domingo, outubro 24, 2010

ah bela berlinde, que me apareceu agora no corrector, que saudades me deu de repente em meu coraçao de si e das suas sempre belas fotos

a h b dela , berlin deque da me ap  a receu agora no do corrector, q ue s ua dad es me d eu de r e pente em me u co raçao de si e das s ua s se mp r e b delas , belas f oto s

te dizia eu amadinha, melhor é andar sempre e muito de bicicleta, assim nos braços um do outro, na verdade em dia recente nesse cafezinho, o senhor tinha uma motorizada que me pareceu eléctrica e era, as vende, e então lhe fui perguntar e ele lá esteve a me explicar, eu quando a  vi achei não sei porque razão que era francesa, mas não, afinal era feita em portugal, que aquilo dava para fazer talvez setenta km com um custo de oitenta cêntimos, que se ligava a corrente e que se não tivesse cave que se tirava a bateria, e levantava o selim, para me mostrar, eu aí, sorri quando ele levantou, pois ainda pensei que pudesses ali estar escondida, visto que nosso amor é sempre um acto de certa forma eléctrico, mas não estavas, não, depois disse que aquilo custa mil e setecentos euros, eu disse, chipa, carrissimo, por esse preço se faz um completo utilitário quatro rodas em forma de ovinho como os da minha amada, ele , que as baterias, e a qualidade delas, e coisa e tal, e eu insistindo, mesmo assim, na verdade me anda a apetecer fazer carros eléctricos movidos a teu beijos

te di iza za eu am ad dinha, mel hor é anda ar se mp re e mu it o de bic cic l eta, as si maio  nós br aços,  um do outro, na verd ad e em dia re en te ness e ca f e z in ho, o s en hor tinha uma m oto r iza x ad a q ue da me pa receu dele , c t rica é e ra, as ven de, e en ato l he fu ip per gun tar e dele lá es tev a me e x p lic ar, eu qa un dó a  vi ac he ina o s ei por q ue ra cao q ue e ra fr ane sam as n cao, a fina al e ra feita em portu gal, q ue daquilo,  d ava para f az e r ta alvez set en t a k m c om um cu s to de o it en a t c en t imo mosque se liga ava a c o r r en te eq ue s e n cao t iv esse da cave q ue da se tir ira ava a bate ria, e l eva van t ava o selim, para me mo s t r ar, eu aí, sor ric u an do ele lea v nt o u, p o is a inda pen s ei q ue p u de w ess es ali est ra es cond id a, vi s toque no osso am mor é se mp re um ac to de c e rta forma do eletrico, ma s n ao est ava s, n cao, d ep o is di sec ue au el cu s tva mi le set en cos euros, eu di s se, c hi ipa, car r s imo, por esse pr e ço da se f az um co ml e to u it lit ario quatro rodas,  em forma de ov in h ac omo da min h a am ad a, dele , leque as bate ria se a aqui lida ad delas, é co isa e t a l, e eu in sis t indo do mesmo as si mna verd ad e me anda da primeira a pete e r f az e r car r os eletricos m ov io sat eu bei j os

no cimo da rua de novo a casa dos vitrais iluminada com um singela rosa ali escondida estivesse, e eu a sentir de novo o perfume de londres e de uns belíssimos vitrais que vi em porto bello road, assim com princepes e princesas, de repente a carrinha que vira ontem num vídeo entre bbc e estados unidos, se corporizara ali, arrancando depois de eu a ter visto, já esperava visto que a chave do repórter em londres me dissera, que mais se seguiria, estava ela na rua, uma carrinha assim, como uma outra da rua capitão pallas com duas estrelas pentas inclinados ou mesmo invertidos, e depois passava um grande camião de lixo vermelho por detrás, certamente que os espiões me viram a ver ontem de madrugada o vídeo em pormenor e assim o  encenaram , nesta presunção de relação

no c imo moda da rua d e  n ovo a ca sado s v it rais i lu mina d a  com um sin g la rosa al i es cond id a est iv esse, é eu primeira s en tir de n ovo do circulo do perfume,  del de londres, é de uns bel iss imo s vi rt rais q ue vi em p oto bello ro ad, as si mc om p rin ce p es e p rin ce z as, de r e pente da primeira car rinha q ue v ira on te maior nu maior v id deo en t re bbc e es sat td os uni id os, se cop pro riza zara ali, ar ran cna do d ep o is de eu a teresa vi s to, j á es pera r ava vi s toque da primeira chave do r e porter em l on dr es da me di ss sera, q ue mais se s e gui ria, est ava dela na rua, uma car rina home  as si mc omo de uma outra da rua c apit cao do pallas com duas est ratas delas penta s in c lina ad os o u me sm o in vert io se d ep o is p ass ava um g rande cam ia o de l i xo vermelho por det r as, cera rate maior nt teque oe es e pi oe s me vi r ma v aer on te mde mad ru gada o v id deo em por men o r e as si mo ene encenaram , nest a pr es un sao es de r dela, ac sao es

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