segunda-feira, maio 17, 2010

Á bela e corajosa jessica, que o amor sempre te guie

A bela e corajosa jessica, que o Amor sempre te guie

A b dela, é cora jo sa j es sic a, q ue o Am mor rato ps se mp re te gui e

A unica boa noticia ontem fora, a chegada a nova zelandia da bela navegadora solitaria que deu volta ao uno mundo com um nome identico a um outro que aqui em dia recente foi mencionado, relativo a um cio no dia das eleiçoes, aqui de novo mencionado na chave da queda das torres, partio de lencastre, com base na CG, que tambem aqui entrou via londres


primeira uni ca b io primeira ano not ti cia on te maior for a, a chega gada primeira do ano da nova ze lan do dia, ad da primeria ab da bela n ave vega dor a sol it tar da aria q ue d eu v o l t a cao un o mundo, jornal, com um no me id en tico da a um de outro q ue a qui em dia rec en te fo oi men cio n ad o , rato dela t ivo a um cio bn no dia das eleiçoes, com base, heroina, na CG, q ue eta tam am tambem au e en t ro vaso da via de londres, del on do quadrado do doc rato do aro es a p n hol

ali estava ela recebida como heroina, depois do seu enorme feito, aos dezaseis anos de idade, a fazer prova, como ela porpria disse perante a imensa multidao que a saudava, como as sociedades trazem nas vezes errrada a percepçao dos mais jovens, das suas habilidades e dos seus caminhos, que tantas vezes chocam com as vocaçoes, nas propostas formatadas em que mantem os mais jovens e depois os mais crescidos

al ie es tva , ela rec e b id a c omo her o ina, d ep o is do s eu en o rato me, feito, a os dez ase is ano serpente de id ad e, a f az e rato do pro da prova, c omo dela por rp pr ria di iss se pera rt ran te a e men sa mu l t id dao cao q ue a s au d ava, c omo as soci ie ed ad es t ra ze mnas v e ze w es e rr rat ad a, a primeria per c ep + sao es dos mais jovens, das s ua serpente do homem do ab bil id ad es , é do ss se us ca do minho serpente, quadrado da ue da cruz das antas, vaso é ze espanhol do cho do cam am com do ás do vaso soc circulo do ovo caçoes es , nas por rp post as for mat ada s em q ue man te emo os mais j ov en se d ep o is os mais c r es c id os

a imagem no seu todo, falava mais e dizia, simbolizado no belo edificico que represnta semi arocs das ondas do mar, do sudoeste asiatico, e do mar da gente ida em dois mil e cinco, que ali era represntada pelo mr da multidao que a recebia, se soma, o simbolo do seu nome, decomposto, j es si sic a, navegadora solitaria, na ave vega dor primeira sol it tra ar ria aveiro

primeira rai ima mage ge maio no s eu todo, f ala ava mais se di z ia, si mb o l iza sado no b elo ed di fi cic o q ue r ep pr es sn t a s emi ar roc s das ondas do mar, do sudoeste asiatico, é do mar da g en te id a em do is mi le c inc o, q ue dali e ra r ep pr es sn t ad a p elo mr da mul t id dao cao quadrado da ue da primeira re ce bia, se s oma, o si mb olo do s eu no me, dec om mp post o, j es si sic a, navegadora solitaria, na ave vega dor primeira sol it tra ar ria aveiro


nessa bela terra onde no parlamento, está por debaixo do microfone uma pedra cubica, que lçembra outra aqui no rio tejo em belem, aqui narrada em distintas ocasioes, calhou antes de saber da noticia que acabava o telejornal de ontem, colocar eu duas pedras do base das colunas do bang e oulusefen, em cima da mesa dos dois bicos dos tensores, da dimensao, e por ciam dele, poisara no instante, uma fotos minhas que na mesa estavam, no seu todo a imagem falou e me disse, numa foto eu a dormir com agat preto e branca que era da cristina coutinho na casa do actor joao rosa, e qautro fotos de passe minhas do tempo ainda mais antigo, por ebaixo, um suporte de rtato que meu filho fez e me deu um dia, com um satelite, o ai, dd ivertido do arte doi rto do isco da sepraçao e do roubo de meu filho, arterisco, tras aqui significado , o orelhas, o miguel estves cardoso, ou seja a jessica do grupo dele ou operado pelo grupo dele


ness a b dela terra onda no do parlamento, e stá por de ba ix o do mic rof fon one, uma ped ra cu da bica, q ue l çe mb br ra de outra a qui no rio tejo em belem, a qui na rr ad a em di s tintas o ca sio es, c alho vaso ant es de, saber, da ano not ti cia q ue aca bava do circulo do telejornal de on te maior , c olo car europeu du as das pedras, do b a sedas co luna s do b ang e o ulu se f en, em c ima da dam am da mesa, madrid, do os do is dos bic os dos ten sor es, a da dimensao, e por ci am dele, p o is sara no in s t ante, uma f oto s min homem as q ue na mesa est av vam am, no s eu todo da primeria da imagem falo ue da me di s se, nu ma f oto eu priemria da dor mir com agat da preto, é br anca q ue e ra da cristina coutinho na c asa do ac tor joao da rosa, é q au t ro f oto s de p asse min homem as do t e mp o a inda mais antigo, por eb aixo, um s u p orte de rta ato q ue me vaso fil ho fez e me d eu um dia, com um sate lite, o ai, dd ive vertido, o do arte d oi r t o do isco da se ap pr raçao es, é o do roubo de meu filho, arte rato do isco, t ra serpente aqui sig ni fi cado , do circulo do orelhas, o miguel es tv es do cardoso, o vaso do seja da primeira jessica, a do g rup o dele, o vaso opera ad o p elo g rupo dele

uma espinha um bico de fogo violeta que toca no satelite que é um braço de uma ampulheta , a da cruz de um edificio com um semi arco, e uma antena, que parece do oriente

uma es p ei n homem da a um do bico de fogo viol eta q ue toc ano sate kapa li teque, madeira, é um br aç es la o de uma am pu l h eta , ad a c ru zorro de um ed di fi coc do om, um s emi arco, é uma antena, q ue pa rece do oriente

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