quarta-feira, junho 09, 2010

j f kenndy e mais uma prova da corrupçao do tribunal de menores de lisboa

Depois de escrever as ultimas linhas do texto onde de repente pela memoria se somou dois números, duas quantias em dinheiro, equivalentes, ouvi pelo espírito, claramente, um mesmo se passou em dallas, estranhei, pois só assim o ouvi, e sendo que nesses dias andava eu buscando de novo os vídeos em falta de j f kennedy, os que os bandidos roubaram,


D ep o is de es c reve eve rato ps cabo do rato do arte do isco, orelhas, * , do ss u k t imas linhas do t e x to onda de r e pente p dela, me moira se s omo vaso dos dois, nu mer eros, du as das quantias em dinheiro, e qui iva e l n t es, cam bi os, o u v i p elo do es pi rito, clara ram am , mente, um mesmo, da se p ass o u e maderia de dallas, es ran h ei, p o is s ó as si mo o uv ie s en do q ue ness es do caralho do psd, dias, anda ava europeia bus can do de n ovo os v id e os em f al t ad e j f k en ned y, os q ue os ban didos ro ub aram


um mesmo, quê, um roubo falso, para obter assim um credito sobre uma transacção de outra natureza e género, ou ainda a historia do tal presente a marylin , o relógio de pedras lapis lazuli, com dois s, suficientemente afastados para tentar disfarçar, a origem do ingrediente , peça da morte de kennedy,a foice do sargento, o das botas, o de sines, o mais ou menos namorado daquela rapariga que agora mencionei que uma noite me apareceu em lisboa, e com quem fiz amor na casa actor joao rosa, no tal quarto que dava para ar rua, o dos padrões dispostos pela rita andalo


um me sm o, q uè, um do roubo falso, para ob teresa as si maior um c red dito it circulo dp, s ob re uma t ran s aç sao es de outra natureza e g ene ero, o ua inda da primeira hi s toira , a do t al pr es en te a mar y lino, ps, o do r elo gi, o de pedras l ap is l a z uli, com dois serpentes, sufe cie en te mente a f as t ad os para t en tar di s f ar ç ar es, a o rig e maria do ingrediente , a p e ça da dam am da morte de kennedy, a foice do s ar e gn to, sargento, o das botas, o de sin es, do circulo 101 do mais, o um en os na mora do daquela rapariga, q ue agora men cio n ei , q ue uma no it e me ap ar e c eu em lis boa, é com q ue maior do fi za am mor na casa actor joao rosa, no t al quarto toc do q ue d ava para da ar rua, o dos pad ro es di s post os p dela , a rita and alo, al circulo


estranhamente duas memorias desse tempo afloraram, em mim, o facto de durante essa estadia em sines onde rodei uma biografia do al berto e os poemas que muitos anos mais tarde montei, que estão on line, no livestream, o tal onde o al berto se senta num canapé semelhante ao que bush mostra a sombra do toiro da explosão do vai vem num de cetim, que remete para uma linha do blog deslizar nos sonhos, com as referencias já aqui explicitadas


estar, es star, na hm nete du às das me mor ia s dess e tempo, al o ra ram, em mim, o f acto de duran te, essa, es sat td do dia em sin es onda rod dei ei, uma bi o g raf fia ia do al berto, é os poe emas q ue mu it os ano s mais trade mont ei, q ue es tao on l ine, no l ives t rea am, o t al da onda deo do circulo do al berto , que se senta num c ana ape semel h ante cao q ue do bush, mos t ra primeira da sombra do toiro, da e x p lo sao d o va i ve maior nu maior de cetim, q ue reme te pa da ar uma da linha do blog, deslizar nos sonhos, com as ref fr ren en cia sj á a qui é x p li cita ad às


o facto de eu durante essa rodagem, princípios de noventa, estar em algumas fotos com uma t shirt , com o belo numero nas vezes, em corpo ao pe de ti, sessenta e nove e as botas de cowboi, que naquele tempo usava como uma vez te contei


o fat, de eu duran te, essa da roda da rodagem, rato circulo o dag en est ra em al gum as f oto s com uma t sh irt , com do circulo do ob do elo nu mer ero, nas v e ze es, em cop pro cao pede da sati ti, se s sena te e en ove e às das botas de c o w boi, q ue na que s dele tempo, usa ava c omo uam vaso é zorro da te conte ei


outra linha que me aflorou foi o facto de na sequência final, no quarto de al berto na casa de sines, nos discos no chão, mostrados como referencias o seu universo, estar o doors, que agora apareceu na ultima anterior leitura, relacionado entre outros com a serpente do mar

outra da lina, homem q ue da me a flor o vaso do fo do io f acto, dena seq ue en cia fina al, no quarto de al berto, na cas de sin es, nos dic os no ca ho, mos t r ado s c omo ref fr en cia s os eu univer s o, es star o dor rato serpente do que do agora, ap ar e c eu na u l t ima ante rato do iord , primeira da lei it da tura, rato dela , o do ac cio n ad o en t re outros com da primeira serpente do mar


no espelho, do armário, como o que aqui trago, al berto, ou seja o berto da al, da norte sul, recentemente falecido, 40 anos, poeta, quadrado do circulo, o poeta do bando da sic,


no do espelho, do ar do mario, c omo do circulo q ue a qui t rago al berto, o vaso do seja do circulo do berto da al, da norte sul, rec en te mn te f al e c id o, 40 anos, poe eta, quadrado do circulo, o poeta do bando da sic


a outra memoria, é um enigma, um belo rapaz jovem, que é filho de um casal que me acolhia e muito bem quando anos antes andara eu por aquela zona a organizar as escolas, e que sempre me trataram como filho, e que anos depois encontro em lisboa, pois para aqui viera e se tornara jornalista do expresso, da puta do balsemao, e de uma estranha percepaçao que tive nas poucas vezes que o aqui o encontrei, uma violencia profunda, como uma revolta e uma censura que ele trazia em seu peito, que achei estranha, mas que nunca ele me explicou ou eu percebi em profundidade, ou seja, olhando atras, creio que lhe terao contado uma historia, que portanto ele sabera,


primeira da outra, me moira, é um eni gm a, um b elo ra p az j ove mao pr, q ue é fil h , o de um ca sal q ue me aco l hi ia, é mu it o b em qua ando ano serpente ant es a b n da ra europeu por aq u y dela, a da zona, primeira a o r g a niza~, puta ps, r às es c ola se q ue sempre, me t rata ram c omo fil h oe, q ue ano s d ep o is en c on t ro em lis boa, p o is para a qui do viera , é se torn ar primeira do jornalista do expresso, da puta do balsemao, primeira, é de uma e ts ran h a per rf fc epa sao es q ue teve , na s p o u cas v e z es q ue o a qui o en c on t rei, uma viol en cia pro funda, c omo uma r e volta, é uma c en s ua rac q ue dele, t ra z ia em s eu p ei t o, q ue ac he ei est rana hpmme, masque ue nu n ca dele, me é x p l cio u o u eu per ceb ei em pro f uni dade, o u seja, o l h ando at ra s, c rei o q ue l he terao conta ad o uma da historia, q ue porta anto dele s ab we ra,


pois ele era um dos rapazes de sines que eu mais amava, e dos mais brilhantes


p o is dele, e ra um dos ra p az es de sin es q ue eu mais am ava, é dos mais, fr, br ilha ant es


dos relogios, me lembrei, no final da relaçao com a puta que me tras o filho roubado, tambem de ter aparecido um relogio de pulso assim meio escondido em cas que eu por acos descobri, e lhe inquiri, me disse te lo comprado numa viagem , no duty free do porto, mas aquilo me cehirou a disfrace e bem preparado de presente de uma qualquer namorado, porvavelemnte uma especie de formalizºao de contracto de roubo do filho, visto que estva bem preparado e tudo, tarzia até o talao a parecer ter sido ela a o comprar, se calahr para lhe oferecer


dos raros elo gi os, me lem b rei, no fina al , o da relaçao, do tribunal, com da primeira puta q ue me t rato ps as do circulo do filho roubado, tam am tambem de teresa ap ar e c id o u m r elo gi o de pulso, as si maior me io es conde id o em cas q ue eu por aco s d es co br ie , l he inq ue rato toi, me di ss e t e lo co m prado nu ma via ge mno d u t y fr ee , o do porto, mas a q u i lo me ce hiro ua di s fr ace, é be maior pre epa r ad o de presente de uma q ual q ue rato na mora ad o, por v ave lem n te uma es pe cie de for mali z º cao de c on t rac acto de roubo do filho, vi s to que es tva b em pre epa r ad oe tudo, t ar z ia a té o t ala o a pa recer teresa s id o dela, primeira do circulo co mp rato ps da ar, se cala homem rato rp dp para l he o fere ser


ou seja prova o paragrafo anterior, mais uma vez que a traficancia no tribunal de menores com essa puta falsa juiza, foi combinado e inclusivamente pago


o vaso do seja pro da ova do circulo do para rag raf o ante r ato do ior, mais, fr, uma v e zorro q ue da primeira da traficancia no tribunal de menores, com dessa puta f alsa j h u iza, fo i do combinado, dp, e inc l us iva vam am que mente , pa gato do circulo do lobo, cds, quadrado do circulo


e me recordei ainda que nesta transa do falso roubo do violoncelo, pois só assim um objecto daquela dimensao poderia ter desaparecido entre o local anteriro da rodagem o cais das colunas e o largo da sé, onde o pedro ayres, e rodrigo leao tiravam com uma especie de sinar fotos, a teresa chegava moinatda numa carroça de um burro, as crinças brincavam, a letra fala de lançar uma vaca de fogo a porta de igreja, um profeta tipo louco aparecia com um archote, cruzado em montagem com o grupo a navegar lietralemnte dentro da mae de agua


e me recorde ei, a inda q ue nest a transa do falso roubo do violoncelo, p o is s ó as si maior um ob ject o daquela, da dimensao, pode ria teresa de sapa rec id o en t re o l ocal ante rato ps doiro da roda dag ge emo do circulo do cais, o das co l unas seo l argo da sé, onda deo do circulo do pedro ayres, e do rodrigo leao , tir ava vam am com uma es pe cie de sin da ar f oto sa teresa chega ava mo ina td a nu ma car roça es de um burro, as c rin ç as es br inca ava vam am , a l e t ra do fala, de lan ç ar es, uma vaca de fogo da primeira da porta, de i g raja, um pro f eta t ip o lou co ap ar e cia com um arc h ote, c ru uza ad o em monta ge m c om o g rupo a navega rata lie t ra al lem n te d en t roda dam da mae de agua


uma confusao armada pela puta do david da valentim de carvalho, que encontrei em dia nao muito ido na casa fernando pessoa, e ingenuamente me disse nada saber do que se passava com o roubo de meu filho, e pouco tempo depois, de novo o vi, ali ao lado da igreja de santos, ao passar, com uam ra suspeito, mais ou menos no local relacionado com o voo dos carros da secreta


uma c on fusa sao da armada , trinta e um, p dela , a puta do david da valentim de carvalho, q ue en c on t rei em dia noa mu it o id dona da casa ferando pessoa, e in g en ua am que mente, me disse nada saber, doque ue se p ass ava com do circulo do roubo de meu filho, é po u co te mp o de p o is, de en ovo circulo do vi, al i cao lado da igreja de santos, ao p ass ar, com uam ra s us p ei to, mais, fr, o um en os no l ocal rato dela , a c cio n ad o com o voo dos carros da secreta


uma confusao que o david armou, com uma participaçao de cinquenta contos da editora, que me permitiu alugar um stedy cam para a rodagem dos dois clips feitos ao mesmo tempo, e que depois a puta, inventou que lhe daria direito à propriedade dos ditos,


uma c on fusa sao q ue do circulo do david ar mo vaso, com uma p art ti cip aç sao es de cin q u en ta contos da e d i t o ra, q ue me e pr n it eu a lu gar um ste d y cam para da primeira da roda da dage da rodagem, dos do is c l i ps , feitos, cao me sm o tempo, e q ue d ep o isa primeira puta, in v en to vaso do q ue dele , da r ia di rito à pro rop pr ie ed ad e dos ditos, masos


e ainda uma relaçao que aflorou, pois o tal polaco que comprei para francisco da madredeus, o fui comprar na ou pela academia de santa cecilia, que é curisoamente de onde em anos recente me aparceu essa menina dos teatros, a sofia, a do vestido vermelho na festa das danças de lisboa, há una anos atras, como a dizer e fechar de certa forma um mesmo circulo de eventos


é a inda, uma do tribunal da relaçao, q ue a flor o u, p o is o t al polaco q ue co mp rei para fr anc isco da madredeus, o fu oi co mp rato ps da ar nao vaso p dela, a da academia de s anta cec i l ia, q ue é cu r isso am , a que mente , de onda em ano s rec en te me ap ar c eu essa menina dos teatros, a sofia, ad ove v est id ove vermelho, na festa das danças de lisboa, h á un a ano s at rato ps ás, c omo da primeira di ze ratyo, é fe ch ar de ce rta da forma um mesmo , o do c irc culo de eve en t os


muito curioso se desvelador, é o facto de que esse poema que montei talvez em dois mil do alberto no canape, ter tambem misturadas imagens provinientes de um desse clips da madredeus, o rodado em agronomia, alvo a qui de uma abordagem atraves das fotos de rodagem com outros de estranhas assinatura de rituais, arvores torcidas ao pe do monte da lua em sintra, ou seja, se confirma assim tambe, a relaçao entre o passe de sines e madredeus, ou seja a puyta do ayres, a imagem final, embora não se veja nesse montagem e um travelling entre o milho que aponta a teresa , que estava vestida de negro, como imagem tipica de fado, e na clareira se veem exacatamente, na imagem original do clip da madredeus, a guitarra do pedro ayres a o rodrigo e salvo erro o gabriel a aparecer entre os milhos, mas ayres, é a chave, e é a relaçao com os bandidos do grupo sete, porjornal, mauel falcao, miguel esteves cardoso, pedro rolo duarte e por ai fora, como se desvelava na faca tornara visivel, no armario das casstes, grupo do independente, onde o grafismo do filme do hitscok, diz tambem A1, A12, norte sul, primeira do circulo de dezxembro, quadrado da estrela, bairro


mu it o c ur io s os e d es vela ad dor, é circulo do ac do acto deque desse cobra poe ema q ue do emo do monte ei t alvez em do is mi primeiro do alberto no c ana ape, teresa t am tambem ms it ur ad as ima ge sn pro vini en t es de um desse c l i ps da mad red eu s, o rodado, em a g ro no mia, alvo , primeira do ki aqui, id de uma ab o r dage maior mat at ra v es das f oto s de roda dage maior do com de outros , de est ran anhas as sin a tura de rituais, ar v o r es tor cidas cao ped do monte da lua em sintra, o vaso do seja, se c on firma as si maior tambe, primeira da relaçao, en t reo o circulo do passe de sin es e ema mad red eu s, o u seja a p u y t ad o ayres, a ima ge maior fina al, em bora n cão se da eve do veja, br, nesse mon rage me um t ravel l ing en t reo circulo do milho, q ue ap ponta primeira teresa , r e sa , q ue est av v est id a de negro, c omo ima ge maior ti pida de fado, é na clare ia rato ps se v e em e x aca cat ae mn te, na ima ge m or i gina al do c l ip da mad red e usa gui tar ra do pedro ayeres, primeira do circulo do rodrigo, é s alvo ero eo g r a b rie l a ap ar e , ser en t r os milhos, mas a y r es, é a c h ave, e é primeira da relaçao com os bandidos do grupo sete, por jornal, ma ue l falcao, mig u dele, es tv es cado r s o, per do r olo du rat e por rai for ac omo se d es vela ava lava na f aca torn ar a v isi v el, no ar mario das c ass st es, g rup pop do independente, onda deo o grafismo do filme do hi t s c o k, di zorro t am tambem da A1, A12, norte sul, primeira do circulo de dez x em br o, quadrado da estrela, bairro


curisoamente a figura de negro, não deixa de ser reflectida aqui no video a que chamei de chave das torres e outro, figurado no meu manto, em cima de uma cadeira, com as estrelas brancas sobre o azul croma com estrelas, a figura sugerindo um fantasma, ou seja, os fantasmas


cu r isso am primeira, a que mente, a figo ra de negro, n cão de ix a de ser r efe fel c t id a aqui no v id deo da primeira do q ue c ham ei dec chave home ave das torres e outro, figu r ado no me vaso do manto, em c ima de uma cade da ira, com ás das estrelas bar n cas s ob reo azul c roma co pm est rato delas, a figu ra s u ger indo um fanta sm a, o vaso do seja, os fantas maior às


contudo a ultima soma,ou melhor dizendo sub soma, e o que desvelei atraves da cpa do asylium years, do tom waits, diz da linha do video anterir, o resto que esta por debaixo, roma tridente bum torres, ny tridente bum londres, vingança, e ainda de permeio, o que me parece ser o tridente da eua no sudoeste asiatico, ou seja grande matança,


c on tudo primeira s oma, é circulo q ue d es vele lei ei at rav es da c pad o asylium, o psi, oi, y e ars, do tom w a it s, di zorro da lina hd o v io de ante rato do iro, o r es toque desta por de ba ix o, roma t rid dente i do bum torres, ny t rid dente bum londres, vin gan ç a es, sea é a inda de permeio, o q ue me ap rece s ero t rid id dente da eua no do sudoeste, festival, o genrinho da puta cavaco, as iat ico, o u seja g r ane ned dama mat ança es


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