sábado, outubro 23, 2010

ah, amada nem sabes o que perdeste, estava mesmo boa a alheira assim frita em azeite, com batatinhas , couves e cenouras também regadas com ele, eu gosto muito de alheiras, tem um sabor intenso, nem de menos nem de mais, e é um belo exemplo de como nas vezes as preocupações aguçam o engenho, pois se olhares bem as bestas de agora vês no fundo as mesmas de antes, quando estúpidos e feitos bestas desataram a obrigar aqui os judeus a converterem-se à força ao cristianismo e como lhe proibiram os costumes, e o consumo de porco, eles inventaram as submarinas alheiras


a h, am ad a ne maior s abe es o q ue per dr , é este, est ava do mesmo , boa primeira al hi e ra as si maior fr rita em az ei te, com bat tainhas , co uve se das cenouras tam am tambem re gadas com dele, eu g os to mu it o de al he iras, te maior,  um sa br int en s o, ne mde men os ne mde mais, e é um b elo e x e p lo de c omo nas v  e ze s as pre o cup ac ço es a g u çam circulo do en gen ho, po ise ol h ares be maior ás bestas de agora v es no fun dpo quadrado do às das mesmas de ant es, qa un dó es t u pidos e feitos bestas,  de sata ram a cao briga rato br riga  a qui os judeus, primeira c on verter rem traço inglesa se a da força es cao cristian is moe c omo delhe pro i b i ray to art oma s cos t um es, é o c on sumo do poc do porco deles,  in ven t aram as s ub marinas al he iras

na verdade durante o jantar, muito o vento do espírito enfunava como velas os blinds, quase a fazer corpo as restantes palavras da boazinha economista que ontem citara,  que falava não só de fogos com de um vento que viera de um qualquer lado do mundo e que segundo a douta opinião, alimentara o fogo que assustara as gentes, e que as virara contra um homem, pressume-se na busca dos incêndio em sitio alheio, quando não se o ve no próprio coraçao

na verd ad e duran teo j antar, mu it dp  ov do v en to do es pe it o en fun ava c omo velas os b l in ds, qa use a f az e rato rp corp circulo às r es t ant es pal av r as da boa z in h a e cono mi sta q ue on te citara q ue fal ava n cao s o de fogos com de um do vento,  q ue do veira , de um q ual q ue rato lado do mundo eq ue sg un dá da primeira da douta,  o pin ia co, livraria nova opinião,  a al  lie mna t ra do circulo do fog o q ue ass u tara às g en t es, é q ue as v ira ara contra primerio homem, pr ess um me traço da inglesa se na bus cado s in c en dio em siti o al he io, qa un dó n cao seo da ove no pro rop p rio cora raçao

ao andar ia deixando a criança e a mãe para trás, ainda ouvi de sua boca, uma ultima frase que me  intrigara, pois falava ele para ela, da tinta ainda na seca, ou algo assim em seu nariz, o sentido se definira depois, como sempre, pois as crianças são pura luz, se os ouvidos dos adultos as escutarem em verdade

cao andar do ia dei x ando a c rina çe a mae para t r as, a inda o uv ide s ua boc a, uma u l t ima da farse q ue me  int riga dr da gara, p o is fal ava dele para dela, da t int a a inda na sec a, o ual goa ss si maior em s eu nariz, o s en t id o se d efe ni ra de ep o is, c omo se mp re, p o is as c rina aças sao p ur a luz, se os ov id os do s ad u l t os ás es cu t arem em verd ad e

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