sábado, outubro 23, 2010

acordei com a chave na consciência, o albatroz, e consequentemente a matança na madeira, aqui contada, e ao levantar.me na escuridão deste quarto onde escrevo, meu pé como se magou ao assentar num livro que estava no chão, sabes qual era, a deportação, como a ecoar as linhas das pedras na rua, que ontem te narrava, depois ao passar na coluna direita da porta , o bastão como falo, assim meio curvado, caiu ao chão, ao momento, o bastão da imagem de ny também, ali ficou ao lado dos skis negros e da coluna da kim omega invertido, também a ressoar numa estranha noticia que vira pela madrugada sobre comportamento sexual dos adolescentes, sai para rua a comprar pão, ali em frente ao guedes, cds, u carro me disse, o sete do quadrado de dc, indicativo, francês, ou seja salvo erro o segundo do quadrado do circulo francês de dc

acor dai com da priemria  c h ave avena co ns cien cia, circulo do albatroz, é c o nse q uen te me nt ge a matança na madeira, qa ui c on t ad a, é cao l eva van da tar da.me mena es c ur id dao ed de este qa ur to onda es ce v rome u pe c omo se mago ua o assenta rn um l iv roque est av no cha o, s ab es q ual e ra, primeira da de porta taçao, c omo a e coa ar ás das linhas das pedras na rua, q ue on te maior da te na rr ava, d ep o is ao p ass ar na co luna direita da porta, cds,  o basto primeira do ac c omo do falo, as si maior me ue c ur v ad o, caiu cao cha o, cao mo men to, o b a sta o da imagem de ny tam am tambem, ali fi co u cao lado dos s ki s negros e da co luna da kim o mega invertido, tam am tambem a r esso ar nu am est r anha not ti cia q ue v ira p dela mad ru gada  s ob re co mp porta em nt os x ual dos ad oles cent es, sa ip para rua a co mp ar rato do pao, ali em fr en te ao guedes, cds, u carro me di s se, o ste do qa u d r ado de dc, indica t ivo, fr anc s, o u seja s alvo e rr dp o do segundo do quadrado do cic u o frances de dc

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