sábado, setembro 26, 2009


Me disse esta noite o espirito ao passar, depois de ver uma embalagem de peter stu, qualquer coisa, ao lado de um taxi, daqueles cigarros finos em versão branca, que a historia da rua do patrocínio, a tal serpente do io, da entrada e da saída, que terá tambem sentido restrito, o de entrada cá em casa como sempre se prova, pelo que cá mexem, deixam, e levam, do quadrado da serpente do mini, mini, está aqui um na tal casa de esquina no final da rua, e de um outro escutado pelo espirito anterior de , uma relaçao com a octal, e uma figura feita qu reproduzia o meu corpo, a partir de fotografias que me teriam tirado, e que deve servir para telecomandarem, através de uma espécie qualquer de voudou, algumas reacções em meu corpo, feita, com uma maquina que se usa para fazer moldes, e modelos, a partir de imagens tridimensionais,

Me d iss e e sta ano no it e o es pi rito ao p ass ar, d e p o is de eve rum a em bala lage, açores, ge made ria do peter stu, q ual q eu r coisa, aol ado de um taxi, tambem em dia re4cente de novo pelo espírito ouvi, a relaçao com o tal do falo do taxi, que entendi ,ais uma vez em sentido tambem de taxi, como bando de musica do porto, da q eu l es ci garro s f ino s em ver sao br anc az, q ue a hi s tori ad a rua do pat roc in io, a t al serpente do io, da entrada e da s aida, q ue teresa quadrado ds rá tambem, s en t id o r est reto é d ode entrada cá em c asa com o se mp re se pro ova, p elo q ue c á me x es sm, de ix am, e l eva vam am do quadrado da serpente do mini, mini, e stá a qui um na t al casa de es q u ina no fina al da rua, e de um outro es cu t ado p elo es pei r tito ante iro r de , uma da relaçao, com da primeira da o cta l, e uma figu ra, feita, q u r ep pro d uz ia o me u corp o, a p art tor de f oto g raf fia s q ue me te r iam tir ad o, e q ue d eve ser vi r para tele com anda rem, at r v a es de uma es pe cie q ua l q eu r de evo u d o u, al gum as rea ç o es em me u corp o, feita, com uma ma quina q u we se usa para f az e r mol d es, e modelos, a p art tir de i mage ns t rid en sio na is, espectro

Recordou-me esta historia, agora, depois de falar de sarkozy, de uma linha antiga e de alguma forma semelhante de uma boneca que se vendeu em frança, com a mesma historia, e que foi inclusive retirada do mercado

Recordo vaso do traço da inglesa me e sta hi s tori a, agora, d ep o is de f al ar de s ar k oz id e uma da linha, antiga e de al gum a forma semem l h ante de uma b one ca q ue se v en de u em frança, com a me sm a hi s tor ia, e q ue f oi inc l k us ive r e tir ada do mer cado

Depois apareceu em dia recente nas noticias das campanhas, uma imagem da carolina patrocínio, num comício do socrates, e é mais de que certo, por imensas, provas, que o filho da puta, de quem eu tambem ouvi, em dia recente, pelo espirito o dizer, que fora o que me estrangulara, presumo em sentido figurativo, escutado nas entre linhas das imagens e dizeres do psd na campanha, ouse seja, tambem plausível de ser em parte, um acto de guerrilha entre os dois partidos, como todos os portugueses masi uma vez verificaram pelo baixo nível das campanhas

D ep o is ap ar e c eu em dia rec en bt e nas nor i cas da s campanhas, uma mai mage made ria da carolina pat roc in u io, num com i cio do socrates, e é maís de q ue ce rt o, por i men sas,, por v as, q ue o fil h o da puta, de que me u tam am tambem o u v i, em dia rec en te, p elo es pei it oo di ze rato, ps, , q ue for a o q ue me est r ang u lara, pr ess sumo em sn e t id o figu rat ivo, es ct u it anas en t r e linhas da si mage ns e di ze r es do psd na cam p anha, , o use seja, t am tambem palu s iv el de ser em p arte, um ac t ode guerrilha en t reo s do is p art id os, como td os o spor to gido s esses, z i z g ue za g u es ma si uma ave z v eri fi caram p elo ba ix o ni v e kapa das cam p a sn h as


é certo que o socrates e o ps see aproveitam de imensas informações minhas, que ainda não estão publicadas, e que as usa para fazer, uma operação de transferencia, que terá que ser preparado como dizia, em dia recente, com o apoio de especialistas nestas matérias, psicólogos e psiquiatras, e que depois são posta em excussão, ou seja tornadas de alguma forma real, através de um conjunto de meios e medias, que demostram como sempre a enorme teia dd de poderes e interesses que psd trás,

+ é ce rt o q ue o socrates e o ps see ap pro rove it am de i men sas in f oma mações min h as, q ue a inda n cão est o a pub lic ad as, e sec ue as usa para f az e rum a o per aço de t r az sn feren cia, q ue te rá q ue ser pr e o ra ad o com o di z ia, em dia rec en tec om o ap oio de es pe cia l istas ene st e s mat e rias, psi c olo gose psi sic q u itaras, e q ue d ep o is são post a em e x cu sao, o use seja tornados, de al gum a forma rea l, at rav es de um c on j un to de me io se dos medias, q ue demo st ram com o se mp rea en o r me te ia dd de pod der es e inter esse s q ue ps dt rá serpente,

e como agora se desvelou na escruta do parágrafo anterior , tanto o ps como o psd, fazem um mesmo, sempre o fizeram desde que aqui nasci, pois está a prova feita, de como todos me vampirizam regularmente, e todos se tentam aproveitar de meu espírito para colher louros que não soa deles

e com o agora sed es velo lou na es c ru t ado para g rf o ante rato ior , t ant oo ps com o o psd, f az em um me sm o, se mp reo fi ze ram de sd e q ue a qui na sci, p o is e stá a por v a feita, de c omo todos me vam n pi r iza m r e gular mente, e todos set da cruz en tam am, ap por vê it art de meu es pei rt o para col her louros q ue n cão s o adele serpente, b prime rio lan da blanc, anc sec he,

do ps, a ultima que detectei, que desvela tambem que para alem de aqui entrarem, e levaram notas da luz que vejo nos acontecimentos do mundo, para depois as traficarem pelo mundo, espiam tambem meus passos em pormenor, ou seja, mantém redes que acompanham todos os meus passos, que foi o que se provou mais uma vez no que depois apareceu no dn, do fim de semana passado, em relaçao a um dos sítios onde tinha entrado e que correspondia à imagem que socrates mostrara no sitio onde estavam, ou seja , uma encenação propositada , com outros indícios de processos de transferencia usando diverso medias da comunicação social, como aqui expliquei em palavra viva e por escrita

do ps, a u l t ima q ue det tec e te i, q ue d es vela t am tambem , q ue para al lem de a qui en t ra rem, e l eva ram not as da al uz, q ue do eve do vejo nos ac on tec cie ie mn t os do mundo, para d ep o is as t raf i carem p elo mundo, es pe iam t mab em me us p ass os em pr men o r, o use j am ante m red es q ue ac om p anha am todos os me us p ass os, q ue f oi o q ue se por v o u maís uma ave z no q ue d ep o is ap ar e c eu no dn, do fi made ria de se man do passado, em relaçao a um dos si tio s onda da tinha en t r ado e q ue co rr es pond ia à ima ge made rua q ue socrates, mos t ra rato ano siti, o onda est ava vam am, o use seja , uma en cena são cortez pro posi t ad ac om outros in di cio s d e pro roc esso s d e t ra sn feren aica usa sand o di verso medias da com única caçao da soci al, com o a qui e xp lic u ei em pal av ra vaso iva e por es circulo da rita

tudo isto, se explica , sem margem de duvida a quem traga o coraçao e o pensamento acertado, tambem, pela negação completa que estas bestas de todos os partidos e ps, pela razão de trazer funções de governo, em me terem negado todo o acesso de queixa que está previsto nas leis, e do roubo de meu filho

tudo is to, see xp lic a , se da ema da made ria do mar ge made ria dedo do vaso id a , primeira quadrado do vaso em t raga do circulo da cora são es e o pen sam en to ac e rta ad o, t am tambem, p el ane g aç sao co mp l eta s q ue est as best as de todos os p art id os e ps, p el a r aza ode t ra ze r f un ç o es de governo, em me t e rem ne gado todo o ac esso de q u ix a q ue e stá pr e v isto nas lei sed do circulo do roubo de meu filho

é impressionante como sobretudo o socrates mimetiza, com base nas informações que adquire em forma priveligiada, antes de serem publicadas, e como se vai a sua imagem a elas colando, muito visível sobretudo agora nesta campanha, a linha da solidão, e do sacrifício de ser primeiro ministro, e da tremenda hipocrisia da linha dos filhos, a que vê pouco segundo suas palavras, logo depois de eu ter escrito sobre esse estado de espirito , que é meu, e não dele, mas que ele logo se colava, porque algum esperto dos seus conselheiros lhe terá dito que aí se encontraria uma vantagem

é i mp r ess sio nante com o s ob r e tudo o soc rat es mime t iza, com b ase na s in for m sao es q u e ad q vaso da ire em forma pr ive lige iad a, ant es de se rem pub lic ad as, e com o se s eva ia s ua ima ge ma el as c ola ando, mui to v isi v el s ob r e tudo agora nest a campanha, primeira da linha da sol id dao, e do s ac rifi cio de ser prime iro do ministro, e da t rem ne da hipo cris ia da linha dos fil h os, a q ue v ê p o u co se gun do s u as pal av ra s, logo d ep o is de eu ter es c rito s ob re ess e estado de es pie it o , q ue é me ue n cão dele, masque ele do logo se c olo da ova, por q ue al g f um es per to do s se us co nse l he iro s l he teresa a ps soto lo serpente do ra dito q ue aí se en c on t rai ra uma van tage made ria

é impressionante ouvir falar a um ladrão de filhos e de direitos, tal discurso, face aos filhos dele, pois para um pai a quem trazem o filho e todos os direitos e consequentemente a liberdade do normal viver, ouvir isto da boca de um dos mandantes e cobridores, é como sentir uma faca em seu coraçao, e uma raiva a crescer nele, face a tremenda hipocrisia de uma besta que nunca pode ser pai, pois se o fosse nunca ordenaria ou perpetuaria o roubo de filhos a cidadoes sobre os quais diz governar

é i mp r es sio em nante, o uv i rf ala ra u ml ad ra o de fil h o sede dos de direitos, t al di s c urso, face a os fil h os dele, p o is para um pai a q u em t ra z emo fil h oe todos os dos direitos, e co nse q u en te mn te al ibe r dade do no mr al do viver, o uv i r is to da bo cade um dos man dant es e co br id dor es, é com o s en tir uma faca em s eu cora sao, e uma rai iva ac fr es ser nele, face da primeira da t r emenda hipo cris do ia de uma besta q ue n unc a pode ser pai, p oi se o fosse n unc a o r dena ria ou per rp pet tua ria do circulo do onze da aria do ro ub o de fil h os, primeira cida do es s ob reo serpente quais, policia francesa, di zorro do dog do governo, ar


ao chegar a casa esta noite , a de sexta para sabado, depois de ter passado numa livraria do bairro, onde vira de novo o livro da capa da gisele, e mais dois que cumulativamente com eles fizerem um sentido e uma afirmação, abri o livro do lima de freitas, pois um perfume a novalis aparecera,


ao c he g ara da casa esta noite , a de se x tap para do sabado, jornal, d ep o is det rep passado, nu ma l iva do vaso ra ria do bairro, onda vaso da ira de en ovo do circulo do l iv roda da capa da gisele, e ema maís do is que cu mul t iva am que mente com eles, fi ze rem um s en t id o e uma a fi rm são es, ab rio l iv ro da dol do ima de freitas, p o is um per rf um e a no ova lis ap ar e cera,

espantaram-se meus olhos ao hoje olhar de novo a capa do livro da gisele com a mesma fotografia mas onde no ceu não era visível o raio lamina de bisel ou x acto, como o vira na mesma aparente capa na fnac na rua nova de almada, ou seja, das duas uma, ou o livro , um deles, fora trabalhado propositadamente, para que eu assim o visse, ou seja , alguém da fnac, estará envolvido na tramóia, ou então, vira um pormenor que na realidade não lá estava, ou seja uma operação de imaginação, ou mundus imaginalis que quem prefacia o livro do lima, explica sobre a pintura dele mesmo

es pan anta aram do traço da inglesa se me us o l h os a o h oje o l h ar de en ovo da primeira do ac da capa do livro da gi se l, com a me sm a f oto h rafi am as da onda do no do ceu, n cão era v isi vaso do el do circulo do rai, o da lamina de bi se l o u x do acto, com o ov da ira na mesma, ap ar rec en te da capa na fn ac na rua nova de almada, o use seja, da sd u as uma, o u o l iv ro , um d el es, for a t ra aba bal home da ad do circulo do pr e ps o sita dam am que mente, para q ue eu as si mo ov iss e, o use seja , al g eu made ria sw da fn ac, est a rá en v o l v id dona da t ram o ia, o u en tao, vaso da ira de um por men o rato, ps, q ue na r el a id ad e en cão lá estava, o use seja uma o pera raçao de ima gina sao, o um un d us ima gina al lis, q ue q u e m p ref ac ia o l iv ro do lima, e xp loca s ob rea da prime ria do pin da tura d e le me sm o

as outras capas que ali se encontravam, era uma com um foto de um senhor asiático, com caracteres em seu corpo pintados e ossos como as costelas com carne à sua volta, em duas partes descentradas, e quebradas, como se quebra o osso das aves do esterno, que figura um delta, uma forte imagem e uma outra capa, que pelo espirito no sentido dizia, está é questão principal, tudo o resto é ruído, ou seja, parecia dizer, então, que a questão continuava a ser a carne da asia, ou seja o tsunami, pois era da imagem da faca do sol sobre a agua que se tratava na figuração da imagem que antes vira na outra fnac, e creio tambem que na net, ou seja, tambem na rede é passível de ser traçada, e alvo de uma peritagem

as de outras das capas, q ue al ise en c on t rav am, e ra uma com de um da foto, de um s en hor a si a t c o, com cara rac teresa es em s eu corp o pin t ado se dos ossos, com o as cos das telas com da carne à s ua v o l t a, em made ria ua s pa aret s d es c en t r ad as, e q ue br ad as, com o se q eu br a o osso das av es d o este r mo, q ue figu ra rato da al do primeiro delta, uma f orte ima ge me de uma outra da capa, q ue p elo es pi r ton o s en t id o di z ia, es ee stá é q u es tao p rin cip al, tudo o r es to é rui i d o, o use seja, pa rec ia di ze ren tao, q ue a q u es tao conti mn u ava a ser a caren da asia, o use seja, circulo do ts un ami, p o is e ra da ima ge made ria da faca do sol s ob rea primeira da agua, q ue set rat ava na figu raçao da ima ge made ria q ue nat es vaso da ira na outra f anca, e c rei io tambe, q ue na net, o use seja, tam am tambem na red e é p as s iv el de ser t ra ç ad a, e alvo de uma pe rita tage mai made ria

novalis, está no capitulo exactamente das paisagens visionárias, gravura com o numero cento e sessenta e oito, ou sej a o primeira de sessenta e oito, ou seja relacionado com o grupo francês, de maio de sessenta e oito, e trás o seguinte titulo, homenagem a C. Friedrich e lucas de leyde, acrílico sobre tela mil novecentos e oitenta e sete, museus de luanda, e uma citação de novalis, ... a historia infinita da natureza continua e prossegue a sua rota desconhecida até à transfiguração

no da ova al do onze do lis do is, e stá no c apit u lo e x ac tam n en te da s pa isa ge ns v u sio na ria serpente da gravura, porto, com o nu mer do ero c en to e se s senta e o it o, o use sej a do circulo da primeira de sessenta e oito, o vaso do seja r el ac io na dc om o g rup o francês, de maio de sessenta e oito, e t ra s o se gui un te tutu o, h om menage maior do ac Fr ie d rich, frederico, e ao lucas de leyde, da lede, ac r i lico s ob re da tela da ad do mil novecentos, italia, e o it en t a e sete, m use us de l ua anda, e uma cita ac são es de n ova al lis, ... a hi sor ia infinita da nat ur e za conti nu a e pro rosse g ue a s ua r ota d es c on he cida a té à t ra sn figu raçao

e ao escrever o final da frase anterior, a pedra aqui rolou, me dizendo, o ponto do delta

e a o es c r eve ero fina l da fr ase ante iro, a pedra au i ro lou, me di z en do, o p on to do delta

nesta reprodução do quadro, e visível no ceu de uam paisagem imaginária, um raio de sol, que tambem não toca a superfície que se pressupõem ser mar ou com ele parecida na mesma posição e angulo da , da imagem da capa do tal livro com a foto da gisele, onde ele estava figurado, e não deixa ele de ser tambem uma lamina, se bem que masi arredondado

nest a r ep pro du sao do quadro, e v isi vaso el no c eu de uam pa isa sage m iam gina ria, um rai ode sol, q ue eta tam am tambem n cão toca a super rf fic ei q ue s ep pr ess u poe made ria ser mar, o u com el e par e cida na mesma, posi sic são es e ang u lo da , da ima ge ma sd we da mae da ria da capa do t al l iv roc oma foto da gi sele, onda el e est ava figu r ado, e n cão de ix a el e de ser t am tambem uma la am mina, se b em q ue ma si ar ren don do dado

o segundo aspecto que no quadro me chama a atenção, é a montanha que se encontra ao fundo, que parece ter tambem neve, e cujo traço e reflexos de luz, que parecem neve, remete tambem para ondas de um mar muito encapelado, um bocado semelhante a uma outra imagem de um pintor japonês, muito conhecida, de um pequeno barco, uma piroga, num mar com ondas gigantescas, ou seja aponta isto, efectivamente para o tsunami,

o se gun do as pe ct o q ue no qa u do quadrado de rome chama, a a t en são es, é a montanha, q ue se e c non t ra a o fundo, q ue pa rece ter w tambem da neve, e cu jo t ra aço e ref fl e xo s de luz, q ue par e c em n eve, reme te eta tam am tambem para das ondas de um mar mui t o enca rp pelado, um bo cado semem l h ante a uma de outra ima ge ma sw de um pinto rato do j ap one es, mui to c on he cida, de um pe q un o bar co, uma piro g a, nu primeiro mar com das ondas giga gan t es cas, dantescas, o use seja ap o anta is to, efe ct iva am que mente, para do circulo do tsunami,

o terceiro aspecto, prende-se ainda com este elemento no plano masi recuado da imagem, a montanha, pois ao vê-la o que primeiro nela vi, foi uma semelhança com a imagem que aparecera por detrás de almajadin, na peça da onu que abordara em palavra em vídeo, e que depois pela memória, ao pensar , sobre o acontecimento que ela figurava, me parece ser, relativa a um bailado , onde os iranianos dançavam com um tubo metálico nas maos com urânio enriquecido, no momento em que o irao alcançara, o feito, um tubo metálico que me recordo de ver em diversas imagens nessa altura nas notícias, com uma abertura de vidro, que parecia quase uma capsula de viagem no espaço, com processo de hibernação, e que agora ao isto escrever, me faz recordar uma semelhante câmara num filme do Cameron, que aqui abordei, em relaçao com uma linha que nele na altura li, que me dizia, inventa uma nova forma de filmar, e encontra a cura do cancro, e ainda uma outra imagem, que ao isto agora escrever , ao relembrar a capsula da amostra de urânio, me veio a consciência, que remete para metros, capsulas que viajam em redes, ou seja a substancia usada nos metros, como sendo plutónio ou algo assim do genero, o que explicaria nomeadamente, porque razão as imagens nunca foram mostradas, como em dia recente recordava, a propósito da dificuldade de ver o que na realidade se tinha passado, e sendo isto, tambem , ou melhor, poderá tambem ser, uma ilustração de uma afirmação de como em termos do processo usado, ser de alguma forma semelhante a natureza do nuclear, mesmo que não tenha nele sido usado substancia radioactivas

o t rec e iro as pe ct o, pr en de do traço da inglesa se a inda com este, elemento, no p lan ano ma si rec u ad o da ima gema primeira da montanha, p o is a ove do traço ingles de la, o q ue prime i ra art rat nela vi, f oi uma se ml h ança com a ima ge made rua q ue ap art tec e ra por det ra sd e alma j ad in, na p eça da o n u q ue ab o r da ra em pal av ra em v id é circulo, e q ue d ep o is p el a m emo ria, ao pen sar , s ob reo ac on tec cie ie mn to que el a figu rava, me pa rece ser, r el a t iva a um bailado , onda os iran ian o sd ab ç a ava am com um t u ib u met al i co nas maos com ur ani o enrique u c id o, no mo men to em q ue o irao al can ç ar a, o feito, um t ub o met al i coc do quadrado ds da ue me record ode eve rem di vera s ima ge ns ness a al tura nas not tica s, com uma ba e rt ur primeira da turra de vidro, ou do vidro, richard, q ue par e cia qua ase uma ca ps u l ad e via ge mno es paço, com por c esso de h i be rn açao, e q ue agora ao is to es c r eve rat, me f az record ar uma semem l h ante ca mara num fi ml e do cam eron, q ue a qui ab o r de i, em relaçao com uma da linha, q ue ne lena la tura lic ue me di z ia, in v eta uma n ova da forma de fil mar, e en c on t ra primeira do c ur ad do circulo do cancro, e a inda uma outra ima ge made ria, q ue a o is to agora es c r eve vera ra o r el e ,br ar, a ca ps u lada am os t ra de ur ani o, me da eve do veio, jason, a co ns cie en cia, q ue reme te para dos metros, ca ps u l as q ue via j am em red es, o use seja a s ub bata tan cia usa sado no s metros, com o s en do pluto, ou plutão, ou o cao do plutão, ni io do o da ual goa s si made ria dog ene ero, o q ue e xp l cia ria no me ad dam am que mente, por q ue r aza o as ima ge ns n unc a forma mos t r ad as com o em dia rec en te record ava, a por rp posi to da di fi cu l dade de eve ero q ue na r e la id ad e se set da tinha do passado, e s en do is to, ta tam am tambem , o u mel hor, pode rá t am tambem ser, uma i lu s t raçao de uma a fi r maçao de c omo em t remo sd o por rc esso usa sado, ser de al gum a forma semem la h n te a nat ur e z a d o nuc lea ar ps me sm o q ue n cão t en h anele s id o usa sado s ub stan cia r a di o cat iva serpentes


não é displicente considera contudo esta possibilidade de ter sido usado plutónio ou outra substancia equivalente, pois desde longa data que se sabe do trafico destas , a partir e através do Balcãs, acabara a palavra de recordar o desmantelamento de ogivas, e portanto, até por esta razão, terá sido possível o seu trafico, e todo se recordam a morte de livichenko, que era espiao, em londres, o local deste mesmo atentado

n cão é di sp l cie en te co nsi der a c on tudo e sta p os sibil id ad de ter s id o usa sado pluto ni o o u o u t ra s u bta n cia e qui uva al lente, p o is de sd e ling a data q ue se s ab e do trafico de sta sa p art ire at rav es do bal cas, a can ba ra a pal av ra de record ar o de es man tela de la do men t ode deo gato do iva da ase da se da porta anto, a té por e star az a o, te rá s id o p oss iv el os eu t ra fi co, e todo se record dam am a m orte de l iv i c h en ko, q ue era es pi são es em londres, o l ocal d este me sm o atentado

se bem que no corte das palavras se parece afirmar um outro processo,

se b em q ue no cor y e das pal v ra s se pa rece a fi r mar um outro por rc esso

continua....






Me disse esta noite o espirito ao passar, depois de ver uma embalagem de peter stu, qualquer coisa, ao lado de um taxi, daqueles cigarros finos em versão branca, que a historia da rua do patrocínio, a tal serpente do io, da entrada e da saída, que terá tambem sentido restrito, o de entrada cá em casa como sempre se prova, pelo que cá mexem, deixam, e levam, do quadrado da serpente do mini, mini, está aqui um na tal casa de esquina no final da rua, e de um outro escutado pelo espirito anterior de , uma relaçao com a octal, e uma figura feita qu reproduzia o meu corpo, a partir de fotografias que me teriam tirado, e que deve servir para telecomandarem, através de uma espécie qualquer de voudou, algumas reacções em meu corpo, feita, com uma maquina que se usa para fazer moldes, e modelos, a partir de imagens tridimensionais,

Me d iss e e sta ano no it e o es pi rito ao p ass ar, d e p o is de eve rum a em bala lage, açores, ge made ria do peter stu, q ual q eu r coisa, aol ado de um taxi, tambem em dia re4cente de novo pelo espírito ouvi, a relaçao com o tal do falo do taxi, que entendi ,ais uma vez em sentido tambem de taxi, como bando de musica do porto, da q eu l es ci garro s f ino s em ver sao br anc az, q ue a hi s tori ad a rua do pat roc in io, a t al serpente do io, da entrada e da s aida, q ue teresa quadrado ds rá tambem, s en t id o r est reto é d ode entrada cá em c asa com o se mp re se pro ova, p elo q ue c á me x es sm, de ix am, e l eva vam am do quadrado da serpente do mini, mini, e stá a qui um na t al casa de es q u ina no fina al da rua, e de um outro es cu t ado p elo es pei r tito ante iro r de , uma da relaçao, com da primeira da o cta l, e uma figu ra, feita, q u r ep pro d uz ia o me u corp o, a p art tor de f oto g raf fia s q ue me te r iam tir ad o, e q ue d eve ser vi r para tele com anda rem, at r v a es de uma es pe cie q ua l q eu r de evo u d o u, al gum as rea ç o es em me u corp o, feita, com uma ma quina q u we se usa para f az e r mol d es, e modelos, a p art tir de i mage ns t rid en sio na is, espectro

Recordou-me esta historia, agora, depois de falar de sarkozy, de uma linha antiga e de alguma forma semelhante de uma boneca que se vendeu em frança, com a mesma historia, e que foi inclusive retirada do mercado

Recordo vaso do traço da inglesa me e sta hi s tori a, agora, d ep o is de f al ar de s ar k oz id e uma da linha, antiga e de al gum a forma semem l h ante de uma b one ca q ue se v en de u em frança, com a me sm a hi s tor ia, e q ue f oi inc l k us ive r e tir ada do mer cado

Depois apareceu em dia recente nas noticias das campanhas, uma imagem da carolina patrocínio, num comício do socrates, e é mais de que certo, por imensas, provas, que o filho da puta, de quem eu tambem ouvi, em dia recente, pelo espirito o dizer, que fora o que me estrangulara, presumo em sentido figurativo, escutado nas entre linhas das imagens e dizeres do psd na campanha, ouse seja, tambem plausível de ser em parte, um acto de guerrilha entre os dois partidos, como todos os portugueses masi uma vez verificaram pelo baixo nível das campanhas

D ep o is ap ar e c eu em dia rec en bt e nas nor i cas da s campanhas, uma mai mage made ria da carolina pat roc in u io, num com i cio do socrates, e é maís de q ue ce rt o, por i men sas,, por v as, q ue o fil h o da puta, de que me u tam am tambem o u v i, em dia rec en te, p elo es pei it oo di ze rato, ps, , q ue for a o q ue me est r ang u lara, pr ess sumo em sn e t id o figu rat ivo, es ct u it anas en t r e linhas da si mage ns e di ze r es do psd na cam p anha, , o use seja, t am tambem palu s iv el de ser em p arte, um ac t ode guerrilha en t reo s do is p art id os, como td os o spor to gido s esses, z i z g ue za g u es ma si uma ave z v eri fi caram p elo ba ix o ni v e kapa das cam p a sn h as


é certo que o socrates e o ps see aproveitam de imensas informações minhas, que ainda não estão publicadas, e que as usa para fazer, uma operação de transferencia, que terá que ser preparado como dizia, em dia recente, com o apoio de especialistas nestas matérias, psicólogos e psiquiatras, e que depois são posta em excussão, ou seja tornadas de alguma forma real, através de um conjunto de meios e medias, que demostram como sempre a enorme teia dd de poderes e interesses que psd trás,

+ é ce rt o q ue o socrates e o ps see ap pro rove it am de i men sas in f oma mações min h as, q ue a inda n cão est o a pub lic ad as, e sec ue as usa para f az e rum a o per aço de t r az sn feren cia, q ue te rá q ue ser pr e o ra ad o com o di z ia, em dia rec en tec om o ap oio de es pe cia l istas ene st e s mat e rias, psi c olo gose psi sic q u itaras, e q ue d ep o is são post a em e x cu sao, o use seja tornados, de al gum a forma rea l, at rav es de um c on j un to de me io se dos medias, q ue demo st ram com o se mp rea en o r me te ia dd de pod der es e inter esse s q ue ps dt rá serpente,

e como agora se desvelou na escruta do parágrafo anterior , tanto o ps como o psd, fazem um mesmo, sempre o fizeram desde que aqui nasci, pois está a prova feita, de como todos me vampirizam regularmente, e todos se tentam aproveitar de meu espírito para colher louros que não soa deles

e com o agora sed es velo lou na es c ru t ado para g rf o ante rato ior , t ant oo ps com o o psd, f az em um me sm o, se mp reo fi ze ram de sd e q ue a qui na sci, p o is e stá a por v a feita, de c omo todos me vam n pi r iza m r e gular mente, e todos set da cruz en tam am, ap por vê it art de meu es pei rt o para col her louros q ue n cão s o adele serpente, b prime rio lan da blanc, anc sec he,

do ps, a ultima que detectei, que desvela tambem que para alem de aqui entrarem, e levaram notas da luz que vejo nos acontecimentos do mundo, para depois as traficarem pelo mundo, espiam tambem meus passos em pormenor, ou seja, mantém redes que acompanham todos os meus passos, que foi o que se provou mais uma vez no que depois apareceu no dn, do fim de semana passado, em relaçao a um dos sítios onde tinha entrado e que correspondia à imagem que socrates mostrara no sitio onde estavam, ou seja , uma encenação propositada , com outros indícios de processos de transferencia usando diverso medias da comunicação social, como aqui expliquei em palavra viva e por escrita

do ps, a u l t ima q ue det tec e te i, q ue d es vela t am tambem , q ue para al lem de a qui en t ra rem, e l eva ram not as da al uz, q ue do eve do vejo nos ac on tec cie ie mn t os do mundo, para d ep o is as t raf i carem p elo mundo, es pe iam t mab em me us p ass os em pr men o r, o use j am ante m red es q ue ac om p anha am todos os me us p ass os, q ue f oi o q ue se por v o u maís uma ave z no q ue d ep o is ap ar e c eu no dn, do fi made ria de se man do passado, em relaçao a um dos si tio s onda da tinha en t r ado e q ue co rr es pond ia à ima ge made rua q ue socrates, mos t ra rato ano siti, o onda est ava vam am, o use seja , uma en cena são cortez pro posi t ad ac om outros in di cio s d e pro roc esso s d e t ra sn feren aica usa sand o di verso medias da com única caçao da soci al, com o a qui e xp lic u ei em pal av ra vaso iva e por es circulo da rita

tudo isto, se explica , sem margem de duvida a quem traga o coraçao e o pensamento acertado, tambem, pela negação completa que estas bestas de todos os partidos e ps, pela razão de trazer funções de governo, em me terem negado todo o acesso de queixa que está previsto nas leis, e do roubo de meu filho

tudo is to, see xp lic a , se da ema da made ria do mar ge made ria dedo do vaso id a , primeira quadrado do vaso em t raga do circulo da cora são es e o pen sam en to ac e rta ad o, t am tambem, p el ane g aç sao co mp l eta s q ue est as best as de todos os p art id os e ps, p el a r aza ode t ra ze r f un ç o es de governo, em me t e rem ne gado todo o ac esso de q u ix a q ue e stá pr e v isto nas lei sed do circulo do roubo de meu filho

é impressionante como sobretudo o socrates mimetiza, com base nas informações que adquire em forma priveligiada, antes de serem publicadas, e como se vai a sua imagem a elas colando, muito visível sobretudo agora nesta campanha, a linha da solidão, e do sacrifício de ser primeiro ministro, e da tremenda hipocrisia da linha dos filhos, a que vê pouco segundo suas palavras, logo depois de eu ter escrito sobre esse estado de espirito , que é meu, e não dele, mas que ele logo se colava, porque algum esperto dos seus conselheiros lhe terá dito que aí se encontraria uma vantagem

é i mp r ess sio nante com o s ob r e tudo o soc rat es mime t iza, com b ase na s in for m sao es q u e ad q vaso da ire em forma pr ive lige iad a, ant es de se rem pub lic ad as, e com o se s eva ia s ua ima ge ma el as c ola ando, mui to v isi v el s ob r e tudo agora nest a campanha, primeira da linha da sol id dao, e do s ac rifi cio de ser prime iro do ministro, e da t rem ne da hipo cris ia da linha dos fil h os, a q ue v ê p o u co se gun do s u as pal av ra s, logo d ep o is de eu ter es c rito s ob re ess e estado de es pie it o , q ue é me ue n cão dele, masque ele do logo se c olo da ova, por q ue al g f um es per to do s se us co nse l he iro s l he teresa a ps soto lo serpente do ra dito q ue aí se en c on t rai ra uma van tage made ria

é impressionante ouvir falar a um ladrão de filhos e de direitos, tal discurso, face aos filhos dele, pois para um pai a quem trazem o filho e todos os direitos e consequentemente a liberdade do normal viver, ouvir isto da boca de um dos mandantes e cobridores, é como sentir uma faca em seu coraçao, e uma raiva a crescer nele, face a tremenda hipocrisia de uma besta que nunca pode ser pai, pois se o fosse nunca ordenaria ou perpetuaria o roubo de filhos a cidadoes sobre os quais diz governar

é i mp r es sio em nante, o uv i rf ala ra u ml ad ra o de fil h o sede dos de direitos, t al di s c urso, face a os fil h os dele, p o is para um pai a q u em t ra z emo fil h oe todos os dos direitos, e co nse q u en te mn te al ibe r dade do no mr al do viver, o uv i r is to da bo cade um dos man dant es e co br id dor es, é com o s en tir uma faca em s eu cora sao, e uma rai iva ac fr es ser nele, face da primeira da t r emenda hipo cris do ia de uma besta q ue n unc a pode ser pai, p oi se o fosse n unc a o r dena ria ou per rp pet tua ria do circulo do onze da aria do ro ub o de fil h os, primeira cida do es s ob reo serpente quais, policia francesa, di zorro do dog do governo, ar


ao chegar a casa esta noite , a de sexta para sabado, depois de ter passado numa livraria do bairro, onde vira de novo o livro da capa da gisele, e mais dois que cumulativamente com eles fizerem um sentido e uma afirmação, abri o livro do lima de freitas, pois um perfume a novalis aparecera,


ao c he g ara da casa esta noite , a de se x tap para do sabado, jornal, d ep o is det rep passado, nu ma l iva do vaso ra ria do bairro, onda vaso da ira de en ovo do circulo do l iv roda da capa da gisele, e ema maís do is que cu mul t iva am que mente com eles, fi ze rem um s en t id o e uma a fi rm são es, ab rio l iv ro da dol do ima de freitas, p o is um per rf um e a no ova lis ap ar e cera,

espantaram-se meus olhos ao hoje olhar de novo a capa do livro da gisele com a mesma fotografia mas onde no ceu não era visível o raio lamina de bisel ou x acto, como o vira na mesma aparente capa na fnac na rua nova de almada, ou seja, das duas uma, ou o livro , um deles, fora trabalhado propositadamente, para que eu assim o visse, ou seja , alguém da fnac, estará envolvido na tramóia, ou então, vira um pormenor que na realidade não lá estava, ou seja uma operação de imaginação, ou mundus imaginalis que quem prefacia o livro do lima, explica sobre a pintura dele mesmo

es pan anta aram do traço da inglesa se me us o l h os a o h oje o l h ar de en ovo da primeira do ac da capa do livro da gi se l, com a me sm a f oto h rafi am as da onda do no do ceu, n cão era v isi vaso do el do circulo do rai, o da lamina de bi se l o u x do acto, com o ov da ira na mesma, ap ar rec en te da capa na fn ac na rua nova de almada, o use seja, da sd u as uma, o u o l iv ro , um d el es, for a t ra aba bal home da ad do circulo do pr e ps o sita dam am que mente, para q ue eu as si mo ov iss e, o use seja , al g eu made ria sw da fn ac, est a rá en v o l v id dona da t ram o ia, o u en tao, vaso da ira de um por men o rato, ps, q ue na r el a id ad e en cão lá estava, o use seja uma o pera raçao de ima gina sao, o um un d us ima gina al lis, q ue q u e m p ref ac ia o l iv ro do lima, e xp loca s ob rea da prime ria do pin da tura d e le me sm o

as outras capas que ali se encontravam, era uma com um foto de um senhor asiático, com caracteres em seu corpo pintados e ossos como as costelas com carne à sua volta, em duas partes descentradas, e quebradas, como se quebra o osso das aves do esterno, que figura um delta, uma forte imagem e uma outra capa, que pelo espirito no sentido dizia, está é questão principal, tudo o resto é ruído, ou seja, parecia dizer, então, que a questão continuava a ser a carne da asia, ou seja o tsunami, pois era da imagem da faca do sol sobre a agua que se tratava na figuração da imagem que antes vira na outra fnac, e creio tambem que na net, ou seja, tambem na rede é passível de ser traçada, e alvo de uma peritagem

as de outras das capas, q ue al ise en c on t rav am, e ra uma com de um da foto, de um s en hor a si a t c o, com cara rac teresa es em s eu corp o pin t ado se dos ossos, com o as cos das telas com da carne à s ua v o l t a, em made ria ua s pa aret s d es c en t r ad as, e q ue br ad as, com o se q eu br a o osso das av es d o este r mo, q ue figu ra rato da al do primeiro delta, uma f orte ima ge me de uma outra da capa, q ue p elo es pi r ton o s en t id o di z ia, es ee stá é q u es tao p rin cip al, tudo o r es to é rui i d o, o use seja, pa rec ia di ze ren tao, q ue a q u es tao conti mn u ava a ser a caren da asia, o use seja, circulo do ts un ami, p o is e ra da ima ge made ria da faca do sol s ob rea primeira da agua, q ue set rat ava na figu raçao da ima ge made ria q ue nat es vaso da ira na outra f anca, e c rei io tambe, q ue na net, o use seja, tam am tambem na red e é p as s iv el de ser t ra ç ad a, e alvo de uma pe rita tage mai made ria

novalis, está no capitulo exactamente das paisagens visionárias, gravura com o numero cento e sessenta e oito, ou sej a o primeira de sessenta e oito, ou seja relacionado com o grupo francês, de maio de sessenta e oito, e trás o seguinte titulo, homenagem a C. Friedrich e lucas de leyde, acrílico sobre tela mil novecentos e oitenta e sete, museus de luanda, e uma citação de novalis, ... a historia infinita da natureza continua e prossegue a sua rota desconhecida até à transfiguração

no da ova al do onze do lis do is, e stá no c apit u lo e x ac tam n en te da s pa isa ge ns v u sio na ria serpente da gravura, porto, com o nu mer do ero c en to e se s senta e o it o, o use sej a do circulo da primeira de sessenta e oito, o vaso do seja r el ac io na dc om o g rup o francês, de maio de sessenta e oito, e t ra s o se gui un te tutu o, h om menage maior do ac Fr ie d rich, frederico, e ao lucas de leyde, da lede, ac r i lico s ob re da tela da ad do mil novecentos, italia, e o it en t a e sete, m use us de l ua anda, e uma cita ac são es de n ova al lis, ... a hi sor ia infinita da nat ur e za conti nu a e pro rosse g ue a s ua r ota d es c on he cida a té à t ra sn figu raçao

e ao escrever o final da frase anterior, a pedra aqui rolou, me dizendo, o ponto do delta

e a o es c r eve ero fina l da fr ase ante iro, a pedra au i ro lou, me di z en do, o p on to do delta

nesta reprodução do quadro, e visível no ceu de uam paisagem imaginária, um raio de sol, que tambem não toca a superfície que se pressupõem ser mar ou com ele parecida na mesma posição e angulo da , da imagem da capa do tal livro com a foto da gisele, onde ele estava figurado, e não deixa ele de ser tambem uma lamina, se bem que masi arredondado

nest a r ep pro du sao do quadro, e v isi vaso el no c eu de uam pa isa sage m iam gina ria, um rai ode sol, q ue eta tam am tambem n cão toca a super rf fic ei q ue s ep pr ess u poe made ria ser mar, o u com el e par e cida na mesma, posi sic são es e ang u lo da , da ima ge ma sd we da mae da ria da capa do t al l iv roc oma foto da gi sele, onda el e est ava figu r ado, e n cão de ix a el e de ser t am tambem uma la am mina, se b em q ue ma si ar ren don do dado

o segundo aspecto que no quadro me chama a atenção, é a montanha que se encontra ao fundo, que parece ter tambem neve, e cujo traço e reflexos de luz, que parecem neve, remete tambem para ondas de um mar muito encapelado, um bocado semelhante a uma outra imagem de um pintor japonês, muito conhecida, de um pequeno barco, uma piroga, num mar com ondas gigantescas, ou seja aponta isto, efectivamente para o tsunami,

o se gun do as pe ct o q ue no qa u do quadrado de rome chama, a a t en são es, é a montanha, q ue se e c non t ra a o fundo, q ue pa rece ter w tambem da neve, e cu jo t ra aço e ref fl e xo s de luz, q ue par e c em n eve, reme te eta tam am tambem para das ondas de um mar mui t o enca rp pelado, um bo cado semem l h ante a uma de outra ima ge ma sw de um pinto rato do j ap one es, mui to c on he cida, de um pe q un o bar co, uma piro g a, nu primeiro mar com das ondas giga gan t es cas, dantescas, o use seja ap o anta is to, efe ct iva am que mente, para do circulo do tsunami,

o terceiro aspecto, prende-se ainda com este elemento no plano masi recuado da imagem, a montanha, pois ao vê-la o que primeiro nela vi, foi uma semelhança com a imagem que aparecera por detrás de almajadin, na peça da onu que abordara em palavra em vídeo, e que depois pela memória, ao pensar , sobre o acontecimento que ela figurava, me parece ser, relativa a um bailado , onde os iranianos dançavam com um tubo metálico nas maos com urânio enriquecido, no momento em que o irao alcançara, o feito, um tubo metálico que me recordo de ver em diversas imagens nessa altura nas notícias, com uma abertura de vidro, que parecia quase uma capsula de viagem no espaço, com processo de hibernação, e que agora ao isto escrever, me faz recordar uma semelhante câmara num filme do Cameron, que aqui abordei, em relaçao com uma linha que nele na altura li, que me dizia, inventa uma nova forma de filmar, e encontra a cura do cancro, e ainda uma outra imagem, que ao isto agora escrever , ao relembrar a capsula da amostra de urânio, me veio a consciência, que remete para metros, capsulas que viajam em redes, ou seja a substancia usada nos metros, como sendo plutónio ou algo assim do genero, o que explicaria nomeadamente, porque razão as imagens nunca foram mostradas, como em dia recente recordava, a propósito da dificuldade de ver o que na realidade se tinha passado, e sendo isto, tambem , ou melhor, poderá tambem ser, uma ilustração de uma afirmação de como em termos do processo usado, ser de alguma forma semelhante a natureza do nuclear, mesmo que não tenha nele sido usado substancia radioactivas

o t rec e iro as pe ct o, pr en de do traço da inglesa se a inda com este, elemento, no p lan ano ma si rec u ad o da ima gema primeira da montanha, p o is a ove do traço ingles de la, o q ue prime i ra art rat nela vi, f oi uma se ml h ança com a ima ge made rua q ue ap art tec e ra por det ra sd e alma j ad in, na p eça da o n u q ue ab o r da ra em pal av ra em v id é circulo, e q ue d ep o is p el a m emo ria, ao pen sar , s ob reo ac on tec cie ie mn to que el a figu rava, me pa rece ser, r el a t iva a um bailado , onda os iran ian o sd ab ç a ava am com um t u ib u met al i co nas maos com ur ani o enrique u c id o, no mo men to em q ue o irao al can ç ar a, o feito, um t ub o met al i coc do quadrado ds da ue me record ode eve rem di vera s ima ge ns ness a al tura nas not tica s, com uma ba e rt ur primeira da turra de vidro, ou do vidro, richard, q ue par e cia qua ase uma ca ps u l ad e via ge mno es paço, com por c esso de h i be rn açao, e q ue agora ao is to es c r eve rat, me f az record ar uma semem l h ante ca mara num fi ml e do cam eron, q ue a qui ab o r de i, em relaçao com uma da linha, q ue ne lena la tura lic ue me di z ia, in v eta uma n ova da forma de fil mar, e en c on t ra primeira do c ur ad do circulo do cancro, e a inda uma outra ima ge made ria, q ue a o is to agora es c r eve vera ra o r el e ,br ar, a ca ps u lada am os t ra de ur ani o, me da eve do veio, jason, a co ns cie en cia, q ue reme te para dos metros, ca ps u l as q ue via j am em red es, o use seja a s ub bata tan cia usa sado no s metros, com o s en do pluto, ou plutão, ou o cao do plutão, ni io do o da ual goa s si made ria dog ene ero, o q ue e xp l cia ria no me ad dam am que mente, por q ue r aza o as ima ge ns n unc a forma mos t r ad as com o em dia rec en te record ava, a por rp posi to da di fi cu l dade de eve ero q ue na r e la id ad e se set da tinha do passado, e s en do is to, ta tam am tambem , o u mel hor, pode rá t am tambem ser, uma i lu s t raçao de uma a fi r maçao de c omo em t remo sd o por rc esso usa sado, ser de al gum a forma semem la h n te a nat ur e z a d o nuc lea ar ps me sm o q ue n cão t en h anele s id o usa sado s ub stan cia r a di o cat iva serpentes


não é displicente considera contudo esta possibilidade de ter sido usado plutónio ou outra substancia equivalente, pois desde longa data que se sabe do trafico destas , a partir e através do Balcãs, acabara a palavra de recordar o desmantelamento de ogivas, e portanto, até por esta razão, terá sido possível o seu trafico, e todo se recordam a morte de livichenko, que era espiao, em londres, o local deste mesmo atentado

n cão é di sp l cie en te co nsi der a c on tudo e sta p os sibil id ad de ter s id o usa sado pluto ni o o u o u t ra s u bta n cia e qui uva al lente, p o is de sd e ling a data q ue se s ab e do trafico de sta sa p art ire at rav es do bal cas, a can ba ra a pal av ra de record ar o de es man tela de la do men t ode deo gato do iva da ase da se da porta anto, a té por e star az a o, te rá s id o p oss iv el os eu t ra fi co, e todo se record dam am a m orte de l iv i c h en ko, q ue era es pi são es em londres, o l ocal d este me sm o atentado

se bem que no corte das palavras se parece afirmar um outro processo,

se b em q ue no cor y e das pal v ra s se pa rece a fi r mar um outro por rc esso

continua....