segunda-feira, outubro 11, 2010

amadinha comi um peito de frango com arroz daqueles que vem do oriente e que são muito mais saborosos e perfumados dos que estes tradicionais daqui, e como estava pensando em ti, me deu assim um tipo de soninho cheio de tusa e assim me deitei e dormi até as duas da manha, e acordei cheio de tusa também

am ad dinha co mi um pe it o de fr ang o com ar roz daqueles,  do q ue v e do o ire ren en te e q ue sao mu it o mais, fr,  s ab o roso e per rf fu y mados do s q ue de estes , t r ad di cona is daqui, é c omo est tev a p en s ad dn nod em ti, mde de u as si maior um t ip o pode s o ninho c he ior é t usa e as si maior da me dei t ei e dor mi a té às das duas da manha, e acor dei c he io de t usa tam am tambem

me apareceu no final do sonho, uma bela mulher morena vestida de calças e camisa branca sentada como em pé num banco alto, como o do estirador , com três anéis, numa cozinha toda branca, parecia uma capa de uma revista da casa e decoração, e não sei por que razão o perfume da imagem me remeteu para o mosteiro dos jerónimos em belem

me ap a receu no circulo fina al do sonho, psi, uma bela mul her mor rena v est id ad e c al ç as es e cam s ia br ancas sena td a c omo em pé nu banco, dine iro,  al to, cop o do est ira da ad da dor , com t r es ane is, nu ma cao z ina h toda br anca, pa reci au,  uma da capa de um r e visa sat da c asa e deco raçao, e n cao s ei por q ue r aza dp cc,  per fu me da ima mage maior da  me reme t eu para do circulo do mos ter iro dos j ero nimo serpente  em bel , ele maior,  , 

sabes ontem domingo, já o dia se levantava, acabara de publicar o pedaço doze sobre os aviões em ny, e me fui deitar, mas ainda não tinha sonho, e de repente estava a pensar na bela keira, pois a vira também nessa ultima revista que abri, naquele anuncio de perfume, como uma bela variante, trazia assim o dedinho na boca, e eu me ri ao vê-la assim, pois parecia mesmo que estava a pensar intrigada , deverei por mais sal ou mais pimenta, para o comer, e sábado, passara nos bombeiros ali ao pé da musa do eça de queiroz, que esteve muitos anos sem braço e mão, mas é muito bela, pois vira antes ao passar por lá na sexta, uma nova loja que me chamara a atenção pelo canapé que tinha na montra, um canapé assim como o que a bela keira aparecia naqueles blogues que me fizeram aqui aparecer com um trio de três das mais bela mulheres do mundo, ela, a kate e a nicole, que me recordei agora, é a primeira da linha sobre os negliges, a propósito da ascensão e queda de mahagoni, que declinara em maga do homem primeiro da oni, numa conversa de vinte e quatro de agosto, que ressoa também em nome do jornal desse tadeu, que mais uma ressoou em palavras escritas recentes na Casa de Deus

s ab es on te do min ing o,j á o dia da se dele eva van da cruz x  ava, aca ba da ar de pub l cia aro peda ço es onze son re os avio es em ny, é me fo id ei tar, mas ian anda n cao da tina homem do  sonho, psi,  é de re pente est ava primeira  p en da sarna da ab ed dela, da  k ei ra,  p o isa vaso da ira tam am tambem ness a ultima da revista q ue ab rina naquela do ano un cio de per rf um me, cc,  c omo uma b ela v aria nt e, t ar z ia as simo de di dn ho na boc a, é eu da mer do rato  cao v e traço ingles la as si maior, p o is par e cia do mesmo , q ue est ava primeira p en s ar int riga da gada , d eve rei por massi s al o u massi do pimenta, nome,  c omo q ue maior da  me eva ai co mer,  é s ab bad ad o, p as sara nós b om be iros rosa  ali, al grave.  cao peda da musa usa do eça dec w ue iroz, q ue es tve mu it os ano s se maior br aço es, é mao, ma sé mu it o b dela, p o is vaso da ira na t es cao p ass ar por lána da sexta, uma n ova da loja q ue me c ham ara a at en çao es p elo c ana ape q ue da tinha na mon t ra, um can ape as si mc omo do circulo q ue da priemria da bela kapa eira ap pr we cia naqueles b lo g s qu  e me fi ze ram a qui ap a recer com de um do trio de t ratos  es das mais, fr,  bela,  mul her es do mundo, ela, primeira kat e é ani c ole, q ue me reco rato dei a g r o a, é a rime da ria lina home  s ob re os ne g lige sa por rp ps ot io da ascençao , mad red dd é use da queda de ma h a g oni, q ue dec lina ra em maga gado home prim rio da oni, nu ma c on ver sa ed v ei nt e e a q u t rode dea de agosto, q u ee r esso a tam am bn no no da do vaso da me do jornal de esse cobra do tadeu, q ue massi uma vaso, e , r ess o u em pal av r as es c rita s rec en t es na C a s a d e D e us

bela a loja que se instalou numa parte dos bombeiros, coisa estranha, pois por ali saia antes uma pequena viatura de emergência, tipo um jipe, olhei a montra, a ver o canapé, que tinha como se estivesse na parede por detrás um espelho redondo em lente, que quando antes passara, me remetera de imediato para um quadro de um pintor flamengo que uma vez aqui abordei em pormenor, pois trazia um reflexo impossível através de um espelho equivalente, em cima do canapé , peças de loiça chinesas , uma couve, um dragão,

b ela,  a da al loja , q ue se int alo vaso nu ma p arte dos b om be iros roco, c roma key, co isa est r anha, p  o is por ali, al g r ave,  s aia ant es uma pequena via da tura de e mer gen cia, t ipo um do j do ipe, o l he ia montra, ave ero roca c ana ape, q ue da rinha c omo se est ive ssse na ap rede , um es pel ho em lupa, q ue qua n do ant es p ass sara me reme teresa ra de imediato,  para um qua dr o de um pin ot f al lem n goc ue uma v e z a qui ab o r dei em por maior da  enro, p o is t ar za e um r efe do fel do xo im p o ss iv el at r ave es de um es pel hi o eq u iva al lente, em c ima do can pae , p eça s de loi ça es chi ne za s , uma co da uve, um draga circulo,


entrei, um mulher magra morena com cabelos negros em escadinhas com ar brasileira ao fundo me cumprimentou em modo alegre e jovial, como é caracteristico das gentes do brasil, bela forma de cativar um cliente, muito melhor do que os caras de pau mais ou menos indiferentes que por aqui geralmente se vem nas lojas, quente e escura a loja, pelos belos papeis acetinados de flores nas paredez, e lembrar ck, e o quarto da  monica panaguiao, pelos objectos e pelas luzes, olhei o reverso do canape, uma lupa grande, com cabo forrado a pele negra, que bela e boa , bem gostaria de ter uma assim grande, e perfumes, com outras sugestoes, muito engraçado tudo aquilo, lhe digo em voz alta, que belos objectos aqui tem, o dizer caiu mal, ali ao momento, assim o senti, de tal forma que me dirigi a ela e lhe disse, coisa, em portugues nao tem sentido depreciativo, no seu braço se desenhou ao momento,  meo maior nt o, como que uma marca,  depois sai, o guarda chuva que trouxera de casa de meu pai, que tem um curiso r invertido em doirado bateu ali ao sair, e depois ainda na calçada subindo para a a brass si eri de l en t reco te, da keira, nem ve-la, me perguntado qual, visto como também falo nesse vídeo de dia vinte  quatro, um outra da radio, me aparecer na tv de raspao, sentada num mesmo canape do bando dos cinco da cinco para a meia noite, programa da tv da rtp, 2


net rei, um mul her mag ra mor rena com cab elos negros em esca dinhas com da ar da brasileira cao fun do me c um pri men to u, em mod circulo do  alegre, ps,  é jo ov via al, c omo e ca´rac te r is tico da s g en t es do bra s el, b ela forma de cat iva rum c lie en te, mu it o mel hor do q ue os caras de pau massi,  o u men os inde feren teque por a qui ger la em nt e se v e m na s lojas, q u en te e es cura da prik eira da loja, p elos b elos pa ei s ac e tina ad os de flor es nas pa red dez, e lem br ar ck, é circulo do quarto, o  da  monica p ana gui cao p elos ob ject os to se p elas l uz es, vol he io r eve r sodo cana ape, uma lupa g rande, com do cabo for r ad o da primeira  pele negra, q ue bela é boa , be m gs ota ria de teresa, uma as si  mg rande, é perfumes,cc,  com o put r as s u g est toe es, mu it o en g r aça ado t u dp o aquilo, l he dig om voz al t a, q  ye bel s o ob ject os aqui,  te mo di ze rato ca eu do ai maior da al, ali,. algrave  cao moe maior do nt o, as simo s en ti, de t al da forma do que da me di rig ia ~dela, é  l he di s se, co isa, em portu gues n cao te maior s en t id o d e pre cia t ivo, d ep o issa io do guarda circulo do homem da uva , q ue t ro ux e ra de c as de meu ai, q ue te maior de um cu rato iso r in vert id em do irado, bate vaso do ali,  cao s air, é d ep o isa primeira  inda na c l ç ad a s u b indo para a ab brass si eri de l en t reco te, da keira, ne maior em  vaso, e, do traço ingles de la, me per gun t ad o q ual, vi s to c o o tam eb maior do falo nesse vaso id do circulo do de dia vinte e qautro, o t rato ps ipe da tvi,natal,  au qaudrado da cruz do rato circulo , um da outra da radio, me ap ar cer na tv de r as spa di ip do pao, s en t ad a nu um do mesmo c ana do ape do pedo do bando dos c inc o da ac inc do circulo do para , primeria meia do ano da  noite, 2005, pro gato da rama da tv da rt puta dois

já o dia se leavntava, como agora, acabou de aterrar o grande boieng da gazela como deslizando na noite agora quieta, belo piloto que se preocupa com o sono da gentes, o mesmo aviao que tras o sempre esquisito barulho  nas turbinas como a arranhar,  e pensava na keira ,  e me disse, vou por uma musiquinha para ela que ela vai gostar, lhe pus o piano concert do michael nyman e como um gato de quato patas  no parapeito fiquei a olhar a manha de domingo nascendo,

j á do circulo do dia da se lea v nt ava, c omo do agora, aca bo vaso de a te rr aro g ar n de boi eng da gaze la, c omo d es liza ando dona do ano da noite,  agora do qui eta, b elo pi loto, q ue se pre co u pa c o m o s on circulo  da g este serpente , circulo do mesmo aviao,  q ue t rato as o se mp re es qui si to mo tor nas t ur bina s,  c omo a ar ran homem da ar,  e p en s ava na kapa da eira ,  é me di s se v o u por uma mu six sic u in h a pa ar dela , q ue ela v ai g os tar,  l he pus do circulo do pi do ano do concerto do michael ny man, me c omo um gato de qua top das patas da me do pus no para pe it o da primeria do circulo do primrio do hoemm da ar,  a primeira da manha,  dedo mingo n ac en dó,   

saiu ao momento um passarinho que parecia o que encontrara na rua do buraquinho que existe aqui na parede em baixo, e depois eles, os passarinhos me mostraram assim, primeiro dois aviões levantavam ao contrario do habitual, desenharam na subida o delta dos aviões, os passarinhos acrescentaram, o bico, ou seja o elemento gráfico do vídeo antepenúltimo publicado na Casa de Deus, uma estrutura equivalente ao prédio hexagonal que é visível no vídeo ante penúltimo em ny, relacionado com o porto, e a câmara do porto, as escadas, ou seja processo de elevação em cima do telhado , e depois um outro poisou numa chaminé que é como um missel, assim os pássaros me confirmaram que fora um missel

s ai vaso do cao mo men to , um p as sarin hoque pa reci cio do cic circulo q ue en c on tara na rua do b ur rac kin,  home circulo oe  é xis te au ina per de em ba e xo, e d ep o is deles, os  p as sarin h os me mos t   r aram as si maior do prime rio do is avio es l eva van t ava am cao c on t rai do h abi u tal d es s en h aram mna s u bid dp delta dos avio es, os p as sarin h s o ac r es centa aram, circulo dd do bico, o vaso do seja o do  dele , lem nt o do grafico,  do v id deo ante pen u l t imo pub li cado na c as dede us, uam e~ts ru ra eq ue iva al lente a cao pre di o,  he onda xa gn al q ue e é v isi evel no v id deo ante p en u l t imo, rea l cio n ado com do circulo do porto, é priemria   cama do ra do porto, ás das escadas, o vaso do seja por rec e osso de elevaçao em c ima do tel h ad o , e d ep o is um outro p o iso un uma c ham mine mini ine q ue é c omo um miss el, as si maior os p assa aro s me c on fi r mar am q u e for a um miss el

continua...

Sem comentários: