quinta-feira, junho 03, 2010

pedaços da arte da queda dos avioes, em espelhos aqui

v es a m a d i n h a, as manhas, as das manhas, q ue en c on t rei ao, cao, l i mp ar as, das, gavetas da sec rea t ria a qui do es c rito , tor, rio, ass s en te nas co luna s das anc as das b el as meninas
a d e c ima, te m um c ir c u lo em sangue, cor, na p arte de ba i x o, q ue al g ue m ali pinto u, eu o l h ei is t o e me e s p a n t e i, p o is n unc a t al me a p e r c e br a se b em q ue n ao as t i r a v a a mu it o te mp o, mes mo, e sta secreta ria fo i d o anton io do primeiro, d ep o is da ines men d es, a l ad ra e agora a us o e u

e sta j a te no st rei em v i d e o, c rei o, a men br ana da jb l pod re, q ue se toca com os dedos, e se d es f az, c omo a linha de outras men br ana s c omo aquela br anca ass i m t ip o ve lu do , b l ue v el v e t, q ue e xis te na b a s e da s co luna s d a b ang, ant es do c one,


n a d e ba i x o, ass im uns r iscos q ue f a ze m l em br ar uma asa


um fla sh, a c alha, a o ve la , me pa receu se r a si l h u eta do c on corde, s en do q ue c omo te rec o rda s e xis te um ca id o nest a historia, ao l ado un s r abiscos a l api s, q ue pode m s e r o u n ao, do te m p o da co s n t ru çao da dita mesa, madrid, mas q ue sao est r anhos em si mes mo, p o i s se le um in fi nt o deitado, prime i ro do per c en til do x por c ima do fanta s m a d o leme de c auda, c omo o efe it 5o de t une l de v e n t o, o u seja ima ge m de t u r bul en cia, uma g r av i d e z de um t ipo l aço, do segundo x da roda de um ang u lo , feito, por t r es c ir c u l os



um outro por men o r das c alhas q ue c reio se rem as o r i g i n a is




uma f oto do mes mo dia da l i mp e z as, e da s desmo n tage m d as co lunas, c omo te di s s e a s pedras al i f i caram em c ima da mesa, uma em c ima da outra c omo o pulpito do p art la e mn to dos kangurus, e d ep oi sp o iso u a q ue le berço de mic ro f one, o q ue n ao te di ss e, e q ue é v isi v el na ima ge m, p o is so d ep o is me dei conta, e da relaçao, do tribunal, com o espelho ingles partido, qa un do d es co br i as manhas ca em casa em do is mi le c inc o, q ue figu ra a ponte s o pb re o tejo e te m em c ima a t l a chave da cobra e g ip cia, da porta do x, dos t remo r es de terra
nos pap e is, pae is nessa secretaria, sec rta ria, es tao as f oto s d o j an tar em l on dr es em n o v e n a t e d o is, e e o u vip elo es pi rito em dia re en te q ue al g ue m c o n firma ava, porta a nt o , saberia, de uma manha , feitas, nos cambios, cam b iso e n as f ac turas, o u seja um p ass e ca bal is tico, do g rupo da cristina coutinho de l on d r es





um outro pormenor numa outra g a v e t a








c omo te d is se a inda, es ta d es co be rta e por x ima da queda do avia o n a polo ni a, c om outras manhas nas lam padas q ue d ep o is te mos t ro, para a l em da da porta, do para fuso e da mosca


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