domingo, outubro 10, 2010

ah fofinha, tanto chove, eu gosto, as mães são curiosas, a minha me diz ainda passados todos estes anos, para eu não apanhar chuva, mas eu gosto de apanhar chuva, e já lhe devo ter dito assim umas mil vezes ao longos das luas e dos sois, ao bocado, fui apanhar um bocadinho de chuva ate ao jardim, é bela a chuva ao domingo, tudo tranquilo, se ouve e se sente melhor a chuva, bem melhor é sentir a chuva de tua rosa, deixa-me dizer-te como senti estas chuvas que agora chegaram, a primeira há uns dias, foi assim uma chuva rápida intensa, e relativamente curta, como que terminava num gorgolejo enrolado como um soluço, eu escutava- a e pensava para meu botão, minha amada está triste e chorou, como uma bebezinha e depois se compôs, depois tem continuado a chover, intenso, eu gosto, bem melhor, seria ter te a ti ao perto a escutar a chuva enquanto te beijo muito, depois podíamos fazer um fogo no quarto, quer dizer, para alem daquele que vem do nosso amor, um com troncos, numa lareira, que é muito belo de ver as chamas e sentir o calor dele, mas madeira são como os pulmões, sabes, amada, devemos enquanto não se fazem em laboratório, fazer umas contas, multiplicamos os infinitos invernos que iremos passar juntos, calculamos a lenha necessária, para ai uns setecentos quilos por inverno, depois, plantamos proporcionalmente ao que necessitamos tendo em linha de conta o tempo que elas levam a crescer, para não cortar antes de haver pelo menos igual ou mais do que se tira, pois muito se tem cortado e pouco plantado,  bem , se não tivermos terreno para as plantar, eu te faço fogo, de outro, que também é muito belo, um daqueles bom que aquece o coração e tudo e nada queima

a h fo fi  n h a, t anto cho ove, eu g os to, as maes , sao c ur iso as, a min h a me di z a inda p ass sados todos est es ano serpente spa ar em n cao ap ana homem mr rc home da uva, durao,  mase eu  g os to de pa anha ar c h uva, e j á l he devo teresa do dito,  ass si maior,  uma mi primerio v e z es cao l ong os das luas, é do s s o isa sao bo cado, fu ia pap na homem rum boda cinho de c h uva a te cao do jardim, é b ela primeria c h uva cao do m i n g o, tudo t ran q u ilo, seo uve e se en te mel homem  rato circulo da primeira do ac homem da uva do  be mel hor , é sn tir primeria c h uva de, tua,  rosa, dei xa do traço da inglesa  me di ze rato traço inglesa te cm circulo  s en ti  de estas c h uva s  q u e do agora chega gara ram, a primeria h á un s do dias, psd,  fo ia ss si maior de uma c h uva r ap dida int en sa, é rato dela t iva em nt e cu rta, c omo q ue te rato mina ava nu maior gor gol le jo de um sol u sao esapanhola, eu es cu t aca traço inglesa primeira e p en s ava pa ar me vaso bota o, min homem  mda da priemira am ad a e stá t rato do site, moda,  é cho rato circulo do vaso  c omo uma bebezinha, é d ep o is se c om pos, d ep o is te maior co ny t in ua ad o ac hover, int en s o , eu g os to, b em mel hor,s eri a ter tea do ti cao do per to primeira es cu tar , priemira chu iva en q u en o te bei jo mu it o, d ep o is pod iam os f az e rum fogo no do quarto, q ue ratop di ze rp do para al lem daquele q u e v e md on osso am mor, um com t roncos, nu ma la rei rac, q ue é mu it o b elo de eve  vera s c ham as se s en tir iro c alo rato art do dele, ma s madeira sao c omo os pul moe es, s ab es, am ad a, d eve emo s en q ua nt o n cao da se f az é maior em la bora rato do toiro, f az e rato uma serpente das contas, mul t ip lic am ms o os infinitos,  in vaso  e rato sno s q u e ire emos p ass ar jun ts os, c al cu lam os a lenha nec es saria, para do ai , un s sete dos centos q u ilo spor inverno, d ep o is, p lan anta am amos por rp poc cio n al lem nt teao q ue nec ess iat os t en do em linha de c conta do circulo do te mp o q ue delas l eva vam a c r es cer, para n cao co rta r ant es de h ave r masi doque da set ira, be maior da se n cao ti ver mos te r reno para as p lan antar do eu da te f aço es fogo, deo de outro, q ue e eta tam am tambem,  é mu it o b elo um da q ue l s bo m q ue a q ue ceo es cora raçao . é tudo e n ad a q u ima

depois , sabes, o que é curioso, é que no inverno passado , assim se encheu as barragens aqui até mesmo a bordinha, belo calculo, da resultante de tanto chorinho de amor

d ep o is , s abe es, o q ue é cu rio osso, e é q ue no ive rn o do passado, louco p ass sado,  as si maior da se en ch eu as bar rage en ns aqui,  a té do mesmo , primeira bor dinha, b elo c al cu lo, da r es sul t ante de t ant o cho rinho de am mor

bem, melhor é nao trazer motivos para chorar, ou chorar de amor, em meus braços e eu nos teus, aqueles chorinhos bons mesmos

be m, mel hor é n cao t r az e r m ot iv os para cho r ar, o u cho r ar de am o rem me us br aços es, e eu nós te us, aqueles chi rn h os bo ns me sm o

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