domingo, setembro 20, 2009

Abrindo a rosa do mundo ao calhas quanto o calhas o é, uma outra referencia ao caimão logo me apareceu,

A br indo a rosa do mundo ao c alha s qua anto o cal h as o é, uma o u t ra refer en cia ao ca ima o logo me ap ar e c eu,

De Madagáscar,

canção,

És uma fruta doirada , uma banana madura
Se uma borboleta te roça
Eu não me afasto de ti
Todo aquele que morre por amor da sua amada
É um pequeno caimão que a própria mae devora
E que regressa ao ventre de quem tem toda a ciencia

Na realidade nesta noite em que este poema transcrevo, uam pequena figuração de borboleta me veio roçar o braço, um festa, rápida, inesperada, como uma supressa, ali está em cima da rede do jb do angulo poisada do control da estrela do traço vermelho sobre o rectângulo negro

D ema dag as car, can sao,

É s uma fr ur a do irada , uma ban ana mad ur a, Se uma bo rb o l eta te ero da ro ç a
Eu n cão me a f as t ode ti Todo a q u el e q eu leque morre por amor da s ua am ad a
É um pe q un o ca ima o q ue a pr ip ria mae devo ra E q ue r e g r ess a a ov en t rede q eu m te made ria toda a cie en cia

Na rea l id ad e nest noite em q ue este poe ema t ra sn c rec o, uam pe q u en a figu raçao de bo rb o l eta me veio roç ar o br aço, um f es t a, ra pida, ines pera ad ac omo uma s up r es a, al i e stá em c ima da rede do jb angulo po isa sada doc on t rol da est r el a do traço vermelho s ob re o rec tan gula dez negro

Ah bela menina que hoje ao chegar a pampulha vos vi, e me dei por mim a sorrir por dentro de contentamento e a me lembrar a quantas luas não a via, nem que fosse em foto, na realidade, um dia a procurei na rede, e dei com umas fotos assim meia amadores, que nem bem a mostravam numa sessão numa livraria onde autografava o que creio ser seu livro anterior

A h b el a m en ina q ue h oje ao che g ra a p am pulha v os vi, e me de ip por mim primeira sor rato ps i rp por d en t ro de c on t en tam en to e a me l em br ar a qua antas lu as n cão a via, ne made ria q ue fosse em f oto, na r el a id ad e, um dia a por rc cu rei na rede, e dei com uma s f oto s as si m me ia am ad o r es, q ue ne m b ema mos t rav am nu ma s es sao nu ma l iv ra ria onda au tog rf ava o q ue c rei o ser s eu l iv ro ante r iro rato ps


Que bela estava, hoje, parece que está cada vez masi bela, a cada vez que a vejo, assim com o seu belo nome em cabelos em cacho, olhava o titulo, e me lembrava de um gesto de minha mao, recente num dos vídeos, associado, a um barulho, um barulho de uma metralhadora, uma ak que varria para um lado e para o outro como um pêndulo horizontal, e de repente ecoava ali em seu titulo, que lhe juntava assim um outro sentido

Q ue b el a est ava, h oe j, pa rece q ue e stá c ada ave z ma sib el a, a c ad ave zorro do q ue primeira do vejo, as si mc om o s eu b elo no me em cab elo s em c ac h o, ol h ava o titu lo, e me l em br ava de um g es to de min h a mao, rec en te num dos v id e os, as soci ad o, a um b a ru l h, um bar u primeiro homem da ode uma met r ala h ad ora, uma ak q ue v ar da riad do para a um lado, e para o outro com o um pen dulo h ori zon t al, e de r ep en te e co ava al ie ms eu titu lo, q ue l he j un t ava as si m umo u t rose en t i d o

Ela distribui a direita e a esquerda, estranho titulo, que se pressupõem então uma senhora que distribui a esquerda e a direita, e o que me ocorreu ao pensamento, fora, primeiro uma personagem que vinha de algum modo ainda no pensamento, a tal psi que vira no gabinete, ao lado da loja da tempestade, a meta ideia ecoava num sentido que de nov nesta madrugada se confirmava em outra declinação, ele sabia o discurso todo de côr, como alguém , ou um grupo de alguns que vampirizasse o alheio e o distribuísse a direita e a esquerda do espectro político, tirando dai, os louros, ou não, a mesma ideia que poderia estar subjacente a algum outro que saberia o discurso de côr, ou seja que o ouvira a um outro e o reproduzira como seus, nada de novo, neste mundo de vampiros e ausência continuada de lei


El ad is t rib u ia direita e prime ria da esquerda, est ra anho titu lo, q ue se pr ess u poe m en tao uma s en hor a q ue di st rib u ia esu e rda e a direita, e o q ue meo co rr eu a o pen sam en to, for ap do primeiro, uma persona ge made ria q ue vinha de al gum mod o a inda no p es na men to, a t al psi q ue v ira no gabi nete, aol ado da l o j a d a tempestade, a met a id e ia e co ava nu m s en t id o q ue de nov nest a mad riu gada sec on fi m ava em o u t ra dec l ina sao, el e s ab ia o di s curos todo dec ô rc omo al g eu m , o u um g rup ode al gun s q ue vam pi r iza asse o al he io e o di s t rui bi s sea da primeira da direita e primeira da esquerda do espectro pol i tico, tir ando da io s louros, o un cão, a m es ma id e ia q ue pode ria es star s ub j ac en te a al gume outro q ue s abe ria o di s curso de c ô ro use seja q ue o o uv ira a um o u t ro oe o r e pro du z ira com o se us, n ad ad e n ovo, nest e mundo de bva am mp o iro rose se au s en cia conti nu ad , a primeira puta da rie da me da ira da lei

Por cima de si, um dos pais franceses, e uma estranha linha sobre um atentado falhado, de uma bala que fora desviada, e na pilha das outras capas por cima, num deitado, um juiz ingles de toga com uma face assim meio chateada, e um titulo onde se lia que ele teria despertado a ira de alguns, ao libertar alguém que não se lia pela letras que estavam ocultadas, mas que me ecoou pela consciência o libano, o que era de alguma forma estranho, na medida, em que essa noticia fora já a algum tempo atras

Por rc ima de si, um dos pais fr anc es e se uma est ra anha da linha s ob re um at en t ad o f al a h ad o, de uma bal a q ue for a de w via ad a, e en a p ilha das p u t ra s capa s por c ima, nu m de it ad o, um ju i z in g l es de toga com uma da face, as si m me io cha te ad a, e um ti u lo onda da se lia q ue el e te ria d es per t ad o a ira de al gun serpente a o libe rta r a l g eu m q ue n cão se l ia p el a letras q ue est ava cm vam am o cu l t ada s, masque me e o co iu p el a co nsc ie n cia o l ib ban o, o q ue era de al gum a forma est ra anho, na med id a, em q ue es s sa not ti cia for a j á a al gum te mp o at ra serpente

Começara a chover de mansinho e a senhora da papelaria do underground da pampulha, começara, a retirar os livros e as revistas do escaparates, e assim tambem eu naquele instante me retirei, aproveitando aquela suave chuva miudinha que tanto me sabe bem, ia sorrindo por dentro, pensando em si, e alucinando em amor, como se fosse conversando consigo, a brincar lhe ia dizendo que deve ser muito bom, estar nos dia ao lado de uma bela escritora, pois passa assim muito tempo sentada, e se chega por detrás devagarinho como um gato, e se lhe diz olha, tens aqui este músculo das costas a palpitar, e depois se começa a massajar, mas depois vendo bem, o tal músculo, trás ainda um estranho cruzamento com um outro que desce pelas costas abaixo, e assim se pega na menina e se a leva ao leito, com o objectivo casto de lhe melhorar a escrita, e depois de completa, a tal massagem, até ao se levantar, as letras se escreveram por si em suas linhas, assim ia consigo dentro de mim namorando


Com eça ra a c h ver de man sin h oe a s en hor ad a pap e la ria do un d reg ro un da p am pulha, com eça ra, a r e tir ar os l iv rose ás das revistas do esca pa rat es, e as si m t am tambem eu na q u el e in s t ante me re tir ei, ap or v e it ando a q eu la s uva ch uva mi u dinha q ue t anto me s abe b e m, ia sor r indo por d en t ro, pen sand o em si, e al u cina ando em amo rc omo se fosse c on ver sand o co nsi goa bric n ar l he ia di zen do q ue d eve ser mui t o b om, est r ar nós dia aol ado de um v b el a es c rito tora, p o is p assa as si m um it o te mp o s en t ad a, e se da sec da chega, por det ra s d eve g a rinho com o um gato, e se l he di z ol h a, te ns saqui este mus culo da s costas a pal pit ra, e dep o is se com eça a massa j ar, ma s d ep o is v en n do b em, o t al mus cu lo, t ra s a inda um est ra anho c ru z am neto com de um outro, q ue de sc e p el as costas ab aixo, e as si m se pega na me nina e sea al eva a o leito, com o ob ject ivo cas t ode l he mel hor ar a es c rita, e d ep o is de co mp l eta, a t al massa ge m, at é a o se l eva van tar, às letras se es c er vera ram am por si em s ua s linhas, as si m ia co n sig d en t rode da ode da mim na mora anda

Antes de chegar mesmo a cuf, já a alucinação se tornara toda uma outra, não aquelas boas e doces que embalam as brisas dos corações apaixonados e nos levam assim em passos sorridentes, pois me dei conta que um remoto estava em curso, na leitura das coisas todos que se cruzavam comigo, um ambulância mil cento e onze de oeiras começara a fazer rali tentado entrar na rua do hospital entupida por uma outra que naquele momento em cima , entrava, e o espirito ia desvelando, que o das ambulâncias, do os da ambulâncias, era o segundo do terceiro circulo ou vice versa, que a paciência para estas leitura cada vez menos em mim mora, depois que sm, dava vinte cinco, aí, me comecei mesmo a zangar, de mansinho por dentro, sm, o que, sua majestade, ou a serpente maior, dava vinte e cinco almas, ou dava o segundo da estrela, como a propor trocas de almas, e nesse momento como que desliguei, não me interessa troca de almas, como a todos digo, ou seria ainda o sentido, de que a sua conta se foram vinte e cinco, naquela temporada da chamada restruturação do serviço nacional de saúde, feito pelas bestas, o custo então, da batalha, por assim escrever, daqueles que fazem guerra, na ausência da justa justiça a funcionar devidamente no plano dos homens

Ant es de chegar mesmo a cuf, já a alucinação se tornara toda uma outra, não aquelas boas e doces que embalam as brisas dos corações apaixonados e nos levam assim em passos sorridentes, pois me dei conta que um remoto estava em curso, na leitura das coias todos que se cruzavam comigo, um ambulância mil cento e onze de oeiras começara a fazer rali tentado entrar na rua do hospital entupida por uma outra que naquele momento em cima , entrava, e o espirito ia desvelando, que o das ambulâncias, do os da ambulâncias, era o segundo do terceiro circulo ou vice versa, que a aparência para estas leitura cada vez menos em mim mora, depois que sm, dava vinte cinco, aí, me comecei mesmo a zangar, de mansinho por dentro, sm, o que, sua majestade, ou a serpente maior, dava vinte e cinco almas, ou dava o segundo da estrela, como a propor trocas de almas, e nesse momento como que desliguei, não me interessa troca de almas, como a todos digo ou seria ainda o sentido, de que a sua conta se foram vinte e cinco, naquela temporada da chamada restruturação do serviço nacional de saúde, feito pelas bestas, o custo então, da batalha, por assim escrever, daqueles que fazem guerra, na ausência da justa justiça a funcionar devidamente no plano dos homens

Ant es dec he g ar me sm o a cu f, j á a a lu cina sao se tor na ra toda uma outra, n cão a q u el as boas e doc es q ue em bala lam am ás br isas dos cora ç o es a pa ix on ad os e nós l eva vam am, as si made ria em p ass os sor rid en t es, p o is medeia conta q ue um remo oto est ava em c urso, na lei tura das co ia s td os q ue se c ru z ava vam am co mig o, um am abu l a n cia mi l c en to e on ze de o e ira s com el ar a a f az e r rali t en t ad o en t r ar na rua do h o ps it al en tupi da por uma outra, q ue na q u el e mo men to em c ima , en t rava, e o es pi rito ia d es vela lan ando, q ue o das am bul an cias, do os da sam am bula do bul al lan cia s, e ra o segundo do terceiro c irc u l om o u v ice versa, q ue a ap c ein cia para e sta s lei tura c ad ave zorro men os em mim mora, d ep o is q ue sm, d ava vinte c inc o, aí, me com e ç ei me ms o a z an g ar, de man sin h o por d en t ro, sm, o q ue, s ua ma j est ad e, o ua serpente maior, d ava vinte e c on co almas, o u d ava o segundo da estrela, com o a por rp pro das trocas de almas, e ness emo em n toco mo q ue d es li g u ei, n cão me on teresa t rca de almas, com o a td os o di g o o u se ria a inda o s en t id o, de q ue a s ua conta se for am vinte e cic no, na q u el a te mp o ra dada c h am ad a r es t ru rute raçao do ser vi ç o bna cio n al de saúde, fe it o p el as bestas, o cu s to en tao, da bata alha, por as si m es c r eve r, da eu l es q ue f az em g eu rr ana au s en cia d a just a j us tiça a fun cina r d e vi dam en te no p l ano dos h om en ns

Provavelmente a verdade se encontra na suma de todas estas leituras, que são como fragmentos de diversos ângulos do mesmo corpo da verdade sobre este assunto e esta matança, que agora em dia recente, de novo se exprimiu em assinatura de volta, no tal caso de sta maria, assim pagam as gentes, o não acreditar em quem os avisa e fala verdade

Pro dao ova ave le mn te ave r dade se en c on t rana s uma de todas e sta s lei turas, q ue são com o fr a gm n t os de di vaso dos ero s na g u lo s d o me sm o corp o da ave rato d ad es ob re este as sun to e e sta mata ança, q ue agora em dia rec en te, de n ovo se e x p rim ei u em as sin a tura devo l t ano t al caso de sta maria, ass im pa g am as gentes, o n cão ac red it ar em q u emo s av isa e fala ver d ad e

Em casa comecei a pensar nas duas imagens a sua e a de chirac, por cima de si, e comecei a contar, que então pelos menos, tres pr e um quarto, tipo assim meio professor, teriam sido alvo de atentados, nestes últimos anos, o que estranhamente ecoava nas linhas que recentemente tinha evocado de novo sobre as tentativas das novas ordens mundiais, e da historia que russel nos deixou escrita, como espelho ,passado e futuro de um mesmo que se exprime em momento quem que a humanidade se encontra agitada, e realizava pela memória, que efectivamente, todos eles, tinham sido de alguma forma desviados, pois todos se encontram bem ao momento em que isto escrevo, que era o que era tambem relatado nas linhas da noticia, sem ter lido os pormenores, de como fora desviada, aquela precisa, que se relatava, a mais estranha, foi mesmo aquela em que o chumbo andou passeando de um lado para o outro da membrana, como se pelos menos dois, a tivessem tentado empurrar em sentidos contrários, e a vida nesse momento triunfara

Em cas com e ceia pen sar nas du as x ima ge ns a s ua e a de ch i rac, por c ima de si, e com e ceia c on tar, q ue en tao p elo s men os, t r es pr e um qua rt o, t ip o as si m me io pro f esso r, te ria am s id o alvo de a t en t ad os, nest es sul t imo s anos, o q ue est ra anha ham am que mente, e co ava na s linhas q ue rec en te mn te tinha evo cado de n v oo s ob re as t en tati iva sd as n ova s ordens mundiais, e da hi s tori a q ue ru s sel nos de ix o u es c rita, com o es p el h o do passado e fu tir o de um mesmo, q ue se e xp prime rime em mo men toc em q ue a h uma ni dade se en c on t ra a gita d a, e r el a iza dv ap el a me mor ia, q ue efe ct iva mente, todos eles, tinha do ham da manha, s id ode al gum a forma d es viados, p o is todos se en c on t ram b ema o mo men to em q ue is to es c r evo, q ue e ra o q ue e ra tam am tambem, r el at ad dona s linhas da mn ot i cia, se made ria teresa do lido, os dos pormenores, dec omo for a d es via ad a, a q eu la pr e cisa, q ue se r el at ava, a mais e ts ra anha, f oi me sm o a q u el a em q ue o chumbo ando u p ass sea ando de um lado para o outro da men br naco omo se p elo s men os do isa t iv ess em t en t ad o em p ur ar em s en t id os c on t rá rio se a v id a ness e moe mn tot rio un f ar a


Complexo na realidade este sofisticado xadrez com a morte, como tambem dizia
relembrando em dia recente

Co mp le xo na r el a id ad e este Sofi s ti cado xa ad rea az com da primeira da am mor te, com o t am tambem di zi ar el em br ab bdo em dia rec en te

Depois me fixei no símbolo do gesto, e o juntei a uma outra imagem de uma senhor que logo aparecera num jornal depois das minhas palavras a terem convocado, a carolina, uma foto estranha, dela assim vestida tipo tigre com uma face e um corte de cabelo que remetia estranhamente para uma outra bela mulher que tambem me aparecera quando a mencionara, a sharon stone, como uma fusão, das duas em uma, estranho, bela menina levy, como a vida é e se apresenta, uma outra linha pelo dia, mais tarde, pela bela paula rego, falava das suas personagens, que eram más, como ela dizia em seu jeito de menina, e que me fizera rir, e acrescentava que no fundo traziam elas um tipo de problema, que ninguém as beijava, que o que elas queriam era beijinhos, mas que tinham passado a idade dos beijinho, como subtendendo, que por essa estranha, razão, a tal da idade, se tinham tornado más, ou que faziam actos maus, curiosamente na tv, um filme romance, ilustrava a partida de dois amantes que viverem todo a vida juntinhos em profundo amor, e que por vontade própria no mesmo momento partiam, a demonstrar o poder real do amor,

D ep o is me f ix ei ino s im b olo dog est oe o j un te da teia, uma outra ima mage made rua de uma s en hor q ue logo ap ar e cera nu made ria do jornal, d ep o is da s min h as pala av ra asa te rem c on vo cado, a carolina, uma f oto est ra anha, d el a as si made ria v es tid a t ip o tigre com uma da face e um da corte de cab elo q ue reme tia e ts ra anha ham que mente para uma outra bela mulher, q ue eta tam am tambem me ap ar e cera c q au n do a em n cio na ra, a sharon stone, com o uma f usa o, da sd ua s em uma, e ts ra anho be la menina levy, com o a v id a é e se ap r es en t a, uma outra das linha p elo dia, maís t arde, p e la b el a p au la rego, f ala ava das s u as persona ge ns, q ue e ram má sc omo ela di izi a em s eu je it ode menina, e q ue me fi ze ra rir, e ac rec en t ava q ue no fun do t ra z iam el as um t ip ode pro ob el ma, q ue nin g u ema s bei java, q ue o q ue el as q eu ria am era bei jin h o as, masque tinha do ham da manha, ap ass sado a id ad e do s bei jin h o, com o s ub ten d en doque por essa est rana h, r aza o, a t al da id ad e, se tinham do ham tor n ad oma acento s, o u q ue f az i m ac t os ma us, cu rio sam am que mente na tv, um fil me do romance, i l us t ar v a ap art id dd e de do is amantes, q ue v ive rem todo a v id a j un tinho s em pro f un do am a o r, q eu por vontade pro pi ano me sm o moe mn to p art iam,, a demo sn t ra o pode der rea l do amo rato, ps

Me emergia a compreensão das ultimas fotos que vira da sharon stone, numa revista , nesse mesmo escaparate, que ficaram em mim, tambem por um pormenor gráfico, e que na altura não percebi na extensão em que agora se tornava claro

Me e mer gi a ac o mp r es nao da s ul t ima s f oto s q ue v ira da sharon stone, nu ma r e v ista , ness e me sm o esca pa rate, q ue fi caram em mim, t am b em por um porn men circulo do rato do g raf fi co, oe quadrado da ue na al tua do muito cão do per do cebi na x t en sao em quadrado da ue agora set ron ava c primeiro aro

Lá estava a bela na capa , dizendo que pousara nua como viera ao mundo nos seus deslumbrantes cinquenta anos de idade física, pegara nela, e a folheara até encontra as ditas, lera um coisa que me espantara, de que quando fizera um nu integral, que não se via, ficara sozinha com o fotografo no plateau, os seios fartos e lindo, o corpo tambem, e as maos tapando a rosa numa posição de pudismo muito pouco própria e quem trás esses dias dentro de si, mas cada um sabe o que quer mostrar e o que quer ocultar, e se pensar-mos bem, esta coisa do despir e vestir vem de muito atras, me lembro das nádegas das bela gisele, a mostra em buracos de shorts muito inestéticos, me lembro da bruni, com botas tipo de mosqueteiro, me lembro de mim a dialogar com ela, e agora fora a vez da sharon, que é sempre bela, como poderia uma bela não o ser, e me verdade lhe digo bela menina levy, me lembro da nudez de muitas outras mulheres, em formas e feitios muito distintos, e a beleza e a nudez é sempre bela, mesmo pintada pelos olhos da rego ou de bacon

Lá est av a b el ana da capa , di z en do q ue p o usa sara nu ac omo viera a o mundo nós se us d es li um bt rn t es cin q u en ta ano sd e id ad e fi sica, pega ra ne la, e a fo kapa he ara a té en c on t ra as ditas, ler a um co isaque me es pena tara, de que qua ando fi ze ra um nu in te g ra l, q ue n cão se via, fi cara s oz in h ac om o foto g raf on o p la te u, os si es f art os e l indo, o corp o t am tambem, e as mao s tap pando primeira rosa nu ma p o siç sao de p u di sm o mui top o u co pro pr ia e q eu m t r as ess es dias d en t rode si, mas c ad a um s ab e o q ue q eu r mos t r ar e o q ue q ur co ul tar, e se pen sar do traço ingles mos b em, e sta co isa do d es pie r e v es tir v em de mui to at ra s, me lem br a ds na dag e as das b el a gi sele, am os t ra em b ur aco s d e sh o rts mui to ines te ticos, me l em b ro da br uni, com botas t ip o de ms o q eu te iro, me l em br ode mim a di al o g ar com ela, e a gi or a for a ave z da sharon, q ue és e mp re b el a, com o pode ria uma b el ana oo ser, e me ver dade l he di g o b el am eni nina le c y, me l em br o da nu dez de mui t as o u t ra s mul h r es, em formas e fe it io s mui to di s tinto sea b el e za e anu dez é se mp r e b e la, me sm o pe in t ad a p el os olhos da rego o u de b ac on porcos

O pormenor que na altura ficara em mim a reverbar, fora um posição dela em pe com o corpo assim meio inclinado cujas maos dos braços estendidos tocavam, o cristiano ronaldo que estava na pagina anterior, como sugerindo uma relaçao, uma relaçao que agora se tronava clara ao isto relembrar, a posição de inana que dança a um homem , ou um ídolo, e que assim o consagra ou o amaldicoia, e uma outra equivalência que se tornava liquida, a posição da aguarela, da menina bailarina que dança ao ceu e ao sol, que mais parece um buraco, e que um dia em vídeo mostrei, da beleza, um gravura que creio ter vindo numa revista, da qual não me recordo em exacto, e que depois ressoara estranhamente na bambi russa que fora morta em ny

O por men o r q ue na al tura fi cara em mim a r eve rb a r, for a um po siç sao de la em pe c om o cop pro as si m me io inc k lina o dc u j as mao sd os br aços est en dido s toca ava vam am, o c r is t ino ron aldo q ue est ava na pa gina ante iro rc omo su ge r indo uma da relaçao, uma da relaçao, q ue agora se t ron ava da clara a o is to r el em br ar, a ps o so ç são de inana q ue dn aça a um homem , o u um id olo, u q e as simo c on sa g ra ou o alma di co ia, e uma outra e q u iva len cia q ue se tor na ava lic eu dida, a po siç sao do aguardela, da me nina ba ila rina q ue dan ç a a o c eu e a o sol, q ue maís par ce um b ira co, e q ue um dia em v id é o mos t rei, da b el e za, uma a gi r la que c rei o ter v indo nu ma r e v ista, da q ual n cão me record o em e x acto, e q ue d ep o is r es o sar est rana h mente na bambi russa q ue for am orta em ny


Na televisão uma serie de episódios de uma companhia na guerra no iraque que se pressupõem ser esta ultima, e duas ligações , dois perfumes no episódio que vira a emergir a ligar de alguma forma a imagem que a taylor dera, em imagem , aqui comentada em texto anterior, um barracão, que se via na imagem onde ela vinha do carro, nas traseiras de uma fiada de prédios, que na altura me intrigara, ali estava ela reflectida numa casa de um iraquiano que a patrulha observa, pois pensa ser o local onde se encontra o vigia, e de cerra forma tambem no bunker onde eles se encontram, para o matar e assim permitir a passagem de um carregamento de uma das muitas empresas que foram subcontratadas durante a guerra, onde desapareceram milhões, e cujo aquele carregamento especifico é de retretes, a ecoar em merda, e em merda da roca, das pedras, de repente o bueiro , metálico onde ela punha seus pés no angulo defenido remetia para black waters, e por correspondência para o nome de empresas privadas que ali e em outros locais de guerra operam, e um suma se parece fazer, com base na visão que hillary apresentava, dos custos em almas que alguém vira, do outro lado do atlântico, e da forma de seu acontecer, que de novo remetia para as linhas friccionais ou não tanto, de alguns episódios do jack bauer, aqui abordados, na altura pelas estranhas ressonâncias que se estabeleciam com acontecimentos reais, como se as viroses, fossem então, um plano desse grupo, dessas empresas, ao serviço de um novo passo da ordem mundial

Na t el e visao uma se rie de e ps i di os de uma com o anhia na guerra no iraque q ue se pr ess u poe m ser e sta u l t ima, e du as liga ç o es , do is per rf um es no e psi do di o q ue v ira a e mer gi ira ra a li g ar de a l gum a forma a ima mage made ria q ue a t a y lo r da ra, emi mage maqui com en t ad a em te x to ante ior, um bar rac ac cao, q ue se via na i mage made ria da onda e la vinha do car ro, nas t ra se iras de uma fia da de pr e di os, q ue na al tura me int riga gara, al i est ava el a ref c l tid a nu ma ca sade de um iraquiano q ue a pat ru l h a ob serva, p o is pen s a s ero l ocal onda see e circulo do non da cruz do ra do circulo do ov do vi gi da primeira, e dec e rr primeira forma da t am tambem no b un kapa e rato da onda deles, se en circulo em cruz ram, para do circulo do mat ar e as si maior do per mit ira p ass da primeira do ge m de um ca rr e gam en to de uma das um it as em presas quadrado da ue for az m serpente ub c on t ratadas duran te a guerra, onda de sapa rec e ram mil home do circulo espanhol, e cu jo da primeiro do quadrado do vaso do el, e ca rr e gato fam en to es pe ci fi coe é der e cruz rato e tesa e co ar em merda, e em mer f ad da primeira do cabo da roca, da serpente das pedras, der ep ren te ob eu iro , met al lico onda el ap da p da unha se us pés, no angu lo d efe nid o reme t ria para b la ac kapa das waters, e por co rr es ponde dec cia para o no mede empresas pr iva da s q ue al ie em outros l o cais de guerra o pera ram, e um s uma se pa rece f az e rc om base na vi sao q ue hi ll ar y ap ar e sena tva, dos cu st os em almas q ue al g eu m v ira, do outro rol l ado do atlântico, e da forma de s eu ac on tec e r, q ue de n ovo ren teia para sas das sd linhas fi cio na is o u n cão t ant os de al gum s e pi sódio s d o j ac kapa da bauer, a qui ab o r dados, na al tura p el as e ts ra anha s r ess on a cia s q ue se e stab e le cia am com ac on tec cie mn t os rea is, cm o se às das vi roses, f os se m en tao, um p lan ano de ss e g rupo, d es sas empresas, ao ser vic sao de um n ovo do paço da ordem mundial

As palavras de mandona nos prémios mtv que comentara em voz pela palavra em vídeo, ficaram em mim a ressoar, e mais ressoar na leitura do oráculo dos livros últimos que abri na fiado do faulkner, por um dos específicos nomes que aparecera que remete para um principe ingles que esteve tambem no iraque, e que de repente podia encaixar-se naquele vago perfil que ela insinuara nas estranhas linhas da ausência da mae em pequeno, aos seis anos

A serpente spa das pala av ra sd e ma dn n ano s pr emi os maior cruz tv, q ue com en tara em voz, radio, p el a pala av ra em v id é circulo, fi caram em mim a r esso ar, e maís r esso ar a mna lei tura do o rac culo do s livros sul t imo s q ue ab rina ina fia ado do faulkner, por um dos es pe ci fi cod nomes, q ue ap ar e cera q ue reme te para um pr c ipe ingles q ue es tve t am tambem no iraque, e q ue de r ep en te pod ia enca ix ar do traço da inglesa se na q u el e eva g o per rf fil q ue el a in sin ua ra nas est ra anha serpentes das linhas da au s en cia da m ae em pequeno, a os se is ano serpente

Me aparecera de segunda um pequeno artigo sobre ele e o acesso ao funda que herdou, e ouvira algo pelo espirito que insinuava que ele estaria em apuros, e ontem, na tv, o senhor ingles, sobre o qual eu comentara, a tal investigação da estranha declaração do tal português da comissão contra o terror, ao nuno melo, chegava ao kremlin, e na peça, se ouvia com demasiada nitidez, os tacões, como a dizer que se fizera luz sobre os tacões em beslan, e que na aparência trazia algo a ver com inglaterra, a ser verdadeira a imagem e o som respectivo que aqui no telejornal passou, e não algo mais feito por um qualquer cio, nomeadamente pelo grupo da madona

Me ap ar e cera de se g u da um pequeno ari rig o s ob re e l ee o ac esso ao fun d a q ue her do ue o uv ira al go e p lo es pe i it o q ue in sin u ava q ue el e est aria em ap ur os, rose on te mna tv, o s en hor ingles do primeiro espanhol, serpente do ob reo quadrado da ual do eu com da en tara, at al in vaso da espanhola tiga sao da e ts ra anha dec lara raçao dot al portu gu ie sd a co miss sao circulo em cruz ra do circulo do terror, primeira do circulo do nuno melo, cds, che ega ava ad o circulo do kremlin, discoteca, e na peça, se do circulo do onze do uv do ia com de ema si a d ani tid dez, os taco espanhol, com o da primeira die, rat quadrado da ue se fi ze ra do pedro luz, serpente do ob re os tacões em beslan, e quadrado da ue na ap par e rec en nic at ar z ia a l goa ave rc om inglaterra, a se rato ser, ver dade da ira a i ma mage me o s om r es pe ct ivo q ue a qui no telejornal p ass o ue n cão al go ma si feito por um q u l q u we rato do rc do cio, no me ad dam am que mente pelo g rup, o da madona

Madona, grupo da kaballa europeia, madonna que muitos no mundo vem como uma espécie de imagem da figura bíblica do apocalipse da mulher que é montada pelo conjunto de reis do mundo nos últimos dias, que cai uma vez e de novo se levanta, com o seu veneno, e que por fim cai, a mulher que monta a besta, ou seja neste caso, o actor de nome jesus, e o estranho paralelo com uma imagem do clip dela, onde ela cantado rumi, mais parece estar montada na minha cama, como um jogo de espelhos, não é menina, aguardo seus comentários, pois me aprece que andara a tentar insinuar uma incriminação indevida, e sendo que por sua vez a menina é espelho de uma outra aqui, pelo que se desvela da faca nestas linhas!

Ma ad dona, g rup o da kaballa europeia, mad on nac q ue mui t os no mundo v em com o uma es pe cie de ima mage made ria da figu ra b ib lica do apocalipse da mul her, q ue é montada p elo c on j un to da ode dos reis do mundo no s ul t imo s dias, psd, q ue ca i uma ave ze de n ovo se l eva anta, com o s eu v ene en oe q ue por fi made ria ca ia mul her q ue monta a besta, o use seja nest e do caso, o actor de n om e jesus, e o e ts ra do anho para lelo com uma ima mage made ria do clip dela, onda el a c na t ad o rumi, maís pa rece es star montada na min h ac cama, com o um j ogo de es ep l h os, n cão é me ni a, a g u ard o se us co men tá rios, p o is me ap rece q ue anda ra a t en tar in sin ua rum a inc rimi ina ac sao in de v id a e s en do que por s ua ave z a menina é es p el h ode dede de uma outra a qui, p elo q ue se d es vela da f aca nest às da serpente das linhas!

Para compor estas letras e fazer como que uma pescadinha de rabo na boca, relacionando com carolina e sharon, o ultimo episódio do mad man, trazia pedaços da id de quem matou a grace kelly, tambem relacionado com a mac cann, recentemente invocada aqui, pelos cios que na zona das suas instalações em lisboa, sempre sinto, na zona das amoreiras, e de todas as linhas que neste livro da Vida a esta agencia e a genet dela, como a cristina coutinho , se ligam


Para com por e sta s letras e f az e rc omo q ue uma pesca dinha de r ab bona boca, r el ac cio nando com da carolina e da sharon, o u l t imo e pi sódio do mad man, t ra z ia ped aços da id de que made ria mat o ua g rac e ke ll y, t am tambem r e la cio na ad o com a mac cann, rec en te mn te im vi c ad a a qui, p elo s cios q ue na zon ad as s u as int aç a ç caçoes em lis boa, se mp re sin ton a zon ad as das amoreiras, e de todas as linhas q ue nest e l iv roda V id david primeira, e sta agencia e a g ene net dela, com o a c r is tina co u tinhas , se liga g am










vídeo noventa e tres, duplo circulo do primeiro

v id é c irc uk lo do noventa e tres, d up lo c irc culo do primeiro


quando falo da contaminação através dos peixes que comemos, nao sáo , obviamente os de superfície os mais afectados, mas sim os de profundidade, pela sedimentação dos venenos

qua anda do falo da contaminação, ar rav espanhola dos pe ix espanhol., q ue com emo s n nao da sá c irc u ll, ob via am que mente, os de sip super rf fi cie os maís a f e ct ad os mas si imo os dd de pro f um da fun da dida ad ep la sed di men taçao dos venenos


sobre paus, de morte larga, que mais uma vez aqui falamos,

ainda hoje a imagem do Seios da Maes e do Veneno que entretanto se tornaram para os próprios filhos, ilustrando desta clara forma, como a vide em seu todo está afectada e condenada enaqunto assim for o caminho, um outro dado era hoje confirmado, que cada vez mais, os cancros nos seios aumentam, e mais aumentam nas mulheres mais jovens, ou seja, mais se prova assim, que o caminho é da destruição, e isto tem sido feito e é feito, por diversos venenos que estão presentes na cadeira da vida, e é feito propositadamente por todos os que tentam a eugenização, baseado na ideia da sobrevivência da própria espécie, a dos vampiros, acrescente-se para que nao resta alguma duvida

a inda h oje a ima mage made ria do Se io sd a Ma es e do V ene en no q ue en t r eta anto se tor na aram para os pr ip rio s fil h os, i lu s t rando des t primeira da clara forma, com o da primeira de castelo de vide, em s eu todo e stá a f e tca da e conde na da en a q un to as si m for o ca minho, um outro d ad o era h oje c on fi r mad o, q ue c ada ave z maís, os cancros nos se is os au men tam, e maís au men tam nas mul her es maís jo iv es sn, o use seja, mais se pro da ova as si made ria, q ue o ca minho é da d es t rui sao, e is tot em s id o fe it o e é fe it o, por de iv eros serpentes dos venenos, q ue es tao pr es en t es na cade ira da vida, e é fe it o pro posi t ad dam am que mente por todos os q ue t en tam a eu g en uza sao, ba sea ad o na id e ia da s ob r e v iv en ca da pro pr ia es pe cie, a dos vam piros, ac rec en te do traço da inglesa se para q ue nao r es ta al g u am du v id a

e como se desvelou no corte do parágrafo anterior, é feito de propósito e pelo grupo de espanha e coberto aqui pelo grupo daquela que por eles aqui mente

e com o sed es velo un o corte do para g rafo ante r iro, é fe i t o de pro posi to e p el lo g rupo de espanha e co be r to a qui p elo g rup pp p daquela q ue por el es saqui mente


e um grito claro, como a imagem do apocalipse que todos conhecem há muitas luas, quando nos rios poluídos começaram a a aparecer grandes quantidades de peixes, cardumes de milhares, mortos de uma só vez

e um g rito do c la aro, com o a ima mage made ria do apocalipse, q ue todos c one he cem h á mui t as lu as, qua ando no s rios pol u id os com eca ram a a ap rec e r g r and es qua ant id ad es de pe ix es, car du mes de mil h ares, mort os de uma s ó vaso e zorro

e um grito maior e mais claro e mais forte ainda para que as gentes recuperem o poder publico como única forma real de se protegerem e de protegerem os seus filhos e a vida de tudo e de todos no planeta

e um g rito maio r e ma is c al ro e mais f orte a inda para q ue as g en t es rec u per em o pod e r publico com o única da forma real, de se pr e tege rem e de protege rem os se us fil h os e a v id ad e tudo e de todos no p l aneta net primeira

e sobre a vara da lei, senhor hermani , lhe digo a este propósito uma só coisa abordando um dos pontos da rule ultima aqui publicada, que certamente terá feito chiar a si ou os que representa da tal loja que nem sei qual

e s ob re a vara da lei, s en hor her m ani , l he di goa este pro posi to uma s ó co isa ab o r da dn do um dos pontos da r u le ul t ima a qui pub lica da, q ue ce rta tam am que mente, te rá fe it o chi ar a si o u os q ue r ep re sem t a da t al loja q ue ne m s ei q ua l kapa

a rule disse, diz, e dirá, e assim foi escrita, é proibido vazar detritos quaisquer que sejam nos afluentes, rios e mares

a rule di ze ass si m f oi es c rita, é por ib bid id o va z ar det rito s q u is q eu r q ue sej am no s a flu en t es, rio se ema ares es

diz o senhor que proibir com pau, seja como o entender, que a expressão fora sua, fecha a vossa loja, no tal grupo de pensamento estratégico ou o raio que seja, pois veja lá se entende isto e a natureza do pau, e de como ele pela ineficácia sempre cresceu na vida dos homens em todos os tempos

di zo s en hor que por ib i r c om p au, seja com o o en t en der, q ue a e x p press o for a s ua, fe cha a v os sa loja, no t al g rupo de pen sam en to est rate da teresa gi co o u o rai o q ue seja, p o is veja l á se en t en de is t o e ana t ur e z a d o p au, e de c omo el e p el a ine fi ca cia se mp re c r es c eu na v id ad os h om en s em todos os te mp os

preocupação neste domínio trazem os homens há décadas

pr e o cup sao nest e do mini min io t ra z em os h om en s h á dec ad as

e trazem tambem os homens preocupações de caracter e protecção ambiental e ecológica como lhe chama, e inclusive leis e coimas

e t ra ze m t am tambem os h om en s pr e coc up aç o es de cara rac teresa re p ro tec sao am b ie n t al e e c olo gi ca c omo l he ca ham a ,e inc lu s ive el e ise co imas

e trazem os homens industrias e modos de fazer que continuam a fazer este tipo de dano a todos mortal

e t ra ze m os h om en s in d us t ria se mod os de f az e r q ue conti nu am a f az e r este t ip o pode d ano a todos mor t al

e trazem os homens que trazem as indústrias e estes modos de fazer, para alem da mesma consciência dos outros, até melhorias nesse sistemas de forma a minorar os danos

e t ra ze m os h om en s q ue t ra ze m a s in du s t rr ia se est es mod os de f az e r, para a l em da me ms a co nsc i en cia dos outros, a té mel hor ia s ness e sis t ema s de forma a mino r ar os dos danos

e tambem que mesmo os minorando eles continuaram e ainda continuam

e ta tam am tambem q ue me sm o os mino r ando es l es conti nu aram e a inda conti nu am

economicamente, qualquer que seja o plano das contas que quiser fazer, a realidade é esta, a espécie e a vida está ameaçada, por todo este acumulado, portanto as coias se irao radicalizar, quando a morte começar a crescer, significativamente, e o senhor se pergunta então , qual será a natureza do pau e a forma como ele crescerá

e c on o mica am que mente, q ual q eu r q ue seja o p lan p rie m r io ano das contas q ue q u ize r f az e ra re la id ad e é e sta, a es pe cie e a v id a e stá am e a ç ad a, por todo este ac um mula ad o, porta anto as co ia s se irao ra di cali z ar, q ua n d f o am orte com eça r a c r es ser, sig ni fi cat iva am que mente, e o s en hor se per gun ta en tao , q ua l q se rá a ant ur e z a d o p au e a forma com o el e c r es ce rá

já que se diz economista, aqui lhe deixo a formula, queira preencher os termos , fazer o calculo, e torna-lo publico se ainda for homem

j á q ue se d i z e c on om ista, a qui le hd e ix o a for mula, q eu ira pr ene cher os termos , f az ero c al culo, e t ro rna do traço ingles primeiro do circulo dez , o do publico se a inda for h om e maior

custo de poluição, versus custo em almas em valores correntes de mercado, , e saúde colectiva e individual, não esquecer de incluir, aumento de cancros e doenças degenerativas, com os respectivos aumentos dos custos de saúde, e de enterros, por ares com taxa de crescimento e sua incidência na idade, e consequentemente na maior diminuição da natalidade,

cu st o de pol lui sao, ver s us cu st o em almas, e valor, revista e grupo de meninos, por du t ivo de c ada alma p el as contas co rr en t es de mercado, da m orte, ac r es c en te do traço da inglesa se

ou mais valor produtivo, porque ainda almas em corpo, e factura mais baixa, cortando o que polui, se não conseguir efectivamente deixar de o fazer,

o u maís do valor, por du i tv o, por ru q a inda almas em corp o, e f ac tura mais ba ix a, co rta ando o q u y e pol lui, se n cão co nse gui r efe c t iva vam am que mente, de ix a r de o f az e rato ps

tendes ainda filhos e netos?