quarta-feira, junho 09, 2010

debaixo da redoma é tamnem o nome de um dos contos que está neste livro

debaixo da redoma é tamnem o nome de um dos contos que está neste livro,

de ba ix o da red oma é t am mne emo no me de de um dos contos, q ue e stá nest e l iv ro,


abro o livro agora durante este escrever e neste conto me saltam as seguintes palavras chaves, damasco, frágil lidade, bandejas de prta, passo do minute, tudo frasgil, flores, secas, a mesa do prumo e as flores da caleiras, tanto na actor joao rosa como na diogo do coutyo,m intslaaçoes primerias da latina, foto do expresso, recentemnte evocada, a madeira, a seda e a pintura, fragil, cadeiras donairosas, a tais do senhores das velhas familias, das meias barncas, renda, concha, candelabros de cristais, secreta magia, pocelana, tui tihan a~do ham da amm, maos enluvadas, boquetes em italico, de flores moryas. Jeanne, tres cdeira de criança, idade media, sou descendente de joana de ar c so quie não temnho nenhuma missao a cumprir, a minha mae era a verdadeira rainha de frança, e foi amada por todos os homens celebres do seu tempo, o principe georgiano que se apaixonou pekla jeannem natal, russo, era russo o principe, o motrisat do taxi, as gravuras, a rainah de bijadur, bijabur, baz e bakadur e rupmati cavalgando lado a lado ao luar, radha > à espera do amante, krishna, atiraram nessa noite os prtaos todos pela janela, costume russso, a mensagem de amor no jrdim persa, cheio de flores e de plumas, o princiep e a princesa a cavalo, numa regiao montanhosa com criado a frente empunahndo um archote, a ressaor numa da imagens do clip vaca de fogo, principe mareh, , cara da actriz, o espelho, a alma, a cortinhinha a fechar-se no interiro da pupila, a imagem orada sobre a rapriga de meias rosas,

ab ro o l iv ro agora duran teresa e te e c rever é nest e conto, me s al tam as se gui int y es pal av ra s c h av es, dama do ss asco, fr a gil l i d ad e, ban de j as de p rta, p ass o do min u te, tudo fr as sg gil, flor es, sec as, primeira da mesa do pr do rumo , é às das flor es da cale ira s, potro do porto, tanto na actor joao rosa como na diogo do c o u t y om in ts la aç o es primerias da latina, f oto do expresso, rec en te mn te e v o c ad a, a madeira, a seda é a pin tura, fragil, cade ira s dona iro rosas, ps, a tais, br, do s en hor es das velhas familias, das me ia s bar n c as renda concha, can del ab r os, ive, de c r ista is, secreta mag ia, poc cel ana, tui ti h am a onda do ham da am mm, maos en luva ada s, mulher do durao, boq ue t es em italico, de flor es mor y as. Jeanne, t r es cd e ira de c rian ança es, id ad e pal no media, tv, s o u d es cen dente de joana de ar c s o qui do ie n cão te mn ho n en h uma miss sao a cu mp r ira min h a mae e ra ave rda de ira rainha de frança, e fo i a m ad a por todos os h om en s cele br es do s eu te mp o, o p rin c ipe geo r gi ano q ue se ap aixo no u pe k la jean ne maior do natal, russo, e ra russo do circulo do p rin c ipe, o mo t r isa sat do taxi, porto, as das g r av ur as, a raina hd e bi jad ur, bi j ab ur, b az e b aka ad dur e ru pm a ti c ava l gan do lado primeira do prick da al do lado cao da luar, moviemnto de resistenica, r ad h a > à es pera do amante, k r is h na, a tir aram ness ano noite os pr tao s todos p dela, jane la, cos t um é russso, a men s age maio de amo rato no jr dim persa, che io de flor es e de p luma s, o p rin c iep e a p rin c es a ac av alo, nu ma regi cao mon t an h o sa com c r iad o a fr en te em p una h n do um arc h ote, a r ess ao r n uma da ima ge ns do c l ip vaca de fogo, prin c ipe mar e homem da cara da actriz, o es p el ho, a alma, a cor tin h in h a a fec h ar do traço da inglesa se no inter rato do iro roda dd pupila, a ima ge maior o rato ps ad a s ob rea ra pr riga de me ia s rosas,.

A sua mao porem poisava na somba do irmao e não nele, depois ela murmurou, creio que , de nós tres , serei eu a primeira a morrer, sou a mais leve, vi no espelho , não a minha morte, mas a a minha imagem no tumulo, usava um broche, referencia ultima a lagarta do mc palacio da ajuda,. sem pedras e uma crinolina com seda toda traçada, s argento, a guitarra de jeanne estava a seus pés. Quando ela disse aquilo, as cordas partiram-se, o eco da imagem da morte de carlos paredes, o vaso das putas, uma delas, a passada da grande entrevista, judite de souza

A usa mao por rem da p do circulo da isa ava ana serpente do pm , o mba da dor ima mao, é en cão a ne l e d ep o is dela, mur muro u, c rei o q ue , de n ós t r es , se rei eu a prime ira a m or r e ratyo ps, s o ua mis l eve, vino es p el ho , n cão a m in h a morte, masa a min h a ima ge maior do no t um mulo, usa ava um br roche, ref ren cia u l t ima a la g art a do mc pala ac cio da ajuda,. Se maior das pedras, é uma c rino lina com seda toda traçada, s argento, a gui tar ra de je anne est ava a se us p é s. Q au n do sd ela, di ss e aquilo, às cordas p art iram do traço da inglesa se, o e co d a ima ge maior da m orte de carlos paredes, o va vasso das putas, uma delas, a p ass sada da g rande en t r e vaso ista, a judite de souza

levantei-me ao momento em que no espirito ao ler, se figurou o sentido literal da redoma, e fui pela casa bsucando redomas, ou melhor imagens de redomas, a primeira que apanhei foi a garrafa de wiskey, que comprara no ultimo natal ou passagem de ano nuam das casa indianas, ao ped da ponte da pampulha em frente a do nepal, e que fiquei a beber sozinho, pois meu espirito não estava para esse genero de festas, olhei em baixo, os numeros meios apagados, me dizeram, vinte e cinco, dia do natal, depois olhie os copos, vasos diversos e por fim dei com um em esmalte branco com debruado a verde, que me deu a chave, pois o assunto tinha de novo acabado de aflorar, a matança das duas raparigas italianas em cabo verde, enterradas vivas, como um efeito de uma redoma

l eva van t ei do traço da inglesa do meao, do bode, omo men to em q ue no es p e i to cao da ler, revista, viegas, se figu ur ouo s en t id o lite rato al da red oma, e fu i p dela, c asa b suc can do red omas , o u mel hor ima ge ns de red oma sa da primeira q ue a p anhe i f o ia garra f ad e w is key, q ue co mp prara no u l t imo natal o u p ass a ge maior de ano, e q ue fiq ue ia bebe r s oz in h o, p o is me us es p ei to n cão est ava para sd esse g ene ero de festas, o l h ei em ba ix o, os nu mer eros me io a p a gados, me di ze ram, vinte e c on co, d ia do na t a al, d ep o is o l hi e os o s cop os, os vasos diversos, é por fi maior dei, com um em es mal a te ba rn co com de bri ad o em verde, q ue me d eu a c h ave, p o iso as sun to tinha d e n ovo aca b ad o de a flor ar, a matança das duas ra pa rig gas italianas em cabo verde, en te rr ad as v iva s, c omo um efe it o de uma red oma

me lembro como se fosse hoje, daquele dia em noventa e quatro, acabado de chegar a sao vicente, a monica me esperando e pela tarde me levou ao supermercado, um supermercado de pais pobre tudo muito limpinho e bem arrumado, e muitas poucas e variadas coisas nas prateleiras, ela me explicando como se tomava banho, para poupar a agua que não existia, um pequena caneca chega, com uma esponja, a caneca que com ela comprara nesse dia em cabo verde, voltei ao canape, e olho seu fundo, e nele escrita está, em chines e ingles, bumper, harverest made in chinam 209 03 10 cm, correio da manha, no simbolo, um vaso do milho, ou de trigo, olho em frente e vejo de nov a embalagem de corn flakes do tal galo da torre das necessiddes, e o olhar confima, co rn fla , form mula ak espanhola, do milho, ou seja , da matança de beslan, o numero me aparece ao momento refelctir a minha anotaçao dos numeros que dou aos videos que aqui vou publicando, duzentos e nove, é um dos recentes, entrados

me lem mb br o c omo se fosse ho je, daquele do dia em noventa e q u tro, aca bdo de chega ra da sao do vicente, a m oni ca me es pera ando e p dela, trade me l evo u cao super mer cado, um super mercado de pais, tvi, p ob r e tudo mu it o l im pinho e be m ar r u m a d o, é mu it as po u cas e v aria ad as co ia s nas p art tele ira serpente dela me, é x p lic can ando c omo se tom ava banho, para poupa ra da agua, q ue n cão e xis tia, um pe q u en a c ane ca da chega, com uma es p on ja, a c ane ca q ue com dela, co m pr ara ness e dia em cabo do ove verde, v o l t ei ao c ana ape, e olho s eu fun dó, e nele s crita e stá, em ch ine se ingles da bumper do harverest made in china am 209 03 10 cm, correio da manha, no si mb olo, um do vaso do milho, o vaso do t rig o, olho em fr en te e eve do vejo, br, de en ov a em bala lage maior de co rn fla k es do t al g alo da torre das ne c es s id dd es, é circulo do primeiro do home da ar, c on f ima, co rn fla , for maio mula ak espanhola, do milho, o vaso do seja , da mata anç º a de bes lan, o n um mer do ero da rome me a p rece cao mo m w e n to r efe fel c tir primeira da m in h a ano taçao es sw, dos nu mer eos q ue do ua os v id deo da primeira q ue a qui v o u pub lic ando, d uz en to ze n ove, é um dos rec en t es, en t ratos ad os

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