sábado, maio 29, 2010

ah minha bela franjinha, anne, assim com ar vienense, como as torres aqui atras, e um espelho numa capa de arquitectura de sua terra, se vivesse eu meu colo, muito sempre eu pela eternidade a beijaria, sao tantas as franjinhas, e todas muito belas, sabe, ate´me pareceu na pampulha ao momento ser uma outra bela rapariga que trago em meu coraçao, pois tras tambem muita luz dentro de si, a bela valerie

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