio semelhante, pela excessiva dimensao, e por debaixo dele, uma pulseira com motivos geométricos do labirinto, que remete para troia, e civilização helénica, e hércules, as formas que enrolam em quadrado e que depois me sequência, vi numa imagem do ted numa parede por detrás, este e um outro símbolo que agora de novo aqui apareceu, em duas portas,

ness primeira do ano da noite, o un a t arde se gui int e q ue agora n cão me record o a o ce rt o, ao bal cao do ca fé da e ts sao, um b elo r ap az a fr i cano, face es guia do aquilino, e ms u es tr as ç os, t ra z ia um r elo gi o semem l h ante, p el a e x c ess iva da dimensao, loja, e por de ba ix o de le, uma p u l se ira com m ot ivo s geo met ricos do l ab r i rn to, que reme teresa para de troia, e c iv i l iza sao helen nica, e her cu l es, às das formas q ue en rol lam am em quadrado e q ue d ep o is me se u q u en cia, vi nu mai i mage mad ria do ted nu ma pa red por det ra s, este e um oi u t ro s im b olo q ue agora de n ovo a qui ap ar e c eu, em du as do portas

achara estranho aquilo ao seu acontecer, um qualquer estranho perfume dali se elevara ao momento, e pela noite, ao ler um texto, o percebi, como sempre tudo se desvela, se focarmos a atenção nem que seja pela estranheza do que se manifesta ao caminho

ac hara est ra anho aquilo a o s eu acontecer, um q ua l q eu r es t r anho pe rf um e dali se el eva ra ao mo men to, e p el a noite, ao l e rum texto, o per cebi, com o se mp r e tudo se d es vela, se foca car mosa a t en são cortez ne m q ue seja p el a est ra anhe za do q ue se m ani festa ao ca mi un h o

pois um mecanismo se desvelava nesse texto, que poderia de alguma forma e em parte, desvelar a intenção do passe, dizem as letras que quando algo te é roubado podes fazer uma transferência de vontade, para por exemplo um objecto, como um relógio, assim expressamente está escrito, e que ao ser feita, assim, o recuperas, um relógio que se pressupõem , então ser, de essa pessoa, da pessoa que te roubou alguma coisa,

p o is um meca ni s mo se d es vela ava ness e texto, q ue pode ria de al gum a forma e em p arte, d es vela ra in t en ç o ad o passe, di z em as letras q ue qua ando al g o te é ro ub ad o pod es f az e rum a t ra sn feren cia de vontade, para por e x e mp lo um ob ject o , com o um r el o g io, as si m e x press sam am que mente e stá es c rito, e q ue a o ser feita, as si mo rec u peras, um r elo g io q ue se pr ess u pe om , en tao ser, de ess a p esso ad da primeira da pessoa, q ue te r o ub o ual gum ac circulo da isa,

ora, como eu não trazia vontade naquele momento de recuperar algo dessa forma, nem tinha ainda lido, estas linhas, me disse e digo, que um passe desta natureza, certamente invertido, foi ali tentado ser feito, depois de seguida a tal frase no fina, da corrida do bolt, que de alguma forma ecoara nisto,

o ra, c omo eu n cão t ra z ia vontade na q u e le mo men to de rec u pera r al g o d dessa forma, ne made ria da tinha a inda do lido, cinema, est às das linhas, me di s see di g o, q ue um p ass e de sta na ture za, ce rta tam am que mente invertido, f oi al i t en t ado ser feito, d ep o is de se guida a t al fr ase no fina, da cor r id a do bolt, q ue de al gum a forma e co ara ni s t o


continua...